T7:E13 • Autodescobrimento • Viagem interior (parte 2)
Neste encontro, Gelson Roberto e Cláudia Semeghini exploram o capítulo cinco do livro "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", intitulado "Viagem Interior". Desta vez, com foco no item "Realidade e Ilusão", a dupla analisa mais um aspecto trabalhado pela autora espiritual Joanna de Ângelis durante o processo de busca da unidade, discutido no episódio anterior. Nesse contexto, eles refletem sobre o confronto entre a realidade e as ilusões construídas pelo próprio espírito. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #viageminterior #realidadeeilusão
queridos amigos nosso alou para mais esse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana De Angeles hoje aqui com a Cláudia para quem então tá nos acompanhando a está estudando o capítulo C do livro autodescobrimento eh hoje o item é realidade ilusão então nosso abraço a todos que Jesus então nos ampare nesse momento e que possamos ter um estudo proveitoso para todos nós e no capítulo no início Capítulo né Cláudia ela trabalhou o uma busca da unidade então no encontro anterior a gente viu muito essa questão da unidade como um princípio de uma certa maneira que sustenta o universo e a vida e que na medida que a gente vai evoluindo a gente vai chegando nessa consciência unitária não só de uma consciência unitária mas de um de um estado né e psíquico unitário também né e agora ela vai trabalhar então esse esse outro aspecto desse processo todo que é a questão da realidade e da ilusão até porque nesse processo de emergência do self da Essência espiritual né para chegar nessa unidade o espírito vai se confrontar né com uma gama de de de construção que ele vai fazendo e dentro desse processo tem esse embate então entre a realidade né E a questão das ilusões que nós vamos eh construindo para nós mesmos né Cláudia como é que tu vê isso é Olá pessoal tudo bem com vocês vamos tá aqui novamente né Eh eu vejo que ela novamente nos provoca né nesse assunto de de realidade Qual é a realidade que verdadeiramente precisamos alcançar né nos dedicar né o mundo real no sentido não do concreto que a gente vê né que os nossos olhos vem mas o mundo real aquele mundo que é eh permanente que não é transitório né que é o mundo que não é o mundo das ilusões fugidio passageiro né então ela nos provoca nesse capítulo né que que vem também como você falou né continuando com essa ideia de busca da unidade né E essa busca da unidade está justamente nessa experiment ação eh desse mundo real né mas como ela vai nos trazer nesse item através de desafios né de equívocos né ela vai nos trazendo todas
unidade né E essa busca da unidade está justamente nessa experiment ação eh desse mundo real né mas como ela vai nos trazer nesse item através de desafios né de equívocos né ela vai nos trazendo todas essas situações para que a gente possa experimentar e então Eh cada vez mais nos aproximarmos desse ser que somos né Estamos a caminho da plenitude né buscando essa essa individuação mais plena possível né a individuação a gente pode pensar que é é o ser não dividido né então também caminha junto com esse início desse capítulo que fala dessa busca da plenitude do ser eh integral né que é o que a gente busca sempre né então ela vai falando logo nessa primeira eh frase né que o problema da interpretação da realidade mais se eleva quanto melhor se penetra na estrutura das coisas eh E então quanto mais a gente penetra nessa profundidade né do para qu que un tanto nos traz né nessa profundidade eh do exercício da vida mesmo com as dificuldades né com todos os desafios que a gente tem e quanto mais a gente penetra como ela vai falar aqui né nessa parte atômica né que que os nossos olhos não conseguem ver então aí a gente vai vendo vai imaginando ver o invisível né que nos circunda a todo momento né que vai para além da aparência né eu Achi interessante né porque Capítulo é viagem interior Então ela tá realmente nos convidando para esse processo de abrir os horizontes né e ampliar a nossa realidade e se envolve examente isso né poder compreender que essa realidade que a gente vê como realidade talvez não seja a realidade verdadeira então tem duas coisas que Me cham atenção aqui né Cláudia no início aqui do item uma é que ela coloca a imagem do Capricho dos átomos bem bem poético né ou seja os átomos eles criam uma imagem Ou seja a imagem é a expressão mal eh e que de uma certa maneira eh a levanta uma perspectiva limitada né do que seja essa realidade né então a gente tem essa eh visualização né essa expressão da imagem da matéria que parece estática né tu vê uma mesa tu vê uma parede parece
ta uma perspectiva limitada né do que seja essa realidade né então a gente tem essa eh visualização né essa expressão da imagem da matéria que parece estática né tu vê uma mesa tu vê uma parede parece estático né mas quando tu realmente Como diz a j penetra né e e e entra na na na na na dinâmica né da aglutinação das moléculas vai vai ampliando a gente vê que tem espaços vazios e toda uma movimentação eh dos elétrons dos átomos como um todo que não que não é reconhecido nessa percepção primeira Então a nossa percepção é sempre a partir de uma imagem e a essa imagem nem sempre representa a realidade Total Então isso é um ponto que eu acho bem importante que tá tendo o outro ponto é que essa percepção da realidade como tá colocando objetiva não depende só da percepção em si da minha capacidade de ter um microscópio uma luneta para observar as estrelas para poder ter uma relação mais direta e mais profunda dessa realidade isso também Depende dos olhos de quem vê então o problema não é é complexo porque assim como existe uma realidade que se