Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E9 – Cap. 5: Sombras e Dores do Mundo – Parte 1
No início do estudo do Capítulo 5 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografia de Divaldo Franco), o Grupo Suely Caldas Schubert apresenta uma reflexão sobre as dores humanas que se multiplicam pela Terra em razão dos desequilíbrios morais e espirituais. Esta primeira parte revela como as sombras individuais e coletivas favorecem processos obsessivos complexos, convidando à renovação íntima, à prática do bem e à vivência do Evangelho como antídotos para o sofrimento. » Host e resumo: Ângela Matté Dutra da Silva » Aprofundamentos: Lincoln Barros de Sousa e Tânia Menezes 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessão #EstudoDaObra #Capítulo5 #SombraseDoresDoMundo #ObsessãoEspiritual #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #GrupoSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, estimados amigos dessa jornada de estudos das obras do Benfeitor Manuel Filomeno de Miranda. Uma alegria renovada nós retornarmos aqui para darmos sequência a esse estudo que é semanal e que é realizado por esse grupo de irmãos, de trabalhadores e de ávidos estudiosos das obras de Manuel Filomeno de Miranda. Então, é uma alegria estarmos aqui novamente hoje e vamos dividir a tarefa com os nossos queridos amigos Tânia Menezes e Lincon Barros. Hoje nós estaremos incumbidos do capítulo C desta grandiosa obra Loucura e Obsessão. Então, para que nós possamos iniciar aí o trabalho, vamos convidar o nosso Lincoln para que nos envolva na sua prece. Lincoln, por favor. >> Muito boa noite, Ângela, a querida Tânia. Saudamos os amigos que nos acompanham nesse momento e aqueles que estarão conosco de futuro. Levando os nossos pensamentos a Jesus, roguemos ao Mestre a assistência para esta atividade que se realiza como elemento libertador das nossas vidas, iluminando nossas consciências, harmonizando nossos corações nos padrões do bem e do amor. Graças ao Evangelho de Jesus que nos chega pela doutrina espírita, libertando-nos da ignorância, abrindo horizontes amplos do entendimento da vida de nós mesmos. Mestre querido, envolve-nos a todos que aqui estamos nas bênçãos da tua paz, para queos desse propósito nobre possamos cumprir aquilo pelo qual estamos nos reunindo hoje. Envolve também os amigos que nos acompanham, as suas famílias, os seus movimentos de caminhada no bem, fortalecendo cada um nos bons propósitos. Agradecidos e felizes, portanto, por aqui estarmos. Rogamos-te, Jesus, fica conosco hoje e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. Obrigada, Lincoln. Então, queridos amigos, nós vamos trazer como tem sido feito. Nós sabemos que esse livro ele tem eh se desenvolvido de uma forma um pouquinho diferente dos dos livros anteriores, porque nós temos dividido cada capítulo em duas partes para que nós possamos retirar o máximo aqui da do que o benfeitor nos traz. Então, hoje nós faremos o estudo,
iferente dos dos livros anteriores, porque nós temos dividido cada capítulo em duas partes para que nós possamos retirar o máximo aqui da do que o benfeitor nos traz. Então, hoje nós faremos o estudo, iniciaremos em realidade o estudo do capítulo 5 que o benfeitor intitulou Sombras e dores do mundo. Nós traremos esse esse resumo dando uma ênfase à primeira parte, mas trazendo ele todo. E depois os nossos queridos Lincoln e Tânia vão nos falar, nos trazer os aprofundamentos. Então, iniciando aqui o resumo, nós vamos ver que o capítulo é iniciado com a descrição que Manuel Filomeno de Miranda faz sobre a movimentação de entidades espirituais que estavam lá lá na instituição que Manuel Filomeno junto com os benfeitores estão acompanhando. eram atividades de assistência a naquela instituição com muitos operários de socorro fraterno que atendiam adversários de alguns daqueles presentes. Então, muitos daqueles espíritos que eram para ali trazidos, eles eram ligados quando na reencarnação a cultos esdrúchulos e que conservaram depois no alencorpo, em regiões circunvizinhas à Terra, aquelas eh aqueles costumes e eram ali treinados por terríveis obsessores para processos de vingança. Então, através do vampirismo sob o qual se sustentavam os filiados àquela grey edionda, pelos fenômenos também de idioplastia, de telementalização, hipnose, eles consumavam programas da mais viqualidade, enredando desencarnados entre si e criaturas também domiciliadas no corpo, que mantinham um comércio mental com essas cruéis extravagâncias. Manuel Filomeno vai dizer que em algumas oportunidades eles visitaram alguns daqueles núcleos onde a edez superava tudo que a imaginação em desequilíbrio pudesse conceber. Encarnados estiavam ali durante a noite sob coação, através de drogas que alucinavam, as quais faziam também uso também por sutileza de inspiração perniciosa daqueles comparsas no mais além. Então, durante o sono, desprendiam-se, mas também quando faziam uso de substâncias ali, faziam inspirados por esses
ém uso também por sutileza de inspiração perniciosa daqueles comparsas no mais além. Então, durante o sono, desprendiam-se, mas também quando faziam uso de substâncias ali, faziam inspirados por esses comparsas. tornando-se então veículos na Terra para divulgar ideias degradantes por meio da arte, da moda e do comportamento. Eram posturas exóticas, diz o benfeitor. música estridente e primitiva, gestos selvagens e caracterizações aberrantes, estimulando manifestações do sexo ultrajado que partiam daqueles redutos recambiados para os palcos do mundo, numa propaganda bem urdida para alcançar as mentes juvenis, que eram desarmadas de recursos defensivos, estimulando então os instintos e anulando os mecanismos da razão. Líderes da mídia, artistas, personalidades populares eram, em muitos casos, instrumentos inconscientes dessas entidades inferiores. Promoviam ali o vulgar, o agressivo e o servil, solicitando sempre mais ampla liberdade para esses comportamentos. Campeões do cinismo, diz Manuel Filomeno, vanguardiros da corrupção e da insensibilidade para com os valores éticos da vida, técnicos na ironia e no menospreo às conquistas da moral e da justiça, eram frequentadores habituais por sintonia psíquica daqueles grupos. Mulheres populares tidas como empoderadas, aclamadas pela coragem dos seus depoimentos e pela conquista de posições igualitárias a do as do homem, viviam aparente felicidade, mas estavam igualmente dominadas por forças espirituais perversas. A serviço daqueles mesmos núcleos. Elas estavam submetidas a terríveis processos de abastardamento moral. E diz Manuel Filomeno que a maioria delas, daquelas mulheres, certamente trocaria toda a ilusória notoriedade que desfrutavam, caso fluíssem a segurança de um lar e de afeto, de uma família que por elas era combatida como uma instituição falida, muito mais por mágoas insufocadas. de as não possuir. E naquela instituição eram utilizados os métodos de choque emocional e da força mental para com aqueles que somente
