T6:E4 • O Ser Consciente • Ser e pessoa (Parte 01)

Mansão do Caminho 06/02/2025 (há 1 ano) 59:39 319 visualizações

Neste encontro, Gelson Roberto recebe a colaboração de Marluce Renz e Tiago Rizzoto para discutir a primeira parte do capítulo dois do livro "O Ser Consciente", intitulado "Ser e Pessoa". O foco será o item "A Pessoa", no qual a autora espiritual Joanna de Ângelis apresenta conceitos fundamentais e relevantes que nos auxiliam na compreensão da ideia de "PESSOA". Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #ser

Transcrição

meus queridos irmãos que nos assistem nesse momento de estudo da Sé psicológico bem-vindos a mais um encontro do livro ser consciente hoje estudando o Capítulo dois ser e pessoa conosco aqui o Tiago marl para colaborar para refletirmos juntos a respeito desse Capítulo em especial hoje vai trabalhar a primeira parte primeiro item que é a pessoa onde Joana Então vai nos apresentar alguns conceitos importantes e básicos PR gente compreender essa ideia de pessoa bem-vindos Tiago Marcio como é que esse projeto aqui da Joana no segundo capítulo é interessante nela trazer conceit bem importantes assim pra gente né ela Traz essa ideia Essa visão espírita que ela traz né onde coloca Então esse ser humano eh essa pessoa né que envolve essa dimensão transpessoal mas que tá aqui encarnado tem esse corpo né isso vai se manifestar então ali no que ela vai falar dos comportamentos da personalidade da da individualidade né então acho bem bem importante mesmo essa esses itens que ela trabalha pra gente poder aprofundar a compreensão desse ser mesmo né que que tem essas várias dimensões aqui que ela traz é interessante que ela encerra né No no último item antes de começarmos esse novo tópico né ser e pessoa é como a desse um desse um gostinho né quando fala nova estrutura do ser humano Então ela contempla já uma uma primícia reflexiva de ideias e que agora ela vai tendo escolhido algumas categorias a gente pode dizer assim né com formas de compreensão da complexidade do que é o ser pois é é interessante porque realmente são com esses conceitos são muito complexos e e mesmo na psicologia Há uma grande dificuldade poder entender a diferença entre esses conceitos Néo por exemplo conceit de conceito de identidade de personalidade conceito de individualidade Então são conceitos que se são operados e muitas vezes não sabem distinguir realmente o que que é um o que que é outro e ela começa a fazer esse trabalho de esclarecer um pouquinho isso acho que a gente pode começar né então falar um pouquinho sobre o que me parece

distinguir realmente o que que é um o que que é outro e ela começa a fazer esse trabalho de esclarecer um pouquinho isso acho que a gente pode começar né então falar um pouquinho sobre o que me parece ser uma uma introdução né quando ela traz a uma proposta eh filosófica né daquilo que boécio né buscando uma tradição filosófica al do século V e vi e que para quem não sabe interessante isso se contrapõe filosoficamente aquilo que muitos séculos antes os próprios romanos e Greg compreendiam sobre o que era o ser né Há uma categoria vou dizer assim essas categorias que que a j vai trazer nesse nesse nesse nesse nesse capítulo eh na verdade se a gente fosse fazer uma imersão histórica filosófica nós vamos compreender como cada um desses conceitos vai amadurecendo no curso do tempo então quando ela traz já uma proposta em uma síntese do ideário do boécio ela já tá aproximando aspectos fund mentais que estruturam a concepção Espírita então a ideia de uma substância individual né de um eidos ou de um ser primacial né de um ser verdadeiro na concepção platônica de alguma forma ela tá tentando estruturar uma ideia eh ontológica em torno do ser que é esse ser imortal né Eu acho que esse ela começa muito bem já eh mostrando para onde que ela tá indo eh construir as reflexões que ela gostaria de nos apresentar nesse capítulo né e e por isso que ela difere aqui já a ideia de de pessoa da ideia de de indivíduo né de individualidade porque de uma certa maneira a pessoa tá mais comprometida justamente com essa visão do ser individual de natureza racional que diz respeita ao espírito né a nossa natureza espiritual enquanto que aqui né na medida que ela vai eh vai eh levando adiante esse essa reflexão o indivíduo né é entendido de forma geral que que não faz distinção entre subjetividade e personalidade mas tá ligado mais a uma herança biológica de toda pessoa e como base né da subjetivação e construção do psiquismo então enquanto que o indivíduo tá ligado ao ser psicofísico como ela coloca aqui né que dá margens a

ais a uma herança biológica de toda pessoa e como base né da subjetivação e construção do psiquismo então enquanto que o indivíduo tá ligado ao ser psicofísico como ela coloca aqui né que dá margens a uma um reducionismo do ser humano né a reduzir o ser humano a sua dimensão cerebral física a pessoa né ela realmente resgata né guarda no seu conceito essa dimensão mais Ampla que Abarca essa dimensão racional mental do Espírito então assim será que eu vou então vou eu vou falando aqui aí você voltando a gente a gente te chama pode ser eu acho que existe uma existe Existem algumas ideias interessantes que a gente precisa apresentar também a partir do texto da Joana que quando a gente estuda o conceito de indivíduo muito bem colocado pelo Gelson eh em algumas ciências com a sociologia é é uma categoria que não é muito bem vista porque ela não define muito bem mas se buscarmos por exemplo os estudos do próprio antropólogo Marcel mous sobre pessoa e os estudos antropológicos que ele fez em várias eh comunidades e e povos o que a gente entende que é importante pro nosso estudo de hoje é que é uma parece que existe uma construção né nesse processo civilizatório dessa condição que nós chamamos do eu né o eu também tá presente como um conceito se comunica com a essas categorias mas essa ideia então de processo de subjetivação né a partir das experiências que a gente vivencia e das nossas relações com os outros e a sociedade a gente a gente constrói então que nós somos alguém pros outros nós temos os nossos próprios significados de sentido pro outro que nós somos alguém né paraa vida social e nós somos alguém para nós mesmos então perceba que nós temos um conjunto de cons individualidade consciência Eu pessoa que vai se integrando numa complexidade de um Conjunto de características que nos define o que me chama a atenção quando por exemplo citar esse texto interessante que eu li do Marcelo é que ele fala que existe na verdade a elaboração de uma categoria do Espírito humano então ele pega

