T8:E3 • Desperte e seja feliz • Provocações

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:00:50 169 visualizações

No terceiro episódio, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Guadalupe Amaral conduzem o estudo de Desperte e Seja Feliz, com foco no capítulo 3, "Provocações". Uma reflexão transformadora sobre os desafios da convivência e como superá-los à luz da psicologia e espiritualidade. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Alô, amigos. Bem-vindos a esse momento especial do nosso encontro de sempre, esse estudo maravilhoso da série psicológica Joana deângeles. Nós que estamos estudando o livro o Desperte e seja feliz, né? Essa é a nossa proposta, ser feliz, despertar e ser feliz. Então, eh, com alegria que estamos aqui reunidos, né, novamente junto com a Guadalupe e a Cláudia para dar prosseguimento a esse estudo hoje com o tema provocações, capítulo 3 dessa obra. São bem-vindas, Guadalupe, Cláudia, para esse momento especial, que possamos então refletir um pouquinho, né, desse tema que de uma certa maneira já foi trazido de maneira introdutória no capítulo dois, que ela tava de litígios, né? E agora ela começa focar nas provocações, né? E uma coisa que eu achei interessante, como ela é ela é rica, né? A Joana é muito criativa, a gente não sabe de onde que ela tira tanto elemento para pensar esse tema, né? Porque ela vai que não esgota, né? na na na capacidade dela de refletir, de aprofundar e trazer elementos pra gente poder ir despertando a nossa consciência e e avaliando esses padrões de de sentimento, atitudes e comportamentos. E nas provocações, ela começa a falar dessa ligação, né, nossa, com com a totalidade da vida, ou seja, que a vida eh se impõe, né, impera na vida a harmonia, né, tudo concorre para harmonia, né, e quando a gente começa num jogo provocativo, né, a gente vai de uma certa maneira eh se perdendo de nós mesmos nas nas perturbações das provoc ções, a gente pede a conexão, né, com nós mesmos e com a a divina energia, né, que tudo sustenta. Achei interessante ela, né, na introdução do capítulo aqui, né, na página anterior, trazer exatamente isso, né, como a gente tende a desarmonizar, né, nesse jogo de provocações. Tanto é que ela chama de morbo, né? no início do capítulo também ela usa esse termo para focar nessa questão da provocação. Então, né, já provocando no bom sentido, né, não no bom sentido vocês, né, nesse momento, né, eh, vamos como é que isso eh vocês percebem, vem

la usa esse termo para focar nessa questão da provocação. Então, né, já provocando no bom sentido, né, não no bom sentido vocês, né, nesse momento, né, eh, vamos como é que isso eh vocês percebem, vem essa questão que ela, que ela nos traz. Posso começar com a provocação? Guarda me sentindo provocada. É um prazer estar com vocês novamente, com todos. Eh, é muito bom você ter iniciado lembrando disso, né, Gelson, quando ela fala aí, né, nessa introdução da Divina Energia. E eu fiquei assim, é, é um pouco, eh, não vou dizer impactada, mas que me chamou a atenção, algumas palavras que ela usou, né? Porque ela diz assim que a gente nós sabemos que a gente tá mergulhado no alo divino, né? Desse sopro divino que nos alimenta, que nos nutre, nós viemos dele, né? Nós temos a fagulha divina dentro de nós, né? Mas ela diz assim: "Quando alguém se desloca emocionalmente, eu achei interessante esse jogo, né? Se desloca, então a gente tá no lugar certo, mas a gente se desloca pro lugar errado, né? Então ela fala, quando alguém se desloca emocionalmente para as áreas da perturbação, das discussões inúteis, dos campeonatos de ego, né, do ego, aí a gente deixa de se beneficiar desse todo. Então, achei interessante, né, essa essa expressão se deslocar, esse verbo, né, se deslocar. Eh, e aí mais embaixo ela diz assim que a gente cede espaços e tempo da emoção. Então, quanto que a gente perde, né, tanto desse benefício, né, do sopro divino, né, desse hálito divino que nos nutre. E e a gente perde então eh a a bênção disso, de tá nessa conexão como você trouxe. E a gente vai cedendo espaço e tempo, então perdendo tempo, né? Perdendo tempo, se desgastando, gastando energia com essas eh esses campeonatos do ego que ela fala, né? Então, eu achei bem interessante isso quando ela já nos inicia falando eh eh nos provocando também, né, a nos colocar a nos para que a gente volte pro lugar adequado da onde a gente não deveria ter saído, né, com a provocação. >> Bem bem apropriado isso que tu disseste.

eh eh nos provocando também, né, a nos colocar a nos para que a gente volte pro lugar adequado da onde a gente não deveria ter saído, né, com a provocação. >> Bem bem apropriado isso que tu disseste. Eu não tinha percebido essa questão desse jogo de palavras, né? quando alguém se desloca emocionalmente. Então é realmente é a gente sai do local, né, de de comunhão. E mas sobre essa introdução que eu achei muito linda, eu também gostaria de de comentar. O o que mais me chamou atenção, me impactou foi essa primeira frase, que ela chega a ter uma brisa quando a gente lê assim, né, esse esse carinho, enfim, que a divina energia tudo penetra suavemente, enriquecendo de vitalidade todos os organismos que a recebem. Então, tem essa questão do do local onde nós estamos e da gente se questionar porque que a gente sai daí, né? porque vem essa brisa suave, eh, firme e que tá a todo momento nos embalando e nos vitalizando. E aí a gente nessas provocações acaba caindo justamente por se deslocar. E e o outro parágrafo que me chamou atenção foi o que te chamou também, Cláudia, que essa questão de ceder espaço e tempo da emoção para justificar-se, impor-se e responder críticas constitui recurso daninho, que cedo se converte em desconcerto interior. Então, nos chamando já de uma forma muito profunda, mas muito suave, né, ao mesmo tempo, a gente olhar. olha onde vocês estão e olha as atitudes que às vezes não percebem e o quanto são e quanto são danosas. Então, achei muito muito interessante mesmo essa esse e e esse essa imagem, né, que ela traz, esses comentário, né, do deslocamento, né, da perda do do eixo, né, eh me lembra também uma outra questão importante que é o tema do caminho, porque ali no no na primeira página, quando ela começa entrar no capítulo três, eh ela diz que a gente tem um compromisso com a própria consciência. Cada um deve com a sua consciência. Ou seja, esse centramento, né, também fala de um caminho, né, um caminho reto, um caminho da qual a gente tem que seguir,

