T8:E8 • Desperte e seja feliz • Diante da luta

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:01:22 175 visualizações

No oitavo episódio, Gelson Roberto, Marluce Renz e Guadalupe Amaral refletem sobre o capítulo 8 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "Diante da luta". Uma abordagem inspiradora sobre resiliência e superação à luz da psicologia e espiritualidade. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Alô, amigos, bem-vindos. Que Jesus nos abençoe nesse momento especial que aqui estamos para estudar a obra da nossa benfeitora Jana de Ângeles, da sua série psicológica. Hoje em especial trabalhando capítulo oito, diante da luta do livro Desperte e Seja Feliz. conosco aqui a Guadalupe e a Marlúci para nos ocuparmos desse material abençoado que Joana nos oferece. Bem-vindas, gurias. Mais um momento feliz, rico, de encontro com a proposta da benfeitora. >> Olá, pessoal. Eh, é bom, né, tá aqui conversando sobre hoje um assunto que parece assim mais eh ligado eh falando de luta, né? E eu e eu lembro que que às vezes eh dentro da espiritualidade ficaram uma vez nos perguntando: "Mas por luta? Não se falaria então da da realidade espiritual de uma forma mais branda?" Então, acho interessante que a gente tá trazendo aqui justamente diante da luta para que a gente traga a nossa visão do ponto de vista espiritual do que que é luta, né? Eh, então queria começar sim trazendo isso que foi um aprendizado para mim desde a primeira vez que que eu li já há bastante tempo, o quanto a luta ela é vista de uma forma pejorativa pela nossa interpretação, pelas nossas vivências e pelo que ela costuma estar ligada no mundo coletivo. Mas Joana nos deixa bem claro assim, né? Luta é vida e vida é amor. Então agora a gente vai eh ampliar isso e ver as diversas partes do que que é luta boa, luta ruim. Mas eh eu queria deixar aí a pergunta pelo que que a gente luta para que, né, que qual é a nossa qual é o nosso sentido em última análise? Então eh é isso que eu queria começar trazendo. >> Uma excelente pergunta, né, Guadalup? Porque e me, eu gostei muito desse texto, assim, me fez refletir bastante, porque a Joana aqui, eh, ela traz isso que a gente fala muito na doutrina, né? A luta, o desafio, né? a nossa própria encarnação, o nosso próprio eh desenvolvimento, eh nosso processo evolutivo passando, né, por esses desafios que passam pela luta. Mas ela chama atenção que nem todas as lutas são iguais, entre aspas, assim, né? É o que

próprio eh desenvolvimento, eh nosso processo evolutivo passando, né, por esses desafios que passam pela luta. Mas ela chama atenção que nem todas as lutas são iguais, entre aspas, assim, né? É o que eu acho que tem tudo a ver com essa pergunta que tu propõe, né, da Luc assim, como é que a gente entende a luta? que sentido a gente dá pra experiência que a gente tá que a gente tá vivendo, né? Eh, ao mesmo tempo, ela diz: "Olha, a luta é um movimento natural, né? Tem a ver com essa lei do progresso, né, dessa movimentação. Mas para mim, ela me instigou muito a questionar realmente, né, eh, qual é o sentido dessa luta na minha vida, pensando daí em várias situações práticas do nosso dia a dia, né? Quando a gente fala em luta aqui, a gente pensa eh em tudo que nos desafia, né, que para uns pode ser uma lutinha, para outros pode ser uma luta imensa, né, cada um dentro da sua realidade. Então eu acho que ela esclarece bastante isso que faz a gente refletir o sentido dessa experiência que a gente vive. É bem bem interessante mesmo. E a dá uma noção geral, né, nesse pré capítulo, né, nesse texto anterior que anuncia o capítulo, que ela fala que a vida é luta, né? e e e ela desdobra esse conceito de luta como um processo dinâmico da vida que envolve mobilizações, ações ou seja, a própria necessidade de que a realidade como um todo, o universo como um todo, seja material e espiritual, tá em processo, né, provocando novos dispositivos e movimentando assim eh possibilidades novas de compor, de realizar e consequentemente a nível espiritual de gerar realização e crescimento ligado à evolução de cada um de nós. Então, de uma certa maneira, essa luta é inerente, né? Por isso que a Guadalupe a ela inicia, né, a fala dela fazendo essa referência a da luta como vida e como amor, né? Porque o amor também é movimento, é interação, é cooperação e e o amor pulsa com um processo de pertencimento e integração mobilizador também do que é de mais positivo, né, na na promoção, né, de desse

orque o amor também é movimento, é interação, é cooperação e e o amor pulsa com um processo de pertencimento e integração mobilizador também do que é de mais positivo, né, na na promoção, né, de desse processo de crescimento. Então, me parece que a Joana tá colocando aqui já parte desse pressuposto. É impossível não lutar, né? Ou seja, se tu tá vivo, encarnado, desencarnado, existe vida, existe movimento e existe luta. Então, a luta aqui é um processo de movimento e de renovação. Me parece que é isso que ela tá trazendo. Não sei como é que ficou para vocês essa impressão. Eh, eu entendo que sim e também se aproxima muito de algo que a Joana trabalha e também, que é a questão do conflito e da ampliação da consciência. Então, muitas dessas lutas elas vão, muitas, não todas, oportunizar que a gente a partir então eh desse movimento a gente consiga optar, escolher e criar a consciência ou não, né, como uma possibilidade, não uma garantia de ir ampliando a consciência, de ir justamente se lapidando, trabalhando enquanto ser espiritual. E a partir disso, acho que tem uma questão que talvez nos pegue algum de nós, alguns de nós muito, que é pelo que que a gente luta. E claro que é isso que ela vai trazendo no texto, mas o quanto, né, eu queria colocar um pouco assim também pra gente conversar, o quanto algumas buras nos levam à exaustão de uma forma totalmente desnecessária, partindo daquele princípio de que a gente vai colocando a nossa energia em luros da vida que não tem sentido existencial maior em movimentos muito ligados a às vezes as paixões primitivas, a materialidade, enfim, que exaurem o ser espiritual sem trazer nenhum ganho, né? Então, o cuidado que a gente tem que ter para perceber para onde que nós estamos movimentando a nossa energia, onde que nós estamos eh a que Deus estamos servindo, né? Eh, porque realmente a gente pode passar uma encarnação com várias lutas e tirar muito pouco proveito pelo equívoco de se deixar eh dominar por um ego que não percebe uma realidade maior.