esconde por trás das coisas né também existe o nossa capacidade de perceber ou não a realidade né Porque alguns psicólogos né dizem que isso que a Ch de que a gente chama de percepção na verdade sempre é uma percepção ou seja sempre é uma interpretação subjetiva da realidade que a gente não consegue enxergar a realidade de maneira plena e verdadeira ou seja a nossa capacidade de eh eh perceber avaliar e discriminar eh a realidade ela é limitada Então a gente tem um desafio que envolve eh tanto o mistério do mundo que se esconde para nós ainda como também a nossa inconsciência que ainda é grande e não consegue ter clareza da realidade né então isso é uma questão que que ela vai colocar Então ela fala que essa penetração da realidade tem que se fazer também para conosco mesmo né Ou seja é para fora mas é para dentro também ou seja tenho que também entender que a minha realidade também tá escondida através de de padrões sociais culturais né aquilo que
bém para conosco mesmo né Ou seja é para fora mas é para dentro também ou seja tenho que também entender que a minha realidade também tá escondida através de de padrões sociais culturais né aquilo que chamo de Persona né nossa máscara nossos comportamentos que são eh impostos muitas vezes pela questão da sociedade que M aparece de um jeito pro mundo mas a nossa realidade a nossa natureza é outra né sim sim é e e é interessante né Gelson que ela vai trazendo e isso que você ressalta ela fala tanto dos espaços subatômicos que não se enxerga né com os nossos olhos né E ela faz esse comparativo com esse estado esse campo psicológico que você trouxe né então eh a beleza da da da Joana fazer essas comparações sutis né que se apresentam aí pra gente de poder ampliar e quando você tava falando né que essa Persona que tá identificada com o mundo social cultural né que é uma uma um falso eu digamos assim né uma coisa desconectada da essência da pessoa né então ela tem que lidar com isso o ser humano tem que lidar com isso mas também tem que lidar com esse monte de de Emoções esse monte de experiências eh de vidas passadas né ou até dos primórdios da existência na vida atual Então tudo aquilo vem para que ele possa lidar tanto com esse mundo de Fora que você disse né e o mundo de dentro também que é um mundo totalmente desconhecido né então que que imagem é essa voltando ao teu exemplo da imagem né que imagem é essa que a gente reflete pro mundo né a gente reflete muitas vezes uma imagem imem distorcida por conta desse mundo interno dessa né desse mundo caótico que estamos ainda eh eh digerindo né e colocando em Miúdos para poder lógico se a gente apresenta coisas é porque a gente tem coisas a resolver né então esse mundo do atávico né arquetípico dos complexos enfim é um mundo que a gente precisa dar e E então a gente bota isso tudo para fora né nesse espelho que não reflete uma realidade que ela diz que é a realidade verdadeira né então a gente tanto projeta um mundo caótico nosso
nte precisa dar e E então a gente bota isso tudo para fora né nesse espelho que não reflete uma realidade que ela diz que é a realidade verdadeira né então a gente tanto projeta um mundo caótico nosso quanto a gente eh recebe Essa ilusão do mundo né transitório e traz para dentro né Então aí hum s é interessante que pensando em cima disso né Cláudia que a gente não só falseia né pro mundo e para nós mesmos que vees a gente não tem consciência disso né uma imagem que não reflete a nossa realidade como também a gente distorce a imagem do outro né Porque muitas vezes o outro se apresenta pra gente mas a gente enxerga o que a gente quer o que a gente pode ou outro acaba sendo eh Campo da minha fantasia né da minha subjetividade que movido por simpatias antipatias tendências padrões emocionais a gente acaba não reconhecendo o outro mas julgando né interpretando outro a nossa maneira então é uma distorção Nossa em dupla via né daquilo que a gente apresenta pro mundo e daquilo que a gente assimila do mundo enquanto também distorção da nossa própria lei n é E se a gente pensar que esse mundo pode ser um cristal onde várias Faces são refletidas e refletem né é uma um um caldeirão muito grande né então quanto mais Faces estiverem refletindo algo desse Campo da realidade eh permanente verdadeira melhor o mundo se torna né uhum e uma coisa que ela coloca aqui que eu achei bem interessante né no no parágrafo terceiro quarto né Ela diz que toda a criatura humana é um complexo de expressões então isso eu acho bem interessante porque o tema complexo é um tema na psicologia analítica do Jung para representar realmente um núcleo de de redes de imagens em em torno de um um tema que é o arquétipo tu tem o complexo paterno o complexo eh materno a sombra o ânimos a Ânima Persona o ego todos são complexos sub personalidades que por sua vez formam essa rede complexa de a realidade então o nosso mundo interno assim como o mundo subatômico é tão vasto Tão Profundo né que que a gente se perde nele né a gente
