T4:E25 • Tramas do Destino • Drama, solução e bênção

Mansão do Caminho 18/02/2024 (há 2 anos) 1:06:52 2,036 visualizações

» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 04: Tramas do Destino (Philomeno de Miranda) • Episódio 25: Drama, solução e bênção (capítulo 24) » Host/resumo: João Korngold Comentários: Marcelo Netto e Vitor Silvestre

Transcrição

Olá, amigos e amigas. Bem-vindos e bem-vindas a mais um estudo do livro Tramas do Destino, pela psicografia de Divaldo Franco, pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Hoje vamos estudar o capítulo 24, drama, solução e bênção. Mas antes de começarmos, vamos pedir, estamos aqui com os nossos amigos Marcelo Neto e Vítor Silvestre. Vamos pedir ao Marcelo para fazer nossa oração inicial. Vamos orar. Abençoado amigo Jesus, mestre amado de nossas vidas, nós aqui te agradecemos por mais uma noite abençoada nas reflexões, nos estudos que aqui estão, serão conduzidos. Trai, Senhor, nestes minutos que iremos passar na tua presença as inspirações necessárias e as luzes do teu coração amantíssimo, para que de uma forma muito sutil e bela, como tem sido sempre, a tua tarefa, a tua missão neste orbe, acalmando e amainando a todos nós, nos trazendo a harmonia necessária para que mais uma página desta literatura espírita possa nos aclarar os sentimentos, elucidando as nossas mentes e nos conduzindo a rumo na tua direção. Que Jesus nos abençoe, que os bons espíritos também e que assim seja. Então, como mencionamos, eh, hoje vamos cobrir o capítulo 24 chamado Drama, Solução e Bênção. E começa com Manuel Filomeno de Miranda nos falando do senhor Rafael Ferguson, que sem a construção e constidente de Jules, experimentou significativas melhoras. A mente atribulada, agora submetida a reflexões espirituais, passou a reagir com mais lucidez, facultando-lhe esperar melhores dias e, ao mesmo tempo, aceitando a expiação como meio de ressarcir os compromissos infelizes. Passava horas lendo e anotando na alma a revelação espírita. O benefício da fé então revelou-se de forma eficiente graças à sua dignificação de sentimentos. Embora as amputações não lhe permitissem a realização de serviços que antes lhe causavam um tempo ocioso e a revolta, compreendeu que o trabalho não apenas lhe renovava as disposições íntimas, como lhe facultava ser útil à comunidade onde vivia. com esforço, cultivando ideias positivas, impôs-se

o ocioso e a revolta, compreendeu que o trabalho não apenas lhe renovava as disposições íntimas, como lhe facultava ser útil à comunidade onde vivia. com esforço, cultivando ideias positivas, impôs-se algum tempo diário para visitar os mais infelizes e ofereceu-se para cooperar junto aos companheiros. A sua nova conduta não passou desaportecebida, especialmente quando começou a movimentar-se para criar um grupo que chamou de grupo do otimismo, que objetivava ser um tipo de clube social um pouco diferente, dedicado à recreação mental e aos estímulos morais. iniciando também a criação de uma biblioteca. Então, pouco a pouco, a saúde física foi voltando, as reações orgânicas, a medicação específica diminuíram e ele começou a dar sinais de real melhora. no que foi saudado por Cândido. Muito alegremente. Cândido não cabia em si de contentamento em razão das conquistas do pupilo. O mesmo sucedendo entre os familiares e o médico devotado, Dr. Armando Passos. Porém, no lar, o estado de Lisandra apresentava contradições perturbadoras. não quis frequentar o centro Francisco Xavier de início. No entanto, com os passes que ele ministrava Cândido e vez por outra Epifânia, passou que passou a visitar o Lar dos Fergoson, quando lhe permitiu escasso tempo, já Lisandra já não padecia mais das violentas crises epilépticas. O afastamento espiritual de Hermínio Lopes e dos outros obsessores redundou em em significativa melhora, como prosseguimento, cujo prosseguimento da insidiosa perturbação culminaria por exauri-la antes do tempo natural prevista para sua encarnação. A menina perdera a beleza da infância. Marcaram-se na face e no rosto os atos prepéritos, dificultando-lhe uma exteriorização psíquica que cativasse pela simpatia. Já não reagia contra Cândido. Uma vez vencida a interferência psíquica dos antigos obsessores. Epifânia a conquistara. A presença dela lhe ensejava um bem-estar muito grande. A mente, porém, ainda desarmonizada em si mesmo, denotava a presença de distúrbios

ncia psíquica dos antigos obsessores. Epifânia a conquistara. A presença dela lhe ensejava um bem-estar muito grande. A mente, porém, ainda desarmonizada em si mesmo, denotava a presença de distúrbios ameceadores. Não mais se repetiram os estados primitivos da agressividade ou descontrole acentuado, mas a psicose que se agravava impedia de conviver com outros e fazia-se refugiar-se em sombras ou verter copioso e contínuo pranto. O médico consultado receva-lhe a perda total da razão e aconselhou o internamento. Don Artemis notificou ao esposo as perspectivas sombrias que pesavam sobre o futuro da filha. A esse tempo lhe contara da Hanseníase que a jovem sofrera em caráter benigno e de que se liberara, não logrando, todavia, o mesmo sucesso no problema psíquico. O esposo reagia conforme os padrões de fé que o libertava das paixões belicosas. Sofria pesada soma de amarguras, no entanto, mas sabia confiar no futuro, entregando-se e recomendando os seus à divindade. Sugeriu à esposa que antes de uma decisão sobre a filha procurar procurasse aconselhar-se com os amigos espirituais, consultando Epifânia. Dona Artemis narrou a Bondosa Médium as preocupações sobre o comportamento de Lisandra. Ao influxo de poderosa inspiração de Natércio, Epifânia traduziu o pensamento do mentor. Nosso amigo indica o internamento de Lissandra como de resultado salutar por meio por cujo meio recuperará o equilíbrio da razão. Naturalmente isso não significará uma libertação dos compromissos cármicos a que todos nos encontramos submetidos. Todavia, a recuperação da saúde mental a fortalecerá para outras lutas com redobradas energias. A genitora não pode conter a dor. O afastamento da filha, distanciando-se do lar, esfacelava-lhe a alma e valia por tormentoso exílio. Epifânia prosseguiu. Não se aflija demasiadamente. O amor nunca se aparta. Prevemos o próximo retorno de nosso Rafael ao lar, como ocupar no seu coração de mãe a lacuna da ausência da filha. Um segue, outro volve. É de todo conveniente que

