Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E32 – Cap. 16: Libertação pelo amor – Parte 2
Na segunda parte do Capítulo 16 de Loucura e Obsessão, o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert aprofunda a reflexão sobre o amor como força libertadora nos processos de cura espiritual. O estudo evidencia que a vivência sincera da caridade, da compreensão e do perdão possui o poder de dissolver antigos vínculos de sofrimento, favorecendo a reconciliação e o restabelecimento da harmonia interior. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: Gisele Risso 🔎 Aprofundamentos: Lusiane Bahia 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #LibertacaoPeloAmor #EstudoDaObra #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #Caridade #Perdao #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite, queridos amigos e amigas que nos acompanham semanalmente nesse estudo online. Nós do grupo Sueli Caldas Schuber, hoje representado pela querida Luziane e por mim, damos boas-vindas a todos. Iremos dar continuidade ao estudo do capítulo 16 da obra Loucura e Obsessão, psicografia de Divaldo Franco, pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. O o capítulo é intitulado Libertação pelo amor. Na semana passada nós já tivemos a apresentação do resumo e as considerações, aprofundamentos iniciais com a Ângela e o Laudes. E hoje nós duas, então, daremos continuidade ao estudo desse belíssimo e profundo capítulo. Antes, convidamos a todos para nos unirmos em oração. agradecendo ao nosso mestre Jesus que nos conduz para que nos abençoe nesses momentos de reflexões, que possamos ser alcançados todos nessa corrente fraterna e junto aos mentores espirituais deste trabalho, aos mentores espirituais de cada um de nós, despertarmos ainda mais a nossa consciência para que possamos ter essa coragem dessa vida nova que Jesus nos propõe através do amor, do perdão, da superação das dificuldades. E bendita seja a doutrina espírita, Senhor Jesus, que nos esclarece tantas coisas, que desvenda os mistérios do seu evangelho e que nos possibilita conhecer um pouquinho a respeito da realidade do mundo espiritual. que possamos aproveitar esta oportunidade e nos tornarmos cada dia melhores. paraos, mestre querido, nos momentos de fraqueza, de indecisão, de sofrimento, seja os seus braços o nosso consolo e que sempre possamos nos reconectarmos para unirmos as forças que necessitamos para vencer a nós mesmos. Fica conosco, mestre querido. Muito obrigada e que assim seja. Então, boa noite, Luziane, querida, seja bem-vinda. Vou passar a palavra para você, iniciar, então os aprofundamentos desse capítulo. Fique à vontade. A palavra está contigo. >> Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Gia, é uma alegria estar aqui contigo, querida. É uma alegria estar com todos
o. Fique à vontade. A palavra está contigo. >> Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Gia, é uma alegria estar aqui contigo, querida. É uma alegria estar com todos vocês também. cumprimentos, trazendo já o nosso abraço carinhoso para todos vocês, todos que estão aqui e aqueles que nos acompanharão oportunamente. É uma alegria fazermos parte desse grupo de estudo Suelical da Schubert, que nos traz tanto, que nos envolve numa psicosfera especial e nos conduz em lições que são primorosas paraas nossas reflexões. Nós estamos estudando esse livro, Loucura e Obsessão, que já é um livro que a gente vem estudando há algumas semanas. A gente já passou da metade do livro, então a gente já tá chegando pro finalzinho dele e nós vamos percebendo desfechos, explicações mais aprofundadas de personagens que fomos conhecendo desde os primeiros capítulos. Lembrando que é uma obra do espírito Manuel Filomeno de Miranda pela psicografia do nosso tio Divaldo. E a marca do espírito Filomeno é trazer relatos reais. Então todas as anotações aqui são reais. e elas nos trazem uma reflexão, um olhar para a nossa vida prática. Essa é a funcionalidade dos nossos estudos, nós conhecermos, meditarmos sobre as informações, aprofundarmos aguçadamente sobre cada eh lição que o espírito nos apresenta, mas para sentirmos e vivenciarmos, para aplicarmos. tem de fazer a diferença paraa gente, esse estudo tão primoroso destas vidas que tiveram suas escolhas, que tiveram as suas decisões muitas vezes intempestivas, muitas vezes descoordenadas, que tiveram as suas consequências e os seus efeitos e que nós temos a oportunidade de estudar e ver os bastidores no mundo espiritual e todo o panorama que esse mundo espiritual traz sendo devastado para nós através dessa medida. unidade do nosso Divaldo e dessas anotações de Filomenos de Miranda. O capítulo ele se chama libertação pelo amor. E só como curiosidade, o espírito Jonas de Angeles pela psicografia de Tiivaldo tem um
nidade do nosso Divaldo e dessas anotações de Filomenos de Miranda. O capítulo ele se chama libertação pelo amor. E só como curiosidade, o espírito Jonas de Angeles pela psicografia de Tiivaldo tem um livro intitulado Libertação pelo amor. É um livro lindo que nos traz muitas mensagens edificantes e nos mostra como nós podemos nos libertar através desse sentimento que o espírito Lázaro disse que resume a doutrina de Jesus por inteiro, que é exatamente o amor e a lei de amor. Só pra gente sinalizar algo antes da gente entrar na reflexão que a gente gostaria de pontuar, é que a gente viu na semana passada a o parte da história do Lício, toda aquela sua relação com o tio. No capítulo anterior também a gente viu esses anúncios e a gente só queria trazer um destaque do quão tudo isso da influência espiritual sobre nós, quanto tudo isso é muito atual e muito presente nas nossas vidas. Nós vemos alarmantes índices de violência na sociedade, nos noticiários, vem trazendo cada vez mais informações acerca dessas violências, principalmente em relação à mulher. E nós podemos perceber os bastidores de um contexto que, graças à intervenção dos benfeitores espirituais, mas a prece ungida e a vontade do Lício de se desprender desse contexto, a gente pode ver um desfecho positivo, mas muitos outros são os desfechos que a nossa sociedade está eh inserida e o quão é importante nós vigiarmos o pensamento, refletirmos sobre as nossas ações. sermos mais previdentes, mais cautelosos, mais calmos para que as as circunstâncias da vida ela elas tenham outros desfechos, que nós consigamos através da paciência, da tolerância, da boa convivência e dissolvendo esses fatores que são mais do imediatismo, mais da imprevidência, mais do aqui e agora, dessa condição mais tecnológica, eletrônica que nós estamos vivenciando, essa virtualidade em exacerbação que acaba suscitando para nós emoções imediatas, decisões imediatas, sem reflexão e sem cuidado. Um ponto que a gente gostaria de trazer já dentro dos das reflexões que a gente