b personalidades que por sua vez formam essa rede complexa de a realidade então o nosso mundo interno assim como o mundo subatômico é tão vasto Tão Profundo né que que a gente se perde nele né a gente não consegue enxergar o limite também do nosso universo interno então é Joa vai dizendo que dentro de nós existe várias tendências como tu falou conteúdos do passado emocionais conflitos mal resolvidos padrões de funcionamento fantasias e assim vai né uma série de elementos que nos constitui e que segundo a benfeitora isso é bem verdade a gente vê isso na prática assim da nossa experiência psicológica vai essas essas subp personalidades vão se expressando vão se manifestando conforme os estímulos e circunstâncias que a vida nos apresenta então o gel aqui falando na frente da câmara né imbuído Desse propósito maravilhoso é um Mas de repente quando sai da rua pega um trânsito estressante de Porto Alegre talvez já não é mais a mesma pessoa né então vai aparecer um lado que não tava ativado né não não tava constelado então a gente é atravessado por esses estímulos que muitas vezes eh nos surpreende com realidade que nem nós conhecemos de nós mesmos né exatamente que ela fala nesse parágrafo que você diz né mesmo essa realidade do indivíduo né periodicamente cede a outras mais significativas que se encontram adormecidas né e despertam ampliando o seu campo de manifestação né então Eh temos eh esse primitivo né dentro de nós que em algumas vezes ele se revela né E temos o ente o intolerante temos o o chato né também temos coisa boa né que vem se apresentando né e vem se firmando né a gente pode pensar assim nessa larga viagem de evolução que ela traz aqui né que o espírito vai assumindo inumeráveis expressões comportamentais né que lhe imprimem características a principio inconscientemente até que ele vai conseguindo Lucidez para burilar e passar né mas esse é o trabalho né esse é o trabalho exaustivo né de dedicação a se próprias suas reflexões né ao o que me atravessa né onde isso me atingiu né
e vai conseguindo Lucidez para burilar e passar né mas esse é o trabalho né esse é o trabalho exaustivo né de dedicação a se próprias suas reflexões né ao o que me atravessa né onde isso me atingiu né porque que de repente eu perdi o o o a paciência né como você trouxe aí o exemplo né Dizem que quando a pessoa tá no volante né ela se transforma e alguém que não é ela assume o volante né esse alguém que assume o volante pode ser uma pessoa complicada E perigosa né então assim que outro é esse que diante eh dessa circunstância de ser eh eh incomodado né Eh de ser atravessado pelo por aquilo que não espera por aquilo que ele julga que que não é correto né eh e e e diante de novo volante onde ele tem um poder né ele se julga no poder dentro de um carro né simbolicamente ele tá no controle né O que que pessoa é essa que aparece né que não pode ser eh chateada incomodada né atravessada pelo inesperado né Fechada no carro por um outro né e que não possa simplesmente respirar e deixar seguir né Por que a gente tem sempre que responder né reativamente a alguma situação né que tá aí né nesses meandros como ela diz né subatômicos que tá aí nessa sob essa máscara de uma personalidade polida né educada né uma personalidade sensível mas que eh num desconforto ela ela ela se permite ela ela acha que tá num direito né E de de se colocar assim é interessante né Isso me L aquela música do que o Fagner canta tá do zir né quando ele fala dos vários lados né o lado do meu é assim e assado do outro lado chora e ri um lado eh lamenta e assim ele vai dizendo no final traduzir uma parte outra parte eh que é uma questão de vida e morte será arte né Então essa arte realmente né do diálogo com essas várias partes porque qu falar assim Acho que tem dois grandes desafios aí eh que essas esses padrões né Eh Eles são muito emocionais então eles não raciocinam como a Jona coloca aqui né que durante a evolução o espírito assume inumeráveis pressões comportamentais que L imprime característica a princípio
Eh Eles são muito emocionais então eles não raciocinam como a Jona coloca aqui né que durante a evolução o espírito assume inumeráveis pressões comportamentais que L imprime característica a princípio inconscientemente para encarar TR de Lucidez brilas e ultrapassá-las e assim ela vai né qual eh foco irradiante de luz então assim ó é é como se falar esse lado reativo da gente Eh esses complexos essas su personalidad são né características que foram imprimidas dentro da gente né hábitos padrões e que são automatismos eles não são elaborados quem tem que elaborar é é a consciência né é o espírito a partir de um ego amadurecido então quando não tem isso né a nossa a nossa a nossa tendência é essa reatividade que tu comentava aí então tem duas coisas aí uma tendência já natural de que esses padrões Eles simplesmente frente a um estímulos eles acabam sendo despertados né Eh e de maneira reativa de maneira inconsciente automática sem um trabalho de elaboração e o segundo é a própria postura do Ego que muitas vezes é infantil é orgulhosa né e quer eh e e não quer reconhecer aquela parte não que foge né escamoteia Eh eh se defende reprime nega E aí não tem como conversar essas partes não se conversam uma com as outras e ficam de uma certa maneira um indivíduo dissociado né E como falou daí muito a Mercer dessa reatividade sem um trabalho né de autoconsciência né ISO que ela fala aqui da de um caráter lúcido da importância de que de uma Lucidez para poder realmente não só perceber mas como um trabalho de diálogo de de compreensão em relação entre aspectos internos da gente a fim de poder realmente superar essa película impeditiva como ela coloca aqui romper esses padrões e emergir cada vez mais um espírito mais pleno E aí consequentemente mais livre né com certeza mas livre desses padrões né que se repetem e coloca com a gente numa enrascada né porque se nesse momento a emoção toma conta né E ela sai sem freio depois Em algum momento pode ser quando já se começa a a a perceber-se né pode pensar Nossa o que
