T6:E5 • O Ser Consciente • Ser e pessoa (Parte 02)

Mansão do Caminho 06/02/2025 (há 1 ano) 1:05:20 210 visualizações

Em mais um episódio desta série de videoaulas, Gelson Roberto, juntamente com Cláudia Semeghini e Tiago Rizzoto, prossegue com a análise do segundo capítulo, intitulado "Ser e Pessoa", extraído do livro "O Ser Consciente". No presente encontro, o trio foca especialmente o tópico dos "fatores de desequilíbrio", explorando os elementos que compõem os aspectos intrínsecos de nossa natureza, os quais podem impactar negativamente nossa saúde. No referido capítulo, a autora espiritual Joanna de ngelis inicia a abordagem de questões relacionadas ao bem-estar, englobando fatores ligados ao equilíbrio mental, à harmonia orgânica e ao ajuste socioeconômico. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #fatoresdedesequilíbrio

Transcrição

queridos amigos um grande abraço a todos que nos assistem nesse momento especial de mais um encontro da série psicológica Joana de Ângeles nós que estamos estudando o livro do volume C né o ser Consciente e hoje em especial o capítulo do que no encontro anterior já víamos trabalhando o capítulo com o tema ser e pessoa focamos nesse primeiro etapa que é a pessoa onde Joan apresenta vários conceitos importantes né E hoje vamos dar continuidade ao Estudo com o item fatores de desequilíbrio né Então tá aqui conosco a Cláudia o Tiago para poder colaborar nesse assunto importante que são justamente os elementos que constitui essa dinâmica Aonde a saúde é botado em cheque né por elementos que constituem fatores da nossa natureza né quando J falava antes no no enquanto anterior a gente viu sobre comportamentos personalidade identidade né e e e até chegar na idade que é a essência do espírito né então ela dá essa visão abrangente né da da da dessa realidade psíquica e agora começam a falar justamente né da das questões que que envolvem o bem-estar que é um uma a reunião de vários fatores né Tanto do equilíbrio mental que ela coloca aqui como da harmonia orgânica e também do ajustamento socioeconômico acho interessante que Joana é sempre ela um um viés também social e cultural junto ela ela realmente tem uma compreensão bastante Ampla e completa do que envolve a dinâmica do ser humano né e a partir disso ela começa então Eh trazer para nós né como é essa esse movimento todo nas nossas energias internas pode entrar em distonia gerando O desequilíbrio Então vamos começar a pensar né gente nessa as questões que ela tá trazendo né que envolve essa essa perturbação né da Saúde ess fator desequilíbrio alguém quer trazer o que o que que tá pensando a partir da leitura desse item eu vou vou vou só passear por onde você já trouxe né Gelson eh antes de mais nada eh dizendo que é sempre uma grande alegria est aqui nesse encontro né conosco com os amigos que que estão sempre aqui nos acompanhando à distância

r onde você já trouxe né Gelson eh antes de mais nada eh dizendo que é sempre uma grande alegria est aqui nesse encontro né conosco com os amigos que que estão sempre aqui nos acompanhando à distância e com vocês dois um grande prazer eh e aí eu fiquei pensando quando você falou dessa coisa do biopsicossocial né como a Joana agrega tudo isso né ela não deixa nada de fora né Então essa saúde é uma saúde completa né numa completude né num num estado pleno de harmonia que é o que todos nós desejamos nãoé e E aí ela Ela traz isso né que quando não se tá em equilíbrio com essas três vertentes pelo menos que você já citou né mental orgânico e o socioeconômico a saúde fica perturbada né ou seja o equilíbrio fica perturbado né a energia despendida ela ela fica em ordem né por conta da dos conflitos que surgem em cada setor desse né E aí redunda num num conjunto como ela disse num conjunto que fica desarmônico né E aí ela vai falando aqui logo em seguida da energia né então como nós somos compostos o espírito é composto por essa energia né esse essa esse fluído Vital que nos acompanha ao longo de toda a nossa existência e que por conta desses desajustes e da forma como a pessoa enfrenta isso né porque cada um vai enfrentar de uma maneira a partir dos registros que se tem dessa vida da vida passada né e a partir do momento do do de como ela olha paraa sua vida cada um vai enfrentar de uma maneira né E aí essa energia é dispendida eh para além da conta né de forma inadequada como nós vamos ver mais a seguir e vão provocando essas desordens que ela traz como enfermidades né e a gente fala enfermidades do corpo enfermidades da Alma né Eh a gente não pode deixar de de ver o quanto Joana ela se conecta com as concepções contemporâneas do que seja saúde né a referência que temos mundialmente é a UMS né oração mundial da saúde e que que transcende uma compreensão clássica de uma Harmonia apenas o corpo físico e passa dimensionar a saúde pras condições psicológicas relacionais sociais econômicas culturais

ão mundial da saúde e que que transcende uma compreensão clássica de uma Harmonia apenas o corpo físico e passa dimensionar a saúde pras condições psicológicas relacionais sociais econômicas culturais e que de alguma forma cria uma espécie de uma miríade de perspectivas como feixes que vão se entrelaçando paraa definição do que é saúde então e é um processo que é dinâmico então pensando no mundo que nós vivemos ainda Nas condições ainda de evolução do nosso orb é bem provável que dimensões desse processo né estejam implicados em prejuízos ou precarizadas e isso são desafios pra alma no campo da experimentação da vida e teste paraa Alma no campo da própria maturação psicológica espiritual então pensarmos em condições em que bem-estar físico mental social estejam bem alinhados é bem É raro isso eh né pensamos nas bilhões de almas encarnadas então eu gosto do que ela traz em t essa perspectiva de mostrar né Essa unidade e que é uma dicotomia teórica entre corpo e alma corpo e espírito e pensando per espírito mas temos um um processo que é uma unidade então é o que afeta o corpo repercute na alma o que afeta a alma repercute no corpo Então temos aí a complexidade do que é uma definição de se alcançar em torno desse corpo denso de um corpo mais Sutil e da Alma como essa centelha que que né que busca aprimoramento no campo e justamente nesse Campo da Saúde paraa expressão da Alma no seu processo evolutivo né É ela ela é uma coisa importante nisso tá trazendo naé thago é que qualquer movimento do Espírito reverbera no corpo né e de uma certa maneira também o que o que o corpo eh é afetado né pelo Espírito traz também pro Espírito Então a gente tem Realmente esse campo né de de influência de diálogo entre uma uma dimensão e outra formando na verdade essa unidade Mas uma coisa que eu achei interessante na na na colocação ela né porque esses processos eles não são e apesar de serem imediatos e eles ganham um um um um tempo para coagular e para desmanchar assim como eu construir um

