T8:E24 • Desperte e seja feliz • Inteireza moral

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:00:56 95 visualizações 8 curtidas

Neste episódio, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Marluce Renz refletem sobre o capítulo “Inteireza moral”, da obra Desperte e seja feliz, de autoria espiritual de Joanna de Ângelis. O estudo destaca a importância da integridade ética como base para a saúde emocional e espiritual, apontando caminhos para a construção de uma vida mais coerente com os princípios do bem. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Bem-vindos, amigos, a mais esse encontro do nosso estudo da série psicológica Joana de Ângeles. Nós que estamos estudando hoje o capítulo 24, inteereza moral do nosso livro, que eu tô aqui com ele, né? Desperte e seja feliz. conosco a Guadalupe e a Marlúci para podermos pensar um pouquinho mais esse capítulo. Então, nossa alegria e que Jesus nos abençoe nesse momento especial. E é o capítulo de Teresa Moral, o capítulo que nos nos aponta, né, Guadalupe Marluce, essa proposta de de que se existe uma meta, né, a ser buscada, ela também exige uma atitude da nossa parte, né, uma atitude. E ela então vai propor, né, eh, uma postura adequada, né, já que nós queremos buscar através do conhecimento, essa caminhada da plenitude, da individuação que Joana vai em muitos momentos da sua obra vai nos trazer. E ela então vai falar da inteza moral, né? Então eu gostaria de de ver com vocês, né? Eh, como é que vocês percebem essa proposta, né, essa colocação de Joana em relação ao capítulo? Eh, eu achei bem interessante ela começar a falar, né, de inteza moral, quer dizer, esse caminho, né, que a gente busca uma conduta reta, né, o caminho eh de compreensão, a primeiro a palavra intea, né, nos lembra algo, né, capaz de acolher eh aquilo que é difícil, né, no sentido de nos tornarmos íntegros, né, e ao mesmo tempo, Ela ela para trazer isso, ela contrapõe a essa atitude nossa indo em várias circunstâncias da vida, que ela vai trabalhar aqui pela astúcia, né, pelo mito de Cícifo. E é muito interessante porque dentro do que tu tava colocando, né, Gelson, às vezes a gente não, eu acho que a gente não, eh, não toma o tempo de refletir com profundidade assim realmente qual é a nossa postura perante as situações da vida, as dificuldades da vida. E ela começa de uma forma bem didática, né, dizendo que o indivíduo íntegro ele não se utiliza de expedientes arbitrários, né, astuciosos, a fim de conseguir alcançar as metas que ambicionam. Eh, e isso me fez pensar em várias coisas, assim, inclusive enquanto

divíduo íntegro ele não se utiliza de expedientes arbitrários, né, astuciosos, a fim de conseguir alcançar as metas que ambicionam. Eh, e isso me fez pensar em várias coisas, assim, inclusive enquanto comportamentos nossos, né, às vezes eh pouco, eh, reflexivos, né, que a gente acaba fazendo coisas, encontrando para solucionar um problema, a gente na realidade não busca uma solução, a gente quer adiar aquilo, encontra o jeitinho. Então também tem um traço meio assim, não sei se é cultural, né, da esperteza. E aqui ela bota tudo isso em cheque, né? Então, eh, justamente é é há uma convocação aqui pra gente enfrentar as as situações da vida de uma forma inteira mesmo, né? O que que significa isso para mim? buscando entender o sentido e o significado daquela experiência que a gente tá vivendo, né? Então, é bastante profundo e muito atual esse tema que a Joana tá trazendo aqui. Interessante que já no início ali onde ela antes de do título, ela já vai trazendo Jesus que preferiu a morte a qualquer tipo de conoio, né? Jesus preferiu a morte e infamante ao conuio com as forças dominantes do seu tempo, já nos chamando atenção justamente para essas formas que o ego, que nós às vezes acabamos escamoteando, usando de desculpas e entrando em situações de conuio, justificando como se naquela questão que se diz que os fins, né, justificam os meios e e deixando bem claro que não, né, né, que o meio é o caminho também e que essa inteire ela vai se dando em todos os momentos. E concordo que existe no nosso comportamento enquanto humanidade ainda, comportamento que a gente tá aprendendo a mudar, né, ou de mãos dadas com essa mudança ou sendo arrastado. essa questão de distorcer a verdade, a verdade, né, com V maiúsculo de se utilizando de de artifícios e de retórica, enfim, para eh justificar questões que nos afastam da nossa moral, como tantas vezes a gente já trouxe aqui, a moral verdadeira, a que fica a moral de selfie. Então, acho interessante que ela ela já traz assim uma situação ali na no

es que nos afastam da nossa moral, como tantas vezes a gente já trouxe aqui, a moral verdadeira, a que fica a moral de selfie. Então, acho interessante que ela ela já traz assim uma situação ali na no précrito, né, uma situação muito eh contundente, muito limítrofe, trazendo Jesus, né, que nem a morte, né, eh, foi motivo, a morte do corpo físico, claro, foi motivo para que ele eh entrasse em qualquer um desses jogos, que realmente tá muito ligado à questão da astúcia de uma forma geral e por isso sío. E e outra questão que lendo isso aqui a pouco também eu eu tava lendo algumas questões sobre os históricos por outro motivo e e lembro de de uma frase de de Epíteto quando ele diz mais ou menos assim, né? mas que quando eh a culpa, a extinção da culpa marca o início do progresso moral. Eu achei interessante isso. Como assim a extinção da culpa marca o início do progresso moral, né? Porque a gente também tem isso de ficar responsabilizando, botando a culpa lá pros outros. Então, quando vem essa questão da extinção da culpa, é de nós trabalharmos nossas questões, tudo, mas é de não jogar lá pro mundo, de nos responsabilizarmos pros nossos atos. E é outra coisa aqui que nessa questão da ere moral, por vezes, a gente passa reto, né? Justifica, culpa. Ah, porque o outro fez isso, eu agi assim. Então, veja bem, eu estou certa porque eu não tinha outra possibilidade, a não ser fazer isso já que o outro. Então, quando a gente realmente toma para nós essa responsabilidade em relação à vida, é que começa esse essa vivência de uma moral mais íntegra, mais integral. Então, achei interessante, né? Quando eu comecei a reler o capítulo, porque a gente tá sempre relendo esse capítulo de Joana, sempre descobrindo novas coisas, né? Me viu tanta coisa na cabeça e uma delas é a questão do ego, né? Esse ego que tende a querer ser mais do que é, né? A noss a a nossa identidade, ela tá muito comprometida com as aparências. com o resultado imediato daquilo que o mundo oferece como modelo pra gente seguir. Então, a nossa a nossa