a como uma instituição falida, muito mais por mágoas insufocadas. de as não possuir. E naquela instituição eram utilizados os métodos de choque emocional e da força mental para com aqueles que somente conheciam e respeitavam essa escala de valores. E o benfeitor afirma aqui que não cabia a eles julgamento sobre tais técnicas, uma vez que diz ele há terapêuticas balsamizantes de cautério e cirúrgicas, de acordo com a necessidade do paciente. E ali os recursos do bem, eles estavam presentes auxiliando aqueles que vinham, se apresentavam buscando, saindo do estreito túnel dos interesses limitados, guiados pela luz que já entrevinham. Então, ali era, de alguma maneira um local dedicado a um nível de despertamento para algo além do que o terra a terra apenas. Mas o capítulo, a partir desse momento, ele enfoca, ele volta-se na descrição do benfeitor para o caso do atendimento de Lício, que era um jovem profundamente atormentado por um conflito de identidade de gênero. Ele tinha conflitos afetivos, conflitos na sexualidade e naturalmente sabemos que conflitos muito severos espirituais. Então ele se sentia uma alma feminina num corpo masculino com fortes sentimentos já desde a sua infância. Aos 10 anos, ele vivendo com a família recebe no seu lar a presença de um tio materno que vinha com a finalidade de cursar uma faculdade. E a partir desse momento, então, a partir do envolvimento desse tio, mais adiante o pouco, ele passa a ser abusado pelo tio, o que desencadeou traumas profundos. uma confusão emocional severa e o vício em relações destrutivas. Então, o Lício viveu uma vida dupla emocionalmente, fragmentado com a sensação de um delírio existencial. Ele experimentou também a depressão e de ações suicidas, o sentimento de morte interior, apesar de uma aparente normalidade. Ele ainda sofria com a dubiedade entre o amor e o ódio por esse tio abusador que tentou o contato com ele após concluída a faculdade, após voltando para a cidade de onde vivia, já casado e com filhos,
Ele ainda sofria com a dubiedade entre o amor e o ódio por esse tio abusador que tentou o contato com ele após concluída a faculdade, após voltando para a cidade de onde vivia, já casado e com filhos, esse tio tenta fazer contato com Lício. nas palavras que o que o autor espiritual descreve, Lício numa conversa com a benfeitora que atendia nessa entidade, diz Lício que com 15 anos ele adicionou a sua dor moral uma outra dor que era decorrente do vício a que ele se acostumara, pois sem orientação, sem coragem para ele buscar apoio e diretriz segura, após noites lutando contra a ideia do suicídio, ele tombou em novas, frustrantes e arrasadoras experiências que o magoaram profundamente e que embora ele vivesse na atualidade um momento, diz ele que embora se viva na atualidade um momento em que quase todos afirmam a necessidade de cada um ser por fora aquilo que é por dentro, de assumir a sua realidade íntima, de viver e gozar conforme forme suas necessidades, aquela ideia não o convencia, porque ele reconhecia em si mesmo uma força que repelia a degradação, a promiscuidade e a morte dos objetivos que a vida possui. E nesse ponto, então, após aquela aquele aquela catarse em que Lício fala aquela que estava atendendo, o nobre Dr. Bezerra intervém explicando a Manuel Filomeno que milhões de espíritos passam por dilemas semelhantes, com conflitos exatamente dessa natureza que envolvia Alício e que até o momento essa questão não encontrou a compreensão adequada. Ele aponta que o desequilíbrio entre os extremos de repressão e a libertinagem promís destaca a necessidade que sempre o respeito deve envolver todas as relações, buscando o equilíbrio e a a compreensão desses conflitos sexuais. Ele também fala que a transformação do sexo em mercadoria e o ser humano em objeto de prazer é uma das principais causas de dor social e que enquanto o sexo mantiver-se nessa condição de produto de venda e a criatura permanecer como objeto de prazer, a situação prosseguirá nos seus efeitos crescentes,
principais causas de dor social e que enquanto o sexo mantiver-se nessa condição de produto de venda e a criatura permanecer como objeto de prazer, a situação prosseguirá nos seus efeitos crescentes, mais amplos e extremamente dolorosos. Lício, então naquele momento é submetido a um tratamento espiritual com passes ali, buscando reequilibrar a os seus fluidos aplicado por aquela mentora que atuava no grupo. Então, a a entidade destaca ali em algum momento a a postura de licio buscando, tendo a superação, ao propósito de superação daqueles conflitos, buscando ajuda e falando que isso caracterizava uma inteereza moral dele. O atendimento provoca um, promove um certo alívio, desenxarcando o licio daqueles fluidos espirituais prejudiciais e traz a abertura para que uma segunda etapa do trabalho terapêutico pudesse desenvolver logo mais. E finaliza então o benfeitor dizendo que apesar da presença do mal, a via do mal que está aqui na terra, no mundo, há sempre possibilidades de busca de auxílio e que havia naquele local uma paz e o amor que era ungido de sabedoria, comandando os acontecimentos. Finaliza então o benfeitor capítulo. Trouxemos aqui algumas questões principais e agora vamos iniciar com a querida Tânia, que vai trazer os aprofundamentos. Seja bem-vinda, Tânia. Queremos muito ouvi-la. Obrigada, querida amiga Ângela, querido amigo Lincol, nós que estamos dividindo neste momento essa telinha para iniciar esse estudo. E nós cumprimentamos também a todos aqueles que nos acompanham neste momento e aqueles que no futuro também irão seguir conosco. Eu queria começar trazendo a respeito do próprio título que Filomeno atribuiu a este capítulo, sombras e dores do mundo. E aí vem esta reflexão inicial. Por que ainda vivemos sombras e dores neste percurso da nossa jornada no corpo físico? Podemos reverter estas sombras, estas dores? Então, aí vai nos reflexão. E é claro que se nós formos responder a este questionamento, teremos a certeza de que já estamos trabalhando para a reversão destas sombras e destas