achei interessante na na na colocação ela né porque esses processos eles não são e apesar de serem imediatos e eles ganham um um um um tempo para coagular e para desmanchar assim como eu construir um tempo eh eu tive que levar um tempo para construir um sintoma não que essas coisas não estão repercutindo há muito tempo mas não aparecer de maneira mais estrutural ao longo do tempo eu também tenho que eh levar um tempo para desmanchar Então as pessoas tem essa ilusão Ah mas eu penso bem eu oro eu medito e eu continuo doente né é que isso é um processo né que tá tá tá em jogo E aí isso me lembro do peixotinho que tinha uma dor de cabeça crônica permanente né e e e de uma certa maneira aquela dor de cabeça era o reflexo do passado dele mas também era uma forma segundo a espiritualidade de disciplinar ele de de est muito vigilante Porque como ele tinha eh eh essa media de materialização era muito delicado então de um de um lado eu tinha a esposa dele que funcionava como um suporte emocional e ela tinha e possivelmente era um espírito que veio com ele justamente para fazer esse pano de fundo e a dor de cabeça como um elemento de eh eh eh de orientação de de de medida né de Cuidado que ele tinha que ter então a gente vê quanto é complexo essa dinâmica dos processos eh do comportamento né mas o foco dela aqui eh que eu acho interessante é que é um foton ligado na energia então como essas energias compõem né a nossa realidade e afeta então o nosso equilíbrio o nosso desequilíbrio na dinâmica comportamental E aí o que ela vai dar ênfase nesse nesse momento do capítulo é justamente nos conteúdos emocionais né porque as emoções elas justamente tá nesse espaço que é físico e psíquico ao mesmo tempo que as emoções de da Joana num outro momento são eh remanescente da nossa natureza animal e tem elas são fisiológicas e não podem ser destruídas tem a ver com os impulsos então tudo que é emocional afeta diretamente o corpo então diferente do sentimento que tá num nível mais eh da

a animal e tem elas são fisiológicas e não podem ser destruídas tem a ver com os impulsos então tudo que é emocional afeta diretamente o corpo então diferente do sentimento que tá num nível mais eh da elaboração do coração da alma mas as emoções é do campo fisiológico né então ela vai começar a trazer o quanto esses conteúdos no eh das emoções geram ou saúde ou geram né Eh disritmias emocionais energéticas como ela diz aqui né essas emoções negativas e ela começa a partir disso começa a pensar alguns elementos e que provocam né Essa essa perturbação e é justamente essa educação né a gente pode pensar assim né Educação do do de como a mente procede né de como ela lida com tudo isso né que eh a gente vai tender para um lado ou pro outro né como é que vamos lidar né porque ela diz assim né Elas podem ser eh se bem direcionadas né para o bem para harmonia ou se mal para distonia os conflitos e traumas né e o quanto né como ela já falou de comportamento né o quanto isso vai vai sendo danificado né tanto para nós né paraa pessoa que que que detém esse desarranjo vamos dizer assim quanto para o entorno né então é é importante a gente sempre tá atento a isso e levar pras pessoas a atenção né de que emoção que elas estão sentindo né Para que Porque as pessoas não têm o costume de traduzir aquilo que estão sentindo né muitas vezes pela educação que não receberam e e é lógico que é difícil até né Eu acho que conforme a evolução o progresso da humanidade as pessoas vão começando a se educar e educar aqueles que vê depois né Porque até então é uma coisa muito eh eh tare feira de cotidiana de lidar com a vida né de vencer desafios diários então não se tem o hábito de discernir O que é que tá sentindo e é importante que quando ela coloca isso essa energia bem dire nada para um lado pro outro a gente leva pro lado da educação e pra gente entender o que eu tô sentindo o que é isso né O que isso tá me provocando da onde vem isso isso tá ligado a qu porque isso faz com que a gente vai vá se sensibilizando

pro lado da educação e pra gente entender o que eu tô sentindo o que é isso né O que isso tá me provocando da onde vem isso isso tá ligado a qu porque isso faz com que a gente vai vá se sensibilizando quanto aquilo que tá sentindo educando discernindo e não produzindo mais equívocos conosco com aqueles que estão conosco né então a Joana ela é sempre umuc né porque ela sempre tá trazendo para nós mas ela vai fazendo com que a gente reverbere isso pros demais né e eu acho bem interessante isso E aí como você disse ela vai começar a trazer né o quatro quatro formas que ela considera que são em desajuste São muito perigosas né E aí ela fala da autoanálise só completando né que que que esse raciocínio né quer dizer quanto é importante a gente fazer essa nossa autoanálise para que a gente possa ensinar o outro a se autoanalisar né Assim como as crianças né as pessoas que lidam com criança né O que que você tá sentindo mas me explica né então assim ela vai lidando com as emoções dela né Obrigada tiai eh nós estamos o texto ele é curto mas olha como ele é denso um conjunto de informações que traz eu acho que uma coisa importantíssima que tem no texto que vocês estão trazendo já e que quem for ler depois se aprofundar é não esquecer justamente essa perspectiva de um processo que se dá desequilíbrio adoecimento mas que são processos que refletem dois aspectos que estão acontecendo forma concomitante Então a gente tem assim eh acometimentos físicos daquilo que nos visita em termos de adoecimento e que refletem né condições muitas vezes de problemas emocionais que temos em vida ao mesmo tempo também emocionais psicológicos sociais né espirituais mas de forma complementar como se fosse uma outra facee do processo os nossos conflitos subjetivos eles também se expressam nas manifestações orgânicas e a gente não pode deixar de trabalhar essas duas dimensões de como elas dial na exão da saúde ou da adoecimento os autores já tratam na Perspectiva psicossomática é interessante porque a

