A FELICIDADE SEGUNDO O EVANGELHO - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, mesmo tão longe de [música] atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi [música] toda beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Estando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite, minhas irmãs, meus irmãos. Muita paz para todos nós. É uma alegria muito grande estarmos juntos. E agora vamos preparar o nosso coração para a prece para o evangelho. Quando a gente vai plantar alguma coisa, normalmente a gente prepara o terreno, né? E eu costumo dizer que o Evangelho, segundo o Espiritismo todo, ele é uma preparação do nosso terreno pessoal para que nós possamos orar, né? Se nós pensarmos bem, qual é a finalidade da nossa vida, é a comunhão com Deus, né? E a oração é justamente esse instante de comunhão. Quando a gente busca aqui no no sumário do Evangelho, o que nós vemos é justamente isso, do capítulo primeiro até o capítulo 28, que é o de coletânia de preces espíritas, o último capítulo é uma preparação do nosso coração, é uma preparação do nosso terreno para recebermos as sementes divinas e o último capítulo, que é o da oração, nós podermos nos florescer. Mas para preparar o nosso coração para a prece e o tema de hoje é a felicidade segundo o Evangelho. Vamos buscar uma lição dessa obra Fonte Viva Ergamo-nos. é uma referência à parábola do filho pródigo ou a parábola dos dois filhos, dependendo da tradução. Quando nós escutamos o as palavras do evangelho, muitas vezes elas nos incomodam profundamente, né? Meu Deus, eu não consigo chegar nesse ideal espiritual, eu estou muito distante disso. Quer saber? Eu não vou mais buscar eh a comunhão ou a igreja ou qualquer lugar, porque eu não dou conta de chegar nesse nível espiritual. Este é o nosso grande equívoco, porque a parábola do filho pródigo, a parábola dos dois filhos nos explica exatamente isso, que nós temos um pai de braços abertos nos esperando. E aqui quando ele está, quando esse filho que gastou tudo que o pai lhe deu,
ilho pródigo, a parábola dos dois filhos nos explica exatamente isso, que nós temos um pai de braços abertos nos esperando. E aqui quando ele está, quando esse filho que gastou tudo que o pai lhe deu, quando ele perde tudo, quando ele está no grau mais abjeto de todos, que para aquela cultura era justamente estar trabalhando com porcos, ele cai em si e diz: "Levantar-me ei e irei ter com o meu pai". Esse é o momento que nós estamos, né? É um momento que nós estamos ali reconhecendo que há algo maior na vida, que há uma força superior, que há a possibilidade de sermos felizes, não do jeito que nós desejamos muitas vezes, mas de conhecermos o que é a felicidade real. Então aqui Emanuel, nesse comentário belíssimo, vai nos dizer que quando o filho pródigo deliberou tomar tornar aos braços paternos, ele resolveu intimamente levantar-se. Essa palavra tem muita força, né? Antes de vir para cá, eu estava meditando numas palavras de Jesus que diz: "Levanta-te e anda". Precisamos nos levantar. E ele diz isso, né? Sair da cova escura da ociosidade para o campo da ação regeneradora, erguer-se do chão frio da inércia para o calor do movimento reconstrutivo. É levar-se do vale da indecisão para a montanha do serviço edificante, fugir à treva e penetrar a luz. ausentar-se posição negativa e absolver-se na reestruturação dos próprios ideais. levantou-se e partiu rumo do lar paterno. Quantos de nós, porém, filhos pródigos da vida, depois de estragarmos as mais valiosas oportunidades, clamamos pela assistência do Senhor, de acordo com os nossos desejos menos dignos, para que eles sejam satisfeitos, né? Às vezes a gente fica ali naquela posição de querer aquilo que nós tínhamos e que nós perdemos. Mas há uma razão para essa perda. E ele diz: "Quantos de nós descemos voluntariamente ao abismo e lá dentro, atolados na sombria corrente de nossas paixões, exigimos que o todo misericordioso se faça presente ao nosso lado através dos seus divinos mensageiros, a fim de que os nossos caprichos sejam atendidos". Quer dizer,
mbria corrente de nossas paixões, exigimos que o todo misericordioso se faça presente ao nosso lado através dos seus divinos mensageiros, a fim de que os nossos caprichos sejam atendidos". Quer dizer, essa pergunta também é importantíssimo, porque o que que nós buscamos? A satisfação dos nossos desejos ou dá um passo a mais para encontrarmos essa comunhão com o Pai Celestial? E Em Emanuel conclui dizendo, se é verdade, no entanto, que nos achamos empenhados em nosso suerguimento, coloquemo-nos de pé, retiremo-nos da retaguarda que desejamos abandonar. Aperfeiçoamento pede esforço. Panorama dos simos, né, dos montes, dos pé de ascensão. Se aspiramos ao clima da vida superior, adiantemo-nos para a frente, caminhando com os padrões de Jesus. Levantar-me ei disse o moço da parábola. Levantemo-nos, repitamos nós. E o mais bonito dessa parábola que Jesus nos conta é que o pai avista o filho de longe e sai correndo para abraçá-lo e restituí-lo na condição de filho. Então vamos orar, vamos pensar na humanidade inteira, nos nossos irmãos que sofrem, em especial naqueles que estão sofrendo a grande aflição da dor, do luto. seja na nossa família, seja na nossa nossos irmãos em humanidade, aqueles que estão aflitos pelas grandes perdas, aqueles que ainda não conseguem realizar um movimento em direção à realização do seu do próprio coração, do desejo mais profundo da alma, que é o de encontro com Deus. Então, oremos, minhas irmãs, meus irmãos, mentalizemos a humanidade inteira com seu cortejo de dores, de violências, de ódio, mas ao mesmo tempo mentalizemos e percebamos o trabalho dos espíritos consoladores que vão a toda parte levar a paz, a esperança e a fé. E oremos juntos aquela oração que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. Pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aqueles que nos são devedores. E não nos deixeis cair em
seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. Pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aqueles que nos são devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém. Muita paz, minhas irmãs, meus irmãos. Eu tinha 22 anos de idade quando eu recebi de presente uma tradução do Evangelho Segundo o Espiritismo do Herculano Pires, que tinha exatamente que tem essa frase: "Eu estava no momento de muita angústia, de muito sofrimento". E tem exatamente essa frase: confia no bom Deus que fez a felicidade e permite a tristeza. Essa frase é do Vianei Curadares em Paris 1863, o capítulo Bem-aventurados os que têm os olhos fechados no aliás essa é a mensagem, né? O capítulo é: "Bem-aventurados os puros de coração e os que têm puro coração, os puros de coração." E aí a gente começa a pensar, veja como essa frase eh nos oferece um giro epistemológico, né? uma mudança total de visão, porque até então o que é que nós conhecíamos, pelo menos eu, aquela ideia corrente de que a felicidade não existe. O que existe são momentos felizes. E no último encontro nós falamos um pouco sobre isso. E hoje nós vamos desenvolver essa ideia do que é a felicidade segundo o evangelho. Então, quando nós pensamos, a felicidade não existe, o que existe são momentos felizes. E quando nós pensamos, confia no bom Deus que fez a felicidade e permite a tristeza, a vida muda. que nós começamos a pensar que é possível que aqui neste mundo, em todos os momentos, por mais difícil que sejam esses, por mais difíceis que sejam, é possível manter um nível, um grau de elevação espiritual, de encontro espiritual com Deus, um estado da alma a que podemos chamar de felicidade. Então, o que é a felicidade segundo o evangelho? Mas quando a gente pergunta o que é, primeiro a gente vai perguntar o que não é felicidade segundo o evangelho? O que é felicidade segundo o mundo, né? Aqui no nosso Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5, bem-aventurados
a o que é, primeiro a gente vai perguntar o que não é felicidade segundo o evangelho? O que é felicidade segundo o mundo, né? Aqui no nosso Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, nós temos um texto, uma instrução do espírito Fenelon. Fenelon é um filósofo moral. Ele vai de ele começa, o título é Tormentos voluntários. Eu gosto muito dessa, dessa lição porque me lembra uma amiga muito querida, é, o neto dela tava com o braço machucado, quebrado e aí engessado. E eu perguntei: "E aí, que que foi isso, garoto?" Aí ela olhou para ele, "Fala pra tia Teca". Foi: "Tormentos voluntários, né? Tormentos voluntários. O que é isso, meu Deus? É justamente o que nós podemos entender por infelicidade, pelo por aquilo que para os espíritos superiores é infelicidade. Ele começa dizendo que incessantemente o homem vive em busca da felicidade, mas a felicidade ele porque a felicidade sem mescla não se encontra na terra. Então, a gente já começa a pensar no que nos diz o Eclesiastes, que a felicidade não é deste mundo, e que uma ideia que o Evangelho segundo o Espiritismo também desenvolve aqui nesse mesmo capítulo, né, quando vai falar sobre o que é que a felicidade não existe, a felicidade não é deste mundo, sobre o que é a verdadeira desgraça ou verdadeira infelicidade. Então ele vai lembrar aqui que nós podemos dizer, o Fenelon vai dizer que nós poderíamos gozar de uma relativa felicidade aqui na Terra se nós não a procurássemos nas coisas perecíveis, naquilo que é efêmero, naquilo que passa tão rápido, né? E em vez de procurar nas nos gozos da alma, nas alegrias da alma, quais são as alegrias da alma? Quando nós estamos num almoço de domingo, que os nossos amigos chegam com a metade do almoço pronto, porque lá em casa é assim, senão tadinhos, né? [risadas] Não sou muito boa em fazer arroz mesmo, né? Então nós temos amiga que faz o arroz, amiga que faz isso, eu faço outras coisas. Então, a alegria de estarmos ali com os nossos amigos, com os nossos amores, com os nossos entes
azer arroz mesmo, né? Então nós temos amiga que faz o arroz, amiga que faz isso, eu faço outras coisas. Então, a alegria de estarmos ali com os nossos amigos, com os nossos amores, com os nossos entes queridos, a alegria de vermos aqueles rostos que se alegram com a nossa presença, a alegria de fazermos alguma coisa para amenizar o sofrimento alheio. Então isso são as alegrias da alma, essa felicidade que o mundo não dá, mas também não tira. Porque muitas vezes aquilo que nós buscamos no mundo, né, a fortuna, a fama, a glória, o sucesso. Eu adoro um livro do Roberto Chiniique. O título dele é O sucesso é ser feliz. O sucesso é ser feliz. Então eu me lembro da minha filha aos 4 anos de idade, quando a gente tava perguntando que que você quer ser quando crescer, né? As outras, as mais velhas, uma queria ser veterinária, a outra queria ser tudo, tudo. Eu dizia que ela ia ser astronauta, né? [risadas] Porque ela vivia no mundo da lua, então ela queria ser tudo, quis ser gerente de loja de brinquedo. Hoje essa é professora de maravilhosa. Então o professor realmente é tudo. E essa pequenininha de 4 anos disse: "Eu quero ser feliz e eu nunca esqueço disso. O que é ser feliz, né?" Então a gente começa a pensar aqui, o fenelon vai dizer que a gente, essa felicidade é justa que nós deveríamos buscar é justamente a paz do coração, a única felicidade real neste mundo. Então, enquanto nós estamos ali ávidos, agitados, buscando tudo aquilo que pode, né, nos dar única e exclusivamente as sensações de prazer, nós vamos ter alguns tormentos, sim. E ele faz uma pergunta importantíssima. Haverá tormentos maiores do que aqueles que derivam da inveja e do ciúme? Inveja, meus irmãos. Alguém pode dizer assim: "Terezinha, nem sei o que é isso. Eh, é muito bom, deve ser uma sensação maravilhosa, mas muitas vezes, né, à medida que a gente vai avançando, estudando, estudando um pouco mais, a gente vai identificando, né, a uma inveja no sentido de, meu Deus, por que que eu não consigo aquilo que eu desejo