fine o que me chama a atenção quando por exemplo citar esse texto interessante que eu li do Marcelo é que ele fala que existe na verdade a elaboração de uma categoria do Espírito humano então ele pega ancestralidade grega e romana em que o indivíduo por Excelência até o século do século 2 antes de crist 42 antes de.coo o que você tinha uma Persona então era uma pessoa com o papel muito bem desenhado na sociedade e o que acontece é que a sociedade tornando mais complexas surgem outros sentidos paraa compreensão de quem somos e um desses sentidos é o sentido moral e o sentido moral ele envolve a valorização do ser como ser consciente que é o a nossa obra um ser independente autônomo livre e responsável há uma construção então de uma de uma pessoa com a moralidade com de consciência ela tem uma consciência moral né dos seus processos então essa consciência de si abre portas para essa construção de da pessoa na sua singularidade e chega o advento aquilo que o mous fala da consciência psicológica que uma categoria que surge séculos depois muitos séculos depois mas que na verdade é uma identificação dessa complexidade que nos constitui né então algumas reflexões pra gente e eu tava interessante acompanhando o teu pensamento né que a gente sai Então dessa ideia desse desse homem coletivo então né que se identificava com essa com com o pensamento eh tinha uma certa inconsciência ali né E aí a gente vai então partir para esse homem que que começa a ter consciência de si né que entra nesse nessa questão dessa interioridade que tava trazendo que Jesus traz né então isso começa eu eu ia L ler antes quando meu quando eu não meu não tava funcionando meu microfone né que a Joana ela Traz essa ideia né que a pessoa trazendo o conceito de pessoa que aí eu achei ela extremamente didática observada do do ponto de vista Imortal é pré-existente ao corpo né e sua origem perde-se nos milênios passados do processo evolutivo desenvolvendo-se fiel a uma fatalidade que se manifesta em cada experiência

a do do ponto de vista Imortal é pré-existente ao corpo né e sua origem perde-se nos milênios passados do processo evolutivo desenvolvendo-se fiel a uma fatalidade que se manifesta em cada experiência corporal na reencarnação né como aquisição de novos implementos faculdades e funções que tangenciam ao crescimento e a felicidade e aí pensando nessa evolução desse homem que primeiro é esse ser muito ligado a essa coletividade onde ele tem que obedecer por imposição de uma lei aí me lembra né esse paradigma antigo Então desse Deus eh Javé né que é que é um Deus punitivo é um Deus temperamental é um Deus que quer ser obedecido né E aí esse ser muito inconsciente ainda dele mesmo Vem Jesus Traz essa proposta estava falando desse reino interior e aí esse homem começa a se olhar dá um E aí precisa daí começar dentro dessa individualidade a se responsabilizar pelo seu processo né E aí então começa toda essa trajetória de ampliação da consciência que vem por essa complexidade que a vida vai ganhando né à medida que a gente vai evoluindo é interessante isso que tu traz sabe porque quando a gente antes da da ideia né do do do fato objetivo inconsciente né a descoberta dessa dimensão Oceânica e eh do que nós somos né Eh e a gente entende que o problema daquilo que a chama de consciência e é importante pensar notiva Espírita da proposta espírita na sua conjuntura eh a solução pro drama da consciência na verdade surge de alguns movimentos chamados sectários do século 1 xi porque eh são movimentos que buscam a libertação dessa sombra complexa difícil associada a um dogmatismo religioso cristão no mundo ocidental e que vai formar o pensamento político e filosófico Porque a partir disso que é possível compreendermos que questões como Liberdade individual de consciência individual do direito do indivíduo dele se relacionar com Deus diretamente e não mais por intermediário e a ideia também de um Deus interior então quando a gente pensa que essas ideias elas vão organizando uma uma perspectiva do pensamento humano

acionar com Deus diretamente e não mais por intermediário e a ideia também de um Deus interior então quando a gente pensa que essas ideias elas vão organizando uma uma perspectiva do pensamento humano que é justamente aquilo que compõe a porta de entrada pra gente entender Qual é a proposta Espírita do ponto de vista da nossa relação com a vida a nossa relação com nós mesmos né E como que se produz eh subjetividade nesse processo como que psicologicamente o o ser humano pode agora ampliar a consciência em torno de dimensões que até então ele ou não compreendia ou tinha medo ou ele era eh rigidamente constrangido a não perguntar a não inquirir a não desenvolver né Então temos a consciência Com certeza mas tu V né o homem ganha isso o Iluminismo foi importante pros Direitos Humanos para essa noção de indivíduo né e subjetivo e mas tu ver como já tá em Jesus Néa né quando ele ele trata Realmente cada um como pessoa né Ele olha para cada pessoa de maneira respeitosa enxergando o espit na sua dimensão pessoal naquilo que cada um tem enquanto drama enquanto processo então aquilo que tá em Jesus só vai amadurecer e ganhar forma muito tempo depois e aí ela começa então a partir disso aprofundar nessa nesse tema aqui da pessoa né quando ela diferencia pessoa do indivíduo a ideia de consciência Como que tu trse agora né thgo a consciência e ela daí começa a trazer o que que é a consciência né E aí Ela traz a ideia de consciência a partir da noção de ego que é um tipo de consciência né que né que é essa relação dos conteúdos físicos com o ego né na medida que esse ego entra em contato com o seu mundo interno e com o seu mundo externo né ou seja que eh aquilo que se torna Consciente e aquilo que passa pelo ego então o ego é o campo da consciência ele não é consciência acho isso importante dizer isso né o ego é o é o centro do campo da consciência então no campo da consciência existe um ponto Central que é o núcleo que é essa esse ego né que para que asas coisas se tornam conscientes para nós ele tem que

