T6:E6 • O Ser Consciente • Ser e pessoa (Parte 03)
Neste episódio, Gelson Roberto, em parceria com Cláudia Semeghini e Tiago Rizzoto, prossegue com a análise do capítulo 02 do livro "O Ser Consciente", concentrando-se especialmente no tópico intitulado "Condições de Progresso e Harmonia" da autora espiritual Joanna de Ângelis. O tema central abordado neste segmento é a proposta da autora de explorar as condições de progresso, destacando o ser humano como um indivíduo em conflito, devido a questões não trabalhadas e não resolvidas, que resultam em distúrbios. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #progresso #harmonia
bem-vindo a todos amigos no mais um dos encontros da série psicológica Joana De Angeles momento especial aqui reunidos para estudar n as obras da benfeitoras hoje conosco a Cláudia Tiago para debater conosco né no capítulo o livro ser consciente o Capítulo dois a continuidade do estudo Capítulo do em especial hoje a gente vai trabalhar condições de progresso e harmonia um tema que eh é fundamental já que né aqu a condição do sofrimento a condição da Morte que nos leva ao desassossego ao tormento né muito presente a todos nós né Então como que a gente possa né e a gente foi foi a gente viu né como é que o ego lida com isso o mecanismos de defesa de fuga do Ego para ter que lidar com essas Matriz de Sofrimento que a gente carrega muito pela culpa ou pela incapacidade de enfrentar nós mesmos né Então nesse tópico aqui Joana propõe então trabalhar nessas IES de progresso e harmonia Então bem-vindo Tiago bem-vindo Cláudia a todos que nos assistem nosso abraço e vamos começar então a pensar um pouquinho né esse item tão interessante né Eh dessas questões que ela já apresenta aqui no início né do item que é justamente mostrando né o ser humano como ser conflito em falta né E que de uma certa maneira a gente traz né carrega né Eh questões não trabalhadas não elaboradas não solucionadas que de uma certa forma eh são geradoras de conflitos e uma série de distúrbios seja emocionais e até orgânicos né então diante dessa realidade né gente né que que a benfeitora vai nos trazendo a partir disso alué quer trazer alguma ideia do que pensou da leitura do material posso começar Cláudia pode Vamos lá eh é interessante esse lugar singular da experiência humana que por mais que a gente construa tratados né né que a gente faça manuais de Diagnóstico que tentam capturar ou enquadrar a experiência humana pensando no campo de vista da das patologias eh nós temos Na verdade uma unicidade que ela tá presente em cada um de nós então não há como chegar a um lugar comum né Talvez referenciando né Dr Bezerra de
sando no campo de vista da das patologias eh nós temos Na verdade uma unicidade que ela tá presente em cada um de nós então não há como chegar a um lugar comum né Talvez referenciando né Dr Bezerra de Menezes pensar em diagnósticos como pontos de partida para além apenas uma captura do indivíduo e os seu enquadro conceitual eu tô trazendo isso porque quando ela começa o texto falando sobre esse eh esse lugar da da estrutura profundo da individualidade humana a gente tem que pensar o que é o que são essas camadas Profundas de experiências do espírito que vão se acumulando e muitas vezes nós repetimos padrões condicionamentos né a gente tem dificuldades de sair muitas vezes de um lugar da repetição e que provoca esse estado né de desarmonia do Espírito como um grande desafio eu tava lendo um livro sobre umas experiências do Hospital Espírita em Porto Alegre e tem um caso muito interessante de uma jovem que ela vivia uma tristeza profunda que ela não sabia da onde é que era e ao trabalharem com ela o caso dela Descobriram que o grande amor da vida dela era um espírito que não tinha reencarnado mas era um amor perturbador era um um estado afetivo relacional muito perturbador e que pela providência divina fez com que você vai reencarnar mas ele não vai agora não e ela permanecia vinculada a a um lugar de uma saudade de algo que ela tinha experienciado e que ela não conseguia se desvincular Mas compreendia-se a partir da história que esses conflitos e complexos negativos que atormentavam ela ela desejava muito repetir reviver esse lugar quando a providência olha você precisa avançar Vocês precisam amadurecer nesse Campo da experiência Vamos colocar assim libidinal como vem em seguida elação sobre albido mas al libido não é uma expressão Mais Ampla do que é a expressão na vida né então a gente pode pensar sobre eh essas esse trânsito multissecular do ser do espírito e que a gente tá aí em jornadas eh coletivas mas cada um Transportando a sua história lavrando os seus registros
então a gente pode pensar sobre eh essas esse trânsito multissecular do ser do espírito e que a gente tá aí em jornadas eh coletivas mas cada um Transportando a sua história lavrando os seus registros e buscando caminhos de Redenção né É bem interessante isso né thago porque eh a gente não pode esquecer que nós somos herdeiros herdeiros de nós mesmos né como a mentora nos lembra e a gente tem uma herança psicológica né Nós trazemos essa herança psicológica incita em nós dos nossos atos né de tudo aquilo que a gente viveu as reservas de memórias né as marcas que ficaram né quando você começou a contar relembrar esse fato né Eh eu pensei também o quanto havia de tristeza e a mentora vai falar isso em algum momento eh nos Capítulos de quanto havia de tristeza por ela não ter eh vivido aquele amor da forma adequada né então há registros também de uma insatisfação pessoal né que pode ser traduzida nessa tristeza então o o o eh como eu