João Leal/Marcus Marques | TIRANDO DÚVIDAS (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 29/03/2025 (há 1 ano) 1:11:16 329 visualizações

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Transcrição

ver doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração. Pessoal, muito boa noite. É a quarta sexta-feira do mês, dia do tirando dúvidas. Espero que todo mundo aqui esteja bem cheio de dúvidas, bem duvidado para nós termos um bom bate-papo nessa noite. Como é a quarta sexta-feira do mês, é uma data fixa no calendário, então é o terceiro encontro do ano. E esse ano nós estamos falando de um tema genérico, paz e guerra, cujo cuja ênfase, né, cujo objetivo eh como nós termos uma paz interior, paz ou saúde ou tranquilidade, como queiram definir, diante de circunstâncias, sejam circunstâncias da nossa vida pessoal, eu estou particularmente vivendo um momento desafiador para mim, tanto quanto as circunstâncias mundiais. Inclusive, quarta-feira, no estudo Livro dos Espíritos, nós tivemos uma apresentação sobre a transmigração progressiva e nós vimos que aquilo ali é um dos pontos principais da doutrina espírita, viu, Léo? Porque dileneia todo aspecto filosófico da doutrina. Você tem o amor de Deus em tua vida. Esse amor de Deus te conduz, te ajuda a vencer os percalços, faz dos percalços apenas processos transformadores para o nosso burilamento, ao mesmo tempo, crescimento de inteligência, de aprendizado das coisas que existem, das coisas naturais, das ciências, da arte, da filosofia, da cultura, da literatura, o que é que seja. E fatalmente nós vamos chegar a uma sese, a uma ascensão, a uma transformação que nos colocará no patamar superior e esplêndido de vida e existência. Então, quando nós espíritas temos essa convicção, essa certeza, a nossa vida muda radicalmente. Então, paz interior também é isso, é ter essa essas vivências íntimas, essas verdades internas que vão nos fortalecendo a viver. E nós nos tornamos vítimas das bobagens que circulam por aí, muitas até com o nome indevido de doutrina espírita, que nunca foi e nunca será, que muitas vezes solapam as mentes das pessoas que vem até nós fazer

tornamos vítimas das bobagens que circulam por aí, muitas até com o nome indevido de doutrina espírita, que nunca foi e nunca será, que muitas vezes solapam as mentes das pessoas que vem até nós fazer perguntas. Muito bom que venham fazer perguntas porque pelo menos terão uma resposta à luz da doutrina. E a doutrina praticamente quando Kardec coloca esse capítulo transmigração progressiva dentro do livro dos espíritos, ele gera ali um divisor de águas e tudo que vem depois tem reflete esse aspecto da grande realidade da vida. Então, nós não temos finitude, nós não temos derrota, nós não temos queda, nós temos um progredinho infinito, às vezes a dura penas por nossa própria causa, né, Leão? Aham. E assim vamos nós caminhando. Como leitura preparatória, eu escolhi um diálogo entre mãe e filha do livro Libertação. Eh, uma senhora conversava com a mãe dela e a mãe traz um discurso que parece uma prece. Nós não vamos lê-lo todo. São apenas alguns pontos. E um deles eh fala sobre paz. Nós vamos escolher apenas então um pequeno trecho pelo nosso tempo aqui, mas está no livro Libertação, mais ou menos ali pelas páginas 241, 242, para quem quiser ver essa conversa de uma mãe com a filha e na íntegra. Então, o que ela diz pra filha é como se estivesse falando conosco. Lembra-te de que a experiência na carne é demasiadamente breve e que a tua cabeça deve permanecer tão cheia de ideias santificantes quanto as mãos repletas de trabalho salutar. Para que atendas, porém, a semelhante programa, é imprescindível abras o coração ao sol renovador do sumo bem. da de alma cerrada ao interesse pela felicidade do próximo, jamais encontrarás a própria felicidade. A alegria que improvisares em torno dos pés alheios te fará mais rica de júbilo. Na paz que semeares, encontrarás a colheita da paz que desejas. Estes são princípios da vida radiante. No ensulamento, ninguém recolherá a suprema alegria. Para a sabedoria divina, tão infortunado é o pastor que perdeu o rebanho, quanto a ovelha que

z que desejas. Estes são princípios da vida radiante. No ensulamento, ninguém recolherá a suprema alegria. Para a sabedoria divina, tão infortunado é o pastor que perdeu o rebanho, quanto a ovelha que perdeu o pastor. A desistência de ajudar é tão escura quanto o relaxamento de extraviar-se. O egoísmo conseguirá criar um oasis, mas nunca edificará um continente. Vamos então agradecer a Deus por este encontro. Que ele nos traga muito benefícios. fortaleza íntima, sabedoria, alegria, bom ânimo, tudo aquilo que decorre do infinito amor de Deus por cada um de nós. E que esse esse amor seja uma certeza basilar, modificadora, sustentadora de nossa existência cósmica, não apenas aqui hoje na Terra, mas em todos os planos e nos dias que virão. Que Jesus nos fortaleça e nos dê pelo meio do aprendizado o descortinar de um universo infinito de possibilidades, onde as melhores escolhas vão abençoar a nossa existência com saúde, paz e sobretudo a alegria de servir. Tá se sentindo sozinho? Tá depressivo? Tá solitário? Tá sem sentido de vida? Venha trabalhar na comunhão outra casa espírita. Venha, venha servir para ser o começo de uma grande mudança. E que os espíritos amigos nos abençoe também hoje, nosso patrono, Dr. Bezer de Menezes, maior guardião do Brasil e todos aqueles que nos assessoram nesse trabalho. Precisamos saber quem que tá conosco, né, Léo? Quem que a espiritualidade designou? Não deve ser sua mãe não. Sua mãe já trabalha domingo com a gente. Para quem não sabe, ele é filho de Ana Leal, que é a patronest do grupo de domingo que ace suicidas, fundadora e foi minha mestra. Conheci Ana antes de conhecer Leal acho que ela tava percebendo que eu tava indo embora, ela colocou Leal no meu caminho. Fica aí com fica para você tome conta, né, Léo? Vamos então levar o nosso trabalho com muito agradecimento, saudando os que nos acompanham pela TV e rádio comunhão, tanto quanto esse trabalho fica gravado nas cinco redes sociais. Quem quiser procurar, procure tirando dúvidas com

