TEMPO E VIDA - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/01/2026 (há 2 meses) 44:05 329 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui [música] para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o [música] valor. Amigos, rendamos graças a Jesus pela alegria de estarmos aqui novamente sob a sua tutela e inspirados pelo seu amor. Como sempre fazemos, vamos paraa nossa harmonização que é super importante, porque nós sabemos que todo o tratamento que recebemos quando procuramos a comunhão espírita começa a partir do momento que eu piso nas dependências da comunhão. às vezes até antes. Mas para que esse tratamento se faça de maneira eficaz, é fundamental que eu estabeleça uma conexão, uma harmonia com as esferas superiores. Então, a Terezinha, que nos dá a alegria de estar aqui hoje conosco, pediu que nós lêssemos a mensagem Glorifiquemos do livro Fonte Viva, pelo espírito de Emanuel e a mediunidade do Chico Xavier. Ora, o a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre. Paulo, quando o vaso se retirou da cerâmica, dizia sem palavras: "Bendito seja o fogo que me proporcionou a solidez". Quando Arado se ausentou da forja, afirmava em silêncio: "Bendito seja o malho que me deu forma. Quando a madeira aprimorada passou a brilhar no palácio, exclamava sem voz: "Bendita seja a lâmina que me cortou cruelmente, preparando-me a beleza. Quando a seda luziu formosa no templo, asseverava no íntimo. Bendita seja a feia lagarta que me deu vida!" Quando a flor se entreabriu, veludosa e sublime, agradeceu apressada: "Bendita a terra escura que me encheu de perfume." Quando o enfermo recuperou a saúde, gritou feliz: "Bendita seja a dor que me trouxe a lição do equilíbrio. Tudo é belo, tudo é grande, tudo é santo na casa de Deus. Agradeçamos a tempestade que renova, a luta que aperfeiçoa, o sofrimento que ilumina. A alvorada é maravilha do céu que vem após a noite na terra. Que em todas as

grande, tudo é santo na casa de Deus. Agradeçamos a tempestade que renova, a luta que aperfeiçoa, o sofrimento que ilumina. A alvorada é maravilha do céu que vem após a noite na terra. Que em todas as nossas dificuldades e sombras seja o nosso Pai glorificado para sempre. Elevemos o nosso pensamento até Jesus, a Deus glorificando o nosso Pai. sempre bondoso, sempre amoroso, pedindo a Deus que abençoe os nossos esforços nesta caminhada de ascensão espiritual, pedindo a Jesus que caminhe conosco, que nos sustente, que nos inspire, para que cada vez mais a nossa alegria ante a sua presença se traduza em trabalho, em autorrenovação. em autoconhecimento e, acima de tudo, em serviço ao próximo. Que as esferas superiores estejam com a Terezinha, que possam também inspirá-la, que o verbo que nos foram trazido aqui seja o verbo de Jesus que nos foi revelado por meio do seu evangelho. Que assim seja. Graças a Deus. Boa tarde, minhas irmãs, meus irmãos. Feliz ano novo para todos nós. Hoje nós vamos fazer uma reflexão sobre o tempo. E é interessante porque os físicos, os filósofos, os poetas, né, é um tema que encanta a todos. Mas aqui a carta de Paulo aos Romanos, o Eclesiastes, nos traz uma visão do tempo de uma forma prática. E é sobre isso que nós vamos refletir hoje. Tempo e vida. Aqui no Eclesiastes tem uma tem aquela mensagem clássica, capítulo 3, tudo tem seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, tempo de morrer, tempo de plantar, tempo de se arrancar o que plantou, tempo de matar, tempo de curar, tempo de derrubar, tempo de edificar, tempo de chorar. Tempo de rir, tempo de prantear, tempo de dançar, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras, tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar. Tempo de buscar, tempo de perder, tempo de guardar, tempo de lançar fora, tempo de rasgar e tempo de cozer, tempo de estar calado, tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de guerra e tempo de paz. E aqui a gente começa a pensar, né,