comecei no início falando dessa herança né que nós trazemos é importante a gente se responsabilizar pela nossa vida né que eu acho que é a palavra de ordem que muitos né deixam de vivenciar é responsabilizar-se né o indivíduo ainda tá muito infantil infantilizado culpabilizando o outro projetando no outro aquilo que ele precisa dar conta da vida dele né então assim como a mentora começa a falar aqui né nesse nesse nesse item sobre a educação castradora repressora né trazendo a libido com dessas dessas eh dessa manifestação sexualizada né como Freud nos trouxe inicialmente né e Jung foi ampliando trazendo o conceito de libido eh de uma forma muito mais Ampla como essa energia que flui né E que é vitalizador eh muitos eh seguem nesse padrão de repetição como você disse né e não querendo mudar o padrão para para responsabilizar-se então a questão é não é o que fizeram conosco a questão é o que nós vamos fazer com o que fizeram conosco O que nós vamos fazer com a com com aqueles eh com a educação que tivemos né como as a forma como foi conduzida porque os nossos noos pais
o a questão é o que nós vamos fazer com o que fizeram conosco O que nós vamos fazer com a com com aqueles eh com a educação que tivemos né como as a forma como foi conduzida porque os nossos noos pais também são humanos né e muitas vezes os filhos esquecem isso né da humanidade presente então a importância da gente eh se da pessoa se responsabilizar humanizar esses pais né tirá-los do da do Olhar Divino e trazê-los pro humano eles também lidam com dificuldades e como eu falei a palavra de ordem né O que é que nós vamos fazer como é que nós vamos dar conta daquilo que nós recebemos né que passar na Peneira né passar na Peneira e entender né que foi O que foi possível é isso é bem importante né tanto que o char tá trazendo e você Cláudia que a Joana no Jesus e atualidade que no capítulo 15 justamente Jesus e o tormento né vai falar sobre a questão do tormento então de ela retoma aqui né no ser consciente algo que já tá lá que a justamente essa ideia né das matrizes de Sofrimento que o Thiago tá falando né que dizer a gente vem né carregando né aspectos por frustrações por egoísmo por eh condicionamento né que que que que segundo Joana vai dar padrões também de como a gente lida com a vida né ou ou fugindo negando a realidade espiritual e trazendo paraa vida essa fantasia que a vida é apenas um lugar de prazer imediato né ou por culpa eh criando né Essa visão que muitas religião meio que reforça né como se se a vida era um um um um Vale de Lágrimas né e e tanto uma condição como a outra acabam perpetuando a insatisfação né que já tá presente como tu falou essa ess isso não é a culpa do mundo por isso que Joana vai colocar aqui que ess são lembranças né ou estad de alma que tão vivo né E que de uma certa maneira então se apresentam em forma de tendências aptides predisposições de desejos inconscientes de necessidade e tem pessoas que são realmente eh insatisfeitas naturalmente satisfeita né pode est o mundo bom as coisas boas mas tem sempre algo nelas que e e e e e ela
ções de desejos inconscientes de necessidade e tem pessoas que são realmente eh insatisfeitas naturalmente satisfeita né pode est o mundo bom as coisas boas mas tem sempre algo nelas que e e e e e ela não consegue aproveitar a vida né A eh quando ela é boa e quando ela é ruim então daí sim né quando ela não é não é que esteja ruim quando ela quando el é tão favorável assim né a pessoa tá sempre num processo de incômodo como se ela tivesse ainda nesse passado eh como o caso que tinha falou né Eu não tô vivendo aquele amor que eu queria né e eu não consigo Então me abrir para vida eh me oportunizar novas experiências e ser feliz porque parte minha insiste de maneira absoluta egoísta e flexível nesse naquilo que eu perdi não quero que eu não quero abrir mão então a pessoa fica naquela insatisfação permanente então eu vejo que o tormento humano né Essa questão da falta de harmonia e desse estado né que Joana Coloca aí né dos processos não idos que leva frustração é muito dessa dessa recusa de de de de nos oportunizar né o novo de acreditar no amor do pai de reconhecer né que a vida é uma grande oportunidade né naquela ideia que ninguém tá na fadado na terra de sofrer né então como a Cláudia falou acaba culpando pais do mundo né e e seja lá quem for mais né mas na verdade A grande questão são exatamente esses elementos que a gente carrega dentro de nós e quando você tava falando eu me lembrei também da possibilidade de que quando está ruim tá bom porque aí ela tem oportunidade de se vitimizar né então são tantas nuances né que a pessoa Cida ela se coloca né Eh eh bastante difícil né É é é interessante a maneira como a Joana vai construindo os primeiros parágrafos ela vai a parece vai coordenando n ordenando o conjunto de elementos diagnósticos vamos dizer assim né no campo da ciência psicanalítica no sentido da qual a razão do sofrimento que engolfa a família Então ela traga essa questão do seros autores dos nossos destinos mas destinos compartilhados em que antigos inimigos
