TIRANDO DÚVIDAS - João Leal/Marcus Marques
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Estou aqui para agradecer de coração. >> Uma excelente noite a todos os que estão aqui conosco no auditório da nossa comunhão, os que estão nos assistindo pela TV Comunhão, os que nos ouvem pela rádio. Para nós é sempre uma satisfação poder estar aqui nesse momento de reflexão do Tirando Dúvidas, que a gente possa naturalmente avançar sempre um pouco na busca de entender melhor todas as situações que a vida nos oferece como oportunidade de crescimento espiritual. Eh, na noite de hoje, eh, o procedimento do tirando dúvidas que acontece na última sexta-feira do mês, eh, nós fazemos uma abertura inicial como um tema que envolva e que provoque para que a gente procure fazer uma reflexão e perguntar a respeito, não só sobre o tema, mas sobre qualquer assunto que esteja eh fazendo parte das nossas dúvidas. E nós vamos estar aqui com esse objetivo. O Marcos vai fazer a abertura inicial, que o tema de hoje vai ser a definição do mal. Como evitá-lo rumo à conquista da paz? O que é o mal, conceituar? De onde surge? Como ele nos atinge? E é possível evitá-lo. E a paz decorre da apenas de da ausência do mal apenas. Quer dizer, são situações que fazem parte muito da nossa existência. Tenha dúvida. Todos nós carregamos essas vibrações no nosso campo íntimo e é importante a gente tentar conhecer um pouco e trabalhar sobre elas. Eu vou fazer uma abertura do Evangelho, um pequeno trecho, pra gente poder depois passar a palavra ao Marcos. Capítulo é até interessante que ele fica vinculado de uma forma ou de outra ao tema. Eh, o capítulo 9o, bem-aventurados os que são brandos e pacíficos, injúrias e violências. Bem-aventurados os que são brandos, porque possuirão a terra. Mateus. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Sabeis que foi dito aos antigos: "Não matareis, e quem quer que mate merecerá condenação pelo juízo." Eu, porém, vos digo que quem quer que se puser em cólera contra seu irmão merecerá condenado no juízo. E aquele que disser ao seu irmão Raca, ele merecerá ser
que mate merecerá condenação pelo juízo." Eu, porém, vos digo que quem quer que se puser em cólera contra seu irmão merecerá condenado no juízo. E aquele que disser ao seu irmão Raca, ele merecerá ser condenado pelo conselho, que aquele que lhe disser: "És louco", merecerá condenado ao fogo do inferno é simbólico, é chamativo e nos mostra que o caminho que nós temos que percorrer é longo em busca desse equilíbrio, desse pacificador que precisamos ser, do perdoar que precisamos aprender e das transformações, que é a única coisa que justifica a oportunidade reencarnatória que todos estamos recebendo para fazer mudanças. E não adianta só a gente concordar, se nós não exercitarmos a prática, a situação não muda muito ou quase nada. Assim que a espiritualidade amiga esteja conosco, aqueles que nos assistem no plano espiritual nos de amparo através da intuição para que a gente possa ser oportuno na reflexão da noite. Muito obrigado, Marcos. >> Bem, mais uma vez boa noite a todos. Nós vamos no dia de hoje encerrar o tema do ano que foi guerra e paz. Geralmente nós lemos toda a agenda do ano para lembrarmos alguns ou para convidá-los a assistir pela TV Comunhão esses temas que estão gravados. Mas hoje eu vou falar apenas do segundo semestre de julho para cá. Em julho, nós estudamos o bom combate, ou seja, uma guerra particular que todos nós devemos travar para conquistar a paz interior, para termos uma plena vivência daquilo que nós cremos e no nosso caso, a nossa doutrina espírita, o evangelho rede vivo de Cristo. agosto, o Leal comentou sobre nós não somos os nossos erros. Não vamos nos instabilizar, desestruturar, agredir a nós mesmos pelos nossos desacertos e erros. O nosso ego, o que nós somos aqui agora, é uma coisa transitória, temporária, que vai se modificar nas próximas horas, dias, semanas, meses. Algo de melhor surgirá. Nós estamos sob a tutela do plano maior. Então não nos definamos pelo que nós somos hoje, sobretudo as coisas negativas. Em setembro, o heroísmo da fé, a vitória
emanas, meses. Algo de melhor surgirá. Nós estamos sob a tutela do plano maior. Então não nos definamos pelo que nós somos hoje, sobretudo as coisas negativas. Em setembro, o heroísmo da fé, a vitória em busca do bem. Aqui já é eh se fala, nos aliás falamos a respeito de você assumir suas convicções e crenças. Se você ficar se preocupando em agradar tudo e todos a todo tempo, toda hora, você vai acabar desagrad desagradando a si mesmo e você não vai ter paz interior. Então, eu tenho essa convicção, eu acredito nisso, para mim isso é real, é fato ou é o melhor. Então, eu sigo aquilo. Eu não fico como um camalel me transmutando, mudando apenas para me inserir em grupo, agradar alguém. Não, eu mantenho a minha convicção íntima. Em outubro nós não tivemos esse encontro que nós tivemos o seminário sobre dependência química, o segundo do ano. Em novembro, nós vimos na na última na quarta sexta-feira de novembro nós vimos pequenos grandes cuidados que fazem diferença em nossa vida. Geralmente nós tendemos a olhar para as coisas grandes, né? A gente não olha pro pequeno, mas o grande é apenas um conjunto do de pequenos. Por exemplo, uma parede, a não ser que ela não seja que ela não seja pré-moldada, ela é feita de tijolos. Você vê uma rua pavimentada, por exemplo, paralelepípedos, pedra por pedra. Nosso corpo é constituído de células. Tudo no nosso corpo são células. músculos, tecidos, ossos, cabelo, tudo são células, elas juntas formam o todo. Então, a gente precisa olhar as pequenas coisas que fazem as grandes construções. Então, se eu se modificar as pequenas coisas, eu mudo o resultado final. Então, na minha vida, há algo de errado, algo não está bem, meu comportamento, ou estou infeliz, estou triste, estou depressivo, o que que é de pequeno, aparentemente pequeno, que eu tô vivendo, vivenciando, que eu devo e posso mudar para transformar o resultado final, me trazendo uma plenitude de existência. E hoje, como o Leal já nos disse, a definição do mal e como evitá-lo rumo à
