T6:E8 • O Ser Consciente • Problemas e desafios (Parte 02)

Mansão do Caminho 06/02/2025 (há 1 ano) 1:01:39 184 visualizações

Continuando a exploração do terceiro capítulo de "O Ser Consciente", de autoria espiritual de Joanna de Ângelis, Gelson Roberto, Marluce Renz e Tiago Rizzoto dedicam-se à análise do tópico "Dificuldades do ego e Neurose". Essas são questões fundamentais que oferecem insights essenciais para a compreensão dos desafios da vida, dos conflitos existenciais e dos comportamentos originados de patologias e sofrimentos psíquicos. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #problemas #desafios #ego #neurose

Transcrição

queridos amigos bem-vindo em mais um estudo da série psicológica Joana de Ângeles aqui nesse momento acompanhando o ser consciente né que é é o volume C das AAS completas eu tô com ele aqui e hoje né a gente D continuidade ao estudo do capítulo trê problemas de desafios então vimos no encontro anterior a questão do eso e do fracasso que foi um momento interessante do nosso estudo e hoje vamos dar continuidade com o item dificuldades do Ego e neurose questões bem importantes basilares paraa gente poder compreender essas questões que envolvem Os desafios da vida os conflitos da nossa existência e os comportamentos advindos né das nossas eh patologias e Sofrimentos psíquicos então começando né bem-vinda marlu bem-vindo thgo a mais esse encontro e esse eh esse momento de olhar pro ego né esse Ego em dificuldade que realmente né quando a gente fala em ego a gente fala de um processo que que de alguma maneira tem no conflito um ponto meio que Central porque o Jung vai dizer que a consciência ela se MOV entre oposto né então para ver Ego e consciência tem que haver opostos o sim o não o alto e emb baixo pra gente poder realmente gerar consciência então Yung vai dizer que a consciência se faz com uma certa dose de conflito né e o ego é um e ele ele ele realmente faz um esforço também se para se constituir né é um é uma batalha para esse ego emergir e tomar posse né então chega um momento que ele tem que abrir mão dele mesmo depois que ele fez um esforço tão grande de ocupar um espaço Então tudo isso de uma certa maneira já oferece elementos para gente poder realmente começar a pensar né a do Ego ainda mais dentro de um contexto de imaturidade psicológica espiritual que muitas vezes é a realidade da grande maioria de nós né então eu começo provocando vocês já com essas questões né Essa questão que Joana começa falando justamente eh da da imaturidade psicológica do ser humano e o quanto de que maneira o ego se move a partir desse contexto né eu posso então eu vou eu vou pular um

Essa questão que Joana começa falando justamente eh da da imaturidade psicológica do ser humano e o quanto de que maneira o ego se move a partir desse contexto né eu posso então eu vou eu vou pular um paragrafo Zinho mas já amarrando com o que tô trazendo né Eu gosto muito da citação que ela faz ao Freud dizendo né O que o sofrimento na experiência humana ele é inevitável esse adjetivo ele é importante Porque de fato a condição humana ela vai reivindicar do Espírito Cert certos sacrifícios e que o Freud trata muito isso em torno do sofrimento e que é originário da condição desse homem civilizado né a partir do dado momento ele ele ele ele ele ele ele abdica de uma parcela expressiva da sua liberdade impondo né limites aos seus instintos as suas punções em trocas de da segurança ou da das demarcações da Cultura em torno da Lei como esse ato simbólico da experiência psíquica só que não há como ir desse tensionamento que na teoria freudiana é muito bem apresentado né pelo pelo querido Freud né da é um antagonismo de forças na alma e que provocam conflitos Então os temas do nosso encontro de hoje vão de fato se desdobrar em todas as dificuldades que o ego tem para poder lidar com as experiências e tensões interiores e a demandas do mundo que reivindica dele o lugar e que compreendemos já né na Perspectiva do próprio Jung e de outros teóricos da necessidade da psí amadurecer há um sentido finalístico nesse processo Mas isso não exclui de fato a inevitabilidade do sofrimento na experiência humana e que eh esses conflitos eles não findam e é preciso encontrar um caminho de Como lidar de como que o foco das tensões eles aparecem na experiência humana e como lidar com com isso e a nossa dificuldade de lidar com essas tensões evidencia por Excelência a nossa imaturidade psicológica então Freud apresentou muito bem e esse e esse capítulo é muito rico pra gente compreender essa condição da experiência psíquica e psicológica do ser humano né acho que tu trouxeste uma imagem bem

ica então Freud apresentou muito bem e esse e esse capítulo é muito rico pra gente compreender essa condição da experiência psíquica e psicológica do ser humano né acho que tu trouxeste uma imagem bem bonita né thago do que é essa dificuldade do Ego né então é lidar com o que tá dentro e com o que tá fora né que daí ela fala aqui eh que uma das questões por exemplo que constituem o nosso ego né que vem como dentro desse caldo todo aí que a gente vai se constituindo na Encarnação são coisas que a gente vai trazendo de outras encarnações também né E aí todo esse a família que a gente tá né a a época que a gente nasce tudo isso vai ajudando a gente a construir essa identidade né pensar no EGO como a nossa carteira de identidade assim né então nessa encarnação eu estou marlu né E isso são aspectos meus e e ela diz que uma das questões assim que que é muito difícil é essa dificuldade que a gente tem eh de se conectar com valores pessoais ela fala aqui né da da muitas vezes esse ego é atormentado pela ausência de valores pessoais isso vai gerando inseguranças em nós né E ao mesmo tempo a gente então para dar conta dessas seguranças a gente acaba querendo se apegar em coisas que vê de fora né E que é exatamente esse conflito que tu estavas falando então entra nesses embates e a grande O Grande Desafio do Ego é conseguir suportar isso né porque a gente vai amadurecendo à medida que eu vou suportando esse conflito conseguindo negociar conseguindo ouvir e não rechaçando né não colocando de ladinho porque daí depois ela vai trabalhar de uma forma muito didática como é que esse ego faz para dar conta disso querendo escamotear isso né então acho bem bem ela foi bem de aqui nesse nesse item né é interessante que tu traz duas questões que ela já trouxe no capítulo dois no capítulo ser e pessoa onde ela faz a diferença entre personalidade identidade né individualidade e aqui tu fala da identidade do Ego né e e fala também do apego então a gente tá falando de uma estrutura que é que é limitada

