PALESTRA ESPÍRITA | O CRISTO CONSOLADOR - Terezinha de Jesus

Comunhão Espírita de Brasília 16/07/2019 (há 6 anos) 53:00 1,309 visualizações

Palestra "O CRISTO CONSOLADOR", realizada na Comunhão Espírita de Brasília, pela Oradora Espírita, Terezinha de Jesus. Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. https://www.youtube.com/c/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 #ComunhaoEspirita #PalestraEspirita #Espiritismo Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básico

Transcrição

Irmãos, minhas irmãs, é uma alegria muito grande estarmos juntos mais uma vez, tendo essa oportunidade maravilhosa de estudarmos o evangelho de nosso amado Jesus. E hoje o tema é o Cristo consolador, né? Mas antes de começarmos a nossa tarefa, eh, o estudo da noite, eu gostaria de lembrar um trecho do livro do da da mensagem de André Luiz, que o nosso irmão, seu João, acabou de ler, do livro Espírito da Verdade, que diz: "O seu presente diz para todos o que você foi no passado e o que você será no porvir, com reduzidas possibilidades de erro. Às vezes a gente olha para trás, né? Algumas pessoas ficam angustiadas porque quando nós temos notícias da doutrina espírita e muitas vezes somos apressados, vamos dizer assim, nos nossos julgamentos, no nosso modo de entendimento e olhamos para o nosso passado espiritual, às vezes vem aquele desânimo: "Meu Deus, eu fiz coisas terríveis noutras existências e por isso eu estou passando por tudo que eu estou passando e sou uma pessoa extremamente necessitada, uma pessoa inferior, não mereço. Tem umas coisas assim, gente, isso não é a doutrina espírita. A doutrina espírita nos mostra que Kardec inclusive diz isso no quando ele fala do texto causas atuais das aflições, que do mesmo modo que há momentos, esse momento em que nós chegamos na vida e que compreendemos o objetivo da nossa existência, às vezes é verdade, nós olhamos para trás, dizemos: "Meu Deus, por que que eu fiz isso? Por que que eu caminhei dessa forma até chegar até aqui?" Mas Kardec diz uma coisa que é maravilhosa, assim como o trabalhador preguiçoso que diz: "Ih, perdi o meu dia". Também para cada um de nós há essa oportunidade de recomeço. Então, a doutrina espírita é esse consolador prometido por Jesus, porque vem justamente nos mostrar qual é o sentido da vida. Às vezes nós nos perguntamos: "Meu Deus, será que há um sentido paraa vida, né?" Os filósofos vão dizer: "Não, não há, não há um sentido da vida, né? Nós que construímos esse sentido." É interessante, é maravilhosa essa ideia,

os: "Meu Deus, será que há um sentido paraa vida, né?" Os filósofos vão dizer: "Não, não há, não há um sentido da vida, né? Nós que construímos esse sentido." É interessante, é maravilhosa essa ideia, porque nós vamos aprendendo a construir sentido para aquilo que nós estamos vivendo agora nesse momento. Mas há um destino final, há um plano divino, vamos dizer assim. Nós somos sementes divinas. lançadas no solo da existência. E aqui estamos num processo de autorrealização. E nós vamos ver exatamente isso que o Espírito de verdade dirá aqui nesse texto, o Cristo consolador. Então vamos começar pelo pelo termo Cristo consolador. É o título do capítulo 6 de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Primeira coisa, o que que é o consolador, né? Os, o consolo é aquilo que nos conforta. O consolador é aquele que nos traz esperança. O consolador é aquele que nos vê em uma situação difícil e se aproxima de nós com a intenção de nos amparar, de nos auxiliar, de nos tirar daquela dificuldade. do grego. Aqui temos a tradução do Novo Testamento do Aroldo Dutra, que ele vai e essa edição da FEB, né, o Novo Testamento da publicado pela Federação Espírita Brasileira, ele vem nos falar que o a termo Parácletos significa alguém chamado ou enviado para prestar auxílio, consolar, confortar, defensor do réu, o advogado. intercessor e alguém que exorta e instrui. Então, o consolador também é aquele que exorta, aquele que instrui, aquele que orienta. Kardec começa, escolhe para abrir esse capítulo o texto que está no Evangelho de Mateus, capítulo 11, versículo 28 a 30, que diz: "O título que Kardec dá é o julgo leve. Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e achareis repouso para as vossas almas, pois suave é o meu julgo e leve o meu fardo. Primeiro, o que é julgo? Julgo é aquilo que você está, é o peso que você carrega, né? Um os animais na fazenda se coloca um um jugo, uma uma

