PENSANDO A FAMÍLIA NA EDIFICAÇÃO DO HOMEM DE BEM - Ana Tereza Camasmie e Júlio César
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A paz dentro de mim que encontro munhão. Muito bem-vindos. Esta é a Jornada Fraterna, um evento promovido pela Diretoria de Atendimento Orientação, ADAL. Eh, nós temos o tema de hoje, Pensando a Família na edificação do homem de bem. Como convidados, a gente está tendo aqui o prazer de receber desde ontem a Ana Teresa Camasmi e o Júlio César a Roris, seu esposo. Ontem eles estiveram conosco em dois em duas oportunidades, né? Às 17 horas, Ana Teresa fez uma palestra sobre a conexão família. Eh, eh, deixa eu ver aqui o nome da da palestra que ela fez. é sobre a conexão da família. E às 18 às 19 horas a gente os recebeu junto com o Ricardo Honório para um bate-papo que teve a ver com a convivência, desafios da convivência familiar. Então esse é o tema que a gente tá eh trazendo hoje, pensando a família na edificação do homem de bem. Eh, a gente, para começar pedir que a Ana Teresa faça a nossa prece. E antes eu queria só dizer, Ana Teresa e Júlio são psicólogos, palestrantes e fundadores do Centro Espírita Tarefeiros do Bem, Botafogo, Rio de Janeiro. Ana Teresa é autora dos livros Palavras para a Alma, Caminha que a vida te encontra, mãe as faces da força, do amor materno e sementes. Ontem a gente teve uma tarde de autógrafos, né? Ana Teresa trouxe alguns exemplares, todos foram vendidos. Então, quem tiver interesse em adquirir, podem comprar pela Amazon, não é isso, Ana Teresa? Então, eh, nossa prece inicial, deixo as palavras com você e depois a gente vai ter uma dinâmica, um seminário que eles vão apresentar. Vocês estão me ouvindo bem? Então vamos orar pra gente se preparar para essa manhã de alimento espiritual, na verdade, né? E a gente precisa orar pra gente poder sair da dispersão, da agitação e a gente encontrar um lugar melhor nas nossas almas pra gente poder se nutrir suficientemente de tudo aquilo que a gente precisa. Senhor Jesus, mestre e nosso eterno companheiro de nossas vidas. Aqui estamos reunidos nessa manhã ensolarada, de corações abertos para mais um encontro contigo,
te de tudo aquilo que a gente precisa. Senhor Jesus, mestre e nosso eterno companheiro de nossas vidas. Aqui estamos reunidos nessa manhã ensolarada, de corações abertos para mais um encontro contigo, em que temos a certeza de que todas as nossas preocupações vão encontrar um bom lugar. Envolve as nossas palavras para que possam ser palavras sãs, para que possam trazer bem-estar, alegria, segurança. possamos nesse encontro fraterno também trocar abraços, olhares, cuidados que nos façam de novo reviver essa harmonia contigo que é do amor infinito. Envolve todos os trabalhadores dessa casa, as atividades que ela realiza, a direção dessa casa, para que tudo possa estar alinhado com os propósitos do bem. e alinhado com as orientações do nosso mestre Elan Kardec, que trouxe para nós as luzes que dirigem os nossos trabalhos. Envolve-nos que possamos estar bem durante essa manhã e o dia inteiro. Que assim possa ser. Bom, a gente hoje tem uma tarefa. nós preparamos com muito carinho e para conversar sobre os trabalhos que vocês realizam, seja aqui nessa casa ou em algum outro lugar. Tudo aquilo que a gente faz em nome do trabalho do bem, né, que a gente faz em nome de Jesus, em nome da nossa causa, é, na verdade um processo para nos ajudar. Parece que é pros outros, né? Mas é pra gente. Então, para para ilustrar isso que eu quero dizer para vocês, eh certa vez eu vi uma história interessante sobre um hospital psiquiátrico na França. Teve um momento, era um hospital de que naquela época que se ficava internado, hoje quase não, né? Mas naquela época que tinha muitas internações, teve um momento nessa cidade que teve greve de funcionários no hospital psiquiátrico e o psiquiatra responsável ficou muito aflito como é que ele ia dar conta de dar banho, comida e medicamento de todos aqueles internos. Ele todo teve uma ideia genial. Ele chamou os pacientes que já estavam um pouco melhor, que já estavam em processos de tratamento para ter alta, reuniu e informou: "Olha, nós estamos com greve
ternos. Ele todo teve uma ideia genial. Ele chamou os pacientes que já estavam um pouco melhor, que já estavam em processos de tratamento para ter alta, reuniu e informou: "Olha, nós estamos com greve de funcionários. Eu vou precisar da ajuda de vocês pra gente cuidar dos pacientes graves, os que estão em crise, os que estão acamados. Quem aqui sabe fazer feijão? Quem aqui sabe lavar banheiro? Quem aqui que sabe isso, que sabe aquilo?" E cada um foi se candidatando. "Ah, eu sei fazer arroz. Ah, eu sei fazer não sei o quê". Então é isso, você faz isso, você faz isso, você faz isso e ele ficou responsável pelos medicamentos. E aí sim ele marcou uma hora para voltar. Isso devia ser, vou imaginar umas 8 horas da manhã. Ele marcou 1 hora da tarde, estamos todos juntos aqui de novo pra gente conversar como é que foi amanhã, pra gente pensar como vai ser a nossa tarde. E assim foi, eles se reuniram de tarde, outra mais algumas outras tarefas, ajustaram o que que deu certo, o que que não deu e tal. E assim foi caminhando. Alguns dias essa greve durou em torno de uma semana. E qual foi o resultado depois de uma semana de greve desses funcionários? nesses dois grupos. O que aconteceu de interessante e de incrível é que aqueles pacientes que estavam ajudando os outros melhoraram mais ainda e o processo de alta deles foi mais rápido do que se podia imaginar. E os pacientes que estavam em crise melhoraram de suas crises dentro das suas possibilidades. E quando o psiquiatra responsável foi conversar com eles, o interessante foi o depoimento desses desses pacientes mais graves, né, que eles se esforçavam para melhorar, para ajudar os colegas, seguravam um pouco mais as suas angústias e tal, para porque eles estavam sendo ajudados por pessoas que ajudaram a eles a tomar banho, a comer, a sentar, a trocar de roupa simplesmente por amor. Porque ninguém ali tava sendo pago para poder fazer aquela atividade por interesse afetivo, por cuidado, por fraternidade. Essa esse afeto que chegou para eles de
rocar de roupa simplesmente por amor. Porque ninguém ali tava sendo pago para poder fazer aquela atividade por interesse afetivo, por cuidado, por fraternidade. Essa esse afeto que chegou para eles de forma eh generosa, sem nenhuma condição. Isso é que é amor incondicional, né? Quando a gente doa sem condição, aquele amor incondicional eles nunca tinham experimentado na vida. E foi o que reabilitou aquelas pessoas em crise. E aqueles já estavam melhor, como eu falei, receberam alta. Então eu pensei nessa nessa história, eu conto muito essa história porque é uma história real. Como ela aparece com o que Deus faz conosco. A gente reencarna, a gente chega aqui. Aqui todo mundo é doentinho, viu, gente? uns mais graves em crise e outros estão melhorzinho em processo de água. Eu penso que o trabalhador da casa espírita são esses que já estão melhorzinho, já não tá mais em crise, mas ajuda quem tá em crise porque sabe o que que é experimentar uma crise. E ele se melhora ajudando os que estão em crise. Percebe? Então, um trabalhador da casa espírita é este que auxilia aqueles que chegam tão adoecidos como a gente já chegou um dia, mas que faz parte do nosso processo de cura e de alta auxiliar quem chega agora na casa. Então é para vocês, é para mim também, nós nós também somos trabalhadores que esse trabalho de hoje é pra gente pensar esse lugar em que a gente ajuda se ajudando, em que a gente ajuda a curar se curando. É uma maneira da gente compreender que esse processo não é uma coisa depois a outra. é um processo que se tá junto. A nossa cura, a nossa melhora se dá quando a gente se dedica ao trabalho eh do bem em direção ao nosso próximo. Então, os trabalhadores de última hora que somos nós, então o Júlio vai trazer pra gente. É que não tá no lugar bom não. E agora sim. Pronto. Pronto. Bom dia para todos. Quando a gente se defronta com uma atividade, quando algo nos convoca para colaborar, laborar com, né, geralmente bate uma questão que é assim: será que eu tô preparado?
o. Pronto. Bom dia para todos. Quando a gente se defronta com uma atividade, quando algo nos convoca para colaborar, laborar com, né, geralmente bate uma questão que é assim: será que eu tô preparado? Será que eu não sei o suficiente? O que que eu ainda preciso conhecer? para poder fazer esse papel de ajudador. Sempre bate essa falta de alguma coisa. Isso é claro que a gente interpreta como sendo uma questão nossa, mas não é. É da criatura. Nós somos criaturas. Deus é o criador. Nós somos incompleto e temos na nossa disposição a possibilidade de cada vez mais adquirirmos experiências, conhecimentos para podermos realizar a contento aquilo que para o qual a gente tá sendo chamado. É claro que nós vivemos hoje numa sociedade onde o consumo nos chama para completar esse vazio que bate na alma da gente. O trabalhador da última hora, ele tá atento pra porta que vai para dentro. Ele está, ele tá no mundo, ele é no mundo sem ser do mundo, porque ele está compreendendo que ele tá dando um contexto em que ele tem fragilidade. Claro que tem. Ele tem coisas a aprender. Claro que sim. Tá precisando de experiência, mas sim, mas isso não é motivo para que ele não possa colaborar, laborar com. Então essa questão também leva a um ponto onde na sociedade se faz escolhas. Toda a promoção das profissões, por exemplo, hoje na escolha das profissões, a pessoa fica pensando ganhar um lugar no pódium, estar sendo vencedor. A promoção que nós temos tido constantemente é nesse sentido. E não cabe todo mundo lá. Então, às vezes isso vem para nós como uma verdade, mas é uma falácia. Então vamos agora mergulhar no pensamento do Cristo, convocando-nos para esse trabalho dentro de uma dinâmica que não tem nada a ver com essa questão contemporânea que estamos vivendo do chamamento para o consumo, para ocupar o lugar vazio, quando na verdade Jesus nos chama ao trabalho para que possamos através dele nos aperfeiçoar. A palavra autoridade tem dentro dela autor, autor, autoridade. Por que que a pessoa tem autoridade?
