ENCONTRO SOBRE A FAMÍLIA: A FAMÍLIA COMO RECURSO DE CONEXÃO COM O CRIADOR - Ana Tereza Camasmie
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa Essa casa que aprendi, toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Boa tarde. Sejam todos muito bem-vindos à nossa casa. Boa tarde aos nossos irmãos que nos assistem pelas mídias sociais. É uma imensa alegria estar com todos vocês e para uma para mais uma atividade da nossa diretoria de atendimento e orientação, a nossa DAU, que de vez em quando vocês já se acostumaram que nós estamos aqui aos sábados para trazer uma reflexão, para trazer uma temática que nos falha ao coração, que possa nos trazer trazer reflexões, orientações paraa nossa jornada terrena. E hoje, nesse mês de agosto, Adal está coordenando as atividades do seminário sobre a família. Essa, como Jesus diz lá no livro Jesus no Lar, né? Essa primeira escola das almas. Então, o nosso momento agora vai ser para refletirmos um pouquinho sobre a família, sobre a nossa família, sobre esse cadinho aonde nós fomos colocados para aprendizado, para exercícios, para tarefas e para algumas provas, né, para ver se nós já consolidamos os nossos aprendizados. E para que nós possamos nos harmonizar, para que nós possamos nos vincular aos nossos irmãos do plano superior, eu quero convidar a nossa diretora da diretoria de atendimento e orientação, Evani Bueno, para fazer a nossa prece inicial. Boa tarde a todos. Vamos serenar os nossos corações ligando com o alto. E nessa tarde de sábado, vamos pedir a Jesus, o nosso mestre, que possa nos conduzir nessa tarde de hoje, esclarecendo sobre nossas famílias, sobre o nosso caminhar, sobre nossa jornada. Por isso pedimos, Jesus, seja esse bálsamo de luz sobre nós, teus irmãos menores. Abençoa os nossos passos, perdoa as nossas fraquezas, enriquece-nos com os fluído de amor e paz. Que possamos ser melhores a cada dia que passa, mais humildes, mansos e generosos, que saibamos perdoar para que um dia conhecemos a dádiva do amor, o amor
, enriquece-nos com os fluído de amor e paz. Que possamos ser melhores a cada dia que passa, mais humildes, mansos e generosos, que saibamos perdoar para que um dia conhecemos a dádiva do amor, o amor sublime que nos envolve nessa nessa tarde de hoje, com coração aberto para aprender todas as lições do mestre Jesus através do amor amoroso do Cristo. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Bom, e nesses momentos de seminário, nós sempre temos por trabalho, né, por planejamento, convidar algum irmão, alguma irmã querida que possa nos trazer um pouco das suas reflexões, das suas experiências. Então, hoje com muita alegria, nós recebemos aqui pela primeira vez na nossa casa a nossa irmã trabalhadora na seara do Mestre, Ana Teresa Camasmi, que é quem vai conduzir a nossa reflexão dessa tarde sobre a família como recurso de conexão com o criador. E para que a gente não se delongue mais, a palavra é toda sua, Ana. Um boa tarde, meus irmãos e minhas irmãs. É uma alegria grande estarmos aqui. A primeira vez que eu venho à comunhão. Um grande prazer conhecer esse paraíso, essa cidade, né, que é uma cidade. Então eu agradeço em nome da Patrícia e da Rute que me chamaram para esse encontro e a todos os trabalhadores dessa casa que me receberam com tanto amor, tanto carinho. Espero que a gente possa ter assim um encontro de de coração, né, que possa ser útil pra vidinha de vocês, como foi para mim preparar e tem sido para mim toda vez que eu falo sobre família. Mas antes de eu falar do assunto propriamente dito, eu trouxe alguns livros meus para compartilhar com vocês. A finalidade da venda desses livros é auxiliar no aluguel da nossa casa lá no Rio de Janeiro. Mas principalmente a minha intenção é divulgar o espiritismo, né, e fazer essa ponte da espiritualidade, dos conhecimentos espirituais paraa nossa vida. Então, depois do nosso encontro, entra, né, a próxima atividade, eu vou est eh recebendo vocês, se vocês quiserem, para um autógrafo, tá bom? Um autógrafo, um abraço também. O abraço
paraa nossa vida. Então, depois do nosso encontro, entra, né, a próxima atividade, eu vou est eh recebendo vocês, se vocês quiserem, para um autógrafo, tá bom? Um autógrafo, um abraço também. O abraço sem autógrafo, tudo bem também. Então, nós vamos conversar sobre a família. Será que a família pode ser um caminho pra gente se conectar com Deus, com o criador? Será? Ou será o contrário, né? Será que quando a gente constitui família e fica totalmente assoberbado com ela, a gente se distancia? Mas eu fiquei pensando na palavra conexão. Se a gente fala que algo pode me ajudar a entrar em conexão, é porque provavelmente o mais comum eu estar desconectado. E essa palavra, ela é uma palavra nova. Tudo aqui hoje em dia na nossa vida tão tecnológica tem a ver com conexão, né? Pouca conexão, muita conexão, né? Nós estamos usando uma palavra técnica, tecnológica, para algo mais necessário que a gente tinha outra palavra que é vínculo, que é afeto, que é encontro, que é ligação, profundidade. E a gente resumiu isso tudo, botou a palavra conexão. Então, eu gostaria de poder eh retirar um pouco esse tom tão tecnológico da palavra conexão e trazer vocês para um lugar mais eh parecido com a nossa característica tão humana. o quanto a gente consegue se aproximar de Deus através da convivência familiar, através do compromisso familiar, da vida em família, da vida uns com os outros, né? Porque se a gente olhar os grandes estudiosos eh da espiritualidade, eles alcançavam a iluminação justamente no afastamento das convivências, não é? ir para uma gruta, ir para um alto de um monte, se tornar eh membro de algum monastério. Os padres que não casam, abrem mão da sua família, dos seus bens, as freiras. Então, a gente tem uma tradição que conta outra coisa, que quanto mais distante das questões do mundo, dos vínculos do mundo, mais próximo de Deus estaríamos, porque teríamos mais condição de ter tempo e dedicação para as atividades sagradas e espirituais. E o espiritismo vem propor outra coisa,
