T6:E20 • Painéis da Obsessão • Programa de Evolução
No capítulo 19 de Painéis da Obsessão, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert aprofunda-se na proposta de reestruturação espiritual apresentada pela equipe do mundo maior. O episódio mostra como a reencarnação e o planejamento existencial são partes fundamentais de um grandioso programa de evolução para os Espíritos em processo de resgate e crescimento moral. 🎙️ Participações: • Host e resumo: Ângela Matté Dutra da Silva • Aprofundamentos: Lincoln Barros e Lusiane Bahia 🌟 Uma reflexão esclarecedora sobre o papel da dor, do esforço e do amor divino na condução dos destinos humanos, segundo os princípios da Doutrina Espírita. 🎥 Série: Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert 📅 Temporada 06 | Episódio 20 #Espiritismo #PainéisDaObsessão #ProgramaDeEvolução #PlanejamentoReencarnatório #DoutrinaEspírita #GrupoSuelyCaldasSchubert #ManoelPhilomenoDeMiranda #EstudoEspírita #DivaldoFranco #Reencarnação
Olá, estimados amigos, estimados irmãos que nos acompanham semanalmente nos estudos das obras do Benfeitor Manuel Filomeno de Miranda. É uma alegria podermos retornar para darmos seguimento ao estudo que estamos fazendo desta obra atualmente Painéis da Obsessão. Então, hoje sequência ao estudo com o capítulo 19 dessa obra. Vamos inicialmente aqui compartilhar que estamos dividindo hoje o encontro, o trabalho com dois queridos que o Lincoln, nosso companheiro já de alguma de alguma uma época maior. E aqui a nossa querida Luziane Bahia, que hoje nós recebemos com o coração transbordando de alegria, porque ela também vem somar a essa família, Sueli Calda Schuber, que se dedica então ao estudo das obras. Então, Luziane, seja muito bem-vinda em nome do grupo. Nós te recebemos hoje e queremos que você dê um alô pras pessoas inicialmente, por favor, Luziane. Olá, Ângela Lincol, queridas irmãs e irmãos, é uma alegria estarmos aqui juntos. Eu agradeço imensamente a oportunidade de fazer parte desse grupo, desse estudo que leva esse nome tão especial da Sueli, que nos apresentou e apresenta tantas coisas boas, significativas para as nossas reflexões aprofundadas. E estudar os livros do Manuel Filomeno de Miranda é um primor, é uma oportunidade muito grande de aprendizado. Então a nossa gratidão aqui a todos vocês por nos receber e pelo carinho com quem nos recebe. Gratidão é toda a nossa Luziane. Luziane que dispensa aí apresentações, que é essa grande trabalhadora, divulgadora da do da mensagem do Cristo através da doutrina. né? Então, nossa alegria imensa por recebê-la. Então, para que nós possamos iniciar os trabalhos dessa noite, nós vamos convidar o nosso querido Lincoln para que nos conduza os pensamentos em prece. Por favor, Lincoln. Uma boa noite a todos os amigos, saudando carinhosamente a Luziane, a nossa querida Ângela. Vamos conduzir os nossos pensamentos. a Jesus, o nosso mestre amado, para dizer-lhe: "Senhor, felizes e agradecidos a que nos apresentamos para esta
o carinhosamente a Luziane, a nossa querida Ângela. Vamos conduzir os nossos pensamentos. a Jesus, o nosso mestre amado, para dizer-lhe: "Senhor, felizes e agradecidos a que nos apresentamos para esta tarefa, rogando-te o amparo a todos nós que participamos deste momento em que alargamos o horizonte da nossa vida, do nosso entendimento, da tua mensagem nos estudos. do consolador que nos chegam através das obras do venerando Manuel Filomeno de Miranda na gentileza e psicografia dedicada de Divaldo Pereira Franco. Pedimos-te, Senhor, que a todos nos envolva na tua paz, acelenando os nossos corações, envolvendo os nossos lares nas tuas bênçãos, para que o amor possa veicular entre todos nós pela força da tua bondade. que possamos Jesus gravar as lições da noite em nossos corações, para que ao conhecer termos mais capacidade também de distribuir a luz que estás ensinando a todos nós através dos teus mensageiros. Agradecidos e felizes, permite Jesus que iniciemos nesse instante a nossa atividade, desejando paz a todos que estão conosco. Obrigada, Lincol. Então, como falamos, amigos, nós vamos hoje eh adentrar o capítulo 19. Na semana passada nós já fomos conduzidos aí pelo capítulo anterior, vimos quanto conteúdo nós ali tiramos daquilo que vem acontecendo, especialmente com o Maurício. Hoje nós vamos trazer inicialmente a o resumo aqui do capítulo, quando o benfeitor vai nos falar que eles se preparavam ali para um encontro, uma reunião que se daria com amigos, eh, os amigos Bernardo e o Dr. custosa após aquilo que houver acontecido, após como nós vimos nos capítulos anteriores, nos dois capítulos especialmente, eles vão então a uma pequena cidade e ali o benfeitor descreve inicialmente algumas características características dessa cidade. Era um interior, então as pessoas ali se conheciam, se estimavam. Eh, aquela cidade não era caracterizada pelo tumulto das dos grandes centros urbanos. Essa descrição que o benfeitor traz inicialmente nos ambienta no ambiente agradável que parecia envolver
stimavam. Eh, aquela cidade não era caracterizada pelo tumulto das dos grandes centros urbanos. Essa descrição que o benfeitor traz inicialmente nos ambienta no ambiente agradável que parecia envolver aquela cidade num clima de paz. E ali naquele momento ele diz que o povo ali trabalhador respirava uma psicosfera de fraternidade amena. palavra do benfeitor. Então, às 20 horas eles estavam eh envolvidos na casa onde se daria aquela reunião de algumas pessoas que estavam interessadas no conhecimento do Espiritismo. naquela cidade que tinha a tradição católica, em que ela conservava hábitos religiosos da Igreja Romana, a seria a primeira vez que se falaria claramente sobre a doutrina espírita para um grupo de curiosos, diz ele, e interessados também. Então se aproveitou aquela aquele momento em que estava ali na cidade por um tempo um dedicado médium que residia próximo daquele local e que ele cultiva o conhecimento espírita. diz o benfeitor que ele se afadigava na vivência dos postulados que ele abraçava mediante também o exercício da caridade e da propaganda das lições felizes que eles se apresentavam então na doutrina, trazendo a solução para os problemas mais angustios da realidade humana. Então aquele grupo era um grupo pequeno, não mais que 15 pessoas. E ali também estava Maurício, que que foi informado daquele acontecimento e também estava na sua mente bailando as recordações do encontro que ele houvera tido com a benfeitora espiritual. E ele então aceita o convite de bom grado e comparece aquele ato. traz também consigo, né, alguns familiares, membros da família que também eram, ignoravam os assuntos kardequianos e esperavam ali inquietos aqueles esclarecimentos, né, para algumas dúvidas que eles traziam e também para verem algum fenômeno mediúnico em razão do conceito equivocado, né, que se mantém muitas vezes em torno do espiritismo. Então, a irmã Angélica ali, que presidia, superentendia aquela reunião, ela tem o cuidado, então, de fazer com que eh aquele momento acontecesse com todos