rdar, tempo de lançar fora, tempo de rasgar e tempo de cozer, tempo de estar calado, tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de guerra e tempo de paz. E aqui a gente começa a pensar, né, realmente há tempo para tudo. Quando a gente lê esse poema, acabamos de ler um poema do Emanuel, né? Quando nós ouvimos esse poema, nós começamos ver que esse é o movimento da vida. E me chama bem atenção esse aqui, tempo de abraçar e tempo de afastar-se, de abraçar, porque a nossa vida é composta de relacionamentos e todos os nossos relacionamentos começam e terminam, né? Mesmo que seja o maior de todos os amores, tem um momento em que a morte chega e transforma aquele relacionamento. O amor não muda, mas a forma como esse relacionamento existia, ele vai passar. E aí a gente entra nesse mistério do tempo, né? Nessa angústia do tempo. Meu Deus, quando nós estamos felizes, qual é a vontade? Que o tempo pare, que tudo congele. Eu me lembro de uma vez, eu tinha 9 anos, os meus pais estavam abraçados, brincando, os dois brincando, rindo, e eu estava estudando. E eu senti uma sensação que eu jamais vou esquecer. E essa sensação se repete às vezes na minha vida e hoje eu tenho capacidade de verbalizá-la. É aquela vontade que tudo pare, que o tempo congele, que nada mude, porque ali é um momento de felicidade intensa, de uma alegria imensa, mas a vida é movimento. Então, a vida de todos nós tem grandes desafios. Então, todos nós temos o nosso tempo de chorar. Todos os nós, todos nós temos os nossos, nosso tempo de rir, o nosso tempo de fazer projetos, de ter alegria, o tempo de de decepção. É interessante quando ele diz tempo de amar e odiar, né? Aquele momento da vida, aqueles momentos em que nós vivemos situações insuportáveis e que a vida exige que nós nos reconfiguremos. E às vezes nós estamos muito bem, estão estamos muito tranquilos e achamos que temos poder bastante sobre a vida e é justamente o tempo que nos dá essa humildade. Às vezes nós achamos, né, que somos poderosos, que tomamos conta do

em, estão estamos muito tranquilos e achamos que temos poder bastante sobre a vida e é justamente o tempo que nos dá essa humildade. Às vezes nós achamos, né, que somos poderosos, que tomamos conta do mundo, que somos, como diz o Charlie Chaplin, eh, no grande ditador, né? eu sou o imperador do mundo e fica lá brincando com com com aquela bola, né, que é o planeta Terra, aquela cena eh antológica. E nós pensamos: "Não, tá tudo bem, eu controlo a minha vida, eu quero essa essa necessidade de controlar os eventos da vida que nós temos, principalmente quando nós somos muito jovens. Por isso que a vida nos dá essa condição. Nascemos, né? Temos aquele tempo maravilhoso em que nós eh realizamos, fazemos grandes realizações, mas depois a vida nos convida a fazer algumas mudanças. chega a hora da reflexão, o tempo da reflexão. Nem sempre esse tempo da reflexão tem a ver com a idade cronológica, porque às vezes muito cedo passamos por provações imensas, por dificuldades, por desafios intensos, que nós dizemos assim: "Meu Deus, né, por quê?" Mas a questão não é que o nosso porquê, é que as nossas perguntas, né, motivadas pela nossa angústia, justamente ela ela esconde um desejo de nos eternizarmos, de sermos imortais, né? Queria nunca morrer, Deus me livre. A morte é uma bênção. A morte é um momento importantíssimo nas nossas vidas, né? A morte ela nos traz, nos leva para uma outra dimensão para e a morte dos outros nos leva a uma reflexão profunda também sobre o que nós estamos fazendo da vida. E aí a gente se lembra de Lucas. Lucas Jesus aqui no eu estou com a Bíblia Sagrada aqui, essa versão do João Ferreira de Almeida. Ele diz aqui no Lucas, no capítulo 12 versículo 17, não, versículo 15, né? Ele vai dizer aqui, Jesus está conversando com os seus discípulos lá e diz: "Acautelai-vos e guardai-vos da avareza". Que é avareza? A essa necessidade que nós temos de reter tudo. Às vezes a gente acha que a avareza tem relação só com o dinheiro, né? também com o dinheiro. Cada um tem a