ualidade em exacerbação que acaba suscitando para nós emoções imediatas, decisões imediatas, sem reflexão e sem cuidado. Um ponto que a gente gostaria de trazer já dentro dos das reflexões que a gente vai fazer para essa noite. É no momento, e vocês viram resumo na semana passada que foi apresentado de todo capítulo, mas tem um momento em que o espírito que se autodenomina Exu, ele está vinculado a uma médium, a uma identidade, a uma individualidade que é uma médium lá no plano espiritual, na reunião que vai ter no ensejo nesse contexto da libertação pelo amor. E num dado momento, ao receber uma informação acerca do Carlos, a presença dele, ele se enfurece de tal forma que ele, diante da sua vontade, do seu mecanismo de movimentação e para exteriorizar-se, ele quer apresentar novamente aquelas características diabólicas e demoníacas. E só por curiosidade, o Manuel Fil de Miranda traz uma informação dizendo que a mediunidade nesse contexto, ela é utilizada também para frear esse retrocesso, que não é um retrocesso, é uma uma exteriorização negativa, muito negativa, sua constituição e da sua plasticidade perespiritual. Então, impedindo que ele tenha autonomia a ponto de fazer esse contexto que já não era mais admissível para ele, que já estava caminhando para uma outra vertente e uma outra possibilidade. A mediunidade é auxiliar nesse contexto. E eu achei isso interessante pra gente destacar dentro dos pontos narrativos do anel Flamengo de Miranda. Mas nesse capítulo de hoje, nessa segunda parte, nós vemos o painel do Carlos, que a gente viu no contexto passado como um senhor de escravos. E a gente viu no capítulo em que ele esteve diante da Pomba Gira, que era que é uma ex-escrava que veio para persegui-lo, para eh já vinha perseguindo e provocando nele alguns dabores. Nesse encontro no mundo espiritual há o esclarecimento de ela busca pelo filho. filho é o pai do Carlos, que viveu na última experiência a roupagem de genitor do Carlos e que agora já desencarnado encontra-se no
tro no mundo espiritual há o esclarecimento de ela busca pelo filho. filho é o pai do Carlos, que viveu na última experiência a roupagem de genitor do Carlos e que agora já desencarnado encontra-se no plano espiritual e que pela ideastia apresenta-se como um bebê e ela carrega nos braços e tem todo esse desenvolvimento que permite que as amarras entre ela e o Carlos, eles essas amarras estejam afrouchadas. E agora o painel é com esse espírito que duelou com ela lá no capítulo 12 e que apresentava-se como Exu. É esse o espírito que vai estar nesse contexto e vai ser desvelado para ele essa situação, principalmente porque toda a sua motivação era de ódio, todo o seu contexto era de raiva. Porque na encarnação em que ele conviveu com o senhor Manuel, que era o Senhor dos escravos, ele era o esposo da escrava que esse senhor mais desejava. E ele retira essa escrava da família, eh, ceifando a vida desse marido, ceifando a vida dela também. Então, a sua a sua motivação de perseguição ao Carlos e essa apresentação demoníaca era por conta desse processo de vingança. Mas o que mais chama-nos atenção é que quando existem esses conhecimentos dessa roupagem espiritual, nós percebemos que não existem vítimas, que não há contexto de vitimização, que também ele em contexto anterior havia se comprometido e ali era uma oportunidade degredado para uma experiência numa condição mais de simplicidade e de maiores desafios no continente africano. ele vem para apreender uma lição. E é importante a gente prestar atenção nisso, porque muitas vezes passando aqui pelas circunstâncias da vida, nós nos esquecemos, por mais que sejamos espíritas, por mais que já tenhamos estudado capítulo 5to do Evangelho Segundo Espiritismo, que fala sobre as causas das aflições, as causas anteriores, as causas atuais, às vezes nós ficamos muito presos ao que os nossos sensores materiais são capazes de nos demonstrar. Então, ficamos muito vinculados às coisas que aqui sentimos, que aqui percebemos, que aqui explicamos. E por mais que saibamos
presos ao que os nossos sensores materiais são capazes de nos demonstrar. Então, ficamos muito vinculados às coisas que aqui sentimos, que aqui percebemos, que aqui explicamos. E por mais que saibamos dessas existências anteriores, como não nos lembramos? Às vezes temos lembranças faciais, às vezes temos sensações que nos remetem a essas lembranças e às vezes não lembramos de nada em absoluto, mas por termos, ah, com certeza eu fiz alguma coisa, com certeza eu fiz alguma coisa, mas como isso não tá tão nítido, às vezes a gente descamba para um pouco de reclamação, para um pouco de revolta e acaba podemos não fazer um empreendimento que esses espíritos investiram, mas às vezes nos investimos. nessas lamentações que faz com que a gente perca tempo. Então, lendo um livro como esse, vendo essas esse esses bastidores espirituais, nós trazemos para nós e percebemos que as situações, as vicissitudes que atravessamos, elas têm uma explicação, uma lógica, um sentido, não nos vem por acaso e reforça que nesse contexto das leis divinas não existe vítima. Não, como a gente pensa, não existe vítima, eu sou vítima absolutamente e tudo que eu estou vivendo aqui é porque um contexto ao meu redor veio para ser o meu alg. Não é dessa forma. Nós começamos identificando esses bastidores a também decifrarmos os nossos bastidores e percebermos que nos contextos que atravessamos, nós somos as razões das nossas próprias dores, nós somos os algozes das nossas próprias condições. se vítima nós nos colocamos são são vitimizações ou são situações que nos colocam na condição de vítima pelas nossas próprias iniquidades, pelas nossas próprias vacilações. Então, é interessante observarmos esse painel sobre esse prisma. Mas algo também que nos nos parece ser um ponto central é a relação entre o amor e o ódio. Eh, é muito importante percebermos as nuances do amor no nosso contexto usual. O amor é uma palavrinha que ela é tão subjetiva, tão abstrata, que nós precisamos sempre do exercício para concretizá-la. Não