mantém muitas vezes em torno do espiritismo. Então, a irmã Angélica ali, que presidia, superentendia aquela reunião, ela tem o cuidado, então, de fazer com que eh aquele momento acontecesse com todos aqueles eh cuidados necessários e tendo-se em vista o ensejo, ou seja, o objetivo para o o despertamento do seu pupilo. e ao mesmo tempo era uma oportunidade de trazer a correta divulgação da mensagem racional espírita. Então, logo ali chegando o grupo, diz o benfeitor Manuel Filomeno, que amiga então afetuosa, esclareceu-os quanto aos objetivos que buscavam e logo aponta eles com simpatia o médium palestrante. Diz ela, a benfeitora, então, que se tratava do irmão Antônio Fernandes. E ela vai trazer uma série de características acerca daquele médium, dizendo que ele teve conhecimento com a doutrina através do sofrimento, após uma perturbadora provção que o envolveu nos anéis constritores, a obsessão que ele era portador de mediunidade espontânea, mas também tinha muitos compromissos negativos com a retaguarda e que desde cedo nele ali se instalaram as matrizes torment mentosas da obsessão, mas que mediante as bênçãos do pai de Deus, ele não foi levado ao manicômio tampouco ao suicídio. Então, ele sofreu muitas agruras, inquietações, né, que que ele eh que diz ela próprias do processo obsessivo, mas a pouco a pouco ele despertou para as realidades mais eh eloquentes da vida. E ele se esforçou então pela própria e pela iluminação dos adversários que o comprimiam psiquicamente. Então, a benfeitora descreve que ele houvera sido amparado por familiares credenciados, também vinculados aquele campo de trabalho que ela fazia parte e que ele foi incorporando no dia a dia da sua atual existência um esforço por vivenciar aquilo que ele estava conhecendo e que certamente ainda ele não houvera se liberdado completamente dos conflitos e das perturbações mentais e que algumas vezes ele era cometido por quadros depressivos que o anestesiavam temporariamente, mas que apesar disso, então, considerando a sua boa vontade
te dos conflitos e das perturbações mentais e que algumas vezes ele era cometido por quadros depressivos que o anestesiavam temporariamente, mas que apesar disso, então, considerando a sua boa vontade com o trabalho de solidariedade, ele também grangeou a assistência de benfeitores e e aquilo que ela descreve sobre o benfeitor, sobre o médium, vai nos mostrar quanto a sua dedicação ao trabalho. diz ela que ele vem então estudando as obras básicas da da codificação e aos poucos ele vai se libertando de um atavímo ancestral que ele trazia, porque ele gostava muito de ler e comentar a Bíblia. E era uma experiência que ele trazia de outras, de outros momentos, de outras vivências e que aos poucos ele superaria quando ele adquirisse mais conhecimento doutrinário. Então, obtendo então ali a indispensável segurança a partir do da convicção espiritista. é uma mentora também, eh, olha para aquele aquele grupo de pessoas, um grupo heterogênico, com interesses diversificados e mostra então que seria o momento que começassem os trabalhos. Então, naquele momento, eh, com o cooperador já ali adestrado para a tarefa que se apresentava, diz ela que precisariam contar com alguém melhor preparado, mas no entanto não conseguiam porque não estavam entre anjos e que também ali naquele momento se dispunha daqueles servidores, né, e que eles eram felizes por poder contar com obreiros modestos, mas que eram caracterizados pelo espírito de serviço. Isso então que com coragem eles vinham enfrentando os preconceitos e as conveniências daquele momento, dos grupos sociais, das pessoas negativas. Então, diz ela que eh pelas mãos abençoadas, né, as mãos ativas daquele médium, muitas bênçãos do alto tinham alcançado obsessos e enfermos. Então, fez uma pausa ligeira e disse, então, para que pudessem começar aquela experiência de fé que estava programada. Ela cerca-se do médium, oanta nas suas energias superiores. Ele também percebe a sua presença, a presença daquela entidade amiga e solicita a permissão
aquela experiência de fé que estava programada. Ela cerca-se do médium, oanta nas suas energias superiores. Ele também percebe a sua presença, a presença daquela entidade amiga e solicita a permissão anfitrião para retomar, começar os trabalhos. Ele conduz uma prece inspirado pela benfeitora, todos recolhidos e logo ele passa a dar início à sua alocução. Então, a palavra era muito fácil a ele, diz o benfeitor Manuel Flumeno, que escorrendo-lhe dos lábios, né, com encantamento e segurança sob a o edificante controle mental da venerável irmã Angélica. Então ele fez um ela diz que o benfeitor diz que o médium faz um retrospecto inspirado pela irmã Angélica das paisagens humanas religiosas desde detendo-se a época do cristianismo primitivo e nas transformações pelas pelos quais ele foi passando através dos séculos e foi dissertando com clareza sobre os fenômenos mediúnicos em todos os tempos e foi situando com precisão a tarefa e a missão. de Allan Kardec, diante daqueles informes que foram que chegaram a ele, né, da da grandeza da doutrina que ele tinha por tarefa apresentar. Então, a forma simples com que o médium se expressava, expressava o pensamento que era transmitido pela benfeitora, enriquecia-se e não poucas vezes, diz o benfeitor, da beleza cristalina que vertia dele. Porque, diz o benfeitor, a verdade, na sua expressão de profundidade, ela é simples, sem retoque e pura. Vejamos que bonito isso que o benfeitor nos traz. diz, segue ele dizendo que a emoção por muitas vezes visitou aquele grupo numa comunhão mental e emocional sincera e ao terminar foi visivelmente ou vivamente aplaudido, né, abraçado entre sorrisos que ali aquelas pessoas depois traziam. Então, vieram perguntas gerais que foram respondidas também com calma e lógica. E nesse momento, eh, gravemente sensibilizado por aquilo que ele ouvia, Maurício então parece despertar para uma realidade nova. Tudo agora parecia mais claro, familiar, de uma forma simples, tal que ele se interrogava como que lhe