vazio, quando na verdade Jesus nos chama ao trabalho para que possamos através dele nos aperfeiçoar. A palavra autoridade tem dentro dela autor, autor, autoridade. Por que que a pessoa tem autoridade? Porque ele é autor. É interessante esse aspecto, né? Então, olha só, no capítulo 20 do Evangelho Segundo Espiritismo, tem os trabalhadores da última hora. Mas no capítulo sexto tá lá o Cristo Consolador. E a gente pode juntar duas passagens de Jesus que aparentemente são paradoxais, são dissociados, mas não é verdade. Vamos ver lá no capítulo sexto, Cristo Consolador, Allan Kardec colocou uma passagem onde Jesus faz a convocação. diz: "Vinde a mim, vós todos que andais aflitos e sobrecarregados, eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que sou brando e humilde de coração. Encontrareis repouso para vossas almas, pois suave o meu julgo e leve o meu f. É uma convocação. Vinde a mim, vós todos. Sensação. Está incluído. Todo mundo tá incluído. A humanidade toda ela tá sendo incluída nesse chamamento. Vinde a mim. Aflito, sobrecarregado. É a terra, planetações e prova. Nós em São Paulo se fala assim, é nós, né? Todos nós estamos sendo incluídos. Isso é importante porque a grande questão hoje é você se sentir incluído. E a exclusão social tem sido um grande tema de exclusão social, né? Então eu vos aliviarei. Atendendo ao chamado, vem um alívio. Ele dá o alívio. A presença espiritual representativa, coração maravilhoso do mestre Jesus é o alívio para quem tá sendo convocado. Mas logo depois o que que ele diz? Tomai sobre vós o meu julgo. Aí já já fala de julgo. Julgo é tudo aquilo que você desenvolve desenvolve com responsabilidade, com sentido. Tomai sobre vós o meu julgo. Julgo a responsabilidade que ele tá trazendo. E aprendei comigo que sou brando e humilde de coração. Então é necessário já uma movimentação de aprendizado interno. Veja, na primeira parte ele dá o alívio. Agora você busca aprender e adquirir conhecimento na palavra dele. A segunda parte, qual é
ação. Então é necessário já uma movimentação de aprendizado interno. Veja, na primeira parte ele dá o alívio. Agora você busca aprender e adquirir conhecimento na palavra dele. A segunda parte, qual é o resultado dessa segunda parte? Encontrareis repouso para vossas almas. Encontrareis, não é? Eu dou o repouso lá. Ele deu alívio, mas ó, ó, você conquista o repouso consciencial. Aí tá a primeira medida pra gente. Primeira medida. Trabalhador do bem, espírita dedicado com repouso consciencial. Essa é a medida interna, porta para dentro. Alívio do Cristo, sim. Da espiritualidade, sim. Mas a gente não vai ficar só no alívio, a gente vai fazer um esforço para encontrar o repouso consciencial. Aí, olha só, nessas duas partes, olha, pedagogia do Cristo, né? Depois dessas duas partes, o que que ele diz? Encontrareis repouso. Mas esse repouso não é ficar deitado, dormindo, descansando. Repouso consciencial. tá falando de algo interno e tá fazendo com que você esteja na condição de autor, porque eu tomei sobre mim o julgo, ok? Então aí o fio relevo é suave. Vocês viram lá a convocação para todos, mas no capítulo 20, trabalhadores da última hora, Kardec nas instruções fala, os espíritos anunciam, anunciam, né? Tô saindo de uma gripe, então, né? eh, de que os trabalhadores da última hora são aqueles que já têm essa compreensão espírita da vida. Isso é compreensão espírita. Então, a parábola de Jesus que Kardecou no capítulo 20 é dos trabalhadores da última hora. E o que que ele diz? Vamos lá. O reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu de madrugada a fim de assalariar trabalhadores para a sua vinha. Então tá dando aí um contexto de grupo, não é sozinho, família. Então mandou na primeira hora, porque o dia judaico era de 12 horas, dia de trabalho era de 12 horas. desde 6 da manhã até às 6 da tarde. Então, na primeira hora, 6 da manhã, enviou e viram que na praça existiam pessoas dispostas ao trabalho e contratou por um denário pelo dia de trabalho. A terceira hora, às 9 da manhã, mandou
a tarde. Então, na primeira hora, 6 da manhã, enviou e viram que na praça existiam pessoas dispostas ao trabalho e contratou por um denário pelo dia de trabalho. A terceira hora, às 9 da manhã, mandou de novo e acertou com eles o dinheiro. E assim foi de três em 3 horas até chegar na 11ª hora. Quando eu era menino, gente, eu nasci em família espírita. Ana Teresa também nasceu em família espírita. As traduções do Guião Ribeiro na época dizia 11ª hora. Eu me lembro até hoje perguntando a minha mãe o que é isso hora. 11ª hora, né? Então, faltava uma hora para acabar o expediente. Ele manda ainda emissários à praça e chegando lá eles estranham que tinham pessoas portas a trabalhar e que aceitaram de boa e vieram para trabalhar. Ainda faz a pergunta que fala muito da contemporaneidade do desemprego. Ué, vocês estão até agora aí parados na praia? Falou não, trabalhar a gente quer, não tem trabalho. Essa questão do desemprego já vem de algum tempo, né, gente? Então, trabalharam, quando chegou o final, disse o dono da vinha aquele que cuidava dos seus negócios: "Pague a todos, mas pague primeiro os que chegaram por último e pague o mesmo valor para todos". Se fosse hoje >> da causa trabalhista, >> ia ia dar um paridade social, né, assim que fala, ia ia dar muito problema, greve, né? Mas naquele tempo eu acho que eles já faziam, porque eles ficaram coxixando, principalmente os que trabalharam o dia inteiro. Como é que trabalhou uma hora só? Nós trabalhamos o dia inteiro, né? E aí o dono da vinha fala: "Apr-me ser bom para com iso e isso te incomoda? Bota ele para pensar". Não estou pagando aquilo que eu combinei com você. Isso é um trabalho exponencial e não tem a ver com a hora do Cronos. Não é a hora do Cronos, é aquilo que se chama de Cairoz, aquela aquela medida exponencial do do minuto que tá lá no bônus horas do nosso lar, valor que você dá a hora, o momento que você tá trabalhando. Então, diante disso, Jesus então encerra a parábola e diz assim: "Assim será com essa geração e tal, porque muitos são
horas do nosso lar, valor que você dá a hora, o momento que você tá trabalhando. Então, diante disso, Jesus então encerra a parábola e diz assim: "Assim será com essa geração e tal, porque muitos são chamados e poucos escolhidos. Ué, como é que lá na outra vinde a mim vós todos e aqui muitos, não todos chamados e entre esse muitos poucos escolhidos. Não parece uma questão paradoxal? E aí é que tá a chave que a doutrina espírita nos traz, que na instrução que Ardec traz depois, é muito interessante, vale a pena ler com carinho, né? Aqueles que estavam lá na praça dispostos, eles não estavam ali à toa descansando, entrega pensamento, não. Eles estavam trabalhando em outras coisas. Foram chamados com aquelas entidades que vieram para colaborar com o progresso do planeta na hora que o planeta precisava. Guardadas proporções, uma casa quando é erigida, vai chamar o pessoal do telhado depois que tiver a estrutura pronta. Aí vai botar o telhado. Nós somos a turma do telhado. Mas se isso for um motivo egóico pra pessoa ficar feliz, hã, ah, eu sou trabalhador da última. Imagina, isso é questão egoica. Perigoso, não é isso? Ao contrário disso, uma responsabilidade enorme de colaborar com Cristo para a nossa evolução e daqueles que estão conosco na tarefa. Diante dessa dinâmica, dessa dinâmica, nós podemos fechar então a nossa conversa dizendo que a responsabilidade é enorme, >> abrir a porta para dentro >> e compreender essa questão de estar na praça e ouvir o chamamento, o ouvidos de ouvir, como disse Jesus lá no Rio de Janeiro. Tinha uma praça chamada, tem uma praça lá chamado praça tiradente. No início do século XX, como é que se assalariava trabalhadores na Praça Tiradentes. Era assim, quem queria um serralheiro 6 da manhã tava lá e gritando: "Cerralheiro, serralheiro, quem era serralheiro? Quem era serralheiro?" e queria trabalhar, ouvia o chamamento que tava na praça e acertava o dia de trabalho. Então aí tem uma metáfora importante, ser espírita atento ao chamamento. E esse chamamento
Quem era serralheiro?" e queria trabalhar, ouvia o chamamento que tava na praça e acertava o dia de trabalho. Então aí tem uma metáfora importante, ser espírita atento ao chamamento. E esse chamamento geralmente vem através de um convite para que nós possamos estar sintonizados com o amor, com o sentimento do amor ao próximo. Jesus disse: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo". a questão egoica como andar, se a pessoa tá fazendo isso, porque isso vai lhe dar um galardão, vai lhe dar um nível, acabou, não é isso. Não está na praça, nem está ouvindo Deus nos abençoe, que possamos a partir daí começar nossa jornada de trabalho, então, né, Ana? Obrigada, Julião. Eu vou pedir paraa Patrícia, minha auxiliar aí, para distribuir o texto da revista espírita de dezembro de 1861. Se você tá em casa assistindo a gente, pode entrar no na internet, você vai achar esse texto que tem todas as revistas que Allan Kardec publicou. Então, é de dezembro de 1861. Fo ficou ótimo. Não, não. Fica, fica para você poder Ah, cada posse. Prontinho. Então, a gente trouxe a imagem do primeiro Centro Espírita do Mundo. Olha que lindo, né? A Sociedade Espírita, né? Sociedade Parisense de Estudos Espíritas que Kardec fundou em 1858, dia primeiro de abril. Então, a partir dessa fundação, eh, os espíritas da época de Kardec também tiveram vontade. Bom, Tomon, já que esse é o caminho, né? a gente fundar casas espíritas, pra gente divulgar o espiritismo, começaram a pedir ajuda ao Kardec, como é que a gente faz isso, né? E então na revista espírita de 1861 ele responde. Então, esse texto aqui, eu vou ler para vocês alguns pedaços, né? Então, ele começa a explicar assim, ó. A princípio, podem trabalhar por conta própria e penetrar-se da doutrina pela leitura e meditação das obras especiais. Quanto mais se aprofundarem, mais verdades consoladoras descobrirão confirmadas pela razão. Em seu isolamento, devem julgar-se felizes por terem sido os primeiros favorecidos, né? Nossa, eu eu tô
ais. Quanto mais se aprofundarem, mais verdades consoladoras descobrirão confirmadas pela razão. Em seu isolamento, devem julgar-se felizes por terem sido os primeiros favorecidos, né? Nossa, eu eu tô estudando o espiritismo, olha como é que eu sou, né? evoluído. Mas se limitasse a colher na doutrina uma satisfação pessoal, ou seja, você estudar o espiritismo só para você, seria uma espécie de egoísmo. Em razão da sua própria posição, tem uma bela e importante missão a cumprir, a de espalhar luz em seu redor. Então, que que Kardec tá dizendo pra gente? Que o espiritismo não é para você ficar com ele dentro de casa estudando sozinho no seu quarto, que isso é ótimo e é importante que você faça isso, mas que em seguida você possa trabalhar no bem, para que em seguida você possa também a mesma luz que te clareou, você também possa compartilhar com aqueles que ainda não conhecem essa luz. Por isso que eu contei a história do hospital, por isso que o júrio trouxe os trabalhadores de última hora. Nós somos esses trabalhadores de última hora, esses que trabalham para se curar, estes que estão espalhando luz, porque também nós estivemos já na sombra, assim como a gente precisou de luz e a nossa vida mudou. Quem de nós não tem essa história para contar, né? Depois que eu entrei pro espiritismo, o que é que me aconteceu, né? Que a gente possa também ser este que oportuniza a alguém também a encontrar luz paraa sua vida. É isso que tá dizendo. E quando você não faz isso, ele diz: "Ó, isso é uma espécie de egoísmo, porque você recebeu gratuitamente, daí de graça o que de graça recebeste", né? em razão da sua própria posição, tem uma missão a cumprir, de espalhar luz ao seu redor. Os que aceitarem essa missão e não se deixarem deter pela dificuldade, serão largamente recompensados pelo sucesso e pela satisfação de haver feito alguma coisa útil. Como a gente se sente útil, não é? de ter ajudado alguém, nossa, a não se desesperar, de ter encontrado um novo caminho. Quando você compartilha
sso e pela satisfação de haver feito alguma coisa útil. Como a gente se sente útil, não é? de ter ajudado alguém, nossa, a não se desesperar, de ter encontrado um novo caminho. Quando você compartilha uma palestra, já é uma beleza, né? Bom, e aí ele vai dizer que você vai encontrar um monte de oposição que faz parte. Todo aquele que espalha a luz incomoda. A gente fica até assim: "Puxa, eu tô fazendo o trabalho do bem, por que que eu tô sendo assediada?" Justamente por isso, porque aquele que tá parado, aquele que tá inerte, vai ser assediado. Por quê? Não é só uma árvore que tem frutos gostosinhos que a gente sacode a árvore para se alimentar. Árvore que não tem fruto nenhum, ninguém sacode, né? Então as sacudidas que a gente recebe, seja dos desencarnados ou dos encarnados, calúnia, sarcasmo, isso faz parte. É porque você tá espalhando luz, né? Um pouquinho mais paraa frente, o espiritismo não deve ser imposto. Vence a ele, porque dele se necessita. E porque ele dá o que não dão as outras filosofias. Então, se você quer ser um trabalhador do bem, trabalha. Não precisa você ficar convencendo as pessoas para serem espíritas. Não precisa ser imposto. Mas cuidado também para você não ser homem. Isso, porque acho que a gente às vezes confunde isso, né? Já que eu não vou ficar de porta em porta. Seja espírita, seja espírita, seja espírita, mas isso não quer dizer que você também deva, não é, se calar quando você tem uma contribuição para dar sobre o espiritismo que você conhece. Não precisa ficar dizendo o nome do Allan Kardec em que obra básica tá escrito, né? Eu costumo contar uma história que me aconteceu lá lá no Rio sobre o que que é a gente divulgar sem precisar dizer exatamente em que livro está, né? Eu tinha pego um Uber para ir para casa e no meio do caminho até chegar a minha casa, lá do centro até a minha casa, dá assim uns 20 minutos, o motorista começou a falar da perplexidade que ele tava diante do mundo. Olha, minha senhora, como é que o mundo está? tá tudo invertido. E ele começou a
ro até a minha casa, dá assim uns 20 minutos, o motorista começou a falar da perplexidade que ele tava diante do mundo. Olha, minha senhora, como é que o mundo está? tá tudo invertido. E ele começou a reclamar das dificuldades todas que nós estamos vivendo, desigualdades sociais, eh, revolução dos conceitos, dos costumes. Ele tava dizendo a falta de parâmetro, né? O que era certo não é mais. O que é errado virou certo, o que é certo virou errado, que tá todo mundo perdido. Isso é uma grande confusão que a gente tá vivendo. Ele falou até umas coisas engraçadas, né? Tinha um o carro parou assim no sinal e e tinha um homem que ia atravessar com cabelo bem comprido assim, né? Olha lá, minha senhora, um homem com cabelo desse tamanho. Vê se pode uma coisa dessa. Quem falou para ele que isso é bonito? Parece uma mulher no meio da rua. T preconceitos, né? Confusos, né? E assim ele foi falando, né? Do dos poderosos, dos ricos, da pobreza imensa, das desigualdades, enfim. E ele foi falando, foi falando, foi falando, foi falando. Quando faltava assim uma dobra para minha casa, eu falei: "Meu Deus, como é que eu vou saltar hoje?" Quando faltava uma dobra, aí ele falou assim: "A senhora não acha?" Eu falei: "Opa, agora é minha vez de falar. Porque não tinha dado tempo que esse mundo não tem jeito. A senhora não acha?" Eu falei: "Não, não acho." O que eu acho é que o nosso mundo tá em transição. O que o senhor tá falando procede. Realmente as coisas estão confusas, porque quando a gente faz uma limpeza em algum lugar, a poeira sobe, depois ela vai assentar e a gente vai conseguir colocar em algum lugar. Nós estamos vivendo um momento de transformação. O que o senhor tá vendo não é perdição, é transformação. Aí ele parou o carro, aí ele virou para trás e falou assim: "Minha senhora, me deu até um quentinho no meu coração. Olha que expressão. Me deu até um quentinho no coração. Me fala mais sobre isso. Eu falei: "Hoje não vou sair daqui até falar sobre transição planetária que vai custar".
