T8:E4 • Desperte e seja feliz • As incompreensões
No quarto episódio, Gelson Roberto, Marluce Renz e Guadalupe Amaral exploram o capítulo 4 de "Desperte e Seja Feliz", intitulado "As incompreensões". Uma análise profunda sobre como lidar com os desafios da falta de entendimento nas relações, com base na psicologia e espiritualidade. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia
Meus amigos, bem-vindos a esse momento especial do nosso encontro do estudo da série psicológica Joana Diâ. Nosso carinho, nosso abraço a todos que aqui acompanham esse estudo que atualmente tá trabalhando o livro Desperte e seja feliz. Hoje vamos trabalhar o capítulo 4ro, as incompreensões, e conosco a Guadalupe, a Maluci para nos ajudar nesse estudo do capítulo 4. Então, bem-vindas também, Guadalupe, Marnúci, esse tema sempre muito atual, infelizmente cada vez mais atual, porque a gente vive um cenário de muitas incompreensões, né? E e a Joana nos traz elementos importantes paraa gente poder refletir sobre essa questão e poder realmente buscar um trabalho interno de mudança, né? Porque a incompreensão acaba sendo eh o sintoma de vários elementos que ela vai discorrer aqui no capítulo, né? Então, vamos nos ocupar um pouquinho do tema. Eh, eh, tem o capítulo e tem essa introdução que ela faz, né? E a gente podia comentar um pouquinho sobre isso. Alguém quer começar a trazer as suas impressões do capítulo? >> Pois é, eu tava pensando que a incompreensão ela faz parte da nossa vida, né? a gente é incompreendido e a gente também não compreende muitas coisas, né? Então, claro que aqui ela traz um nível de incompreensão e e aí eu fui pro início ali, né, Jelson, aceitando tua provocação, porque ela começa aqui falando da sintonia com a mente divina, né? né? Então ela começa falando de uma postura de paz, de uma postura de equilíbrio. E aí eu fiquei pensando, por que que ela tá trazendo isso aqui no início, né? E depois ela vai falar das incompreensões, né? E daí quando ela começa a trazer essa questão da nossa harmonia íntima, e ela diz assim: "E e e então a perturbação alguma desestrutura, né, essa pessoa que tá em harmonia, em sintonia com a mente divina. E aí eu fiquei pensando, é, a incompreensão, ela tem a capacidade de realmente perturbar muito a nossa a nossa vida, a nossa existência, né? Então ela faz para mim eh achei muito interessante assim ela começar essa reflexão inicial
ncompreensão, ela tem a capacidade de realmente perturbar muito a nossa a nossa vida, a nossa existência, né? Então ela faz para mim eh achei muito interessante assim ela começar essa reflexão inicial falando desse estado de harmonia, porque tem determinadas eh incompreensões que às vezes são difíceis da gente lidar. né? E se tu não tens um uma firmeza, como ela vai falar ali ao longo do capítulo ali, né? Eh, se tu não te mantém firme naquilo que tu acredita, naquilo que tu considera dentro do teu nível eh consciencial, né, o correto, é muito difícil tu não ser perturbado por essas incompreensões. Então, eu achei muito interessante esse início aí, né? E depois então ela vai eh trazer realmente, né, as o que ela traz como as causas, então disso que nos aflige tanto, né? Eu eu gostei que eu acho muito cuidadoso como ela vem trabalhando esse livro, fazendo essas costuras, que ela inicia os capítulos com essa parte prétulo, sempre nos trazendo esse lugar de harmonia, de sintonia divina e a seguir, e sempre são escritas muito lindas e a seguir ela começa trazendo daí nos puxando pra nossa realidade momentânea. trazendo que para vencer a jornada terrestre nós vamos enfrentar obstáculos. E a partir daí ela segue então com a questão das incompreensões, mas sempre esse início ele já é muito acolhedor, muito reconfortante, esperançoso e e nos busca eh pro lugar de ser espiritual, onde ela ela finaliza, então trazendo o hábito de Deus, que é tudo vitaliza, nele encontra receptividade e penetração. por isso é feliz falando dessa mente sintonizada com a mente divina. E isso isso acho muito acolhedor, muito encantador, né? Já começa dizendo: "Essa é a realidade", mas no momento vocês precisam lidar com isso. Mas já traz o recurso prétexto, né? >> É impressionante, né? Como a presença divina em nossa vida, né? Quando ela é sentida e conscientemente vivenciada, ela funciona como uma base de sustentação em todos os níveis da nossa realidade interna. Então, eh, a presença de de Deus preenche, né, a nossa alma e
uando ela é sentida e conscientemente vivenciada, ela funciona como uma base de sustentação em todos os níveis da nossa realidade interna. Então, eh, a presença de de Deus preenche, né, a nossa alma e cria um campo de suporte, de segurança, de harmonia e de uma comunhão que ela eh expressa como uma forma incomum de alegria. Ou seja, né, tu vai sendo tomado e contagiado, né, por essa presença. e o quanto ela é realmente a base fundamental de todo o significado da nossa existência que permite, né, compreender, dar significado, né, a realidade e e vivenciar, né, a plenitude do nosso ser. Então, não é por acaso que ela traz, né, essa essa presença de Deus no capítulo anterior também. ela el faz referência à presença divina e o quanto, né, a gente tá e e vivencia a partir disso um outro tipo de consciência, a ponto dela dizer que esse tipo de vinculação, né, com com a a experiência da divindade eh nos torna fortes, harmônicos, a ponto de não se perturbar diante da dos confrontos e e dos conflitos, obstáculos que a vida nos impõe, né? Porque com certeza, né? Como você a Manu colocou aqui, né? Aí ela vai trazer no início aqui do capítulo, eh, todos nós vamos enfrentar dificuldades, desafios, obstáculos que é inerente à nossa jornada terrena, né? e que envolve então o exercício de superação em prol da nossa evolução. E aí ela traz uma questão importante dentro disso, né, que que entre os obstáculos mais difíceis, né, mais complicados de enfrentar, né, são aqueles de natureza moral que realmente, né, gente, porque o que é da vida enquanto obstáculo faz parte da natureza. E se a gente tem de uma certa maneira algum nível de compreensão que estabelece uma capacidade de de maneira objetiva lidar também com naturalidade com eles, né? Então, a aonde a gente começa a se complicar é quando envolve a nossa subjetividade, ou seja, a nossa forma de perceber, de compreender, de se relacionar e de responder a essa realidade. E dentro dessa questão interna que envolve a nossa subjetividade,