os e guardai-vos da avareza". Que é avareza? A essa necessidade que nós temos de reter tudo. Às vezes a gente acha que a avareza tem relação só com o dinheiro, né? também com o dinheiro. Cada um tem a sua avareza, né? As suas coisinhas que a gente não compartilha com ninguém. Eu tenho uma panela. Meu marido tá quem sabe disso? [risadas] Aquela panela é maravilhosa. Panela maravilhosa. Eu tenho uma panela, avareza. E Jesus disse nos nos coloca numa situação de reflexão. Acautelai-vos, guardai-vos da avareza. Porque a vida de qualquer não consiste na abundância daquilo que possui. O que que eu tenho em abundância, né? A gente sempre relaciona isso com as questões da vida material, mas muitas vezes nós consideramos muitas coisas como nossa. Quer ver uma coisa? Eu achei interessante uma vez no meu trabalho, muitos anos atrás, uma colega disse: "Você tem uma coisa que eu acho muito bonita e muito rara". você compartilha conhecimento. Eu falei: "O que é isso? Compartilhar conhecimento é uma necessidade humana." E ela falou para mim uma coisa que eu nunca vou esquecer. Ela disse assim: "Tem gente que tem medo de perder a posição em que se encontra e por isso não compartilha aquilo que sabe." Isso é muito estranho. É um tipo de avareza, é a avareza intelectual e por aí vai. Temos outras. E ele diz: "A vida não consiste na abundância daquilo que nós possuímos. E o que é a vida?" É aqui, é por isso que hoje estamos pensando, refletindo sobre o que é o tempo e que é a vida. E aí Jesus propõe uma parábola dizendo que a herdade de um homem rico tinha produzido com abundância. E ele se arrazoava consigo mesmo, dizendo: "O que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos". Olha que beleza, tem tudo. E disse: "Farei isso. Derrubarei os meus celeiros, edificarei outros maiores e ali recolherei todas as minhas novidades e meus bens e direi a minha alma: Alma, tens um depósito de muitos bens para muitos anos. Descansa, come, bebe, folga." Mas Deus lhe disse: "Insato, esta noite te pedirão a tua alma e o que

novidades e meus bens e direi a minha alma: Alma, tens um depósito de muitos bens para muitos anos. Descansa, come, bebe, folga." Mas Deus lhe disse: "Insato, esta noite te pedirão a tua alma e o que tens preparado para quem será?" E segue uma série de reflexões sobre a questão dos lírios dos campos, né? Olhai para os lírios dos campos na versão de Lucas. Não fiam, não tem, nem Salomão com toda sua glória se vestiu como qualquer deles. E aí a gente pensa, pode ser que tem alguém que tem que tenha ganhado na mega cena da virada, né? Não foi o nosso caso, né? Mas tem esteja muito feliz. Não, mas agora eu tô tranquila. Mas a questão não se trata disso, gente. Às vezes a nossa riqueza é aquela família perfeita, sabe? Aquela família do comercial de margarina clássica, filhos maravilhosos, pais maravilhosos, de repente vem um desafio, às vezes vem uma doença grave, às vezes vem um desgosto grande, vem, né, as situações difíceis da vida e a gente diz: "Mas meu Deus, por que que o Senhor faz isso?" E nós nos angustiamos e nos esquecemos dessas palavras de Jesus. Aquilo que ajuntaste para quem será? Quer dizer, qual é o a nossa vida, qual é o sentido que nós estamos dando à nossa própria vida? Há um propósito maior para a vida. Nós chegamos aqui frágeis, pequeninos, imagina um bebê humano, se você deixá-lo ali, ele vai morrer. Ele precisa de cuidados. Alguém cuidou de nós, alguém nos deu tudo, nos ensinou o que é o amor. Às vezes aprendemos o que é o amor de uma forma positiva, às vezes aprendemos o que é o amor de uma forma negativa. Seja como for, nós entramos aqui na vida. Às vezes nós ficamos ali nos queixando porque não recebemos tudo aquilo que nós merecíamos. Achamos que a vida é injusta. É muito interessante. Muitas pessoas dizem isso. A vida não é justa. É uma frase difícil de escutar, né? muito difícil, mas é uma frase muito repetida. A vida nem sempre é justa, mas de que justiça nós estamos falando, né? A justiça da vida, a justiça divina é aquela justiça que o sol se levanta para