ervindo, né? Eh, porque realmente a gente pode passar uma encarnação com várias lutas e tirar muito pouco proveito pelo equívoco de se deixar eh dominar por um ego que não percebe uma realidade maior. Então, isso acho que é um ponto importante também da gente trazer, né, eh, sobre a boa luta, a má luta e e algo nesse sentido. Não sei como é que vocês veem isso. Eu entendi aqui quando ela começa dizendo que a luta é um desafio abençoado que a lei do progresso impõe, eh, e vem essa imagem desse movimento, né, desse esforço pra gente sair, né, dessa natureza ou desse, ,, né, os psicos desse inconsciente, né, e nos tornarmos mais conscientes, né, só que ela diz: "Olha, eh, mas vamos olhar para esse movimento". E e aí eu fiquei pensando, a gente passou há pouco, né, pela pelas Olimpíadas e me veio essa metáfora assim, né, dos da das lutas, né, olímpicas, assim, desses esportes, né, onde os atletas se preparam, eh, desenvolvem técnicas, eles têm um objetivo, eles lutam pela autossuperação. E aí isso é coroado, né, naquele momento lá onde é possível então mostrar todo o resultado dessa luta até chegar aquilo ali, né? Então eh mostrando, evidenciando que quando a gente vai para esse tipo de luta, vamos dizer assim, usando essa metáfora, potenciais nossos vão sendo despertados, né? Então a gente tem aquela sensação da autossuperação de conseguir fazer coisas que antes a gente não conseguia. né, que é são essas, eh, é nesse sentido que eu acho que ela começa a descrever as lutas ali um pouquinho mais abaixo, quando ela traz, né, eh que isso vai gerando então aquisição de valores, a gente vai desenvolvendo potencialidades, sentimentos. Então, nesse sentido, tem uma um propósito, né? A gente vê esses esse eh tem um sentido de tá nesse movimento. Por outro lado, eu me lembrei que a gente diz, né, da murro em ponta de faca, né? Então, essa imagem também que a gente fica lutando às vezes por coisas como ela traz aqui, né? luta pelo valores transitórios que perdem o seu significado. Então, a gente empenha uma

onta de faca, né? Então, essa imagem também que a gente fica lutando às vezes por coisas como ela traz aqui, né? luta pelo valores transitórios que perdem o seu significado. Então, a gente empenha uma energia muito grande, eh, porque não tem um sentido realmente profundo daquilo ali. Então, daí é uma luta que cansa, né? É uma luta que eh nos eh drena energia, né? E e gera frustração, né? Então, eu achei muito interessante ela enumerar lutas onde a gente tem que prestar atenção ali, né? que é muito comum no momento que a gente tá aqui no planeta e as lutas então que nos levam a um despertar de consciência maior, né? É interessante quando ela cita a lei do progresso, né, como um elemento que impõe, né, que eh a impõe para nós, né, a luta como um mecanismo necessário, né, justamente para promover esse esse processo de transformação, mas pegar todas as leis morais naturais, né, que as 10 leis que que que que Kardec que ela descreve a partir da orientação espiritual. Deixa eu ver que a lei de destruição também tem luta, que a lei de trabalho também tem luta, né? E assim, todas as leis naturais, de uma certa maneira, não tão separado disso que a que a benfeitura coloca, eh, que é próprio dessa tensão, né, desse jogo da vida que tensiona e que mobiliza, que provoca e e que, eh, nos faz ter que reagir, né, ou se movimentar ou ou se ou se posicionar. E aí, e aí tem esse tido de obra em várias possibilidades dessa luta acontecer. E e lendo daí que que essas lutas têm então eh direções diferentes, são sustentadas também por motivações diferentes, a gente vai ver que não basta lutar, né, que a a luta ela existe, né, mas pode ser uma luta neurótica, uma luta em glória, uma luta que gera prejuízo. né? O que é uma armadilha para nós. Então, eh, eu vejo assim três elementos que que tão em jogo nessa dinâmica a partir da leitura que que eu faço aqui do capítulo oito, né? Primeiro que eh que a luta tem uma provocação, é provocado, né? Eh, a vida te provoca, essa provocação pode ser

ão em jogo nessa dinâmica a partir da leitura que que eu faço aqui do capítulo oito, né? Primeiro que eh que a luta tem uma provocação, é provocado, né? Eh, a vida te provoca, essa provocação pode ser externa. né, como uma imposição natural da vida, né? Eu tenho que a própria luta de sobrevivência, né? Tenho que sustentar meus filhos, eu tenho que me sobreviver, isso me faz lutar, né? Então, a vida impõe naturalmente certas movimentações. Eu sou atravessado então por provocações da vida que eu não posso ficar indiferente. Então isso também faz parte da luta. Então tem uma provocação da vida e tem também as motivações internas, as provocações que vê de dentro ligadas aos meus anseios, aos meus desejos. que são eh combustível, que me faz também ser provocado a fazer movimentos, a lutar frente a alguma coisa. Então, tem eh eh eh e aí tem um outro elemento que tanto essa provocação de fora como os desejos internos, que também servem de mobilização, eh existe eh isso que é o nível de consciência, ou seja, os valores espirituais que sustentam, né, a tua posição, né? Então, a luta para mim eh passa também por uma atitude, né? É, é é uma atitude de consciência, não só a mobilização em si, né, mas o que assenta de uma certa forma a minha base de sustentação interna que chama esse que eu me situo e que faz eu ter uma perspectiva a olhar essa luta de um certo ângulo e ter uma certa compreensão e ter um valor que faz com que eu queira lutar. que que que alimenta a minha alma e que me dá então um um norte, né, uma diretriz para que eu possa em frente e fazer valer algum movimento e embate em direção a ao processo da vida, né? Eu fico pensar o pensamento do Gelson, eu fico pensando já se é isso. Porque eu li várias vezes ali antes de começar o texto naquele textinho, né, o que ele inicia, quando a Joana diz assim, ó: "A medida que despertes para a autoiluminação, procura identificar identificar-te com o fluxo divino das ideias ação, lutando contra as tendências inferiores e transformando-as em aspirações

