A ALEGRIA - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]
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comunhão foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor. dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Boa noite, minhas irmãs, meus irmãos. É uma alegria muito grande estarmos juntos mais uma vez. E hoje o tema é alegria. E para preparar os nossos corações para a prece, vamos ouvir a mensagem da nossa querida Meimei através da mediunidade do Chico Xavier. E o título da mensagem é alegria. Vocês precisam ouvir essa mensagem na voz do Chico. Tem no YouTube, no Spotify. É uma maravilha. Alegria. Alegria é o cântico das horas com que Deus te afaga a passagem no mundo. Olha que definição belíssima. Alegria é o cântico das horas com que Deus te afaga a passagem no mundo. Em toda parte desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar. A água da fonte é carinho ler efeito no coração da terra. E o próprio grão de areia inundado de sol é a mensagem de alegria falar-te do sol do chão. Não permitas assim que a tua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros. Ainda mesmo quando tudo pareça conspirar contra a felicidade que esperas. Ergue os olhos para a face risonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes. Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas. A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho. E a alvorada a guarda generosa que anoitece para renovar-se diariamente em festa de amor e luz. Que poema belíssimo, né, gente? Mei, eu acresci ouvindo uma frase que hoje eu considero terrível, mas muitos filósofos e psicólogos e pensadores a defendem. Ah, não existe a felicidade, existem momentos felizes. E essa questão da felicidade, da alegria, é uma coisa que sempre eu busquei uma
rível, mas muitos filósofos e psicólogos e pensadores a defendem. Ah, não existe a felicidade, existem momentos felizes. E essa questão da felicidade, da alegria, é uma coisa que sempre eu busquei uma algo que me dissesse que era verdade, que era possível a felicidade. Até o dia que eu encontrei em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo bem-aventurados os puros de coração, no item Bem-aventurados os que têm os olhos fechados do É uma mensagem do Curadares, uma na tradução do Herculano Pires, eu tinha 22 anos de idade. E ali a tradução é: Deus fez a felicidade e permite a tristeza. nas traduç na tradução do Guilhon Ribeiro é: Deus fez aventura e permite a tristeza. Então, nesse clima de paz, de alegria, de esperança, porque a nossa alegria não é aquela alegria, né, de conseguir o que a gente quer do jeito que a gente quer, na hora que a gente quer, sempre, né, às vezes isso acontece, mas a nossa alegria é de nos sabermos filhos de Deus. Então, vamos orar. Vamos mentalizar, meus amados, minhas amadas, o mundo angustiado, o mundo cheio de desespero que nós temos acompanhado, os perigos que nos rondam nesse tempo, as lágrimas que são derramadas em todos os continentes do nosso planeta. E vamos nos vincular nesse instante, pela prece, aos espíritos consoladores, aqueles que levam a toda parte a paz, a esperança, a fé. Vamos integrar, nos integrar a essa falange que cuida do amor. E vamos nos lembrar do nosso amado São Francisco de Assis, do roteiro que ele nos dá para que todas as manhãs nós possamos ir para a vida. E vamos orar a esta oração de São Francisco pela paz. Senhor, fazei-me um instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve união. Onde houver dúvidas, que eu leve à fé. Onde houver erros, que eu leve à verdade. Onde houver desespero, que eu leve a esperança. Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. Onde houver trevas, que eu leve à luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar
que eu leve à verdade. Onde houver desespero, que eu leve a esperança. Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. Onde houver trevas, que eu leve à luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. Compreender que ser compreendido, amar que ser amado, porquanto é dando o que se recebe, é perdoando o que se é perdoado e é morrendo que se vive para a vida eterna. Jesus, amigo celeste, ajuda-nos a compreender, a internalizar as palavras do teu evangelho. Ó mestre amigo, tu não nos pedes muito, apenas a disposição para amar e servir. E isso para nós que carregamos milênios de sombra na alma, ainda é tão difícil, mestre amado. Mas ajuda-nos a lembrar sempre que a alegria é a única coisa que nós podemos oferecer sem que ainda que estejamos com o coração triste. E essa alegria de oferecer algo de nós mesmos inunda-nos de esperança, de luz e isso muda a nossa vida. abençoa cada um de nós que aqui se encontram, os nossos familiares que nos acompanham, os amigos, aqueles que estão aqui chegando, seja no trabalho virtual, seja no trabalho presencial, ser conosco, Jesus hoje e sempre. Assim seja. Pois é, meus amados irmãos, minhas queridas irmãs, eu amo essa lição. A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho. Quem tem rosezeira sabe, né? É impossível você ir cuidar das suas rosiras sem sair perida de alguma forma. Isso é um símbolo importante, porque quem é que vive neste mundo sem ter um espinho? Parece, às vezes a gente acha que isso é pessimismo, né? A gente olhar pra vida e dizer: "Nossa, mas será que é só problema? É uma coisa atrás da outra? É um problema atrás da outro, do outro? Será que a gente não pode ter momento de paz?" E às vezes quando nós estamos naquele momento de paz, de alegria, que tudo tá indo bem, fica aquela pontinha de medo no coração, dizer: "Meu Deus, que será que vem por aí? vai vir alguma coisa errada, porque tá tudo bem, né? É, infelizmente, não sei por nós semeamos essas crenças, porque nós escutamos. Quantas vezes eu escutei
