T7:E2 • Jesus e Atualidade • Jesus e Reencarnação
No segundo episódio da sétima temporada de "Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis", Cristiane Beira nos guia por uma análise detalhada sobre a relação entre Jesus e a reencarnação. Vamos descobrir como os ensinamentos de Jesus nos ajudam a compreender e aceitar a reencarnação como parte essencial da evolução espiritual. Temporada 07: Jesus e Atualidade Episódio 02: Jesus e Reencarnação (capítulo 02) Apresentação: Cristiane Beira
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. Estamos estudando o livro Jesus e Atualidade de Joana de Angeles, psicografado por eh Divaldo Franco. E a cada encontro nós analisaremos um dos capítulos. No capítulo de hoje, Joana vai nos levar, vai nos conduzir a uma reflexão a respeito da reencarnação, fazendo sempre uma ponte com os ensinos de Jesus. Nesse livro todo, nessa obra inteira, Joana de Angeles parte sempre de um trecho do Evangelho e nos ajuda a desenvolver, a explorar, a analisar esse trecho evangélico. Para essa eh para esse estudo de hoje, ela recorreu ao Evangelho de João, capítulo 3, dos versículos 1 a 13. Quando Jesus tem aquele encontro com um fariseu, aquele fariseu um pouco diferente, especial Nicodemos, parece que esse Nicodemos tinha um certo interesse autêntico, ao contrário da maioria dos dos fariseus, que pelas palavras do Evangelho, pareciam ser bastante estáticos, muito cristalizados, sem grande possibilidade de aceitar outras eh ideias, analisar outros pensamentos, eram inflexíveis, rígidos, arraigados e apegados à suas próprias interpretações. Por isso, não reconheceram a Jesus, por isso perseguiram a Jesus e por isso foram os que iniciaram o processo da própria crucificação eh de Jesus. Mas esse Nicodemos a gente fica com a sensação de que ele tinha um certo interesse, uma curiosidade diferente, como se ele tivesse um lado que fosse capaz de identificar que Jesus era realmente um mestre, coisa que os outros não admitiram e sempre entenderam que Jesus fosse um charlatão, que estivesse querendo poder dentro da religiosidade. Então, nesse trecho, eh, João nos narra desse encontro de um homem chamado Nicodemos, que era príncipe dos judeus. E ele pediu para conversar com Jesus e disse assim: "Rabi, né, mestre, bem sabemos que és mestre vindo de Deus. Olha que bonito, que humildade. Bem sabemos que és mestre vindo de Deus. Isso já já o diferenciava, porque os outros fariseus estavam eh ansiosos por perceber algum comportamento suficiente
o de Deus. Olha que bonito, que humildade. Bem sabemos que és mestre vindo de Deus. Isso já já o diferenciava, porque os outros fariseus estavam eh ansiosos por perceber algum comportamento suficiente em Jesus para poderem condená-lo. Então eles julgavam mal a Jesus. Nicodemos foi capaz de ver com os olhos da alma. Então ele ele já começa um encontro admitindo que Jesus tinha vindo de Deus. E ele explica porque que ele enxergou dessa forma, qual foi o argumento que ele utilizou. E ele diz: "Porque ninguém pode fazer esses sinais que tu fazes se Deus não estiver com ele". Olha que lindo. É como se ele tivesse dizendo: "Pelas obras se reconhece uma pessoa, pelos frutos se reconhece a árvore. Lei de causa e efeito. Jesus era um ser diferente. E não só diferente, porque sabia fazer proezas que as outras pessoas não sabiam, mas diferente porque ele era também moral, moralmente bom, nobre. gentil, verdadeiro. Então, Nicodemos conseguiu entender que para ser desse jeito, para ter alcançado esse esse lugar de conseguir se controlar, não se deixar arrastar pelas paixões, cuidar do outro ser humano, ajudar com curas, ser simples, não se identificar com o poder, era um espírito que já tinha evoluído, ele já tinha pureza no coração, ele já tinha luz na sua alma. Porque mesmo que a gente queira, até hoje todo dia a gente acorda e jura que vai seguir os caminhos de Deus e que vai se comportar de acordo com o que os seus princípios pedem, que não vai se descontrolar e todo dia a gente lamenta uma ou outra coisa, uma palavra mal colocada, uma emoção que te descontrolou. Então, significa que a gente ainda está num processo de amadurecimento. Mas Jesus já tinha passado por isso. E Nicodemos reconhece e pergunta para ele e e e confirma com ele. Eu sei que você é diferente. Você já vem de Deus no sentido de você já é divino, porque você é capaz de fazer coisas que só quem está conectado com o divino que consegue. E Jesus responde a ele. E Jesus responde a ele explicando por que Jesus conseguia fazer o que a gente não
ino, porque você é capaz de fazer coisas que só quem está conectado com o divino que consegue. E Jesus responde a ele. E Jesus responde a ele explicando por que Jesus conseguia fazer o que a gente não conseguia. Jesus explica para ele como se dissesse: "Realmente você está certo. Eu venho de Deus e eu só sou capaz de fazer o que vocês não compreendem, porque eu venho de Deus. Mas eu vou te explicar o que eu fiz para chegar nesse lugar" a ponto de ser enviado por Deus. E Jesus respondeu, dis e disse-lhe: "Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus". Então, se Nicodemos diz para ele, você estava no reino de Deus e veio de lá, você veio de Deus. Então, Nicodemos está dizendo, você já habita o reino de Deus. É de lá que você veio. E Jesus explica como é que se faz para chegar nesse lugar de onde ele veio. Então Jesus concorda com ele nesse nesse nesse pensamento lógico. Porque Jesus disse, não disse não, não vim, não tenho nada a ver com Deus, não. Jesus deixa ele com esse pensamento, não contrapõe e ainda explica como que se faz para se conquistar o reino de Deus. E diz: "Ninguém pode fazer esses sinais." Não, ninguém. Quem não nascer de novo não pode ver o reino de Deus. Então Jesus disse realmente eu vejo o reino de Deus. É de lá que eu venho. É de lá que eu sou capaz. É por estar lá já que eu sou capaz de fazer o que vocês não entendem que eu faço. E eu digo para vocês, para estar nesse lugar é necessário nascer de novo. E aí Nicodemos, que tinha essa visão mais materialista no sentido da explicação das leis divinas, de entender as Sagradas Escrituras, ele não estava considerando a reencarnação. Então ele não consegue entender. Na mente dele não cabe o que Jesus estava falando. Como assim nascer de novo? o que que ele tá dizendo? E aqui é interessante, eu paro para fazer uma pausa pra gente se dar conta do como que aquilo que a gente vê na vida, isso quer dizer o que eu sou capaz de observar, de entender, de explicar. Aquilo que a