nde ela faz a diferença entre personalidade identidade né individualidade e aqui tu fala da identidade do Ego né e e fala também do apego então a gente tá falando de uma estrutura que é que é limitada dentro do grande cenário psíquico onde tem o self como essa dimensão maior né então o tecido do Espírito vai se constituindo numa base que vai criando um sedimento e uma consciência eh a ao longo do tempo e e e muito esse espírito eh quando reencarna né ele tá confundido com com o ente né com essa com essa visão Da da existência parcial e limitada da vida transitória onde o ego ocupa Então essa identidade também transitória né e e então o ser se revela a partir desse ente mas o ego o tá eh por ser uma dimensão mais limitada do nosso ser acaba muitas vezes restringindo não por culpa do Ego em si né mas por pela justamente por essa imaturidade psicológica do espírito que Joana tá afirmando aqui que aí que se identifica com essa identidade mais limitada e quer se afirmar naturalmente a gente quer se afirmar para ter autonomia para ter valor para ter de uma certa maneira o nosso espaço no mundo então esse ego se projeta e tu eh faz um movimento de reforço egóico e no movimento de de relação com o social como cultural e aí realmente se eu não tenho já uma visão mais elaborada de um Horizonte mais amplo da realidade espiritual né eu acabo ficando nesse apego que tu falou né Apegos tanto nos atavis do passado condicionamentos impulsos que eu já trago e da qual eu tô preso né e tendo a repetir essa compulsão a repetição né que frud fala da neurose que a gente vai falar mais mais tarde um pouquinho né ou esse apego aos experiências externas né e e e e e na busca de se autopromover de pod de uma certa maneira eh me constituir e reforçar ess identidade e aí realmente começa eh internamente né um uma tensão entre o anseios do self e a e os valores que a minha consciência de uma maneira ecoam no meu inconsciente e esse ego perdido que tá querendo encontrar seu lugar e a sua existência no mundo né Então

ão entre o anseios do self e a e os valores que a minha consciência de uma maneira ecoam no meu inconsciente e esse ego perdido que tá querendo encontrar seu lugar e a sua existência no mundo né Então realmente gera todas essas tensões aí né Eh você citou uma a a a condição da vida sabe Gelson e do dos tensionamentos e não há como escapar desse signo que o que nós percebemos hoje né em torno da cultura que é o efêmero como a virtude e que é um é um grande é uma é um grande labirinto é uma grande armadilha paraa alma em que o efêmero parece de fato estimular Justamente esse movimento do Ego que reverencia e busca no mundo como se alimentasse da libido do mundo a necessidade sempre tá se Provando o seu valor a partir do aplauso do reconhecimento do outro e como isso parece um castelo de cartas muito frágil né em como que a alma se estrutura em torno de um de uma falsa identidade total que é o selfie eh a Joana traz uma traz uma questão que que é um que é um desafio para todo para todos nós né eu eu na minha idade tenho percebido isso né a transitoriedade da vida né tem uma cena muito bonita aquele filme me chama pelo meu nome em que o pai disse pro filho em um dado momento não mais perceberão o seu corpo não mais reverenciaram você né pelo esplendor da tua Juventude então saiba viver e amar com dignidade porque esse tempo Chegará e chega para todos nós então a a transitoriedade da vida física o corpo as transformações o envelhecimento o próprio nome do morrer ele nos consagra uma uma perspectiva de que a existência ela é finda em dado momento uma finitude e que traz o com dejana uma aflição para que não compreende essa transitoriedade para além da transitoriedade né o o próprio Carlos Pastorino já em espírito naquela obra em permanência e mortalidade né pela pelas mãos do querido Divaldo trata dos temas recorrentes Associados a esse a esse duplo movimento né em permanência de que nós estamos em trânsito e a imortalidade e aqui trazendo uma perspectiva psicológica do que de fato permanece

ta dos temas recorrentes Associados a esse a esse duplo movimento né em permanência de que nós estamos em trânsito e a imortalidade e aqui trazendo uma perspectiva psicológica do que de fato permanece vivo florescendo do porvir da vida mas que também se estrutura e se organiza a partir das experiências do agora da vida e Joana fala homens e mulheres que estruturam seus castelos e percebem que a morte traz uma perspectiva de que tudo isso pode ser uma ilusão e que muitos se amarram e se agarram esse a esses processos e se percebe dado momento de mãos vazias então nós precisamos ressignificar esses caminhos nós precisamos reconstruir as possibilidades né para que a gente possa reencontrar o caminho Divino que existe em nós só que isso é bem complexo né porque essa morte das ilusões como ela fala aqui né morte rápida da ilusão e Destruição dos castelos não é uma coisa que acontece assim né Ah tá tá caindo as minhas ilusões é um tempo às vezes é uma vida inteira porque ela traz uma coisa muito assim eh falando de Desse nosso sentimento de inferioridade que a gente tem né E que às vezes nem se dá conta e como é que a gente como eh a psique vai se organizando com mecanismos de defesa esse ego vai se defendendo disso e assumindo comportamentos que muitas vezes a gente tá até inconsciente né Por exemplo ela fala ali dessa necessidade de autopromoção né Essa necessidade que a gente passa a ter justamente por esse sentimento de inferioridade de que o mundo nos cor Bora que o mundo diga não tu tá indo bem tá Não essa né E a gente nem se dá conta que por trás disso tem essa essa esse sentimento de inferioridade ou ao contrário que ela fala ali também que é uma outra forma muito Sutil às vezes né que é a pessoa se sentir vítima né então no fundo de eu querer aparecer ou de eu querer me vitimizar na realidade tem uma necessidade interna minha de que alguém me olhe ser visto né porque eu não tô dando conta ou eu não tô percebendo essa minha necessidade interna então parece coisas fáceis mas na realidade por isso

