AMARGURA - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer. [música] Amigos, rendamos graças a Jesus pela alegria de estarmos aqui novamente sob a sua tutela e alimentados pelas energias que provém do mais alto, que renovam o nosso bom ânimo e as nossas forças, como sempre fazemos. Vamos paraa nossa harmonização e a nossa mensagem tirada aqui do livro Fonte Viva pela Lavra mediúnica do Chico Xavier e pelo espírito Emanuel, tenhamos fé. Vou preparar-vos lugar. Jesus por João. Sabia o Mestre que que até a construção do reino divino na terra, quantos o acompanhassem viveriam na condição de desajustados, trabalhando no progresso de todas as criaturas, todavia, sem lugar adequada aos sublimes ideais que entesouram. Efetivamente, o cristão leal em toda parte raramente recebe o respeito que lhe é devido. Por desto quase sempre da coletividade, ainda não completamente cristianizada, sofre a descaridosa opinião de muitos. Se exercita humildade, é tido a conta de covarde. Se adota a vida simples, é acusado pelo delito de relaxamento. Se busca ser bondoso, é categorizado por tolo. Se administra dignamente, é julgado orgulhoso. Se obedece quanto é justo, é considerado serviu. Se usa a tolerância é visto por incompetente. Se mobiliza a energia é conhecido por cruel. Se trabalha devotado é interpretado por vaidoso. Se procura melhorar-se assumindo responsabilidades no esforço intensivo das boas obras ou das preleções consoladoras, é indicado por fingido. Se tenta ajudar ao próximo, abeirando-se da multidão com seus gestos de bondade espontânea, muitas vezes é taxado de personalista e oportunista, atento aos interesses próprios. Apesar de semelhantes conflitos, porém, prossigamos agindo e servindo em nome do Senhor, reconhecendo que o domicílio de seus seguidores não se ergue sobre o chão do mundo, prometeu Jesus. que lhes prepararia lugar na vida mais alta. Continuemos, pois, trabalhando com duplicado fervor na sementeira do bem, à maneira de servidores provisoriamente distanciados do verdadeiro lar. Há muitas moradas na
epararia lugar na vida mais alta. Continuemos, pois, trabalhando com duplicado fervor na sementeira do bem, à maneira de servidores provisoriamente distanciados do verdadeiro lar. Há muitas moradas na casa do meu pai e o Cristo segue servindo adiante de nós. Tenhamos fé. Elevemos o nosso pensamento até Jesus. mostrando a ele o quanto a fé na sua boa nova nos movimenta, nos sustenta, nos orienta, rogando ao terapeuta maior de nossas vidas que abençoe os nossos esforços, porque estamos sempre colocando as nossas melhores possibilidades a seu serviço. que cada vez mais dignifiquemos a confiança que Jesus depositou em nós, na certeza de que o avanço espiritual se traduz na alegria de servir em nome de Jesus, mas acima de tudo na nossa configuração divina que nos foi legada pela paternidade de Deus. Que cada um de nós possa ser um exemplo vivo desta fé, especialmente quando o testemunho nos chega. Que Jesus inspire a nossa irmã Terezinha, aim a fim de que a sua palavra seja a palavra do mestre e que o que aqui for nos for trazido encontre terreno fértil em nosso coração. Que assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Boa tarde, minhas irmãs, meus irmãos. É uma alegria muito grande estarmos juntos nessa casa em que Jesus ergueu para nós para abrigar os nossos corações. Estejamos em momentos de muita alegria, de muita felicidade, de muitas descobertas ou em momentos em que a vida nos chama a reflexões mais profundas. O tema de hoje parece estranho o título, né? Não sei se vocês viram, amargura. Meu Deus, mas com tanta coisa positiva para falar, sei lá o quê, né? A Terezinha escolheu o título amargura. Gente, não fui eu, não, tá? Foi Emanuel. Está aqui no livro eh no livro Vinha de Luz. O título é Amargura. É um comentário, a carta aos Hebreus 12:15. E eu estou aqui com essa obra que é uma coletânea, né, o Evangelho comentado por Emanuel. Eh, são sete sete exemplares, sete volumes. E aqui nós temos três lições que foram recolhidas do livro Segue-me, do livro Seifa de do livro Segue-me, Ceifa de Luz, Vinha de