um compromisso com a própria consciência. Cada um deve com a sua consciência. Ou seja, esse centramento, né, também fala de um caminho, né, um caminho reto, um caminho da qual a gente tem que seguir, de estar comprometido com um projeto, né, projeto de amor, um projeto de verdade, um projeto de de uma certa maneira de tá colocando energia nas coisas certas, né, e nas provocações. A gente perde também nosso o caminho, a gente perde o nosso caminho. E eu me lembrei de uma história de Hércules, né, que Hércules é o grande herói da mitologia grega e a serviço, acima de tudo, de Atenas, que é a deusa dos heróis, né? Ela é a senhora que sustenta, protege os heróis. E ela tinha chamado Hércules para ir em direção a Atenas, né? A Atenar é deusa, né? e apenas a cidade homenagem a ela. Então, eh, ela chama a Hércules para uma missão, né, para alguma questão importante da qual ela queria que ele fosse para informá-la dessa dessa missão. E ele então segue na estrada e ele vê um um bichinho, monstrinho pequenininho, né, que que ataca ele na estrada. E ele com fica incomodado com aquele bichinho e com só com o pé dele, né? Ele tem é ser um homem grande, né? Né? Com o pé dele esmaga o bichinho ali e segue adiante, né? Depois de alguns quilômetros andado, né? Ele vê que o o aquele ser estranho reaparece, mas agora num tamanho maior. Ele reconhece que é o mesmo, que ele achou que tinha matado e não morreu. Daí o bicho ataca ele e ele vai lá e esmaga com as com as mãos assim, esmaga aquele bicho, não é? e segue adiante. Mais um tempo volta ainda o o o bicho maior ainda já do tamanho dele. Tem uma certa dificuldade em lutar com o bicho, né? Porque ele já tá num tamanho maior e ele gasta mais energia, mais tempo envolvido nessa tarefa de eliminar aquele monstro. Até que ele consegue e segue adiante. Quando tá perto de Atenas, reaparece um monstro quatro vezes maior. Aí quando ele vai começar a lutar contra o monstro, vem a a Atenades. Hércules, que tá fazendo aí? Eu não te pedi para seguir até onde eu estava, né?

e Atenas, reaparece um monstro quatro vezes maior. Aí quando ele vai começar a lutar contra o monstro, vem a a Atenades. Hércules, que tá fazendo aí? Eu não te pedi para seguir até onde eu estava, né? Eh, mas eu tô aqui, tô tendo que lutar com esse bicho aqui que tem me atacado durante a minha viagem. Eh, tu sabe que que ser é esse? Ele não é intriga. Quanto mais tu dá bola para ela, quanto mais tu combate, mais ela aumenta. Então, não te ocupe dela, sigue no teu objetivo, né? Então, de uma certa maneira, é isso das provocações, né? Quanto mais tu eh tu se ocupa delas, tu alimenta, tu perde o teu caminho, tu perde o teu eixo, né? de uma certa maneira dar alimento para as pessoas também que ficam nesse jogo, eh, criando, né, porque muitas pessoas se alimentam desse tipo de coisa mesmo, né, tão ali nesse jogo de despeito, de arrogância, infelizes, né, de de presunção e e e e querem te provocar, né, fazer esse jogo justamente contigo, né? Então, de uma certa maneira, a gente não pode entrar sem jogo, porque a gente acaba alimentando esse monstro, né? É que bonito você contar isso, né? que realmente é o desvio do caminho. E aí, eh, eh, ouvindo você falar, eu me conectei com essa também a primeira frase eh desse capítulo, quando ela diz que a provocação de qualquer natureza é morbo que gera contágio, né? Então, o contágio é que a gente precisa cuidar, porque eh uma palavra que que é dita pode nos capturar, né? Pode eh se conectar com alguma emoção mal resolvida nossa, algum evento que acontece, que aconteceu, que tem um registro. Então, esse contágio nos qualquer coisa pode nos capturar, né? Então, eh, Hércules foi capturado, né? quando você contou, ele foi capturado, né, e foi se desviando, né, >> e e essa há pouco tempo eu acabei de ler um livro muito bacana, eh, que é de uma pessoa que ela tá em cuidados paliativos, que é uma um um assunto que eu eu tenho gostado. E ao final ela diz assim: "Não ter tempo a perder com o que não importa". Não importa. Ela diz: "Não importa". E ela repete, "Não importa,

paliativos, que é uma um um assunto que eu eu tenho gostado. E ao final ela diz assim: "Não ter tempo a perder com o que não importa". Não importa. Ela diz: "Não importa". E ela repete, "Não importa, né? Você está me ouvindo?" "Não importa". Então, é é são eh os relatos finais que ela tá falando nesse livro, né? E é sobre isso mesmo, né? Porque assim, eh, quanto que a gente é capturado pelo que não importa, eh, não importa o o que o outro tá dizendo, porque assim, também o que o outro diz diz respeito a ele, né? muito do que o outro fala é de respeito a ele, não a nós, né? Então, essas provocações que vêm, que vem como flechas para nos atingir, elas estão muito mais relacionadas a ele. Então, eh, e aí eu me lembro de uma amiga que que dizia assim: "Claudinha, não come corda", né? Que era uma expressão que ela dizia: "Olha, não entra, né, nessa pilha, né? Não, não, não, não, não. Presta atenção a isso. Quer dizer, então, eh, é quando a gente perde tempo, né? A gente perde tempo com essas provocações. E ela traz logo no início desse livro que ela diz que ela vai trazer 30 questões desafio, né? Então, todas essas que ela tá trazendo no livro são questões desafios que ela diz assim que ocorrem com frequência, tá lá na introdução, e aturdem as criaturas humanas. Então, todas essas questões que ela tá trazendo são desafios e e o quanto a gente vai se desviando o caminho, né, aproveitando que você trouxe, né, Gelson, o quanto a gente vai perdendo tempo, né, o quanto a gente vai eh se importando com coisas que depois a gente vê quando acontece algo muito mais sério, a gente vê, nossa, aquilo não era nada, né? como eu me desestabilizei pensando, remoendo e gastei energia para algo importante que vai acontecer lá na frente, né? Então, a gente não pode perder tempo. E assim, aproveitando meu tempo rapidinho, eu também eh procurando sobre a palavra provocação, né? Tem no livro Tempo de Transição, eh, do Juvan Borges de Souza, ele vai capturando, eh, mensagens, né, do reformador e aí tem o prefácio de