é muito importante percebermos as nuances do amor no nosso contexto usual. O amor é uma palavrinha que ela é tão subjetiva, tão abstrata, que nós precisamos sempre do exercício para concretizá-la. Não basta que ela seja proferida. É importante que os nossos comportamentos, os nossos pensamentos, as nossas ações, a nossa vontade vá também na direção dessa, desse sentimento que é o amor, que vai se apresentando de forma fraternal, de forma passional, que vai se apresentando de forma maternal, filial, enfim, vai de forma caritativa, de forma a perdoar, vai tendo várias nuances E todas essas vertentes, elas têm o núcleo central, que é o amor. É o amor que traz essa motivação, que traz esse start para que todas as demais venham e tenham guarida. Mas quando olhamos paraa história que estamos estudando, que estamos refletindo, nós observamos que o amor estava ali presente, mas a mácula, a mágoa, o feito de alguém que violou as leis divinas, e isso é muito importante percebermos, a violação é para com as leis divinas. Por mais que nós sejamos machucados, magoados, quando alguém nos fere essa violação é para com a lei divina. E é para com a lei divina que essa pessoa tem a responsabilidade. Da mesma forma que nós, através do processo da nossa consciência, onde está inscrita a lei de Deus, nós temos a tarefa dessa reorganização e dessa rearmonização quando violamos leis de Deus. Mas estas entidades espirituais que estavam envolvidas pelo amor, o escravo, a escrava, o filhinho que estavam envolvidos na relação de amor, eles foram violentados, eles foram agredidos e a partir deste momento de uma grande mácula, eles se investem o pai e a mãe, porque o filhinho a gente já viu que tem um outro desenvolvimento, a sua história, mas o pai e a mãe, eles se investem de ódio de tal forma que esse Esse ódio cega-os. E nesse capítulo em que a gente conversa sobre esse ex-escravo, o ódio foi tão forte que fez com que ele não reconhecesse que era o seu amor, que ele tava lutando lá no capítulo 12,
Esse ódio cega-os. E nesse capítulo em que a gente conversa sobre esse ex-escravo, o ódio foi tão forte que fez com que ele não reconhecesse que era o seu amor, que ele tava lutando lá no capítulo 12, quando ele vai disputar. Eles dois são perseguidores do Carlos. Ele vai disputar e ele envia fluidos, dardos, várias coisas na direção dela. Os dois estão sob a oportunidade da incorporação do momento mediúnico. Os dois estão através de médiuns, mas um ataca o outro. E a cegueira que o ódio provoca é tão grande que ele não consegue descobrir, desvelar, perceber. Porque o ódio, minhas irmãs, meus irmãos, dentro de nós, ele se espalha com erva daninha e impede que o coração tenha espaço para outras coisas ou para o sentimento que é o amor. Onde tem ódio, não tem amor, porque o ódio é o amor que adoeceu, é o amor que entristeceu, seu amor que se sente traído. O amor não está presente ali na sua naturalidade, na sua força, que é capaz de libertar, que é capaz de refazer, que é capaz de dar uma outra oportunidade. Não está ali presente. E o ódio, ele pesa. Ele pesa e ele é territorialista. Ele toma conta das nossas emoções, ele toma conta das nossas vibrações. E quando odiamos, todo o nosso, a nossa estrutura corporal odeia junto. Nós odiamos, nós figurações espirituais. Nós espíritos odiamos porque o sentimento está em nós espíritos, que nós transmitimos pela constituição fluídica perespiritual. impregnada no corpo físico e transmitimos pro corpo físico o reverberar de todo esse ódio. O contrário também acontece quando o corpo físico é estimulado por impactos que são perniciosos ou positivos. Essas sensações também são eh transmitidas desse fluido perespiritual para nós, a constituição espiritual. E assim nós temos o a ressonância, a repercussão daquilo que veio do corpo para nós individualidades. Então quando estamos envolvidos pelo ódio, ficamos cegos. Não temos a oportunidade de enxergarmos para além do ponto central da nossa questão. Esse ódio que leva vingança, que leva um
ndividualidades. Então quando estamos envolvidos pelo ódio, ficamos cegos. Não temos a oportunidade de enxergarmos para além do ponto central da nossa questão. Esse ódio que leva vingança, que leva um olhar fixo e é um olhar fechado, é um olhar sem amplitude que não permite que nada mais seja percebido. E no caso dos espíritos que atravessam séculos, que atravessam um tempo largo nessas perseguições, nem percebem muitos deles que encarnaram e que fazem o processo da desencarnação, porque estão tão envolvidos que muitas vezes eles nem se apercebem do contexto no qual eles foram inseridos, ou até mesmo os outros que estão no seu na sua no seu alvo, que são seu alvo. Então, um primeiro ponto dessa cegueira do ódio faz com que ele não enxergue o que o motivava diante de toda aquela raiva. E ele ataca o seu próprio amor. A pessoa quem ele buscava, quem ele queria, ele ataca. O fato dele odiar tanto e de estar tão cego na vingança impede que ele enxergue a própria presença espiritual do seu filho na aproximação do Carlos encarnado ou até mesmo quando encarnado estava o paizinho do Carlos. Ele não consegue identificar, não consegue identificar vibratoriamente, não consegue identificar de nenhuma maneira, porque como ele está focado, ele só observa um ponto, ele só tem um ponto de vista a perceber e não consegue também descobrir que ali estaria uma forma para dissolver, para diluir as suas máguas e também faz com que ele não tenha percebido que tanto tempo já havia passado, que tanto contexto já havia se modificado e ele se encontrava preso na mesma circunstância. Então, essa essa presença do ódio só faz com que cegos não enxerguemos as resoluções e os antídotos que estão inseridos dentro do próprio contexto para que a gente consiga se libertar. E percebamos que quando, e aí é um outro destaque que é um destaque doutrinário, inclusive, que quando o momento da conversação, da dialogação vai acontecer com este espírito, a emerenciana, a benfeitora, ela deseja influenciar, e