es orgânicas e a gente não pode deixar de trabalhar essas duas dimensões de como elas dial na exão da saúde ou da adoecimento os autores já tratam na Perspectiva psicossomática é interessante porque a ideia que os fatores emocionais eles influenciam todos os processos do corpo então o corpo ele imprime ele traz consigo marcas de como que as atribulações emocionais espirituais pelas quais nós podemos passar em vida vão refletir no organismo só que ao mesmo tempo os processos somáticos eles também se refletem como que a alma repercute e como que ela reage a esse processo então para estamos falando de dois aspectos de um mesmo processo então Joana Não não ela diz assim não separemos as duas coisas elas estão expressando como que a alma tá se relacionando com a vida e esses processos de saúde e de adoecimento né É porque de uma certa maneira né thgo a gente fala do sistema imunológico a gente fala de um enfraquecimento espiritual e de um enfraquecimento também físico e enfraquecimento físico eh eh de uma certa maneira reflete e também perturba o o o o emocional e o espiritual né porque se eu tô eh numa luta física eu me sinto também eh associando questões ali ou mobilizados por ela que de uma certa maneira vai eh ser geradora de de de questões subjetivas e de processos internos também então eh a gente vê que que esse caudal né de de de de movimento de energia enquanto isso afeta tanto energeticamente mas enquanto também eh a representação das imagens que determinam o nosso ser também no mundo quantas vezes um uma gripe faz a gente ficar regressivo emocionalmente e a gente não fica só emo não só fica frágil fisicamente mas a gente acaba contatando com vulnerabilidade contatando com carências da gente né então com certeza a gente vê que essas coisas são sempre muito eh interligadas tanto de um lado como pro outro num movimento circular né e e e fazendo ao mesmo tempo uma uma única realidade n do nosso processo eh enquanto o o meu estar no mundo né né é bem importante isso

igadas tanto de um lado como pro outro num movimento circular né e e e fazendo ao mesmo tempo uma uma única realidade n do nosso processo eh enquanto o o meu estar no mundo né né é bem importante isso né E aí ela começa justamente falar né dessas aberturas de desequilíbrio que tanto pode afetar a parte orgânica em microorganismos degenerativos com processos mentais também que um puxa o outro que Quanto quanto cânceres quanto tumores não são provocados né por processos de uma alma que tem sofr m a gente tem pesquisas que mostram que que muitas vezes um tumor é desencadeado depois de um ano de algum tipo de luto né perda de trabalho separação luto de alguém que que perto da gente que que morre e assim por diante né então eh eh como esses processos todos realmente estão interligados né bom a gente pode pensar então não sei vocês quando leram esse esse esse esse item mas quando ela diz assim né entre muitos dos fatores de destruição do equilíbrio anot temos o amor eu quase deu um quase polei da cadeira mas ela vai explicar pra gente que dimensões do amor são essas que se expressam em desequilíbrio então Eh toda vez que a gente Lê as obras se a gente fizer um estudo psicológico dos Espíritos atendidos e cuidados nas obras de André Luiz e de mar flo de Miranda nós vamos identificar essas essas essas esses quatro fatores aqui de maneira muito pulsantes né E como eles são eles des arranjam a alma né eles são profundamente perturbadores quando eles não são lidados e cuidados né contento então a gente podia começar falando sobre o amor o que que vocês acham sim el ela põe em Itálico o amor né então el tá se referindo justamente ao campo afetivo né ao campo da não do amor enquanto esse conceito mais Sublime mesmo né então que é realmente um campo bastante eh complicador né na nossa vida né thago quer trazer alguma coisa a partir disso eu tava pensando em uma condição que acredito que é compreensível à alma de todos nós que é a dimensão do amor desejo então jo traz isso se não me

vida né thago quer trazer alguma coisa a partir disso eu tava pensando em uma condição que acredito que é compreensível à alma de todos nós que é a dimensão do amor desejo então jo traz isso se não me engano tá em autod descobrimento me marcou muito essa passagem e ela diz que assim esse movimento do amor desejo ele ele é um ele é um gerador de uma energia que é criativa né mas ele pode se tornar pela maneira como ele é intenso né eem um potencial e um instrumento de escravização da Alma quando não é regulado e orientado né de fato para paraa construção Então ela diz que esse amor desejo né pensando quando o amor é confundido já trazendo o texto dela né com as Sensações mais imediatas do Prazer Ela diz que isso leva a graves transtornos emocionais e a compromissos muito perturbadores no campo dos afetos né então a gente pode pensar até nesse ciclos de Encarnação que muitas vezes as almas se vem envolvidas em processos de tentativas de reparação em torno de um amor desejo ou de um afeto que não foi cuidado que provoca sofrimento no outro e sofrimento em nós então Eh E ela diz da repercussão energética que tem a maneira como essa busca por esse furor das Sensações tem implicações e repercussões energéticas né no no per espírito né E ela comenta sobre esse processo né de demolição das estruturas celulares que a gente vê aqui nas implicações né somáticas desses processos e eu lembrei muito a questão dos desejos do Ego né os desejos que o ego constrói para si e como ele tenta plasmar ele tenta concretizar e realizar essas ambições desse amord desejo né E que é uma dimensão né do do amor mas é uma dimensão ainda bastante egóica n bastante ainda muito próximo de uma dimensão muito instintual um prazer muito instintual eh eu eu acho importante isso eh eu acho que tem essa dimensão egóica enquanto a representação que esses objetos T pro ego né e e eu acho que o amor eh po o amor ambição eh de uma Cira constitui algo mais perto de se ego que é se autoafirmar né na na posse

mensão egóica enquanto a representação que esses objetos T pro ego né e e eu acho que o amor eh po o amor ambição eh de uma Cira constitui algo mais perto de se ego que é se autoafirmar né na na posse e na ambição e o sexo e o amord desejo eu eu já penso em processos inconscientes também né thago porque a psicanálise trabalha o desejo com como uma movido pela falta há uma falta ali que que eu que eu Anseio né Por por algo ou por alguém para preencher uma falta então tem o ego ali né vivendo essa falta mas tamb essa falta já é do nível dos self né que tem a ver com o processo profundo do self e até a esse esse amor desejo pode ser teré a própria projeção do self né porque o outro acaba se tornando muitas vezes endeusado como se fosse um Deus para mim né meu desejo está tão tomado onde outro toma um valor desproporcional como se eh eu eu necessitasse do outro para sobreviver como se eu necessitasse do com fosse fundamental para mim então o desejo tem essa força né fantástica né que de nos impulsionar paraa vida como tá falando né que é uma um movento criativo mas ao mesmo tempo nós estamos arrojados né quando essa representação do desejo tá ligado a processos eh de um de algo não reconhecido em nós então claro uma parte Nossa então que tá ali Então na verdade eu não tô me relacionando com o outro às vezes até o desejo nesse caso desumaniza a relação né ou seja são as projeções arquetípicas as projeções muito Profundas tu não enxerga o outro tu enxerga aquilo que tu necessita enquanto desejo né E aí que realmente ela se torna algo muito perturbador eh pelo excesso que tu depa no outro e ao mesmo tempo pela negação do outro tu nega O outro quem ele é e o outro fica escravo de uma fantasia tua né E se ele não corresponder aí dele né E aí aí de mim também então é realmente algo muito perturbador todos nós que já vivemos em algum momento esse tipo de de paixão de desejo a gente sabe quanto ele é Avassalador né E quando ele tá apando no sexo daí realmente fica junto com isso essa gratificação primária né como