inho, eu também eh procurando sobre a palavra provocação, né? Tem no livro Tempo de Transição, eh, do Juvan Borges de Souza, ele vai capturando, eh, mensagens, né, do reformador e aí tem o prefácio de Francisco Tissen e ele diz assim: "Provocações e problemas habitualmente são testes de resistência necessários à evolução e aprimoramento da própria vida. Então, quanto esses testes vão sendo enviados, né, e a gente desavisado, né, fica a mercê disso, né, dessas provocações que vão, como como a Joana trouxe aí e e vocês já falaram também, vão vão nos tirando o equilíbrio, né, para algo muito mais sério. Eu acho que é isso que importa também, algo muito mais sério de desafio na nossa vida. talvez uma doença, né? E qualquer eh eh obstáculo e problema que vai surgir próprio da vida e próprio da nossa história particular, né? Porque não é do outro, é nossa, né? Aquilo que a gente vem precisa de atravessar. Então, o quanto isso a gente quanto a gente vai se desgastando ao caminho no caminho. E quando chega naquele momento a gente tá cansado, né? Desculpe, falei bastante. >> Ótimo, bom te ouvir. E isso traz assim a a essa frase e a opinião dos outros merece a consideração que lhe dás, né? Porque nesse caminho eh nós vamos caindo, como é? Comendo corda. Isso eu não conhecia. A gente come umas cordinhas, né? E porque ainda tá envolvido algumas questões que que vão nos pegando, como né, vocês estão falando. Mas o o quando a Joana diz, né, que a gente reflita a opinião dos outros, merece a consideração que nós damos. Então, que que nesse caminho a gente vá aprendendo realmente, OK, né? Passou e é frequente, né? Passou uma situação lá na frente, como a Claudinha tava trazendo, eu percebi, puxa, quanta energia. Quanta coisa em algo, quanta, né, tempo em algo que realmente não tinha todo esse valor que eu dei. Isso sim que eu tô vivendo tem valor, né? Mas que a gente daí vai usando isso como aprendizado, porque é a coagulação, é na vida a gente perceber que que na verdade essa opinião tem o valor que a gente dá.

sim que eu tô vivendo tem valor, né? Mas que a gente daí vai usando isso como aprendizado, porque é a coagulação, é na vida a gente perceber que que na verdade essa opinião tem o valor que a gente dá. E aí a gente volta paraa questão básica, né, do do autoconhecimento do trabalho interior, porque quanto mais a gente vai se conhecendo, menos vai caindo nessa armadilha que, na verdade, nós mesmos colocamos em nós. Então, essa essa frase curta e e muito significativa acho que é bem importante, né? um pouquinho mais abaixo aqui na primeira página nossa de que eh na verdade a questão não é o outro, né? Porque quem dá esse valor para essa provocação, para essa opinião, somos nós, né? Então que a gente comece aprendendo assim, o outro vai falar: "Eu vou até me posicionar". Mas posicionar é muito diferente de ficar matando o bichinho até ele virar monstro. Nesse exemplo que eu achei fantástico e que o Gelson trouxe, né? Eh, tanto é que ela faz uma diferença, né, Guadalupe, entre o respeito ao próximo e a amizade, né, que é uma questão, a gente pode estar a gente tem amizade com pessoa, a gente respeita o outro, né, mas não a sujeição e uma obediência cega, né, e que muitas vezes as pessoas que querem provocar querem impor, querem impora, a sua condição em cima da gente, né? Então, realmente, né, a gente tem aí uma questão que que se eu fosse eh resumir, né, tudo isso que estou comentando, que a Juna coloca, né, eh é um grande exercício de aprender a viver, viver por nós mesmos, né, e pagar o preço de das escolhas, saber, né, eh tá centrado, lidar com as diferenças, não se deixar provocar. Então, quando tu fala, né, agora esse a questão do autoconhecimento, tudo isso de uma certa maneira eh remete a arte do viver, né, viver nessa com essa harmonia que a Jona propõe, sintonizado com a mente divina, sem se perder de nós mesmos. Então é um a provocação é um grande exercício, eu vejo aí, né, da gente poder se manter mesmo com o outro ou apesar do outro, né? E uma das grandes questões que que

ivina, sem se perder de nós mesmos. Então é um a provocação é um grande exercício, eu vejo aí, né, da gente poder se manter mesmo com o outro ou apesar do outro, né? E uma das grandes questões que que eu acho que tá em jogo é a gente não que a gente tende sempre a pessoalizar. Por que que dá problema? Porque a gente pessoal, os outros pessoalizam, né? Ah, nos atacam ou nos provocam, né? a gente pessoal, a gente pega pra gente como se fosse uma crítica à gente, como se fosse um jogo que ti podesse ameaçando a nossa identidade ou a nossa condição ou a nossa eh moral, seja lá o que for. Mas como diz a Joana, se a gente está fiel à nossa própria consciência, não tem por a gente levar pro pano pessoal. é o entendimento da pessoa, ela tá vendo ou ela tá provocando a partir das questões dela, né? Por que que eu tenho que pessoal? Então, quando pessoaliza, geralmente a tendência é que o complexo seja ativado, porque a nossa grande, um dos grandes problemas psicológicos é a autoafirmação do ego. Toda vez que o ego pega para si uma questão, ele se complica porque ele quer se autoafirmar. Então, não, a questão não é minha, a questão é do outro, né? é ele que tá incomodado ou ele que tá provocando, ele que tá querendo eh me instigar alguma coisa ou ou me destabilizar através de um conceito, de um tipo de abordagem, né? Mas se eu não pegar para mim, não tem por eu ficar incomodado e e acolher aquela provocação. >> Uma outra, ah, vou trazer uma outra provocação aqui daqui a pouco. Talvez tu tenha outras questões a complementar, Claudinho. Mas uma outra questão da gente também ter a lembrança que nós estamos trazendo muito quando quando somos provocados, mas que a gente também cuide para que a gente não faça isso, né, nessa eh nesse mecanismo dos nossos complexos, que a gente não fique justificando e realmente eh pessoalizando, né, que que é muito diferente de tu porque aqui não se fala de tu não ter opiniões, de tu não te colocar, né? Mas que isso que o Gelson trouxe é bem importante, eh, que a gente