ma necessidade interna minha de que alguém me olhe ser visto né porque eu não tô dando conta ou eu não tô percebendo essa minha necessidade interna então parece coisas fáceis mas na realidade por isso que tudo isso implica né da da como o Jon estava falando no início se tu não tem um vislumbre um pouco maior dessa realidade espiritual e dessa transitoriedade e um olhar de dizer não Mas vamos olhar o que tá acontecendo aqui às vezes a gente pode levar uma Encarnação inteira né vivendo de uma maneira mais inconsciente assim agindo estando no mundo mas desconectados de nós né é interessante né Essa questão da imperturbabilidade né da gente tem impermanência porque realmente o campo da vida material né Ele é impermanente tem que ser impermanente porque a vida justamente nos lança né nesse movimento eh geop Possos uma hora a gente tá doente uma hora tá saudável uma hora a gente tá com recurso uma hora sem recurso uma hora A Vida Desafia coloca numa situação árida às vezes ela é exuberante então de uma certa maneira tudo isso decorre da da naidade do Espírito se experimentar e quando ele se identifica com o que é transitório né nessa nesse apego de busca de identidade é realmente daí a armadilha né porque ele de um lado ele limita ele mesmo pela por essa identidade transitória que não não é o ser e ao mesmo tempo como a juna colocou você vão trazendo aqui e isto gera frustração né gera né um no fundo um gosto amargo né de algo que eu botei muita energia e a resposta não corresponde aos anseios desse eu desse ego né E aí começa toda uma dinâmica que Joana tá colocando aqui né que eh ecoa em padrões do passado que Tod essas confes do Ego elas também são modos de elaborar e atualizar eh elementos e experiências marcantes de vidas passadas também né então a gente tem um um duplo movimento desse ego se constituindo mas se constituindo noo de ser amado de ser reconhecido tudo isso que a gente de uma maneira busca né do ponto de vista essencial da nossa condição humana juntamente com todos os elementos de uma

indo mas se constituindo noo de ser amado de ser reconhecido tudo isso que a gente de uma maneira busca né do ponto de vista essencial da nossa condição humana juntamente com todos os elementos de uma realidade subjetiva que já existe em nós né de culpa de erros de ma compreensão da vida de hábitos e padrões que a gente alimentou da qual a gente tá a Prisioneiro Então tudo isso vai gerando o segunda benfeitora né conflitos rudes né E que eu tento e que eu tento às vezes evitar ou eu mascaro Ben feitura né Eh buscando uma compensação né narcísica então porque a compensação é uma fma muito comum Nossa de buscar autorregulação né então eu tento sempre compensar aquilo que me falta a partir de um de um elemento substituto ou de uma negação em favor de dessa dessa projeção idealizada né de mim mesmo ou de uma fantasia de uma ilusão que eu tento alimentar né E aí eu vou criando uma dissociação eu vou me perdendo de mim em vez de eu me conhecer em vez de poder realmente me despertar né eu vou ocultando esses elementos e mascarando nesse jogo de autoafirmação do Ego e ela vai dizer justamente isso né a criatura que não se conhece atende ao ego né ou seja ela busca de uma certa maneira eh ficar veramente pego nesse pedacinho de de madeira né dentro do mar do inconsciente da vida fica que é muito maior e ela busca ali achando que se ela não se apegar nesse nesse pedaço ela pode se afogar né Gostei da gostei da tua metáfora esses dias eu vi uma metáfora achei bonita que é pegar a navegar é preciso tem o Navegar se é preciso né Nós precisamos navegar nas nas águas da Alma né mas parece né que essa a complexidade daquilo que nos habita das experiências E tu trouxe muito bem Gelson eh passa uma uma parece que existem expectativas desejos sonhos e fantasias que não são apenas aqueles que se estruturam nessa vida né muitas vezes no intervidas e trazemos experiências que precisam ser trabalhadas diluídas né elaboradas e as limitações do espírito na própria temporalidade entre as vidas e ele vai

turam nessa vida né muitas vezes no intervidas e trazemos experiências que precisam ser trabalhadas diluídas né elaboradas e as limitações do espírito na própria temporalidade entre as vidas e ele vai carrear isso consigo Então muitas vezes numa Nova Condição nova roupagem o espírito de novo se vê eh se retroalimentando Daquele mesmo movimento talvez saboreando inconscientemente experiências de outrora que ele talvez tenha vivido de uma maneira muito ada e intensa mas que agora Talvez ele não consiga vivê-las mas permanece al num movimento né de uma aspiração até por algo que ele não consegue apreender mas que busca realização eh eu gosto de um trechinho que ela comenta aqui de que enquanto nós precisamos como fala o André luí né precisamos viver o nosso drama o narcisista ele oculta o próprio drama né ele faz o caminho oposto que é o não contato com sua própria realidade espiritual e psíquica então parece que quanto mais frágil interiormente uma alma mais Espetacular pode se tornar sua autoexibição com a necessidade de reconhecimento do olhar e e e a captura do Desejo do outro né então apenas para citar aqui né até para um cuidado ético eu lembro de um casal alguns anos um casal muito conhecido de redes sociais um casal belíssimo fisic ente e era alguém eles tinham assim milhões de seguidores milhões e de repente engravidaram virou uma chamada pública em rede social e a criança quando nasce nasce com uma grave deficiência o castelo desmoronou ali aparece a experiência foi tão forte de ter que lidar com uma experiência de ter uma criança e um filho que transpassava uma imagem do que eles queriam representar pro mundo e que né eles eles desejavam que ruiu e precisaram se cuidar se afastaram desapareceram então é interessante como a vida traz experiências também para nós que podem servir de um momento que é um momento parece de um de encruzilhada de decisão Em relação a algumas coisas são necessário olhar para si próprio em relação O que é essa teia que a gente constrói em torno de nós e que a gente