á vivemos em algum momento esse tipo de de paixão de desejo a gente sabe quanto ele é Avassalador né E quando ele tá apando no sexo daí realmente fica junto com isso essa gratificação primária né como se self corporal né fosse ali vivido nessa identificação muito básica eh muito regressiva né e e que acaba gerando uma fixação naquela naquela sensação e da qual eu fico também de uma prisoneira até porque a a troca sexual é uma troca de alimento de alma é uma troca que vincula é uma troca de uma cer maneira que compromete né então isso de uma certa maneira a pessoa fica acostumada querer buscar no outro esse alimento né E que de uma certa maneira se torna também um vício então com certeza temos questões bem complexas aí não sei como é que tu vê Cláudia isso que a tá trazendo eu acho bem sério isso né que vocês estão trazendo né porque ess desjo que eh de completude como você disse né um desejo de de de estar pleno de encontrar ess eh ess esse esse outro eu que o completa né mas que na verdade é um desejo né Desse self Mas como isso tá svaj como a Joana fala né Tá embrutecida svaj desmesurado e aí eu acho que a gente volta a a tocar naquilo que a gente vem falando antes né eh eh da falta de conhecimento da falta de mergulho em si né de reconhecimento do que se deseja Qual o sentido da sua vida né O que se busca E aí é uma Total eh eh eu vejo como uma total desorientação porque se a pessoa não se entende né não sabe o que se o que ela deseja né O que o que esse desejo ela ela não entende o que ela busca né Para que ela ela possa sentir completa Então esse desejo ele é um cavalo selvagem né que ele tenta dominar tudo dominar todos né consumir né a gente fala do sexo como uma consumação né de de energias que não é uma troca né e a gente vê muito isso né pessoas dependentes sexualmente né precisam disso para Porque como você disse é sempre uma busca de completude mas totalmente ineficaz né então a gente vê muito isso né então e eh essa sofreguidão né E e aí eu queria voltar

ualmente né precisam disso para Porque como você disse é sempre uma busca de completude mas totalmente ineficaz né então a gente vê muito isso né então e eh essa sofreguidão né E e aí eu queria voltar na primeira frase que ela diz assim que isso é o grande Demolidor das estruturas celulares esse amor né com em Itálico que você coloca né é um grande Demolidor das estruturas celulares então como isso afeta né afeta as estruturas celulares e que ficam Complet ente desorganizadas né perdem a harmonia e e por conta dessa dessa busca né Desse Amor aí e a gente vê muito né na vida atual a onde isso vai levar né na dependência sexual como nós dissemos né tantos transtornos sexuais né tantos envolvimentos perigosos né a gente V nos feminicídios né que é a posse né que que se vê muito última mente né as estatísticas estão grandes relações dominadoras né relações de de de hierarquicamente eh diferenciadas né não são seres humanos não são pessoas que se juntam né Sempre tem uma coisa de de poder e a outra de submissão né então a gente vê assim esse ser humano é extenuado esgotado né nessa sofreguidão buscando aquilo que nutre a sua alma mas que tá completamente desconectado com o verdadeiro sentido né da sua vida que vai nutrir a sua alma né E além disso né Cláudia além de não nutrir vampiriza né tu tu se esvai né nessa ansiedade de buscar tu em vez de de ter energia Tu perde energia e aí tu pode ser usado também por irmãozinhos desencarnados né que precisam também dessas Sensações num jogo de um pacto né de inconsciente ali entre você e as forças e e as entidades né desencarnadas criando justamente um campo né da qual eu fico Prisioneiro então e até porque é muito forte mesmo não é to que Jona fala de um fogo né de um incêndio voraz né que essa existência mental e insensato do gozo desenvolve uma forma de incêndio voraz aia do fogo que queima né e e mexer com fogo tem essas dois perigos n fatalmente outro se queima outro te frustra e às vezes as duas coisas se se queima e se frustra né

lve uma forma de incêndio voraz aia do fogo que queima né e e mexer com fogo tem essas dois perigos n fatalmente outro se queima outro te frustra e às vezes as duas coisas se se queima e se frustra né porque realmente tá mexendo com algo que que é muito poderoso né e e tu falava da do Demolidor de células né das celular e mas o Demolidor também das estruturas psíquicas quando a gente enlouquece né como tu falou do feminicídio quant a gente surta quando a gente acaba a vida fica muitas vezes é uma vida obsessiva em relação um ao outro e outras coisas ou mesmo no próprio processo de aprisionamento sensório como a gente tá colocando aqui né Desse gozo Frenético mas superficial intenso que intensidade não quer dizer profundidade a gente confunde isso ah uma experiência intensa eh foi intensa mas muitas vezes não tem realmente eh aquela profundidade que a intimidade dá né Então as pessoas confundem muito uma coisa com a outra não é à toa que a paixão evolui para o amor ou não né então tem aquela paixão que tem o tempo de apaixonamento e evoluir para esse amor Mais maduro né que não é dessa intensidade mas da profundidade né eu tava aqui ouvindo vocês e até que ponto entende os bastidores daquilo que se observa né esses comportamentos né que fantasia de realização é essa que parece desejar né Tem parece um processos muito primitivos às vezes de aiar do outro devorar o outro uma voracidade né um movimento de Volúpia que Ana é essa talvez a alma esteja buscando uma Plenitude por caminhos ainda um tanto quanto eh vou usar a expressão aqui no cí psíquico né algo muito primitivo que é ter apoderar-se ter para si e até me recordo um uma alguns versos uma canção que diz assim ao final né Eh boa parte de mim vai embora a tua parte que agora sou eu então é quase como se fosse um algo fusional de o outro ele faz parte de um de um processo que agrega um valor que dá integridade dá uma totalidade dá uma plenificação só que a gente sabe que isso não é um movimento que se que a alma tem que fazer não é não é tomando o