r mais do que é, né? A noss a a nossa identidade, ela tá muito comprometida com as aparências. com o resultado imediato daquilo que o mundo oferece como modelo pra gente seguir. Então, a nossa a nossa a o nosso movimento ele é muito para fora, né, através desse jogo de aparências e de apelos que o mundo faz. E e de uma certa maneira é um jogo que é idealizado pelo mundo, mas que do ponto de vista da alma é muito pobre, né? E aí a gente faz de tudo para chegar nesse lugar e a gente falseia, né? Então, quando a Joana fala de integridade, desse indivíduo íntegro ou dessa inteireza moral, é justamente eh esse confronto para que a gente não possa realmente cair nessa armadilha do ego do mundo e de uma certa forma eh desdenhar esse esse esse compromisso com a verdade, porosco mesmo, né? Então eu me lembro daquela frase do Jung, né, que o encontro com selfie, com a nossa essência espiritual e com a nossa essência divina é sentido como uma derrota para o ego, né? Então a integridade, né, esse homem íntegro, eh envolve realmente abrir mão desse jogo falseado de aparência, como se fosse uma derrota, né, em favor do self. Então, e a gente não quer abrir mão desse controle, não quer abrir mão de desse eh dessas gratificações do mundo, dessa ilusão de poder, de reconhecimento que o mundo faz. E a gente falseia nós mesmos, né? A gente perde essa conexão com a nossa integridade, né? E e aí ela fala que toda pessoa que desdenha a integridade moral sove estabilidade emocional, insegurança, receios contínuos sob a expectativa de de ver se desmascarado. Ou seja, a pessoa que fica falseando nesse jogo ilusório nunca tá em paz, porque ela sabe que no fundo ela sabe que ela é uma mentira para ela e pro mundo. né? Claro, tem tanta gente que eh se acredita eh mentir e tão acostumado a isso que até até nem sente essa insegurança aparente, mas inconscientemente ela tem conflito com o seu self, com a sua consciência ética. em algum momento esse conflito vai emergir na forma de algum tipo de distúrbio ou ansiedade,

a insegurança aparente, mas inconscientemente ela tem conflito com o seu self, com a sua consciência ética. em algum momento esse conflito vai emergir na forma de algum tipo de distúrbio ou ansiedade, algum outro tipo de de reflexo na sua saúde física ou emocional. Então, eh ela é muito eh esse é um processo que ela tá trazendo aqui que tem muitas implicações da paraa nossa vida. Eh, e aqui eu sabe, eu também viajei por várias coisas e eu fiquei pensando na astúcia. Aí eu fui me debruçar dis porque no animal, o animal tem que certa astúcia, né, para sair de uma situação e tal. Eu digo, bom, então isso faz parte do nosso aprendizado. Aí eu fui achar um texto dela onde ela fala sobre a astúcia lá no Vida Desafios e Soluções. E aí ela diz assim, né? Astúcia, a Joana de Angeles, não revela inteligência, mas sim instinto de preservação da vida e dos jogos de interesses, né, pessoais. Somente as atitudes corretas baseadas na honradez e na lealdade conseguem resolver em definitivo as dificuldades e as ocorrências desagradáveis do percurso. Então, ela começa a trazer a astúcia, né, como algo que vem dessa coisa instintiva, mas que num determinado momento, se a gente continua usando isso, vai revelar uma imaturidade psicológica nossa de encontrar soluções, né, que é o que ela diz ali, quando a gente usa de recursos desonestos, quando a gente quer achar o caminho mais fácil, né, até buscando se auto se achar achar que tem importância. Daí dentro dessa ideia ali, desse ego, né, que se acha mais, eu fiquei pensando em situações do nosso cotidiano, quando a gente quer furar a fila, quando a gente quer dar um carteiraço, né, esse ego ainda que não consegue achar um outro recurso, porque daí o o a a questão que se contrapõe a astúcia, a gente poderia pensar na nossa capacidade de encontrar soluções criativas, né? Então, a criatividade como algo pra gente lidar com essas situações às vezes difíceis na nossa vida, né? Ah, e isso ali que estava trazendo, já fiquei pensando quando ela diz que tem

es criativas, né? Então, a criatividade como algo pra gente lidar com essas situações às vezes difíceis na nossa vida, né? Ah, e isso ali que estava trazendo, já fiquei pensando quando ela diz que tem consequências a gente querer burlar o sistema, entre aspas, né? Em algum momento essa conta vem, eh, porque existe uma instância dentro de nós que sabe, né, que tem que que não aquilo não tá correto, essa consciência de selfie. Aí, então eu fico pensando que às vezes a gente e e a gente usa desses recursos em coisas muito muito do nosso dia a dia, assim como às vezes dar um atestado, né? Não quer ir trabalhar ou não quer ir fazer uma prova quando a gente é adolescente, né? tá? Diz que tá doente, aí não precisa ir pro colégio. E isso muitas coisas começam a ficar naturalizadas assim, né, na nossa na nossa forma de viver e demonstrando eh a nossa dificuldade de encarar as as situações da vida, né, de tomar responsabilidade, de ter essa maturidade, né, de enfrentar qualquer situação que seja. a gente, como ela diz ali, né, com lealdade, com honradez, né, com coragem, né? Então, me lembrei eh eh talvez você se lembre mais do que eu, daquele caso, daquele rapaz que chega para fazer análise com Yung e ele tinha toda a análise completa da neurose dele. Ele só não conseguia ficar curado sabendo tudo que, né, como ele explicava todo o processo, a dinâmica dele. E ele começa a conversar com o Jung e aí ele conta que ele ia passar férias num lugar lá e tal e o Jung disse: "Poxa, mas é um lugar tão caro, né? Como é que tu vai?" ele não, eu tenho uma pessoa que eu me relaciono e ela era uma professora, né? Ela não era uma pessoa que tinha muitos recursos e ela pagava para ele. E aí então eh ali tinha um conflito moral que ainda ele não tava se dando conta, né? Que ele tava sendo desonesto sim com esta pessoa, né? Porque ele tava se utilizando dela mesmo que aparentemente aquilo tava bem resolvido, né? Então eu acho que essa questão da nossa interesa moral também fala dos nossos recursos

