T8:E20 • Consciência nos relacionamentos • Perguntas e Respostas
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 08: Consciência nos relacionamentos: amor e crescimento Episódio 20: Perguntas e Respostas Apresentação: Cristiane Beira No vigésimo episódio da oitava temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, Cristiane Beira faz o fechamento do tema respondendo aos questionamentos dos telespectadores. Um momento de aprofundamento e diálogo à luz da psicologia espírita, para fortalecer a consciência nos relacionamentos. 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para acompanhar os próximos episódios! #PsicologiaEspírita #JoannadeAngelis #Relacionamentos #Autoconhecimento #Espiritismo #PerguntasERespostas #AmorConsciente #CrescimentoPessoal
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com João. de último episódio dessa oitava temporada em que nós abordamos os relacionamentos para termos mais consciência nos relacionamentos, termos mais noção, mas ideia do como nos comportamos, de como estão os nossos relacionamentos, identificando possibilidades, oportunidades de melhoria, compreendendo um pouco mais nossa atuação frente ao outro que faz parte desse relacionamento. Eu espero que a gente tenha oferecido oportunidade dessas reflexões, que elas tenham sido úteis, válidas e lembro sempre que é muito importante para mim o retorno de vocês, a a ter as orientações do que que tem funcionado, o que que vocês gostariam eh de ver mais com mais detalhes. Então, vamos aproveitar o nosso último episódio para deixar essas considerações no chat pro próximo ã pro próxima temporada, inclusive com sugestões de temas que vocês gostariam de abordar com mais profundidade ou algum que eu ainda não tenha trazido. Então, ainda não estou preparando essa próxima temporada porque eu queria realmente ouvir de vocês para poder ser mais assertiva e mais útil eh naquilo que realmente precisa, naquilo que realmente temos necessidade. Eh, temos muitas perguntas, muitas, então eu não vou nem me parar, não vou nem parar nas reflexões iniciais, eu já vou direto pro assunto. Então, no episódio 16, nós falamos sobre a importância da comunicação. E essa esse tema é um dos temas que vocês me trouxeram como sugestão para falar mais. Então, muito provavelmente a nova temporada, de alguma forma a comunicação vai estar mais presente. Não sei se eu faço uma temporada inteira a partir da comunicação e aí a gente pode explorar a comunicação de várias formas ou se eu vou definir algum outro tema, mas com base bastante na história da eh comunicação. Bom, nós temos aqui a participação do Demétrio, que está sempre com a gente. Ele diz: "Esse tema talvez seja o mais crucial de todos e por isso mesmo penso que mereceria uma temporada exclusiva, dada a complexidade
aqui a participação do Demétrio, que está sempre com a gente. Ele diz: "Esse tema talvez seja o mais crucial de todos e por isso mesmo penso que mereceria uma temporada exclusiva, dada a complexidade e diversidade que ele propõe. Temos que ver, reverem de corpo e alma nesse universo transcendental e rico." Demétrio, estou de pleno em pleno acordo com você. Ele é mesmo, porque todos os outros temas eh eles dependem da comunicação. Tudo que eu vou fazer com o outro é com base na comunicação. Às vezes nem precisa de palavra, mas eu me comunico na forma de de olhar pro outro. E eu preciso ter consciência de como é que eu olho pro outro. Eu preciso ter consciência de que eu faço uma leitura, existe uma comunicação do outro comigo sem ter palavras. Eu captei alguma coisa na linguagem corporal. Linguagem corporal é uma comunicação. Então eu concordo. Por isso que eu disse aqui, Demetro, que certamente esse tema vai estar ou com exclusividade, como você sugeriu, que talvez seja mesmo, e ou como um peso bem grande na próxima temporada. Vou parar para estudar, para ver se a gente consegue desmembrar tantas nuanças a ponto de de justificar uma temporada inteira. Creio que sim. Creio não. Eu sei que sim. Não sei se eu sou capaz e competente para fazer. Então vou mergulhar no tema da comunicação. Então a comunicação fica aqui essa sugestão de que ela precisa, ela deve, ela merece ser cuidada, estudada, compreendida. Cuidem da comunicação. Ela é a base, ela é o que sustenta uma relação e muitas vezes é ela que destrói a relação quando a gente não consegue entrar em acordo, quando a gente não consegue se entender. Então, todo o esforço que vocês puderem fazer para tomar consciência da comunicação, de como vocês se comunicam, como é a linguagem, como é a comunicação nos relacionamentos, melhor, melhor para todos. A Luciana Albuquer que diz assim: "Parabéns, sempre excelente suas abordagens. Esse tema em especial mexe muito comigo. Tá vendo como que a comunicação ela é? A gente comprova como
melhor para todos. A Luciana Albuquer que diz assim: "Parabéns, sempre excelente suas abordagens. Esse tema em especial mexe muito comigo. Tá vendo como que a comunicação ela é? A gente comprova como ela é importante. Tem uma dificuldade extrema de falar, Luciana, você e a população do mundo inteira, como a gente tem dificuldade na nossa comunicação, né? Tenho dificuldade extrema de falar. E quando quando falo não consigo me comunicar como gostaria. Isso me traz muitos problemas de sofrimento. Eu eu compreendo. Eu e acho que todos nós compreendemos. Quantas vezes a gente vai falar uma coisa, sai outra. A gente achou que que passou uma mensagem, depois a gente vai perceber que a outra pessoa entendeu tudo errado ou tudo diferente. A gente quer falar e não consegue. Parece que alguma coisa segura. A gente gostaria de falar e tem receio. Às vezes escapa. Eu não gostaria de ter falado, mas aquilo veio e eu acabei falando o que eu não deveria ter falado. Então, faz parte. É uma faculdade, Lu. É uma faculdade como qualquer outra e ela requer aprimoramento. A, por isso que eu disse, é um investimento, tem que ter paciência. a gente há quantos milhares de anos que a gente usa comunicação? Quantos não são eh os automatismos que nós desenvolvemos? Então, não é fácil, precisa ter uma desconstrução do nosso padrão de comunicação. Primeiro eu preciso identificar o que precisa ser melhorado. Depois é um esforço enorme para desconstruir aquilo que já tá automatizado. Depois é outro esforço enorme para criar um novo hábito melhor, né? Então são fases, é um esforço, é um talento, é uma faculdade que precisa ser desenvolvida. É como eu sentar para aprender a tocar piano. São décadas pra gente conseguir e quantos e quantas horas em cima pra gente conseguir fluir no piano? E todas as nossas faculdades pra gente fluir, para que ela possa realmente vir com naturalidade, para que ela seja aprimorada, é esforço, é dedicação. Então, hoje nós temos, Luciana, muitos recursos disponíveis, né? Graças a Deus, a tecnologia, isso