de um de um processo que agrega um valor que dá integridade dá uma totalidade dá uma plenificação só que a gente sabe que isso não é um movimento que se que a alma tem que fazer não é não é tomando o outro para si não é fusionando com outro não é criando relações de dependência não é buscando Essa é algo que bastante primitivo né do de uma fantasia de ter para si de devorar tomar para si e que são expressões eu acho do afeto pensando no amor afeto mas que demonstram ainda a imaturidade psicológica que a alma se encontra ainda no campo do seu desenvolvimento né então parece que por trás dessas de cenas que vocês descrevem né daquilo que muitas vezes nós somos visitados como uma notícia que lugar é esse de existência que a Já que você não pode ser meu não será de ninguém ou o teu afeto pertence a minha mais ninguém e esse lugar de se apropriar né de demandar ter para si eh eu não deixo de pensar nos textos da lcl nesse lugar muito ainda muito né que é um um lugar do desenvolvimento que se exige que se quer a Qualquer Custo né a gente pode dizer que isso não é amor mas talvez seja uma florescência ainda de afeto ainda um tanto quanto muito crua né Eu acho que é uma tentativa dessa de fusionar com aquela memória ancestral do lugar que a gente veio né que é essa que que essa que esse pertencimento primário da do bebê com a mãe e do Espírito com Deus né você seja aquele estado indiferenciado ainda né de uma completude de uma comunhão inferior de uma inferior que que se dá em todos os processos de compulsão quando algumas pesquisas comento por exemplo que a pessoa que é dependente químico a sensação emocional é muito parecida do bebê que tá sugando o seio da mãe ou aquela sensação de de entrega de fusão né então eu acho que que é dep fita no outro uma fantasia de completude e e e esquece que essa completude tem que ser contigo né de uma certa maneira e E aí tu me lembrou Falando nisso no capítulo 10 aqui do capítulo a gente vai estudar ainda Capítulo 10 eh mas eu tava lendo um tempo atrás todo

completude tem que ser contigo né de uma certa maneira e E aí tu me lembrou Falando nisso no capítulo 10 aqui do capítulo a gente vai estudar ainda Capítulo 10 eh mas eu tava lendo um tempo atrás todo relendo todo o livro e e nesse capítulo que a conquista de si mesmo ela tá falando justamente da incompletude e ela fala que que e que que todo ser humano que todo espírito necessita completar-se então quando ele tá numa consciência de sono ele também sente necess de completude só que a completude vai ser dentro desse nível de consciência de sono né de uma maneira inferior instintiva e e ilusória Mas é uma tendencia de completarse que vai gerar frustração né enquanto que que essa no superior que eu Anseio por estar de novo ligado a Deus eu o pai somos um só como Jesus coloca né é algo que tem que ser conquistado por nós né num primeiro num trabalho de de primeiro eh se completar a si mesmo né se se realizar na com totalidade para poder de uma certa maneira compor com a vida e aí que eu acho que realmente tem essa grande confusão nossa né de esse de não querer pagar o presso ou de regredir e depositar no outro ou ficar nesses lugares de de desse tormento pelo outro desse desejo ou Desse Amor Sexo ou de posse como como J coloca da própria ambição como uma fantasia onipotente de completude né ou de autoafirmação de nós mesmo e ela resume bem assim quando ela fala quanto mais aspira e flui mais exige e s sofre então quanto mais fica nessas nessa nesse nesse ainda movimento muito infantilizado né Muito não diferenciado mais ele sofre porque mais projeta não é é frustrado né não recebe o que deseja porque nunca vai receber aquilo que deseja é muito maior né nunca vai receber E aí ele ele sofre né E se não logra a realização mas se decompõe perdendo ou matando né então é e como é importante a frustração né Cláudia a gente não consegue lidar com a frustração mas como ela é vital pra saúde da gente né porque a gente não é frustrado a gente fica nessa fantasia como nem a criança não é frustrada é

tração né Cláudia a gente não consegue lidar com a frustração mas como ela é vital pra saúde da gente né porque a gente não é frustrado a gente fica nessa fantasia como nem a criança não é frustrada é fica nessa e fantasia onipotente que ela pode dizer tudo e que nada realiza que quanto mais ela quer então mas as pessoas não suportam a frustração né elas elas elas não aceitam porque elas abdicaram de si mesmo ão na dependência tanto do outro ou nessa voracidade como tu tá trazendo aqui que eh imaginar a possibilidade de eh de ser frustrado de ser correspondido acaba se tornando muitas vezes insuportável para pessoa mas é enquanto fantasia porque não adianta tu a frustração vai acontecer de um jeito outro de várias maneiras na nossa vida e é o caminho do amadurecimento né é lidar com isso né é eu vou só lembrar uma coisa esqueç Vocês vão me perdoar mas eu lembrei eu Existe uma cena muito bonita naquele filme do Ratatui em que o crítico de o crítico do de restaurantes é um homem sisudo a representação do desamor né alguém que perdeu a conexão com a vida com a amorosidade e o que faz ele recuperar o contato com a vida é uma experiência cativa quando ele come o Ratatui e ele é levado em memória lá na infância dele e ele se reconecta com a história dele então é como se uma reconexão com o passado dele com a mãe dele e aquele momento desperta nele uma alegria de construir uma outra história e ele se transforma na outra pessoa mas olha que interessante ele faz esse movimento né alguém que virá fazer isso isso por ele então o resgate da alma dele é Instigado por um por um momento ali mas é ele que faz essa revisitação ele que passao processo é ele que sente ele compreende depende de mim se eu não fizer esse movimento ninguém fará por mim E esse amadurecer de não projetar de não reivindicar de não depender eu acho que é um grande desafio para alma humana na condição que a gente se encontra é muito difícil não sermos traídos ainda por movimentos que a gente reivindica do outro a nossa