vossas almas, pois suave é o meu julgo e leve o meu fardo. Primeiro, o que é julgo? Julgo é aquilo que você está, é o peso que você carrega, né? Um os animais na fazenda se coloca um um jugo, uma uma canga. Coloca uma canga. Eu não sei para quê. Agora fiquei em dificuldade, mas eu sei que coloca porque eu já vi, né? Para que que coloca, seu João? O senhor sabe? servir de força. Ah, para servir de força, para empurrá-lo, coloca a canga, coloca aquela coisa para que ele para impulsioná-lo. Meu Deus. E o julgo é uma coisa que não se pode tirar. Ele não pode tirar. E o que que é o fardo? A ideia do fardo é algo que também é pesado, mas o fardo em algum momento você pode deixar, né? Meu Deus, isso aqui tá pesado. Eu deixo aqui e descanso um pouco. Depois eu coloco de novo o meu fardo e assim vou levando. Mas por que que Jesus coloca a ideia de um jugo e a ideia de um fardo para falar da sua capacidade consoladora, né? Por que que Jesus coloca essa ideia? E Kardec maravilhosamente vem nos lembrar que todos os sofrimentos, todas as misérias, decepções, dores físicas, perdas de ente queridos encontram consolação na fé no futuro, na confiança da justiça de Deus que o Cristo veio ensinar aos homens. Então, o que que Jesus vem nos ensinar, né, a ver a vida de uma outra perspectiva. A fé no futuro, meus irmãos, a doutrina espírita sempre vai reforçar essa essa ideia. Esse termo vai ser sempre falado, porque o que que é essa fé no futuro e de que futuro a doutrina espírita está falando, né? Continuando, ele diz aqui sobre aquele ao contrário que nada espera após essa vida. Então o futuro do qual está falando é essa vida futura que a bondade divina nos reserva. Aquilo que nós espíritas conhecemos como a verdadeira vida, que é a vida espiritual. Aquele que nada espera dessa vida ou que simplesmente duvida, as aflições caem com todo o seu peso e nenhuma esperança lhe mitiga o amargor. Foi isso que levou Jesus a dizer: "Vinde a mim todos vós que estais fatigados e eu vos aliviarei".

e simplesmente duvida, as aflições caem com todo o seu peso e nenhuma esperança lhe mitiga o amargor. Foi isso que levou Jesus a dizer: "Vinde a mim todos vós que estais fatigados e eu vos aliviarei". Quem já viveu uma situação em que é tão grave, tão desesperada, o sofrimento é tão intenso, que não consegue nem orar, nem articular um pensamento de prece, sabe exatamente o que que é essa dúvida de que Kardec está falando, né? Meu Deus, eu não consigo nem rezar, eu não sei o que falar, eu não sei o que pensar. Eu desespero. O que que é o desespero? Na a Divina Comédia de Dante, nós vamos encontrar o poeta Virgílio levando Dante até os portões do inferno, né? E quando ele chega ali, o que que está escrito no portal? Deixai vós que aqui entrais toda a esperança, né? Não pode haver esperança no inferno, não pode haver. E esse desespero que nós conhecemos muitas vezes em momentos da nossa vida nos dá uma ideia do que é essa situação que Kardec está relatando, nos apresentando, né? as decepções, as dores físicas, as doenças incuráveis, as provas dolorosas, as traições, essa visita, essa vivência, vamos dizer assim, nos pantanais da nossa alma, onde tudo parece, né, não ter nenhum sentido, nenhum absoluto sentido. Então, o desespero é exatamente isso, é essa vivência no inferno. Tem um psicólogo e um guiano chamado James Holl. Ele vai dizer que a religião é para os que têm medo do inferno. A espir a espiritualidade é para aqueles que já passaram por ele. E Kardec nos lembra aqui qual é a condição que Jesus coloca para que nós tenhamos essa assistência, essa felicidade que ele promete aos aflitos. Porque parece contraditório, vou se dizer, né? Bem-aventurados os aflitos. O que que é felicidade? Desde os os filósofos, desde sempre se preocuparam com as questões da felicidade. Nós temos um livro magnífico, a é a ética anicomaco de Aristóteles, que vai falar justamente sobre a felicidade. Mas Jesus nos apresenta um outro gênero de felicidade. Porque a felicidade que nós falamos nela

s um livro magnífico, a é a ética anicomaco de Aristóteles, que vai falar justamente sobre a felicidade. Mas Jesus nos apresenta um outro gênero de felicidade. Porque a felicidade que nós falamos nela no dia de nos dias de hoje que nós estamos resgatando esse conceito, a felicidade é um certo nível de bem-estar. Inclusive os espíritos elevados, no livro dos espíritos vai conceituar a felicidade justamente como o que é necessário para a vida material, né, naturalmente, e a consciência pura. Então, nós podemos ter um grau relativo de felicidade aqui na Terra. Por isso há alguma dificuldade quando alguém lê esse título que está aqui no capítulo Bem-aventurados os Aflitos em O Evangelho Segundo o Espiritismo. O capítulo é: A felicidade não é deste mundo. Esse comentário do Evangelho Segundo Espiritismo de François Nicolas Madaleni é um comentário belíssimo, porque se nós entendermos a felicidade do ponto de vista do bem-estar material, então tudo bem. Agora, se nós entendermos a felicidade do ponto de vista que o Cristo coloca, essa felicidade que nasce dessa consciência da nossa da nossa responsabilidade nesse mundo, dos objetivos mais altos da vida. Então a gente começa a mudar, porque essa felicidade se torna bem-aventurança. E a bem-aventurança, ela vai existir em qualquer condição em que a alma se encontrar, né? Qual é o o que que vai nos oferecer, vamos dizer assim, as condições para que nós desfrutemos dessa bem-aventurança, dessa felicidade segundo Cristo? É a fé, meus irmãos. É a fé no futuro. É a certeza da imortalidade da alma. É a certeza que os nossos entes amados estão numa outra dimensão que nos acompanham e que nós podemos nos reunir a eles. Na quarta-feira passada, dia 10 de julho, é o aniversário da minha filha mais velha e também é o dia do falecimento da minha mãe. Então é um dia interessante, né? Porque ao mesmo tempo que eu acordo às 6 horas da manhã, feliz da minha vida, para dar parabéns à minha filha às 6 horas da noite, ela faleceu pouco depois das 6 horas da noite. Eu, é