ui é interessante, eu paro para fazer uma pausa pra gente se dar conta do como que aquilo que a gente vê na vida, isso quer dizer o que eu sou capaz de observar, de entender, de explicar. Aquilo que a gente vê, aquilo que a gente observa na vida, depende da lente que a gente veste. A gente sempre está com algum tipo de lente ou alguns tipos de lentes. E essas lentes que a gente está vestindo, mesmo que a gente não saiba que elas estão aqui, elas direcionam o meu olhar. Então, quem eh eh por exemplo, vamos trazer um exemplo prático para ficar mais claro. Se eu tenho um ponto de vista interno moralizador, moralista, nesse sentido que fica perseguindo, vendo quem tá cometendo pecado, cuidando da vida dos outros, fazendo fofoca para dizer o que que estão fazendo de errado, quem que comete pecado, sabe esse olhar perseguidor inquisitório que parece uma inquisição? Muitas pessoas têm essa lente, como se a gente fizesse um radar prestando atenção e a gente filtra, um monte de coisa passa por mim, mas se alguém cometeu alguma, algum pecado, na hora eu pego. Então parece que a gente só fica pescando as coisas que nossa lente busca. Então, se eu tenho essa lente de um moralista, eu sou aquela pessoa que fica olhando se a roupa tá adequada, se onde já se viu falar isso, coisa feia, esse comportamento. Eu fico como inquisitora, andando atrás eh eh das pessoas para poder olhar o que estão fazendo errado. Não quero olhar para mim, eu olho pros outros. Então é a lente que eu vi isto. Vamos dar um outro exemplo mais gostoso, mais confortável. Se eu tenho lentes da gentileza, porque a gentileza está em mim, porque é um valor para mim, porque eu gosto de praticar, porque eu acho que é importante, então eu tenho uma lente que é da gentileza. Se eu tenho, eu sou capaz de passar o meu radar olhando ao meu redor e detectar quem precisa de uma atenção, um gesto que eu possa vir a fazer ali. Se alguém é gentil comigo, eu sou capaz de de identificar e de agradecer. Quem não tem lentes da
dar olhando ao meu redor e detectar quem precisa de uma atenção, um gesto que eu possa vir a fazer ali. Se alguém é gentil comigo, eu sou capaz de de identificar e de agradecer. Quem não tem lentes da gentileza não reconhece oportunidades de ser gentil. E se alguém faz uma gentileza, ele não nota. Vocês não perceberam já algumas vezes que você faz algum agrado e a pessoa não nem responde? Nemum obrigado. A gente fala, mas nem obrigada você disse. É porque ela não tinha lentes para enxergar. Ela não prestou atenção. Ela não trouxe consciência pro aconteceu. A lente dela tá procurando outras coisas. Então, a gente olha pro mundo e a gente reconhece no mundo aquilo que nós carregamos já dentro de nós e que eu estou chamando das nossas lentes. As lentes que eu ponho, elas elas são frutos de dentro de mim. Não é uma lente que eu pego fora. Tem a ver com o meu princípio, com os meus princípios, tem a ver com os meus interesses, tem a ver com os meus valores. É aquilo que me interessa, é aquilo que eu valorizo, é aquilo que eu faço questão, é aquilo que eu não gosto. Essas são as minhas lentes. E o Nicodemos, voltando aqui pra nossa reflexão, ele mostra para Jesus que ele não tinha lente de considerar a reencarnação. Para ele, a vida tinha começo nesta nesta vida e fim nesta vida. Ele era sim crente da imortalidade da alma, mas ele acreditava que a alma ficasse no céu, no inferno, onde fosse, mas ele não conseguia conceber a alma retornando a um novo corpo. Então, é como se desse, a gente fala, deu tilte na cabeça, ele não, como é que eu faço agora? Que que Jesus tá falando nascer de novo? O que que é? O que que é? Ele fica buscando dentro dele. Ele não consegue encontrar. Ele não tinha uma lente que considerasse a possibilidade da reencarnação. Então o que que ele diz quando Jesus fala? É esse lugar de onde eu venho o reino dos céus. Para ir para lá é necessário nascer de novo. E aí Nicodemos fala: "Como que pode um homem nascer sendo velho? Pode porventura tornar a entrar no
s fala? É esse lugar de onde eu venho o reino dos céus. Para ir para lá é necessário nascer de novo. E aí Nicodemos fala: "Como que pode um homem nascer sendo velho? Pode porventura tornar a entrar no ventre da sua mãe e nascer?" Então, dá para ver que ele ficou perdido. Ele tentou encontrar alguma explicação, mas era uma explicação absurda essa que ele foi capaz de pensar. E Jesus continua ensinando Nicodemos e diz: "Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do espírito não pode entrar no reino de Deus". Então, Nicodemos diz: "Eu vou nascer da barriga da minha mãe de novo". Então ele estava pensando materialmente, corpo, barriga, ventre, nascimento, nascimento da matéria. E Jesus fala: "Olha, você vai nascer de novo, mas não é dessa barriga material, você vai nascer do espírito e da água." Que que é que símbolo que traz água e espírito? o símbolo da purificação, o símbolo do renascimento em termos eh transcendentes. Não é voltar pra barriga, mas é se purificar. É preciso que você se purifique. E nós entendemos que o