siadamente. O amor nunca se aparta. Prevemos o próximo retorno de nosso Rafael ao lar, como ocupar no seu coração de mãe a lacuna da ausência da filha. Um segue, outro volve. É de todo conveniente que não compartam o mesmo teto, o menos por enquanto. Eiscências não definidas na mente da jovem poderiam conduzi-la a um imprevisível resultado. Confiemos em Deus, Pai de todos nós. Enxuguemos nossas lágrimas com fé viva. Muito reconhecida, a filha de dona Adelaide, de quem recebia sustentação e força espiritual ante a nova imposição do destino severo, expressou os sentimentos da alma ao nobre natércio, rogando-lhe ajuda para o cometimento futuro e a sua inspiração para o prosseguimento do dever. Como Epifânia entretivesse edificada a conversação, perguntou inspirada a dona Artemis com delicadeza quanto a suas possibilidades para o encaminhamento e posterior internação da filha. A senhora respondeu: "Esse é um ponto muito delicado. Não disposo de tal porte. Parece-me que o tratamento, além de muito caro, será de demorado curso." Epifânia. responde. Se me permite, minha irmã, poderemos recorrer ao diretor de uma instituição espírita, um noszocomio espírita muito amigo, confrade nosso. Concordando a senhora, vou lhe escrever e tomaremos providência ante os responsáveis por nossa casa e acredito que os impedimentos poderão ser afastados. Dona Artemis responde: Louvado seja Deus. Como posso agradecer-lhe, minha irmã? unindo-nos em em oração e agradecendo a Jesus, o amigo, que não nos falta nunca. Conforme prometera, Epifânia escreveu ao diretor do Hospital Espírita, narrando toda a dor da família, as perspectivas, o drama e sombra que ameaçava enferma, pedindo-lhe orientação e, se possível, ajuda. Depois de algum tempo, a resposta tranquilizadora não apenas era concordando com a medida, como colocava as possibilidades da casa de saúde à disposição da paciente. Aquela mesma noite, dona Artemis foi nottificada e iniciados os movimentos e preparativos para a viagem. Gilberto deveria acompanhar a irmã,

s possibilidades da casa de saúde à disposição da paciente. Aquela mesma noite, dona Artemis foi nottificada e iniciados os movimentos e preparativos para a viagem. Gilberto deveria acompanhar a irmã, seguindo num avião, autorizados pelo Dr. Armando, que facilitaria o transporte de Lisandra, aplicando-lhe medicamento sedativo. A essa altura, o tacituno Gilberto se encontrava em renovação. A luz da fé ajudava-o agora a entender e a piedar-se da irmã sofredora. A par dessas abençoadas indisposições, encontrou na jovem Tamires estímulo afetivo com que enriquecia os quadros e planejamentos das futuras aspirações. Meiga e Dóciil, Tamires era fervorosa espírita que amava a doutrina e se dedicava à obra de socorro a sofredores, com acentuado carinho. de beleza suave e espiritualizada, conquistou o rapaz, que passou a depolositar nela as esperanças da felicidade conjugal. correspondido pela afetividade da moça, aliaram-se para o serviço da caridade. À medida que a feição lhe permitia confidências, Gilberto narrou a futura noiva os dramas de saúde no seu lar, evitando negar-lhe o testemunho da lealdade da confiança e recebeu, como era de se esperar, perfeita compreensão, com sólida argumentação e conceitos vazados no consolo espírita. Tamires, quando podia, procurava animar a futura cunhada, lutando jovialmente por arrancá-la do ensinamento da noite moral. Esta reagia Isandra, com simpatia e tristeza, rapidamente voltando à mórbida apatia habitual. No transcurso desses acontecimentos, deu-se então a transferência de Lisandra para outra cidade, para outra vida na casa de saúde. No local do destino, estava sendo aguardada pelo diretor do hospital e pela sua filha, Elizabe, enfermeira diplomada, que se entregara a cuidar dos atormentados da razão. espírita dedicada. Elizabeth sentiu imensa afinidade por Lisandra, um carinho espontâneo, o interesse cristão demonstrado pelos administradores da casa, particularmente por Lisa, como era chamada em família enfermeira, cativaram a Gilberto, que após percorrer a

ndra, um carinho espontâneo, o interesse cristão demonstrado pelos administradores da casa, particularmente por Lisa, como era chamada em família enfermeira, cativaram a Gilberto, que após percorrer a instituição, assistir a irmã nos primeiros dias, retornou encantado, levando a família, com as cores da realidade do entusiasmo sadio tudo que observar e sentira. Ele diz: "Lisandra está no lar, receberá passes, usará água fluidificada e participará das reuniões que ali se efetuam. é terapia de importância ao lado do tratamento técnico nos moldes modernos da psiquiatria, mas também vai usufruir os resultados adivinos da palavra iluminada e das lições do evangelho. Os familiares se exultaram com as notícias calorosas e confortadoras. Epifânia alegra-se com justa razão. Razão, não ignorava o poder da mensagem espírita. Esta sociedade onde ela estava internada se pensava primeiro no paciente, na suas necessidades imperiosas, no socorro que poderia dispensar a família para depois se examinarem as possibilidades econômicas. não se preocupavam com a bolsa de poucos recursos, porque o senhor a tudo previa, provendo com os meios abundantes para manutenção do programa, ampliação das de obras e conservação dos compromissos e construções. Amenizava-se então a expiação da família Ferguson. Três semanas após a sua transferência, chegaram as primeiras notícias. Uma carta de Lisa carinhosa, dava conta de que toda a ocorrência e do interesse do seu genitor quanto dela mesma, no sentido de se responsabilizarem pela paciente, no que lhes constituía real satisfação. Ela nota com emoção que Lisandra é é nos alma querida que volta. De fato, Lisandra era de Elizabeth, alma conhecida e afetivamente bem recebida. Com isso, Anette voltava ao carinho de Rose, após a travessia por caminhos dolorosos, dela recebendo assistência, amizade e a ela retribuindo respeito e confiança que lhe haviam sido ofertados. Manuel Filomeno de Miranda então encerra o capítulo dizendo: "Ninguém se afeiçoa ou detesta a outro sem que volva a