oloca com a gente numa enrascada né porque se nesse momento a emoção toma conta né E ela sai sem freio depois Em algum momento pode ser quando já se começa a a a perceber-se né pode pensar Nossa o que foi que aconteceu né Que coisa feia né papel feio né E aí ela diz assim a seguir né ela fala também um pouco disso né porque quando ela vai fazer um contraponto entre essas experiências de evolução né que propõe a fixação de valores legítimos né Nós estamos evoluindo e fixando a duras penas coisas boas legítimas né né que são os de caráter eh de duração permanente aqueles que a gente leva né e e pronto vamos conquistando né por outro lado ela diz que tem esses esses valores secundários né que são transitórios e servem como recurso pedagógico para aprendizagem né E aí ela fala exatamente que a gente tá falando né que Essas manifestações desses recursos secundários dessas situações né Elas deflu das heranças perturbadoras e formam então o quadro dos transtornos psicológicos e outros transtornos né porque a gente mais na frente ela também vai falar do adoecimento orgânico né então são vários tipos de transtornos de lrios né que a gente pode est trazendo pro corpo né E ela diz que maceram o ser e o levam a estado de angústia inquietação e desordem mental então a que ponto que a gente chega né a que ponto que que que se chega a indivíduo que que não tem consciência né E aquele que tem consciência ele também provoca isso porque naquele momento de inconsciência ele agiu automaticamente reativamente né respondendo a um estímulo que que tocou dentro dele em alguma coisa O Ganchinho que Yung fala né Pega pendura no Ganchinho e Pronto né e aparece aqui né é interessante Porque isso me lembrou aquela analista junguiana Suíça Suíça que já desencarnou a Maria luí Vão Fran e ela tem um livro chamado a sombra e o mal nos contos de fada onde ela fala do mal frio e do Mal quente e ela fala do mal quente como sendo esse lado do nosso lado animal né que ainda tá dentro de nós no sado mais primitivo que em algum
o mal nos contos de fada onde ela fala do mal frio e do Mal quente e ela fala do mal quente como sendo esse lado do nosso lado animal né que ainda tá dentro de nós no sado mais primitivo que em algum momento de estress de pressão e emerge né E que pode gerar algum desastre né então de repente eu numa situação de de de de de muito tensão emocional posso explodir com alguém né e e e Mas ela fala então que é esses remanescentes também secundários que tava dizendo que são transitórios e que às vezes tem tem um caráter mais primitivo né mas ela fala do mal frio que para ela é mais perigoso que é o uso perverso da nossa inteligência né quando a gente eh eh de uma certa maneira se utiliza dos recursos que nós temos né deliberadamente com in com com uma intencionalidade para fins escusos né porque a juna vai vai trabalhar justamente todos esses Campo aí que envolve o que é transitório e secundário com o que é como tu falou assim essencial que são os valores legítimos né Então ela tá falando que tem que o que importa a partir da da dinâmica psicológica espiritual de cada um nas suas eh cargas encargos vivências e padrões é que a gente possa ir olhando para esses eh elementos secundários que nos pertencem enquanto hábitos para poder ir negociando com eles eh aprimorando dando uma direção ou limitando ou superando para que desperte Realmente isso que é essencial que são os valores da Alma né só que muitas vezes eh as pessoas podem se manifestar aparentemente de maneira adequada né Cláudia enganar e usar isso de uma maneira intencionalmente negativa Então eu fico pensando o que que é mais complicado nessa história toda né a pessoa que tem um lado mais grosseiro mas tem um coração bom e não tem uma intenção negativa é apenas uma pessoa que não ainda buril por educação ou por um tipo de primarismo que ainda habita dentro dela ou aquela que usa dos recursos que tem né para ter ganhos realmente de manipular de de interesses egoístas né então a gente tem que ter muito cuidado também que o mais
smo que ainda habita dentro dela ou aquela que usa dos recursos que tem né para ter ganhos realmente de manipular de de interesses egoístas né então a gente tem que ter muito cuidado também que o mais importante muitas vezes desses padrões é poder reconhecer as motivações internas que estão por trás né porque eu posso ser desajeitado em algum ponto né mas tô tentando querer acertar honestamente né e tô me trabalhando para isso Ou eu posso ter uma atitude de Sedução de mostrar pro pro outro que o outro quer mas para fim de enganá-lo né então eh eu acho que que pra gente poder chegar realmente nessa nessa dinâmica mais profunda a gente tem que entender as nossas motivações secretas né porque a j vai ser bem categórica aqui né que na raiz de qualquer transtorno neurótico a um conflito moral achei tão forte Jung também vai dizer isso que toda neur tem uma dimensão moral né então então tem conflitos que que fazem parte da vida né fazem parte desses embates temperamentos diferentes eh lá doos nossos não não humanizado ainda porque não teve chance de serem elaborados né mas A grande questão que por trás que é mais interessante é realmente o conflito ou não Sim e ouvindo você falar agora né dessa dessas duas situações né um que é eu vou usar minhas palavras que eu não lembro mais um que é um destrambelhado né que reage que fala oi mal quente é o mal quente é que fala destrambelhado né que eu falo mesmo eu não sei que e tal né mas eh é eh eh muitas vezes tem um discurso de autenticidade mas também é uma coisa meio desrespeitosa né enfim mas aquele que age assim né Sem dúvida nenhuma ele tá eh num nível muito melhor do que eh eu penso do que aquele outro que é perverso que utiliza né o aparato mental intelectual para poder manipular isso sem dúvida né mas quando você fala assim eh e aí lógico que esse segundo ele vai saber com eh essa esse conflito né posteriormente né de ter utilizado mal a gente sabe né que que muitos sofrem né após o desencarne né Por ter utilizado mal né E aí eu lembrei de em