o envolve a nossa subjetividade, ou seja, a nossa forma de perceber, de compreender, de se relacionar e de responder a essa realidade. E dentro dessa questão interna que envolve a nossa subjetividade, entra justamente a nossa natureza moral. E aí a gente vê que esses são os elementos que podem ou nos facilitar ou nos complicar. Então é natural também que Joana vai trazer o quanto esses obstáculos da natureza moral, né, são mais mortificadores, são mais exigem mais a gente, geram, né, eh, processos mais dolorosos e desafiam as nossas resistências íntimas, como ela coloca aqui no no início do capítulo. Eu pensando nisso, me parece que tem duas dois caminhos, o sentir-se incompreendido e o ser incompreendido. Eh, não só esses dois, né? E e aí eu lembro de Jesus que, né, teve então quando esteve entre nós, foi bastante incompreendido. E eu entendo que ele nunca se sentiu incompreendido, porque por mais que ele, né, eh, nunca palavra forte, mas que não era assim que ele recebia essas questões, porque ele não utilizava ninguém, superava as heranças do primarismo, aspirava vibrações mais elevadas. Então, essas incompreensões, né, no no meu entendimento, eh ele percebia que eram da natureza daqueles que ainda não tinham a visão ampla que ele tinha, né? Então ele era incompreendido e isso acho que é de um lugar, né? Acho que tira a palavra nunca ali, mas ele é de um lugar. Agora o outro é é o sentir-se incompreendido, que aí pega muito nas nossas questões, no no grau que nós estamos, né? Então acho que são coisas assim que, claro que de uma certa maneira se sobrepõe, mas que é talvez seja interessante a gente discriminar mais, né? Porque são bem são situações bem diferentes, né? Eh, eu entendo, não sei que que vocês acham, não, que elas não se sobreponham, né? Eventualmente. >> Interessante isso. Tá trazendo, né? Guadalup tava pensando a eh bacana essa tua reflexão, né? que muito do nosso sofrimento às vezes é realmente porque a gente não se sente compreendido, né? E e pensando nessa questão, né, da acho que
? Guadalup tava pensando a eh bacana essa tua reflexão, né? que muito do nosso sofrimento às vezes é realmente porque a gente não se sente compreendido, né? E e pensando nessa questão, né, da acho que a compreensão ela passa muito por um nível de consciência assim, né? Eu me lembrei daquela daquela passagem ali na na boa nova que eu acho que é Tomé que chega para Jesus e diz: "Olha, tu tem que ir lá falar com os judeus, explicar a tua a tua mensagem, né?" né? E aí ele tava, eu entendi assim, eu senti assim ele na boa vontade, ele achando que aquilo ali era o caminho, o caminho passava por um convencimento para que eles pudessem compreender, né, Jesus e tal. E aí Jesus, né, eh, vai conduzindo amorosamente, querendo dizer: "Olha, Tomé, não é bem por aí, né?" Porque eh pensando assim, né, no tema da da que a Joana tá propondo aqui, querendo dizer, eles não conseguem nem sentir ainda o amor de Deus, né? Como é que eles vão compreender isso que eu tô falando, né? Mas ao mesmo tempo, como é complexa a compreensão, porque Jesus compreendia também, né, a lógica, a o nível de consciência que Tomé tava, né, dentro da lógica dele, o natural seria ir lá tentar explicar, esmiuçar, né, convencer. Então, acho que isso é um lado que tu estavas trazendo do do da do nível de consciência que a gente tem para compreender coisas. Tem coisas que para nós ainda são incompreensíveis, né? Tem outras que a gente já compreende e mas tem realmente esse sentimento de que que pode gerar sofrimento é porque a gente se perturba. A gente se perturba por não se sentir compreendido, né? Que daí volta ao texto inicial ali, né? Às vezes a gente não se segura muito bem, né? Nas nas nossas em Deus, tendo essa segurança, né? E aí a gente sofre muito por isso, né? que de uma certa maneira eu acho que a pessoa que não se sente compreendida tem duas conotações, né, Guadalupe, tem realmente o fato que certos ambientes eu não vou me sentir compreendido. Então o sentimento ele eh revela e qualifica a uma realidade. Então, realmente eu não
a tem duas conotações, né, Guadalupe, tem realmente o fato que certos ambientes eu não vou me sentir compreendido. Então o sentimento ele eh revela e qualifica a uma realidade. Então, realmente eu não vejo problema tu não se sentir compreendido algumas vezes, porque às vezes tu realmente, né, tu quer ser compreendido e não é. Então o sentimento ele é uma forma de compreensão também, né? de eu tô eu tô compreendendo, eu tô percebendo pelo meu sentimento que eu não sou compreendido. Então, o meu sentimento é de não ser compreendido. Agora tem esse sentimento de incompreensão que tu fala que é de uma distorção que é uma que é um sintoma de de ignorância, de compreensão. a minha incompreensão, minha incapaz de compreender, pode me sentir eh eh como vítima e eu me sentir incompreendido de maneira injusta eh pela vida, né? Eu achar que que que o mundo não me compreende, mas na verdade o problema sou eu. Daí realmente é uma incapacidade minha. Aí a incompreensão tá em mim, né? Não tá no outro, né? Né? Eu não compreendo. E por questões mal resolvidas do ponto de vista emocional, acho que culpado é o mundo, que o mundo não me compreende, eu não, eu não me sinto compreendida. É uma projeção das minhas coisas mal resolvidas por minha incapacidade de compreender, de fazer consciência da minha realidade interna. Então acho que realmente tem que cuidar tudo isso, porque são elementos que conforme a perspectiva que tu vê, né, pode dar uma conotação diferente do que represente esse sentimento de incompreensão. né? Eh, e é interessante, tem vem ao encontro da questão do autoconhecimento, mas quanto mais eh rodeado, cercado ou cerciado, se a gente quiser, pela subjetividade das relações, mas nós vamos nos enroscar nisso, né? Porque aí pego pego as minhas questões com a forma que eu tô recebendo e acho interessante isso que que tu trouxeste, né? Uma coisa tu, ah, não estão me compreendendo, OK? né? Mas a o sentimento, né, de de que não é, enfim, bem aceito pelo mundo, eh, enfim, não é compreendido pelo mundo, é
