T5:E11 • Nas Fronteiras da Loucura • Morrer e libertar-se
» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 05: Nas Fronteiras da Loucura (Philomeno de Miranda) • Episódio 11: Morrer e libertar-se (Capítulo 10) » Host/resumo: Gisele Risso » Aprofundamentos: Lincoln Barros de Sousa e Tânia Menezes
Boa noite, queridos amigos e amigas que nos acompanham nesse estudo semanal. Nós do grupo de estudos online Sueli Caldas Schuber, damos as boas-vindas a todos. Hoje conosco temos os queridos irmãos Lincoln e Tânia, onde irão nos conduzir nos aprofundamentos do capítulo 10 da obra. Antes então de darmos início ao resumo e posteriormente ao estudo, convidamos a todos para nos unirmos em oração. Amado Mestre Jesus, queridos amigos e benfeitores que conduzem este estudo há tanto tempo. Agradecemos pela proteção, pelo amparo, pelas bênçãos diárias que recebemos em nossas vidas. que essa luz que nos chega do alto e que podemos sentir a presença dos amigos espirituais conosco possam envolver os corações de todos nós reunidos virtualmente em nome de Jesus. Gratidão ao mentor espiritual Filomeno de Miranda, a nossa querida Sueli, Adivaldo, a Jesus por essas lições benditas que nos esclarecem, que nos consolam, que nos relembram o verdadeiro sentido das nossas existências aqui na Terra. Conduz-nos, Senhor, nos estudos desta noite, para que possamos alcançar os corações e as mentes encarnadas e desencarnadas com a luz do seu evangelho. Que assim seja. Então, nós vamos apresentar o resumo do capítulo 10 intitulado Morrer e Libertar-se. É um capítulo dolorido, é um capítulo grave que nós ficamos divagando ao ler na ocorrência, nas ocorrências que o mentor nos traz. Porque todos temos convivência, conhecimento de pessoas, amigos, familiares que se não passaram por situações iguais, talvez similares. Então fica o alerta, né, para todos nós desses fatos para que possamos estar vigilantes. Então, inicia Filomeno de Miranda narrando a respeito de um comperador no mundo espiritual que vem então até onde eles se encontravam para informar ao mentor sobre uma ocorrência muito dolorosa que exigia sua presença generosa e sábia e que depois dele registrar o local da do acontecimento, ele convidou a todos os três para que o acompanhas até o local. Estava a regular distância onde eles então se dirigiram. E logo chegando
sábia e que depois dele registrar o local da do acontecimento, ele convidou a todos os três para que o acompanhas até o local. Estava a regular distância onde eles então se dirigiram. E logo chegando viram uma agitação, um aglomerado espiritual de características inferiores. A psicosfera era densa, tinha odores carregados e e desagradáveis. A turbamulta discutia de forma calorada e alguns dos truculentos marginais desencarnados disputavam direitos sobre as pessoas que tombaram no lutuoso acontecimento. A menos de 100 m. Eles foram recebidos pelo irmão Agenor, encarregado do atendimento naquela área com o grupo de servidores, que de pronto sintetizou a ocorrência trágica. Se tratava então de cinco jovens que pareciam embriagados e trafegavam com velocidade quando outro veículo fez uma ultrapassagem rápida. O mesmo não concluiu o lance quando freou violentamente em razão de um obstáculo à frente, como também desenvolvesse alta velocidade e foi tomado pelo imprevisto, o jovem que vinha atrás tentou desviar, subiu no passeio e se chocou contra a balaustrada. O golpe muito forte rompeu a proteção, indo o carro cair nas águas lodosas do mangue, perecendo seus ocupantes. Os os mentores, os trabalhadores do mundo espiritual já se encontravam próximos do local, quando veio ao instrutor uma veneranda mulher desencarnada, que saudou a todos e sintetizou comovida, dizendo: "A parda da compaixão que me inspiram os jovens, ora tombados nesse trágico insucesso por por imprevidência, sofro o drama que h se inicia. com meu neto, rapazote de 17 anos, cujo corpo jaz no fundo do pântano entre os ferros retrocidos do veículo destroçado. Na leviandade juvenil, deixou-se arrastar por companheiros igualmente irresponsáveis, vindo a ser colhido pelo infalusto desfecho que presenciamos. Porque me encontrasse em serviço local próximo. Senti a mente do netinho transvairado no excesso das alegrias dissolventes. Fui atraída pelo impositivo dos vínculos que nos mantém unidos minutos antes e percebi o que se sucederia.