e segundo ele vai saber com eh essa esse conflito né posteriormente né de ter utilizado mal a gente sabe né que que muitos sofrem né após o desencarne né Por ter utilizado mal né E aí eu lembrei de em busca da verdade que se não me engano é no capítulo no que a Joana diz o culpado eh ele pode não ser descoberto pelos outros mas ele sabe né que ele agiu errado né e e o sentimento de de culpa é é é muito ruim né e prende a pessoa por séculos às vezes né Mas voltando ao meu raciocínio né Eh É lógico que Sem dúvida nenhuma né aquele que tá primitivo né soltando animal tá numa escala melhor um pouco né menos pior mas a gente pensa também que aquele ato desvairado às vezes comete coisas terríveis né E que ele também vai se haver né retirando vidas né enfim né é eu acho que isso é uma é uma diferença entre o neurótico que é a grande maioria de nós que traz conflitos Morais né que envolvem eh processos não resolvidos do passado né Cláudia que que que de uma certa maneira tem a ver com culpas com processos que Ficaram para trás e não foram ainda eh harmonizados que não foram reconhecidos que questões que a gente partes nossas que a gente não se reconciliou ainda né faltas nossas que não foram bem ainda trabalhadas elaboradas então de uma certa maneira Todos nós temos esse conflito moral que gera uma tensão interna e emergem essas coisas não não resolv vidas né pela culpa gerando tendências várias de angústias eh depressões eh ou estados de ansiedade Enfim tudo aquilo que que habita de uma certa maneira os nossos conflitos e daquela Dimão da do perverso então tem o neurótico que é o cara que tá em conflito moral e tem o perverso que é o pior não parece conflito moral né porque ele é não tem conflito não tem conflito nega conflito porque ele assume essa arrogância né de est Acima da Lei né acima de Deus e e a entra nesse complexo de poder violento né E aí usa as coisas conforme os seus interesses Esses são os piores porque esse conflito não vivido né E que é abafado pelo jogo de uma alma que se
Deus e e a entra nesse complexo de poder violento né E aí usa as coisas conforme os seus interesses Esses são os piores porque esse conflito não vivido né E que é abafado pelo jogo de uma alma que se torna insensível indiferente a lei a verdade e apaga momentaneamente sua consciência quando ele tiver que se confrontar vai ser muito muito mais vai ser duro né Eh mas em algum momento ele vai se defrontar com isso né sim e e ela vai dizer que que todos nós temos como ter ter clareza disso né Ou seja a vida na sua configuração na sua perfeita manifestação divina com as suas leis com a sua ordem né e dentro também da da da dinâmica da nossa dimensão humana eh é fácil de perceber o que que é um valor Genuíno e autêntico e o que é realmente uma ilusão Ou seja a diferença entre a verdade e a diferença da ilusão Que Nós criamos para nós né então ela diz que se a gente quer enxergar também né se é realmente da nossa parte eh um propósito viver com a verdade isso eh não é difícil do ponto de vista de reconhecer ela porque existe elementos que tão que são claros O difícil é gente aceitar e querer viver conforme essa verdade né sim e E aí você falando eu fiquei pensando também nessa essas personas que são forjadas e e que não entram em contato né com com esse lado verdadeiro n e e quando elas vão tomando consciência disso elas vão contando né e elas não sabem nem mais quem elas são né então a identificação com o outro com o sistema sem uma uma avaliação né por isso que ela diz aqui né que O Grande Desafio no processo da seleção de valores constitui a identificação de quais comportamentos éticos e Morais são os recomendáveis né Uhum Com certeza e aí na outra já passando eu não quero pular mas só para fazer um link com o que ela diz né ela diz assim que lá na outra página que nessa seleção de valores né que nós precisamos saber selecionar os valores surge a questão do julgamento você falou em julgamento agora né A análise de qual conduta adotar durante os fenômenos da evolução humana Então na verdade é isso
precisamos saber selecionar os valores surge a questão do julgamento você falou em julgamento agora né A análise de qual conduta adotar durante os fenômenos da evolução humana Então na verdade é isso é a gente se conectar né com o que de fato é essa realidade verdadeira né Essa Essência né essa esse código de existência da da da humanidade né puro verdadeiro e não um código forjado fingido né eh de de eh de um ator né onde ele atua como você trouxe a perversidade né atua da forma como ele julga mais apropriado em vários ambientes né ele seleciona O que é melhor ali naquele ambiente então não tem uma Constância nessa pessoa né essa pessoa não Traz essa verdade essa esse contato com o que é necessário n é pensando nisso né Cláudia acho que tem dois padrões que impede a gente deesse julgamento honesto que esse julgamento é essa Lucidez que ela falava aqui anteriormente lúcida ela realmente avaliar ter esse parâmetro né do que é realmente mesmo que eu não consiga Olha eu tenho um lado meio atrapalhado eu não consigo superar mas eu sei que é um lado errado e eu tô tentando né superar porque a gente não vai se transformar de um dia para outro né Mas como tá lá o evangelho segundo espiritismo se conhece o verdadeiro Espírita pelo esforço que ele faz para superar suas más inclinações então eu não a a Joana não espera nem Jesus não espera que a gente fique eh a ganhe as vinhas de Anjo de uma hora para outra porque é um processo e que é conquistado ao longo de muito tempo de esforço né mas justamente se quer um espírito maduro responsável e lúcido do comprometimento com esses valores eh divinos essa realidade essencial da Alma que realmente sustenta o nossa vida E aí eu percebo na na colocação dela aqui que ela tá falando de dois padrões antagônicos a esse que é eh a as os de manifestações egoístas né que envolvem de um lado aquele que que se acomoda de uma maneira infantil e não quer crescer né E se coloca como vítima ou frágil mas se usa dessa fragilidade desse lugar eh