isso que que tu trouxeste, né? Uma coisa tu, ah, não estão me compreendendo, OK? né? Mas a o sentimento, né, de de que não é, enfim, bem aceito pelo mundo, eh, enfim, não é compreendido pelo mundo, é diferente. Acho que planou bem melhor isso. Eh, agora a incompreensão em si, né, essa que a Jana tá colocando e que a Marúci trouxe como um tipo realmente de ignorância, né, de uma falta de consciência, eu vejo que realmente em compreensão é uma falta de conhecimento, né, natural, né, eu o termo já é isso, né, eu não compreendo. Então, eh, mas essa incompreensão, ela vem sustentada, né, por eh uma uma falta de compreensão que é espiritual, não é cognitiva, não é uma ignorância cognitiva, é uma é uma um processo que envolve questões realmente emocionais e internas. Ela ela vai trazer uma lista aqui ao mostrando que a incompreensão é resultado de vários fatores, né? É resultado de de comportamentos íntimos que são mascarados, né? Que que vem em forma de agressão, é resultado da inveja, é resultado da competição, ele é resultado da mal. Então tu vê que tem um jogo sombrio das limitações espirituais, emocionais nossa, que faz que a gente não reconheça o outro, que a gente julgue mal, condena, então e de uma certa maneira eh mostra o quanto é difícil da gente lidar com quem é diferente e o quanto a nossa inveja, malícia como diz a Joana, e e orgulho acaba nos fechando mais ainda ao outro e gerando reações negativas. >> É, isso me chamou muito atenção. Ela diz, né, essa incompreensão renovando as formas de agressão. Olha só. Então ela tá relacionando a incompreensão, então ela vai agora para um lado, né, bastante sério aqui, né, é uma forma de agressão. E eu fiquei pensando, como assim, né? Claro, vamos pensar no nosso nível consciencial, né? Antes eu não compreendia, eu já ia lá pra briga, pra sei lá, física, vamos dizer, né? Hoje é coisa mais sutil. Então, e isso que é o grande perigo, porque daí ela vai trazendo aqui, por exemplo, né, a questão da malícia, né? Então eu começo a a a incompreensão vem,
ca, vamos dizer, né? Hoje é coisa mais sutil. Então, e isso que é o grande perigo, porque daí ela vai trazendo aqui, por exemplo, né, a questão da malícia, né? Então eu começo a a a incompreensão vem, eu eu uma forma que eu pensei, né, eh de uma forma agressiva é que não basta eu não compreender, aí eu tenho que falar mal da pessoa, eu tenho que agredir às vezes verbalmente ou eh ela fala ali, né, nessa competição malsã, né, então eh quer quer derrubar a pessoa de alguma maneira. Então aí entra um numa série de comportamentos eh que vão tendo desdobramentos inimagináveis, né? Se a gente começa a pensar que de uma pequena incompreensão, aquilo vai tomando uma proporção, principalmente no mundo que a gente tá vivendo hoje, né? Que começa daí movimentos de massa, inclusive, né? Gerando um clima extremamente hostil, né? agressivo, fomentando outros tipos de agressividade e a gente às vezes não não tem noção das implicações espirituais, né, que a gente tá sendo envolvido aí. Então, eu achei bastante forte ela ela relacionar em compreensão com uma forma de agressão, né? Às vezes a gente não se dá conta disso, né? do da dessa dessas implicações realmente >> e uma e uma de uma forma como, né, infiltrativa vai minando, né, vai infiltrando a partir como tu tá trazendo de algo às vezes que parece pequeno, mas vai vai eh tornando aquela atmosfera pestilenta, né? E isso realmente pode ter repercussões bem complexas, bem complicadas. para todos, mas principalmente para aquele que vibra assim, né? Então, eh, eh, de novo, a gente volta pra questão do nível de consciência e da realidade espiritual, né? Acho importante. >> Eh, e eu acho que realmente a incompreensão em si já é realmente uma agressão. Ele ele não não gera uma agressão, pode até gerar uma agressão física, verbal, como tu disse, né, Marlúci? Mas em si mesmo, enquanto postura, né, atitude de incompreensão, já é uma forma de agressão, porque a pessoa que não compreende, né, ela ela se opõe ao outro, ela tá fechada ao outro, ela tá realmente, né, eh vivendo,
enquanto postura, né, atitude de incompreensão, já é uma forma de agressão, porque a pessoa que não compreende, né, ela ela se opõe ao outro, ela tá fechada ao outro, ela tá realmente, né, eh vivendo, como diz a Joana, essa herança do instinto agressivo, né, e de uma certa maneira a mente dela tá lutando contra a outra, mesmo que ela não faça nenhum tipo de atitude mais deliberada, mais eh manifesta, mas internamente, né, ela com o coração fechada se opondo, né, e combatendo o outro. E então a a incomprensão já é o combate. Porque uma coisa é tu poder realmente dizer: "Olha, eu não sei nada de você, mas eu tô aberto a te ouvir, a compreender o teu mundo, a reconhecer a tua realidade, a poder entender o que se passa contigo." Quando eu tô numa atitude já fechada de incompreensão, eu já tô de uma certa maneira resistente e me opondo a você. Então isso é uma é uma atitude agressiva. sabe que que casualmente hoje eu tava ouvindo uma situação aqui no no Sul que envolve duas eh realidades religiosas diferentes e uma delas eh então incomodada, né, com com a outra que chegou na cidade e dizendo então que eh colocaria fogo, que, né, bateria com pedras. que levaria facas para então acabar com aquele local religioso. E e aí interessante, né, isso e e porque são cristãos, né? Então a outra parte disse: "Puxa, né, mas os cristãos que deviam estar ensinando a amar, tão dizendo que vão vir aqui, vão destruir tudo e vão atirar pedras em nós e vão quebrar o nosso local." E isso me e essa pessoa tinha razão na sua colocação, uma pessoa muito ponderada. E isso me caus independente, né, de e me causou muita eh tristeza em certo ponto e e da gente pensar como nós não aprendemos, né, como nós não ainda aprendemos. Eh, e isso a gente vê no Oriente, essas questões mais exacerbadas muitas vezes de conflitos religiosos e aí nós achamos que tá lá, né, tá lá neles, né, e tá aqui conosco também. Então, que ponto incompreensão verbal se torna uma agressão a priori como vocês estão trazendo, né?