mundo, dos vínculos do mundo, mais próximo de Deus estaríamos, porque teríamos mais condição de ter tempo e dedicação para as atividades sagradas e espirituais. E o espiritismo vem propor outra coisa, porque o espiritismo entende o caminho de evolução diferente, não por esse caminho sozinho, mas entendendo que todo o nosso encontro com Deus e com a nossa transformação moral tem a ver com conviver e estar junto com o outro. Sem essa convivência, todas as minhas conquistas morais, elas perdem um pouco de consistência, porque não tem o atrito, à adversidade para ela poder se tornar fortalecida. Então, do ponto de vista do espiritismo, não é abrindo mão da convivência que a gente alcança elevação moral. A elevação moral não pode prescindir do vínculo da convivência, da aproximação, da intimidade, do contato do adverso. Se a gente pensar, por exemplo, uma conquista moral simples assim pra gente, paciência simples. Quando é que a gente precisa de de paciência? Quando tudo tá ao contrário do que a gente queria. Porque quando tudo tá indo bem, a gente não precisa de paciência. Então a gente precisa de paciência quando tudo tá dando errado, quando tudo tá de costas pra gente, quando o tempo das coisas não é o seu tempo, quando as coisas têm um ritmo mais lento do que você gostaria. Então você vai precisar de paciência para poder suportar aquele tempo, para poder lidar com que você não tá gostando, que você não tá feliz. Como é que eu posso adquirir paciência num lugar que não tem adversidade nenhuma? Não tem. Então, qualquer virtude moral que a gente possa pensar, ela precisa do adverso. Pensa em qualquer uma delas. Generosidade, indulgência, benevolência, perdão. Qualquer conquista moral que você pensar, você precisa do adverso. Circunstâncias, pessoas, modos de ser. Sem o adverso não há conquista moral. Pelo menos não no nosso nível evolutivo. Podemos pensar no nível evolutivo seguinte. espíritos mais desenvolvidos, a sua evolução moral se dá de uma outra forma que eu ainda não sei porque não
moral. Pelo menos não no nosso nível evolutivo. Podemos pensar no nível evolutivo seguinte. espíritos mais desenvolvidos, a sua evolução moral se dá de uma outra forma que eu ainda não sei porque não chegamos lá, mas sei desse nós no nosso nível evolutivo, pra gente conquistar qualquer coisa desse porte, a gente precisa do adverso. Então, nesse sentido, tudo que é diverso é nosso professor. Seja uma pessoa, uma circunstância, uma situação. A gente não gosta muito desse tipo de professor não, mas ele é o mais rigoroso e o mais eficaz. Porque no adverso não tem como a gente disfarçar. nos 5 minutos iniciais você até disfarça, mas o adverso ele é insistente, então ele se mantém durante um bom tempo. Ele pode estar encarnado numa pessoa, mas às vezes o adverso é uma circunstância, por exemplo, dificuldade financeira ou uma dor física sua que você traz muito tempo. E tem muitas situações adversas no mundo de prova e expiação. Mas eu queria levar vocês para uma bem-aventurança pra gente poder caminhar um pouco mais. Tem uma bem-aventurança especial em que Jesus vai dizer: "Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus". Quando a gente olha essa bem-aventurança, uom, né? Se a gente for uma pessoa que promove a paz, nossa, a gente vai ser chamado filho de Deus. Mas vem cá, mas quem não promove a paz não é filho de Deus também, não é? E essa é a beleza das bem-aventuranças, né? Faz a gente pensar porque não são frases lógicas, né? São frases profundas que tem um tom sagrado, ele tem um tom iniciático, transformacional, a gente precisa refletir profundamente sobre elas. Então, bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Então, aí a gente vai começando a entender um pouco melhor. Pera aí. Quando a gente fala chamados filhos de Deus, ou seja, quando alguém tem um nome, se alguém fala, "Ana Teresa, eu sei que sou eu, então eu me reconheço como tal". numa outra encarnação, outro nome, assim vai, mas nessa encarnação me reconheço
us, ou seja, quando alguém tem um nome, se alguém fala, "Ana Teresa, eu sei que sou eu, então eu me reconheço como tal". numa outra encarnação, outro nome, assim vai, mas nessa encarnação me reconheço com esse nome. Então, do ponto de vista aqui dessa bem-aventurança, quanto mais eu estou próximo de atitudes pacificadoras, mais eu entro em sintonia, mais me torno legitimamente filho de Deus, mais eu me aproximo da essência do que é ser criatura. Criatura de Deus. Então eu pensei nessa bem-aventurança, porque nós estamos pensando assim, como é que a gente na família vai se aproximar de Deus? Então Jesus já deu a dica, é preciso ser pacificador para isso. Quanto mais você tem atitudes pacificadoras, mais próxima de Deus você estará. Porque filho de Deus legítimo é a essência pacífica. Então, aquele que vai educando as suas reações violentas, aquele que vai cuidando das suas reatividades, das suas reações instintivas, aquele que vai tornando mais refinado as suas qualidades, aquele que se esforça por trabalhar as suas paixões à quais somos viciados. E aí eu fui pensando nisso assim, nossa, mas isso parece demais com o que acontece na família, porque o ambiente que a gente é violento é o ambiente familiar. Se vocês acham que dirigir no trânsito é um lugar violento, na família é muito mais, porque o ambiente familiar tem uma violência chamada violência surda. Ela é uma violência diferente dessa expressa que a gente comumente vê no na internet, no jornais, na televisão. Ela é uma violência que vai acontecendo todo dia, toda hora, de manhã, de tarde, de noite, a ponto da gente considerá-la normal, a ponto da gente nem saber que é uma violência. Então, as convivências familiares, aonde a gente se dá essa concessão, porque não vai deixar de ser meu filho, não vai deixar de ser minha mãe, então eu posso ser quem eu sou. E a gente ainda acha que isso é ser quem eu sou quando eu me descuido da maneira como eu trato as pessoas da minha família. Então, num num dos livros que eu trouxe,