ue é um momento parece de um de encruzilhada de decisão Em relação a algumas coisas são necessário olhar para si próprio em relação O que é essa teia que a gente constrói em torno de nós e que a gente busca é esse movimento de admiração e de se ter com autona perante o mundo né como Fala Joana Então é necessário um momento pra gente olhar para essas coisas e me parece que a vida ela tem o seu os seus os seus caminhos e circunstâncias de Sabedoria para nos Chamar esse entendimento né E até ela fala né afogar-se na contemplação da própria imagem fala do narcisismo né E aí eu eu vejo isso no que tá falando né essa coisa de se projetar na num de progressão da libido né de buscar recurso que me alimentam e ao mesmo tempo essa libido que vai para trás né que tá falando D esse Anseio regressivo a um Eco do passado né que eu então a gente tem ess essas duas tendências ou eu fujo pro passado né eu tô PR no passado aonde eu busco na minha memória algo que me realizava antigamente mas que agora não sustenta mais e eu quero às vezes forçar de novo isso né ou eu fico preso dessa imagem projetada no mundo né tentando não ter que olhar para minha para meu drama paraa minha dor Fazendo de Conta que tá tudo bem né e e mascarando né esse processo de de de de confronto né com a minha consciência nessa esse convite que é o convite para o autoconhecimento Né então realmente são questões importantes essas e tá falando do nosso momento que nós estamos vivendo né Gente assim nessa questão da exacerbação do narcisismo né ela fala ali né Toda a preocupação que se fixa conduzindo a autopromoção constitui sinal de alarme denunciando manifestação dominadora do Ego em desequilíbrio que logo gerará problemas né E aí isso é um reflexo do que a gente tá vivendo né E vocês estavam falando me veio uma imagem assim né que quanto mais frágil eu sou mais forte é é a tendência de eu levantar uma defesa mais firme né Então essa coisa é muito difícil a gente olhar para uma pessoa que tem esses traços assim mais exacerbados né Eu sou

is frágil eu sou mais forte é é a tendência de eu levantar uma defesa mais firme né Então essa coisa é muito difícil a gente olhar para uma pessoa que tem esses traços assim mais exacerbados né Eu sou o cara eu sou o melhor a minha vida é perfeita e a gente olhar e achar e perceber que por trás ali na realidade tem uma fragilidade muito grande né numa dificuldade de realmente enfrentamento das questões né de suportar E aí ela Traz essa questão também né que eu achei muito legal que quando há essa conscientização da transitoriedade né Isso vai levando nós a sair dessa postura narcisista só eu né E vai levando o ser ao cooperativismo e a natural humildade né de novo ela tá trazendo aqui né a humildade em contraposição a arrogância né porque quando eu fico muito preso Nessas questões narcísicas eu fico na arrogância né e aqui ela tá trazendo justamente ao contrário né se eu sei que as coisas são impermanentes que eu tô aqui para aprender né Eu me abro né A humildade é uma forma de abertura pra vida né onde eu saio do meu castelo e vou vendo o que que tem em volta deix fazer um pequeno comentário sobre isso que colocou que eu acho muito interessante eh parece quase como fosse um jogo da então assim ela ela quer reconhecimento ela quer o olhar do mundo ela quer o aplauso do mundo ela quer uma valorização que ela não consegue ter consigo própria mas ao mesmo tempo ela não é capaz psicologicamente por ser imatura de de fato se relacionar com o mundo então parece algo que não se encaixa bem então Eh arriscar-se expor-se ao mundo é ter que abrir se revelar-se mas revelar-se expõe uma condição de se ver inseguro e ele recua Que situação difícil né O apelo à necessidade e o e fica uma coisa né É mas é uma má compreensão isso é bem importante trazendo acho bem é muito importante ess trazer esse jogo que é uma é uma má compreensão do que seja má né porque eu eu tenho minha minha insegurança o narcisista tudo é uma pessoa muito que tem um sentimento de inferioridade muito grande

ss trazer esse jogo que é uma é uma má compreensão do que seja má né porque eu eu tenho minha minha insegurança o narcisista tudo é uma pessoa muito que tem um sentimento de inferioridade muito grande ele não suporta revelar isso como tu falou né porque ele daí não vai ser amado né ele não vai ser tem medo que de ser rejeitado ter revelar a fraqueza a a limitação a vulnerabilidade dele ele não pode se mostrar vulnerável então ele se promove né e e a j Coloca aquele que se promove chama atenção mas não se realiza então ele se promove para mostrar pro mundo que ele tem valor que ele é um cara interessante E aí ele quer conquistar o mundo a dessa arrogância centralizadora nele né só que nisso ele não dá chance de ser tocado verdadeiramente né porque se promove mas não tem intimidade não tem entrega não tem né e ele tem que ter no controle da situação justamente para não se sentir ameaçado e não aparecer né a a a digamos assim as patas do pavão né né então de uma tá tá todo emplumado né mas as Patinhas do pavão são aquela coisa horrorosa e não pode aparecer né E aí fica realmente esse jogo né tag tu falou muito bem dessa esse jogo de tensões e forças entre um movimento e o outro né acho bem interessante isso eu não sei vocês mas tem existe o gosto de citar né como uma referência cinematográfica mas há uma cena naquele filme Dom Juan de Marco que quando Dom Juan se vê fragilizado né mostra uma pessoa que era inapta ele não sabia se relacionar com as pessoas ele sabia numa condição que era conquista um gozo que era sexual passional mas ele não sustentava relacionamentos eh que demandava isso né engajar-se envolver-se e é uma cena muito interessante quando ele tira a máscara e a gente percebe a vulnerabilidade de uma alma que não sabe eu tá se percebendo como eu não sem me relacionar com o outro eu preciso aprender uma outra forma de viver essa experiência que seja para além apenas desse lugar desse gozo né desse prazer que é que é intenso mas ele ele se esgota né né é interessante porque no filme ele

o aprender uma outra forma de viver essa experiência que seja para além apenas desse lugar desse gozo né desse prazer que é que é intenso mas ele ele se esgota né né é interessante porque no filme ele ele é até passivo n nos vínculos sexuais que ele tem ele tá por baixo mostrando que de uma certa maneira ele ele é mais conduzido pela força desse feminino da qual ele tenta seduzir e propriamente a capacidade de dar conta dessas relações Então realmente a intimidade assusta ele tá na conquista sempre mas o mais importante é a conquista não a intimidade né então ele vai de uma conquista para outra porque a intimidade exige realmente a sustentação dele mesmo o trabalho o esforço que aí realmente confronta com a vulnerabilidade dele né thao e aqui a Joana cita né essas questões que são que que dificultam também as nossas relações né que ela fala que são os filhos diretos do Ego ela fala do ciúme do ressentimento da Inveja do ódio da maledicência né E essas emoções perturbadoras né e isso é muito da nossa natureza ainda o quanto a gente tem tem isso dentro de nós né E é isso que a gente tá trabalhando e aí ela fala uma coisa muito bonita aqui né né que a superação dessa debilidade moral dessa imaturidade psicológica ocorrerá quando o paciente de início vigiar as nascentes do coração né conforme propôs Jesus o psicoterapeuta excelente realizando um trabalho de crescimento emocional e uma realização pessoal planificadores então a gente não tem saída né a gente precisa entrar em contato com os nossos sentimentos né com o nosso mundo interno por mais assustador que isso seja né é a a importante porque primeiro ela fala do sofrimento que campeia né Por ser uma necessidade imperiosa de poder provocar essa coisa da da do mal e da bigorna né para poder brilar a alma então a dor faz a evolução e na medida que a evolução vai se dando ela anula a dor a partir do amor né mas nesse momento o a dor é acaba sendo o caminho que a gente escolhe né diante né E aí ela ela ela fala justamente depois