o é o é o centro do campo da consciência então no campo da consciência existe um ponto Central que é o núcleo que é essa esse ego né que para que asas coisas se tornam conscientes para nós ele tem que intermediar nesse Campo da consciência e fazendo então essa relação entre o meu mundo interno e o mundo externo daí começa a ide então de consciência que vai né de uma certa maneira expandir também a noção de pessoa de ser humano para essa complexidade que é o que que é a consciência daí né que do que que fala a consciência enquanto dimensão de realidade psíquica iso é eu fiquei pensando aqui né quando ela traz o Yung dessa relação dos conteúdos com o ego né o Jung também vai eh falar de vários níveis de consciência que existe além do Ego né Por exemplo quando ele traz a ideia dos complexos né os complexos também têm seus núcleos de consciência Então dentro de nós existem vários eh aspectos nossos né Eh personificados a gente poderia dizer né como se fossem personagens onde cada um tem a sua própria consciência né num outro momento o Jung vai dizer que tem consciência nos conteúdos do inconsciente também né Então realmente aqui ela ela fala dessa complexidade de conceituar a consciência né porque eh depois ela vai dizer que é que pra gente entender a gente tem que ampliar muito né daí ela vai dizer a além desses limites do Sono do sonho do Delírio né então tem eh outros níveis de percepção da realidade que são a além desse ego mas sem dúvida a gente precisa dessa Instância né Desse ego para tomar consciência não me veio outra palavra né para para ampliar a forma como a gente se relaciona com a realidade ela parte né do do do de ego para dizer olha isso não responde tudo né Eh nem sempre responde aos conteúdos do de que se constitui e a complexidade da consciência a consciência vai muito além do Ego ela começa aí dimensionar essa consciência que tá no sono eu dormi eu perdi a consciência Mas tem uma um eg onírico alguém que sonha e que tá consciente que tá sonhando né ou que eu

muito além do Ego ela começa aí dimensionar essa consciência que tá no sono eu dormi eu perdi a consciência Mas tem uma um eg onírico alguém que sonha e que tá consciente que tá sonhando né ou que eu tô em coma e eu tô percebendo que tá sendo falado ao redor de mim né ou eh estados alterados de consciência ou uma consciência ética quando Kardec pergunta aos espíritos onde está escrito a lei de Deus na consciência do homem não é o ego porque o ego às vees tá se opõe a essa eh consciência interna então e aí ela começa devagarinho sem anunciar de maneira explícita a ideia de selfie de uma uma consciência mais plena mais total que contrapõe oo ego então ela não chega a definir ainda aqui né a a o conceito de si mesmo de self né mas ela começa a falar dessa dimensão tá ligada à filosofia oriental né Eh de uma de uma visão mais plena do ser humano né Eh que vai além do estágio dito normal egóico uma consciência ampliada de uma dimensão mais profunda mais rica e mais espandida é um um existe uma existe uma uma um não sei se saiu um livro ainda mas é uma tese de doutorado subscrita automática de uma autora canadense chamada Alexandra vapos e ela se dedicou de maneira muito interessante a estudar a doutrina espírita né né então ela pega a escrita automática na França de 57 com né o advento do espiritismo e vai ter 1930 ali colocar ali o auge do movimento surrealista Mas o que é interessante é que ela ela chama um capítulo Olha que interessante um ela chama assim entram os médiuns ela Ela traz essas personagens como não apenas aquelas capazes de produzir um suposto estado de alterado de de consciência isso é acesso a conhecimentos que em tese na consciência não alterada Elas não tinham mas ela passa a abrir a possibilidade para que tanto na Perspectiva anímica essa consciência se dilata e fatos extraordinários acontecem né mas também a possibilidade do intercâmbio espiritual mas para nós do ponto de vista de consciência a gente sabe que a estimulação seja ela magnética seja ela

ilata e fatos extraordinários acontecem né mas também a possibilidade do intercâmbio espiritual mas para nós do ponto de vista de consciência a gente sabe que a estimulação seja ela magnética seja ela como substância psicoativa seja poros estados de relaxamento ou de meditação é possível que essa consciência ela sai das restrições normais em que ela se encontre e se expanda a dimensões que até então a ciência como Fala Joana organicista e biológica tem muita dificuldade de aceitar isso porque delimita a compreensão do que é essa categoria há um feno apenas de compreensão de estímulos internos e de estímulos externos só que a gente sabe que que isso é uma questão muito mais ampliada e muito bem definida por ela né E a gente não pode perder esse foco central do porque a consciência é um conceito Central para nós espíritas e paraa proposta psicológica de Joana né É porque justamente consciência vai vai vai ser o equivalente ao espírito né porque tem uma consciência cognis gente né a parte operacional da consciência é fácil de resolver né mas como diz a filosofia da mente né quando dentra da questão da subjetividade não dá mais para poder entender a consciência de de uma maneira apenas operacional como se fosse um computador cerebral porque daí esbarra nessa esfera que entra valores que entra o jeito de ser de cada um e experiências próprias e assim por diante E aí a gente chega no espírito realmente né no espírito pessoa Enquanto essa consciência que se autogere né E se expande em busca da plenitude do ser claro então tem uma consciência que tá lá atrás do Ego que é o próprio espírito e que de uma certa maneira não tá Inativo ela tá interagindo onde o ego é apenas eh uma uma faceta né uma Face do Espírito se apresentar no mundo e viver parte da sua realidade mas não é toda a realidade dele né mas o fato é que aqu ela começa daí a partir disso Fala numa consciência individual e consequentemente na questão do comportamento ela chega na ideia de comportamento né mas gelso só um