cia, amizade e a ela retribuindo respeito e confiança que lhe haviam sido ofertados. Manuel Filomeno de Miranda então encerra o capítulo dizendo: "Ninguém se afeiçoa ou detesta a outro sem que volva a reencontrá-lo adiante na esteira do tempo, na estrada da vida." Esse seria então o nosso resumo. Vamos passar então nosso querido Vítor para fazer nossos comentários iniciais. Obrigado, João. Cumprimento também o nosso querido Marcelo e o nosso carinhoso e fraternal abraço a todos aqueles que nos assistem nesta oportunidade, envolvendo-nos o querido Jesus na nessas reflexões a respeito desse capítulo que o nosso companheiro João acaba de nos trazer o brilhante resumo. Eh, eu trouxe uma parte vinculada aqui a questão da labterapia, conforme o João colocou, Manuel Filomeno eh passou a informação de que o Senr. Rafael Ferganson experimentava significativas melhoras com o afastamento da entidade que eu perseguia. E nessas ocasiões, eh, posteriormente o seor Rafael meditava, lia por horas a fio sobre a doutrina espírita. Então, como ele estava nessa limitação imposta pelas dificuldades oriundas da ranseníase, ele oferece junto ao diretor da instituição eh planeja um umas visitas diárias aos companheiros para que ele não fique também solitário, né, agora com mais possibilidade de ação. E ele compreende a questão que a laborterapia não apenas lhe renovava as disposições íntimas, como também criava uma oportunidade dele ser útil à aquelas criaturas. Então ele comunica ao administrador a respeito da possibilidade da criação de um grupo de otimismo, de uma biblioteca. E nesse caso, eh, quando ele fala que a compreensão da labterapia dava-lhe novas disposições, nós vamos procurar o significado de labotterapia, porque inicialmente a labterapia ela de forma bem ampla era relativa a tratamentos realmente de enfermidade nervosas e mentais pelo trabalho. e eh essa terapia através do trabalho, né? Mas hoje em dia, eh, ela também é uma terapia que tá, eh, oferece ou força uma reflexão pessoal ou

realmente de enfermidade nervosas e mentais pelo trabalho. e eh essa terapia através do trabalho, né? Mas hoje em dia, eh, ela também é uma terapia que tá, eh, oferece ou força uma reflexão pessoal ou coletiva em função de uma necessidade. Então, esse conceito de laberapia é bem ampliado hoje em dia. E nós vamos trazer essas informações que eu recolhi aqui de uma de uma pesquisa eh do livro Opinião Espírita, no capítulo 51, que André Luiz eh discursando ou colocando esse assunto, ele vai dizer assim que pensar da labterapia no sentido eh, que instituía, no caso, né, eh para os enfermos um processo de recuperação. Ele ele resume o seguinte, que o no mundo atual não se usa mais, né, tô traduzindo aqui rapidamente, não se usam mais essas eh esse acetismo, essa questão de você procurar um guru de qualquer condição. Eh, essa pessoa que fica só aguardando os outros chegarem, ele fala que o aproveitamento útil da penalogia moderna imprime utilidade às horas dos presidiários. Então, se isso ocorre com eles, valorizando-lhe eh o a reeducação em Colônia, isso também na busca de regeneração moral social. E a própria psiquiatria presentemente institui essa labterapia para que os enfermos da alma se recuperem pela atividade edificante. E eu quando estava preparando isso aqui, eu me lembrei, eu tive até a oportunidade de conhecê-la rapidamente. é a psiquiatra Nise Magalhães da Silveira, uma vizinha nossa aqui, psiquiatra, ela trouxe eh do Rio de Janeiro para fazer um um estudo bem aprofundado e eu fiquei conhecendo rapidamente essa Nise Magalhães da Silveira, ela foi uma única psiquiatra da turma dela lá na Bahia quando ela se formou. Para você ter uma ideia, ela que eh colocou um processo revolucionário no tratamento eh dos enfermos mentais no Brasil, quando ela vai inaugurar o Museu de Imagens do Inconsciente. E ela foi aluno de Car Gustavo Jung, essa Nise da Silveira, né? Então, ela trabalhava com os conteúdos extraídos através dos desenhos, das pinturas, das esculturas, de poesias,

magens do Inconsciente. E ela foi aluno de Car Gustavo Jung, essa Nise da Silveira, né? Então, ela trabalhava com os conteúdos extraídos através dos desenhos, das pinturas, das esculturas, de poesias, tudo que vinha que ou oriundos do inconsciente daqueles detentos. Eh, detentos não seria bem o caso, porque naquela época quase poderia-se chamar assim que eles eram internos de uma maneira muito dolorosa eh antes de ter essa esse tratamento ambulatorial, né, essa modificação na própria lei. E ela teve como companheira de trabalho uma outra pessoa que eu fiquei grato também de ter feito essa pequena pesquisa, que é aquela Dona, Ivon Lara, que era sambista, né, que ela era eh formada em assistência social e ela fazia parte de do da equipe da dona Nise, da Dra. Anisa da Silveira e do surirgião Paulo Niemer. Então, a função dela junto com aqueles enfermos, ela uma delas era procurar os endereços das pessoas ou das famílias daqueles abrigados na instituição para que eles pudessem retornar suas casas quando eh liberados pela medicina, né? Então, e aí o próprio autor da pequena pesquisa fala o seguinte: "Não foi à toa que aquela canção Sonho Meu, né, que ela cantava junto com a Maria Betânia, eh, e é como se fosse o lamento daqueles doentes que falassem, né, sonho meu vai buscar quem mora longe, sonho meu, né, em que ela coloca, ela procurava com muita dificuldade para achar e e às vezes quase nunca achava, porque as pessoas não queriam e muitas vezes não querem que aquele companheiro, aquele familiar ainda frequente o seu lar por causa da doença, né? Então, eh, não é à toa, esse trio trabalhou bastante e a questão da laboterapia na no contexto psiquiátrico é muito importante. Mas continuando com o livro Opinião Espírita, eh, André Luiz vai falar assim, ó. Nas horas dos momentos mais difíceis, o homem lança a mão de recursos extremos e às vezes de caráter ilógico, até para diminuir o seu próprio sofrimento ou sofrimento alheio, né? Eh, qual acontece nas provas eh desesperadoras.