processo de purificação se dá por meio das reencarnações. Pode ser que outras doutrinas compreendam de outra forma. renascer no sentido de você renovar o seu jeito de ser. Mas de qualquer forma, uma vida é curta para você conseguir renascer às vezes tantas vezes quantas forem necessárias para você se tornar um Jesus, um Cristo. Dependendo do nosso grau de evolução e na maioria dos nossos casos uma única vida. Como que eu precisaria me refazer e me reformar e renascer para eu me purificar numa única vida? Eu conseguir iluminar todas as minhas sombras, eu conseguir identificar todas as minhas paixões, eu conseguir superar todas as minhas todas, todas as minhas paixões, todos os meus conflitos, todos os meus complexos numa vida, então não seria possível. Ah, mas a gente não precisa fazer isso. Alguém pode dizer, a gente não precisa ser perfeito. É verdade. A gente não precisa ser perfeito. Mas nós estamos falando de um trecho em que Jesus é tido como
Ah, mas a gente não precisa fazer isso. Alguém pode dizer, a gente não precisa ser perfeito. É verdade. A gente não precisa ser perfeito. Mas nós estamos falando de um trecho em que Jesus é tido como perfeito, porque ele acertou tudo. Ele era luz. Não quer dizer que ele não tinha possibilidade de sombra. Não quer dizer que se Jesus quisesse ter praticado um ato contrário à lei divina, ele não ia conseguir. Ele conseguiria. Ele só não fazia. Ele não fazia porque não combinava com ele, porque ele não queria, porque ele já não precisava. Ele já era, ele já tinha se superado. Uma vez que eu aprendo uma coisa, eu não volto a fazer aquilo de forma desaprendida. Eu vou andar de bicicleta. Um exemplo banal. Eu vou andar de bicicleta. Ai, Cris, anda quando você que nem quando você era criança que você andava fazendo assim porque você não sabia se controlar. Por que que eu vou fazer isso? E mesmo que eu queira fazer é imitando uma criança, porque eu já não sou mais aquela criança que não conseguia mesmo se equilibrar. Então Jesus tinha sim condição, ele podia usar o livre arbítrio para praticar o mal, mas ele não fez porque já não cabia, já não combinava, já não era dele isso, já não tinha mais essa essência. Então Jesus não era essa figura só luz, ele era a figura luz que integrou a sombra, que é o que Joana de Angeles propõe, a integração para que a gente seja consciente, para que a gente tenha a consciência cósmica que Jesus tem. Ou seja, ele é ele é sim inteiramente consciente a ponto de não se deixar arrastar pelos seus conflitos, pelos seus complexos. Ai, quando eu vi, eu já tinha falado. Ai, não prestei atenção, acabei cometendo um erro. Jesus não, porque Jesus presta atenção. Jesus está consciente. Jesus está pleno de si, pleno do outro. Ele é capaz de enxergar tudo. Ele não se deixa levar pelos seus atavismos porque ele já não os tem. Então ele fica ali, Nicodemos, tentando entender como é que é essa história da gente nascer de novo. E Jesus tá falando, não tô dizendo que você vai
evar pelos seus atavismos porque ele já não os tem. Então ele fica ali, Nicodemos, tentando entender como é que é essa história da gente nascer de novo. E Jesus tá falando, não tô dizendo que você vai voltar nessa vida, é preciso nascer em espírito, é preciso nascer em água. O que é nascido da carne é carne. O que é nascido do espírito é espírito. Não te maravilhes de eu ter dito que necessário vos é nascer de novo. Então Jesus tá falando, você está admirado porque você não tem lente, mas não precisa se admirar. O que eu tô falando não é um uma coisa absurda. Daqui a pouco você vai entender, você vai conseguir adquirir essa lente e aí para você tudo vai ficar mais natural. por enquanto você não tem, mas não fique admirado, porque o que eu estou falando é uma coisa da própria lei divina, da própria natureza. Bom, aí andando um pouco paraa frente, Nicodemos conversa, continua conversando e e pergunta assim: "Mas como que pode isso? Porque ele não ele não tem a leite, ele não tá entendendo. Como é que pode isso que você estava falando? Jesus, como é que pode?" E Jesus respondeu, disse-lhe: "Tu és mestre em Israel e não sabes isto". Olha que jeito carinhoso de Jesus falar. Como é limitado o seu conhecimento, apesar de vocês acharem que vocês são os mais sábios de todos. Apesar de vocês se chamarem os doutores da lei, os representantes de Deus na terra, apesar de vocês concordarem que vocês são a figura que conversa com faz o povo conversar com Deus e vocês não sabem disso. Então Jesus tá chamando a atenção deles. Olha que vocês ainda são pequenos. Para prestar atenção que vocês ainda não estão prontos. Quanta coisa vocês ainda vão descobrir, né? Na verdade, na verdade te digo que nós dizemos o que sabemos, eu digo aquilo que eu tenho lente e testificamos. Eu dou testemunho do que a gente vê e o que eu vejo depende da lente que eu tenho, que depende do que eu sei, que depende do meu grau de evolução. E vocês não estão aceitando o nosso testemunho. Quer dizer, Jesus disse: "Eu
