T6:E28 • Painéis da Obsessão • A Recidiva de Argos

Mansão do Caminho 15/06/2025 (há 9 meses) 1:06:34 1,561 visualizações

Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert | Estudo da Obra No vigésimo oitavo episódio da temporada, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert analisa o capítulo “A Recidiva de Argos”, da obra Painéis da Obsessão, ditada por Manoel Philomeno de Miranda e psicografada por Divaldo Franco. Com Gisele Risso como host e responsável pelo resumo, e reflexões conduzidas por Lusiane Bahia e Marcelo Netto, o episódio trata do retorno de Argos aos antigos padrões vibratórios, oferecendo um estudo profundo sobre os perigos da recaída, a fragilidade da vontade e os cuidados que se deve manter mesmo após momentos de aparente superação espiritual. 📖 Um alerta importante para todos que desejam perseverar na transformação interior com lucidez e firmeza moral. 📘 Livro: Painéis da Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda (por Divaldo Franco) 📺 Inscreva-se, curta e compartilhe para que mais corações sejam tocados por este conteúdo de luz. #Espiritismo #PainéisDaObsessão #RecidivaDeArgos #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #GiseleRisso #LusianeBahia #MarceloNetto #GrupoSuelyCaldasSchubert #EstudoEspírita #ObsessãoEspiritual #DoutrinaEspírita #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY #PerseverançaEspiritual

Transcrição

Boa noite, queridos amigos, queridas amigas. É com grande satisfação que nós estamos aqui reunidos mais uma vez nós do grupo de estudos online Sueli Calda Schuber, hoje entre os corações queridos de Luziane Bahia e Marcelo Neto, para estudarmos o capítulo 27 do livro Painéis da Obsessão, psicografado por querido pelo querido Divaldo Pereira Franco, através do benfeitor espiritual Manuel Filomeno de Miranda. Hoje, então, nós vamos estudar o capítulo 27, intitulado A recidiva de Arcos. Mas antes de entrarmos no resumo e posteriormente aos aprofundamentos, convidamos a todos para nos unirmos em oração. Ó amado Mestre Jesus, queridos amigos e mentores espirituais que conduzem e acompanham este trabalho. Mais uma vez o nosso coração se enche de gratidão pela oportunidade. Estamos aqui reunidos entre corações fraternos que nos amamos e que temos o mesmo propósito de nos conscientizarmos cada vez mais a respeito das realidades da vida. Reconhecemos, Senhor Jesus, que o nosso momento atual, planetário e íntimo é grave, que devemos aproveitar ao máximo as oportunidades que o Senhor tem nos concedido, para que possamos avançar moralmente, para que possamos eh superar as nossas dificuldades, ainda os erros que cometemos E essa oportunidade do conhecimento e aprofundamento da doutrina espírita para nós é um verdadeiro presente. Então te pedimos que nos envolva mais uma vez no seu amor, envolvendo também a todos os corações aqui reunidos para que possamos aproveitar ao máximo as lições desta noite. Fica conosco, Senhor, e que assim seja. Então, nós iremos apresentar o resumo, posteriormente passaremos a palavra paraa Luziane e posteriormente ao Marcelo. Esse é um capítulo um tanto quanto longo, porém nós vamos focar naquilo que o benfeitor intitula, que é justamente a recidiva de Ágas. Muito interessante, muito importante que a gente possa fazê-la, fazer a leitura do capítulo, porque o mentor espiritual, né, o Dr. Lustosa também, ele vai trazer assim informações bem importantes a respeito

interessante, muito importante que a gente possa fazê-la, fazer a leitura do capítulo, porque o mentor espiritual, né, o Dr. Lustosa também, ele vai trazer assim informações bem importantes a respeito dos acompanhamentos realizados nos atendimentos de saúde da instituição aqui na Terra. Em toda essa forma como a espiritualidade age para nos intuir, para nos guiar. os mentores, os especialistas do além, como que eles atuam aqui nos intuindo, nos inspirando aos médicos, aos enfermeiros, para que haja então esse esse esse esse atendimento a quatro mãos, né? Então é muito interessante, inclusive é algo que o mentor Filomeno de Miranda também comenta nesse capítulo. E aí então ele vai iniciar dizendo que o amigo Dr. Lustosa, que havia reservado alguns dias para estar com Filomeno de Miranda naquela comunidade, onde ele também era um cooperador valioso ao lado de outros obreiros diligentes, na primeira oportunidade, porque Filomeno soube, porque Dr. gostosa sobre do interesse do de Filomeno de Miranda em recolher apontamento sobre técnicas e ocorrências a respeito da obsessão, tanto quanto também da interferência de espíritos na vida de todos nós. Ele sugere a Filomeno acompanhá-lo num ambulatório médico, a acompanhar os atendimentos médicos de alguns enfermos que residiam no bairro e recorriam então àquela instituição chamada um reduto de amor. E a irmã Angélica, a benfeitora ali de todos, também a benfeitora morte, digamos assim, da instituição. Sempre vigilante na razão direta em que as atividades se multiplicavam entre os seus pupilos sob a inspiração de Jesus. convidava sempre novos obreiros do amor, do plano espiritual, que assumiam responsabilidades administrativas e de auxílio nos respectivos setores. Então, ela naquele momento havia eh convocado, rogado a cooperação valiosa de Dr. Dirceu de Campos, que havia sido na terra um respeitável professor de medicina e cientista. Então, o Dr. Dirceu foi apresentado a Filomeno de Miranda e Filomeno de Miranda diz que eh nesse a partir desse

ceu de Campos, que havia sido na terra um respeitável professor de medicina e cientista. Então, o Dr. Dirceu foi apresentado a Filomeno de Miranda e Filomeno de Miranda diz que eh nesse a partir desse momento a sua inteligência, né, de Dr. Dirceu, aliada à bondade espontânea, cativaram de imediato a simpatia de Filomeno de Miranda. E aí então ele vai tecendo algumas considerações a respeito dos atendimentos que eh eles, a equipe espiritual procurava eh intuir os atendimentos para que houvesse o a menor quantidade de receitas de drogas possíveis, né, de remédios, para que fossem então evitadas as intoxicações orgânicas para melhor se reequilibrar o psiquismo dos doentes, né, dos clientes que deveriam então se ajustar à saúde e também preservá-la, fazendo, né, um comentário de que a as doenças todas procedem do espírito falando sobre os tratamentos através de técnicas psicossomáticas, ampliando um pouquinho mais esse olhar a respeito da saúde. E em ato contínuo, ele leva então o Filomeno de Miranda a acompanhar uma consulta clínica e vai explicando o caso. Quem tiver curiosidade vai ter que pegar o capítulo para ler, porque ele vai relatar dois casos. Um de um eh alcólatra que está ali também sofrendo a interferência espiritual, que mais ou está levando a estado de degenerescência da saúde, né? talvez ali tenha a chance de adquirir uma cirrose. E também um outro caso, né, o oposto, que é de um senhor que tem ali um problema, né, orgânico, mas que tá sendo amparado espiritualmente pela sua antiga esposa, né, sua última esposa, que ali naquele momento estava como uma amiga, uma benfeitora espiritual. E aí então ambos os casos como foram conduzidos, qual foi esse olhar da espiritualidade e como os pacientes também eh receberam, né, o o tratamento, a consulta, as advertências do médico. Então ali naquele naquele naquela instituição, os casos se sucediam e os obreiros todos se desdobra na prática do bem. quando então o amigo espiritual Bernardo foi chamá-los e ao Dr. Arnaldo