vivendo, vivenciando, que eu devo e posso mudar para transformar o resultado final, me trazendo uma plenitude de existência. E hoje, como o Leal já nos disse, a definição do mal e como evitá-lo rumo à conquista da paz. Bem, vamos lá. O encontro de hoje, ele vai fazer uma síntese de tudo que nós vimos ao longo desses 10 meses, porque durante dois meses nós tivemos os seminários, então não estivemos aqui. Vamos repetir da seguinte forma. Existem coisas boas que nós gostamos e queremos. Existe um projeto, uma proposta de coisas boas, as quais nós ainda não assimilamos bem, não acreditamos muito nisso, estamos assim meio que reticentes. Essas coisas boas que nós gostamos, que nós assimilamos, é o que nós estamos fazendo nos últimos 500 anos da nossa existência, passando por encarnações, nós estamos fazendo aquilo que nós gostamos, de uma certa forma aquilo com que nos damos bem, nos acostumamos, convivemos, né? Mas quando a gente encontra a doutrina espírita, o evangelho de Cristo, vem uma nova proposta de coisas boas, mas que a gente olha assim, tipo, hum, será que eu quero isso? Será que é isso mesmo? Às vezes a gente refuta tanto que a gente ouve muito dizer isso no meio espírita, né, Léo? Como é difícil ser cristão, como é difícil evoluir, como é difícil a reforma íntima. Por que que ser cristão é difícil para mim? Por que que evoluir é difícil para mim? Por que realizar a reforma íntima é difícil para mim? Que eu tenho que sair desse patamar das coisas que eu gosto e vir para cá nesse patamar que Jesus me propõe de coisas que eu gosto. Como eu não tô muito convencido da proposta de Cristo, eu faço o quê? Eu fico no meu patamar, no meu mundo, meu cantinho, o meu quadradinho. Então Jesus, como não desiste de nós, ele fica puxando, vem, vem. A gente teima e fala: "Não, eu volto". Esta tem sido a nossa briga nos últimos 500 anos, para não dizer mais, né? E por que que a gente é tão reticente às coisas do Cristo? Porque Cristo no seu evangelho e a doutrina na sequência
u volto". Esta tem sido a nossa briga nos últimos 500 anos, para não dizer mais, né? E por que que a gente é tão reticente às coisas do Cristo? Porque Cristo no seu evangelho e a doutrina na sequência propõe um novo mundo que a gente não conhece. A gente tem medo desconhecido. Por que que você tem medo de entrar no quarto escuro? Por que que você tem medo de uma rua escura? Porque você não sabe o que tem lá. O desconhecido nos mete medo. Todo mundo tem medo desconhecido. Por que que as pessoas têm medo da morte, da morte física? Porque no fundo, no fundo, nós como seres animais que somos animais no sentido biológico, a gente não sabe exatamente o que tem. A gente tem conhecimento, mas na verdade a gente fica meio que como é que vai ser lá, como é que vai ser aquele instante? Então nós temos medo desconhecido. Desconhecido nos causa medo. Que que é ansiedade? Que que é o pânico? O que que são as fobias? É medo. Medo de alguma coisa. Às vezes até o medo irreal. Muitas vezes você tem medo de sentir medo. Então você fica constantemente com medo porque você tem medo de sentir medo. Vai que eu sinta medo. Então eu já fico com medo aqui agora. Então a gente refuta essa proposta de Cristo, esse projeto, porque a gente tem que abrir mão da nossa realidade para um transcender para uma outra realidade, um novo mundo, um novo tempo, uma nova época que exige de nós abrir mão de certas coisas. Abrir mão de certas coisas. Então, a gente tende a ser reticente nesse chamamento. Mas o que o Cristo nos propõe é a ciência do bem viver. Cristo não inventou nada. Ele não chegou na terra e criou um monte de coisas, não. Ele apenas veio para nos reportar. Olha, pessoal, lá em cima é assim. Em cima é sentido simbólico. Ele fala do reino de Deus, das coisas dos céus. que é um é a plenitude do mundo espiritual. Eas disse lá é assim, como vocês ainda não chegam lá e tão longe de chegar lá, eu vim, eu vim para dizer para vocês como é lá. Eu tô dizendo para vocês como será o seu futuro. Por isso que Jesus nasceu, encarnou
á é assim, como vocês ainda não chegam lá e tão longe de chegar lá, eu vim, eu vim para dizer para vocês como é lá. Eu tô dizendo para vocês como será o seu futuro. Por isso que Jesus nasceu, encarnou entre nós. Celebramos essa data ontem. É um dia simbólico, que Jesus não nasceu dia 25 de dezembro de jeito nenhum. pode ter certeza disso, mas é uma data símbolo. Mas ele veio, veio para quê? Para nos dar esse recado, amando do Pai. O Deus todo-pereroso mandou dizer para você, para você, para você, para você, para você, como é o futuro de cada um de nós no estágio de seres evoluídos e plenos, onde está a verdadeira felicidade, consequentemente onde está a paz. Fora disso, é um ensaio, é um caminhar, é imperfeito, é um arremedo, é uma cópia, mas a gente vai chegando lá. Então Jesus nos trouxe essa proposta de paz. Paz. E por isso ele disse, eu vou ler aqui um trecho do Evangelho de João, capítulo de 14, versículo 27. Deixo-vos a paz, minha paz vos dou. Não voladou como o mundo a dá. Não se perturbe, nem se intimide vosso coração. Eu vos trago a paz. Eu vos deixo a minha paz, não a paz do mundo. Essa paz que vocês conhecem. Porque que que é paz para nós? Primeira coisa que a gente pensa é o quê? Ausência de guerras. Mas se um país não estando em guerra e você tem um monte de gente passando fome, doente com epidemia, com dores, com peste, com privações, sem médico, sem escola, morrendo sem assistência médica, será que essas pessoas estão em paz? Não, né? A paz não pode ser apenas ausência de guerra. A paz é algo mais. E esse algo mais é que a gente vai ver hoje, porque esse algo mais surge da observância da vontade de Deus manifesta por Cristo, que é o que ele nos oferece, que está aqui, mas a gente ainda hesita de assumir, a gente prefere ficar aqui. Então, se você tá sofrendo, tá com problema, tá com dores, tá com dificuldade, as coisas não estão bem, como diz o Leal que está sentado aqui, não terceiriza pros outros, não, tá? Pensa em como você está aceitando essa proposta de Cristo.