e a gente vê e o que eu vejo depende da lente que eu tenho, que depende do que eu sei, que depende do meu grau de evolução. E vocês não estão aceitando o nosso testemunho. Quer dizer, Jesus disse: "Eu tenho lente, eu tenho conhecimento, eu sei explicar, eu estou dando testemunho para vocês. Tá aqui, ó. E vocês não aceitam e vocês não compreendem e vocês refutam. Se vos falei de coisas terrestres e não crestes, como crereis se eu vos falar das celestiais? Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu e o filho do homem que está nos céus. Então ele disse assim: "Vocês tão dificuldade de entender as coisas daqui? Imagina se eu começar a falar das coisas que transcendem a matéria. Vocês não vão aceitar. Vocês ainda não têm as lentes para isso. Mas além dos fariseus, e esse é o encontro com Nicodemos, Jesus encontrou com com tantas outras pessoas, muitas outras pessoas. E muitas outras pessoas que Jesus encontrou, elas tinham, se não tinham a lente para poder entender o que Jesus trazia, elas também não tinham lentes que contrariavam porque achavam que sabiam mais. Os fariseus estavam com a lente de eu sei tudo. Eu sou representante de Deus na terra. Eu sou doutor da lei. Eu tenho acesso às Sagradas Escrituras. Então eu tô fechado. Se alguém chega do lado de fora e fala assim: "Tum tum tum, deixa eu contar para você uma coisa nova. Não tem coisa nova. Eu já sei tudo. Você você tá errado. Foi o que fizeram com Jesus. Você é um charlatão, você tá trazendo coisas diferentes do que eu sei e o que eu sei é a verdade. Então eles estavam fechados, mas muitas pessoas não estavam. estavam sedentas, queriam entender um pouco mais, não estavam satisfeitas com aquelas Sagradas Escrituras rígidas, porque estavam sofrendo e não conseguiam consolo nelas, porque não entendiam o que estava acontecendo com eles e ali também não encontravam explicação. Quantas coisas e nós observamos na vida e que não tem como a gente explicar, a não ser que a gente diga determinismo, isso é assim mesmo. Tem gente que nasce
s e ali também não encontravam explicação. Quantas coisas e nós observamos na vida e que não tem como a gente explicar, a não ser que a gente diga determinismo, isso é assim mesmo. Tem gente que nasce saudável, tem gente que já nasce doente. Ou a gente dizer, existe uma reencarnação, existe uma explicação em que cada pessoa está no lugar onde se colocou. A vida é muito maior do que uma única passagem na terra. A nossa vida é a vida de um espírito que mergulha na terra, que mergulha na terra, que mergulha na terra. Cada vez que a gente mergulha, a gente aprende um pouco. Cada vez que a gente mergulha, a gente se fortalece um pouco. Cada vez que a gente mergulha, a gente amplia um pouco de consciência e a gente vai se fortalecendo. Então, cada história que você vê não é uma única história. Ai, nessa história eu fiquei doente. Tá bom, mas você não ficou sempre. Aqui você aprendeu que ia ficar doente. Aqui você aprendeu o que ia nascer pobre, aqui você aprendeu que ia nascer rico, aqui você aprendeu que ia nascer com uma mente brilhante. Aqui você nasceu com uma mente mais limitada. E a gente vai colhendo experiências. Então existe justiça. A reencarnação nos traz a explicação da justiça divina, senão vai ficar sempre como um dogma. Como que você pode explicar a justiça divina se você não acredita em reencarnação? Dogma de Deus. Nós não sabemos, mas ele tem uma explicação. É onde a gente pode chegar. Eu não sei explicar, mas certamente ele tem uma explicação e eu confio nele. O que já tá de bom tamanho, porque você tá praticando uma fé. Eu não sou capaz de explicar, não, não acredito na reencarnação, mas eu sei que Deus está cuidando de tudo. E tem outras pessoas que dizem: "Não existe Deus nenhum porque senão ele seria muito injusto. Não existe reencarnação. A vida essa daqui mesmo. Essa é a matéria. Cada espírito está num grau de evolução, num num lugar consciencial. E a gente precisa respeitar e entender. As as pessoas que seguem o espiritismo acreditam na reencarnação. E Joana
Essa é a matéria. Cada espírito está num grau de evolução, num num lugar consciencial. E a gente precisa respeitar e entender. As as pessoas que seguem o espiritismo acreditam na reencarnação. E Joana deângeles nos trouxe hoje uma reflexão a respeito da reencarnação. Então esse encontro que Jesus faz, ele nos mostra que para entender de algumas coisas, por exemplo, como Jesus era grande daquele jeito, no sentido de compreensão, de cura, de tudo que ele fez, Jesus disse: "É preciso nascer de novo para estar no reino de Deus e poder ver, voltar pra terra para fazer essas coisas que eu faço. É preciso nascer de novo. Esse é o ensino." E Joana traz a questão que o espiritismo nos ajuda. Então Joana diz com o apoio da doutrina dos renascimentos físicos, ele, Jesus identificava de imediato quais os necessitados que estavam em condições de recuperar a saúde ou não, tendo em consideração os fatores que os conduziam ao sofrimento. E por isso mesmo, nem todos aqueles que lhe buscavam ajuda logravam-na ou recuperavam-se. Porque sabia ser enfermo o espírito e não o corpo. Sempre se dirigia preferencialmente à individualidade e não à personalidade que se revestia cada homem. Então o que que Joana tá trazendo? Uma pergunta que a gente poderia fazer, se a gente não acreditare em reencarnação, a gente poderia perguntar: "Por que que Jesus curou umas pessoas e não outras? Qual foi o critério que Jesus usou? Porque nem todos passaram por Jesus puderam ser curados." E essa explicação, a reencarnação também ajuda, porque é o que Joana está dizendo, Jesus olhava o espírito e não o corpo, não a personalidade atual. Ele curava e atendia a necessidade do espírito. Ele não estava interessado em deixar aquele corpo de novo, bonitinho, bem saudávelzinho. Ele estava interessado em ajudar, em ensinar o espírito que habitava aquele corpo, como Joana diz, a individualidade e não a personalidade que se revestia cada homem. Então, quando Jesus olhava para um ser, ele enxergava o antes, o depois, o