é um outro destaque que é um destaque doutrinário, inclusive, que quando o momento da conversação, da dialogação vai acontecer com este espírito, a emerenciana, a benfeitora, ela deseja influenciar, e ela assim o faz, a a mulher, a ex-escrava, para que ela seja aquela que traz a a o relato, a tranquilidade, mas é através dessa amorosidade, desse equilíbrio e dessa lembrança que o sensibiliza. E as ponderações de Filomeno são assim diante, ou melhor, da emerenciana anotadas pelo Filomeno, no sentido da dialogação que a gente vê nas reuniões mediúnicas, que muito mais do que as palavras, e é por isso que é muito importante nós chamarmos até mais de dialogação do que de doutrinação, porque a nossa função não é de doutrinar, não é de levar a doutrina, não é de convencer alguém para a um credo, uma crença, mas sim conduzir aquela pessoa num pensamento diferente. E esse pensamento diferente, as podem nos auxiliar na coordenação dos pensamentos, pode trazer lógica para aquele contexto, pode permitir que a gente tenha uma serenidade maior no desenvolvimento do raciocínio. Mas o que a benfeitora destaca é que o quanto é importante que haja o sentimento. E esse essa página de Filomeno, ela é muito emotiva. Todas as vezes que eu leio, eu já li esse livro há alguns anos na minha adolescência, quando eu li pela primeira vez e também já li posteriormente. Mas todas as vezes quando eu chego nesse caso e no caso anterior também do Lício, eu me emociono profundamente, identificando o que é que o amor é capaz de fazer. Porque são séculos, minhas irmãs, meus irmãos, repetindo o mesmo ponto. E naquele diálogo, primeiro que ele já está cansado, tem um ponto que Filomeno destaca, que é a quantidade de fluidos negativos que sobre eles são depositados, ele já tá tão imerso, tão encharcado desses fluidos, que naturalmente ele tem um cansaço a partir de uma exaustão a partir de todo esse contexto. Mas como é interessante ver que a partir daquele diálogo do encontro dos seres que se amam verdadeiramente,
que naturalmente ele tem um cansaço a partir de uma exaustão a partir de todo esse contexto. Mas como é interessante ver que a partir daquele diálogo do encontro dos seres que se amam verdadeiramente, a palavra recheada de amorosidade, de carinho, de atenção, de respeito, faz o verdadeiro acolhimento. Às vezes a gente quer convencer o outro com discursos, com palavras rebuscadas, recheadas, repletas de significados ou até mesmo eh sentidos difíceis, palavras difíceis, enquanto que a linguagem universal é a linguagem do amor. Esse capítulo traz ao meu coração uma mensagem preventiva pra gente prestar mais atenção nas nossas relações com uma vigilância maior, com um cuidado maior diante do que a gente fala, do que a gente exterioriza para o outro. a gente ser nós sermos mais comedidos, pensarmos mais antes de agir, não imaginarmos que somos diferentes porque apresentamos condições de cor da pele, da sexualidade, do credo, das condições sociais, essas coisas que nos diferem naturalmente no contexto social, que a gente não pense que isso é representatividade de superioridade ou de inferioridade que nós Não utilizemos dos nossos saberes, das nossas conquistas, dos nossos talentos, jamais para diminuir quem quer que seja, para trazer desavenças, para trazer discórdias, que nós sejamos vigilantes, que ao invés de promovermos ou de cativarmos o ódio, porque somos responsáveis por aquilo que cativamos, por aquilo que exteriorizamos e multiplicamos no nosso contexto. de convivência, que justamente por sermos responsáveis por isso, que busquemos cativar mais o amor. E aí eu me lembro assim com muita unção de Francisco de Assis, porque a a oração simples atribuída ao povo Erelho, a esse imitador de Jesus por excelência, é uma prece que ela vem no século XIX, logo ela não está sob a grafia de Francisco enquanto aqui esteve na Idade Média, no século XI, 13, enfim. Não é uma oração que é organizada, escrita no século XIX, mas que passa a ser conhecida como oração simples e oração
a grafia de Francisco enquanto aqui esteve na Idade Média, no século XI, 13, enfim. Não é uma oração que é organizada, escrita no século XIX, mas que passa a ser conhecida como oração simples e oração de São Francisco. Porque primeiro que os dizeres t tudo a ver com Francisco e com tudo que ele sempre pregou. Segundo, porque vem de um franciscano e terceiro porque esse franciscano quando vai multiplicar essa oração, ele passa a colocar assim, não ele necessariamente, mas a igreja quando recepciona essa oração, porque essa oração foi veiculada no momento de guerra, onde o Vaticano pediu orações, mensagens da paz. Então essa oração chega até o ao Vaticano e e de lá a reprodução passa a ser também o texto da oração de São Francisco e no verso a própria imagem de São Francisco. Então as pessoas começaram a trelar a dizer: "É a oração de São Francisco, mas não é de sua autoria material, mas sem dúvida alguma é de sua autoria espiritual, como nos diz tio Divaldo. Tio Divaldo diz: "A oração é de São Francisco". E a primeira frase, quando ele faz o vocativo, Senhor, eh, que eu seja instrumento, fazei-me instrumento de vossa paz, esse apaziguamento, essa realidade de harmonização, de equalização, tanto no nosso mundo íntimo, mas também o que a gente reverbera pro mundo exterior. Francisco pede na primeira frase que onde houver ódio que eu leve o amor. E essa é a nossa tarefa. Às vezes esse ódio não está exterior. Esse ódio tá nascendo e crescendo dentro da gente quando a gente fica remoendo algo que alguém nos fez. E aí de uma ira transforma-se numa raiva, numa raiva de uma mágua, numa mágoa, num rancor, num rancor um ódio. E ali se sedimenta e ali cria raízes e ali tumoriza, traz um a o adoecimento da alma, o nosso adoecimento. E Francisco diz: "Onde tiver ódio, que eu leve o amor". Então, se eu quero ser o instrumento da paz, se eu considero Jesus o meu Senhor, o meu mestre, e essa oração ela sensibiliza meu coração, a gente pode se movimentar nesse sentido. Se no meu mundo íntimo eu começo a