a que ela possa realmente vir com naturalidade, para que ela seja aprimorada, é esforço, é dedicação. Então, hoje nós temos, Luciana, muitos recursos disponíveis, né? Graças a Deus, a tecnologia, isso nos favorece. Então, a gente consegue ir pela internet, descobrir um livro aqui, né? A comunicação não violenta dentro dos temas atuais é uma que tem tido destaque, porque ela nos ensina onde é que costumeiramente nós nos atrapalhamos e atrapalhamos a nossa relação. Quais são esses automatismos, essas crenças instaladas, esses padrões em que a gente cai toda vez e toda vez dá errado? Então, a comunicação não violenta, ela vai ensinar a gente a se comunicar melhor. E se comunicar melhor é ter mais empatia pelo outro e ter mais um olhar para si. A gente costuma apontar muito o dedo pro outro quando a gente vai se comunicar. E a comunicação não violenta fala: "Foque em você, fale de você, fale como você se sente, se exponha." E a gente na hora de comunicação, a gente fala do outro, porque você não faz, porque você é sempre assim, porque você nunca fez, porque é você que falou, é você que deveria mudar, a gente sempre foca no outro. Então, hoje nós temos livros, nós temos tantas palestras disponíveis, nós temos recursos, instrumentos, muitos. Precisa que a gente tenha essa disciplina pra gente se dedicar a aprimorar a faculdade da comunicação. A Carol Personal, ela diz assim: "Oi, Cris, tudo bem?" O tema que você trouxe é para mim um desafio muito grande em relacionamentos. Tá vendo como pega em todos nós? Inclusive, estou levando o meu medo de falar paraa terapia. Que bom, que bom que você tem a oportunidade de trabalhar, de elaborar, de pensar a a respeito, de analisar essas essas emoções, esses pensamentos na no processo terapêutico. Recentemente, recentemente, meu relacionamento de 5 anos terminou por esse motivo. Sinto muito, muitas vezes pela minha dificuldade e medo de falar e de expressar. E é curioso porque assim, eu tenho medo de falar. Eu tenho medo de falar e estragar o relacionamento. Aí eu
sse motivo. Sinto muito, muitas vezes pela minha dificuldade e medo de falar e de expressar. E é curioso porque assim, eu tenho medo de falar. Eu tenho medo de falar e estragar o relacionamento. Aí eu não falo. Aí o que acontece? Eu estrago o relacionamento. Então a gente não percebe que o não falar não é solução. A gente acha que se não falar não vai causar. Só que não. O não falar causa também porque não vai ficar desocupado. O espaço, ele vai ser preenchido por alguma coisa. Se eu digo pro meu parceiro que eu sinto, ele pode não gostar, pode dar uma confusão, pode gerar uma briga, mas ele sabe o que eu sinto. Se eu não digo o que eu sinto, sabe o que acontece? Ele preenche esse espaço. Ele preenche com o imaginário dele, com a leitura dele. Ele projeta. Alguma coisa vai ter nesse lugar. Então, quando eu falo, eu tenho chance, pelo menos que a ele não goste a gente brigue, mas pelo menos ele vai saber o que está em mim. Mas o fato de eu não falar para não causar briga não significa que ele vai deixar esse espaço vazio. Ele vai tentar entender o que está acontecendo com os recursos que ele tem. Então ele vai fazer a leitura com o ponto de vista dele. Ele vai projetar, ele vai criar, ele vai imaginar. Então não é solução ou não falar. A culpa me visita muito e me sinto muito mal por ter causado tanto sofrimento para outra pessoa e consequentemente para mim também. Carol, a gente sabe, graças a Deus, que o Espiritismo ensina, que a gente vai sempre ser analisado ou a gente vai sempre se analisar com base na intenção. Então, não dá para eu dizer para uma criança de 3 anos, onde já se viu, você não passa a própria roupa, você não lava a própria roupa. Que feio. Eu jamais vou falar isso. Por quê? Porque não tem condição. Ela não tem condição de oferecer isso. Não me cabe cobrar dela o que ela não é capaz de oferecer. Então, Carol, você ainda não foi capaz de oferecer aquilo que você tá identificando como culpa. Se você não é capaz de dar, não tem como cobrar de você. Então, se perdoe, tenha tempo, se
de oferecer. Então, Carol, você ainda não foi capaz de oferecer aquilo que você tá identificando como culpa. Se você não é capaz de dar, não tem como cobrar de você. Então, se perdoe, tenha tempo, se dê tempo. Não quer dizer que você deve lavar as mãos, sentar no sofá da sala para assistir TV e deixar o tempo passar. Não é cair na acomodação, mas também se culpar por algo que não você não tem condição de dar. É isso. É como se eu tivesse falando para uma criança: "Eh, crie vergonha na cara e vá lavar sua própria roupa. Tem 3 anos. Calma, é Jesus olhando pra gente." E ele tá falando, "Carol, calma. Você tem muito tempo, você tá começando, vocês estão muito mais próximos da linha de partida do que da chegada. Então, não se cobre. É, vai, vaiá, continua, continua trabalhando, vá, vá pesquisando. Você já tá na terapia, eh, continue olhando para isso. Vai ter um tempo em que vai, como Joana diz, cair em si, né? Você vai cair em si. Vira aquela chave, você fala: "Nossa, agora entendi". Mas é um passo a passo, não é da noite pro dia. Então todos estamos aprendendo. Você viu aqui que quantas pessoas trouxeram eh questões com relação à dificuldade de falar, de se expressar, né? Então faz parte esse assunto realmente ele é tão intrigante, eu não tinha ideia que a gente tinha essa consciência, né? Que as quantidades de perguntas foram muitas, né? Então vamos lá. O diácono Ross italiano, né? Diác como Ross Rossi falando no português. Se eu não sentir necessidade ou vontade de ficar com os amigos por motivos de prioridades pessoais ou por não compartilhar mais os mesmos valores, eu preciso mesmo assim ficar procurando. As suas lives são verdadeiras aulas de sabedoria. Muito obrigado. Então, diácomo, eh, você tá descrevendo uma situação que acho que todos nós passamos, né? É interessante notar, tem alguns amigos que eles são da vida. A gente tem lá um amigo que ele estava com a gente na infância, ele esteve com a gente na nossa adolescência, na juventude, ele está com a gente até na nossa maturidade, mas a
os que eles são da vida. A gente tem lá um amigo que ele estava com a gente na infância, ele esteve com a gente na nossa adolescência, na juventude, ele está com a gente até na nossa maturidade, mas a grande maioria não são, não é sazonais, acho que é feio falar isso, mas são por fases e faz sentido. Então, tem uma fase em que eu estou, eu sou uma determinada pessoa. Então, é natural que eu atraia por afinidade, por similaridade de pensamento, de valor, alguns amigos e pode ser que depois eles e eh elaborem ou reconsiderem a vida, mudem de rumo, eu também. E os caminhos se distanciam. Não quer dizer que eu não continue vibrando por esse amigo, desejando melhor por ele, lembrando com saudade do tempo em que a gente ficou juntos. Mas não precisa forçar a barra pra gente continuar. Às vezes foi uma amizade que fez sentido para aquele momento. Então, todos os tipos de relacionamentos são válidos e são saudáveis. Tem uns que talvez porque a gente esteja junto com espírito em outras e tantas vidas, eles eles ficam, parece que eles são atemporais, eles são amigos paraa vida. E tem outras relações que não, elas fazem sentido para aquele momento. A gente lembra com saudade. Nossa, lembro quando eu trabalhei naquele lugar, que eu tinha aquela amiga que a gente saía, a gente ia almoçar juntos no nosso horário de almoço, a gente ia pro cinema, que gostoso. E a vida me levou para um lado, ela pro outro. E e eu lembro com saudade, mas não dá para ficar forçando e e querendo, ah, não, eu preciso manter amizade, eu preciso manter, não. Eu preciso ser significativa pros meus amigos no momento presente, né? Eu preciso ter o que oferecer, eu preciso cuidar dos relacionamentos, mas eu entendo também que tem fases. Então, se por acaso você sentiu que não faz mais sentido as relações que você tinha, tá tudo bem, tá tudo bem e provavelmente outros vão aparecer. O que que você precisa eh cuidar? Primeiro não desvalorizar o que passou, né? Porque às vezes a gente faz isso também. Parece que a gente eh eh