blema, tá com dores, tá com dificuldade, as coisas não estão bem, como diz o Leal que está sentado aqui, não terceiriza pros outros, não, tá? Pensa em como você está aceitando essa proposta de Cristo. Por quê? Porque não é dele. A gente fala de Cristo porque é ele que trouxe, ele que mostrou, ele que nos trouxe uma carta. Mas isso vem da do criador de todas as coisas. E isso se chama a lei de Deus. Quem vive e observa as leis de Deus terá uma vida melhorada. Melhorada. Por que melhorada? Não tô falando assim que vai ser uma maravilha. Bom, porque cada um tem a sua história. Eu não sei quais são teus passados, teus erros, desacertos. Eu não sei o que está dentro da tua cabecinha. Não sei o que que você pensa, não sei o que que você gosta. Eu não sei o que que você faz em segredo, não sei o que que você faz fora da comunhão, não sei também não quero saber, garanto para vocês. Mas cada um de nós vai ser chamado a realizar uma grande limpeza interior, né? Fazer uma faxina geral dentro de si e modificar algumas coisas e se harmonizar com essa vontade do Pai. Mas essa vontade de Deus é uma coisa assim, porque ele é arbitrário, já que ele é poderoso, ele impõe pra gente. Não é que Deus criou o universo, criou a vida, criou todos nós. Ele sabe como a máquina funciona. Ele construiu a máquina. Então você quer, se você compra um aparelho novo, sei lá, você é industrial, você compra uma máquina nova, uma nova, enfim, uma nova estrutura, um um uma nova rede de produção. Geralmente com aquele equipamento, a empresa que te fornecer vai mandar um técnico que vai te ensinar, vai ensinar seus funcionários, vai gabaritar as pessoas a como usar, né? Você tem uma máquina para uma nova linha de produção, etc. e tal, vem alguém que vai te dar assistência técnica. Deus é o único gabaritado a nos ensinar a viver, porque ele é a vida. Nós somos originários dele. A nossa vida vem de Deus e está nas mãos dele aqui, ó. Agora, cada um de nós estamos na mão dele. É bom lembrar que Deus nunca nos
nos ensinar a viver, porque ele é a vida. Nós somos originários dele. A nossa vida vem de Deus e está nas mãos dele aqui, ó. Agora, cada um de nós estamos na mão dele. É bom lembrar que Deus nunca nos abandonou. Deus não nos criou e disse: "Tá, vai embora". Tipo assim, animal que cria um bicho, quando para de amamentar, né, a cachorra, a gatinha, ela já manda os bichinhos embora cuidar da vida por si mesmo. Não, nós estamos sempre nas mãos do pai, cuidados assim, ó, mimados, paparicados, só que a gente não se conscientiza e não se permite receber esse amor. E tem gente que diz que tá sozinho. Como é que você tá sozinho dentro de Deus? Deus é infinito, tá em toda parte, oniscente, onipotente, onipresente. Você está dentro dele, tá dentro de você, né? A imanência divina está aí. Portanto, Deus nos ensina a viver porque ele é o construtor da vida. Ele sabe, ó, vai por aqui porque aqui vai dar é bom. Ou como diz o jovem, se você for por aqui vai dar ruim. Então, todas as orientações que a gente tem, não é apenas um código de lei que é imposto a nós para nos converter, modificar nossos comportamentos. Não, não é dominação, é conscientização. Fazei isto e viverás. Vamos pegar um exemplo clássico que a gente gosta muito de usar. Jesus fala de perdão. Muita gente acha que perdão é apenas uma coisa ética, apenas assim um uma forma polida, né, civilizada de viver, de ser educado, de ser gentil. Mas quando você estuda doutrina espírita, você vê que o perdão anula o mal, as forças negativas, as trevas. Se você não perdoa e guarda rancor em marga, você tá fazendo o quê? Gerando ao redor de você um campo vibratório trevoso, que vai trair espíritos trevosos e você vai viver subjulgado pelas trevas, em comunhão com as trevas. E quem cultiva o mal dentro de si, esse rancor, esse ódio, acaba se desestruturando, atingindo os corpos, envolvendo doenças físicas, mentais, espirituais. Então, perdão não é só um conceito ético. Seja bonzinho porque Deus tá pedindo. Não. Você se livra de
, acaba se desestruturando, atingindo os corpos, envolvendo doenças físicas, mentais, espirituais. Então, perdão não é só um conceito ético. Seja bonzinho porque Deus tá pedindo. Não. Você se livra de problemas, de conexões infelizes e de doenças. Então, com a doutrina espírita, você sai do campo religioso e percebe as outras implicações que os mandamentos de Cristo trazem paraa nossa vida. Pensou você odiar uma pessoa tanto e no futuro você reencarna, essa pessoa precisa voltar a estar junto de você para que haja um apaziguamento? Quer dizer, quanto você mais odeia, mais você tá traindo pro teu futuro a presença daquela pessoa para que haja uma reconciliação. Acaba sendo incongruente, né? Se eu não gosto, o que que eu quero? Afastamento. Mas o ódio te vincula. Haverá um reencontro. Então, as pessoas que odeio muito, ah, eu não quero ver fulano na minha frente porque eu odeio, tá? Enquanto você odiar, você tá destinando essa pessoa a cruzar teu caminho no futuro. Lamento dizer, porque no na vida divina existe paz, existe harmonia. Então vamos paraa questão 630 do livro dos espíritos. Como se pode distinguir o bem do mal? O bem é tudo o que é conforme a lei de Deus. O mal tudo o que é contrário. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus. Fazer o mal é infringi-la. Então, enquanto eu não aceito o chamado de Cristo e venho para cá, eu estou sujeito ao mal. Eu não terei paz. Quer dizer, se eu se eu quiser ficar aqui, eu vou estar sujeito ao mal e não vou ter paz. Agora, se eu quero melhorar minha vida, melhorar mim mesmo e ficar bem, não pensando de forma egoística eu estar bem, mas o bem geral, aí eu procuro vir para cá e me transformo. É essa a nossa escolha. é o que está diante de cada um de nós. Se alguém perguntar para você, por que que você reencarnou para tomar uma escolha nesse sentido, você tá aqui hoje encarnado no planeta Terra, no mundo de provas, expiações para fazer essa escolha. Quanto tempo eu vou reencarnar para fazer essa escolha? Depende de você.