vezes, né, à medida que a gente vai avançando, estudando, estudando um pouco mais, a gente vai identificando, né, a uma inveja no sentido de, meu Deus, por que que eu não consigo aquilo que eu desejo tanto, né? E outras pessoas que se esforçam tão pouco conseguem, né? Isso é um tipo de inveja não reconhecida, não dita dessa forma, porque normalmente nós pensamos na inveja, na forma daquela que se prepara para destruir outras pessoas, né? Às vezes nós temos realmente um nível tão alto dessa de dessa emoção totalmente descontrolada, né? Porque gente, o que que é a inveja? A inveja é uma emoção, tá? A inveja, o ciúme é uma emoção, né? Tod emoções negativas no sentido de ruins. Toda emoção, ela tem uma função, né, aos aos estudiosos que vão dizer que a emoção é um aparato fisiológico para que nós possamos aprender a reagir no mundo. Então, que por que que nós temos medo, né? Nós precisamos do medo. O medo é uma emoção importantíssima. Eu tenho medo por quê, né? Para preservar a minha vida. Isso pode me, né, eu tenho um instinto de preservação. Então, o medo é uma emoção fundamental, mas quando eu passo a ter medo de tudo, quando eu fico não saio mais de casa, porque eu tenho tenho medo de adoecer, eu tenho medo que aconteceu alguma coisa ruim comigo, eu estou no nível que eu preciso de ajuda, né? A raiva, a raiva é uma emoção básica. A raiva, ela vai defender. A função da raiva é justamente proteger os nossos, né? Pera aí, aqui é um limite, então eu preciso agir nesse lugar. O medo nos paralisa muitas vezes, mas a raiva ela nos faz agir, ela justamente ela vai nos impulsionar para fazer alguma coisa. Isso não pode acontecer, né? Por isso que a indignação que não é essa irritabilidade, ah, eu tô indignada, não, isso é irritabilidade, é, né? é outra coisa, mas a indignação como virtude, no sentido de isso não pode mais acontecer, nós precisamos fazer alguma coisa, ela tem justamente essa base da emoção da raiva. É claro que aqui nós estamos falando desse equilíbrio necessário.
rtude, no sentido de isso não pode mais acontecer, nós precisamos fazer alguma coisa, ela tem justamente essa base da emoção da raiva. É claro que aqui nós estamos falando desse equilíbrio necessário. Quando eu saio desse lugar do equilíbrio, eu preciso, eu vou ver o quê? Que eu estou aqui extrapolando e aqui eu vou ter os grandes problemas da violência, da ira e outras coisas. A tristeza. Meu Deus, essa semana nós tivemos uma perda na nossa família, né? O nosso coração está em luto. Coração está lutado. É uma dor muito grande, não tem como não sofrer. Uma tristeza imensa. É necessário que nós soframos essa dor e que essa lágrima caia, que essas lembranças fortes, né, que acontece junto com o luto, que tudo isso que vem junto é fundamental. É a tristeza, ela é necessária. Mas quando nós não conseguimos mais ir adiante porque estamos, porque aquele ente querido faleceu, quando nós não conseguimos 2 anos depois dar conta da vida, saudade a gente vai sentir, mas a vida continua, né? Há uma compreensão, há um processo de elaboração necessário do luto, da perda de qualquer natureza, né? Nós precisamos elaborar essa essa essa emoção. Quando nós nos entregamos totalmente, começamos a adoecer, né? E quem já passou por um processo de depressão profunda, conhece bem do que eu estou falando, sabe que precisamos de uma intervenção aqui. É quando a emoção ela vai para um outro lugar. Do mesmo modo, nós vamos ter a inveja. Por que que nós temos, né? Por que que a inveja é uma emoção também? Porque nós olhamos pera aí, né? Como é que essa pessoa fez para conseguir chegar até lá, né? Essa emoção que nos mostra que aquilo que outras pessoas têm pode ser um parâmetro para que nós possamos melhorar a nossa vida. É diferente quando nós nos revoltamos porque esta pessoa tem e eu não tenho. Eu nunca esqueço de uma história de uma amiga muito querida que ela vivia numa situação de pobreza muito grande. E um dia ela pergunta para uma vizinha: "Como é que as pessoas viram doutor?" E a vizinha disse, a elas estudam até um
a de uma amiga muito querida que ela vivia numa situação de pobreza muito grande. E um dia ela pergunta para uma vizinha: "Como é que as pessoas viram doutor?" E a vizinha disse, a elas estudam até um determinado grau e depois elas fazem um vestibular e aí elas passam e vão pra faculdade. Aí eles vão ser doutor, aí vão ser engenheiros, vão ser advogados, vão ser médicos. E ela disse: "Mas isso qualquer pessoa pode?" Ela disse: "Se pode e os meus filhos também?" Sim, se eles estudarem. Eu me emociono porque ela, minha grande amiga, hoje tá no mundo espiritual. Os filhos dela são tudo doutor, né? Ou seja, você olha para os outros e pensa: "Como que a gente faz para chegar até lá, né? Essa a a função dessa emoção é isso. Mas o que que a gente faz, né, na inveja patológica, o que que nós vamos fazer? Nós vamos ter ódio daqueles que tm mais do que nós. O ciúme, meu Deus! Quem nunca sentiu ciúme na vida, né? também é lá pros 2 tr anos de idade que a gente vai desenvolvendo essas coisas, né? O ciúme, a gente tem medo de perder aquele ser querido que é um que a gente transforma num objeto de amor identificado, como diz aquela música linda cantada por Neymar Grosso, né? A gente tem medo de perder. No ciúme eu quer, na inveja, eu quero o que o outro tem. No ciúme eu tenho medo de perder aquilo que eu acho, julgo que me pertence. Quando o ciúme é patológico, nós somos capazes de ter delírios e cometer atos, né, inimagináveis, né? Então assim, é uma emoção, porque aqui o que que tem nessa emoção, né? Nós temos todos temos medo de perder o amor. Todos temos medo. É natural isso, é faz parte da vida. Então nós vamos aprendendo. A função da emoção é justamente essa. Temos outras também, né? a repulsa. Não suporto isso. Por que que eu não suporto isso? Meu Deus, só de ver isso me angustia, né? Seja uma situação física ou uma situação emocional. Então, nós somos, temos a alegria. Meu Deus, que eu já tava me esquecendo, né? Da alegria. É maravilhoso sentir alegria, né? Todo o nosso corpo se renova, a nossa alma se