do bem, tá tudo bem e provavelmente outros vão aparecer. O que que você precisa eh cuidar? Primeiro não desvalorizar o que passou, né? Porque às vezes a gente faz isso também. Parece que a gente eh eh joga fora, né? não me serve mais, jogo fora. Não, são pessoas que estão ali. Então, lembrar de vez em quando do aniversário, mandar um oi, um vibrar por ele de vez em quando, ah, vamos almoçar juntos pra gente pôr o papo em dia. Se fizer sentido isso, acho que é um carinho que vale. Acho que é um gesto eh amoroso. Às vezes não faz mais sentido. E talvez se eu forçar isso vai ficar uma coisa constrangedora. tudo bem, tá tudo certo, ficou para trás. O que você precisa observar é se você não está eh porque às vezes a gente usa uma coisa para justificar outra, né? Então, se você não está usando desse dessa justificativa eh para alguma outra coisa, então, ah, não tô querendo sair, não bate mais, eu fico escutando o jeito de conversar, não combina mais comigo, eu saio de lá irritado, eu vou vou ser obrigado aí. Não, lógico que não. Ã, mas o ser humano é gregário, a gente precisa de relacionamento, até porque são nos relacionamentos que a gente cresce, é por meio dos relacionamentos. Então, se eu falar, você quer saber? Eu prefiro ficar em casa. Eu gosto muito de ficar em casa e eu gosto muito de ficar sozinha. Não tenho problema nenhum com isso. Para mim é uma zona de conforto. Por isso que eu não me permito ficar muito, porque se me deixar eu vivo muito bem, quieta, sozinha no meu canto. Só que eu sei que isso é a minha zona de conforto e eu não cresço na zona de conforto. Então é preciso desenvolver as outras habilidades, porque tem uma personalidade mais introspectiva, mais introvertida, a zona de conforto é o lugar quieto, é o lugar mais solitário. Só que esse lugar ele já tá desenvolvido, eu eu tiro nota 10 nele. E eu não sou isso, cadê o meu outro lado? Nós precisamos ir ampliando, nós precisamos eh eh despolarizando a nossa própria o nosso próprio ser. Então eu preciso fazer
volvido, eu eu tiro nota 10 nele. E eu não sou isso, cadê o meu outro lado? Nós precisamos ir ampliando, nós precisamos eh eh despolarizando a nossa própria o nosso próprio ser. Então eu preciso fazer exercícios porque com o tempo vai ficando mais confortável, a socialização é um treino, é uma habilidade, é um talento, eu preciso desenvolver. Então cuide, cuide para você não estar tirando o proveito dessa justificativa. Ah, mas é que eu não combino. Ah, mas é porque não sei o quê. Para você acabar ficando na zona de conforto. Se desafie. Ah, não tá mais fazendo sentido aquele primeiro grupo, aquele grupo anterior, mas de repente fica aberto, né, para algum outro relacionamento. Então, é, é preciso que a gente seja verdadeiro com a gente. Então, tudo bem, não precisa forçar uma situação que não faz sentido, mas cuidado também para não efugir de relacionamentos com base ou na própria personalidade ou no na nos acontecimentos passados, que às vezes a gente também se se protege se exentando de relacionar porque o passado eh foi doloroso. Mas não existe uma receita pronta. É preciso que você se analise, procure entender o que que você tá fugindo, se é que você tá fugindo ou não, se tá tudo bem, mas também cuidado para não ficar só na zona do conforto. Se desafie para sair, tentar coisas novas. A Débora de Marco disse assim: "Boa noite, Cris querida. Obrigada, Débora. Quando não sabemos o que falar e não conseguimos falar das nossas nas nossas preces, olha que bonita, ela tá trazendo a comunicação com Deus, com Jesus. Jesus pode ser capaz de ouvir nossos silêncios mais profundos. Ai, que lindo isso. Abraços carinhosos. Eh, Débora. Assim, Deus e Jesus, eles vasculham nossa alma. Aliás, eles ouvem esse lugar lá dentro muito mais do que as palavras que a gente diz. Então, às vezes a gente até aqui na terra, às vezes a gente tá conversando com o filho por você ter mais maturidade, o filho tá falando, falando, falando e você tá enxergando lá atrás, você tá enxergando lá dentro dele e aí você diz: "Filho,
, às vezes a gente tá conversando com o filho por você ter mais maturidade, o filho tá falando, falando, falando e você tá enxergando lá atrás, você tá enxergando lá dentro dele e aí você diz: "Filho, olha, eu entendo o que você tá falando, mas será que não é na verdade o que tá te incomodando?" E aí você puxa lá de dentro e aí você foi capaz de ver e de ouvir o que ele não disse? E ainda que ele tenha falado muito, ele falou, falou, falou, falou, falou, você entendeu que ele tá inconformado, que ele tá bravo e ele trouxe uma conversa inteira, uma história inteira. Mas porque você o conhece tão bem, você sabe que no fundo é outra coisa e aí você puxa lá do fundo. Então, imagina Deus e imagina Jesus o quanto que eles podem nos vasculhar para saber de nós muito mais do que nós somos capazes de saber. Mas eh, Débora, eh, quando a gente fala é muito mais uma ajuda para nós do que uma necessidade de Deus ouvir. A fala ela organiza o nosso mundo interior. Tanto que a terapia é feita com qual que é a matériapra de um setting terapêutico quando eu vou lá para para conhecer mais a mim mesmo? É a palavra. Se você não levar a palavra, o terapeuta não tem matériapra para poder ir pro laboratório, produzir as reações necessárias para as transformações ocorrerem. É preciso de palavra, preciso que a gente traga. Então, é bom para você o treino. Você, se você simplesmente sentir, se conectar com o seu mundo interno e imaginar Jesus, ele já captou você. Agora, para você é interessante tentar pôr em palavras, porque é um desenvolvimento, é a gente que precisa. Muitas vezes a gente na oração, quer ver como como todo mundo já passou por isso, eu vou fazer uma oração para Deus, então vou falar de um problema que eu estou vivendo. Deus, então deixa eu contar. Sabe o que que é que eu tô passando por isso, tá acontecendo aquilo e daí? Eu estou aqui, eu queria aquilo. De repente eu falando, eu mesma já paro e falo assim: "Não, não, não, pera aí, Crisé, acho que você tá indo por um caminho que acho que não
á acontecendo aquilo e daí? Eu estou aqui, eu queria aquilo. De repente eu falando, eu mesma já paro e falo assim: "Não, não, não, pera aí, Crisé, acho que você tá indo por um caminho que acho que não é bem Deus que deve te ajudar. Eu me dou conta quando eu fui falando, eu me dou conta, cai a ficha e de repente na minha oração, eu percebo o que que precisa mudar, o que que não tá bom, o que que precisa ser revisto. Então, a fala ela é importante pra gente. Então, não desista. Não importa se você fala truncado, se você começa a falar e depois você para, a gente na fala. Quantas vezes a gente tá falando com Deus, a gente fala: "Ai, pera aí, acho que eu tô pedindo uma coisa que eu não deveria". Nossa, ai caiu minha ficha, Deus esquece tudo. Quer dizer, não é Deus que tá precisando ouvir. Sou eu que vou me enriquecendo, me desenvolvendo. Vai caindo ficha conforme eu vou falando. Então eu sugiro que você não se preocupe com eles entendendo sua fala. Eles estão entendendo o que você fala e o que você não fala, mas continue tentando exercitar a comunicação, a conversa com Deus, porque é um exercício e você vai aprimorá-lo, vai te fazer bem. Hã, poxa vida, tem uma fala aqui que eu trouxe, mas eu me descuidei e eu não sei quem me trouxe. Eu não trouxe junto o nome do perfil, então me perdoe. Eh, mas alguém me disse assim: "Me perdoem, gente, eu gosto tanto de saber quem falou, mas é que bobei". Então essa pessoa, alguém me disse, Cris, querida, depois de refletir mais sobre o estudo, me veio outra dúvida. Ah, não, é a Débora. Já lembrei. A Débora fez essa primeira pergunta no chat, depois a Débora voltou e pôis no comentários ela deixou pra gente uma segunda reflexão. Obrigada, Débora. Depois de refletir mais sobre o estudo, me veio outra dúvida. O que você acha sobre a lição a letra mata e o espírito vivifica? Encontrei no Evangelho Segundo o Espiritismo em um item sobre a indulgência e também no prefácio do livro Paulo Estevo. Seria correto eu pensar que a letra poderia ser