ço local próximo. Senti a mente do netinho transvairado no excesso das alegrias dissolventes. Fui atraída pelo impositivo dos vínculos que nos mantém unidos minutos antes e percebi o que se sucederia. Tentei induzi-lo a interferir com o amigo para que diminuísse a velocidade e não consegui. Inspirei-o a que mandasse parar sob a justificativa de alguma razão, porque estivesse indisposto e não logrei resultado. A sua mente parecia entorpecida, não me registrando o pensamento. Acompanhei a tragédia sem nada poder fazer. Receio agora que ele e os outros venham a cair nas mãos dos irmãos infelizes, vampirizadores das últimas energias orgânicas que se preparam para os assaltar. Dr. Bezerra de Menezes tranquiliza a senhora com breves apontamentos e os a equipe espiritual quando foi vista pelos espíritos infelizes receberam eh absurdas imprecações, xingamentos. Eles eram em quatro servidores em nome do bem, enquanto os agressores formavam uma ordem expressiva, ruidosa, extremamente agressiva. O amigo induziu os trabalhadores de Jesus mentalmente que se mantivessem em harmonia íntima e a confiança integral para evitar qualquer sintonia com aqueles espíritos rebeldes que estavam incitando reações indevidas. E aí esses espíritos infelizes diziam: "Chegav, chegaram os salvadores e um couro de blasfêmia estruiu no ar. Punhos se levantaram cerrados e as agressões verbais se sucederam ameaçadoras". E eles continuavam dizendo: "Vamos formar uma muralha em tornos em torno deles. Vamos impedir que eles se intrometam em nossos direitos." E aí então Filomeno de Miranda, percebendo o semblante do instrutor que orava quando também fazia o mesmo, observa que o mentor subitamente se transfigurou. Uma luz irradiante dele se exteriorou, débil a princípio e forte a seguir, envolvendo-os a todos os quatro, enquanto começaram a cair leves floculos de delicadíssima substância, igualmente luminosa, que parecia provocar choques na malta irreverente, graças às descontroladas reações que eclodiam no desespero que os
o começaram a cair leves floculos de delicadíssima substância, igualmente luminosa, que parecia provocar choques na malta irreverente, graças às descontroladas reações que eclodiam no desespero que os assaltou. de repente. E aí então essa turba de espíritos infelizes dizia: "São feiticeiros perigosos, são anjos". Outros diziam: "São anjos de Deus que nos podem socorrer. São apenas mágicos que se utilizam de forças mentais que não nos intimidam." E aí diziam: "Os desgraçados que acabam de morrer são nossos e daqui não arredaremos o pé. As sentenças ensurdecedoras prosseguiam enquanto se intensificava a divina resposta a prece ungida de amor. Um clarão mais forte fez-se de inopino, que atemorizou a súcia furibunda, que se dispersou em verdadeira alucinação. Rapidamente diluiu a treva densa e desapareceram os comensais da maldade, vítimas de si mesmos, que eram, ficando o ambiente respirável. Permanecia em Filomeno de Miranda impressões fortes da cena de disputa. Eram vagabundos e seres feeninos, animalescos, lupinos, simcos, enquanto os que preservavam as formas, embora com anomalias, estavam andrajosos e sujos, formando um quadro dantesco realmente apavorante. Pelo menos já possuí alguma experiência nas regiões inferiores, em outras tarefas de assistência, mas, no entanto, aqueles grupos vitalizados por essas emanações humanas no desenfreio da urgia, pareciam-lhe mais horripilantes e temerosas. O benfeitor, percebendo a perplexidade de Filomeno de Miranda ao anotar o acontecimento, veio para esclarecimento, dizendo: "Não estranhe, irmão Miranda, a nossa atitude de silêncio, nem a interprete como indiferença a dor do próximo. Nossos irmãos doentes não se encontram em desvalimento. O auxílio do alto nunca falta. Este não é o momento de socorrê-los. A nossa tarefa aqui tem outra finalidade que devemos atender com presteza. O apelo de ajuda resulta-lhes no momento do medo e não de um sincero desejo de renovação. Todos respiramos o clima dos interesses que sustentamos.