car de não depender eu acho que é um grande desafio para alma humana na condição que a gente se encontra é muito difícil não sermos traídos ainda por movimentos que a gente reivindica do outro a nossa saciedade a nossa alegria O nosso conforto o nosso afeto é claro que esse intercâmbio ele é crucial paraa construção da experiência humana mas a dependência ela ainda é um traço bastante infantil que revela que a nossa experiência do amar ela ainda é muito é diminuta ela ainda é uma expressão muito assim de se se aí se existe uma estrela que brilha no no alto como amor na supressão mais bela nós temos pequenos lampejos ainda né na nossa experiência de relação com as pessoas é a tem que entender né thago que o outro é um caminho para ti e para Deus né ou seja e e o outro desvela possibilidades que o amor essa consciência de de compreensão um nível mais elaborado né do que o do do dos valores da alma e e não no no apego né dessa dessa necessidade que al traz que em vez de libertar né e trazer realmente que realmente é o amor nos nos nos aprisiona realmente na na gratificação imediata e e muitas vezes sensória desse dessa memória né tu vê tu tás o a imagem do filme muito bonita né ele recupera a memória de algo que Ele viveu e das experiências não só eh dos Sabores da infância mas do que representa efetivamente isso né na figura eh da mãe eh a partir da da de do do do do do da intervenção do do outro do Ratinho né da da na vida dele e e então ele é grato rato mas eu não eu não preciso ficar aprisionar o outro partir disso né ele ele sabe que ele pode fazer esse caminho como falou assim eu fe esse caminho isso existe dentro de mim o outro lembrou o outro lembrou que isso existe de mim e que eu tenho valor eu tenho história eu que eu tenho coisas minhas importantes e o que ten que cuidar disso tem que nutrir isso em mim né então acho que isso é é é o grande exercício né e e às vezes a gente não quer fazer esse caminho né a gente acaba por nossa pobre espiritual pela nossa

n que cuidar disso tem que nutrir isso em mim né então acho que isso é é é o grande exercício né e e às vezes a gente não quer fazer esse caminho né a gente acaba por nossa pobre espiritual pela nossa arrogância pelo nosso medo insegurança e ela coloca aqui insegurança como um um fator provocador tanto do da angústia como do rancor né como essa insegurança essa não confiança esse desamor inseguro por nós acaba sendo elementos que vão também gerar esses os elementos que ele vai colocar aqui adiante que é a angústia e o rancor né eu fiquei não queria me delongar muito mas eu fiquei pensando assim eh como é como é que uma atitude prática muitas vezes pode começar a movimentar isso esse auto amor dentro da pessoa né Para que ela realmente possa a partir desse desenvolvimento do autoamor Aí sim ela conseguir ir para o outro né e fiquei pensando como a gente vem falando muito de depend o quanto é importante uma pessoa se virar sozinha né muitas vezes morar sozinha dar conta das suas coisas responsabilizar porque ela vai tendo que sair desse lugar Obrigatoriamente né de de maturidade de dependência de depositar no outro a responsabilidade pelo cuidado das coisas dela né então como Às vezes a vida vai conduzindo a pessoa né para Que ela possa sair desse lugar né de mu ir em busca de si próprio né que é o que a gente vem falando aí sim né se conectar né E aí eu acho que entra esse de segurança de diferença porque enquanto na angústia a a a insegurança funciona como um elemento de de de medo de perder né a angústia é eu não tenho controle eu não tenho como garantir isso que eu seio que vai preencher minha insegurança né então eu tô vivendo antecipadamente o medo e a frustração da da perda Então eu fico na angústia né como um um um caso que de de uma carência de um estado de de permanente eh eh perda desse lugar né que vai me angustiando e o rancor já é diferente que ideia né a a insegurança faz com que eu eu eu culpe o outro por essa frustração por pelo Car ruim que me aconteceu da eu fico na mágoa no

lugar né que vai me angustiando e o rancor já é diferente que ideia né a a insegurança faz com que eu eu eu culpe o outro por essa frustração por pelo Car ruim que me aconteceu da eu fico na mágoa no ressentimento cultivando né Eh como se o outro tivesse de uma certa maneira trazido o gosto amargo da experiência e eu fico daí no rancor né na na n coisa do do repassando identificado com a experiência negativa e não consigo sair de lá e fico de uma certa maneira eh me alimentando daí do excesso de sal com a mulher de Ló né estando num estátua de sal que ela olhou para trás né então no rancor tu fica né olhando para trás né nessa não conso elaborar e na angusta tu fica no medo né No medo da possibilidade de de de daquilo se esvair da da tua vida mas os dois são muito perturbadores são situações emocionais muito eh emocionalmente realmente gerador de muito sofrimento na vida da gente né Eh angústia revela a fragilidade do Ego né como se não tivesse controle de nada na vida né um espécie de uma quase uma folha que é soprada pelos ventos né da da existência e E aí vai sendo levada não consegue criar eh bases né não não não não finca elementos constitutivos a para construir a própria história a Joana destaca que são consciências né que o que falta muita Lucidez são almas que se embaraçam com muita facilidade em torno de de aspirações que o mundo coloca como realizações de si próprio então eh ele vai vai experimentando a vida a partir dessas condicionalidades que o mundo apresenta que o outro apresenta então o ego frágil ele acaba sendo de fato esse um lugar de que de expressão da de de angústia e a Joana numa outra obra eu peço desculpas Talvez Seja Amor não bativa amor ela relata que a pessoa se vê envolvida nessa teia emno das próprias da própria condição né e novelada nesses processos que é comum ela perder o contato com a realidade tendo em vista a convulsão dos problemas que que parecem nesse mar revolto da Alma né E ela passa a se concentrar em si própria e não encontrar solução