o médico. Então ali naquele naquele naquela instituição, os casos se sucediam e os obreiros todos se desdobra na prática do bem. quando então o amigo espiritual Bernardo foi chamá-los e ao Dr. Arnaldo também e informou que se tratava então do caso de Argos, que seu estado de saúde estava se agravando e conforme já era esperado, foram encontrá-lo em abatimento profundo sob forte febre que decorria da sua violenta recidida, que a chegada foram recebidos por uma senhora simpática que se apresentou como sendo então a sua mãe, né, a genitora dele. Ela os recebeu preocupada e quando se acercaram do leito, o Dr. Arnaldo o examinou cuidadosamente, afirmando e confirmando o retorno da doença e a complexidade de que o caso novamente se revestia. E receando então a errupção de uma brutal hemoptise, o médico solicita a ajuda de Bernardo, que muito prestamente aplicou recursos calmantes para diminuir a febre e recompor o aparelho respiratório congestionado pela infecção. Se tratava, porém, de uma terapia de emergência, né, em razão desse agravamento do caso dele. Logo depois, então, Dr. Arnaldo considerou que a mente pessimista e assustada de Argos, que cultivou uma psicose depressiva receando o retorno da doença, ao lado da sua insistente rebeldia ao trabalho edificante que lhe concederia créditos paraa saúde, responde pela recidiva a que foi levado, tendo isso em vista também a vinculação com Felipe, o obsessor. De algum modo, se adier um resultado funesto para o corpo, disse ele, temos mais um infeliz exemplo de suicídio indireto. E aí ele faz consideração de que nós, na verdade, não nos cabe, né? fala pressar as conclusões nem opinar com o desconhecimento do amor e da caridade, mas que a intemperança é sim um fator desconcertante que agasalhamos e de cujos efeitos perniciosos não nos conseguimos furtar e que em relação então ao cliente, né, que fosse aguardada a reação orgânica à fluidoterapia, bem assim as porvindouras determinações superiores. Filomeno então observa que o recurso

onseguimos furtar e que em relação então ao cliente, né, que fosse aguardada a reação orgânica à fluidoterapia, bem assim as porvindouras determinações superiores. Filomeno então observa que o recurso fluídico não foi capaz de afastar Felipe, que os acompanhou com ação manifesta de ironia. Dr. Arnaldo, então não guardou as não aguardou a pergunta de Filomeno já vindo explicar, né, que desde que a presença do amigo infeliz foi acolhida pelo invigilante enfermo, não lhes foi lícito violar o seu livre arbítrio, nem de um, nem de outro, que na verdade estavam ali nesse consórcio em desdobramento, que Argos é suficientemente esclarecido em torno dos mecanismos desse intercâmbio. espiritual das obsessões para que o tratemos como se ele fora um adolescente responsável ou ignorante sobre o assunto. E que não foi por outra razão que o mestre então proferiu a sentença de advertência: "Muito se pedirá a quem muito foi concedido". E que o problema de evolução é pauta de dever pessoal e intransferível, não podendo ninguém crescer no lugar de outro. E nesse comenzo, entra no quarto o médium vencesla trazido pelo evangélico e que a surpresa dorida que se estampava na face pálida era evidente ante o convite da instrutora sobre a informação do agravamento da doença de imediato. Então, o sensitivo detecta a presença dos mentores, assim como de Felipe, e não poôde dominar as lágrimas, agora sim, de compaixão, de tristeza, que lhe foram aflorando dos olhos. Arves estava semidesfalecido, um tanto atônito, amedrontado. Conseguia avaliar, embora o seu estado, quais lhe eram as parcas perspectivas de recuperação, que a chegada do médium infunde nele um pouco de ânimo e, embora já sob os efeitos da providencial ajuda de Bernardo, se sentia demasiadamente debilitado, exudando em abundância, o que indicava queda da temperatura em que ardia. O companheiro tinha a voz embargada e falava com dificuldade, esforçando-se por manter a naturalidade, encorajando doente e prontificando-se a ajudá-lo. Percebemos, diz Filomeno, o

atura em que ardia. O companheiro tinha a voz embargada e falava com dificuldade, esforçando-se por manter a naturalidade, encorajando doente e prontificando-se a ajudá-lo. Percebemos, diz Filomeno, o rancor que sulcou da face do verdugo impenitente, reagindo à presença da irmã Angélica e do Médium, que ele se agita e percebendo e parecendo trêloucado porque a psicosfera ambiente começa a se modificar com a presença da nobre entidade, ele se retira com violência e Vencesal percebeu o acontecimento, não podendo evitar que desfilassem pela tela das suas recordações os clichês dos seus próprios testemunhos na mediunidade, quando ele também foi perseguido por inimigos do pretérito, que programaram rudes e fizeram, né, rudes golpes e dolorosos planos de vingança, através dos quais o martirizaram por largos anos a fio. Não lhe havia sido fácil aquele período que lhe custara muito sofrimento e paciência sobre a orientação da mentora dedicada. E por isso ele compreendia o drama do amigo. Sem desejar formular comparações descaridosas, ele compreende que a sua ação ao serviço do bem lhe constituía um seguro passaporte para atravessar as barreiras da difícil aduana da renovação, enquanto que o enfermo resolveu-se por comportamento diferente. Saí então das reflexões quando foi convidado pela benfeitora a aplicação do socorro fluídico em que se transfeririam energias mais específicas a argos. O auxílio de Bernardo valioso criou a predisposição para que o doente assimilasse, desta vez outros tipos de fluidos procedentes do corpo físico sadiio do sensitivo. foi proferida uma oração de alto significado emocional e de que todos os participantes eh e ato contínuo, o médium seguramente conduzido pela irmã Angélica, deu início ao à operação socorrista. A princípio, com movimentos rítmicos e em direção longitudinal, desembaraçou o enfermo das energias absorvidas e dos miasmas venenosos que lhe empestavam o organismo, como a desintoxicar as células, facilitando a renovação. Foram mais cuidadosamente