né? muito difícil, mas é uma frase muito repetida. A vida nem sempre é justa, mas de que justiça nós estamos falando, né? A justiça da vida, a justiça divina é aquela justiça que o sol se levanta para bons e maus, como diz Jesus, e a chuva cai para justos e injustos. Então, todos temos a nossa partilha. No evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo 6 de perfeitos, quando ele fala do dever, o espírito Lázaro, ele vai dizer que Deus nos fez iguais para dor. Você pode ver qual que o motivo de felicidade de cada pessoa, de alegria, se a gente sentar aqui, não, vamos fazer uma uma roda e uma roda de conversa e vamos o que que te dá alegria, vai ser diferente. Agora, o que te dói de fato? A gente vai lá na causa da dor real. são todas iguais. Eu tenho uma amiga muito querida, ela ela é ela fez um trabalho muito bonito, é um trabalho que a gente chama de terapia comunitária integrativa e é uma formação que a gente faz, é um trabalho excelente e eu acho até que aqui na comunhão tem, não sei, mas eh um trabalho muito bonito. E ela faz fez na África, na Colômbia, em vários países da Améria, América Latina, na Suíça, na França, as dores humanas são as mesmas, né? A gente pode ter conforto, pode ter o que for, mas as dores são as mesmas. Então, Deus nos fez iguais para dor, dirá o espírito Lázaro, justamente para isso, para que a gente tenha a dimensão do que é o sofrimento alheio e sinta compaixão. Por isso, essa é a beleza, né, da vida. Então, aí vem uma questão fundamental. Eu vinha a escutando uma música com Roml, que eu gosto muito do Casusa, eu preciso dizer que eu te amo. A versão belíssima dele com a Bebel, com Bebel Gilberto. E ele diz assim: "Eu te amo tanto que o tempo passa até arrastado só para eu ficar do teu lado, né? Isso aqui é interessante porque o tempo que às vezes a gente briga com ele, que a gente acha, né, que que eu não sei o que fazer da minha vida, não sei o que fazer com o meu tempo, eh não sei o que, né, não sei o que que vai ser da minha vida agora,

zes a gente briga com ele, que a gente acha, né, que que eu não sei o que fazer da minha vida, não sei o que fazer com o meu tempo, eh não sei o que, né, não sei o que que vai ser da minha vida agora, do meu futuro. Nós só temos esse instante, meus irmãos. É o que Jesus ensina nessa parábola. E esse instante é o instante mais importante. Na prece, a nossa querida Juliana disse, né, Senhor, estamos aqui na tua presença e estar na presença de Deus significa assumir esse compromisso de serviço, né? Esse compromisso de servir o próximo. Essa que é a beleza da vida. Então, a gente começa a pensar, né? Eu trouxe até um provérbio chinês que eu li num livro que eu acabei de terminar. O título do livro é Despertando na meia idade, um livro de uma psicóloga eunguiana. E ele diz o seguinte, esse provérbio, vejam vocês, se houver luz na alma, haverá beleza na pessoa. Se houver beleza na pessoa, haverá harmonia na casa. Se houver harmonia na casa, haverá ordem na nação. Se houver ordem na nação, haverá paz no mundo. Então, esse é o compromisso que nós vamos assumindo. Então, o que é a nossa vida? O que é o nosso tempo? O o Emanuel aqui comentando esse esse texto de Paulo aos Romanos, né, no capítulo 14, o Paulo vai dizer aquele que faz um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias, né? Sabe aquela angústia de, meu Deus, todos os dias são iguais, não passa. Tem até um filme, o feitiço do tempo, que a pessoa volta sempre o mesmo ponto e a gente fica ali todo dia a mesma coisa. Eu não suporto a rotina, eu não suporto a minha vida. Eu tinha uma vida muito movimentada antes, né? Aí me aposentei, adoeci, perdi um emprego, sei lá o que que aconteceu e hoje a minha vida é aquela, aqueles dias são iguais, o tempo não passa. Isso é angustiante, realmente, porque o que que é o tempo, né? O Senhor dos Anéis, Gandalf, numa esse filme, eu acho um filme fantástico. Lá no final, o Gandalf, que é o mago, ele vai dizer por Frodo, o gar o o Robbit que vai levar o anel, ele diz: "A

