NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 18/06/2025 (há 9 meses) 59:13 402 visualizações

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Transcrição

Sejam todos muito bem-vindos ao Salão Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília. Saúdo também aqueles que nos assistem pelas redes sociais da casa, pela rádio e TV Comunhão. Sejam todos muito bem-vindos à casa de Jesus para mais um momento de estudo, mais uma terça-feira às 20 horas, onde vamos ouvir nossa irmã Terezinha de Jesus daqui a pouco, né, com o tema no mundo, tereis aflições. No mundo tereis aflições. Então, daqui a pouco, Terezinha vai nos falar sobre isso. Enquanto isso, a gente vai fazer a nossa leitura de harmonização, aquela que nos convida a todos a nos reunirmos em torno de um mesmo pensamento, né, de uma de uma mesma ideia, no caso, uma ideia de teor deixarmos os pensamentos do cotidiano ano, aquelas aqueles pensamentos que nos acompanham do trabalho de casa e que não fazem parte do nosso estudo dessa noite. Então, olha só, hoje eu trouxe aqui do livro Agenda Cristã. é do espírito André Luiz, o mesmo daquela daquela coletânea, a vida no mundo espiritual que tem o nosso lar como primeiro livro. Ele tem, então, são 16 livros. Três livros não fazem parte da série. São livros de de mensagens, como este aqui, agenda cristã. Mas vamos lá. Então, o agenda cristão cristã na mensagem de número 27, ele a chamou de experiências difíceis. Vamos ver quais seriam essas experiências difíceis para nós, né? A beleza física pode provocar tragédias imprevisíveis para a alma. Se esta não possui discernimento, excessivo dinheiro é porta para a indigência se o detentor da fortuna não consolidou o próprio equilíbrio. Demasiado conforto é desvantagem. Se a criatura não aprendeu a arte de desprender-se, muito destaque é introdução à queda espetacular. Se o homem não amadureceu o raciocínio, considerável autoridade estraga a alegria de viver. Se a mente ainda não cultiva o senso das proporções, grande carga de responsabilidade extermina a existência daquele que ainda não ultrapassou a compreensão comum. enorme cabedal de conhecimento em meio de inúmeras pessoas ignorantes,

so das proporções, grande carga de responsabilidade extermina a existência daquele que ainda não ultrapassou a compreensão comum. enorme cabedal de conhecimento em meio de inúmeras pessoas ignorantes, vulgares ou insensatas, é fruto venenoso e amargo se o espírito ainda não se resignou à solidão. Então, pensando nos cuidados que devemos ter em relação aos dons que possuímos, as capacidades, as habilidades e refletindo que elas podem nos trazer prejuízo se nós ainda não estivermos atentos. a sua aplicação, a compreensão da sua atuação na sociedade e a sua aplicação. Cientes disso, vamos então elevar o nosso pensamento ao mestre Jesus e vamos pedir a ele. Jesus ajuda-nos a identificar em nossa caminhada as melhores ações para que possamos aplicar com clareza, com discernimento, com boa vontade, com amor as capacidades que já desenvolvemos, o amor que já possuímos. Permite, mestre, que durante os próximos minutos, ao ouvir as palavras que nossa irmã vai trazer, nós possamos reconfortar nossa alma, valorizar o nosso raciocínio e saímos daqui mais evigorados do que quando chegamos. Então, com a tua permissão, a gente passa para a próxima fase dos trabalhos. Terzinha, por favor. Boa noite. Muita paz para todos nós. É uma alegria muito grande estarmos aqui juntos mais uma vez para refletirmos sobre as belezas que a doutrina espírita nos oferece e as notícias do reino de Deus que nós estamos tendo através da palavra solar. dos espíritos superiores. Antes de começarmos, o tema de hoje é nas vossas, ih, esqueci o tema, nas vossas aflições, tende bom ânimo. No mundo tereis aflições. Na tende de bom ânimo, eu venci o mundo. Pera aí, gente. Deixa eu pegar o versículo exato aqui. É porque eu estou saindo de uma de uma gripe, vem uma crise de alergia. Então assim, a cabeça não fica muito boa não. Uma das coisas mais importantes paraa nossa regulação, pelo menos foi o que eu descobri ao longo do tempo, um dos mecanismos de autorregulação para mim é a respiração, é a mindfulness, a

uito boa não. Uma das coisas mais importantes paraa nossa regulação, pelo menos foi o que eu descobri ao longo do tempo, um dos mecanismos de autorregulação para mim é a respiração, é a mindfulness, a meditação. Então, as coisas, o mundo tá pegando fogo, aí a gente volta aqui pro templo interno abandonado, como diz Alta de Souza, e a gente respira, né, liga a mente, ao corpo e fica tudo bem. Então, quando eu estou com uma crise de alergia dessa, assim, a cabeça fica meio desorganizada. Mas aqui o o evangelho, o nosso nossa inspiração para o tema que foi escolhido para a noite de hoje, eh ela vai dizer: "Tenho, essa é a tradução da Bíblia de Jerusalém, tenho vos falado essas coisas para que tenhais paz em mim. No mundo tereis provações, mas animai-vos, eu venci o mundo. Outras traduções vão dizer: "Do mundo tereis aflições, mas tende de bom ânimo, eu venci o mundo." Mas antes, nós gostaríamos de dar uma uma breve palavra a respeito do tanto de comentários que nós estamos recebendo que estão no YouTube, em outras plataformas a respeito do senso. É tipo o fim do espiritismo. Acabou o espiritismo, o espiritismo está declinando e um monte de coisas assim e as pessoas me enviam, né, algumas pessoas mais próximas já algum tempo já vão me enviando para para dar alguma opinião a respeito. E eu só queria responder, né, com uma palavra de Kardec. Kardec aqui, quando ele vai falar na introdução de O Evangelho Segundo Espiritismo sobre a autoridade da doutrina espírita, eu vou ler o parágrafo, gente. Quis Deus que a nova revelação chegasse aos homens por mais rápido caminho e mais autêntico? Incubiu, pois, os espíritos de levá-la de um polo ao outro, manifestando-se por toda parte, sem conferir a ninguém. o privilégio de lhes ouvir a palavra. Um homem pode ser ludibriado, pode enganar-se a si mesmo. Já não será assim quando milhões de criaturas vem e ouvem a mesma coisa. Constitui-se isso uma garantia para cada um e para todos. Ademais, pode fazer-se que desapareça um homem, mas não se pode fazer que