uero ser o instrumento da paz, se eu considero Jesus o meu Senhor, o meu mestre, e essa oração ela sensibiliza meu coração, a gente pode se movimentar nesse sentido. Se no meu mundo íntimo eu começo a sentir que vai nascendo esse rancor, eu comece a fazer um processo diferente de não instauração disso. desde meditações, onde eu visualizo que aquela energia que tá se instalando, ela vai batendo em retirada, até mesmo visualizar movimentos que eu possa fazer em prol do outro ou não só meditação, visualização ou até mesmo a oração, mas eu ir ao encontro do outro ou está aberto e predisposto a ser aquele que atende aquele que nos fez mal, aquele que pode não ser, como diz o evangelho, a mesma forma que a gente recebe um inimigo, da mesma forma que a gente recebe um amigo, não é da mesma maneira, mas ali Kardec explica como é amar os inimigos, que é o pedido de Jesus, que é não desejar o mal a ele, que é na oportunidade que nós tivermos nós ajudarmos, nós fazermos o bem. Ou seja, estas oportunidades nós temos de levar, temos o ensejo de levar o amor para dentro de nós, não permitindo que esse ódio se instaure. E obviamente que Francisco fala isso para as relações como um todo. Então, diante dos ataques, das violências, as violências verbais, às vezes a gente tá conversando com alguém, do nada alguém daquela conversa, por discordar, traz uma desproporção no argumento, uma desproporção emocional. Que que a gente vai fazer? vai tornar aquilo tudo um rastilho de pólvora e vai incrementar ainda mais aquela desproporção emocional ou a gente vai orar e agir ao invés de reagir? Então, levarmos o amor onde existir o ódio, porque assim nós vamos diluindo essa chagaa, este adoecimento que só nos traz comprometimentos físicos, mentais, psíquicos, espirituais. E nós podemos nos atrelar uns aos outros pelo amor. Não nos elejamos, não elejamos nos atrelar pelo ódio. Atrelarmo-nos pelo ódio é vingança, é obsessão, é perseguição. São esses fatores que demoram para serem dissolvidos. Nós temos sempre a escolha
r. Não nos elejamos, não elejamos nos atrelar pelo ódio. Atrelarmo-nos pelo ódio é vingança, é obsessão, é perseguição. São esses fatores que demoram para serem dissolvidos. Nós temos sempre a escolha do amor à nossa disposição. E fazer esta escolha é encurtar o caminho. Porque todas as vezes que escolhemos ode, que escolhemos as mazelas, as situações complicadas, nós fazemos o distanciamento e saímos pelo atalho ao invés de seguirmos o caminho. O amor que nos concede a oportunidade de nos libertarmos, de libertarmos as amarras que nos algemam, que nos algemam às situações, às pessoas, mas sempre é uma questão nossa para conosco mesmo. Gi, contigo, querida. >> Mas já, Lu, passou tão rápido, tão prazeroso te ouvir, eh, raciocinar contigo, aprofundar no evangelho de Jesus. Obrigada pelos seus aprofundamentos iniciais. Então, agora vamos passar para outra parte deste capítulo em que a nossa irmã benfeitora emerenciana, nesse diálogo com Carlos e todos os demais, vai trazer o seu relato, o seu testemunho, conforme a Luziana já nos antecipou. E nós pegamos um trecho da sua fala que nos chama a atenção, porque ela diz assim: "Também: "Eu provei o fé da amargura. Atenaz do degredo nas carnes da alma, semilouca de dor, elegir o perdão antes que a vingança. E por amor a um filho que optou pelo crime como vós, aqui permaneço a fim de o ajudar. Isso tem tudo a ver também com o que a nossa querida Luziana, Luziane trouxe, que eh fala sobre o amor, né? Então, como que nós vamos eh desenvolver esse sentimento em nós? Através da prática da caridade. E a caridade entendida segundo Jesus, conforme os espíritos falam a Kardec no livro dos espíritos, é a benevolência, a indulgência e o perdão das ofensas. E Amélia Rodrigues, a querida benfeitora espiritual, vai nos trazer através de Divaldo também uma lição no livro Quando Voltar à Primavera, capítulo 10, intitulado A lição difícil. Bom, já podemos imaginar que ela se refere exatamente ao perdão, ao perdão aos inimigos. E eu acho fantásticas as obras da benfeitora
uando Voltar à Primavera, capítulo 10, intitulado A lição difícil. Bom, já podemos imaginar que ela se refere exatamente ao perdão, ao perdão aos inimigos. E eu acho fantásticas as obras da benfeitora Amélia Rodrigues, assim como todos. Acredito que conheçam as obras dela, porque ela nos leva até o cenário do evangelho de Jesus. Ela faz com que nós possamos nos conectar com esse psiquismo de Jesus e entrarmos no contexto da sua história para conseguirmos apreender os seus ensinamentos. Então ela vai contextualizando essa passagem que ela nos traz, dizendo que Jesus tinha acabado de declamar as bem-aventuranças quando ele vem dizer, né, reconcilia, reconcilia-te com o teu adversário enquanto estás a caminho com ele. E aí então Pedro, né, que dizem os evangelhos ser muito parecido com o nosso temperamento ainda humano. Pedro, no início, né, da sua jornada, ele não consegue compreender muito bem como que funciona esse amar aos inimigos, amar os inimigos. E ele vai questionando Jesus, mas nós precisamos amar e perdoar até quando somos ultrajados, somos feridos. que ele entra, né, nesse questionamento, será que nos calarmos não seria o mesmo que concordar com aquilo que a pessoa faz de errado? A pessoa está ali infringindo as leis morais, as leis de Deus, quando agride o outro, quando é violenta, quando é injusta? Se nós não respondermos a essa agressividade, também com agressividade, não seria o mesmo que sermos condescendentes com o erro? E o mestre, claro, vem dizendo que não, que nós nunca devemos responder o ódio com o ódio, a violência com a mais violência que nos é solicitada apresentar a outra face, a face do perdão, da brandura, do amor, da caridade. E ele diz assim: "Continuar amando e nunca revidar o mau conceito por agressividade e que não podemos esquecer que o criminoso, que é bem difícil a gente conseguir sentir isso quando a dor é nossa, porque quando a dor é do outro é mais fácil, mas quando a dor é nossa, sentimos que o criminoso é sempre o infeliz, nunca a