ca ou uma situação emocional. Então, nós somos, temos a alegria. Meu Deus, que eu já tava me esquecendo, né? Da alegria. É maravilhoso sentir alegria, né? Todo o nosso corpo se renova, a nossa alma se renova, mas a vida ela tem os a emoção, ela traz os temperos da vida. Uma pessoa que está alegre 1 nossa, 1000 por hora o tempo inteiro e ela quer fazer o tudo. Quando você vê uma pessoa que tem transtorno bipolar, né? Isso é muito comum nas nossas famílias. A gente tem um transtorno na gente mesmo, a gente quer fazer tudo e a gente perde a medida. Muitas vezes nós estamos num processo de euforia e precisamos de ajuda de uma intervenção. Então aí vem essa questão. Por isso que a gente precisa refletir sobre como nós estamos conduzindo, conduzindo esses nossos estados, né, esses nossos modos de sentir. Todos nós temos em alguma medida, uma emoção que é profundamente exacerbada. E aqui o Fenelon vai fazer falar da inveja e do ciúme. Ele diz aqui: "Para o invejoso e o ciumento não há repouso, pois estão perpetuamente febricitantes. O que os o que não tem e que os outros possuem lhe causa insônia, né? Quem já viu uma situação dessa no rosto de alguém sabe como é. E quem já sentiu isso sabe como é. Nossa, como que ela conseguiu esse cargo, né? Como que ela sentiu esse lugar? Como que ela chegou a esse lugar, né? Ou então como que o meu chefe não não permitia que eu fizesse isso e agora tá permitindo isso a ela. Eu me lembro quando eu tive esse sentimento em relação à colega do pera aí, que que é isso que eu tô sentindo aqui? Nunca tinha experimentado, né? É um misto de inveja e ciúme. De repente você perde o seu lugar. Isso é humano, gente. Ai, não quero sentir isso. Impossível não sentir. Agora eu posso controlar o os meus o modo como eu vou reagir a determinadas situações. Preciso parar, pensar para elaborar essas situações? Claro, né? Isso é o que o filho pródico faz, levantar-me ei, e irei ter com meu pai. Vou buscar ajuda. Então ele vai lembrar que que de tormentos ao contrário se poupa
r para elaborar essas situações? Claro, né? Isso é o que o filho pródico faz, levantar-me ei, e irei ter com meu pai. Vou buscar ajuda. Então ele vai lembrar que que de tormentos ao contrário se poupa aquele que sabe contentarse se contentar com o que tem, saber agradecer aquilo que tem, valorizar os próprios recursos. Ah, eu não tenho nada. Impossível, né? Mesmo que eu não tivesse nada, nada, nada, nada, nada. É impossível, né? Todos temos algo que podemos compartilhar. Ele diz aqui: "Se poupa, aquele que sabe contentar-se com o que tem, que nota sem inveja o que não possui, que não procura parecer mais do que é". Às vezes, todo gente, toda a nossa sociedade direcionada pro consumo, o que que nos leva a crer? Que nós precisamos parecer mais do que nós somos, né? Meu Deus, como eu sou feia, né? Então eu preciso de um monte de coisa para ficar bonita e não consigo. Mas quem foi que disse que eu sou feia? Onde é que tá a minha beleza, né? Onde é que está a beleza da minha alma? Onde que está a beleza da alma da outra pessoa? A gente começa a pensar, né, naquilo que nos é introjetado, naquilo que nos é dito. Não, mas isso tem que ser assim ou assim. E a gente cai muitas vezes em armadilhas terríveis que nos causa infelicidade. Então, uma das nossas, um dos nossos motivos de infelicidade é esse, é querer parecer aquilo que nós não somos. Por isso que a gente se queixa tanto, né? Ai, minha autoestima é tão baixa, né? Como que eu não reconheço o meu próprio valor, né? Leva tempo, meus irmãos, e muito trabalho para que a gente comece a subir essa montanha e comece a pensar realmente o que são os padrões sociais, os padrões de consumo que nos impõe, né, modos de felicidade impossível. E o que é a felicidade segundo o evangelho. E aí a gente vai pro livro dos espíritos. Kardec, ele faz uma pergunta que é maravilhosa. Ele tá falando aqui no livro quarto sobre felicidade e infelicidade relativas. E na pergunta 922 de O livro dos Espíritos, ele vai perguntar se há um critério de