etra mata e o espírito vivifica? Encontrei no Evangelho Segundo o Espiritismo em um item sobre a indulgência e também no prefácio do livro Paulo Estevo. Seria correto eu pensar que a letra poderia ser compreendida sobre as formas de comunicação que você nos inspirou a refletir e a maneira como nos relacionamos ou alimentamos o espírito imortal que somos? Isso, Débora tá vendo? Você continuou a reflexão e você mesmo já trouxe uma resposta para sua pergunta. É isso. Às vezes a gente fica tão preso que em qual palavra que eu vou usar e os próprios espíritos falam: "A letra mata". Se você ficar tão preocupada com a forma, você acaba perdendo o conteúdo. A letra mata, o espírito vivifica. Quantas vezes a gente quer falar alguma coisa, a gente fala: "Mas não é bem isso? Ah, mas eu não tô encontrando a palavra. Ai, eu falei, mas não era. Não consegui expressar tudo. Quantas vezes a gente vai escrever? Quer ver um exemplo clássico? Eu passei por isso esse final de semana. Eu queria mandar uma mensagem para uma amiga querida de alma, uma irmã minha que fez aniversário. E eu ia gravar mensagem para ela, falava: "Mas essa mensagem não representa nada do que eu quero falar." Eu não encontrava uma forma de pôr em palavras tudo o que eu queria transmitir a ela. Então, costumeiramente, a gente vai mandar uma mensagem para quem a gente ama. A gente começa assim: "Olha, eu não tenho palavras para descrever. Ai, você me desculpe, mas não tem como eu pôr em palavras o que eu sinto. A gente fala. Então, Débra, não se importe com as palavras. O espírito vivifica. É a emoção. No fim, a gente vai tentando falar com palavras que não conseguem expressar o que a gente sente, que a pessoa capta o que está lendo as palavras. Então eu comecei a mandar mensagem para ela, daí me deu um um uma emoção e daí eu engasguei para falar e no final ela falou: "Cris, eu também tô recebendo essa mensagem engasgada". Ou seja, eu consegui passar para ela aquilo que estava em mim, apesar das palavras matarem, estreitarem,
asguei para falar e no final ela falou: "Cris, eu também tô recebendo essa mensagem engasgada". Ou seja, eu consegui passar para ela aquilo que estava em mim, apesar das palavras matarem, estreitarem, limitarem. Então não se preocupe com as palavras, elas são o meio que a gente tem de tirar da gente o que a gente sente. No entanto, elas são importantes porque elas nos ajudam a acessar o mundo interno. Quando eu estou numa terapia, num setting terapêutico, eu falo, eu faço uma frase, aí a terapeuta fala assim: "Mas você quer dizer isso, isso, isso?" Aí eu falo: "Nossa, não tinha pensado por esse lado". Mas esa aí, acho que não é bem isso. É por meio das palavras que eu vou conseguindo ver o que tem por trás, que eu vou conseguindo ver outra explicação. Você falou uma coisa, mas acha que você tava querendo dizer outra. Então é importante, então não desista de exercitar a palavra, a fala, a comunicação, porque ela é o jeito que a gente tem de acessar o nosso mundo íntimo. Mas Deus e Jesus não precisam delas, não dependem delas para nos ouvir. Pronto, acabei o episódio 16, né, sobre a comunicação, a importância da comunicação. Agora nós vamos pro 17 que eu falei sobre a projeção, amor ou projeção. Então a Fátima Lens, quase Lenzi, disse assim: "Obrigada novamente pelas valiosas reflexões, querida Cris. Obrigada, gente, por tanto carinho, viu? Eu queria um dia poder encontrar todos vocês no presencial. Será loucura isso?" Sobre amor e paixão, tive que recordar e o tempo levou, onde Scarlot Ohara pensava amar Ashley Wilks, fazendo de tudo para ficar com ele. Lembra aquele, né? Bonitão lá. E quando estava prestes a conseguir seu intento, descobriu por ironia do destino, né? Na verdade, o o a verdade surgiu do interior. Antes, ela tava numa questão muito mais de persona e de ego. O self, né, o espírito brotou ali. Eh, e ela percebeu, descobriu de quem ela realmente amava, quem ela realmente amava era Red Butler, que era aquele, né, ã, que palavra que eu vou usar para ele? Enfim, ele era meio, ele
to brotou ali. Eh, e ela percebeu, descobriu de quem ela realmente amava, quem ela realmente amava era Red Butler, que era aquele, né, ã, que palavra que eu vou usar para ele? Enfim, ele era meio, ele gostava de jogos, né? Ele tinha uma uma personalidade meio dúbia, quase como se ele fosse assim um um um enganador, um manipulador, né? Então ela descobriu que era dele, que ela amava, quem havia desprezado e só usado para seu bem-estar a vida toda. Ashley foi a paixão da sua vida, não amor. Então, olha que legal o que que a Fátima trouxe pra gente. E é isso, né? Os filmes eles, nossa, os filmes são tão importantes, gente. Por quê? Porque a gente faz exatamente a projeção. A gente se transporta, a gente se identifica, a gente vive na pele do outro, a gente se dá conta de coisas que a gente sente porque a gente tá assistindo lá, mas não tinha percebido na gente. Às vezes a gente tem um acesso de choro. Você fala: "Por que eu tô chorando?" Porque tocou num tema que eu nem sabia que era um tema sensível para mim. Então, quantos filmes eles são terapêuticos? A gente usa muito no Certem terapêutico filmes. Às vezes a gente tá tocando num tema e a gente tá vendo que ele tá difícil, tá truncado, a gente fala assim: "Ó, vai assistir aquele filme, depois a gente conversa a respeito. É como se eu tirasse o foco de mim, eu ponho lá no filme. Ah, gente, tá falando do filme, não tô falando de mim, eu tô falando do filme, eu tô falando do personagem do filme. E aí a gente vai falando e a gente vai se aproximando. Criança faz isso com contos de fada, com as fábulas, com as lendas. Por isso que é importante elas elas se projetam, elas se identificam com o menininho, com o príncipe, com o lobo, elas são capazes de perceber até o lado dela. Então a gente primeiro projeta no filme, no conto, na lenda, para depois trazer de volta no que refere a mim. Então, muito legal a sua dica. A gente podia até pensar nisso, né? Numa temporada em que a gente traz eh sugestões de filmes e a gente elabora o
lenda, para depois trazer de volta no que refere a mim. Então, muito legal a sua dica. A gente podia até pensar nisso, né? Numa temporada em que a gente traz eh sugestões de filmes e a gente elabora o tema do do filme, a gente traz procurando em Joana as reflexões. Acabou de me ocorrer essa ideia. Que que vocês acham? A gente traz o filme e explora o filme com base nos estudos da Joana. Eu vou ter que ir lá e buscar nos livros o que que ela fala a respeito do tema central do filme. Talvez seja uma coisa interessante, mas eh talvez nos atraia mais atenção. Vamos pensar então é isso, né? O no caso do de O vento levou, eles mostram bastante essa vivência da persona, da aparência. Lembra que ela quer fazer um vestido para impressionar? Ela tira o o a cortina da casa. Então, essa coisa da aparência, do ego, do poder, da projeção social, dos padrões, brigando com a natureza, com a naturalidade, com as coisas simples e essenciais. E ela vai descobrir isso, que ela viveu uma vida com base em destaque social e depois ela vai perceber que para ser feliz não precisa nada daquilo. Às vezes aquilo até atrapalha. Então, obrigada, Fátima. A Débora de Marco volta aqui. Obrigada pela sua participação sempre, Débora. Ela diz: "Olá, Cris, o que você imagina que seja termos Jesus como modelo e guia, se não somos perfeitos? A tentativa e a vontade de ser melhor já é um caminho?" Fiquei refletindo sobre isso no estudo de amor e projeção. Espero não estar fugindo do tema. Braços carinhosos. Você não está fugindo do tema. É muito interessante a sua a sua a sua consideração, a sua análise. Ter Jesus como modelo é justamente a gente tirar projeito, tirar proveito da projeção. Sabe quando a gente fala assim, ó? E é muito comum a gente falar assim, ó, imagina o que Jesus faria. É como se a gente tivesse tentando se projetar nele. É como se a gente tivesse tentando eh eh colocar em Jesus a nossa o nosso comportamento. Ah, então alguém eh me ameaçou, me ofendeu, falou mal de mim pro vizinho. Eu tenho o meu jeito de agir, que é com