lidade dele né mas o fato é que aqu ela começa daí a partir disso Fala numa consciência individual e consequentemente na questão do comportamento ela chega na ideia de comportamento né mas gelso só um pouquinho antes ali ó quando ela fala da consciência adquirida né Então ela tá se referindo aqui essa a algo que eu tô agregando nessa Encarnação então aquilo que eu tô conseguindo aprender e colocar eh eh eh eu já trago o nível de consciência né quando eu reencarno e aqui então pelo trabalho por esse ego por tudo por essa identidade que eu tenho eu vou conseguindo também ampliar esse nível consciencial então eu entendi que essa consciência adquirida que ela tá falando é algo dessa Encarnação cada Encarnação que a gente a gente eu não entendi assim eu acho que a a conscia adquirida aqui é no sentido existencial não não situacional de cada enação a conscia adquirida é aquilo como atributo do Espírito eu vou conquistando como um Despertar de mim mesmo então eu como consciência adquirida né começo a me apropriar do conhecimento do fazer do do saber e do amar então eu pessoa eu pessoa consciente eu né CL Claro cada Encarnação tu tem esse ego que é transitório que fala daí de identidade então tem a identidade do Ego né que depois a pode falar identidade porque identidade ela é metamorfoseada Ela é um processo dinâmico que tá em constante mudança que envolve meus papéis minha identidade sexual minha identidade de gênero minha identidade sei lá do qu de de brasileiro e na minha identidade que eu gosto agora de flores então minha identidade tá muito voltada a meu gosto agora eu não gosto de flores agora eu gosto de fazer né mexer com mecânica então a identidade tá tá tá em mudança então o ego faz parte da minha identidade enquanto uma parte de mim que se constitui num Encarnação agora essa consciência adquirida para mim é esse esforço do espírito e e se constituindo e despertando enquanto realmente uma consciência de si mesmo né que não é uma consciência egóica é consciência como

a essa consciência adquirida para mim é esse esforço do espírito e e se constituindo e despertando enquanto realmente uma consciência de si mesmo né que não é uma consciência egóica é consciência como self daí não sei como é que o ch entende eu eu eu eu acompanhei você no raciocínio mas a tua explicação Foi incrível né Eh eu vi como essa aqui a palavra adquirida eh ela às vezes leva a gente pensar que é aprendizagem de uma vida mas aqui ela ela define depois em que ela fala sobre aão da identificação conhecimento a gente entende então que é um uma dimensão simbólica desses tesouros que Jesus diz que são impressível e que se e que se perpetuam em contraposição ao que ela vai dizer agora sobre a consciência individual que é uma Dimensão adaptativa em TD do cino da cultura e do grupo social que às vezes é algo que a pessoa obedece é uma ética às vezes comum compartilhada mas que tá circunscrita aos aspectos transitórios da cultura e dos valores que organizam a vida social e que é um contraponto justamente essa perspectiva que ela traz a consciência adquirida do do Espírito no sentido mais amplo e mais mais que se pereniza né mas fundamental a base da pessoa ela fala né Essa consciência como a base da pessoa que amplia como realidades que forma a base do ser pessoal né então é uma consciência mais realmente como fundamento né Enquanto essa consciência mais transitória que envolve o comportamento claro que o comportamento é uma síntese de tudo né porque o comportamento é uma resposta é é é a expressão do nível de consciência que eu tenho agora então não é só também da minha transição parte da minha transição mas parte também daquilo que eu já adquiri como espírito porque se eu vou num ambiente x e e não pactu com o comportamento coletivo porque eu tô em desacordo com os valores daquele aquela coletividade e e consigo me comportar consigo ter uma atitude diferente é porque esse comportamento reflete o grau de consciência que eu tem né então de uma certa maneira eh aqui também a gente

aquela coletividade e e consigo me comportar consigo ter uma atitude diferente é porque esse comportamento reflete o grau de consciência que eu tem né então de uma certa maneira eh aqui também a gente não pode esquecer desse nível de consciência mais básico e Fundamental que constitui a caminhada do espírito né então por isso que ela vai falar que o comportamento impõe necessidades e as Express simultane definindo a pessoa sim eu não sei se vocês concordam mas sempre que no no campo social e político por exemplo trazemos a sociedades escandinavas como uma referência ético-social de relações de sociedades mais igualitárias a gente pensa que as pessoas são levadas a pensar que são sociedades ponto de vista espiritual mais elevadas só que quando a gente observa o f da xenofobia da dificuldade que tem de lidar com essa de aluns diferentes né a gente percebe que é a questão mais complexa então talvez em sociedades em que as normas né o o senso ético compartilhado sem que existam dificuldades e agruras que testam o Espírito de fato na resiliência frente a esses valores e e e normas a gente percebe que sociedades como a Nó Nossa e que nós como somos como coletividade testados constantemente sobre como vamos nos comportar elas parecem mostrar que às vezes a que se burila a consciência com mais eu vou dizer assim né com mais intensidade não sei se faz sentido para vocês é como se num estado em que não existe tantas experiências que testem a alma às vezes é mais fácil você se modar e você aparentemente ser um indivíduo ético em que você cumpre as regras você cumpre as normas tem uma atitude de chamada civilizada mas acho que o o teste maior é em sociedades que existem dificuldades maiores porque é ali que a tua os teus valores de fato vão ser colocados à prova e no campo da sua consciência o quanto você consegue de fato ser justo ser ético ser amoroso né então é Um Desafio né É claro eu acho que tem essa essa educação né viver cultural esse verniz social que dá uma ideia de civilização mas que esconde vez