o e na medida que a evolução vai se dando ela anula a dor a partir do amor né mas nesse momento o a dor é acaba sendo o caminho que a gente escolhe né diante né E aí ela ela ela fala justamente depois do trabalho né do autoconhecimento da de vigiar essa nascente do coração eu fiquei pensando que que quer dizer a nascente do coração para vocês que que é essa nascente do coração para onde leva vocês quando ela ela Traz essa essa frase nascentes do coração do que que ela tá se referindo aí quando ela fala dessas nascentes eu não se o que me tocou e eu fui capturada por isso vigiar as nascentes do coração né a nascente me veio uma Nascente no rio assim o é é o que o que me move mesmo o que que tá dentro do meu coração aquilo que tá no mais íntimo mesmo né E que implica num num estado de onde eu eu eu eu olho para mim realmente não aqui com a cabeça tentando entender tudo mas que que tá me movendo aqui é difícil explicar isso dá explicação melhor aí thago tá bom aceito essa passada de bola para mim aqui vamos eh é interessante o verbo o verbo que antecede é importante vigiar as nascentes do coração então a água que Brota que qualidade que tem né Qual é o o tonus do sentimento Qual é a tonalidade emocional que tá transbordando e o coração na metáfora de Jesus é o é o que nos conecta e o que nos vincula o que nós acreditamos ser o tesouro o que que é valioso pra gente o que que é verdadeiro só que esse verdadeiro ele pode ser equivocado ele pode ser uma ilusão então eh ele diz né o paciente tem que vigiar as nascentes do coração O que que tá brotando a tua alma para o que que o que que transporta a tua alma para onde ela é governada ou para onde ela é conduzida e a partir daí é identificar que movimento emocional é esse que desejos são esses para que a gente possa compreender que nascentes outras mais valiosas né uma água mais pura e Cristalina então de sentimentos mais elevados eu tava lendo esses dias uma uma uma biografia de um uma personagem histórica religiosa ele dizia

e nascentes outras mais valiosas né uma água mais pura e Cristalina então de sentimentos mais elevados eu tava lendo esses dias uma uma uma biografia de um uma personagem histórica religiosa ele dizia assim toda vez que alguém coletivamente acreditou em uma outra história pro coletivo e essa história de mudanças pro coletivo ela colocava em cheque o status do que era estabelecido no mundo essas pessoas perdiam suas vidas só que isso também vale paraa Nossa experiência individual é comum como diz aqui o eh a gente eí o Gelson disse né a a gente estagia parece que constantemente num mesmo ciclo de encarnações repetindo as mesmas histórias no seu sentido psicológico é difícil sair desse lugar de repetir experiências né o padrão o que se espera e como a alma tem dificuldade de sair desse lugar de sair de condicionamentos eh como como conseguir construir um caminho em que nós não repitamos os mesmos percursos né de equívocos de erros e de Dores porque eh a a a o sofrimento Sem dúvida ele é um aguilhão que nos estimula a repensar os caminhos mas o ciclo comum é nós não conseguimos muitas vezes de fato estabelecer novas trajetórias no sentido qualitativo porque as forças né em torno das quais a gente em torno das quais a gente se permite governar os nossos S os nossos desejos nossas ilusões eles nos fazem não construir as histórias mas repetir os mesmos erros então isso tem a ver em observarmos analisarmos e vigiarmos o que que de fato nasce e Brota da nossa alma do nosso coração é e interessante porque no capítulo dois hoje tô tô lá remetendo Capítulo do quando ela fala doem comportamento ela vai justamente colocar isso né que eh que e deixa eu pegar aqui ó a eh onde que tá aqui no comportamento as ambições do desejo pode ser responsável tanto pela Liberdade emocional ou pelo seu ou pelo seu presídio e depois o desejo expressa a qualidade evolutiva da pessoa então essa qualidade Tá falando thgo di Então realmente essa Nascente são nossos desejos né nossos anseios né como tu

eu ou pelo seu presídio e depois o desejo expressa a qualidade evolutiva da pessoa então essa qualidade Tá falando thgo di Então realmente essa Nascente são nossos desejos né nossos anseios né como tu falaste Onde tá o nosso desejo tá o nosso coração que é uma projeção do self que de uma certa maneira a a falta nos move a partir de algo que que a gente necessita quanto Projeção de um valor que é que pode ser enganoso né então eh eh aonde porque não e meso que o que o que o Anseio seja Genuíno seja eh realmente algo benéfico e interessante ele pode estar projetado por caminhos também desorientados né caminhos tortos né quero ser amado mas posso buscar isso de uma maneira muito eh errônea então eh Com certeza né Eu acho que eh é importante a gente eh prestar atenção realmente no no nas fantasias espontâneas da gente nos estados que nos movem né naquelas coisas que vem de maneira inesperada e espontânea dentro de nós porque no inesperado e no no espontâneo se revela muito da nossa alma né E aí a gente vai poder realmente est a dentro a essas nascentes do coração para saber o que que Brota como vocês falaram né O que que Brota dessa água né que que que emerge e que move a libido né move a energia da nossa vida então é bem importante né gente acho que já pode entrar no segundo item que é que que é neurose né porque de uma certa maneira a neurose eh o resultado dessas questões todas que enquanto dinâmica conflitiva da gente desse ego que se perde ou que sofre mas eu eu vejo na neurose aqui né quando ela começa a falar da da da neurose e justamente T também uma atenção eh em relação à própria vida né porque o que a patologia né seria tudo aquilo que nos vai sofrer que nos limita incapacita porque se de um lado esse Anseio do coração né é um impulso de vida que tenta realizar o ser no mundo tomando qualquer forma mas ao mesmo tempo no impulso exagerado ele transgride mas ao mesmo tempo a vida impõe limitações né então limitação é necessária mas a limitação constrange e gera também