ãe, então eu posso ser quem eu sou. E a gente ainda acha que isso é ser quem eu sou quando eu me descuido da maneira como eu trato as pessoas da minha família. Então, num num dos livros que eu trouxe, o caminho que a vida te encontra, eu apresentei no congresso de Uberlândia as faces invisíveis da violência. Eu levantei umas 10 fas para ter 300. Eu imaginei umas 10. As que eu mais vejo, as que eu mais escuto na minha prática terapêutica. São as que eu, Quais são as que eu mais escuto? A de profundo desrespeito entre pais e filhos, entre casais, entre irmãos. E é muito interessante uma fala que eu escuto. Toda vez que são violentos demais, às vezes são violentos verbal ou fisicamente. Ah, eu não aguentei, então eu explodi. A gente precisa mudar essa frase. Não é verdade eu não aguentei explodir, porque a gente escolhe onde a gente não aguenta e explode. Você não faz o que você faz em casa com qualquer pessoa do seu trabalho ou com o síndico do seu prédio ou com seu vizinho. Então, se você se dá essa licença para ser assim no seu lar, é porque você ali já entendeu que tem um certo grau de inconsequência. O que para aquele que está querendo se aproximar de Deus não seria um bom caminho. Porque Jesus disse, para se aproximar de Deus, o seu coração precisa se pacificar. As suas atitudes precisa ser de um pacificador onde você estiver. Então, quando a gente vai caminhando e dizendo assim: "Nossa, estamos no mundo de prova expiação, caminhando pro mundo de regeneração, nós estamos na transição planetária, a gente precisa compreender que essa transição já está acontecendo no seu coração. Mundo de regeneração é esse mesmo com os seus habitantes de uma maneira melhor do ponto de vista espiritual e moral. Então, pra gente adquirir esse lugar regenerado, nós precisamos tratar, cuidar das nossas degenerações. Que degenerações são essas? Quando a gente faz chantagem emocional no lar, quando a gente ameaça as pessoas do nosso lar, quando a gente é irônico, sarcástico com as pessoas do nosso lar,
egenerações. Que degenerações são essas? Quando a gente faz chantagem emocional no lar, quando a gente ameaça as pessoas do nosso lar, quando a gente é irônico, sarcástico com as pessoas do nosso lar, quando nós somos impacientes, quando a gente grita, quando a gente explode, quando acordamos de mau humor e mantemos o mau humor, quando fazemos silêncios que são congelantes, quando eu evito a presença, quando eu trato com indiferença, então tô dando pequenos movimentos do quanto a gente pode ser violento e a gente vai adoecendo as pessoas da nossa família quando na verdade a gente já tava doente antes. É altamente contagioso quando a gente não cuida, não trata dos nossos adoecimentos. Então, a gente vai adoecendo afetivamente, emocionalmente, um lugar muito sagrado no coração dos nossos familiares, que é o lugar da confiança. A gente vai corroendo a capacidade das pessoas confiarem nelas mesmas e em nós mesmos, né? Então, os lares que estão vivendo adoecimentos, por exemplo, adoecimentos contínuos, que é uma situação de muito desgaste emocional, como é que a gente trata os nossos doentes? Como é que a gente trata os nossos idosos? Como é que a gente trata essas pessoas? Qual a parte da nossa alma que tá sendo ali sendo colocada em teste? É isso que no espiritismo a gente aprende como sendo prova. são as provas, que é diferente das expiações, né? As provas são essas circunstâncias que nos testam todos os dias, não é pra gente tirar 10, é para fortalecer o nosso espírito naquele assunto em que a gente ainda é frágil. Exemplo disso, muito, muito simples. Eh, como a gente substitui elogio para ironia. Vocês já repararam como a gente faz isso no lar, não é? Se eu chego em casa e encontro a louça lavada, a mesa do almoço posta, em vez de eu dizer: "Nossa, família, que maravilhoso, nós hoje vou ter menos trabalho e a gente vai poder sentar à mesa?" Nossa, quem é que vem aqui hoje? Não é? Então eu substituí o elogio por uma ironia, né? Mas e se você faz isso uma vez? Mas você
so, nós hoje vou ter menos trabalho e a gente vai poder sentar à mesa?" Nossa, quem é que vem aqui hoje? Não é? Então eu substituí o elogio por uma ironia, né? Mas e se você faz isso uma vez? Mas você imagina sempre, toda vez que alguém faz algo de bom, seu filho que nunca lava a louça resolveu lavar. E aí você diz: "O que que você tá querendo hoje, né? Qual é o pedido de hoje? Eu poderia dizer: "Que bom que você lavou a louça? Me sinto mais descansada quando eu chego em casa, tem uma louça lavada. Então eu vou instilando no outro e desencorajando movimento de crescimento. Eu tô dando exemplos que não dói rapidamente e depressa, mas ao longo do tempo os familiares vão se acostumando com esse seu jeito irônico e se desestimulam a colaborar. Então, a queixa mais comum que a gente ouve no atendimento fraterno é: "A minha família não colabora, eu sou sobrecarregado, ninguém me ajuda." Eu não tô dizendo que você é culpado, mas você já pôde pensar o quanto que você colabora ou participa desse desânimo, dessa falta de colaboração, tem a ver com a falta de elogios, né? Elogiar é uma das formas da gente poder confirmar, da gente poder estimular e incentivar repetições de comportamento nos outros. Não é para tornar o outro vaidoso, é para poder assegurar o outro que aquele movimento vale a pena ele repetir. Tá trazendo benefícios na medida em que a gente vai acostumando com essa escuta, que bom, você hoje me descansou. Obrigado por você ter colocado a mesa. Obrigado por ter tirado a roupa da máquina. Obrigado por isso. O meu coração que tá recebendo essa informação. Poxa, eu tô no caminho certo, porque a nossa relação aqui é de dar e receber, que isso é um grande desafio pra gente. Nós temos uma dificuldade nesse lugar do dar e receber. Muita. Tem pessoas que t mais dificuldade de dar do que em receber, outras pessoas têm muita dificuldade de receber do que dar. Aqueles que têm dificuldade de receber não consegue nem dizer obrigado. Aliás, não gosta muito de receber, porque receber o torna