dizer: "Meu Deus, que será que vem por aí? vai vir alguma coisa errada, porque tá tudo bem, né? É, infelizmente, não sei por nós semeamos essas crenças, porque nós escutamos. Quantas vezes eu escutei isso? Eu me lembro de uma pessoa que me disse eh, que ela ouvia quando criança, quando via uma pessoa muito bonita, muito feliz, alguém de ela escutava alguém dizer, não sei quem dizia, mas ela nunca esqueceu, ela era muito pequena quando escutava, era ninguém pode ser feliz assim, impunente, olha a palavra, impunente. Essa menina, ela tinha um problema sério de depressão. E aí vem hoje e o sonho dela era viajar, mas ela não tinha dinheiro e hoje ela vive viajando. Tá muito bem, graças a Deus. A gente precisa vencer algumas coisas que a gente carrega na alma. E são coisas que nós internalizamos muito cedo. Como eu falei para vocês, eu tinha 22 anos de idade quando lendo o Evangelho Segundo Espiritismo na tradução de Arculano Pires, que eu acab que tinha acabado de ganhar no centro espírita, que eu tinha acabado de chegar, eu tinha me tornado espírita e ali naquela tradução estava, eu me lembro de ter aberto, caiu no Bem-aventurados que tem os olhos fechados. é uma um uma mensagem lindíssima. E ela diz e ele diz para a a a moça que foi consultada lá, Deus fez a felicidade e permite a tristeza. Então, essa é a frase guia do Evangelho Segundo Espiritismo que orienta a minha vida. É claro que os desafios são imensos, as dores vêm, muitas vezes nos abalam profundamente, mas há algo, há algo que nos diz, isso também passa. Quando a gente tá ali naqueles momentos de felicidade, nós estamos recarregando sim as nossas baterias. Nós não somos mais crianças ingênuas que espera de tudo o mundo mágico da vida, né? Nós sabemos que virão momentos difíceis, mas esses momentos difíceis também passarão. E a força com que nós construímos a nossa vida é justamente a força da fé. Porque a fé, às vezes a gente diz assim: "Mas eu eu tenho fé em Deus, mas eu eu não consigo eh aceitar certas certas
assarão. E a força com que nós construímos a nossa vida é justamente a força da fé. Porque a fé, às vezes a gente diz assim: "Mas eu eu tenho fé em Deus, mas eu eu não consigo eh aceitar certas certas coisas. É porque a nossa fé ainda é uma crença, né? É porque nós ainda não, eu não, não queria dizer isso, mas eu vou ser obrigada a dizer. É porque nós ainda não sofremos o bastante, ainda não chegamos aquele limite terrível em que a gente só tem uma atitude a tomar. Meu Deus, eu sei que o Senhor existe. Eu entrego a minha vida e a vida das minhas filhas, dos meus filhos, dos meus amados em tuas mãos, porque eu já não tenho mais o que fazer. É muito comum na vida. A gente fica ali lutando, lutando, lutando, brigando, sofrendo, a gente se desespera. Às vezes acontecem coisas muito difíceis, a gente passa por processos assim que a gente não tem o que fazer, que a gente não tem mais o que fazer. E esse é o momento da entrega. É aquele momento que a gente perde tudo, minhas irmãs, meus irmãos, quem já viveu essa experiência sabe, perde o chão, perde tudo. E é naquele instante que a gente não diz sem a gente costuma de ouvir isso, né? Não sei de onde é que veio a força para eu enfrentar isso. Quando passa, meu Deus, como foi possível, né? Por quê? Porque algo desabrocha em nós. É justamente, lembra aqui tem a planta, né? A roseira, ela tem os espinhos, em dado momento ela dá rosas e no último instante ela oferece o perfume, realizou o seu projeto na vida e pronto. É assim a nossa vida. A alegria é esse perfume. Quem conhece o que é o trabalho de um trabalhador que se dedica de fato aquela pessoa que que encontrou algo que dá um certo sentido à vida dela. E eu, Terezinha, encontrei isso na doutrina espírita, né? Desde que eu me tornei espírita, eu me tornei uma trabalhadora e uma estudiosa do espiritismo. Quantas vezes nós chegamos ou colegas nossos chegamos ao trabalho espiritual para realizar ulcerados de dor, né? Sejam dores morais, sejam doenças físicas, sejam os grandes desafios da vida. E é ali que a
tas vezes nós chegamos ou colegas nossos chegamos ao trabalho espiritual para realizar ulcerados de dor, né? Sejam dores morais, sejam doenças físicas, sejam os grandes desafios da vida. E é ali que a gente sabe que é na intimidade com Jesus, no trabalho espiritual que nós vamos encontrar as forças para renovar a vida. E nós continuamos. Quantas vezes mais tarde, depois de passar da tempestade, nós estamos mais fortes, nós estamos mais compassivos, mais amorosos, mais compreensivos, com mais predisposição a perdoar os outros. Porque o nosso egoísmo aos poucos ele vai sendo o egoísmo, gente, é estrutural, é impossível vivermos nessa vida a menos São Francisco de Assis conseguiu, né? Jesus conseguiu e outros. Mas para nós humanos comuns, né, o o nosso egoísmo é estrutural. Sem ele nós não vivemos. Nós precisamos nos preservar. Nós precisamos, né, de cuidar de nós mesmos em primeiro lugar. Isso não tô falando nem do autocuidado, tô falando do egoísmo mesmo, que a gente retém aquilo que a gente pode. Ainda é assim. Mas esse egoísmo, ele vai sendo desbastado como uma pedra de mármore que um escultor