ência psicanalítica no sentido da qual a razão do sofrimento que engolfa a família Então ela traga essa questão do seros autores dos nossos destinos mas destinos compartilhados em que antigos inimigos ou os desajustes afetivos relacionais eles se aglutinam de novo no campo doméstico então pensar o lar como esse lugar né providencial né em que ele em que brotam né sejam sejam as flores ou sejam os espinhos né de elementos essenciais para todos os participantes para amadurecerem psicologicamente parece que é um entrechoque de sombras né um entrechoque de problemas ali mas a gente sabe que isso é necessário e isso é providencial não sei se vocês concordam mas quando ela relata de que ah nem sempre é possível diluir com maior ma maior cuidado ou maior profundidade certas dimensões da Alma que estão em conflito com processos não digeridos Eu me recordo do dos procedimentos Vamos colocar assim psicoterapêuticos em Memórias de suicida em que eles passavam processos catárticos né de de de dar vazão emocional a a a ao ao trauma que foi perder a vida como Tiraram a própria vida mas no livro Deixa claro não é suficiente é necessário que isso extravase né necessário a reencarnação com o processo para que como tá naquela obra acho que é no eu acho que nós são em reação a ideia do do carvão vivo né o o vaso físico ele ele enxuga el traz para si essas energias como processos né Para para que o espírito ele possa recuperar-se nesse lugar mas na Cadência do do texto da Joana é interessante que ela tá constatando que sem uma perspectiva transpessoal ou prospectiva que é uma palavra muito cara para nós né você não consegue compreender o fenômeno você não consegue entender que movimento é esse de vida em que muitas vezes a desarmonia é vista apenas como desarmonia ou não condição pro Progresso tudo pode ser visto uma perspectiva até um pouco reducionista e pessimista e ela traz a perspectiva transpessoal não nós precisamos enxergar para além desses cenários que existe um lugar de possibilidades de potências que estão
spectiva até um pouco reducionista e pessimista e ela traz a perspectiva transpessoal não nós precisamos enxergar para além desses cenários que existe um lugar de possibilidades de potências que estão presentes nesse Eu superior né Os Tesouros de possibilidades não descobertas no espírito né Uhum é é bem interessante isso né thago porque realmente né esses tormentos esses estados todos né que a gente traz né que são muitas vezes então esse reflexo do passado como deu o exemplo puxa eu agi sem misericórdia com as pessoas e eu criei um campo de vibracional de antipatia e hoje eu eu eu padeço da falta de afeição e fico incomodado disso ou eh eu agi com perversidade né e e agora eu trago em mim né perturbações disso que que me me me eh eh me invade enquanto Sensações desconfortáveis né e assim por diante então de uma certa maneira né Eh Eh esses processos e internos da Alma como foi colocado né colocou não vão ser expurgados de uma hora para outra então como te suportar como de uma cer Te carregar sem se atormentar porque é isso que a a Jona tá começando agora a na medida que ela vai apresentando isso eh e esse item aqui do capítulo começar a trazer isso né que que essas questões naturalmente próprio do homem que o homem é um ser em conflito nós somos naturalmente neuróticos que estamos divididos em conflitos numa num tarefa árdua de reconciliação conosco mesmo né E temos que suportar essas várias partes da gente né como como fazer isso de maneira que isso não não leve desespero ou ou ou conflitos que acabam patologizado né Não só no tormento mas em Estados outros mais graves ainda de de perturbação mental né E então a qual é essas condições de progresso e harmonia que ela tá tentando trazer aqui no no no capítulo como forma então de criar recursos para administrar já que eh superar isso não vai ser de uma hora para outra é a benfeitora vem traçando um caminho de tempo né Tem um tempo eh que não é o cronológico né é um tempo interno de maturação de desenvolvimento de de defrontar-se com
o vai ser de uma hora para outra é a benfeitora vem traçando um caminho de tempo né Tem um tempo eh que não é o cronológico né é um tempo interno de maturação de desenvolvimento de de defrontar-se com quem se é de Fato né e e assim a gente tem aquela expressão de que vai Cairo da ficha né então a coisa vai sendo devagar né até porque não se pode ter uma dosagem eh elevada de uma medicação porque o o remédio tanto cura quanto mata né então pode haver realmente uma dissociação e aquela pessoa não conseguir suportar Então ela tem que ir aos poucos a vida vai oferecendo eh subsídios né oportunidades de que ela vai se def né vai se defrontando com esse espelhamento do outro né nela o espelhamento dela no outro nas relações interpessoais então a vida vai oferecendo né E aí eh ela vai falando aqui né de ser máquina ou olhar para essa prospecção que o Tiago trouxe né então o quanto eh muitas vezes as pessoas querem uma receita de bolo certinho né Eh os livros de autoajuda são ótimos Mas eles tê que promover a reflexão e não siga Esse passo a passo Então ela faz essa distinção né da importância da gente ter essa análise transpessoal para que a gente possa ir eh eh mergulhando e vendo a finalidade o objetivo daquilo tudo né Qual a mensagem que que que permeia todo aquilo que a gente tá sentindo né o para quê né é o que Yung trouxe para quê né e muitas pessoas ficam no porquê por que isso me acomete Não Para quê o que isso tá querendo me ensinar então é o que ela vem trazendo aqui aí ela fala do autoconhecimento e do Auto da autodisciplina que é é é é justamente essa mudança de padrão paulatina em que a gente vai mergulhando entendendo né as a a vida vai oferecendo tudo isso aí ela diz então vai ser a a adquirindo eh Lucidez porque a Lucidez faz falta né tá tudo Turvo tá tudo sem entendimento né então tem uma névoa então vai se tirando aquele véu e vai se adquirindo Lucidez justamente como eu falei pelas oportunidades né E ela fala da dilatação do campo intelecto emocional porque nós sabemos que a gente está aqui