mente eh pessoalizando, né, que que é muito diferente de tu porque aqui não se fala de tu não ter opiniões, de tu não te colocar, né? Mas que isso que o Gelson trouxe é bem importante, eh, que a gente também entenda que, bom, eu posso dentro da minha consciência falar sobre aquilo que eu acho verdade, eh, defender meu ponto de vista, mas não se tá falando das pessoas e sim de se colocar na vida. Então, que a gente também coloque, né, a mão na consciência e não ache que só tá no lugar de ser provocado e cuidar para que a gente também não não faça isso, né? Então queria, né, deixar esse esse contraponto. >> Eh, >> aí não sei, Claudinha, né, se tu não ia falar alguma coisa ainda em relação ao Gelson? Eu me atravessei. É, mas eu eu vou aproveitar o que você falou porque eu achei bem bom que você trouxe, porque na numa outra eh parte da desse capítulo, ela vai trazer Allan Kardec, que ele eh mesmo sendo atacado, né, pelos adversários gratuitamente, né, ele debatia num nível, né, de civilidade, né, que é o que a gente precisa aprender, né, a transmiss transmitir as nossas ideias, né, vai colocar nosso ponto de vista, mas de uma forma civilizada, né, e não deixar que o animal, né, tomado, né, dessa emoção, dessa dos complexos saia. E e ela traz isso, né? Ela diz que Allan Kardec, ele quando respondia as críticas, ele sempre fazia com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara e com respeito pelo opositor, né? Então, aí é fundamental porque aí a gente não desce ao nível da pessoa, né, que tá desorientada, tá desequilibrada, né, a gente não eh eh se vincula desse jeito. a gente tenta manter o nosso eh nível, né, energético, a nossa vibração e aí a gente vai com respeito a ele, mas nos colocando exatamente que você trouxe, né, eh Guadalupe, né, e aí mantendo esse nível, como ela diz, manteve o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas, que é exatamente que vocês estão falando, né, nunca trazer pro lado pessoal, né, evitar isso, né, e também

mo ela diz, manteve o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas, que é exatamente que vocês estão falando, né, nunca trazer pro lado pessoal, né, evitar isso, né, e também nunca eh olhar aquela pessoa também de uma forma pessoal, que é um grande exercício que a gente precisa fazer, né? Olha, ele tá trazendo uma ideia totalmente descontextualizada, né? Tá trazendo com emoção muito forte, mas, né? Vamos nos focar no que ele tá trazendo e não no que ele é. Porque o que ele é, se a gente pensa, ele está assim, ele tá aí, pronto, a gente já se perdeu, que a gente vai pensar, ah, ele tá com raiva, ele tá me agredindo, ele tá, ele tá trazendo de uma forma muito agressiva. Aí a gente já vai saindo desse caminho que a gente precisa est. Então a gente, né, aprende com Allan Kardec que a gente se foca nas ideias, né, no que a pessoa tá trazendo pra gente poder trazer eh se vale a pena, né, a gente poder colocar de uma maneira uma outra e e aí o que o que eu queria falar quando, né, antes era que antes disso, né, ela diz assim, eh, os provocadores de polêmicas agem com insensatez, estão sempre contra todos aqueles que hoje não homenageiam, né, que é a coisa do ego que o Gelson trouxe, né? Então, se a gente não se reverencia, se a gente não se iguala, né, eh, então a gente não é bom, né? Então, a gente tá agredindo aquela pessoa, né? E aí ela diz assim uma coisa que também eu achei bem legal, eh, a sua cegueira é farta de presunção. Então, estão estão muito presunçosos, são insensatos, presunçosos. Isso ainda tá na primeira folha. E aí ela diz assim: "Acreditam deter a verdade, a sabedoria, só eles que se autonomearam. Então eles se autonomeiam, donos da verdade, donos de tudo, né? E se a gente não reverencia, se a gente não acata, né? Se a gente não tá a favor deles, muitos deles agem assim. Se a gente não tá a favor, a gente tá contra, né? E não é isso que que até que ela trouxe pra gente sobre Allan Kardec, né? A pior cegueira, né, Cláudia, é aquela

favor deles, muitos deles agem assim. Se a gente não tá a favor, a gente tá contra, né? E não é isso que que até que ela trouxe pra gente sobre Allan Kardec, né? A pior cegueira, né, Cláudia, é aquela pessoa que não consegue enxergar sombra, né, que nega a sombra, porque ela acha que tá na luz, né, tá uma fantasia onipotente que ela tá iluminada, que ela tem a verdade, como diz aqui, né, concitou a Joana, né, segueira é farta de presunção. Então, a gente vê isso no fundamentalismo, né? O fundamentalismo tem essa esse jogo de tudo que não concorda com ele, né? É o inimigo a ser combatido, que que é o demônio, né? O que tá errado, é a pessoa equivocada. Aí ele se dá no direito de matar, de forçar a mudança ou de impor a a sua crença em nome dessa presunção. Então, muitas provocações geralmente se dão a partir de pessoas que tão se agarrando desesperadamente numa verdade, né? Eh, no fundo com uma forma de do medo de se confrontar com com a sua sombra. com a sua própria realidade, com as suas próprias limitações. E se tu entra nesse jogo, tu também fique para eles, né? E eu acho que o que eu e o bom da doutrina espírita, né? Eu acho interessante é que a visão espírita é mais uma perspectivista, né? que tudo é uma perspectiva. Por exemplo, a biologia não é o próprio corpo, mas é uma forma, uma maneira de escrever o corpo, mas é uma uma maneira de escrever corpo é pelo pelo lado biológico, fisiológico. A gente pode ver o corpo pro outros, né? Então, cada espírito tá num grau de evolução, né? E esse grau de evolução vai dar uma perspectiva diferente. A minha perspectiva é limitar muito mais limitada diante de um espírito de luz. e esse de luz mais limitado em relação a Jesus, né? Então, cada um de nós vê as coisas com o nível de consciência e de realidade que a gente conquistou eh com a conforme a nossa evolução. Então, a gente tem que aprender a lidar justamente com as diferenças, né, e a complexidade dessa de desse mundo heterogêneo de de condições que é justamente é necessário pra gente poder aprender um