ão será assim quando milhões de criaturas vem e ouvem a mesma coisa. Constitui-se isso uma garantia para cada um e para todos. Ademais, pode fazer-se que desapareça um homem, mas não se pode fazer que desapareçam as coletividades. Podem queimar-se os livros, mas não se podem queimar os espíritos. Ora, queimassem todos os livros e a fonte da doutrina não deixaria de conservar-se inexaurível pela razão mesma de não estar na terra, de surgir em todos os lugares e de poderem todos descendedentar-se nelas. Nela faltem os homens para difundi-la. Haverá sempre os espíritos cuja atuação a todos atinge e aos quais ninguém pode atingir. Então, meus amados, minhas amadas, a doutrina espírita, a fonte da doutrina espírita é o pensamento dos espíritos superiores. Sempre haverá médiuns trabalhando desde os primórdios da humanidade. Nós vamos ouvir a palavra dos espíritos superiores e esse é o objetivo do nosso estudo da noite de hoje. Aflições sempre teremos as nossas aflições individuais, as nossas aflições coletivas, mas a doutrina espírita vem nos oferecer um sentido para o sofrimento humano. Na na contracapa do livro Em busca de sentido de Virgor Frano, nós vamos encontrar um comentário breve dele próprio, onde ele se refere a uma frase de Dostoevski que diz: "Só temo não ser digno do meu tormento". Então é interessante que quando nós pensamos, é o Víctor Frank vai dizer isso, para quem não sabe, ele foi um médico psiquiatra, ele já tinha uma uma boa projeção na época que foi para um campo de concentração. E ali durante um período em que ele fica eh vivendo essa experiência, ele vai descobrir, né? Ele vai ele vai sair dali com uma ideia interessante, a ideia de que a que da que a crise que nós vivemos é uma crise de sentido. E o sentido da vida ele não pode ser encontrado em algum lugar, né? são as circunstâncias que vão nos dar, vamos vão vão nos fazer perceber e nós mesmos vamos oferecer um sentido para aquilo que nós estamos vivendo. Então ele vai falar de uma coisas que eu acho

r, né? são as circunstâncias que vão nos dar, vamos vão vão nos fazer perceber e nós mesmos vamos oferecer um sentido para aquilo que nós estamos vivendo. Então ele vai falar de uma coisas que eu acho muito bonita, né? O homem é aquele ser que decide escolher ser o que ele é. Ah, mas se eu pudesse escolher o escolheria o quê, né? Eu escolheria uma vida, né? Com todos os meus desejos. atendidos. Não, a questão não é essa. A questão é que há uma instância, um última, onde o ser humano faz uma escolha, né? essa escolha de sabe o momento em que você tá no extremo do extremo do extremo. Quando nós Dostoevski diz: "Só temo não ser digno do meu sofrimento", nós vamos entender que ele está falando aqui das grandes das situações limites que a vida nos propõe, dos grandes sofrimentos da vida, dos momentos em que nada, nada, nada parece oferecer uma explicação ainda que mínima. Esse é o sofrimento real, porque nós temos as pequenas aflições do dia a dia. Ai meu Deus, a fila tá enorme. Meu Deus do céu, esse supermercado tá sempre cheio. Seja lá o quê. Mas há horas, né? Essas esse trânsito que toque que isso, essas coisas que a gente reclama e reclama e reclama e acaba, com todo respeito a todos nós que aqui estamos, nós acabamos perdendo uma energia preciosa com coisas pequeninas. E muitas vezes vem aquelas provações inevitáveis que da vida, dessa vida material, essas situações que nos surpreendem, que nós vemos todos os dias no mundo. Nesse momento tenho amigas, uma amiga querida que assim tá num abrigo na cidade de Telavive e nós nos comunicamos e ali estamos juntos, né? O abrigo real é o Cristo no coração. Aí de repente a vida muda, de repente acontece uma coisa muito grave na nossa vida, uma tá tudo bem, tá tudo ótimo, a morte vem, leva um ente querido nosso, uma perda financeira grave, uma situação que nos tira a capacidade de de viver com a dignidade que nós achamos que é, porque não existe nenhuma vida sem dignidade, porque nós temos O último momento em que nós podemos fazer uma escolha. E que

