TECNOLOGIA: BENÇÃO OU TROPEÇO NA CONVIVÊNCIA EM FAMÍLIA? - Ana Tereza Camasmie e Júlio César

Comunhão Espírita de Brasília 24/08/2025 (há 7 meses) 1:23:30 4,158 visualizações

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Transcrição

Aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, Vou tentar de novo. Boa noite. Boa noite. >> Vocês ficam me dando susto, né? Pensei que era a plateia de desencarnados, por isso que eu não estava ouvindo. >> Gente, sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília, aqui no Salão Bezerra de Menezes para esse bate-papo de hoje com os nossos convidados. Aqueles que estão nos acompanhando pela internet também, sejam muito bem-vindos. E não é o comunhão inspira não, tá? O formato é o mesmo, Ricardo Honori é o mesmo, mas o comunhão inspira é no próximo sábado. Hoje nós estamos fazendo essa produção que é uma ideação da diretoria de atendimento e orientação sobre o comando da Rute Daia, que está aqui com o Júlio César e a Ana Teresa, convidados eh que estão fazendo um trabalho aqui na nossa casa. E nós estamos aproveitando para fazer esse bate-papo, trazendo para nós, para vocês todos também um pouco do conhecimento, das informações que o Júlio e a Ana vão trazer pra gente. O formato do nosso bate-papo de hoje é igual ao do Comunhão Inspira. Vocês poderão fazer perguntas também para os nossos convidados. Temos ali um voluntário, o Guilherme, que está com papel e caneta na mão. Vocês podem levantar a mão e ele vai até vocês e anota a pergunta. E da mesma forma aqueles que nos acompanham pela TV e

ados. Temos ali um voluntário, o Guilherme, que está com papel e caneta na mão. Vocês podem levantar a mão e ele vai até vocês e anota a pergunta. E da mesma forma aqueles que nos acompanham pela TV e pela rádio comunhão poderão também encaminhar suas perguntas pelo chat que a Patrícia que está ali apóstos, anotará e repassará a pergunta para os nossos convidados. Tá bom? Júlio César Roriz e Ana Teresa Camasmi. Sejam bem-vindos a comunhão espírita de Brasília. Sejam bem-vindos para esse bate-papo. Mas antes de começar o nosso bate-papo, eu queria pedir ao Júlio para fazer a prece inicial. Pode ser, Júlio. >> Por favor. >> Então, mantenhamos nossos pensamentos elevados. Vamos afinar nossas emoções nesse momento sagrado da nossa prece, né? Vamos fechar os nossos olhos. Vamos colocar a figura do mestre Jesus, esse inspirador das nossas almas, e podermos dizer do nosso coração: Jesus amado mestre, cá estamos nós aqui reunidos, corações amigos dispostos ao trabalho da nossa própria evolução. Ah, temos uma vontade enorme de ultrapassar as nossas dificuldades, de olhar o porvir como colheita da semeadura, cuja semente está na essência do teu evangelho. Muito obrigado, Senhor. Obrigado pela bênção, a tua mão amiga que nos orienta essa bênção da tua presença através da doutrina espírita em nossa existência. Fica conosco, Senhor. É muito bom estar contigo, Senhor, agora e sempre. Que assim seja. Bom, a Ana e o Júlio são fundadores do Centro Espírita Tarefeiros do Bem, não é isso? Lá em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Ambos são psicólogos e palestrantes espíritas. A Ana é autora de alguns livros. Deixa eu ver se eu anotei certo aqui, Ana. Palavras para a alma. Eh, caminha que a vida te encontra. Mães, as faces do amor materno e sementes. Não é isso? Eu vou pedir para você começar, Ana, se dirigindo ao nosso público, falando suas palavras iniciais. Mais uma vez, seja bem-vinda à comunhão espírita. >> Obrigado, meu amigo. Maravilhoso o convite de vocês. Obrigado, Patrícia.

meçar, Ana, se dirigindo ao nosso público, falando suas palavras iniciais. Mais uma vez, seja bem-vinda à comunhão espírita. >> Obrigado, meu amigo. Maravilhoso o convite de vocês. Obrigado, Patrícia. Obrigado, Rut, né? Vocês que trouxeram a gente aqui para essa experiência maravilhosa. Eu só conheço a comunhão de YouTube. Então agora eu tô conhecendo aqui, vivendo, experimentando. Tô muito grata. Hoje uma pessoa que não tá aqui, ela que eh me conheceu no primeiro céu que eu fui e a primeira vez que eu venho aqui, eu falei assim: "Nossa, você tá duas vezes comigo na minha primeira vez de movimento espírita." Que alegria. Então, hoje nós vamos conversar, vamos continuar o tema da família que eu comecei hoje à tarde. Nós vamos falar sobre os desafios desse que nós estamos vivendo, né, nas nossas famílias. Espero que você internauta e vocês que estão aqui presentes, né, possa fazer suas perguntas. Eu gostaria que a gente tivesse numa rodinha bem íntima e cada um falando qual é o seu desafio, né? Mas vocês vão fazendo isso aqui telepaticamente. Eu vou captar o melhor que der, eu e o Júlio, né, pra gente poder atender algum anseio, né, que vocês tenham trazido para esse nosso encontro. Eh, nós somos psicólogos há muito tempo, então o que a gente tem percebido é que os desafios familiares vão mudando ao longo do tempo. O que era desafio quando eu me formei há 35 anos atrás não é nem de longe o que é desafio hoje. Os filhos não tinham celulares quando eu me formei. Os pacientes não marcavam sessões comigo por WhatsApp de jeito algum. Na secretária eletrônica. Vocês lembram desse aparelho? Telefone que tinha fio? Então, os desafios que nós estamos vivendo é de outra forma. E assim a gente vai compreendendo que cada época tem seu desafio e também cada fase da nossa vida tem um desafio. Cada encarnação tem um desafio. Cada contemporâneo vai ter um desafio. Nossos desafios não são os desafios dos nossos filhos de jeito algum, nem serão dos nossos netos. E por que que acontece

desafio. Cada encarnação tem um desafio. Cada contemporâneo vai ter um desafio. Nossos desafios não são os desafios dos nossos filhos de jeito algum, nem serão dos nossos netos. E por que que acontece isso? Por causa do progresso. É bom que seja assim. É necessário que seja assim. que os desafios acompanhem o crescimento e o desenvolvimento. Significa que a gente vai ter que se aprontar sempre para algo novo, diferente do que a gente conseguiu se aprontar para lidar com que tá aqui. E é isso é que fica para nós como sendo aflitivo, porque a gente olha pro desafio e pensa: "Nossa, como é que eu vou dar conta disso? O que era desafio para mim não é o que é desafio agora pros meus. Como é que eu vouar com isso? Então, é isso que tá posto para nós. E é assim que Deus nos criou. Desse jeito mesmo. Todos nós somos levados, querendo ou não, para o progresso. E que bom, porque se dependesse da gente, a gente ia ficar aqui ainda dando volta. Então, de tempos em tempos, Deus dá um empurrão na gente assim, aí vamos, vamos que seu destino é lá. Então, os desafios do nosso tempo tem a ver com essa impulsão pro progresso. Então, a gente precisa abrir um pouco mais o nosso coração com boa vontade diante desses desafios que parecem muito grandes e dizer isso, é empurrão de Deus pra gente crescer. Então, para dar início aqui à nossa conversa, eh os teóricos contemporâneos, os filósofos contemporâneos dizem que o desafio do nosso tempo agora, 2025, 2026 é a dispersão. Isso em todos os níveis que a gente possa pensar. Não é à toa que a gente tem esses 350 diagnósticos de déficit de atenção, transtorno, não sei o quê. São expressões, são respostas, são reações, são modos como a gente lida com esse desafio de uma época que nos convida a dispersão o tempo inteiro. E nós não temos recursos para poder atender a tantas demandas simultâneas. Não temos recursos porque não nos é natural, nem é saudável para nós atender a todas as demandas 100% o tempo todo. Não é nem humano isso. Mas olha só que coisa bonita que Deus