nar o espírito que habitava aquele corpo, como Joana diz, a individualidade e não a personalidade que se revestia cada homem. Então, quando Jesus olhava para um ser, ele enxergava o antes, o depois, o através, o ele sabia que espírito era aquele, que jornada ele já tinha passado, o que que ele já tinha enfrentado. E quando Jesus olhava para esse espírito, Jesus sabia se aquela dificuldade que ele estava enfrentando, uma doença, algum prejuízo material, se aquele problema que estava afligindo, que estava trazendo sofrimento para aquele ser humano, Jesus sabia se ele precisava ainda daquela experiência, se ele ainda tinha que aprender um pouco mais vivenciando aquela aquela aflição, ou se ele já tinha superado e aprendido e já e já tinha crescido com a experiência. Se o espírito já estava consciente do que que aquilo precisava ensiná-lo, ele não precisava mais continuar sofrendo. Então ele liberava a pessoa do sofrimento, porque a tarefa principal do sofrimento é ensinar. E ele já tinha aprendido. Mas se ele encontrasse alguém numa dificuldade, percebesse que aquele espírito ainda estava ali lutando contra aquilo, não querendo, não se submetendo, não aprendendo, ele respeitava a lei divina que estava atuando ali na forma de uma expiação, de uma aprovação e permitia que a pessoa continuasse resgatando aquilo que precisava resgatar, aprendendo, tendo experiência, até ter uma uma tomada de consciência e poder não precisar mais daquilo. Veja que se um professor chega para aplicar uma prova para saber se os alunos aprenderam a matéria ou não, ele entra na sala de aula, por exemplo, e ele começa a conversar com os alunos e ele percebe que os alunos sabiam tudo da matéria. Tudo que ele perguntou, os alunos falavam espontaneamente. Seria muito natural que ele falasse assim: "Não precisamos de prova. Porque por que que eu vou precisar pôr vocês sentado e e por pressão de tempo e tendo que escrever? Eu queria que vocês tivessem estudado e aprendido. Eu vi que vocês estudaram e aprenderam. Se a gente
orque por que que eu vou precisar pôr vocês sentado e e por pressão de tempo e tendo que escrever? Eu queria que vocês tivessem estudado e aprendido. Eu vi que vocês estudaram e aprenderam. Se a gente tivesse um sistema mais lógico, inteligente, a gente a gente veria mais vezes isso acontecer. Mas é que no nosso sistema a gente precisa de educação, precisa ter ordem, precisa ter regra, então a gente vai reaplicando. Mas acontece do professor saber que um ou outro aluno não precisava daquela prova, mas precisa fazer, não pode fazer diferença. Então tudo bem, ainda tratamos todo mundo igual na educação. Que pena. Um dia vai chegar e que a gente vai conseguir dar a cada um que cada um precisa dentro da educação. Jesus conseguia. Jesus dava a cada um aquilo que cada um precisava. Ah, não é porque todo mundo tá sofrendo aqui, todo mundo tem que sofrer junto. Não, esse aqui já não precisa mais. Esse aqui tá no fim. Esse aqui ainda tá no começo. Jesus diferenciava. E aqueles que já tinham passado pela prova, que já tinham aprendido, não precisavam continuar naquele lugar de sofrimento. Vai, vai fazer outra coisa, vai aprender outra coisa. E Jesus os livrava. Então, Jesus conhecia esse passado de cada um, né? Então, ele não veio aqui para nos mimar. Ai, todo mundo que tá dodói, senta aqui que eu vou curar todo mundo para todo mundo ficar felizinho. Isso é mimo. E o mimo estraga, o mimo super protege. O mimo não deixa o ser humano, a criança desenvolver força. Ah, eu não, eu tô com preguiça de de fazer isso, mamãe. Ah, então não faz. perdeu a chance de fortalecer a disciplina, perseverança, a resiliência e aprender com aquilo. Ah, eu não gosto de ir na escola. Então não vai. Claro que não. Então é isso. Jesus veio aqui para nos oferecer o que era bom paraa nossa necessidade. Agora eu já passei de ano, eu preciso ir pra escola. Não, o que você tinha que fazer, você já fez. Tá bom. Ah, eu não, eu não passei de ano ainda, eu não me dei muito bem. Então você vai ficar de recuperação. A escola faz isso.
eu preciso ir pra escola. Não, o que você tinha que fazer, você já fez. Tá bom. Ah, eu não, eu não passei de ano ainda, eu não me dei muito bem. Então você vai ficar de recuperação. A escola faz isso. Tem pessoas que saem de férias antes, tem pessoas que ficam mais tempo tentando rever se dá tempo e tem pessoas que repetem o ano. Tem pessoas que ficam de recuperação, tem pessoas que repetem o ano. Se bem que até isso a gente tá mimando e também não permitindo, né? fazendo uma crítica pessoal à educação. Então, Jesus veio e deu para cada um aquilo que cada um precisava. Ele não veio nem para punir e nem para mimar, ele veio para educar. Bom, continuando, Joana diz: "A psicoterapia que ele utilizava era centrada na reencarnação por saber que o homem é o modelador do próprio destino, o senhor da própria vida, vivendo conforme o que estabeleceu através dos atos nas experiências passadas." Então Jesus sabia que cada um estava no lugar onde gerou a partir das experiências passadas. Por tal razão, jamais condenou a quem quer que fosse, sempre oferecendo ocasião para reparar o prejuízo e recuperar-se diante da própria diante da própria consciência, bem como da consciência divina. Então Jesus, ele nos olha não querendo que nós já estivéssemos prontos, como a gente costuma olhar uns pros outros. Quantas vezes a gente olha para as pessoas e fica indignado porque fulano falou isso? Porque fulano está agindo dessa forma? Porque Beltrano se comporta daquele jeito. É. É. Sabe o que significa isso? que eles são imperfeitos, que eles estão em desenvolvimento, que eles não estão prontos. E a gente cobra como assim? Não, não tem cabimento aquela pessoa agir dessa forma. Ah, não tem cabimento. Deus, Deus é imperfeito e permite que a gente aja. Nós estamos sendo formados. Alguém chega para uma criança de 4 anos e fala assim: "Como que você não consegue dirigir um carro? Que absurdo você não dirigir um carro. Ela não tem nem tamanho para conseguir alcançar o pedal. Ninguém vai cobrar de uma criança