s difíceis, o homem lança a mão de recursos extremos e às vezes de caráter ilógico, até para diminuir o seu próprio sofrimento ou sofrimento alheio, né? Eh, qual acontece nas provas eh desesperadoras. diz o nosso André Luiz que ele fala o seguinte, que as pessoas utilizam eh as coisas mais estranhas no sentido de fazer valer eh esse esse auxílio, né, esses contracensos dos ofícios religiosos. Então ele fala assim, eh, a recitação mecânica de fórmulas cabalísticas, os sacrifícios inúteis, visando a prioridade e concessões, as promessas esdrúchulas, os votos inoportunos, as penitências estranhas, os altos castigos em que a vaidade leva o rótulo da fé, os jejuns e as mortificações a expressarem suicídios parciais, o uso de amuletos, o apego a talismãs, o culto improdutivo, eh ela vai, ele vai dizer aqui, esse culto improdutivo, ele refere de uma forma assim eh ao remorço, o culto improdutivo do remorço, sem qualquer esforço na corrigenda que esse remorço está indicando para restaurar o caminho errado. Por isso ele fala, ao invés de procurar espontaneamente penitências improdutivas para nós, é imperioso buscar voluntariamente o auxílio eficiente aos semelhantes. Então tudo que se faz, né, eh, e esses caminhos das promessas, ah, mas se eu melhorar, eu vou dedicar meu tempo integral à doutrina espírita. Eu sei que eu errei bastante, mas agora eu estou vendo, geralmente quando a gente tá numa situação bem difícil de saúde, né? Então a gente promete, a gente fala, a gente eh planeja, né? E e só que depois a gente esquece. Então ele fala o seguinte, André Luiz, omissão não resolve em matéria de comportamento moral e renovação da vida, a abstenção do serviço no bem, ele coloca como se fosse eh uma deserção vestida de alegações simplesmente acomodatícias, dentro da qual o crente não apenas foge das responsabilidades que lhe cabem, como também ainda exige presunçosamente que Deus se transforme em escravo de suas extravagâncias, né? Ou seja, ah, mas eu tenho 20 anos que eu dou passe em

as foge das responsabilidades que lhe cabem, como também ainda exige presunçosamente que Deus se transforme em escravo de suas extravagâncias, né? Ou seja, ah, mas eu tenho 20 anos que eu dou passe em hospitais, eu frequento reuniões mediúnicas há muito tempo, tal. Então a gente lança esses créditos, possíveis créditos, como se fosse uma contrapartida, que Deus necessariamente teria que se transformar em escravo das nossas extravagâncias, né? Esquecidos que somos, que nós temos um passivo moral a trabalhar, não é? E mais do que isso, na questão 675, no livro dos espíritos, o quando é apresentada por Kardecimento do trabalho somente como ocupações materiais, os espíritos fala que não. O o espírito também trabalha como corpo. E ele vai trazer essa para mim, que era uma da das maiores frases. Toda ocupação útil é trabalho, né? Desta forma, é tão importante manter o nosso corpo físico, buscando o necessário para sobreviver. É a nossa transformação moral que demanda o quê? vontade e consciência, para não dizer também a ação decorrente da vontade em agir na superação das nossas dificuldades. Lembrando-me também que no capítulo 27 do nosso lar, eh, o trabalho, enfim, André Luiz vai nos trazer seu próprio o seu próprio exemplo em que ele eh em que ele vai visitar junto com Tobias os internos das câmaras de retificação. E após uma um um pavilhão que ele visita lá, Tobias começa a aplicar passes de fortalecimento. Quando ele eh ele termina a operação nos dois primeiros, que ela muito muitos espíritos necessitando, né? Quando ele termina a operação de passe nos dois primeiros, ambos começaram a expelir uma substância negra pela boca, espécie de vômito escuro com terríveis emarações cadavéricas. O Tobias explica ante a surpresa de André Luiz, né? São fluidos venenosos que eles segregam. Mas Narcisa estava tão atarefada porque eh os funcionários que trabalhavam com elos, companheiros, estavam servindo no samaritanos, que era uma eh instituição, vamos dizer, era um grupo de pessoas que

Mas Narcisa estava tão atarefada porque eh os funcionários que trabalhavam com elos, companheiros, estavam servindo no samaritanos, que era uma eh instituição, vamos dizer, era um grupo de pessoas que atendiam as regiões umbralinas e eles estavam muito necessitados de trazerem novos internos para nosso lar. Então, como ela estava com poucas pessoas ali trabalhando, eh, o André Luiz fala o seguinte: eh, foi então que instintivamente me agarrei aos petrichos de higiene e lancei-me ao trabalho com ardor. Narcisa parecia contente com o humilde auxílio do novo irmão, ao passo que Tobias me dispensava olhares satisfeitos e agradecidos. E a partir desse momento em que ele se sente feliz com essa eh possibilidade de trabalhar sem receber orientação nenhuma, foi do íntimo dele e ele coloca aí ele recebe que ele ele vira o plantão, né? que as os caravaneiros ainda não tinham chegado e ele continua no plantão lá até que ele consegue um descanso e vai dormir. E nessa hora é que ele vai sonhar com a mãe dele, né? E a mãe dele dando lições, agradecendo a oportunidade que ele está dando dele começar a trabalhar no bem. e ele fala que foi a maior satisfação da vida dele, que era esse trabalho humilde, né? E também vai falar no próprio nosso lar no capítulo 49, eh em que ele vai regressar após algum tempo, né, bastante tempo ao lar, que reiteradas vezes ele pede, mas não é ofertado a ele a autorização. E e ele depois disso vai a a essa residência dele e ele percebe que a esposa dele já estava casada em segundas noças, tal, e só tinha uma filha dele que lembrava de e ele entra num processo de ciúme, ele entra, começa a sentir novamente, né? E ele pede desesperadamente a Narcisa que o ajude. E aí vem toda aquela questão do passe, né, do das da dos fluidos dos reino vegetal, etc. E depois ele começa a entender eh a seguinte coisa através desse trabalho que ele fica a pensar e se eu fosse o viúvo na terra, será que eu teria suportado essa solidão? ele eu não teria recorrido a uma segunda