ntão vai se tirando aquele véu e vai se adquirindo Lucidez justamente como eu falei pelas oportunidades né E ela fala da dilatação do campo intelecto emocional porque nós sabemos que a gente está aqui para trabalhar a moralidade né nesta vida e muitas outras né E que vimos com um intelecto muitas vezes mais trabalhado mas a emoção ficou para trás né E aí a gente precisa unir né nessas duas asas emoção e inteligência para que a gente possa atuar bem né na nossa vida e eu acho importante isso tá dizendo Cláudia mas queria juntar com aquilo que o Thiago tá trazendo que toda essa questão da compreensão né de de ter uma visão de autoconhecimento de autodisciplina de poder como tu falaste aqui né reconhecer a dimensão do mundo inteligível e do lado do mundo sensível para trabalhar também as emoções do afeto tudo isso eh pode ser engolfado nessa visão ionista aquela Alerta lá no início né porque se tu não consegue alargar Essa visão e ter uma uma visão realmente como transpessoal Como já falou eu posso olhar para tudo isso de uma maneira muito limitada muito empobrecida né achando que eu tô no autoconhecimento achando que eu tô nesse nesse processo de autodisciplina mas na verdade eu tô enredado num jogo que parece de crescimento mas que repete e me limita justamente porque a minha visão é muito Estreita né então e importa que que tudo isso que que seja tu tá trazendo aqui que é fantástico né isso que tu traz que que Joana coloca seja realmente pautada por uma visão imortalistas finalista né e amorosa né amorosa porque para tirar esse ranço essa névoa de que a vida é ruim ou de que o mundo não presta ou porque isso por aquilo então se eu fico fechado nessa visão eu não vejo Jesus como O protótipo da felicidade ele é o protótipo da Felicidade né e o mundo que ele nos dá é um mundo eh que promove né justamente para promover a a renovação a reconstrução a transformação Então eu tenho que entender isso para que eh essas análise que eu faço da vida seja realmente apropriada a a esse objetivo maior senão
amente para promover a a renovação a reconstrução a transformação Então eu tenho que entender isso para que eh essas análise que eu faço da vida seja realmente apropriada a a esse objetivo maior senão eu eu eu penso que tô no crescimento mas no fundo eu tô com aquela visão negativa eu tô com aquela visão de eh de descrédito comigo mesmo eu tô com aquela visão distorcida que me faz achar que eu não mereço e assim por diante interessante que é justamente tem um ponto que a Joana faz sobre isso J Sida aqui no texto que é como como ter uma atitude com olhar para si de uma forma saudável não escapista ou dissimulada Porque de fato esse lugar de autocompaixão Ou uma autopromoção ou que fica se justificando ou que se sente muito culpado eh isso cria na engrenagem do processo de como ela fala tornar a mente um espelho ou ser capaz de olhar pro olhar pro lago de si próprio e conseguir enxergar as camadas Profundas que subsid abaixam da abaixo da água da superfície é um trabalho muito difícil então a expressão homem velho né Como que o homem velho pode ser capaz eh de de abdicar de hábitos impulsos ou transmutar hábitos impulsos desejos fantasias como como fazer ISO simbolicamente né Eh eu tenho isso para me sustentar Esse é o meu sentido Ela traz isso é preciso encontrar um outro sentido né então na perspectiva de encontrar um caminho de sentido existencial Ela comenta esses gmes essas possibilidades elas precisam ser cultivadas para que a mente entre em contato como ela diz né entre em contato com novas imagens e representações que vão não tá entrando em contato com a alma ela possa entrar em sintonia com outros aspectos da vida e desdobrar possibilidades novas mas quando ela comenta desses artifícios em que muitas vezes nós nos ocultamos e nós fazemos isso com muita frequência eu eu lembro de três negativas né a primeira eu não posso Ah não posso se auto justifica que não que não pode a segunda eu não consigo né ah não consigo é muito difícil só que a própria Joana lembro que obra Fala Eu não
s negativas né a primeira eu não posso Ah não posso se auto justifica que não que não pode a segunda eu não consigo né ah não consigo é muito difícil só que a própria Joana lembro que obra Fala Eu não consigo às vezes quer dizer eu não quero n a alma não quer ah eu não consigo é muito difícil mas ela não quer realizar aquilo então confrontar essa atitude infantil que são assim os desafios da da da Alma perante a vida e os momentos de crise eu até notei aqui quatro momentos da história ou os registos imagéticos em torno na na na psique cristã ou na psique do antigo e novo testamento a crise de Jó o medo de Jonas A negação de Pedro a ilusão de Judas ISO que abre isso abre um campo de estudos mas eh que momento a crise é uma oportunidade para PR transformação né não para Se fugir ou o medo de Jonas não não não dá conta desse processo ou eu quero encontrar um caminho de evasão e ele foge a própria negação de Pedro ó se Verê fragil uma situação tem que sustentar um ideal em que eles percebem não fortalecido para isso e a pró pelos a ilusão de Judas diante aquilo que aconteceu e ele segue os seus caminhos depois então eh a gente precisa olhar para essas questões conhecer essas limitações ser honestos com a gente para como falar ela assim Construa um retrato Fiel de quem você é consiga ser justo e cristalino com esse olhar de observação que não se julga mas que cumpre esse lugar de a partir desse Caminho Novo dessa base nova desse hummus novo que você se compreende ser capaz de amar-se de como você é e daí construir uma pessoa nova um espírito novo né Eh Tiago eh juntando o que Gelson falou e você trouxe né Gelson fala do do amor né e a gente fala Joana fala muito do auto amor né dessa desse amor consigo próprio Primeiro para que possa colher as dificuldades e a partir disso entender em que lugar está né porque se a pessoa não se acolhe na sua eh fragilidade ela nunca ela vai estar sempre fingindo que ela é forte que ela tá que ela é diferente então ela precisa acolher e