em outra finalidade que devemos atender com presteza. O apelo de ajuda resulta-lhes no momento do medo e não de um sincero desejo de renovação. Todos respiramos o clima dos interesses que sustentamos. A palavra, advertência e esclarecimento alcançou o Filomeno no momento próprio, liberando e fazendo fixar o pensamento no pai criador. Quanto mais violentos e vulgares os comportamentos humanos, mais fáceis presas fazem-se as criaturas submetidas aos seus algozes desencarnados. exploram-lhe as energias, os espíritos que, por sua vez, passam a depender das vítimas em parasitose, inditosa e desequilibrada. Entanto os cooperadores do mundo maior que foram em auxílio, alguns enviados do posto central, que captou a oração superior, eram habilidosos em diversos tipos de salvamento, inclusive naquele gênero de acidentes. Os que chegaram do posto se haviam unido antes de uma rede especial e apresentaram-se. O mentor convidou-os à concentração e desceram ao fundo do mangue, repleto de resíduos negros densamente pastos. Betume e resto de solventes, petróleo bruto, misturavam-se no solo vestimento do canal onde o veículo mergulhou, no qual permaneciam asfixiados os moços. Quatro operadores distenderam a rede que se fez luminosa à medida que descia suavemente sobre os despojos, superando a escuridão compacta. Observou então o mentor a cercar-se dos corpos, alguns deles lacerados, com fraturas internas e externas, estampando no rosto as marcas dos últimos momentos físicos. Fortemente mantados ao corpo, os espíritos lutavam em desespero frenético em tentativas inúteis de sobrevivência. morriam e ressuscitavam, remoendo em contínuos estertores. Se gritavam por socorro, experimentavam a água pútrida, dominar-lhes as vias respiratórias, desmaiando em angústias lancinantes. O motorista falecera no momento do choque, quando golpeou a cabeça, sofrendo imediata concussão cerebral. A avozinha, que emergira conosco com os mentores, procurou cooperar no deslinde dos espíritos em aturdimento, auxiliando
mento do choque, quando golpeou a cabeça, sofrendo imediata concussão cerebral. A avozinha, que emergira conosco com os mentores, procurou cooperar no deslinde dos espíritos em aturdimento, auxiliando com imensa ternura os recém- desencarnados, por fim, cuidando carinhosamente do netinho em agonia indescritível. Sob o comando seguro, os lidadores destrinçaram os laços mais vigorosos enquanto colocavam os espíritos na rede protetora, que foi erguida à superfície do mangue, da onde foram então transferidos para as padiolas que já os aguardavam. A equipe de salvamento prosseguiu liberando os condutos que mantiveram os corpos vivos sob a energia vital do espírito. Interrompida comunicação física, permaneciam poderosos liames que se desfaziam somente à medida em que se iniciasse o processo de decomposição cadavérica em tempo nunca inferior a 50 horas. E considerando-se as circunstâncias em que se deu a desencarnação, no caso muito violenta, em período bem mais largo, não há mortes iguais, tendo-se em conta as conquistas morais de cada pessoa, os os requisitos espirituais que a cada qual tipificam, os apegos ou não à matéria, as fixações e os jogos de interesse, as dependências físicas e mentais. A desencarnação varia de um a outro homem que experimenta perturbação correspondente em tempo ao estado íntimo em que se situa. Morrer nem sempre significa libertar-se. A morte é orgânica, mas a libertação é de natureza espiritual. Por isso, essa turbação espiritual pode demorar breves minutos nos espíritos nobres, como decorrência da grande cirurgia e até séculos. nos mais embrutecidos que se não dão conta do que sucede nas desencarnações violentas, o período e intensidade de desajuste espiritual correspondem à responsabilidade que envolveu o processo fatal. A operação de desintegração dos laços fluídicos com os despojos físicos que ali se realizava demorou por meia hora aproximadamente. então os mentores ao terminá-lo e Filomeno se comoove com a ternura com a com que a avó envolvia um neto