o. Então, a gente tem que aprender a lidar justamente com as diferenças, né, e a complexidade dessa de desse mundo heterogêneo de de condições que é justamente é necessário pra gente poder aprender um com o outro. E na provocação, tu tu não tá respeitando essa perspectiva, né? Tu tá querendo, né, polemizar e para ou para produzir desarmonia ou para de uma certa maneira impor, né, a tua a tua condição, né? Então, aí realmente eh eh tu tu falha, né, com esse espírito fraterno e esse espírito que rege a gente, que é realmente reconhecer que ninguém vai dar consciência para ninguém, né? Esse é um processo da caminho de cada um. E não é forçando ou provocando, né, ou se deixando provocar que a gente vai resolver as questões dos outros. Vejam como é um comportamento, como é uma questão presente, porque nós podemos levar isso pro âmbito familiar, profissional, eh ampliar um pouco mais e também ir para essas questões políticas, para essas questões mesmo do esporte. Então assim, nós vamos vendo que que muitas vezes eh até na diversão, a provocação às vezes eh causa uma tragédia, né? Nós estamos falando assim de questões mais pontuais de de relacionamento, né? uma um eh de par assim, não necessariamente, mas no âmbito coletivo isso também pode causar um grande dano e vai nesse nosso eh dessa nossa mente de muito de nós que ainda tá competindo, não tá cooperando, que acha que a verdade, como né, o Gelson trouxe ali, e ela eh pega o absoluto como verdade nessas questões fundamentalistas que pessoaliza a tudo ao invés de ter uma discussão saudável, porque como é bom na ciência ou pseudociência, o quanto, infelizmente, ainda é comum que se ataque e se provoque a pessoa e não se discuta as questões em si, onde a gente poderia, discutindo pontos de vista, progredir muito mais, cooperando, né? Eh, então realmente é algo que tá eh é um contágio psíquico, né? e e como ela fala ali e um contágio psíquico onde todos nós estamos implicados. A gente pode tá se melhorando, mas tem que estar

o, né? Eh, então realmente é algo que tá eh é um contágio psíquico, né? e e como ela fala ali e um contágio psíquico onde todos nós estamos implicados. A gente pode tá se melhorando, mas tem que estar sempre nesse cuidado porque é algo que faz parte ainda desse momento. E aí, claro, a gente pode olhar, né, para todas essas questões que ainda não se resolveram, no sentido de que ainda se tem muito isso no mundo em que a gente vive, né? família, relacionamentos eh afetivos, trabalho, tudo como eu, como eu citei, mas também a gente pode olhar para cima no sentido, né, positivo. E também tem muita coisa boa acontecendo. Essa esse hálito divino, essa energia divina, ela é e está em nós. Então, muitos de nós, nesse esforço que a gente faz, a gente consegue também ir rompendo com essas amarras e rompendo com esses padrões. Então, é uma questão realmente da gente eh primeiramente não ter esse fundamentalismo, trabalhar nesse caminho do meio, percebendo essas duas realidades em nós e sabendo que tem ainda muito o que fazer, mas que a gente também já conquistou muito, né? para que a gente vá, ao mesmo tempo que se trabalha, vá colocando outro outra energia no mundo como um todo. Vai então tirando, né, esse hálito nosso pestilento e contribuindo um hálito divino, né? Eh, então é uma dinâmica realmente é muito complexa, eh, mas ao mesmo tempo muito perfeita e muito amorosa, né? Porque é só a gente ir tentando e aí vai suavemente mudando ou às vezes aos trancos e barrancos, mas entendendo que tem os dois lados e que a gente tá também caminhando em favor de uma evolução saudável, né? Acho que é interessante isso. >> Sim. Eh, eu queria ressaltar algumas coisas. Uma delas é essa frase que a Joana nos coloca. Eh, Jesus constantemente provocado permaneceu em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus perseguidores, né, que tem a ver com o que a gente falou, né, da discussão saudável, né, eh, também de silêncio, né, que é o importante, né, porque tem

ndo a terapêutica da compaixão em favor dos seus perseguidores, né, que tem a ver com o que a gente falou, né, da discussão saudável, né, eh, também de silêncio, né, que é o importante, né, porque tem que falar, muitas vezes a gente precisa calar, não tem que falar toda hora, não tem que responder, né? O silêncio ele pode dizer muito, eh, e pode evitar muito também, porque quando você traz, né, Guadalupe, que que essa competição, né, essas provocações, a gente ouve, né, na mídia, eh, às vezes de laces trágicos, né, eh, uma pessoa corta a outra, a outra passa, o outro vai e aí acontece uma tragédia que podia ter sido evitada se ele não fosse tocado, ferido naquele ego dele, né, que por que como a pessoa vai fazer aquilo, né, e deixar essa pessoa aí, vai, vai, né, vai com Deus quanto se evita, né, mas eu queria juntar essa frase aqui de Jesus que eu vou comentar também, mas antes eu queria trazer uma frase que tá lá no início, que é assim: "A tua tarefa deves realizá-la conforme abraçaste". Então, essa é uma frase que eu queria ressaltar. a gente tem uma tarefa e a gente tem que realizar, né? E depois ela diz assim: "Adotaste o o comport o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor." Então, a gente tem uma tarefa. Qual é a tarefa? Adotar esse comportamento, né? de construir construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro de amor. Porque se a gente tá embuído dessa dessa tarefa de de ser melhor a cada momento, né, com amor, levando e esperança, né, eh apaziguando as situações, se a gente tá embuído disso, dessa tarefa de nos melhorar e, né, para que a gente possa também favorecer um ambiente, a gente vai fazer como Jesus, que é constantemente provocado, ele ficava num padrão de autocup né, num comentário de alto padrão ou no silêncio, né? Então, eu a gente precisa se voltar, e aí eu aproveito novamente a palavra do Gelson, ao caminho. Qual é o caminho? A tarefa que a gente tá eh eh que a gente eh escolheu, abraçou antes de chegar aqui.