nteressante, né? Porque ao mesmo tempo que eu acordo às 6 horas da manhã, feliz da minha vida, para dar parabéns à minha filha às 6 horas da noite, ela faleceu pouco depois das 6 horas da noite. Eu, é aquele momento em que eu me lembro daquele instante abençoado, foi um instante abençoado em que eu tive a oportunidade de segurar a mãozinha dela. Eu estava cantando todas as ave Marias que eu sei. A última Ave Maria é uma Ave Maria do Parnio de Além Túmulo, Ave Maria espírita. E naquele momento eu olho para ela e eu pensei que ela tava acordando do coma e chamei o meu irmão, mas calma, minha mãe tá tá acordando. E ele disse: "Tea, a mamãe está indo embora". E aí a gente pergunta, né? Pode haver felicidade num momento desse? felicidade do ponto de vista do mundo, realmente não tem como. Mas essa essa essa bemaventurança, essa esperança, essa bem-aventurança aos aflitos porque serão consolados, nesse momento a gente consegue sentir, porque é o momento em que nós temos consciência de que estamos devolvendo para Deus, né, todo aquele amor que nós sentimos ali, toda aquela vida inteira juntos, as dificuldades, as desavenças, os desentendimentos, as alegrias. a oportunidade da convivência, mas é aquele instante da fé. E aí a gente diz: "Meu Deus, como que num momento desse eu posso me sentir feliz? Não tem como. Mas há como sentir profundamente agradecida, né, pela mãe que ela foi, pelo por todos os sacrifícios que ela fez na na naquela vida, uma vida, eu acho, uma vida breve. Ela faleceu aos 75 anos de idade, mas de muita fé. Mas ela também sai desse mundo com uma esperança muito grande, a esperança de encontrar o meu pai. Eles viveram 12 anos casados, eram muito felizes, muito apaixonadinhos um pelo outro. Estavam sempre ali juntos, passaram a provas dolorosíssimas, né, da doença e em seguida da da pobreza. Papai tinha 37 anos quando voltou à pátria espiritual e mamãe tinha 31 anos de idade. Então ela passou a vida inteira, né, viveu paraa religião, para cuidar dos filhos e nessa esperança de

da pobreza. Papai tinha 37 anos quando voltou à pátria espiritual e mamãe tinha 31 anos de idade. Então ela passou a vida inteira, né, viveu paraa religião, para cuidar dos filhos e nessa esperança de encontrar o meu pai depois da vida. Então a fé no futuro dá essa força, essa coragem para enfrentar, né, as lutas que a vida às vezes nos apresenta, os desafios. Então, mas aqui na terra, no dia a dia, vivendo sobre o julgo da provação, sobre essa canga que nos é imposta, cada um tem a sua. Cada um de nós tem um grande desafio na vida. tem um às vezes é o são os nossos a área dos nossos relacionamentos, às vezes é a área financeira, às vezes é a área da própria espiritualidade. Nós passamos uma vida inteira sem conseguir compreender o que é a fé. Nós não conseguimos nos entender com Deus. Cada um tem as áreas dos seus desafios, às vezes do trabalho, mas nós estamos aqui e precisamos de algo que nos oriente, que dê um sentido pro sofrimento o qual nós estamos, pelo qual nós estamos passando. E Kardec lembra que essa condição, a assistência e felicidade que Jesus promete aos aflitos está na lei por ele ensinada. Então, o seu jugo é a observância dessa lei. O que Jesus nos impõe para que nós sejamos impõe, né, o julgo é aquilo que é imposto, é a observância da lei. Mas esse julgo é leve e a lei é suave, porque essa lei impõe apenas um dever, o amor e a caridade. E aí nós começamos a pensar: "Meu Deus, como a vida seria melhor? como nós poderíamos ser felizes de fato aqui nesse mundo, mesmo com todas as dificuldades, se nós começássemos a inverter a forma como nós olhamos a vida, né, a mudar as as crenças limitantes que nós carregamos. Porque se eu digo não, não há felicidade que existe são momentos felizes é uma coisa. Se eu digo Deus fez a felicidade e permite a tristeza, a vida muda. Aqui em o Evangelho Segundo o Espiritismo, o espírito cura dares. No capítulo bem-aventurados os puros de coração, justamente na mensagem bem-aventurados os que têm os olhos fechados ele vai dizer a uma senhora cega que que

undo o Espiritismo, o espírito cura dares. No capítulo bem-aventurados os puros de coração, justamente na mensagem bem-aventurados os que têm os olhos fechados ele vai dizer a uma senhora cega que que foi trazida porque para a Sociedade Espírita de Paris para ver se havia uma possibilidade de cura. E o Curais dá uma mensagem extraordinária na qual ele diz: "Deus fez a felicidade e permite a tristeza". Quando eu li essa frase pela primeira vez na minha vida, tudo mudou, se inverte, né? Os polos se inverteram. Por que que eu sou feliz? O que que me dá felicidade? é saber que nós estamos aqui por um tempo aqui no nos dias são breves, né? 120 anos, que é o tempo que nós vamos viver, né, João, né? Nós viveremos 120 anos com a graça de Deus, né? 120 anos é um período curtíssimo diante da eternidade. Quantas coisas nessa existência que nós desejamos fazer e que nós temos certeza que não vai ser possível. Ah, você pode tudo não, nós não podemos tudo, graças a Deus. Há um limite. Nós trazemos aqui para esse mundo, né, algo que precisa ser trabalhado. Nós trazemos habilidades que nós vamos, capacidades que nós vamos desenvolver ao longo da vida. Nós estamos aqui num processo de autorrealização. O espírito de verdade, que é o próprio Jesus, vai nos mostrar, né, nessa nessa mensagem, no item seis do capítulo Cristo Consolador, ele vai dizer: "Estou convosco, o meu apóstolo vos instrui. Bebei na fonte viva do amor e preparai-vos cativos da vida, a lançar-vos um dia livres e alegres no seio daquele que vos criou fracos para vos tornar perfectíveis. Ah, então é por isso que nós nascemos tão frágeis, tão necessitados de cuidados, né? Um bebê humano é o ser mais frágil que existe na face da Terra. Você tem uma planta, eu sou homeopata, não sou médica, sou terapeuta homeopata. Tem uma planta chamada arnica. Ela é muito conhecida. A arnica ela sofre, a arnica montana, ela é criada, ela cresce na nos Alps. Ela sofre ali o vento, o sol, a secura, né? tudo e toda tudo aquilo que ela sofre, aquelas condições