que nos tira a capacidade de de viver com a dignidade que nós achamos que é, porque não existe nenhuma vida sem dignidade, porque nós temos O último momento em que nós podemos fazer uma escolha. E que escolha é essa? Que liberdade é essa que nós temos de oferecer um sentido para aquilo que nós estamos vivendo ou nos perdermos do labirinto da revolta, da inconformação? E é disso que Jesus está falando. Primeiro, primeiro ponto que nós queremos trazer aqui é do Evangelho, de o Evangelho Segundo Espiritismo, quando Kardec faz um comentário no capítulo bem-aventurado dos aflitos, quando ele fala sobre as causas das aflições, as justiças das a justiça das aflições, ele fala das causas das aflições que são dessa vida mesmo, as causas atuais das aflições. Quando nós fazemos aquele balanço da vida e meu Deus, se eu tivesse agido dessa ou daquela maneira teria sido diferente, né? Eu muitas vezes a gente para dizer, eu podia ter sido uma mãe melhor, um pai melhor, uma esposa melhor, eu podia ter trabalhado com mais responsabilidade, né? Então é aquele momento que a gente faz um balanço da vida. Kardec propõe isso aqui em causas atuais das aflições. Capítulo 5, bem-aventurados os aflitos. Ele vai falar de muitas situações que nós vivemos na vida e que nós não paramos muito para refletir, porque muitas vezes a vida é levada no automático, né? A gente acorda, dorme e vai, aquele estresse total e a gente não para. E Jesus tem uma proposta totalmente diferente. Lá no capítulo 6 do Evangelho de Marcos, pouco antes da multiplicação, da primeira multiplicação dos pães, Jesus convida os discípulos a repousar num lugar ermo, a se retirarem, a descansar um pouco, né? a gente anda, vai vendo ali o evangelho, andando com seguindo as pegadas de Jesus no evangelho, nós vamos ver que em dado momento ele se retira para orar no Monte Tabor, né? Ele se ele vai buscar essa comunhão com o Pai Celestial. Tudo isso são formas, né? Às vezes a gente não tem nenhum lugar, você tá num ambiente de trabalho, o mundo tá pegando fogo e às

onte Tabor, né? Ele se ele vai buscar essa comunhão com o Pai Celestial. Tudo isso são formas, né? Às vezes a gente não tem nenhum lugar, você tá num ambiente de trabalho, o mundo tá pegando fogo e às vezes eu sente: "Meu Deus, eu preciso parar um pouco para fazer uma oração, para buscar o mínimo de equilíbrio, né, para respirar, para descansar um pouco, para voltar para dentro. É essa proposta que Jesus traz no evangelho para que nós possamos sair um pouco da angústia, da aflição, dos pensamentos desencontrados. Nós precisamos treinar isso, sim. Então, Kardec vai lembrar que remontando à origem dos males terrestres, reconhecer-se a tô com o Evangelho Segundo Espiritismo nessa edição belíssima da FEB que eu ganhei de presente, gente. Remontando a origem dos mares terrestres, reconhecer-se há que muitos são consequência natural do caráter e do proceder dos que o suportam. Então, primeira coisa que a gente precisa olhar é como, meu Deus, eu reajo a situações que me tiram do sério, né, que me angustiam, né, as situações que me contrariam. É como às vezes a gente chega, né, a uma o tempo passa por fora, mas por dentro a gente continua sendo aquela criança birrenta, que tem dificuldade em aceitar determinadas situações da vida. E Kardec vai nos mostrando as causas atuais da nossa aflição podem estar na nossa imprevidência, no nosso orgulho, na nossa ambição, na falta de ordem, na falta de perseverança, por não, olha o que ele diz aqui, gente, é impressionante. A gente precisa estudar a doutrina espírita. Quem estuda a doutrina espírita de verdade, quem se debruça sobre as obras espíritas, gente, garanto a vocês, não deixa de ser espírita. Ele diz aqui, ó, por não terem sabido limitar os seus desejos. Qual o maior Qual você quer uma coisa que dá mais ansiedade, mais angústia, mais desespero do que quando os nossos desejos são contrariados, quando não são atendidos. Ainda é assim. E mais triste do que isso é são os nossos filhos. Eu já tô na idade, não tenho mais idade de ter filho

espero do que quando os nossos desejos são contrariados, quando não são atendidos. Ainda é assim. E mais triste do que isso é são os nossos filhos. Eu já tô na idade, não tenho mais idade de ter filho criança, mas mesmo assim, né, as pessoas à nossa volta vem que a gente não aprendeu muito a limitar os próprios desejos. E aí a gente vai passando geração em geração até, né? E ele diz aqui quantas uniões desgraçadas, né, uniões infelizes, porque resultaram do cálculo do interesse ou da vaidade do qual o coração não tomou parte. Então a gente começa a ver o que que mantém o meu casamento, né? Nós que somos casados e que estamos bem nossos relacionamentos, precisamos pensar o que que mantém bem esse meu casamento, a minha relação? Ou será que eu tenho um casamento de 40 anos, 50 anos, 500 anos? Mas é um casamento onde eu estou infeliz, onde ele está infeliz, onde mas a gente precisa se manter ali junto por várias outras razões, né? É, Kardec é muito corajoso quando ele fala do divórcio em o Evangelho Segundo Espiritismo. Ele vai também mostrar das doenças, das enfermidades que decorrem da intemperança, dos excessos, né? Quando a gente vai estudando um pouquinho a respeito dessa área, meu Deus, me perdoa por eu ter destruído tanto o meu corpo da forma que eu destruí. Então assim, às vezes a gente quer buscar as causas das aflições em outra vida, mas Kardec perde primeiro para que a gente faça um balanço das nossas aflições atuais, da causa dos nossos sofrimentos. Isso é para ler quando chegar em casa, né? Então ele vai dizer que muitas vezes eh a experiência chega tarde quando a vida já foi desperdiçada, quando as forças já estão gastas. Mas e o homem se põe a dizer, diz Allan Kardec, se no começo dos meus dias eu soubera o se o que sei hoje, quantos passos em falso eu teria evitado? Então isso é o quê? É um convite à culpa, ao desespero? Não, é um convite à meditação sobre as nossas atitudes. E quando a gente chega nesse ponto que a gente, meu Deus, perdi a minha vida. Eu, Terezinha, cheguei a