lho com muito agradecimento, saudando os que nos acompanham pela TV e rádio comunhão, tanto quanto esse trabalho fica gravado nas cinco redes sociais. Quem quiser procurar, procure tirando dúvidas com esse título. Ele vem com esse título genérico. A vinheta, né, aquela capinha, aquela propaganda é tirando dúvidas. Aí vocês encontram pelo calendário, pelas datas, o tema de cada encontro. Então juntos vamos trabalhar, crescer e aprender. E hoje dentro dessa desse tema guerra e paz, L vai nos falar sobre o que fazer com a nossa liberdade. Você gosta de ser de ser livre? Você já pensou que liberdade também traz responsabilidade? O filho que quer sair de casa vai ter que pagar as contas. Como é que a gente encara a vida? Leal vai fazer a exposição inicial de 20 a 30 minutos. Depois nós vamos para o nosso bate-papo. Vamos preparando as perguntas. Sei que vocês trouxeram muitas, já vão tirando aí do celular pra gente conversar a respeito. Vamos trabalhar com alegria. Vamos lá, Léo. Tá funcionando aqui. Tem som. Vocês estão ouvindo? Estão me ouvindo? Ok. Ah, ok. Tá bom? Uma excelente noite a todos, aos que nos assistem pela TV Comunhão, que nos ouvem também pela rádio comunhão, por todos os outros instrumentos de tecnologia que estão à nossa disposição, que nos tem ajudado muito a vivenciar tantas informações, tirando o lado que às vezes é natural, Nem tudo é colocado de maneira positiva, mas cabe a cada um de nós com a nossa inteligência, o livre arbítrio e fazendo esse trabalho de triagem e procurando aproveitar tudo aquilo que é mostrado para nós sobre determinados assuntos, que às vezes nós temos até algum conhecimento, mas passamos a olhar por um outro viés e isso tem nos ajudado bastante nesse trabalho de reformular o nosso entendimento de vida e dar um passo adiante no processo evolutivo, às vezes até de maneira mais rápida por todos esses acontecimentos e essas oportunidades. E a gente no primeiro momento até fica muito carregado de informações, mas aos poucos vai tendo

sso evolutivo, às vezes até de maneira mais rápida por todos esses acontecimentos e essas oportunidades. E a gente no primeiro momento até fica muito carregado de informações, mas aos poucos vai tendo para nós uma utilidade muito grande. E o trabalho, tirando dúvidas, ele quebra um pouco a forma de apresentação daquilo que é feito na nossa casa nas palestras públicas. Normalmente é dado um tema e o palestrante aqui chega naturalmente com todo o seu preparo, seu conhecimento e passa uma mensagem. fala para nós daquilo que ele assumiu o compromisso de fazer e nós saímos com aquelas informações, sem ter às vezes a oportunidade de momento de fazer algum questionamento que esteja no nosso campo mental e que é importante que a gente coloque para que a gente possa de imediato ainda com a situação viva daquilo que nos foi passado, poder refletir melhor e sair com maior densidade de entendimento, porque nem sempre nós estamos totalmente prontos ou preparados para perceber certas informações que chegam para nós e que a gente precisa às vezes do encaminhamento mais detalhado. Então, tirando dúvidas, para quem tem acompanhado sabe disso. É por isso que a gente pede, o Marcos sempre insiste, façam perguntas, tragam perguntas. Não importa o quê, porque nós precisamos nessa oportunidade exatamente buscar esse diálogo, buscar esse esclarecimento, buscar esse aprofundamento de informação para que a gente tire o maior proveito da doutrina que nós abraçamos ou que estamos procurando, porque ela é esclarecedora. Ela é esclarecedora. Ela tem muitos instrumentos de informação, tanto das obras básicas como as obras eh eh que eu chamaria aqui de periféricas de detalhamento de todas as informações que estão ali estabelecidas no processo da codificação, da sistematização, né, do mundo dos espíritos. nada que tenha sido criado a partir de, mas que foi sistematizado com a presença de Kardec e tantos outros que colaboraram com esse acontecimento, que também ao longo de todo o tempo da existência do nosso ORB, alguém de uma

do a partir de, mas que foi sistematizado com a presença de Kardec e tantos outros que colaboraram com esse acontecimento, que também ao longo de todo o tempo da existência do nosso ORB, alguém de uma maneira ou outra se manifestou a respeito com códigos de ética e diversas outras informações, bem antes, inclusive da vinda do nosso mestre, que é a nossa referência maior em termos de passagem por aqui por pouco tempo, nos deixando não escritos, mas exemplos de extrema importância que nós até hoje não conseguimos dar o devido valor. E ele foi simples, claro e exemplificou para que ficasse de maneira fácil a ser percebida por qualquer um. Não precisava ser letrado, não precisava ter qualquer outro tipo de conhecimento de ciência, mas de vida e de sentimento. Então essa é a nossa realidade. E eu estava, quando Marcos estava ali falando, me veio na mente um um pensamento rápido eh sobre o problema dos templos, que é uma coisa que a gente tem tentado falar a respeito, pra gente começar a trazer o criador para um templo que a gente não valoriza, que é o templo do nosso coração, da nossa existência, aonde ele efetivamente está. O que nós temos aqui é um espaço físico definido para que a gente possa se reunir com essa oportunidade dialogar, procurar aprender, esclarecer e naturalmente eh passar as nossas dúvidas e questões. Mas é importante a gente entender que nessa fase da nossa existência, ou nós começamos a trazer o criador para o templo da nossa intimidade, como o próprio mestre disse, sois deuses, a gente entender esse aspecto, para que a gente não fique sempre achando que esse Deus está em algum lugar que é distante de nós. Esse é um outro aspecto que a gente tem procurado trabalhar e esclarecer que já é hora, já é hora. Tanto é que aí eu volto para falar a respeito do que veio na minha cabeça, que eram os druídas, que eles conversavam sobre espiritualidade de maneira profunda, não é, Marcos? Aonde a sombra dos carvalhos. E depois quando a gente faz uma viagem no tempo, a gente chega a um