im com esta pessoa, né? Porque ele tava se utilizando dela mesmo que aparentemente aquilo tava bem resolvido, né? Então eu acho que essa questão da nossa interesa moral também fala dos nossos recursos que a gente tem para enfrentar situações, né, e que muitas vezes nós não nos vemos como pessoas criativas para encontrar caminhos, né, honestos, entre aspas, assim, para pros nossos problemas. >> Ela fala da da astúcia como oposta à sabedoria, né, Marlúci? A astúcia eh só substitui então a sabedoria. A é um tipo de pseudointeligência, né? Uma inteligência rudimentar, muito de copiar, né? Que é um padrão da criança e dos animais, de criar eh padrões de comportamento para conseguir ter êxito na sua defesa, na sua na sua sobrevivência. Então o astuto ele ele realmente não trabalha para conquistar, né, e fazer e e elaborar e construir realmente uma capacidade inerente a ele mesmo, né? E e pela Astúcia, como diz a Jana, então é é tem dois eh duas maturidades da gente que se une aí. De um lado, Astúcia, que quer responder, resolver de uma maneira eh mascarada, eh, num jogo de interesse, aproveitando oportunidades sem um trabalho verdadeiro consigo mesmo, né? E de outro lado, a infantilidade nossa que não quer realmente se comprometer, como ela disse, posterga soluções de profundidade e toma decisões apressadas, né? Então essa imaturidade se reflete tanto na atitude da gente de não enfrentar como na busca de saída, que é essa astúcia, que é uma busca também infantil, eh pouco elaborada, né, de querer, eh pegar elementos que ela que ela vê como importante e criar uma falsa ideia, um falso caminho, um jogo de interesse de pessoas importantes ou de mascarar coisas. coisas. Então, essa astúcia cria, né, recursos que parecem interessantes pro mundo, mas são muito pobres do ponto de vista emocional, espiritual, a fim de que possa realmente entrar no mundo sem ser sem ser eh sem ser percebido na sua incompetência e na sua verdadeira natureza. Então, é um jogo que que superficial e perigoso, né?

l, espiritual, a fim de que possa realmente entrar no mundo sem ser sem ser eh sem ser percebido na sua incompetência e na sua verdadeira natureza. Então, é um jogo que que superficial e perigoso, né? um dos, eu acho interessante ela trazer e o mito que ela ali vai nos contando, porque um dos aspectos que acaba se vendo e acontecendo é esse astuto que acha que tá pulando etapas e conseguindo questões, mas tá empurrando de qualquer forma pedra acima. Olha, então tá tá não tá saindo do lugar, né? tá repetindo um padrão, eh, tô trazendo uma forma de olhar, claro, né, dentro do mito, mas de certa maneira assim, tá repetindo um padrão vazio do ponto de vista de evolução espiritual, não totalmente vazio, porque a gente vai uma hora esgotando esse pedra acima, né, pedra abaixo e vai se dando conta. Mas é interessante que enquanto a pessoa acha que tá pulando etapas, na verdade, de certa maneira tá paralisada ali, perdendo oportunidades de realmente fazer uma transformação interior, de realmente eh seguir um caminho. E e gosto muito quando ela traz a frase também aqui, né, nessa nessa fala dela antes do de iniciar o capítulo, quando ela diz, eh, vou ler aqui toda a frase, desejando estar bem contigo, portanto, com a vida. Tudo quanto procures fazer, realiza o nobremente. O que não conseguires de forma regular, não te preocupes, pois que não te fará falta. né? Então, é, achei muito interessante, né? Eh, essas duas questões como a gente achando que tá pulando etapas e na verdade tá parado, se for, né, eh, trazer de uma forma reducionista. E essa é questão de que a vida vai representando. Vamos lidando com isso, mas não vamos postergando, agindo ao invés de reagir, né? Não pulando etapas. Então, muito, muito interessante essa questão. É interessante sim, porque a Juda ela é muito clara aqui, né, da de não ser eh aquilo que a gente não é, né, ou se exigir demais, né, que de uma certa maneira tem muita gente que se exige mais, se impõe uma realidade que não é capaz de dar conta ou aqueles que não se

não ser eh aquilo que a gente não é, né, ou se exigir demais, né, que de uma certa maneira tem muita gente que se exige mais, se impõe uma realidade que não é capaz de dar conta ou aqueles que não se exigem, mas se apresentam como mais do que do que são, né, mais do que podem, né? Então ela fala uma, eu acho muito sábio, cada um recebe de acordo com a sua com o merecimento da necessidade da evolução, ou seja, a que a gente possa assumir a nossa própria medida, né, a nossa justa medida, nem mais, nem menos, nem perder a dignidade também. Eh, tem esse outro lado. As pessoas que têm baixo autoestima se desvalorizam e abdicam do seu valor e perdem a dignidade e não conseguem viver também de maneira íntegra, né? Porque perdendo a dignidade não aproveita as oportunidades, não se merecem e não aproveitam os recursos que elas têm, que a vida oferece. E essas outras astutas que querem viver mais do que são, né, burlando a vida elas mesmo num jogo de interesse que mascara a sua própria incompetência e e limitações, né? Então, essas duas questões são em jogo aqui também. Bem interessante, porque depois ela vai falar, né, que eh quando ela começa ali o capítulo, então, né, eh quando quando tu vai postergando, né, os problemas, então não acaba não resolvendo. Então ela vai dizer, né, que o fato decorre da ausência da inteireza moral, do receio de aprofundar o exame das causas que geram as aflições. Isso eu achei muito interessante e o medo de enfrentá-las com decisão fica, porque no início do mito aqui eu relai a grande questão dele, né, que ela vai contar em seguida, é que se for necessitava de águas de nascentes, então ele tem um problema para resolver. A terra dele daqui a pouco ficou árida, né? E ele pensou, bom, eu tô aqui com abacaxi, como é que eu vou descascar esse abacatixi? Só que ao invés dele aprofundar e entender, né, do ponto de vista simbólico, tá, mas que que será que tá acontecendo? Por que que as águas secaram, né? Por que que meu povo ficou aqui sem? Ele já vai tentar achar uma