le faz uma pergunta que é maravilhosa. Ele tá falando aqui no livro quarto sobre felicidade e infelicidade relativas. E na pergunta 922 de O livro dos Espíritos, ele vai perguntar se há um critério de felicidade para todos os homens. Porque o que é felicidade para um não é para outro, para outros é uma infelicidade, né? Kardec tem até faz uma pergunta interessante aqui. Imagina, né? Uma pessoa que tem tudo, o que perde tudo, né? Ela perde o que é supérflo para um, né? O supérflo, o su o supérfluo não eh não é indispensável a felicidade, mas o mesmo não se dá com o necessário, né? O qual? Ora, não será real a infelicidade daqueles que estão privados do necessário? Porque muitas vezes, né, nós temos uma listinha de coisas que para nós, meu Deus do céu, se nós tivéssemos, nos daria assim um prazer imenso, mas há muitas pessoas que são privadas do necessário nesse mundo. E aí Kardec faz essa pergunta também. Tem outra pergunta, eu vou deixar para vocês lerem em casa o livro dos espíritos, né? Ele diz aqui: "Aquilo que seria suérfluo para um não representará para outro o necessário conforme as posições?" Os espíritos respondem que sim, né? É claro, uma pessoa de acordo com as nossas leis materiais, de acordo com os nossos preconceitos, as nossas ambições, os nossos caprichos ridículos. Ele usa esse termo, ele diz aqui, é claro, né? representa eh essa essa infelicidade. Ele disse até aqui, ele faz uma comparação interessante, né? Aquele que tinha 50.000 libras de renda e a ver reduzida a 10.000 se considera muito infeliz. Por quê? Porque não pode mais fazer a mesma figura, né? Não pode conservar aquela posição que ele tinha. Então é muito difícil, meus irmãos, minhas irmãs. E os espíritos estão dizendo isso para nos lembrar que essa perda é uma perda real, é extremamente dolorosa. Imagina você perder a sua posição social, a sua posição financeira, né? Todas as portas se fecham para você. Nós conhecemos histórias assim, histórias e histórias dessa forma, né? É muito triste, você
Imagina você perder a sua posição social, a sua posição financeira, né? Todas as portas se fecham para você. Nós conhecemos histórias assim, histórias e histórias dessa forma, né? É muito triste, você perde. Muitas vezes a pessoa chega a perder a razão, né? chegar a adoecer, meu Deus do céu, porque ela não dá conta e nós não estamos minimizando esse sofrimento. O objetivo da doutrina espírita é justamente nos fazer pensar sobre aquilo que são os nossos desejos, né? O que são os nossos desejos, o que importa realmente, né? Então, muitas vezes, e aí os espíritos vão dizer para nós aqui, o homem sábio para ser feliz olha para baixo e jamais para cima, a não ser para elevar a sua alma ao infinito. Ou seja, às vezes nós tivemos perdas muito grandes. E como é que a gente faz para aliviar a nossa perda? Os espíritos nos convidam justamente a trabalhar junto com aqueles que têm necessidades muito grandes. E é muito recompensador quando nós vamos aprendendo, né, a viver com pessoas que vivem muitas vezes sem o necessário. E aí vale a pena entender o critério de felicidade que os espíritos superiores oferecem a Kardec. Na pergunta 92, Kardec diz aqui: "A felicidade terrestre é relativa à posição de cada um. O que basta para a felicidade de um constitui a desgraça de outro. Haverá, contudo, algum critério de felicidade para todos os homens?" Resposta: Para a vida material é a posse do necessário. O que é o necessário? Cada um de nós precisamos fazer uma listinha do que realmente é necessário para a vida material é a posse do necessário. Para a vida moral, a consciência tranquila e a fé no futuro. Gente, que felicidade ter a consciência tranquila, ter fé no futuro, esperança, saber que a vida é esse fluxo que nós estamos nele lindamente, como vai dizer Sócrates, se houver na apologia, né, se houver uma vida após essa, irei me entender com os deuses. não, né? Vivi de acordo com aquilo que eu achava que devia viver, de acordo com a minha consciência, vamos dizer assim, traduzindo pros nossos termos atuais,
após essa, irei me entender com os deuses. não, né? Vivi de acordo com aquilo que eu achava que devia viver, de acordo com a minha consciência, vamos dizer assim, traduzindo pros nossos termos atuais, né? Então, essa consciência tranquila, a fé no futuro, a fé no futuro, minhas irmãs, meus irmãos, não é a crença de que Deus vai fazer aquilo que eu quero, do jeito que eu quero, na hora que eu quero, né? A fé no futuro é essa confiança, essa entrega profunda que o Curadares acaba de dizer aqui para nós em um evangelho segundo o Espiritismo. Minha filha confia no bom Deus que fez a felicidade e permite a tristeza. E aqui nós já vamos compreendendo que a felicidade, segundo o evangelho, ela é diferente. E aí nós voltamos ao livro dos espíritos novamente, pergunta 170. Ele tá falando aqui sobre a pluralidade das existências. É um capítulo belíssimo, meus irmãos, minhas irmãs. O livro dos espíritos vale a pena ser estudado. E quando a gente junta um pouco de filosofia, um pouquinho que seja, aí que a gente se apaixona. E ele faz uma pergunta, porque o que é o livro dos espíritos, né? O que que acontece ali no século XIX? É bom a gente lembrar isso. As ciências como nós as conhecemos hoje ainda estão nascendo. Primeira ciência humana que começa a a florescer é a economia, né? Temos aqui a revolução industrial e o que que a gente vai fazer com excedente da produção? Então, começa a a economia começa a florescer. Depois vai vir a sociologia, né? havia uma necessidade, vamos dizer assim, de como assim como estava a física, a a neurologia estava se desenvolvendo, a a a biologia e outras ciências estavam nascendo, né? Aqui teríamos necessidade de ciências humanas, entender o lugar do homem. Quando o livro dos espíritos é lançado, aqui é dito, né, filosofia espiritualista que tem o o os princípios da doutrina espírita. Kardec vai lançar a revista espírita com o nome de jornal de estudos psicológicos. A psicologia, como nós conhecemos hoje, como uma ciência humana ou, né, uma ciência da