sensibilizado por aquilo que ele ouvia, Maurício então parece despertar para uma realidade nova. Tudo agora parecia mais claro, familiar, de uma forma simples, tal que ele se interrogava como que lhe fora possível viver até aquele momento sem a identificação com esses conceitos e ideias. E um súbito entusiasmo, então, pela vida o assoma. dominando o seu espírito e ele prometeu dar a existência, dedicar-se a essa revelação que se lhe apresentava então agora maravilhosa e confortador. Ele acerca do palestrante que também percebeu a simpatia eh ir adiante daquele médium e ele com o qual ele se identificou e se afinizou, né? E o trabalhador então da causa percebe-lhe o estado íntimo, a timidez, a ansiedade de Maurício. E ele vai, orientado pela benfeitora, pela instrutora, vai facilitar esse intercâmbio de ideias. Então ele abriu o diálogo, né, perguntando o que que havia achado, o que que a palestra lhe parecera, especialmente considerando a sua juventude, né, e diretamente abordado aquilo eh um tanto quanto confuso pelo inesperada inesperada abordagem. Maurício diz que ele foi uma excelente experiência e que ele eh necessitava muito daquilo. E tudo quanto ele sabia sobre aquelas coisas era uma visão deprimente, negativa e que ele se surpreendeu agradavelmente a constatar que o conteúdo fascinante e lógico que o espiritismo portava. Então a diz o médium, né, que é natural, que a ignorância é a máfé, denigrem sempre aquilo que elas não conhecem. que eh ele pergunta então ao médium o que ele deveria fazer para se tornar espírita, né? Ele dizendo que ele descobria que ele eh sempre soube como se expressava a justiça de Deus, né? Como funcionavam os mecanismos da vida. Só que ele não se dava conta de que aqueles raciocínios eh que visitavam ele já estavam elaborados e ganhando campo nas mentes humanas. Então o médium sorri e entusiasmado diz que a verdade ela não é patrimônio de indivíduos nem de grupos, que ela tem um caráter universal e que é a mesma em toda parte e que o
campo nas mentes humanas. Então o médium sorri e entusiasmado diz que a verdade ela não é patrimônio de indivíduos nem de grupos, que ela tem um caráter universal e que é a mesma em toda parte e que o espiritismo é uma doutrina perfeita na sua estruturação científica, filosófica, religiosa e que ela tem muito a ver com diversos ramos do conhecimento. Então ele vai discorrendo ali o o médium discorre e diz que através então o neófito deve adentrar-se no exame da doutrina propriamente dita através do livro dos espíritos, que é um compêndio que responde às mais diversas, complexas e embaraçosas questões do pensamento, que vai propor soluções aos enigmas da ciência da alma, bem como dos conflitos da fé que tanto tem atormentado religiosos, honestos ou não, que e se debatem muitas dúvidas afligentes. Então eles seguem conversando e ele diz que ele busca então elaborar um programa de renovação, mergulhando a mente e o sentimento nos conceitos superiores do espiritismo. Então diz ele que sob a indução da mensageira espiritual, o médium então irradiava sobre o jovem ali enriquieto fluídos de paz que lhe iriam restaurar o equilíbrio físico e psíquico. Nesse instante, então, a irmã Angélica eh solicita ao grupo a a cooperação para que todos aplicassem recursos restauradores nos presentes eem eh plantadas, diz a benfeitora, que ali foram as pilastras de um novo edifício de amor à luz do Espiritismo, naquela cidadezinha, naqueles corações. E também diz ela em nosso Maurício. E ela conclui, convidando-os a caminhar então por aquela cidadezinha que estava adormecida sob o lucilar das estrelas prateadas no zimbório do firmamento. E assim que o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda encerra esse capítulo. Por isso, vamos passar agora a palavra pros nossos queridos coordenadores que vão trazer o aprofundamento dessa noite. Então vamos iniciar com o link. Muito obrigado, Ângela, pelo excelente resumo que vai nos situando a todos, eventualmente aqueles que não leram e os que leram naturalmente
aprofundamento dessa noite. Então vamos iniciar com o link. Muito obrigado, Ângela, pelo excelente resumo que vai nos situando a todos, eventualmente aqueles que não leram e os que leram naturalmente reforçando eh e repassando novamente o assunto. Tendo esse título, programa de evolução, eh, que Manuel Filomeno coloca na nesse capítulo, já nos chama atenção para termos atentos em relação ao seu conteúdo, porque ler simplesmente um livro eh eh cada um tem o seu critério, o seu método. Alguns absorvem numa leitura mais rápida, outros mais lentamente, mas ler simplesmente um diálogo rápido com o autor é uma coisa, estudar é outra. Por isso que nos encanta estudar as obras, porque nós entramos em determinados flashes que o autor vai colocando enquanto discorre sobre o assunto, as vivências da dos personagens e o conteúdo doutrinário que ele vai transmitindo a todos nós. E é isso que Emanuel Filomeno de Miranda faz. E eu gosto muito de procurar retirar assim de tudo que ele coloca em cada capítulo, qual o ensinamento que ele está transmitindo para todos nós, porque ele nos no às vezes algo que parece simples assim é o poeril pode trazer um significado importante para as nossas a nossa aprendizagem. E ele começa falando de uma cidade pequena do interior. Quem já morou no interior conhece sabe disso, né? que numa cidadezinha todas as pessoas, de uma forma geral se conhecem muito e desenvolvem uma relação de amizade muito próxima, eh, que facilita, eh, o crescimento de toda a comunidade nesse intercâmbio mais ativo, o que muitas vezes não acontece numa cidade eh massificada, né, muito grande, onde nós transitamos pelas ruas, não conhecemos ninguém. Então, os os conglomerados pequenos ou essa aglomeração pequena de pessoas, ela tem um valor muito grande enquanto fortalecimento eh desse chamado fe de varas, quando há uma uma sintonia de de interesses na aprendizagem. E chamou atenção então esse destaque dele mencionar isso, cidade pequena, todos se conhecem e se estimam. Então parece uma coisa, né, mas
, quando há uma uma sintonia de de interesses na aprendizagem. E chamou atenção então esse destaque dele mencionar isso, cidade pequena, todos se conhecem e se estimam. Então parece uma coisa, né, mas meio sem importância. E ele justamente vai situar aí a esse evento numa cidade de tradição católica em uma reunião que foi promovida pela mentora Angélica, que ela fala mais adiante, né, o Monel pelo menos fala mais adiante, que ela promoveu essa reunião porque já queria colocar naquele núcleo, naquela cidade, a doutrina espírita. Então, quando nós espíritas adentramos a ambientes eh dessa tradição religiosa, nós estamos revisitando a nossa irmã Igreja Católica, da qual participamos em outros momentos em encarnações anteriores, trabalhando eh também em nome do Cristo, eh muitas vezes naturalmente sendo fiéis ao ensinamento do de Jesus e outras vezes, eh, ou seja, nesses momentos servindo ao Cristo de alguma forma, trabalhando na divulgação do seu evangelho e na sua vivência, mas em muitos momentos nós nos servimos do Cristo para a nossa promoção pessoal. Isso a história registra pelos fatos graves que nós cometemos lá atrás, eh, em relação ao cristianismo primitivo, ao cristianismo nascente, que nos chegou de uma forma simples e, ao mesmo tempo, muito profunda numa musicalidade que envolve as almas. Mas em nossas imperfeições, nós acabamos desvirtuando muitas coisas que o Cristo nos ensinou e fizemos um cristianismo à moda da casa. como se diz, de acordo com os interesses humanos ou até as nossas paixões, eh, ao ponto de degladiarnos uns contra os outros, matando-nos uns contra uns aos outros, em nome de Jesus. Mas esta fase mais difícil e cruel eh do nosso egoísmo, nessa expressão tão grave, felizmente está cedendo ao longo do tempo, embora tenhamos resquícios disso ainda nos dias atuais. Então, nós vemos o quanto temos que abraçar o evangelho de Jesus e fazer com que essa luz brilhe o máximo possível nos corações, distribuindo as luzes que nós já possuímos de alguma maneira, que todos