s de conflitos religiosos e aí nós achamos que tá lá, né, tá lá neles, né, e tá aqui conosco também. Então, que ponto incompreensão verbal se torna uma agressão a priori como vocês estão trazendo, né? que eu tava pensando, né, que eh junto com essa incompreensão aqui que a Joana tá falando, movimenta uma série de coisas, né, que vocês estavam falando, a intolerância, né, o dogmatismo. Então, no fundo, no fundo, será que não é essa essa dificuldade de se abrir pro que é diferente, né? Eh, porque na realidade é isso, se a gente tivesse uma postura democrática de dizer: "Tá bom, olha só, eu posso concordar contigo, mas eh deixa eu ver aqui direitinho, né, como é mesmo seu ponto de vista, né?" Mas não, a gente já vem essa postura de de se defender, né? Muitas vezes desqualificando o outro e e aí mostra muito da nossa imaturidade também, né? da nossa falta realmente de eh eh de compreensão mais profunda das coisas. E quando a gente fica na imaturidade, a gente vai querer sempre se impor, né? Ou há uma tendência muito grande da gente querer se impor tendo razão, né? Eh, se colocando de uma forma bastante eh marcando, né? A minha opinião é que vale, o meu lado é que é certo, né? E aí, eh, fica aquele discurso muito raso, assim, a gente acaba não se abrindo e perdendo a oportunidade justamente de aprender, né, de ampliar nossos horizontes e e com aquilo que é diferente, né? Então, a incompreensão, acho que ela mexe com muitas coisas em nós, assim. E nesse nível que tu tá falando, né, Guadalupe tá ficando, por incrível que pareça, né, por mais democrático que a gente acha que é, né, cada dia mais comum esse tipo de de postura, né? >> É interessante que isso tudo realmente ela fala de que eh, tá associado nesse universo ainda muito inferior nosso, né? Então essa inferioridade realmente eh eh ela é ela se dá muito em cima desse orgulho egoísmo muito presente dentro da gente, né? Então eu acho que é bem isso, né, Marl? A a noção do outro acaba sendo algo obscuro e ameaçador para mim, né? O
ela é ela se dá muito em cima desse orgulho egoísmo muito presente dentro da gente, né? Então eu acho que é bem isso, né, Marl? A a noção do outro acaba sendo algo obscuro e ameaçador para mim, né? O outro é é o outro é o outro que eu não reconheço e não reconhecendo eu não aceito e não aceitando ele se torna ameaçador. Então o outro se torna o inimigo e não aquele que tá disponível a a construir algo comigo, a eu aprender, ele aprender comigo fazer a diferença. Então tem essa essa questão assim de de da ir ao encontro do outro. A gente quer que o outro venha ao nosso encontro, o outro tem que concordar comigo, o outro o outro tem que me compreender, né? O outro tem que me aceitar, o outro tem que, né? Que eh que que que eh se adaptar aos meus caprichos, né? Mas eu não vou ao encontro do outro, né? Então, realmente aí fica esse impasse, né? E e a e agora tá dando um exemplo, né? de religiões, mas isso tá muito presente no nosso dia a dia, até na família, né? Vê o quanto a os os familiares, né? A a às vezes são recheados de relações fortes, onde a incompreensão ali tá na base da dificuldade. Às vezes é eh o filho com a mãe, né, que que é rebelde, que agride, que não compreende, não consegue ser grato daí, né? e não aceita ou às vezes são irmãos, né, e às vezes são óticos diferentes. Então, quando tem alguma questão material ainda, por exemplo, herança de família, né, o o que dá de confusão, porque cada um tem um ponto de vista, cada um se sente lesado, né, e eles não conseguem se comunicar, né, e aí fica naquele litígio que dura às vezes 10, 20 anos em em nome, né, dessa talcompreensão aqui, né, então, como ela é nefasta e perigosa para para pra vida da gente, Não. E quantas quantos desenrolares, né, J? Agora eu tô falando quantas histórias que a gente tem assim, ó, gente, de não falo com o fulano de tal há 30 anos porque houve algo lá que aconteceu. E aí, porque a questão da incompreensão é isso, é quando a pessoa se fecha, né? Quando ela se fecha e não se abre pro diálogo, aí tu pode inclusive às
al há 30 anos porque houve algo lá que aconteceu. E aí, porque a questão da incompreensão é isso, é quando a pessoa se fecha, né? Quando ela se fecha e não se abre pro diálogo, aí tu pode inclusive às vezes perder uma encarnação inteira, né, com coisas que não foram bem compreendidas, com coisas que não puderam ser esclarecidas, porque aí vem uma outra questão, né, que é a nossa inabilidade de de conversar, de lidar com a verdade. Nós ainda não somos muito bons nisso, né? Como é que a gente consegue dizer as coisas eh sem ofender o outro? como é que eu consigo ter um campo de diálogo, né, onde eu tô com outra pessoa que é diferente, né? Como é que a gente se comunica nisso, né? Então eu acho que eh fala, né, dessa questão primitiva nossa, porque é isso mesmo, ela pra gente ir para um campo de compreensão demanda habilidades nossas, né, que nós ainda estamos eh desenvolvendo, né? E aí eu fiquei pensando nessa questão da inveja, gente, né, que ela traz aqui, né, porque eh ela diz que a inveja estimula a incompreensão, né? Estimula a incompreensão provocando situações insustentáveis. Que que vocês acham disso? >> É que a inveja vem de envídia, né? quer dizer em eh despeito em relação a aquilo que tu vê, tá te ver como olhar, né? Então a inveja tu te incomoda, né, pelo que o outro tem e aí pelo teu incômodo, tu cria subter refúgios para desqualificar a pessoa, né? Então em compreensão se alimenta da inveja, como diz a benfeitora, né? para para gerar para para poder justificar tua sombra, né? Então, na inveja eu vou desqualificar o outro ou vou falar mal. Pá, ele tem inveja a posição social dele. Eu vou dizer que ele conquistou aquela posição social de maneira X ou Y de maneira negativa. E assim eh a minha inveja faz com como eu, não queira reconhecer o outro, porque aquilo me dói. Me dói porque eu não tenho, me dói porque o outro é melhor. Me dói porque o outro tá numa condição que eu gostaria. me dói porque de uma maneira, né, eu não tô bem comigo e assim por diante. Então eu gero esse