longitudinal, desembaraçou o enfermo das energias absorvidas e dos miasmas venenosos que lhe empestavam o organismo, como a desintoxicar as células, facilitando a renovação. Foram mais cuidadosamente atendidos os centros coronário, cardíaco e gástrico que exteriorizavam coloração escura, fluido pastoso, letal. Em seguida, então, passou a transferir-lhe as forças restauradoras mediante a imposição das mãos nas referidas áreas que lentamente foram absorvendo a energia salutária e mudando de cor, irradiando para todo o corpo as vibrações de reequilíbrio. Logo depois, foi magnetizada a água que foi oferecida a ele em pequena dose e então se encerrou o labor da caridade fraternal. Argos foi aconselhado a trocar de roupa porque estava úmida pelo suor abundante, a seguir com a medicação e a repousar o mais possível, tanto física como mentalmente. A palavra calma, repassada de bondade e de confiança do médium, que lhe informava serem aquelas instruções apresentadas pela benfeitora, fizeram-lhe um grande bem, auxiliando-o a recuperar o alento e a adormecer após atendidas as sugestões providenciais. a genitora do enfermo, então se prontifica permanecer ali de vigília junto ao filho. E a irmã Angélica, ao se despedirem, promete que eles retornariam às 23 horas. Ela então estampa na face uma expressão de gratidão e de indefinível júbilo, osculando meigamente a destra da veneranda amiga espiritual. Rumaram então a outras atividades e ficaram aguardando as providências que seriam tomadas em favor do companheiro quebrada. Então este é o resumo do capítulo e agora passamos paraa nossa querida Luziane para ouvir os seus comentários. Seja bem-vinda, querida amiga. A palavra está com você. Nós cumprimentamos a você, G também, nosso querido irmão Marcelo, a todos vocês que estão aqui também, que vão nos acompanhar posteriormente. É uma alegria estarmos neste estudo, aprendendo e buscando reflexões que são importantes para o nosso crescimento. Gratidão a todos por essa oportunidade.

ambém, que vão nos acompanhar posteriormente. É uma alegria estarmos neste estudo, aprendendo e buscando reflexões que são importantes para o nosso crescimento. Gratidão a todos por essa oportunidade. Esse é um capítulo, como a gente colocou aí muito bem, ele é revestido de misericórdia. é um capítulo repleto de amor. Porque não dizermos que o livro assim também se apresenta? Porque a cada capítulo que nós observamos detidamente, nós podemos perceber que há a parcela da misericórdia, do amor, sempre demonstrando em exelucitude a beleza das leis da divindade, da atuação do nosso pai maior nas nossas existências, na nossa vida. As palavras e as lições de Jesus, elas jamais devem ser consideradas por nós como superficiais, ou palavras que podem ser decoradas e proferidas, palavras que podem ser multiplicadas e, em diversos contextos, ser apresentadas sem que se faça sobre elas uma reflexão amadurecida e aprofundada. Jesus, em uma das suas lições, trouxe a aqueles que apresentavam defecções em diversas vezes: "Vá e não tornes a pecar, a fim de que algo pior não lhe venha a acontecer". Essa frase ou essa expressão que é tão do nosso dia a dia, porque as lições do evangelho são as lições da vida. Um livro como este, este capítulo que acabamos de ouvir, o resumo que G nos trouxe com tanta beleza, tá recheado deste ensinamento, ensinamento de advertência para que sigamos em frente e não retornemos às defecções que já nos são conscientes para que algo pior não nos venha a acontecer. Argos, a personagem principal desse livro, nesse capítulo, experimenta a recidiva, que nós já nos capítulos anteriores estávamos vendo esse tracejo natural, esse desfecho, porque era um movimento de acomodação, era um deixar transcorrer as horas, os instantes, as oportunidades, sem tomar as rédias da própria existência e sem dar a essa existência um direcionamento seguro. Nós já estávamos vendo, acompanhando a história de Argo, já sabíamos que uma recidiva iria acontecer. Mas não é somente a recidiva da enfermidade orgânica que

essa existência um direcionamento seguro. Nós já estávamos vendo, acompanhando a história de Argo, já sabíamos que uma recidiva iria acontecer. Mas não é somente a recidiva da enfermidade orgânica que muito bem o benfeitor Manuel Flumos de Miranda traduz, deixa-nos anotado quando traz as primeiras reflexões nesse capítulo de que a doença não está no corpo, mas reside no espírito. Este aspecto principal da recidiva de Argos não reside naquele contexto orgânico unicamente. Ele é reflexo de algo da sua vontade, da sua decisão. A recidiva, acima de tudo, é obsessiva porque retorna à convivência mais íntima com Argos Felipe, que tinha sido afastado. Nós nos recordamos lá atrás no contexto da moratória, todo o cuidado, o afastamento também no período terapêutico para que nada desse errado com a moratória. E quando ele tem essa alta, ou seja, para que ele possa caminhar com os próprios passos, ele volta a comportamentos que vão fortalecer as suas imperfeições, as suas defecções. O espírito Joana deângeles, no livro Jesus e Atualidade, no capítulo intitulado Jesus e a Revolução, nos ensina que o Mestre, bem como os benfeitores espirituais, eles nos movimentam como um todo para que apresentemos o primeiro passo. O primeiro passo é dado com todo esse aparato. E é interessante porque esse primeiro passo é o passo para que os próximos passos possam ser originados. Então, o primeiro passo que pode ser o passo da decisão para fazer algo positivo, o passo para um arrependimento, então para se libertar de uma defecção, enfim, um primeiro passo, esse passo que é o mais difícil, que é do de iniciar, quantas vezes a gente adia tantos planejamentos nossos, mas esse passo inicial nós temos o aparato de Jesus dos bons espíritos, diz a benfeitora. É essa revolução que ele faz no nosso mundo íntimo, extraindo de nós a luz oculta, opaca, para fazê-la brilhar com expressividade trazer aquilo que está em nós e que nós mesmos ignoramos, mas estimular com essa sua presença, com as oportunidades, com os anjos encarnados

luz oculta, opaca, para fazê-la brilhar com expressividade trazer aquilo que está em nós e que nós mesmos ignoramos, mas estimular com essa sua presença, com as oportunidades, com os anjos encarnados que acabam sendo mensageiros efetivos para nos auxiliar nesse primeiro passo. Mas diz a benfeitora, os próximos passos dependem eminentemente da nossa vontade. Não que o primeiro não tenha dependido, mas estávamos alicerçados. Alicçados numa providência divina. E se observarmos num âmbito maior, os primeiros passos na criação ou os primeiros passos dentro da simplicidade e ignorância também são assessorados. É a mãe, o pai que auxiliam os seus rebentos a engatinharem, a darem os primeiros passos. É natural essa providência que nos auxilia a sermos previdentes, a a sermos responsáveis em algo que ainda não sabemos, mas que vamos desenvolver à medida que dedicarmos à nossa vontade e empreendermos nessas nossas vivências o melhor de nós. Exatamente essa outra parte Argos não faz. ele começa a enveredar na reclamação, na revolta, na acomodação, no ostracismo. E o parágrafo que chama atenção para essa conclusão e que inevitavelmente resulta na recidiva é a que agi leu assim em alguns trechos, mas a gente gostaria de destacar aqui como um todo. A mente pessimista, diz o Dr. Arnaldo e assustada do nosso amigo que cultivou uma psicose depressiva, receando o retorno da doença ao lado da sua insistente rebeldia o trabalho edificante, que ele concederia créditos para a saúde, responde pela recidiva. que foi levado é a causa da recidivida, tendo-se em vista a vinculação com Felipe, já tem afinidade, já tem sintonia, já tem laços inclusive que comprometem-no e que, como é mais natural o hábito e a própria mente culpada atrelasse a esses hábitos viciosos, há essa identidade, essa vinculação com o Felipe. De algum modo, se adier um resultado funédo para o corpo, temos mais um infeliz exemplo de suicídio indireto. E é interessante o benfeitor falar de suicídio indireto, porque a gente vai lá na questão 943 do