a, que eram os druídas, que eles conversavam sobre espiritualidade de maneira profunda, não é, Marcos? Aonde a sombra dos carvalhos. E depois quando a gente faz uma viagem no tempo, a gente chega a um Chico Xavier que tinha um prazer diferenciado quando ele aos sábados fazia o evangelho à sombra de quê? do abacateiro. Quando a gente olha para esses dois lados, a gente percebe aonde é que está o templo. Estáonde? aonde a tua vontade de transformação e de percepção das energias positivas do universo vai fazer um valor diferenciado. Mas a gente sempre acha que os apelos, as preces exageradas, o falatório descabido, às vezes apelativo, achando que esse Deus que está na nossa intimidade, ele quer que a gente se manifeste oferecendo a ele o sofrimento para que ele venha nos dar aquilo que nós estamos intimamente pedindo, que é transformação, ou seja lá qualquer coisa que a gente esteja desejando da vida. Então a gente atribui a isso, a gente vê exemplificado nas famosas promessas, promessas onde as pessoas ofereciam e oferecem até hoje o quê? A própria automutilação, o autochicoteamento, não é isso? Para poder achar que o Deus, criador desse universo, que a gente não tem ainda a competência de perceber a sua grandeza, a gente acha o quê? que ele precisa das nossas lágrimas, do escorrer do nosso sangue físico para que ele sinta prazeroso e nos oferecer ou nos dilo que nós estamos pedindo. Isso é importante que a gente comece a perceber para que a gente saia desse universo de nos tornarmos menores sem necessidade ou achar que o Cristo também precise do nosso sofrimento. Não pode ser assim. Não tem como ser assim porque a própria inteligência que temos e o livre arbítrio já instalado, que são duas ações de liberdade. Se o tema que nós vamos tratar, esse já existe para nós. Livre arbítrio e inteligência conquistados por todos nós na trajetória evolutiva. Não sabemos que início foi esse, mas vamos analisar na trajetória, né? como a própria matemática aí fala, mais infinito, menos

bítrio e inteligência conquistados por todos nós na trajetória evolutiva. Não sabemos que início foi esse, mas vamos analisar na trajetória, né? como a própria matemática aí fala, mais infinito, menos infinito, porque não consegue saber onde estão as duas pontas, nós também vamos trabalhar espiritualmente dentro desse universo de possibilidade de conhecimento. Então, é isso que nós temos que avaliar, que nós somos somos de verdade. Nós não somos enfeites nem arremedo de coisa alguma e não precisamos estabelecer esse sofrimento e esse maltrato pessoal para que a gente possa ser, né, receber a oportunidade das coisas que desejamos. Agora, agregado a isso, tem que ter o entendimento do que nós vamos falar sempre. Se você não fizer por onde, não vai chegar a lugar nenhum, porque nós não recebemos nada doado, tudo é conquistado para que tenha o devido valor. No mundo material, nós conseguimos ainda burlar essa regra que não nos agrada, não nos satisfaz, mas nós achamos que somos espertos dentro desse espaço da estrutura física reencarnatória e tiramos proveito de esforços do próximo pra gente usufruir temporariamente, achando que isso é um nível de esperteza do nosso comportamento, do uso da nossa inteligência, que Não é verdade, é temporário, né? Não tem reino que fique perene, acaba afundando. É natural, porque o reino que permanece é o da dignidade, é o da postura, do merecimento, é do entendimento da vida com a sua clareza. Então, sobre o tema o que fazer com a nossa liberdade parece simples, mas no fundo é complexo isso. Eu me lembro que numa determinada época também ainda no conselho aqui da comunhão, ah, a Maíse também tava no conselho a mesma época. E um dia, numa reunião desse grupo de conselho, foi decidido que os conselheiros teriam que comparecer para escutar palestras de todos aqueles que se manifestam aqui para fazer alguma avaliação, ver o que que estavam dizendo. Eu nunca concordei com isso, porque eu acho que o cidadão tem sempre alguma coisa para dizer e não precisa do

aqueles que se manifestam aqui para fazer alguma avaliação, ver o que que estavam dizendo. Eu nunca concordei com isso, porque eu acho que o cidadão tem sempre alguma coisa para dizer e não precisa do determinado patrulhamento, entendeu? Mas era uma preocupação natural para que não se dissesse absurdos. Eu não sei também se estava acontecendo alguma coisa que justificasse isso, mas enfim, se passou a colocar isso como um período de avaliação. Tudo bem? E aí um dia alguém que montava a agenda das palestras sempre colocava um tema. Por exemplo, Marcos vai falar, o tema é o Evangelho eh capítulo 2. O Leal vai falar, era o Evangelho capítulo 5to, mas quando eu olhava às vezes o tema, todos nós temos um perfil, né, para se manifestar. Eu não tenho uma postura de falar doçura. Não vai adiantar. Se alguém quiser achar que o Leal vai fazer uma palestra dizendo: "Meus queridos, amados, iluminados irmãos, não sou eu." Então eu olhava, dizia: "Como é que eu vou me ajustar a esse tema se ele é muito doce? Eu não consigo adossar esse tema". Então isso me incomodava. Então eu achava que toda hora tinha um tema determinado. Aí um dia eu pedi: "Não me deem mais tema nenhum, deixa eu falar o que eu achar que devo". Aí, Marcos, cheguei aqui no sábado paraa palestra, passei a semana inteira desesperado, mesmo com a experiência vivida de est dando palestra muitas vezes durante a semana, eu não conseguia trazer pro meu campo mental um tema. Fui ficando aguniado, aguniado, aguniado. E quando eu cheguei aqui nesse auditório, eu confessei isso para todo mundo. Eu digo: "Olha, estou aqui e não sei do que eu vou falar". Então me veio exatamente isso. O que nós fazemos com a nossa liberdade, não é? Às vezes nos é dado a liberdade e nós não estamos prontos para saber o que fazer com ela. Nós não temos a capacidade de trabalhar a liberdade que nos é oferecida. Isso em diversos aspectos. Eu tô me referindo a uma palestra, mas é em todo sentido da vida. A gente cobra a liberdade, mas não consegue às vezes trabalhar essa

balhar a liberdade que nos é oferecida. Isso em diversos aspectos. Eu tô me referindo a uma palestra, mas é em todo sentido da vida. A gente cobra a liberdade, mas não consegue às vezes trabalhar essa liberdade em benefício do nosso próprio crescimento espiritual. Nós ficamos dispersos, não conseguimos trazer para um encaminhamento ações usando essa liberdade. E aí entramos em desespero e isso aconteceu. E aí realmente a gente começa a fazer esse questionamento. O que fazer com a nossa liberdade? Se eu pudesse perguntar a cada um de vocês, você gostaria de ter liberdade para tudo? O que é que você responderia? Talvez dissesse na hora por uma questão natural de você se posicionar diante da vida, de que a liberdade é fundamental, mas você ia dizer: "Sim, tá bom, e aí o que eu faço? Não sei o que fazer." E é isso que nós temos que trabalhar dentro dos ensinamentos que estão oferecidos para nós. E nesse próprio capítulo do que fazer com a liberdade, trata lá no João quando disse eh falando sobre o o a ressurreição lá, o retorno à vida de Lázaro, não é, Marcos? E Lázaro quando pede para desatar os seus nós e Lázaro, já numa situação fétida, ele retorna à vida. Isso também é uma expressão de mostrar o seguinte: você tá sendo desatado seus nós para que você não é vai viver na carne eternamente, mas para que você reorganize e saiba o que fazer com essa liberdade em busca do crescimento espiritual que é necessário para todos nós. Isso é importante que a gente faça uma reflexão profunda. o que fazer com a minha liberdade? E um dos pontos primeiros é o seguinte: esse não saber o que fazer com a liberdade nos escravizou e nos escraviza até hoje. que eles me desculpem eu falar com todas as letras, os gurus que nós criamos ao longo da nossa existência, seja ele em que escaninho estiver do ambiente religioso, seja em igrejas, em casas espíritas, em terreiros, aonde vocês quiserem ou por onde já transitaram os gurus. Então você naturalmente nessa situação você busca sair da sua liberdade e achar que