rque eu não tenho, me dói porque o outro é melhor. Me dói porque o outro tá numa condição que eu gostaria. me dói porque de uma maneira, né, eu não tô bem comigo e assim por diante. Então eu gero esse jogo de incompreensão, né, como uma forma eh de de estimulado, como ela diz aqui, né, a algo que eu não consigo sustentar em relação a essa diferença. Então tu é de novo, a grande questão aí é a diferença da realidade do outro para o caminha, né, de não suportar essa diferença. Então tem muito a ver com isso. o que ela vai colocar mais adiante aqui no capítulo, né, que que justas diferenças ideológicas e morais ou vibratórias ou culturais, né, que impede uma relação de fraternidade legítima, né, e que o amor possa realmente ser uma base na na na troca de relações humanas. Então, a gente tá vivendo muito pela diferença, muito pela oposição, muito pela negação do outro e não movimento fraterno de acolhimento, de abertura, de de aprender, de cooperar. E ela falou que vai demorar ainda, né, a gente chegar a superar e esse campo da incompreensão. >> Isso é interessante, esse esse link, essa correlação com a inveja e correlatas, porque nós vemos isso bem pró de quando são realidades próximas, né? Então, essa incompreensão e inveja, ela não vem de alguém que tá tão longe assim de ti, geralmente, né? Alguém que algum, né, algum astro do cinema ou enfim, alguma personalidade, ela costuma ficar mais potente de pessoas próximas que alcançaram questões que tu gostaria de ter. E aí a gente vê como de novo se perde aí uma oportunidade de realmente aprender, né, com com alguém que tem algo que nós gostaríamos de ter, assim como nós temos algo que a pessoa gostaria de ter no sentido de aquisições, sejam quais forem. E e é e é realmente essa questão do da nossa evolução moral que já tá atrasada, que OK, não gosto de falar só do lado eh negativo, não tão bom, porque a gente também tá tendo conquistas, mas onde nós ainda não aprendemos. Então, quem tá lá longe, faz as coisas, é o bom, né, ou é
que OK, não gosto de falar só do lado eh negativo, não tão bom, porque a gente também tá tendo conquistas, mas onde nós ainda não aprendemos. Então, quem tá lá longe, faz as coisas, é o bom, né, ou é o, eh, o ruim, enfim, mas é é o bom, é o bamb bamb bã. Mas quem tá aqui perto de mim e consegue alguma coisa, se eu não tenho essa objetividade das relações, um trabalho interno comigo, sabendo das dificuldades, das conquistas e e essa mente também, né, como a gente fala aqui, espiritual, essa consciência conectada, a tendência é que se fique nesse lugar da inveja, do do às vezes ressentimento, dependendo da situação da das malícias, das intrigas, por não ter, como o Gerson tá trazendo, essa capacidade de conquistar, que na verdade a gente tem, né, só que a gente não reconhece como tempo, né? Então é realmente uma questão muito eh nossa conosco mesmo, que a gente projeta maciçamente lá no outro e e projeta eh justamente para tentar, né, minorar a nossa percepção de incapacidade, isso fica mais ainda eh aparente, né? Porque quem olha de fora percebe, né? É isso. >> É, eu acho que a grande dificuldade aí, né, Guadalupe, é essa questão que a Jana vai trazer dessa dinâmica, né, de que é justamente essa diferença do outro e do quanto eu tô aberto ou não ao outro, né? Porque ela ela diz que a gente nunca vai agradar totalmente as pessoas, né? Então, assim como a gente não vai ser agradado, a gente também não vai agradar. E e eu eu acho que é esse que começa ser a questão delicada da coisa, né? Porque ela cita daquil daquelas pessoas que abraçaram o ideal, né? e que os supostos amigos, né, usavam da amizade para desviar do compromisso. Então, claro, por mais amigo que eu seja da outra pessoa, eu não vou poder abrir mão do meu compromisso, né? Então, o fato de eu compreender o outro não quer dizer que eu concordo, concordo com ele, né? Então, eh, uma atitude compreensiva, uma atitude de de de poder tá aberto a a reconhecer que o outro diferente de ti, que tem um nível de consciência e que
dizer que eu concordo, concordo com ele, né? Então, eh, uma atitude compreensiva, uma atitude de de de poder tá aberto a a reconhecer que o outro diferente de ti, que tem um nível de consciência e que que ele tem objetivos e interesse diferente do teu ponto, né? Agora, eu não preciso partilhar e me deixar levar por aqueles princípios que são deles, né? Mas o que acontece é quando eu me posiciono de maneira digna dentro de uma postura que é minha, mesmo respeitando o outro, o outro não consegue me respeitar, né? E aí a incompressão da da humanidade como Jesus sofreu, né? Ele, né? Ele ele ele ele foi alvejado a todo momento, né? por injúrias, ataques, armadilhas que que se faziam para poder pegar ele em contradição ou de uma certa maneira gerar tumulto e conflito eh diante dessa multidão que realmente não conseguia compreender e se incomodava com ele, né? Eu me lembro uma vez que eu que eu era adolescente e eu tinha uma amiga da escola e um dia eu saí de de tarde com ela e e a gente se encontrou com os amigos dela que não eram da minha relação, eram da relação dela. A gente sentou num num lugar de verde assim num campo, né? Eh, poucas pessoas, umas seis pessoas ali comigo e e um dos amigos dela eh começou a a como a gente usava esse termo ser usado a outro fechar um baseado, seja pegou maconha e começou a fazer um cigarro de maconha. E eu falei para ela: "Olha, eu não vou fumar, não fumo, não, que né, respeito, né, vocês quem quer fumar, mas eu não vou, né, me me deixar levar, né? Mas avisei ela porque, claro, eu não conhecia o cara, então avisei ela que, né, ela disse pro cara que, né, quando chegar aqui, né, não. E ela falou para ele: "Ah, o Gelson não não participa não, né, pai? Mas esse cara ficou violento e ele ficou brabo como se eu tivesse eh rejeitando a amizade dele, como se eu tivesse indo contra ele. Olha só, né? E aí ele queria partir para viol, né, da do tamanho, claro, podia ter ações obsessivas ali, espirituais também, mas tu vê, eh, eu não eu não eu não fui incompreensivo