le começa a entender eh a seguinte coisa através desse trabalho que ele fica a pensar e se eu fosse o viúvo na terra, será que eu teria suportado essa solidão? ele eu não teria recorrido a uma segunda experiência de consórcio, né? E por que que eu vou odiar aquele companheiro? Ele também não estava ajudando a criar os meus filhos, tal. Então daí ele espanta de vez na questão do ciúme, ele se senta, sente fortalecido e retorna, quando ele retorna para nosso lar, né, ele recebe o título de cidadão de nosso lar, porque ele estava dominando de novos pensamentos, aquele trabalho, né, eh, ele sentia como se fosse a língua do verdadeiro amor que começava a brotar das feridas benéficas. da realidade que lhe abrir o coração. Que dizer então do Chico Xavier combalido na sua doença física, encontrava tempo para atendimento às pessoas que o procuravam, todo o bem que ele podia realizar, apesar das dores, ele solicitava que os benfeitores dessem mais energia para ele, dizendo quantas pessoas vão lá para me ver. E eu queria que eu pudesse ter ido, né, mais vezes a mesma coisa com o nosso Divaldo, que através de perseguições incríveis ao quebrado, com sua saúde também, sempre naquele ponto de cuidados, de merecimento, cuidados, tá aí com com esse eh eh currículo invejável, vamos dizer assim, de atividades no bem e são pessoas que fazem da labterapia eh eh instrumentos para melhorar-se através da dedicação aos outros, não é? Paulo de Tarso, tô me lembrando a respeito dos joelhos desconjuntados, né? Mesmo com joelhos desconjuntados, siga adiante, apesar das dores e sofrimentos, não parar no caminho. Jesus Gonçalves é outro, porque tem até uma semelhança com relação à própria eh Ranseníase, né? Jesus Gonçalves traz eh eh tem um currículo interessante eh de muita perversidade que ele mesmo coloca, né, como rei vesigodo, Alarico primeiro e segundo. Eh, e ele ele se torna também posteriormente junto na França o o Richilier, cardeal Richilier e volta com agora em de 47 mais ou menos que ele foi que ele

omo rei vesigodo, Alarico primeiro e segundo. Eh, e ele ele se torna também posteriormente junto na França o o Richilier, cardeal Richilier e volta com agora em de 47 mais ou menos que ele foi que ele desencarnou, foi o tempo da sua última existência, né? Ele ele tem a características de dessa desse dinamismo. Ele tinha uma até uma banda de jazz lá no no ele era locutor, tinha questão do teatro, do hospital, o nosso jornal, que era um periódico interno lá em Pira Pitingui, onde ele ficou internado, fundou um centro espírita Santo Agostinho, porque foi Santo Agostinho que vai procurá-lo enquanto ele era Alarico para evitar que eles derrubassem as catedrais lá em Roma. Então tem toda uma existência que ele ele utilizava a sua potencialidade para ressarcir as dores que o acompanhavam e que a lepra deu-lhe a condição da redenção. Então, nessas circunstâncias, eu me pego aqui eh o auxílio valioso e indispensável de Joana, né, a respeito da hora vazia, que sob pretexto algum a gente se permitia a essa hora vazia para evitar cair no desânimo, favorecendo a inspiração de ideias perniciosas, insistir na atividade que vai falar mais do que as nossas as palavras, muitas vezes com injunções perturbadoras que enraízem no nosso passado espiritual ou de qualquer pessoa, redobra os esforços para atuar confiante. E ela diz o seguinte, que o trabalho é o lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com o com que o espírito corrija as imperfeições e disciplina a sua vontade. que o momento mais perigoso para o cristão decidido é o do óscio, não o do sofrimento, nem o da luta, é a dor, vamos dizer, auxílio, né, que muitas vezes nos impede de cair em situações piores que tanto na dor e na tarefa fuguram a luz da oração e a chama da fé, diz ela ainda. Ela vai trabalhar aqui. Escapar da ociosidade significa evitar a inutilidade. O homem pode descansar de uma tarefa realizando outra, né? Enquanto descansa a mente, exercita o corpo. Nosso tempo

ainda. Ela vai trabalhar aqui. Escapar da ociosidade significa evitar a inutilidade. O homem pode descansar de uma tarefa realizando outra, né? Enquanto descansa a mente, exercita o corpo. Nosso tempo na Terra precisa ser muito bem utilizado, pois ele é escasso, passa muito, mas muito rápido. E que mesmo nos momentos de cansaço e de exaustão, procuremos algo útil que nos edifique, né? E para concluir um pouco das nossas eh elocubrações aqui, no capítulo 5 do item 27 do Evangelho Segundo Espiritismo, tem uma comunicação do espírito Bernardã. Bernardinho, deve-se por termo as provas do próximo. Ele ele sempre vai falar o seguinte: "Olha, vejamos que meios o Pai do céu pôs em minhas mãos para que eu pudesse aliviar a dor do próximo. Pode ser o tempo, o dinheiro, as habilidades, a minha disposição. Então isso eu posso colocar nas dificuldades do outro para ajudá-lo. e com isso eu me melhorar, né? Então, queridos irmãos, seriam essas assim de forma bem eh bem homeopáticas eh as nossas reflexões sobre o termo laborterapia, que é uma necessidade que a gente tem que fazer diariamente para sair do isolacionismo que nós estamos e no período da indiferença e que a gente tem que perceber que a gente caminha com outro e não sobre os outros, né? Agradeço a todos e passo a nossa palavra para o João. Obrigado, Vittor. Eh, muito interessante, né, dona Ivone Lara, quem diria. Muito bom. E e a Dra. Niz, que a nossa companheira Mirtis escreveu que tem um filme chamado eh O coração Nise, o coração da loucura, que é um documentário que vale a pena assistir. Exatamente. Então aí estão. É, agora e mudando um pouco o nosso roteiro pro Marcelo, nós vamos pedir para ele responder uma pergunta que veio de um companheiro eh depois dos estudos da semana passada. Ele nos diz que hoje, após o estudo do livro Tramas do Destino, com os esclarecimentos que foram feitos sobre as atividades no Centro Espírita, preciso tirar uma dúvida. Antes da pandemia, tínhamos várias reuniões mediúnicas, praticamente em todos os

s do Destino, com os esclarecimentos que foram feitos sobre as atividades no Centro Espírita, preciso tirar uma dúvida. Antes da pandemia, tínhamos várias reuniões mediúnicas, praticamente em todos os dias da semana, mas agora somente dois grupos retornaram ao presencial e tem sido feito através do sistema virtual um uma sessão mediúnica onde um médium e um dialogador fazem duas comunicações, onde todos assistem, depois é feita a prece e avaliação. E ele pergunta: "Qual a orientação que vocês receberam a respeito dessa possibilidade? São corretas? estão dentro da modernidade da tecnologia atual, poderiam me esclarecer e ajudar com orientações sobre reuniões mediúnicas virtuais. Marcelo, com você. Bem, agradecemos muito a esta pergunta, pois ela nos chegou em outras ocasiões também. E da mesma forma que muitas situações complexas, obstaculizantes ocorreram, a pandemia com esta com isolamento, nos trouxe a possibilidade da internet, dos estudos que passaram a ser serem divulgados de uma forma muito extensa através das vias eh da internet. de tudo isso. Antes de responder a pergunta, nós gostaríamos de trazer alguns elementos que talvez possam consubstanciar a nossa ideia, a nossa resposta, porque a primeira vista o intercâmbio mediúnico, ele parece alguma coisa simples, mas na verdade não é nada simples, é algo bem complexo, porque o processo de comunicação dá-se através da identificação do espírito com o médium. Nós sabemos que de perespírito a perespírito, o espírito não entra dentro do médium. E as propriedades de expansibilidade, de sensibilidade do perespírito, né, entre, lógico, vários outros fatores, vão permitir a captação do pensamento, das sensações, das emoções que vão se transmitir de mente a mente através daquele veículo sutil. O médium, então, vai ser esse instrumento passivo, mas naturalmente cuja educação moral e psíquica vale conceder recursos hábeis para um intercâmbio correto, um intercâmbio seguro, se forem obedecidos os critérios de segurança e os cuidados com esta