gue de fato ser justo ser ético ser amoroso né então é Um Desafio né É claro eu acho que tem essa essa educação né viver cultural esse verniz social que dá uma ideia de civilização mas que esconde vez uma barbária né só um verniz né não é uma coisa eh conquistado enquanto uma ética verdadeira amorosa é um jeito de funcionar que deu certo e que estabeleceu um padrão então educado de de de de né mas que esconde preconceito violência eh agressividade e um monte de coisa né como tá falando por isso que ela coloca aqui também que a pessoa acima de tudo a sua mente então a mente é a base realmente aí a gente volta na consciência a mente como a sede do Espírito a mente como né com a consciência pensante inteligente que fomenta vida né que tudo que eu penso eu Gero vida tudo que eu vibro eu tô gerando né eh realidades a todo momento no Yung diz a psique cria realidade a todo momento então eu tô eh com meu meu estado mental eu tô vibrando e vibrando eu queio um campo tanto temos vibratório quanto tempo de imagens né formas mentais que o pensamento é matéria e ao mesmo tempo ela ele é um campo que orbita as vibrações de onda e partícula ao mesmo tempo né então tudo começa na mente e o ento vai refletir isso mas como o ser humano é o único indivíduo que que mente né que coteia né ser humano então a gente acaba criando essas personas esses falsos eus que pode funcionar muito bem Desde que não toque na ferida Né desde que não sejam abalados n nas suas condições isso eu tava pensando porque ela também fala ali no início né que as atitudes que caracterizam a pessoa resultam do conv social Então esse verniz que tu estavas falando né então uma parte do nosso comportamento é aprendido socialmente por isso que a gente ensina a criança quando ela vai para quando ela começa né a gente ensina regras de comportamento para ela poder aprender a se relacionar em sociedade e tal e depois ela diz das aspirações cultivadas aí entra essa questão daí realmente dos valores éticos dos valores espirituais que que que a pessoa tem e

a poder aprender a se relacionar em sociedade e tal e depois ela diz das aspirações cultivadas aí entra essa questão daí realmente dos valores éticos dos valores espirituais que que que a pessoa tem e eu me lembrei muito da fala do Paulo de Tarso né eu não faço o bem que quero mas o mal que não quero né e eu me lembrei assim a gente às vezes é tenta ser bem comportadinho né fazer tudo certinho e aí daqui a pouco a gente é tomado por aquele complexo e e e vira um bicho e diz meu Deus quem é essa pessoa se comportando desse jeito né então existe também todos esses fatores a gente precisa da Cultura né do do do ambiente que a gente tá que tem uma parte do nosso comportamento que a gente ainda Precisa dessas normas Porque nós não temos a ainda todos esses valores eh desenvolvidos dentro de nós então a gente precisa dessa contenção né Mais ou menos assim mas a a vão existir aspectos do nosso comportamento que não vão ser suficientes para conter quando a gente é tomado por exemplo por essas forças inconscientes né E daí essa questão da gente se conhecer porque com certeza já aconteceu com todo mundo isso né de levar uma uma Fechada no trânsito acontecer alguma coisa onde a gente que é super izado e educado ali se vê se comportando de uma forma que nós mesmos rechaçamos né Eh eu a primeira lição de Emmanuel né no livro pensamento e vida ele fala sobre uma lição tão o espelho da vida né quanto que a mente é o espelho da vida que tá sempre se refletindo em toda parte né E nós nos refletimos então e esse pequeno esse pequeno trecho do do texto sub comportamento é interessante que J aparece que vai afunilando e most chegando a um ponto Central que é como que eh como que na verdade é a mente que tá sempre em exercício né plasmando plasma ideia a ideia que vai virar uma atitude vira a palavra que é verbalizada e a ideia de como que isso representa o movimento da intimidade do ser em relação a ao outro né de fato o comportamento muito bem colocou o Gelson ele é uma uma síntese final de processos

verbalizada e a ideia de como que isso representa o movimento da intimidade do ser em relação a ao outro né de fato o comportamento muito bem colocou o Gelson ele é uma uma síntese final de processos interiores estão acontecendo até que ele se manifeste né então como Manu fala né o reflexo o reflexo mental que a todo instante tá sendo Instigado em nós na nossa relação com o mundo é o alicerce como nós construímos a vida né no seu sentido mais profundo né vida com v maiúsculo então que a gente possa pensar nesses objetivos mais eh proficuos e profundos em torno de como como que a gente de fato eh externaliza o que a gente faz mas na verdade como que conscientemente a gente tá elaborando esses processos para que a gente tenha e não aqui no sentido moralista né o comportamento a atitude mas numa de uma consciência ética que se plasma em comportamentos que sejam mais vivificantes da vida né em amorosidade em Fraternidade em solidariedade em possibilidade de termos pessoas melhores né com certeza e aí eu acho que é uma questão importante porque para que esse comportamento seja realmente um ato realmente plenamente deliberado com uma ação lúcida né E não uma reprodução apenas do coletivo aonde ele é uma persa uma máscara social a Joana propõe então o autoconhecimento Então ela fala que somente o autoconhecimento favorece o comportamento com as possibilidades de desenvolvimento pessoal estruturador profundo do ser imortal Então esse comportamento se espera que ele seja cada vez mais uma resposta realmente lúcida se a mente é o espelho da Alma né E a e ela reflete a vida então enquanto dinâmica o que o que tá fora também tá dentro então a vida vida material é um reflexo do Espírito então quanto mais eu tiver consciência de mim mesmo mais a minha capacidade de atuar e da forma esse mundo de maneira que esse comportamento reflita cada vez mais realmente a minha Essência Imortal Como diz Joana di então o autoconhecimento é o empoderamento para que esse comportamento seja realmente eh Genuíno