mundo tomando qualquer forma mas ao mesmo tempo no impulso exagerado ele transgride mas ao mesmo tempo a vida impõe limitações né então limitação é necessária mas a limitação constrange e gera também sofrimento então o que que sustentaria realmente sofrimento é a vida que pulsa ou a determinação que é restringe então a gente tem também um jogo de forças aí né entre Vivo e pago o preço ou me deixa levar pelo limite até onde eu posso me deixar levar pelo impulso até onde eu eu me Castro e me limito e e reprimo também a aquilo que que é uma que que habita meu ser e não consigo me reconciliar comigo então é é complicado esse jogo da vida como você estava comentando antes né aí eu vou citar Yung o Jung nas conferências de tav stock ele diz o seguinte ó no parágrafo 367 o significado de uma neurose é impulsionar o indivíduo para personalidade Total o que inclui o reconhecimento e responsab ade pela totalidade do ser pelos bons e maus aspectos pelas funções inferiores que né complicando isso que tu acabou de dizer já is é o Yung falando então eu vou falar uma outra frase do Jung aqui né ele disz pois a na neurose está um pedaço ainda não desenvolvido da personalidade parte preciosa da psique sem a qual o homem está condenado a resignação amargura e outras coisas osti a vida a psicologia da neurose que só vê o lado negativo joga fora a água do banho com a criança porque despreza o sentido e valor do do infantil Isto é da fantasia criadora então a gente vê se que a neurose é corresponde a uma tentativa natural de mudança de atitude da consciência né mas eh a neurose ou o sintoma neurótico já é uma tentativa do sistema psíquico de se reorientar mas muitas vezes como o Ti falou essa reorientação insiste no caminho eh compulsivo repetitivo e equivocado então mesmo que o sentido seja do novo né a falta de maturidade de compreensão da gente não consegue encontrar esse sentido e se pede nesse movimento todo né E aí a gente tem esses conflitos da qual Todos nós temos que lidar né eu é interessante que ela vai trazer

de compreensão da gente não consegue encontrar esse sentido e se pede nesse movimento todo né E aí a gente tem esses conflitos da qual Todos nós temos que lidar né eu é interessante que ela vai trazer um ainda que ela não ela ainda ainda ela tem uma capacidade de síntese muito interessante né porque quando ela traz a a neurose como um fenômeno né que se esparge se apresenta eh inclusive temem grandes coletividades né com os grupos sociais m às vezes né eles apresentam isso e também os indivíduos diante das exigências do mundo eh traçam essa condição Clínica né eu gosto muito dessa da do que vocês trouxeram porque é muito interessante a ideia da psique da Alma encontrando caminhos para se defender desses conflitos né dessas dificuldades que que a alma se vê confrontada e e busca maneiras de de de lidar com essas questões e com as repercussões que a gente sabe no campo né da dos problemas relacionados à ansiedade a insegurança os medos né a própria angústia que que que a Joana nos traz historicamente é bom a gente lembrar que esse período no início do século do século XX ele foi um período de grandes descobertas Mas também de acontecimentos socio-históricos muito vultuosos campo de Sofrimento em especial primeira guerra mundial então é interessante que eu tava lendo até sobre isso há algum tempo de que essa condição que se cataloga como histeria nas mulheres ela também apare apareceu nos homens a partir da primeira guerra mundial identificado como um quadro né que é uma condição também neurótica em torno do vulto dos Sofrimentos em que a alma na condição de guerra é exposta Então esse processo adaptativo eh Como disse muito bem o Gelson é adaptativo mas é como se fosse uma uma espécie de uma ortopedia para tentar encaixar algo que não tá bem mas que permanece ali não não revelado não de fato trabalhado não não cuidado adequadamente né E que a seu tempo precisará de cuidados Uhum é uma questão que un coloca claro que a gente tem de uma certa maneira eh essa a questão do da adaptação em

ato trabalhado não não cuidado adequadamente né E que a seu tempo precisará de cuidados Uhum é uma questão que un coloca claro que a gente tem de uma certa maneira eh essa a questão do da adaptação em dois sentidos né tanto a vida exterior família profissão sociedade como exigências internas da Alma da natureza tem também esse jogo de tensões entre o dentro e o fora mas o Jung fala uma coisa importante que que para mim tem a ver com uma questão que Joana coloca que o Yung não restringia a neurose é um conflito interno ou as relações parentais do indivíduo né então ele via a neurose como uma forma de conceber a vida neste momento então ele ele para ele no no naquele livro e entrevista com eh comung né Eh ele ele fala que a neuros para ele tá no hoje el sempre existe no presente Ou seja é como eu me iono e ela é nutrida diariamente né então mesmo que ela ten esse Eco no passado enquanto padrões né Eh e é é porque eu posso ter uma uma uma uma questão interna mal resolvida mas também me posiciono na frente a ela aquilo se torna o meu trabalho meritório de transformar aquele chumo em Ouro né então a neurose é sempre como é que o meu grau de consciência e minha postura dentro do arranjo que eu tenho se posiciona naquele momento dentro da vida e ela fala por que que eu trago isso porque ela tem o momento aqui da do Capítulo que ela fala da consciência inquieta né E que então essa consciência inquieta reflete segundo ela eh na psicologia do indivíduo esses estados neuróticos porque ele tá ainda preso a referências né do pretérito negativo infelizes que faz com que eu me posicione né de uma forma equivocada E aí neurótica né então ela a Joana vai dizer aqui em outro momento ali complementando isso que ela cita aqui na página 63 que os estados neuróticos são profundamente inquietes e desarmoniza o psiquismo humano então o que que tem aí eu não consigo me compreender eu não consigo fazer uma boa leitura da minha realidade e aí eu me posiciono mal né eu eu eu eu ajo de uma maneira neurótica no sentido