imagina a beleza da obra de arte. Assim também Deus vai nos esculpindo com os golpes que nós sofremos na vida, né? A Maria Dolores é quem tem um poema lindo, Buril de Luz. Eu nunca sei o poema todo. Eu sempre esqueço de um de um de um de um verso, me perdoem. Mas ela vai dizer: "Em teus dias de dor, recorda, alma querida, que a dor é para a vida. Aquilo que o burilo severo é nas mãos do escultor para o mármore sem forma. Golpe aqui, golpe ali, outro mais e mais outro. Um corte de outro corte se aproxima, transformando a pedra bruta em celeste beleza de obra prima. Aqui eu me esqueci do verso. E ela finaliza dizendo: "Quem não sofre, não chora, não padece ou luta é tão somente um ser espiritual que não nasceu ainda". Essa é a questão. Então nós estamos aqui na forja da vida. Todo mundo, se nós fizéssemos agora, nesse instante uma revisão da vida, né? Não vou fazer nesse momento uma revisão da vida, que que nós
a". Essa é a questão. Então nós estamos aqui na forja da vida. Todo mundo, se nós fizéssemos agora, nesse instante uma revisão da vida, né? Não vou fazer nesse momento uma revisão da vida, que que nós veríamos? O que que nós aprendemos com o próprio sofrimento? a a nos sensibilizarmos mais com o sofrimento alheio. O que que nós aprendemos com o momento em que nós vencemos o nosso orgulho, estendemos a mão para pedir ajuda a alguém? E essa ajuda foi negada? Isso é comum. Essa ajuda foi negada ou então foi a gente passa aquela humilhação do tipo de novo, né? Quando é que você vai resolver esse problema, né? A gente aprende a não fazer a mesma coisa. Então, o sofrimento ele tem é o sofrimento com Jesus. Quando nós buscamos o evangelho como roteiro de vida, aqui no livro Caminho, verdade e vida, Emanuel, ele faz um comentário que eu acho muito pertinente. Todo mundo conhece essa série, tá ali Fonte Viva, tá ali Fonte Viva, Caminho Verdade e Vida, Vinha de Luz, Ceifa de Luz, Pão Nosso. Ele começa esse essa série falando que é porque ele pega um versículo do evangelho e faz um comentário, 10 comentários, 20 comentários, é uma um trabalho assim fantástico. E ele disse: "Olha, os companheiros podem até estranhar esse modo, né, de isolar o versículo e fazer um comentário dele, mas ele diz assim: "Nós procedemos, porque num colar de pérolas cada uma tem o seu valor específico. Cada pérola você tem um colar de pérolas, você perde uma, que é que você faz? Meu Deus, né? Chama o mundo inteiro para achar aquela pérola. Deus me livre, né? Ah, bem, se bem que eu não tenho colar de pérolas. O da minha mãe eu estraguei quando eu era criança. Então ele vai dizer aqui, cada pérola tem um valor específico. Cada versículo, né, no conjunto da dos ensinamentos da boa nova, né, cada conceito vai se adaptar a determinada situação da vida. Então, o Evangelho segundo Emmanuel não é um livro pra gente ajoelhar e rezar. Eh, pelo contrário, ele é um roteiro. É um roteiro que nós podemos até aplicar
se adaptar a determinada situação da vida. Então, o Evangelho segundo Emmanuel não é um livro pra gente ajoelhar e rezar. Eh, pelo contrário, ele é um roteiro. É um roteiro que nós podemos até aplicar na legislação e na administração, no nosso trabalho. E eu me lembro de uma vez a minha filha quando ela começou a a trabalhar, depois ela foi pra universidade e ela disse: "Eu percebi umas coisas, uma coisa importante, mãe, aquelas pessoas que mais ten uma preocupação com os outros, eu fui descobrindo aos poucos e e melhorar as coisas, não é que elas são espíritas". Eu digo: "Ah, que bom, né?" >> Então, e é verdade, porque nós estamos aqui, né, para tornar o mundo um pouco melhor. E muito das coisas que nós aprendemos com o evangelho, com a doutrina espírita, com outros pensadores, naturalmente, né, nós vamos ter esse ideal de um mundo melhor, de um mundo mais feliz. Quando eu estava pensando no nosso estudo de hoje, eu pensei: "Meu Deus, que razões nós temos para manter a alegria nesse mundo que está desmoronando, né? A gente vê os noticiários, a gente fica, né? Todo mundo que tá vendo notícias fica assim abismado com o que está acontecendo no mundo inteiro. E todos nós, de alguma forma nós, o que que é o mundo inteiro, minhas irmãs e meus irmãos? O que é o planeta inteiro? O que é a Terra inteira? É a nossa casa. A humanidade é a nossa família. Não tem como a gente não se sensibilizar com as necessidades humanas outras, ainda que nós não podemos, não possamos fazer nada. Mas será que de fato nós não podemos fazer nada, Jesus? O que que nós podemos oferecer, ainda que minimamente para aliviar toda essa situação que aí está? Porque há os movimentos externos, né, os eventos externos nos afetam profundamente. Nós não podemos decidir sobre eles. Nós não podemos. Ingenuamente a gente pode dizer: "Ah, se eu fosse o presidente da República, eu fazia isso, isso isso isso, né? Às vezes até a gente faz isso. É uma ingenuidade. A gente não sabe do que a gente tá falando, mas há coisas que nós podemos fazer." E