s demandas simultâneas. Não temos recursos porque não nos é natural, nem é saudável para nós atender a todas as demandas 100% o tempo todo. Não é nem humano isso. Mas olha só que coisa bonita que Deus nos Deus faz com a gente. Só pode viver dispersão quem originariamente é da atenção. Só pode viver egoísmos quem originariamente é da generosidade. Só pode viver a indiferença aquele que originariamente é sensibilidade pura. Tão compreendendo o pensamento espírita o que quer? Porque na essência nós somos divinos. Mas só que a gente não acessa esse nosso lugar divino. Ah, porque hoje eu tô com uma vontade de acessar o lugar divino. Cessar esse lugar divino de plenitude, inteereza, precisa de conquista, que é o que a Joana de Angeles diz, que é a grande viagem do ego para o self, que é o que Leon diz, que é a grande viagem da esfera mais externa das paixões pra esfera mais interna, que é o templo interno de Deus. Então nós todos estamos viajando da dispersão para atenção, da indiferença para sensibilidade, do egoísmo, do egoísmo paraa generosidade. Compreende? Então esse é o nosso trabalho. Então em vez da gente ficar desesperado com esse desafio, é dizer: "Precisamos encontrar caminhos mais saudáveis de responder, de corresponder a esses desafios que tá. Então podemos começar. Ótimo. Ótimo. Eh, eu queria me dirigir agora ao Júlio. Acho que o Júlio tá doido para falar. >> Eu vou deixar. >> Ô, Júlio, eh eh diante de de tudo que a Ana falou e e agora ouvindo a Ana, eu é que eu percebi quão oportuno é o nosso tema, né? o título que foi dado ao nosso tema que é desafios na convivência familiar. E por que que eu tô chamando atenção para isso? Para o a questão dos desafios? Porque muita gente e eh olha pro desafio e dá o nome de problema, né? E e eu e eu gosto muito disso. Eu acho que na nossa vida a gente não tem problema, a gente tem é desafio mesmo, porque cada problema é um um obstáculo que testa a nossa capacidade de vencê-lo. E e sempre que a gente vence um obstáculo, a gente cresce com isso. E

te não tem problema, a gente tem é desafio mesmo, porque cada problema é um um obstáculo que testa a nossa capacidade de vencê-lo. E e sempre que a gente vence um obstáculo, a gente cresce com isso. E assim é o processo de evolução espiritual. E os desafios é que é quem nos coloca paraa frente e para cima. Com base nisso, Júlio, eu gostaria que você nos falasse um pouco sobre como transformar esses desafios que podem ser chamados também de conflitos, de, enfim, transformar isso em oportunidade de crescimento espiritual, ou seja, é pegar o que a Ana falou de forma teórica e transformar em realização prática. >> Então, boa tarde para todos, boa noite, né? Estamos, o tema é estigante porque está falando de nós, nós todos que temos esse ego tão vigoroso, tão dominante, tão substitutivo, dominador, né? E a busca desse esse modo mais feliz, mais leve de ser no mundo, sempre passa pela relação com o outro. E vocês observam isso claramente na linguagem de Jesus. Quando ele faz aquela comparação, ele ele fala de um homem que descia de Jerusalém para Jericó e foi assaltado, deixado da beira da estrada, ferido. Passa o sacerdote, viu, foi adiante. Passa o levita, que conhecia as coisas do tempo, passou. E o samaritano que eles não eram lá muito ligados aos judeus, tinha aquela aquele aquele cisma, né, aquela briga. Olha, ele olha, ele vê, ele vê e olha, desce do cavalo. Descer do cavalo é sair da altura do magister dix, do sabe chão, do que sabe, do que é melhor, do que tem poder. Ficar no mesmo nível da pessoa que tá ali em aflição e vai examina a situação. E ao examinar, observa que ele precisava de de remédios ali na hora e ele fez o que ele pôde, usou os produtos que tinha. Naquele momento, ele não fez nenhuma tipo de arguição, ele não fez nenhuma filosofia, ele atendeu, tá com fome, tá comida, depois ensina a pescar. Então, naquele momento, ele viu que poôde fazer aquilo, mas o homem estava muito mais necessitado. Colocou no ombro, levou até o cavalo e foi levando a pé aquele homem até o estalajadeiro

na a pescar. Então, naquele momento, ele viu que poôde fazer aquilo, mas o homem estava muito mais necessitado. Colocou no ombro, levou até o cavalo e foi levando a pé aquele homem até o estalajadeiro e disse: "Cuide bem desse homem pagou, vou cuidar do meu negócio." Ele passou por ali na parábola de Jesus, como os outros dois passaram, tinham sentido passar por ali. Ele não deixou de cumprir o seu papel, mas isso não foi motivo para que ele não se aproximasse do homem aflito sobrecarregado. E mais tarde falou assim: "Eu quero vir aqui e ver como ele está, supervisão, acompanhamento". Então, dando os passos metodológicos dessa proximidade, porque nós todos na família estamos reencarnados, nem sempre os amigos maravilhosos do coração. Nós somos reencarnados com aqueles com os quais tivemos encarnações anteriores, problemas, dificuldades, não tem a escolha do gênero de provas antes de reencarnar. Então, o gênero de prova tá aí, é o desafio de estar convivendo. Imagine, você é pai, você é mãe e tem um filho que te assassinou na encarnação anterior. Pega lá o caso do Sejismundo no livro missionário da Luz. Lembra desse caso? O filho reencarnando ali na família e foi ele que assassinou o que vinha a ser o seu pai. Então, é o desafio. É o desafio estar eh na proximidade. Um homem perguntou a Jesus quem era o próximo. Jesus contou a parábola e Jesus pergunta para esse homem, colocando a questão para ele pensar quem é o mais próximo daquele necessitar. Ele falou aquele que agiu com atenção, com proximidade, que deu o cuidado. Então, a palavra cuidado, proximidade, eu acho que é a chave da questão, não é? >> Ótimo, Júlio. Obrigado, Ana. Eh, você falou agora a pouco eh eh em suas palavras na questão da do desenvolvimento tecnológico que invadiu as nossas vidas e até onde se percebe não tem volta a isso, né? As questões de mídias sociais, o o o próprio telefone celular que tomou um lugar na nossa vida, né? Então, gostaria que você falasse um pouco até que ponto o uso constante de

não tem volta a isso, né? As questões de mídias sociais, o o o próprio telefone celular que tomou um lugar na nossa vida, né? Então, gostaria que você falasse um pouco até que ponto o uso constante de tecnologias em casa aproxima ou afasta os familiares e em que situação isso é mais perceptível. Eu vou levar vocês para o capítulo lei da conservação no livro dos espíritos, em que Kardec tá perguntando sobre o necessário e o supérflo. Como é que a gente pode identificar o que que é necessário supérfalo? Porque eu acho que é essa questão, o celular tem a ver com isso. O que que acontece com o celular? Tem no seu WhatsApp aparece sempre uma bolinha vermelha dizendo que tem mensagem para você. É necessário ou não é necessário você abrir toda vez que aparece um vermelhinho? A gente não sabe responder isso. A gente acha que é necessário. Então, eh, essa alta demanda, que tudo tem que ser muito rápido, não nos deixa espaço para escolher isso é necessário ou suérflo. Agora, porque o necessário suérflo é uma questão temporal, ela não é absoluta. E os espíritos respondem isso para Kardec. Não há nada de absoluto entre o necessário e o supéfo, no sentido de que nós vamos ter que ver a cada circunstância o que que é necessário, o que que é supléfico naquele momento. Quando meu neto chega lá em casa e diz: "Vovó, vamos brincar de carrinho". Isso é necessário ou superf? Extremamente necessário. Não é o brincar, é o que acontece entre eu e ele quando a gente brinca. Então, o que acontece entre eu e ele quando a gente brinca é transformação moral. Então, todas as vezes que tem solicitação do celular, no seu computador ou seja lá o que for, você tem que se perguntar: "É necessário o superérfalo?" Porque haverão momentos que é necessário que você possa responder. Sua mãe tá no hospital e tem decisões importantes para acontecer. Mas como a gente tem, estamos num nível moral em que o bem e o mal são enevoados para nós, nós não conseguimos tomar essa decisão de uma maneira consciente e ainda ficamos com uma ameaça que fica