dele aprofundar e entender, né, do ponto de vista simbólico, tá, mas que que será que tá acontecendo? Por que que as águas secaram, né? Por que que meu povo ficou aqui sem? Ele já vai tentar achar uma solução e aí ele já vai descobrir um artifício lá, né? Então ele descobre, né, que eh a filha lá do rei que interessava para ele, né, que era o deus das fontes, foi sequestrada. Ele tem uma informação privilegiada e daí começa a desenvolver todo o mito. Mas começa por isso, né, por essa dificuldade de aprofundar as causas, né? Por que que eu tô vivendo determinada situação? Que será que tá acontecendo isso comigo agora, né? E e aí a gente vai rapidamente, às vezes, querendo se livrar daquilo sem refletir. E aí vem essa coisa, né? Quando a tava falando dele ter que empurrar a pedra, a pedra cai, ele empurrar de novo. Daí a gente, quando a gente não reflete, a gente vai tende a repetir as experiências, né? O Freud falava nessa compulsão, a repetição assim, porque eu não entendia aquilo ainda. Então, se eu não entendi num nível profundo, por uma sabedoria divina e que rege o universo, eu vou ter que repetir aquilo até que eu consiga compreender. Mas eu fico pensando que muitas das nossas atrapalhações, porque ela fala, ela é muito contundente aqui falando das consequências que a gente tem quando fica prorrogando coisas, né? e prorrogando às vezes de uma maneira inconsciente, não é aquilo que diz: "Não, eu sei que tá, eu sei que é difícil esse problema, agora eu não dou conta de lidar com isso." Isso é uma coisa. Outra coisa é quando eu não quero ver, não faz de conta que não e segue, né? Então ela vai falando dessas consequências. Então eu acho que os grandes problemas começam por isso que ela tá dizendo, né? O receio de aprofundar, né? De a gente interessante que a gente vê isso todo momento nossa vida, aquele aquele jogo de fofoca, né? ou aquele amiguinho que a gente tem que político, que, né, que porque a gente tem amigo do político, a gente pede uma forcinha pro nosso filho para ter um

nossa vida, aquele aquele jogo de fofoca, né? ou aquele amiguinho que a gente tem que político, que, né, que porque a gente tem amigo do político, a gente pede uma forcinha pro nosso filho para ter um empreguinho em um certo lugar, esses favores, esse jogo de interesse ou ou fazer um tipo de ardil, né, para poder eh desqualificar a imagem de uma pessoa. a gente vê nas empresas, né, esse jogo de competição onde cria falsas imagens, mentiras, né, para denegrir a imagem do outro, né, onde a gente às vezes, muitas vezes a gente rouba informações, né? Então, é uma série de de de jogos dessa astúcia, né, que que por interesse próprio para não assumir a responsabilidade e galgar, né, por uma conquista própria o seu lugar, né, Marú Guarda? Então, eu acho que realmente é muito comum. E aí eu vejo essa pedra que que é o castigo, né, que ele tem engana a morte até que chegou um momento que ele não pode evitar. E quando ele vai para Ades, né, né, depois que ele que ele é capturado, né, e tem uma série de situações que ainda ele faz, né, para poder até enganar a morte, né, ele pede pra mulher não enterrar o corpo, assim, a alma não pode descansar e ele pode voltar pro corpo e continuar vivendo. E até que uma hora não dá mais. E aí o castigo que Deus dá para ele é realmente empurrar, empurrar a pedra até em cima do morro e o morro depois ela desce e ele fica assim eh nesse jogo repetitivo, como tu falaste, né, Maurí. Mas eu vejo assim, ó, que essa metáfora da pedra rolando, ela se dá não só na compulsão, repetição, que a gente pode ver também no nos quadros obsessivos compulsivos, né, que a pessoa fica presa em pensamentos com uma forma de controlar as emoções, com medo das emoções, com medo de enfrentar as emoções. Então, os quadros obsessivos t muito disso. Alguns autores eunguianos, eles falam que o transtorno obsessivo é também, tu não queria pegar o preço do sofrimento, da profundidade da alma. E aí eles fazem uma uma contraponto com o a crucificação do Cristo, né? Cristo

anos, eles falam que o transtorno obsessivo é também, tu não queria pegar o preço do sofrimento, da profundidade da alma. E aí eles fazem uma uma contraponto com o a crucificação do Cristo, né? Cristo pagou o preço, ele foi crucificado, ele se entregou ao sofrimento, ele se entregou à experiência e a pessoa não quer se entregar a experiência da dor ou da profundidade, né? E aí fica nesse nessa de controlar através de pensamentos obsessivos o seu mundo interno e não consegue. Então, e uma outra forma de entender também essa roda é o work hol, que é aquele cara que trabalha todo dia, né? e e e não tem um sentido maior da vida, porque tá preso numa necessidade de buscar algum tipo de de imposição, seja em termos de uma meta, sucesso, seja em função de um de um uma dificuldade de se confrontar consigo e fica nesse tarefismo também do mundo, né, todo dia naquele levando levando a pedra, a pedra rola e depois volta e a vida sim é um eterno né? Vira cedo, uma rotina pesada que não e que não dá espaço pra alma. Então, a gente pode ver esse mito de Cício muito presente também em vários aspectos na nossa vida. Acho muito rico ela ter trazido aqui esse mito. >> É o o Albert Cami, a gente pronuncia Cami, né, quando traz o mito de Sissif. Eu acho inter acho interessante, né, a palavra não é engraçado, mas ele diz que a gente deve eh lá no finalzinho imaginar o sífo feliz, né? E ele vai trazendo então que que até esse rolar da pedra e e todas a noite da montanha, enfim, trazem também algum tipo de sentido, como se isso de alguma forma eh impactasse, tocasse no coração do homem e a partir daí, né, enfim, é uma toda uma outra interpretação, né, mas eu trouxe, eu me lembrei agora, eh é disso porque pela exaustão também, né, desse homem astuto. Então, realmente, não que a gente deva imaginar o sísofo feliz, mas que é todo esse rolar de pedra e descer acaba em algum momento quando se tem esses padrões de astúcia trazendo a uma exaustão e e aí trazendo a oportunidade agora e eh oportunidade de mudança, né,

mas que é todo esse rolar de pedra e descer acaba em algum momento quando se tem esses padrões de astúcia trazendo a uma exaustão e e aí trazendo a oportunidade agora e eh oportunidade de mudança, né, não a garantia. Eh, e aí tocar o coração do homem, né? Eh, e não de um sífo feliz, porque é um sífo com consciência, não um sífo feliz porque tá legal ele empurrar, né? Mas eu fico pensando, eh, quantas vezes isso precisa acontecer para que a gente seja tocado no nosso coração e para que realmente se saia enquanto humanidade desse padrão, né, que a gente tá vendo aqui e e só e só se entregue a a viver, a a aproveitar as oportunidades, a entender que tem coisas que a gente vai ter muito a contribuir, tem outras que não, né? E vamos ter que assumir a nossa pequeneza e aprender, então, com quem tá mais à frente, quanto tempo, né, pedra acima rola baixo para que a gente se sinta feliz e um outro significado do do mito que a mentora tá trazendo. E e aí eu eu me lembro da do tempo que a gente tá vivendo de regeneração. Então, enquanto um contraponto, eh, nesse fato de que a gente, enquanto espíritos encarnados, humanidade, realmente a gente tá num momento muito complexo, profundo, difícil e tem muita muita muita coisa que muitas guerras, muitos de nós muito equivocados. Por outro lado, também tem essa beleza de que muitos já tomaram consciência, muitos já estão seguindo no caminho do bem, da cooperação. Então, a eh não é à toa, né? A letra vazia, a palavra vazia não existem aqui quando a gente tá falando de Joana e Jesus, porque a mensagem deles está nos tocando, né? está nos tocando também como como a ponto de que sim, o caminho é longo, mas alguns estão aprendendo a a ressignificar, né? A palavra que a gente às vezes tá gasta, mas que é tão importante ressignificar eh todo esse padrão e realmente estão pagando o preço de estar na vida. E isso é muito bonito também. Ei, tem uma questão agora você estava falando, não fiquei pensando, eh, que na realidade é a arrogância do