s fluídicos com os despojos físicos que ali se realizava demorou por meia hora aproximadamente. então os mentores ao terminá-lo e Filomeno se comoove com a ternura com a com que a avó envolvia um neto adormecido que estremecia de momento a momento, sob efeito das reações venenosas remanescentes do corpo de que se despojara. Curiosos de um lado e de outro da vida, confabulavam, enquanto alguns apresentavam informes e explicações. "Partamos daqui", determinou o orientador, "pois nada mais há que fazer. O sol brilhava sobre a cidade em meio repuliço, apesar da música bulhenta em algumas avenidas, e o desfile que prosseguia interminável. Então agora depois do resumo, passamos para ouvir o nosso querido Lincoln nos seus aprofundamentos. Boa noite, querido Lincoln, seja bem-vindo. Boa noite, Gi. Boa noite a querida Tânia. Assim como damos a a nossa saudação carinhosa aos corações que nos acompanham nesses estudos das obras de Manuel Filomeno, inspirados no desejo que cada um de nós tem de ampliar os nossos horizontes de conhecimento, libertando-nos cada vez mais naturalmente daquilo que nos é desconhecido, ou seja, da ignorância e galgando elementos mais precisos. prisos no entendimento da vida de nós mesmos, do próximo e, finalmente de Deus, sem dúvida, o Pai de bondade e justiça que nos envolve a todos. Nessa parte inicial aqui do texto, nós já verificamos uma integração muito grande entre os dois planos da vida, porque enquanto os desfiles das escolas de samba continuavam, no posto central, as atividades eram intensas, acolhendo ali os espíritos que, por diversas razões, chegavam ou eram trazidos para serem atendidos na assistência competente E então nós vemos que o mundo espiritual ele não está lá, né? Lá o mundo espiritual ele está aqui entre nós. Neste momento em que cada um de nós está dedicando-se a esses estudos, temos eh espíritos bons nos acompanhando também, estimulando-nos a essa aprendizagem. E este acidente que aconteceu com os jovens trouxe então ao palco dessa
de nós está dedicando-se a esses estudos, temos eh espíritos bons nos acompanhando também, estimulando-nos a essa aprendizagem. E este acidente que aconteceu com os jovens trouxe então ao palco dessa narrativa de Manuel Fernando de Miranda a presença de uma avó que foi mentalmente chamada ou atraída pelo seu neto que estava em vias de sofrer um acidente. E aqui vamos destacar o primeiro aspecto dessa parte inicial do texto, que é justamente esta comunicabilidade que existe aí entre os seres desencarnados e os encarnados. Aquela avó tentou por duas vezes, como vimos aí na na descrição que a a Gisele nos apresentou, por duas vezes ela tentou chegar à mente do seu neto, tentando fazer com que ele pudesse avisar os amigos, alertá-los de alguma forma o condutor daquele veículo para que ele diminuísse a velocidade. Enfim, depois ela tentou eh também que ele avisasse aquele motorista para que ele parasse, alegando que ele estava passando mal, que precisava parar. Enfim, a avó não conseguiu alcançar a mente do seu neto e aí culminou no que aconteceu, conforme já foi informado com a desencarnação dos cinco jovens, quando o veículo caiu eh dentro do mangue. Então, é importante nós nos eh debruçarmos um pouco sobre esses aspectos da intervenção dos espíritos no mundo corpóreo, como aliás a Allan Kardec estuda no capítulo 9 da segunda parte do livro dos espíritos, em uma questão que sempre deveremos consultar eh em nossos estudos, em nossas reflexões. É uma questão muito conhecida, muito mencionada inclusive em palestras, em comentários de grupo de estudos. justamente a questão 459, onde Allan Kardec pergunta se os espíritos influem em nossos pensamentos e em nossos atos. E a resposta dos espíritos, ela tem que nos fazer refletir muito profundamente a respeito disso, porque eles dizem que essa eles influenciam muito mais do que nós imaginamos. Influenciam a tal ponto que normalmente são eles que nos dirigem. Então, vejamos eh como acontece de uma forma muito persistente esta influência