, mas naturalmente cuja educação moral e psíquica vale conceder recursos hábeis para um intercâmbio correto, um intercâmbio seguro, se forem obedecidos os critérios de segurança e os cuidados com esta prática. Por isso que inúmeros impedimentos podem se apresentar durante o fenômeno. Vale então citar que muitas fixações mentais, os conflitos, os hábitos psicológicos do médium e muitos de nós possuímos, que vem do inconsciente e que durante o trans podem assumir uma extensão, uma uma dimensão muito maior, dando origem a ocorrências anímicas, ou seja, do próprio do próprio médium e as intervenções espirituais que podem ser muito danosas se nós não estivermos no ambiente preparado. Aparelhagem eletrônica que nós temos hoje em dia no plano físico, tô falando dos computadores, da internet, eles são ainda muito grosseiros para serem para servirem de intermediários das vibrações sutis do plano espiritual. E talvez nesta nossa rápida leitura nós até adotemos esse tipo de prática, mas isso, sem dúvida, é uma uma sensação falsa. A ausência de apoio presencial da equipe mediúnica em loco, aos médiuns psicofônicos, aos dialogadores ou doutrinadores, usemos o termo que quiserem, vai impedir que o trans mediúnico ocorra com uma segurança desejável, uma vez que este transe, o médium afasta-se parcialmente do corpo físico pelo processo natural do desdobramento. Então, nessa situação, podem ocorrer incidentes relacionados à manifestação do espírito comunicante, que pode gerar uma má repercussão no psiquismo do médium, no corpo físico deste medianeiro que vai estar entregue a si mesmo num ambiente que não tem os recursos que uma casa espírita tem. Então o lar, nós acreditamos e lendo a literatura espírita, não oferece as barreiras vibracionais protetoras que encontramos na casa espírita e o que pode representar este estado de imensa vulnerabilidade até os familiares que estão nos nossos lares, que às vezes não são nem espíritas e não tem a menor ideia o que está acontecendo. Então,

a e o que pode representar este estado de imensa vulnerabilidade até os familiares que estão nos nossos lares, que às vezes não são nem espíritas e não tem a menor ideia o que está acontecendo. Então, trata-se de uma situação efetivamente muito delicada, que vai, sem dúvida, dificultar a ação dos benfeitores espirituais contra esta possível invasão de espíritos levianos e perturbadores antes da reunião desta dessa situação ocorrer virtualmente, antes, durante o processo e até após a suposta reunião mediúnica virtual. Então, por mais que os nossos mentores espirituais se desdobrem para formar barreiras necessárias, elas somente seriam eficazes se o lar efetivamente estivesse comprometido com a tarefa de se tornar local para a prática mediúnica, o que não é o caso. Então, a sala mediúnica que temos no centro espírito espírita, perdão, ela é preparada com antecedência pelo mundo espiritual e ali permanecem estes estas presenças vigilantes prontas para as intervenções que podem ocorrer caso determinadas anomalias ocorram. Vamos imaginar aqui uma determinada cirurgia ocorrendo no meio da rua. Não pode, é necessário que os, o ambiente seja eh com as suas assepsias muito bem feitas, muito bem postas. Há toda uma aparelhagem que nos escapa ao entendimento. E André Luiz vai nos trazer isso de uma forma brilhante na sua obra. O nosso próprio Manuel Flamengo de Miranda no livro Sexo e Obsessão, o nosso Divaldo, perdão, o nosso Manuel Flomeno Divanda, através do nosso Divaldo, ali no capítulo 5 nos traz eh uma informação que eu faço questão de ler. Ele nos traz a seguinte informação: uma reunião mediúnica de qualquer natureza é sempre uma realização nobre em oficina de ação conjugada, na qual seus membros se harmonizam e se interligam a benefício dos resultados que se perseguem, quais sejam a facilidade para as comunicações espirituais, o socorro aos aflitos de ambos os planos da vida, a educação dos desorientados, as terapias especiais que são aplicadas e naquelas de desobsessão

s sejam a facilidade para as comunicações espirituais, o socorro aos aflitos de ambos os planos da vida, a educação dos desorientados, as terapias especiais que são aplicadas e naquelas de desobsessão em face da maior gravidade do cometimento, transforma-se em clínica de saúde mental especializada, na qual cirurgias delicadas são desenvolvidas nos perespíritos dos encarnados, assim como dos liberados do corpo, mediante processo muito cuidadoso. que exigem equipe eficiente no que diz respeito ao conjunto de cooperadores do mundo físico. Então, a influência do meio é um fator extremamente relevante, está relacionada, necessariamente relacionada à qualidade da prática mediúnica que nós vamos querer ter. Então, os integrantes da reunião mediúnica, uma reunião séria que tenha que possa apresentar resultados produtivos, elas precisam agir de uma forma integrada, unidos. Mas aquela equipe funciona como se fosse um feixe. E nós vamos encontrar no livro dos médiuns, no capítulo 29, no item que eu não me lembro, no capítulo 29, vocês vão procurar, né, falando que uma reunião é um ser coletivo cujas qualidades e propriedades são resultante das dos seus membros, formando esse feixe que é que deve ser homogêneo. Ou seja, quanto mais homogêneo é este feixe, maior a força, melhores os resultados desta região, reunião. Então, a gente vai recordar que as entidades desencarnadas enfermas, os espíritos que vêm através das reuniões atraídas para um lar que se preste a realizar uma sessão mediúnica virtual, vão irradiar naturalmente naquele ambiente os seus fluídos deletérios, que podem ser assimilados pelos moradores que não estão nem participando da reunião, causando perturbações às mais diversas. Se a gente for analisar um pouquinho e nos utilizando de bom senso, vamos entender que os benfeitores espirituais, sabendo desta momentos da realização da reunião mediúnica presencial, pela suspensão das atividades que ocorreram no momento que tivemos da pandemia, em hipótese alguma, conduziriam