quê? É um convite à culpa, ao desespero? Não, é um convite à meditação sobre as nossas atitudes. E quando a gente chega nesse ponto que a gente, meu Deus, perdi a minha vida. Eu, Terezinha, cheguei a essa idade, olho para trás e vi que fui tudo errado. E agora olha a doutrina da esperança falando pela voz de Allan Kardec. Ele diz aqui: "No entanto, já não há mais tempo. Como o obreiro preguiçoso diz: "Perdi o meu dia". Também ele diz: "Perdi a minha vida". Contudo, assim como para o obreiro, o sol se levanta no dia seguinte, permitindo-lhe reparar o tempo perdido. Também para o homem, a noite do túmulo brilhará o sol de uma nova vida em que lhe é possível aproveitar a experiência do passado e as suas boas resoluções para o futuro. Esta é a doutrina espírita. Tem pessoas que dizem: "Ah, o espiritismo faz apologia ao sofrimento". Vocês estão vendo que não? Quem diz isso não leu essa essa essa parte, esse último parágrafo de causas atuais das aflições. Ah, eu li Teresa. Então, relê. Então, causas anteriores das aflições. Então, Kardec vai dizer, mas amares nessa vida que a causa primária, né, está é completamente estranha, né? A gente diz assim: "Meu Deus, por que?" Então não é a gente olhando pra vida dos outros, a meu Deus, por que que a essa pessoa passa por essa situação? Não, não é olhar para ela, é olhar pra gente. Quando a gente olha assim, dier: "Meu Deus, esta situação que estou vivendo, eu preciso compreender. Há coisas que não dá para compreender olhando só pra vida atual." E às vezes a gente quer essa resposta. Às vezes, quando a gente tem uma intuição assim daquelas boas, a gente não quer nem saber, senhor, eu desconfio, não quero saber, né? Porque olhando para a história da humanidade, boa coisa não fizemos, com certeza. Então ele vai dizer aqui, né, que assim há sofrimentos, os sofrimentos que são devidos a causas anteriores à existência presente, assim como aqueles que se originam de situações atuais, muitas vezes são consequências de falta cometida. Aí vem um ponto importante

rimentos que são devidos a causas anteriores à existência presente, assim como aqueles que se originam de situações atuais, muitas vezes são consequências de falta cometida. Aí vem um ponto importante sobre a reencarnação. Há pessoas que dizem: "Pois é, a reencarnação é uma forma de você pagar suas dívidas com a lei divina. Não fiz, não sei, não me lembro, não me interessa, né? Mas se a gente pensar bem, quando nós estudamos de fato a doutrina espírita, o que que nós vamos entender? O que é a primeira coisa que a gente precisa entender? É o que é a vida física, o que são os dias na vida física. Por isso que Jesus vai dizer: "Nas vossas aflições, tende bom ânimo, eu venci o mundo. No mundo tereis provações." Sim, é natural. faz parte aqui da nossa natureza, da natureza do nosso planeta. Imagina, gente, preciso ir longe. Imagina se a gente sem precisar trabalhar para ganhar dinheiro com tudo à nossa mão, sem precisar trabalhar, sem precisar fazer nada. Tem pessoas, se você, eu gosto muito dessa pergunta, inclusive, se você hoje ganhasse milhões na loto, que que você ia fazer? Nossa, primeira coisa, nada. Tiraria férias eternas, né? Para muitas pessoas é assim, para outras não. Eu continuaria fazendo exatamente o que eu tô fazendo, mas eu ia trabalhar mais ainda, porque tem dinheiro dá muito trabalho. Quer dizer, cada pessoa tem a sua forma de responder a os graus de maturidade de cada um. Nós estamos num processo evolutivo. E aqui eu estou com eu sou uma apaixonada pela obra de André Luiz. Estou aqui com esse livro maravilhoso, Evolução em Dois Mundos, que é um dos livros que nós estamos estudando no momento. André Luiz, ele vai começar, vai nos mostrar sobre a reencarnação. Aí vamos compreender um pouco melhor. Nós vamos entender que esse princípio inteligente ele começa em um determinado momento, né? a Terra se tem as condições de receber já esse princípio inteligente e ele vai passar por várias e várias e várias fases de evolução até alcançar o nível da consciência humana, esse nível

momento, né? a Terra se tem as condições de receber já esse princípio inteligente e ele vai passar por várias e várias e várias fases de evolução até alcançar o nível da consciência humana, esse nível que nós estamos agora. Então, aqueles seres da caverna éramos nós. Nós estamos nesse processo de crescimento. A evolução paraa doutrina espírita é progressiva. Então, tudo evolui, tudo cresce. Acreditem, as nossas plantas, essas nossas plantas também renascem, né? Os nossos animais também renascem. Ah, não é, não tô falando da reencarnação do cachorrinho, né? Não é isso, mas tudo existe uma matriz que é o plano invisível, o plano espiritual, onde tudo se origina, onde ali, né, o processo evolutivo se dá nesse mundo extrafísico. Essa é a denominação de André Luiz. E há esse período da encarnação, esse período no mundo físico, onde nós vamos consolidando os nossos valores, aquilo que nós aprendemos, né? Tudo, tudo aquilo que na espiritualidade nós fomos desenvolvendo, é aqui no corpo físico, é aqui na vida física que nós vamos eh consolidando, né? Nós vamos provando. Essa é a questão da prova, né? Você quer saber se essa aliança é de ouro, então o que é que você faz? Você coloca num cadinho lá e tem lá os elementos que mostram. Não, isso aqui é ouro mesmo. Foi provado, isso aqui é ouro. Assim somos nós. Então o objetivo da vida física é consolidar esses valores. Essa evolução tanto dos animais, das plantas, do planeta, de tudo, ela acontece em dois mundos. É um livro complexo demais pra gente falar em alguns minutos, mas é importante que André Luiz de uma forma muito suave, eh, e ainda assim é difícil, né, Leandro, né, ele vai trazendo pra gente para nos mostrar essa beleza daquilo que somos, esse modo como nós estamos aqui vivendo, evoluindo, aprendendo, desenvolvendo as nossas qualidades. Por isso que cada ser é único, né? não existe nada igual nesse mundo. E até nós chegarmos naquela condição em que somos capazes de abrigar a ideia da transcendência a ideia de Deus. E essa ideia da transcendência,