assim, ó: "A medida que despertes para a autoiluminação, procura identificar identificar-te com o fluxo divino das ideias ação, lutando contra as tendências inferiores e transformando-as em aspirações libertadoras." Eh, agora tu estavas falando nível de consciência e eu li isso aqui várias vezes fiquei pensando. Ah, então à medida que a gente vai se autoiluminando, vai se conectando com o divino, nós vamos aspirando então, né, ideias, metas mais elevadas e com isso a nossa luta também vai ficando diferente, né? Não sei se é nesse sentido ali que tu que tu estavas colocando. Eu fiz um link para essa frase aqui da Luana. >> Uhum. Com certeza. Acho que muito sentido e essa colocação que tu leste da minha feitora, né? >> E pensando nessa relação que nós temos lá no no Plenitude também da dor e do sofrimento, a dor necessária e o sofrimento aí depende de como a gente vai encarando também, né? eh essa dor e e a luta acaba que que também vem eh se pode fazer esse paralelo, porque a luta ela é uma oportunidade e e Joana traz aqui, luta é bênção. Sem ela a vida periclita e degenera. Então é uma oportunidade, né? Não é uma uma maldição, uma punição. Então como é que a gente recebe essa luta da vida, n? Então, também nesse paralelo de dor e sofrimento, porque ela vem como bênção. E eu agora tava tentando, não lembro em que livro que que ela traz, se é nesse ou em outro, mas que ela fala, né, justamente que luta é vida e vida é amor. E a as lutas da vida só se chegam para nós e a gente percebe como luta para que a gente aprenda a desenvolver o amor pela nossa dificuldade de de desenvolver de outra forma, precisando desses contrastes, né, que a gente chama de luta e e e acho que também é muito a gente volta, né, Marl? Achei interessante a analogia que tu fizeste com a questão das Olimpíadas, desse corpo físico que se treina e até que, né, tem um objetivo, enfim, se frustra, né, tem todo até que culmina ali em conseguir realmente cumprir com aquilo que gostaria. e o nosso corpo mental, o

, desse corpo físico que se treina e até que, né, tem um objetivo, enfim, se frustra, né, tem todo até que culmina ali em conseguir realmente cumprir com aquilo que gostaria. e o nosso corpo mental, o nosso corpo, né, espiritual usando, eh, que também, né, a gente não pode também tem uma uma um exercício ali, tem uma luta, tem toda uma questão de de se colocar aos poucos nesse ambiente para daí então conseguir realmente de forma plena eh se identificar com o fluxo divino das ideias ação, né? Então essa esse eh usando processo, esse paralelo que é um caminho, né? As lutas também são caminho e como o Gelson trouxe, se a gente não tem essa postura, né, eh, firme no sentido de firmeza espiritual, eh, vai se esvanecendo a oportunidade e aí a luta vai virando um peso, né? E ela não precisa ser um peso. >> Eh, eu eu vejo que que é importante a gente buscar compreender os mecanismos de construção que estão em jogo nesse processo da luta. eh ouvindo vocês comentando, né, refletindo e e e me remetendo assim às palavras aqui da benfeitora, a gente vê que que são níveis de luta que que que vão acontecendo, né? uma luta que é da própria dinâmica, né, enquanto embate, enquanto eh eh esse movimento justamente de tensão natural, né, que que é o viver. Eh, mas eh nesse nesse exercício da luta, eh algo acontece também que que é que é parte da luta, que é a conquista de novos territórios, né? Assim como a gente vai desbravando novos territórios. A luta, eu eh também faz é uma conquista de espaços novos, né, de então eh mesmo que do ponto de vista eh dos frutos eh materiais da realização das expectativas e ela não ela seja frustrada, por exemplo, né? tá lá no no Humberto de Campos, que ele convidou um espírito eh a a a a vir no compromisso com o Brasil de expandir o território brasileiro e a fantasia que ele tinha, porque ele não era um espírito assim de muito esclarecimento, mas ele tinha algumas qualidades, né, que que faziam que ele pudesse exercer aquela tarefa que que eles tão um grande bandeirante

e tinha, porque ele não era um espírito assim de muito esclarecimento, mas ele tinha algumas qualidades, né, que que faziam que ele pudesse exercer aquela tarefa que que eles tão um grande bandeirante e desbravou as terras brasileiras, ampliando o território brasileiro, né, na conquista então da de uma expansão daquilo que deveria ser então o Brasil promovido pelo projeto espiritual, né, eh, orientado por pelo Cristo. E a fantasia dele é que sustentou toda a vida dele foi ir atrás de uma grande esmeralda. Olha só, né? A luta dele frustrada de, né, de frustração, de empenho, de dor, de miséria, era sentada pela busca de algo muito precioso que é esmeralda, né? Mas na verdade, nesse movimento de busca pela Esmeralda, ele foi conquistando possibilidades novas para o Brasil, né, e para ele, né, ou seja, né, essa luta não foi em vão, ele foi frustrado. Olha, foi todo um processo interno dele de amadurecimento, de de quebra de ilusão, de decepção, de frustração, que deve ser um processo muito profundo que ele viveu ali e que do ponto de vista do ego parece ter sido uma grande derrota, mas a nível espiritual foi de amadurecimento e a nível de projeto espiritual para além do processo individual dele, foi uma conquista que ele realizou enquanto tarefa que ele cumpriu. Então, é como esse jogo, né, de elementos é intricado, né? Então, às vezes a gente pode estar bem intencionado do ponto de vista egórico, mas preso a desejos do neurótico, justificados. Então, a a gente tem que ver que é que essa luta ela é um arranjo de forças. Então, não é só luta enquanto o meu movimento no mundo, né? É uma luta que eu travo dentro de mim por fatores à vezes desconhecidos na minha alma, né? E e e e muitas vezes, né, a pessoa tá, por exemplo, um dirigente da casa espírita, né? Tô lutando pelo espiritismo, eu quero difundir a doutrina, mas na verdade talvez o que tá em jogo seja uma questão de poder, de vaidade, de orgulho, né, que tá movendo ele. Então, eh, por isso que essas questões que Jú coloca aqui,