um modo, se adier um resultado funédo para o corpo, temos mais um infeliz exemplo de suicídio indireto. E é interessante o benfeitor falar de suicídio indireto, porque a gente vai lá na questão 943 do livro dos espíritos, a questão que a gente muito conhece, que Kardec pergunta aos benfeitores espirituais de onde adveio o desgosto pela vida, qual é a razão do desgosto pela vida? E os benfeitores respondem num primeiro momento, que é a ausência de fé, a ociosidade e a saciedade. Se olharmos esses três elementos, eles estão presentes no Argos. a essa saciedade, juntamente com essa ociosidade, esse ostracismo de não fazer nada, porque inicialmente ele traz a desculpa de que ele tá se recuperando como se ele estivesse impossibilitado de auxiliar. E aí a gente gosta muito de compartilhar o exemplo da Madre Teresa Escalcutá. E eu acho que a gente citou aqui oportunamente, certa vez, acho que a gente trouxe esse exemplo, mas é algo que a gente pode sempre revisitar, porque é algo meditativo, reflexivo para as nossas ações. A Madre Teresa, ela auxiliava muitas pessoas, inclusive pessoas que estavam eleitos sem poder caminhar. E numa certa vez ela recebe uma carta de uma idético, de uma pessoa que estava com a Aides. E ela estava bem no iniciozinho daquela descoberta e da própria predisposição da madre em auxiliar estas pessoas. E ela recebe uma carta, demora um pouquinho de responder, mas dá atenção e responde. Ele evoca a madre dizendo que ele não poderia fazer nada, de que a vida dele já já não tinha mais um propósito. Ele tava sobre uma cama e estava aguardando a morte. Ele pedia que ela orasse por ele. Ela responde dizendo que ela vai orar sim por ele, que ela vai atender ao seu pedido, mas que todos nós podemos fazer algo de bom. Lembrando que os espíritos respondem a Allan Kardec na questão 643, que todos nós temos algo de bom para fazer. Sempre é possível fazer o bem. E quando não fazemos, é porque estamos com as lentes do egoísmo. E a madre, trazendo esse princípio, diz para ele:

estão 643, que todos nós temos algo de bom para fazer. Sempre é possível fazer o bem. E quando não fazemos, é porque estamos com as lentes do egoísmo. E a madre, trazendo esse princípio, diz para ele: "Olha, todos nós podemos fazer o bem. Então, segue uma listinha de 10 nomes pela para de pessoas que você pode orar por elas. Você, mesmo acamado, sem conseguir caminhar e tudo mais, você pode orar por estas pessoas. A oração é um trabalho." Mas Argos nem isso gostaria de fazer, nem isso queria fazer. criava essas desculpas, começava a entrar também em conversas que não eram edificantes, ou seja, não buscava o que traz a resposta 943. Logo depois, nesses três comandos, traz a resposta dizendo que quando nós nos dedicamos a uma tarefa com utilidade, não há espaço para situações que venham nos trazer em peços. Muito pelo contrário, nós estamos caminhando sob a orientação da perspectiva da felicidade, porque vamos air através do trabalho a nossa própria autoconquista, a nossa própria superação, a superação pessoal. Então, a ausência de fé, tá logo aqui no iniciozinho do do parágrafo, né? a mente pessimista e assustada do nosso amigo que cultivou a psicose depressiva, receando o retorno da doença. Quanto mais ele receava, mais ausência de fé, mais ausência de conexão com o pai. Quanto menos ele orava, lembra lá nos capítulos anteriores, que que ele deixa mais de fazer assim diretamente? e que os e que a benfeitora, a irmã Angélica, adverte, que é o primeiro passo rumo à obsessão, rumo a essa vinculação com as mentes que que querem nos conduzir a processos enfermos, é nos desprendermos da nossa atividade, do nosso dever de orarmos. Nós cerceamos, impedimos o diálogo com Deus, que o diálogo tá através da oração, e permitimo-nos ficar à deriva, não porque Deus deixa de nos auxiliar, mas porque nós menorzamos e não queremos esse auxílio. Adentrando talvez nessa perspectiva de saciedade, que tá bom, que tá tudo bem. E a saciedade nada mais é do que o encharcamento do orgulho, que traz uma

que nós menorzamos e não queremos esse auxílio. Adentrando talvez nessa perspectiva de saciedade, que tá bom, que tá tudo bem. E a saciedade nada mais é do que o encharcamento do orgulho, que traz uma ideia de preenchimento, mas que é falsa e vazia. e que quando constatamos em momentos como este aqui, que vem uma enfermidade, que vem uma bala, uma situação que nos promove um estremecimento das nossas estruturas, nós buscamos apoio onde nós nos sedimentarmos e nos segurarmos e a gente não encontra, porque é esse vazio que advém do orgulho numa aparente repletude, como se tivesse nós estivéssemos cheios, repletos, mas ali um vazio. um vazio de perspectiva, de ausência de sentido e naturalmente leva ao desgosto da vida, que leva o suicídio nessa nesse esclarecimento que os espíritos nos trazem e é muito conectado com o que aqui o benfeitor apresenta como esse suicídio indireto. Indiro, direto é suicídio e traz consequências conscienciais. E aí na sequência, um outro ponto que a gente gostaria de refletir também, que é esse aspecto da consciência. Aqui a gente encontra mais uma lição de Jesus quando eh o benfeitor traz pra gente a reflexão de que o mestre nos advertiu. Muitos pedirá a quem muito foi concedido. Argos tinha a consciência e ele diz assim aqui, a gente não pode tratá-lo como se ele fosse alguém que não conhecesse o processo obsessivo, como se fosse alguém que ignorasse as questões espirituais. Então essa mensagem aqui é para nós. Essa história aqui é para nós espíritas que conhecemos, até porque o Argos é espírita, nós conhecemos esse esses escaninhos do mundo espiritual e da vida no mundo espiritual. Nós conhecemos estas questões que extravazam e extrapolam os nossos sensores materiais. É ela que nos traz a reflexão sobre nós mesmos e não a cobrança que vem de fora e não a lei que vem de fora, mas a lei que vem de dentro da própria consciência. Então essa advertência que aqui é depositada dessa nossa responsabilidade pelo conhecimento espírita é para que nós fiquemos