igioso, seja em igrejas, em casas espíritas, em terreiros, aonde vocês quiserem ou por onde já transitaram os gurus. Então você naturalmente nessa situação você busca sair da sua liberdade e achar que ali está a sua solução. Você tira a sua capacidade de ser o que você pode, o que você é e de entender que esse criador não está sendo intermediado por ninguém. Não tem autorização para isso, porque você tem ele na sua intimidade. Você pode prestar atenção às pessoas que lhes rodeiam, as pessoas que dão alguma informação, que t algum conhecimento, que lhe passam alguma coisa, mas nós não somos gurus de ninguém. Sejam gurus de vocês mesmos. Esse é o caminho. Porque no momento que você percebe isso, você se torna mais amplo, mais competente, mais senhor da sua intimidade espiritual, a sua individualidade e a sua capacidade de fazer as transformações pelo seu próprio esforço e não achando que alguém vai fazer por você. Eu já falei aqui algumas vezes, eu tenho vários amigos que sabem que eu tô a vida inteira aqui na casa, saudáveis em todos os aspectos. E muitas vezes quando vinha pros trabalhos que nós tínhamos aqui de desobsessão ou ou qualquer outra atividade, dizia: "Ah, você vai lá na casa hoje?" Claro que eu vou. Põe meu nome lá. Não ponho, não. Não ponho mesmo. E ficava me olhando. Não põe, você pode ir. Vá, eu não vou resolver o seu problema. Vou criar para você uma frustração e para mim uma ocupação de tempo. Vá. Agora, se você estiver enfermo, impossibilitado, isso eu tenho feito hoje em dia, eu faço delivery espiritual. Eu pego um os dois ou três amigos e vou visitar e ali a gente faz o que pode fazer, uma prece, o envolvimento. Agora, transferir responsabilidade. Quando a gente aceita isso, a gente tá tirando da pessoa a sua liberdade e a pessoa está acostumando a não querer ter a liberdade. Isso é horrível, mas é realidade. Então, vamos ter que nos libertar disso, vamos ter que mudar essa postura. Hoje também eu recebi um desenho muito interessante mostrando dua

o querer ter a liberdade. Isso é horrível, mas é realidade. Então, vamos ter que nos libertar disso, vamos ter que mudar essa postura. Hoje também eu recebi um desenho muito interessante mostrando dua dois dois guichês. Um tava escrito estudos doutrinários, no outro passes. A fila do passe era monstruosa. Todo mundo na fila para receber um dizer na outra fila zero. Então me desculpem, nós somos assim. Quantas vezes a gente vem para um auditório desse não tá preocupado com o que o cidadão aqui tá falando. Ele tá agoniado porque ele sabe que daqui a pouco tem o passe. Então, acha que isso resolve a nossa vida? Não resolve. São passos, são processos de terapia, mas tem que tá carregado de uma vontade, de um desejo e um entendimento da temporariedade de cada uma dessas situações. Porque a responsabilidade de ser o que você quer ser e precisa ser é sua. Trate a sua liberdade dessa forma, se livrando das amarras e dependências. que por acomodação histórica nós carregamos da nossa intimidade. É o pastor, é o orador, é o padre, é o bispo, é isso, é aquilo, é a igreja, é o templo e não construímos o templo maior que o da nossa intimidade. Aí quando a gente deixa o corpo físico que consegue abrir os olhos pra consciência no plano espiritual, vem aquela tremenda decepção. E cadê esse povo todo? Esse povo todo tinha as mesmas necessidades que cada um de nós temos. liberdade e saber o que fazer com ela. É usar a inteligência e o livre arbítrio para perceber o quanto nós somos importantes. Primeiro porque temos a importância do criador na nossa intimidade. Isso não é vaidade, isso é realidade. Quem passou isso pra gente foi o mestre. Sois Deus. E quando alguém era curado por ele, ele nunca trouxe para si vaidades de dizer: "Eu te curei". Ele disse: "Opa, a sua fé, a sua vontade, o seu desejo, a sua força, a sua coragem é que fez com que as coisas acontecessem da forma que você estava desejando." Então, vamos trabalhar bem a nossa liberdade. Não é fácil, porque a gente se acomodou, aceitou, mesmo tendo uma

ua coragem é que fez com que as coisas acontecessem da forma que você estava desejando." Então, vamos trabalhar bem a nossa liberdade. Não é fácil, porque a gente se acomodou, aceitou, mesmo tendo uma inteligência bastante avançada, nós aceitamos isso, nós fracionamos isso e delegamos esse compromisso de crescimento espiritual a outras pessoas e tiramos de nós a prerrogativa primeira, que nós é que temos que fazer esse trabalho de transformação. Então, coloquem todas as suas dúvidas, abram o seu coração para que a gente possa aqui fazer um debate de aprofundamento de tudo aquilo que é importante para que a gente possa sair daqui. Não é apenas preocupado com o passe que eu vou tomar, mas com o que eu já armazenei no meu íntimo. Porque aqui ao nosso lado, nesse instante, vocês podem ter certeza, muitos amigos do plano espiritual estão aqui conosco, os mais ligados, cada um de vocês. Se vocês abriram o seu coração para que eles pudessem se aproximar pela mediunidade universal que é intuitiva, vocês já estão recebendo tudo aquilo que precisam para dar passos adiante. É isso. Vamos às dúvidas, Marcos. Som. Som. Bem, nós temos aqui já uma pergunta. Eu estava enquanto o Léo falava, pegando essa versão da Bíblia, que é a Bíblia de Jerusalém, não é a que eu uso. A que eu uso é a Almeida revista Atualizada, uma Bíblia protestante, para responder a primeira questão. Eh, em quais, em qual ou quais versículos da Bíblia cita sobre a reencarnação? Inúmeros. Primeiro, a Bíblia não é a referência espírita para falar de reencarnação. A doutrina espírita para transpor, porque a religião, a, o espiritismo não se define como religião, embora tenha um aspecto religioso, ele nasce para observação de fenômenos. Então, a reencarnação é o ensinamento dos espíritos que se manifestaram na Terra e foram objeto de pesquisa científica. William Crooks, Bosano, eh, Gabriel Delen, Serto Cornondyle e outros tantos. Porém, na Bíblia tá todo termo ressurreição e ressuscitação, que são coisas diferentes. Inclusive, eu tenho uma