s sombras, estas dores? Então, aí vai nos reflexão. E é claro que se nós formos responder a este questionamento, teremos a certeza de que já estamos trabalhando para a reversão destas sombras e destas dores que tomam conta não somente de nós, da nossa família, mas da sociedade como um todo. Estamos todos trabalhando na construção deste mundo melhor. Mas eu queria também eh trazer o primeiro parágrafo que Filomeno abre esse estudo, saindo agora do nosso título, quando ele se refere ao trânsito de entidades vinculadas aos serviços da instituição que era era expressivo esta movimentação. E aí vamos pensar que toda a instituição religiosa, ela tem atividades intensas que são realizadas no plano físico, mas também no plano espiritual. E nós não temos noção do quanto essas essas atividades elas trazem benefícios para nós que ali estamos. Muitas vezes nós depois da pandemia, com a acomodação das atividades virtuais, nos eh nos permitimos a não estar na casa espírita ou em outra instituição de outra afiliação religiosa por conta, ah, mas está muito violento, ah, mas sair de noite, ah, mas eu sou dependente. Sim, é claro que nós temos alguns impecílios que nos fazem permanecer em casa, mas pensemos nisso que Filomeno está trazendo aqui destes benefícios do que as entidades vão estar operando durante as diferentes tarefas que ali são realizadas, desenvolvidas. E aí vem também um questionamento, o que será que estas entidades elevadas, esses benfeitores, eles objetivam com as diferentes tarefas que executam durante o transcurso das atividades ou se vamos lá apenas para ouvir uma exposição doutrinária ou se vamos para um atendimento fraterno. Qual seria ou quais seriam essas funções, esses objetivos destas entidades? Temos a certeza de que um objetivo assim que os acompanha é de estar promovendo o nosso despertamento, também diminuir as nossas dores, os nossos conflitos, as nossas ansiedades, auxiliar-nos em nosso processo de libertação, nos fortalece Endo, trazendo para nós o
star promovendo o nosso despertamento, também diminuir as nossas dores, os nossos conflitos, as nossas ansiedades, auxiliar-nos em nosso processo de libertação, nos fortalece Endo, trazendo para nós o bom ânimo, a coragem, a certeza de que vamos vencer os desafios. Aí, Filomeno, ele vai destacar que os benfeitores da instituição, eles também vão prestar assistência aos adversários de alguns dos que estão ali presentes. Quando eu fiz a leitura desse texto, eu me recordei eh de eh uma fala dele no livro Perturbações Espirituais, quando ele lembra de duas pessoas, duas amigas que estavam em uma exposição doutrinária e quando terminou elas comentavam sobre a sobre a exposição, comentava sobre a aparência das pessoas. Uma tinha sempre um olhar positivo, a outra com olhar mais crítico. Ao sair da instituição, o obsessor daquela que a tudo criticava logo encontrou a sintonia porque ela não soube absorver os benefícios da exposição que ouviu, trazendo um certo enfado, dizendo que foi muito longa, que poderia ter sido mais breve. Então, cabe também a nós aproveitarmos quando nos colocamos para poder estar nessas tarefas ou mesmo recebendo a assistência neste espaço. E aí vamos também pensar em quantos adversários nós carregamos que nós não temos noção quantos benefícios nós recebemos quando nos dirigimos para estas instituições. Nós não sabemos, mas temos a certeza de que somos beneficiados. E aí vai também dizer, Filomeno, que os operários do socorro eles se movimentavam ali na instituição para poder trazer os benefícios, porque aí nós temos que pensar também naquilo que se constitui o nosso mérito. É claro que quando nós nos colocamos à disposição do bem, nos conectamos com a espiritualidade amiga, esses benefícios eles chegarão. Talvez não cheguem da maneira como nós desejamos, mas não deixa de estar junto a nós. E todos, com certeza, temos esses adversários que ao chegarmos nessas instituições, eles vão receber atendimento ou eles vão ficar impedidos de adentrarem aquele recinto
ão deixa de estar junto a nós. E todos, com certeza, temos esses adversários que ao chegarmos nessas instituições, eles vão receber atendimento ou eles vão ficar impedidos de adentrarem aquele recinto conforme seja o planejamento que é elaborado pela equipe espiritual. E aqui Filomeno ainda vai trazer sobre os rituais eh que eram executados, mas dizendo também para nós que de acordo com as orientações que eles recebiam, com aquilo que eles ouviam, havia uma promessa de renovação, de mudar de atitude, eh, com o esforço que certamente se vinha à mente diante daquilo que estava a ouvir. E aí vem também uma reflexão que é pertinente, porque ao longo da nossa jornada, certamente nós já nos deparamos com muitas situações em que houve essa proposta nossa de renovação, de mudança. Talvez até já tenhamos perdido as contas de quantas vezes prometemos a nós mesmos que iríamos sair daquela condição de que precisávamos mudar. E aí estabelecemos a as as metas, tentamos mudar e na tentativa, é claro que vão acontecer os equívocos, as quedas, mas nós levantamos, nós prosseguimos. Só que para continuar a marcha é necessário esforço, é necessário vontade, é necessário perseverar. Tudo isso fazendo parte do nosso processo de evolução consciente, conforme nos assinala Martim Esperalva no livro O pensamento de Emanuel. Mas não é a todo momento que nós também estamos com esta disposição íntima, com esta vontade de estar contornando os obstáculos, vencendo os desafios. Às vezes nós tentamos e achamos que está difícil. É o que que a gente diz? A isso eu deixo para um outro momento, porque agora eu não estou com as forças necessárias para poder vencer, para poder superar. E aí vamos deixando para depois, postergando a oportunidade que chegou ali e que nós precisamos abraçar. Mas Filomeno também vai estar destacando o os treinamentos que eram realizados pelos obsessores para poder através eh destes treinamentos eles alcançarem os seus propósitos de vingança. Quando eu fiz a leitura desta parte, não teve como não