cada ser é único, né? não existe nada igual nesse mundo. E até nós chegarmos naquela condição em que somos capazes de abrigar a ideia da transcendência a ideia de Deus. E essa ideia da transcendência, essa ideia de que nós somos algo mais do que um corpo físico que se movimenta aqui no nesse mundo, essa ideia de que é possível, né, que haja um seres espirituais, mundos espirituais, que nós sejamos uma alma, um espírito imortal criado para refletir a grandeza divina, como diz cáritas, né? Dai-nos a caridade pura, dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas um espelho onde há de se refletir a vossa divina imagem. Quer dizer, é isto que a doutrina espírita nos ensina, é isso que nós aprendemos, né, com essa obra ímpar que é o pensamento de André Luiz em no no livro Evolução em Dois Mundos. Então, é assim que nós vamos nos desenvolvendo ao longo do tempo. Coisas que a gente, eu tantas vezes a gente diz assim: "Ah, eu gostaria de ser outra pessoa, eu não gostaria de ser uma pessoa assim como eu sou". Gente, primeira coisa, voltando achoevski, né? Só temo não ser digno do meu tormento. Eu sou aquilo que eu sou. Todo ser humano é uma mistura, é uma liga de bem e mal, né? Todos nós temos tendências, tendências inferiores. Todos nós temos eh André, André Luiz, não, Kardec, que ainda nesse capítulo Bem-aventurados os Aflitos, quando ele fala do esquecimento do passado, ele vai lembrar algo importantíssimo. Olha só, gente, suas tendências atuais, suas tendências, suas atuais tendências más indicam o que lhe resta a corrigir em si próprio. É nisso que deve se concentrar toda sua atenção. Então, sou aquela pessoa invejosa, né? Aquela pessoa que não aguenta ter que os outros tenham aquilo que eu não tenho, né? Por que que há inveja no meu coração? Quando a gente vai estudar um pouquinho sobre as emoções, qual é o objetivo, vamos dizer assim, que é a natureza, que é a evolução, ná, né, hã, né, nos faz sentir o sentimento de inveja. Justamente qual o objetivo da

ai estudar um pouquinho sobre as emoções, qual é o objetivo, vamos dizer assim, que é a natureza, que é a evolução, ná, né, hã, né, nos faz sentir o sentimento de inveja. Justamente qual o objetivo da emoção. Não existe emoção boa, nem emoção má, existe emoção. Então, qual o objetivo da raiva, né, a gente se proteger de um ataque, do medo, né? A gente vê, cada uma tem a sua objetivo da da inveja é justamente a gente ter um parâmetro. Se outros têm isso, então como é que eu faço para alcançar aquilo que outras pessoas alcançaram? É tanto a inveja é um vício, né? A emulação, o nome é esse, tá gente? Emulação, isso é o nome correto, tá? Eh, tem gente que diz inveja branca. Não, não é inveja branca, é emulação. É o nome correto. É aquilo que eu olho e digo: "Pronto, esse é o modelo que eu quero ser seguir." É isso. Essa esse é o sentido. Agora, por que que eu trago isso no meu coração? Eu reconheço que dentro de mim o ciúme, a inveja, a ansiedade da avareza, como dizem os espíritos, é só a gente dar uma olhadinha na pergunta 933 de O livro dos Espíritos, que vai falar sobre os nossos tormentos emocionais, as nossas angústias de alguma forma. Então, a gente reconhece, é aqui que eu preciso melhorar, é aqui que eu preciso concentrar os meus esforços. E como é que eu venço o mal dentro de mim, Senhor Jesus? amando. Só se vence o mal vivendo, fazendo o bem, procurando o bem. É só isso. Sempre. Qual é a pena que Deus nos dá para o mal que a gente tem? Fez. Livro, o céu e o inferno, código penal da vida futura. Tá escrito lá, fazer o bem. Você se arrepende, você diz: "Meu Deus, olha o que eu fiz. Deixa eu preciso fazer alguma coisa. E o que que você vai fazer? O bem sempre. Essa é a doutrina espírita, a doutrina da esperança. Então ele vai dizer que que quando a gente se corrigir não tem mais um traço daquilo que a gente que nos incomoda. Então ele vai dizer que essas boas resoluções que nós tomamos são a voz da nossa consciência, advertindo o que é bem e o que é mal e dando-nos forças para resistir às

ilo que a gente que nos incomoda. Então ele vai dizer que essas boas resoluções que nós tomamos são a voz da nossa consciência, advertindo o que é bem e o que é mal e dando-nos forças para resistir às tentações. Então, esta é a palavra, essa palavra de Allan Kardec e a palavra de André Luiz, a palavra dos espíritos superiores em todos os tempos sempre foi nos convidar para que nós possamos a olhar a possamos olhar a vida de uma outra forma. Então, a gente vai encontrar lá no Bagav Guita 7.000 anos atrás, né, os escritos sagrados dos hindus. O bagavaguita é o coração dos Vedas. Os Vedas é o livro sagrado do hinduísmo. O o bagavaguita é está para os vedas. Assim como o Novo Testamento, as palavras de Jesus propriamente dita estão para a Bíblia. E aí o no Bagavaguita Krishna vai dizer paraa Árdna que nós trocamos de corpo como trocamos de roupa. Ele vai dizer que o eu não morre nunca. Esse é um ensinamento belíssimo e a doutrina espírita vem nos mostrar que somos espíritos imortais, que temos desafios. Precisamos de desafios, sim. Precisamos de algo que nos leve, né, que nos eleve também, que faça que nos faça pensar sobre o objetivo real da nossa vida. Então, as instruções dos espíritos desde sempre aqui, André Luiz no livro Evolução em Dois Mundos, quando ele vai falar sobre as religiões, ele vai nos mostrar que os padres, os sacerdotes das religiões, das das religiões egípcias, né, tem os ensinamentos do povo para o povo e tinha os aqueles que eram os iniciados, os sacerdotes, aqueles que estavam no templo governando. Então eles já tinham a ideia do Deus único. E Moisés vai renascer justamente na ali com esse objetivo, eh, a missão de Moisés, porque os egípcios eles cultivavam a mediunidade, né? Então, André Luiz vai dizer aqui que o Moisés vai renascer justamente entre eles para que ele para ele pudesse, né? Ele aqui diz aqui para que ele pudesse dar à mente do povo uma nova concepção do Deus único. Então Moisés não vem para aquele povo apenas, ele vem para a humanidade inteira.