esse padrão e realmente estão pagando o preço de estar na vida. E isso é muito bonito também. Ei, tem uma questão agora você estava falando, não fiquei pensando, eh, que na realidade é a arrogância do Sífo, né, achar que ele vai enganar todo mundo, porque ele começa enganando Zeus, ele quer enganar a morte e aí isso vai gerando, >> ele se acha, né? Ele se acha, ele perde a mãe total, ele diz: "Não, então tá, vó fica, né, ali ela descreve, né, que ele fica eh encantando ali a morte, né, daí bota o colar e daí ela fica presa. Só que isso gera. Se a morte tá presa, então o Ades começa a dar problema no Ades. Aí isso ela vai mexer com outros dois deuses ali, né? E então a gente a a a arrogância, realmente isso que o Gels começou falando desse ego inflado, achando que pode dar conta de coisas que são muito grandiosas às vezes. E aí isso fala muitas vezes eu fico pensando, né, quantas vezes na nossa vida, trazendo paraa nossa vida prática, a gente precisa reconhecer que nós precisamos desistir no sentido assim, tá aqui, eu preciso reconhecer que tem coisas que tão que além de mim, eu preciso ter esse reconhecimento, né? Eh, tem momentos que a gente precisa recuar, né? Isso demanda humildade, não arrogância, né? Humildade em contraposição. Eu fico pensando quantos litígios, né, gente, de famílias, de coisas que por essa arrogância não, eu quero ter razão, vai ser do meu jeito, eu dou eh vamos eh achar. A gente vai prorrogando e não vai resolvendo, né? Então eu acho que esse mito ele é bastante, dá para olhar ele por vários ângulos, né? Mas eu fico pensando que ele é muito presente mesmo, né? às vezes da nossa própria dificuldade de ter essa humildade de dizer: "Aqui eu preciso recuar, aqui eu preciso achar uma outra solução." >> É, isso me lembra daquela frase do Niet que eu gosto bastante, que o Jung trabalha em cima, procurava o pior e encontrar-se a ti mesmo, né? E aí diz: "É impossível fugir de si mesmo, né?" Então Cício quis fugir, né? da da realidade dele mesmo. E mas chegou o

nte, que o Jung trabalha em cima, procurava o pior e encontrar-se a ti mesmo, né? E aí diz: "É impossível fugir de si mesmo, né?" Então Cício quis fugir, né? da da realidade dele mesmo. E mas chegou o momento da qual ele não pôde se furtar ao confronto, né, da sua própria desgraça, né, do seu próprio jogo. Então, eh onde fomos formos, vamos carregar nós mesmos. Então, eh, a proposta de Joana é, em vez de fugir, se camotear, de enganar, de burlar, de iludir, olhar, aceitar, né, numa atitude amorosa, aceitar quem nós somos, né, poder reconhecer que temos habilidades, que temos recursos, mas também temos limitações que elas fazem parte da gente, né, e poder a partir disso, né, eh, se e se voltar para dentro que a Benfitor em muito, muitos momentos vai nos propor e se se examinar de maneira honesta para se compreender e nos compreendemos, nos compreendendo, ter clareza das possibilidades e dos rumos que nós devemos seguir. Então essa inteza moral para mim é isso, né? Para que a gente possa realmente em algum momento chegar na nossa felicidade, né? Então tem aí um um um movimento que ela vem já trabalhando nos estudos anteriores, que é a coragem de prosseguir e a a coragem de ser de maneira integral aqui, né? Ser integralmente, ser íntegro, viver por inteiro a nossa realidade, né? não fugir do que somos, eh, porque isso dá substancialidade, da riqueza, dá realmente a medida daquilo que a nossa condição precisa e e e se reconhece. E isso é o tamanho da nossa própria condição e e favorável também a nossa felicidade, porque viver aquilo que a gente não é, o que a gente não pode, nunca vai trazer felicidade. >> É, eh outro aspecto aqui, eu pensando eh enquanto a Marlúcia, ele tava falando do da arrogância e também dessa questão, né, Gelson, é que é da nossa responsabilidade com as ações também. o mito vai trazendo porque Ssifo, né, astuto, mas enfim, ele tinha ali um poder de manipulação de, né, e ele foi, né, ele foi eh ludibriando um por um, né, foi levando na conversa,

om as ações também. o mito vai trazendo porque Ssifo, né, astuto, mas enfim, ele tinha ali um poder de manipulação de, né, e ele foi, né, ele foi eh ludibriando um por um, né, foi levando na conversa, como se diz, com ótimos argumentos, com um jogo ali que fazia sentido, né, dentro de uma de uma retórica equivocada do ponto de vista moral, mas que fazia sentido para quem o ouvia. E assim ele foi, então o e foi desencadeando eventos eh extremamente complicados, né? Então o quanto a nossa responsabilidade no todo também por cada palavra, por cada ato que a gente vai eh tendo, fazendo, porque vai repercutindo no todo. E olha a bagunça que ele fez, né? né? Ninguém mais morria e assim por diante, a partir de um jogo de palavras, de uma e de uma manipulação. Então também a gente pode perceber esse mito do ponto de vista levando pra realidade espiritual ou da própria moral, né? Mas moral de selfie, o cuidado com cada ato nosso, né? que a gente às vezes eh não tem noção do quanto isso vai repercutir no todo, o quanto um ato meu equivocado e deliberado, né, é diferente de quando a gente eh assim o comprometimento, quando a gente se equivoca procurando de bom coração acertar, é um, mas eh ato deliberadamente equivocado, o estrago que fez nessa nesse nesse mito que simbolicamente nos faz pensar tanto. Então isso também é de se pensar, né, que cada ação nossa vai adiante, né, e para que lado que ela vai. Isso me lembrou de Guadalupe, aquele um capítulo do Boa Nova, eh, do Judas, né? O capítulo chamado A ilusão do discípulo, né? Que Judas amava Jesus ali, né? Descreve, mas ele tenta uma manobra política, né? Entregando Jesus. Isso tem repercussões, então, gravíssimas, né? Tanto que ele cai em si, ele se dá conta e ele não suporta isso, né? Então, falando dessa visão mais limitada e e quando perde essa, acho que vocês dois falaram uma coisa, me tocou muito assim, eh, a gente nunca perder eh essa realidade maior mesmo, né? Esses valores verdadeiros maiores, a gente não a gente não se perder disso, né? Porque senão a