entender em que lugar está né porque se a pessoa não se acolhe na sua eh fragilidade ela nunca ela vai estar sempre fingindo que ela é forte que ela tá que ela é diferente então ela precisa acolher e aceitar o lugar que ela está né E todos nós estamos num lugar e a gente almeja aspira ir para um lugar que a gente julga ser melhorado né então Primeiro ela precisa disso né para Que ela possa então Eh passando por essa crise toda que você disse ela alcançar Então esse outro lugar mas aí a Joana traz Exatamente isso né juntando o que vocês falaram ela coloca eh num parágrafo né Eh após falar dessa mente espelho onde a gente precisa se desnudar né diante do outro né não ficar sem sem defesas e mas e é lógico a gente precisa ter personas né mas a gente precisa também se desnudar naquele encontro com o outro que eu acho que é isso que a Joana tá falando né mas ela fala também que só a partir do exame da própria realidade ou seja observando-se sem emoção porque uma coisa é sentimento outra coisa essa emoção Porque ela disse observar sem emoção vai fazer com que se impeça os sentimentos de autocompaixão como os de autopromoção de justificação ou culpa então é a gente olhar verdadeiramente para esse lugar que nós estamos né para que a gente não fique nesse lugar de autocompaixão desmesurada né do vitimismo justificando-se Diante da vida e aí nessas justificativas que você trouxe Eu não posso eu não consigo né sempre um não na frente né então ela diz que só a partir do momento que a gente se observa sem essa emoção é que a gente consegue um retrato fial de quem se é e do que se cumpre fazer então a que viemos é aquela frase né a que viemos construir né a que viemos vivenciar se essas dificuldades estão nos atravessando Qual a finalidade delas o que elas querem nos ensinar Porque a partir dessa crise toda que você falou né tão tão legal isso que você trouxe das quatro dificuldades né eh através do tempo que a gente tem como exemplo e Então a partir daí a gente sai dessa postura infantilizada imatura
da que você falou né tão tão legal isso que você trouxe das quatro dificuldades né eh através do tempo que a gente tem como exemplo e Então a partir daí a gente sai dessa postura infantilizada imatura psicologicamente E aí sim a gente consegue seguir num processo adiante né aspirando por mudanças para melhor E aí ela vai trazer Então essa mudança na nossa psicosfera pessoal né onde a vontade vai começar a realmente aparecer se revelar o desejo de se conhecer melhor de se modif E aí ela vai falar dessa energia toda que vai irradiar pro nosso corpo e é interessante porque muitas vezes a gente se sente cheio de gás né Ai tô animada né então assim é isso né é essa energia que circula que é libido né numa energia que circula pelo nosso corpo que nos remete nos nos nos impulsiona a esse momento após né de encontro com com realmente quem desejamos dando idade é isso isso que estão colocando né tem dois elementos que ela traz aqui que que eu acho que é bem importante a gente eh reconhecer como forma de ajudar a encontrar esse caminho aí que estão estão trazendo né que é aquilo que ela chama de desidentificação com os Graves compromissos que ainda atormentam a a a a nossa alma né ou seja porque tem a gente tá falando dessas matrizes de Sofrimento né culpas conflitos dores eh lembranças frustrações né então Eh se tu tá colado ali tu fica impregnado daquilo né impregnado Eh daquele estado vibracional daquele drama tu se vê a partir daquilo tu não é aquilo né Tu não é o o amor que tu não tem né É tu é muito mais do que isso né mas se tu fica preso naquilo como se tu dependesse daquilo e e e e vivesse em função daquilo tu te reduz aquela condição e por tá identificado Então essa desidentificação é fundamental porque justamente quando tá identificado com com esses estados tu acaba também daí projetando no mundo né Eh o o lugar ou de fugir disso ou de culpar isso né E aí a gente vai eh tornando mais complicado ainda esse jogo emocional e criando um um estado de aprisionamento e a e essa
aí projetando no mundo né Eh o o lugar ou de fugir disso ou de culpar isso né E aí a gente vai eh tornando mais complicado ainda esse jogo emocional e criando um um estado de aprisionamento e a e essa desidentificação né que que ela coloca aí é o segundo ponto que na verdade não difere do outro apenas para poder elucidar melhor é essa observação sem emoção ou seja tem uma objetividade então a j diz olha vamos ser lúcido gente não ter Lucidez vamos tudo bem tu tem tua dor mas tu tu não é isso e tu não tá preso a ela tudo não é né então tem a Lucidez não não não te prende nisso né E ao mesmo tempo eh reconhecer que tu não vai como a gente falava antes te libertar disso tão facilmente a frustração tá ali a dor tá ali mas se eu não me identificar com ela eu consigo me relacionar com aquele aspecto meu de uma maneira favorável e positiva e consigo suportar aquilo nem querendo fugir nem me deixando a a envolver por essa identificação com com com aquela condição emocional Então isso é um ponto que eu acho bastante importante que que a benfeitora nos coloca e com dando condições aí desse autoconhecimento né daí que eu não me identifico eu posso ter