a lei que vem de fora, mas a lei que vem de dentro da própria consciência. Então essa advertência que aqui é depositada dessa nossa responsabilidade pelo conhecimento espírita é para que nós fiquemos vigilantes em relação à aquilo que possuímos como conceitos, como avanço da intelectualidade, porque tudo isso tem estar a serviço da nossa construção moral. E tudo isso é trabalho. O intelecto tem que estar a serviço do trabalho, do trabalho que vamos fazer. na lavoura, no campo, no trabalhar o campo, no arar a terra, na plantação, na escolha das sementes, na escolha de tudo que vamos ofertar a semente, no cuidado do crescimento das plantas, da força dessa planta, das adversidades que vem-nos por conta desse crescimento da planta até se tornar uma árvore frondosa com os frutos que também nós somos responsáveis por eles. Porque uma árvore boa concede bons frutos, uma árvore má concede maus frutos. E aí está a responsabilidade pelos frutos que nós temos. E aí o último ponto que a gente gostaria de destacar, que foi algo que nos chamou bastante atenção na lição, é quando o Venezal chega no contexto, porque é muito interessante a empatia, é muito interessante o coração misericordioso, mas o coração repleto de compaixão. é um coração cheio de compaixão, que tem um trabalho na caridade, como a gente acompanha ao longo de todo o livro, com muita seriedade, com muita dedicação, alguém que se destaca pela disciplina, pela fidelidade. E ele chega com esse coração repleto de amor. E o que ele, qual é a reação dele? é envolver-se no contexto, é não ser indiferente, é trazer lágrimas porque está se compadecendo com a escolha do outro. Porque a a o destaque que é feito também no capítulo é que a gente não pode, o outro não pode fazer aquilo que nos cabe ser feito. O outro tá ali muitas vezes facilitando o processo da nossa iluminação e às vezes emprestando a claridade dele para que a gente através daquela claridade corra atrás para fazer algo nosso. Mas chega do momento, chega o instante em que essa

o processo da nossa iluminação e às vezes emprestando a claridade dele para que a gente através daquela claridade corra atrás para fazer algo nosso. Mas chega do momento, chega o instante em que essa nossa, esse nosso processo tem de ser intensificado e às vezes sem aquela luz, sem a presença daquela luz. E não pode ser feito pelo outro. Somos nós que temos de fazer, assumindo a responsabilidade por aquilo que nos cabe naquele momento realizar. E esse médium chega, se compadece do contexto com muita sensibilidade, mas também se lembra das questões dele mesmo. E aí eu gostaria de trazer os grandes médiuns da humanidade, nosso tio Divaldo, Chico Xavier, Zil da Gama, Ivone do Amaral Pereira e tantos outros que se mantém inclusive no anonimato pro planeta, mas que tem os seus desafios. É muito interessante o destaque que se faz nesse capítulo, porque o médium ele se recorda dos desafios vivenciados por ele. E todos esses aqui que nós citamos, eles tiveram diversos desafios na sua existência por conta do processo de educação da mediunidade e por conta desses embates do passado, dos adversários do passado, que a mediunidade foi a bênção que fez com que eles pudessem se autoeducar e trazer para eles e para a humanidade um contributo positivo, um direcionamento útil focado no trabalho. o trabalho que a mediunidade lhe proporcionou, que trouxe a cada um deles como oportunidade de libertação, mas a escolha deles. Então, quando a gente olha a grandiosidade desses médiuns e como o tio Divaldo muitas vezes falava, porque as pessoas chegavam para ele e dizia assim: "Ah, Divaldo, eu também queria ver a Joana. Eu eu também queria assim escutar as coisas que a Joana traz, mas assim diretamente eu queria falar com a Joana. Deve ser tão especial ver assim o o Bezerra de Menezes, o Viana de Carvalho, ouvir, meu Deus, o violino do Viana tocando quando a psicografia vai iniciar. Puxa, quanto deve ser encantador. E o tio Divaldo sempre eh fala, sempre traz na sua fala que a mediunidade não é viver somente estes

Deus, o violino do Viana tocando quando a psicografia vai iniciar. Puxa, quanto deve ser encantador. E o tio Divaldo sempre eh fala, sempre traz na sua fala que a mediunidade não é viver somente estes aspectos que parecem ser gloriosos, mas que também nela se deposita um grande enfrentamento que não é na visibilidade do mal, é no defrontar-se com o mal interno, com as questões interiores que precisam ser buriladas, educadas para que se possa estar digno numa seriedade, numa disciplina para lidar lidar com esses benfeitores, mas também para lidar com os sofredores e sem corromper-se, sem se deixar obsidiar, sem deixarse sair de cena por defecções e falhas na moralidade. Então, esse médium aqui no livro e ter feito essa conexão entre o médium e Argos mostra que na lei divina não há privilégios. E por isso que a benfeitora Joana de Angeles, na mensagem que tá lá no Evangelho Segundo Espiritismo, intitulada paciência, que ela é autora como um espírito amigo, ela abre falando sobre paciência, dizendo que a dor é uma bênção que Deus concede aos seus eleitos. Não vos aflijais, pois, quando sofrerdes, antes bendizei a Deus onipotente, que pela dor concedeu-nos a glória nos céus. Essa dor ser para aqueles eleitos são esses que se fazem eleitos. E esse médium demonstrou, e aqui consta no capítulo, que ele elegeu-se, ele colocou-se diante da superação que as adversidades vinham ao seu encontro, tornando-se um eleito, libertando-se e utilizando a dor como instrumento para a sua libertação, mas para o auxílio de tantos. O que Argos não soube fazer e o que até a irmã Angélica em capítulos anteriores comenta, a dor não foi suficiente, a enfermidade não foi suficiente. Ele não trouxe isso, não trouxe para ele. Não é que aquele recurso não foi suficiente, ele não aproveitou o recurso que esteve à sua disposição. Então essa essa liçãozinha aí final desse médium traz essa perspectiva de que não há privilégios, mas sim a utilidade que nós damos das oportunidades que recebemos diariamente,

steve à sua disposição. Então essa essa liçãozinha aí final desse médium traz essa perspectiva de que não há privilégios, mas sim a utilidade que nós damos das oportunidades que recebemos diariamente, que são vertidas do alto ao nosso encontro, que são oportunidades de cura, de libertação, de esperação, de saúde, de felicidade. Agora a gente segue aí com o nosso querido irmão para dar continuidade nas nossas reflexões. Obrigada, Luziane. muito obrigada pelas suas considerações e lembrar, né, dessa mediunidade de Divaldo, de Chico e de outros que foram vidas de medionato, né, e que foram assim e são exemplos para nós, pra gente ver o quanto eles tiveram que abdicar de si, de doar, que não são só benfeitores, né, que se comunicam ali com eles o tempo todo. Então, querido Marcelo, seja bem-vindo. Agora a palavra está com você. Muito obrigado, Gi. Muito obrigado à nossa querida Lu, porque a vontade que eu tenho, que eu tinha, continuo tendo, é de continuar escutando a vocês duas o resumo tão bem feito, tão especial, com detalhes e ao mesmo tempo com tanto conteúdo. e a nossa Luziane. Menina, Deus te abençoe da forma como você vai passeando pelos textos e nos trazendo reflexões muito profundas. Eu, nestes minutos que me cabem, gostaria de cumprimentar a todos que nos assistem também acompanhando este estudo e pedindo a Jesus que possa de alguma forma nos inspirar para que as reflexões possam estar minimamente coordenadas com a beleza do que nos foi apresentado pela nossa querida Lu e a nossa querida G. Eu gostaria de focar neste capítulo, salientar, melhor dizendo, a presença destes médicos que se encontram nos dois lados da vida, porque este capítulo nos vai falar a respeito de médicos, enfermeiros, odont odontólogos, melhor dizendo, oferecendo gratuitamente as suas horas de repouso em benefício daqueles que sofrem. os desvalidos da saúde física, tão necessitados do conforto. Então, muito nos tocou este capítulo e os bastidores espirituais nos falando a respeito da singela clínica dirigida