dois falaram uma coisa, me tocou muito assim, eh, a gente nunca perder eh essa realidade maior mesmo, né? Esses valores verdadeiros maiores, a gente não a gente não se perder disso, né? Porque senão a gente entra num jogo às vezes complicado, eh, coisas assim muito, ah, todo mundo faz, né, essa coisa assim. E a gente perde mesmo a nossa referência do que é o correto, né? Porque o universo funciona pela por leis, né? Quando a gente vai burlar uma lei, aquilo vai ter uma consequência, né? A gente pode não ver a consequência na hora, mas ela vem dentro disso, né? E eu me lembrei de Judas, né? porque ele de alguma maneira, uma parte muito infantil dele achava que fazendo um jogo político ali, ele tava inclusive eh trabalhando por uma missão maior, né? E porque ele não entendeu a profundidade realmente do que Jesus estava colocando, né? >> É, é isso. É o que acontece com todos nós, né? a gente não compreende e fechados na nossa ignorância ou teimosamente preso ainda nas nossas formulações, em vez de reconhecer justamente nossa pequenez e saber que que existe uma verdade, uma sabedoria para além de nós mesmos que nos ajuda a manter nosso coração aberto. a gente se fecha, né, nessas posições e aí a gente acaba criando essas defesas ou esses mecanismos que de uma certa maneira não só nos eh nos faz nos perder de nós mesmos ou sair de nós mesmos, né, que a Juna vai trabalhar muito bem depois eh no livro em busca da verdade. Então esse é um processo que, infelizmente, não é só de Judas, não é só de Pedro, mas é de um de da manhã de de nossas realidades, né? É, mas de se pensar disso no dia a dia, porque por essas questões assim que que a gente já comentou aqui, ah, mas se eu não fizer isso, eu não não vou ter aquilo, né, do do do realmente do do meio que eu que se utiliza para conseguir algumas coisas. Tá? Então, se eu não fizer um, a gente trouxe da política, se eu não fizer um conchavo com essa ou aquela pessoa pública, eu não vou conseguir o dinheiro para manter eh comida pros pobres, né?

coisas. Tá? Então, se eu não fizer um, a gente trouxe da política, se eu não fizer um conchavo com essa ou aquela pessoa pública, eu não vou conseguir o dinheiro para manter eh comida pros pobres, né? Ou então, a gente tem que parar e pensar muito bem para aí, né? O que que eu tô fazendo? Olha bem, eu confio em Deus, eu confio na na perfeição da obra. Então, como é que eu tô agindo eh de uma forma sinuosa para algo que é muito claro? Então, tem que ter outra saída, né? A gente entra na questão das saídas criativas, enfim, e às vezes a saída, bom, ela ela traz mais sofrimento e a gente às vezes opta pelo que é mais fácil, né? Só que a gente vende a nossa alma e às vezes vende a alma dos outros junto, né? Então, quando entra nessas questões de que em alguns de nós, né, mas assim da da área mais espírita e de caridade, a gente tem que ter muito cuidado com isso, porque é muito fácil ser manipulado, às vezes mais, às vezes menos ingenuamente por um jogo de poder e de interesses onde a gente não percebe que tá causando um mal, né? Se a gente for usar bem e mal como, né, essas palavras, então a gente tem que ter muito discernimento, tem que ter muita fé, muita confiança para entender que não, se tão pedindo para eu vender a minha alma para dar sopa pros meus assistidos, eu vou parar, vou pensar e vou rezar, porque outra forma de alimentar meus assistidos vai aparecer, né? Porque Deus vai prover. Não de uma forma ingênua, mas que a gente pense que cada vez que a gente usa da astúcia tem um preço a pagar e às vezes a gente coloca outras pessoas pagando um preço e se compromete mais ainda, né? >> É. E tem aqueles que fazem isso de maneira malandra, conscientemente, né? que se usa de maneira consciente e tem aqueles que fazem de maneira automático por ignorância, por pouca consciência de si mesmo, da realidade, mas de qualquer maneira, seja de um jeito ou de outro, a as duas formas acabam gerando eh uma série de de complicações na vida de todos nós, né? >> É, >> então às vezes a vida é dura, a desculpa

dade, mas de qualquer maneira, seja de um jeito ou de outro, a as duas formas acabam gerando eh uma série de de complicações na vida de todos nós, né? >> É, >> então às vezes a vida é dura, a desculpa de interromper. Então, às vezes a vida é dura, sim, mas ela é dura porque ela tá educando, não porque ela é madrasta, né? Então, às vezes a gente precisa suportar porque logo adiante ninguém vai ficar desamparado quando a gente vê a nossa realidade enquanto espiritual, né? Desculpa, Marlú. >> Não, não, porque eu ia dizer nesse nesse sentido que ela diz, né, que o que deves fazer realiza o bem, né, a fim de lograres o êxito pleno. O que que será que é realizar de uma forma boa, né, da melhor maneira, né? Já tô pensando nesse exemplo que tu trouxe, que às vezes a gente é movido por bons propósitos, mas acaba elegendo um caminho duvidoso para que aquele, né, dentro daquela lógica de que os fins justificam os meios e a gente perde a perspectiva maior, né, que talvez justamente no enfrentamento daquela dificuldade outras coisas vão surgir, outras pessoas vão aparecer no nosso caminho, a nossa criatividade vai ser convocada, né? A a Verena Cast é uma analista, ela diz que a gente confia muito pouco na nossa capacidade criativa de achar soluções. A gente ainda não confia nisso, né? Então, eh, que que volta ao mito, né? Ele tinha um problema inicial para resolver, né? E ele quis logo achar a solução. Ele não se deparou, né? Tá, mas por que que tá acontecendo isso, né? E eu fiquei pensando também, não tava pensando sobre isso, na questão hoje ambiental que a gente tem, né, que é pouco reflexiva, assim, a gente também às vezes quer achar caminhos fáceis que na realidade vão agravando cada vez mais o problema, né? E não que e nós vamos sofrer as consequências, como ela diz, né? porque eh em algum momento aquilo precisa ser vai voltar pra gente poder achar a solução adequada. >> Essa última parte aqui eu acho muito interessante, né, que tá trazendo que são pontos centrais e muito além de ser