inoso, que é bem difícil a gente conseguir sentir isso quando a dor é nossa, porque quando a dor é do outro é mais fácil, mas quando a dor é nossa, sentimos que o criminoso é sempre o infeliz, nunca a vítima". Eu lembro também de uma mensagem de Dr. Bezerra de Menezes pelo nosso querido Divaldo, quando ele disse que nós, para que nós pudéssemos orar em benefício dos criminosos, orar pelos criminosos. E como isso ainda em nós é antagônico, porque parece que é incongruente. Como que eu vou orar e amar alguém que pratica tantos crimes? Só que nós nos esquecemos que nós também erramos. Claro que já estamos com a consciência mais desperta, já não cometemos os crimes a sangue, a sangue frio, já não somos mais capazes de praticar essas atrocidades que vemos no mundo, mas já fomos assim e também já precisamos da indulgência e do perdão. E precisamos diariamente da indulgência e do perdão das pessoas para conosco. Do contrário, se não nos esforçarmos para esse nesse exercício, ficaremos como esses personagens reais que estamos estudando nesse capítulo do livro. ficaremos vinculados aos nossos inimigos ou aqueles que que nos consideram inimigos e nós correspondemos por uma por uma por uma questão de atração. Nós sabemos que é da lei de causa e efeito. Então, se eu me conecto fluidicamente com aquele que me prejudicou, ficaremos ainda juntos por muitas jornadas, né? É o, como diz exatamente nessa passagem de Mateus, capítulo 5, versículo 25, ficaremos, o o juiz nos eh mandará para a prisão e lá ficaremos até que paguemos o último seitilo. Ou seja, teremos que reencarnar quantas vezes forem necessárias para que possamos nos redimir desses equívocos. Aprendamos a transformar o sentimento num sentimento de amor, de compaixão, de misericórdia. Então, o Evangelho Segundo o Espiritismo vai nos convidar a retribuir o mal com o bem, o que é diferente de amar como um amigo, né? A a Luziane também já nos antecipou com relação a isso. E para que isso seja possível, nós vamos ter que combater em
convidar a retribuir o mal com o bem, o que é diferente de amar como um amigo, né? A a Luziane também já nos antecipou com relação a isso. E para que isso seja possível, nós vamos ter que combater em nós o nosso orgulho ferido, o nosso egoísmo, para que possamos não ter desejo de vingança, não desejarmos o mal, nem de forma velada, está lá no evangelho. Nós possamos verdadeiramente deixar para lá, deixar para lá. não vale a pena, não quero carregar isso, quero ser feliz. E é sobre isso. Então, perdoar não significa esquecer. Nós lembramos que Divaldo falava sobre isso muitas vezes nas palestras, que lembrar ou esquecer é um problema na da memória. Então, se nós não temos um problema na memória, nós não vamos esquecer, mas nós não teremos nenhuma mágoa, nem ressentimento, nem desejo de vingança. Lembraremos daquele fato como lembramos de qualquer um outro. Não sentiremos nenhuma reação química no nosso corpo, como aceleração cardíaca, as mãos geladas, sudorese, a falta de sono ou insônia, dentre muitas outras coisas que são reflexo dessa dessa desse remorço ou dessa culpa ou dessa raiva que nós carregamos. E nós também nos lembramos de um livro que Divaldo citava muitas vezes nas suas nas suas palestras, que é excelente, intitulado Perdão, caminho para o coração tranquilo, de Robin Castargian, uma psicoterapeuta, professora da Universidade de Harvard a época, né? E ela vai nos propor o quê? Ela nos propõe a cura através do perdão. E aí nós nos podemos nos perguntar, mas o que que o perdão tem a ver com a cura, com a cura de quem perdoa, né? Porque muitas vezes a gente fala assim: "Eu não vou perdoar porque ele errou, ele merece sofrer". Mas o perdão não é pra pessoa que nós direcionamos. O perdão é para nós. Perdão é um presente que nós damos, mas recebemos ao mesmo tempo. E ela vai nos dizer que o perdão é uma atitude, não é algo contemplativo que eu fico lá pensando, pensando só na ideação do perdão, não. Ela fala que a gente deve ter essa atitude de perdoar, tirar
o. E ela vai nos dizer que o perdão é uma atitude, não é algo contemplativo que eu fico lá pensando, pensando só na ideação do perdão, não. Ela fala que a gente deve ter essa atitude de perdoar, tirar das ideias e tornar uma capacidade prática que todos nós temos e podemos integrar na nossa vida do dia a dia. Mas que o perdão do ao contrário do que a gente pensa, ele não é para aprovar os comportamentos negativos e impróprios das pessoas, mas também não é para que nós possamos reprimir a raiva, engolir o choro, não, como muitas vezes a gente ouve, né? Engole o choro e vai, vida que segue, vida que segue, o tempo não espera. Mas também a gente não pode fingir que tá tudo bem, porque a gente sabe que vai guardando, vai acumulando e isso uma hora estoura, né? Isso vem eh a nos cobrar, né? A vida é exímia cobradora e retribuidora. Então, a razão mais óbvia para perdoar, nos diz ela, é para nos aliviarmos dos efeitos ruins, negativo, negativos da raiva e do ressentimento crônicos, porque são essas emoções que, de maneira muito óbvia, fazem do perdão um desafio, mas uma possibilidade que é muito bem-vinda para todos aqueles que queremos a paz. E ela faz uma proposta que eu gostaria aqui também de repassar para todos aqueles que nos acompanham, que a gente pare alguns segundos, um minuto talvez, possamos pensar, buscar lá na nossa memória algum momento em que nós tivermos com raiva. Talvez não esteja nem tão distante. Talvez tenha acontecido hoje, ontem, antes de ontem, nesse momento que a gente sentiu essa raiva, o que mais a gente sentia? ou se nós estamos agora até agora zangados, raivosos, que a gente se conscientize o que que a gente tá sentindo nesse momento para avaliar a fundo as nossas emoções, porque ela diz assim que a raiva ela é consequência de um outro acontecimento e ela nos propõe o que que está sob. E aí ela diz assim: "Será que você se sentiu ou você se sente assustado, inseguro, indefeso, impotente, magoado, abandonado? Será que você se sentiu ou se sente ou