m receber, outras pessoas têm muita dificuldade de receber do que dar. Aqueles que têm dificuldade de receber não consegue nem dizer obrigado. Aliás, não gosta muito de receber, porque receber o torna devedor dos outros. Receber significa que eu vou ter que dar e aí eu vou ter que dar numa hora que eu não quero. Então melhor nem receber, porque receber me torna endividado. Não é impressionante é isso? Imagina isso na nossa relação com Deus. Então, se eu não consigo experienciar o lugar da gratidão, eu tô dizendo assim: Deus, obrigado, mas eu não quero não. Não me dá não. Eu não quero receber, porque se eu receber de Deus, eu me torno endividado com a humanidade, nem é com Deus. Então, a gente vai ficando escassos. Olha como é que isso vai ficando mexido aqui no coração da gente. Porque na medida em que eu não me permito nutrir, na medida em que eu não me permito receber, seja de Deus, do outro, do mundo, eu vou ficar sempre vazio. Porque Deus não nos fez autossuficiente. Deus nos fez interdependente. A gente precisa dos outros pra gente poder crescer, porque a gente não chegou pronto aqui. Eu preciso da generosidade do outro, preciso do da alegria do outro, eu preciso da habilidade do outro tanto quanto os outros precisam, da minha habilidade, da minha alegria. Nós precisamos dessas trocas. Olha só que coisa interessante que aconteceu com Kardec. Vocês sabem que na revista espírita Kardec respondia pergunta do público, né? As pessoas respondiam, eh, desculpa, perguntavam para Kardec sobre o espiritismo, mandavam cartas, não era WhatsApp. Ele respondia essas cartas através da revista espírita, que é onde ele publicava essas respostas. Então, na revista Espírita de 1861, perguntaram para ele tinha fundado a Sociedade Espírita de Paris, né? Primeiro centro espírita do mundo, não é? E aí assim, mas como é que a gente faz para poder fundar que a gente tem que fundar? Pode ser aqui em casa, pode ser a gente pode estudar sozinho, como é que é isso, né? O espiritismo tava tendo uma
? E aí assim, mas como é que a gente faz para poder fundar que a gente tem que fundar? Pode ser aqui em casa, pode ser a gente pode estudar sozinho, como é que é isso, né? O espiritismo tava tendo uma grande expansão, que foi o momento em que o momento filosófico quando ele escreve o livro dos espíritos e ele divulga o espiritismo para tudo quanto é lugar do mundo, porque Kardec começou a fazer viagens, espíritos para divulgar o espiritismo. E aí Kardec responde assim: "Olha, você pode pegar o livro dos espíritos, livro dos médiuns, pegar as obras e estudar sozinho. As obras elas são eh básicas por isso, porque elas são fundes. Elas não são básicas porque são simples, não, gente, elas são básicas porque elas são a base mesmo, o fundamento. Então, aquele que se dedicar a estudar sozinho, ótimo, vai se tornar um entendido do espiritismo. Porém, isso não seria muito egoísta, diz ele, se você estudar o espiritismo só para você. Porque veja, o espiritismo chegou para nós através de alguém, de muitos alguém. Ele não falou dele, não, ele falou dos espíritos. Ele se colocou ali num lugar bem humilde que é de codificador, de organizador. Mas ele disse assim: "Mas para que eu pudesse ser o codificador, quantos trabalharam para que essas luzes pudessem chegar até vocês?" Aí você pega essa luz e diz: "Não, eu vou iluminar aqui só a minha casinha, né? Só o meu quartinho, só a minha mente". Então, Kardec diz assim: "Você até pode colher esse caminho, porém não seria justo com que você recebeu, né? Algo que veio de tantas mãos, de tantos corações, você toma um lugar eh pessoal, individual. Nada contra você fazer isso, mas pensa, você recebeu muito e na hora de dar você tá sendo muito econômico. O que contraria inclusive o que Jesus diz que a nossa candeia precisa ficar acima e não debaixo de um móvel, né? Então, que a nossa candeia precisa ficar visível, ou seja, a nossa luz, os nossos conhecimentos, o nosso entendimento, aquilo que a gente conquistou moralmente, precisa estar em exercício
m móvel, né? Então, que a nossa candeia precisa ficar visível, ou seja, a nossa luz, os nossos conhecimentos, o nosso entendimento, aquilo que a gente conquistou moralmente, precisa estar em exercício no mundo, precisa estar visível. Por que precisa estar visível? Porque a gente é bacana, porque a gente é legal, porque a gente é bonzinho ou porque é uma questão de equilíbrio da justiça divina. A gente recebe e dá. recebe e dá. E assim é uma onda os outros recebem e dão. E assim vai acontecendo o melhoramento gradual da humanidade. Então o melhoramento da humanidade, claro que é um a um, mas esse um a um só se dá porque é em conjunto. Então vamos pensar o que que tem a ver a família com isso? Ora, a família é uma réplica da humanidade lá em casa. Então, ao mesmo tempo que nessa família eu nasço nela para o meu progresso, paraa minha transformação moral, eu também tenho um compromisso com a minha família de melhorar essas pessoas. Então, cada um de nós aqui, o pai, a mãe, o irmão, o primo, a tia, nós aqui, cada um trouxe a sua própria medicação, o seu próprio recurso, o seu próprio talento para contribuir com esse grupo. Porque pensa, por que que você nasceu nesse grupo e não em outro? Por que que você nasceu o filho dessa mãe, desse pai e não outra coisa? Por que que você não nasceu, talvez pai da sua mãe ou pai do seu pai? Isso tudo tem uma engenharia reencarnatória para ser assim. Então, nós precisamos prestar atenção a esse lugar que Deus nos coloca. Então, todos nós, eu, vocês, todos nós aqui no mundo de prova de expiação, nós temos um compromisso de crescimento com os nossos familiares. Isso não quer dizer que a gente tem compromisso com resultado, não. Nós temos um compromisso por iniciar processos de crescimento, de colaborar com o crescimento das pessoas, mas eu não tenho como garantir as consequências disso que vai incidir no livre arbítrio de cada. Então, cada pessoa da sua família, cada participante da sua família que tem o seu nível moral adequado e justa a sua experiência de