ismo humano então o que que tem aí eu não consigo me compreender eu não consigo fazer uma boa leitura da minha realidade e aí eu me posiciono mal né eu eu eu eu ajo de uma maneira neurótica no sentido que eu não consigo eh criar uma um diálogo uma compreensão adequada àquela situação seja interna ou seja externa E aí eu tô ou repetindo ou encontrando caminho ou me deixando levar então por is que o fala que a neurose envolve sempre uma posicionamento do hoje né E que e para ele o trabalho é no no agora e não no passado né por isso que ele aponta a proposta do trabalho com a neurose não um ficar só lembrando e retomando os os os elementos parentais né da nossa história mas tomando consciência justamente o que tá em jo isso é sensacional né porque num outro momento eu me lembro que ele diz eh que o passado ele não é fixo né e e como é que a gente vai melhorando né a gente vai melhorando A medida que a gente vai revisitando aquilo que nos aconteceu e mudando a forma como a gente tá vendo né eh e aí eu me lembro da história da sherazad né com o das 100 noites né que ele eh ele por vingan ele é atraído o o o príncipe charry Rara e ele cada noite ele casava com uma e matava ela até que a cheira já diz eu quero casar com ele e aí o pai fica desesperado disse Mas tu sabe o que acontece com as mulher que casam com não mas eu eu não vou morrer e aí ela casa com ele e cada noite ela começava a contar uma história e não terminava e ele começou a ser envolvido por aquilo e aquilo foi passando e ele foi então eu acho uma metáfora linda para ver como a gente aquele passado que era o passado de traição dele não mudou mas a forma como ele foi vendo e e e as narrativas del ela né foram sendo contadas nem eram para ele era paraa irmã dela e ele ficava ali de ouvinte né aquilo foi transformando ele e eu me lembro de um caso de uma pessoa há muito tempo atrás que chega e mal conseguia falar essa pessoa não tinha não saí ela falava baixo assim ela quase não tinha voz sabe era uma pessoa assim bastante

me lembro de um caso de uma pessoa há muito tempo atrás que chega e mal conseguia falar essa pessoa não tinha não saí ela falava baixo assim ela quase não tinha voz sabe era uma pessoa assim bastante eh frágil né E à medida que que ela foi conseguindo e trazendo a voz começou a voltar a Aos poucos a voz voltava ela não tinha problema orgânico nenhum ela ela não tinha ela tinha ido no médico ela tinha feito uma série de exames era realmente como dar como colocar a voz né como dar a voz para para coisas do mundo interno que ela nunca tinha tido oportunidade de dar voz para aquilo né então é é tão lindo isso né que realmente às vezes a gente fica fixo em coisas que nos aconteceram lá atrás quando na realidade o que tá fixo é a forma como eu tô olhando aquilo né por isso que eu achei lindo essa essa coisa de que o teu passado não é fixo tu pode revisitar ele olhar ele de várias maneiras a qualquer hora né tendo condições para isso né important isso né é eh eu importante para quem vai nos eh vai est estudando o Capítulo e a gente fazer esse laço com a proposta do Jung em torno da finalidade né então ideia de que o para quê da neurose para além do por eu por que eu vivencio isso por por que que eu tô sempre angustiado por que que eu tô sempre temeroso das coisas porque eu não consigo me afirmar perante a vida porque eu não construo a minha própria trajetória Por que que eu não consigo né estabelecer planos e realizá-los assim tudo aquilo que gira em torno de uma ideia de de das dificuldades relacionadas às nossas neuroses a gente pode pensar nisso como uma um uma como vocês colocaram muito bem né a a a possibilidade de se aprender com isso em si o que o que o que isso revela sobre mim por que que para mim é tão difícil tal situação porque participar de um congresso às vezes fora do Brasil pode ser uma situação que deixa a gente um pouco amedrontado Por que que às vezes no Cuidado com os filhos é difícil ter paciência ou me sinto frustrado por não conseguir amá-los como eu gostaria então

ode ser uma situação que deixa a gente um pouco amedrontado Por que que às vezes no Cuidado com os filhos é difícil ter paciência ou me sinto frustrado por não conseguir amá-los como eu gostaria então sim a impressão que passa é que existe por trás disso um grande processo da Alma que tá sendo ali elaborado a partir desses sinais dessas condições e se agora pensar assim a neurose como um pacto provisório né então é uma solução passageira para alguma condição que ainda é difícil pra gente conseguir uma solução última ou uma solução mais propícia mas e tem algo de adaptativo nesse processo e todos os sinais eles são importantes e valiosos pra gente entender o que se passa conosco né Acho que o Jung destaca muito isso aprender com esse com a condição O que que está mostrando para ti em relação à sua própria história né Acho que essa questão é fundamental thago e em Joan a gente a gente entende dois níveis dessa realidade porque tem esse nível assim de gente não ficar preso em liquidar uma neurose mas se informar sobre o que ela significa o que ela ensina o que ela qual é a finalidade o sentido né e e e de uma certa maneira mas então só será realmente liquidado quando a gente estiver liquidada A falsa atitude do eu né não é ela que é curada mas ela que nos cura né Eh não não é a doença mas é o doente prisa está doente e a doença é uma tentativa de eh de fazer a gente olhar para nós mesmos então tem essa questão da neurose né que eu acho bem importante tá trazendo né né então a ênfase Não não é na não é na neuros mas no sentido de compreender o indivíduo na sua totalidade né a neosa Deve nos apontar para esse indivíduo a neosa é um caminho pra gente poder eh olhar para gente então o importante já não é a neuros Mas quem tem a neuros né então a gente começa pelo ser humano né E aí a juda fala assim que nesse movimento todo né que né existe duas grandes dificuldades de poder chegar a nós que é a grande questão ou que é a culpa né que que ela vai falar né dessa culpa que que me impede né e e ou a ou