incípios da doutrina espírita. Kardec vai lançar a revista espírita com o nome de jornal de estudos psicológicos. A psicologia, como nós conhecemos hoje, como uma ciência humana ou, né, uma ciência da saúde. Aí tem as as outras questões aí que vamos, né, não não é o nosso objeto de tudo agora, né, ela ainda não não havia nascido, né, a psicologia experimental é só 1870. Então nós vamos ver aqui Kardec temos várias formas através da qual o homem, várias ciências através da qual o homem está sendo estudado. E Kardec vai estudar esse homem do ponto de vista espiritual, por isso que ele já avisa, é uma filosofia espiritualista, né? Então é importante que a gente entenda. Então, Kardec aqui está preocupado, ele a partir da da da mediunidade, da investigação mediúnica, que é o método que ele vai utilizar, ele vai buscar, né, o pensamento dos espíritos superiores a respeito do homem e ele vai escolher as perguntas. E por isso que Flamarrion vai dizer que ele é o bom senso encarnado. Ele vai escolher, vai fazer perguntas e escolher respostas, né, de acordo com a sua capacidade, de acordo com o seu bom senso. E uma delas que ele vai fazer é exatamente essa. Em que se transforma o espírito depois da sua última encarnação, né? É, para onde a gente tá indo, né? Qual o sentido da vida? É uma boa pergunta. O que que nós vamos ser quando crescer? Isso mesmo, gente, um espírito bem-aventurado, um espírito puro. E aqui nós vamos entender que o conceito de felicidade, né, para Aristóteles, por exemplo, é aquela ideia de eudaimonia, de do bem-estar na vida, né? A o o fim do homem e a felicidade, né? A a eh o objetivo da vida humana é a felicidade. O ser do homem é a felicidade. Aqui a felicidade ela é apresentada na forma de bem-aventurança. E Jesus vai fazer, vai nos apresentar as bem-aventuranças como esse caminho paraa felicidade do espírito. E aqui nós vamos ver, vamos rever um pouco esse famosíssimo sermão do monte, sermão da montanha, sermão das bem-aventuranças, porque aqui nós temos
nças como esse caminho paraa felicidade do espírito. E aqui nós vamos ver, vamos rever um pouco esse famosíssimo sermão do monte, sermão da montanha, sermão das bem-aventuranças, porque aqui nós temos um gênero de felicidade que está além da visão terrena. A visão terrena de felicidade é o bem-estar, né? Até hoje nós temos uma ciência da felicidade, uma ciência de bem-estar. Nós temos escala de bem-estar, nós temos a psicologia positiva maravilhosa, nós temos esses caminhos e esses estudos no dia de hoje, né? Maravilha. Mas nós temos aqui esse componente espiritual da felicidade, que são as bem-aventuranças. O gênio de sacramento Eurípedes Barsanufo, ao ler o sermão das bem-aventuranças, ao ler a Bíblia, ele entendeu perfeitamente, mas ele tinha uma dificuldade imensa de compreender esse paradoxo. Um deles, bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Aroldo Dutra, na sua tradução de O Novo Testamento, ele nos traz aqui uma nota dizendo que no hebraico o que estão aflitos são os que lamentam a morte de alguém, os que estão enlutados, que esse verbo, né, aflito, né, essa eh esse verbo, na verdade, que se refere aos que estão aflitos, ele evoca toda a gama de sofrimento, eh, de sofrimentos, que esse doloroso evento que a perda de um ente querido desperta em nós. E quem tem essa experiência sabe, né? Então, o luto é uma questão muito muito delicada. Minha mãe faleceu tem 10 anos ainda. Eu sinto saudade dela, né? Eu sei que estou consolada porque eu tenho certeza que ela e o meu pai estão aqui hoje sentados, né, nos acompanhando. É claro, mas aquela vontade de conversar umas coisas com ela, mamãe, reza para mim, por favor, eu ligava para ela. Mamãe, reza para mim, por favor. Ela, mas minha filha, a senhora minha mãe, sua reza é diferente, né? Isso dá uma saudade imensa, né? Tocar uma música para ela, né? E outras coisas. Então, mas aqui Jesus vai dizer, os aflitos serão consolados porque ele próprio venceu a morte, né? Ele vem justamente para isso. Morte, onde está a tua vitória?
música para ela, né? E outras coisas. Então, mas aqui Jesus vai dizer, os aflitos serão consolados porque ele próprio venceu a morte, né? Ele vem justamente para isso. Morte, onde está a tua vitória? Perguntará o apóstolo Paulo. Onde está teu aguilhão? Porque Jesus ressuscitou. Nós somos cristãos. Toda a nossa fé é baseada justamente na ressurreição de Jesus. Os aflitos serão consolados. Por quê? Porque a morte não existe. O que que a doutrina espírita faz? Ela cumpre aquilo que está no Apocalipse, né, 22. E limpará, ele limpará toda a lágrima. Então, o que que a doutrina espírita nos faz? Nos prova, meus irmãos, sem nenhum medo de dizer: "Nós temos as provas da imortalidade da alma. É impressionante. Nós que convivemos, no meu caso, convivo numa reunião mediúnica há tantos anos, mais de mais de 40 anos, ali estão sempre. Eu às vezes eu digo: "Não, não é possível. É, é possível. Nós temos as provas da imortalidade. Então, bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus. Quem são os pobres em espíritos? Aqueles corações que estão abertos, prontos para receber novas, novas sementes, a nova forma de ver a vida. Ah, eu tô velha demais para mudar. Nunca, nunca. Nós nunca vamos ficar velhos demais para mudar mesmo, porque, né, às vezes as minhas colegas de faculdade dizem para mim, mas Terezinha, a senhora digo, opa, pera aí, nós temos a mesma idade, querida. 14 bilhões de anos aproximadamente, né, quando esse universo aqui começou. Mas isso é interessante porque nós somos seres imortais. Então é essa abertura. Os pobres espíritos são aqueles que utilizam a maior de todas as ferramentas, que é a humildade, né? essa capacidade de aprender, essa capacidade de buscar, ver uma forma diferente. Isso é uma felicidade, porque não tem coisa mais difícil pra gente do que a rigidez de pensamento. Sempre fui assim e vou vou ser assim sempre, né? O orgulho que faz com que a gente acredite que a gente sabe mais do que as outras pessoas. Jesus também nos dá um outro parâmetro