elho comentado por Emanuel. Eh, são sete sete exemplares, sete volumes. E aqui nós temos três lições que foram recolhidas do livro Segue-me, do livro Seifa de do livro Segue-me, Ceifa de Luz, Vinha de Luz e o e o espírito de verdade. para comentar. Emanuel comentou esse versículo em três mensagens que foram publicadas em quatro obras. E aí a gente fica pensando amargura. Aí a gente vem aqui em Evangelho Segundo o Espiritismo, a melancolia. Eu me lembro que quando eu conheci o Evangelho Segundo Espiritismo aos 17 anos de idade, eh, a minha amiga me apresentou o evangelho dizendo assim: "Olha, esse livro tem tudo que você precisa saber. Então, a sua missão na vida, o que que você tem que fazer quando você não sabe o que fazer?" Eu digo: "Meu Deus, né? Um oráculo poderoso, melhor do que tudo." Então, eu me lembro da primeira vez que eu abri, ela disse: "Abre para você saber qual a sua missão na vida". Caiu a mensagem Cáritas de Cáritas. Eu sou a caridade. Eu sou a rota que conduz a Deus. Meu Deus. Eu fiquei muito feliz porque era o mesmo espírito daquela prece que eu me ajoelhava com o meu pai aos 5 anos de idade para ouvi-la no rádio. E desde 5 anos de idade e a gente ouvia no rádio de manhã cedo, mas só que eu vim saber que era uma prece espírita aos 16 anos. E a minha mãe disse: "Minha filha, largue isso que é do demônio." E eu falei: "Mãe, esse demônio ele é muito muito burro. Deus é muito cruel. Porque como que uma oração dessa não chega a Deus? Ele se veste de várias formas. Aí tudo bem. Eu fiquei com medo realmente como não tinha. Realmente como não tinha. E a medida aí tudo bem. Na primeira vez foi a lição. E a medida aí tudo bem. Na primeira vez foi a lição de Cáritas de Cáritas linda, emocionada. Na segunda, eu estava muito triste. Hoje eu sei que na minha adolescência eu tinha uma depressão profunda. Eu estava muito triste, com pensamentos muito difíceis. Vocês já imaginam quais. Eu abri e caiu nessa lição a melancolia. E aí foi bem diferente, né? E o tempo
scência eu tinha uma depressão profunda. Eu estava muito triste, com pensamentos muito difíceis. Vocês já imaginam quais. Eu abri e caiu nessa lição a melancolia. E aí foi bem diferente, né? E o tempo foi me mostrando a excelência da doutrina espírita. Então é interessante porque quando a gente busca esse texto aqui, a melancolia, que está no capítulo dos aflitos, eh, bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados, né? Do que se trata essa aflição? Que desespero é esse? Por que que a gente tem que passar pelo sofrimento para Deus nos escutar? Por que Deus só está presente, só vai estar presente se nos vê sofrendo poras desde cedo, né? lá 2500 atrás, o homem tem essa preocupação de buscar explicar o sofrimento humano. E nós temos aqui nesse texto a melancolia, justamente essa essa resposta, né, essa essa resposta reflexiva. Eu não sei se todos conhecem o texto. Não vou ler na a íntegra dele porque o tempo é curto, mas todos não tem problema. Aqui na comunhão tem ali, é bom. Compra uns três já para dar de presente também, né? Ajuda bastante. Mas ele começa com uma pergunta. Sabeis porque às vezes uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar a considerar amarga a vida? é que o vosso espírito, aspirando a felicidade e a liberdade se esgota, jungido ao corpo que lhe serve de prisão em vãos esforços para dele sair. Então esse estado de alma, né, que precisa muitas vezes de uma intervenção, a melancolia ela é conhecida desde Hipócrates e Hipócrates vai falar sobre isso 2500 anos atrás. Então, começa por aí. E qual é o conselho? Qual é a orientação que os espíritos nos dão? Crede-me, resistir com energia a essas impressões que vos enfraquecem a vontade. Às vezes a gente pode chegar num estado, meus irmãos, a gente tem que entender o que que é tristeza, o que é melancolia, o que que é uma depressão profunda, o que que é uma depressão reativa, o que é uma depressão por luto, né? A gente tá num processo de luto. Não tem como não chorar, não sentir saudade, não sentir a
a, o que que é uma depressão profunda, o que que é uma depressão reativa, o que é uma depressão por luto, né? A gente tá num processo de luto. Não tem como não chorar, não sentir saudade, não sentir a dor da perda. Não tem como, né? A gente vai sentir de uma forma ou de outra. Tem pessoas que não conseguem chorar. Há pessoas que não, simplesmente não conseguem chorar. Elas estão ali represadas com aquela dor. Eu não consigo, eu não, não consigo sentir nada. Nessas a dor é muito grande, porque essa dor não consegue se expressar. Nós vamos ter um fenômeno chamado luto patológico. Você tem mais de 6 meses, em 2 anos, nunca mais, desde aquela perda, eu consigo me recuperar. precisa de ajuda, precisa. Nós temos recursos extraordinários nos dias de hoje. Temos diversos tipos de terapia, temos médicos, temos temos medicamentos, temos apoio, temos grupos de apoio. Nós vivemos num tempo em que a espiritualidade sabia que nós viveríamos, né? A gente tá vendo isso, vê isso nas obras de André Luiz, um momento em que a nossa saúde mental estaria profundamente comprometida, né? Préeleção de Eusébio no Mundo Maior, livro de André Luiz. Para quem quiser