neira que esse comportamento reflita cada vez mais realmente a minha Essência Imortal Como diz Joana di então o autoconhecimento é o empoderamento para que esse comportamento seja realmente eh Genuíno no sentido que ele realmente reflita né né uma uma um refletir a consciente lúcido né E não aquele aquela espelho embaçado né onde a vida tem que me espelhar para mim acordar né Ou seja eu eu me comporto inconscientemente porque eu não né E a vida então na lei de cas feita me me devolve para mim mesmo né a realidade para que eu possa despertar e gerar consciência né então eh é interessante a a a pedagogia Divina né na na na na nessa dinâmica do do da lei de causa efeito mas o autoconhecimento garante que eu posso fazer esse caminho por mim mesmo de uma maneira mais criativa mas aí com com esses valores que o Thiago colocou de uma maneira que eu posso compor né Eh de maneira mais rica mais profunda mais bela e mais proveitosa n né para mim e pros outros A ideia é que a gente consiga né cada vez mais essa coerência entre o pensar o sentir e ho agir né sim e daí ela entra na questão da personalidade né é e e ela faz realmente essa diferença porque a personalidade realmente é uma objetivação da individualidade né Há uma complexidade maior mas dela dela inclui na personalidade Justamente esse esquema que tá ligado à Persona né então a personalidade inclui o que é autêntico né que é o o eu profundo e real mas que pode tá em distonia com esse eu profundo porque reflete na personalidade outros aspectos meus que também tá ligado ao Espírito mas enquanto minha insegurança meus medos minhas carência minha ainda ignorância e etc que vai impondo para mim arranjos de interesse de mimetismo de facilidades aparent da qual eu eu construo o o meu jeito de estar no mundo né dentro dessa dessa dimensão da minha eh forma de estar e de ser eh enquanto personalidade refletindo Então esse vários aspectos do meu ser né E que nem sempre e reflete né o ser essencial porque ela vai falar do parecer ser né e

da minha eh forma de estar e de ser eh enquanto personalidade refletindo Então esse vários aspectos do meu ser né E que nem sempre e reflete né o ser essencial porque ela vai falar do parecer ser né e não do ser sim é é interessante eh eh um ponto que nesse primeiro parágrafo que me chama a atenção eh o quanto que no ponto médio da evolução do Espírito ainda na Terra como que nós somos suscetíveis a essas imposições das leis e dos costumes como isso eh imprime em nós as marcas muito Profundas e até naquilo quando o Jung fala sobre o indivíduo vai se diferenciando do coletivo no sentido psíquico eh Há um há um movimento ainda muito comum que é esse comportamento de massa de como é difícil nos diferenciarmos e que para nos reconhecermos identificados reconhecidos valorizados egic muitas vezes nós nos deixamos levar por essas Marés né de de signos de representações na cultura e que na verdade são representações transitórias do que a cultura apresenta numa Encarnação para indivíduo mas por exemplo eh existem aspectos mais profundos da personalidade se a gente for pensar que muitas vezes permanec em muitas encarnações e se imprime se gravam certos traços em que o indivíduo para conseguir no curso do tempo eh ir Se desidentificar desses processos para que ele possa ser construir uma nova jornada eh é Um Desafio então ainda que a personalidade é transitória ela pode Em certas etapas reencarnatório eh arraigada em nós e claro cada um tem as suas terá as suas necessidades específicas nesse campo né ela cita por exemplo as experiências na sexualidade experiências na cultura na inteligência na ar e um aqui que não coloca no poder eh a eh apenas como uma reflexão né a Aquele momento aquele Episódio mediúnico né que constam que acontec o petrier quando charc né A A médium ela a a a paciente ela é levado o estadoo de hipnose e depois ela passa dizer que ela era o espírito de Galeno naquela naquele momento eh Ela diz que o Espírito de Alexandre o Grande de César e de Napoleão era o mesmo

e ela é levado o estadoo de hipnose e depois ela passa dizer que ela era o espírito de Galeno naquela naquele momento eh Ela diz que o Espírito de Alexandre o Grande de César e de Napoleão era o mesmo espírito sendo essa informação fedna ou não vamos imaginar que é via digna perceba que nós estamos falando de um espírito que está 2200 anos com características associadas a poder a força e que de alguma forma ele vai repetindo certos padrões então a personalidade ela de fato ela se modela né pelas condições sociais econômicas culturais de cada existência Nossa então a gente tem um desafio de não D pegarmos que é transitório e aproveitarmos isso para poder produzir a alma né é ele é transitório mas é um transitório que leva muito tempo né Essas marcas anímicas essa coisa do animismo né O que é da nossa própria alma e que tá realmente arraigado e que às vezes leva séculos séculos PR gente fazer consciência ou mudar alo aluma coisa então eh e e apesar que a gente precisa disso né thago porque a gente vê assim quanto o social ainda funciona infelizmente funciona como um freio paraa barbárie né porque quantas quantas vezes assim a gente tá num eh no trânsito né viajando na estrada eh vira um caminhão de vinho ou de galinha todo mundo para para roubar as galinhas para pegar vinho para levar para casa né as pessoas abrem mão dos comportamentos sociais e a índole dela aparece né agora que a gente vê nesses estmos políticos né que quantas Quantas coisas fori autorizada a mostrar que já tinha dentro de si mas que a sociedade inibia de uma certa maneira então claro que a rigidez eh não é a conduta certa para o comportamento e sim o esclarecimento a educação verdadeira né mas ela quanto mais primitivo é o espírito mais ele precisa de de uma consciência coletiva ainda para poder eh dar uma direção para ele dá uma compostura né mas chega o momento que o coletivo pode inibir também o individual e impedir que que que a experiência criativa e e positiva apareça Então esse jogo n entre o