essa eles influenciam muito mais do que nós imaginamos. Influenciam a tal ponto que normalmente são eles que nos dirigem. Então, vejamos eh como acontece de uma forma muito persistente esta influência deste mundo espiritual sobre o mundo material, sobre as das mentes desencarnadas, sobre as mentes encarnadas. E é por isso que Allan Kardec nos informa o livro dos médiuns que de uma ou no livro dos espíritos que de uma forma ou de outra todos nós somos médiuns em grau maior ou menor porque todos participamos deste processo de captações intuitivas dos pensamentos que nos vêm das mentes desencarnadas. Então, diante disso, é natural que nós procuremos atender aqui a recomendação do Cristo em relação à nossa vigilância, para que não permitamos que se adentre à nossa casa mental aquelas influências que possam prejudicar o andamento normal do nosso processo de reeducação espiritual. Porque esta casa mental, ela tem uma chave que deve ser, digamos, trancada essa porta. que é a chave da vigilância. E naturalmente cada um de nós buscará eh colocar a sua fortaleza íntima nesse processo de vigilância. Mas como nós vamos nos livrar dessas influências dos maus espíritos? Primeiramente pela nossa renovação mental. Sem dúvida. No livro dos médiuns, na parte segunda, na questão 254, o Kardec, os espíritos têm oportunidade de mencionar a uma pergunta que Allan Kardec fez, que o mais poderoso meio de combater a influência dos maus espíritos é fazer exatamente a aproximação mais possível da natureza dos bons. Então, nós precisamos fazer as nossas mentalizações, as nossas vibrações, as nossas elaborações mentais em nível de natureza dos bons. Porque não tendo este vínculo com os bons espíritos, especialmente o nosso espírito protetor, nós estaremos numa faixa de sintonia que é uma espécie de vacinação contra as influências mais complexas que podem chegar tentando prejudicá-los. Naturalmente, como nós somos seres ainda muito invigilantes, ora estamos em níveis mais elevados desse processo de mentalização e ora
nfluências mais complexas que podem chegar tentando prejudicá-los. Naturalmente, como nós somos seres ainda muito invigilantes, ora estamos em níveis mais elevados desse processo de mentalização e ora estamos também em nível menos elevado em função da da própria dinâmica da vida, das problemáticas que nós enfrentamos, muitas vezes estados de desânimo ou de tristeza, eh, conduzindo-nos a a um a uma determinada vigilância. Esta é a porta aberta que nós deixamos. Então, nós vimos que aquela vozinha não alcançou a mente do seu neto porque ela estava totalmente focada, longe de um elemento qualquer positivo ou de elevação que consero. André Luiz, inclusive no livro Estude e Viva, recomendamos até uma leitura desse texto que se chama Influenciações espirituais sutis. Ele ali nos apresenta alguns exemplos que podem caracterizar uma situação em que nós estejamos sendo influenciados por espíritos, sejam inimigos nossos ou inimigos do bem ou espíritos eh de que de uma forma ou de outra, por estarem desocupados, digamos, da vida, como falamos, se divertem em influenciar as pessoas que estão à sua volta. Ele fala então em na em uma parte desse texto que determinadas determinados quadros mentais ou emocionais que nós apresentamos podem de repente caracterizar uma espécie de influenciação eh sutil que tenta penetrar em nosso campo mental. Por exemplo, eh uma dificuldade muito grande de concentração em motivos otimistas. Nós estamos sempre pensando de forma pessimista as questões da vida, se analisar esses elementos eh de provas que nós enfrentamos como educativos de todos nós. Eh, a ausência de um ambiente íntimo para levar-se em oração, a dificuldade de articular com uma vinculação mais próxima com a divindade através das nossas orações. Então, eh, aborrecimentos fáceis, assim, coisas que nos aborrecem, eh, pessimismos, eh, hipermotividade ou uma depressão, são elementos que podem traduzir alguma influenciação que nos chega de alguma forma. Então, amigos, são convites que se faz a todos nós para que nós tenhamos