de 4 anos e fala assim: "Como que você não consegue dirigir um carro? Que absurdo você não dirigir um carro. Ela não tem nem tamanho para conseguir alcançar o pedal. Ninguém vai cobrar de uma criança aquilo que visualmente você é capaz de perceber que ela não teria condição corporal de dar. Ah, mamãe, pega meu brinquedo que tá lá em cima. Que absurdo você não conseguir pegar seu brinquedo. Mas ela tem 1 terço do meu tamanho. Então eu nunca vou dizer para uma criança, nunca vou cobrar de uma criança o que eu sei que o corpinho dela ainda não faz. Mas como a gente está falando aqui de coisas que não são visíveis, a gente está falando de emoção, a gente está falando de tendência, a gente tá falando de complexo de conflito, a gente cobra do outro. Então, se eu pudesse ver como Jesus via e eu pudesse ver o meu irmão ou meu parente ou meu amigo e olhasse lá dentro dele e enxergasse que ele ainda é pequenininho no assunto ã sei lá, paciência, eu não diria para ele: "Você é impaciente, veja se você muda. Não tem cabimento você ser impaciente do jeito que você é. muda de jeito. Que que eu tô querendo dizer? Ele poderia falar assim: "Eu tô tentando, vai levar algumas vidas, talvez." Então, a gente cobra hoje o que o outro não é capaz de dar. A gente espera do outro que ele não está pronto. Eu não estou justificando erros. Eu estou trazendo um olhar compassivo e empático. Eu estou trazendo uma uma oferta da gente olhar um pouco mais a realidade. Eu posso sim dizer para esse meu amigo: "Olha, a sua impaciência tem causado dor, tem me feito mal, eu fico ansiosa, eu posso dizer para ele do que ele ele está gerando. Você quer ajuda? Posso te ajudar a ver se se você consegue desenvolver paciência. A gente vai transformar a o a impaciência em paciência. Não quer dizer que ai você é assim, então não posso falar mais eh não posso falar, não posso criticar, não. Mas eu posso, eu devo fazer a crítica educativa, construtiva, não no sentido de espero até amanhã você que você tenha resolvido esse problema
so falar mais eh não posso falar, não posso criticar, não. Mas eu posso, eu devo fazer a crítica educativa, construtiva, não no sentido de espero até amanhã você que você tenha resolvido esse problema ou vou te excluir porque você é um um impaciente e a gente fica excluindo pessoas no julgando tudo isso para falar sobre julgamente. Jesus mostrou pra gente: "Não julgueis, nós estamos todos no mesmo barco, não temos como falar dos outros. Cada um de nós carrega a própria cruz. Cada um de nós tem as próprias deficiências, paixões, conflitos. Por que que a gente olha pros outros com esse baita filtro, com essa baita lente de julgadores, de inquisitores, de detetives que fica apontando o dedo? que faz isso, aquela lá não faz aquilo, onde já se viu. Olha o seu jeito de ser. Que absurdo você ser desse jeito. Que prepotência nossa. Que arrogância nossa. Como que eu ouso falar que absurdo outro ser desse jeito? Porque ele está sendo soberbo. E e quem eu sou para falar isso? Jesus era alguém para poder falar isso. Ele não falou. Jesus que veio do céu, do reino dos céus, ele teve um olhar pra gente afetuoso, compassivo e empático. Então, ele jamais condenou quem quer que fosse. Jesus nos olha como se fôssemos e somos anjos em evolução. Sabe quando a gente olha um bebezinho recém-nascido, apaixonados por ele, e a gente fica sonhando? Como é que você vai ser? O que que você vai viver? Quais são seus sonhos? Que será que você vai construir, conquistar? Quais serão seus dramas? A gente fica imaginando esse ser no futuro. É Jesus olhando pra gente. Hoje esse bebezinho recém-nascido não consegue se alimentar. Ele chora, ele não entende o que tá acontecendo, ele depende da gente, mas mas a gente olha para ele não julgando. Ah, tem a dó, você não sabe comer sozinho, você não sabe andar sozinho. Imagina, imagina. A gente fica enternecido com esse serzinho e a gente quer cuidar dele para ele crescer bem. É Jesus olhando pra gente. Jesus quer cuidar da gente pra gente crescer bem. Ele nos ensina esse olhar empático e
te fica enternecido com esse serzinho e a gente quer cuidar dele para ele crescer bem. É Jesus olhando pra gente. Jesus quer cuidar da gente pra gente crescer bem. Ele nos ensina esse olhar empático e amoroso uns com os outros. Joana diz um trecho tão bonito, eu destaquei. Então, olha, percebam que eu não estou trazendo eh todo o texto. Eu destaco alguns trechos para contextualizar nosso estudo, mas sempre fica eh eh fica a dica para vocês fazerem a leitura. Esses capítulos eles são curtos e Joana é bastante objetiva e então é é interessante a gente ler para enriquecer e pra gente ter a possibilidade de desenvolver as nossas próprias lentes. Quando a gente lente, quando a gente lê, a gente faz a nossa própria eh interpretação e análise. Então, esse trecho que achei bonito é acolhedor. Joana diz assim: "Não te crucifiques na consciência de culpa após reconheceres o teu erro. Não te encarceres em sombras depois de identificares os teus delitos. Não te amargures em demasia, descobrindo-te equivocado. Olha que gostoso. Parece que Joana agora pega a gente no colo. De vez em quando ela é essa educadora firme que nos pontua, mas de vez em quando é um coração materno gigante. Então ela trouxe esses três verbos e eu destaco. Não te crucifiques, não te encarceres, não te amargures. É Jesus dizendo pra gente: "Calma, essa é uma vida. Vocês vão precisar renascer algumas vezes." Então, não adianta você olhar para você hoje ou para quem quer que seja, criticando, crucificando, encarcerando e amargurando. Nós estamos em evolução. Não adianta cobrar aquilo que a gente não é capaz ainda de oferecer. E quando nós caímos nessa armadilha da culpa, que a gente se condena, a gente se crucifica, a gente se cobra, a gente se amargura, a gente paralisa. Porque que que eu faço quando eu estou me crucificando? Eu estou me punindo? Eu estou me machucando? Que que eu tô construindo? Eu estou ajustando o erro que eu cometei, que eu cometi? Não. Então eu vou, pratico um erro, causo um baita prejuízo.