igidez de pensamento. Sempre fui assim e vou vou ser assim sempre, né? O orgulho que faz com que a gente acredite que a gente sabe mais do que as outras pessoas. Jesus também nos dá um outro parâmetro de bem-aventurança, a mansidão. Bem-aventurados os mansos. Porque eles herdarão a terra, a mansidão. Imagina um coração que aprendeu sempre a resolver os conflitos, a viver onde ele chega. é aquela pessoa que tem essa capacidade de olhar de outra forma, é capaz de aliviar aquele sofrimento intenso das outras pessoas só com a sua presença, com seu carinho, com o seu cuidado. Essa pessoa que não é capaz de cometer uma injúria, uma violência, todos nós, minhas irmãs, meus irmãos, ainda fazemos verdadeiras crueldades, né? Nós temos um fenômeno da microviolência que é aquelas aquelas, eu esqueço a palavra, aquele jeito grosseiro que a gente às vezes rebate. Ah, não falei isso mil vezes, né? Nós temos ainda, né, essa mansidão que Jesus fala aqui, herdarão a terra, né? Aí ele tá falando aqui, não é da Terra, o planeta só, mas assim onde nós estivermos, se formos um coração cheio de mansidão, de compaixão, de delicadeza, vai ser mais fácil a convivência conosco, né? Outra outro modo de felicidade. Bem-aventurados felizes, bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Nós trabalhamos pela justiça no mundo para que a justiça divina prevaleça. Não é a vingança divina, né? Para muitos de nós, a justiça divina é a vingança divina, né? Deus faça justiça. E eu tô ali com muita raiva. Não, a justiça divina é para todos, né? Nós vamos trabalhar para que o reino de Deus prevaleça. Trabalhar pelo bem sempre. O esfomeado, o faminto de justiça, é aquele que trabalha para que a injustiça no mundo desapareça. Os limpos de coração porque verão a Deus. Quem são os limpos de coração, né? Segundo o evangelho, são aqueles que são capazes. Tô terminando, tá gente? Os limpos de coração são aqueles que são capazes de olhar o irmão. Eu acho linda uma proposição de um filósofo chamado
o, né? Segundo o evangelho, são aqueles que são capazes. Tô terminando, tá gente? Os limpos de coração são aqueles que são capazes de olhar o irmão. Eu acho linda uma proposição de um filósofo chamado Emanuel Leviná. É um filósofo judeu que diz: "O rosto do outro faz um apelo". É a ética do rosto. O rosto do outro faz um apelo. O limpo de coração, ele vê Deus no rosto do seu irmão. Seja ele quem for, seja qual for a condição em que esse irmão se encontre. Ah, mas essa, Terezinha, é a pior de todas as pessoas do mundo. Pois é, para Deus não é, né? Não é. Para mim pode até ser, mas não é. Porque quando a chuva cai, é sobre mim que se que se acha justa e sobre ele que eu acho que é uma pessoa injusta. As bem-aventuranças, isso é um caminho, minhas irmãs, meus irmãos. Por isso que o nome do sermão é do monte da montanha, porque nós vamos subindo, né? Ele diz aqui: "Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz. Todos conhecemos a oração de São Francisco de Assis, né? Onde houverdio, que eu leve amor. Esse é o pacificador, aquele que busca viver desse mundo com o coração em paz. Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. Onde está um coração que vive em paz, que vive levando alegria onde há tristeza, que vive levando esperança onde há desespero. A gente espera que chega perto da gente. A gente chega até a dizer, né, aquela, eu queria ser assim, ah, eu não queria ser eu, queria ser Chico Xavier, né? Isso é inveja, tá gente? Eu tenho que ser eu. Chico é o Chico. E ele continua. Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Quem são os perseguidos por causa da justiça? São aqueles que fazem o bem mesmo quando eles estão sujeitos a sofrimentos. E a gente vê isso, né? Não preciso mencionar o nome de ninguém aqui, mas a gente vê pessoas que sofrem, que são perseguidas porque fazem um bem. Isso existe em todas as culturas. Bem-aventurados sois vós quando vos
sso, né? Não preciso mencionar o nome de ninguém aqui, mas a gente vê pessoas que sofrem, que são perseguidas porque fazem um bem. Isso existe em todas as culturas. Bem-aventurados sois vós quando vos enjoarem e perseguirem e mentindo, disserem todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos, reis, e regozijai-vos, porque grande é a vossa recompensa nos céus, porque assim perseguiram os profetas anteriores a vós. E para finalizar o corolário da felicidade, Jesus vai nos dizer: "Vós sois o sal da terra". Jesus fala ao ser espiritual que nós somos. Essa é a nossa esperança. O tempo que Jesus fala é esse tempo sagrado, não é esse tempo cronológico. Jesus está presente. Ele diz aqui: "Vós sois o sal da terra. Se o sal tornaço, com que se salgará? Para nada mais presta senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens. Não se pode eh eh eh eh eh ocultar, esconder uma cidade que esteja edificada sobre um monte. Também não se acende uma candeia e se coloca debaixo de um móvel, né? Mas se coloca num lugar onde ela possa dar luz a todos que estão em casa. Qual é a a a função de acendermos essa colocarmos essa lâmpada aqui embaixo e todo o salão ficar escondido, ficar na escuridão, né? Ele diz aqui da mesma forma brilha a vossa luz diante dos homens para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. Graças a Deus que você chegou. Olha que coisa maravilhosa, né? Não é? Ah, é. Eu agradeço imensamente a Deus pelo bem que você me faz. Quer dizer, por quê? Porque nesse momento nós vamos reconhecer, né, que a boa obra ela é possível porque nós recebemos essa energia poderosa da caridade divina. São Vicente de Paulo aqui em o Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo no capítulo 13, no capítulo 13 que ele vai falar sobre a beneficência. Pera aí, gente, não vou errar o capítulo, não. É isso mesmo. Não saiba a vossa mão esquerda. que faz a direita, o capítulo 13, ele vai lembrar uma coisa importantíssima para nós aqui, ó. Caridade, sublime palavra que sintetiza todas as