uma escolha nesse sentido, você tá aqui hoje encarnado no planeta Terra, no mundo de provas, expiações para fazer essa escolha. Quanto tempo eu vou reencarnar para fazer essa escolha? Depende de você. Você poderia até ter feito, já poderia estar no planeta superior, né? Isso cabe a qualquer um de nós. Portanto, nessa noite em que a gente finaliza esse tema e vamos partir para as perguntas, é a reflexão que fica para nós é essa: paz interior é seguir as leis de Deus. Como eu não posso impor a paz, eu ainda vou viver no mundo em conflitos, com dores, provas, expiações. E nós temos que aprender a viver essa realidade, não deixar que essa realidade nos agrida, nos perturbe, mas pegar essa paz que nós temos em nós e pô-la para fora. Onde tá um sofrimento, eu chego lá e faço alguma coisa, nem que seja uma palavra amiga, um abraço, ter um conflito, uma guerra, eu vou lá calmo os ânimos. Você segue aí, pessoal, tranquilo, vai de boa. E aí vem o nosso último aspecto da noite. Eu fico em casa trancado, não faço mal a ninguém. Minha vida é fechada, beleza, você não faz mal para ninguém, já é uma coisa boa, né? Se antes nós fazíamos o mal, você já hoje já não faz mal a ninguém. É bom, muito bom. Mas você está fazendo bem a alguém? Porque a lei divina tem três libelos. Quem estuda direito sabe o que é libelo. Um dia seremos julgados pelo mal que fizemos. pelo bem que fizemos e pelo bem que deixamos de fazer, a nossa omissão. Então, a paz interior, além de viver a lei de Deus, é colocar o bem no mundo, que é o que o Leal fez comentário inicial, colocar isso para fora, plantar essa semite, ser proativo, agir, porque Jesus disse: "Meus discípulos os reconhecereis por muitos se amarem. Se a gente fizer o mesmo que o fariseu faz, qual nossa diferença com eles? A gente tem que ter um diferencial. Eu não faço mal a ninguém, mas para eu ter paz, eu preciso ter consciência tranquila. E a minha consciência vai estar tranquila quando eu tomar iniciativa de pelo menos tentar. E aí, você tá bem hoje? Como é que você
a ninguém, mas para eu ter paz, eu preciso ter consciência tranquila. E a minha consciência vai estar tranquila quando eu tomar iniciativa de pelo menos tentar. E aí, você tá bem hoje? Como é que você tá? Você resolveu aquele problema, aquela história? E amigo, como é que você tá passando? Sua mãe partiu há poucos dias, tal. Como é que você está? Como é que estos dias? Não é nada grandioso. São apenas palavras e sentimentos expressados em amor, que é o que todos nós necessitamos hoje. Companheirismo, acolhimento e verdade. Relações verdadeiras, amizades verdadeiras. Então, o mal é ausência da da lei divina, porque somente ela nos ensina a viver da melhor forma possível. Essa é a nossa introdução ao tema de hoje e a gente vai agora para um bate-papo. Leal, tem alguma coisa a agregar? >> Eu vou aproveitar para dar um um fechamento, contar uma história rápida. Eu vou procurar ser rápido, mas que ela ilustra bem o que o Marcos colocou desses três pontos, não fazer o mal, fazer o bem e o bem que deixamos de fazer. Eh, é uma historinha que diz que na época dos cafezais de São Paulo, na época da opulência, a Avenida Paulista de hoje era uma avenida cheia de casarões dos barões do café, vários. Isso todo mundo conhece, de fotografias e tudo pode imaginar. Um desses casarões era um local de religiosos, aonde ali tinha algumas pessoas que ficavam em clausura, só rezando e tal, recebendo os alimentos que outros levavam, mas estavam lá. Tudo bem. Aí uma criança de 5 anos de idade determinaram e ela queria ver Jesus. Eu quero ver Jesus. Vou me preparar para ver Jesus. Então disseram para ela, você vai ter que ficar numa clausura fora do mundo, distante das pessoas. Não vai poder se misturar com ninguém, não vai poder ouvir as pessoas. Você vai ficar num local reservado, num quarto específico, no alto desse casarão. E aí você vai passar o seu tempo em prece esperando para você ver Jesus. Você precisa ficar pura, casta, longe do mundo. E assim ela se isolou e ela recebia alimentação por uma parte
to desse casarão. E aí você vai passar o seu tempo em prece esperando para você ver Jesus. Você precisa ficar pura, casta, longe do mundo. E assim ela se isolou e ela recebia alimentação por uma parte debaixo da porta. abria uma portiola, recebia alimentação, devolvia o prato anterior, não falava com ninguém. E assim foram passando os anos. Ela já estava com 98 anos de idade, entrou lá aos cinco. Essa Avenida Paulista não era mais só aquela dos casarões, já era a Avenida Paulista dinâmica que a gente conhece hoje. Então, eh, uma das pessoas que vários passaram levando esse alimento já era um jovem. que perguntou o que que eu levo essa comida lá para esse local e eu não sei o que tem lá dentro e tal. E ele disse: "Não, você não pode falar nada. Ali tem uma pessoa que está numa clausura há quase 90 anos, já tá lá, tá com 98 anos, chegou lá com cinco. Então ela não pode falar ver o mundo, nem a luz. Ela tá esperando ver o Cristo. Aí o jovem com outro dinamismo, com outra ideia, com outra vivência, despachado, descolado, chegou lá um dia e bateu na porta. E ela se assustou, mas respondeu já trêmula, discrente e disse: "Não posso falar." Ele disse: "Fala, qual é o problema? Eu tô aqui trazendo sua comida, eu quero fazer saber para quem e o que que a senhora tá fazendo aí. Não, eu tô aqui porque eu preciso ver o Cristo e tal, mas eu já tô desiludida. Ele não existe. Ele não existe. Eu estou aqui pura casta, não falo com ninguém. Tô agora rompendo essa barreira e conversando com você que não deveria. Ele disse: "Senhora, 98 anos. Imagino que a senhora já tá um bagaço. Me desculpe. A senhora já deve est para ir embora e não viu o Cristo e não vai ver mesmo. Agora se a senhora ainda quiser ver o Cristo, eu posso lhe mostrar." E ela falou: "Como? Não existe? Eu tô aqui esse tempo. Abre essa porta. Não tem mais outra alternativa. Você só, a sua expectativa esperança sou eu que tô lhe falando. Ela então abriu. Quando abriu que entrou aquela luminosidade, que ele olhou aquela senhora que só era pele e osso,
is outra alternativa. Você só, a sua expectativa esperança sou eu que tô lhe falando. Ela então abriu. Quando abriu que entrou aquela luminosidade, que ele olhou aquela senhora que só era pele e osso, esquálida, já totalmente com demência. Ele aí olhou e ela com a luz incomodou os olhos. Ele falou: "Calma, ainda vais ver o Cristo antes de partir". Segurou ela pelos braços, nem peso nenhum, e disse: "Vamos embora ali comigo". E ela dizendo, "Você vai me levar para onde?" Ele disse: "Eu vou te levar para ver o Cristo." Aí ele foi descendo aquela escadaria toda, abriu um portão de ferro todo rebuscado, antigo, porque aquele ambiente religioso nunca tinha sido destruído, nem construíram prédios. Aí ele sai na calçada da Avenida Paulista com ela nos braços, ela apavorada vendo aquele povo todo passando, movimento de carro, aquela confusão, buzina, sirene, pessoas falando. Ela disse: "E o Cristo ele está aqui diante de nós. O Cristo é o vagabundo que passa sem ter o que fazer, pensando em fazer maldades. É o executivo que transita com as suas preocupações, pensando em produzir e trabalhar. é o cidadão que tá ali engraxando um sapato, é o pedinte na rua, é o guarda que está cuidando do trânsito, é o movimento da cidade, são as pessoas tristes, as pessoas alegres, as pessoas que esse é o Cristo, ele está aí. E a senhora jogou fora a oportunidade de vê-lo, achando que na clausura isolada, distante ia ver o Cristo. Então é isso aí, é o bem, o mal que não fez e o bem que deixou de fazer. Então é uma história interessante que eu acho que dá um uma complementada no que o Marcos estava falando. >> Beleza? Vamos agora ao nosso bate-papo. Qualquer pergunta sobre doutrina espírita do tema de hoje ou de outro tema. Nós temos hoje tempo, fomos mais curtos na apresentação inicial. Quem vai começar? Fala de onde estiver que a gente repete aqui para ficar gravado, para entrar no na no áudio. Vamos conversar sobre doutrina espírita. Dúvidas, eh comentários, observações, repetição sobre determinado tema.