io daqueles que sofrem. os desvalidos da saúde física, tão necessitados do conforto. Então, muito nos tocou este capítulo e os bastidores espirituais nos falando a respeito da singela clínica dirigida pelo professor Dirceu de Campos, mas também o ambulatório médico no atendimento de alguns enfermos que residiam ali no bairro e recorriam aquele reduto de amor, como diz, como dizem as palavras do nosso Manuel Fluminho de Miranda. E no âmbito físico entre os encarnados, homens, mulheres, médicos, enfermeiros, dentistas, auxiliares de toda ordem, doando as suas horas de descanso. Isso é muito sério. E alguns, mesmo como diz o capítulo, sem professarem necessariamente a fé espírita, mas guiados pela bússola moral do bem, impelidos por um ideal muito maior, servir com amor. Então, nós estamos vendo nestas páginas, em tantos outros exemplos, a presença destes profissionais como bálsamos, como bálsamo na vida de tantas pessoas. Os seus trabalhos, nós poderíamos aqui dizer, são como se fossem hinos silenciosos de fraternidade. E especificamente nesse capítulo, a gente vai ver o nosso Miranda falando, né, abre aspas, porque é uma fala dele. Caracterizavam-se pelo propósito sadiio de bem servir nesse ambiente de serviço desinteressado. Aí a figura espiritual do nosso Dirceu de Campos vai se destacar este antigo professor de medicina, conhecedor de parasitologia e que vai dirigir todos aqueles trabalhos e convocar os seus colegas desencarnados para que as benfeitorias e os atendimentos ocorram. Então essa abordagem vai revelar o verdadeiro sentido da medicina integral, se é que eu posso colocar desta forma. Mais um trecho que nós retiramos da obra que fala o seguinte: Como sabemos que todos os malis males que atingem o corpo procedem do espírito? Aqui inspiramos os colegas encarnados a receitarem menos drogas, como trouxe aí o resumo da nossa GI, para melhor reequilibrarmos o psiquismo dos nossos clientes, que se devem ajustar à saúde e preservá-la. Aí o foco, então a gente percebe não é

tarem menos drogas, como trouxe aí o resumo da nossa GI, para melhor reequilibrarmos o psiquismo dos nossos clientes, que se devem ajustar à saúde e preservá-la. Aí o foco, então a gente percebe não é simplesmente na cura física, mas na harmonia do ser integral, tratando das feridas da alma, naturalmente causadas pelas dores sociais, pelas fomes, pelos distúrbios, pelas múltiplas encarnações que são solidárias nesta propósita de restabelecer a integridade do espírito que busca a felicidade num âmbito muito mais amplo. Então, estas situações ilustram, quando a gente vai dar uma olhada nos capítulos, ilustram o compromisso profundo com a restauração do ser humano na sua totalidade e essa entrega incondicional. E aí nós podemos aqui talvez trazer a figura indiscutível do médico dos pobres, o nosso Bezerra, que encarnou como poucos o ideal cristão no exercício da medicina. atendia gratuitamente, distribuía os recursos que recebia em prol dos necessitados e via o ato de curar como um ministério sagrado. E aí a gente vai perceber naquela obra Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. uma capa tão antiga, mas fala assim, aquele ministério que que começa, Bezerra começa a sua missão enquanto esteve aqui encarnado, aquela o qual Ismael o incumbiu e que visava fazer uma grande diferença na pátria do evangelho. volta à carne no dia 29 de agosto de 1831 e vamos encontrar na obra Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, uma psicografia do nosso Chico, editado pelo espírito Humberto de Campos, uma passagem que nos traz uma beleza incomparável. O que que nos fala Ismael aconselhando ao nosso bezerra quando está para reencarnar? Descerás as lutas terrestres com o objetivo de concentrar as nossas energias no país do Cruzeiro, dirigindo-as para o alvo sagrado dos nossos esforços. Arregimentarás todos os elementos dispersos com as dedicações do teu espírito, a fim de que possamos criar o núcleo, o nosso núcleo de atividades espirituais dentro dos elevados propósitos de reforma. e regeneração.

todos os elementos dispersos com as dedicações do teu espírito, a fim de que possamos criar o núcleo, o nosso núcleo de atividades espirituais dentro dos elevados propósitos de reforma. e regeneração. Tem então início, a nova etapa desse espírito. Queria semear sobretudo os menos favorecidos, o seu carinho, a sua dedicação, mas principalmente o próprio coração que estava integralmente a serviço de Jesus. Eu sei que Bezerra não é mencionado aqui neste capítulo, mas me veio muito a presença dele, porque eu percebi nas páginas as questões relacionadas a estes profissionais que vão muito além do bisturi e as questões medicamentosas. Então, logo começa o nosso bezerra a ser chamado como médico dos pobres. Ele não deixava ninguém sair do consultório sem nenhum tipo de cuidado, um abraço que fosse. E nós não temos ainda a noção das questões dos bastidores, porque a literatura e os seus biógrafos talvez não tenham conseguido perceber todos os escaninhos daquele coração tão grandioso que de uma forma tão lúcida, tão bela, nós conseguimos talvez perceber pequenas pequenas pequenos fragmentos da beleza de um amor verdadeiramente voltado a Jesus, porque Bezerra compreendia no sofrimento do outro. Ali estava simbolicamente falando o próprio Cristo e nas visitas inesperadas destes irmãos sofredores em sofrimento, a oportunidade da sua própria redenção e exemplificador daquele homem incomparável, que ainda segue sendo um verdadeiro enigma para todos nós, mesmo 2000 anos se passando. dizia o nosso bezerra numa num dito duro e muitas vezes chamando atenção destes médicos e profissionais da saúde, talvez algo que possa mexer com as fibras íntimas. Eu não consegui gravar de memória, mas separei aqui numa pequena folhinha quando bezerra nos fala: "Um médico não tem o direito de terminar uma refeição, nem de perguntar se é longe ou perto quando um aflito qualquer lhe bate a porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalho trabalhado muito e achar-se fatigado, ou por ser