o os treinamentos que eram realizados pelos obsessores para poder através eh destes treinamentos eles alcançarem os seus propósitos de vingança. Quando eu fiz a leitura desta parte, não teve como não recordar da nossa primeira obra de Filomeno de Miranda lá nos bastidores da obsessão, quando no anfiteatro nós vamos ver o mago, o que foi mago em Ruen, o Dr. que tem uma equipe que vai habilmente trabalhando através dos processos de hipnose, de telementalização, que são os recursos de que eles vão estar se utilizando. E aqui Filomeno vem destacar o vampirismo que vai através da ideastia também da hipnose ou da telementalização. está trabalhando aqueles com os quais encontram a afinidade e vão sugar as energias. E aí nós fomos buscar mais um pouco a respeito disso, do vampirismo. Eu lembro que em estudos anteriores já tivemos uma abordagem a esse respeito. Salvo engano, foi até Lincoln que nos trouxe, ou foi Lincoln ou foi Vittor que falou um pouco sobre o vampirismo. E aí nós vamos eh trazer inicialmente a definição de vampirismo, que é um tipo de obsessão espiritual. Essa obsessão, ela vai se caracterizar pela condição do parasitismo psíquico. Então, a mente que vai ser vampirizada, ela fica completamente dominada por aquele espírito ou espíritos que vão exercer este comando, porque pode ser somente um envolvido ou mais envolvidos, encarnados como também desencarnados. E nessa mistura vai haver uma nutrição das forças vitais das suas vítimas. Comumente elas se afinizam pelos prazeres viciosos. Então, é um processo obsessivo que nós poderíamos dizer, considerar que é um processo obsessivo mais grave e que vai consistir no envolvimento de um agente ativo, que é aquele que vai ser o vampirizador, que vai vampirizar, e o outro que é o passivo, que vai ser aquele vampirizado, cujas energias elas vão ser sugadas. É claro que há casos de ações mútuas. Na mesma linha que eu vou vampirizar, eu também posso ser vampirizado. E esse termo, ele é empregado para poder estar eh fazendo uma alusão aos
s vão ser sugadas. É claro que há casos de ações mútuas. Na mesma linha que eu vou vampirizar, eu também posso ser vampirizado. E esse termo, ele é empregado para poder estar eh fazendo uma alusão aos parasitas que foram descritos na biologia, que são aqueles organismos que vivem em associação com outros organismos dos quais eles vão estar sugando os nutrientes para a sua sobrevivência. E nesse processo, normalmente, o hóspede, ele de alguma forma ele causa danos no organismo do hospedeiro, como no caso das doenças infecciosas que são gerados por parasitas que vêm de de vírus, de bactérias. Quando nós falamos do parasitismo psíquico, cuja matéria envolvida é o fluido vital, essa relação certamente ela vai ser danosa, inclusive para todos os envolvidos, como vai estar trazendo Herculano Pires. Ele tem eh um texto que é intitulado Parasitas e Vampiros. E aí ele vai dizer para nós que o parasitado ele vai sofrer um duplo desgaste de suas energias mentais e vitais. E o parasita cai na sua dependência, perdendo assim a capacidade individual de sobrevivência e de conservação. O termo também ele ele ele é muito utilizado por conta da sua semelhança no processo das lendas das lendas que foram trazidas a respeito dos vampiros, que eram aquelas criaturas mitológicas que assumiam a forma de eh humana de morcegos que sugavam o sangue das pessoas, né? Agora, quando a gente vai para a literatura espírita, nós temos, por exemplo, o caso clássico que André Luiz nos apresenta lá no livro Nosso Lar. Quem já teve a oportunidade de ler a obra, lá no capítulo 31 tem o caso da mulher que eh o capítulo que é intitulado vampiro, daquela mulher cujo perespírito ele estava envolto em pontos negros e tinham 58 pontos. Inclusive é perguntado a André Luiz quantos pontos negros ele consegue ver na imagem daquela mulher que quer adentrar a colônia e ele, na verdade, ele não consegue perceber tantos pontos negros. E aí, eh, esse, esses pontos eram referentes a eles representavam cada uma das crianças que foram assassinados por
adentrar a colônia e ele, na verdade, ele não consegue perceber tantos pontos negros. E aí, eh, esse, esses pontos eram referentes a eles representavam cada uma das crianças que foram assassinados por aquela mulher ao nascer. Então, desta mesma série, nós também da série André Luiz, nós vamos encontrar lá no livro, no livro Missionários da Luz, eh, que pormenoriza o drama do vampiro, a definição deste gênero de assédio espiritual que é colhido junto ao instrutor. Se nos referirmos aí, vai estar lá posto aos morcegos sugadores. O vampiro é entre os homens o fantasma do dos mortos que vai se retirar do seu sepulcro alta noite para se alimentar do sangue dos vivos. Isso está lá no capítulo 4 de Missionários da Luz. E ali André Luiz vai escrever que vampiro é toda entidade ociosa que se vale das possibilidades alheias. Então, e se tratando desses vampiros que vão estar visitando, ou seja, os espíritos desencarnados que visitam os encarnados, é necessário que a gente compreenda que existe uma lei de atração, de sintonia, que vai estar imperando, permitindo e possibilitando essa essa esse funcionamento. E aí nós encontramos também em Martins Peralva lá no livro Estudando a Mediunidade, ele vai escrever no capítulo 13º que o vampirismo é a ação pelo qual os espíritos que não estão ainda no estágio avançado da sua evolução, que são arraigadas suas paixões inferiores, esses espíritos eles vão estar se imantando. a organização psicofísica dos encarnados e também dos desencarnados, como nós podemos perceber no caso trazido por André Luiz em nosso lar e vai sugar a sua substância vital. E aí nós vamos encontrar numa famosa obra, que vocês não encontram mais essa obra, ela é esgotada de Carlos Torres Pastorinho, técnicas da mediunidade, técnica da mediunidade, na parte um, ele vai estar escrevendo que dentro do nosso corpo físico, no sangue, é onde há uma melhor assimilação da nossa energia. vital. Essa energia vital é o o o elemento principal deste processo de vampirização. E onde vai comumente no nosso corpo