que é comum ela perder o contato com a realidade tendo em vista a convulsão dos problemas que que parecem nesse mar revolto da Alma né E ela passa a se concentrar em si própria e não encontrar solução nesses processos né e e que leva a processo de fuga desejo de desaparecer até processos né de de de de de querer tirar a própria vida pode chegar elementos mais grav né mas de alguma maneira a ideia é como que a alma angustiada como que a alma que se retroalimenta nesses processos ela pode conseguir sair de um movimento de gravit em torno de si próprio e come a pensar em gravitar em de outros princípios outros valores outras aspirações eu ao que é um movimento que a gente sabe que é difícil mas é necessário que ela saia desse torvelinho do qual ela ela se encontra talvez muitos de nós já não passamos por esses processos ou vivemos esses processos a gente tem que pensar que há um caminho e esse caminho envolve o outro é importante encontrar o outro como auxílio que nos eh possa nos favorecer em torno da nossa condição de buscar saúde né Eh você toca aí nessa impossibilidade de controlar os acontecimentos né que a Joana nos traz né e essa impossibilidade de controlar ela dependendo do Estado de ansiedade de de insegurança realmente provoca essa essa angústia tremenda né que sufoca e e é como se fosse um abafamento daquele eh daquele ser que não né não consegue vir à tona né como se o ego não conseguisse de fato encontrar uma solução ou um caminho de comunicação mesmo que fosse Sutil com o self né o que eu faço nessa situação né então assim esse abafamento total né e e que me vem a imagem esse abafamento né e e e é muito terrível né por isso que o estado de angústia é muito terrível E aí como ela diz da insegurança né Gelson você falou bem da insegurança dos dois lados tanto da angústia quanto do r cor né Eh o quanto o ser eh inseguro eh em demasia não consegue se entregar porque é esse o o e o caminho que a gente precisa fazer né largar soltar né Eh quando o carro tá derrapando derrapando

do r cor né Eh o quanto o ser eh inseguro eh em demasia não consegue se entregar porque é esse o o e o caminho que a gente precisa fazer né largar soltar né Eh quando o carro tá derrapando derrapando O que que a gente faz né pisa no freio tem horas que você tem que largar tudo o carro vai e pode né rezamos para que ele se coloque no no eixo de novo essa imagem que tem né então tem horas que é necessário largar mas como uma pessoa que é muito brutalmente insegura né ela emocionalmente como é que ela vai largar é o contrário ela vai deter e quanto mais ela detém mas ela tem angústia porque a vida vai levando para outros caminhos que ela não deseja né aí qu diga não pode pode terminar não eh cada cada parte dessa fui vendo o como ela descreve né Então se no amor ela diz que é o grande Demolidor das estruturas na angústia Ela diz que é semelhante à densa carga tóxica que se aspira lentamente envenenando de tristeza injustificável é muito duro isso né Muito uma linguagem né forte mesmo porque é uma espécia realmente forte violenta envenenando ser né É É um tipo de uma espécia de morte porque a gente v o quanto a ansiedade de separação angústia que gera a separação é uma das coisas mais terríveis pra gente é uma de morte então essa insegurança né emocional gera essa dependência do outro só pressa de de pensar que tu pode perder e não ter o controle tu fica nesse estado de de de de de angústia de morte né que que vai ser de mim e a pessoa não confia nela Então realmente Quanto mais ela deposita no outro nesse controle né e onde ela não se entrega como tu falou né Cláudia para poder ter garantia mas ela cria uma armadilha para ela mesma né e e porque ela acaba abdicando dela não confiando e reforçando essa essa dependência Esse controle e aí realmente né quando como as coisas se vai eu não tenho como realmente eh garantir a tristeza e e e é é é o peso desse luto né Desse luto de um lugar de desamparo de abandono né mas que não é do outro é eu comigo então isso são questões bem

ai eu não tenho como realmente eh garantir a tristeza e e e é é é o peso desse luto né Desse luto de um lugar de desamparo de abandono né mas que não é do outro é eu comigo então isso são questões bem importantes eh compartilhar com vocês assim eh o rancor como essa expressão da Alma né a gente passamos por situações em vida que a gente se permite por sermos humanos nós não conseguimos esquecer a situação que nos ocorreu né e a gente passa sentir doído mobilizado machucado e fica um circuito em torno daquela imagem daquela daquela daquela memória e aquela carga né afetiva e que a gente não consegue perdoar né então o perdão nesse movimento que é um lugar difícil de de se expressar em certas condições rancorosas né porque a dor foi muito forte o ego sentiu uma dor muito forte né e a ideia do rancor eh não sei se vocês concordam eu penso assim né um numa num aborrecimento ressentimento mágoa rancor ódio um crescente nesse processo de como se se externaliza ou se expressa né Eh aquela condição e nessas vezes um mal estar e que pode alcançar uma for de forma desvairada expressões muito mais Fun é por isso que a questão tu falava né eu não consigo me desgrudar perdoar então fico cristalizado né o cristal de sal né eu fico nessa amargura no ressentir eu tô vou sentindo ressentindo né trabal eu fico nessa circularidade da memória fica lambendo as feridas né e e Mas em vez de dissolver na catar que ela propõe de fazer uma liberação não eu fico alimentando mais aquela emoção que vai se acumulando eu viou virando essa sensação de sal Amargurado ressentido né de mal com a vida e achando que o outro estragou a minha vida porque eu tô preso lá e eu não me liberto eu hipervalorização do passado e aí eu fico Então realmente Prisioneiro e aí não perdoando eu me acabo realmente eh eh eh alentando esse aprisionamento né alimentando o meu um sentido significado neurótico naquela situação que a me aconteceu e aí realmente eu paraliso minha vida uma vida paralisada é a Joana novamente traz uma umas

sse aprisionamento né alimentando o meu um sentido significado neurótico naquela situação que a me aconteceu e aí realmente eu paraliso minha vida uma vida paralisada é a Joana novamente traz uma umas palavras bem fortes Ela diz que é decorrente dessa insegurança emocional que nós já falamos né o rancor produz ácidos destruidores de alta potencialidade né que consomem energia Vital então Eh como Tiago falou vai num crescente na mágua ressentimento um alto grau de ressentimento cristaliza esse rancor que produz esses Aços que vão consumir a própria energia Vital então é muito grave se no outro a pessoa vai se se na angústia ela se auto envenena nesse ela se destrói ela se consom né naquela naquela carga ácida né olha olha a acidez da da da Alma ali né não colocada e ela coloca também como entulho psíquico né que foi o que vocês vieram falando essa cristalização dessas cenas que ficam remoendo e volta aquela cena e volta aquela cena né e a pessoa dialoga a pessoa responde a pessoa tem um desejo de voltar aquela cena e responder diferente te conduzir diferente né mas não é possível então ela fica naquele pensamento persecutório né é obsessiv né não aiou que aquilo aconteceu com ela puxa fui rejeitado fui traído fui Eh sei lá o que negligenciado ponto né ou seja parece que isso não pode acontecer comigo acontece com todos noss né se aceitar que isso é possível de acontecer que é um momento tu pode gerar isso em alguém alguém pode se Liber Mas tu fica nesse lugar como se isso não fosse né Tu não não não merecesse não merecesse ou ou ou tu não Esperasse do outro isso de uma certa maneira né então tu queria uma falsa e ideia imagem da realidade e aí e aí tu fica retomando aquela realidade com para poder né Eh entender ou reconstruir como tu falaste E aí não dá né porque aconteceu é um desejo fantasioso né de de fazer diferente de ter conduzido diferente né E isso eh eh vai atormentando tanto mental tanto mental que a Joana traz que pode levar psicoses Profundas né tamanha