cer. Mas como a gente tem, estamos num nível moral em que o bem e o mal são enevoados para nós, nós não conseguimos tomar essa decisão de uma maneira consciente e ainda ficamos com uma ameaça que fica o tempo todo aqui do lado, que se você não dá conta do que é necessário pro outro, mas você para você não seria, parece que se eu não atendo o necessário que o outro acha que é, eu vou perder afeto e atenção. Então, percebe como essa questão que é aparentemente tecnológico, mas ela é uma questão moral, porque se você se sente o tempo todo com muito medo de não atender a demanda do outro, porque isso pode significar desafeto, porque isso pode significar isso ou isso, aquilo, aquilo outro, eu vou ficar o tempo todo tomando para mim necessários que não são meus. Então eu me lembro assim, meus filhos adolescentes hoje já estão tudo casado com filho já, tá gente? Mas quando eles eram adolescentes, eles tinham uma expressão assim: "Mãe, geral vai, você tem que deixar eu ia e eu tenho que responder agora. Tá todo mundo esperando e não sei o quê, porque geral vai e não sei o quê. Eu falei, gente, quem é geral? Que é essa pessoa? Geral, entendeu? Geral nem mora aqui. Que que eu tenho que decidir com parâmetro de geral, né? E e tinha uma técnica que eu percebi, eu demorei para sacar isso. Adolescente, ele faz tudo rápido porque aí não dá tempo da gente pensar. Não, porque eu nem entendi metade da frase e eu tinha que decidir em dois minutos se podia deixar aí ou não. Bares que eu não conheço, festas que eu nunca fui. Isso é muito difícil pra gente decidir. E aí eu fui identificando o seguinte: "Ah, então a técnica é a pressa. Vamos desacelerar. Eu f, eu vou te responder isso daqui a tanto tempo ou amanhã eu vou responder isso. Então assim, para ele que tá com pressa, que só quer respostas, sim, o necessário é que eu responda agora. Mas para mim, que sou a mãe, que sou a responsável, o que que é necessário? Não responder agora. Então sim, como responder o WhatsApp, como responder o seu filho ou responder

é que eu responda agora. Mas para mim, que sou a mãe, que sou a responsável, o que que é necessário? Não responder agora. Então sim, como responder o WhatsApp, como responder o seu filho ou responder o vendedor da loja que tá com pressa que você decida para comprar aquilo, porque se você pensar muito, você não compra, também utiliza a pressa. Então veja como é que a pressa tá a serviço de quem? Então, a pressa do vendedor, a pressa do filho que quer que se diga assim, a pressa do WhatsApp, a pressa, pressa. Você já viu que quando a gente faz compra na internet, começa a ter um contador assim, você tem tantos minutos para efetivar sua compra. Essa pressa, ela é provocada para você decidir sem pensar. Mas se você pensar bem, qual é a diferença de você comprar agora e fechar o site ou comprar amanhã? Nenhuma. Mas o contador acelera em você uma sensação de que se você não responder agora, você vai perder alguma coisa. Então nós temos uma coisa meio falaciosa de que eu não posso perder nada, eu não posso perder oportunidade, eu não posso perder chance, eu não posso perder promoção. De só falar para vocês, o que tá em promoção hoje vai est amanhã também. Só que tem uma sensação que é só hoje e só agora. Isso são técnicas. que a gente não tem ainda eh esperteza para acessar. Então, tem um investimento na pressa. Já tô terminando, tá bem? E tem mais uma coisa que eu queria acrescentar que eu sempre falo, adoro falar dessa filósofa que eu amo o pensamento dela, que é uma filósofa alemã, Hann Arient, que ela fala o seguinte, ela fala que o mal é ausência de reflexão. Então, quando ela vai pensar as atrocidades que aconteceram na Segunda Guerra Mundial, que ela era jornalista e judia na época, ela diz o seguinte, que ela percebeu que os soldados eram pessoas que não refletiam, porque se pensassem no que estavam fazendo, talvez não agissem como tal. E a técnica para você poder agir no mal é não pensar. E daí ela foi trabalhando isso mais intensamente, dizendo o seguinte: "Quanto mais a gente

em no que estavam fazendo, talvez não agissem como tal. E a técnica para você poder agir no mal é não pensar. E daí ela foi trabalhando isso mais intensamente, dizendo o seguinte: "Quanto mais a gente não pensa, quanto mais a gente não reflete, quanto mais a gente não para para pensar, mais próximo de decisões lesivas estaremos, porque é essa ignorância do pensamento que nos leva para trocar necessário por supérfo." Percebem? Então, essa pergunta do Kardec para mim é crucial. O que que é necessário e supérflo para você agora na sua vida? Tem muita coisa legal, mas do legal, o que que legal é de verdade necessário para mim? Paulo de Tarso, né? Né? Tudo me alis, mas nem tudo me convém. Por que nem tudo me edifica? Pensai nas coisas que são de cima. Se você não usa critérios espirituais para tomar decisão, se você só usa critérios materiais, você vai tornar todo superfro necessário. Você vai comprar um carro que você não precisa, você vai comprar roupa que você não precisa. Por quê? Porque você não pensou. Isso realmente é bom para mim ou é bom para quem? Né? E fechando. Eu não consigo fechar, né? Eu tenho uma, eu tenho uma amiga querida que ela tá concorrendo a um cargo político. Aflita, coitada, porque esse cargo político tem votação, não sei quê. Eu falei, minha amiga, onde é que você tá com a cabeça quando você escolheu esse caminho? O que que você tá fazendo aí? Não, mas olha, por causa ela tem motivos importantes para isso, tem a ver com a vida dela. E eu falei assim: "Então, deixa eu deixa eu te perguntar aqui uma coisa. Você, você se candidatou a isso porque você quis, né?" Sim. Eh, esse cargo ele é remunerado, não, só em determinadas circunstâncias. Eh, o que você vai fazer lá é o que você gosta de fazer, é o que você é. Então, a aflição é o quê? Se você tá porque quer, né, a aflição é o quê? Tá faltando alegria nessa sua decisão. Desconfiem quando você faz uma escolha que é porque você quer, que é porque você se dedicou para aquilo e a alegria não tá presente. Tem uma coisa

lição é o quê? Tá faltando alegria nessa sua decisão. Desconfiem quando você faz uma escolha que é porque você quer, que é porque você se dedicou para aquilo e a alegria não tá presente. Tem uma coisa aí que tá esquisita. O que que tá esquisito? Jonas de Angeles responde: "Se você tá no que você quer, você escolheu, você tem recursos interiores para aquilo, né? Você tem conquistas, tem tudo a ver com o seu propósito encarnatório. Não tem alegria. Por quê? Porque você tá querendo atender as demandas do ego. O que que é atender as demandas do ego? É a gente ficar bonito na fita, né? Então, uma vez eu tava lá no nosso centro e eu tava muito preocupado com uma palestra grande que eu ia fazer para um público grande. E aí um espírito querido que veio através dele falou: "Eu falei para ele falou assim: "Mas você tá aflita por quê?" Eu falei: "É porque eu não quero fazer feio". Não, enquanto você tiver pensando assim, tá bom. Ruim é quando você disser que quer fazer bonito, né? Então é isso. Quando a gente quer fazer bonito, quando a gente quer fazer uma palestra fantástica, quando a gente quer, olha, vou te falar, aflição, a alegria some, porque a alegria ela tá conectada com o nosso propósito reencarnatório. É a vontade divina que tá com você. Então eu falei pra minha amiga: "Minha amiga, ganhar ou perder vai dar no mesmo, minha amiga, porque os seus recursos continuam contigo. Se não for nesse cargo, haverá de ser em outro. Deixa a alegria chegar no seu coração. Perder ou ganhar não é necessário para você. Ótimo, Ana. Eh, a tua fala me lembrou. Eu vou pedir pro Júlio fazer um comentário também sobre essa temática, Júlio. Mas e você falou do ego, você falou do ego agora também. Eu lembro que uma vez eu tava fazendo uma palestra e me referia ao ego e na prece final, o dirigente na sua oração final pediu a Deus que eliminasse o nosso ego. Eu olhei para ele assim, me assustei, eu falei: "Deus, não ouve, não ouve o que ele tá dizendo, não ouve o que ele tá dizendo, né? O o ego é um uma ferramenta psíquica