Ela é muito conhecida. A arnica ela sofre, a arnica montana, ela é criada, ela cresce na nos Alps. Ela sofre ali o vento, o sol, a secura, né? tudo e toda tudo aquilo que ela sofre, aquelas condições difíceis, faz com que ela libere determinados princípios ativos. O princípio ativo é a defesa da planta, né? Ela ela que que é aquilo que faz que torna remédio, que torna medicamento. E ela era justamente o medicamento que nós usamos para todos os tipos de traumas físicos, inclusive traumas psicológicos também. Então, a dificuldade, né, essa canga, esse julgo que é colocado para nos impulsionar, né, senão não saía do lugar para termos mais força, é justamente o quê? Essa capacidade que nós carregamos, né, de sermos que vai nos tornando maleáveis. Ele diz aqui Deus criou, vos criou fracos para vos tornar perfectíveis. Ou seja, nós um dia alcançaremos um certo grau, um certo nível de perfeição, né? E ele diz aqui: "E quer que vós mesmos modeleis a vossa maleável argila, a fim de serdes os artífices da nossa imortalidade." Então, nós estamos nos tornando, nós estamos num processo de autorrealização. Cada dia que passa, nós estamos nos tornando melhores. Alguém pode dizer: "Não, Terezinha, eu conheço um monte de gente que fica cada vez pior". Isso é uma ilusão. Isso é o nosso julgamento humano. Essa é a nossa imperfeição humana. E é interessante porque aqui o espírito Sanson, Sanson, gente, é um ex-membro da sociedade espírita de Paris. Ele é é um dos espíritos felizes que nós vamos encontrar mensagens dele no livro Céu e o Inferno. Quando ele fala da da perda de pessoas amadas e mortes prematuras. Ele nos faz uma um questionamento que cabe em todas as situações da nossa vida. Vejam vocês, porque assim, eh, quando a morte chega, leva um jovem e uma criança. Quem viveu essa experiência sabe. Eu tive um filho que viveu 30 horas. Ele me tornou espírita. Aquele ser que viveu apenas 30 horas numas condições dificíimas me tornou espírita. Então, todos têm a sua missão. Mas aí vem uma

cia sabe. Eu tive um filho que viveu 30 horas. Ele me tornou espírita. Aquele ser que viveu apenas 30 horas numas condições dificíimas me tornou espírita. Então, todos têm a sua missão. Mas aí vem uma questão diante da dor, do sofrimento, do desespero. Quantos de nós não questionamos: "Meu Deus, por que é que o Senhor deixa uma pessoa que não serve para nada? Porque nós somos capazes de virar e achar que existe algum ser humano que não serve para nada?" Nós chegamos a esse nível de não reconhecer que todos somos iguais, que a nossa vida não é, que nós não somos diferentes uns dos outros. que perante Deus nós somos irmãos. A chuva cai sobre justos, injustos. O sol se levanta sobre bons e maus. Então, para Deus não há essa diferença, né? Existe e eh o o João Evangelista dirá que existem aqueles que viram a Deus e os que não viram a Deus. Então, Sanson, ele vai fazer eh nos fazer essa advertência. Ele diz: "Quando a morte ceifa as vossas famílias, arrebatando sem restrições os mais moços antes dos mais velhos, costumais dizer: Deus não é justo, pois sacrifica um que está jovem e forte e conserva aqueles que já viveram longos anos cheios de decepções." E aí ele faz uma pergunta: "Humanos, é nesse ponto que precisavos elevar-vos acima do terra a terra na vida, para compreenderdes que o bem muitas vezes está onde julgais ver o mal? Nós precisamos mudar as lentes pelas quais nós enxergamos a vida. Aquilo que nós consideramos mal, mal, mal, a divina providência, o amor de Deus vai transformando, transformando em bênçãos, em aprendizados. Ele diz aqui: "Por que aveis de avaliar a justiça divina pela vossa?" Por quê? Quando nós falamos na justiça de Deus, muitas vezes do que que nós estamos falando, né? Estamos falando, não, Deus vai fazer justiça. Quando eu digo isso, será que eu não tô dizendo Deus vai se vingar por mim? Eu não posso fazer, mas Deus faz. Isso não é justiça, meus irmãos. A justiça divina é diferente. A justiça divina ela está presente em tudo. Aliás, a justiça, eh, o Aristóteles vai dizer