tores espirituais, sabendo desta momentos da realização da reunião mediúnica presencial, pela suspensão das atividades que ocorreram no momento que tivemos da pandemia, em hipótese alguma, conduziriam entidades desencarnadas enfermas para que elas pudessem se sintonizar com os médiuns psicofônicos e os demais trabalhadores do grupo mediúnico, porque cada um tá isolado na sua casa. A mediunidade então exercida no lar é uma espécie de retrocesso de práticas que já foram superadas, porque os espíritos superiores vão nos ensinar que o centro espírita é o local favorável para que a reunião mediúnica ocorra. A gente vai ver isso na obra Desobsessão. O nosso André Luiz, o o espírito André Luiz vai nos falar isso no capítulo 9, que o templo espírita, eh, no templo espírita, os instrutores desencarnados conseguem localizar recursos avançados do plano espiritual para o socorro dos obsidiados e os obsessores. Então, nós vamos perceber que é possível que até, isso é uma ideia, estamos aqui dividindo algumas reflexões, é possível até que nestas reuniões mediúnicas virtuais ocorra um desgaste psicossomático dos médiuns, dos médiuns psicofônicos, de tal forma que o auxílio dos benfeitores não consiga eh atender até pela ambiência, pela cobertura espiritual que um lar vai apresentar em detrimento, ou seja, eh em comparação, melhor dizendo, com do que com uma casa espírita. Então, seja na manifestação das entidades elevadas ou não, nós vamos precisar necessitar de uma equipe espiritual vinculada, recebendo o ectoplasma que vai ser ali do outros participantes do grupo mediúnico para que toda aquela sustentação possa ocorrer de uma forma ajustada. Eu não posso fazer uma cirurgia com um bandede e um durex no meio da rua quando o indivíduo está com a barriga aberta. Eu preciso ter os elementos, a instrumentação, a equipe que vai ali auxiliar para que as coisas ocorram de forma justa. Então, se essas questões são muito, precisam ser muito bem eh avaliadas, a gente pode até trazer aqui um detalhe

nstrumentação, a equipe que vai ali auxiliar para que as coisas ocorram de forma justa. Então, se essas questões são muito, precisam ser muito bem eh avaliadas, a gente pode até trazer aqui um detalhe importante. Eh, a suspensão das atividades práticas que ocorreram durante a pandemia vão naturalmente nos trazer algumas reflexões até para que nós, médiuns ostensivos ou não, possamos até desenvolver o hábito da meditação, da oração, do estudo. Estamos aqui fazendo um estudo e muitos desses estudos ocorreram durante a pandemia. Estudos que são divididas algumas reflexões, algumas passagens, os livros. Isto sim, sem dúvida, as vibrações, os bons pensamentos, sem dúvida, somos médiuns, não só no momento da reunião mediúnica, somos médiuns a todo tempo. Influência dos espíritos acontece de forma ininterrupta, seja ela de forma sutil, seja ela de forma ostensiva. Então, o médium deve manter-se atento, vigilante dioturnamente. E aí a gente vai lembrar da pergunta 459, do livro dos espíritos. Interferem os espíritos, nos nossos pensamentos, nos nossos atos? Muito mais do que a gente imagina. De ordinário, muitas vezes são eles que nos dirigem. Nós sabemos disso. Então, o auxílio aos espíritos que sofrem ou que fazem sofrer pode ser prestado por meio da prece, por exemplo, das nossas irradiações mentais, das nossas vibrações. Há uma passagem muito interessante de um espírito chamado Efigênio Vítor, no livro Instruções Psicofônicas, no capítulo 44. E o Chico nos traz a seguinte informação: verdade, contudo, por meio da oração, convertem-nos em canais do socorro divino, apesar da precariedade de nossos recursos. E ele vai mais além, perdão, Emanuel vai mais além nos trazendo algumas informações a respeito das manifestações mediúnicas, falando no livro O Consolador, na pergunta 387, que eu também separei a aqui para que a gente possa ler. E ele fala o seguinte, Emmanuel, nas reuniões doutrinárias, os médiuns são úteis, mas não indispensáveis, porque somos obrigados a ponderar que todos os homens são

i a aqui para que a gente possa ler. E ele fala o seguinte, Emmanuel, nas reuniões doutrinárias, os médiuns são úteis, mas não indispensáveis, porque somos obrigados a ponderar que todos os homens são médiuns, ainda mesmo sem tarefas definidas nesse particular, podendo cada qual sentir e interpretar no plano intuitivo a palavra amorosa e sábia de seus guias espirituais no imo da consciência. Então, os benfeitores espirituais sabiam previamente que da ocorrência do momento mundial que atravessávamos da pandemia, mas em momento algum nos estimulariam alternativas contrárias às normas dispostas na codificação. e mais uma vez visitando o livro dos médiuns sobre a necessidade da formação presencial ou virtual de um grupo mediúnico. Ou seja, ele nos traz algumas informações que a gente percebe a necessidade de termos que estar presencialmente ali em detrimento destas reuniões virtuais. Então, abrir determinados precedentes para as reuniões virtuais, eu acho extremamente perigoso e muito arriscado. Então, mais uma vez, nós vamos perceber no livro conselador o nosso Emmanuel falando que na pergunta 387 que a primeira necessidade do médium é de se evangelizar, de antes de se entregar as tarefas, as grandes tarefas doutrinárias, né? Eh, talvez nesse processo de evangelizar-se para que não esbarre nas questões relacionadas, Emanuca assim: "Do fantasma do personalismo em detrimento de uma missão, de uma tarefa que seria muito, muito mais importante." A outra mensagem intitulada Enfermagem Espiritual Libertadora, que está ali no livro eh Temas da Vida e Morte, que é uma psicografia do nosso Divaldo. E Manuel Flum de Miranda vai nos trazer que estas terapias de socorro aos espíritos sofredores já eram praticadas no plano espiritual muito antes de nós termos o advento do consolador primitivo. Então, cabe a pergunta, nossa, antes de antes do espiritismo acontecer, ser lançado em 1857, como é que ficava isso? Uma bagunça? A gente veio para resolver o problema? as reuniões mediúnicas e toda