sso corpo físico, no sangue, é onde há uma melhor assimilação da nossa energia. vital. Essa energia vital é o o o elemento principal deste processo de vampirização. E onde vai comumente no nosso corpo físico permitir este processo através do baço, que é o ponto mais visado pelos obsessores para poder ter esta atuação, porque o basso ele vai fazer uma assimilação deste sangue do prana que é captado pelo chakra esplênico. Então esta absorção, ela é feita constantemente e ela é fornecida a todo sangue que passa pelo baço e produzindo cotas de energia vital e ainda levando ao nosso sistema simpático através dos nervos que vão estar permeando todo esse sistema. Então daí a força que possui o baço e a necessidade do sangue de estar transitando por ele. Por isso a necessidade de equilibrar o volume do nosso sangue circulante e este órgão vai estar exercendo esta função também. Ele é o armazenador do ferro, o ferro que é extraído das hemoglobinas. e que também vai estar fornecendo o prana, que é essa energia vital que vai estar fornecendo para o organismo a sua sustentação. Por isso, o basso é o órgão do nosso sistema físico, do nosso corpo físico, onde os espíritos, os vampirizadores vão procurar sugar as nossas energias. Mas também ainda tem um outro ponto que Filomeno destaca neste neste início do capítulo, que é a respeito da divulgação dos desconcertos morais e emocionais. E aí ele vem trazendo conforme Ângela muito, aliás, Ângela, eu nem elogiei inicialmente o seu resumo. você é maravilhosa, fantástica, quando traz, né, eh, o resumo do capítulo, um capítulo que é muito denso, inclusive que na próxima semana, na sequência, nós vamos estar discutindo um tema que é um tema atual e que à luz da visão de Filomeno de Miranda, nós vamos ver como decorre, né, esse caso de Lício. Então, a gente vai ver aqui também que durante o nosso desprendimento parcial do do corpo físico, quando a alma vai através do nosso sono para a zona espiritual que será visitada conforme a nossa vibração, aqui Filomeno está
qui também que durante o nosso desprendimento parcial do do corpo físico, quando a alma vai através do nosso sono para a zona espiritual que será visitada conforme a nossa vibração, aqui Filomeno está trazendo as diferentes os diferentes locais por onde vai se transitar, especialmente para os encarnados que fizeram a opção pelo uso da drogadição e que no processo de alucinação, quando se dirigem para o mundo espiritual, eles serão forçados a participarem de diversas movimentações. E aí aquilo que eles vivenciam durante esta experiência, certamente que no retorno eles vão de alguma maneira tentar reproduzir aquele modelo, porque a mente ela se vincula. O espírito, alma que se desprende, ela vai estar tendo as suas visões e experimentando as sensações que, por afinidade elas voltam e vão de alguma maneira tentar reproduzir aquele modelo. E aí Filomeno vai falando de música estridente, a questão da sexualidade, né? as caracterizações aberrantes. E aí também nos recordamos de outra obra nas fronteiras da loucura, onde o carnaval ele traz uma reprodução também dessas visões que se tem do mundo espiritual inferior em termos das fantasias, das aberrações. Então, no nosso retorno, nós iremos reproduzir aquilo que foi o objeto da nossa vivência e com a qual nós estamos sintonizando, sintonizando. Então, para o mundo, a reprodução vai ser daquilo que encontramos afinidades. E a afinidade é para o lado negativo, como também para o lado positivo. Aí a importância de nós nos prepararmos para este momento do sono. E este preparo requer de nós que a nossa mente ela não esteja agitada, que não nos coloquemos à frente das telas para poder estar acompanhando imagens que são imagens de crimes, imagens de furtos, imagens que vão trazer ao nosso psiquismo uma desarmonia, cuja desarmonia nos direcionará para este estas zonas inferiores no mundo espiritual e que será comprometedor para nossa existência. Ele fala também um pouco das redes sociais, o quanto esta movimentação das redes nos
os direcionará para este estas zonas inferiores no mundo espiritual e que será comprometedor para nossa existência. Ele fala também um pouco das redes sociais, o quanto esta movimentação das redes nos leva nos leva nos direciona para uma vulgaridade, para agressividade. E muitas vezes quando nós estamos ali passando esses vídeos, esses reals, o que chama a nossa atenção é aquilo com o qual também nós mantemos afinidades e vamos reproduzir aquilo que a nossa mente se vincula e que às vezes passamos horas e horas nos eh absorvendo aquelas informações que são as pontes para essas fixações com estes espíritos que não estão interessados no nosso progresso, na nossa ascensão. Então, inicialmente seriam estas as nossas considerações sobre esta primeira parte do capítulo C, que é intitulado Sombras e dores do mundo. >> Fantástico, Tânia, essa sua abordagem e essa aula que você nos trouxe. Então, certamente essas colocações que você fez e nós vemos quanto um capítulo, quanto Manuel Filomeno de Miranda tem essa característica, porque ele fala da realidade, da realidade desses dessa realidade mais profunda, né, que não é apenas o que nós vemos eh do ponto de vista material, mas você trouxe uma abordagem fantástica, uma verdadeira aula, né, que nós teremos que voltar para apreender tudo que você nos trouxe. Então agora nós vamos passar pro nosso querido Lincolimento. Então queremos ouvi-lo, querido amigo. >> Muito bem, Ângela. Depois do resumo excelente que você fez e a apresentação da Tânia, quase que eu peço paraa Tânia continuar. Tânia, é tão bom escutar você. Mas na sequência do texto, eh, antes de atingirmos aquela aquele tema do lício, né, que a que a Tânia falou, Manuel Filomeno faz alguns comentários a respeito das características de atuação daquela instituição que eles estavam ali observando, eh, assim como de alguns aspectos relacionados ao bem, ao mal, as possibilidades de recuperação dos espíritos. Então, vamos trabalhar um pouquinho essa parte, eh, já considerando que o o digno mentor, ele