de onde estiver que a gente repete aqui para ficar gravado, para entrar no na no áudio. Vamos conversar sobre doutrina espírita. Dúvidas, eh comentários, observações, repetição sobre determinado tema. Vamos lá. Quem será a primeira pessoa? Vamos aproveitar o tempo que a gente tem tempo hoje até às 9. por favor. Nosso irmão se apresentou e pergunta: "Quais são os trabalhos caritativos que uma casa espírita, via de regra, realiza?" Eu vou eh falar aqui, se tiver faltando alguma coisa, pode nos colocar. A casa espírita, ela tem uma regência desde Kardec, que a casa espírita não é uma igreja, não é um templo religioso, é um local de estudo e de trabalho, como eram as casas cristãs no começo. As pessoas se reuniam para trabalhar. Esse trabalha é uma ajuda múa, que na tradição bíblica chamado de repartir do pão, que muitos entendem que era comunhão, a hóstia não era isso. Era repartir o pão mesmo. Se chegava alguém com fome, sem roupa, aquele que tinha um pouco mais de comida, um pouco uma peça mais de roupa, compartilhava. E diz tudo, que Jesus de noite ia na casa de Simão Pedro, abria os livros bíblicos da época, que é do Velho Testamento, e lia e comentava. Então, a casa espírita é um local de estudo e trabalho. Kardecou orientações nesse sentido e a FEB, que é a casa mat do espiritismo, o nosso Vaticano, aquilo que coordena os trabalhos da doutrina espírita. tem as orientações da casa espírita e sempre se recomenda a instituição de um departamento de uma divisão voltado à assistência social. Por quê? Pela questão da caridade. É um fundamento do outro espírito. Fora da caridade não há salvação. Só que caridade a pessoa imediatamente pensa em você pegar algo material e dar para alguém. uma moeda, um pão, uma peça de roupa. Não, não é isso. Não é apenas isso. Existe a caridade da palavra, que eu acho que hoje que mais falta para as pessoas é ouvir alguém ou ser ouvido por alguém, conversa, diálogo, abrir-se, né? ser orientado, sentir verdade, sentir acolhimento. Então,
dade da palavra, que eu acho que hoje que mais falta para as pessoas é ouvir alguém ou ser ouvido por alguém, conversa, diálogo, abrir-se, né? ser orientado, sentir verdade, sentir acolhimento. Então, sempre teve essa essa parte, porque o espírita ele é um transformador do mundo. Eu não tenho a pretensão de transformar o mundo, mas eu tenho que trabalhar por isso. Então, o espírita se define como a pessoa que não vem apenas uma casa espírita para assistir palestra, tomar paz. Esse é o frequentador. O espírito é aquele que também assiste palestra, que toma passe, mas ele estuda e ele vai paraas assistências sociais. Leal quando era jovem, algum tempo atrás, sabe, algumas décadas atrás, né? Quando ele era jovem, ele era coordenador da Alta de Souza, ele tem histórias para contar de trabalhar. Então, as casas tm essa proposta, essa orientação normativa. Agora, depende do tamanho da casa. Uma casa de cinco, seis pessoas, ela não tem um alcance como a comunhão tem. Ou outras casas que t maior número de frequentadores, de sócios, voluntários, né? Eh, alcança. Mas o que que se faz? Tudo aquilo que você detecta, o que a gente faz é uma resposta ao que está diante de nós. Se você tá numa região onde existe fome, então você vai investir em quê? uma alimentação. Você tá numa região que existe pandemia, por exemplo, eh, a região aqui de Brasília, no passado, ao redor de Brasília, havia muito ranceníase, lepra. A gente chegava nos locais para distribuir alimentos, fazer uma sopa, brincar com as crianças. Você leva nas pessoas aquelas mancha branca na pele. A gente chegava e fazia o teste de sensibilidade. Você pega alguma coisa e fala pro pessoal: "Olha para lá, esperta uma agulha, que você tá sentindo?" Nada. Uma mancha branca, você espetou uma agulha, não tá sentindo nada? A gente já encaminhava para um posto de saúde. Então você age conforme as necessidades. O que que a comunhão tem? A comunhão hoje tá com 300 famílias que fornecem cesta básica. Isso é uma frente de trabalho.