Deus que eliminasse o nosso ego. Eu olhei para ele assim, me assustei, eu falei: "Deus, não ouve, não ouve o que ele tá dizendo, não ouve o que ele tá dizendo, né? O o ego é um uma ferramenta psíquica extremamente importante que longe de ser mal para nós, mas precisa ser educado, não é isso? E é disso que vocês estão falando. >> Então comenta um pouco sobre isso. >> Isso. Vamos aproveitar. Vamos dar um um exemplo. Foi bom, foi ótimo você ter falado isso. Pessoal fala em arrebentar com ego, ralar o ego, acabar com o ego. Não é isso. O ego, >> o ego é o problema, né? Assim, existe um embaixador do Brasil em Portugal. Ele não é a representação do Brasil em Portugal. O ego ocupa mais ou menos lugar assim. Ele ele ele é que faz toda essa passagem do que vem do inconsciente para o exterior e do exterior para o inconsciente na linguagem do Jung. Na linguagem do Yung ele é dita assim, mas eu vou contar um episódio que é uma história, né? É uma história. O pastor estava no campo, aqueles campos enormes com as suas ovelhas. Aquele pastor tradicional com um cajado, milhares de de ovelhas, o cão correndo para cá e para lá. E ele vê que um carro, tipo assim, 4x4, que anda fora da estrada, levantando poeira, vindo na direção dele, parou, deu aquela guinada, saiu um rapaz todo com a roupa de marcas e falou assim: "Ô, pastor, se eu disser exatamente quantas ovelhas tem nesse seu rebanho, você me dá uma ovelha?" Pastor olhou assim no horizonte, tava coalhado de tudo branquinho, né? Bom, faça aí. levantou a tampa de trás do carro, tava uma maquinária lá, um computador ligado ao satélite, enquadrou, calculou a metragem quadrada, o centímetro quad e falou: "Você tem 1283 ovelhas no seu rebanho". O pastor falou: "É verdade, é verdade. Pode pegar a ovelha". Certo? Ele foi lá, pegou, botou dentro do carro, tudo satisfeito e falou: "Pera aí, per antes de você sair, deixa eu dizer uma coisinha para você. Eu sou pastor, né? Então tô no campo, eu não entendo dessas coisas, mas olha só, você chegou aqui

rro, tudo satisfeito e falou: "Pera aí, per antes de você sair, deixa eu dizer uma coisinha para você. Eu sou pastor, né? Então tô no campo, eu não entendo dessas coisas, mas olha só, você chegou aqui sem eu pedir, você veio falar uma coisa que eu já sabia, só que com velocidade. E outra coisa, você não entende nada do que eu faço. Você pegou foi meu cachorro em vez de ser a ovelha. Tá aí. Olha aí o que que é ser regido pelo ego, né? Para mostrar aqui, né? >> Ótimo. Eh, Júlio, você falou agora do Jung e eu já percebi que vocês estudam pela Joana de Angeles, né? E posso estar enganado, mas eu acho que o um psicólogo que se dedica à atividade da psicologia e não tiver o mínimo de conhecimento de espiritualidade e principalmente de espiritismo, eu acho que fica devendo alguma coisa para sua clientela, não é, Ana? Fica devendo alguma coisa. Mas eu queria, né, que você conversa, eh falasse um pouco sobre aquilo que o Jung nos traz de ego enquanto gestor da consciência, self, gestor da inconsciência, esse trânsito de informações do inconsciente para o consciente. E aqui eu lembro do Jorge Andreia, né, que foi um psiquiatra e espírita, escreveu vários livros também, que ele no livro Forças Sexuais da Alma, ele fala sobre essa e esse trânsito de informações na questão da convivência familiar. Até que ponto essas informações que estão lá no inconsciente e que transitam inconscientemente para o consciente, até que ponto elas podem influenciar positiva ou negativamente? >> Isso dá uma palestra, hein, rapaz. Calma aí. Vou tentar fazer uma coisa bem resumidinha. Então, deixa eu falar essa coisa do ego, do self, né? Essas palavras chique. Não tem problema nenhum. ego. A gente precisa de ego, a gente precisa de personalidade, a gente precisa persona. Ana Teresa é um ego, porque eu sou um espírito imortal que transita por várias vidas. Outra encarnação, não sei, fui Joaquim, encarnação seguinte, você, Júlia, não sei. Essa identidade, essa persona que eu sou, com essa profissão que eu tenho,

ito imortal que transita por várias vidas. Outra encarnação, não sei, fui Joaquim, encarnação seguinte, você, Júlia, não sei. Essa identidade, essa persona que eu sou, com essa profissão que eu tenho, com essa história familiar que eu tenho, é só essa vida que eu tenho. Na próxima vida vai ser outra coisa, né? Certa vez meu filho do meio perguntou assim: "Mãe, quanto tempo o Bruno vai continuar sendo Bruno?" Achei tão interessante essa pergunta. Meu filho desencarnou já tem 9 anos. O Bruno, eu falei assim: "Meu filho, quando ele tiver perto de reencarnar, ele vai passar por um processo de desapego de tudo isso, vai ter uma um esquecimento da sua memória, uma miniaturização para ele poder entrar de volta num corpo humano e recomeçar uma outra história. Eu não sei se vai ser com a gente, pode ser conosco, pode não ser. Então ele vai ter que se despedir de todos os apegos egoicos que a gente tem muitos. Então qual é a questão do ego? É você esquecer que tem um ego. Se você achar que você é isso, esse que é o nosso problema. Por isso que Kardec escreveu o céu e o inferno. Pra gente ver o que que acontece quando a gente desencarna. Ah, eu fui rainha, lá eu não sou nada. Ah, mas eu fui mendigo lá. Eu não sou nem mendigo, nem rainha, nem escravo. Mas enquanto eu achar que sou, vou ficar aprisionado nessas formas. Então, o nosso grande trabalho aqui, que é um trabalho duplo que a gente faz, é de nos envolvermos com a vida terrena, com os nossos laços, ser professor, ser eh contador, ser mãe, ser tudo isso, mas entender que nós somos e ao mesmo tempo não somos. Nós precisamos desses lugares, desses papéis pra gente se desenvolver. Eles são meio pra gente ser um espírito mais evoluído. Então, ser mãe não pode ser finalidade da sua vida. Ser contador não pode ser a finalidade da sua vida. Ser presidente da casa espírita não pode ser a finalidade da sua vida. Todos esses lugares que você ocupa, que é o seu ego que te permite ocupar, eles são todos temporários. São roupinhas que