Então, nós vemos o quanto temos que abraçar o evangelho de Jesus e fazer com que essa luz brilhe o máximo possível nos corações, distribuindo as luzes que nós já possuímos de alguma maneira, que todos nós temos. André Luiz fala eh na agenda cristã que quem tiver uma semana de evangelho já sabe o caminho que tem que seguir na vida, não é isso? Se nós temos mais de uma semana, mais ainda nós temos possibilidades de fazer brilhar esta luz, como nos recomendou Jesus. Por isso que o nosso estudo é tão importante. E nós vemos aqui no capítulo que Manuel Filomeno colocou um registro de um médium dedicado que foi eh levado àquela cidade para prestar o seu serviço. ele coloca umas características do médium que serve como indicativo a todos nós, aqueles que praticamos a mediunidade mais ostensiva, mas também, como todos somos médiuns no dizer e definição de Allan Kardec, todos nós temos um compromisso de exercer esta mediunidade no intercâmbio com o mundo espiritual, procurando ser uma ponte fiel e constante entre os espíritos e as necessidades humanas, assim como nós Nós recebemos das nossas necessidades a ponte de muitos corações abenegados que trouxeram até nós muitas coisas que hoje fazem o nosso processo de transformação para melhor. Então vemos que ora somos instrumentos do bem, ora somos aqueles que nos beneficiamos do bem, que nos alcança através dos corações amigos. Então veja, médiuns somos todos nós. Então aqui e Manuel Filomino coloca na definição que aquele médium, ele procurava conhecer mais profundamente o espiritismo e procurava viver os seus postulados, né? um espírito em processo de aperfeiçoamento e crescimento espiritual no exercício da caridade e na propaganda das lições. Então, vejam, enquanto estamos exercitando a caridade material e espiritual, estamos fazendo também a propaganda das lições que nós estamos aprendendo. E a mediunidade é um dos elementos que fez com que o a doutrina espírita, ou seja, o consolador prometido por Jesus fosse projetado no
azendo também a propaganda das lições que nós estamos aprendendo. E a mediunidade é um dos elementos que fez com que o a doutrina espírita, ou seja, o consolador prometido por Jesus fosse projetado no mundo através da terceira grande revelação que nos chega do mundo espiritual, que é a chegada do espiritismo. E está hoje nas mãos daqueles que nos matriculamos como trabalhadores da última hora, aceitando o convite de Jesus. Então nós temos nesses elementos aí que nos chegam as oportunidades oferecidas nessa encarnação. Então o espiritismo para nós já está consolidado como um elemento dentro da ciência, da filosofia e da religião que nós abraçamos. Mas como Manuel Filomeno demonstra aqui nesse capítulo, naquela cidade as pessoas tinham conhecimento muitos eh relativo da doutrina espírita, considerando que seriam meras manifestações mediúnicas, não é isso? porque não é o caso. Mas a nossa irmã Angélica ali estava para justamente amadurecer aqueles corações no conhecimento do pensamento de Jesus, trazendo então para aquela cidade eh a divulgação correta da mensagem espírita para que não houvesse interpretações. E o nosso médium, eh, que trabalha aqui sobre a orientação e direção dela, é uma pessoa que dentro das possibilidades estaria ali prestando o seu trabalho. Ele, como todos nós, tivemos a nossa caminhada para chegar ao espiritismo. Ele sofrendo processos obsessivos. Nós outros, em muitos momentos, não chegamos a viver essas dificuldades tão graves. Somos muitas vezes convidados por familiares ou amigos, aliás, amigos que às vezes estão insistem em muitas e muitas vezes para que nós busquemos conhecer a gama de conhecimento espírita. Eu tenho um amigo para mencionar um caso muito peculiar aqui de Foz Iguaçu, que a esposa dele interessou-se pela doutrina espírita e ele ficou mais ou menos uns 10 anos levando-a ao centro espírita e ficava do lado de fora dentro do carro aguardando que ela saísse da reunião. Chegou um momento que ele começou a sentir alguma coisa, aí ele chegou e ficou na porta e
os levando-a ao centro espírita e ficava do lado de fora dentro do carro aguardando que ela saísse da reunião. Chegou um momento que ele começou a sentir alguma coisa, aí ele chegou e ficou na porta e observava o o palestrante lá dentro. Em outro momento mais adiante, ele sentou-se na última fileira das cadeiras e iniciou a prestar atenção, né, naquele conteúdo que estava transmitindo ali. Bom, hoje ele é um dedicado trabalhador, eh, inclusive da nossa casa espírita, eh a quem devemos muito na amizade e na dedicação que ele entrega. Então, cada um de nós tem aquela denominada oportunidade de contato com o conhecimento e a literatura espírita, mas se somos levados para a oportunidade, a continuidade naquele ambiente pertence a cada um de nós. Aí vamos medir então a as nossas resistências quanto as tendências próprias que procuram nos afastar deste ambiente. e o nosso amigo, eh, o médium Antônio Fernandes, ele ao despertar para essa nova realidade, ele estava ali, eh, amadurecendo a sua vivência, inclusive esforçando-se, como foi dito, destacado pela Ângela, né, eh buscando a própria iluminação e a iluminação dos seus adversários do processo obsessivo. Então, vejamos aqui. é uma uma colocação que parece simples, mas há muitas pessoas que de uma forma eh negativa hostilizam às vezes aqueles irmãos que estão envolvidos conosco no processo obsessivo, como se eles fossem inimigos nossos, embora muitas vezes eles se considerem inimigos nossos, mas eles são os nossos amigos que nos trazem aquelas dificuldades próprias, naturalmente, como foi dito aqui, em decorrência de atitudes e de reencarnações, anteriores e que hoje nós enfrentamos, digamos, a colheita daquilo que semeamos, mas é um inimigo amigo que nos vem despertar. E foi o que aconteceu com ele, porque as dificuldades próprias que ele enfrentou o levou a esse despertamento para uma nova diretriz para suas vidas. eh buscando então na doutrina espírita aquele referencial para conduzir o seu trabalho, para conduzir a sua vida de