ir as consequências disso que vai incidir no livre arbítrio de cada. Então, cada pessoa da sua família, cada participante da sua família que tem o seu nível moral adequado e justa a sua experiência de vida, vai aproveitar a sua presença da sua maneira. Então, quando a gente vai entendendo isso, a família começa a ser o seu ambiente mais misericordioso de crescimento para você conquistar a sua evolução espiritual. Então, é uma bênção nesse sentido. Mas aí você pode estar pensando assim: "Ah, mas ela tá falando isso porque não tá lá em casa. Ela não sabe como é minha mãe, não sabe como é que é meu filho, não sabe como é que é minha esposa, como é meu marido, como é o meu pai. Eu posso não saber exatamente a sua, mas eu imagino. Porque isso que te acontece acontece nos lares das famílias de um mundo de prova expiação, em graus de intensidade diferente. Nós vivemos muitas dores nas nossas famílias. Não é à toa que a Joana de Angeles, que tem se dedicado a trazer para nós uma psicologia espiritual pra gente poder curar as nossas feridas emocionais, tem sido tão enfática que não existe a possibilidade da gente crescer moralmente sem curar os nossos débitos, as nossas feridas, as nossas angústias, os nossos sofrimentos que estabelecemos e criamos nos nossos ambientes. familiares. Então, nos diversos livros dela da obra psicológica, ela volta sempre para esse lugar, amor, imbatível, amor. Eh, os livros que ela fala sobre ser consciente, desafios e solução. Então, ela vai trazer o tempo todo isso. Cuida das suas feridas, não fica sangrando entre seus familiares, culpando seus familiares pelas dores que você ainda não resolveu. Cuida disso para que você possa ter relações mais livres e mais maduras com as pessoas com as quais você convive. Então, uma pessoa que ainda não curou as suas feridas, as suas mágoas da sua história, quando tá diante dos seus filhos, tem dificuldade de olhar pros seus filhos com olhos mais leves. Tem o olho carregado, tem a visão carregada para olhar os
uas feridas, as suas mágoas da sua história, quando tá diante dos seus filhos, tem dificuldade de olhar pros seus filhos com olhos mais leves. Tem o olho carregado, tem a visão carregada para olhar os filhos. É difícil eu ver meu filho prosperar quando eu não prosperei. É difícil ver meu filho gozar a vida de coisas que eu nem tive a chance de experimentar. Então eu vou trazendo meu núcleo familiar para conviver na minha infelicidade sem perceber. Então eu vou fazendo chantagens emocionais, pressões emocionais, porque as minhas carências são grandes. Então vou dar um exemplo bem simples. Como é que isso acontece com a gente? um nível bem pequenininho. Se a gente for fazer compra no supermercado com fome, a gente faz compra boa ou compra ruim? Muito ruim. Porque o que vai dirigir a minha escolha, porque o meu olhar nas pratelheiras do supermercado, ele não vem só da minha cabeça, não, gente. O meu olhar também tem a ver com o meu estômago, tem a ver com o meu cansaço. Então, se eu vou fazer compras com muita fome, provavelmente o que vai entrar no meu carrinho serão comidas de fácil eh preparo. Dificilmente eu vou comprar um saco de feijão cru. Se comprar, compro um. A maioria eu já compro congelado, pronto, porque a fome tá dirigindo a minha decisão. Então, nas nossas relações familiares, eu vou usar essa mesma metáfora. Se eu não resolvo a fome da minha alma, eu me relaciono, o meu olhar paraa minha família vem da minha fome. Então, o meu olhar para o meu filho, para os meus pares amorosos, ou seja, quem quem convive comigo, em vez desse olhar estar saciado, esse olhar vem da minha fome afetiva. Então, tudo me faz sentir rejeitado, abandonado, deixado de lado, excluído. Eu não consigo olhar para as ações do outro como sendo simplesmente ações do outro, porque a minha fome nubla minha visão. Não é a tua que Jesus diz. Teus olhos são a candeia do teu corpo esse teus olhos que Jesus tá dizendo, teus olhos é a sua maneira de ver o mundo. É a luz. Então, a maneira como eu vejo
la minha visão. Não é a tua que Jesus diz. Teus olhos são a candeia do teu corpo esse teus olhos que Jesus tá dizendo, teus olhos é a sua maneira de ver o mundo. É a luz. Então, a maneira como eu vejo meu filho, se eu tô muito carenciado, é difícil olhar para ele como ele. Eu olho a partir da minha carência. Então, eu quero que ele seja o médico que eu não fui. Eu quero que ele seja alguém na vida que eu não pude ser. E eu não deixo ele livre para ser quem ele veio para ser. Tem espíritos que vieram, que nasceram para viver a pobreza, não por castigo, mas por necessidade de aprender a escassez e a valorização dos bens materiais. Então, nem todos nós nascemos para ser prósperos financeiramente. Esses valores do mundo, como se fosse uma questão de técnica, você ser próspero, isso é um valor material. O que que é prosperidade do ponto de vista espiritual? Do ponto de vista espiritual, prosperidade tem a ver com êxito espiritual. Por isso que Joana tem um livro chamado Diretrizes para o êxito, não é para o sucesso. Sucesso é uma palavra do momento. Diretrizes para o êxito significa para aquele espírito o que que é necessário para ele crescer. Então, para alguns espíritos é necessário ser mãe. Para alguns espíritos não dá para ser mãe naquela encarnação. Vai exercitar a maternidade de uma outra forma. Para alguns espíritos é importante que ele venha trabalhar na prova da riqueza. Para outros espíritos é importante ele trabalhar na prova da pobreza. E assim, muitas coisas. Uns vão trabalhar com a intelectualidade ativa. Muitos conhecimentos intelectuais têm um compromisso com o coletivo na esfera intelectual, outros não. Então nós precisamos entender essa diversidade de talentos. Graças a Deus é uma diversidade enorme. Cada espírito veio trabalhar uma questão sua, frágil, em que é vulnerável e veio contribuir com outra. Então, uma encarnação tem três vertentes. É a sua parte de missão, ou seja, é a sua parte que você doa pro mundo, o que você já conquistou e você veio doar. tem a sua parte que são as