ua vida. Ser presidente da casa espírita não pode ser a finalidade da sua vida. Todos esses lugares que você ocupa, que é o seu ego que te permite ocupar, eles são todos temporários. São roupinhas que você veste para desenvolver sua alma. Então, se assim a gente compreender, nós estamos viajando para o self, ou seja, estamos viajando para algo mais essencial. Estamos viajando para ficar sem roupinhas. Por enquanto a gente ainda precisa delas paraa gente poder dar conta das coisas, porque senão a gente não precisaria reencarnar. Essa pergunta também Kardec fez. A gente precisa mesmo de uma vida corpórea? Sim, precisamos de uma vida corpórea, porque esse tipo de experiência material só aqui a gente tem. E o que que a experiência material dá? Noção de limite, noção de contorno, a experiência do apego que para nós é dura, a impermanência, saber que eu sou imortal, mas ao mesmo tempo essa vida aqui, como ela está configurada, ela acaba. Então nós temos dificuldade com a entrega. O quanto eu me entrego, se isso vai se fazer nada daqui um tempo, né? Eu vou perder todas essas coisas. Lembrei aqui de uma amiga minha que a mãe dela precisou ser cremada porque o irmão não pôde vir pro enterro. Aí ela cremou a mãe para depois quando o irmão viesse eles poderem jogar no mar, já que não foi possível ele vir. Mas o irmão demorou para chegar, não sei mais de ano. Mas ela contava uma coisa muito legal pra gente, que ela guardou o potinho da mãe, a caixinha no armário assim perto de onde ela trabalhava em casa. Toda vez que tava difícil para ela alguma coisa, ela abriu o armário e diz assim: "Ó lá, ó, tudo vira pó". Olha que coisa legal. Toda vez que ela tava muito danada com alguma coisa, tudo vira pó. Ah, tô eu aqui engatada com o negócio. Então assim, é isso. É isso. Sim. A vida material toda se desfaz. A gente faz tanta questão de pintar o cabelo branco, de emagrecer a 15, 15, tudo, tudo isso fica. Será que eu posso lidar com esse meu corpo? Não descuidadamente, mas entendendo assim, por enquanto, por

gente faz tanta questão de pintar o cabelo branco, de emagrecer a 15, 15, tudo, tudo isso fica. Será que eu posso lidar com esse meu corpo? Não descuidadamente, mas entendendo assim, por enquanto, por enquanto. Chateou lá no seu trabalho. Ih, por enquanto, próxima encarnação é outra coisa. por enquanto. Vai botando por enquanto para te ajudar no desapego. Porque o danado do apego é essa a nossa dificuldade de incluir a temporalidade na coisa. Tudo nosso é para sempre ou então nunca. Se você sair do nunca e do sempre vai ter grande alívio emocional. Então, a nossa viagem é do ego pro self. Agora, é cuidado para não entender o selfie como um lugar. é um estado da sua alma. E ainda diz a Jana de Angeles assim: "O selfie com o tempo, quando você se tornar um espírito puro, já nem é mais selfie, já é si." Ela chama de si mesmo, que é quando a gente tá tão perto de Deus, claro que a gente nunca vira Deus. Pensa Jesus. Jesus é um si mesmo, né? selfie já foi. É super consciência, consciência máxima dentro do nosso da nossa condição de entender também, né, gente? Deve ter outra palavra, mas a que nós temos é essa. Quando a gente olha para Cristo, o que que a gente Jesus é um dos Cristos que a gente conhece. Esse Cristo que a gente conheceu, pela pureza que esse espírito tem, a gente pensa: "Esse cara já transcendeu isso tudo". Então, eu não posso nem falar em selfie quando eu falo de Cristo, sabe? Então, c é esse lugar divino que nós temos dentro de nós, que Leão Denis chamou de templo interno de Deus, quando Deus é. E nós acessamos esses lugares, sabia? Só que a gente acessa, sai, acessa, sai, acessa, sai. Você vê emoção quando a gente tá assim, vocês já sentiram gratidão profunda por alguma coisa? É um negócio assim alto, né? É uma frequência espiritual alta. Eh, gente, eu quando peguei meu neto pela primeira vez, não chegou, chega da sala de cirurgia, é uma coisa, você não consegue nem dar nome para esse negócio. Você você pega aquele bebê, filho da sua filha, filho do seu filho, é grande. É

pela primeira vez, não chegou, chega da sala de cirurgia, é uma coisa, você não consegue nem dar nome para esse negócio. Você você pega aquele bebê, filho da sua filha, filho do seu filho, é grande. É muito grande isso. Quando a gente tá diante de algo muito maior que nós, a gente acessou esse lugar célvico, esse lugar iluminado, esse lugar em que você assim, gente, eu sou muito pequeno para isso tudo, mas ao mesmo tempo é meu também. Então a gente chora, a gente chora para dar conta do que é grande. Esse estado que é de gratidão, ele é um lugar iluminado. É Deus na gente. Então quando você me pergunta como é que esse negócio vem do inconsciente pro consciente, eu acho que é assim, nós não temos condição de ter consciência de tudo. A gente não aguenta lembrar tudo da encarnação passada, não lembra nem tudo que aconteceu na infância, gente. Lembra? Eu eu já tô assim, não lembro o que que rolou ontem, que dirá. Ai, meu Deus, como é que foi mesmo ontem? Então, imagina você lembrar das outras vidas. A gente não dá conta de lembrar isso, mas a gente tem flashes e esses flashes você sabe que é flash do passado porque ele é desproporcional ao presente. É uma emoção que não combina com o que tá pegando aqui agora. Você mesmo acha meio esquisito. Nossa, tô chorando tanto, mas né? Para que isso tudo? Você não sabe aquela intensidade o que é. Mas Leão Deni explica muito bem no livro do problema do Ser, quando ele vai explicar sobre as memórias para nós, como ele diz que essas a nossa memória são camadas frequenciais, a gente acessa uma determinada frequência dependendo do assunto. Tipo, você foi mandado embora de um trabalho que você nem gostava. Você já tava meio de saco cheio, você já queria ir embora, você não tinha coragem de dizer tchau. Mas na hora que você é mandado embora, você fica arrasado, arrasado, chora no chão, bate, liga para todo mundo, manda WhatsApp, é um desespero. Ah, uma pessoa consciência, mas amigo, você não tava nem gostando do trabalho, não sei o quê. E você nem consegue

, arrasado, chora no chão, bate, liga para todo mundo, manda WhatsApp, é um desespero. Ah, uma pessoa consciência, mas amigo, você não tava nem gostando do trabalho, não sei o quê. E você nem consegue explicar o que que é essa sensação que te lembra abandono, que te lembra descarte, que te lembra menos valor. Você acessa espiritualmente inúmeras outras experiências da mesma qualidade. Por isso que dá intensidade a algo que você nem queria. Você já tava doido para ser mandado embora, mas não tinha coragem de ir. Por que que deu intensidade? É isso. Terminou o namoro que você não tava mais gostando, mas o outro dizer: "Não te quero, ui, não, eu sou tão legal". Então, acessa estados anteriores de abandono, de ser deixado, de não ser amado. É isso que dá intensidade. Então, diz o Leondeni, ele diz assim: "Acaba por delir as circunstâncias eh atuais e você acessa as anteriores." Então eu penso que é assim que a gente tem notícias do nosso inconsciente paraas experiências cotidianas, dando intensidades desproporcionais às circunstâncias que o meu ego tá tentando dar conta sem conseguir. Por isso que um ego frágil é perigoso, porque ele precisa dar contorno para essas visitas das nossas memórias anteriores. Precisamos de um ego e que dê conta, mas também eu não posso achar que eu sou ele. Então, entende? Uma questão de medida grau, tá? >> Ótimo, Ana. Eh, temos perguntas do público, Patrícia? >> Temos. A Ana convocou e os internautas atenderam a convocação. Várias, >> mas nós temos aqui três questões afetas a dores intensas dentro do ambiente familiar. uma da Liliane Braga que nos fala como lidar com a dor da separação por meio do desencarne de um filho. A outra dor que o Henrique nos traz é a dor de ter um afeto envolvido com vício. Como lidar com isso? a perda de um um filho por desencarne, o vício. E tem uma terceira dor que dá também um seminário bom pra gente, como lidar com essa grande dor diante do processo de mudança de sexo do meu filho. Ver um filho morrer, entre aspas, para