e ele enfrentou o levou a esse despertamento para uma nova diretriz para suas vidas. eh buscando então na doutrina espírita aquele referencial para conduzir o seu trabalho, para conduzir a sua vida de uma maneira geral. referencial que nos leva em maior profundidade ao evangelho de Jesus, que é o Senhor que nos coloca aqui em contato com essas oportunidades. E ao fazer isso, um outro elemento importante que é destacado aqui, quando nos dedicamos a conhecer, a estudar, a elaborar a nossa matriz mental de acordo com essa estrutura do pensamento racional da doutrina, os benfeitores espirituais aproveitam esta oportunidade da nossa aprendizagem e muito mais ainda, quando a aprendizagem se transforma em atitudes e atos e exemplos vivos daquilo que estamos aprendendo, os benfeitores se aproximam mais ainda de nós e nos ajudam a desenvolver mais fortemente esse alimento do bem em nós e através de nós. Então, vejamos que se num primeiro momento nós somos aqueles aprendizes do evangelho, na sequência nós passamos a ser servidores do evangelho, deixando apenas de ser aqueles que frequentamos uma reunião, ouvimos uma palestra e retornamos para os nossos lares. algo mais nos chama, porque o conhecimento nos leva à maturidade emocional, espiritual e nos chama a deveres maiores, porque como afirma o próprio Cristo, né, muito se pedirá a quem muito recebeu. Diante disso, avaliemos cada um de nós o que nós já possuímos de depósitos de conhecimento em relação aos nossos estudos, para verificarmos se nós estamos já de alguma forma devolvendo ao meio onde nós vivemos essa esse conhecimento e essa vivência do evangelho. Então, nós vemos que o esforço de estudo, ele é um dever de todos nós. E o nosso amigo que já trazia do seu passado aí o seu atavismo, né, como todos nós trazemos, aquelas tendências próprias do passado. Uma menção interessante que colocou aqui Manuel Filomeno, ele gostava muito de ler e comentar a Bíblia, né, buscando no Velho Testamento, né, a sua maior eh, digamos o a sua a sua maior ênfase
assado. Uma menção interessante que colocou aqui Manuel Filomeno, ele gostava muito de ler e comentar a Bíblia, né, buscando no Velho Testamento, né, a sua maior eh, digamos o a sua a sua maior ênfase naquilo que ele pregava. Mas e Manuel Fomeno fala que a experiência fará com que ele possa superar essa tendência, porque o amplo conhecimento doutrinário que ele estava adquirindo na doutrina espírita fará com que ele fale muito mais ainda do que se expressa na primeira grande revelação, né, que vemos no Velho Testamento, especialmente nos 10 mandamentos. Mas quando Jesus vem e traz a segunda grande revelação, que é o amor e tudo que ficou registrado nos Evangelhos, a sedimentação desta base da divulgação doutrinária ficou muito mais fortalecida e com elementos muito mais profundos, agora ampliados mais ainda pela doutrina. Então, vejamos o tesouro que temos em nossas mãos. Por isso que a programação evolutiva nossa estará pautada naturalmente na nossa dedicação aos estudos deste grande mar de conhecimentos que a doutrina espírita nos entrega nesta encarnação. Muitos de nós já estamos revivendo esses conhecimentos porque já os tivemos em outras vidas. Outros estamos iniciando e o entusiasmo de cada um de nós para apreender esses conhecimentos, compreender a mensagem da doutrina espírita e compreender em mais profundidade o evangelho de Jesus são elementos libertadores para todos nós, para que possamos ser servidores ideais de Jesus no lugar onde ele nos colocou, na experiência do onde nós estamos reencarnados no ambiente profissional, onde buscamos aí a nossa subsistência no trabalho digno, na comunidade em geral onde nós vivemos, em todos os momentos onde nós estamos, na nossa relação social, manifestando as nossas posições diante de todas as questões muito graves da vida e desses momentos que a humanidade enfrenta nesse instante. Somos chamados então a ser esta luz que possa brilhar na grande noite que nós estamos vivendo nessa transição que já está acontecendo no planeta até
momentos que a humanidade enfrenta nesse instante. Somos chamados então a ser esta luz que possa brilhar na grande noite que nós estamos vivendo nessa transição que já está acontecendo no planeta até alcançarmos a nossa regeneração. Jesus conta conosco, sem dúvida, e nós sempre podemos contar com ele, porque ele jamais nos desampara. Os mensageiros do Cristo estão em torno de nós aguardando apenas o espaço mental e no nosso coração para ir consolidarem a presença do amor e do bem, fazendo-nos multiplicadores dessa mensagem grandiosa que já nos felicita, sempre nos felicitou e já nos felicita mais ainda nos dias de hoje. Então, deixamos aí esses comentários para as nossas reflexões, devolvendo aí então a a palavra aos nossos a nossa coordenadora que agora será a Luziane. Destacando eh o comentário da Ângela, as anotações do resumo que ela nos fez e que nos trouxe tanto sobre esse capítulo do Lincoln, que nos trouxe as abordagens e as reflexões seguras. Identificamos também nesse capítulo situações que podem nos demonstrar aprendizados profundos. Primeiramente, que a obra como um todo já traz essa esse aprofundamento em relação ao nosso olhar para com a doutrina dos espíritos. Uma obra mediúnica, séria, adivinda da mediunidade do Divaldo Franco, do Chico Xavier, da Ivone Pereira. São obras que temos de debruçar o nosso olhar com muito afinco para que cada página lida, para que cada história compartilhada, nós tenhamos o olhar sobre nós mesmos, porque são são lições vibrantes de exemplos de amigos, de irmãos, de pessoas que conviveram numa conjuntura, às vezes em épocas diferentes, em estruturas diferentes, mas são corações humanos que vivenciam os desafios. fios que estão imersos em defecções e, portanto, são sinalizadores para nós mesmos. Então, adentrarmos uma obra mediúnica, séria como esta, é vislumbrarmos um tesouro e encontrarmos no brilho desse tesouro quais são essas luzes que vão ressaltando para que sobre nós também consigamos trilhar caminhos mais seguros a partir das reflexões