ibuir com outra. Então, uma encarnação tem três vertentes. É a sua parte de missão, ou seja, é a sua parte que você doa pro mundo, o que você já conquistou e você veio doar. tem a sua parte que são as provas, ou seja, são aqueles lugares em que você veio conquistar valores novos para você e solidificar os que você já conquistou há pouco tempo. E tem aquela nossa parte da vida que a gente diz que é expi aquela parte mais densa da sua história. Aonde estão as suas dores, aonde estão seus desafios maiores, aonde você vem se libertar de velhos padrões de comportamento. Aonde você vem se reajustar perante as leis divinas. Você vem se reajustar em lugares das leis divinas aonde você escorregou muitas vezes e você tá precisando de limite porque você ainda não entendeu aquele limite de uma maneira ainda suave. Então vamos voltar lá paraa bem-aventurança. Quando Jesus diz: "Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça". Olha a carência que eu falei. Bem-aventurado você que já se sente carente, você tem fome, você tem sede da justiça divina, não é da justiça dos homens. Ou seja, você quer reparar, você quer ter de volta a sua consciência em paz. Se você quer essa consciência tranquila, você vai precisar trabalhar uma coisa muito interessante, que é a posse do necessário e trabalhar sua fé no futuro. A gente tem uma dificuldade tão grande, meu Deus, de descobrir o que que é necessário, o que que não é, porque a gente confunde o que que é superf necessário. Porque quando é a nossa carência que tá falando, a gente torna todos de superfluários. Então eu vou pro mundo com fome e acho tudo necessário, então não consigo fazer escolha, né? Sabe por que é difícil para um jovem arrumar o quarto? Porque na juventude a gente não tem clareza do que que é necessário e superava. Então a gente não consegue organizar porque não consegue descobrir o que que é essencial, o que que tem que descartar, o que que tem que ficar, o que que precisa adquirir, o que que não é para adquirir. Então quando a gente fica a
anizar porque não consegue descobrir o que que é essencial, o que que tem que descartar, o que que tem que ficar, o que que precisa adquirir, o que que não é para adquirir. Então quando a gente fica a serviço dos nossos desejos e quando a gente está a serviço dos nossos desejos, estamos totalmente mergulhados nas nossas carências, as nossas escolhas são precárias. E é por isso que a gente contra o pai e mãe sofre muito, porque a gente já sabe onde é que aquilo vai dar. Meu Deus, ele tá trilhando o caminho do superérflo, tá achando que isso é necessário. E aí começa o que a gente conhece de procrastinação, porque o medo vai começando a chegar. Procrastinação tem tudo a ver com o medo do enfrentamento. Então eu vou ficando com medo por tô colocando os pés em lugares que eu ainda não tô pronto para habitar. Então, por isso que é tão importante a evangelização, a juventude espírita, porque nesses espaços os esses jovens, essas crianças que são espíritos super adultos de outras vidas, estão no corpo infantil, num corpo de adolescente, numa mente temporariamente esmaecida, né, de memórias para poder fazer escolhas diferentes. Eles ainda não contam com a maturidade para lidar com os chamamentos do mundo. Então, quando a gente oferece pro filho da gente referências morais, quando ele estiver longe de você, são essas referências que vão valer. Então, quando alguém diz para mim assim: "Não, não vou colocar na evangelização, não vou colocar na mocidade, porque eu vou deixar ele escolher quando ele crescer". Eu acho esse argumento mais furado, mais preguiçoso que possa existir. Você tá com preguiça de levar no sábado, no domingo na casa espelho, porque você não faz isso com curso de inglês. Você não faz isso com judô pro seu filho. Você acha que é importante ele aprender inglês sem escolher? Por que que não é alemão? Por que que não é japonês? Por que que você escolhe inglês? Porque de alguma maneira o inglês foi bom para você e você acha que o inglês vai fazer falta para ele no seu futuro? Não é? Tô
não é alemão? Por que que não é japonês? Por que que você escolhe inglês? Porque de alguma maneira o inglês foi bom para você e você acha que o inglês vai fazer falta para ele no seu futuro? Não é? Tô inglês. Eu tô falando qualquer língua, tá certo? Quando eu falo isso, os pais realmente ficam balançados. Por que que você não tem dúvida que tem que colocar no judô, no na capoeira e não sei o que lá, mas tem dúvida de levar na escolinha de evangelização, porque você ainda não entendeu qual é a função disso. Uma pessoa só pode fazer escolhas a partir de referências. Ninguém faz escolha a partir do vazio. A gente escolhe comer isso ou aquilo, mas tem que ter o isso e o aquilo aqui. Eu tenho que ter referência. Então você ofereça a sua referência do Espiritismo. Se ele depois vai escolher outra religião ou religião nenhuma, não tem problema, mas ele tem a sua referência. É muito importante essa referência. É o que nos sustenta quando a vida começa a naufragar. Mesmo que você já não seja mais um frequentador assido, mas aquelas sementes que você deixou no coração do seu filho ficam. Eu tava contando para uma amiga minha uma coisa tão simples que aconteceu lá em casa. Eu falei assim: "As crianças elas já são sagradas, elas têm o sagrado nelas. A gente é responsável por tornar esse sagrado florido, né? Eu tenho lá em casa uma gravura da Pietá do Michelângelo, uma gravura que é Maria com Jesus no colo. Nessa gravura, se vocês observarem bem, eu gosto de falar dessa gravura porque tem uma um significado muito bonito nela. Mas antes de falar do significado bonito, olha que interessante. O meu neto com 3 anos entrou no na minha sala e disse assim: "E vovó, é uma mãe com neném no colo, não é? E eu fiquei um certo segundo porque não tinha neném nenhum, né? Jesus é adulto no colo, mas ele viu a maternidade, ele viu a fragilidade, viu a força de Maria, ele só viu uma gravura. E aí eu disse para ele, sabe quem é essa mãe com o neném no colo? É Maria. Ela era de uma cidade chamada Nazaré.