como se a gente tivesse tentando eh eh colocar em Jesus a nossa o nosso comportamento. Ah, então alguém eh me ameaçou, me ofendeu, falou mal de mim pro vizinho. Eu tenho o meu jeito de agir, que é com base no meu temperamento, na minha personalidade, nos meus complexos, enfim, nos meus automatismos. Mas eu posso pensar, deixa eu me projetar em Jesus, deixa eu jogar a minha experiência para Jesus. Se Jesus tivesse passado pelo que eu estou passando, sendo ofendido, falar mal dele pro vizinho, inventar uma calúnia que não existiu, como Jesus faria? Então é um trabalho de transferência, de empréstimo, né? A gente faz isso com a intenção de tentar aproveitar o que o outro tem. Isso funciona porque a gente consegue saber como o outro funciona, né? Então, se Jesus tivesse, ah, Jesus não se vingaria Jesus. E aí eu vou tentar imaginar como eu vejo Jesus. Porque pode ser que se eu perguntar para você, Débora, assim, que que Jesus faria se ele tivesse passado pelo que você tá passando? Talvez se você falasse: "Ah, Jesus não se vingaria", ele iria lá para conversar com a pessoa e eu falaria: "Ah, eu acho que Jesus, ele não se vingaria e ele seguiria o caminho dele. Ele nem iria lá tentar conversar com a pessoa." Tá vendo? Tá vendo como é projeção? Porque o meu Jesus fez coisa diferente do seu Jesus. Mas já é um exercício, porque é como se eu tentasse imaginar esse modelo agindo. Eu já consigo tirar do meu conflito, eu já consigo imaginar uma situação melhor. Mas uma situação melhor para mim é diferente de uma situação melhor para você, porque ainda somos imperfeitos. Então nós tiramos proveito quando a gente imagina o que o outro faria, esse outro sendo de referência, no caso Jesus como como nosso modelo e guia. Então, por que não usar isso? Tentar imaginar o que Jesus faria, como Jesus agiria. E aí eu vou ver que é uma projeção minha. É uma projeção minha porque eu acho que Jesus faria uma coisa, minha vizinha acha que Jesus faria outra, todas boas, porque nós sabemos que Jesus age bem.
ia. E aí eu vou ver que é uma projeção minha. É uma projeção minha porque eu acho que Jesus faria uma coisa, minha vizinha acha que Jesus faria outra, todas boas, porque nós sabemos que Jesus age bem. Então, sim, eu concordo com você que é uma tentativa da gente se melhorar e a gente aproveitar o mecanismo de projeção, de transferência pra gente poder ampliar nosso ponto de vista. Eu faria tal coisa, mas pensando em Jesus, acho que ele faria aquilo. Pronto, agora eu já tenho duas alternativas. Eu já posso agir como eu estou com vontade de agir e eu posso agir como Jesus agiria. Eu posso fazer uma mescla dos dois. É um jeito de ampliar a consciência, de termos mais possibilidades de ação para deixarmos de repetir os automatismos. Sempre que alguém me ofende, eu faço tal coisa. Sempre que alguém fala mal de mim pro vizinho, eu reajo assim. Quando eu paro, imagino o que Jesus faria, eu já tenho possibilidade de agir um pouco diferente. Eu quebrei o padrão repetitivo. Tem um perfil aqui que é Davers, não sei se é Davers, né? Ele diz assim: "O vídeo maravilhoso! Nesse vídeo mostrou muito sobre projeção e algumas ações de como evitar. Eu quero saber se é possível um vídeo com mais exemplos práticos de como levar a luz à escuridão. Muito obrigada. Então, eu entendi que eh essa provocação era para pensar assim mais no dia a dia. Trouxe talvez a parte teórica. Ele tá pedindo por que você não fala mais de coisas que a gente vive no dia a dia? Então já fica também como uma sugestão paraas reflexões futuras eu tentar trazer mais exemplos práticos de como é visto na vida prática aquilo que a gente estuda em teoria. Então eu já anotei sua sugestão e agradeço. Vou deixar aqui dois exemplos, já tô pondo em prática a sua sugestão. Dois exemplos que são comuns em que a gente vê a presença da projeção acontecendo. Sabe quando a gente diz assim, ó? Ah, eu sei porque que o fulano falou comigo daquele jeito? para e pensa, gente, como é que eu sei? Às vezes nem o fulano sabe porque ele
ença da projeção acontecendo. Sabe quando a gente diz assim, ó? Ah, eu sei porque que o fulano falou comigo daquele jeito? para e pensa, gente, como é que eu sei? Às vezes nem o fulano sabe porque ele falou comigo daquele jeito. Então, quando a gente usa essa frase do tipo, ah, eu sei porque que ele falou comigo daquele jeito, é presunção nossa, é projeção nossa. Eu estou me projetando nele, imaginando o que que eu faria, por que eu falaria com alguém do jeito que ele falou comigo. É meu esse conteúdo. Então, olha a afirmação que a gente faz, que que descabida. Eu sei porque que ele falou assim comigo. Como que eu sei? Eu posso imaginar, cogitar e eu posso ter a minha hipótese agora falar: "Eu sei porque que ele falou comigo daquele jeito. É projeção. Não, eu sei o que eu Por que eu falaria com alguém do jeito que ele falou comigo. Agora eu sei por que ele falou comigo daquele jeito. Eu não sei. Eu não posso afirmar isso. Eu posso até chegar para ele e falar assim: "Ó, eu acho que você falou comigo daquele jeito por causa disso, disso, disso, disso." Ele pode falar: "É, foi mesmo?" Ou ele pode falar: "Nossa, nada a ver. Isso daí é coisa da sua cabeça, a gente fala, não é da minha". Então isso é o exemplo de projeção. Quando a gente usa essa frase que a gente usa muito, eu sei porque que ele falou isso comigo. Eu sei porque que ele fez isso comigo. Não sabe não. Isso é projeção. Você sabe o que, por que você faria isso com alguém, se é o que você tá imaginando que ele fez, você não vai saber se que você pergunte. E um outro exemplo, quando a gente fala assim: "Ah, aquele fulano lá é um orgulhoso, fascista, agora tá na moda, né? Você quer xingar alguém, você chama de fascista. Você não sabe o que significa isso, mas você sabe que é uma ofensa. E aí você xinga de fascista, manipulador de novo. Pode ser que o outro seja, pode ser, mas pode ser que ele esteja agindo por outro motivo que você não imagina. Então, quando eu enxergo no outro esses, né, esses adjetivos, ele é um orgulhoso,