um momento aquilo precisa ser vai voltar pra gente poder achar a solução adequada. >> Essa última parte aqui eu acho muito interessante, né, que tá trazendo que são pontos centrais e muito além de ser muito práticos, né, são orientações importantes pra nossa vida. Eu me lembro do do voo de um amigo meu que era italiano, ele dizia Fapolito, diz: "Se for fazer, faz bonito. Quer fazer? É para fazer, então faz bonito, faz da melhor maneira que tu pode. Põe realmente, né, a tua alma, tua interesa ali, né? Então isso que ela diz aqui, o que deve fazer, realiza o bem, como tu falaste, né? Eh, para que possa em algum momento ter o êxito, né? O êxopleno, não talvez do resultado que nem sempre vai poder se dar, mas o ê- pleno da minha capacidade de fazer o melhor de mim e me reconhecer naquele movimento, aprendendo e me despertando e criando habilidade e assim por diante, né? Então eu acho que é bem legal. E aí ela tem esse segundo item que tu também trouxe, né, Marus? que a tarefa interrompida agua a conclusão. Ninguém se desobriga de uma ação gerando complicações futuras. Ou seja, puxa, quanto numa encarnação a gente abandona o barco, né? seja uma tarefa, seja no compromisso com alguma pessoa, seja em relação a algum tipo de de de eh empenho pesado, sacrificial que a gente tem que ter e a gente não quer fazer ainda e abandona, né, a tarefa. Eh, e aquilo fica, mas não fica só para nós. Aquilo eh tem uma cadeia de eventos aí, né? Então aquele abandono nosso deixa uma série de situações também empenhadas, pessoas estavam esperando o meu compromisso ou aquela situação que esperava que eu desse conta para se desdobrar em outro movimento necessário paraa vida. Quanta coisa acaba se complicando realmente porque a gente não assume a nossa parte diante da vida, né? E acaba interrompendo ah o nosso movimento por desprezo, por preguiça, por receio, por negligência, seja por for, né? Então, a importância, se a gente assume alguma coisa, não é que a gente tenha que dar conta dela, eh, porque nem sempre a

nto por desprezo, por preguiça, por receio, por negligência, seja por for, né? Então, a importância, se a gente assume alguma coisa, não é que a gente tenha que dar conta dela, eh, porque nem sempre a gente pode fazer tudo direitinho, não dá certo, né? Mas se a gente assume, né, um compromisso com algo, é o nosso dever é realmente honrar esse compromisso de uma certa maneira, né, naquilo que a gente pode, né, e fazer a nossa parte. Se o mundo não faz, tudo bem. Se não é suficiente, tudo bem. Mas eu fiz a minha parte >> e e não terceirizar, né? Daí eu volto para aquela questão da da inteza moral e da extinção da culpa e início da das questões morais eh lá do epíteto, porque quando a gente inicia algo e aí para pôr em prática eh precisa de outras pessoas e começa tudo e sai fora e fica boiando ou coisas assim. Então, quantas pessoas fazem muitos planos às custas de que isso vai andar sem a sua energia, né? E quando vem que precisam estar ali junto também saem, né? E e abandonam o barco. Porque é muito bom tu tu ter sonhos e fazer projetos, mas executar já é difícil. e perseverar. Quantas vezes a Joana nos diz, né? É mais ainda então que os nossos projetinhos de vida sejam pequeninhos, porque é no pequeno que tá o grande, mas que a gente não terceirize o que é nosso, né? Que as pessoas que a gente se use das relações, que outras pessoas eh participem da dos nossos projetos, né? Mas que a gente entenda que em determinado momento aquilo que eu plantei é de minha responsabilidade e eu não posso botar a culpa do fracasso em alguém que eu convidei que no caminho eh se desgarrou. Eh, e eu trago isso porque também é outra questão que a gente às vezes vê no meio espírita, algumas questões ruindo e alguns projetos ruindo e e as pessoas dizendo: "Ah, mas também, né, ninguém colabora, né?" E aí volta a questão da da saída criativa. Se a gente acredita, às vezes não é para, né? Às vezes não é para ser, né? Mas se a gente acredita naquilo, botou nossa energia naquilo, vamos lá, né? a o nosso selfie vai nos dizer, vai

ída criativa. Se a gente acredita, às vezes não é para, né? Às vezes não é para ser, né? Mas se a gente acredita naquilo, botou nossa energia naquilo, vamos lá, né? a o nosso selfie vai nos dizer, vai nos trazer essa mensagem se é para seguir em frente ou realmente era um momento e agora tem que recuar, mas que a gente não eh não terceirize algo que é um sonho nosso, porque muitas vezes isso acontece, né? Ah, eu não fiz porque isso, porque aquilo, mas não era meu o projeto, né? Seja qual for. Então, acho que isso também é importante lembrar. Eu acho bem importante isso, Adalupe, porque tem coisas, eh, porque quando a gente tá, acho que é o grande desafio, né, que a Joana trabalha muito ao longo da série, que é a nossa responsabilidade no sentido de de nos sentirmos eh envolvidos na vida, né, comprometidos com a vida. isso que vocês estavam falando. E e quando a gente se sente assim, talvez fique mais fácil avaliar quando a gente precisa recuar, quando a gente precisa desistir, quando a gente precisa persistir, porque daí quando a gente recua ou desiste, não é por medo de de de não quero enfrentar ou porque eu quero escamotear aquilo, eu quero transferir, fica para outra encarnação, não é? porque eu começo a entender qual é aquele movimento que a vida tá me pedindo. Eu eu eu penso essa inteza que ela traz aqui, esse ser íntegro com essa capacidade de estar envolvido com a vida, aceitando aquilo que a vida eh vai propor, né? E muitas vezes faz parte mesmo a gente ter que dar um passinho atrás, ter que aguardar um pouco, mas daí não é porque eu tô querendo fugir daquilo, é porque daí eu tô acompanhando aquele movimento e aí vem a sabedoria, né, que o Gelson trouxe no início, encontra posição a essa astúcia, porque na sabedoria eu vou ter essa capacidade de discernir ali, né, qual é o movimento que eu tenho que tomar e que é totalmente diferente. ente de quando a gente não quer assumir a nossa responsabilidade porque tem medo de enfrentar aquilo. E isso G estava trazendo, realmente a gente não tem como