é um quentinho no meu coração. Olha que expressão. Me deu até um quentinho no coração. Me fala mais sobre isso. Eu falei: "Hoje não vou sair daqui até falar sobre transição planetária que vai custar". E aí eu fui falando para ele, é isso, não é perdição, o que tá acontecendo é transformação. Nós estamos vivendo uma grande transformação social, estamos vivendo uma transformação planetária. É uma transformação, é uma mudança enorme. Era necessário que isso acontecesse. O nosso mundo tava doente. Pra gente sair da doença, o início do tratamento de uma doença é muito doloroso mesmo. Pensa um furunclo, né, pra gente melhorar. Olha que dor danada pra gente curar disso, né? Então o que o senhor tá vendo é a grande poeira. Isso vai assentar, mas a gente precisa fazer a nossa parte. Aí falei para ele da esperança, da fé, não sei quê. Onde é que eu posso saber mais sobre isso? Aí dei para ele uns canais YouTube aí da gente e tal. E é isso. Eu não precisei citar livro para ele. Então eu não fiquei convencendo ele. Ele me convocou, pediu. Então ele saiu mais esperançoso naquele momento. Tô dando um exemplo simples. O que que é a gente se posicionar? Então, é isso que Kardec tá dizendo. Espalha a luz onde você tiver. Não precisa você ficar convencendo os outros, né? É uma abertura que ele me deu e aproveitei a abertura. Continuando, então, um pouco mais à frente, olha só, ele vai dizer assim: "Eh, como é que é então depois que a gente começa a trabalhar no bem? Quando a gente começa a abrir uma, quando a gente abre uma casa espírita, como é que é?" Bem mais embaixo, no finalzinho da folha, que ele vai dizer assim: "Daí se segue quê? achar esse pedacinho mais no finalzinho. Na formação dos grupos, devo exigir a perfeição, porque a gente fica assim, logo você trabalhador da casa espírita, fazendo isso, aí eu respondo assim: "Imagina se eu não fosse". Aí você ia ver que que Então a gente tem uma expectativa de que aquele que é espírita, aquele que é religioso, esse já é o curado. Não, esse
endo isso, aí eu respondo assim: "Imagina se eu não fosse". Aí você ia ver que que Então a gente tem uma expectativa de que aquele que é espírita, aquele que é religioso, esse já é o curado. Não, esse é o mais doente. Nós somos os que mais precisamos da casa espírita. Muito, muito, muito, muito, porque nós temos muitos ajustes conscienciais para poder ajudar. Então, diga o que que, olha o que que Kardec falou pra gente. Em 1861, não espere perfeição paraos seus companheiros. né? Então diz ele, seria simplesmente absurdo esperar que seu companheiro da casa espírita fosse perfeito, pois seria querer o impossível. E nessas condições ninguém poderia pretender dele fazer parte. Se você pretende fazer parte do espiritismo, não espere de você a perfeição. Pelo contrário, espere de você o esforço para se aperfeiçoar. Outra coisa, continua ele, ó. E aí aqui, gente, essa frase ele vai colocar lá no livro dos médiuns, no item 303, essa frase que ele vai dizer aqui. Tendo por objetivo a melhora dos homens, o Espiritismo não vem procurar os perfeitos, mas aqueles que se esforçam em tornar-se perfeitos podem pondo em prática os ensinos dos espíritos. O verdadeiro espírita não é o que alcançou a meta, mas o que seriamente quer atingi-la. Sejam quais forem os seus antecedentes, será bom em espírita, desde que reconheça suas imperfeições. Aí é que é duro pra gente, porque a gente tem muita dificuldade de assumir a nossa parte que tá feia, né? Quando alguém começa a dizer pra gente criticar alguma coisa que a gente tá fazendo, a gente começa a se defender. E o Kardec aconselha o contrário. Calma, escuta, escuta o que estão falando para você sobre as suas imperfeições. Não é para você se diminuir ou se achar errado. Que tal examinar se em algum ponto não procede o que dizem a seu respeito, né? Seja sincero e perseverante no propósito de se emendar, de melhorar, de se curar. Para ele, o espiritismo é uma verdadeira regeneração, porque ele rompe com seu passado. Indulgência. Você sabe o que que é
sincero e perseverante no propósito de se emendar, de melhorar, de se curar. Para ele, o espiritismo é uma verdadeira regeneração, porque ele rompe com seu passado. Indulgência. Você sabe o que que é indulgência? Uma vez eu vi uma definição legal. Palavra difícil, né? Indulgência que tá na questão 886, que Kardec vai perguntar. Como é que Jesus entendia caridade? E os espíritos dizem perdão, benevolência, indulgência. Que que é a gente ser indulgência? É tirar a lanterna da imperfeição da pessoa. Todo mundo tem mesmo. Você fica com a lanterna em cima da imperfeição. Ah, mas aquele dia você fez isso, mas você fez aquilo anteontem e desde anteontem. Então, indulgência é tira a lanterna daí. A pessoa não pode se resumir as suas imperfeições. Então, sem indulgente é relevar. tira o foco da imperfeição e olha também o que ela contribui, né? Mas fulano é muito exigente, é muito cria, muito enjoado. É, mas ele é aquele que chega cedo, é o que abre a casa, é o que deixa tudo organizado pra atividade acontecer. Vamos olhar para esse lado também. Quando a gente reduz um pouco o foco na imperfeição, o que ela tem de positivo vai ganhando espaço. Então, a gente vai podendo também respirar, ficar o tempo todo sendo corrigido. É pesado, gente, desanima. Então, não só indulgência, mas indulgência também pra gente poder trabalhar no bem com par de espírito. Continua Kardec, ó, indulgente com o outro, como gostaria que o outro também fosse indulgente com você e que de sua boca não saia nenhuma palavra malévula nem cortante contra ninguém. Então, a gente ter mais cuidado, como a gente fala com os companheiros da casa, sabe? Ser um pouco mais gentil. Jesus diz pra gente ser brando, né? O se bem-aventurados, aqueles que são mansos, esses vão herdar a terra, né? O direito de continuar reencarnando em bases mais seguras e melhores. Então vamos melhorar esse jeito, como a gente fala com os nossos companheiros, né? Continua ele, né? Aquele que numa reunião se afastasse das conveniências, não só provaria uma
ais seguras e melhores. Então vamos melhorar esse jeito, como a gente fala com os nossos companheiros, né? Continua ele, né? Aquele que numa reunião se afastasse das conveniências, não só provaria uma falta de cortesia, humanidade, mas uma falta de caridade. Também não vou mais essa reunião, também não vou participar mais desse grupo. E aí vai saindo dos trabalhos da casa, né? vai se sentindo incompreendido, o milindre vai ganhando espaço e você perde as suas chances de trabalho e de recuperação e de melhoria do seu espírito. Então, Kardec tá dizendo pra gente aqui, pra gente não impor, né, pra gente poder colaborar, ter uma postura mais fraterna com os nossos companheiros. Olha gente, 1861, nós estamos 2025. É difícil isso aqui para nós, ser indulgente, não ficar ali com picoinha, mexendo na parte mais vulnerável dos nossos companheiros, na exigência, na regra. A gente tem um pouquinho mais de amor e cuidado com os nossos companheiros. Eh, aquele que se chocasse com a contradição e pretendesse impor a sua personalidade ou suas ideias, daria prova de orgulho. Ora, nenhum nem outro estaria no caminho do verdadeiro espiritismo, do espiritismo cristão. Espiritismo com Jesus, né? Porque Jesus era amoroso, gentil, manso com os companheiros de trabalho. Aquele que pensa ter uma opinião mais justa que os outros, poderá fazê-la mais bem aceita pela doçura e pela persuasão. Ou seja, tem modos e modos da gente poder dizer a mesma coisa, né? O azedume de sua parte seria uma péssima opção. Num grupo sempre há aquele que é estável, indeciso. Vocês vão perceber que todo o grupo de trabalho que a gente tem, o grupo da cesta básica, o grupo que faz atendimento fraterno, sempre tem aquele trabalhador mais estável e tem aquele mais instável, porque nós temos graus de amadurecimento diferente, graus de esclarecimento diferente. Você ter paciência com isso, com o tempo de cada um, com o jeito de cada um, não comparar, não colocar, né, primeiro lugar, segundo, cada um tá no seu tempo,
erente, graus de esclarecimento diferente. Você ter paciência com isso, com o tempo de cada um, com o jeito de cada um, não comparar, não colocar, né, primeiro lugar, segundo, cada um tá no seu tempo, né, de poder se envolver com o trabalho do bem. Quanto mais você tá envolvido com o trabalho do bem, mais você tá se curando. Mas deixa que cada um sabe o quanto pode se envolver, de que maneira pode se envolver, tá certo? Então, não vou ler tudo pra gente ganhar um pouquinho mais de tempo. Vocês estão aí com texto para poder aprofundar, mas esses são os pontos essenciais que a gente queria trazer pra gente agora fazer um trabalho juntos. Antes de eu apresentar para vocês esse trabalho juntos, deixa eu mostrar aqui uma tela para vocês importante. Então, olha só, a proposta do espiritismo, que é a nossa evolução espiritual, vocês sabem disso? Nós escolhemos três pontos para poder pensar eh esse caminho de evolução espiritual. Então, olha só, nós pensamos assim, deixa ver se eu posso tirar uma palavrinha aqui. Não, tem que ser assim mesmo. Então, olha só, a finalidade do espiritismo é que a gente possa fazer uma transformação moral. Então, o espiritismo chega com conhecimentos e esclarecimentos para que a gente possa fazer uma transformação moral. É assim que a gente vai evoluir. E vocês podem pensar assim, mas poderia ser de outra maneira que não seja para espiritismo? pode, mas o espiritismo tem a proposta de oferecer recursos para nós, entendimentos para nós, que possa nos ajudar nessa nossa tarefa de progredir. E Kardec ainda vai dizer assim: "Fora caridade não há salvação." Ele não disse fora do espiritismo não há salvação. Mas ele tá dizendo assim: "Olha, se você quer se salvar, se você quer evoluir, se você quer crescer, melhorar, você precisa fazer a caridade. Vocês já sabem pelo evangelho que tem a caridade moral e a caridade material. Elas precisam andar juntas. Então, a caridade material, quando você faz ações práticas do bem, ótimo, mas a caridade moral é mais difícil pra gente,
lho que tem a caridade moral e a caridade material. Elas precisam andar juntas. Então, a caridade material, quando você faz ações práticas do bem, ótimo, mas a caridade moral é mais difícil pra gente, que fala da nossa melhoria, da nossa maneira de ser e da nossa maneira de conviver. Então, é por isso que o Espiritismo conta com as casas espíritas. Porque Cadec disse assim: "Ué, você pode estudar o espiritismo sozinho dentro do quarto, mas sem o trabalho do bem você se torna egoísta porque você recebeu essa luz e aí faz o que com ela, né? Então, o espiritismo precisa que a gente na casa espírita divulgue ele para que essas luzes possam chegar e para que a casa espírita ofereça pra gente condições da gente alcançar isso aqui. Então, a gente precisa de estudo, eh, precisamos de trabalho e precisamos principalmente da convivências com os companheiros da nossa casa para essa transformação não ser uma coisa teórica, gente. Como é que eu desenvolvo a minha generosidade se eu não tenho com quem ser generoso? Como é que eu desenvolvo a paciência se eu não tenho ninguém para eu ser paciente? Como é que eu vou desenvolver a minha liderança, minha capacidade de coordenar? Como é que eu vou desenvolver a minha capacidade de falar se não tem ninguém para me ouvir? Então, nós precisamos da convivência para desenvolver as nossas habilidades paraa gente possa efetivar, não é, essa evolução espiritual que a gente tá falando. Então, veja, a casa espírita atende esse pedido aqui do espiritismo, que é nos ajudar no processo de transformação moral. Então, a finalidade do espiritismo é melhoria da humanidade, como a gente colocou aqui, livro dos médiuns, item 303. E eu na casa espírita. Eu Então vocês estão vendo aqui que a gente colocou uma setinha dentro da outra. Então olha só, os meus objetivos espirituais, eu da pessoa que sou eu, precisa ser atendido na casa espírita para que a casa espírita possa atender os objetivos do Espiritismo, que é a melhoria da humanidade. Compreenderam a