e novo. Pode ser que o outro seja, pode ser, mas pode ser que ele esteja agindo por outro motivo que você não imagina. Então, quando eu enxergo no outro esses, né, esses adjetivos, ele é um orgulhoso, ele é um fascista, ele é um manipulador, seja ela que é, cuidado, porque você pode estar falando mais de você do que do outro. Então, sempre que eu aponto o dedo para ofender alguém, xingar alguém, acusar alguém de algo, né, o Raul que costuma falar, tem três dedos apontando para mim, né? Tô apontando um pro outro e três para mim. Significa que o outro pode até ter aquilo, mas tá me incomodando é porque eu trago isso em sombra em mim. Por mais que eu reprima para não deixar isso escapar, porque eu acho feio, não quer dizer que eu não tenha isso instalado em mim, né? Então, o ideal é eu saber que ele existe, né? Para quando eu sei que ele existe, quando eu identifico em mim orgulhoso, fascista e manipulador, eu não tenho tanta raiva do outro, eu enxergo outro, sabe? A gente já faz isso. Quando alguém fala assim: "Nossa, eu fiz um erro. Ah, eu tô me sentindo culpado." A gente fala assim: "Eu também já fiz. Quando eu vejo que eu também já fiz, eu eu sou mais ã eu tenho mais comiseração com o outro, eu tenho mais empatia, eu não cobro tanto. Agora quando eu acho que eu não fiz, ah, eu recrimino, eu aponto o dedo." Então, é um outro exemplo que a gente tem de projeção. O diacomoró se volta aqui, ele diz assim: "Qual?" Desculpa se eu tô falando você o seu nome como entonação italiana, né? Não deve ser, né, gente? Diácomo Ross. Pronto. Qual deve ser a nossa postura, resposta quando alguém é postura ou resposta quando alguém nos aponta alguma projeção? Ih, que difícil é essa, hein? Agradeço mais uma vez por todos esses ensinamentos preciosos. Então, vamos lá. E se alguém chega pra gente e fala assim: "Ô, Cris, sabe isso que você tá falando de mim? É você, minha filha. Você tá vendo em mim porque tá em você. Como reagir, como responder, qual postura adotar? Bom, ã, depende, né? Depende de qual é essa
, Cris, sabe isso que você tá falando de mim? É você, minha filha. Você tá vendo em mim porque tá em você. Como reagir, como responder, qual postura adotar? Bom, ã, depende, né? Depende de qual é essa relação, porque a gente vai reagir de várias formas, dependendo das relações que a gente tem. Vamos supor que eu seja distante dessa pessoa, sei lá, vamos pegar assim, ó, eh, uma reunião de escritório, tô lá no escritório e aí eu fiz um comentário a respeito de alguma coisa que o outro eh falou e o outro foi agressivo comigo e falou: "Não, não, não, se daí você fale por você, não tem nada a ver comigo". Eu acho que nessa hora assim não cabe nenhuma postura porque vai virar uma discussão, né? Então, talvez, dependendo da relação, pega para você, vai analisar, aproveita, né? Tudo que alguém nos dá, a gente tenta aproveitar. Então, deixa esfriar, volta para casa e pensa: "Por que que ele falou isso para mim? Será que cabe? Que será que ele quis dizer? Que será que eu mostro para ele para ele enxergar? Usa para você se conhecer, porque realmente os outros enxergam a gente diferente da forma como a gente se enxerga. Então, sempre que alguém for me olhar e for tentar falar para mim algo sobre mim mesma, eh, aproveita, tira proveito disso, né? Então, usa, mas talvez não caiba ir lá falar com ele, porque eu não tenho nem proximidade. Agora, vamos supor que seja alguém, marido e mulher, e a esposa, o marido fala: "Ah, você tá falando de mim, mas você não viu que é você que é assim?" Nessa hora acho que cabe de novo autorreflexão, aproveita, traz para si, avalia, faz sentido, por que ela tá falando? Será que eu tenho mesmo? Não tô enxergando? Tira sempre proveito disso. Mas depois cabe até uma aproximação. Olha, vamos voltar naquele assunto. Eu considerei, eu fui, avaliei, analisei. Eu gostaria de conversar a respeito. Eu enxerguei isso, eu não enxerguei aquilo. Me ajuda a ver melhor. Eu tava trazendo para você isso. Você ficou irritado. Você falou que era eu que era assim. Mas
. Eu gostaria de conversar a respeito. Eu enxerguei isso, eu não enxerguei aquilo. Me ajuda a ver melhor. Eu tava trazendo para você isso. Você ficou irritado. Você falou que era eu que era assim. Mas na verdade o que eu tava querendo era te ajudar. Aí vale, vale voltar ao assunto, vale elaborar com carinho, com amor, eh contar que você foi, que você analisou o que ele tinha falado. Na verdade, o que você tava querendo não era agredir, eh, se desculpas se você foi ofensivo, mas na verdade o que você queria trazer? Continua, continua. Às vezes uma conversa ela começa hoje, ela se desenvolve semana que vem. Às vezes a gente leva anos na mesma conversa, né, elaborando, aprofundando. Então aí sim vale a pena a gente voltar com a pessoa. O que sempre vale a pena é pegar aquilo que a pessoa te deu e analisar, porque pode ser que a gente tire algum proveito. A Ligia Mendes diz: "Gente, eu vou ter que correr muito. Vocês vão ter que ficar comigo hoje até o fim, nem que a gente avance o horário, hein? Vamos lá". Ligia Mendes fala assim: "Olá, Cris, poderia falar um pouco de como seria desenvolver essa mulher profunda citada no minuto 4705. Obrigada pelas aulas." Então, eu acho que eu em algum momento eu falei dessa vida íntima, dessa vida rica, dessa mulher profunda, tanto mulher quanto homem, né? Ser humano. É a pessoa ã lígia que investe em enriquecer o mundo interior. Aí eu pergunto, como é que eu enriqueço o meu mundo de dentro? Mundo de dentro é mundo de emoção, é mundo de sentimento, é mundo de pensamento, é mundo de crença, é mundo de lembrança, de memória, é mundo de complexos, de conflitos, de traumas. Tudo que você fizer, que esteja relacionado com esses temas, é enriquecer o mundo interior. Se eu paro para analisar as minhas emoções, eu estou enriquecendo essa mulher profunda. Ela é profunda porque ela tem conteúdo para dentro, ela conhece, ela costuma visitar o mundo de dentro, ela vive o mundo de dentro. Por isso que eu chamo de profundo, porque olhar para dentro é
funda. Ela é profunda porque ela tem conteúdo para dentro, ela conhece, ela costuma visitar o mundo de dentro, ela vive o mundo de dentro. Por isso que eu chamo de profundo, porque olhar para dentro é olhar paraas suas profundezas. Então, se eu invisto em prestar atenção nas minhas emoções, eu estou me aprofundando. Se eu invisto em analisar o que eu carrego de sentimento pelas pessoas, quais são os meus pensamentos, eu estou me conhecendo, eu estou me aprofundando. Se eu invisto em descobrir o que eu carrego de complexo, de conflito, de trauma, eu estou me aprofundando. Se eu invisto em conhecer mais coisas, em desenvolver a mente, se eu invisto em resgatar as minhas memórias, em lembrar do meu passado, em conhecer meus ancestrais, tudo isso é aprofundar. Então, aprofundar, uma mulher mais profunda é aquela que investe tempo, recurso, atenção no dentro, nesses aspectos do mundo interno. Então, eh, seria isso. Ah, a Sabrina Diogo disse assim: "Mesmo eu conhecendo a pessoa e percebendo que ela não está bem, é uma projeção muito boa essa, Sabrina. Não, nem sempre. Quer dizer, sempre a forma como eu olho pro outro tem conteúdo meu. Se eu olhar lá fora e falar assim, alguém perguntar: "O que que você tá vendo?" Eu tô numa cidade e alguém fala: "Cris, que você tá vendo?" Eu vou falar: "Ah, eu tô vendo prédios, eu tô vendo carros". Aí pergunta pra minha vizinha: "Vizinha, que que você tá vendo?" Ela tá falando assim: "Ah, eu tô vendo os cachorros aqui. Eu tô vendo umas pessoas brincando ali." Ou seja, aquilo que eu olho para fora sempre é um olhar com base na lente que vem de dentro. Eu nunca consigo olhar tudo. Eu sempre vou fazer uma seleção do que eu olho. E essa seleção é a minha forma de ver, é a minha lente, é a minha projeção, né? Então, sempre tem a minha a minha a minha visão, é a minha é o meu recorte, é a minha forma de enxergar. Mas vamos pegar um exemplo. Eu tô aqui trabalhando agora, conversando com vocês. Abre a porta, chega alguém xingando, esbravejando, louco,