essa capacidade que ela coloca aqui né de ter um exame da minha própria realidade de me observar sem me culpar sem exigência sem sem me vitimizar ou seja não sim eu tenho uma parte minha que dói mas eu não sou a dor e e nem essa parte minha é é a parte que que que reflete a minha realidade Mas ela tá ali essa dor tá ali eu não eu não nego ela mas mas não me identifico com ela então eu posso olhar para ela com com um olhar mais realista mais cuidadoso até mais amoroso e e e e compor daí de uma maneira que eu posso contar caminhos de me harmonizar ou de ir superando daí aquela condição eh apenas para citar eu fui ouvindo vocês tem um caso Num caso interessante na Revista Espírita da senhorita Júlia que era uma médium dotada de grande faculdade no dado momento ela entra num num quadro grave de obsessão do qual ela não consegue se libertar e por mais que
ante na Revista Espírita da senhorita Júlia que era uma médium dotada de grande faculdade no dado momento ela entra num num quadro grave de obsessão do qual ela não consegue se libertar e por mais que tentassem os magnetizadores afastar o espírito eles não tinham força então chamaram um grupo espírita e eles perceberam que a atitude psicológica da senorita Júlia de submissão de não pedir ajuda Deus e achar que ela era uma coitada era o que fortalecia o laço fluídico entre a condição dela mas para nós que estamos já investigando as dimensões da psique humana não há dúvida que existiam elementos ali na psique na história psicológica da senorita Júlia que era um elemento chave fechadura nesse processo obsessivo e que ela tinha que cuidar de si própria no sentido de valorizar-se e ela não conseguia esse lugar quando ela consegue um movimento de pedir ajuda e se sentir reconhecida pela vontade de ser assistida o processo se rompe então ao falarmos sobre senhorita Júlia e um um espírito obsessor uma condição muito grave mas a gente tem que pensar também de como que essas algemas elas também são interiores a nós como que essas condições certos conteúdos que a gente acaba retroalimentando eles são também processos de mal obsessão de um processo de adhe cento de nossos próprios psicologicamente então eu gosto da forma cuidadosa quando a Joana diz eh amigos eh ninguém é culpado conscientemente sentir-se frágil se sentir fragmentado ou se sentir vulnerável ou se sentir inseguro ela diz isso faz parte do processo de evolução de alguma forma me parece que ela dialoga com uma uma dimensão que é comum da cultura judaic Cristão ocidental que é a culpa a culpa tem um Ela traz um processo difícil né da pessoa da qual ela se ela se imanta num lugar de de passividade de não se crer portador de possibilidades ela diz não isso é natureza humana mas é possível sim um lugar de sair dessa permanência para amadurecer psicologicamente e ela traz um conjunto de fatores importantes em relação a esse lugar do alto encontro
não isso é natureza humana mas é possível sim um lugar de sair dessa permanência para amadurecer psicologicamente e ela traz um conjunto de fatores importantes em relação a esse lugar do alto encontro né então ela Cita uma propostas terapêuticas como meditações reflexivas eh um esforço de estar se vinculando a ideias e atividades positivas então há um conjun H um movimento necessário que comporta a alma a fazer esse movimento os espíritos nãoo por nós os nossos mentores não farão isso pela gente então há uma dimensão de que nós somos arquitetos e construtores da nossa história se hoje dói se hoje a alma sangra Vamos colocar assim a existência é difícil pensemos as possibilidades vindouras a gente pode vir adiante mas qu que começar de hoje né é justamente essa mudança de postura que a mentora traz né esse movimento de sair desse lugar né porque precisa dessa desse impulso de sair desse lugar né enquanto se está vibrando vibrando no sofrimento e até no gozo daquele sofrio mento como eu falei antes a pessoa não sai né então a gente sabe que a gente precisa pedir ajuda e para muitas pessoas é difícil pedir ajuda né É muitas vezes até nós mesmos querendo dar conta de tudo né então a dificuldade de sair em direção ao outro pedir ajuda é esse movimento que a mentora traz né que que de de sair desse lugar né de mudar o padrão comportamental né de mudar a psicosfera né de ficar orbitando sempre naquela naquela vibração naqueles pensamentos persecutórios né naquela naquelas ideias preconcebidas então é justamente esse movimento que a pessoa precisa fazer né que não é fácil né a gente fala mas a gente sabe que não é fácil né dá esse passo Mas como nós falamos antes o tempo é soberano e chega um momento em que esgota aquilo e até vibrar naquele sofrimento já não faz mais sentido nãoé Então vai chegar a esse ponto em que ela vai fazer esse movimento né de mudar né de de sair daquele padrão e desejar algo diferente né E aí a mentora vai dizer né que mediante essa energia que nós