osse o presidente da República, eu fazia isso, isso isso isso, né? Às vezes até a gente faz isso. É uma ingenuidade. A gente não sabe do que a gente tá falando, mas há coisas que nós podemos fazer." E aqui vem, né? Essa ainda mais uma vez essas palavras da Meimei. Ela diz aqui, ainda que mesmo tudo pareça conspirar contra a felicidade que esperas, ergue os olhos para a face risonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes. Então, é aquela hora que a gente precisa fazer um exercício, que esse exercício inclusive é da psicologia positiva. A psicologia positiva, minhas irmãs, meus irmãos, não é positivismo tóxico, tá? A psicologia positiva é a aplicação dos princípios da psicologia, da busca pelas competências humanas, né, ao à vida prática. Então, um dos exercícios que nós temos é a contar as bênçãos. E é interessante que a que o espírito amigo vai falar isso no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo A paciência. Se nós fizermos um avaliação, as bênçãos são mais numerosas que as dores. Aí alguém vai me dizer: "Terezinha, eu sinto dor o tempo inteiro. Eu sei como é, eu entendo muito disso, né? Por quê? E aí a gente, o que que a gente faz nessas horas? A gente precisa criar recursos. Um exercício da psicologia positiva é você contar as bênçãos. Então você tem uma dificuldade, faz assim, faz um não, mas tem coisas aqui, tem umas cinco coisas que são boas aqui, né? Então quando ela diz aqui, quando tudo parece conspirar contra a felicidade, ergue os olhos para a face e risonha da vida, qual é a face risonha? da minha vida. E aí vem a grande pergunta que eu preciso fazer para mim. O que me traz alegria mais do que isso? Que alegria eu posso oferecer a alguém? Alguém? Como eu posso na minha tristeza profunda da minha depressão imensa, que às vezes, né, quem conhece a depressão sabe como é, né? Sabe como é, o que é que eu posso fazer? Às vezes eu não consigo me levantar da cama, eu não consigo atender o celular, eu não consigo falar com ninguém, mas tem alguém na nossa vida que apresenta
né? Sabe como é, o que é que eu posso fazer? Às vezes eu não consigo me levantar da cama, eu não consigo atender o celular, eu não consigo falar com ninguém, mas tem alguém na nossa vida que apresenta essa face risonha da vida pra gente e nos convida a sair dali. E eu digo mais, minhas irmãs, meus irmãos, às vezes quando nós estamos muito mal, até a alegria das pessoas incomoda, o canto dos passarinhos incomoda. Ai, que pessoa feliz e chata, né? Uma vez uma das minhas filhas me disse que alguém disse para ela: "Você é felizinha demais". Porque ela é felizinha demais, né? Sabe aquela música do Gilberto Gil? Há de surgir uma estrela no céu a cada vez que você sorrir. É aquilo ali, né? Eu me lembro de uma vez que um colega muito amado, nós estávamos discutindo sobre a questão da felicidade, né? E a ética. É o estudo sobre a felicidade humana, né? É sobre isso que o Aristóteles discorre na ética anicomaco, né? Então, a questão era sobre a felicidade. Aí eu falei num uma reunião de trabalho, eu sou uma pessoa muito feliz. Uma das criaturas vira para mim, tu tem um problema de saúde que é sério e incômodo? Tu não tem dinheiro. Todo mundo sabe disso, que que a tua vida é difícil. A gente sabe das dificuldades e tu vem dizer que é feliz. Terezinha, tá louca? Passou. Eu fiquei um pouco constrangida na hora, mas tudo bem, né? São visões. A minha alegria é outro tipo de alegria, né? A gente se acostuma com a escassez. O Paulo de Tá vai dizer isso daqui a pouco. E aí eu cheguei no domingo e os meus amigos, mas eu fiquei um pouco constrangida com aquilo e meus amigos foram almoçar lá em casa e a gente tava lá naquela alegria toda, naquela festa, né? Na nossa alegria porque estamos juntos. E eu comentei isso que aconteceu e uma colega disse: "É porque ele não conhece os almoços de domingo aqui na tua casa". Digo é mesmo, né? Porque nós vamos encontrar a dor, ela é universal. Todo mundo sabe a dor de uma perda, a dor de cabeça, né? Todo mundo sabe o a dor. Nós somos iguais na dor. Você pode ser o o
casa". Digo é mesmo, né? Porque nós vamos encontrar a dor, ela é universal. Todo mundo sabe a dor de uma perda, a dor de cabeça, né? Todo mundo sabe o a dor. Nós somos iguais na dor. Você pode ser o o homem mais corajoso do mundo, se você estiver com gripe, né? >> a gente já sabe como é, né, seus últimos desejos que era no outro testamento. Então a gente sabe, mas a felicidade é alegria diferente, porque são coisas diferentes que nos mobilizam. Então é interessante que a gente pense, né, que a gente comece a escrever, a definir, a olhar para essa face e risonha da vida, para que nós possamos também sair um pouco de nós mesmos, desse egoísmo que nos eh domina. né? Esse erro de cálculo que a gente tem aqui dentro, porque somos humanos também, isso é necessário. É necessário. Você imagina um ser humano poderoso, feliz o tempo inteiro, sem nenhum sofrimento. Deus me livre, né? Só tem um caso que eu conheço, tá? No livro céu e o inferno. Conda Paula. Ela era a beneficência em pessoa. Depois vocês procuram aí no livro Céu e o Inferno de Allan Kardec. Então, Paulo aqui na epístola aos Filipenses é uma epístola linda e ele termina dando uns últimos conselhos e no capítulo 4, versículo 4, ele diz assim: "Alegrai-vos sempre no Senhor". Repito, alegrai-vos que a vossa moderação se torne conhecida de todos os homens. moderação. Às vezes nós somos, no teatro, a gente chama isso de salto alto mesmo, né? Você vai fazer uma peça de teatro e aí você, ah, eu já decorei o texto todo, mas teatro é teatro, já sei todo o texto todo. Não, mas vamos passar aqui não, tô cansada, já passei. Quando chega, quando você chega na hora da apresentação, é inevitável. Você vai fazer alguma coisa que não devia, entende? Então, a humildade é fundamental. Então, nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Nós precisamos de moderação. Quando nós achamos que nós estamos excelentes, Deus é tão bom que manda uma pessoa assim, se a gente pudesse usar um pleonasmo vicioso, né? Mas excelente ainda, não existe mais