e ela nos propõe o que que está sob. E aí ela diz assim: "Será que você se sentiu ou você se sente assustado, inseguro, indefeso, impotente, magoado, abandonado? Será que você se sentiu ou se sente ou sente o desapontamento das expectativas que foram frustradas ou de sonhos não realizados? Olhe mais fundo sobre os medos, as frustrações ou a tristeza. Será que a gente quis ou a gente quer que alguém nos escute, que preste atenção naquilo que nós estamos fazendo ou falando? Será que consciente ou inconscientemente nós estávamos ou estamos pedindo respeito, reconhecimento, carinho ou amor? A raiva, ela diz, é um sentimento superficial que vai encobrir muitos outros sentimentos e energias, que a raiva ela é uma forte e temporária reação emocional à sensação de estar sendo ameaçado de alguma maneira. É a nossa insegurança, o nosso espírito ainda frágil, ainda infantil. E o ressentimento, como nós também já ouvimos a querida mentora Joana de Angeles afirmar através da psicografia de Dival, já foi compado a uma brasa ardente que nós seguramos para atingir a outra pessoa, mas quem acaba se ferindo e sendo queimado somos nós mesmos, porque seguramos com as próprias mãos. E aí ela nos propõe a questão, será que nós desejamos ser felizes ou queremos sempre ter a razão, levar a tudo, a ferro e fogo, preto no branco, sermos sermos aqueles perseguidores da justiça, tal como os obsessores fazem. E aí o autoconhecimento entra em ação, porque é nesse momento que nós vamos precisar buscar em nós de onde surge toda essa raiva, esse ódio, essa esse desejo de vingança, essas questões que fazem com que a gente adoeça espiritualmente e também biologicamente. Se nós experimentamos medo, autojulgamento e dúvidas, que possamos ser gentis conoscos mesmos, porque nesse processo de autoconhecimento, vamos descobrir muitas coisas que não gostaríamos de admitir, que ainda fazemos, que ainda sentimos, que somos. Então, nós precisamos começar com com o ato de autão. Essa reconciliação que o Mestre Jesus
os descobrir muitas coisas que não gostaríamos de admitir, que ainda fazemos, que ainda sentimos, que somos. Então, nós precisamos começar com com o ato de autão. Essa reconciliação que o Mestre Jesus nos convida, ele inicia dizendo: "Reconcilia-te". Ou seja, vamos nos reconciliar conoscos mesmos primeiro, depois com o nosso adversário. Então, eu preciso primeiro saber me perdoar, decidir por esse perdão nessa atitude, nesse modo de vida que vai ser diferente. O desafio então que ela nos propõe diariamente para que em todas as situações da nossa vida nós possamos enxergar a raiva como a insensibilidade, a irritabilidade, a hostilidade, um comportamento estúpido, seja de alguém ou de nós próprios, como um pedido de reconhecimento, de respeito e de amor. E aí nós também nos lembramos de Francisco de Assis, que dizia que ninguém é mau, no máximo é fraco. E se fosse distribuído para todas as pessoas um pouco de carinho e pão, nós não precisaríamos mais ter nenhuma prisão, nenhum cárcere no mundo, porque o ser humano ainda é muito carente, necessita de reconhecimento, de respeito, de carinho e de amor. Então, como que nós vamos reconhecer nesse nessa atitude do nosso próximo essa dor que é manifestada com agressividade? Ao invés de olhar aquele indivíduo que a gente fala: "Nossa, que truculento, que agressivo". Ao invés de o que será que aquele comportamento esconde? Qual é a dor que aquele que aquela pessoa carrega? E nós próprios também. Então, o perdão não vai estar relacionado com aquilo que nós fazemos nesse sentido, mas com a maneira como nós vamos perceber o outro, as pessoas, as circunstâncias, porque o meu perdão não vai mudar o que o outro faz ou que ele deixa de fazer ou que ele já fez, mas muda como eu enxergo, como eu lido com aquilo, como eu sigo com a minha vida. Então, para nós muda tudo. Então, reconhecer interiormente que cada pessoa que nós vemos tem uma natureza específica, mas também é portadora de amor e de sabedoria. É o olhar a alma, de alma a alma. E ela
o, para nós muda tudo. Então, reconhecer interiormente que cada pessoa que nós vemos tem uma natureza específica, mas também é portadora de amor e de sabedoria. É o olhar a alma, de alma a alma. E ela coloca como se fosse uma prática de pessoa a pessoa. Quando nós procuramos no outro sinais de paz, de gentileza e de amor, e não defeito e não erros e não culpa. Quando nós vemos com o coração, não com preconceitos. Então ela diz assim: "Existe uma outra maneira de nós vermos o mundo. Cabe a cada um a iniciativa. E dentro desse contexto nós nos lembramos de uma história verídica lá dos Estados Unidos que também é muito narrada, muito conhecida nas palestras de Alberto Almeida, quando ele traz a respeito do perdão o caminho para um coração tranquilo. Aliás, as todas as palestras dele a respeito do perdão e das outras também são muito profundas, valem a pena nós dedicarmos o nosso tempo para o estudo. E ele vai trazer também essa essa história tocante, realson, que em 1993 teve o seu filho Lara Munberg, de então 20 anos, assassinado por um outro jovem de 16 anos chamado Oia Israel. Numa festa, estavam lá, se desentenderam, estavam com porte de arma de fogo e Oxia acaba tirando a vida de Larimu numa atitude impensada, num ato que não havia sido premeditado, mas enfim, que aconteceu. Esse criminoso foi então preso e condenado. E aí nós nos colocamos na na situação de no lugar de Mary Johnson, da mãe, e nos perguntamos e perguntamos a todas as mães se fosse o nosso filho, o que que nós sentiríamos de receber ao receber uma notícia dessas? O filho sai em plena flor da juventude, 20 anos para uma festa com os amigos e alguém, por alguma razão que nós não conseguimos entender, tira a sua vida através dessa arma de fogo. É claro que, primeiramente, vamos sentir ódio ou revolta ou desejo de justiça ou meu Deus, o que o que foi que eu poderia ter feito para evitar que isso acontecesse? enfim, aquela dor, aquele luto. E essa mãe também sentiu tudo isso, porque ele era o seu único filho. Era ele e ela