assim como de alguns aspectos relacionados ao bem, ao mal, as possibilidades de recuperação dos espíritos. Então, vamos trabalhar um pouquinho essa parte, eh, já considerando que o o digno mentor, ele fala que aquele grupo ali é um grupo dedicado ao bem, né? como ele define, se fôssemos colocar aqui algum adjetivo, onde acolhem eh pessoas encarnadas carregando a sua própria dor. E também, claro, comparecem aqueles, como mencionou Tânia, eh, os espíritos perturbados, né, aqueles espíritos infelizes que comparece ali na condição de obsessores, né, num grau de gravidade, como ela mencionou, eh, muitos deles como vampirizadores. Então, a dor, claro, é um cenário comum que se apresenta ali de em todas as pessoas que procuram. Mas se essas pessoas procuram, é porque a dor fez nelas algum chamado bastante importante para que fossem recorrer a um socorro. E essa instituição foi, no caso, escolhida para procurarem algum alívio para os seus tormentos. como nós vemos também nos centros espíritas, pessoas que adentram a casa espírita com suas dificuldades, suas aflições, as suas dores morais, buscando de alguma forma um socorro para isso que naturalmente os as casas oferecem. Então, quando a dor chega para nós, eh, sempre nos lembra aquela referência que faz o espírito protetor no Evangelho Segundo o Espiritismo, naquele capítulo que fala dos bem-aventurados, os brandos e pacíficos. Esse espírito amigo nada mais era do que Joana de Angeles, segundo nos indica aí o Divaldo Franco. E ela dá uma definição de dor que nós temos que pensar quando esse elemento nos atinge. Ela menciona que a dor é uma bênção que Deus envia aos seus eleitos. Imagine alguém pensar nesse aspecto relacionado à dor e ela convida a que nós não nos aflijamos, então, eh, quanto a sofrermos, porque temos que bendizer a Deus. pela dor que ele nos envia, porque é uma visitante indesejada, sem dúvida, mas ainda necessária para fazer o nosso despertamento para as questões espirituais, para a nossa imortalidade.
ndizer a Deus. pela dor que ele nos envia, porque é uma visitante indesejada, sem dúvida, mas ainda necessária para fazer o nosso despertamento para as questões espirituais, para a nossa imortalidade. E vemos aí, inclusive espíritos desencarnados que ainda não atingiram aquele elemento de de discernimento para analisar as suas próprias dores e refazer os seus caminhos. E aquela instituição, ela trabalhava todas essas questões dos encarnados e desencarnados ali, especialmente voltados aos desencarnados, através de técnicas que são diferentes daquelas que nós observamos na na nas reuniões mediúnicas do centro espírita, naturalmente, onde se utiliza ali a chamada técnica de persuasção, o esclarecimento intelectual, o envolvimento amoroso com o espírita, no sentido de alguma forma esclarecê-lo a respeito da situação em que se encontra em perseguição ou em vingança contra alguém. Mas naquela instituição ali, pelas pelas pelas práticas próprias que eles têm, eh os métodos são diferentes, como já até mencionou Tânia, são eh choques emocionais, eh uma uma espécie de submissão pela força mental, mas que traz o seu resultado, já que dependendo da gravidade da questão, a intervenção tem que ser mais grave também, assim como na medicina, um elemento mais eh, digamos, superficial de enfermidade vai ser conduzido a um posto de saúde. Outros elementos serão conduzidos a uma sala de operações, uma sala cirúrgica em um hospital. Assim, também nos tratamentos próprios dos casos dos casos graves. Temos então essas diferenças de terapêuticas. Mas o Manuel Filomeno define então aquela instituição como uma colmeia de de ação ativa. E o amor dentro da capacidade própria que o grupo assimila na prática do amor naquele momento era muito forte. Eh, inclusive ele fala que era uma túnica geral, o amor que era oferecido ali, eh, trabalhando para o bem das pessoas, procurando a felicidade das pessoas, numa demonstração de que a misericórdia divina não tem limites para nos socorrer. Eh, Deus vai utilizar os recursos que
li, eh, trabalhando para o bem das pessoas, procurando a felicidade das pessoas, numa demonstração de que a misericórdia divina não tem limites para nos socorrer. Eh, Deus vai utilizar os recursos que nós temos disponíveis, cada um de nós, dentro dos núcleos de trabalho religioso, como foi mencionado pela Tânia, de acordo com as possibilidades das pessoas. Então, não importa se estamos num templo espírita ou num templo umista ou numa igreja evangélica, numa igreja católica ou qualquer outra denominação. Os espíritos estão ali trabalhando a todos aqueles que, embuídos de uma vontade, de uma boa vontade e do esforço de de modificação própria, serão conduzidos de alguma forma também a sofrer ou a receber o socorro dos bons espíritos. é a prova de que todos nós, eh, na instância de trabalho que nós temos, vinculados a qualquer instituição de caráter espiritual, de renovação dos indivíduos, nós todos somos instrumentos da divindade e sócue os seus filhos através dos seus filhos, das possibilidades que cada um possa oferecer. Portanto, nenhum de nós pode dizer que estamos apartados do processo de socorro do nosso próximo. Somos todos elementos, como se fôssemos assim, uma espécie de ponte entre a bondade divina e as necessidades humanas. como todos nós em algum momento recebemos da bondade dos outros o recurso próprio para socorrer-nos de alguma forma em situações, sejam elas de necessidades materiais ou de necessidades também morais, espirituais, emocionais. Somos interdependentes uns dos outros porque somos uma grande família espiritual, onde temos responsabilidades de fraternidade entre nós e especialmente de solidariedade também uns com os outros. onde vamos, cada um de nós, oferecer as suas possibilidades. Então, ali naqueles naquele núcleo, eh, os espíritos que se apresentavam, eles tinham várias características. Inclusive, Manuel Filomeno de Miranda menciona aqui três grupos de espíritos, por exemplo, aqueles que se submetiam a outros espíritos brutais, eh, no no servilismo,