recisamos de moderação. Quando nós achamos que nós estamos excelentes, Deus é tão bom que manda uma pessoa assim, se a gente pudesse usar um pleonasmo vicioso, né? Mas excelente ainda, não existe mais excelente. Excelente é o máximo. Aí você vê aquela pessoa mais excelente ainda, aí pronto, aí você se coloca no lugar. Então a moderação nos dá essa medida. Então ele diz assim: "Que a vossa moderação se torne conhecida de todos os homens. O Senhor está próximo." Isso aqui é Paulo aos Filipenses, tá gente? Não vos inquieteis com nada. Meu Deus do céu, o que significa isso? Não vos inquieteis do que do que ele tava falando. Como é que a gente vive nesse mundo sem se inquietar, sem se agoniar, como diria minha mãe, né? sem estresse, né? Slow life, né? Pronto, vou morar na Toscana, comprar um uma propriedade na Toscana e viver lá só se for. Mas ele diz aqui: "Não vos inquieteis com nada, mas apresentai a Deus todas as vossas necessidades pela oração e pela súplica em ação de graças". Então, o único jeito que eu tô vendo aqui da gente não se inquietar com nada, de começar a buscar esse equilíbrio espiritual, é desenvolver uma atitude de aprender a entregar a Deus aquilo que a gente não consegue resolver. Isso não é irresponsabilidade. No Bagavaguita, o livro sagrado dos hindus, tem uma uma frase que também orienta as nossas vidas. trabalha e renuncia aos frutos do teu trabalho. Me lembro de uma vez, eu estava num momento desses de grandes desafios e eu acordei com uma frase: "Ora, trabalha, confia e espera. Deus faz sempre o melhor". E as respostas divinas são de por caminhos totalmente inesperados. Aliás, a frase é de Aristóteles. É preciso esperar o inesperado. Graças a Deus, a nossa vida não é previsível. Graças a Deus, nós temos momentos em que nós precisamos nos refazer, porque a vida é isso, né? Ela tem um propósito mais alto. O que é a vida, né? Cada um responde como puder, mas o poeta vai dizer, né? A vida, o que é? Diga lá, meu irmão, né? Ela é abatida de um coração. A gente, a vida é
né? Ela tem um propósito mais alto. O que é a vida, né? Cada um responde como puder, mas o poeta vai dizer, né? A vida, o que é? Diga lá, meu irmão, né? Ela é abatida de um coração. A gente, a vida é surpreendente, né? Nós estamos aqui vivos. Às vezes a gente se pergunta, por quê? Para quê? Eu não queria estar viva, né? Bate aquela preguiça de viver, de fazer as coisas. Aí eu me lembro da minha mãe. Preguiça é uma coisa que mãe conhece, né? Filho não, mas mãe conhece. E às vezes a minha eu pequena, eu ficava com raiva, a mamãe olhava para mim e me repetia de novo, mais uma vez, novamente, a mesma história de um homem que era muito preguiçoso e ele não queria viver porque ele era muito preguiçoso e tinha que trabalhar. Então ele decidiu que ele queria ser enterrado vivo. E aí as pessoas ficaram com muita pena dele, mas ele deitou na rede, tiveram que levá-lo para enterrá-lo vivo. E um homem morrendo de pena disse para ele: "Não, por favor, não faça isso. Eu lhe dou um saco de arroz." Aí o homem olha pro benfeitor e pergunta: "Com casca ou sem casca?" Aí o homem disse: "Com casca?" Aí ele disse: "Então segue o erro". Tava brava com a minha mãe quando ela falava isso. Mas às vezes a gente fica nessa posição de segue o enterro, né? A gente não quer nada. Só que a vida tá nos chamando. Às vezes a face risonha da vida se apresenta como aquele como aquele filho que a gente tem, aquela aquela criança pequena, o trabalho que nos chama no outro dia, os compromissos, os deveres que nós temos. E é aí que nós começamos a olhar pro nível de inquietação que nós carregamos, os problemas que nós temos. E aí a gente começa a pensar qual é a melhor atitude. E Paulo diz aqui: "Não vos inquieteis com nada, mas apresentai a Deus todas as vossas necessidades." Por que que a gente ora? Para quê? Será que tem alguém escutando? Ah, os espíritos dizem que tem espíritos do nosso lado. Eu não tô vendo, então eu vou falar os passarinhos, mas vai que tem. Então eu vou apresentar minhas necessidades, né? Às vezes a gente faz
ando? Ah, os espíritos dizem que tem espíritos do nosso lado. Eu não tô vendo, então eu vou falar os passarinhos, mas vai que tem. Então eu vou apresentar minhas necessidades, né? Às vezes a gente faz assim, mas quando a gente sabe, aprende com a doutrina espírita, a eficácia da prece, evangelho segundo espiritismo, pedir, recebereis. Quando a gente começa a pensar o que é que faz com que nos liguemos aos espíritos elevadíssimos, aos amigos e benfeitores espirituais, o nosso pensamento, a nossa oração. O que que a gente faz na oração? A gente faz sempre uma reflexão. Meu Deus, não tem sido fácil. Deus sabe, mas eu vou falar. O Senhor sabe, mas eu vou falar. A medida que eu vou falando, vai aclarando a minha situação. Eu vou ali meio que falando, desabafando. Há coisas que você só pode falar com Deus, né? Há coisas que não pode, os ouvidos humanos não podem escutar, porque às vezes são muito difíceis para nós. Nós estamos falando ali, nós vamos iluminando o nosso caminho, a nossa alma. Então é ali que a gente apresenta a Deus a nossa necessidade pela súplica, pela oração e ao mesmo tempo em ação de graças. Quantas vezes na vida a gente se lembra dos benefícios que nós temos recebido e nós dizemos: "Senhor, muito obrigada, Deus seja bendito". Por quê? Aí alguém: "Mas Terezinha, isso não é fanatismo, gente? Qual é a diferença do fanatismo para essa alegria de viver em união com Deus? Saber que somos de Deus, que estamos em Deus. E como é que a gente sabe de Deus? Vai que tem alguém aqui que é a primeira vez que entra nessa sala para ouvir o espiritismo e está achando a minha conversa meio estranha. O André Luiz no livro Evolução em Dois Mundos, ele traz uma comparação belíssima. Nós estamos mergulhados na mente de Deus do mesmo modo que os peixes e as algas num oceano imenso. É isso. Então, na natureza, nós somos seres da natureza. Ainda que tenhamos esquecido disso e estejamos pagando um preço altíssimo por isso, mas é preciso que a gente muitas vezes sopra para aprender algumas coisas, né? Então a