quero difundir a doutrina, mas na verdade talvez o que tá em jogo seja uma questão de poder, de vaidade, de orgulho, né, que tá movendo ele. Então, eh, por isso que essas questões que Jú coloca aqui, né, eh, que que há vários tipos de luta e que e e que, eh, o que, o que, o que sustenta, o que move e para onde põe a tua energia, a gente tem que ter muito cuidado, né, realmente eh uma eh uma percepção criteriosa, cuidadosa, porque Há jogos que que a gente faz, né, que é uma luta como uma ação neurótica, né, que que em vez de libertar, em vez de engrandecer, nos aprisiona, mesmo que aparentemente nosso discurso seja bom. Isso, Gelson, reforçando, né? Acho tão importante porque a nossa tendência em geral é é usar de um raciocínio lógico e linear a respeito das questões da vida a partir do que a gente sabe do ponto de vista de de eh intelecto e até esquecendo as nossas experiências muitas vezes. E aí a gente acha que é é tudo assim, causa efeito a partir dos nossos olhos de ego. Então acho importante esse processamente porque é tão complexa a realidade espiritual de cada um, é que a gente não pode eh nem julgar e nem fazer esse tipo de eh de relação, né? Não que não se use disso. E e aí vai muito essa questão de de se entregar do ponto de vista espiritual, usando de uma terra sucinada. Mas como a gente diz de escutar o coração, porque muitas vezes a gente quer fazer algo que é aquilo que é esperado e o coração leva para outro lugar. Então, se é se se tu estás de boa vontade, se tá ali conectado, tenta mesmo que erre, mesmo que saia um pouco daquele caminho que acham que é o melhor para ti, porque como Gelson falou, às vezes o caminho é outro, né? E isso a gente não tem como saber, né? Não, não tô assim, não tem, é simplesmente não existe regra, mas essa percepção das nuances da vida, acho tão importante, ainda mais no meio religioso em todos, né? Mas no meio religioso, para que a gente saia da forma e realmente a gente faça o que a Joana, né, disse. Viva o espiritismo onde nós

da, acho tão importante, ainda mais no meio religioso em todos, né? Mas no meio religioso, para que a gente saia da forma e realmente a gente faça o que a Joana, né, disse. Viva o espiritismo onde nós estivermos, no nosso coração. Aí a nossa chance de nos colocar de uma forma eh mais eh proveitosa do ponto de vista da criação, talvez aumente um pouco, né? Mas é bem interessante isso, sim, a gente pontuar isso, >> não? E e fiquei pensando, né, quantas lutas internas, né, gente, que a gente tem. E aqui quando ela diz assim, né, eh, luta pelos gozos efêmeros, né, eu fico pensando, às vezes tem uma vida inteira lutando para conquistar coisas, para ter estabilidade financeira, para que faz parte da vida da gente. A gente tem essa vida material e precisa, né? Mas às vezes a gente bota um esforço tão grande nessas lutas de fora que não consegue enfrentar as lutas que estão dentro de nós, né? É como a gente escuta às vezes no consultório, nossa, eu tenho que lutar para me conter, eu tenho que lutar para não reagir de uma forma violenta, eu tenho que lutar para não querer controlar a vida da outra pessoa, né? Então aqui a luta num primeiro momento pode vir aquela coisa mais literal, que é uma coisa que tá fora, mas na realidade e eu acho que bem bem colocado mesmo, já bem didático isso, essa tensão de forças que vai mobilizar coisas em nós, né? E que muitas vezes as lutas mais difíceis vão estar no nosso íntimo e não vão estar eh algo que vai aparecer ali externamente, né? E e tem lutas muito difíceis, muito complicadas, né? A nossa própria, agora fiquei fiquei me lembrando de de algumas passagens ali dos mensageiros, né? Eh, não, quantos quantos acordos, quantos propósitos que a gente faz antes de reencarnar e quando reencarna aqui, né, não consegue ter essa eh essa lucidez, essa consciência, né, e não tem energia para lutar e dizer: "Não, eu vou eu vou manter esse propósito mais difícil que seja, né?" Quer dizer, num quando desencarnado parecia ser factível essa luta, né, que

consciência, né, e não tem energia para lutar e dizer: "Não, eu vou eu vou manter esse propósito mais difícil que seja, né?" Quer dizer, num quando desencarnado parecia ser factível essa luta, né, que se estabeleceria aqui. Quando a gente chega aqui, as coisas ficam mais complicadas mesmo, né? Então, realmente, a luta faz parte desse eh movimento da vida, mas quando a gente enfrenta isso e e consegue ver, né, algo que se transformou, que se realizou, também dá uma sensação muito boa. E daí, voltando à Olimpíadas, eu me lembro da ginasta brasileira que foi reverenciada pelas duas outras, né, quando ela chegou no pódium, né? Houve um reconhecimento ali, poxa vida, tem algo aqui bonito, né? E aqui eu penso nesse reconhecimento, não só com reconhecimento do ego, né, do mundo, mas assim, eu imagino a satisfação da pessoa de dizer: "Puxa, só eu sei o quanto me custou chegar aqui, né?" E assim são as nossas lutas também, né? Então, acho que tem as lutas mais difíceis talvez sejam esses embates internos nossos, né? >> É. E e aí acho que tem um um uma questão bem importante, porque realmente então a só pra gente poder eh revisitar, né, esse percurso da da benfeitora, né, tem essa luta como embate, como confronto, como provocação, como impulso motivado para ação, né, nesse movimento da vida. essa ação que rompe resistência, essa ação que é movida por algum um desejo, e esse processo da própria vida que nos provoca, gerando tensão, né, e a luta interna que tem envolve também a superação de nós mesmos, conflitos e esse processo todo de de confronto conosco mesmo. E aí ela tem uma questão que no mais pro final aqui do capítulo, antes dela entrarse na última parte, né? Ela começa eh propor, então, né, que a que a nossa luta seja uma luta consciente, né? Consciente a partir de um dever, né? Já, já que ainda não é uma conquista, não é uma virtude, então que seja um dever, porque o dever é anterior a virtude. O dever é, eu não tenho aquela virtude, mas eu tenho consciência que isso é