rne, o vício. E tem uma terceira dor que dá também um seminário bom pra gente, como lidar com essa grande dor diante do processo de mudança de sexo do meu filho. Ver um filho morrer, entre aspas, para que nasça uma outra criatura. E pra gente amenizar essas dores, a Celite de Capão de da Capão da Canoa, lá do Rio Grande do Sul, manda um beijo para vocês. Nós estamos diante de uma questão que não é uma questão teórica e se responde de maneira teórica. Eh, você pergunta alguém assim: "Como é que se aprende a nadar?" Faz assim, faz assim. Não, você tem que entrar na água. Você precisa viver a experiência na água para poder você nadar, não é? Como é que se ensina uma mãe a ser mãe? Tem escola de mãe? Ó, para ser mãe não tem, tem que tem que ser mãe, tem que viver. É a experiência. que é o que Pestales chama de salvoar fé, aprender fazendo. É assim, nós estamos aprendendo a lidar com a contemporaneidade. Nós estamos aprendendo a lidar com a morte, que ela é a única fatalidade da vida. Ela é, na minha experiência pessoal, passei por três, três filhos. Eu tenho quatro filhos. Três desencarnaram. Nosso filho é um deles. Desencarnou com 19 anos há 8 anos atrás, né? Mais ou menos, né? A experiência que a gente passou é a nossa experiência. O que que a gente pode falar? Que se a gente não fosse espírita, eu digo para vocês, se eu não fosse espírita, eu não aguentaria correr no hospital com o primeiro filho que desencarnou. correndo no hospital, gritando atender e tal, deram todos os os socorros, o socorro não conseguiu. Aí eu falei com o médico, por favor, eu quero ficar com ele um minuto. E eu fiz uma pressa em voz alta, dizendo: "Meu filho, agora te entrego a Deus. Entregar a Deus confiança, fé. É hora do testemunho, né? É claro que o coração fica ralado, claro que a gente sofre, claro que a gente não quer que o filho da gente desencarne, mas há uma lei, é fé raciocinada, não é? A Juliana, minha filha do meio, que desencarnou também, com 37 anos, ela veio com má formações congênitas

que a gente não quer que o filho da gente desencarne, mas há uma lei, é fé raciocinada, não é? A Juliana, minha filha do meio, que desencarnou também, com 37 anos, ela veio com má formações congênitas e o grande foi o grande amor da minha vida, né? Então, teve inúmeras dificuldades, má formações congênitas e ela se achava uma bailarina. Você achava uma bailarina, era uma beleza. E a gente vivia uma relação, uma linguagem através da música. E quando ela desencarnou, ela desencarnou dormindo, né? Ah, quando o primeiro filho desencarnou, eh, eu fui ao Chico Xavier, ele tava na na num lugar em Bol Sucesso, que é um bairro do Rio de Janeiro, uma instituição chamada Maria Taio. Milhares de pessoas, fiquei na fila e tal. Quando eu cheguei, Chico falou assim, falou meu nome completo, Júlio César de Sarrorid falou meu nome completo. Eu não via desde os 4 anos de idade quando a minha mãe me levou em Pedro Leopoldo. Vocês vejam, olha só. Não se preocupe, meu filho, ele vai voltar. Eu não tinha dito nada. Cheguei, eu sabia quem era ele, porque o Divaldo Franco era nosso vizinho. Eu sou de Salvador, sou da Bahia. Nós éramos vizinhos, minha família. E o Divaldo, ele fazia as primeiras reuniões junto com o Nilson na casa dos meus pais, que eram, nós éramos vizinhos. E lá se manifestava um toureiro espanhol, um toureiro espanhol suicida que se deixou pegar pelo touro num pacto de morte. É claro que eu tenho alguma coisa a ver com isso, mas eu só não sou o touro, né, na verdade, né? Para não ficar muito dramática a coisa, vou e essa história eu sempre escutei. A minha primeira é o segundo casamento nosso, o segundo casamento dela e o segundo casamento meu. Eu não sabia que minha mulher tava grávida. E o Divaldo que falou, engraçado isso, né? Ó, o toureiro espanhol tá reencarnando lá na sua família. A notícia dele era assim. E de fato, de fato, começou a mostrar sinais e uma dificuldade enorme, a gravidez com muita dificuldade nasceu com formações no rim e fez cirurgia com 4 meses de idade em que foi feita uma

era assim. E de fato, de fato, começou a mostrar sinais e uma dificuldade enorme, a gravidez com muita dificuldade nasceu com formações no rim e fez cirurgia com 4 meses de idade em que foi feita uma série de cirurgia e ficaram duas bolotas aqui da cicatriz. Você olhava a barriguinha, parecia mesmo o lugar onde, vejam, o espírito deixou no corpo a marca do suicídio, liberou-se para completar um processo de expiação. Então, a compreensão disso, gente, dá uma dinâmica em nós de força, de coragem, de enfrentamento para essas adversidades, esses desafios que atravessam a vida da gente, né? sendo um suicido, ele veio cercado de vários obsessores. Foi um período muito duro. Eu orava 24 horas porque, claro, certamente me reconheceram, não devo ter sido boa coisa na encarnação passada. Enfim, eu perguntei pro Chico, falei: "Chico, o que que eu faço com os obsessores, Chico?" Ele fez assim, me pegou, me deu um beijo e falou assim: "Meu filho, eu peço aos meus que tenham paciência comigo nesse capítulo. Você é Chico Xavier? É isso. É, é o que eu posso falar sobre a nossa experiência, né, da na família. é o espiritismo compreendido e bem vivido, como diz Kardec, que traz essa dinâmica, né, dentro da alma da gente, que é realidade. Realidade. Hoje temos notícias maravilhosas do nosso filho Divaldo. Agora, há pouco tempo de uma notícia para Ana Teresa no encontro que ela fez na mansão do caminho da situação dele de recuperação e ele era um um suicida também reencarnado. Onde é que a gente arranjou essas coisas todas, né? Queria só completar que acho que espírita às vezes trapaceia com a dor. Uma coisa é fé raciocinada. Racionalizada não é raciocinar. Então, entendimento é uma coisa e dor é outra coisa. O que o entendimento faz é nos ajudar na dor a não entrar em sofrimento e desespero. Mas a dor você precisa sentir, não por sadismo divino, porque a dor é o que nos confere, nos garante a sensibilidade que nos é própria. Se não fôssemos capazes de sentir dor, não seríamos capazes de