bjetivos espirituais, eu da pessoa que sou eu, precisa ser atendido na casa espírita para que a casa espírita possa atender os objetivos do Espiritismo, que é a melhoria da humanidade. Compreenderam a ideia? Então vocês vão receber agora esse desenho das setinhas. >> Quem tá em casa, desenha essa setinha no seu caderno. É isso, gente. Então, olhando o seu o seu desenho, essa seta maior é o espiritismo. Essa aqui é a casa espírita e aqui é você. A gente vai começar por você. Então, você recebeu nesse seu desenho. Eita, gente, cadê? Ah, é porque tá atrás. Pera aí, gente. Estantinho. É antes. Isso. Na folhinha de vocês também tem esse desenho. Estamos juntos. Todo mundo tem uma canetinha ou um lápis? Sim. Muito bem. Então, pra gente poder chegar naquela setinha que é o eu, nós vamos fazer essa atividade antes. Então, olha só, nós estamos aqui falando de finalidade, né? Finalidade do espiritismo, finalidade da casa espírita. Tô correto? Eu posso ficar nessa posição aqui paraa gente poder alcançar a finalidade do espiritismo e alcançar a finalidade da casa espírita, que na verdade é para alcançar a nossa finalidade. Lembra da história do hospital psiquiátrico que eu contei? A finalidade é aquelas pessoas ficassem curadas, mas tem uma instituição, tinham funcionários, nós temos uma uma egrégora, né, para nos ajudar a alcançar isso. Na casa espírita, a mesma coisa. A nossa cura se dá junto com os outros numa instituição que tem algo maior do que ela, que é a espiritualidade maior. E tudo isso tá sendo permeado pelos conceitos, né, que o Espiritismo vem trazer para nós da transformação moral. Então, numa encarnação, gente, nós temos muitas dimensões. Nós temos o nosso trabalho espiritual, nós temos as nossas tarefas familiares e nós temos as nossas tarefas de âmbito pessoal. pode ser profissional também. Então agora você vai escrever nessa nesse círculo maior, nesse externo aqui, quem tá em casa, ó, nesse lugar aqui, tá? Nesses três âmbitos, eu vou botar aqui um mais coloridinho aqui.
issional também. Então agora você vai escrever nessa nesse círculo maior, nesse externo aqui, quem tá em casa, ó, nesse lugar aqui, tá? Nesses três âmbitos, eu vou botar aqui um mais coloridinho aqui. No pessoal você pode pensar também profissionalmente para quem tiver atividade profissional. Eu queria que você escrevesse na parte laranja quais são as suas atividades atuais, o que é que você faz mesmo de atividade mesmo, tá? tanto a nível do seu trabalho espiritual, quanto na sua família, quanto você com você mesmo ou você e o seu trabalho. Então você vai escrevendo aqui. Então vamos imaginar espiritualmente quais são as atividades espirituais que você faz. Ah, eu distribuo a sopa, eu dou passe, ou eu faço parte do grupo de estudo do ESD, o que que é? Quais são as suas atividades espirituais? Se você não tem nenhuma atividade numa casa espírita, quais as que você realiza em casa? Você estuda em casa? O que que você faz para o seu desenvolvimento espiritual? É muito importante você se tornar consciente do que que você faz. Por isso que eu tô pedindo atividade mesmo. Que que você faz? E você que tá em casa também. Quanto mais você vai se tornando consciente do que você faz, você vai entendendo o mapa da sua encarnação. O que que você faz pela sua família? Quais são as suas atividades familiares? E quais as atividades que você faz por você? Não é mais com o outro, aí no âmbito pessoal. Eu sei que essas atividades se entrelaçam, se comunicam, mas é muito importante você discriminar. Não vale colar, né? Não vale colar. Mas já já vocês vão poder conversar um pouquinho, mas eu queria que primeiro você tivesse esse momento com você, entendendo você um pouco melhor. OK? Já preencheu os três âmbitos? O que que você faz na sua família? O que que você faz no âmbito espiritual? O que que você faz a nível pessoal? Agora vocês vão fazer uma coisa mais difícil. Tudo o que a gente faz, tudo atende a um propósito. A gente nem sempre tem clareza desse propósito. O Leon Denis no livro Problema do Ser,
nível pessoal? Agora vocês vão fazer uma coisa mais difícil. Tudo o que a gente faz, tudo atende a um propósito. A gente nem sempre tem clareza desse propósito. O Leon Denis no livro Problema do Ser, no capítulo sobre a vontade, ele fala uma coisa muito boa pra gente. Ele faz a diferenciação de vontade e desejo. Olha só, quando a gente pensa assim, ai que vontade de tomar um café. Do ponto de vista filosófico, isso não é vontade, isso é desejo. Tomar café atende a uma vontade que é ficar desperto. Eu fico mais atento, eu fico mais presente nas coisas. Então, tô entendendo o desejo levando você para concretizar sua vontade? Diga um exemplo bem simples. Então, ah, eu tenho muita vontade de ter mais disposição física, mas de manhã, quando eu acordo, ai, eu tenho uma preguiça, uma vontade de ficar na cama, dormir até tarde, até o sono acabar. Então, o desejo tá dizendo, fica na caminha. E a vontade tá dizendo, bora ter mais disposição, bora realizar mais. Então, tão percebendo? Haverá momentos em que seu desejo te leva paraa conceção consecução da sua vontade. E há momentos que o teu desejo tem um caminho totalmente inverso. Então diz Leon vai precisar operar sobre o seu desejo. Não, eu sei que você tá com vontade de ficar na caminha, mas corpinho querido, nós vamos acordar agora. Então ele vai dizer que a vontade impulsiona o pensamento que dirige as nossas ações. Então isso que que os espíritos estão dizendo pra gente? Cuidado para você não achar que a sua vontade é seu desejo. Muitas vezes a sua vontade vai precisar dizer não para o seu desejo. Algumas vezes vai dizer sim pro seu desejo. Vontade e desejo não é a mesma coisa. Então, vontade tem a ver, gente, com finalidade reencarnatória. Finalidade reencarnatória é propósito da sua reencarnação. Qual foi o seu projeto que você fez antes de nascer? Quando você sentou com o seu protetor espiritual, olha, essa encarnação vai rolar isso, isso, isso, isso, isso, isso aí. E aí ele avalizou, beleza, vamos. Aí você chega aqui, ih, onde é que é mesmo que
uando você sentou com o seu protetor espiritual, olha, essa encarnação vai rolar isso, isso, isso, isso, isso, isso aí. E aí ele avalizou, beleza, vamos. Aí você chega aqui, ih, onde é que é mesmo que eu tenho que ir? Então o nosso propósito encarnatório, ele fica mesmo esmaecido, mas ele não desaparece. Então a medida que a gente vai evoluindo, crescendo, se desenvolvendo na vida, a gente vai afinando o nosso propósito encarna. Você sabe quantos anos leva isso pra gente sair daqui? Quantos anos a gente leva para afinar, entender o que que a gente veio fazer mesmo? Quantos anos leva? >> Em torno de 50. em torno de 50. Exatamente. Entre 40 e 50 anos, ó, vou dar uma precisão. Em torno dos 40 e poucos, você começa a sacar. Por quê? Nós levamos em torno de uns 40 anos resolvendo pendenga e casando e e e trabalhando e conseguindo dinheiro e comprando casa. A gente leva uns 40 anos resolvendo esse babado, criando filho, fazendo faculdade e tal. Então a gente leva assim uns 40 anos sem entender muito bem para onde estamos indo, mas a gente tá criando as raízes e as condições para cumprir o propósito encarnatório. Não é à toa que a gente quer mudar de carreira, não é? Porque grande parte da nossa busca profissional atendeu as raízes, a estabilização para você poder cumprir o propósito. Quando a gente começa a ter essa vontade de mudar de carreira, é que a gente tá começando a entender, hum, agora eu entendi o que que eu vim fazer aqui. Então a gente começa a sentir um pouco de ansiedade, um pouco de angústia, porque a gente se acha velho para recomeçar. Não, gente, é porque a gente precisava desse amadurecimento para começar essa etapa que é uma etapa muito importante pro espírito aqui, que é a etapa da realização do seu propósito reencarnatório. Então, eu tava conversando com um amigo meu que ele tinha 40 e poucos mesmo e ele tinha sido designer, trabalhou com isso a vida toda. E ele teve um revés muito forte, assim, um adoecimento muito grave. E ele teve muita vontade de fazer faculdade de
le tinha 40 e poucos mesmo e ele tinha sido designer, trabalhou com isso a vida toda. E ele teve um revés muito forte, assim, um adoecimento muito grave. E ele teve muita vontade de fazer faculdade de psicologia, mas ele não sabia se ele ia ter vida, né, assim, se ia ter saúde suficiente para fazer isso. E aí ele disse assim: "Ah, eu não sei quantos anos de vida eu tenho, não sei o quê, não vou, acho que não dá tempo e não sei o quê". Eu falei, deixa eu te falar uma coisa. 4 anos de 4 anos leva o tempo de você fazer uma faculdade de psicologia. Você tem vontade de ser psicóloga? Ah, eu gostaria. 4 anos vai passar de qualquer maneira. A diferença é vai passar quatro. Quando terminar o quarto ano, o quinto, ou você vai ser psicólogo ou não. Qual é a diferença que vai ter? Foi ótimo. Ele fez a faculdade de psicólogo até hoje, namoru. Então, já tem mais 10 anos isso. Então, é isso. Vale a pena você fazer as mudanças. Sim. Talvez essa mudança que você esteja querendo seja a afinição, a afinação do teu propósito. Então, tudo que a gente faz tem um propósito. Aí você pode me perguntando assim: "E se eu tiver enxergando mal esse propósito?" É possível. Às vezes você tá direcionando sua vida para um caminho nada a ver. Por isso que a gente precisa muito de ajuda espiritual pra gente poder se lembrar com clareza o que que a gente veio buscar. Então, pergunta que não quer calar. Agora vamos ver para que que você faz o que você faz. Então, para que que você faz essas atividades espirituais? Então, você vai escrever na faixa azul. Para que que você faz isso na sua família? Escreve aqui. E para que que você faz profissionalmente isso ou pessoalmente isso? escreve aqui no azul. Então, nessa faixa azul você tá trabalhando para compreender para onde é que você tá indo. Nós estamos no meio do caminho ainda. Para que que você faz o que você faz? Veja, não é por você faz. Eu não tô perguntando as razões. Eu tô te perguntando aonde te leva. >> Qual é o sentido? Isso aí. Então não vale você responder assim:
Para que que você faz o que você faz? Veja, não é por você faz. Eu não tô perguntando as razões. Eu tô te perguntando aonde te leva. >> Qual é o sentido? Isso aí. Então não vale você responder assim: "Ah, para evoluir, para ser para ser legal, não. Isso aí é xarope, água com açúcar, genérico. Não, para evoluir não vale essa resposta. Resposta preguiçoso isso. Espírito adora responder essas perguntas assim, ó. Eu orgulho egoísmo. A gente sempre responde isso. É orgulho egoísmo para evoluir, para melhorar. A gente já tem resposta chave, mas aqui a gente tá aprofundando um pouco mais. Para que que você dá passe? Para que que você distribui a cesta? Para que que você tá no grupo de estudo do? O que que você busca? Aonde isso te leva? pergunta se tá difícil. >> Ó, o Júlio tá me dizendo aqui para perguntar a vocês se tá difícil. Ah, vocês sabem por que é difícil? É o quê? Múltipla escolha não tem hoje não tem. Porque dificilmente a gente pensa no nosso no nosso propósito reencarnatório. Já tá chegando a hora do café. Já tá. Já tá chegando a hora do café. Falta 5 minutinhos. Vocês querem um exemplo? Querem um exemplo mesmo? Ih, nossa, vocês estão querendo cola. Vou dar um exemplo meu aqui, porque eu fiz o meu, tá? Olha só, eu botei aqui, por exemplo, eu botei aqui no familiar. Que que eu faço? Não, deixa eu falar para vocês do espiritual que é mais perto de vocês, né? No espiritual, por exemplo, eu coloquei, olha, eu coordeno a reunião mediúnica, faço atendimento fraterno, eu escrevo os livros, coordeno os grupos de estudo da casa, sou participante do comitê da nossa casa, fundi a nossa casa. Então, fui colocando essas tarefas todas aqui. Para que que eu faço isso, né? Eu coloquei aqui, ó, no azul, eu coloquei assim para me sustentar emocionalmente e espiritualmente. Coloquei eh para desenvolver a minha habilidade de me comunicar. Coloquei que eu aprimoro meus conhecimentos quando eu faço isso e eu me sinto em equilíbrio com o que eu recebi e dou. Entendeu o que que é finalidade?