ngar por mim? Eu não posso fazer, mas Deus faz. Isso não é justiça, meus irmãos. A justiça divina é diferente. A justiça divina ela está presente em tudo. Aliás, a justiça, eh, o Aristóteles vai dizer que é a estrela da manhã das virtudes. Você pode ser mais corajoso ou menos corajoso, né? Você pode ser mais caridoso, mais generoso ou menos generoso, mas você não pode ser mais justo ou menos justo, porque se você for mais justo, você tá sendo injusto. Se você for menos justo, você está sendo injusto do mesmo jeito. Então, a justiça divina é diferente porque ela se manifesta em tudo. Tudo se manifesta no nosso corpo. Como é que a justiça divina se manifesta no nosso corpo, né? Às vezes nós ultrapassamos os limites do nosso corpo. Como é que a justiça divina nos corrige, né? Nos chamando a atenção por meio da doença, por exemplo, né? Das dificuldades da vida. Nós perdemos o equilíbrio e aí vamos a buscar esse equilíbrio. Então ele vai dizer: "Podei supor que o Senhor dos mundos se aplique por mero capricho a vos infligir penas cruéis?" E às vezes nós chegamos nessa no desespero, né, meus irmãos, no inferno propriamente dito, nessa falta total de de enxergar a luz. É o desespero total, é o poço mais fundo, é o abismo dos abismos dos abismos. Nós chegamos a questionar a bondade divina, a presença divina, o amor de Deus. Eu sei como são esses estados mentais desesperadores, porque naturalmente eu passei por eles. Então vou são esses momentos em que nós mergulhamos nesses abismos mais tenebrosos da nossa alma e começamos a questionar, né? Por que que o senhor tá fazendo isso comigo? Por que que o senhor não escolhe outra pessoa? Mas quantas qual é o ser na face da terra que não sofre? Acabei de falar da Arnica Montana, que sofre todo tipo de reveses e responde criando princípios ativos que vão torná-las um medicamento extraordinário. Então, é isso que a doutrina espírita vai vem nos lembrar. Ele lembra que se perscrutásis melhor todas as dores que vos advém, nelas encontrareis sempre a razão

orná-las um medicamento extraordinário. Então, é isso que a doutrina espírita vai vem nos lembrar. Ele lembra que se perscrutásis melhor todas as dores que vos advém, nelas encontrareis sempre a razão divina. razão regeneradora e os vossos miseráveis interesses se tornariam tão secundária consideração que o atiraris para o último plano. Então são os nossos interesses, são feridos. Ninguém tá tirando aqui a dor legítima da perda de um ente querido. O que que Sanson tá nos lembrando é que nós precisamos pensar que há uma justiça divina, que há um propósito, né? que muitas vezes aquele jovem que foi chamado a a volta ao mundo espiritual, ou porque ele completou o tempo dele aqui na terra ou porque a para se evitar maiores males, porque isso também acontece. Ah, mas o meu coração de mãe e aquele meu coração de mãe eu vou encontrar a solidariedade naquele coração de mãe que vê o seu filho ali pregado numa cruz. Ela vai, tem uma lição lindíssima do no Humberto de Campos, a serva do Senhor, que Maria vai acompanhando os passos dolorosos da prisão de Jesus. E mas quando é muito bonito, quando ela sabe que ele vai ser crucificado, ela ainda pensa o tempo inteiro nessa intervenção divina. Mas na hora em que ela vê o seu filho expirar, ela se lembra do anjo Gabriel fazendo aquela visita a ela e ela diz: "Eis aqui a serva do Senhor". Então, nossos filhos são filhos de Deus, né? Eles são filhos que Deus nos confia para que nós possamos, na condição de pais e de mães, orientá-los, auxiliá-los, ampará-los, mas eles próprios trazem as suas provações. Eu me lembro 1987, 86, aliás, eu estava aqui, provavelmente nessa, eu sempre gosto de sentar nos primeiros lugares, tá gente? Para ouvir melhor, para aprender melhor. Eu sou assim. Ah, pode dizer. Não, eu prefiro os primeiros bancos. E eu chegava um pouco mais cedo e eu me lembro de uma palestra que a Mais fez e que ela falava de uma mensagem do Dr. Bezerra de Menezes que que vinha nos advertir do amor, da necessidade de amor, do cuidado, do

a um pouco mais cedo e eu me lembro de uma palestra que a Mais fez e que ela falava de uma mensagem do Dr. Bezerra de Menezes que que vinha nos advertir do amor, da necessidade de amor, do cuidado, do olhar pros filhos, para esses espíritos que estavam voltando. Porque nós, muitos deles traziam provações muito sérias. E eu gravei isso na minha cabeça. Eu eduquei as minhas filhas trazendo naturalmente para casa espírita. Minha filha com 12 anos de idade já era evangelizadoras, as outras auxiliares de evangelização. E porque a gente não sabe quais são as provações que cada um traz. E há sofrimentos que só a misericórdia de Deus, a compreensão que a doutrina espírita nos dá para que nós possamos atravessá-lo sem se desesperar. Quando você ouve um ente querido seu dizer: "Eu não me suicidei naquela hora porque eu me lembrei dos ensinamentos espíritas, eu só suporto isso que eu estou vivendo por conta dos ensinamentos espíritas. Aí a gente agradece cada minuto da evangelização que nós levamos. Eu passei por me tornei espírita. As primeiros momentos que eu vim para que eu fui levada à casa espírita foi justamente por conta de uma obsessão suicida. Era uma situação terrível. Eu não tinha outro pensamento que não fosse esse pensamento suicida. E por que é que eu faço o que for possível para trabalhar no evangelho, para trabalhar na doutrina espírita? Para porque é a doutrina espírita que me salvou da loucura e do suicídio. Eu tinha 18 anos de idade quando eu cheguei à casa espírita, a Federação Espírita Pernambucana, uma colega me levou e eles tinham uma orientação espiritual lá. E assim, as pessoas colocavam o nome e eles colocavam o tratamento. E para minha colega eles passaram 11 passes, para mim eles passaram 74. Pronto. Ó o resultado aqui, [risadas] 74 passes. Eu nunca esqueço. Quando eu olhei, eu f olei desse jeito. Nunca mais vou sair daqui desse jeito, né? Graças a Deus. Deus seja louvado. Nunca mais saí. Quer dizer, saí um tempo, voltei, depois assumi a responsabilidade do trabalho.