ítulo, não. É isso mesmo. Não saiba a vossa mão esquerda. que faz a direita, o capítulo 13, ele vai lembrar uma coisa importantíssima para nós aqui, ó. Caridade, sublime palavra que sintetiza todas as virtudes. És tu que hás de conduzir os povos à felicidade. Porque o que do que Jesus está falando, o que é o espírito bem-aventurado? É aquele que é o veículo da caridade por excelência. né? É aquele que é sal e é luz. E Jesus e o o Vicente de Paulo diz aqui: "Praticando-te, criarão ele para si infinitos gozos no futuro." É a felicidade da alma, né? O prelibar das alegrias que fluirão mais tarde quando se encontrarem reunidos no seio do deus amor. Ele vai lembrar. É na caridade que deveis procurar a paz do coração, o contentamento da alma, o remédio para as aflições da vida. Quando estiverdes a ponto de acusar a Deus, lançai um olhar para baixo de nós e vede que de misérias a aliviar. Que de pobres crianças sem família, que de velhos sem qualquer mão amiga que os ampare e lhes feche os olhos quando a morte os reclame. Quanto bem a fazer, ó não vos queixeis. Ao contrário, agradecei a Deus e prodigalizais a mancheias a vossa simpatia, o vosso amor, o vosso dinheiro, por todos os que deserdados dos bens do mundo, enlanguecem na dor e no insulamento. Esse é Adolfo, bispo de Argel, a beneficência. Agora, São Vicente de Paulo, ainda na beneficência, ele vai dizer: "A caridade é em todos os mundos a eterna âncora de salvação. É a mais pura emanação do próprio criador. É a sua própria virtude que ele dá à sua criatura. Como desprezar essa bondade suprema? Por, meus irmãos, nos nossos três amores, nós temos uma falta, né? nos amor dos amigos, nós temos aqui essa falta. Nós nos completamos, nós somos amigos, né? O amigo é aquele que me dá algo e eu também dou algo ao meu amigo, né? No amor romântico, no amor paixão, né? Também não tem sentido viver com uma pessoa que não me dá alegria, que não me dá prazer, que não está junto comigo na vida. Ainda é um amor onde há uma falta,
é? No amor romântico, no amor paixão, né? Também não tem sentido viver com uma pessoa que não me dá alegria, que não me dá prazer, que não está junto comigo na vida. Ainda é um amor onde há uma falta, mas na caridade não. Não há falta, pelo contrário, é esse amor que é entrega total. É esse amor que se estende aos amigos, mas até aos inimigos. A caridade é justamente esse amor que faz com que não precisemos de absolutamente nada. Só queremos entregar algo, só queremos partilhar aquilo que nós carregamos, né? Aquilo que nós temos. E esse desejo profundo que há na alma caridosa, na alma que se dispõe a fazer o bem, que esses amigos espirituais estão aqui comentando conosco, né? O próprio Adolfo vai dizer: "Pudera, meus irmãos, não terem outra ocupação que não fosse a de fazer os outros felizes, né? Se a gente pudesse viver só para fazer os outros felizes, essa é a nossa real felicidade no mundo, né? Sim, porque quando a gente ama, qual é a nossa felicidade, gente? É ver quem a gente, o ser amado feliz, né? Então, esse é o objetivo mais alto da vida. Então, a caridade é justamente essa virtude divina. Por isso Jesus vai dizer para que os homens, vendo as vossas boas obras, glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. Então, minhas irmãs, meus irmãos, vamos concluindo a nossa tarefa de hoje. Vamos convidar a todos para Faltou só o céu e o inferno. Eu trouxe para vocês o livro dos espíritos, o Evangelho Segundo o Espiritismo, o Novo Testamento, a tradução do Aroldo Dultra minha já tá bem precisando de uma nova, né? o Evangelho segundo o Espiritismo e o céu e o inferno. Como a luz ainda não acendeu e o pessoal do passe não chegou, vai ser rapidinho. Como é que vive um espírito feliz? Tá aqui no céu e no inferno sobre os espíritos felizes. Aqui nós temos a história, temos vários espíritos que sofreram muito aqui na terra e que estão felizes do outro lado. Mas nós temos aqui uma condessa, condessa Paula, que era bela, jovem. rica, filha de família ilustre. A Condessa Paula também era um
que sofreram muito aqui na terra e que estão felizes do outro lado. Mas nós temos aqui uma condessa, condessa Paula, que era bela, jovem. rica, filha de família ilustre. A Condessa Paula também era um modelo de qualidades intelectuais e morais. E aí tem uma questão importante que vai ficar para o nosso encontro, que a felicidade, mas antes disso seria muito bom que vocês vissem, a felicidade para ela nesse mundo, a prova que ela passou nessa vida foi passar uma vida inteira, a prova mais perigosa, a da fortuna, da do bem-estar material e um bem-estar sem sombra de desgosto. Nisso residia o perigo. Esta era a prova mais difícil de todas. Então, agradeçamos a Jesus. Pega lá o céu e o inferno. Aproveita a curiosidade, vê lá, quandoça Paula, como vive um espírito feliz. E agora agradeçamos, meus irmãos. Agradeçamos pela felicidade que temos de sermos espíritas, de conhecermos o evangelho. Terezinha, eu não sou espírita não tem importância, nem se preocupe com isso. Mas de termos uma resposta para as dores da vida que cabe no nosso coração quando diz o nosso amado: "Deus fez a felicidade e permite a tristeza". Obrigada, Jesus. Obrigada, amigos e benfeitores espirituais. Obrigada a essa casa que nos abriga. Obrigada por todo o amor que aqui estamos recebendo e que possamos voltar para casa renovados. Assim seja. Muita paz para todos. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que
belecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus [música] em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que [música] esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como
no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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