se aprofundar nessa ideia, nós temos, nós temos os vários, vários tipos de perda, vários tipos de dores. Então, é natural que a gente sofra, que a gente sinta, mas qual é a recomendação dos espíritos? Resistir com a com energia a essas impressões que vos enfraquecem à vontade. Porque se a gente se entregar realmente, a gente não consegue simplesmente sair daquela situação e encontrar às vezes a solução para um problema e muitas vezes não haverá solução, né? Nada vai me trazer a minha mãe de volta. Ah, Terezinha, mas se tiver se tivesse o Chico aqui tivesse uma mensagem, seria ótimo. Obrigada, Chico Xavier. Eu seria maravilhoso, mas eu ainda ia sentir a dor e a falta da minha mãe. Não tem jeito. Por quê? Porque é uma parte de nós que ali está, né? Isso não é não é errado, como muitas pessoas sentem, falam, acham sentir saudade. A gente só sente saudade do que
alta da minha mãe. Não tem jeito. Por quê? Porque é uma parte de nós que ali está, né? Isso não é não é errado, como muitas pessoas sentem, falam, acham sentir saudade. A gente só sente saudade do que é bom, né? Mas tem algo em nós que vai crescendo com essa experiência. Então ele vai dizer que são inatas no espírito de todos os homens a as aspirações por uma vida melhor, né? Isso aqui é muito importante porque o próprio Allan Kardec em dois lugares aqui, um Evangelho Segundo Espiritismo, ele vai nos lembrar que o homem deseja bem-estar por natureza e ele procura melhorar o lugar onde ele se encontra. Um está no capítulo há muitas moradas na casa do meu pai e o outro está no capítulo pedi buscar e achareis que está lá no final do livro. a gente deseja por nadaia, mas são limites que a vida nos impõe. Na Bíblia tem um um provérbio que vai dizer, e o próprio Paulo lembra aqui nessa nessa carta aos Coríntios, no capítulo aos Hebreus, no capítulo 12, que é o tema que a gente tá tratando, eh ele lembra que Deus, o pai que ama o filho, ele corrige o filho. E a gente tá vendo nos dias de hoje pessoas de tudo quanto é, né, a área do conhecimento implorando para que os pais ponham limites nos seus filhos, né? O pai que ama seu filho corrige o filho, né? Agora eu lembrei de uma amiga minha que ela foi ela é de uma determinada religião e o orientador dessa religião, ela falando do filho, ela disse: "Não, mas Deus disse para corrigir o filho com a vara e aí ela aprendeu a bater no filho dela. Isso não é nada bom, gente, não é mesmo?" E eu tava cuidando das minhas plantinhas lá em casa. Eu plantei uma arrozeira e coloquei uma vara. Olha isso, olha aqui. É isso aí. Essa vara para corrigir a rozeira, né? Não é você machucar seu filho. Então imagina se eu batesse na pobre rozeira com a vara. Então, a questão é o sofrimento, ele nos impõe, o as provações, os eventos da vida nos impõe limites e esses limites vão nos causar sofrimento naturalmente. Por o que, qual é o lugar do sofrimento
ra. Então, a questão é o sofrimento, ele nos impõe, o as provações, os eventos da vida nos impõe limites e esses limites vão nos causar sofrimento naturalmente. Por o que, qual é o lugar do sofrimento na nossa vida? Sofrimento é essa capacidade, é uma disposição, é uma, segundo os filósofos, é uma disposição, é uma cap, tem uma ilusão de separação. O peixe vive no cardume, mas ele não tem consciência de cardume. Mas nós estamos desenvolvendo essa consciência. Tudo que nós fazemos, afetamos uns aos outros. Então, é o Emanuel diz aqui nessa lição, no trato comum que vocês podem encontrar no livro Ceifa de Luz também que tem aqui na comunhão. Ele diz aqui: "É razoável que estejamos sempre cautelosos a fim de não estendermos o a o mal ao caminho alheio. Como é que a gente estende o mal ao caminho alheio?" Mas isso não falta. E o Emânuel aqui ele dá uma dica, né? Aliás, o Paulo de Tarso dá uma dica. Ele diz assim: "Vigiando atentamente para que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus, nem haja raiz alguma de amargura, que brotando vos perturbe e por meio dela muitos sejam contaminados". Raízes de amargura. Quando a gente tem orquídeas, o que que a gente faz? a gente vai tirando ali aquelas raízezinhas, né, e brotando, ajudando lá cuidar delas, eh, bonitinho para elas poderem, eh, germinar novas raízes, coisas assim. A gente não mata a planta porque a raiz tá doente, a gente trata a raiz. E é o que a gente olhar para si próprio, né? Ele diz aqui, os outros colhem os frutos das nossas ações e oferecemos de volta as reações consequentes. Daí o cuidado instintivo. Cuidado instintivo. Ele tá falando de instinto. Será que a gente tem um instinto ético? Pode ter certeza.
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