hei, eu f olei desse jeito. Nunca mais vou sair daqui desse jeito, né? Graças a Deus. Deus seja louvado. Nunca mais saí. Quer dizer, saí um tempo, voltei, depois assumi a responsabilidade do trabalho. Então, o é o Cristo consolador, a doutrina espírita é esse Parácleto, esse Cristo consolador. Justamente por quê? Porque vem nos mostrar o objetivo sublime da prova humana. Ele diz aqui, o espírito de verdade vai nos dizer o o espiritismo é muito bonito, porque o espírito de verdade, meus irmãos, minhas irmãs, é o próprio Jesus, né? Ele diz aqui: "Venho, como outrora aos transviados filhos de Israel trazer-vos a verdade e dissipar as trevas." O que é a verdade? próprio Jesus vai dizer: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". Mas de que verdade Jesus está falando, né? Em filosofia nós não podemos falar de verdade mais, mas as verdades espirituais nós começamos a perceber que há realmente algo que é imutável. digamos que todos os livros da terra se perdessem, que nós tivéssemos que tudo isso que nós acreditamos, nada disso é verdade, nada disso foi comprovado, que o Chico Xavier não tivesse existido, nada disso. Mas há algo que nós não podemos em momento algum negar que exista, o amor. esse amor que você sente pelo seu marido, pelo seu filho, pela sua esposa, pela sua namorada, pela sua irmã, pelo seu amigo, pelas pessoas, esse amor é essa verdade, essa é a primeira grande verdade que se nos revela à medida que nós vamos tentando, né, compreender a vida. Então ele vai dizer aqui, o espiritismo, como fez antigamente a minha palavra, tem de lembrar aos incrédulos que acima deles reina a imutável verdade. Qual é a imutável verdade que o espírito de verdade que Jesus nos traz? O Deus bom, o Deus grande que faz germinem as plantas e se levantem as ondas. É esse Pai celestial que Jesus nos apresenta. É esse Deus bom, esse Deus justo, misericordioso, amoroso. Isso é a verdade que a doutrina espírita vem nos lembrar. E aí a gente volta para aqui, pra pergunta de Sanson. O que que

esus nos apresenta. É esse Deus bom, esse Deus justo, misericordioso, amoroso. Isso é a verdade que a doutrina espírita vem nos lembrar. E aí a gente volta para aqui, pra pergunta de Sanson. O que que a gente acredita que Deus, nosso Pai celestial, que nós fomos criados para um sofrimento atróz e sem fim, sem nenhum objetivo? Nenhum objetivo. Por que que nós somos tentados, né, a raciocinar dessa maneira? Nós precisamos encontrar essa razão divina que o espírito Sanson fala. O Plotino, que é um filósofo neoplatônico, ele vai dizer: "Vive de tal modo que o que há de divino em ti corresponda ao que há de divino no universo." O que que há de divino no universo, minhas irmãs amadas, meus irmãos queridos, hoje nós temos uma lua cheia se preparando para amanhã, né? Ela já está chegando, linda, maravilhosa. Olhemos para o céu estrelado. Olhemos para o mar com toda a sua grandeza. Olhemos para aquela flor que desabrocha. Olhemos para aquela plantinha miudinha, aquela florzinha silvestre que tá ali. A gente pisa sem ver. Olhemos para a natureza, para tudo, para aquele gatinho que a gente tem em casa, o bichinho, seja ele qual for. Olhemos pros olhos das pessoas que nós amamos. Olhemos para a vida e o que que nós enxergamos? Porque eu posso não enxergar nada disso, nada, nada disso. Eu posso simplesmente passar a minha vida inteira de cabeça baixa, dos com os olhos voltados para o chão, no meu desespero, no meu sofrimento, na minha raiva, na minha inveja, porque as outras pessoas podem, eu não posso. Mas o caminho que Jesus nos oferece, nos nos convida a percorrer com ele é exatamente outro, é um novo olhar, né? Jesus diz assim: "Ah, se alguém te bater na face direita, oferece à esquerda". Às vezes a gente acha que é bate, bate, né? Não, né? Tá mostrando, olha pro outro lado também. E se for preciso apanhar na face e impedir ali sofrer um atrito físico e impedir que a violência se alastre ali mesmo, nós precisamos aprender isso. Ele ele nos deu esse exemplo. Mas nós precisamos aprender a