, né? Já, já que ainda não é uma conquista, não é uma virtude, então que seja um dever, porque o dever é anterior a virtude. O dever é, eu não tenho aquela virtude, mas eu tenho consciência que isso é importante. Então, eu tenho o dever de fazer esse movimento porque eu já sei que isso é bom, né, para mim. Então ela começa a propor a isso, né, de tu poder começar a lutar a partir desse compromisso, desse dever na direção de Deus e do crescimento próprio, né? E aí, eh, eh, e esse, esse movimento todo de luta, né, é um, é realmente é uma luta contra você mesmo. Ela toca no centro da questão da do que seja a luta e começa a trazer a luta então como um processo que acontece fora e dentro, mas independente de dentro e fora sempre reflete acima de tudo um trabalho comigo mesmo, né? E aí mesmo que a luta seja uma luta cármica, né? tem que dar conta de parentes difíceis ou de uma dor que a vida impõe. Mas tudo isso é são ressonâncias e reflexo justamente de um processo que tá dentro de mim, tem que ser elaborado, superado, integrado, resolvido e assim por diante. E aí ela fala da importância de como lutar, né? De e ela começa fala de ameliar, né? moeda de paz e de uma certa forma nem indo além dos teus limites, ou seja, olha, tu não adianta tu querer ser mais do que tu é, porque tu só vai fazer um esforço exagerado e que não vai dar, não vai, não, não vai ter resposta positiva. Então, luta verdadeiramente, né, mas dentro das condições reais da tua realidade, né? Nem diferença, nem confronto perturbador, diz a benfeitora, né? nem se acomode, seja indiferente, nem fique numa coisa de culpa, de autorreprovação, de autoexigência, que possa ser também neurótica e e que impõe um movimento para além das tuas forças que se tornem produtivo. E aí ela vai focar justamente de de tu lutar em paz, com em paz e alegremente, né? Ela dá um segundo até. E aí eu fiquei pensando, o que que é então chegar nesse lugar de eu não ser de eu não se ser indiferente, mas eu não se criar uma fantasia eh

paz, com em paz e alegremente, né? Ela dá um segundo até. E aí eu fiquei pensando, o que que é então chegar nesse lugar de eu não ser de eu não se ser indiferente, mas eu não se criar uma fantasia eh exagerada de mim mesmo e e ter uma luta de paz. E aí é o que me vem, né, lendo que que a benfeitura traz, é que a gente consegue isso quando a gente não coloca mais o ego. Então, então tu luta, mas quando tu tira o ego de cena, não é o meu desejo, não é a minha ansiedade, não é a minha expectativa de agradar o mundo ou de me me querer num lugar que eu não sou, quando o ego apazigua, né? Não, eu tô aqui para viver a vida por inteiro. Eu tô aqui para fazer no o meu compromisso, meu trabalho. Mas não cabe a mim dizer quando é que essa luta vai acabar. Não cabe a mim dizer que que eu quero lutar por isso, por aquilo, ou seja, né, eu tô aqui aberto a experimentar a vida, tirar da vida o melhor e fazer de si melhor um processo de autodescobrimento, que é o que ela coloca lá anteriormente, né, eh, que que é a luta pelo autodescobrimento. Então, de uma certa forma, eu vejo essa luta como um processo gerador de vida em mim também, né? Não só a vida que se movimenta, né? Já que luta é vida, mas a luta, a vida que é gerada em mim enquanto recurso e consciência, que aos pouquinhos eu vou despertando, né? e poder estar em paz então comigo e com a vida, fazendo o que eu posso e tirando o meu proveito. E aí quando eu não eu não ponho expectativa e não sou aprisionado por anseios egoístas, eu me liberto desse jogo neurótico, dessa luta eh exagerada de um lado, infrutífera do outro ou indiferente ou amedrontada e consigo realmente ter essa alegria, esse entusiasmo renovador que a que a benfeitura propõe aqui de ser o Filme, pô, ela ela diz assim: "Luta, pois, com entusiasma, né? Renovando tuas energias. Puxa, mas como como fazer isso, né? Né? Eh, sem se exaurir, como fazer isso? Que a nossa luta seja adequada dentro de uma de uma dimensão, né, própria e favorável à minha realidade? Isso me lembra muito da de aceitar