ãoé Então vai chegar a esse ponto em que ela vai fazer esse movimento né de mudar né de de sair daquele padrão e desejar algo diferente né E aí a mentora vai dizer né que mediante essa energia que nós falamos antes né contínuos esforços direcionados para um objetivo vai criando novos condicionamentos e aí a pessoa vai experimentando que deu certo Em algum momento e aquele deu certo estimula ela e aí ela vai UPA e ela vai se retroalimentando daqu ele deu certo e a partir do momento que ela vai se retroalimentando ela vai sem perceber saindo daquele lugar e alcançando um novo estágio não é porque a gente só consegue ver isso quando a gente passa e aí a gente olha para trás e diz olha né já não tô mais assim mas é só quando ela tá no no entre é muito difícil ela observar por isso que a gente também lembra a importância dos outros né do estímulo do acompanhamento né E que ela vai se sentindo amparada e vai seguindo no seu trabalho pessoal porque ninguém faz o trabalho para gente somos nós que temos fazer né E aí ela vai dizendo Ô desculpe pode continuar ouvindo vocês né falando sobre isso né eu eu vejo o quanto é difícil né A Cláudia tá trazendo esse caminho da benfeitora mas a gente vê o quanto a gente eh realmente fica enredado né com com com essa questão da fragilidade por um lado a gente quer esconder a fragilidade do outro e e e às vezes exige muito do outro como até uma defesa né então eu eu culpo cobro ameaço para não ver que na verdade Eu Sou medroso Eu sou frágil então eu posso de arrogante e de exigente com uma forma de não olharem para mim né e e de outro lado eu me vendo muito fácil muitas vez em nome da filidade eu crio situações de penalizar de sensibilizar o outro jogar me sentir me fazer de doente de de de de limitado para poder né então a a E então de uma certa maneira eh como a gente lida mal com a fragilidade claro né Eh é é é uma coisa muito óbvia mas eh óbvio não quer dizer que seja fácil de de de de ser reconhecido né que nós temos fragilidades e vulnerabilidades e
omo a gente lida mal com a fragilidade claro né Eh é é é uma coisa muito óbvia mas eh óbvio não quer dizer que seja fácil de de de de ser reconhecido né que nós temos fragilidades e vulnerabilidades e e e poder aceitar isso com dignidade né Tem esse jogo né de de fugir e fazer de conta que não existe reforçando padrões que a gente já tem para evitar o contato com a fragilidade que só torna mais frágil o que já existe e não oportuniza o novo ou usando a fragilidade para ter de uma certa maneira a atenção do mundo né a gente vê o quanto e a ainda né A A A A grande questão como o juna coloca não é o fato daquilo que a gente é e não é essa questão se eu sou ainda um cara que Carrego uma um lado primitivo se eu sou frágil se eu sou capenga se eu sou meio tortinho ou meio né desengonçado Ou seja todos nós somos um pouco disso a questão toda é eh como é que eu vivo isso de maneira digna né e e e e e e e me relaciono com isso de maneira a a fazer esse caminho que tu tava colocando né CL o caminho de aprendizado a gente V isso nos esportes né nas pessoas que TM limitações sérias que que elas reconhecem por reconhecer limitação e E assumir como parte delas elas se superam em muito né ou transformam aquela limitação no no diferencial e numa condição fundamental da delas algo precioso e de valor então Eh de uma certa maneira me parece e o que ela propõe é como é que a gente vai fazer esse autoencontro né que que é que é fundamental há necess desse autoencontro né mas como é que a gente pode fazer esse que seja realmente mediado de de forma favor ável para que tenha resultados também favoráveis eh Jesus dizia né Eh o campo o campo do trabalho é o mundo então não há como a alma ser realizar ainda que a gente se realize né um processo que é interior mas é como se o contato ela diz aqui né o esse lugar da Solidariedade o da relação eh no mundo né esse contato com o mundo Ele pareceu o tempeiro ou o burio importante nesse processo em que a gente se permite viver eu acho que a ideia é essa vivamos
gar da Solidariedade o da relação eh no mundo né esse contato com o mundo Ele pareceu o tempeiro ou o burio importante nesse processo em que a gente se permite viver eu acho que a ideia é essa vivamos nos relacionemos saiamos desse lugar seja ele fantasioso ele ou o lugar em qual a gente se percebe vulnerável frágil inseguro mas que a gente se permita esse lugar relacional a Joana no eh o evangelho eh a Lu da Psicologia profunda Jesus o evangelho da Psicologia profunda quando ela fala da libertação pelo amor ela destaca muito um componente relacional da experiência humana em que o amor vai se aprimorando né ele vai se eh Se tornando mais Eh mais próximo de uma essência mais verdadeira na experiência relacional com a vida então Eh ao falarmos de de um processo né de de amadurecermos de evoluir ela relata desse lugar do intercâmbio social como tá no texto Olha é necessário qualificar essa relação é preciso que você qualifique esse lugar da forma com você v sua afetividade com as pessoas de como que você acolhe a afetividade do outro como é que você trabalha essas questões Então ela diz assim Ach muito interessante o medo como esse construto que parece que nbla e distorce a maneira como a gente consegue ou não se vincular à Vida ela diz importante rter as amarras deste medo né porque é uma emoção é uma emoção presente na nossa condição humana né mas ela diz é preciso dar um outro rumo um outro curso para essa afetividade da forma como você se relaciona na na na interpessoalidade né com as pessoas sem ansiedade sem conflito sem culpa e promovendo um lugar de uma saúde mental emocional que são indispensáveis paraa felicidade paraa harmonia e o equilíbrio que o capítulo esse esse subcapítulo nos instiga a pensar sobre né mas eh eh trazendo o que thgo tá dizendo né que que realmente a gente precisa se relacionar nessa outra dimensão mas aí até chegar a isso né nessa nessa relação nessa outra nesse relacionamento nessa outra dimensão o trato social é importante porque a gente