a, é vislumbrarmos um tesouro e encontrarmos no brilho desse tesouro quais são essas luzes que vão ressaltando para que sobre nós também consigamos trilhar caminhos mais seguros a partir das reflexões desses irmãos, da vivência e das experiências que eles eh lidaram ao longo das suas existências. E aqui a gente vai vendo as múltiplas existências no início. E a gente gostaria de destacar a forma que a benfeitora faz, concatenando e organizando toda a reunião e atraindo todos aqueles que seria necessária a escuta e a reflexão da mensagem daquele médium naquela noite. É tão lindo perceber quando vemos nos capítulos iniciais que a Benfetor esteve num desdobramento tanto com Argos, com a Aura, com o Maurício. E a partir desse desdobramento, do olhar, do brilho do olhar da benfeitora, da voz suave com que ela acolhe e abarca o Maurício, como é que isso repercute? vai trazer repercussões para que ele possa acessar o livro que é a Bíblia, que a gente já viu aqui também em capítulos anteriores, mas que faz com que ele seja movimentado e mobilizado para estar presente nesse momento aqui. Quando ele recebe o convite para ir à palestra, é o que o mobiliza, é esse encontro espiritual. Então, vejamos como os benfeitores eles lançam sobre nós um recheio de misericórdia profundo, onde nós estamos ali às vezes sem entender porque fomos deslocados para tal local, porque fomos atraídos e eles têm tudo isso muito bem concatenado. E como a gente viu ao longo de todo o livro e tá vendo e alcançando a leitura, o estudo, nós vemos que nada, nada é perdido paraa espiritualidade. vai-se ao sanatório para cuidar de Argos, mas atende tantos outros que ali estão. De igual forma aqui, vai com esse intuito de olhar, de trazer o espiritismo pra cidade, mas também para atender Maurício. Ou seja, é um propósito que atende numa ação várias frentes, mostrando que na espiritualidade não existem acasos, jeitinhos, imprevistos. sempre são estruturados a partir de um cuidado na percepção do que é valioso
propósito que atende numa ação várias frentes, mostrando que na espiritualidade não existem acasos, jeitinhos, imprevistos. sempre são estruturados a partir de um cuidado na percepção do que é valioso para que se alcance através daquele trabalho realizado. Então, esse destaque inicial é só para que nós percebamos que tudo aqui foi muito bem engendrado pela benfeitora, porque quando ela se aproxima do médium para a reunião começar, ela o envolve, esse envolvimento o inspira a dar o ritmo para a coordenação dos trabalhos. E aí ele começa uma prece inspirada e a sua fala também nessa conexão com os com a benfeitora. Então, olha como aquela questão 459 do livro dos espíritos tem uma proeminência. E aqui tá um exemplo nítido. Às vezes a gente olha essa questão sobre um prismo apenas. Quando Kardec pergunta se os espíritos influenciam nos nossos comportamentos e atos, nas nossas ações, nos nossos pensamentos. E os espíritos respondem que sim, que de ordinário eles que nos dirigem. E quantas vezes a gente só olha essa resposta sobre o prisma das coisas que são negativas? Puxa, são os espíritos do mal que me dirigem. São os pensamentos negativos dos obsessores, desses que estão com intuitos inferiores. São eles que me dirigem. Mas quando nós nos predispomos a uma direção, a um comportamento fidedigno, um comportamento pautado na honestidade, na moralidade, ah, nós somos dirigidos pelos benfeitores espirituais, porque eles encontram um campo em nós fértil para essa conexão. Mesmo que não sejamos perfeitos, como a benfeitora aqui sinaliza, mesmo que a gente tenha as defecções, as falhas, mas a vontade, o empenho, o esforço, esse interesse pelo melhoramento faz com que estejamos predispostos à boa mensagem. E é por isso que esse médium aqui é um veículo seguro, um veículo fidedigno. E ele segue falando, a sua palestra, vai tendo uma passagem, como a Ângela nos colocou, muito do cristianismo, vai nos mostrando, mas ele vai conduzindo todo o pensamento para chegar na terceira
igno. E ele segue falando, a sua palestra, vai tendo uma passagem, como a Ângela nos colocou, muito do cristianismo, vai nos mostrando, mas ele vai conduzindo todo o pensamento para chegar na terceira revelação. Então ele mostra que essa verdade que vai sendo demonstrada para a humanidade é uma verdade compartimentada em feixes generosos para a nossa condição em cada uma dessas etapas, para cada uma das fases que nós vivenciamos nesse processo da consciência. E ele vai mostrando o quão é útil, o quão é proveitoso observar sobre o prisma dessa filosofia. dessa ciência, dessa religião, a mensagem, a mensagem que vem como libertação e que nos traz essa percepção de que em períodos diferentes da humanidade nós tivemos essa luz, como está lá na questão 621, letra A, de livro dos espíritos. Porque a 621 a gente se lembra bem onde está escrita a lei de Deus e os espíritos respondem na consciência. Na 621, letra A, Kardec, muito esperto e sábio, pergunta: "Ora, se tá na consciência, o que que a gente precisa saber? O que que a gente precisa ter revelações? Se tá na consciência, para que ser revelado?" E os Espíritos Santo respondem que a gente esquece ou menospreza, ou seja, não dá a qualidade essencial àquele conhecimento que nos advém. E o destaque na palestra desse médium é para uma fé, uma fé que vai se engrandecendo à medida que essa verdade vai sendo revelada e que vai sendo demonstrada e que vai adivindo para nós com um olhar mais de lógica. Essa lógica, essa fé raciocinada que vai nos colocando numa ação mais coerente e mais consciente daquilo que nos cabe realizar. Na sua palestra, ele fala eh a o benfeitor Manuel Flamengo de Miranda, ele destaca a simplicidade e é interessante o simplicidade, a simplicidade na fala. O orador, o palestrante, o que faz uso dessa mensagem para transmitir a mensagem de Jesus, a mensagem do evangelho, ter o tom da simplicidade demonstra que há uma busca pelo essencial. Quando nós voltamos-nos ao essencial, nós complicamos menos as coisas. Mas
transmitir a mensagem de Jesus, a mensagem do evangelho, ter o tom da simplicidade demonstra que há uma busca pelo essencial. Quando nós voltamos-nos ao essencial, nós complicamos menos as coisas. Mas quando ficamos muito nos adornos, nas nos encantamentos, nos deslumbres, vamos para esses fatores que são exteriores e nos esquecemos da essência. E tudo que é simples tem algo atrelado à essência, porque é o que importa, é o propósito a ser alcançado. Então o médium se utilizava de palavras simples porque ele estava imerso na verdade chamada evangelho. Ele estava imerso nesse propósito de consolação, de libertação que a doutrina dos espíritos traz. Então, não tinha como ser de outra forma o êxito dessa palestra, o êxito desse momento, ele é aplaudido. O benfeitou Manelã, pelo menos Miranda, destaca que eh houve até um excesso, aplausos, abraços que poderiam ser dispensados, seriam desnecessários. E é interessante observarmos essa ponderação, porque a ponderação é feita por Manuel Filomenos Miranda, nos convidando a refletirmos que esses fatores que são de uma questão social e coloca é muito habitual para acontecimentos deste porte deve ter o nosso cuidado reflexivo também sobre isso, de recebermos os os aplausos, os elogios, as observações como uma motivação, como estímulo para para que continuemos estudando, para que continuemos trabalhando, para que continuemos nos aprimorando ao serviço sem nos perdermos. Porque quantas vezes a mediunidade Lincoln destacou muito bem. Kardec traz que todos nós somos médiuns. Tá lá no livro dos médiuns, no capítulo dos médiuns. Todos nós somos médiuns. Num grau ou outro percebemos maior ou menor, percebemos a presença e a influência dos espíritos sobre nós. Então, como é importante velar, cuidar santamente dessa expressão mediúnica, sem permitir que a vaidade, que a fantasia, que as ilusões advenham. Então, a mediunidade séria vai receber estes esses fatores que são materiais com a sua condição e limitação material, sem que aquilo lhe engrandeça e sem que