les tinham várias características. Inclusive, Manuel Filomeno de Miranda menciona aqui três grupos de espíritos, por exemplo, aqueles que se submetiam a outros espíritos brutais, eh, no no servilismo, né, numa servidão a esses espíritos que os que os conduziam ou que os dominavam. e outro grupo é dominado por criaturas que acabava eh nesse processo de ideação, de vampirização que a que a Tânia falou, causando uma certa dependência psíquica entre espíritos, aquele que é o comandante, que vai treinar e que vai conduzir o indivíduo para um processo do seu interesse em prejuízo de outras pessoas encarnadas especialmente, né? E também eh há espíritos que consideram que eles foram criados para o mal, como registra aqui também Manuel Filomeno. Eles vivem um estado de consciência em que acham que eles foram criados para o mal. Então eles se locompletam com o mal, acham isso uma coisa muito natural e acham que estão perpetualmente destinados a viver nessa condição, mas todos eles, segundo a sua condição, recebem naquele núcleo ali onde estavam sendo atendidos e nos núcleos próprios também eh de casa, de cada centro espírita, de cada instituição eh religiosa ou de tratamento da caridade pelo amor, recebe o amparo. Todos nós nunca jamais estamos desamparados, muitos deles caminhando para uma recuperação ou criando desde já uma predisposição para esta renovação necessária. É um processo muitas vezes lento, né, que se conduz de alguma forma eh em razão do esforço dos espíritos bons que nos ocorre, mas também varia muito de acordo com a vontade que a pessoa tenha de também melhorar-se. Então, Manuel Filomeno destaca que os recursos do bem eles são inesgotáveis e muito superiores aquilo que se chama mal. Nós já aprendemos eh com os espíritos que o mal eh que ainda reina em nós muitas vezes explorando as nossas forças do ego, do nosso egoísmo, das nossas vaidades, das nossas do nosso orgulho. Este mal que vai nascendo de nós, vinculando-se ao mal de fora, ele permanece até o momento em que nós deix
as nossas forças do ego, do nosso egoísmo, das nossas vaidades, das nossas do nosso orgulho. Este mal que vai nascendo de nós, vinculando-se ao mal de fora, ele permanece até o momento em que nós deix eh resolvemos abraçar as forças do bem que passam a substituir este mal. Ou seja, a sombra que nós estamos carregando, ela vai modificar-se na medida em que nós buscamos a luz que possa anular essas imperfeições. Depende então do nosso esforço, sem dúvida. E no caso dos nossos irmãos aqui sendo atendidos e muitos deles buscando um novo caminho, é porque naquele instante de alguma forma foram conscientizados e de alguma maneira arrependeram-se de certa forma. E o arrependimento é um elemento importantíssimo, porque Allan Kardec pergunta na questão 990 do livro dos espíritos, se o arrependimento se dá no estado corporal ou no estado espiritual. Aqui nós vimos casos de arrependimentos que naturalmente desviaram aqueles espíritos daquela daqueles objetivos nefastos. Isso só pode ocorrer com uma mudança e de tomada de consciência. Então, no estado espiritual, então a os espíritos responde que no estado espiritual acontece, mas também acontece no estado corporal, quando nós compreendemos efetivamente a diferença entre o bem e o mal. E aí podemos perguntar-nos dentro da da dessa desse predomínio das sombras que carregamos nas nossas imperfeições, do bem que queremos alcançar, terá tempo, então enquanto estamos aqui encarnados na nossa experiência do esquecimento provisório desse nosso passado, às vezes cometendo muitos delitos, será o momento então de buscarmos fazer esta esse mergulho em nós mesmos para buscarmos este autoconhecimento. esta autoiluminação e nos arrependermos desde já, como convocava na época eh João Batista pregando pelo deserto. Arrependei-vos, o reino dos céus está próximo, né, já naquela época, né? Mas até hoje ainda nós estamos eh sendo chamados muito para as paixões de solventes, que nos esquecemos deste fator aí de modificação das nossas vidas. Então, Manuel Filomeno fala que
quela época, né? Mas até hoje ainda nós estamos eh sendo chamados muito para as paixões de solventes, que nos esquecemos deste fator aí de modificação das nossas vidas. Então, Manuel Filomeno fala que esta aparente vitória do mal, que muitas pessoas consideram que o Predo que está dominando o mundo, embora haja uma predominância efetivamente do mal, mas ele é transitório, porque ele vai ele vai acontecer enquanto o bem não tomar o lugar dele. E o futuro do nosso planeta, ele já está definido. Este futuro será um futuro onde os mansos herdarão a terra, conforme disse Jesus. Portanto, o esforço daqueles que estamos buscando participar deste novo momento de renovação, desta nova fase de regeneração do planeta, vai depender de muito sacrifício, sem dúvida, na construção e na edificação deste nosso mundo interior. Então essa parente vitória do mal é porque nasce da ignorância das pessoas, né, encarnadas ou desencarnadas, daqueles instintos primários que ainda carregamos que nos prendem a determinadas paixões. E assim nós deixamos de cumprir eh os chamamentos que nos chegam muitas vezes por parte da divindade, conduzindo-nos para novos caminhos. Mas Manuel Filomeno fala uma frase aqui que nos deixa esperançosos. Ele diz que felizmente cresce o número dos que se sentem atraídos pela verdade. Ora, sermos atraídos pela verdade vai naturalmente de nós identificarmos esta atração que nos chama. E a maioria, na maioria das vezes, como aconteceu aqui com esses espíritos e acontece conosco, muitas vezes nós estamos buscando a verdade porque já estamos cansados de sofrer. Já tivemos tantas dores pela pelo vazio existencial, pelos prazeres momentâneos que não prevalecem na nossa satisfação perene. o desencanto, a amargura que nós vivemos, as frustrações que nós carregamos, chega um momento que nós cansamos disso e aí nos dá uma vontade que vem também do estímulo da da de Deus que está agravada, cuja lei está agravada em nossa consciência e vai do esforço do nosso guia espiritual também,