científica. William Crooks, Bosano, eh, Gabriel Delen, Serto Cornondyle e outros tantos. Porém, na Bíblia tá todo termo ressurreição e ressuscitação, que são coisas diferentes. Inclusive, eu tenho uma palestra sobre isso, o que é ressuscitar e o que é ressurgir. Eh, isso é uma versão de reencarnação. Por quê? Porque no judaísmo, vou ter que dar um um retorno no tempo. Existia duas grandes correntes no tempo de Jesus, o farisaísmo e o judaísmo. E o os far saduceus, o saduçaísmo. O saduceu não acreditava que existia alguma forma de vida após morte. Para eles, a vida era o sopro Shaol do Deus criador no barro, no na matéria que vivificava. A morte significava a saída desse sopo. Então ficava só a matéria. O que vem depois nunca se especulou, nunca correu atrás. E esse é o pensamento predominante em Israel no judaísmo contemporâneo. A maioria dos judeus hoje, seja ortodoxos, ultraortodoxos ou seculares, são eles adeptos dessa visão. Morre um judeu, faz a cerimônia, o ritual de encerramento de de do sepultamento. existe um banho, veste uma roupa própria para enterrar a pessoa, encerra-se ali e se fala da vida da pessoa, não se entra, não se adentra esse campo. Mas havia os fariseus, os fariseus, ao contrário, tinham a visão da vida após morte. Por isso que era eles que estavam sempre procurando Jesus. E aí eu vou contar algumas histórias bíblicas. Chegaram uma vez para Jesus, disseram: "Mestre, mas a mulher casou, não teve filhos e o marido faleceu. Aí ela foi casada com o irmão, também não teve filhos e o irmão faleceu. Aí ela casou com outro irmão, não teve filhos e faleceu. Enfim, a mulher era uma viúva negra, matava todos os homens e não tinha filho. Bom, primeiro tem que explicar por que ela foi casada com o irmão. Porque no judaísmo um homem não poderia não ter um filho, filho com o sexo masculino, porque tinha que manter a tradição da família. A família tinha que sobrexistir, então tinha que ter um filho. Então se o cara morreu, não teve filho, a mulher era entregue a um irmão

o sexo masculino, porque tinha que manter a tradição da família. A família tinha que sobrexistir, então tinha que ter um filho. Então se o cara morreu, não teve filho, a mulher era entregue a um irmão dele. Vocês acham decente, moral? Mas sim, mas essa é a lei. Lei de Moisés. E ela teria que ter um filho desse irmão. Esse filho não seria filho do irmão, seria filho do falecido. Seria considerado filho do falecido. Então, seria a posteridade do falecido. Então, por causa dessa prática, eles perguntam: "E aí, mestre, e lá no céu ou no dia do juízo?" Porque ele chamava céu de juízo, o juízo final. Por isso que tem gente que acha que o juízo final é o fim do mundo. Não é o termo que eles usavam. Tipo assim, e o que vem depois depois de um julgamento, o que que viria essa mulher? Ia ser mulher de quem? Ela teve sete maridos. E Jesus disse: "Vós que conheceis a lei, encorreis em grande engano. No céu não se casam e não se dão em casamento. São como os anjos. Então, o que que Jesus tá dizendo? Que não existe na vida espiritual essas relações afetivas como nós construímos e muito menos relações sexuais. Aí você vai lá em nosso lar, encontra o caso Tobias, que é o cara que tinha sido viúvo, aí casou de novo. Quando ele desencarna, depois a segunda esposa desencarna, os três viviam juntos em nosso lar. Só que não era um trisal, era uma família onde um homem que tinha sido marido, duas esposa consistiam como irmãos. Nosso lar replica, no caso Tobias essa esse ensinamento de Cristo. Então que a pergunta aqui fala: "E qual trecho que cita vida após a morte?" todo o novo testamento. Se alguém leu o novo testamento, encontrou a vida pós morte. No Velho Testamento, você pode não achar, a não ser os fariseus, porque os saduceus não aceitam isso. Então, precisa ter essa chave hermenêutica para se entender a Bíblia. Então, quando Jesus fala isso, ele tá dizendo da vida nossa para o lado da vida eterna. E exatamente como são as relações. Ele até adianta uma informação que depois se você lê nosso lar, você

Bíblia. Então, quando Jesus fala isso, ele tá dizendo da vida nossa para o lado da vida eterna. E exatamente como são as relações. Ele até adianta uma informação que depois se você lê nosso lar, você tem o caso Tobias. Eh, outra outro independente disso, algumas referências que eu vou dar aqui a Guisa de ilustração, eh, eu tô separando aqui porque eu tava pesquisando porque a minha Bíblia é toda marcada. Isso aqui que não é a minha Bíblia, na minha eu já sei, eu abro e já vou automaticamente porque tá toda arriscada. Eh, o encontro com Nicodemos havia entre os fariseus, novamente, os fariseus, pode ver que os fariseus que falam mais com Cristo, não saduceus. Por que que os fariseus procuravam mais Jesus? Porque debatia sobre a existência presente e a existência futura. enquanto estava em Jerusalém para a festa de da Páscoa, vendo os sinais que fazia muitos crerem seu nome, mas Jesus não tinha confiança neles porque os conhecia a todos, porque estavam sempre jogando uma cilada para pegar Jesus e matar, ou pelos romanos, ou pela transgressão à lei de a lei de Moisés. E não necessitava que lhes dessem. A gente tô liendo no lugar errado, perdão. Eh, o encontro com Nicodemos. Havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos, um notava entre os judeus. À noite ele veio encontrar Jesus e lhe disse: "Rabi, rabi significa mestre. Sabemos que veio da que vens da parte de Deus como mestre". Bom, se Jesus vem de Deus, então porque Jesus existia, certo? Então, a própria existência de Cristo é vida após morte. Porque João escreve: "No princípio era o verbo, o verbo estava com Deus e o verbo era Deus, porque senão só existiria Deus. Se não existisse vida após morte, só existiria Deus e nós na terra. não teria nem anjo, nem demônio. Eh, como mestre, pois ninguém pode fazer os sinais que fazes se Deus não estiver com com ele. Jesus lhe respondeu: "Em verdade, em verdade te digo, quem não nascer de novo não pode ver o reino de Deus". Essa aqui é uma grande referência bíblica para isso. Inclusive, o Leal fez