já encaminhava para um posto de saúde. Então você age conforme as necessidades. O que que a comunhão tem? A comunhão hoje tá com 300 famílias que fornecem cesta básica. Isso é uma frente de trabalho. A comunhão tem a vila cristã. Vou falar só da comunhão como exemplo, tá? Mas repito, cada casa atende as necessidades de onde ela se situa e também correspondente ao seu número de voluntários, o que ela pode oferecer. A comunhão tem a Vila Cristã. A Vila Cristã tá lá em Águas Lindas de Goiás. Ali já é um projeto sociocultural. As crianças têm aula, têm educação. Educação envolve higiene, saúde, escovar os dentes, lavar as mãos. É um projeto tipo creche, é distribuição de material escolar para as crianças irem escola com material garantido, etc. Que mais? Nós temos agora outra frente que é essa coisa espiritual. Nós temos atendimento fraterno. Se você for agora lá na frente e quiser conversar com alguém, tem os orientadores para te atender. Isso também faz parte desse projeto, tá? Nós temos, Presta essa planilha, Leal. Nós temos aqui atendimento fraterno, tem de segunda a domingo. Nós temos grupos específicos, grupo acolher, grupo acolher para as pessoas que têm transtornos psíquicoemocionais. Grupo Viver, combate, suicídio e automutilação, grupo dependência química, exclusivo para as pessoas familiares que vivem essa realidade. Então, tudo isso é caridade, tudo isso é trabalho, algo que você possa fazer de bem para o mundo. E o Léo tá lembrando aqui, a comunhão também tem nosso lar, que hoje pela lei teve uma separação apenas de CNPJ, que fica aquele orfanato que a gente faz a festa junina no mês de junho, né? Jú, é festa junina, mas nesse tempo é junho por causa do calendário é muito concorrido às vezes as festas em julho e tal, mas gerente costuma ser junho e julho que fica ali na saída ali em frente da Candangolândia, quando você vira pro núcleo Madeirante e pega a IPNB indo para Samambaia, bem ali perto da vila do IAPI, nós temos o nosso lar. Nosso lar tem crianças órfãs, que é o projeto
frente da Candangolândia, quando você vira pro núcleo Madeirante e pega a IPNB indo para Samambaia, bem ali perto da vila do IAPI, nós temos o nosso lar. Nosso lar tem crianças órfãs, que é o projeto original. Depois, com o passar dos anos, surgiu a criança de risco social, que também é acolhida temporariamente lá. Que que é risco social? O pai e a mãe estão em conflito. A criança não deve ficar no lar, então ela fica momentaneamente afastada enquanto tenta se acalmar em relação ao pai e mãe. Se conseguir que essa relação seja normalizada, a criança volta ao convívio familiar. Às vezes existe alcoolismo, vício, violência. Então a criança não fica exposta a esse risco, ela fica acolhida. E hoje tem uma casa em nosso lar para as crianças em tratamento de saúde, sobretudo câncer, que vem fazer tratamento de Brasília e não tem dinheiro para ficar nesse ir e vir de passagem, essas coisas, famílias que não tm essa renda. Então elas ficam abrigadas em nosso lar. É uma casa isolada, não entra ninguém por questão sanitárias. Ela tem um acompanhante que geralmente é a própria mãe que vem e fica. a mãe também é acolhida e ela fica ali até receber o tratamento e até alta. Então esse é um exemplo das várias frentes de trabalho. E por exemplo, a gente com esse projeto tirando dúvidas, antes da pandemia a demanda por questões de suicídio era muito grande. O Leal que já é aposentado, tava sem muito que fazer na vida, que que ele fez? criou o projeto Ação Brasil sem dor, mas que começou, na verdade, combatendo a automutilação. Época que na internet tinha aquelas sites que ensinavam as crianças se mutilar, porque eu não posso falar aqui publicamente. Então a gente começou a receber pais desesperados que as crianças estavam se mutilando em casa e depois isso aí evoluiu pro suicídio, infanto juvenil. Então ele tem hoje tem eh eh coordena, né, um projeto que é o projeto Ação Brasil SEDOR, também chamado Instituto Tonale, que por acaso é a mãe dele já desencarnada. Então é o é o que a gente tem hoje e
tão ele tem hoje tem eh eh coordena, né, um projeto que é o projeto Ação Brasil SEDOR, também chamado Instituto Tonale, que por acaso é a mãe dele já desencarnada. Então é o é o que a gente tem hoje e muita coisa vai surgir. Por exemplo, hoje é sexta, né? Hoje de manhã aqui do lado da comunhão saindo por esse portão. Vocês viram que tem uma estrutura de banheiro e cozinha aqui? e sair para dar banho e cuidar de moradores de rua. É um projeto novo na comunhão. As sextas-feiras, quinta noite, o pessoal já tá dormindo aqui no gramado, eles deitam aqui atrás para ser o primeiro da fila aqui em frente das embaixadas para atender. Então você vê que aí tem banheiros onde o morador de rua tem a unha cortada, toma um banho, a roupa dele é lavada, tem uma alimentação, você tem uma cozinha grande aqui, um pátio e você vai ser sempre o nome de Alta de Souza. que foi uma poetisa do Rio Grande do Norte que desencarnou por um acidente. Ela sofreu queimaduras graves e desencarnou, não tinha nem 19 anos, né? Acho que tinha 16, Alta de Souza. E que depois ela volta do mundo maior, ela foi poetiza nesse curto tempo de vida terrena. Ela volta e se apresenta como a patroness no Brasil das obras sociais. Por isso que as obras sociais da de uma casa escrita tem o nome de campanha de Souza em homenagem a essa menina do Rio Grande do Norte que é patronest dessas obras. Aqui no salão você vai ver uma foto pintado dela escrito Alta de Sousa, onde tem alimentação. E esse mesmo salão é usado para distribuir sopa e alimentação pros moradores de rua. Pessoal sai daqui, vai de noite, de madrugada, locais às vezes perigosos, né? socialmente falando para distribuir alimento. Então, a obra espírita é valorizar a vida. Amar não é perguntar, não é dizer: "Eu te amo, eu te amo". Até egoísta, né? Você me ama. Mas eu você não tá perguntando se eu te amo, você está dizendo que você me ama. Guaramar é: "Você tá bem? Que que eu posso fazer por você? Você tá boa? Você tá boa? Bem hoje? Você já almoçou? Já jantou? Tá tudo certo?