manifestações egoístas né que envolvem de um lado aquele que que se acomoda de uma maneira infantil e não quer crescer né E se coloca como vítima ou frágil mas se usa dessa fragilidade desse lugar eh infantil inferior como uma forma de acomodação de preguiça mental que a Joana vai comentar em alguns outros momentos da da sée psicológica então então é uma certa recusa de amadurecer né então eu quero ficar no num no nível eh infantil espiritual como uma criança que exige e quer ser conduzida né e não quer pagar pagar o preço ou dessa desse lado onipotente né desses espíritos que se rebelam contra Deus e quantra a Lei divina e eh acham que pode criar sua própria lei né e quer quer impor isso pro mundo e pros outros quendo né fazer uma Regência perversa de dominar as mentes de impor a sua vontade né E aí realmente eles daí em vez de de de de de ficar incomodados no infantil eles negam né a sua culpa negam a sua consciência a sua realidade e assumem daí essa falsa imagem de um ser iluminado empoderado né que é dono da verdade né E aí essa verdade é uma completa escuridão que é o tipo de fundamentalismo de fanatismo né que a gente vê muito presente nos dias de hoje né é e vão arrebanhando né eles arrebanhar rebanhara correto da palavra que não reconhecem né E e aí a gente sabe que tem tantos mecanismos aí envolvidos né projeção né enfim falsos eh gurus né falsos Mestres né ao longo da vida também então é sempre eh um grande exercício para nós né de eh observar né e e eu acho que é aquela aquela uma vez eu escutei uma frase quando eu fazia a faculdade né e a professora diz olha na dúvida não faz nada né não casa não separa não compra uma bicicleta não sai do emprego não né não se mexe brinca de estátua por hã plaquinha de na plaquinha das estado dúvida Não ultrapasse não ultrapasse é porque assim quando a gente não não tá certo né É bom que não se faça nada mas muitas vezes a gente como você falou né É É mexido por algum conteúdo nosso né e a gente responde né mas aí ela vai trazendo também é esses
o a gente não não tá certo né É bom que não se faça nada mas muitas vezes a gente como você falou né É É mexido por algum conteúdo nosso né e a gente responde né mas aí ela vai trazendo também é esses parâmetros né Ela é interessante que a Jona sempre traz uma bula né ela vai mostrando todas as questões né Vai começa esse item falando né de como a realidade pode ser tão invisível aos nossos olhos né faz aquelas comparações então ela vai trazendo tudo isso mas ela também traz essa bulin né de estabelecer parâmetros de identificação de valores éticos né de maneira simples e equivocada né então ela aí tá trazendo olha sigam isso né se os valores são saudáveis né eles são saudáveis em todas as culturas aceitos recomendáveis le são expressão do bem né pelos resultados positivos que propiciam em contraponto né os outros que não são saudáveis né são reproches ocasionam danos né Toda todo lugar tem a mesma figura ação ou seja se apresentam da mesma maneira né perniciosos e negativos Então ela já traz assim uma primeira eh instrução né olha se aquilo é bom para todos então é legal se é bom para um só então ele já não é tão bom assim né E se alcança um benefício amplo Ok bacana né então ela já traz esse primeiro essa primeira aí essa bul Zinha né depois ela vai até eh eh desdobrando isso né aí ela fala assim sobre esse primeiro né a ação do bem em favor de si mesmo do grupo social e da comunidade né em todos os seres scientes constitui um princípio ético Imbatível porque é fruto do amor do respeito à lei natural que você mesmo disse vigente em toda parte né Então aí ela ela ela vai esmil sando Olha né se é um bem em favor do grupo né do coletivo né de todos os seres né então é um princípio ético Imbatível né é um eh eh representa isso né sim é interessante né que que realmente eh como a gente comentou antes né Eh tu tem como reconhecer o que realmente te faz bem Então na verdade do ponto de vista psicológico lógic o bem e o mal existe né a gente não pode diz que que o mal não existe né o mal é ausência de
é Eh tu tem como reconhecer o que realmente te faz bem Então na verdade do ponto de vista psicológico lógic o bem e o mal existe né a gente não pode diz que que o mal não existe né o mal é ausência de bem ponto de vista filosófico a gente até pode dizer que o mal não existe mas psicologicamente falando o mal existe Tem coisas que realmente são danosas são perniciosas pra minha vida e pro outro e outras coisas que são realmente que me engrandece que me me agrega que gera algo positivo né E que a gente pode avaliar aqui né então ela ela fala isso né que que que a gente tem parâmetros seguros para fazer isso eu acho que o problema maior da humanidade hoje em dia né Cláudia não é tanto enxergar mais né a realidade porque tem até um uma mensagem do irmão x que ele fala que chega o momento da da humanidade né que o jo e o trigo vão se separar naturalmente porque as pessoas vão ser chamad a escolher e tomar uma posição e ninguém pode dizer que não sabe mais a verdade porque a gente tá numa condição tamanha de de recurso de esclarecimento de informação que não dá mais para dizer assim ah eu não sabia né então ele diz assim que na verdade é esse aparente caos que a gente vive atualmente ele é é é necessário porque é o momento de grande liberdade onde as pessoas estão começando agora realmente optar E assumir aquilo que lhe convém e aí que eu acho que o mais complicado hoje em dia não é tanto o o desconhecimento do que é ilusório e do que é do que é a realidade essencial mas sim a nossa dificuldade de querer abrir mão do nossos Caprichos né porque ela vai falar justamente aqui né né onde tá projetado os nossos anseios que move o a nossa visão de prazer e de felicidade né E aí ela diz o quanto a gente tá realmente na ilusão de uma felicidade baseada na coisa que é transitória na questão material nos gozos do Ego né que é superficial e que é momentâneo e que fatalmente algum dia né vai gerar frustração vai gerar né tédio né porque não alimenta a alma verdadeiramente né mas a gente insiste nisso né a gente