. Mas a dor você precisa sentir, não por sadismo divino, porque a dor é o que nos confere, nos garante a sensibilidade que nos é própria. Se não fôssemos capazes de sentir dor, não seríamos capazes de sentir prazer também. E quem fala isso é Leão Deni de novo no livro o O problema do Ser, no capítulo sobre a dor e a revelação pela dor. Então a dor mostra, ela é sinal, ela é característica de quem sente. Então você enterrou alguém, não, mas a vida continua, você tá racionalizando tudo, você tá fugindo da dor. E quem foge da dor não se transforma, porque o que transforma uma alma é a experiência. Por isso que a gente passa por expiação. Para que que a gente precisa de expiação? Não podia só se arrepender e reparar, tava tudo joia. Mas se você só se arrepende e repara, não tem transformação. Transformação é você passar pela experiência, ocupar o lugar do outro. Aí transforma algo aqui. Então, entender que a vida continua, excelente. Fé raciocinada, excelente. Que que você faz com a dor? Vive, chora, enlute-se. Você precisa sem lutar, ir em lugares que você nunca foi e você não iria por escolha própria. Só o luto faz isso. Só o luto leva você aos seus lugares sombrios. Que você veio nessa experiência aqui para curar essas sombras. Você vai lá na sua raiva grande, você visita ódios, você visita lugares de inconformação, você precisa ir nesse lugar. É o luto que faz isso. Quando você vai para esse lugar e não é tão simples sair, você precisa de ajuda para sair, porque a gente vai numa velocidade que a gente não decide, você precisa de ajuda para sair. A fé é a primeira que precisa te acompanhar. Então, no caso de transgêneres, quando eu tenho um filho transgêneres, eu passo por um luto. Sim. Só que se a gente pensasse assim, é como se ocorresse duas encarnações numa. Em vez da encarnação terminar, vai pro mundo espiritual e volta numa outra, num outro corpo, numa outra. É como se acontecesse isso numa só. Nós não temos condição emocional de lidar com essa aceleração. Então, o que que a gente precisa fazer

do espiritual e volta numa outra, num outro corpo, numa outra. É como se acontecesse isso numa só. Nós não temos condição emocional de lidar com essa aceleração. Então, o que que a gente precisa fazer enquanto pai de um filho ou de uma filha que tá passando por essa mudança? Primeiro lugar, um grande respeito, porque é uma dor inominável. Eu não conseguir me sentir no meu lugar. O meu corpo não corresponde a quem eu me sinto. Eu, esse corpo não dá. Eu não consigo amar esse corpo. Então tem alguma coisa que fica totalmente desencaixada. E se eu fico desencaixado diante de mim, eu fico desencaixado no mundo. Nada combina com nada. Então é difícil ir no banheiro, é difícil no restaurante, é difícil ir pra escola, fica tudo fora de lugar. Então eu, enquanto mãe, enquanto pai, vou procurar todas as ajudas necessárias para poder, através do entendimento, atravessar a minha dor sem desespero. Então, eu vou me lutar, claro, você vai sem lutar de uma história, porque o luto ele é um momento especial para você reconfigurar seu futuro. Por que que é tão difícil a perda de um filho? Mesmo que você compreenda que foi bom para ele e etc. É porque eu tenho que refazer todo o futuro que tinha ele. E no caso do transgêneris, a mesma coisa. Meu filho era do sexo masculino. Eu sonhei um monte de coisa com esse meu filho, com esse nome, com esse corpo, com esse jeito. E ele tá dizendo para mim que não vai ter esse futuro comigo. Então eu vou ter que me despedir desse futuro. Isso é em lutamento. Então eu vou ter que refazer o futuro, porque a nossa identidade tá em jogo. Olha o ego de volta. Porque eu tenho a identidade de mãe de um menino. Como é que agora ele decidiu que a identidade não é mais essa? Eu vou, eu sou mãe de uma menina agora, de uma mulher e não é isso que tava no meu coração. Então eu vou ter um trabalho comigo de refazer essa minha identidade. Então emluta-se também aquela mãe da menina, emluta-se aquela mãe do menino junto dessa história que tá acontecendo fora de mim. Então,

eu vou ter um trabalho comigo de refazer essa minha identidade. Então emluta-se também aquela mãe da menina, emluta-se aquela mãe do menino junto dessa história que tá acontecendo fora de mim. Então, precisa de muitas ajudas psicoterápicas e espirituais para isso. Nós estamos vivendo tempo de transição planetária. Nós vamos ver muitas coisas estranhas, diferentes, que a gente ainda não sabe lidar. Então, como é que a gente se coloca diante disso? Pequeno, humilde. Olha, Deus, eu não sei o que fazer com isso. Te entrego. Eu costumo, costumo ainda falo isso nas minhas preces. Olha, Deus, que teus braços alcancem lugares onde os meus não têm condição de ir. Sustenta para mim até eu conseguir alcançar esse lugar. Então, esse é o lugar de criatura e de humildade que todos nós podemos habitar. >> Excelente. Júlio, você quer complementar? Eh, porque no no no livro Céu e Inferno, leio com bastante carinho, chega em casa à noite, chega assim até apressado, vai lá e abre o capítulo sétimo, Código Penal da Vida Futura. Tem 33 itens, o 16 e o 17. Allan Kardec desenvolve o que seria essa o que é, né, a questão na regeneração. A lei na regeneração é muito bonito. Diz assim: "Quando alguém comete algum delito numa vida, ele passa por três etapas. Ele precisa arrepender-se, passar pela expiação e reparar. É da lei. É da lei. Só que tem uma coisa chamada, graças a Deus, chamada misericórdia divina. >> Tem o trabalho do bem que você faz. Foi a lição que Chico Xavier teve com o irmão dele. O irmão dele desencarnou com 51 anos de idade, casado a esposa lá, dois filhos e um deles era alejado. Ele desencarna com 51 anos de idade. Ficou em coma. Ele pergunta pro Emanu: "Emano que que tá acontecendo?" Falou: "Olha, eh, eu vou lá em eu vou ao alto verificar se ele desencarna agora". por prêmio ou se vai ficar 12 anos preso na cama com uma doença não curável. A sequela da questão dele per espiritual. Volta o Emanuel diz assim: "Ele foi autorizado por prêmio desencarnar". Olha aí, olha aí

mio ou se vai ficar 12 anos preso na cama com uma doença não curável. A sequela da questão dele per espiritual. Volta o Emanuel diz assim: "Ele foi autorizado por prêmio desencarnar". Olha aí, olha aí >> o que é prêmio para Olha aí. E aí aquela viúva fica desesperada. Os filhos chorando com saudade do pai. Ela não trabalhava, ela dona de casa. O que que o Chico fez, gente? Pô, tô todo mundo dentro de casa. Chico já ganhava pouco, tadinho, compartilhando aquilo tudo. Então, o Chico chorava dia e noite, as crianças choravam e a mulher chorava também. Ela começou a enlouquecer. O o psiquiatra falou: "Vamos interná-la, que ela queria até matar as pessoas". entrou num um um pânico, foi internado no hospício. Isso foi na década de 40 por aí, no interior de Minas. E o Chico, coitado, ele não conseguia mais trabalhar mediúnicamente. Eu falou com ele, Chico, que que tá acontecendo? Eu não tô tá tá obstruído, não tá podendo trabalhar. E a gente fala com os espíritos aquilo que eles já sabem, né? Ele explicou tudo pro Emanu em Emanuel já tava sabendo. Porque ele morreu, porque ela enlouqueceu, porque foi internada, foi mch. Então já entendi. Você quer rasgar a lei de Deus, então, né? Pronto, rasga a lei de Deus. Falou: "Não, eu não quero isso não. Não, você tá querendo rasgar. Você sabe que ele desencarnou com 51 anos. Você conhece a encarnação dele passada. Ele botava as pessoas na moenda de cana. As pessoas morriam. Ele era um homem perverso, duro, escravocrata duro. Ele veio com essa sequela espiritual, mas como ele foi um homem de bem, trabalhou 12 anos atendendo pessoas lá na sapataria, aquele povo todo que ia lá, ele segurava aquela turma toda, senão o Chico não conseguia trabalhar na no Ministério de Agricultura, ele era datilógrafo, né? Como ele trabalhou 12 anos, olha a misericórdia, não precisou passar 12 anos na situação de do catre da da cama. Foi autorizado a desencarnar por mérito. Olha o olhar como muda, né? Então, quando a gente vê uma questão como essa, a gente precisa ter um olhar espírita,