viu a maternidade, ele viu a fragilidade, viu a força de Maria, ele só viu uma gravura. E aí eu disse para ele, sabe quem é essa mãe com o neném no colo? É Maria. Ela era de uma cidade chamada Nazaré. Por isso que a gente chama ela Maria de Nazaré. Se ela morasse aqui na Tijuca, ia ser Maria da Tijuca. E esse que tá no colo dela é o filhinho dela que morreu, que é Jesus de Nazaré também, que ele é da mesma cidade. E aí fui conversando com ele sobre Maria e Jesus, quem era a mãe, quem era o filho, igual você e sua mamãe. O que que ele viu que foi a intenção de Michelângelo? Quando a gente estuda eh a intenção de Michelângelo nesse quadro, na internet, vocês vão achar. Michelângelo fez uma coisa chamada distorção da forma. É uma técnica de escultura. Gente, eu não sou artista não, isso eu li estudei. É uma técnica da estrutura. Você faz igual a gente faz licença poética, em escultura você pode fazer uma distorção da forma para você evidenciar alguma coisa. E Michelângelo tinha a intenção de evidenciar, tanto é que o nome da escultura é Piedá, a compaixão, o amor materno em que um filho é sempre pequeno para uma mãe. Então aquele homem grande cabia no colo de André Luiz não tem um tal de encontrar com a mãe no mundo espiritual. Gente, pensam que é à toa isso. É esse lugar materno que a espiritualidade resgata, em que não estamos ali para julgar se a mãe foi boa ou se foi má, se ela teve atitude X, Y, Z. Se não era para ter sido assim, não me abandonou, não me deixou, não importa. Existe um vínculo originário que Deus nos concede na relação com a nossa mãe, com o nosso pai, de nos permitir dar ser. Essa é uma dívida que a gente não consegue pagar, a não ser a gente levando à frente a possibilidade de cuidado uns com os outros. Então, quando a gente pensa se a família é o recurso de conexão do criador, só é porque a paternidade e a maternidade é uma missão. Dos três lugares que eu falei que uma reencarnação se dá, missão, expiação e prova, a maternidade paternidade é uma missão.
conexão do criador, só é porque a paternidade e a maternidade é uma missão. Dos três lugares que eu falei que uma reencarnação se dá, missão, expiação e prova, a maternidade paternidade é uma missão. Kardec pergunta: "É a paternidade uma missão?" E os espíritos respondem: "Não só a paternidade, a maternidade também. Por quê? Não está aqui em julgamento como eu fui pai ou como eu fui mãe. Mas eu disse sim, como Maria disse sim. Eu sou a serva do Senhor. Então, quando a gente entende esse lugar de criatura, quando Paulo de Tarso, que ainda era Saulo, se encontra com Jesus no deserto, em que Jesus pergunta: "Paulo, por que me persegues?" E aí Saulo tem uma grande, né, luminosidade naquele instante, um esclarecimento, entendimento amplo sobre a sua vida. Ele não cai no chão dizendo: "Senhor, me perdoa, me desculpa. Em hipótese nenhuma." Ele pergunta: "O que queres que eu faça?" Então, ele não entra em lamentação. Isso é um estado de concordância da alma. Quando eu não entro no lamento, na birra, na reclamação, mas por eu, senhor e tal, desculpe. Quando eu olho pro que aconteceu e digo: "É, eu tenho uma dívida grande aqui para reparar. Que que eu preciso fazer? Esse lugar adulto, esse é o lugar de conexão com o nosso criador, em que a gente tá ali cuidando da nossa fome e sede de justiça. A fome e a sede pede ação. Quando Jesus diz: "Bem-aventurados pacificadores, pede ação." Tudo na mensagem de Jesus tem a ver com agir, tem a ver com transformar, modificar, fazer movimento. Todas as passagens de Jesus tem movimento. Quando ele cura os 10 leprosos, ele não fala assim: "Estão curados, não. Ele diz: "Podem ir até a cidade comunicar às autoridades que vocês podem recuperar a cidadania". Eles acharam aquela proposta muito louca, porque assim, eles estavam cheio de feridas, como é que eles iam se apresentassem? Seriam escurraçados novamente? Mas Jesus disse, "Vamos, eles vão indo. E à medida que eles vão indo até a cidade, a cura vai acontecendo. Mas olha como é que a cura vai acontecendo. Eles
presentassem? Seriam escurraçados novamente? Mas Jesus disse, "Vamos, eles vão indo. E à medida que eles vão indo até a cidade, a cura vai acontecendo. Mas olha como é que a cura vai acontecendo. Eles vão olhando uns nos corpos dos outros, a cura acontecendo. Então, metaforicamente, vamos pensar. Eu preciso do outro para poder me curar. Eu preciso me movimentar para poder me curar. Nós precisamos das nossas famílias pra gente se curar. Esse é o mandamento de Jesus, não é? Aprendei de mim que sobrando e humilde de coração. Como é que a gente vai conquistar? A brandura e a humildade sem conviver. E não serve uma convivência superficial. Essa que você vai no supermercado ou o seu vizinho ou no seu trabalho que você é tão polido para ganhar o seu salário, é aquela tua convivência diária em que você está no moralmente, tal qual você é, diante dos seus familiares. É nesse lugar onde as nossas fragilidades estão expostas, que a espiritualidade nos convida a curar, a cuidar, para que a gente possa encontrar um caminho melhor, para que a gente possa trazer para eles o melhor que a gente tem no coração, que a gente possa levar pra nossa família o nosso melhor e não as nossas feridas. As nossas feridas somos nós que precisamos curar. Nós queremos também que os nossos familiares se curem para que possamos ter convivências sadias. O lar precisa ser um lugar sado. Nós precisamos criar nossas crianças em ambientes mais sadios se a gente quer ver a paz no mundo. Então, bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Se queremos ser reconhecimentos, ser reconhecidos como filhos de Deus, que a gente já se sente e a gente é, precisamos buscar o caminho que vai trazer paz no lar e não aquele caminho que torna o lar mais dolorido, mais adoecido. Então, a gente precisa aprender a ser não violento. Os estudiosos da não violência dizem que a nossa violência tá na medida da nossa fome emocional, das nossas necessidades não atendidas. Atrás de toda a reclamação tem uma dor que eu ainda não