o que tomar e que é totalmente diferente. ente de quando a gente não quer assumir a nossa responsabilidade porque tem medo de enfrentar aquilo. E isso G estava trazendo, realmente a gente não tem como avaliar e e até dar uma coisa aqui de pensar todas as repercussões que tem na espiritualidade, né, quando eu não assumo aquilo que me cobre, né? Eu, isso é muito muito sério mesmo a gente pensar sobre isso, né? não vai saber só depois que desencarnar, eu acho. >> E que bom, eu vou posso só complementar, Gelson aqui. Que bom, Luúci, que tu trouxeste esse esse eh continuou a minha fala para que não fique a impressão de que as coisas são estáticas, né? E eu fiz isso, agora eu tenho que ir até o final. Não, mas é essa entrega, é realmente isso que tu trouxeste muito bem. É, se eu tô comprometida, eu me comprometo até o final. mesmo que o a minha imagem do que deveria ser mude, mas não mude, né? Mude o caminho era outro e eu tô com essa escuta muito atenciosa em relação à vida, né? Então acho bem importante isso que tu disseste, né? >> É, com certeza. Bem importante. E ela vai fechando o capítulo aqui, né? Trazendo justamente esses elementos, né? o quanto a intereza moral orienta como se deve fazer, o que diz respeito, né? Então, poder realmente eh de que tu tem essa integridade, essa integralidade, essa inteira, tu tem mais clareza, né, de ti mesmo, da própria realidade, né? E aí tu pode realmente saber o que fazer, como fazer, quando fazer, por fazer e se é possível fazer, né? Então, de uma certa maneira vai conseguindo construir, né, realmente um caminho eh sustentável, adequado, né? Eh, a e ela fala também que o conhecimento do dever estimula a sua descumbência correta. Ou seja, né, no que a gente que a gente reconhece o nosso dever e tá comprometido com ele, então realmente tu tá em condições de poder eh dar conta dele, poder realmente fazer a tua parte e poder, ó, agora fiz, agora tem outras metas, tem outros compromissos, né? E aí tem a questão do êxito que ela coloca aqui, né, que

ições de poder eh dar conta dele, poder realmente fazer a tua parte e poder, ó, agora fiz, agora tem outras metas, tem outros compromissos, né? E aí tem a questão do êxito que ela coloca aqui, né, que realmente esse êxito resulta das soluções reais dos problemas existenciais, né? Olha só, a gente tá lidando com realidade, gente, né? E sem prejuízo para o próximo ou adiamento para si mesmo. Vamos viver o aqui agora, vamos viver a realidade, né? Porque geralmente uma coisa que a gente percebe na no consultório é que as pessoas quando elas lidam com as situações da vida, a fantasia que elas fazem é muito mais complicado do que a realidade. Ah, eu vou fazer uma cirurgia. Ah, eu tenho que enfrentar tal coisa. Ah, eu tenho que olhar para mim, né? e se tem um monstro lá dentro ou uma uma imagem de de não capacidade ou uma imagem que aquelidade é maior do que que eu posso carregar ou que aquela realidade tem implicações outras que se escondem e eu e eu eu quero controlar e a gente fica tomado de de de questões projetadas na vida ou de fantasias ou de conflitos que carregamos de nós e e e não olhamos pra realidade como ela é, né? E a gente vai ver da quando a gente chega lá perto da realidade, encara ela, a gente vê que ela não é tão assim difícil assim, né? Que a grande questão é é a dificuldade maior é é nós mesmos, é o nosso mundo interno, né? né? E que a realidade só reflete a forma como tu vê o mundo. Então, aquilo que tu é é aquilo que tu eh se vê, como tu se vê, reflete a forma como tu vê o outro, como tu vê o mundo e como tu se comporta. E aí a gente vai se dar conta que o problema nunca foi os outros, nem a vida, né? Mas sempre a nossa forma de encarar a realidade a partir da dificuldade de se enfrentar. Essa que é a grande questão que que que fica em jogo, né? >> É por isso que ela nomeia ali no início, né? Acomodação, insegurança pessoal, né? E mais as inquietações que a gente tem. A gente confia muito pouco na gente, né, Gon? >> Uhum. >> E aí vê a coisa distorcida mesmo, né? e

nomeia ali no início, né? Acomodação, insegurança pessoal, né? E mais as inquietações que a gente tem. A gente confia muito pouco na gente, né, Gon? >> Uhum. >> E aí vê a coisa distorcida mesmo, né? e às vezes desiste de coisas fundamentais pro nosso caminho, movido naquele momento por por medos, por essas inseguranças, né, que acabam também sendo alimentados às vezes até por processos obsessivos, coisas assim, e a gente vai se comprometendo, se atrapalhando, né, porque falta essa coragem mesmo, né, de de acreditar que, por mais difícil que seja também a gente não tá sozinho, porque se a gente tem esse esse lugar no mundo e aquilo me coube, é porque tá na medida ali, como ela fala, né? Nosso tamanho. Ela coloca aqui diante de qualquer atividade torna-se imprescindível a decisão consciente, portador de amadurecimento que permite a identificação dos defeitos, assim como a maneira mais eficaz para canalizá-los. Essa é realmente a proposta dela de nos olharmos de maneira honesta, verdadeira, né? E de tomar uma decisão consciente, ou seja, de assumir conscientemente aquilo que se apresenta como parte da nossa realidade e encarar de frente, né? Sempre é mais fácil. Parece que não, né? que a vida sempre é difícil, a gente quer sempre escapar, fazer de conta que não existe ou fugir ou disfarçar ou maquiar. Mas ela e ela tá dizendo: "Não, gente, parece que esse é o melhor caminho, mas não é". Então, vamos tomar decisão consciente de se enxergar, de de enxergar a realidade, que tudo fica mais fácil. Mais alguma coisa, gurias Guadalupe, Manúcia, vocês querem trazer mais alguma coisa para encerrar o capítulo? >> Eu gostei do fazer bonitinho do do teu do do vô do amigo, né? A gente acha que tem que fazer grande uma fazenda bem feitinho tá bem bom, né? Uhum. >> Eu ia lembrar Jesus que ela já no início traz, então que que a gente lembre da postura dele, né, para essas situações mais difíceis e que perceba que o o nosso modelo e guia jamais >> te duubeou nessas questões. Então que

ue ela já no início traz, então que que a gente lembre da postura dele, né, para essas situações mais difíceis e que perceba que o o nosso modelo e guia jamais >> te duubeou nessas questões. Então que continue sendo o nosso exemplo maior. >> Com certeza. E aí a gente já convida também pro próximo capítulo que é uma continuidade continuidade desse que é planificação íntima. Então se a gente falou hoje da inteiraza moral, no próximo encontro a gente vai trabalhar a planificação íntima. Nosso convite a todos para continuarmos estudando a série psicológica da benfeitora. nossa gratidão e que eh possamos então eh aproveitar o máximo, né, desse recurso que ela nos oferece. É uma grande abraço a todos. Obrigado, Marlúci e Guadalupe, por esse encontro abençoado. Que Jesus nos abençoe a nossa caminhada. Yeah.

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