á perguntando se eu te amo, você está dizendo que você me ama. Guaramar é: "Você tá bem? Que que eu posso fazer por você? Você tá boa? Você tá boa? Bem hoje? Você já almoçou? Já jantou? Tá tudo certo? Esse interesse pela vida que a gente falou que a vida está nas mãos de Deus nos chama a viver o amor cristão. É cuidar dele. Então é isso. Falei demais. Próxima pergunta, por favor, pra gente aproveitar o tempo. Qualquer pergunta sobre doutrina espírita, vamos lá. A senhora, por favor. Boa noite. >> Tá, nossa irmã se apresentou e disse para falarmos um pouquinho mais sobre o perdão. Por que que é difícil perdoar? Como é difícil perdoar? Porque o perdão mexe com o nosso ego. Ego no sentido de vaidade, não de individualidade. Alguém me agrediu, alguém me fez mal. Alguém pisou no meu calo. Alguém invadiu meu espaço. Agora veja bem, quem na terra é perfeito, levante a mão. Só tem um perfeito que a gente comemora simbolicamente o nascimento dele ontem. Todos nós somos imperfeitos. Nós somos 8 bilhões de imperfeitos encarnados hoje. O que que a senhora acha que vai acontecer de 8 bilhões de pessoas imperfeitas juntas? Como diz os jovens, vai dar ruim, né? Mas por que que Deus coloca todo mundo junto? Porque a imperfeição de uma pessoa agindo em mim, me incomodando, me faz refletir sobre a existência dessa imperfeição. E se eu percebo que essa perfeição existe no outro, eu penso, será que ela também não existe em mim? Será que aquilo que o outro tá fazendo em mim? Eu percebo. Mas será que eu percebo quando eu também piso no calo do outro? Então, tipo um espelho, porque se eu faço mal pros outros, você acha que eu tô me incomodando? Se eu me incomodar, eu faço uma vez, falo: "Nossa, que bobagem que eu fiz. Por favor, me desculpe, perdão. Agora se eu fico reincendindo em fazer o mal pros outros, é que eu falei há pouco porque a gente gosta, a gente é sem vergonha, a gente é safado mesmo. Então vem alguém que faz em nós. Aí você fala: "Opa, doeu". Bom, se do em mim também dói
mal pros outros, é que eu falei há pouco porque a gente gosta, a gente é sem vergonha, a gente é safado mesmo. Então vem alguém que faz em nós. Aí você fala: "Opa, doeu". Bom, se do em mim também dói nele. Então, é necessário que a gente tenha essa convivência para despertar consciência e chegar o momento e dizer: "Olha, eu vou fazer o seguinte, isso aqui é o teu terreno. A gente vai fazer o muro aqui, você fica ali, eu fico aqui." Por isso que Jesus disse na Bíblia, é necessário que venha o escândalo. Não é necessário, ela é consequência natural. 8 bilhões de imperfeitos encarnados vai dar ruim. Mas ai daquele por quem venha o escândalo. Eu sou imperfeito, eu vou errar, mas se eu não tomar consciência e vou me modificar, eu vou ser chamado a reparar meus erros. Por isso que nós estamos no mundo para expiações. E hoje com a evolução a gente consegue ser mais civilizado do que éramos 1000 anos atrás. 2000 anos atrás, porque você olha para Roma, fala: "Nossa, que que cultura tinha aquele povo, né? Arquitetura, a matemática deles, a retórica, aqueles senadores, aqueles discursos belíssimos, mas todo mundo ali era escravo. Você tinha meia dúzia que dominava, todo mundo era escravo, não tinha direito a nada. A gente já não tá mais nisso, né? Então, já melhorou bastante. Então, o perdão é uma forma de eu entender que aquela pessoa é imperfeita como eu sou. Como ela, eu percebo o erro dos outros muito mais facilmente que eu percebo os meus erros. O perdão é uma forma de eu começar a perceber que eu também preciso ser perdoado por Deus e pelo meu próximo. Pelo meu próximo, quando eu vejo que as pessoas se afastam de mim, começa a me evitar, que será que eu tô fazendo para afastar as pessoas de mim? Será que eu não tô sendo muito chato, muito exigente, muito sistemático, muito grosso, muito bruto? muito rancoroso, muito chato mesmo, aquela pessoa que só reclama das coisas. E o perdão é tão importante que Jesus colocou no Pai Nosso uma condição. Toda vez que a senhora reza o Pai Nosso, a
bruto? muito rancoroso, muito chato mesmo, aquela pessoa que só reclama das coisas. E o perdão é tão importante que Jesus colocou no Pai Nosso uma condição. Toda vez que a senhora reza o Pai Nosso, a senhora faz uma promessa para Deus. Pai, perdoa as minhas dívidas, assim como eu também perdoo os meus devedores. Quer dizer, me perdoe se eu perdoar, porque se se eu não perdoar, então você também não vai me perdoar. Então, o rigor da lei que cai em cima do outro, que caia também sobre mim. Toda vez que a senhora perdoa, senora se desvincula da ignorância do mal que está naquela pessoa e exercita um crescimento espiritual seu para se afastar daquelas vibrações e as um plano de paz. Sem perdão não existe paz interior. Se você guarda mágoas de algo que aconteceu com você em 1948, ah, porque falando de tal, naquele dia 27 de setembro de 2020 e sei lá, 2020 me fez isso, meu. Você tá preso lá atrás, você tá ancorado. Porta essas amarras e vai paraa frente. Você não tem futuro. Um futuro que se abre e se constrói cada dia. O perdão é libertação. Não sei se será que gostaria de que hora ele porque aqui tá sem relógio. Tô perdido. Ele ele ele ele vai acender a luz vermelha lá. Eu vou fazer um pequeno complemento. >> Tem minutos ainda. >> Um complemento aqui de uma, eu gosto de contar uns casos assim, eu tinha um amigo que ele desencarnou chamado Taque, um japonês. E eu conheci numa época trabalho profissional. Eu atendia a empresa dele e ele sempre que chegava ele me olhava e tinha mais idade, dizia: "Como é que tá, Dom Leal?" Só me chamava assim: "Tudo bem, tudo bem". Um dia ele chegou e falou assim: "Você tá incomodado com alguma coisa?" Falei: "Tô." Ele falou: "Eu tô conseguindo perceber". Aí eu falei: "É, tô chateado, incomodado, carregando uma mágoa com uma pessoa muito desagradável". Aí ele virou para mim e disse: "Dom Leal, vou só lhe dizer uma coisa. Se você nasce e alguém no teu berço lhe amarra bem amarrado um saco de areia de 30 kg, você vai ficar incomodado com