uma refeição, nem de perguntar se é longe ou perto quando um aflito qualquer lhe bate a porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalho trabalhado muito e achar-se fatigado, ou por ser alta hora da noite, ma caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro, o que sobretudo pede um carro a quem não tem como que pagar a receita ou diz a quem lhe chora à porta que procure outro. Esse não é médico, é negociante de medicina que trabalha para recolher capital e juros dos gastos da formatura. Isso é forte. Isso é forte porque sabemos que estamos ainda os médicos nestas nossas imperfeições, distantes talvez deste ideal. Mas esta é a verdadeira, este é o verdadeiro objetivo que toda a medicina ou aqueles que estão verdadeiramente embuídos deste espírito, como nosso querido Bezerra, que possam perceber na beleza deste apostulado que é a medicina, a transformarem-se em verdadeiros dinamos, divulgadores da caridade. muito além dos nossos conceitos parcos que todos entendemos. Então, nós entendemos que essa visão e os exemplos que o nosso Bezerra nos trouxe aqui são al e falando a respeito destes benfeitores, da das questões que estão aqui muito bem pontuadas, nós poderíamos talvez trazer algum tipo de reflexão. E lembrando do nosso Emanuel, que traz no livro Fonte Viva, no capítulo 74, eh, quando há luz. E ele ao interpretar o trecho de uma passagem que Paulo envia na segunda epístola aos Coríntios, ali no capítulo 5, no versículo 14, quando ele fala a respeito de quando a luz. E Emanuel descreve o verdadeiro discípulo como alguém tomado por uma força invisível, uma força irresistível que o impele a servir incansavelmente. E a nossa luz trouxe isso porque este livro todo nos mostra a beleza dos resgates, da providência divina, que se desdobra em mil circunstâncias para que possamos ser acolhidos de uma forma impressionante. Sem dúvida, a resposta final é nossa e seremos naturalmente responsáveis pelas nossas decisões, pois Jesus não faz nenhuma violência quando percebe que

samos ser acolhidos de uma forma impressionante. Sem dúvida, a resposta final é nossa e seremos naturalmente responsáveis pelas nossas decisões, pois Jesus não faz nenhuma violência quando percebe que aqueles que recusando o uuento, os medicamentos que são enviados de todas as formas são simplesmente negados e rechaçados, porque aí como ela muito bem trouxe, a dor será o verdadeiro medicamento. E ela lembrou a nossa Joana, o espírito amigo, quando fala que a dor é uma bênção que Deus envia os seus eleitos, já capazes de perceber que aquelas dores que nos acometem são verdadeiros despertamentos para que a gente possa perceber, para que possamos perceber que já estamos capacitados a dar um salto quântico nestas propósit, nestas propostas. E o livro No Problema do Ser, do destino e da dor, no capítulo 26, vai nos trazer algumas considerações o nosso Leandim a respeito da dor. Este convite que todos nós podemos aceitar, enviado por Deus, mas quando tantas vezes nos recusamos às bênçãos do sentimento, nos recusando às grandes propostas do amor. Então, a voz do mestre persuasiva, doce exorta-nos a todos. Há uma nova forma de viver, há uma nova forma de seguir e a própria vida física vai se afigurar em todas as circunstâncias, como um madeiro que se abre para que a gente possa seguir em frente. aquele que quiser me seguir, carregue a sua própria cruz, ou seja, esforce-se das questões relacionadas ao passado que nos acompanha, mas que dendo, dando o testemunho da obediência e da resignação, o consentimento da razão e também o consentimento do sentimento, nós possamos seguir em frente. e vendo estes discípulos, principalmente apontando as questões destes médicos voluntários, dos enfermeiros abnegados no serviço silencioso do bem, transformandoose a todas essas situações em vasos de bênçãos, mesmo que de uma forma anônima para Jesus, estes múltiplos enfermeiros, odontólogos, médicos, nos dois planos da vida. São os espíritos que trabalham para uma nova proposta. Ela, nossa luce a questão 643

mo que de uma forma anônima para Jesus, estes múltiplos enfermeiros, odontólogos, médicos, nos dois planos da vida. São os espíritos que trabalham para uma nova proposta. Ela, nossa luce a questão 643 do livro dos espíritos, mas tem uma anterior, nossa lu, que é a 642, que estão ali nas leis morais, que fala Kardec perguntando: "Para agradar a Deus e assegurar a nossa posição futura, será que basta simplesmente que a gente não pratique o mal?" E os espíritos falam: "Não, cumpre-nos fazer o bem no limite das nossas forças, porque nós responderemos pelo mal que haja resultado de não termos praticado bem". Aí eu volto pro nosso bezerra quando ele traz aquele chamamento para os médicos numa proposta apostolar de serviço ao próximo. a missão do médico, tanto encarnado quanto desencarnado, ele vai, sem dúvida, como nós havíamos mencionado, ele vai ultrapassar o bisturi ou a prescrição simples. A missão é do amor em ação. É servir onde a dor se instala e escutar o grito, onde o grito muitas vezes é um grito silencioso e acudir, onde o mundo virou as costas tantas vezes. bezerra de seu de campos aí no nosso capítulo e tantos outros, muitas vezes anônimos, mostram que a medicina verdadeira é a ponte, de uma certa forma, lógico, é uma analogia entre o céu e a terra. E quando iluminada pelo Cristo, estes apóstolos da medicina, quando iluminadas por Jesus, ela se torna mais do que uma ciência, torna-se na caridade viva, que consola, que orienta, que cura, que transforma. E desta forma, aos poucos, nós saímos da condição de os médicos, eu não sou médico, saímos da condição de meros técnicos na área da medicina e da enfermagem. Há verdadeiros discípulos que curam com as mãos, mas que também elevam o próximo com seu próprio coração. Por isso, a necessidade da medicina e dos médicos conscientes, éticos, espiritualizados, se tornando verdadeiros instrumentos de cura e de libertação, protegidos pela luz que irradiam através da responsabilidade e do amor que exercem a sua própria missão. já que aqueles que muitas vezes