tempo, né? O Senhor dos Anéis, Gandalf, numa esse filme, eu acho um filme fantástico. Lá no final, o Gandalf, que é o mago, ele vai dizer por Frodo, o gar o o Robbit que vai levar o anel, ele diz: "A única coisa que importa é saber o que fazer com o tempo que nos foi dado". Então, quando a gente tá nesse processo de repetição, né, nessa angústia de eu não sei o que fazer da minha vida, alguma coisa precisa ser feita. né? Alguma coisa precisa ser feita. E aqui o o Paulo vai dizer isso aos Romanos, capítulo 14, versículo 5. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. A gente precisa se voltar para dentro. Esse estar seguro na mente é voltar-se para dentro. Eu me lembro da minha mãe, eu gosto de repetir isso. Ela chegou uma hora que ela não não conseguia mais ir à igreja. E mamãe era ministra da eucaristia. Sou filho de uma ministra, ministra da eucaristia. Ela levava a eucaristia aos doentes, né? Fazia todo um trabalho. Chegou uma hora que ela não podia mais. Então ela ficava nas redes vida, Aparecida, eh, Divino Pai Eterno. E eu dizia para ela: "Mamãe, com as suas orações o dia inteiro em casa, a senhora faz muito pela humanidade, talvez mais até do que se a senhora estivesse no estresse do mundo lá fora." E a gente vai ver isso com aqui com Emanuel. Ele diz aqui: "Aquil aquele que faz caso do dia para o Senhor o faz". E ele também diz uma outra coisa, porque nenhum de nós vive para si e nenhum de nós morre para si. E aí a gente volta pro comentário do Emanuel. Quem tiver o livro eh Caminho, verdade e vida, é a primeira lição dessa série. Caminho Verdade e Vida, Fonte Viva, Vinha de Luz. É a primeira lição. É interessante que Emanuel abre essa esse trabalho fantástico. Eu estou aqui com o Evangelho por Emanuel, que é uma que é uma coletânea dentro dos comentários, mas ele abre essa série justamente com essa mensagem, o tempo. E ele diz aqui, ele vai comentar esse versículo, aquele