Então, eu a gente precisa se voltar, e aí eu aproveito novamente a palavra do Gelson, ao caminho. Qual é o caminho? A tarefa que a gente tá eh eh que a gente eh escolheu, abraçou antes de chegar aqui. E aí a gente vai e segue perseverante, né? e não querendo me deter, mas ainda falando do de Jesus, né, que é maravilhoso falar de Jesus, quando ela traz essa essa frase, eu me lembro daquela passagem que Jesus é provocado, né, eh que quando ele tá lá com em reunião com os discípulos e com as pessoas lá, chega alguém aa e diz assim: "Tua mãe, teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo, desviá-lo do caminho, né, tirá-lo daquele lugar. E eu me lembrei dessa passagem. E aí ele diz: "Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos?" E ele diz: "Eh, aqui estão minha mãe, meus irmãos, porque quem faz a vontade do meu pai que está nos céus, este sim é meu irmão, minha mãe e minha irmã". Então, ele tá falando do amor fraternal e ele tá falando daquilo que Joelson falou: "Não se desvie do caminho, não aceite provocações, né? não tira ele daquele foco para ele se desestabilizar com aqueles irmãos que tinham muitos comprometimentos, né, obsidiados, né, e que não concordavam com a vida de Jesus. Então, para que que ele vai sair daquele lugar que ele está harmonizado naquela tarefa, né? Então, aí ele eu vou usar a expressão, não comeu corda. Ele continuou lá dentro, diz: "Quem são meus irmãos?", né? e fala, responde dessa forma inteligente, né, fazendo todos pensarem. É interessante, né, que tu vê esse equilíbrio do Cristo, né, essa total domínio, né, sobre ele e a própria humanidade que ele conhecia o coração de cada um, né, mas um uma pessoa realmente plena de si mesmo. E aí a nossa grande dificuldade é que a gente a gente é sujeita a muitas paixões ainda, né? mundo emocional e as nossas coisas mal resolvidas estão ali, né? Presente viva da gente, né? Como a vida afetiva ela faz parte, né? É concional nossa realidade, então a gente tá sempre sujeito a a termos afetos, né? E e temos

as coisas mal resolvidas estão ali, né? Presente viva da gente, né? Como a vida afetiva ela faz parte, né? É concional nossa realidade, então a gente tá sempre sujeito a a termos afetos, né? E e temos que ter, né? Mas esses afetos acabam sendo alimentados e provocados por outros e despertando daí o pior dos afetos, não o melhor dos afetos que são os nossos complexos, né? E e aí que a gente tem que ter cuidado porque essas provocações el pode vir de tantas maneiras, né, gente? Pode ser uma um uma crítica, pode ser uma ironia, pode ser um um questionamento moldoso, né? Pode ser uma fofoca, pode ser um jogo sedutor, né? E as provocações elas são muito abundantes na nossa vida e vem disfarçado assim, às vezes até de uma intenção positiva. Ah, Cláudia, Guadalupe, ah, vocês, né? eh eh são terapeutas espíritas, mas será que, né, eh mas que quer dizer e fazer uma provocação como se fosse uma coisa boa e mas para desestabilizar, né, para gerar, né, algum tipo de de eh dúvida, né, ou malestar na gente, né? Então, eh, e a gente vê isso, né? Porque dentro das provocações tem muit muitas vezes a questão da, do jogo tá em perverso. A gente vê assim a quando Jesus, né, essa passagem encontrou com o demônio, quando ele ele ficou 40 dias, 40 noites, né, do deserto, né, e foi tentado pelo demônio. Olha as provocações. Tu é filho de Deus, né, te atire, né, daqui, né? Olha, tu é o todopoderoso. Então tu vê como como essas provocações tem artimanhas e jogos e e às vezes a gente entra se d conta disso, né? Porque pegou justamente nesses pontos obscuros nossos, nesses afetos mal resolvidos, né? Que que que às vezes a gente não consegue tomar consciência, mas que estão ali presente e quando vê ele, né? E às vezes tem um processo obsessivo junto ainda, né? Tem mais isso, né? Tem os irmãozinos desencarnados que também estão ali, ó, aproveitando a carona para provocar também, para incitar, para alimentar, né, esses processos todos. Então, é algo que realmente faz desse processo um grande exercício

arnados que também estão ali, ó, aproveitando a carona para provocar também, para incitar, para alimentar, né, esses processos todos. Então, é algo que realmente faz desse processo um grande exercício pra gente. Eh, falando isso, eu tava lembrando muito dessa questão eh do desejo central, né, da ação e reação do Gregório e o quanto realmente esse ponto é importante da do da elaboração de algumas provocações, né, e da das energias desencarnadas, porque às vezes a gente se acha imune, entre aspas, a provocações mais claras, né, eh, briga de trânsito, jogo de futebol, política, mas não se dá conta que existem outras formas, como o Gelson tá trazendo, de de provocação mais insidiosa, mais elaborada. E muitas vezes a gente, por achar que ultrapassou essas outras, não se dá conta que ainda tá eh submetido aos nossos complexos ou as nossas questões de reencarnações anteriores e ali obsessores mais eh com uma inteligência mais elaborada podem, né, nos fazer eh cometer cair em queda, né, realmente. Então, essa questão de que a gente vá sempre se olhando e vá percebendo que nós não estamos imunes a essas dinâmicas é também me parece importante, né? Porque nem sempre é algo tão eh nítido, né? E e as inteligências desencarnadas podem ainda ter o amor lá mais, né? não tão desenvolvido, não tão liberto, mas tem inteligências às vezes muito aluçadas e a gente não percebe e cai nesses jogos. Então isso é algo que também eu tento refletir, né, quando quando eu leio isso, né? Eu acho que a gente lembra o que que é a Cláudia falou do comentário sobre a parte do Kardec, quando a prefeitura cita o Kardeco, né, de do quanto a objetividade, né, importante, né, por isso que a gente não pode pegar o o ego, não pode personalizar, porque de bastante maneira se a gente consegue manter a objetividade, né, a gente consegue daí eh estabelecer uma troca, né, como que fazia nesse nível de discussão eh não agressiva, né, mas no na ideia, na ideia, na proposta dele, sem se perder disso. E isso que é difícil justamente

nsegue daí eh estabelecer uma troca, né, como que fazia nesse nível de discussão eh não agressiva, né, mas no na ideia, na ideia, na proposta dele, sem se perder disso. E isso que é difícil justamente em função das nossas questões. Então, um ponto acho importante nessa história toda é que se a gente foi provocado, se alguma coisa bateu em nós, é mais do que o que do que quem fez isso e e a intenção que ele fez isso, o que que isso tem a ver conosco se mexer com a gente, né? Esse me lembra de um de um senhor que era um um ele é um galdério, né? Um homem forte, grande, que numa fala grossa, como a gente diz aqui no Sul, né? Mas que é homossexual, né? E ele sempre foi um um um então assim, ele eh ele impunha respeito pela forma dele se colocar em função até da da da postura física, da, né? Mas tinham essas brincadeiras que tem na na na escola das crianças se chamarem de de algum tipo de provocações. Ah, tu é tu é isso, tu é aquilo, tu é, né, essas palavras de para dizer, né, e era uma e e sabia que era uma brincadeira, uma provocação, mas daquilo batia nele de uma maneira muito violenta, que ficava muito incomodado, muito raivoso, irritado, né, e queria já bater nos outros. que se deu conta. Puxa, mas por que que isso tá me irritando tanto e tá me incomodando tanto a provocação? Se ele sabia que era mais um jogo de brincadeira da idade dos guris. Daí ele se deu conta que que porque aquilo era uma verdade, que ele se que ficou que batia nesse lugar de algo que ele que ele sentia, mas que ele tava querendo esconder dele mesmo e também do mundo, né? Então, de uma certa maneira, é importante a gente poder prestar atenção de como as coisas nos chegam e nos batem, né? Porque também estão falando de nós, não pela provocação em si, mas das reações emocionais que nos mobilizam e que de uma certa maneira indica também, né, aspectos nossos mal resolvidos. Tô lembrando só uma parte de descontração aqui. Tô lembrando que eu ficava baia, né? Ficava muito muito braba, porque me chamavam todo tempo de