ver com com ele. Jesus lhe respondeu: "Em verdade, em verdade te digo, quem não nascer de novo não pode ver o reino de Deus". Essa aqui é uma grande referência bíblica para isso. Inclusive, o Leal fez uma palestra ano passado extrapolando para nossa transante transformação no nosso dia a dia. Nós temos que nascer de novo a cada momento, certo? Eh, a favorita em relação a João Batista ter sido Elias. Elias lá em Reis, vocês vão encontrar um capítulo em que ele desafia os sacerdotes de Baal, porque ele também é desafiado, né? Ele quer pregar o Deus para o Deus que nós conhecemos para o povo de Israel, que estava se mescuindo com o culto a Baal. E ele faz um desafio com os sacerdotes, falou: "Vamos fazer uma oferenda aqui. Faça aqui um altar altares de de pedra pro meu Deus, pro seu Deus. Vamos fazer oferendas e vamos pedir que esse Deus se manifeste. Aí eles matam lá novilhos, tal, coloca cima dos altares, como se fosse uma churrasqueira, tipo uma pira para você assar a carne. E Elias desafia: "Ainda quero que jogue água no meu altar. Encharque de água. Põe água lá." Aí ele fala: "Agora vamos ver quem vai acender o altar. Peça pro teu Deus acender o fogo do altar." E o pessoal de Baal orando, se flagelando, suplicando, como Léo disse, cortando os pulsos, orando e, enfim, o tempo todo e nada. A Elias faz uma oração a Deus e vem uma labareda de fogo do céu e queima tudo até o altar queimado, a água, o bezerro e vai tudo embora. Aí, depois dessa desse impacto, Elias pede a morte, a cabeça dos de sacerdotes e de algumas pessoas que estavam seguindo esse culto de Baal e estimulando isso em Israel. Elias poderia ter parado por aí. Ele venceu pela evidência dos fatos. Aí quando ele vem com João, João Batista, que acontece? Como é que João Batista morre? degolado porque acusava o governador de estar casado com a irmã da da ex-esposa, um casamento ilegítimo. E isso depois da transfiguração, transfiguração, monte Tabor. O que que Jesus faz? sobe em oração, chama três discípulos, ora, fica branco, essas

do com a irmã da da ex-esposa, um casamento ilegítimo. E isso depois da transfiguração, transfiguração, monte Tabor. O que que Jesus faz? sobe em oração, chama três discípulos, ora, fica branco, essas vestes ficam brancas como a a neve. E a gente entende que ele tá ali emanando o ectoplasma extremamente sublime e ele materializa Moisés e Elias e conversam sobre as coisas que iriam acontecer nos próximos dias. A conversa deles era sobre o desencarne do dele, dele, Jesus, que na sequência ia ser morto. E ele conversa com Moisés e Elias sobre isso e ele materializa ali. Ali para nós termina a proibição de Moisés de invocar os mortos. Não que o espírita seja invocador de mortes, mas ali como Cristo os traz e conversa com eles a ponto do dos apóstolos verem de tanta realidade que diz: "Vamos fazer cabanas, vamos matar um boi, fazer a janta, porque já vai anoitecer e temos que acolher Moisés e Elias". Então aí Jesus faz a materialização de dois espíritos. Então esses espíritos estavam onde? No cemitério, não, né? e conversa com eles coisas que vão acontecer, que a gente percebe que Moisés e Elias estão com Cristo num plano invisível, numa coordenação dos fatos da passagem do Cristo pela Terra. Aí depois da transfiguração vem aquele cérebro diálogo. Eu vou resumir aqui, tá? No mesmo no mesmo na mesma sequência. Evangelho de Mateus. Por que razão os escribas dizem que é preciso que Elias venha primeiro? Porque sempre se falava que Elias voltaria. Ou se ele voltava porque não tava morto. Certo? Respondeu-lhe Jesus: Certamente Elias terá de vir para restaurar tudo. Eu vos digo, porém, que Elias já veio, mas não reconheceram. Vocês não perceberam. Ao contrário, fizeram com ele tudo quanto quiseram. Assim também o filho do homem sofrerá da parte deles. Então os discípulos entenderam que se referia a João Batista. Isso aqui é apenas exemplos. Há milhares de outros, mas a doutrina não precisa disso para se pautar nesses princípios. Lembrando que reencarnação é extremamente antiga. Ela está nos Vedas,

ão Batista. Isso aqui é apenas exemplos. Há milhares de outros, mas a doutrina não precisa disso para se pautar nesses princípios. Lembrando que reencarnação é extremamente antiga. Ela está nos Vedas, que é a primeira religião organizada do mundo, que influenciou todas as outras, inclusive. influenciou todas as outras. Os próprios Vedas falam, faz referência à vinda de Cristo. Isso daí há 5.000 anos antes do de Cristo. E é uma tradição que veio, o budismo, o jainismo, todo mundo conhece reencarnação. No ocidente que ela foi abafada, porque ela também existiu e às vezes que ela reapareceu, a igreja mandou matar queimando as pessoas. A Bíblia foi escrita moldada segundo esses interesses. Por quê? Porque qual a reencarnação? O homem se conecta diretamente a Deus. Sem reencarnação, ele precisa de sacer. Completa a frase, Léo. De sacerdote. Sacerdote. O Marcos fala um poumário. Ei, Marcos, fala um pouco inclusive desse dessa interrupção com o Constantino quando se apropriou, né, imparador Constantino se apropriou da igreja eh da da do cristianismo, criou a igreja lá no concílio de Niceia. E nesse período é que criou bloqueio para o processo da reencarnação. Ela não existe. Isso montado, estruturado por uma questão política para manter a unidade do império. Porque ele sabia que todo esse processo que acontecia dos seguidores daquela linha do mestre poderia trazer problemas ao domínio. Então se apropria, cria uma estrutura e a partir daí a gente tem tudo que acontece, todas essas coisas que a gente hoje tem o direito de questionar. E é importante que questione para que a gente possa perceber aquilo que a gente falou desde no início, aonde é que se encontra Deus? Essa é a resposta, é a pergunta básica e a resposta dita pelo próprio mestre é: "Você está em você, na tua essência". A criação da igreja, a Igreja Católica, seja ela romana ou ortodoxa, que é do Oriente, é uma continuidade do império romano. Como o império estava se esfcelando, criou-se uma estrutura de preservar por meio da fé e uma fé,