cificando? Eu estou me punindo? Eu estou me machucando? Que que eu tô construindo? Eu estou ajustando o erro que eu cometei, que eu cometi? Não. Então eu vou, pratico um erro, causo um baita prejuízo. Ao invés de eu enfrentar isso e resolver, não. Eu deixo o problemão lá, o pepino lá e eu, ah, eu sou horrível, né? Marti se martiriza, eu sou péssima, ai que tristeza. Eu não estou ajudando o erro a se a se resolver. Eu não estou aprendendo com isso, não estou crescendo com isso. Então é, acaba sendo uma fuga nossa, uma fuga, porque a gente prefere ficar se pondo de vítima que daí eu não preciso fazer nada porque é uma vítima esquisita, né? Porque quando eu fico, ah, eu sou horrível, eu tô me pondo de vítima, olha como eu sou, como eu sou atrasada, então que eu sou o quê? Uma coitada. Só que eu não sou nem vítima, nem coitada. Eu sou muito bem capaz de ir lá e resolver aquilo que que eu criei, mas a gente tem o atavismo de preferir ficar se martirizando, se crucificando, se amargurando ao invés de enfrentar o problema, ao invés de ir lá e falar: "Eu tô aqui, vamos ver o que que eu posso fazer. Me perdoem. Eh, como é que eu posso me redimir? Que que eu posso, como é que eu posso contribuir? Esse enfrentamento faz a gente crescer. Mas a gente prefere se crucificar, se encarcerar e se amargurar, né? Então a dica aqui é para o renascer é enfrentar, porque a gente pode, e ela vai fazer isso agora, trabalhar simbolicamente o renascer, não no sentido de reencarnação, mas no sentido de renascer para si mesmo, renascer pra vida, que pode ser em uma encarnação nova ou às vezes na própria reencarnação. A própria reencarnação, nós temos chance de fazer alguns renascimentos simbólicos. Eu eu deixar de ser assim, eu começar a ser assado, eu lutar comigo para vencer tal coisa. Sou uma nova pessoa, tenho uma consciência mais ampla, renasci, nasci de novo porque nasci diferente de quem eu era. Já sou outra. teve uma morte anterior. E nós observamos muito isso no no processo terapêutico, quando
a, tenho uma consciência mais ampla, renasci, nasci de novo porque nasci diferente de quem eu era. Já sou outra. teve uma morte anterior. E nós observamos muito isso no no processo terapêutico, quando nós analisamos sonhos. É muito comum quando a pessoa está passando por um processo e ele vai se ele vai finalizando. É como se ela fosse assim: "A partir de agora eu já não sou mais a mesma. Tomei consciência dentro da terapia, tomei consciência e vou descobrindo outros eus." É muito comum aparecer morte nos sonhos. Nossa, sonhei que sonhei que hoje tá difícil, né? Sonhei que um amigo meu da infância morreu. Sonhei que o o porteiro não sei das quantas morria. Sonhei que minha mãe morreu. Sonhei que eu morri. E aí a gente fica, ai que que é premonição? Não significa que você está simbolicamente observando a transformação que se processa em você. Tem ciclos que estão se finalizando, tem relações, às vezes era o tipo de relação que você tinha com a sua mãe que não é, não vai mais ser igual porque você tomou consciência. A minha mãe morreu no meu sonho, significa aquele jeito de me relacionar com ela é que não tem mais espaço, porque agora eu sou nova pessoa, eu renasci. Então, renascimento e morte, morte e renascimento são processos eh eh psicológicos que a gente vai vivenciando dentro da própria vida. E ela diz: "Renasce dos teus escombros". Olha que gostoso também escutar isso. E recomeça a recuperação de imediato, evitando futuros transtornos expiatórios, injunções excruciantes e situações penosas. Ou seja, cometeu um erro, percebeu esse erro? Renasce dos teus escombros e recomeça a recuperação. Para quê? para que você não precise voltar em retornos futuros expiatórios, para que você não tenha que vir elaborar isso lá na frente, em próxima vida. Aproveita enquanto você tá com isso quente, fresco. Ah, eu percebi que eu sou desse jeito, mas eu não consigo mudar. Ah, é muito fácil. Você já tentou? Que que você fez para tentar? Quantos caminhos você já tentou? Porque tem muitos.