mos, eh, hipermotividade ou uma depressão, são elementos que podem traduzir alguma influenciação que nos chega de alguma forma. Então, amigos, são convites que se faz a todos nós para que nós tenhamos a nossa vigilância desta chamada casa mental. E André Luiz tem um um parágrafo deste deste desta mensagem do livro Estude e Viva, que ele diz o seguinte: "Não se sabe o que tem causado maior dano à humanidade se essas obsessões espetaculares, individuais ou coletivas que acontecem, que todos percebem e são evidentes, eh, ou aquelas meio obsessões de quase obsidiados, despercebidas pela sutileza com que penetram a nossa mente. Então, nós vemos que essas essas influenciações sutis elasu de alguma maneira eh retiram as nossas energias, os nossos impulsos de mentalização para o bem e nos colocam sob a influência de legiões de espíritos ou espíritas que querem prejudicá-los. Então, a obsessão é um fato comum, acontece no nosso dia a dia, temos que ter muito cuidado em relação a isso, inclusive aqueles processos de ataques que nós recebemos através de pessoas que estão ao nosso lado. Muitas vezes, quando nós não permitimos diretamente um processo de abordagem de um espírito que queira prejudicar-nos, ele vale-se então de outras pessoas do nosso círculo de ação que eventualmente tenha um canal mais aberto ou invigilante para de alguma forma nos atacar, especialmente aquelas pessoas que não têm muito afeto por nós, são aqueles agressores muitas vezes que nos chegam. Então, a obsessão é um campo que existe no nosso planeta hoje, como inclusive Manuel Filomeno em determinado momento chama eh essa situação de uma obsessão pandêmica, tal a gravidade desses elementos que estão dentro eh da nossa humanidade nos dias de hoje, em todos os países. E vamos deixar aqui apenas como registro eh uma obsessão das mais graves e coletivas que aconteceram que justamente eh me veio à mente quando eh nós lemos neste neste neste capítulo as palavras de um dos espíritos que estavam presentes naquele círculo que
o das mais graves e coletivas que aconteceram que justamente eh me veio à mente quando eh nós lemos neste neste neste capítulo as palavras de um dos espíritos que estavam presentes naquele círculo que envolveram eh os quatro benfeitores, onde um, como diz Manuel Filomeno, um atrevido perseguidor disse o seguinte: "Chegaram os salvadores, vem em nome do crucificado, que nem a si mesmo sequer se salvou". Vejam o atrevimento eh do do espírito infeliz ao dirigir-se à crucificação do Cristo, eh dizendo que ele não conseguiu salvar-se nem a si mesmo. Como poderia salvar a outros? Esta é uma opinião dita por um espírito desencarnado, mas poderá estar transitando pelas mentes de pessoas encarnadas também, desvalorizando ou desqualificando eh o papel do Cristo como divisor da história. Naturalmente sabemos que ele deixou se inolar na cruz como um elemento essencial para alcançar em profundidade as consciências dos homens, para que analisassem ao longo da história, verificando o conteúdo eh do seu evangelho colocado pelos evangelistas, os exemplos de vida que ele deu, a humildade e o amor inconvenável que ele dedicou à humanidade para que eles reconhecessem isso Isso um uma um exemplo extremo de amor que um espírito elevado pode entregar em favor de todos nós. Então, ele apresentou essa situação, permitiu-se condenado e crucificado. Então, nós nós vamos verificar que a a o espírito Amélia Rodrigues, ao analisar essa questão, ela escreveu no livro Quando Voltar à Primavera, um capítulo justamente dedicado a analisar este processo de calvário e obsessão. E ali ela demonstra como aquela coletividade estava influenciada por espíritos. E ela escreveu que os adversários da liberdade espiritual da Terra em desgoverno no mundo espiritual dominaram os que se não armaram de vigilância e equilíbrio naqueles momentos, tornando-se fáceis presas do anticristo, a fim de que a tragédia do Gógota se consumasse. Tomamos apenas uma frase desta obra para deixar deixar registrado aqui. Então, eh, um dos grandes exemplos de uma