, que a fantasia, que as ilusões advenham. Então, a mediunidade séria vai receber estes esses fatores que são materiais com a sua condição e limitação material, sem que aquilo lhe engrandeça e sem que aquilo lhe traga honrarias que são além daquilo que efetivamente lhe pertence como característica e como personalidade. E é obviamente que uma fala como essa vai despertando as pessoas. E aqui é o destaque de Maurício. Mas se nós pudéssemos entrevistar todos aqueles que estavam ali presentes, nós íamos encontrar despertamentos particulares, porque nós estamos vivendo em comunidade e estudamos juntos para que nós nos influenciemos positivamente uns aos outros. E quando acontece uma palestra, um estudo, o ponto que uma briga, eu abriguei falas do Lincol agora que para mim foram essenciais, eu abriguei comentários da Ângela que para mim foram essenciais e cada um vai observando um prisma que vai tendo identidade conosco. É por isso que às vezes quando termina uma palestra, a gente vira pro palestrante e diz assim: "Essa palestra foi para mim". Só que aí o outro diz assim: "Mas essa palestra foi para mim". E o outro também diz isso. Por quê? Porque todos nós vamos captando, fomos atraídos para aquele ambiente. A gente tá vendo aqui a preparação da benfeitora com todo cuidado, com todo o amor para que nós para que eles fossem atraídos. E da mesma forma também nós somos inspirados para irmos à casa espírita, para acessarmos o estudo, para estarmos em comunhão na egrégora do bem. E aí quando vai finalizar essa reunião que o o médium busca conversar e dialogar com Maurício inspirado pela benfeitora, vejamos como quando estamos numa vontade correta e direcionada pro bem, os benfeitores encontram manejo fácil para que as coisas aqui no plano físico tenham uma diminuição de dor e de sofrimento. Isso a gente vê o tempo todo no livro, o tempo todo o bemfeitor destaca. Se houvesse uma prece aqui, se houvesse uma conexão ali, se houvesse uma vinculação acular, nós iríamos estar mais inseridos. E como isso faz uma
tempo todo no livro, o tempo todo o bemfeitor destaca. Se houvesse uma prece aqui, se houvesse uma conexão ali, se houvesse uma vinculação acular, nós iríamos estar mais inseridos. E como isso faz uma diminuição da dor e do sofrimento por estarmos conectados com a fonte divina, que é só amor. E aí o diálogo deles é muito interessante, porque num determinado momento eh o Maurício vai perguntar o que que ele faz para ser espírita. E eu fiquei aguardando a resposta eh com muita com muito respeito, mas também com muito entusiasmo e querendo imaginar de que maneira o médium iria responder sob a inspiração da benfeitura. E aí é que ele fala dessa verdade ampliada e que ela se expressa em profundidade e que mostra a doutrina dos espíritos como essa faceta da verdade presidida por Jesus. Porque a verdade ela foi compartimentada numa tríade de primeira, segunda e terceira revelação dentro do que é do que nós podemos captar e podemos perceber. Essa é a verdade até o presente momento, sob as nossas condições de aprendizado. E aqui ele coloca a doutrina dos espíritos na filosofia, na ciência, na religião e destaca o livro dos espíritos, que faz esse ano e esse mês 168 anos. Estamos pertinho do aniversário do livro dos espíritos, que foi publicada em sua primeira edição em 18 de abril de 1857, com 501 questões e dividido em três partes. É um livro luz, luz, porque é feito em perguntas e respostas e é uma forma da maêutica de Sócrates. É uma forma da reflexão de Santo Agostinho, do questionamento diário, ou seja, questões, perguntarmos para sabermos. E esse processo de exploração através das perguntas e respostas, nós escolhemos do livro dos espíritos e desses grandes pensadores, sábios, construtores do saber e da prática na humanidade e trazemos para nós. Porque evoluir, transformar-se também passa pela necessidade do questionar-se. Nós precisamos nos questionar. Nós precisamos considerar que nem tudo que nós vivenciamos são verdades prontas e absolutas e que dentro da nossa personalidade muitas coisas podem ser
do questionar-se. Nós precisamos nos questionar. Nós precisamos considerar que nem tudo que nós vivenciamos são verdades prontas e absolutas e que dentro da nossa personalidade muitas coisas podem ser modificadas. E para tanto, precisamos ter a coragem de nos perguntarmos, por exemplo, será que eu realmente estou certo? Será que aquilo que a outra pessoa está me sinalizando não é efetivamente o ponto que eu devo prestar atenção? E essas perguntas e respostas advindas do livro dos espíritos, que responde às questões pensadas pela humanidade e tanta tantas outras que nem pensamos, ele faz com que nós também tragamos para nós esse comportamento maêutico, esse elocubrar através de perguntas para nós estudarmos a doutrina, estudando-nos a cada um de nós. O ponto alto, ao nosso ver, na conversa desses dois é quando o médium destaca um programa para o Maurício. E a resposta é assim, nesses minutos finais, a gente vai trazer essa reflexão, porque ele diz assim: "Busque então elaborar um programa de renovação." Ora, se é renovação, é transformação. É o que Paulo traz na sua história, na sua, nas suas cartas, mas principalmente na sua vivência. é a saída daquela condição dos dos aspectos mais arraigados em nós, das temosas, das falhas, dos vícios e a transformação e a permissão para que surja o novo. É permitir que o campo esteja aberto a receber as sementes do evangelho. Então, renovação é se permitir a essa transformação, a se estar diante da do convite do evangelho e ter a coragem de não somente apresentar a mesma face, mas conceder diante de situações que repetem-se, diante de situações onde estamos habituados a mesmo comportamento de acomodação, de sermos da mesma forma, termos a coragem de apresentarmos a outra face. Aí reside a renovação. Mas o médium diz mergulhando a mente e o sentimento nos conceitos superiores do espiritismo. Perfeito isso. Mente e sentimento. Não é somente a mente e não é somente o sentimento. É a mente e o sentimento. Ou seja, nós como um todo,