omo fazer isso, né? Né? Eh, sem se exaurir, como fazer isso? Que a nossa luta seja adequada dentro de uma de uma dimensão, né, própria e favorável à minha realidade? Isso me lembra muito da de aceitar o que o dia traz, né? as a gente tem as lutas internas e e que fazem parte do, né, do nosso ah de toda a nossa questão reencarnatória, mas a cada dia vão aparecendo a partir dessas questões pequenas pequenos atos. E como é que a gente vai agindo? Então eu lembro em em programas passados já que a gente falou sobre a lamentação, né? Então aparece aquela situação, eu me lamento, eu me coloco como vítima, eu reajo ao invés de agir ou eu, como vocês estão trazendo, né, luto alegremente em paz. Bom, isso que a vida me apresenta hoje, que que eu vou fazer? Como é que eu vou me posicionar? E a partir daí esse movimento de um ego descentralizado, acho que vai se dando na prática, porque daí tu vai sem revolta vendo como é que vai lidar com com as questões que a vida traz. E e aí esse comportamento vai solidificando com alegria e como é que ela falou e e de forma pacífica, né? Acho que um pouco eh na prática isso me parece acontecer. E uma outra questão que eu gostaria assim de lembrar, pontuar para quem tá nos ouvindo, é essa questão que a nossa mudança interna, nossas maioras maiores lutas são internas, sim, o autodescobrimento, ele é uma busca interior, né, como já diz ali o livro, mas que as mudanças de comportamento também tem muita validade. Então, até no no nos exemplos que vocês estavam trazendo, eh, muitas vezes é o que se consegue no início. Então, conseguir não verbalizar algo que não vai eh não vai trazer nada de bom para ninguém, é um avanço nessa luta, né? se antes eu precisava, né, falar e assim por diante, de dentro para fora, essas duas questões vão se transformando. Então, eh, acho que vocês, não sei como é que vocês veem isso, quer dizer, até sei, mas, né, assim, ampliando um pouco. Tudo é importante, né, nessa luta que é vida, todo movimento é importante. E que

Então, eh, acho que vocês, não sei como é que vocês veem isso, quer dizer, até sei, mas, né, assim, ampliando um pouco. Tudo é importante, né, nessa luta que é vida, todo movimento é importante. E que a gente não se iluda que não, eu não posso me mascarar porque por dentro ainda não mudei. Não é uma questão da gente usar máscaras, é uma questão de tu entender como é que funciona a dinâmica da vida, o movimento e a tuas limitações e aceitar alegremente o que te chega com paz, mas mudar aquilo que tu consegue, né? Às vezes a gente quer um estado de arte e aí não muda nada, né? Então acho que isso também é é interessante assim na na prática dessa dessa nossa luta de arte. Eu acho que ela traz aqui, né, juntando o que vocês estão falando, ela fala no início do texto ali sobre a medida que a gente vai despertando paraa autoiluminação. E aqui ela fala de esforço iluminativo, né? E aí faz muito sentido isso que vocês estão dizendo, né? Eu pensei na nessa questão, né, do que que é o esforço de autoiluminação, esse esforço iluminativo, né? a gente trazer luz para outros aspectos da nossa existência que nos colocam mais em sintonia, né, com o nosso com a nossa dimensão eh espiritual, né, enquanto seres espirituais. Então, muda o foco realmente, né, do ego para pro si mesmo, né, para essa nossa realidade. E eu sabe que me tocou muito ela dizer isso, ó, não faças da tua luta o instrumento de flagício. Eu fui procurar no dicionário, instrumento de flagício contra ti, nem te utilizes dele contra ninguém. não faça da tua luta um instrumento de tortura, de aflição contra ti. E aí eu fico pensando quantas vezes a gente se vangloria, né, de dizer: "Nossa, eu tô passando por essa dificuldade, se vangloria entre aspas, né? Mas, eh, reforçando muito isso, né? né? E e também enredando outro nas minhas dificuldades e não tá percebendo que isso tá realmente serviço do ego ali mesmo daí, né? Da e e aí se fica uma um gasto energético muito grande sem eh despertar um por uma consciência um pouco maior.

dificuldades e não tá percebendo que isso tá realmente serviço do ego ali mesmo daí, né? Da e e aí se fica uma um gasto energético muito grande sem eh despertar um por uma consciência um pouco maior. Eu acho que aí tem um X da questão também, Geos que tava dizendo, né? Por isso que daí não é possível a gente trazer nem a alegria, nem a leveza, nem a tranquilidade, né? Porque realmente a gente fica muito enredado ali, às vezes de uma forma inconsciente, né? Achando que tá na luta real mesmo, porque tá sofrendo, né? Porque tá, mas na realidade, em termos de consciência talvez um pouco esteja sendo mudado, né? Eh, eu acho que tudo isso envolve aceitação. Para chegar nessa paz que a benfeitura coloca essa alegria, tu tem que realmente ter uma consciência de todo o contexto que envolve a tua vida e aceitar aceitar que a minha realidade é assim enquanto questões que que a vida me apresenta, né? Eu tenho um corpo, eu tenho uma realidade familiar, eu tenho uma estrutura social da qual eu vim, eu tenho eh embates e e estímulos que no dejo do caminhar vão se apresentando e eu tenho a mim mesmo, né, que é eu é o instrumento para dar conta de tudo isso. que tem que aceitar também tanto as minhas possibilidades reais como meus limites. Então, na medida que eu que eu aceito e e esse aceitação não é só o reconhecimento de cada realidade, mas é de uma certa forma também uma consciência de que tudo é justo e perfeito porque vem de Deus, né? E e e ele é amor, então Deus não tá errado, né? Então, se as coisas se apresentam a dessa maneira ou é porque eu peguei esse caminho e e por por ignorância, por equívoco, e eu não adianta culpar a vida, nem as pessoas em Deus, ou porque foi me colocado por uma razão interessante, benéfica, favorável para mim, mesmo que a minha consciência egóica limitada não consiga compreender. Então, eh, essa aceitação para mim é importante, que parte de uma confiança eh de vínculo com a divindade, né? Uma confiança que realmente eu acredito que Deus me ama,