ele para ele pudesse, né? Ele aqui diz aqui para que ele pudesse dar à mente do povo uma nova concepção do Deus único. Então Moisés não vem para aquele povo apenas, ele vem para a humanidade inteira. Porque no Sinai, toda a humanidade até hoje vai ter notícias do Deus único, né? Vai ter e qual é a importância da ideia do Deus único? A gente vê muitas críticas, gente. Críticas à religião não vão faltar. Tem algumas que são muito boas, parabéns aos aos autores, mas tem outras que deixam a gente a pensar eh, né, qual o objetivo da religião, né, o objetivo real da religião, anestesiar consciências, não é, né? O objetivo da religião é expressar algo que é próprio do ser humano, que é essa capacidade, esse sentimento que nós vamos encontrar lá no homem das cavernas, né? já vamos encontrar ali de que há algo maior que um num primeiro momento ele teme, num segundo momento ele vai descobrindo e vai entrando em relação com com esse ser, né, com isso que que ele não pode explicar. Por quê, meus irmãos? Porque a nossa evolução se dá em dois mundos. Então, quando nós estamos, pensa na tribo, né? Bem, então nós estamos desencarnados ali, entramos em contato com os espíritos, com os amigos, com aqueles que já desencarnaram, revemos ali aqueles que a gente amava aqui no corpo físico e aí a gente volta. E quando a gente volta na mesma tribo, as mesmas pessoas, então nós estamos juntos aqui pelo menos há uns 200.000 anos, né? vai, ele guarda de alguma forma aquela lembrança e ainda tem a mediunidade, que é esse sentido que abre as portas da transcendência. Isso é desde os primórdios da humanidade. Então, quando nós nos debruçamos sobre essa matéria fantástica, que são as religiões, que é a espiritualidade, nós vamos vendo, vamos compreendendo a importância de do dessa matéria, que é justamente essa ideia de que nós somos seres espirituais vivendo uma experiência na vida material. palavras que não são minhas, mas de um filósofo católico chamado Telhar de Chardã. Então, nós somos seres espirituais numa vivência

ós somos seres espirituais vivendo uma experiência na vida material. palavras que não são minhas, mas de um filósofo católico chamado Telhar de Chardã. Então, nós somos seres espirituais numa vivência material. E Moisés vai fazer o quê naquela hora? Lá no Sinai, ele vai apresentar o conhecido de todos nós, os 10 mandamentos. Êxodo capítulo 20, nós vamos ver a beleza que é quando nós pegamos ali uma boa tradução da Bíblia. Temos aqui uma, a Bíblia de Jerusalém, temos outras, mas André Luiz faz uma uma versão, ele faz uma atualização dos 10 mandamentos, nos lembrando, né, ele vai nos lembrar que Moisés instaura o princípio da justiça, né, coordenando a vida princípio da justiça. nós pensarmos exatamente isso, Jesus vai trazer, né, vai nos mostrar esse amor que vai esse amor até o sacrifício, esse amor aos inimigos, né? Ele vai traçar essa rota para Deus. E o espiritismo, André Luiz vai nos lembrar que o Espiritismo é justamente essa revivescência, essa lembrança das palavras de nosso Senhor Jesus Cristo. Então, nos 10 mandamentos eh apresentados por André Luiz, André Luiz vai dizer aqui que eles brilham até hoje por alicerce de luz na edificação do direito dentro da ordem social. Então, vejam vocês como que André Luiz apresenta o primeiro mandamento, né? Consagra amor supremo ao Pai de bondade eterna, reconhecendo nele a tua origem divina. Nós precisamos reconhecer a nossa origem divina. Qual é a importância de compreendermos a ideia de um Deus único? É que nós vamos compreender que nós temos a mesma origem todos. Francisco de Assis viu isso brilhantemente. Ele vai chamar todas as criaturas divinas de irmão, só a terra que ele chama de mãe. Então, é importante que a gente perceba isso. Então, se nós reconhecemos a nossa origem divina, todos temos a mesma origem, está estabelecida uma base para que nós possamos vivenciar, compreender a fraternidade. algumas pessoas se preocupam com a diminuição do do dos espíritas no senso, né, do número de espíritas no censo. E a gente fica pensando, se nós fôssemos