Ego né que é superficial e que é momentâneo e que fatalmente algum dia né vai gerar frustração vai gerar né tédio né porque não alimenta a alma verdadeiramente né mas a gente insiste nisso né a gente insiste em repetir e e e retroalimentar esses condicionamentos que a gente já vê que não tem muito mais sentido mas que a gente tem que ir até o último grau quebrar cabeças várias vezes né tentar se frustrar para despertar e dizer puxa né não quero mais isso para mim isso não me serve mais né o ser humano ele é difícil ele é teimoso né Ele é tem Capricho infantil né que que de buscar emoções eh primárias ainda que é muito intensa né a gente busca intensidade mas não profundidade a gente busca um gozo momentâneo mas não o gozo da alma que é eh eh que é perene né então ainda a nossa lógica emocional espiritual é uma lógica muito imediatista e muito sensória né Muito ligado aos aspectos materiais da realidade e não a realidade do espírito que é a realidade que deve orientar a nossa vida e quando ela usa a palavra aqui né que é inevitável que o despertarse seja sempre deprimente cansativo né Eh eh porque destituído de significação real né eu fico pensando o quanto essas pessoas eh que esse exemplo que você traz né das pessoas que vivem o o imediatismo o prazer embriagador né o quanto muitas vezes elas se apresentam tediosas né frustradas né Eh deprimidas cansadas né mas eh permanecem naquele modos operand né e sabendo entendendo que tem algo errado que não né que não tá no caminho certo né e e continuam assim então Eh É bem interessante quando você traz né Essa constatação de que no mundo atual a gente já não pode mais se furtar a a a a essa esse Cair Em Si né Eh esse Cair Em Si agora é urgente e emergente né Eh para todos né E mesmo aquele como você disse que continua no modo infantil né Eh vivendo a vida não se responsabilizando né Eh justificando né mesmo aquele eh é importante que a gente não compactue com isso né porque cada um é responsável por si né então se se a gente vai caindo em em
ndo a vida não se responsabilizando né Eh justificando né mesmo aquele eh é importante que a gente não compactue com isso né porque cada um é responsável por si né então se se a gente vai caindo em em em si né em nós mesmos a cada experiência dessa que nós trouxemos né a cada rompante a cada comentário às vezes indevido né faz um comentário Fala alguma coisa depois diz Nossa Desculpe nem né não devia ter feito isso né então é que bom né que que a gente vai caindo eh em si nesse sentido né mas é importante também não compactuar com aquele outro né Lógico e tem uma coisa que ela coloca aqui que eu gostaria de saber de ti o que que tu como é que tu entende isso aqui no final do item né partes ali do item Ela diz que a vida psicológica na busca da realidade tem como suporte a conduta moral Sem conflito consciente da responsabilidade certa maneira muitos de nós que Lemos isso né Talvez o público que nos ouve e até nós mesmos podemos questionar há como viver sem conflito n há como viver sem conflito que que ela quer dizer que que além que se baseia a vida psicológica nessa busca de realidade eh tem do ponto de vista e a uma conduta moral Sem conflito o que que tu tu como é que tu entendi ISO CL eu acho que talvez ela esteja se referindo a esse conflito moral né porque o conflito como você disse Todos nós temos né o conflito é o duelo interno né de ISO aquilo Isto ou Aquilo né certo ou errado né Eh mas falar eu respondi né enfim né o que como reagir como me comportei Eu acho que o conflito ele ele é saudável no sentido de que ele provoca esse diálogo interno né mas talvez ela eu acho que ela está dizendo que essa vida psicológica verdadeira né na na qual a gente tá em busca dessa realidade que todos desejamos a realidade da da vida do Espírito Imortal né que a gente tá fazendo essa poupança né cada vida a gente vai fazendo uma poupancinha né para para conquistar esse caminho então essa vida psicológica tem como suporte a conduta moral Sem conflito né quer dizer é cada vez uma moralidade mais adequada
a gente vai fazendo uma poupancinha né para para conquistar esse caminho então essa vida psicológica tem como suporte a conduta moral Sem conflito né quer dizer é cada vez uma moralidade mais adequada né mais ética né consciente da responsabilidade justamente é como estivesse autocentrado né Ou seja eu tô conectado com o que é essencial né vai ter na vida desafios vai ter fracasso como ela coloca aqui de vai ter experiências negativas mas eu não me Abalo né e consigo manter a serenidade né porque eu tô centrado num caminho que me sustenta agora né E apesar ainda de eu est eh eh enfrentando desafios e no embate ainda com processos internos eu consigo eh ter uma visão né um significado o sentido da vida que me sustenta e dizer assim tudo bem né hoje foi assim amanhã será melhor porque eu tô no caminho então eu acho que esse sem conflito que ela fala aqui né Ou seja eu consigo eh me me eh eh viver a turbulência da vida né Sem né me perturbar né e e lidar com naturalidade com os enfrentamentos consciente