nós somos seres da natureza. Ainda que tenhamos esquecido disso e estejamos pagando um preço altíssimo por isso, mas é preciso que a gente muitas vezes sopra para aprender algumas coisas, né? Então a gente tá nesse processo de aprendizado, de respeito e reverência à nossa mãe terra, né? Isso leva tempo, né? Mas São Francisco de Assis já advertia isso muito tempo atrás no Cântico do Sol. Então, nós estamos nesse processo de aprendizado. Eu me lembro de um professor de filosofia muito querido, que ele me disse: "Terezinha, não há diferença entre nós, a grama, a vaca que tá ali comendo a grama. Aquela fala do professor me mostrou a humildade. Ele não acreditava em Deus. Ele não tem problema. E não tem nenhum problema você não acreditar em Deus. Cada um tem a sua experiência com Deus. Isso é particular, né? Deus não é alguém ou é, a gente não sabe, né? Seja como for, a gente vivencia uma experiência e essa experiência nos diz: "É isso, a diferença para quem viver uma experiência mística de fato, não é uma coisa que ocorre todos os dias. ocorre uma vez na vida, duas, três, sei lá. Plotino, um filósofo viveu, vivenciou quatro experiências êxtases. E aí vem uma questão, o fanático é aquela pessoa que quer impor a sua fé a você. Então você tem que ser espírita, porque você tá, sabe porque tá acontecendo isso? Porque você não bebe água, não vai no centro espírita, né? você começa a arranjar razões pros problemas que as pessoas estão. Você tivesse lá trabalhando, não tava acontecendo nada disso. Ou então o contrário, né? Isso só tá acontecendo com você porque você foi lá na comunhão espírita, foi lá, piorou, né? As pessoas dizem isso também, não é? Não se trata disso. Se trata de um modo de vida onde nós vamos estudando, vamos refletindo, vamos descobrindo, a vida vai nos ensinando e nós vamos compreendendo o que é isso, nessa união com Deus. E é uma coisa que existe desde os princípios do mundo, desde os primeiros tempos, nós vamos encontrar essa experiência religiosa como
ando e nós vamos compreendendo o que é isso, nessa união com Deus. E é uma coisa que existe desde os princípios do mundo, desde os primeiros tempos, nós vamos encontrar essa experiência religiosa como fundamento, né, de tudo aquilo que nós conhecemos como diferentes religiões. E são experiências que nós vamos vivendo. Às vezes nós seguimos um caminho outro. O que Jesus nos oferece, o caminho que Jesus nos oferece, esse caminho de amor, esse caminho de serviço. Você às vezes está, eu eu acho que a a uma das coisas que mais faz um grande benefício a nós, eu acho, não é, sem dúvida, é o trabalho a benefício do próximo, é o serviço do próximo. É aquele momento em que nós nos juntamos a um grupo de trabalho e aquele grupo vai oferecer um alimento ali as pessoas que estão em necessidade. Aí alguém pode dizer assim: "Mas vocês fazem essa janta?" E a cada 15 dias as pessoas têm fome todos os dias, mas isso é o que a gente pode fazer e levar. Mas aquele pouquinho que a gente faz e leva e a gente entrega, a gente entrega com o coração e isso nos dá uma profunda alegria. Essa, né? Às vezes a gente tá ali diante daquela pessoa que tá ali batendo num sinal, numa necessidade. A gente não tem, não tem, né? Somente hoje não, não tem o que oferecer. Mas pelo menos você trata a pessoa com dignidade. Desculpa, hoje eu eu nesse momento eu não tenho nada para te oferecer. E às vezes a gente não tem mesmo, né? Eh, a gente às vezes vive esses essas experiências que são interessante, que a vida coloca ali diante de nós, aquelas pessoas que você olha, a única coisa que você tem a dizer a elas é: "Eu não tenho nada para te ajudar nesse momento". E e a resposta daquelas pessoas que estão naquela condição normalmente, né, e a gente sabe disso por experiência, é você pelo menos me deu atenção. Atenção, gente, é doar a coisa mais preciosa que você tem na sua vida. Aliás, você nem tem. Ele que te tem o tempo, né? Esse esse mês a gente fez uma reflexão aqui na comunhão sobre o tempo. Não é você que tem tempo, o tempo é que