isão, é a minha é o meu recorte, é a minha forma de enxergar. Mas vamos pegar um exemplo. Eu tô aqui trabalhando agora, conversando com vocês. Abre a porta, chega alguém xingando, esbravejando, louco, alucinado, e eu falo assim: "Nossa, eu percebo que você tá desequilibrado". Não é uma projeção, é uma constatação. Eu estou só constatando, eu estou sou estou só comunicando, verbalizando algo que eu estou vendo. Eu nem sei de onde a pessoa veio. Não é comigo que ela tá brava, mas ela acabou de aparecer num estado de extrema irritação. Então eu dizer, você está irritado, não tô projetando o meu conteúdo nela, eu estou observando um fato. É um fato, né? Então, ã, mas talvez se fosse outra pessoa diria assim: "Nossa, eu estou vendo que você está sofrendo." A pessoa enxergou sofrimento, eu enxerguei irritação, ainda assim tem a minha forma de ver, mas eu não tô projetando nela. É um fato. É, então vamos separar as coisas. Quando eu estou descrevendo um fato, eu tô descrevendo um fato, ainda que tem as minhas lentes. A projeção é quando eu faço insinuações, elaborações, quando eu tô analisando e eu quero explicar o que tá acontecendo. Então, vamos supor que essa pessoa que entrou aqui alucinada, brava, eu começo a conversar com ela e daí eu digo assim: "Ah, você tá nesse estado sabe por quê? Você tá nesse estado porque você é um orgulhoso. Ah, aí pode ser a minha projeção. Aí pode ser a minha projeção. Eu tô querendo explicar o que que ele está vivendo. Por que que ele está vivendo, por que ele reagiu assim? Eu não sei. É o ser humano complexo que tá aí. Não sei porque que ele reagiu assim. Agora, quando eu afirmo, ah, eu sei porque que você ficou bravo com o que o outro falou, eu sei porque você tá irritadinho assim. É porque você é um orgulhoso. Aí é projeção. Então, quando eu tô querendo explicar o outro, aí é projeção. Quando eu estou descrevendo que o outro está como o outro está agindo, é só uma observação. Será que deu para para diferenciar? Vamos lá paraa Simone
do eu tô querendo explicar o outro, aí é projeção. Quando eu estou descrevendo que o outro está como o outro está agindo, é só uma observação. Será que deu para para diferenciar? Vamos lá paraa Simone Caetê, que também tá sempre com a gente. Ela diz assim: "É algo parecido quando estamos apreciando uma tela de um pintor." Olha que bonito. Tentando decifrá-la, mas aí enxergamos mais com os nossos olhos e não com os olhos do artista. Bem assim, eu acho. É perfeita analogia. A gente, é lógico que tem pontos em comum. Às vezes a gente observa uma tela com cores escuras, com traços marcantes, com uma expressão, a gente percebe que não dá para falar que ela está tranquila meditando, né? a personagem da tela está em algum estado alterado de de medo, eh, de susto, a gente consegue tocar em alguns pontos que são, ã, claros na tela, mas a gente vai se a gente vai aprofundar a tela com base nossos recursos, nos nossos, no nosso mundo interior. E, e é tanto que é terapêutico isso, a gente consegue usar isso em terapia. A gente consegue, a pessoa consegue fazer um desenho a respeito do que ela está sentindo e outra pessoa sentindo a mesma coisa faria um outro desenho. Então, é muito particular, a arte é muito particular, a gente consegue cogitar. Eu acho que esse artista estava passando por isso ou por aquilo ou sentindo ou pensando ou vivendo. Mas quando eu estou falando isso, eu estou falando muito mais do que eu estaria se eu tivesse no lugar dele. Eu estou falando com base no que eu tenho de de de experiência. Por isso que eu falo de mim, né? Se fosse eu pintando uma tela com esses traços, provavelmente eu estaria pensando, sentindo tal coisa. Pode ser que o pintor tenha diferença. Provavelmente tem. Então é uma boa analogia, Silvia Cris, estar em um relacionamento achando ser capaz de mudar o outro, né? Esta ilusão também pode ser uma projeção. Pode, pode ser uma uma projeção, né? Por exemplo, eu olho pro outro e penso assim, ó. Ah, ele deveria, ele deveria ser mais paciente. Ah, meu
dar o outro, né? Esta ilusão também pode ser uma projeção. Pode, pode ser uma uma projeção, né? Por exemplo, eu olho pro outro e penso assim, ó. Ah, ele deveria, ele deveria ser mais paciente. Ah, meu marido é muito impaciente. Ele tem que ser mais paciente, né? Eu vou fazer com que ele se desenvolva. Ele tem que ter mais paciência. Isso pode ser uma projeção, pode ser que a impaciência, o o vamos ver se eu consigo fazer vocês entenderem. É assim, ó. Vamos supor que eu tenha primeira pergunta: por que que a impaciência do seu marido te irrita, te incomoda a ponto de você querer que ele mude? Deixa ele ser impaciente. O problema é quando a impaciência dele me afeta, ela está mostrando a projeção, porque ela tá dizendo que tem conteúdo meu aí. Vamos pegar o nosso modelo de guia. Jesus tá aqui de frente com o meu marido. Meu marido tá impaciente. Jesus vai se afetar? Não vai. Então é projeção, porque eu vejo que mexe comigo, tem conteúdo meu nessa história. Então quando eu falo assim, eu não quero que você seja impaciente, eu tô dizendo assim: você ser impaciente me machuca, causa em mim desconforto. Então eu não quero que você seja impaciente para eu não ficar desconfortável. Então tem conteúdo meu aí, é projeção, porque tem coisa minha nessa história. Então quando eu digo assim para ele, por exemplo, não quero que você seja impaciente, eu quero que você seja paciente. Talvez eu tenha o impaciente em mim. E como eu acho, eu tenho um julgamento que ser impaciente é feio, não é bom, não deve. Eu tenho um impaciente muito forte. Eu enjaulei lá na última camada do inconsciente, pus ele no no calabolso, tranquei esse impaciente porque eu acho feio. Então eu tô reprimindo o impaciente em mim. Aí eu tô fazendo um esforço enorme para segurar a minha boca e não ser impaciente. Aí vem meu marido e vai ser impaciente. É como se eu falasse: "Ah, não, eu tô fazendo um esforço danado aqui. Faça também. Se eu não posso ser impaciente, você também não pode. Esse é um exemplo, né, do quanto que irrita no
ser impaciente. É como se eu falasse: "Ah, não, eu tô fazendo um esforço danado aqui. Faça também. Se eu não posso ser impaciente, você também não pode. Esse é um exemplo, né, do quanto que irrita no outro aquilo que eu reprimo em mim. Isso é muito comum no sexo, por exemplo, nas atitudes sexuais. Sabe quando os os puritanos ficam vigiando o que os outros estão fazendo? É como se eles falassem: "Eu faço um esforço enorme para reprimir minhas tendências sexuais que eu não acho certo e aí eu ligo a TV, o fulano tá pondo para fora tudo, não aceito. E aí eu saio como policial, né, da atitude aleia. Você não pode, coisa feia aquele. Isso é projeção. Isso é comum na projeção. Então eu sempre vou perguntar para mim: "Me afeta, me desconcerta, me me desordena, me irrita, me causa indignação?" Então não importa que é o outro que tá fazendo, ele tem o problema dele, mas ele tá mostrando para mim questões minhas, porque o que ele está fazendo está provocando em meu mundo interior emoções desequilibradas. Ou seja, eu não tô pacificado com aquilo. Se eu tô pacificado, o outro não me irrita. Tanto que a gente fala assim, às vezes: "Ai, não te incomodou o que o outro falou, aquela frase e a pessoa que tá comigo fala: "Não, nem liguei". problema dele. Tá vendo projeção. Por quê? Porque tem conteúdo meu naquela história. O meu amigo aqui não, nem tocou nele, ele nem tava aí. Então, sempre que me incomoda algo no outro, tem questão minha. É, eu tô projetando porque tem parte minha envolvida. Hã, vamos paraas separações. Episódio 18. A, já estamos no final do nosso. Ih, hoje nós vamos avançar. Não vai ter jeito. Vamos lá. Demétrio. Voltou. Voltamos aqui. Demetrio disse: "É difícil comentar quando nossa jornada ainda passa pela influência da inexistência de diálogo na relação conjugal, mas a abordagem feita está bem madura, equilibrada, uma bússola iluminada que pode ajudar a muitos que tiverem ouvidos de ouvir. Foi doloroso ouvir, mas fez um bem imenso. Então eu eu compartilho da sua análise. Realmente não é um tema