om o Evangelho por Emanuel, que é uma que é uma coletânea dentro dos comentários, mas ele abre essa série justamente com essa mensagem, o tempo. E ele diz aqui, ele vai comentar esse versículo, aquele que faz caso do dia, aquele que distingue os dias, é para o Senhor que o distingue, é para o Senhor que o faz. Meu tempo pertence a Deus, não é a mim. A gente já conseguiu compreender isso até agora. Porque o meu o tempo é de Deus, não me pertence. Porque o tempo é o quê? A minha vida escorrendo. Minha vida tá indo embora. O tempo me mostra isso. Na próxima semana completarei 65 anos de idade com a maior alegria do mundo. Hoje de manhã eu já fiz uma retrospectiva com o meu marido dos pontos mais importantes da minha vida, né? daqueles pontos que foram fundamentais para que eu pudesse crescer, para que eu pudesse ir à frente, né? A vida vai trazendo sempre novos desafios. Mas quando a gente tem consciência, né, de que estamos aqui numa forja, eu me lembro do dia, eu comentava há pouco com a Juliana o quanto eu fui amparada, abençoada nessa comunhão espírita, ainda muito jovem, meu Deus, muito. Tem uma pessoa aqui, um espírito que está aqui junto de nós, o nome dela é dona Laí Capilé. Quem a conheceu sabe, um anjo foi um anjo da minha vida. Então, nós vivenciamos os desafios da vida. E eu me lembro de uma vez que eu estava perguntando em lágrimas a Deus. O o o tempo era novembro de 2003, por de uma situação gravíssima. Meu Deus, por que que isso acontece? Por que que isso aconteceu? E eu me lembro que eu abri o livro No Mundo Maior de André Luiz e está lá um é um caso de obsessão. O título do capítulo para quem quiser é O poder do Amor. E o obsessor pergunta a a irmã Cipriana porque que Deus permitiu que aquilo acontecesse com ele, né? E a irmã Cipriana, que é um um anjo, responde a ele que é a mesma coisa do vaso perguntar ao oleiro por que o oleiro o submete àquela temperatura desumana, né? É a mesma coisa. Estamos numa forja, mas nessa forja nós nos esquecemos de quem

sponde a ele que é a mesma coisa do vaso perguntar ao oleiro por que o oleiro o submete àquela temperatura desumana, né? É a mesma coisa. Estamos numa forja, mas nessa forja nós nos esquecemos de quem somos, né? Nós somos filhos da vida, nós somos criações da vida, nós olhamos para a natureza. Qual é a qual é a função de uma roseira? Perfumar a vida, né? Mas todo aquele processo, todas as rosezeiras são parecidas, né? São parecidas, não tem nada igual. Só quando você tá ali juntinho delas, você sabe assim também. Nós também nós não conhecemos os processos pelas quais uma rozeira passa para se tornar perfume. Nós não sabemos. Assim também somos nós. Nós também espalhamos um perfume à nossa volta, né? Esse perfume é identificado como a caridade. E aqui nós vamos ver que é nessa forja que é isso que o tempo vai fazendo conosco. Nós podemos nos transformar em pessoas profundamente amargas. Isso é possível. Todos nós temos as nossas raízes de amargura. todos nós. Aliás, Paulo de Tarso, ele tem uma lição, vinha de luz, amargura. Nosso próximo encontro a gente comenta essa lição. Todos temos as nossas lições raízes de amargura dentro de nós, mas todos temos o dever sagrado de tratá-las. Porque aqui ele vai dizer primeiro sobre a questão do tempo, Emmanuel vai dizer uma coisa que eu acho importantíssima, que a maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo. Existem aqueles que abusam dessa concessão divina e julgam que a riqueza dos benefícios lhe devida por Deus. Quando eu digo: "A vida é injusta". Deus é bom para uns e não é para outros, né? O outros é no meu caso, sou eu, né? Eu não estou percebendo quanto as circunstâncias da vida muitas vezes se articulam para que aquilo aconteça com a gente e aquilo que nos acontece é o melhor. Às vezes a gente acha, não, não é o melhor, é o melhor. Deus sabe que nós não somos apenas esse corpo que está destinado a ser entregue, a se tornar lama ou cinza. Nós somos criados para refletirmos a imagem de Deus como um espelho ao que