eceu é um desejo fantasioso né de de fazer diferente de ter conduzido diferente né E isso eh eh vai atormentando tanto mental tanto mental que a Joana traz que pode levar psicoses Profundas né tamanha desconexão e e e aí lógico né os irmãozinhos sofredores né que estão ali ao lado né insuflando né trazendo orando ajudando a rememorar né aquela aquela situação como o nosso tempo tá quase esgotado qual é a diferença uma de você do rancor por ódio a gente fala do Ó ódio como esse aprisionamento essa de perdoar esse Mas qual é por onde passa então o o ódio que se diferencia do rancor na no entendimento ainda que fizer da da da da para que a benfeitora coloca eu fico pensando que o ódio é o total a Total desumanização fiquei eu pensando agora né nesse encadeamento e chega a um ódio que é o total desconsideração do humano tanto no outro quanto em nós e a gente tá vendo agora num tempo difícil né de guerras né então Eh eu eu cimentaria é a impressão que me assim que o a ah a gente entende o ódio como uma expressão assim né máxima né de um processo de dieras palavras ser muito fortes mas projeções de destruição do outro né ou projeções de questões muito Profundas e sensíveis da Alma que não se suporta e projetadas no outro né você que é o desqualificado você que não é amado você que tem que ser destruído e é interessante que não sei se vocês já eu vou ficar deixar uma dica pessoal em casa também quando vocês lerem A trilogia voragens do pecado Pereira existe um personagem que nas três obras eles vão ele vai ocupar um papel muito particular em cada obra e não vou falar aqui quem é eu falar é o Monsenhor e ele na última obra se torna um obsessor por conta de um processo de dor de ver o filho tirar a própria vida por conta de uma traição amorosa da parceira e ele se converte num grande num Grande dugo consumido por um ódio de querer destruir né aquela alma feminina então a impressão que me passa que quando um espírito desse é levado por um cuidado espiritual que odeia que quer se

de num Grande dugo consumido por um ódio de querer destruir né aquela alma feminina então a impressão que me passa que quando um espírito desse é levado por um cuidado espiritual que odeia que quer se vingar quando ele se permite a né ele se permite falar sobre si vem isso que a Joana fala né a falta de afetividade uma insegurança profunda um medo de perda frustrado no próprio desejo Então na verdade estravasa uma dimensão muito bem protegida que foi uma dimensão ferida então ele se protege numa armadura odiosa de Vingança mas na verdade mostra que a a a ferida sim tá aberta ainda a dor tá exposta ainda né é a gente vê que muitos assassinos movidos pro ódio tem um sentimento de inferioridade muito grande uma dor uma ferida que tá lá que se volta contra da humanidade né me fizeram isso eu culo humanidade então eu vejo que que diferente do rancor o ódio ainda ainda eu tô Ainda Apaixonado pelo outro né eu hiper valorizo o outro de umaa maneira eh é a dor de eu ter delegado um valor pro outro e o outro não me correspondeu daí a minha inferioridade e o e e a minha insegurança provocam uma reação de ódio porque eu ansiava ele cuidado Mas eu ainda preciso eu ainda insisto nele né eu eu tô nele no rancor tá na situação que foi feita onde tu culpa o outro e no ódio Tu tá no outro ainda por isso que alguns Dizem que o ódio é o amor que enlouqueceu né E que ele que ele não é contrário ao amor né É o Amor enlouquecido contrário do amor é erença né porque eu sou tô incendiado por aquela impossibilidade de ser de ser amado por aquilo que eu Anseio da aqu em ódio como tivesse que destruir o objeto Amado para me libertar desse lugar de valor da qual eu tô aprisionado né E aí realmente tem toda essa natureza muito primitiva como um estágio que eu entro se eu não tenho eu me deixo conduzir por esse atavismo muito primitivo né e e que acaba me me me desconectando da Minha Essência amorosa Divina E aí acabo gerando realmente todo esse processo de que o meu sentido é destruir o outro ou seja o

esse atavismo muito primitivo né e e que acaba me me me desconectando da Minha Essência amorosa Divina E aí acabo gerando realmente todo esse processo de que o meu sentido é destruir o outro ou seja o outro continua sendo o centro da minha vida o outro continua sendo o cara mais importante que eu tenho porque eu tô movido para obsediar ele como no livro né para destruir ele porque ele não olha para a mim não me cuidou e né e eu quero continuo querendo que ele me cuide e me olhe para mim então eu acho que de uma o ódio eh envolve essa tensão aí de opostos de uma maneira muito grande Entre o Amor e o despeito né frente ao a à rejeição que tocou na minha ferida na minha dor muito forte uma dor muito grande dep vié mas com certeza ainda é aquele desejo né É ainda aquele desejo ainda é aquele desejo e Realmente são fatores desagregadoras total da nossa nossa saúde do nosso equilíbrio Nossa Harmonia né no processo da Alma entra em contato com a Medusa né com aquele ent de nós que petrifica né que que é quase insuportável de lidar Então são questões muito muito fortes essa muito bem teria muita coisa pra gente poder discutir né é um assunto realmente complexo profundo e rico mas fica convite da gente voltar ali na obra de Joana e relendo e assimilando e refletindo pra gente poder e Aproveitando né a os recursos que ela nos oferece em favor da compreensão da Alma humano então eu agradeço a Cláudio Tiago e o próximo encontro continuamos ainda né no no mesmo Capítulo para trabalhar o condições de progresso e harmonia Tá bom então Desejamos a todos Muita paz que Jesus abençoe e o convite de permanecer nesse estudo conosco até o próximo encontro

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