iolento. Os estudiosos da não violência dizem que a nossa violência tá na medida da nossa fome emocional, das nossas necessidades não atendidas. Atrás de toda a reclamação tem uma dor que eu ainda não pude olhar. Então, a gente vai mais rapidamente paraa reclamação e temos dificuldade de olhar aqui, mas o que que tá doendo em mim para eu ficar tão reclamão? tava com uma companheira minha num num evento profissional e desde que a gente chegou ela reclamou. Ela reclamou do calor, ela reclamou da quantidade de gente, ela reclamou dos palestrantes, ela reclamou da comida, da lanchonete. Não tinha nada que tava bom. E eu já tava ficando cansada, respondendo uma a uma: "Não, mas o palestrante, o calor é isso, a cadeira é isso." Aí na hora eu me lembrei, pera aí, toda queixa tá falando de alguma coisa que não tá sendo atendida. Aí perguntei assim: "Minha amiga, o que que você tá precisando?" Ela falou assim: "Precisando, eu acho que eu tô precisando descansar. Bora pro hotel, bora descansar". Levei ela para descansar, foi um espetáculo. Voltou outra, voltou a ser a minha amiga de volta, saudável. Então é assim, a gente vai morando na queixa, se vicia na queixa, na reclamação e na verdade tem ali uma fome, uma sede que tá precisando de acolhimento, de ser atendida. E terminando, então, é isso que se chama respeito. Respeito na origem da palavra é olhar de novo. Então, pra gente ter respeito na família, a gente ouve tanto isso, me respeita, eu sou a sua mãe, me respeita, eu sou seu pai, é olha para mim, olha pra minha necessidade, olha pro pra minha fome e pra minha sede. Me ajuda a identificar a minha fome e minha sede. O que a gente precisa ajudar os nossos familiares a identificar qual é a fome e qual é a sede, que é difícil para nós isso. A gente tem tão pouca eh tão pouco recurso de nomear as nossas fomes e as nossas sedes, né? Às vezes a gente tem fome de reconhecimento, a gente tem fome de abraço, a gente tem sede de esperança, sede de incentivo, tem sede de fé, sede de afeto. Então, a gente precisa
e as nossas sedes, né? Às vezes a gente tem fome de reconhecimento, a gente tem fome de abraço, a gente tem sede de esperança, sede de incentivo, tem sede de fé, sede de afeto. Então, a gente precisa encontrar esses lugares de volta. E qual o lugar mais propício pra gente descobrir a fome e a sede de cada um? Talvez um evangelho do lar maduro fosse aquele em que a gente senta junto para conversar sobre as nossas necessidades, o que que cada um de nós precisa e como cada um de nós tem atendido as suas necessidades aqui. Meu filho, minha filha, meu pai, minha mãe, nós estamos conseguindo te ajudar a identificar suas necessidades e atendê-las. Isso seria um verdadeiro culto no lar, sabe? em que nós vamos partir do amor que Jesus nos ensina a ter entre nós para tornar ele um amor vivido e praticado entre nós. É isso, meus amigos. Que a família seja um belo lugar para você encontrar-se com o nosso pai, que é o nosso criador. Muito obrigado. Então vamos fazer a nossa prece pelas nossas famílias. E eu vou pedir a ajuda de um do padre Zézinho que fala sobre isso. Que nenhuma família comece em qualquer de repente, que nenhuma família termine por falta de amor. Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente, e que nada no mundo separe um casal sonhador. Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte. Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois. Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte. Que eles vivam de ontem, no hoje, em função de um depois. Que a família comece e termine sabendo onde vai e que o homem carregue nos ombros a graça de um pai. Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor, e que os filhos conheçam a força que brota do amor. Que marido e mulher tenham força de amar sem medida, que ninguém vai dormir sem pedir ou sem dar seu perdão. Que as crianças aprendam no colo sentido da vida, que a família celebre a partilha do abraço e do pão. Abençoa, Senhor, a nossa família. Abençoa, Senhor, a nossa jornada aqui na terra. Que assim seja.
Que as crianças aprendam no colo sentido da vida, que a família celebre a partilha do abraço e do pão. Abençoa, Senhor, a nossa família. Abençoa, Senhor, a nossa jornada aqui na terra. Que assim seja. Eu peço que aqueles que vão tomar o passe aguardem aqui calmamente para que sejam conduzidos pro passe. Mantenham-se em silêncio. lá durante a espera, mantenham seus celulares desligados, mantenham-se em oração e aqueles que puderem permaneçam conosco até às 19 horas, porque a Ana Teresa e o Júlio César, seu esposo, estarão aqui conosco para num momento de responder algumas perguntas, ter uma interação maior com o público, continuando a falar sobre esse tema. E nesse tempinho até às 19 horas, passem na nossa livraria, adquiram os livros e venham receber o autógrafo lá em cima na nossa livraria para ela autografar e receber o abraço ou sem sem livro recebeu o abraço também, né? Então, até daqui a pouco. Fiquem em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.
horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. M.
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