ente e o sentimento nos conceitos superiores do espiritismo. Perfeito isso. Mente e sentimento. Não é somente a mente e não é somente o sentimento. É a mente e o sentimento. Ou seja, nós como um todo, inteiros, imersos nessa verdade que a doutrina dos espíritos nos traz para movimentarmos o intelecto que nos abre possibilidades para vivermos com segurança experiências da moralidade, mas também para nos lançarmos na prática. Eu só vou saber o que é ter fé se eu exercito a fé. Eu só vou saber o que é ter coragem se eu me lanço confiando nessa conexão com o alto, com Deus, com os bons espíritos e assim me permitindo esses aspectos de aprendizado e de amadurecimento. Então, por isso, mente e sentimento, amai-vos e instruí-vos, como nos diz o Espírito de verdade, como nos ensina Jesus, que lhe facultará o encontro com você próprio. Exatamente o que a gente pontuava. Se eu estudo o espiritismo e busco naquelas perguntas conhecimento, eu também me encontro. Porque quando eu faço, quando Kardec faz a pergunta que é Deus, que é a primeira pergunta de O livro dos Espíritos, que é Deus? E a resposta vem: Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Essa é uma pergunta e tem uma resposta que atende à humanidade. Mas se eu observa aquela mesma pergunta e trago para mim, leio a pergunta e e pergunto para mim mesma: "Que é Deus? Que é Deus para você, Luziane? Como é que você vê Deus? Como é que você se relaciona? Que é Deus para mim? Quando eu leio a resposta, inteligência suprema, a causa primária de todas as coisas, eu considero Deus assim para mim, o conhecedor de tudo, e por isso eu tenho a possibilidade de me lançar-se, de me lançar sobre ele com confiança, porque ele é inteligência suprema. Eu consigo identificar que ele é a causa primária, logo ele é pai, porque ele é criador ou mãe, e eu consigo me lançar para ele sob essa paternidade e maternidade com segurança. E aí nós vamos vendo que essa busca em mente, em sentimento, nos princípios espíritas, querendo uma
é criador ou mãe, e eu consigo me lançar para ele sob essa paternidade e maternidade com segurança. E aí nós vamos vendo que essa busca em mente, em sentimento, nos princípios espíritas, querendo uma programação de renovação, faz com que nós nos encontremos. É bem o que Santo Agostinho disse no livro Confissões. Eu buscava Deus e achei-me enquanto eu me buscava e achei Deus. Porque é essa formatação onde a criação se expressa em nós e vice-versa. E aí diz o médium, colorindo a sua vida com esperança e proporcionando-lhe paz nesse projeto todo de renovação, de mergulho de mente e do sentimento nesses princípios que não são princípios pertencentes somente à doutrina, são princípios da humanidade, estão na vida. É como ele diz aqui acima, o espiritismo pertence à vida, está imerso nas situações da vida. Por isso que é muito natural, é muito corriqueiro. E sabermos e estudarmos o espiritismo faz com que saibamos lidar com mais sabedoria a nossa existência, acerca da nossa existência, proporcionando essa esperança e essa paz. Então, vamos ter como resultado essa esperança e essa paz. Esperança que nos vai nos vai fazer executar as nossas atividades, cumprir os nossos deveres, fazer a nossa parte. e guardar a parte de Deus. Esperança é nutrir no coração essa filha da fé que faz com que eu perceba que Deus, esse onipotente, esse absoluto, ele faz sempre a parte dele, sempre escrevendo certo por linhas certas. A tortuosidade está sob o nosso prisma de percepção. Mas aqui eh a benfeitora ainda inspira o médium, já vai caminhando pro final, vai inspirando, o médium irradia as suas energias boas envolvendo aquele jovem. E isso tem muito do cativar. É o que a gente deixa para o outro a partir de momentos breves dos relacionamentos. Mas também a benfeitora convida aqueles que estão no plano espiritual para que todos apliquem recursos restauradores naquela fase da reunião. Percebamos, minhas irmãs, meus irmãos, a reunião tinha acabado e as pessoas estavam ali conversando. Olha como é bom. Acabou a
l para que todos apliquem recursos restauradores naquela fase da reunião. Percebamos, minhas irmãs, meus irmãos, a reunião tinha acabado e as pessoas estavam ali conversando. Olha como é bom. Acabou a palestra que a gente foi no centro, acabou o atendimento fraterno, acabou o passo e eu não saio correndo. Eu fico ainda sentindo, experimentando aquelas energias boas. Por quê? Porque é como se eu tivesse sendo encharcado de coisas salutares que vão ser essenciais atendimentos aos meus pedidos mesmos mesmo, as minhas preces, as minhas rogativas e eu vou envolvido de toda essa energia boa. E quando eu saio, que eu vou encontrar-me com aqueles que não estiveram ali ou vou voltar pro seio social, eu estou sobre a influência desse magnetismo espiritual do bem, do amor, da bondade e vou conseguir trazer para maiores condições na vida exterior a impregnação destas energias. É por isso que lá na mansão do caminho, o Divaldo, quando ele termina a palestra, ele fica sentadinho e fica olhando para todas as pessoas no salão justamente. E ele fala em alguns momentos, ele diz assim: "Mas como é interessante, ficam assim os grupinhos conversando e vão cada vez mais sentindo ainda aquilo que os benfeitores espirituais estão fazendo aqui. Então, olha o detalhe que a gente percebe no finalzinho do capítulo. E aí, como a gente já comentou, o êxito total deste planejamento da benfeitura. o êxito, porque atendeu ao ao Maurício, atendeu a cidadezinha, que recebeu o espiritismo com de forma vida digna, o médium que cumpriu a sua tarefa, que desempenhou o seu papel e tudo ficou muito bem concatenado num grande num grande programa de evolução e que nada mais é do que uma grande programação de amor e de trabalho vertido pelos bons espíritos para os nossos corações. Nós poderíamos ficar aqui ouvindo vocês falarem por muito tempo. Você com a sua inspiração, Luziane, muito obrigada por tudo que nos trouxe. Obrigada por terem nos feito mergulhar nesse capítulo dessa maneira tão bela que vocês nos trouxeram
alarem por muito tempo. Você com a sua inspiração, Luziane, muito obrigada por tudo que nos trouxe. Obrigada por terem nos feito mergulhar nesse capítulo dessa maneira tão bela que vocês nos trouxeram hoje. Então, a nossa gratidão aqui aos coordenadores que lincam, Luziane, aos amigos que estiveram conosco aqui, né, participando, deixando seus recados. Aqui também a mãezinha da Luziane, que nós sabemos que está aqui, é a dona Nísia também. Então, muita, muita alegria estar aqui com vocês e a todos os amigos que estão conosco. Então, um grande abraço, que possamos ter uma semana abençoada, envolvidos por essas reflexões benditas que o consolador, prometido pelo mestre nos oportuniza e que possamos na próxima semana voltarmos a nos encontrar aqui. Um grande abraço e até lá.
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