mais preciosa que você tem na sua vida. Aliás, você nem tem. Ele que te tem o tempo, né? Esse esse mês a gente fez uma reflexão aqui na comunhão sobre o tempo. Não é você que tem tempo, o tempo é que te tem, né? O tempo tá indo embora e a vida junto. Então eu preciso fazer alguma coisa nesse tempo que eu estou vivendo. Não é com o tempo, é nesse tempo que eu estou vivendo. O que que nós estamos fazendo? Todos nós que estamos aqui nessa sala, o que que nós estamos fazendo? Ah, eu tô esperando o passe. Não, eu tô porque eu vim pros estudos para aprender um pouco mais e depois tudo bem. Se tiver passe, tudo bem. Não, eu tô aqui porque tá chovendo lá fora. Eu sentei aqui e tô aqui só me abrigando. Seja como for, nós estamos doando algo a alguém. Ainda que vocês não doassem nada a ninguém, todo mundo aqui olhando o rostinho de todo mundo, vocês estão me dando a coisa mais preciosa. Atenção, isso é uma forma de carinho. Se vocês soubessem o que é, você está ali num grupo de pessoas que você está tentando fazer uma comunicação e as pessoas estão ali conversando, rindo, brincando e não te dando a menor eh atenção, você diz: "Meu Deus, nós estamos dando algo precioso". Mas vocês estão aqui doando o tempo de vocês, a atenção de vocês e muito mais. A energia de amor que sai de cada um para que os mentores espirituais de cada um possa oferecer insites. Às vezes a gente diz: "Ah, você falou isso?" Não foi eu que falei isso. O mentor espiritual que tá ali junto de mim, né? junto de você, junto de cada um que diz assim: "Preste atenção nisso." Às vezes você vai para uma palestra e diz: "Exe da palestra inteira ficou uma frase na minha cabeça. Ótimo." É porque aquela frase é a que eu preciso. Então nós estamos aqui também oferecendo as nossas energias aos espíritos consoladores, aqueles que levam a paz, a esperança e a fé para o mundo. todo templo, todo lugar de reunião, todo lugar sagrado, onde há pessoas sinceras, há pessoas que estão ali inteiras, elas estão doando algo. E é isso que a gente
paz, a esperança e a fé para o mundo. todo templo, todo lugar de reunião, todo lugar sagrado, onde há pessoas sinceras, há pessoas que estão ali inteiras, elas estão doando algo. E é isso que a gente às vezes não consegue compreender. Então ele diz assim: "Então a paz de Deus que exerce excede toda compreensão guardará os vossos corações e pensamentos em Cristo Jesus". Então, através da súplica, da paz, dessa busca de comunhão com as esferas mais altas, gente, qual o pensamento mais alto que a gente pode ter? Um pensamento de prece, pensamento de louvor, pensamento de gratidão. Meu Deus, muito obrigada porque o Senhor colocou essa pessoa no meu caminho nesse momento, né? Ah, Terezinha, mas você não sabe. Essa pessoa só me trouxe espinhos. Ela trouxe bastante espinhos. É verdade, mas lembra, você não pega, você não trata de uma rozeira sem você se ferir nos espinhos, mas depois compensa. Eu tenho uma roseira de 25 anos de idade que foi presente de 10 anos de namoro. Para vocês terem uma ideia, essa semana ela deu uma rosa vermelha lindíssima. Ela tem 25 anos. Então aqui os espinhos, a todos nós recebemos espinhos dos outros, mas também nós somos espinhudos. Concordam? Lembrei do meu amigo agora, ele era casado com uma mulher chamada Rosa. E de vez em quando ele reclamava da Rosa. Aí um dia ele tá lá em casa, tavam minha r minhas rosezeiras estavam bonitas. Minhas rosezeiras estavam bonitas. Aí eu ah leva pra Rosa aí ele fez. Ah, ela é vai ver que ela mansa hoje. Aí eu falei: "Cara, você quer a rosa e não quer os espinhos, né? Então às vezes nós somos espinhudos também, né? Então é Paulo que ele vai concluindo aqui, a gente também vai concluindo o nosso trabalho. Ele diz aqui finalmente, irmãos, ocupai-vos com tudo o que é verdadeiro. Tudo que é verdadeiro, o que é o verdadeiro? O que é a verdade? Principalmente em tempos como esses. É difícil. É um ponto importante é a gente aprender a discernir, a criticar. Criticar que eu tô falando não é ficar falando mal, não.
erdadeiro? O que é a verdade? Principalmente em tempos como esses. É difícil. É um ponto importante é a gente aprender a discernir, a criticar. Criticar que eu tô falando não é ficar falando mal, não. Criticar é ter o senso crítico mesmo, dizer: "Meu Deus, esse pensamento aqui não cabe na minha cabeça, isso aqui não dá. Isso aqui sim". E qual é o caminho seguro? Jesus vai dizer: "Eu sou o caminho, a verdade, a vida. Então, ocupai-vos de tudo que é verdadeiro, dirá o apóstolo Paulo, nobre, né? Nobreza de atitudes. Como é bonito uma pessoa íntegra, né? Meu Deus, como nós estamos distantes da integridade ainda, né? Integridade. Nossas empresas querem integridade. Nós, nossos códigos de ética, nós colocamos primeira coisa, integridade, né? Ser inteiro. Nós somos pessoas que estamos ainda fragmentadas, né? Nós somos viv nossos pedaços vivem assim, a gente é arrastado para tudo quanto é lugar. É assim. Então, como seres humanos, o que que nos vai fazer a integridade? Quais são as virtudes que nós precisamos cultivar, né? Nobre, tudo que é verdadeiro, nobre, justo, o que que é justo, né? Ah, eu eu acho que eu sou mais justa nesse nesse aspecto ou menos justa naquele aspecto. Não existe mais justo nem menos justo. Isso é uma, né, uma uma frase impossível, né, falsa. É uma falácia, né? Um sofisma. O justo é o justo. Se for mais justo, é injusto. Se for menos justo, é injusto. Então, buscai o justo puro. Pureza, né? É outra coisa. É um uma coisa problemática. Jesus vai dizer: "Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus." O que é a pureza? Precisamos perguntar sim. Como que nós nos purificamos? Aliás, o que que eu quero purificar? O que que eu preciso purificar na minha alma, né? As pessoas que entendem de de ouro, sabe? Você pega um uma uma pepita de ouro, tem ela tá misturada com algumas coisas, você coloca ali num num instrumento chamado Cadinho. Quem me explicou isso foi um amigo que é Ories, e ele disse e ali ele pronto, passa por aquele processo de purificação, é submetido a uma