desenvolver a minha habilidade de me comunicar. Coloquei que eu aprimoro meus conhecimentos quando eu faço isso e eu me sinto em equilíbrio com o que eu recebi e dou. Entendeu o que que é finalidade? Para isso eu faço isso, não faço outra coisa. Eu faço isso. Eu poderia fazer outras atividades, mas eu escolhi estas. Familiar, por exemplo, eu coloquei aqui, procuro sempre reunir na minha casa meus filhos e meus netos. Cuido da orientação espiritual dos meus familiares. Tô sempre buscando trazer conforto para eles, material ou moral. Cuido do que posso de cada um. Para que que eu faço isso? Eu pensei, para que que eu faço isso? Eu tenho uma sensação que eu prometi isso para eles. Então eu coloquei: "Para que que eu faço isso? Para cumprir o que eu prometi para eles de ajudá-lo a se sustentar na vida". Então que eu para que para que que eu faço isso? Tá, tão entendendo? É isso. É isso que eu queria que vocês tornassem inconsciente. Para que que você faz o que você faz? Porque isso vai te ajudar a compreender porque que eu faço isso e não outra coisa. >> Fala, pode falar aí mesmo. >> Existe um exemplo do André Luiz muito significativo essa questão da do sentido do que se faz. Vocês se lembram que ele pareceu, ficou 9 anos num brau? Foi, não é isso? Quando ele é atendido e lá estando no hospital, na condição de paciente, o que que aconteceu com ele? Ficou incomodado. Quê? Ele sendo um médico, uma pessoa famosa, sempre atendeu as pessoas. Ele viu os atendedores, viu as pessoas com boa vontade atendendo, ele foi incomodado com aquilo. Então, já nos leva a crer que o sentido dele trabalhar lá tinha a ver com o ego, a idade, eh posição social, nome, né? Então, ele tinha um nome azelar, sei lá, alguma coisa assim, era alguma coisa egoica. Então, quando ele vê aquele trabalho todo feito de boa vontade, ele pede ao espírito, acho que Alexandre, né? >> É Alexandre. >> Clarenço. >> Clarence, Clarenço. Obrigado. Uma audiência. Repare o diálogo que ele faz com aquela senhora, que ele atende duas pessoas.
ele pede ao espírito, acho que Alexandre, né? >> É Alexandre. >> Clarenço. >> Clarence, Clarenço. Obrigado. Uma audiência. Repare o diálogo que ele faz com aquela senhora, que ele atende duas pessoas. Ele percebe que ele buscava o sentido das ações daquela senhora. Ela queria o quê? ir pra casa dos pais, da casa dos filhos, do marido, na terra. E aquilo ali, tudo que ela tava vivendo não tinha sentido tava tudo amarelo. Ela ela saía de um departamento, entrava em outro. Tem gente assim na casa espírita, nunca para em lugar nenhum, né? Fica navegando, né? E ele então conversa com ela e e desvela o sentido real, a necessidade dela não atendida. Qual era? Vocês se lembram? E André Luiz escutando. Você na verdade tem o seu marido como proprietário, a sua família como sendo sua. Você quer ir para lá para fiscalizar o seu marido. >> Uhum. >> Esse era o sentido. André Luiz escutando isso, falou, tô ferrado. >> Não quero mais nada, não. >> Tô ferrado. >> Não quero mais nada. >> E aí ele tentou desistir, não foi? >> Uhum. >> Que que aconteceu? ele falar o o a entidade então uma sapiência enorme conversa com ele e fala: "É, você não tá entregando a sua alma, tá incomodado porque você está aqui na condição de paciente, né? Quando ele volta à casa dele, lembram dele vai lá visitar a casa dele? Casa era dele ainda, a mulher era dele, as filhas eram dele. Ele, primeira coisa que ele notou que o retrato dele não estava nas paredes. Segundo, observou que existia um outro homem deitado na cama dele e que ninguém podia falar no nome dele. Então ele começou a ficar incomodado, deixou a raiva tomar conta. Mas a Narcisa, gente, a gente precisa ter uma Narcisa dessa na vida da g. A Narcisa, aquela entidade maravilhosa, né? orienta ele, ó, quando você tiver em dificuldade, quando o ego tiver tomando conta, me chama que eu venho te ajudar. E ele faz isso. E ela aparece a mesma hora e falou: "Mas André, você não está vendo na cabeceira dele dois obsessores?" Ele não estava vendo. Ele condensou de tal maneira no ego,
e eu venho te ajudar. E ele faz isso. E ela aparece a mesma hora e falou: "Mas André, você não está vendo na cabeceira dele dois obsessores?" Ele não estava vendo. Ele condensou de tal maneira no ego, perdeu o sentido da coisa. Aí ela traz para ele o sentido. Você agora precisa adquirir esse novo referencial. E aí trata o do caso. Quando ele volta, ele ficou cuidando da do marido, quando ele volta ao plano espiritual, ele ganha a chave da cidade como cidadão de nosso lar. Por quê? Compreendeu, afinou o sentido do trabalho do bem. >> Última etapa pra gente poder tomar o café. Agora você olhando o que você escreveu aqui no azul, aqui no laranja, você vai escrever a palavra mais importante, a palavra principal. Pega ela e põe no centro de cada área. Qual é a palavra mais importante que eu escrevi no azul? Põe aqui a mais importante que eu escrevi aqui. Põe aqui a mais importante. Põe aqui a essencial. Ah, mas tem duas. Tá bom. Bota duas. Antes da gente ir pro café, vocês podem contar para mim que palavras são essas para ver se vocês estão no caminho do bem. Quais são as palavrinhas que vocês falaram, vocês escreveram no centro? Cuidado, disciplina. útil. Hum. >> Hum. Servir. Então, olha só, presta atenção. Eu queria que essas palavras fossem verbo. Eu queria que essas palavras fossem verbo, ação. Tá? Olha como é que vocês vão pra idealização. Amor, esperança, fraternidade. Entendeu? Vamos pro verbo. Então, é cuidar, apoiar. Melhorar, ajudar. >> Hum. Não, evoluir não serve não. Evolui é verniz. Hã, evoluir. É, é mais mais >> aprender, >> aprender, >> conhecer. >> Hum. acolher. Olha, vocês estão construindo o propósito da reencarnação. Tô entendendo que é coisa séria. Nós estamos no meio do caminho. Crescer. Crescer. Então aqui ficou isso, né? Crescer. Parará. É aqui que estão esses verbos. OK. Então nós vamos tomar um café. São 10:20. Vocês acham que 15 minutos? Tá bom. Uns 15 minutos a gente volta. Nós vamos dialogar. Mas eu vou dar orientação para esse diálogo com uma dupla, tá? Na
s. OK. Então nós vamos tomar um café. São 10:20. Vocês acham que 15 minutos? Tá bom. Uns 15 minutos a gente volta. Nós vamos dialogar. Mas eu vou dar orientação para esse diálogo com uma dupla, tá? Na volta. Guarda o papelzinho. Não some não. Vão lá e estou esperando vocês aqui de volta. Então nós temos 15 minutos, Ana Teresa. 15 minutos pro café e a gente retorna. Obrigada. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, Aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz. Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เ Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เ Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz,
r, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer
alor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. >> Estamos de volta. Vamos pra segunda etapa aqui do nosso seminário, encontro de trabalhadores espíritas com a Ana Teresa Camasmi e o Júlio César. Só queria lembrar a que este esta jornada está sendo transmitida ao vivo pelo nosso canal TV Comunhão Espírita de Brasília no YouTube, assim como os dois eventos de que eles participaram ontem, a família como recurso de conexão com o criador, que foi às 17 horas com a Ana Teresa e o encontro bate-papo com Ricardo Honório, entre o Júlio e a Ana, que teve o tema desafios na convivência. familiar. Então, quem não pôde estar presente ontem, pode assistir essas transmissões no YouTube. E lembrando que este programa de hoje, né, este nosso encontro de hoje também vai ficar gravado na TV Comunhão Espírita de Brasília, OK? Com a palavra, Ana Teresa. >> Hum. Então vocês agora que já lancharam muito, tomaram um cafezinho, pão de queijo, agora vocês têm uma grande missão. Vocês estão aqui com três verbos. Dois ou três verbos, né, aqui em cada um. Então vocês agora vão ter que criar uma frase com esses verbos. Mas vou dar uma cola. Você vai ter a colaboração do seu companheiro do lado. Olha que show de bola. Você vai conversar com essa pessoa do seu lado para te ajudar a construir essa frase. Agora você vai, esses verbos têm que estar dentro de uma frase. Essa frase é o seu propósito. Para que que você faz o que você faz hoje? Para onde você tá indo? Então é isso que você vai conversar com seu colega do lado, tá bom? Se se não tiver ninguém do seu lado, busca uma