preciso apanhar na face e impedir ali sofrer um atrito físico e impedir que a violência se alastre ali mesmo, nós precisamos aprender isso. Ele ele nos deu esse exemplo. Mas nós precisamos aprender a olhar a vida com outros olhos, de outra forma. Nós estamos aqui estudando o evangelho. Os nossos amigos e benfeitores espirituais estão aqui ao nosso lado, né, buscando dentro de nós alguma alguma brechinha para que nós possamos mudar de ideia, virar a chave. Às vezes a gente lê a coisa aquilo mil vezes e não percebe e um dia de repente alguma coisa muda e a gente enxerga, escuta, né, de uma forma diferente. Veja o que que o espírito cáritas aqui é um evangelho segundo o espiritismo, quando ele diz: "Não saiba v o capítulo não saiba a vossa mão esquerda o que diz a dire o que dei à direita". Cárita diz assim, ele vai, ela vai falar das diferentes formas de caridade, mas ela fala que o espírita tem um eh um gênero de caridade diferente. Olha o que ela diz aqui. Vós, espíritas, podeis sê-lo caridoso na vossa maneira de proceder para com os que não pensam como vós, induzindo os menos esclarecidos a crer, mas sem o chocar. sem investir contra as suas convicções e sim atraindo-os amavelmente às nossas reuniões, onde poderão ouvir-nos e onde saberemos descobrir nos seus corações a brecha para neles penetrarmos. Eis aí um dos aspectos da caridade. Foi o que aquela minha amiga fez. Às vezes a gente fica com vergonha dizer: "Não, eu vou chamar a pessoa para ir pro centro. Acho que não é uma boa, né? Como é que essa pessoa vai? Nossa, e se ela souber que eu sou espírita, pode até ficar chateada. Gente, não há nada mais maravilhoso do que nós termos um amigo. E não há nada mais maravilhoso do que nós podermos compartilhar os nossos bens com os nossos amigos. E qual é o maior bem que um ser humano pode ter na vida? A fé. Não existe um bem maior que esse. É a fé. Não é essa crença. Ah, eu tenho fé em Deus que vou ganhar na loto, né? Isso aqui é crença, tá gente? É crença. Respeito quem diz isso. Vou acho que eu

? A fé. Não existe um bem maior que esse. É a fé. Não é essa crença. Ah, eu tenho fé em Deus que vou ganhar na loto, né? Isso aqui é crença, tá gente? É crença. Respeito quem diz isso. Vou acho que eu vou usar essa palavra, seu João, que senhora tem fé em Deus que eu vou ganhar, né? Isso aqui é crença, né? Não, eu vai dar tudo certo. Que é crença. Agora a fé, Mecart vai dizer que a fé marca o nascimento de Deus no homem. Estranho, né? Ele é um filósofo do acho que 1220, no 290, é I idade média. Mas é muito forte isso. A fé marca o nascimento de Deus no homem. Por quê? Porque é aquele momento em que nós aprendemos a olhar paraa vida com outros olhos. André Luiz vai dizer: "Estamos mergulhados na mente divina do mesmo modo que os peixes e as algas no oceano imenso." Tá lá no livro Evolução Dois Mundos, nos domínios da Mediunidade, ele diz algo semelhante: "É nós sabermos, nós somos de Deus". O apóstolo João diz isso, né? na sua carta ou numa das suas cartas, nós somos de Deus. Deus é amor. Então, quando nós temos essa percepção, naturalmente, eh, claro, nós temos desafios, decepções, tristezas, dores físicas, tudo isso que Kardec relacionou aqui, mas nós temos um gênero de felicidade que o mundo não dá, mas também não tira. é você ali estar nos momentos cruciais, como lembra aqui também Santo Agostinho quando ele fala no capítulo bem-aventurados os aflitos. O capítulo é o capítulo 5 de O Evangelho Segundo Espiritismo. Notem, meus irmãos, que hoje eu estou usando só o Evangelho Segundo o Espiritismo. Às vezes eu vou fazer um estudo do evangelho em alguma casa espírita e levo um monte de livro. e uma colega, a Bet da Serda, aquela cantora espírita muito conhecida. Cheguei para fazer a palestra, ela: "Gente, a Terezinha hoje está com 18 livros, tá? [risadas] Mas às vezes a gente precisa de outros textos. Mas esse o evangelho, né? Aliás, o evangelho é sempre bastante. E aqui ele vai falar, quando ele fala o mal e o remédio, Santo Agostinho vai lembrar: "Até quando os vossos olhares se deterão nos

xtos. Mas esse o evangelho, né? Aliás, o evangelho é sempre bastante. E aqui ele vai falar, quando ele fala o mal e o remédio, Santo Agostinho vai lembrar: "Até quando os vossos olhares se deterão nos horizontes que a morte limita? Quando, afinal a vossa alma se decidirá a lançar-se para além dos limites de um túmulo, buscai a ouv de chorar e sofrer a vida inteira. O que seria isso? A par da glória reservada aos que tenham sofrido a sua prova com fé, amor e resignação? Buscai consolações para os vossos males no porvir que Deus vos prepara. Procurai-lhe a causa no passado. E vós que mais sofreis, considerai-vos os afortunados da terra. Como desencarnados, quando pairáveis no espaço, escolhestes as vossas provas, julgando-os, julgando-vos bastante fortes para a suportar. Queriais sustentar uma luta com a tentação e vencê-la. Vós que pedistes a riqueza e a glória, queriais sustentar luta com a tentação e vencê-la. Vós que pedistes para lutar de corpo e espírito contra o mal moral e físico, sabiais que quanto mais forte fosse a prova, tanto mais gloriosa a vitória? E aí a gente começa a pensar, ou mudamos a forma de olhar a vida ou o peso das aflições vai se abater sobre nós. Qual é o remédio? Ele pergunta. Santo Agostinho faz essa pergunta retórica. Qual é o remédio, então prescrever aos atacados de obsessões cruéis, de males cruciantes? Só um é infalível. A fé, o apelo ao céu. Se na maior asserbidade dos vossos sofrimentos entoardes hinos ao Senhor, o anjo, a vossa cabeceira vos apontará o sinal da salvação e o lugar que um dia ocupareis. A fé é o remédio seguro do sofrimento. Mostra sempre os horizontes do infinito, diante dos quais se esvaem aos poucos os dias brumosos do presente. Não nos pergunteis, portanto, qual remédio para tal úlcera ou tal chaga para tal tentação ou tal prova? Lembrai-vos de que aquele que crê é forte pelo remédio da fé. E aquele que duvida um instante da sua eficácia, imediatamente é punido, porque logo sente as pungentes angústias da aflição. Então, essas palavras, né, nós