so quente, fresco. Ah, eu percebi que eu sou desse jeito, mas eu não consigo mudar. Ah, é muito fácil. Você já tentou? Que que você fez para tentar? Quantos caminhos você já tentou? Porque tem muitos. A gente pode morrer tentando, mas desistir para falar que eu já tentei e não deu. É como se a gente tivesse falando, ó, não quero pagar essa conta agora, manda para mim no ano que vem, tá bom? A conta vai chegar. Então, ao invés de se martirizar, ao invés de se cobrar, ao invés de se lamentar, Joana propõe: "Renasce dos teus escombros e recomeça a recuperação de imediato, evitando futuros eh retornos expiatórios. Olha que bonito, né? A gente tem um pouco de dificuldade com mudar, porque quando a gente fala: "Ah, eu percebi que eu sou muito assim ou muito assada e eu vou ter que mudar, alguma coisa vai ter que morrer para outra nascer. E a gente não gosta de mudança, a gente gosta de ficar confortável naquilo que a gente sempre fez. Então, a gente faz isso inclusive para envelhecer. A gente não gosta de envelhecer, a gente evita. Ai, não quero envelhecer. Por quê? Porque é outra vida. O corpo não é o mesmo, a memória não é a mesma, a condição física não é a mesma, o desempenho não é o mesmo, a aceitação social não é o mesmo. Quem quer ser velho aí? Ninguém quer. A gente não tem trabalhado essa esse treino para aceitar o o novo a nova fase da vida, né? A gente tem essa dificuldade, a gente não quer mudar, a gente quer continuar sendo quem a gente quer, quem a gente é. Ah, fulano não se dá bem comigo, eu troco de fulano, eu vou achar outro. Mas eu tentar me modificar para que a nossa relação fique um pouco melhor, não. A gente prefere continuar onde estava, né? E um último trecho que eu trouxe pra gente refletir também muito lindo, é que ela fala do perdão diante do erro, né? O perdão também tem tudo a ver com reencarnação. Quantos problemas futuros a gente evitaria se a gente praticasse mais o perdão e o autopperdão enquanto a gente está aqui? Tem um outro trecho do Evangelho em que Jesus fala numa
ver com reencarnação. Quantos problemas futuros a gente evitaria se a gente praticasse mais o perdão e o autopperdão enquanto a gente está aqui? Tem um outro trecho do Evangelho em que Jesus fala numa parábola eh eh que quando você tiver com um irmão na estrada e e você tiver alguma coisa contra ele, resolve enquanto vocês estão na estrada, né? para que não aconteça que ao final o o policial te mande pro juiz ou o juiz te mande não sei para quem e você fique preso para por um bom tempo. Que que é ficar preso por um bom tempo? Acabou essa estrada da reencarnação, você não se resolveu. Pronto, agora você vai passar por todo um processo preso no sentido de que você vai ter que reencarnar para poder resolver aquilo. Então, fica na prisão um tempo lá esperando, esperando uma nova vida em que a gente possa vir de novo para que a gente possa retomar aquilo, né? Então, não perca a chance de refazer hoje. Então, Joana diz: "Pede perdão e reabilita-te ante aquele quem ofendeste ou prejudicaste. Se ele te desculpar, será bom para ambos. Porém, se não o fizer, compreende-o e segue adiante, não mais errando. Infelicitado por alguém, perdoa-o e desatrela-te dele, facultando-lhe a paz e vivenciando o bem-estar que decorre da ação correta. A reencarnação de que te utilizas é concessão superior que não podes desperdiçar. Então, que bonito que que ela está dizendo? Não crie embaraços mais do que já é comum. Então, deu algum problema? Você se indispôs com alguém, prejudicou alguém? Alguém se indispôs com você, prejudicou você? Tudo bem, foi inevitável no sentido de que nossas tendências, nossos conflitos, a gente não se segurou. Brigamos, brigamos. Faz parte. Grau de evolução. OK. Isso foi meio que eh é quase que a gente não conseguiu segurar, escapou e saiu a briga. Tudo bem, daqui paraa frente eu posso escolher. Agora, se eu preferir ficar remoendo, aí já não é algo que escapou de mim porque eu não me controlei. Já é algo que eu laboro. Eu elaboro, eu penso, eu vou dormir pensando naquilo, eu conto pra vizinha,
ora, se eu preferir ficar remoendo, aí já não é algo que escapou de mim porque eu não me controlei. Já é algo que eu laboro. Eu elaboro, eu penso, eu vou dormir pensando naquilo, eu conto pra vizinha, eu faço planos. Agora já é raciocinado. Uma coisa é uma explosão emocional de um complexo que constelou. Não dei conta de segurar. Minha sombra. Quando eu vi eu tinha falado. Hora que me dei conta já tinha feito. Tudo bem, escapou, constelou, explodiu. Você ainda não tá iluminado. Aquele ponto seu foi afetado e ele veio. Tá bom. Daqui paraa frente a razão volta. A razão por um tempo ela não conseguiu frear, a emoção explodiu. OK, faz parte. Agora, como eu vou lidar com isso agora? Eu tenho chance de me acalmar e trazer a razão. Vamos lá. Quais as possibilidades? Que que eu ganho com perseguindo, querendo me vingar? Que que eu ganho de não me perdoar? Eu posso elaborar? Então, aí sim é que eu vou me cobrar futuramente se eu não fizer um bom proveito da forma como eu posso lidar com as coisas que eu passo. Então, Joana está dizendo pra gente: "Quer saber a melhor forma quando existe aí alguma encrenca?" A melhor forma é: você prejudicou, peça perdão, se recomponha, devolva o que que você precisa devolver, resgate o que precisa se resgatar e siga. Não fica amarrada naquilo. É você que foi prejudicado. Não deixa para lá. Entenda que isso é lei de causa e efeito, que hoje é você que passa, amanhã você que faz. E siga, não fica amarrado ali, porque você ficar amarrado ali, você já tá pondo obstáculos na sua vida futura que você vai precisar resolver. Então, ela traz pra gente que o perdão e o autoperdão é a gente abrir a abrir mão da expectativa de que o outro seja perfeito e não me machuque e de que eu seja perfeita e nunca machuque. A gente vai se machucar. A gente pode escolher ficar preso nisso, ir arrastando uma coisa paraa frente. Ou a gente pode eh aceitar que nós somos espíritos em evolução, anjos em formação, como Jesus nos olhava, e a gente praticar o perdão uns dos outros
preso nisso, ir arrastando uma coisa paraa frente. Ou a gente pode eh aceitar que nós somos espíritos em evolução, anjos em formação, como Jesus nos olhava, e a gente praticar o perdão uns dos outros para que a gente vá aliviando nossas reencarnações futuras. Então, se você errou ou passou por um erro que alguém fez, cometeu com você, renova, renasce, não fica preso ali. Então, essa é a nossa reflexão sobre esse capítulo. Obrigada pela atenção de todos e eu aguardo vocês na semana que vem, se Deus quiser.
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