é o seu propósito. Para que que você faz o que você faz hoje? Para onde você tá indo? Então é isso que você vai conversar com seu colega do lado, tá bom? Se se não tiver ninguém do seu lado, busca uma cadeirinha onde tem. Você vai usar uma frase com todos os verbos. Usa todos eles. Constrói uma frase. Aí você vai ter cola do seu pai. Que moleza. Pass sim. Não, não é hora de classificação. Agora é hora de fazer. Ela vai te ajudar a construir, vai. Então vamos embora. Uma frase que tem esses verbos, esse daqui que tem os três. A sua frase tem que ter os três verbos, tá bom? As três ações. Uma frase com esses verbos. Não, seu propósito não é o dele. Cada um tem o seu. É uma ajuda. É uma ajuda. É uma ajuda. Cada um vai achar o seu propósito. É meu pessoal profissional eh onde o meu outro aqui. No meu combinário, eu pus senti e >> aí ficou dois ajudar ajudar ao quadrado. Mais >> que que você acha que você >> para onde você tá indo hoje? >> Não, porque eu fiquei dois a judar e dois na >> Mas você não escreveu o que que você faz, né? atendimento fraterno espiritual. >> Só faz isso. >> Mas aí eu que eu faço na na também no grupo medic também que eu sou dialogador. >> Tudo tem a ver com consolar. Mas para que que você para que que você aí eu pus prestar consolo? Ó, você Já fizeram um bom diálogo aí juntinho. Então agora a sua frase precisa começar assim: Eu vim, eu reencarnei paraanã. Eu reencarnei para ser útil através do apoio a minha família, entendeu? Eu reencarnei para >> ficou claro agora? Já tinha feito. Ã, como é que foi a sua frase? Só que só tem você, né? Faltou os outros. Através do quê? Que parece uma coisa sozinha, ó. Para aprender a amar, para conhecer, você pode fazer sozinho. Mas tá muito genérico. Caminhar como? Fazer o quê? Especifica mais um pouco, mais um pouco. Caminhar como que o que fazendo o quê? Quanto mais específico você for, mais você vai entender seu propósito. Como é que ficou sua frase? A sua útil através do cuidado para com os outros. E com você tem o quê? A nível
o que fazendo o quê? Quanto mais específico você for, mais você vai entender seu propósito. Como é que ficou sua frase? A sua útil através do cuidado para com os outros. E com você tem o quê? A nível pessoal você botou o quê? >> Hum. Então volta lá pra sua frase. Eu >> e comigo tá faltando o cuidado de você. Isso. Como é que estão as frases aí? Melhorando as frases, dona Evani, sua frase. >> Equilíbrio e sustentação das pessoas. Tá certo? Tá certo. Muito bom. Muito bom. As frases estão melhorando. OK. As frases. Tão gostando das frases? Clareou alguma coisa para você essas frases? Sério? Verdade verdadeira. Deu sua frase? Pode desenvolver a capacidade se de conhecerem >> menino. >> Completo. Hã, você tá bom. Só queria que tivesse alguma ação com os outros. É muito importante que na sua frase tenha o que você vai fazer com você e com os outros. Tem ter que ter você e os outros. Sem os outros a gente não chega a Deus não, hein? Você e os outros. Já posso prosseguir? Pode. Que que vocês acharam da sua frase? Foi uma novidade para você? Foi uma novidade para você sua frase? Não. Nenhum verbo foi uma novidade para você? Não, poxa. Então agora vamos pra seguinte, vamos lá pra nossa seta. Essa frase que você construiu para você, escreve ela aqui. Eu deixei os três. Deixei os três. Pronto. Agora essa seta aqui não é da casa espírita, lembra? Pera aí, gente. Ai, meu Deus. Aqui, em vez de escrever isso que eu escrevi, você vai escrever qual é a atividade da casa espírita que você realiza que mais te ajuda a realizar a sua frase. Não é a que você mais gosta, não é a que você mais quer, é a que mais te ajuda a realizar o que você escreveu. Se tiver mais de uma ou mais de uma, mas eu quero a que mais te ajuda a cumprir isso. Qual é a atividade que mais te ajuda a dar conta do seu propósito reencarnatório? As outras são auxiliares, mas você precisa saber qual a que mais te ajuda. E fora da seta, em algum lugarzinho aqui, aqui embaixo, fora da setinha, eu queria que você escrevesse
pósito reencarnatório? As outras são auxiliares, mas você precisa saber qual a que mais te ajuda. E fora da seta, em algum lugarzinho aqui, aqui embaixo, fora da setinha, eu queria que você escrevesse nessa atividade, nessa coisa que você faz, o que que mais te nutre e o que que mais te enfraquece? O que te enfraquece? Dá um exemplo aqui, sei lá, eu dou passes, né? Essa é a atividade que mais realizo a minha frase. O que me o que me enfraquece é quando eu me envolvo com coisas demais na minha família e não consigo vir. Quando eu despriorizo, quando eu não me não me organizo, quando eu perco a minha disciplina, o que que mais me nutre? Ah, a proximidade afetiva dos meus companheiros da tarefa. Então, ah, o que mais me enfraquece? Ah, muita exigência me enfraquece. Você precisa saber o que que te enfraquece, o que te nutre nessa atividade que você realiza na sua casa? Tá clara a pergunta? Sim. O que me enfraquece? O que que me nutre? Ah, comparação me enfraquece. Elogio me nutre. Pode ser uma atividade, uma atividade que a gente, >> mas eu queria na casa, né? >> Por exemplo, eu exo atividades do casin, mas tem atividades me chamam, talvez possa me realizar. Posso colocar essa atividade? Ela te ela te ela te realiza mais do que a tarefa que você faz na casa espírita. Exato. Realizar talvez >> pode serum. >> Pode pode. Mas é uma coisa importante, né? Por quê? >> Talvez dentro do exercício eu acabei >> é isso. Isso. Escreve sim. Escreve sim. Olha isso. Isso. E às vezes, olha, o que te enfraquece é tá muita importância para as muitas vozes. O que que me enfraquece? Eu dou muita importância para muitas vozes. >> Nesse exemplo falando de si mesmo. >> Então tá. Então >> pode pôr. OK. Então, na casa espírita, qual é a atividade que mais eu consigo efetivar o meu propósito? O que que me enfraquece? O que que me nutre? Última pergunta aqui. Kardec diz que a finalidade do espiritismo é melhorar a gente, melhorar a gente moralmente. Não é ficar fitness, é melhorar a gente moralmente.
me enfraquece? O que que me nutre? Última pergunta aqui. Kardec diz que a finalidade do espiritismo é melhorar a gente, melhorar a gente moralmente. Não é ficar fitness, é melhorar a gente moralmente. Qual é a sua questão moral que você mais precisa melhorar e que o espiritismo pode te ajudar nisso? Qual é a sua questão moral? Ninguém vai ler seu papel, não. Qual é a sua questão moral que você mais precisa melhorar? Não vale responder orgulho, egoísmo, que isso já tá, você não pensa mais. Seja corajoso. Qual é a sua questão moral que você percebe que é a sua fraqueza, que você precisa melhorar através do trabalho na casa, através do seu estudo? Qual é que o Espiritismo pode te ajudar a ir? Aí todo mundo, >> todo mundo, né? Todo mundo tem. Todo mundo tem. Só a bailarina que não tem. É porque não você para de pensar quando você escreve orgulho. Claro que é orgulho e egoísmo, mas quando você escreve isso, você se desconecta do que você tem que melhorar. Vamos começar com um, né? Com um. Tá ótimo. Eu quero colocar um outro slide em outro arquivo. Ai meu Deus, esse esse computador aqui é difícil. Eh, como é que é o nome daquele rapaz da técnica, hein? Ô moço da técnica, vem aqui. Eu quero sair desse arquivo e quero entrar em outro. Cadê o seu outro aqui? Você tá >> aqui. Mas eu não tô achando o mouse. >> É porque ele só tá aparecendo ali, né? >> Hum. >> Tem que aparecer aqui. >> Eu acho que tem que clic trazer andar com ele, sair com ele da tela. Não, não, não, não. Clica no vermelho. É. E, e leva, sai com ele da tela. Não vai. Não >> tá ainda. >> Isso. Leva ele embora. É. Vem ajudar a gente aqui. >> Porque não tá aparecendo aqui, tá vendo? >> É que eu quero um outro arquivo. Posso? Isso. >> Esse aqui é, eu quero achar. É esse que eu quero. >> Posso abrir aqui? >> Pode, pode jogar fora esse aqui. Você quer que tire mesmo de >> Eu quero que tire porque eu quero entrar aqui, ó. É, não precisa >> entrar no HD de quem? >> Vamos achar o G aqui primeiro. >> Portable portable.