s coisas, você coloca ali num num instrumento chamado Cadinho. Quem me explicou isso foi um amigo que é Ories, e ele disse e ali ele pronto, passa por aquele processo de purificação, é submetido a uma temperatura mais alta e o que não é ouro e desmanchado e o que é ouro é separado, tá tudo certo. Então que era o que os alquimistas na Idade Média buscavam e era um símbolo, né? É claro que chegou pra gente na época, para não serem mortos na inquisição, eles estavam procurando transformar chumbo em ouro, mas na verdade a gente sabe que se tratava, tratava do processo espiritual, que é nobre, puro, amável, buscar o que é amável. Mas gente, não é bom buscar o que é amável, né? Amável, honroso, honra. Meu Deus, né? Eu tenho um nome a lá. Honra, virtuoso, né? O que que é a virtude? É a força. É uma força, né? A potência da nossa alma, a virtude ou o que de qualquer modo mereça louvor. Tudo aquilo que possa fazer crescer, melhorar o lugar onde está. Como é que pode haver um jovem, uma jovem sem um sonho, sem o ideal? ideal, né? Ah, é, Terezinha, quando eu era jovem eu tinha ideal. Eu também. Aí agora que eu estou envelhecendo, né? Vou começar a envelhecer, né? Completei 65 anos na semana passada, então agora os meus ideais vão ficar cada vez mais fortte, né? Qual é o legado que eu quero deixar nesse mundo, né? O que que eu quero deixar nesse mundo? Isso é uma coisa importante pra gente. Então, o que mereça é louvor. Ah, uma das coisas, o trabalho pessoal, meu Deus, é muito trabalho, muita, muito olhar para dentro da minha alma e ver o que que eu preciso trabalhar, o que que tá ali na minha sombra pesando os meus erros, mas também buscar aquilo que eu posso contribuir, né? Enfim, ele diz aqui: "O que aprendestes e herdastes, o que ouvistes e observastes em mim, Paulo, isso praticai. Isso é integridade. É muita coragem, né? Você dizer: "Faça o que eu digo e faça o que eu faço". É muita coragem, mas e o nome disso é integridade. Aí alguém vai dizer: "Não, mas eu não quero fazer o que você faz."
idade. É muita coragem, né? Você dizer: "Faça o que eu digo e faça o que eu faço". É muita coragem, mas e o nome disso é integridade. Aí alguém vai dizer: "Não, mas eu não quero fazer o que você faz." E tá certo. Eu tenho que ser íntegro comigo essa frase de Paulo é ele olhando para si mesmo e dizendo: "Eu cumpro os meus deveres. Eu estou buscando cumprir a vontade divina, né?" Então, terminando, terminando, ele diz: "Então, o Deus da paz estará convosco". Guardemos essa frase, meus irmãos. Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito, alegrai-vos, que a vossa moderação se torne conhecida de todos os homens. O Senhor está próximo. Não vos inquieteis com nada, mas apresentai a Deus todas as vossas necessidades pela oração e pela súplica em ação de graças. Então, a paz que de Deus que excede toda compreensão, guardará os vossos corações e pensamentos em Cristo Jesus. Finalmente, irmãos, ocupai-vos com tudo o que é verdadeiro, nobre, justo, puro, amável, honroso, virtuoso, ou que de qualquer modo mereça louvor. O que aprendestes e herdastes, o que ouvistes e observastes em mim, isso praticai. Então o Deus da paz estará convosco. Esse essa é a carta de Paulo aos Filipenses. E como não poderia deixar, né, de fazer um comentário da obra do Emanuel no livro Pão Nosso e também nessa obra aqui que é uma coleção, né, o Evangelho por Emmanuel são comentários. Finalizemos o nosso trabalho com esta o comentário de Paulo a esta frase, a este versículo. Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito, alegrai-vos. Filipenses 4:4. O homem com Jesus. Com Jesus ergue-se o homem da treva à luz, da inércia ao serviço, da ignorância à sabedoria, do instinto à razão, da força ao direito. Da força ao direito, do egoísmo à fraternidade, da tirania. A compaixão, da violência ao entendimento, do ódio ao amor, da posse mentirosa à procura dos bens imperecíveis, da conquista sanguinolenta, a renúncia sublime, da extorção, à justiça, da dureza, a piedade, a palavra da palavra vazia ao verbo criador. da monstruosidade,
mentirosa à procura dos bens imperecíveis, da conquista sanguinolenta, a renúncia sublime, da extorção, à justiça, da dureza, a piedade, a palavra da palavra vazia ao verbo criador. da monstruosidade, a beleza, do vício, a virtude, do desequilíbrio, a harmonia da aflição, ao contentamento, do pântano, ao monte, do lodo à glória. Homem, meu irmão, regozijemo-nos em plena luta redentora, que os píncaros da angelitude poderemos alcançar se nos consagrarmos realmente ao divino amigo que desceu e se humilhou por nós, Paulo Pão Nosso. Para finalizar, vamos fazer a nossa prece final. Então, todos se quiserem, quem quiser pode acompanhar. Vamos orar juntos pela paz da humanidade em voz alta, quem quiser acompanhar a prece que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os que nos são devedores. E não nos deixeis cair em tentações, mas livrai-nos do mal. Porque vosso é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja. Muito obrigada, minhas irmãs, meus irmãos, e muita paz para todos nós. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a
io à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo [música] físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que [música] nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação,
i-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que [música] nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, [música] calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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