aquele que crê é forte pelo remédio da fé. E aquele que duvida um instante da sua eficácia, imediatamente é punido, porque logo sente as pungentes angústias da aflição. Então, essas palavras, né, nós não gostamos muito dessas palavras punição, tem umas palavras que nós rejeitamos nos dias de hoje, mas meus irmãos, vamos colocar as palavras nos lugares delas, né? O que que acontece quando realmente quando nós entramos num desespero? Qual é a nossa punição na da nossa falta de fé? É justamente, né, não enxergar saída para a dificuldade que nós nos encontramos. Então aqui Kardec aqui no Cristo Consolador já trabalhando pro nosso encerramento, ele vai dizer aqui se Kardec comenta, né, o Cristo consol o o texto Cristo consolador, consolador prometido, no qual Jesus diz se me amais, guardais os meus mandamentos e eu rogarei ao meu Pai, e ele vos enviará outro consolador, a fim de que fique eternamente convosco o espírito de verdade que o mundo não pode receber porque não o vê e absolutamente não o conhece. Mas vós conheccê-lo eis, porque ficará convosco e estará em vós. Ficará convosco e estará em vós. Mas, porém, o consolador, que é o Santo Espírito que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos tenho dito. João 14:15 a 1726. Então, Kardec, ele vai fazer esse comentário de desse desse texto do Evangelho dizendo: "Disse o Cristo: "Bem-aventurados os aflitos, pois que serão consolados, mas como há de alguém se sentir ditoso por sofrer, né? Como é que eu posso, né, ser feliz sofrendo se não sabe porque sofre. O espiritismo mostra a causa dos sofrimentos nas existências anteriores e na destinação da terra, onde o homem espia o seu passado. E mais, né, adiante, ele vai dizer: "O Espiritismo lhe dá a fé inabalável no futuro e a dúvida ungente não mais se lhe apoa da alma. Dando-lhe a ver as coisas do alto, a importância das vicissitudes terrenas, some-se no vasto e esplêndido horizonte que ele o faz descortinar. E a perspectiva da felicidade que o

se lhe apoa da alma. Dando-lhe a ver as coisas do alto, a importância das vicissitudes terrenas, some-se no vasto e esplêndido horizonte que ele o faz descortinar. E a perspectiva da felicidade que o espera, dá-lhe a paciência, a resignação e a coragem de ir até o termo do caminho. Quantos de nós olhamos para as dificuldades que carregamos na alma, as nossas tentações e meu Deus, nós precisamos estudar a doutrina espírita e ter essa fé no futuro. E para finalizar, meus amados, Kardec vai dizer assim: "O Espiritismo realiza o que Jesus disse do consolador prometido, conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba de onde vem, para onde vai e por estar na terra. atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança. Então, meu meus queridos, muito obrigada mais uma vez. Aqui o finalzinho é a gente fica pensando, mas qual é o repouso que Jesus oferece, né? Lembrem, achareis repouso para as vossas almas. Espírito de verdade. No item oito, Cristo Consolador, ele vai dizer: "O sentimento do dever cumprido dará o repouso ao espírito e a resignação". Então, o nosso repouso, meus amados, minhas amadas, está onde? Na caridade, no trabalho, no estudo da doutrina espírita. Então, que Jesus nos abençoe, nos dê muita paz e que nós possamos, nós passamos tanto tempo, né, estudando para arranjar um emprego melhor, para isso, para aquilo outro. Então, vamos fazer um investimento mais alto nas nossas almas. Deve ter matrícula do EG no segundo semestre, né, seu João? Muito obrigada, minhas queridas, muit meus queridos. Muita paz para todos nós. Meus irmãos, realmente aqueles que tm interesse em conhecer a doutrina mais a fundo, né, dentro de um plano sistematizado, eh, estudando a doutrina espírita que através do ESD, estudo da doutrina espírita. E tem sempre, nós temos palestras também dirigidas a aqueles que querem aprofundar, que é o chamado pads, né? Qualquer informação lá na recepção tem todo esse essa essa bagagem, essas informações. Vamos fazer a nossa prece

s palestras também dirigidas a aqueles que querem aprofundar, que é o chamado pads, né? Qualquer informação lá na recepção tem todo esse essa essa bagagem, essas informações. Vamos fazer a nossa prece e nós vamos nesse instante pedir esses abnegados amigos espirituais que aqui estão, estiveram conosco nessa noite, para que levem até Jesus. E este leve até Deus os nossos agradecimentos. Os nossos agradecimentos pela oportunidade de aqui estarmos. os nossos agradecimentos pelo teto que nos abrica, pelo trabalho que nos sustenta, pelo prato de comida que nos foi ofertada à mesa no dia de hoje, pela roupa que nos aquece o corpo, os nossos agradecimentos pelo dia de ontem, pelo dia de hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã. Mas que amanhã, Senhor, possamos ser melhores do que hoje. E que assim seja. Aqueles irmãos que vão fazer uso do passe, por favor, pode aguardar aguardar sentado que já o pessoal vai chamar. E o Dips tá chegando.

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