e jogar fora esse aqui. Você quer que tire mesmo de >> Eu quero que tire porque eu quero entrar aqui, ó. É, não precisa >> entrar no HD de quem? >> Vamos achar o G aqui primeiro. >> Portable portable. Isso. Não, não, não entra nele que eu vou chamar ainda o arquivo agora. Onde é que, onde é que, onde é que procura? E aqui, ó. >> Aqui, aqui em cima aqui, né? >> É. Aí você escreve o nome dele, ó. Aí, >> deixa eu ver se ele vai aparecer. >> Já apareceu lá. Isso, isso. Boa tarde apresentação. >> Na apresentação ele vai ficar andando toda a vida. Outro outro vai >> isso. >> Certo. >> Tá certo. >> Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Tá. Vocês são ótimos. Então, a gente já conseguiu chegar nesse lugar que é, afinal a gente reencarnou para quê? >> Reencarnou para o que mesmo? A última coisa que você escreveu, trabalhar essa questão moral. >> Você veio para isso aí. Mas aí Deus deu uma colherzinha de chá para você. Vou te dizer como é que você vai trabalhar isso aí. A sua frase que tá dentro da seta, qual é? Ser útil, cuidar dos outros, treino não sei o quê. Nama tudo isso aí é para alcançar aquela conquista moral. Tá claro? Vocês estão assim meio, será? Tá na dúvida. Será, gente, que é isso mesmo? Então, eu sempre trago isso aqui, que me ajudou tanto, por isso que eu tenho vontade de compartilhar. Quando eu li esse livro dessa médica, o livro dela é Tomar a vida nas próprias mãos. Essa médica é lá do sul, ela é da medicina antroposófica. Não é espírita, mas a medicina antroposófica ela é espiritualista. Se você quiser tirar foto, é legal tirar foto depois que eu montar tudo, porque vai aparecer um gráfico, tá? Então, a doutora Gudrum, esse nome difícil aí, ela esquematizou as fases do nosso desenvolvimento durante uma encarnação. Muito legal. Então, assim, claro que ela pensou numa encarnação que leva uns 90 anos e tal, a gente pode desencarnar antes, tem problema, mas ela imaginou uma encarnação completista assim toda, tá? Então, a antroposofia não é espiritismo, tá? A antroposofia é uma filosofia que
90 anos e tal, a gente pode desencarnar antes, tem problema, mas ela imaginou uma encarnação completista assim toda, tá? Então, a antroposofia não é espiritismo, tá? A antroposofia é uma filosofia que tem na medicina, na psicologia, na sociologia, na pedagogia que pensa o homem enquanto espírito. Por isso que eu fiz essa ligação. A antroposofia tem até remédio, eles têm medicamentos pensando nos temperamentos. É um é um trabalho gigante assim que eles têm. Mas que que eu peguei deles lá? A Dra. Gudron. Quem é o quem é o mentor disso tudo? É o Rudolfo Steiner, tá? Então o Steiner fala que de sete em 7 anos a gente faz pequenas crises de crescimento. As crises da vida adulta são mais intensas do que as crises na infância e na adolescência. Mas a gente também faz essas crises na infância e na adolescência. Tá bom? Então vamos ver. De sete eme. É de sete em sete. De sete em sete, ó. De sete em sete, tá vendo? Então, aos 7 anos, aos 14, aos 21, a gente faz pequenas crises. Não é à toa que a gente entende que a maioridade é 21, né? Então a gente aqui, segundo ela, a gente tá fazendo um processo de educação receptiva. A gente ainda tá recebendo informação do mundo. Então o espírito nessa fase ele tá esmaecido quanto às suas memórias das encarnações anteriores. Por isso que é tão importante a evangelização. É essencial. evangelização é a chance que a gente tem de nutrir esse espírito de tudo o que a gente puder para depois ele fazer a alquimia dele. Porque como ele tá com as suas memórias esmanhecidas, ele tem mais condição de receber do que um adulto que já tá todo cheio de conceitos prontos. Então não exitem, não tenham dúvida. Criança e adolescente tem que estar na casa espírita sim para ontem. Evangelho no lar. Sim, as duas coisas. Evangelho no lar eelização. As duas. Não é uma coisa ou outra. Não. Não, já tem evangelho do lar, não precisa. Não é a mesma coisa. No evangelho do lar você tá formando a base moral da família. Na evangelização, ele tá recebendo conceitos novos e convivendo com outras
Não, já tem evangelho do lar, não precisa. Não é a mesma coisa. No evangelho do lar você tá formando a base moral da família. Na evangelização, ele tá recebendo conceitos novos e convivendo com outras crianças e outras histórias. Então são duas vertentes que a gente precisa caprichar. Então, até aos 21. Olha que interessante, o foco da criança aos sete é família. Por isso que as feridas da infância é de zer a 7, porque é aonde a criança olha. O mundo acontece para onde a gente olha. Quando a gente faz sete, já não é mais tanto a família que a gente olha, a gente já tá com foco na escola. E aqui eu acho mais perigoso, de 14 a 21, esse olhar transcende a escola e vai para todos os espaços em que você tem amizade, vizinho, clube e tal. Então, olha a distância da família, o foco tá todo aqui, começa a entrar em questionamento. Tudo que aprendeu na escola e na família, dos 14 aos 21, a gente vai botar em questão se são verdadeiros ou não o que eu aprendi aqui e o que eu aprendi aqui. Então aqui é um momento de grande fragilidade moral. Então aqui, gente, aqui a mocidade é ouro, a juventude é ouro, porque lá na casa espírita ele pode colocar em questão isso sem as distrações que o mundo tem, que desqualifica os valores da família e da escola. Então aqui é muito importante a juventude espírita. Eu não sei o que seria de mim se não fosse a juventude espírita que eu frequentei dos meus 14. Foi sustentáculo para mim, porque não foi fácil não. Na escola que eu frequentava tinha maconha, cocaína, tudo que vocês podem imaginar. Isso eu tinha 15 anos, 16 anos. Então eu não podia falar disso em casa. Minha mãe tem um troço, mas na casa do espírito eu podia falar, podia falar, compartilhar com a minha evangelizadora, o coordenador da minha mocidade, as questões sexuais que são imensas, imensas, que a gente não consegue compartilhar com o pai e com a mãe, mas com o coordenador da evangelização eu conseguia compartilhar. Então é aqui, porque senão eu fico sozinho só com os parâmetros dos meus
que a gente não consegue compartilhar com o pai e com a mãe, mas com o coordenador da evangelização eu conseguia compartilhar. Então é aqui, porque senão eu fico sozinho só com os parâmetros dos meus amigos que tem mesma idade que eu, que não tem experiência de vida para me oferecer. Então, a casa espírita te dá o suporte que não é que o lar não seja suficiente, mas é que o adolescente não tem como contar 100% com o seu lar para as questões que são justamente sobre ele que tá em questão. Então, não hesitem, não hesitem mesmo. É uma questão de segurança para os seus jovens isso. Bom, então durante uns 20 anos, dos 20 aos 40, pensa uma encarnação, né? Olha o que que a gente tá trabalhando na alma. Nós estamos buscando o nosso lugar no mundo, estamos conquistando o nosso lugar e consolidando. Não acontece ao mesmo tempo isso, ó. Você saiu, você tá na faculdade aqui, ó. Você tá, qual é a profissão mesmo? Que que eu quero ser mesmo? Vou casar, não vou? Vou me sustentar de quê? Você tá buscando o seu lugar porque não é mais a família. O seu lugar já é no mundo. Então aqui para eu buscar esse lugar eu preciso muito de força materna e paterna para eu ter coragem de me lançar. Um jovem que chega aqui e tem enfraquecido isso aqui, não consegue encontrar seu lugar no mundo, fica rodando em círculo, não consegue sair de casa, fica preso nas telas, procrastina. A gente precisa de força moral para poder vir para cá, para vir pro mundo. Então, buscar lugar, aí você descobriu qual é o lugar e você vai conquistar ele e vai consolidar esse lugar. Então, até seus 40 anos, isso tem que ter acontecido. Lembra porque que eu falei dos 40? Agora é que vem a história do sentido da vida. Agora é que vem a sua seta. Essa frase que você escreveu na seta, você só chega nela porque você transitou isso aqui tudo. Entendeu? Porque que a gente não pode escrever aquela palavrinha para evoluir. É pouco. Você tem que ter mais clareza. Que que você veio fazer aqui? Já já rolou 40 anos. Que que você veio
o aqui tudo. Entendeu? Porque que a gente não pode escrever aquela palavrinha para evoluir. É pouco. Você tem que ter mais clareza. Que que você veio fazer aqui? Já já rolou 40 anos. Que que você veio fazer aqui? Você precisa entender que você tá fazendo na encarnação. Quem chegou aqui, ainda não entendeu, não sabe o que que veio fazer aqui, ó, gente, tá correndo time. Então é hora de descobrir, diz a Dra. Gudra paraa segunda metade da sua encarnação. Então assim, aqui é a primeira metade da sua encarnação, aqui a segunda metade da sua encarnação. Então aqui o que que a antroposofia diz? Você já tá com seu lugar, OK? Já entendeu o que você vai fazer? OK. Agora você vai fazer o que que é essencial pro seu crescimento moral, para você conseguir fazer o que é necessário. É diferente, essencial para necessário. Porque quando a gente faz o que é necessário, a gente faz até o que não gosta. Mas a gente entende que é necessário, a gente faz. Porque tá claro para mim o que que é essencial. Se eu não sei o que que é essencial paraa minha transformação moral, eu não consigo fazer o que é necessário. Eu fico com raiva de fazer o necessário. Eu fico brigando com o necessário. Então, para eu poder fazer o que é necessário, tem que tá claro para mim que o essencial é isso aqui. Olha, o essencial é isso aqui. Então, eu faço o que for preciso. Não tem problema nenhum. Acordo 5 da manhã, eu não durmo, eu não como, tá tudo certo. Porque eu tô aqui trabalhando um que é essencial. Tipo uma mãe quando nasce um bebê. O essencial é a vida do bebê. Então, ela não dorme, ela não come, ela não passeia, ela faz o que for necessário para garantir o essencial. Tão compreendendo o que que é amadurecimento moral? Isso aqui é amadurecimento moral. Vocês acham que uma pessoa aqui com 20 tem condição de fazer o que é necessário? Não. Porque uma pessoa com 20, ela ainda tá buscando qual lugar no mundo. Como é que ela vai descobrir o necessário? Não sabe nem o que que é essencial. Então eu só posso esperar de uma pessoa
ssário? Não. Porque uma pessoa com 20, ela ainda tá buscando qual lugar no mundo. Como é que ela vai descobrir o necessário? Não sabe nem o que que é essencial. Então eu só posso esperar de uma pessoa de 20, 21, 22, 23 isso aqui, ó. Se eu já encontrei meu lugar, já entendi o que que é meu lugar, eu consigo fazer o que é necessário, que é essencial. E aí vem pra última etapa, que é fazer o bem em todos os âmbitos, familiar, social, espiritual. O bem tá em tudo quant é lugar, não é só na casa espírita, tá? Eu já tô aqui com condições de poder crescer bem. Perguntas. Eu coloquei aqui a palavra renúncias, ó. Quando eu sei o que é essencial, eu sou capaz de fazer renúncia. Então, estamos junto até aqui. O que se escreveram na setinha, ele se consolida aqui nessa região aqui. Seguindo aí, ó. A gente passa por quase quatro crises grandes. Isso tudo é antroposofia falando, não sou eu. Quatro crises grandes. Aos 21 de identidade, claro, né? Quem sou eu? Definição sexual, afetiva, profissional. É uma época, gente, muito tensa pra gente em torno dos 20 e poucos anos, que a gente tem que tomar muita decisão, né? Então, é o momento de que o espírito tá se perguntando: "Quem sou eu? Porque o espírito não tem sexo, também não tem profissão definida. A gente reencarna sem nada disso definido. A gente reencarna com isso em possibilidades de realização. É aqui que eu vou dar cara para isso, que eu vou dar contorno para isso. O nome disso é identidade. É o tal do ego que a gente falou ontem, tá? Necessário para o desenvolvimento moral que acontece na segunda fase da vida. Então, em torno dos antes dos 30, você tá se perguntando assim: "O que que eu faço bem? Eu sei fazer um monte de coisa, mas de verdade mesmo, o que que eu faço bem?" Tem um monte de gente que transforma hob em profissão. Vai dar ruim. Não é porque você gosta de joguinho de videogame que você tem que ser um profissional de fabricar jogo de videogame. A gente confunde as coisas. Você tem que ver em que você é talentoso, ou seja, que dons
é porque você gosta de joguinho de videogame que você tem que ser um profissional de fabricar jogo de videogame. A gente confunde as coisas. Você tem que ver em que você é talentoso, ou seja, que dons você trouxe da outra encarnação para espalhar pro mundo. Você tem que entender que a gente reencarnou, não só, não foi só para si mesmo. A gente reencarnou para colaborar no progresso coletivo da humanidade. A gente veio 132 do livro dos escritos para o progresso individual e não é ou e coletivo. Então você tem um compromisso sim com a sua família, com o grupo social que você nasceu, com a cidade que você nasceu, com esse tempo que você nasceu. Nós temos compromisso sim. Então, quais são os talentos que vão estar a serviço do mundo que você trouxe? Em torno dos 30 e tantos anos, você entra numa crise sobre a verdade. É momento de perguntas filosóficas. O que que é verdadeiro para mim mesmo? Eu sou verdadeiro. O que eu estudo é verdadeiro. O espiritismo é verdadeiro. Começa a gente perguntar assim: o que que é mesmo verdadeiro, real, que eu devo me alinhar, que eu devo me afinar? E por último, não falei lá na metade da vida, lá uns 40, 50, aqui pode ser 50, né? É a crise da existência. O que que é mesmo que eu vim fazer nessa encarnação? É para eu trocar de profissão, é para eu trocar de casamento? É para eu trocar de quê? A gente tem uma impressão que aqui tem que fazer uma grande virada e vai acontecer uma grande virada, mas não necessariamente é por fora. Pode ser uma virada toda interna. Fora fica tudo igual, mas dentro você é outra. Aqui você entendeu plenamente que que é que você veio fazer nessa vida. Você vai parar com essas distrações. Se você não parou ainda, tá na hora de parar. Que eu tenho que comprar casa, que eu tenho que fazer curso, que eu tenho que fazer não sei o quê, que eu tenho que mudar isso. Para com isso. Isso é enrolação que você tá fazendo. Isso é procrastinação. Isso é ilusão. Você não veio para conquistas materiais. Para com isso. Vira tudo pó. Lembra papo do pó que eu
ue mudar isso. Para com isso. Isso é enrolação que você tá fazendo. Isso é procrastinação. Isso é ilusão. Você não veio para conquistas materiais. Para com isso. Vira tudo pó. Lembra papo do pó que eu falei ontem? Vira tudo numa caixinha cheinho de pozinho. É a cremação. Para de achar que você veio aqui para acumular bens. Você tá careca de saber que você é um espírito reencarnante. Se você acha que a finalidade da vida é se defender da vida, tem alguma coisa que você tá precisando fortalecer na sua alma. Porque quem fica comprando um monte de coisa, acumulando um monte de coisa, com medo da velice, com medo da doença, com medo do Alzheimer, pensa, Deus investiu em você para você se defender do que vai acontecer numa encarnação. É isso mesmo? Então você vai passar sua vida toda se defendendo das desgraças da velice. É isso a finalidade da vida. A gente tem que parar para pensar, estou juntando dinheiro para pagar o cuidador. É isso. Essa é a finalidade da sua vida. Você tá se distraindo do essencial quando você tá fazendo isso. Você tá enrolando. Isso é enrolação. Você ficar muito preocupado com seu corpo, muito preocupado com dinheiro, muito preocupado com isso ou com aquilo, você tá se desvendo do essencial. Para que você reencarnou, né? Basta ver a vida do Jerônimo Mendonça, gente, que dirigiu uma casa espírita deitado numa cama. Então, qual é a finalidade da casa espírita? é nos ajudar a lembrar isso. A casa espírita precisa nos ajudar a lembrar que somos espíritos reencarnantes e viemos cumprir o nosso propósito reencarnatório. Ah, mas você veio para o quê? Para se defender da instabilidade da vida, da impermanência da vida. Será? Então aqui crise da existência é isso. O que é que eu vim fazer mesmo? Então aqui é GPS, mudança de rota. Você tem que alinhar a sua rota com os desígnios divinos. Quando você ajusta o GPS aos desígnios divinos, opa, para onde é que eu tô indo mesmo? Então você é capaz de fazer renúncias para descobrir o essencial e depois fazer o necessário.