Igreja Católica, seja ela romana ou ortodoxa, que é do Oriente, é uma continuidade do império romano. Como o império estava se esfcelando, criou-se uma estrutura de preservar por meio da fé e uma fé, inclusive, que incorporou elementos pagãos. Dia 25 de dezembro, Natal é o dia do nascimento de Mitra. Mitra aparece no zoroatrismo, que é a primeira religião monoteísta do mundo, 1500 anos antes de Cristo. Tudo que tá nos oratriz foi copiado pelo judaísmo e depois influenciou o cristianismo tradicional, o nascimento de uma virgem, o Messias nasceria de uma virgem. foi dito por Zoroastro, 1500 anos antes de Cristo. E e dentro lá do da das da do das entidades do do zoratrismo está a a o que eu acabei de falar agora, o esse personagem do dia 25 de dezembro que é relacionado ao sol, que é o que nosso do de verão ao inverno. A idade vai chegando. Mitra, mitraísmo. Traíso era um culto secreto dos soldados romanos. É como se fosse vinculado aos aos militares de Roma. Então, eh, existe todo esse pano de fundo que nós conhecemos, respeitamos e tiramos da Bíblia, como diz Emanuel, da Bíblia a gente tira o espírito da letra e não a letra do espírito, porque a letra do espírito foi deturpada pelos homens. Tanto que a Bíblia protestante não é igual a Bíblia católica. Foram tirados vários livros dela. E tem algumas igrejas aí no mundo que tem uma Bíblia própria escrita sobre Belazer que ninguém aceita nos eles mesmos. E já teve edição da Bíblia colocando, em vez de colocar necromancia ou consulta às mortes, espiritismo, que teve uma editora aí que sordidamente colocou a palavra espiritismo na Bíblia, sendo que a palavra espiritismo foi criada em 1857. E o Deuteronomista que escreveu os cinco primeiros livros, que foi Moisés que escreveu os cinco primeiros livros, Gênesis, Êxodo, Levítico, número foi escrito de uma vez depois que os judeus voltaram do primeiro exílio, que com medo de perder a sua tradição, sua cultura, que se viram ameaçados diante de um de ser levados a viver no meio de um povo estranho, eles

a vez depois que os judeus voltaram do primeiro exílio, que com medo de perder a sua tradição, sua cultura, que se viram ameaçados diante de um de ser levados a viver no meio de um povo estranho, eles resolveram registrar tudo. Por isso que Moisés é, parece, às vezes parece que é Moisés que tá falando com a gente, como se Moisés tivesse escrito, mas você pode ver que até a própria morte de Moisés é descrita. Ele não poderia falar da própria morte dele e depois ainda entrar no livro de Josué. Então, por essa passagem na Babilônia, eles pegaram todas essas influências e criaram um pano de fundo as suas tradições, que originariamente não fora assim. O livro A Caminho da Luz de Emanuel nos mostra como as coisas se deram, conforme a gente pode entender. Eh, repressão, depressão. Bom, então eu fiz uma explanação aqui resumida, mas aí eh existe várias obras eh palestras gravadas na comunhão, estudos na internet de casas espíritas, tá? Não vão atrás essas bobagens que estão por aí. Procurem os canais de casas espíritas ou de espíritas renomados para encontrar um um conteúdo fiel à doutrina, tá bom? Esse é um resuminho. Continuando, depressão, dependência emocional seria ausência do exercício da liberdade? Leal, o que que você acha? Depois eu entro em cena. Não necessariamente problema depressivo e essa condição emocional, a gente teria que se aprofundar bem para perceber que as nossas vivências, as nossas vivências, a nossa história espiritual do processo de de tomada de consciência, de inteligência, de livre arbítrio, nós temos uma série de situações que elas são naturalmente eh incomodativas. Eu costumo dizer o seguinte, que a gente não se assuste, o processo da depressão, sim, que já é um ponto mais marcante, mas todos nós, se a gente parar para perceber quantos, eu mesmo, isso acontece comigo, quantas vezes eu amanheço com uma insatisfação não identificada, uma angústia, uma uma saudade, um banzo, alguma coisa que não está ajustado aquele conteúdo de vida que está sendo

sso acontece comigo, quantas vezes eu amanheço com uma insatisfação não identificada, uma angústia, uma uma saudade, um banzo, alguma coisa que não está ajustado aquele conteúdo de vida que está sendo parte da minha trajetória. Aí eu paro por exatamente entender que eu tenho vidas passadas, sucessivas, como se fosse um arquivo de computação. De repente, o teu campo atual de memória vai buscar alguma dessas emoções, desses quadros vivenciados e você então faz com que ele fique na tela do teu pensamento. Aí você olha, avalia o seu entorno, eu digo: "Bom, isso agora não tem justificativa para mim". Então você começa ao longo do dia superar aquela ansiedade, que é o primeiro passo, e às vezes um pouco mais à frente a angústia. O que a gente não pode permanecer é vendo essa tela de passado que a gente não consegue identificar de maneira perene. Aí você começa a perder a sua capacidade de viver o que é necessário você viver nessa oportunidade reencarnatória. Aí você vai para o processo depressivo, entendeu? É isso. Não tem a ver com a sua liberdade. A sua liberdade é uma busca para que você consiga transitar livre de uma série de amarras que você aceita, não consegue romper e que lhe prejudica no seu processo de avanço espiritual. Não sei se eu consegui ser claro, entendeu, Mar? Vamos lá. Eh, depressão, dependência emocional seria asência desse exercício da liberdade. A liberdade é um dom que Deus nos deu tanto quanto vários outros que nós não sabemos usar. Por isso que nos é cobrado reajustes. Repita a lição, refaça o teste, refaça a experiência, refaça a prova para você poder viver esses dons. Dentro da doutrina espírita existe um capítulo no livro dos espíritos, no livro terceiro, chamado a liberdade. Liberdade de ideia, de pensamento, de opinião. Nós espíritas damos a nossa opinião sobre as coisas, mas não criticamos as pessoas. Quem pensa diferente de nós, seja feliz e seja bem-vindo a estar conosco. Então, a liberdade, ela é essencial na doutrina, mas ela faz parte do espírito maduro. O espírito