esagradável". Aí ele virou para mim e disse: "Dom Leal, vou só lhe dizer uma coisa. Se você nasce e alguém no teu berço lhe amarra bem amarrado um saco de areia de 30 kg, você vai ficar incomodado com aquilo, mas você vai crescendo naturalmente, teu corpo vai crescer e de repente esses 30 kg não vão representar nada na sua estrutura física. Pelo contrário, você ficou fortalecido. Mas se você carregar uma mágoa que não tem cheiro, não tem cor, você não consegue perceber onde ela está e você deixar ela instalada na sua intimidade, ela corrói você por dentro, igual a ferrugem, te destrói. Então, joga essa mágoa fora que você vai ver que você vai ficar leve. É isso. Esse é o exercício do perdão, que não é fácil, não tem a menor dúvida. Fosse fácil, a gente não tinha essas dificuldades. E aonde reside o maior ponto de reajuste, de perdão e de aceitação que a lei do universo nos presenteou? A consanguinidade, o ambiente que nós chamamos familiar, não é? Ali reside o ponto primeiro que a gente tem que trabalhar isso. E às vezes a gente quer resolver os problemas que estão de fora e às vezes não consegue solucionar esses que estão ali, como o Marcos falou, pendurado no nosso campo vibratório e nós nos deles para poder fazer esses ajustes, porque não conseguimos distensionar isso em momentos outros de outras existências. Então, não é fácil. Mas quando a gente começa a olhar dessa forma, a gente vai começando a entender melhor e percebendo realmente não deixa esse ferrugem comer, né? >> Temos ainda 5 minutos. Mais uma, por favor. >> Como a doutrina trabalha a saudade do ente desencarnado, irmã Cristiane, essa saudade pega muito nesse final do ano, né, Cristianinho? Sabe aquela música naquela mesa tá faltando ele e a saudade dele tá batendo em mim. E a gente já passou dos 30, dos 40, dos 50, tem muita gente que já não tá mais presente Natal Ano Novo. Isso que é uma época depressiva. O psicólogo espírita Rossando Clem, lá de Campina Grande, Paraíba, tem uma palestra chamada Não existe a Deus,
muita gente que já não tá mais presente Natal Ano Novo. Isso que é uma época depressiva. O psicólogo espírita Rossando Clem, lá de Campina Grande, Paraíba, tem uma palestra chamada Não existe a Deus, existe até o próximo reencontro. É o que a gente ensina. Recentemente, no dia 25 de novembro, eu fui ao campo da esperança, fui convidado por uma frequentadora da comunhão a fazer uma prece que a mãe dela desencarnou naquela data. Dia 25 de novembro, eu disse para ela no momento ali de despedida do corpo físico, daqui um mês vai ser Natal, ou seja, ontem. Procure reunir-se com seus amigos. Você não vai estar efusiva de alegria, mas esteja com alguém. Porque o que que acontece? A gente tem esse tema aqui no tirando dúvidas do ano, tipo assim, as pessoas geralmente dis foi mês de fevereiro, tudo passa, é a vida. Mas será que isso é consolador? Alguém chega para você, fala: "Tudo passa, a vida é assim mesmo". Será que isso é suficiente para nós? Não, a gente quer algo mais, né? A gente viu isso em fevereiro. Procura ver na TV Comunhão, eh, o tirando dúvidas de fevereiro que tá com esse tema. Aqui, resumidamente, vamos dizer o seguinte, a doutrina mostra que a gente chega em momentos diferentes, cada um tem o seu tempo, o seu prazo de validade e também essa partida é por tempos diferentes. Só que existe uma família. Hoje você conhece como família seu pai, sua mãe, irmãos, aquele núcleo básico, mas tenha certeza que ela é muito maior que isso e é impossível que ela reencarne junto, a não ser que alguém tivesse assim 500 filhos, né? Não dá. Então a gente tem uma família muito grande. Então a doutrina mostra que essa família ela não vem toda de um tempo porque são eles nossos protetores. Quem que é meu mentor espiritual, meu anjo guardião? é um parente seu. O pré-requisito que ele seja mais evoluído que você para poder te tutelar. Ele tá um pouquinho acima, uma oitava acima que seja. Eles estão lá. Então a gente tá aqui vivendo um um com uma porção do núcleo familiar, um subgrupo desse grupo maior. Esse
ê para poder te tutelar. Ele tá um pouquinho acima, uma oitava acima que seja. Eles estão lá. Então a gente tá aqui vivendo um um com uma porção do núcleo familiar, um subgrupo desse grupo maior. Esse momento, esse essa história que nossa. Cada um volota no seu tempo, se reencontra com os demais. A nossa memória vai aos poucos voltando depois de desencarnado e a gente relembra quem é fulano, quem é cigano, que é belrano, se sente inserido e provavelmente eles vão dizer: "Bom, agora eu que fiquei cuidando de você, eu vou, você toma conta de mim". Então, o que que é família? É como uma gangorra. Um, enquanto uns sobem, outros estão aqui embaixo. Aí inverte as polaridades. Os que estão lá descem, os que estão aqui sobe. Mas depois de cessado esse ciclo de reencarnações, de sofrimento e dor que a gente ainda vive, quando a gente passar por uma fase melhor, a tendência é estarmos mais agrupados. Mas essa realidade você já pode viver agora. Os romanos tinham em casa os lares. Que que eram os lares? Aquele altar doméstico. Japoneses, chineses, coreanos, toda casa tem um altar doméstico dos ancestrais. As religiões de origem japonesa falam dos ancestrais. Que que é isso? É lembrar que essa família existe, ela tá apenas invisível, mas comunique-se com ela mentalmente, fale que você vai ter respostas. Peça orientação, peça sabedoria. Aceita os puxões de orelha que às vezes eles chegam falam: "Não, pera aí, não é por aí não, tá errado, não é assim não." E conviva com eles. Então, eles estão do nosso lado, apenas uma dimensão diferente. É como se você tivesse uma pessoa que, ah, eu vou morar na Austrália, então tá. E você pega o seu o WhatsApp, o celular e fala para essa pessoa que por nós é a prece, a transmissão de pensamento. Nós temos estudo na quarta-feira, o livro dos espíritos há umas três semanas atrás falamos sobre a transmissão de pensamento, o amor dos espíritos para conosco. Então é o seguinte, muita gente ama cada um de nós. A nossa família é imensa. O que a gente vê aqui apenas é um uma um
rás falamos sobre a transmissão de pensamento, o amor dos espíritos para conosco. Então é o seguinte, muita gente ama cada um de nós. A nossa família é imensa. O que a gente vê aqui apenas é um uma um pedacinho para viver esse momento histórico. depois a gente reencontra. Então não existe despedida a Deus. Diz assim: "Vai, você tá indo agora, depois eu vou. Existe apenas um, até breve". É isso. Mas tem muita matéria na TV Comunhão que você pode mergulhar mais a fundo, que aqui o tempo não vai permitir e o Léo já vai fazer encerramento. Gente, verjão para vocês. Obrigado pela presença. 2026 tem mais. A gente viu 2024 a saúde integral. Nesse ano, Guerra e Paz, a gente vem 2026 com um novo tema pra gente trabalhar o ano inteiro, tá bom? Um bom final de ano, um feliz ano que está chegando para todos nós. Até a próxima. uma excelente retorno aos seus lares. Nosso agradecimento mais uma vez pela oportunidade dessa reflexão a vocês que estão aqui no auditório, que prestigiam o nosso trabalho, aos que nos assistem, nos ouvem pelos instrumentos de tecnologia que a casa já disponibiliza. agradecer aos amigos da espiritualidade que estão aqui conosco, aqueles que nos ajudam pela mediunidade universal, que é a intuição, e, naturalmente pedir que muitos corações comecem a perceber a necessidade do perdão, da aceitação, para que a gente possa avançar. Que o mestre nos proteja e ampare e que Deus na nossa intimidade nos proteja sempre. Graças a Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir [música] necessidade ou até que
que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir [música] necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim
se. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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