ossamos vivenciar, compreender a fraternidade. algumas pessoas se preocupam com a diminuição do do dos espíritas no senso, né, do número de espíritas no censo. E a gente fica pensando, se nós fôssemos fazer de fato um recenciamento para que nós pudéssemos eh recenciar, né, para que nós pudéssemos encontrar os cristãos de verdade, juntando todas as religiões cristãs, as 14 denominações católicas, ortodoxas, armênias e outras tantas, as diversas denominações protestantes, a diversas denominações evangélicas, pentecostais, espíritas e outras tantas que se abrigam nessa ideia do cristianismo, do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Será que nós teríamos eh 24 justos? A tradição judaica diz que há 24 justos no mundo apenas. Então, se você encontrar um deles, né? É interessante isso, porque quem de nós pode se dizer cristão o suficiente? Eu nem tenho uma não teria nenhuma palavra para que nós pudéssemos nos dizer aqueles que andam com Cristo de verdade, um discípulo de Jesus. Quando a gente vai pra faculdade, a gente tem aqueles professores e a gente elege muitas vezes aquele professor como o nosso orientador. E o nosso orientador vai dizer: "Olha, esses são os passos para que você possa construir o seu trabalho, a sua tese, a sua, a sua dissertação, o seu TCC. E o que que nós fazemos? fazemos as nossa parte, mas seguimos o nosso orientador. Será que nós que nos dizemos cristãos seguimos de fato Jesus? Será que no dia a dia? Essa é a questão mais importante de todas. E é isso que nós vamos compreendendo à medida que vamos eh entrando em contato com a palavra dos espíritos, tendo notícias do reino de Deus e da sua justiça. E é isso que André Luiz vai colocando aqui. Às vezes, quer dizer, será que a gente consagra ao nosso Pai Celestial esse amor realmente supremo? Ele diz aqui: "Precata-te contra os enganos do antropomorfismos". Ou seja, às vezes a gente quer atribuir a Deus questões que são nossas. Isso são os perigosos, as perigosas armadilhas da vaidade que André Luiz vai colocar aqui.

ntra os enganos do antropomorfismos". Ou seja, às vezes a gente quer atribuir a Deus questões que são nossas. Isso são os perigosos, as perigosas armadilhas da vaidade que André Luiz vai colocar aqui. Ele diz aqui: "Abstente de envolver os julgamentos divinos na estreiteza dos seus julgamentos". Muitas vezes nós estamos, há uma razão divina. Diz aqui Sanson no Evangelho Segundo Espiritismo, quando ele fala sobre a perda de ente queridos, a razão divina não pode se conformar, meus irmãos, a razão humana. Quem somos nós para questionarmos, né, a grandeza divina? Nós não é que nós temos, tenhamos que nos submeter apenas, mas algo dentro de nós nos convida a olhar de outra forma pra vida. André Luiz vai falar, né, Evolução em Dois Mundos. Depois vocês passam na livraria da comunhão e dá uma olhada nesse capítulo maravilhoso. Aproveita, compra o livro, né, estuda em casa, é o capítulo 20, tá? E ele também, André Luiz, vai falar também sobre a questão de Jesus. A quem é que Jesus se dirige? Vejam vocês, aos homens simples de coração, curvados para a gueba sofrimento e ergue-lhes a cabeça trêmula ao céu. Há pessoas que não têm mais esperança nenhuma, que a vida foi uma tribulação total. Nós estamos muito longe. A nossa vida é por mais difícil que nós achemos, por mais experiências difíceis que nós estejamos vivendo, ainda é uma vida muito confortável. né? Ainda é, há muitas pessoas que não têm o mínimo de conforto. A essas pessoas o que restam, né? Às vezes a esperança que elas ouviram das palavras do evangelho. Ele diz aqui, por que que Jesus se abraça os deserdados? Por que que Jesus vai falar da providência divina, como diz André Luiz, por que que ele reúne em torno de si os velhos, os doentes, os cansados, os tristes, os pobres, os oprimidos, as mães sofredoras, as crianças abandonadas e entregam-lhe as bem-aventuranças celestes? Por que que Jesus vai ensinar essa felicidade que não pode nascer das nossas posses efêmeras? Por que que Jesus vai trazer essas promessas de

s abandonadas e entregam-lhe as bem-aventuranças celestes? Por que que Jesus vai ensinar essa felicidade que não pode nascer das nossas posses efêmeras? Por que que Jesus vai trazer essas promessas de bem-aventuranças que só se cumprem em outro, em outra instância, em outra estância que é o mundo espiritual? para que nós nos lembremos de que há um momento na nossa vida em que tudo falha, tudo que é humano vai se dissolvendo para dar lugar à nossa espiritualidade. Então, é esse sentido último que nós vamos dar ao sofrimento quando nós escolhemos aceitar a voz da resignação. A obediência é a voz do coração. A obediência é a voz da razão. Resignação é a voz do coração. Então Jesus vai apresentar aos deserdados do mundo essa esperança. É por isso que aquele aqueles dias, aqueles primeiros dias, porque quando nós pensamos eh em em cristianismo, é naquilo que nós fizemos com o evangelho de Jesus. Mas quando nós pensamos no evangelho propriamente dito, nas palavras simples desse mestre que diz: "Nas vossas aflições tânimo, eu venci o mundo." Que que o mundo vai dizer de Jesus? Ele é o vencido. Olha como é que ele sai do mundo, gente. É um Deus morto. A gente vai ver isso lindamente escrito na filosofia, né? Um Deus morto, morreu na cruz. com Deus, sem poder. Como que um como que que ele tinha a grandeza divina e ele não foi exaltado pelo Deus criador, né? Como que ele sai do mundo daquela condição? E aí a gente ele diz: "Eu venci o mundo". E a gente vê, olha pro Cristo na cruz. O que que a gente vê? Quando é que o Cristo vence o mundo naquela cruz? Quando ele olha e diz: "Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem." E essas palavras, num primeiro momento não, ele disse isso pros algozes. No segundo momento não, ele disse isso pra humanidade inteira. Mas o que que ele quis dizer com isso? E quando nós transpomos paraa nossa vida, que olhamos o que é que nós fizemos com o nosso corpo, o que que nós fizemos da nossa vida, a gente Jesus fala de novo, por favor, interessada a mim, pai, perdoai,