s não criticamos as pessoas. Quem pensa diferente de nós, seja feliz e seja bem-vindo a estar conosco. Então, a liberdade, ela é essencial na doutrina, mas ela faz parte do espírito maduro. O espírito maduro, sim, ele não vai ter depressão, ele não vai ter essas crises. Então, a evolução espiritual nos vai tornando livres aos poucos. Que que Jesus disse? Conheceis a verdade e ela vos libertará. Então é uma coisa muito ampla. É a liberdade tá ligada à responsabilidade. Tem um filme juvenil, acho que é mais juvenil do que Infanto juvenil. Vocês já assistiram já? Todo mundo deve ter visto o Homem-Aranha, um da dos primeiros lá. No final do filme que ele vai lá no enterro do que seria o futuro sogro dele, que não daria certo, porque a moça viu que não valeria a pena casar com o superherói, seria arriscado para ela. Já tinha morrido o pai dela, o próximo poderia ser ela. Ela fala: "Fica por aqui e tal, porque não quero superherói na minha vida, eu quero um cidadão comum". Ele fala, eh, ele diz em inglês, "Power bring responsibility". O poder traz a liberdade, responsabilidade. E a liberdade também tá nisso. Nós temos liberdade de escolha. O Leal amanhece triste. Ele tem opção, um de ficar triste o dia inteiro, dois de ficar triste 5 minutos. Opção C de ficar triste, a opção C de levar, escovar os dentes e trabalhar. É tal história, a gente tem essa escolha. E tem gente que não gosta que a gente fala isso como espírita. Ah, eu tô acabado porque faleceu um ente querido. Meu amor, enxuga as lágrimas, pega a vassoura, vai limpar a casa. Ah, mas você me diz isso? Sim. Você quer que eu diga o quê? A criatura desencarnou no momento dela, por motivos dela e a vida dela. A tua vida está aqui. E é e essa essa autonomia, essa individualidade também é liberdade. Eu amo muito uma pessoa, mas a minha história de vida não se confunde com a história de vida de ninguém. Nós caminhamos juntos muito tempo. Eu tenho que fazer todo o bem para essa pessoa e essa pessoa tem que fazer todo o bem

mas a minha história de vida não se confunde com a história de vida de ninguém. Nós caminhamos juntos muito tempo. Eu tenho que fazer todo o bem para essa pessoa e essa pessoa tem que fazer todo o bem para mim. Mas ai, eu não vivo sem você. Me conta outra, amor. Me conta outra. A gente não pode ter, o Léo falou muito hoje sobre a questão dessa maturidade espiritual. Então, a gente ama, ama, sofre por amor, sofre. Tem dor de cotovelo, tem dor de cotovelo, de sobrancelha, de tudo. Faz parte da vida. E isso é gostoso. É a vida. Mas a maturidade espiritual nos faz lembrar que nós temos uma individualidade e uma história. E a nossa conexção é sempre com Deus. O maior amor de nossa vida um dia será Deus, que é o nosso retorno a Deus, a nossa união a Deus. Porque a gente saiu de Deus, saímos como ovo. Estamos aqui agora, já somos franguinho de granja. Um dia vamos ser maduros e vamos voltar a Deus. Quando a gente volta a Deus e se une com Deus, éí que a gente consegue abarcar todas as pessoas e todas as criaturas. Aí você é capaz de sentir cada criatura que existe no universo. Mas primeiro tem que conectar-se com Deus. Você tem que ligar naquela tomada. Aí você consegue ver tudo e todos. É curioso isso, né? Espiritualidade ponteia para nós em alguns livros de André Luiz, esse momento da nossa, o ápice da nossa evolução. Quando eu chegar a Deus, realmente é que eu vou sentir como é o Cristo, uma criatura conectada com Deus que chegou lá. Cristo nos sente, conhece cada um de nós, mas ele tem que estar conectado com Deus para saber, sentir você, você, você, a história de vida, cada um, seus dramas, seu passado, presente, futuro. É assim. Então, Deus tem um papel muito importante na nossa vida que o leal bem bem expôs hoje, que não está sendo considerado com a devida maturidade espiritual. E quem não tem maturidade espiritual perde a liberdade, porque vai ser vítima do quê? De falsos gurus, falsos profetas, como diz na Bíblia. Hoje pega um celular e encontra bobagem e acredita nelas.

l. E quem não tem maturidade espiritual perde a liberdade, porque vai ser vítima do quê? De falsos gurus, falsos profetas, como diz na Bíblia. Hoje pega um celular e encontra bobagem e acredita nelas. Isso é perigoso. Celular pode ser a porta de entrada de muitos vários falsos profetas na tua vida que você há 50 anos atrás nunca encontraria, nunca teria ouvido falar de. Então, a maturidade espiritual, nela está a liberdade plena e ela faz parte dessa maturidade espiritual. Então, a gente não associa a a como ausência de liberdade você ter processo depressivo, que pode ser até obsessão. O que que é obsessão? Por definição, é ausência de liberdade. É alguém interferindo em você. Alguém, eu quero emagrecer, não quero comer tal coisa. Ele chega e fala: "Vai, come, vai, vai, vai". Esse comando vai te vai te seduzindo. Quando você realiza o ato de atacar a geladeira de madrugada, a tua resposta física esse comando chama-se reflexo condicionado, que nosso amigo Pav estudou lá na Rússia em 1900 antigamente. E aí vai se instalando conexões. Cada vez que a pessoa atende a esse impulso, ela cria, ela fortalece o vínculo da criatura com você. Quer dizer, você abre a porta para alguém destruir tua liberdade. Obsessão é isso. Ela evolui para subjção que é mais forte ainda, perdão, a fascinação e a subjulação, que é o estágio final, que aqueles demônios que Jesus expulsava e chamava de espírito, chamava de demônio. Demônio espírito, sai espírito imundo. Não é que não que ele tratasse dessa forma desumana, mas dizia: "Sai daqui". Então, liberdade é um valor muito grande da doutrina espírita. Ela é respeitada, ela exige respeito e ao mesmo tempo ela é fruto da maturidade espiritual, mas ela está presente em nós. E se nós não fizermos bom uso dela, nós vamos ter problemas como qualquer dom que Deus nos deu. Se não fizermos bom uso dos dons que nós temos, nós vamos ter problemas, não perante a lei de Deus, mas na nossa vida a gente vai ter um retorno negativo do universo. Deu a hora. Foi maravilhoso

deu. Se não fizermos bom uso dos dons que nós temos, nós vamos ter problemas, não perante a lei de Deus, mas na nossa vida a gente vai ter um retorno negativo do universo. Deu a hora. Foi maravilhoso estarmos aqui. Votamos em abril, na quarta sexta-feira. Léo, se encerra, por favor. Uma excelente noite para todos. o nosso agradecimento pela atenção e para nós é muito importante esse momento porque nós fazemos um exercício de buscar entender a nossa passagem pelo ORB e pela existência. Nós estamos, uma coisa nós podemos ter certeza, não teremos fim. Então é importante usar inteligência e buscar andar um pouquinho mais rápido pra gente ir diminuindo as nossas angústias e sofrimentos, não é? Que o mestre proteja a todos e acompanhe vocês nos seus lares e aos que nos ouvem e nos escutam. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força

ficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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