neira indica também, né, aspectos nossos mal resolvidos. Tô lembrando só uma parte de descontração aqui. Tô lembrando que eu ficava baia, né? Ficava muito muito braba, porque me chamavam todo tempo de escola até segundo grau de tampinha, chaveirinho, essas coisas assim, né? Mas gente, né? Para quem nunca me viu, eu tenho 1,55 m. Então é é uma é uma, né? É uma é verdade, né? Mas claro que isso aí então é é isso, né? Por que que me incomodava tanto, né? Eh, a gente se incomoda com as verdades e claro que a gente tem que, né, objetivar, enfim, mas acho que que é que é isso que acontece depois de adulto também. a gente começa, como se diz, a se atacar por coisas que, na verdade, falam de nós. Porque quando a gente já ultrapassou isso daí, né, como como, né, volta a frase ali, a opinião dos outros merece a consideração que lhe dás, né? Então, realmente é é isso na prática, né? Olhar por que tá, então onde é que bateu, né? Acho bem importante assim. E outra coisa só, né, a a questão do que a Claudinha também tocou de passagem assim do silêncio, né? aos polinizadores que te acusam, responde com silêncio e as ações que os desmentirão. Isso, não é me lembrou assim a frase toda, claro, ela já é autoexlicativa, mas a essa questão da também dessa frase, use o evangelho e se for necessário, use use use use palav, pratique o evangelho e quando for necessário use palavras no sentido de de da gente vivenciar então, né, o que a gente se propôs dentro do do grau de consciência melhor possível que a gente consegue. E isso é é um é um silêncio ativo, né? Isso é a resposta para nós e pro mundo, né? Pro mundo assim de quem nós somos. E então acho isso importante também a ação, né? A experiência ou a vida, né? Como a gente trouxe. >> Sim. Se a gente pensa que a gente é uma célula do universo, né? Então assim, as células vão ficando mais saudáveis e vão tornando um corpo saudável, né? Então aí eh me lembrou isso quando você trouxe, né? Eh do da finalidade, né? Eh eh desse amor universal fraternal, onde cada um

células vão ficando mais saudáveis e vão tornando um corpo saudável, né? Então aí eh me lembrou isso quando você trouxe, né? Eh do da finalidade, né? Eh eh desse amor universal fraternal, onde cada um de nós como uma célula, assim como na a família é uma célula da sociedade, nós somos uma célula do universo, né? Então se a gente vai se trabalhando, né? né? Tudo isso que a Joana vem trazendo, né? O silêncio, né? Eh, a autoconsciência, o autoconhecimento, né? As ações mais melhor elaboradas, né? Não a reação, né? Porque ação e reação é, né? É, é impossível, né? Mas pensar antes, né? Então a gente vai se tornando uma célula melhor, né? Nesse corpo, né? Esse corpus universal. E aí, abaixo dessa frase que você trouxe, eh, Guadalupe tem, eh, tá falando dos polemizadores, mas diz assim: "Eles são ociosos, né?" E aí isso mais uma vez nos lembra do trabalho que a gente precisa fazer, do nosso trabalho e daquele trabalho que a gente veio fazer, né? Porque se a gente não tá desviado, né, desse propósito, a gente não vai ser ocioso, né? Então eles estão ansiosos, eles estão à margem do caminho porque eles não estão conectados com o trabalho deles. Então ela diz, eles são ociosos observando o que consideram sejam as falhas alheias e não se dão conta das próprias. Aí me lembrou daquela eh da trave no seu olho e do cisco, né, que se vê no outro, né, e o evangelho nos traz. Então eles estão olhando o cisco no outro, né, mas não estão vendo a trave que tá no no olho deles, né, que tá impedindo de olhar a verdade, né, de abraçar esse caminho verdadeiro, eh, caminho real, né, que essa vida agora é é é assim, é mais um capítulo, né, da nossa vida de espírito. E eles estão muito à margem disso tudo. E aí, Guadalupe, eu fiquei também pensando no que você trouxe, né? Porque assim, é que eu achei muito importante e na na hora eu não não tive condições de falar. Eh, mas assim, eh, o quanto a gente tem que cuidar para não ser provocador, que é o que você trouxe, né? Então, sem querer a gente

hei muito importante e na na hora eu não não tive condições de falar. Eh, mas assim, eh, o quanto a gente tem que cuidar para não ser provocador, que é o que você trouxe, né? Então, sem querer a gente provoca, sem querer a gente toca no outro, né? Numa fala eh mal cuidada, né? Num olhar diferente, né? ou sabe, às vezes a gente eh também deixa passar eh coisas nossas, sombrias, que a gente ainda precisa cuidar. Então, o quanto a gente precisa ser cuidadoso, né, com quando a gente vai falar com o outro, porque o outro é um universo e a gente pode abordar ele de várias formas, né, e até descuidade. É lógico que a gente não vai ficar eh, né, uma paranoia, né, a preciso elaborar muito bem. Ai não, essa frase ainda não tá boa não. Como é que eu falo? Não, também não é assim, né? Porque é um fluir, né? Mas o quanto eu queria aproveitar o que você trouxe, né? Porque assim, a gente também pode ser muito provocador e não se dar conta, né? E tá também levando uma sombrinha aí, né? Por debaixo. >> Com certeza. E é muito fácil, né, Cláudia? Porque todos nós carregamos sombra, né? Por isso que essa frase que a Citou que é atribuída a São Francisco, mesmo que não haja nenhum documento que prove, né, que foi ele, né, mas eh ficou como sendo dele, né, prega o evangelho todo tempo, se necessário, use palavras, né? Então, essa ideia de que o exemplo, né, é mais virtuoso que realmente proclamaram com a voz, né? Então, eh, isso é um bom, é, é uma, é uma boa regra, né, paraa gente não entrar em provocações. E é isso que a Jana coloca aqui, né, na página 21, no final, né, ensina, persevera no ideal, mas não te consideres dono da verdade, servindo com amor e não estacionando para colher resultados ou observar frutos. Então, de mais certa maneira, a gente não é o dono da verdade. Então, vamos exemplificar, né? Porque como ela disse antes, a consciência de cada um em algum momento vai se deparar, vai se confrontar, né, com consigo mesmo na hora certa. Então, façamos a nossa parte, né? Silenciamos, né? Não, não