lhor, é o melhor. Deus sabe que nós não somos apenas esse corpo que está destinado a ser entregue, a se tornar lama ou cinza. Nós somos criados para refletirmos a imagem de Deus como um espelho ao que diz cáritas na sua prece, né? Dai-nos a caridade pura que fará nas nossas almas o espelho onde há de se refletir a nossa a vossa divina imagem. E como é que nós vamos conquistar isso? Como é que nós vamos preencher o nosso tempo? O Jesus diz, né? brilhe a vossa luz para que os homens, vendo as vossas boas obras glorifiquem a vosso Pai que está no céu. Mas eu não consigo, eu não posso sair de casa, eu isso, eu aquilo, minhas meus impedimentos. Às vezes a gente só pode se firmar na mente, como Paulo diz daqui a pouco. E Emanuel diz assim: "Olha, gente, a expressão popular matar o tempo reflete inconsciência vulgar." Nesse sentido, nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação é muito importante para o concurso humano na execução das leis divinas. Sabe aquele dia que a gente quer ficar só em casa? Eu preciso ficar sozinha. Não, não tem como. Eu não tenho espaço na minha casa para ficar só, em lugar nenhum. Eu nem tenho tempo para isso. Jesus recomenda que a gente se recolha um lugar à parte, que a gente se volte para o santuário do próprio coração e busque essa harmonia, né? E outra coisa que o Paulo vai dizer aqui, né, que Emanuel comenta, pois ninguém de nós vive para si. Ninguém de nós vive e ninguém de nós morre para si mesmo. É outro ponto importante. Ele vai, eu achei linda essa frase. A árvore que plantas, a o título da mensagem é ninguém vivo vive para si. E está nesse livro maravilhoso, Fonte Viva. A árvore que plantas produzirá não somente para a tua fome, mas para socorrer as necessidades de muitos. Que coisa linda. Lembrei agora do meu irmão quando a gente visitou o lugar onde a gente nasceu e ele levou os filhos, né? Foi a família inteira e o meu irmão mostrando pros pros meus sobrinhos. Tá

os. Que coisa linda. Lembrei agora do meu irmão quando a gente visitou o lugar onde a gente nasceu e ele levou os filhos, né? Foi a família inteira e o meu irmão mostrando pros pros meus sobrinhos. Tá vendo aquela essas árvores aqui foram plantadas pelo seu avô? Quer dizer, há plantas, há árvores que são plantadas e que outros colherão. A vida é assim. Nós estamos aqui colhendo os frutos do trabalho de tantos. Por isso que precisamos aprender a honrar aqueles que nos antecederam, né? Os nossos pais não são apenas os nossos pais biológicos, né? Nós temos os nossos pais, aqueles que vieram antes, aqueles que nos nos fizeram chegar até aqui, nós estamos sendo base para outros tantos. Emanuel também continuará: "A luz que acendes clareará o caminho não apenas para os teus pés, mas igualmente para os viajores que seguem a teu lado." Olha que coisa linda. Assim como um fio d'água influencia a terra por onde passa, as tuas decisões inspiram decisões alheias. A gente não tem ideia quantas pessoas olham para a gente. A gente não acredita, né, gente? Não acredita. Mas quantas pessoas olham para cada um de nós e se sentem inspirados? Isso é uma coisa interessante. Nós influenciamos sim aqueles que estão à nossa volta. Nós deixamos marcas no coração de cada criatura que convive conosco. A pergunta é: Que marca eu estou deixando, né? Ele diz aqui: "Milhares de olhos observam-te os passos, milhares de ouvidos escutam-te a voz e milhares de corações recebem estímulos para o bem ou para o mal. Ninguém vive para si. Assevera-nos a divina mensagem. Queiramos ou não, é da lei que a nossa existência pertença às existências que nos rodeiam. Às vezes o tempo que passamos aqui na terra é um tempo curto, curtíssimo. Eu estou aqui hoje porque eu tive um filho que nasceu de 7 meses e viveu 30 horas apenas. Foi ele que me tornou espírita. 30 horas. Então a gente não sabe, né? A gente não tem ideia. Só o tempo nos mostra, o tempo, a idade vai nos mostrando o que que a vida nos propôs e o que que