ndo nós transpomos paraa nossa vida, que olhamos o que é que nós fizemos com o nosso corpo, o que que nós fizemos da nossa vida, a gente Jesus fala de novo, por favor, interessada a mim, pai, perdoai, ela não sabe o que faz, porque o qual é a causa de todo o sofrimento humano? A causa fundamental, né, é a nossa ignorância das leis divinas. Então, nunca nos faltou desde os primórdios da humanidade, desde o momento em que nós, que André Luiz narra belamente nesse livro, Evolução em Dois Mundos, em que a razão começa a despertar, nunca nos faltou a orientação dos nossos amados espíritos, os nossos benfeitores espirituais, porque todos nós temos um sentido que a mediunidade, em alguns, ela aparece de uma forma mais ostensiva. Em outros, ela vem de uma forma de uma intuição brilhante que só a gente convivendo que a gente percebe, meu Deus do céu, que ideia magnífica, que pessoa que é conectada com as forças divinas, né? E a intuição é a grande mediunidade, essa capacidade que nós temos de ter uma uma visão, né? Intuir é ver, ver de uma outra forma, né? Então, meus irmãos, minhas irmãs, as palavras dos espíritos, amigos e benfeitores sempre ressoaram em nossas almas, em todos os tempos. Moisés, Jesus, Krishna, Buda, todos aqueles que aos poucos, né, nós vamos compreendendo que as religiões sempre, né, aqueles que ensinaram, né, que aqueles que os grandes filósofos, os grandes pensadores, ah, mas há muito erro, há erro sempre, porque aí é a interpretação humana, mas nós temos, como diz Emanuel no prefácio do livro, o livro da esperança. Nós temos o evangelho de Jesus interpretado pela palavra dos espíritos superiores, não mais tiznados, né, com as nossas interpretações pessoais, com a nossa acomodação política ao do evangelho, aos nossos interesses pessoais. Então, o Evangelho Segundo o Espiritismo, revista espírita, o livro dos espíritos, o céu e o inferno, o livro dos médiuns, a gênese de Kardec, o que é o espiritismo, as obras extraordinárias de Vô Pereira, Chico Xavier, Divaldo de outros tantos.

ista espírita, o livro dos espíritos, o céu e o inferno, o livro dos médiuns, a gênese de Kardec, o que é o espiritismo, as obras extraordinárias de Vô Pereira, Chico Xavier, Divaldo de outros tantos. Ah, mas Chico cometeu um erro, Divaldo cometeu um erro, Ivone cometeu um erro e você cometeu o quê, né? Nós somos humanos, graças a Deus. Muitas vezes nós vamos passar por situações que realmente, né, nós vamos errar. Por favor, se alguém aqui me vir caindo numa situação grave, né, peçam, digam como Jesus assim, pai, perdoai-lhe, ela não sabe o que faz. Porque essa indulgência, essa capacidade de amar, essa capacidade de reconhecer a outra pessoa como um ser humano que não alcançou a perfeição, é isso que fez de Jesus o grande mestre da humanidade, o modelo e guia no no dizer dos espíritos superiores. Então, meus amados, minhas amadas, para finalizar, deixa eu só dar o versículo mais uma vez. João 16:33. Tenho falado essas coisas para que tenhais paz em mim. No mundo tereis provações, mas animai-vos, eu venci o mundo. Muito obrigada, muita paz. Boa noite. Que Jesus nos abençoe e que nós sejamos um pouco mais amorosos uns com os outros e conosco mesmo, porque esta é a lei. Muita paz e obrigada. Meus queridos irmãos, é uma um um uma oportunidade muito boa termos ouvido essas palavras de Terezinha hoje, tão animadoras, tão consoladoras, né? saber que as dificuldades aparecem, que elas vêm a gente já sabe. Mas ela nos deu hoje, através de suas palavras, ânimo, esperança, né, através da sua releitura do evangelho, das horas complementares do Kardec, nos trouxe inúmeros pontos, nos mostrando que nós temos tudo para sermos consolados, confortados e seguirmos animados, pois que o mestre venceu o mundo e vem nos ensinar a vencê-lo também. Então, há luz no fim do tempo. Terzinha, muito obrigada pelas suas reflexões, pelas suas palavras. Eu tenho certeza, hão de reverberar durante muito tempo em nossa mente, em nossos corações. Bom, antes de darmos os avisos, vamos então a nossa prece,

rigada pelas suas reflexões, pelas suas palavras. Eu tenho certeza, hão de reverberar durante muito tempo em nossa mente, em nossos corações. Bom, antes de darmos os avisos, vamos então a nossa prece, encerramento. Jesus que nos acolhe tão de pertinho, que nos abraça, que nos olha com seu meio olhar, que nos sorri o seu sorriso de paz, que nos estende as mãos do amor e da esperança. Obrigado por esse momento. Obrigado pelo que recebemos, mesmo aquilo que não percebemos, o que não sabemos, mas tendo a certeza que sairemos daqui muito melhor do que chegamos. e que muitas vezes, senão na maioria delas, a espiritualidade maior já resolveu os nossos problemas antes que eles chegassem à nossa porta. Nesse mestre, nós pedimos a tua permissão para encerrarmos o momento dessa noite, dando graças ao Pai pela vida. Esse sínd. Meus queridos, eh a comunhão informa que 19 de junho, quinta-feira agora, funciona normalmente, tá? Exceto setores administrativos, o almoxarifado, bazar, o café e livraria. Mas as aulas, os cursos, as palestras, tá tudo normal. e que nas quartas-feiras agora durante a palestra das 13 horas, intervalo do almoço, também há passe ali na nas salas de passe nas quartas-feiras. Sendo assim, agora a a dona Marta Maria vai começar a chamá-los para o passe, viu? Uma boa noite, então. Obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira

que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos,

ue nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. M.

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