ente a gente precisa se relacionar nessa outra dimensão mas aí até chegar a isso né nessa nessa relação nessa outra nesse relacionamento nessa outra dimensão o trato social é importante porque a gente vai eh eh projetando sombra né recebendo Projeção de sombra sombra trabalhando as nossas dificuldades né visitando esses escaninhos internos então o trato social é importantíssimo né o o desculpem o livro dos dos Espíritos fala da lei da sociedade né a importância da lei da sociedade porque cada um tem um atributo diferente uma faculdade diferente e aí a gente pode pensar tanto da faculdade mesmo da intelecto né a forma de de de de tarefas quanto essa né essa faculdade nossa né psicológica né com todos os nossos complexos ativados Então realmente a vida em sociedade esse trato social esse intercâmbio social que a que a Joana nos traz que vai favorecer essa relação de fraternidade né Ela é muito importante porque aí a também faz parte desse lugar de de desnudar-se né primeiro projeta depois recolhe né vai se desnudando e vai se reconhecendo no trato e social para que aí então ela chegue de fato a essa outra dimensão da afetividade que ela trouxe né Sem apego sem paixão né sem neurose e aí faculta uma Harmonia mesmo né uma Harmonia tanto consigo quanto na relação com o outro que é tudo que a gente deseja atualmente né E que tem andado muito em falta no mundo né Se a gente for procurar na prateleira do mundo não existe né essa harmonia esse trato com o outro esse respeito né partir do momento que a gente respeita como Gelson trouxe as nossas limitações as nossas dificuldades a gente passa a respeitar um pouco mais o outro porque no outro dói tanto quanto quanto em nós né então ela vem trazendo tudo isso né Eh para que a gente possa ir alcançando eh conforme o subitem fala né condições de progressa e harmonia né para que a gente vá alcançando enfim essa harmonia tão desejada por nós né é importante tudo isso né que gente poder realmente ter essa postura essa abertura né
né condições de progressa e harmonia né para que a gente vá alcançando enfim essa harmonia tão desejada por nós né é importante tudo isso né que gente poder realmente ter essa postura essa abertura né positiva e e e assimilar né Essa visão amorosa da vida né e tirar esse esse lugar do Peso eh da do do drama de uma vida que que que é ingrata que e e reconhecer né a a vida esse campo abençoado de oportunidades né que o pai nos coloca né e o canto dentro dentro desse universo eh vê que que que os encontros eh são presentes né da vida né E que que que a gente possa tornar bons encontros né que depende disso né porque realmente esse intercâmbio aí humano é fundamental é é a partir disso que vem a experiência é a partir disso que se foram as amizades é a partir disso que se dá o conhecimento a partir disso que se dá né as noções de valores de solidariedade entre outras coisas e aí a juna vai mostrar justamente no final do capítulo que o progresso é a Fatalidade da vi né e e que e que a gente pode daí trazer junto de nós esse campo harmônico que se faz a partir dessa consciência já desperta né que já consegue olhar para PR pra vida né e reconhecer nela eh um convite uma bênção uma oportunidade né Eh um um uma novidade que vem nos acrescentar e assim por diante né Eh e isso ela tá chamando também de de amor né de amor desse amor que que confia desse amor que acredita desse amor que eh que que que gera fé desse amor que promove o melhor desse amor que se abre para cooperação e assim por diante Então esse é o caminho né desse desse intercâmbio aí né seja eh do ponto de vista social humano como da própria vida né Desse os os índios Guarani diz que tudo é humano né então humano a no nív no sentido bem pleno da palavra né da nossa humanidade e do do humano que se apresenta em todas as coisas mais alguma coisa para fechar o capítulo eu eu poisa fiquei com na cabeça isso o o o o penúltimo capítulo quando ela diz da eh de que eh Progresso e harmonia então eles são necessariamente uma conquista
is alguma coisa para fechar o capítulo eu eu poisa fiquei com na cabeça isso o o o o penúltimo capítulo quando ela diz da eh de que eh Progresso e harmonia então eles são necessariamente uma conquista interior do espírito e que se exterioriza como entendimento de vida e atração por ela é quase como se fosse a constituição forte vigorosa de um sentido e não é só um sentido de vida na qual a pessoa se lança a ideia de atração por ela é quase uma amorosidade em torno desta realização então eu fiquei L quando eu li isso eu fiquei pensando muito na experiência que após a crucificação de Jesus tu tem um momento de muita tristeza e de um sentimento de perdição em relação aos Apóstolos vivendo um luto em relação a esse lugar de uma falta de direção e se a gente pensar depois quando Jesus retorna Conversa com eles e a gente pensa todos os dobramentos que se tem a partir dali nas conquistas e realizações sacrifícios e o próprio martírio desses irmãos né Eh na nossa história cristã a gente vê que eles realizaram algo dessa natureza é como se o o reencontro eh dispara fortalece ilumina é caminhos que até então pareciam e agora que que a gente faz é quase como se o ego tivesse encontrando com self né encontra é a linha reencontra um sentido verdadeiro que e que não se para é quando parece a alma encontra e desz lancha o seu percurso paraa vida né apenas essas essas ideias umas reflexões que eu tive muito bom muito bem então com isso a gente faz o convite a todos né de permanecer nesse estudo abençoado que Joana nos propõe e na próximo encontro trabalhar o capítulo 3 problemas e desafios fica o nosso convite um grande abraço a todos que Jesus abençoe e que possamos tirar o melhor proveito da sée psicológica que nos oferece recursos belíssimos e profundos em favor da nossa aa um grande abraço a todos
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