desígnios divinos. Quando você ajusta o GPS aos desígnios divinos, opa, para onde é que eu tô indo mesmo? Então você é capaz de fazer renúncias para descobrir o essencial e depois fazer o necessário. Opa, 5 minutos. Eu coloquei que tudo isso é ela, tá? A Dra. Gutron fala assim: "Essa linha aqui é a linha do seu corpo e essa outra linha é a linha do seu espírito. A finalidade é o amadurecimento espiritual. Então, olha que coisa interessante. Corpo e espírito se juntam em dois pontos, na crise dos 20 e na crise dos 40. Olha que coisa interessante, né? Que momentos são esses das duas pontas de crise aqui, quando você tá entendendo quem sou eu e o que é que eu vim fazer aqui, significa que eu levo aproximadamente 20 anos consolidando quem sou eu para eu ter clareza do que é que eu vim fazer aqui. É perfeito isso, até não? Aqui você tá pronto para entender uma coisa incrível. É preciso que suas forças físicas se declinem para que você se interesse pelas coisas espirituais, porque nós temos arrastamento das mais paixões. Por isso que aqui não é hora de você ficar comprando coisa. Para, para de ficar comprando coisa. Agora já é a hora do desapego. Agora é hora de você se desfazer de coisas. Agora já é hora de você distribuir. Solta. Agora é hora de você ter uma vida mais leve, de você se alinhar às finalidades da sua transformação moral. Então, agora que você tá nessa subida da sua transformação moral, para de se preocupar com vitalidade. Pensa na sua vitalidade como condição paraa sua transformação moral, mas não é mais para atender o que você queria aqui. Aqui a gente precisa de muita vitalidade pra gente casar, ter filho, pagar conta, trabalhar de noite, de manhã, de tarde. Eu sempre dou esse exemplo quando vejo meus filhos com as crianças deles. desarma carrinho, bota na mala do carro uma mala desse tamanho com mamadeira, fralda, não sei o qu. Eu falei: "Meu Deus, eu fico cansada só de olhar. Não tem energia para uma coisa dessa." Mas eu quando tinha a idade deles, eu
mala do carro uma mala desse tamanho com mamadeira, fralda, não sei o qu. Eu falei: "Meu Deus, eu fico cansada só de olhar. Não tem energia para uma coisa dessa." Mas eu quando tinha a idade deles, eu fazia tudo isso. Um filho agarrado aqui, segurando mochila aqui, almoçava no meio do intervalo. É isso. A gente precisa de forta física, força física para isso. Por isso que a gente tem que ter filho aqui, ó. Não é à toa que depois dos 40 a gente não tem mais óvulo para ter filho. Não é à toa não. Porque a gente não tem a mesma vitalidade. É natural. Deus fez certinho as coisas. Porque agora o interesse precisa ser outro. E aqui tem uma coisa muito importante. Eu eu que coloquei aqui, ó. Construção do legado. O que que é construção do legado? Cada um de nós precisa deixar uma marca no mundo. Você quando desencarnar, deixou o quê? Para quem fica? Não é um apartamento na no eixão, não. Não é isso. O que é que você deixou de marca moral na sua família? Qual foi a contribuição moral que você deixou para eles? É para isso que você veio. Por que que você vem nessa família e nãoutra? Você vai ser lembrado pelo quê? Que marca que você deixou na sua família? Ação no mundo. Ah, eu vim aqui para amadurecer, para crescer. Tá bom. E os outros, na moringa dos outros não vai água. Qual é a sua ação no mundo, né? Em que que você colabora aqui? Então aqui que você já intribuir com o mundo. OK? Juntos? Acho que acho que eu já coloquei. Ah, tá pronto. Não pensei que ainda faltava mais uma coisa. Então a nossa ideia aqui é que o que que tem a ver a casa espírita com isso mesmo? tudo, porque a casa espírita é o lugar aonde a gente vai conversar sobre isso, entender uma encarnação como um todo, porque sabe o que que acontece com a gente? A gente vive tão intensamente o problema aqui que parece que tudo isso aqui fica esquecido. Mas cada fase da vida você tem que entendê-la como sendo parte desse todo que você tá vivendo. Você é um espírito reencarnante com esse tempo de existir para poder cumprir um propósito
fica esquecido. Mas cada fase da vida você tem que entendê-la como sendo parte desse todo que você tá vivendo. Você é um espírito reencarnante com esse tempo de existir para poder cumprir um propósito reencarnatório com você, com os outros, com o mundo. Deixa todo mundo tirando foto. Olha, quero ler uma frase de Kardec para vocês no livro a Gênesis, no capítulo 18, na parte dos sinais dos tempos. Kardec diz assim: "O espiritismo não cria a renovação social. A maturidade da humanidade é que fará dessa renovação uma necessidade. Então, porque porque se torna necessário a renovação é que a gente busca por ela, pelo seu poder moralizador. O espiritismo tem tendências progressivas, amplitude de visão, generalidade das questões que abrange. O espiritismo é mais apto do que qualquer outra doutrina. a secundar o movimento de regeneração. Por isso é ele contemporâneo deste momento que a gente tá vivendo. Então, a gente precisa do Espiritismo para poder alcançar essa renovação que a gente veio buscar. Nós não nascemos à toa nessa época, nesse século, com essas pessoas, com esses desafios que a gente está vivendo. Mas a pergunta que fica para cada um de nós é: que transformação moral eu vim realizar em mim, ajudar os outros a se transformarem também e o mundo como todo? Para isso, a gente precisa não só estudar o espiritismo em casa, mas praticar o espiritismo junto dos outros na casa espírita, onde quer que a gente esteja. É isso, meus amigos, né? São exatamente 11:30. Eu espero que tenha sido útil para vocês. >> Bom, em nome da Diretoria de Atendimento e Orientação, Adal, que promoveu esse encontro com a Ana Teresa e com o Júlio desde ontem, né? A gente tem muito material de reflexão. Acho que aqui a gente poôde refletir profundamente nosso propósito de vida, para onde queremos caminhar. Acho que todo mundo vai sair daqui um pouquinho transformado, com algumas questões muito importantes pessoais para se questionar a partir de agora. Eh, quero aproveitar para dizer que a Ana Teresa já esteve
ue todo mundo vai sair daqui um pouquinho transformado, com algumas questões muito importantes pessoais para se questionar a partir de agora. Eh, quero aproveitar para dizer que a Ana Teresa já esteve conosco em algumas oportunidades. Uma delas foi num papo espírita que a gente fez durante a pandemia, eh, que eu tenho o prazer de conduzir esse programa. Para quem não o conhece, estou fazendo a propaganda. Vai ao ar no canal da TV Comunhão lá no YouTube. Quintas-feiras, 18:45. Estamos no ar há uns 7 anos. E a Ana Teresa deu entrevista para nós no programa 132, no qual ela falou sobre a importância da vida. Ela também já esteve, parece que na pandemia, fazendo uma palestra online e o Júlio já esteve conosco também num seminário de dependência química. Fora isso, na participação deles aqui na nossa casa, a Ana Teresa está presente no canal Tarifeiros do Bem lá no YouTube. Eh, eu quero dizer que eu sou uma seguidora assídua da Ana Teresa e do Júlio. Ela tá fazendo agora um estudo das obras de Joana de Ângeles as terças-feiras. Eu tenho um grupo de estudos particular, né, algumas amigas, a gente se reúne desde a pandemia, né? Então, 5 anos a gente se reúne online uma vez por semana. Nós já fizemos o trabalho do Conflitos Existenciais e agora a gente tá estudando com ela o livro Plenitude. Mas a Ana Teresa também está com o programa Palavras da Alma na Web Rádio e uma porção de congressos, palestras L e Júlio >> autografa Lib >> e ainda autografa Libra ainda é escritora, né? Então, eh, é um convite para vocês conhecerem um pouco mais do trabalho da Ana Teresa e do Júlio, porque, eh, acredito que ele pode transformar a vida da gente imensamente. Eh, então, aproveitando pra gente concluir esse nosso trabalho, eu vou pedir ao Júlio que faça a nossa prece final. Muito obrigada a vocês, aos internautas que nos assistiram. Obrigada, mant os nossos pensamentos e as nossas emoções alinhadas com todas as reflexões que podemos fazer. sobre o sentido da vida, pelo processo da reencarnação, essa
nternautas que nos assistiram. Obrigada, mant os nossos pensamentos e as nossas emoções alinhadas com todas as reflexões que podemos fazer. sobre o sentido da vida, pelo processo da reencarnação, essa oportunidade bendita que nos foi oferecida para a nossa evolução e contribuirmos com a sociedade. A questão 132 do livro dos espíritos, Allan Kardec pergunta: "Por que que o espírito precisa se utilizar de um corpo? Por que que ele precisa vir paraa terra, encarnar na Terra? Por quê? Ele não pode evoluir só no plano espiritual. A questão 132. E os espíritos respondem que para que ele possa passar pelas suas provas, suas expiações para alcançar a perfeição. Então ele não vem para sofrer, ele vem para evoluir. O sofrimento é o modo como a gente lida com o resultado das nossas digressões do passado, nossas questões todas. E para que possamos fazer a nossa parte no contexto geral. E aí entra o atendimento fraterno. Olha aí, atendendo contexto geral, que tá precisando muito de ajuda do espírita, o condomínio onde você mora, a escola onde estão os filhos, todos nós precisamos de espiritismo, essa luz bendita. Então nós vamos orar agora agradecendo Allan Kardec, codificagem, fé, inteligência nos legou a luz bendita da possibilidade de estarmos mais conscientes enquanto espíritos imortais em evolução no rumo da perfeição. Jesus, amado mestre, querido amigo incondicional de todas as horas, cá estamos nós aqui reunidos, corações amigos, dispostos ao trabalho do bem. Acortamos, Senhor, depois de milênios em que estivemos completamente desalinhados com o propósito da vida, desconhecedores de nós, da espiritualidade, da evolução. Estivemos no fundo do poço, não sabemos bem quando, mas um dia a tua voz entrou, ecuou em nossa alma e a tua mão amiga nos convidou ao monte das bem-aventuranças e no trabalho do bem, Senhor, que hoje desenvolvemos mesmo com o açoite da treva. Escutamos a tua voz nos dizendo: "Bem-aventurados em perseguições por causa do meu nome. Muito obrigado, Senhor.
anças e no trabalho do bem, Senhor, que hoje desenvolvemos mesmo com o açoite da treva. Escutamos a tua voz nos dizendo: "Bem-aventurados em perseguições por causa do meu nome. Muito obrigado, Senhor. É uma bênção, é uma honra podermos estar aqui evoluindo e ajudando na comunhão espírita de Brasília. corações que estão se aperfeiçoando para ajudar tanta gente aflita e sobrecarregada. Que atende o teu chamado do vinde a mim, que busca um alívio e tu bem disseste: "Não é a cura, é o alívio." Procurando a cura de cada um de nós através do aprendizado da vida. Fica conosco, Senhor. É tão bom estar contigo agora e sempre, Senhor. Que assim seja. >> Obrigada pela presença de vocês e até a próxima.
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