, se tornando verdadeiros instrumentos de cura e de libertação, protegidos pela luz que irradiam através da responsabilidade e do amor que exercem a sua própria missão. já que aqueles que muitas vezes se descuidam moralmente por orgulho, por egoísmo, por descaso, abrem campo para as interferências espirituais, como está muito bem posta aí, alterando até os diagnósticos daqueles que são seus pacientes. A tarefa da cura é, portanto, este esforço cooperativo entre os dois mundos, entre os dois planos da vida, exigindo vigilância, fé e sobretudo o cultivo desta bondade ativa. Quem é que não viu o filme Divaldo, Mensageiro da Paz, na reunião mediúnica, quando o espírito obsessor querendo atingir a um médico que havia desconsiderado ele completamente e naquela doutrinação magnífica daquela senhora falando quando você, mas considere meu filho, ela falando para o espírito que se você atrapalhar a este médico, você vai estar também influenciando em outras pessoas que não tem nada a ver com a encrenca que vocês tiveram. Olha só que interessante. Ou seja, a sua responsabilidade se multiplicará, porque não só você será responsável pelas questões dele. Sem dúvida, ele vai ter que dar conta do mal que lhe fez. Mas o escândalo aconteceu. Mas não seja você o motivo do escândalo. Não seja você aquele que seja um promotor do olho por olho e dente por dente. Deixe-o. Sabemos que o perdão é algo muito difícil, mas pelo menos o esqueça. E com tempo, o tempo, o grande enxugador de lágrimas vai tomar conta de todas essas situações. Aos poucos a gente vai se dando conta disso, porque ainda são ainda páginas difíceis de serem digeridas, principalmente para nós. Falo por mim, espírito atrasado, ainda com muitas dificuldades, mas com muita vontade de ser feliz. Não uma felicidade com F minúsculo, uma felicidade com F maiúsculo, pleno, livre das amarras do passado. O maior escravo é aquele que beija suas próprias algemas. E temos beijado as nossas algemas por séculos e séculos e séculos. É hora de encontrarmos dentro de cada um

eno, livre das amarras do passado. O maior escravo é aquele que beija suas próprias algemas. E temos beijado as nossas algemas por séculos e séculos e séculos. É hora de encontrarmos dentro de cada um de nós os esforços necessários, a vontade. Kardec fala disso, a vontade. Os espíritos falam: "Quantas vezes pouca vontade preciso para que a gente saia de um determinado local para ir para um outro?" E eu poderia, talvez, encerrando a nossa fala, trazer a mensagem do Fonte Viva, quando mencionei alguns trechos que tenho de memória, não todo, quando Emanuel nos fala no capítulo 74, quando há luz. E aí o nosso querido Paulo envia naquela segunda carta aos Coríntios, o amor do Cristo nos constrange o nosso Emanuel destrincha da seguinte forma. Mas eu vou ler porque eu tenho medo de esquecer alguma coisa. Quando a luz, o amor do Cristo nos constrange, quando Jesus encontra santuário no coração de um homem, modifica-se a modifica-se-lhe a marcha inteiramente. Não há mais lugar dentro dele para adoração improdutiva, para crença sem obras, para a fé inoperante. Algo de indefinível na terrestre linguagem transforma-lhe o espírito. Categoriza-o a massa comum por um desajustado. Entretanto, o aprendiz do evangelho, chegando a esta condição, sabe que o trabalhador divino, como lhe ocupa as profundidades do ser, renova-se toda a conceituação da existência. O que ontem era prazer, hoje é ídolo quebrado. O que representava a meta a atingir é roteiro errado que ele deixa o abandono. Torna-se criatura fácil de contentar, mas muito difícil de agradar. A voz do mestre, persuasiva e doce, exorta-o a servir sem descanso. Converte-se a alma num estuário maravilhoso, onde os padecimentos vão ter, buscando arri, por isso sofre constantemente prensão das dores alheias. A própria vida física afigura-se um madeiro em que o mestre se aflige. É o corpo, a cruz viva em que o Senhor se agita crucificado. O único refúgio em que repousa é o trabalho perseverante no bem, insatisfeito, embora resignado,

a-se um madeiro em que o mestre se aflige. É o corpo, a cruz viva em que o Senhor se agita crucificado. O único refúgio em que repousa é o trabalho perseverante no bem, insatisfeito, embora resignado, firme na fé, não obstante angustiado, servindo a todos, mas sozinho em si mesmo, segue a estrada aa impelido por ocultos indescritíveis aguilhões. Esse é o tipo de aprendiz. que o amor do Cristo constrange na feliz expressão de Paulo. Vergasta a luz celeste por dentro até que abandone as zonas inferiores em definitivo. Para o mundo será sempre inadaptado e louco, mas para Jesus é o vaso de bênçãos. A flor é uma linda promessa onde se encontre o fruto maduro, porém é alimento para hoje. felizes daquele, daqueles que espalhem a esperança. Mas bem-aventurados sejam os seguidores do Cristo que suam padecem dia a dia, para que seus irmãos se reconfortem e se alimentem no Senhor. Eu quando leio esta mensagem confesso que me percebo. A gente às vezes não se percebe porque o ego às vezes mascara tantas coisas, mas me percebo ainda menor ainda do que já sou. E não estou fazendo aqui uma apologia a menos valia de maneira alguma. Esta não é a proposta. A proposta é que temos um manancial de informações espalhadas pelas pela doutrina dos espíritos na vasta literatura que nos é concedida pelo mundo maior para que possamos, mesmo que seja aos poucos, há uma música que diz: "Assim caminha a humanidade em passo de formiga e sem vontade". Não me lembro quem é o autor, mas é alguma coisa assim. Parecemos nós nesses tempos tão enlouquecidos do nosso planeta, nas guerras sem limite, na falta de fraternidade, na falta de fé, na falta do Cristo. Não estamos aqui de maneira alguma querendo converter a ninguém. Lógico que não, porque ele não nem sequer criou uma religião. Ele apenas quis que nos amássemos uns aos outros. E aí a proposta indiscutível porque faz parte das páginas de ouro, das leis de todos os países minimamente conscientes de que não seremos felizes se a lei do amor, não a lei de Talião, de uma vez

ros. E aí a proposta indiscutível porque faz parte das páginas de ouro, das leis de todos os países minimamente conscientes de que não seremos felizes se a lei do amor, não a lei de Talião, de uma vez por todas esta lei estiver implantada não simplesmente nas páginas das constituições e dos livros, das leis humanas, mas que esta lei possa aos poucos estar cristalizada dentro do espírito humano para que nós possamos mudar em definitivo da posição daqueles constantes pedintes da providência divina para aqueles que ajudamos a Jesus em um plano muito mais nobre, muito mais consciente. Muito obrigado, Lu. Muito obrigado, Gi, pois vocês são absolutamente irmãs da nossa alma. E que Jesus possa nos abençoar nestes momentos tão especiais que vivemos nesta horinha que passamos juntos. Boa noite, boa tarde e bom dia a todos, dependendo do horário que irão escutar as nossas reflexões. Ah, Marcelo, você como sempre nos pega de jeito, né, na emoção e nos conduz assim a esferas mais altas. Realmente, não só você, mas a Lu também, né, realmente, ela vai passando assim o conhecimento de uma ternura, uma docilidade que encantam. Eu só tenho agradecer pela aula que vocês nos trouxeram hoje. Fiquei aqui, como se diz, assistindo de camarote, eh, me beneficiando com o ensinamento e as vibrações que a gente recebe mesmo através da telinha, né? A gente sabe que não há limites paraa espiritualidade nos alcançar. E a fala de vocês me trouxe tanta alegria assim, tanto conforto que eu me lembrei de Lucas 2:10, né, que está assim: "Não temais. Eis que vos trago boas notícias de grande alegria. Foi o que vocês nos trouxeram hoje. Muito obrigada a todos. Um grande abraço. Fiquem com Deus e até a semana que vem. Até lá.

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