meu Deus, o que o que foi que eu poderia ter feito para evitar que isso acontecesse? enfim, aquela dor, aquele luto. E essa mãe também sentiu tudo isso, porque ele era o seu único filho. Era ele e ela apenas que dividiam o mesmo teto. Passado algum tempo, aquela mulher, ela percebe algo muito perturbador que está acontecendo na sua vida, apesar dele ter sido preso, condenado, enfim, ela também sentia que estava presa. Ele estava preso atrás das grades de ferro, mas ela se sentia presa atrás das grades do ódio que ela nutria pelo criminoso. Ela não conseguia se conformar, ela não aceitava aquele fato. Ela não conseguia compreender como que alguém era capaz de tirar a vida de um de um inocente, de um jovem. E aí ela fica refletindo a esse respeito e toma uma decisão, uma decisão inesperada que acredito que choca a todos, porque ela é foi notícia internacional. várias eh televisões, vários canais foram até ela para saber o que a motivou tomar essa decisão, como que ela teve essa coragem, porque depois de 12 anos que ela via com vinha cultivando essa dor, essa revolta, esse ódio, essa mágoa, ela vai até a prisão onde o assassino do seu filho estava e convers vai conversar com ele, vai encará-lo frente à frente. Que coragem. E aí, então esse rapaz é chamado paraa sala de visitas e ele imagina que vai ser insultado pela mãe da vítima, vai ser acusado, amaldiçoado, ele já entra esperando o pior, entra cabis baixo, sem coragem de olhar para ela e ela se aproxima dele e o surpreende porque diz algo que ele jamais pensaria em ouvir vindo dela. Ela olha para ele desarmada. e diz assim: "Eu vim aqui para dizer que eu te perdoo". E ele fica atônito, em choque. Quando que ele imaginar que isso aconteceria? Ele não consegue reagir. Ele não consegue nem olhar nos olhos dela. E o silêncio toma conta da sala. E ela continua visitando aquele jovem. Ela continua voltando à prisão, conversa com o rapaz, conta a respeito do seu filho, quem ele era, os planos que ela tinha para ele, que ela imaginava vê-lo
ala. E ela continua visitando aquele jovem. Ela continua voltando à prisão, conversa com o rapaz, conta a respeito do seu filho, quem ele era, os planos que ela tinha para ele, que ela imaginava vê-lo se formar, se casar, ter filhos, ela ser avó e traz as lembranças de quando ele era pequeno. E num determinado ponto da conversa, ela começa a chorar profundamente, par. E o jovem também é tocado por essa emoção e e começa a chorar, embora todos aqueles anos de prisão tivessem endurecido seu coração. Ele chora porque ele também não queria ter tirado a vida daquele jovem. Ele também se arrependia da dor que estava causando naquela mãe. Então ele carregava consigo aquela culpa, essa culpa. E aí então ela toma coragem, vai até ele e o abraça, porque ali, naquele abraço, não estavam apenas o assassino e a mãe da vítima. Ali estavam dois seres humanos, dois corações esmagados na mesma tragédia. Porque a violência, ela não destrói apenas uma vida, ela cria ondas de sofrimentos que atingem muitas famílias. E nós vemos nesse capítulo muitas vidas, reencarnações. E o tempo passa, o jovem cumpre a sua pena e quando ele deixa a prisão, ele deve então buscar a sociedade novamente, se ser reinserido, recomeçar a vida, o que a gente sabe que é muito difícil. E nesse momento, mais uma vez, ela nos surpreende porque ela decide ajudá-lo a recomeçar. Ela o auxilia encontrar um trabalho, orienta na reorganização da vida, é é conselheira, convidam inclusive para que morasse ao seu lado, né? Eles são vizinhos de apartamento, vizinhos de porta e reconhece que havia sim perdido um filho, mas que Deus havia permitido que ela encontrasse outro filho naquele que teria sido o assassino do filho do do seu sangue. E aí então as vidas são reconstruídas, a história é reescrita pela iniciativa dessa grande mulher, que com o seu amor e o seu perdão conseguem salvar a vida desse criminoso, porque ela se torna a sua mãe por sentimento e ele se casa e ele tem filhos e ela então se torna avó desses dessas crianças que
e com o seu amor e o seu perdão conseguem salvar a vida desse criminoso, porque ela se torna a sua mãe por sentimento e ele se casa e ele tem filhos e ela então se torna avó desses dessas crianças que ele apresenta para ela como netos. Perdoar não significa negar que o crime aconteceu. E ela numa entrevista que nós pudemos acompanhar, que existe na na internet, para quem desejar procurar, ela diz assim: "O meu perdão não anula o que ele fez. A justiça humana continua sendo necessária. Ele cumpriu a pena, mas eu decidi que eu queria ser feliz. Eu queria tirar esse peso do meu coração. Eu queria libertar o meu coração que estava sofrido. E eu decidi que eu não queria sofrer mais. Então, ela vai retirar o assassino do filho da prisão do ódio que existia dentro dela e vai nos dar esse excelente exemplo de como fazer. E e aí nessas reflexões nós pensamos diante dessa desse mundo que está tão violento, quantas mães tiveram e ainda terão seus filhos assassinados? Essas e outras mães, essa mãe que nós vimos e outras mães que também têm suas histórias reais divulgadas na internet, conseguiram superar a dor através do amor, do perdão, se libertaram desta prisão que é o ódio, que é o ressentimento, e nos fazem lembrar uma outra mãe, essa muito especial, a mãe de Jesus, que sabemos Temos através da psicografia de Chico Xavier pelo espírito Maria Doloures, um poema que ela escolheu resgatar Judas Iscariotes das regiões de dores de sofrimentos para abraçá-lo na misericórdia e com o seu amor guiá-lo nas posteriores reencarnações até que ele se redimisse pelo erro de ter enganado e entregue Jesus. aos aos guardas, aos romanos. E se Maria não tivesse perdoado a humanidade por ter torturado e assassinado o seu único filho, que diferente de todos os outros, só soube amar? Imaginemos uma mãe como ela, tão elevada, vendo o filho que era só amor, ser torturado e assassinado. Poderia ter se voltado contra a humanidade, poderia ter querido a vingança, mas ao invés de guardar guardar o ódio e o desejo de
ão elevada, vendo o filho que era só amor, ser torturado e assassinado. Poderia ter se voltado contra a humanidade, poderia ter querido a vingança, mas ao invés de guardar guardar o ódio e o desejo de vingança, a revolta ou a mágoa, ela resolve fazer mais. Ela resolve por nos amar. e se transforma na mãe santíssima de toda a humanidade e até hoje vela por nós. Porque quando nós pensamos, ah, mas era mãe de Jesus, era a santíssima, mãe santíssima, não, ela era uma mãe humana, uma mãe que viu seu filho inocente ir até os padecimentos últimos de uma crucificação. Seu coração também sangrou, também doeu, mas ela supera, porque é um espírito nobre, decidido pelo bem e pelo amor. Que possa ser também o nosso exemplo para os desafios das da nossa existência, que teremos sempre muitos. Então, agradecendo mais uma vez a todos aqueles amigos que estão aqui conosco, pelo estudo, pela companhia, nossa querida Luziane, nós nos despedimos deste estudo, agradecendo a Deus pela oportunidade e que possamos novamente semana que vem estarmos juntos para o estudo do capítulo 17. Muito obrigada, muita paz. Até lá.
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