imitada não consiga compreender. Então, eh, essa aceitação para mim é importante, que parte de uma confiança eh de vínculo com a divindade, né? Uma confiança que realmente eu acredito que Deus me ama, né? e e que sou que a vida e eu sou fruto desse amor. Então, não tem razão de eu ficar me debatendo ou meindo ou me me opondo, né, a realidade de uma forma neurótica, exagerada ou inconsequente. E aí eu consigo ajustar, né, ter um caminho autorregulador, né, de tá ali, né, e vivendo e e tentando assimilar, né, que que a vida tá tá me oferecendo naquilo que a Juna vai colocar ali de de reconhecer que a que a nossa existência é uma oportunidade de luta e de serviço. Oportunidade, né? Então, lutar é realmente é é uma bênção, né? é é algo que te é ofertado enquanto oportunidade para que coisas em ti sejam experimentadas, para que coisas em ti sejam eh descobertas e e e assim tu cumpre também um papel, né, no drama da criação ou nas relações que tu tem enquanto compromisso do passado que tá ali para da qual tu tem um um lugar nesse drama, né? tu tem um compromisso e uma responsabilidade naquele drama da qual tu não pode fugir. Então, eu acho que que eh essa luta fica tão mais interessante quanto eh é é ter alguma motivação, né? É, e essa e essa motivação para mim não é o prêmio. Ah, vou ganhar um troféu. Se se ganhar o campeonato de futebol, vou ganhar um troféu. Não, eu já tô ganhando jogando. Jogar já é uma grande alegria, é uma diversão, é um, né? Eh, o troféu é um um apêndice, né, dessa história toda, mas se eu jogar bem e viver bem, isso já é realizador por si mesmo. E aí o jogo sono interessante e a motivação tem que ser acima de tudo, não só o troféu lá, porque se eu não ganhar o troféu da equipe, como é que fica, né? Mas poder e entrar no jogo já, né? com sangue, sor e lágrima, assim, motivado, né, embuído, né, dessa dessa dança, desse desse participar e e aí reconhecer que que sim, eh, viver uma grande e bela oportunidade que nós temos >> e de certa maneira vivenciar na prática

m, motivado, né, embuído, né, dessa dessa dança, desse desse participar e e aí reconhecer que que sim, eh, viver uma grande e bela oportunidade que nós temos >> e de certa maneira vivenciar na prática a questão do padrão vibratório. e começa a ser emitido quando com alegria e com paz vai se conseguindo enfrentar enfrentar essas lutas, né? E porque isso também acho que sempre é bom a gente lembrar o quanto já nos explicaram, já desenharam para nós que de acordo com o que a gente pensa é a energia que nós emitimos e são as forças que nós atraímos de certa maneira nós colocamos a nossa energia no universo, na obra da criação e ao mesmo tempo também atraímos, atraímos e somos atraídos. Então, nesse jogo, nesse movimento de luta e de vida, no momento que se consegue viver o que a mentora está nos trazendo aqui, eh, outros movimentos vão se dando de uma forma natural, né, a partir da nossa percepção, mais por um olho não tão egóico e mais conectado, mas essa lembrança de que quanto mais, bom, a gente não consegue o tempo inteiro, né, porque nós temos nossos momentos eh, de maior fragilidade. Temos também que muito que que entender isso, né, para Mas quanto mais a gente conseguir então eh vivenciar esse estado de paz, de alegria, entendendo o que tá acontecendo, mais nós vamos ser eh ajudados, mais nós vamos dançar essa música e menos ser arrastados, né? Eh, então de de uma forma simbólica trazendo. Então isso também é importante porque a gente pode pedir ajuda, pode, pode, deve, quando precisa, deve orar, deve, mas a gente precisa entender que tem questões que que devem partir de nós, né? E essa essa vontade eh precisa existir de pensar diferente, de se tu cair, levanta e e questões assim. Tá? Então, acho que isso é importante também porque eh eh Deus não tá errando, né? e tá acreditando em nós, como o Gelson disse, nos amando. Então, que a gente acredite que pode e que a gente aprenda se amar também e a e a entender que a gente tem essa força. E ter essa força passa por muitas vezes

em nós, como o Gelson disse, nos amando. Então, que a gente acredite que pode e que a gente aprenda se amar também e a e a entender que a gente tem essa força. E ter essa força passa por muitas vezes entender que não tem força, né, no sentido de de ser humilde e e reconhecer o tamanho do passo, às vezes, né, pedir ajuda e assim por diante. Então é uma complexidade, mas ao mesmo tempo, né, é é simples quando a gente percebe que já tá envolto e e é o próprio amor, né? Eh, divino. >> E achei bonito ela dizer, né? Luta, pois, com entusiasmo, renovando as tuas energias antes que as exaurindo, né? Então, eu fiquei pensando nessa luta que renova a energia, né? É interessante essa imagem, né? Porque aí me vem aquilo, né, gente, dessa satisfação da gente ter tentado, mesmo que a gente não às vezes não consiga, né, o que a gente imaginou, da gente não ter fugido da luta, da gente ter encarado aquilo, né, eh, aceitado todos os desafios e ter tido a coragem, né, de de enfrentar aquilo, mesmo que o resultado ainda não é exatamente aquilo que eu quero, mas eu acho que só esse sentido sentido assim de dizer: "Puxa vida, ainda bem que eu não me acovardei, que não me escondi embaixo da cama e fui lá, né, e me desafiei, né, e esse desafio às vezes é muito mais interno que externo, né? Então eu acho que essa esse tipo de luta eu fiquei pensando renova as energias porque dá aquela sensação, né, de satisfação assim, de dizer: "Nossa, eu não sabia que eu era capaz disso". E aí quando as coisas vão acontecendo, a gente vai vendo que realmente nesse movimento de coragem, de confiança, de sentir esse vínculo com Deus, né, onde a gente é um instrumento ali, mas tem algo muito maior que a gente não entende, potencialidades nossas vão aparecendo que vão nos renovando as nossas energias e nos habilitando a ir para um outro patamar da luta, né? Por isso que à medida que a gente vai enfrentando as coisas, as coisas vão se tornando mais complexas e não ao contrário, como a gente gostaria. Ah, então tá, então