sse indo contra ele. Olha só, né? E aí ele queria partir para viol, né, da do tamanho, claro, podia ter ações obsessivas ali, espirituais também, mas tu vê, eh, eu não eu não eu não fui incompreensivo com relação a ele. Eu apenas não aceitei aquela atitude, mas não não fiz nenhum tipo de de de reação agressiva. Eu critiquei ou fui contra a atitude dele. Não, apenas me coloquei na minha postura de tá ali, né, reservado, né? Mas bastou pro cara ter uma reação dessa. Então, como às vezes a incompreensão tá ligado também a a conflitos mal resolvidos. Não sei se ele tinha um sentimento de inferioridade, uma coisa ou paranoica, que a minha a minha atitude despertou essa reação de de incompreensão em relação à minha posição. Ele não suportou. Então, eh, eu vejo que muito dessa, desse jogo de incompreensão tem a ver com questões realmente muito mal resolvidos da gente e o outro meio que põe em risco ou põe a em confronto essas questões internas mal resolvidas. >> É, sem dúvida, né? Ali ligada a uma questão talvez, né, de uma autoestima. Ele precisava, né, que alguém dissesse: "Tu tá certo, né, tu tá fazendo bem, né, e tu não corroborou aquilo, né?" E aí há uma confusão. Nossa, isso acontece com mais frequência do que a gente imagina, né? E e pensando assim que ela fala, né? Ali abraçados ao ideal, quando ela tá falando dessa, desses espíritos abnegados, né? Abraçados ao ideal, né? né? Quer dizer, quando te compromete numa coisa eh que tem um sentido mais profundo, nem sempre as pessoas vão compreender isso também, né? E e aqui ela falando dos santos, dos missionários, né? D desses espíritos assim que fizeram a diferença. Na realidade eles vinham trazer uma mensagem, algo que não era compreensível para as pessoas, né? Então, eh, mas aí volta, né? o quanto eles pagaram o preço de se manter fiéis àquilo que eles entendiam, mesmo as outras pessoas não compreendendo, né? Quantas pessoas, fiquei agora pensando que foram queimadas na fogueira, né? Quantas eh pessoas assim com uma vida que não
iéis àquilo que eles entendiam, mesmo as outras pessoas não compreendendo, né? Quantas pessoas, fiquei agora pensando que foram queimadas na fogueira, né? Quantas eh pessoas assim com uma vida que não renunciaram a às suas verdades, né? Eh, porque tinha essa verdade no coração, né? Então, esse é o lado eh bonito assim, né, que nos mostra eh e do quanto daí voltamos ao início do do texto dela ali, né, eh do quanto justamente porque estavam sintonizados, né, com essa mente divina ali tinha a força, a sustentação, né, para me lembrei da Joana de Cusa, né, que o filho dela dizia: "Mãe, nega Jesus", né? E ela ela não foi compreendida naquele momento ali, né, tão bonito relatado no Boa Nova, né? Então tinha essa perfeita sintonia com o alto, né, para poder ter uma força espiritual para suportar uma uma situação como essa. E eu e eu entendo que esses abnegados, essas pessoas que abraçam, o ideal não é que elas fiquem imunes ao fato de serem incompreendidos. É claro que existe ali uma elaboração, uma dor, mas isso não impede que sigam, né, o seu caminho. E a gente pode, né, lembrar e Kardec, pode lembrar tantas, tantos outros espíritos que, que estiveram aí, mas isso também acho importante a gente crisar no são pessoas que, né, não dá para dizer que exatamente que são como nós, né, no sentido de que, né, de cada um estagia no estádio, né, tá no no estádio de consciência, né, que se dedica e que conquistou, mas também existe toda essa questão de que sim, né, a pessoa sofre, né? A pessoa elabora. Não foi fácil, né, para Kardec, não foi fácil para essas pessoas citadas aqui. Não é fácil para quem abraça um ideal se manter firme, né? Mas é possível. E aí essas pessoas pagam preço e pagam o preço eh felizes enquanto seres espirituais, porque sabem que que estão eh que são seres espirituais que estão ali, né, embalados pelo hábito divino, que estão conectados com a consciência cósmica, que sustenta isso. Então isso acho interessante também trazer, né? Não, não é que passem, né, sem nenhuma questão. A,
né, embalados pelo hábito divino, que estão conectados com a consciência cósmica, que sustenta isso. Então isso acho interessante também trazer, né? Não, não é que passem, né, sem nenhuma questão. A, >> isso é bem importante, Guadalupe, porque a o sentimento de solidão e e a e a pressão que tu sofre, né, diante da incompressão do mundo é muito grande. Tem gente que não consegue suportar, não sustenta mesmo, porque é difícil, imagina, né? São João da Cruz, por exemplo, ele foi preso como herege, né? E e julgado pela própria igreja, a ponto dele estar na cela dele e perguntar: "Será que realmente eu não tô errado? Será que realmente não tô sendo instrumento do Satanás, do diabo?" Então, n certo momento ele perdeu um pouquinho toda a noção, né, de de segurança diante de tamanha oposição, né? E aí ele orou e reflete, daí ele se dá conta que não, que ele tava certo. Então, então realmente essa essa confiança, né, que a Jona coloca, que tu relata também do início do quanto a gente tá a gente sintonizar com a mente divina para não se sentir sozinho nem desamparado, né? Porque realmente é um um embate muito grande frente a esse mundo que não quer compreender, que não faz questão, pelo contrário, né? E se tu não tem força moral a partir realmente da dessa confiança em Deus, da sintonia através da tua fé, da tua firmeza e no teu propósito, eh isso eh acaba sendo muito penoso. >> Mas não precisamos ir longe, né, gente, na nossa própria vida. Às vezes quantas coisas que a gente tem que bancar, né, que não é compreendido na família, às vezes até o envolvimento assim com com a questão da religiosidade, da espiritualidade, né? Tantas coisas que a gente tem que bancar e que não é fácil mesmo, né? Porque os argumentos às vezes são contundentes, né? Eh, quantas vezes que a gente escuta, mas nossa, como é que pode se envolver nisso? Como é que pode viver isso, né? E aí o que tá por trás ali, né? Às vezes até um desejo daquela pessoa, né, de de de ter uma religiosidade, de ter uma espiritualidade, mas não não encara, não