s apenas. Foi ele que me tornou espírita. 30 horas. Então a gente não sabe, né? A gente não tem ideia. Só o tempo nos mostra, o tempo, a idade vai nos mostrando o que que a vida nos propôs e o que que nós fizemos do tempo que nos foi dado, né? Para terminar, meus irmãos, ele diz aqui: "Vivemos para os nossos familiares, nossos amigos, nossos ideais". A, acelerando aqui a mensagem, ele diz assim: "Compreendendo semelhante realidade, observa o teu próprio caminho." Quando Emanuel diz isso, gente, não é para colocar culpa nas nossas costas pra gente dizer: "Ai, meu Deus, eu não consigo fazer isso ainda". Não tem problema, você terá 1522 encarnações ainda aqui na terra e vai conseguir. Fiquemos tranquilos. Mas ele diz aqui: "Sentindo, pensas, pensando realizas. E tudo aquilo que constitui tuas obras, as intenções, as palavras e os atos representará influência de tua alma, auxiliando-te à libertação para a glória da luz ou agravando-te o cativeiro para o sofrimento nas sombras. Vigia, pois, o teu mundo íntimo e faz o bem que puderes ainda hoje. A gente não faz só o bem, meus irmãos, minhas irmãs, não é só se a gente sair daqui e for fazer alguma coisa. Caridade não é uma coisa que a gente faz. A caridade é uma permissão que a gente dá ao amor de Deus para ele passar pelo nosso coração. A última frase: "Vigia, pois, o teu mundo íntimo e faz o bem que puderes ainda hoje, porquanto, segunda, segundo a sábia conceituação do apóstolo Paulo, ninguém vive para si". Livro Fonte Viva, página capítulo 154. Muita paz, minhas amigas, meus amigos. Que Jesus nos abençoe. Muito obrigada. Feliz ano novo de novo. Amigos, amigas, eu fico pensando o quanto Jesus é generoso conosco por nos ofertar essas tardes de sexta-feira, sempre com palavras que encontram o nosso coração, balsamizam as nossas dificuldades, as nossas os nossos sofrimentos. E nós saímos daqui não só mais reflexivos, mas muito mais fortalecidos. no nosso desejo de aprimoramento espiritual. E complementando, hoje a a Terezinha tá com a veia

as nossas os nossos sofrimentos. E nós saímos daqui não só mais reflexivos, mas muito mais fortalecidos. no nosso desejo de aprimoramento espiritual. E complementando, hoje a a Terezinha tá com a veia poética, né? uma verve poética, lembrando do Caetano que ele disse sobre o tempo: "E quando eu tiver saído para fora do teu círculo, seu do teu círculo, não tereis não serei nem terá sido." Ou seja, o tempo é uma métrica restritiva desta vida encarnada, da experiência na carne, que é necessária para que nós possamos sentir este impulso de crescer, porque senão nos acomodamos. E quando dizemos o tempo passa, na verdade não é o tempo, porque tempo não existe, né? O que existe são oportunidades de crescimento. E quando eu abro mão de crescer, eu estou abrindo mão temporariamente da minha proximidade com o nosso pai. Então, que hoje nós saiamos daqui alimentados pela palavra da Terezinha, rogando a Jesus que neste novo ciclo que ela vai entrar, ele fortaleça esse verbo que consola, que esclarece, que traz vida, não é? Porque o que nós, aquilo de que nós precisamos é que o nosso verbo seja sempre o verbo de Jesus. Elevemos o nosso pensamento a esse mestre tão amoroso, tão gentil, tão dócil, que nos convida a caminhar com ele, que nos mostra a jornada que se nos aguarda, sem nos esconder as adversidades, mas nos mostrando que o amor cobre uma multidão de pecados e que é através do exercício deste amor que veremos com uma clareza cada vez maior a nossa divindade e o quanto o nosso irmão participa da construção desta divindade. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno a seus lares e que na próxima quarta-feira aqui esteja quarta não, perdão, na próxima sexta-feira aqui estejamos unidos por essa alegria e pela gentileza que vocês nos dispensam por nos ouvir. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e

paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam

também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa [música] estrada da vida. Estamos chegando aos [música] momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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