ra, equilibrada, uma bússola iluminada que pode ajudar a muitos que tiverem ouvidos de ouvir. Foi doloroso ouvir, mas fez um bem imenso. Então eu eu compartilho da sua análise. Realmente não é um tema fácil. É muito difícil quando a gente se sente empacado. Eh, um relacionamento é feito sempre por duas partes. É muito triste quando uma parte está disposta a desenvolver, a tocar em questões sensíveis e a outra parte está fechada para isso. É triste porque às vezes a gente vê um relacionamento maravilhoso e que pode se dissolver porque alguma parte está inflexível. Então é real o que você trouxe, realmente isso acontece e a gente tem que se perdoar, entender. Tem tem momento, tem tempo de cada um. Então a gente não consegue num relacionamento e 50% para cada lado. Eu consigo oferecer, abrir as portas e falar: "Venha, vamos conversar, vamos desenvolver, mas se o outro não quer". Então a gente sente muito, se perdoa e aguarda, né? Tudo no tempo de Deus. E a Sabrina disse: "Sou Sabrina Diogo também voltou e falou: "Sou casada há 31 anos. Minha maturidade me traz mais entendimento para continuar a manter o bom casamento. E graças à terapia é a gente não precisa ser autossuficiente. A gente não precisa dar conta sozinho, a gente precisa de ajuda. Para manter uma empresa como um casamento de 31 anos, só quem passa por isso sabe o que isso eh precisou. que que a gente foi requisitado de nós ao longo desse tempo. Nós tivemos todos os motivos para não continuar e a gente continua porque a gente acredita, né? E não quer dizer que quem não continuou errou, não. Cada história é uma história, porque às vezes não é impossível. Mesmo com todo o esforço, não tem como. E cada caso é um caso. Mas quem manteve esse casamento, isso a gente pode afirmar, a gente sabe que teve um esforço enorme. E o bom é isso, né, Sabrina, é que a gente vai se a gente vai amadurecendo. É bom porque a gente sabe que a gente cresce muito ao fazer o esforço para manter esse relacionamento. Agora vamos pro último
o bom é isso, né, Sabrina, é que a gente vai se a gente vai amadurecendo. É bom porque a gente sabe que a gente cresce muito ao fazer o esforço para manter esse relacionamento. Agora vamos pro último episódio, tipos do amor. Acho que esse foi o episódio que a gente teve problema técnico, que ficou sem som, depois foi resolvido. Então eu não pude ter acesso ao chat, até porque acho que não tinha na comentário no chat porque ninguém tava conseguindo ouvir, mas eu peguei alguns comentários e nos comentários. Então o JMG disse assim: "Quero participar do estudo da série psicológica de Joana deângeles, como faço a inscrição?" Então, eu não sei do que você tá, qual estudo você tá dizendo. Os estudos que eu ã coordeno são dois. Um virtual que é esse que a gente está fazendo, que não precisa de inscrição. Eles ficam disponíveis no canal do YouTube da Mansão do Caminho e estão todos lá, todas as temporadas. Aí você pode no seu tempo ir resgatando. Lá estão os estudos de vídeos gravados no formato gravado e você vai poder assistir no presencial pra gente poder participar e trocar. Eu tenho o meu estudo aqui na cidade onde eu moro, que é no interior de Amparo. Então eu faço esse estudo às terças-feiras às 19:30 e eu tenho um grupo que fica no virtual enquanto nós estamos no presencial. é o modelo híbrido. Se você tiver interesse, manda mensagem para mim, eh, no particular que eu posso incluir você no estudo, eh, na sala virtual, que fica virtual enquanto a gente está no presencial. O João e a Rita Barreto, que estão sempre com a gente, também fala: "Quando temos mais amigos, rimos mais, massageia o coração." Isso é uma grande forma de amor falando desse desses tipos de amor, né? E realmente isso já é comprovado cientificamente, João e Rita. Eh, rir muito, não, rir muito não, rir mais, né? Quem ri mais na vida tem uma influência positiva na saúde, tem saúde melhor. Tanto que o Divaldo falava muitas vezes que ele fazia partes das suas palestras, ele fazia sessões de risoterapia,
ais, né? Quem ri mais na vida tem uma influência positiva na saúde, tem saúde melhor. Tanto que o Divaldo falava muitas vezes que ele fazia partes das suas palestras, ele fazia sessões de risoterapia, ele contava as piadas e a gente ria. E era uma forma que ele estava cuidando terapeuticamente por meio do riso. A gente sabe de casos de pessoas que se curou por meio de risos. Eu lembro de um caso que eu li naquelas naquela revistinha Hers Hidest, lembra? E aí era um caso de uma pessoa que ela começou a assistir comédia, comédia, comédia, comédia, comédia o dia inteiro e mas assim uma batelada de comédia e ela conseguiu melhorar os o quadro clínico médico dela só por meio disso. E a gente sabe também comprovação científica de que quem tem mais amigos tem mais saúde, vive melhor, vive mais. Então é comprovado e a Silmara para terminar disse, né, querendo crescer em cima dos outros. Seria isso, Cris? Então eu conversei com a Silmara, a Gebbe, porque ela é aqui de Amparo e o que que ela quis dizer, porque ela fez uma frase, eu não sei do que recorte do texto do do da aula ela tava dizendo, ela tava se referindo ao amor filha, que é esse amor entre amigos, porque ele faz bem, como o João e a Rita falaram, mas muitas vezes a gente usa a nossa networking, né, para tirar proveito. Então não se aplica o amor filha, é um amor filha adoentado, egoísta. Quando eu uso a minha rede de amigos, porque esses me beneficiam de um jeito, porque daqueles eu tiro proveito de outro, porque esses daqui me ajuda quando eu preciso, quando eu uso assim, é uma é uma é uma relação unilateral, não é dar e receber, eu quero só receber. Então, sim, muitas vezes a gente vai fazendo, vai ampliando a rede de amigos com interesse. Ah, eu vou me aproximar daquele porque aquele é bom naquilo, eu vou poder tirar vantagem aqui, aquele lá vai me ensinar não sei o quê. É bom eu ser amigo desse porque esse é bem relacionado. Então isso não é amor, filha, isso é interesse. É jogo de interesse, é manipulação. Então muitas
m aqui, aquele lá vai me ensinar não sei o quê. É bom eu ser amigo desse porque esse é bem relacionado. Então isso não é amor, filha, isso é interesse. É jogo de interesse, é manipulação. Então muitas vezes a gente usa mal todos os tipos de amor. Se a gente tiver de um lado só, se for egoísta, é um amor doente. O amor requer essa troca. O amor requer o cuidado mútuo. Não é à toa que Jesus nos lembrou da regra amar ao próximo como a si mesmo. Precisa ter amor dos dois lados. Eu amo a mim e amo ao outro. Desculpem por ter avançado no tempo. Nós encerramos então a oitava temporada. Eu volto lembrar vocês. Me deixem aí sugestões do que que vocês gostariam que a gente abordasse nas temporadas a seguir. Muito obrigada pela participação amorosa, generosa de vocês. Descansem um pouco e, se Deus quiser, a gente volta em breve. Até mais. Um abraço a todos.
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