er nisso? Como é que pode viver isso, né? E aí o que tá por trás ali, né? Às vezes até um desejo daquela pessoa, né, de de de ter uma religiosidade, de ter uma espiritualidade, mas não não encara, não vai, né? Então eu acho que na nossa vida diária, né, a gente é desafiado mesmo, né? Eu fico pensando, né, Marluci, na vida do Chico Xavier, do Divaldo, né, tem pessoas que, sem critério nenhum, com tanta facilidade, enche a boca, né, para criticar, para julgar, para destruir com o outro, né, e e tem tanta facilidade para fazer isso, né, e sem critério e e e não vê o o e gerando sementes, né, de discórdia. E então realmente eu penso assim, puxa, eu fico admirado, né, com com o sacrifício e com esforço, né, do nosso irmão Divaldo, do próprio Chico frente a a a ao projeto que encabeçou e o quanto ele é criticado e e e mal julgado pelo bem que faz, né, a gente vê isso, né? Às vezes a pessoa ela ela justamente eh no ar do ascensão do Víctor Hugô, que o J psografou, né? Justamente tem essa do médium que ele ele tem ele era incompreendido e e era atacado justamente pelo bem que ele fazia. Então a gente isso a gente vê isso. As pessoas, como diz a J, invejosas ou ingratas. ou ou muito pobre espiritualmente, né, e assim por diante, acabam daí não suportando o a a o movimento do outro, né, e faz esse jogo de incompreensão, né, esse jogo agressivo, como diz a benfeitora, >> vai existir a proteção, né, para para quem tá nesse caminho. E a gente tem que confiar, ter, ter pé e se sustentar, mas ao mesmo tempo eu eu volto a dizer o quanto é difícil, solitário, como né, a gente colocou aqui, para que se tire essa fantasia de que pros outros é fácil, né? Então o que precisa é se comprometer, né? Agora o exemplo aqui do Divaldo e do Chico, olha o comprometimento que eles têm, a seriedade no trabalho. E aí as pessoas às vezes olham e dizem: "Ah, mas o Divaldo é fácil porque ele, né, tem a Joana do lado. Que que coisa mais, né, que que discurso absurdo. Que bom que ele tem uma protetora assim. Mas todos nós temos,
às vezes olham e dizem: "Ah, mas o Divaldo é fácil porque ele, né, tem a Joana do lado. Que que coisa mais, né, que que discurso absurdo. Que bom que ele tem uma protetora assim. Mas todos nós temos, né, capacidade de dentro do nosso mundinho, do nosso tamanho, fazer a nossa parte. E e é fácil se tu te comprometeres, mas também vai ter um caminho que eh solitário em relação ao que os outros muitas vezes esperam de ti. Então que a gente não diga pro fulano para não sei quem é fácil e para mim, para mim não. A gente precisa se colocar, né, eh, à disposição da vida. Acho que isso é interessante também. E daí ela traz aqui os perseguidores, né, que é isso que vocês estão trazendo, né? Perdoa aos teus perseguidores, né? Eles já são infelizes em razão do que cultivam no íntimo e do que realmente são. Prossegue em confiança, sem te deteres para examinar as incompreensões do caminho. Não para, né? Segue. Os apedrejadores adotam a tarefa de somente agredir, ser tu quem avança, compreendendo. Quer dizer, né, gente, perseguir a tirar pedra é fácil, né? Difícil é tu continuar ali, né? Quer dizer, tu fica retido naquele eh naquele movimento, né? E aí eh não acrescenta nada, né? Ao contrário, tu fica preso, né? Tu fica na crítica pela crítica, tu fica na imobilidade e tu não avança, né? Aí pode tomar como bandeira eh desqualificar o outro, falar mal pro outro. Que que tu tá ganhando com isso, né? Pensar bem. É muito pobre isso, né? Ficar só jogando a pedra, né? Então, achei bacana aqui. Maravilhosa a forma como ela coloca, né? >> É, eu acho importante essa última frase aí, né? Que tu trouxeste, né, Manúcia? Independente de tu ser compreendido ou não, né, tu tem a tarefa, né, tu tem o compromisso de tu fazê-la, né, tu compreender. Então, a gente só vai avançar, né, de, né, se tu fazer a tua parte. Então, por isso que ela fala, ser tu que avança, ou seja, né, age já com o nível de maturidade, né, de conhecimento espiritual que tu tem, né? Se o outro é injusto, se o outro eh te persegue, se o
te. Então, por isso que ela fala, ser tu que avança, ou seja, né, age já com o nível de maturidade, né, de conhecimento espiritual que tu tem, né? Se o outro é injusto, se o outro eh te persegue, se o outro te apedrege, bem, né? Compreenda e vamos adiante, né? E ela como depois segue, né, num num texto belíssimo dizendo que todo mal que te faça não te fará mal. Ou seja, né, tudo é oportunidade de crescimento. Então, mesmo que o outro queira te fazer mal, se tu tem a compreensão espiritual, que é mais importante, né? Eh, tu eh sabe que aquilo ou não é por acaso, ou aquilo é uma necessidade, ou aquilo se impõe pela própria movimento da vida. E aquilo pode ser útil para ti, é necessário para poder eh reforçar a as tuas qualidades para superar adversidade e conquistando, né, cada vez mais os recursos divinos que habitam latente no teu coração. Então, de uma certa maneira, como diz eh eh essas essas lutas, né, como diz a benfeitora, promoverá o estádio superior, né, de uma não só de consciência, mas também de estado de alma, de valores, se a gente conseguir realmente aprender a enfrentar a situação e fazer a nossa parte, né? Então, a importância da humildade que aquela resposta, porque a compreensão é um ato de humildade. É esse esse mon de ir ao ir ao encontro do outro. O outro não vem meu encontro, mas eu vou ao encontro dele e sei que ele é infeliz, sei que ele não tá podendo nesse momento enxergar a realidade e não tá podendo de uma certa maneira reconhecer a a a as minhas questões e tudo bem, né? Então eu vou me manter em paz na minha, como diz a benfeitora aqui, né, e continuar na minha na minha jornada, né? >> Eu me lembrei de uma cena do filme da Madre Teresa, né? Ela era pequenininha, né? E ela faz um abrigo para pessoas dizer que ela recolhia na rua, né? E ela era cristã na índia, e eles apedrejavam aquele lugar, né? tem um tem um filme belíssimo que conta a história dela e ela ela não claro é como disse a Guadalupe, não é que aquilo não perturbasse no sentido de ficar