rque como ela disse antes, a consciência de cada um em algum momento vai se deparar, vai se confrontar, né, com consigo mesmo na hora certa. Então, façamos a nossa parte, né? Silenciamos, né? Não, não entramos nesse jogo, né? Eh, de que dispersa, que rouba energia, que nos desvia do caminho e sigamos nossa tarefa, né? Como ela disse também no final, a a nossa tarefa da de todos é de ampliar os horizontes do bem, né? Acho tão bonito, né? essa última frase dela, a tua tarefa é de ampliar os do bem na terra em nome do amor não amado, até hoje incompreendido. Olha só, é poético, é profundo, né? Em nome do amor não amado. Ele que não que amou e e não foi reconhecido, não foi amado, né? e soube também eh eh diante de toda a imensidão de conhecimento, respeitar a ignorância, né, nossa e ensinar conforme a nossa condição, né? Então, e aí foi dando seu exemplo e foi, né, aos pouquinhos sendo esse convite para que a gente possa sair da escuridão e encontrar esses horizontes aí do bem que agora nós estamos em condições, né, de começar. realizar em nossa vida. >> Eu eu tenho uma uma pedaço curtinho aqui que eu achei também bem interessante de compartilhar com vocês. É do momentos de esperança. Deixa eu ver qual é a mensagem. mansetude. E e ela fala assim no final, faz-te afável, seja qual for a circunstância, torna-te abnegado em todo momento, enquanto outros se comprazam em preservar a brutalidade e o azedume que se lhes tornam sistemáticos, eleva-te pela fabilidade e abnegação ao patamar da mansetude, recordando-te que, mesmo incompreendido, conforme expôs Jesus, os mansos herdarão a terra. Então, trazendo de novo assim nesse, né, livrinho Momentos de Esperança, essa postura, né, perante a vida de de compreender que nós somos amados, que tá tudo certo, mas que o tudo certo significa também a gente viver por inteiro, eh, respeitando e honrando o amor divino por nós, né? Então, achei muito bonito assim o jeito que ela trouxe. Eh, isso me lembra também os quatro compromissos Totecas. Os toltecas eram

er por inteiro, eh, respeitando e honrando o amor divino por nós, né? Então, achei muito bonito assim o jeito que ela trouxe. Eh, isso me lembra também os quatro compromissos Totecas. Os toltecas eram um grupo de indígenas, né, piginados do antigo México, né, anterior ainda aos astecas e incas. Eles tinham quatro compromissos que era a regra de vida deles, né? O primeiro era a fala impecável. Então, olha só, falma, cuidado para falar, o pessoal que a gente comentou hoje aqui, né? Não julgar ou interpretar de maneira apressada. E e o quarto é o dar sempre o melhor desfício. É uma regra que realmente vale é é muito interessante para todos nós, né? >> Muito legal. Acho isso aí é pra gente escrever e colar na geladeira. >> Aham. E quantas e e quanto tempo atrás, né? E olha só >> quanta sabedoria, né? >> É, quanta sabedoria. >> Eu achei interessante a tua a tua leitura também Guadalupe, né? Quando você fala da traz o aquele o livrinho aí da da Joana e e o capítulo é Mansuetude, né? É momentos de esperança, fala da Mansuetude, né? E e pensa também na compreensão, né? Eu quando a gente tava agora já finalizando, eu fiquei pensando, né, o quanto eh a gente precisa compreender e o quanto a gente precisa amar, né, que é é esse o grande exercício nosso, né? E a gente precisa dar compaixão com o outro, porque o outro, assim como nós, ainda tá à beira do caminho, tentando se ajustar no caminho, né? Então assim, o quanto a gente precisa ser ser compassivo, né, e entender, como vocês falaram, que o que ele trouxe não não eh eh é muito mais eh do do que ele tá transmitindo, né? Ele ele tá informando que ele tá desorientado, ele é um necessitado, assim como nós, né? Então essa provocação, se a gente olhar para para tudo aquilo que nos afeta, né, e que nos magoa e pensa assim: "Ah, né, ainda tá no caminho como eu, a gente também diminui, né, eh, o essa, esse impacto daquilo que a gente recebe, né? Então, é o que Jesus nos ensinou, né, essa compaixão, esse amor ao outro, né, entendendo que o outro também tá no

, a gente também diminui, né, eh, o essa, esse impacto daquilo que a gente recebe, né? Então, é o que Jesus nos ensinou, né, essa compaixão, esse amor ao outro, né, entendendo que o outro também tá no caminho para nós. E aí eu me lembro, né, mais de uma palavra, né, do perdão, né, o quanto o perdão é importante tanto pro outro quanto para nós, né, naqueles desatinos nossos, né, que a gente provocou o outro também uma discussão que a gente revidou, que a gente respondeu daquela daquela forma. Então, quanto a gente também precisa perdoar e perdoar aquele que tá nos provocando, porque ele tá desajustado, né? Ele tá num lugar ainda de de desequilíbrio, da ele foi afetado naquele momento, né? Então, assim como nós estamos adoecidos ainda, né, caminhando paraa saúde, o outro também tá. Então, acho que isso vai eh despotencializando essas provocações, né? E como vocês falaram, a gente sai do pessoal, né? E a gente olha o adoecimento, como nós estamos também adoecidos. >> Muito bem. Acho que é excelente para encerrar o nosso estudo desse desse capítulo, né? Convidando as pessoas a retomar, porque sempre tem alguma coisa interessante que a gente relê, né, o material da prefeitora. E já convidando a todos a ao nosso próximo encontro que será o capítulo 4ro, as incompreensões, que também é um tema bem importante que nos já adentrou, >> é, com certeza, né? Então, agradecemos aqui a Cláudia, né, Guadalupe e o nosso carinhoso abraço a todos. Nosso obrigado por estarem conosco e o convite então para estarmos juntos no próximo encontro. Paz e luz. Ah.

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