uma direção para ele dá uma compostura né mas chega o momento que o coletivo pode inibir também o individual e impedir que que que a experiência criativa e e positiva apareça Então esse jogo n entre o coletivo individual ele é muito complexo e tem essas marcas que realmente daí a gente assimila como hábitos padrões que permanecem né fala dos arquétipos que são atualizados enquanto caminhada evolutiva de cada um e permanece padrões repetitivos durante várias encarnações e romper realmente não éc por isso que num outro momento ela diz que qual que é a mudança mima a gente faça numa Encarnação vai ter uma repercussão muito pode ter uma repercussão muito grande no espírito né Uhum Então E aí essa questão do autodescobrimento né sim é E aí o desafio que ela coloca aqui no final desse item de que a nossa personalidade reflita realmente o nosso ser real ou seja que a gente seja verdadeiro né e não só verdadeiro mas realmente condizente com a nossa dimensão cé que é o espírito viver como espírito pensar como espírito agir como espírito né porque a gente muitas vezes a gente assimila o espiritismo de maneira muito racional mas não do ponto de vista do coração e aí a gente não a gente é espírita só da boca para fora mas a gente não se comporta como Espírita se comporta ainda nesse padrão mais coletivo Vamos pró o item alguma coisa mais desse item que vocêes queram colocar podemos pro próximo né identificação que ela vai paraa identificação alguém quer falar um pouquinho sobre isso é um é o é uma condição psíquica da natureza né a gente estabelece essas vinculações né a gente nesse processo psicológico a gente vai buscando a construção da alma se dá e quandoa coloca muito bem né Isso se dá externa e internamente ã e dando continuidade até o que falávamos sobre essa questão da Cultura a nós nós somos imersos nesse Cao a gente reencarna em certas condições em que de uma forma ou de outra nós seremos tocados nós nos identificaremos com esses processos né mas ela traz muito um contexto que não é

omos imersos nesse Cao a gente reencarna em certas condições em que de uma forma ou de outra nós seremos tocados nós nos identificaremos com esses processos né mas ela traz muito um contexto que não é apenas algo passivo mas eh que se dispõe em torno das ideias de lutas e de conflitos e assimilação porque por exemplo tem uma personagem muito muito bonita na obra tragédia de Santa Maria do do Bezerra né pela mediunidade da Ivon Pereira que é espírito Paloma e aí Paloma tá reencarnado numa comunidade eh e periférica do Rio de Janeiro e o Dr B faz uma descrição cultural da época do que que eram os costumes daquela época naquela comunidade e é um espírito que já tá num grau de consciência adquirida que aquilo que todos estão envoltos imersos né Eh tendo seus desejos instigados e ela não tem isso ela já tá num lugar de condição de consciência que aquilo não é mais para ela o desejo que atrai Então acho para certos Espíritos é até mais fácil um processo de como eles se identifica ou não com certas ideias com certos valores e que Campo mais coletivo nós sabemos que todos nós estamos nesses processos né de construindo a maneira como a gente is se desenvolve me chama atenção o uso que ela usa o conceito do apego Nos quais o apego assume a condição mais importante que que vocês acharam dessa ideia do apego e ela fala de dois tipos de apego ISO que eu acho interessante né o apego externo e o apego interno acho muito interessante a maneira como ela constrói essa ideia porque o apego é a base da ilusão mesmo né Se a gente for lá no budismo né o apego é a base do sofrimento e apegar é ficar no transitório porque o apego é é tu tomar a parte como um todo é pegar o transitório como essencial né então no apego Tu abre mão do Essencial em nome de uma identidade dessa identificação por algum tipo de valorização então o apego externo porque eu quero ser aceito pela pela minha comunidade então todo mundo fuma eu também vou fumar então é um apego externo e mas que não é tão tão forte internamente agora ten um apego

o o apego externo porque eu quero ser aceito pela pela minha comunidade então todo mundo fuma eu também vou fumar então é um apego externo e mas que não é tão tão forte internamente agora ten um apego interno que é é o meu vício de fumar por questões do apego enquanto carência enquanto algum outro movimento que me move e da qual eu não quero abrir mão daquele lugar né de gratificação infantil E aí eu tô num apego interno que faz eu fumar Então esse meu fumar pode ser tanto por um apego externo como apego interno ela vai falando dessa dessa identificação que vai refletir ainda justamente né Eh eh condições né então apego condicionamento identificação identidade para mim tudo tá ali muito interligado aqui quando ela tá falando desses processos que que a gente vive né Tanto do ponto de vista interno comoo externo e eu pensei aqui no apego também respondendo tua pergunta Thiago nessa questão quando ela fala que o apego interior né Eh que o apego externo é menos danoso do que interior fiquei pensando nesses padrões que a gente se apega também padrões de comportamento de coisas que a gente traz e que é difícil às vezes de abrir mão né nesse sentido eu me identifico tanto por exemplo com um aspecto mais vitim que isso acaba determinando a forma como eu vou vivendo a minha Encarnação por exemplo né e como é difícil desapegar desses padrões que estão construind construídos ali né E que eh e que vão dar o colorido com que eu vou ver a minha a vida e com que eu vou aceitar as experiências que a vida me traz eu pensei nesse sentido tem uma dimensão também de fantasia né como as fantasias constroem realidades que a gente passa alimentar e eu não sei vocês mas tem uma cena do daquele filme Cinema Paradiso em que o extin uma princesa morava numa torre passou um soldado Ah eu quero que você seja minha e ela olha para para eu ser tua Tu vai ficar então embaixo aqui da minha janela sem dias e sem noites Sentado aí quando se terminar sem dias eu serei sua no 99º dia à noite ele se levantou e foi embora o que aconteceu

ara eu ser tua Tu vai ficar então embaixo aqui da minha janela sem dias e sem noites Sentado aí quando se terminar sem dias eu serei sua no 99º dia à noite ele se levantou e foi embora o que aconteceu bom temos mil explicações aqui mas pode ser a quebra de uma fantasia a quebra desse lugar da ilusão né me submeter a esse lugar submeter a uma relação dessa natureza ou será que eu sou suficiente para essa mulher que me exigiu tanto bom as possibilidades são muitas mas tem a ver com o lugar onde nós colocamos o nosso a nossa alma né como a gente em torno do que a nossa alma passa a gravitar e como muitas vezes o desejo né Eh ele tem um um lugar que pode ser um lugar muito perturbador e um lugar labiríntico paraa Alma no sentido de realização né que vai ser sempre insuficiente por ser uma ilusão e uma fantasia né é a fantasia tem isso né Tem uma dimensão ilusória mas também a fantasia é o alimento da alma né é a base da criatividade então tem essa fantasia enquanto meta Anseio e necessidade da Alma que se projeta no mundo e tem esse essa fantasia ilusória da que a gente cria uma imagem que não é real e que se apega nessa imagem como tá colocando e que sustenta daí a nossa o nosso movimento né então Eh porque eh Tudo começa lá se tudo começa lá na mente né tudo principia pela fantasia também né E tem boas fantasias né o poeta que cria né o artista né o músico então a fantasia tem Esse aspecto agora tem realmente da ilusão realmente né Desse apego que daí é o que tu coloca no outro né E aí é é um tipo de violência psicológica que tu faz nesse apego interno tu eh eh distorce a realidade né numa projeção para poder manter aquela fia que me sustenta na minha ilusão em relação a ao que eu quero o que eu espero o que eu desejo seja o que for né E aí a gente vê realmente as pessoas identificadas né Tem gente que eh uma vez uma entidade falou assim que que eu e o e o Gilson meu irmão G fomos escravos do meu pai e numa outra vida e e que nessa vida continuava continuava sendo e de pada né