que nós cansamos disso e aí nos dá uma vontade que vem também do estímulo da da de Deus que está agravada, cuja lei está agravada em nossa consciência e vai do esforço do nosso guia espiritual também, pobrezinho que sofre com a gente, né, tentando nos estimular a buscarmos o caminho das coisas melhores. E para isso, então, nós precisamos aprender a fazer aquele mergulho, já que nos falava Sócrates na antiguidade, né? E que lá no livro dos espíritos, Allan Kardec vai fazer uma provocação perguntando para eles: "Qual é o meio mais prático que o homem pode utilizar para melhorar nesta vida e resistir à atração do mal?" E os espíritos responderam: sábio da antiguidade volo disse: "Conhece-te a ti mesmo". Ora, não é fácil isso, porque nós estamos muito voltados para fazer diagnósticos do mundo de fora, inclusive levantar as nossas críticas ao que está acontecendo, apontar o dedo àquelas pessoas que estão no mal ou desviados de alguma forma dos seus deveres morais, eh, buscando seus interesses no mundo e esquecendo de fazer este mergulho em nós mesmos, porque tem que ter coragem para fazer fazer isso. Coragem de enfrentar as próprias imperfeições, as próprias fraquezas, as debilidades que nós muitas vezes deixamos de reconhecer que nós possuímos. Nós não admitimos que temos certas fraquezas, certas imperfeições, até que vem um amigo inimigo de nós e nos atira no rosto aquela deficiência que nós temos e nós ficamos muito chateados, às vezes até reagimos contra a pessoa, mas é um amigo que chegou para nos despertar para a verdade, uma verdade que não queremos aceitar. Então, claro, se nós fazemos esta busca interior, nós vamos encontrar as virtudes que nós já possuímos ou que estão latentes dentro de nós e fazer com que elas possam aflorar de alguma maneira na nossa maneira de agir e na nossa vida no geral. Então, o interesse pessoal é um dos maiores inimigos da nossa aquisição de virtudes. Não é por outra razão que Allan Kardec também vai nos colocar na questão 895 do livro dos
e na nossa vida no geral. Então, o interesse pessoal é um dos maiores inimigos da nossa aquisição de virtudes. Não é por outra razão que Allan Kardec também vai nos colocar na questão 895 do livro dos espíritos uma pergunta que nos leva a raciocinar sobre isso. Postos de lado, os defeitos, diz ele, e os vícios acerca dos quais ninguém se pode equivocar. Qual o sinal mais característico da imperfeição? E a resposta é curta, o interesse pessoal. Quando o nosso interesse pessoal prevalece sobre o bem-estar nosso mesmo e das pessoas que nos rodeiam, nós estamos trabalhando em prejuízo nosso, em prejuízo das pessoas. E dessa maneira isso nos exige um reconhecimento deste desta atitude egoística, orgulhosa, enfim, como pode ser caracterizada aí e buscarmos as virtudes que vão nos colocar nos patamares próprios de uma vida mais feliz, de uma vida mais tranquila, de uma consciência mais renovada. E esta virtude, ela ela naturalmente contará com a conquista primeiro de nós resistirmos a esses arrastamentos morais que nos levam ao desequilíbrio, aquelas atrações que nos chamam de dentro das imperfeições que nós carregamos. a resistência moral. Nós precisamos disso para vencermos a nós mesmos primeiro. E ao nos vencermos e eliminando os pontos de sintonia dessas imperfeições com o que vem de fora e que chega até nós, inclusive os nossos inimigos do passado, espíritos que nos perseguem, eles vão nos encontrar numa condição mental mais elevada. a influência será muito mais suave do que se eles nos encontram no campo dos vícios morais ou nos vícios materiais também. Então, meus irmãos, tenhamos tempo, como dizem os espíritos, resistamos ao mal. Busquemos Jesus como a fonte da nossa inspiração. Ele é o nosso modelo e guia e nos dá toda a força necessária para superarmos tudo isso no tempo que nós desejarmos, porque depende do nosso esforço. Então, queridos amigos, encerramos aqui os nossos comentários, preparando-nos para o próximo estudo, que vai nos trazer o caso de Lício, que já foi também
desejarmos, porque depende do nosso esforço. Então, queridos amigos, encerramos aqui os nossos comentários, preparando-nos para o próximo estudo, que vai nos trazer o caso de Lício, que já foi também anunciado aí pela Tânia. Que Jesus então nos nos abençoe e nos fortaleça na sua paz e no seu amor eh incondicional. Obrigado a todos. >> Obrigada você, Lincom. Certamente hoje nós tivemos uma grandiosa aula, porque essas reflexões todas que você nos apontou agora, eh, nos falando acerca das virtudes e o quanto essas e todo esse trabalho que o Manuel Flomeno de Finanda faz, nós vemos quanto eh ele tem essa capacidade, juntamente com os benfeitores, de nos fazer esses apontamentos de forma amorosa, né? Porque sem sombra de dúvida eles estão nos falando sobre a as falhas, os equívocos, os erros humanos, né? O erro do ponto de vista do errar o alvo, né? Do pecado, como essa ideia. E você me fez lembrar assim, Lincolora desse grupo e de todos nós que a muito a admiramos e muito aprendemos com ela, Sueli Calda Schuber, quando nós inauguramos lá atrás o nosso estudo, ainda estudando a obra primeira, né, no rumo do mundo de regeneração, ela nos disse para que nós pudéssemos olhar para aquele estudo como advertências fraternas que os benfeitores nos fazem para que nós possamos não errar o alvo, né, ou aprender com aqueles e conosco, certamente, porque também temos essa bagagem no nosso passado espiritual. Então, queridos amigos, foi uma grande alegria dividir esse encontro com vocês, com todos aqui que estão conosco aqui, que nós vemos os comentários, que possamos nos preparar paraa segunda parte na próxima semana. Um grande abraço, uma semana abençoada e até o próximo encontro. Até lá. Ciao. Ciao.
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