a índia, e eles apedrejavam aquele lugar, né? tem um tem um filme belíssimo que conta a história dela e ela ela não claro é como disse a Guadalupe, não é que aquilo não perturbasse no sentido de ficar chateada, né, mas ela não se deixava intimidar assim com aquilo. E a postura dela perante aqueles aqueles atos de violência assim, é que as pessoas que estavam dentro do abrigo, que também eram de outras religiões, né, começaram a apoiar ela, desenvolver. Aí tem uma cena muito linda que quando eles querem apedrejar de novo o lugar dela, todo mundo tá meio doente lá e tal, mas eles se levantam e vão eh dando suporte para ela assim físico, sabe? E aí os os próprios irmãos daquela daquela religião deles, quando vem que eles estão lá com a Mad Teresa, que era uma cristã, eles param de apedrejar. Então ela não vai na força, ela não vai é realmente a é o amor aí transformando, né, dando tempo, né, para que essas incompreensões possam ser diluídas, né, e compreendidas. E ali não foi se dito uma palavra, né? Foi aquela aquela atitude amorosa assim, né? E aí eles puderam ter esse espelhamento assim: "Puxa, quem é essa mulher, né?" >> Ela passagem dela, >> só para terminar, tem uma >> tem uma passagem dela que ela estende a mão e pede para um homem rico uma ajuda pros pobres e ele gospe na mão dela. Falou: "Obrigado, isso foi para mim. Agora eu quero pode dar pros pobres, né? E ela não sea, >> né? E e tudo bem, obrigado. Isso é para mim, mas agora tu pode dar pros pobres. Então ela supera, né, essa agressão, né? E isso impacta ele, né? E ela, eu ia complementar sobre ela também que nunca se deteve, nunca entrou em conflito, mas ela realmente ela não aceitava não, né? Não no sentido de bater de frente, mas também me lembrando provavelmente do mesmo filme. E aí em determinado momento ela queria executar uma tarefa e foi negada, mas ela foi fazendo por si e foi recebendo ajuda. E então assim, ela realmente, né, não parava naquele objetivo maior dela que era de servir, né? E como a gente eh
ia executar uma tarefa e foi negada, mas ela foi fazendo por si e foi recebendo ajuda. E então assim, ela realmente, né, não parava naquele objetivo maior dela que era de servir, né? E como a gente eh escuta e entende quando trabalha, né? dentro do que a gente consegue, a felicidade dos espíritos mais evoluídos, de servir, de ajudar, de tá aqui próximo de nós ou seja onde for servindo, né? Mesmo que incompreendidos, né? Então >> ela avançava, né? Aí ela faz o que a Joana, né? Se tu que avança, né? Ela avançar e não ficava serena. >> Uhum. Ah, não tão me compreendendo, então não tem o que fazer. ela não entrava nessa vitimização, porque é isso também, né? Às vezes a gente se sente incompreendido e fica meio vítima ali, aí não avança, né? Fica preso, né? >> É, é, por mais que a gente possa amar a humanidade, né? E e de uma saber que o nosso caminho passa, né, pelas relações humanas, eh, o nosso compromisso, acima de tudo, é com Deus e com o nosso processo, né? E e isso a Jana vai deixar muito claro aqui no final do capítulo, né, que que tu não vai não vai realmente poder agradar as pessoas, não tem como agradar todo mundo. Então, diz ela no final, achei tão bonito essa passagem final aqui, né? Agrada então a tua consciência do bem e prossegue com alegria íntima pelo roteiro que que elegeste e não olhes para trás. Ou seja, não adianta te perder no jogo do mundo, né? Independente das questões que levam as pessoas a agir dessa maneira, eu não tenho como julgar e e lidar com isso. Então, o meu compromisso é é é com Deus e comigo, com o meu processo. Então, se eu tiver cuidando de mim e fazendo minha parte, né, neste roteiro que que cada um elegeu, né, a gente tá cuidando do mundo também. Então, é e é um processo natural. Se eu cuidar de mim na no compromisso com a minha consciência e da vontade divina, eu vou estar cuidando do mundo. Então, não preciso me perder no sentido de ficar chateado eh por causa do outro ou querer também de uma certa maneira eh mudar o outro, porque a a a
da vontade divina, eu vou estar cuidando do mundo. Então, não preciso me perder no sentido de ficar chateado eh por causa do outro ou querer também de uma certa maneira eh mudar o outro, porque a a a nossa quer vontade de mudar o outro também é faz parte da nossa incompreensão. Quem sou eu para querer mudar o outro, para forçar isso? Então também a gente não pode, né, forçar a consciência da pessoa que cada um vai despertar em algum momento próprio. Então às vezes, a nossa vontade de mudar o outro pode ser também um reflexo da nossa incompreensão. Então antes de mudar o outro, mudamos a nós mesmos e damos o nosso exemplo, que esse realmente é o fator maior, né, de de transformação e que a gente pode oferecer pro mundo. É porque daí quando ela diz, né, já sagrada a consciência do bem, ela tá chamando paraa nossa responsabilidade aqui, né, que cada um assuma suas responsabilidades. E me lembrei daquela frase que a gente ouve, né, super lugar comum, né, não vai ser unanimidade, não existe, né, nunca. Não vamos agradar a todos, não tem, né, como. Agora é um desafio, né, a gente se manter firme realmente, né, e comprometido. A gente tem que ter uma certa clareza, né, em relação por essa a importância desse processo de autodescobrimento, né, que é que a Joana trabalha tanto nesse compromisso aqui da série psicológica, né? >> Muito bem. tem alguma coisa mais que você queiram colocar em relação a esse ponto? Então, eu acho que tá muito claro aqui, né, a a material que a benfeitura nos oferece, né? E então eu acho que eh sublinhando essa última parte realmente, né, o importante é não se deter, né, nem se intercessante da incompreensão aleia, como ela coloca aqui, né? Então, a gente poder tá feliz porque a vida nos acolheu e soube nos sorrir enquanto oportunidade, né, abençoada de ter, né, a nossa experiência. Então vamos ficar, né, com esse amor divino que sustenta todos e, né, diante do irmão ainda que eh não consegue reconhecer esse amor ou não consegue reconhecer a nossa pequenez
é, a nossa experiência. Então vamos ficar, né, com esse amor divino que sustenta todos e, né, diante do irmão ainda que eh não consegue reconhecer esse amor ou não consegue reconhecer a nossa pequenez e aceitar a nossa realidade, a gente poder abençoar, né, perdoando e fazendo a nossa parte. Isso que é o que é o importante, né, gente? Muito bem. Obrigado então Guadalupe Marluci, né? Nós encerramos o capítulo quatro e no próximo encontro então a gente já vai pro capítulo cinco, que é enfrentando tentações. Então a Joana tá nesse cheio de questões mesmo de desafios pra gente, né? para poder expandir a nossa consciência e habilidade de de lidar com a realidade que se apresenta para todos nós. Um abraço a todos, nossa gratidão e até então o nosso próximo encontro com o capítulo
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