para um outro patamar da luta, né? Por isso que à medida que a gente vai enfrentando as coisas, as coisas vão se tornando mais complexas e não ao contrário, como a gente gostaria. Ah, então tá, então agora já venci esse round, agora então é só descansar. Não, toma tua água que vai vir o outro, né? Então acho bonito esse movimento aqui da luta que renova energia. >> Eh, de uma maneira, né? Me parece que a luta, como ela é parte dessa equação fundamental do viver, né? A vida se faz na luta, né? Essa luta gera realmente calor, né? Porque vida é isso, né? É calor, é luz, é geração, né? O calor desenvolve, né? Choca, né? A semente, os ovos. Então, me parece que essa luta é um convite realmente paraa vida, né, para se desabrochar da vida, mas, né, eh, então, eh, se se a luta é uma provocação da vida, não é, eh, ao mesmo tempo, eh, ela reflete, né, já que já que ela provoca, ela ela exige exige um posicionamento. E aí que a partir disso então eh entra em questão a isso tudo que a BFT tá colocando, né? O que aonde eu ponho a minha energia, né? O que o que o que faz eu entrar na vida e lutar ou lidar com os desafios. Aí o mito, eu lembro também do mito de Cícifo, né? Que daí o aspecto negativo da luta, né? que no meio do sítio fo ele leva a pedra até lá em cima e durante o o depois a pedra cai, né? E ele tem e ele fica eternamente carregando a pedra e a vida não sai do lugar. Então, eh, eu, eu penso muito realmente, né, do o que a gente faz com com aquilo que a vida nos deu, né, e não ficar nessa, eh, nesse jogo circular aprisionante de um movimento, de uma energia, de um esforço sem resultado, né? Um esforço que não leva nada. gente que luta, luta, luta, luta pela vida, né? E se estressam e ficam e numa consciência de sono, né? Desesperado e em nome de não sei o quê. E e o que consegue é doença, é estress, é amargura e que tá que nem tá sío, todo dia é a mesma coisa e não fazem consciência, né? né? Não consegue se relacionar de maneira mais profunda e não consegue questionar também o seu movimento e a

, é amargura e que tá que nem tá sío, todo dia é a mesma coisa e não fazem consciência, né? né? Não consegue se relacionar de maneira mais profunda e não consegue questionar também o seu movimento e a razão daquela loucura toda, né, que é esse mundo consumista, esse mundo eh preso nesse resultado de possuir, de ter, de e e que só faz as pessoas eh eh viver verem, né? Eh, e como uma forma parec de não pensar, né? Porque se eu paro, eu penso, se eu penso, eu choro. Daí, né? Então, às vezes é melhor então fazer, fazer fazer e a luta se torna uma luta de uma circularidade vazia, sem direção, né? Sem conquistas. >> Sim. E com esse convite do coletivo a cada vez fazer mais, né? H, no sentido eh generalizado, né? Lembrando também que, claro, tem muitos movimentos de de busca de um olhar interior, mas aí também, né, desses próprios movimentos que se cuide para que não se fique na forma e realmente entenda que cada um vai ter uma forma de se relacionar consigo mesmo, né? e que descubra essa forma, porque não é eh não é e não desmerecendo todos esses movimentos. Acho que eles trazem, né, um despertar também, mas mas não é o que o outro me diz, é quem eu sou, como é que isso bate para mim, como é que eu vou a partir disso olhar paraa minha vida e trazer respostas criativas para locais que já estão desgastados e que eu tô pedra acima, pedra baixo, né? Então, esse olhar assim de singularidade na na cooperação, na coletividade, é muito importante, né? Porque se nós somos unidos de uma forma, né? Eh, sempre e para sempre, né, inexoravelmente, nós temos a nossa individualidade. Então, como é que é, como é que funciona isso? Quando é que eu sou eu e eu também estou no todo, ainda sendo eu? Então isso é importante que a gente se questione. E que bonito aqui que ela traz, né? Então é necessário lutar em paz alegremente, sabendo que os bons espíritos estarão lutando ao teu lado em nome do lutador incessante, Jesus, que até hoje não descansa nem desanima, embora permanecendo conosco, né? Achei

lutar em paz alegremente, sabendo que os bons espíritos estarão lutando ao teu lado em nome do lutador incessante, Jesus, que até hoje não descansa nem desanima, embora permanecendo conosco, né? Achei bonita essa o lutador incessante, né? >> É. Que bom que tu tu lembrou desse desse dessa parte aí que eu tinha lido e me escapou de comentar, porque isso é a fundamental, né? Eh, Marl, a gente não tá sozinho, ninguém tá desamparado. A luta nossa é a luta de todos e é a luta dos benfeitores e de de Jesus que nos acompanha sustentando, promovendo e nos auxiliando, né, nesse amigo da alma de todas as horas, da qual a gente tem que lembrar, né, que que tá aí, né, que não. E e aí eu vejo que se se luta de uma certa forma, como a gente viu até aqui, eh envolve movimento, eh luta também é atrito e atrito é intimidade, né? Então, para lutar bem, assim como a gente falando de frio, que tem que ter aceitação, né, da da realidade, a gente tem que tem que ter intimidade na luta. Ou seja, não adianta a gente lutar cego, só batendo soco, fazendo movimento ao Léo. a gente tem que sentir realmente o atrito, sentir a experiência e e aí nesse contato íntima, né, conosco e com a própria vida que que tá ali presente, a nos desafiar, a gente realmente estabelece uma profundidade e uma humanidade que nos reconhecer as nossas potencialidades e caminhos e e as esperanças dessa alegria que Juna propõe aí de um mundo mais criativo, mais leve, né, apesar da densidade que pode ser, né, o momento da história de cada pessoa. Muito bem. Acho que já tem material suficiente, né, pra gente pensar sobre o tema. Então fica o nosso convite que a gente possa eh reler, refletir sobre esse tema, que é um tema muito, né, eh realmente pertinente a todos nós, né, e no próximo encontro dar continuidade ao nosso estudo que é o capítulo , arrependimento e reparação, que é um tema também que interessa a todos nós, né? eh de uma certa forma a gente vai se vai se confrontar com essa questão em algum momento da nossa vida. Então a

pítulo , arrependimento e reparação, que é um tema também que interessa a todos nós, né? eh de uma certa forma a gente vai se vai se confrontar com essa questão em algum momento da nossa vida. Então a gente agradece a Marlúcia, Guadalupe, a todos aqueles que nos acompanham, a nossa alegria, nosso muito obrigado e que agradecendo também a benfeitora por essa oportunidade que ela nos dá e o convite de estarmos juntos então no próximo vez. Um grande abraço a todos. Amen.

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