12 anos na situação de do catre da da cama. Foi autorizado a desencarnar por mérito. Olha o olhar como muda, né? Então, quando a gente vê uma questão como essa, a gente precisa ter um olhar espírita, né? Tem uma lei regendo, né? Eu fiz hérneia bilateral. Olha, olha o negócio do touro aí, ó. Hérnia bilateral. Hérnia. Ingnal. Fiz, tem um marca-passo. Fiz uma cirurgia aqui dentro da caixa craniana para tirar um trigêmeo, uma dor do trigêmeo que me alucinava. Eu não podia comer e nem falar. Eu não se pode imaginar uma coisa dessa que era uma dor alucinante. Passei por essas cirurgias, tive que passar. É o que isso? É expiação. Agora estamos no processo de reparação, ajudando os filhos da melhor maneira possível, ajudando as pessoas através da psicologia, tentando fazer e estamos no processo. >> Agora ele sacramentou que é o touro mesmo, né? >> Cada um de nós tá passando pelas três etapas. E essa família que fez a pergunta pode táar passando por uma das etapas, pode estar na expiação. Uhum. >> Não é? Deus é que sabe. >> É, eu queria só lembrar quando um filho passa por uma coisa intensa, eh, um adoecimento intenso ou qualquer outra coisa muito intensa, não necessariamente os pais têm culpa no cartório. Muitas vezes, não é raro, esse espírito teve o mérito de passar por uma expiação desse porte com pais amorosos para ajudá-lo a atravessar, para ajudá-lo a não regredir no no adoecimento, não cronificar no sentido regredir não é bom, não cronificar, não desistir. Então, não necessariamente o pai e a mãe de um filho que passa por por essas doenças imensas são culpados. Podem ser os melhores acompanhantes de uma grande experiência, né, reencarnatória. >> Gente, o papo está ótimo, mas o relógio nos cobra. Eu ia dizer que nós vamos dar o intervalo e voltaremos depois das 10, não? Então tá bom. >> Mas tem amanhã. >> Amanhã vai ter mais, né? >> Até amanhã. >> Então, pronto. Amanhã vocês podem dar continuidade com esse bate-papo com a Ana e o Júlio César. Eh, eu adorei estar aqui com vocês, tá?

> Mas tem amanhã. >> Amanhã vai ter mais, né? >> Até amanhã. >> Então, pronto. Amanhã vocês podem dar continuidade com esse bate-papo com a Ana e o Júlio César. Eh, eu adorei estar aqui com vocês, tá? Eu fiquei quietinho aqui ouvindo, vocês falam muito bem. E é muito interessante quando a gente consegue encontrar pessoas que se especializam profissionalmente, como vocês se especializaram na psicologia, mas que não perdem a humanidade, né? Talvez alguns tivesse, viemos aqui para ouvir dois psicólogos falarem disso e acabamos ouvindo dois seres humanos trazendo suas experiências, seus sofrimentos, suas dores e adequando isso à experiência de cada um, tendo a psicologia e o espiritismo como instrumento para a nossa equalização, digamos assim, com as leis divinas, né? Parabéns a vocês pelo trabalho, parabéns a vocês pela belíssima noite que nos proporcionaram. Patrícia, quer falar alguma coisa? >> Quero sim, Ricardo. É porque nós ficamos devendo algumas respostas aqui do nosso público, mas eu convido a assistirem no YouTube a palestra da Ana, que foi anterior às 17 horas. Então, várias perguntas que ficaram aqui não foram respondidas. ela abordou no tema das 17 horas, então vocês podem consultar lá que vão ser atendidos nos seus questionamentos. E alguns internautas aqui fizeram alguns comentários. E eu gostaria também de lembrar os nossos irmãos e passa aí embaixo, né, do nosso programa o endereço do e-mail para o atendimento fraterno online. Então, nós temos na casa o atendimento fraterno presencial e temos também a oportunidade do atendimento fraterno online, porque foram testemunhos, foram desabafos ou alguns questionamentos que podem ser compartilhados, divididos com atendente fraterno para que possam ser atendidos nos seus questionamentos. Tá tudo isso suscitado aqui nessa roda de conversa e que pena que acaba, né? Como diz, o relógio não para, né? Então era isso, viu, Ricardo? Obrigada. Obrigado, Patrícia. Vamos ter que encerrar. Eh, eu queria só lembrar de todas essas

roda de conversa e que pena que acaba, né? Como diz, o relógio não para, né? Então era isso, viu, Ricardo? Obrigada. Obrigado, Patrícia. Vamos ter que encerrar. Eh, eu queria só lembrar de todas essas experiências que vocês nos trouxeram agora, daquela frase de Pedro na sua primeira carta, quando ele diz: "O amor cobre a multidão de pecados", né? O a questão do irmão do Chico, né? Uma encarnação inteira fazendo coisas desagradáveis. Em 51 anos ele resgatou aquilo, né? economizou mais 12, 18 anos de sofrimento. Fica essa lição pra gente, né, Ana? E Riz, o amor é o caminho para a solução de todos os nossos problemas. >> Eu queria dizer no final da nosso nosso encontro que sempre vale a pena amar. Eu sei que às vezes dá uma vontade de existir quando a gente pensa: "Mas eu já fiz tudo, mas eu já disse tudo, não há mais nada que eu que eu possa fazer e tal". Então agora chegou a hora da paciência. A paciência chega agora. Agora calma. Em vez de desistir, descansa. Porque amar vale a pena sim e sempre. Jesus nunca e nunca vai desistir da gente. Então a gente olhando para esse mestre que Jesus é, a gente pode se inspirar e pensar: "Eu também não vou desistir, mesmo que agora esteja tão trabalhoso, eu tô muito convidar vocês a trocar a palavra difícil para trabalhoso." Quando você começar, isso tá muito difícil, não fala assim, não, tá trabalhoso porque difícil, a gente tem mecanismos cerebrais que complicam as coisas. Então é trabalhoso, sim. O nosso nível evolutivo é um nível de trabalho. Então, amar sempre vale a pena. Só mais um pouquinho, descansa um pouco, só mais um pouquinho. Tenho certeza que você vai se orgulhar em breve de você. >> Ótimo. E agora para encerrar quero pedir a Ana para fazer a a prece de encerramento. Pode ser, Ana. Então, vou convidar vocês a encontrar uma posição confortável, mas antes disso diz pro seu companheiro do lado. Que bom você veio isso tão bom, né? Que bom que vocês vieram essa noite. Tornou meu dia, minha noite, minha tarde mais feliz.

uma posição confortável, mas antes disso diz pro seu companheiro do lado. Que bom você veio isso tão bom, né? Que bom que vocês vieram essa noite. Tornou meu dia, minha noite, minha tarde mais feliz. É uma alegria a gente ter eh encontros presenciais, sabe? Isso alimenta a gente. Online é bom, mas não é a mesma coisa, né? não é quente. Então vou convidar vocês a fechar os olhos um pouquinho. Se permita respirar e descansar nessa respiração. A gente inspira e respira. Jonas de Angeles nos ensina que a finalidade da oração também é encontrar o discernimento. Então a gente agora de coração junto aqui nesse exercício de discernimento, a gente imagina Jesus nesse salão imenso. Imagina ele entrando pela porta da comunhão espírita de Brasília. Vou visitar aquele grupo e ele vem com sua luz infinita. E nós nos permitimos por alguns segundos olhar profundamente nos olhos de Jesus. O que você tem vontade de dizer? Mestre amado, eu aqui estou nesse meu processo que você sabe. Você conhece os meus sonhos, os meus anseios mais profundos. Que eu consiga sentir o seu amor, Jesus, que eu consiga alcançar o seu amor. Eu sou pequeno, inseguro, imaturo tantas vezes, mas eu tenho tanta vontade de crescer, de melhorar, de sentir alívio na minha alma. Permita, mestre, que nesses segundos todas essas bênçãos se derramem sobre nós. Graças vos damos, Senhor. Que assim seja. >> Uma boa noite a todos. Aqueles que vierem amanhã continuarão ouvindo o Júlio e a Ana. E aqueles que não puderem, tenham um final de semana abençoado. Forte abraço a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim

de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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