. Então, cabe a pergunta, nossa, antes de antes do espiritismo acontecer, ser lançado em 1857, como é que ficava isso? Uma bagunça? A gente veio para resolver o problema? as reuniões mediúnicas e toda esta informação que nós obtemos através de Manuel Flum de Miranda, de André Luiz e de outros mentores muito queridos nos trouxeram recursos para que estudando-as possamos nos unir a este trabalho que já ocorria no mundo espiritual e também nos desdobramentos nossos em outras vidas anteriores a ao consolador prometido. nos desdobramentos onde éramos levados ao mundo espiritual para que aquelas reuniões presenciais do ponto de vista espiritual ocorressem e os auxílios lhe acontecessem. Mas estas aventuras eu interpreto como muito perigosas. E voltando ao livro Temas da vida e morte do nosso querido Manuel Flumes de Miranda, uma passagem muito interessante, ele fala a respeito destas questões que estas terapias já ocorriam. Então, não somos os salvadores da pátria. Ha uma novela chamada Salvador da Pátria Sassam tema, né? Isso não é do tempo de muita gente, que tem muita gente jovem aí, né? Nós não somos os Sassáis, Gutemas, salvadores da pátria. A reunião mediúnica é um excelente instrumento, é um recurso fora de sé para que nós aprendamos com o drama que ali estamos observando. E muito mais do que ajudamos, somos ajudados, observando nas experiências que ali tentamos de alguma forma apaziguar minimamente aqueles sofrimentos, aprendendo o que não fazer, para que no futuro não estejamos na posição inversa daqueles que nos chegam pedindo o socorro. no livro, na obra Depoimentos Vivos, uma obra eh organizada por Nilson de Souza Pereira. Diversos espíritos ali trouxeram muitas mensagens, mas em particular no capítulo 5, quando o espírito João Cléufas nos traz através da mediunidade da da psicografia do nosso Divaldo, o capítulo fala reagentes mentais e ele nos traz a seguinte informação que nós vamos ler. A sala mediúnica é também laboratório de experiências transcendentais e socorros

psicografia do nosso Divaldo, o capítulo fala reagentes mentais e ele nos traz a seguinte informação que nós vamos ler. A sala mediúnica é também laboratório de experiências transcendentais e socorros espirituais. Utilizemo-nos nos componentes da reação moral elevada contra os invasores microbsidas das regiões inferiores da vila. Vibriões elaborados por mentes viciosas, corpos estranhos produzidos por entidades perversas, idelastias formuladas por fixações negativas. constituem fantasmas perturbadores que invadem a esfera do serviço, muitas vezes impossibilitando as realizações nobilitantes do trabalho. usarmos para o labor asséptico a precepiciente o pensamento bem dirigido e otimista em relação ao dever retamente cumprido, a reflexão salutária em torno dos objetivos sagrados da vida, a meditação repetitiva que nos traz um estado de êxtase, facultando que nas praias do espírito aportem as embarcações da esperança, estaremos oferecendo reagentes capazes. de produzir efeito superior em nosso campo de edificações com o Cristo. E completa o nosso querido João Cléufas. Em qualquer ambiente que se procedem a tais experiências vitais, o contágio desta ou daquela natureza, seja no campo da inoculação de formas vivas perniciosas a existência, seja na exteriorização deletéria de pensamentos destrutivos, conseguear os mais respeitáveis programas, desde que nos desde que nos encontremos devido devidamente forrados para investir neste campo ádo, fomentando as produções relevantes. Sim, a sala mediúnica não é apenas o ambiente cirúrgico para realizações de longo curso no cerne do perespírito dos encarnados como nos desencarnados, mas também o campo experimental de adaptações em que se plasmam retornos à atividade, em que se anulam fixações mentais que produzem danos profundos nas tecelagens. sensíveis do espírito. Igualmente, esta sala mediúnica é o abençoado lugar em que o mestre divino estagia como responsável pela manipulação de de novas produções do amor. E a mensagem segue, é belíssima,

síveis do espírito. Igualmente, esta sala mediúnica é o abençoado lugar em que o mestre divino estagia como responsável pela manipulação de de novas produções do amor. E a mensagem segue, é belíssima, nos mostrando a importância e o cuidado desta, deste local que é cuidadosamente produzido, trabalhado, elaborado pelo mundo espiritual, mas junto com a equipe presencial daqueles que formam esta reunião. No livro Diálogo com as Sombras, Hermínio Miranda nos traz uma fala muito importante. Não basta juntar alguns amigos e familiares, apagar a luz, se conectar na internet, isso aqui é por minha conta. Ele não colocou isso não, né? apagar a luz, juntar alguns amigos e aguardar as manifestações. Hermir Miranda fala: "Esta tarefa é extremamente delicada e crítica, pois dela vai depender em grande parte o nosso êxito, o êxito, melhor dizendo, ou o fracasso do grupo. Então, os nossos conselhos são: evitem estas experiências, até porque existe um vídeo que o nosso Divaldo há dois anos gravou, pois esta foi uma das perguntas há uns dois anos atrás, estava com a confrade Denise Lino, onde exatamente esta pergunta foi feita e ele participou de uma das reuniões virtuais até para ter uma ideia a título de experiência e ele percebeu que o médium psicofônico e o médium doutrinador ou dialogador distantes, uma outra cidade e o médico e o psicofônico no outro lado, percebia, por maior boa vontade do dialogador, não conseguia existir a a a o engate, não é bem a palavra, a o o encaixe, a percepção do dialogador, por maior boa vontade que ele tinha. não existia toda essa situação. Então, ficou algo intelectivo e extremamente perigoso. Eu aconselharia nestas experiências, repetindo o que acabei de falar, a que não se utilizem destas reuniões que podem trazer muitos problemas para o lar, para o grupo e para aqueles que se dedicam a estas práticas. Estas eram as nossas considerações. Muito obrigado, Marcelo. Realmente muito importante suas colocações. Eh, fundamental eh esse esse reforço eh

o grupo e para aqueles que se dedicam a estas práticas. Estas eram as nossas considerações. Muito obrigado, Marcelo. Realmente muito importante suas colocações. Eh, fundamental eh esse esse reforço eh dessa do perigo dessas reuniões mediúnicas virtuais. E a nossa querida companheira coordenadora Eulália coloca também o livro Memórias de um Suicida, o capítulo Comunhão com o Alto, e o livro dos médiuns, no capítulo 29, o item 331. E a Gisele coloca muito bem a nossa querida Gisele Ro, companheira também de trabalho, que acontece se acaba a luz no meio de uma reunião mediúnica virtual? São reflexões para nós, eh, muito importantes. Agradecemos a pergunta, muito importante. Agradecemos o Marcelo, agradecemos ao Vittor também pelo trabalho de hoje. Convidamos a todos para que tenham uma semana de muita luz, muita paz com Jesus e que possamos estar reunidos novamente na próxima semana para estudar o capítulo 25 do livro Tramas do Destino. Então, até mais, queridos amigos e amigas.

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