e nesse movimento todo né que né existe duas grandes dificuldades de poder chegar a nós que é a grande questão ou que é a culpa né que que ela vai falar né dessa culpa que que me impede né e e ou a ou transferir isso pro mundo né não não se ocupar como sendo uma questão Nossa então né ela vai falar dessa eh que nesse jogo que o que causa a mesma neurose então é tem essa atitude né ou a a gente não se reconciliou com a gente mesmo né seja eh pela culpa que não faz faz que a gente não consiga eh dialogar acolher suportar e aceitar que isso nos pertence né E ao mesmo tempo essa esse jogo do Ego de por seja por insegurança seja por outras questões eh camuflar e transferir né as causas ou a desculpa pro mundo né Eu sou assim porque o mundo é assado porque é minha mãe porque o mundo não me quer porque o mundo não é justo porque né então e E aí Claro na medida que eu perco essa Lucidez ou esse caminho de diálogo comigo mesmo eu sou mais suscetível também às ações espirituais que ela coloca ali né ou seja as obsessões que vão se aproveitar justamente nesses pontos cegos e emocionalmente Ah muito presentes para poder eh me confundir mais ou ou reforçar padrões negativos e assim por diante né é importante é só pra gente destacar o que você traz eu pensei sobre isso hoje curiosamente de que as conexões obsessivas quando elas se instalam e e elas permanecem recrudescem sempre há um sempre Há questões nossas implicadas então das quais nós não trabalhamos ou não estamos cuidando a própria alma então quando a Joana relata sobre uma proposta preventiva de cuidar das nossas questões né de alma ela fala que por Excelência é necessário esse autoconhecimento uma autoanálise isso né examinar a própria consciência porque citando processos obsessivos ou não a nascente desses processos que nos desequilibram começam em nós né eles se eles eles se perpetuam em nós né por conta da nossa dificuldade de sabermos quem nós somos e é interessante que ela fala uma linguagem aqui não Clínica mas desidentificar se

começam em nós né eles se eles eles se perpetuam em nós né por conta da nossa dificuldade de sabermos quem nós somos e é interessante que ela fala uma linguagem aqui não Clínica mas desidentificar se das matrizes perturbadoras do passado clinicamente a gente sabe que uma forma de as pessoas cuidarem e serem cuidadas e orientadas elas olhar para essas fantasias Ah eu sou uma pessoa eu sou uma pessoa muito pequena não dou conta de nada eu sou uma pessoa muito inferiorizada me sinto muito muito pouco perante o mundo então às vezes explorar a fantasia tem a ver com a forma também de você provocar chegar a esse lugar de você se identificar desses processos né interiores que causam sofrimento e abrir espaço para possibilidades novas do que a alma pode vir a ser né Uhum é muito bonito isso né essa esse convite positivo otimista renovador que a bentura nos coloca né né de que a vida é esse convite né para essa Conquista futura e que existe lindos potenci da gente né mas para isso não pode fugir de ti porque se tu foge do que é ruim em ti tu Foge também do que é bom né porque daí né quero negar o conflito as dores tu te pde também das possibilidades né eh renovadoras e e dos cursos que habitam dentro do teu ser então esse momento realmente de autoanálise que tu falava nesse momento de fazer de examinar se mesmo de criar um espaço de diálogo naquilo que ela fala também logo em seguida né thago a cada um segundo as suas obras é tão bonito né isso né a gente tem que realmente eh suportar quem a gente é né Nossas obras e e e reconhecer que elas fazem parte da da das tentativas nossas de amadurecimento né E como ninguém pode fugir de si mesmo né ela propõe Então essa saudável reflexão né um pensar com retidão que ela coloca n né para viver em paz conosco meso ou seja realmente é um processo de de acolhimento e aceitação mas com responsabilidade né assim sem fugir sem impor um processo castrador e de uma exigência desumana né mas sim de Um Passo Seguro bem feito bem trabalhado conosco mesmo porque as

mento e aceitação mas com responsabilidade né assim sem fugir sem impor um processo castrador e de uma exigência desumana né mas sim de Um Passo Seguro bem feito bem trabalhado conosco mesmo porque as coisas da Alma exigem tempo né não é de uma hora para outra eu me lembrei que antes ela fala né que o êxito é encontro e o êxito gera paz né no item anterior é isso que a gente tá vendo né então Eh essa busca Nossa para esse ser consciente né é esse encontro né Isso já é um êxito né não é a gente se transformar numa Encarnação na nessa Encarnação a gente faz chegar na melhor versão possível de nós mesmos né e a minha melhor versão é diferente da do G é diferente do thgo né Cada um tá num processo achei muito bonito isso êxito é encontro isso gera paz né Então nós não temos uma meta de numa Encarnação né mas realmente de de Alto encontro mesmo de superação daquilo que a Encarnação tá trazendo né o a ideia de a cada um segundo suas obras que é um né uma recuperação de uma passagem evangélica é um chamamento a responsabilidade a própria autoresponsabilidade porque nós espíritas temos de que apesar de algumas pessoas pensarem assim é uma forma errada de interpretar doutrino Espírita porque nós somos agora Senhores da construção da nossa história espiritual não tem como transferir isso agora pros espíritos nem para Jesus nem para Deus a ideia de que olha cada um de nós transporta carrega sua história que é única ela é singular algumas histórias mais tormentosas algumas mais leves iluminadas mas Todos nós temos esse percurso de responsabilidade de sustentar isso né de de sustentar esse esse caminho e eu acho que a parte bonita que tá aqui e que e que enlaça o texto dela e que tá presente todo o conjunto da obra dela é que Olha Há Um Caminho né Há saídas Há possibilidades então vamos fazer o possível né Vamos Construir mais consciência vamos atuar com mais segurança é não vamos agir mais com tanta impulsividade Vamos pensar antes de fazer as coisas vamos ter mais esse cuidado conosco cuidado com o outro

os Construir mais consciência vamos atuar com mais segurança é não vamos agir mais com tanta impulsividade Vamos pensar antes de fazer as coisas vamos ter mais esse cuidado conosco cuidado com o outro e que é um chamamento a essa responsabilidade né É com certeza muito bem muita coisa vai refletir né e clar toou a questão da libido da da defesa da neuros da piconeros mas acho que não não não não não importa o importante né que o frud propõe que ela cita ali no início do capítulo Mas o importante é justamente saber que essa distorção do movento da libido né seja do ponto de vista eh corporal ou psíquico e que de uma certa maneira reflete essa esse esse processo todo de fixações deslocamento conflitos que fazem parte da dessa caminhada aí mas temos o caminho e temos um caminho possível né como o thago Falou então que a gente possa refletir nesse material que é belíssimo que é muito profundo de Joana né e e seguir adiante no nosso estudo né então a gente finaliza com isso o capítulo TR e no próximo encontro Então a gente vai pro Capítulo 4 fatores de desintegração da personalidade tá bom gente Obrigado thgo Malu um grande abraço a todos por esse momento especial que nos acompanham e que possamos continuar nesse estudo maravilhoso que a benfeitora nos traz até a próxima então

Vídeos relacionados