da responsabilidade como ela coloca aqui e ao mesmo tempo então encontrando da caminhos novos né de superação de crescimento sabendo que a vida tem seus desafios dificuldades e muitas vezes impõe né restrições e uma cota de dor né nessa caminhada né É como você disse né Gelson Cada vez que a gente vai eh se conscientizando né dessa dessa vida eh eterna né a vida do espírito né Nós estamos a caminho né o jo e o trigo vão se naturalmente né não se cabe não cabe mais esse tipo de de de desconhecimento né alegar um desconhecimento então cada vez que a gente vai eh caminhando nesse caminho que você falou de auto centrado né est cada vez mais aut centrado a gente vai entendendo que tudo passa né tudo passa que faz parte o jogo né o jogo na vida de fios é assim faz parte ninguém tá sendo escolhido por por para Marte né todos tê a Sua cota de desafios né de Sofrimentos algumas vidas muito mais né pela herança que tem e o herança de vidas né outras não mas outras que não tem tanto tem muita
lhido por por para Marte né todos tê a Sua cota de desafios né de Sofrimentos algumas vidas muito mais né pela herança que tem e o herança de vidas né outras não mas outras que não tem tanto tem muita responsabilidade né Por est já ocupando um lugar um pouquinho eh com menos sof ento então cada vez que a gente entende que nós somos um espírito Imortal né Eu acho que esse é o grande exercício né Eh que nós somos espíritos Imortais nessa experiência e Então faz parte né Faz parte e lembrar quando quando Maria falou para Chico né quando ele pediu Eh por favor Maria alivie um pouco minhas dores Aí ela disse tudo passa Chico isso também vai passar né E esse exercício eu acho bem interessante só para completar assim essa imagem que me veio que assim muitas vezes a gente volta naquele automatismo né de anda pela rua sai atravessa a rua não sei que vai resolver as coisas né e a gente esquece no automatismo mesmo que todos somos espíritos ambulantes ali né que que podem ter outras dimensões que nos nossos olhos não vem né que são essas dimensões de de as subatômicas né e dimensões de outras vidas né ali que estão superpostas e a gente não vê nós somos todos espíritos ambulantes né se a gente eh utilizar esse pensamento um pouquinho mais eu acho que a gente entra eh isso possa nos facilitar na vibração de fraternidade de tolerância né de deixar o outro ir não responder né porque Estamos todos aqui nessa nessa grande experiência é o que eu acho que é o que que ela comenta de uma certa maneira aqui no capítulo né e de uma superar os obstáculos na verdade é superar-se também a nós mesmos né então acima de tudo A questão não é tanto os desafios da vida né e as suas provocações e seus processos mas a oportunidade em cada experiência em cada fato que a vida eh nos apresenta e fazer dela uma experiência de autossuperação né de crescimento de agregar valores né que a gente ve a gente quer dominar e controlar a vida e e esquece de de dominar e controlar nós mesmos né que o maior desafio desse processo todo é ser
peração né de crescimento de agregar valores né que a gente ve a gente quer dominar e controlar a vida e e esquece de de dominar e controlar nós mesmos né que o maior desafio desse processo todo é ser donos de nós mesmos nossa própria casa interna né que isso realmente é eh digamos assim o maior desafio que nós temos né sim é verdade maior desafio é esse por isso que ela diz olha diante de um equívoco de um fracasso né então ent tesour se a experiência né torna aquela experiência um tesouro e recomeça né tenta novamente né e e também eh Então é eu acho que é isso né então é um um convite eh a perseverança é um convite a otimismo é um convite a gente poder realmente né calcar nossos pés nessa base né Segura que nos sustenta verdadeiramente e nos possibilita transitar na vida né com essa eh serenidade essa abertura eh e e mesmo que mergulhados na ilusão do mundo a gente não se deixa não se perde daí né Como diz a Joan um passo certo na conquista de ser feliz né Essa é a nossa meta acima de tudo mesmo mergulhados nessa ilusão mundana que a gente possa fazer Breves exercícios de sermos um espírito vivendo essa experiência que eu acho que suavisa tudo né e acho que torna a coisa mais suave né Muito bem acho que deu pra gente poder refletir alguns elementos a gente nunca esgota né porque material de Joana é sempre muito rico toda vez que eu leio eu encontro novas reflexões um dado interessante que me chama atenção mas é pr gente poder provocar realmente né Um pouquinho essa eh riqueza de material que a benfeitora nos oferece e poder juntos né ter esse caminho de assimilar e recolher né elementos interessantes do leitura da sua obra né eu vou terminar com essa essa uma poesia se me permite né que você começa com a a imagem da poesia né a imagem do Capricho dos átomos eu achei que ao final ela também diz que toda a personalidade do ser tá em trânsito né mergulhado na ilusão então nós estamos em trânsito né nesse mundo de passagem né passagem estamos em trânsito do que é efêmero né
final ela também diz que toda a personalidade do ser tá em trânsito né mergulhado na ilusão então nós estamos em trânsito né nesse mundo de passagem né passagem estamos em trânsito do que é efêmero né buscar o que é essencial né Muito bem obrigado Cláudia Então por nos Ah obrigada Gelson Que bom estar com você isso Sempre é muito bom estarmos juntos né e o próximo encontro então é continuação justamente do Capítulo 5 com o item força criadora E então convidamos a todos a participar dos nossos encontros rogando que Jesus nos abençoe nos dê força para levar adiante a nossa trajetória espiritual bom um bom abraço a todos aí
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