cadas né Tem gente que eh uma vez uma entidade falou assim que que eu e o e o Gilson meu irmão G fomos escravos do meu pai e numa outra vida e e que nessa vida continuava continuava sendo e de pada né Ou seja a fantasia do meu pai continua a mesma né de ser um feitor de escrav e e mudou o cenário mudou a composição mas a fantasia dele continuaa a mesma sustentando aquele mundo da qual ele tava acostumado né então isso isso realmente acontece né gente até chegar na ideia de individualidade né que que que que é diferente da ideia de indivíduo que ela falava no início que indivíduo quando falei dessa base mais mais mais indefinida aqui a individualidade né se refere realmente a dimensão mais eh única né singular de cada um que é o próprio espírito então que ela chega então ela vai vai vindo né ela vai no começo falando de pessoa a diferença de indivíduo daí ela vai indo vai trazendo a consciência chega no comportamento na personalidade na identidade dação Até chegar na individualidade né E aí ela coloca o indivído como esse essa conquista de mim mesmo né Eu como indivíduo indivído quer dizer o ser não dividido a etimologia da palavra indivíduo ser não dividido e que se aproxima da de uma ideia que não tá aqui no texto mas tá de aluma maneira presente que é a individualidade que tá se individuando né que se aproxima da ideia junguiana né de como que a alma vai tá nesse processo né de realizar-se então uhum eh mas ela parece trazer uma dimensão de uma consciência que já sabe para onde ir entende a ideia de que sei o que fazer talvez me estou me conhecendo já me compreendo em dimensões mais mais profundas então parece que quando ela fala de uma individualidade que é o espírito né mas me traz uma ideia de que não é o conceito por si mas um conceito de um do espírito que já sabe eh os caminhos a jornada ser realizada não sei se essa interação está tem a ver com a consciência também ou seja consciência hum com com Conquista com aquilo que eu sou enquanto aquilo que eu conquistei

os caminhos a jornada ser realizada não sei se essa interação está tem a ver com a consciência também ou seja consciência hum com com Conquista com aquilo que eu sou enquanto aquilo que eu conquistei como como trajetória própria isso seria isso isso isso Será que não é o que ela diz depois no finalzinho porque ela fala da consciência livre né que é o ser Total a pessoa individualidade eterna Então essa consciência livre né Talvez isso né essa capacidade daí que a gente tem né que o que o espírito tem de escolher né de de de de desejar de que né de ser plena ela fala aqui daí em Plenitude né plenitude e potência uhum é na verdade se a gente for colocar no no sentido exato do termo né na ideia de individuação Isso é uma construção né quer dizer quanto mais eu saio do inconsciente coletivo e vou para processo individual né mais particular mais múltipla natureza a multiplicidade tá vendo da tem a ver com a particularidade das coisas então esse essa individualidade eterna que ela coloca aqui tem essas duas dimensão de individuação do Jung né E você porque eu sou a uma pessoa dividida a gente é neurótico a gente tá em conflito ainda né então a gente não é integrado a gente não tá ainda numa relação de integração Então tá individuando ou seja ess busca de totalidade então indivíduo aqui como essa totalidade do ser né porque falei é o ser pleno e potente que que alcançou a autorrealização Então realmente aqui a ideia de de individualidade tá muito ligado de individuação a busca da plenitude da totalidade do meu ser e de uma certa maneira então eh a ideia de self também né Ou seja a consciência da do meu ser essencial Então essas duas coisas aqui tá ligada a ideia de individualidade Uhum E eu lembrei daquela num trechinho da mensagem de Paulo Apóstolo no dos Espíritos que fala um pouco do tanto que o ego então ele passa a a a deixar de gravitar em torno as suas próprias questões egóicas e passa a a se integrar numa relação né de contato com a alma e sua profundidade e Paulo coloca isso

tanto que o ego então ele passa a a a deixar de gravitar em torno as suas próprias questões egóicas e passa a a se integrar numa relação né de contato com a alma e sua profundidade e Paulo coloca isso numa outra linguagem que seria o o espírito gravitar para uma unidade Divina né E que seria o fim da humanidade né a ideia simbólica né da de como que o o espírito ele amadurece como ele evolui ele traz a ideia de Justiça amor e ciência que é uma ideia bastante sintética em torno desse Manancial de potência que nós temos em torno da busca pela verdade pela virtude e pela Plenitude né com certeza o nosso tempo já tá esgotado então a gente vê quanto são conceitos complexos e ricos que a benfeitora sintetiza aqui para poder dar uma ideia né desses ser consciente que é o tema do livro e Então no próximo encontro a gente vai continuar no mesmo Capítulo agora focando os fatores de desequilíbrio né então a gente fez toda uma construção ligada à ideia de indivíduo de personalidade assim por diante agora Quais são os fatores que perturbam esse processo então contamos com vocês no próximo encontro para dar uma dar continuidade a Esse estudo maravilhoso da nossa prefeitura Joana deangeles agradeço aqui o thgo a Marluce até o próximo encontro um abraço a todos

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