nando-se fáceis presas do anticristo, a fim de que a tragédia do Gógota se consumasse. Tomamos apenas uma frase desta obra para deixar deixar registrado aqui. Então, eh, um dos grandes exemplos de uma obsessão coletiva que aconteceu em nossa história. Mas Allan Kardec também na revista espírita estudou vários casos desse tipo e nos apresentou para conhecimento. Então, verificamos, amigos, que isto acontece nos dias de hoje. Acontecem as obsessões eh individuais, mas acontecem também os processos obsessivos. eh coletivos. Um outro aspecto que nós poderíamos mencionar deste capítulo seria o valor da oração, a ação que a oração promove sobre todos nós e em torno de nós. Vimos aí o exemplo do benfeitor Bezerra de Menezes, estando ali com seu grupo, o irmão eh Agenor, Manuel Filomeno de Miranda e mais um outro irmão servidor que estava presente, os quatro envolvidos, como foi mencionado pela GI, por aquele grupo. E de repente o nosso querido benfeitor Bezerra mentalmente comunicou-se com os demais membros do grupo, pedindo a eles que se mantivessem serenos e confiantes, e começou a fazer uma oração sentida e silenciosa. Vejamos que nenhum deles se dirigiu à aquela turba, eh, respondendo às agressões que eles recebiam, eles fizeram, eles viraram a outra face, como dizia o Cristo, em resposta àquelas agressões que estavam recebendo, eles mantiveram o silêncio, entraram em oração e produziu-se então o fenômeno que já foi descrito aqui daqueles flocos delicados que caíam do céu e que de alguma forma produzia uma espécie ou uma sensação eh de queimadura nos espíritos que ali estavam. E no decorrer da da e durante a ocorrência aquilo foi eh demonstrando a divina resposta àquela prece que o nosso benfeitor apresentou. Então vemos aí um dos grandes exemplos de uma prece silenciosa, íntima, mas que envolve o grupo, eleva-se aos planos superiores da vida e a resposta se faz de imediato com a intercessão dos planos superiores para socorrer aqueles trabalhadores que ali estavam. de de tal forma que num
lve o grupo, eleva-se aos planos superiores da vida e a resposta se faz de imediato com a intercessão dos planos superiores para socorrer aqueles trabalhadores que ali estavam. de de tal forma que num determinado momento produziu-se um grande clarão e aquela turba se desfez, deixando aquele ambiente que passou então, como foi dito, a ser respirável. Então, irmãos, vemos aqui o valor da prece. Quando o Manuel Floreno coloca essa passagem, ele está também nos nos convidando para que nós mergulhemos também as nossas reflexões em torno do valor da oração em nossas vidas. Se nós estamos eh praticando este ato de vínculo com Deus, como diz eh Amélia Rodrigues também no livro Vivendo com Jesus, num texto maravilhoso chamado Glorificação pela Prece neste livro Vivendo com Jesus, que recomendamos também a sua leitura, dizendo que a prece ela dispensa palavras e fórmulas e necessita somente que nós mantenhamos uma comunhão mental com o nosso pai generoso. Isso é o bastante levando a Deus o mundo das nossas intenções melhores, no sentido de nos fortalecermos no bem e nas ações do bem. E esta emoção que levamos a Deus intimamente será ouvida, sem dúvida. Então, a oração, diz ela também, é o recurso mais valioso que existe para aproximar a criatura ao criador. Isso nos leva a concluir que é necessário eh buscarmos a prática diária deste contato com as nossas orações onde estivermos antes de ir dormir ou já na nossa cama para levar uma prece aos céus, rogando aí ajuda durante a noite para que tenhamos aí uma noite tranquila, possamos sair do corpo e visitar outros outros lugares onde possamos refazer-nos de alguma forma. Então, dentro daquelas três eh partes que se dirige à oração, como está no livro dos espíritos, na questão 659, que é louvar, pedir, agradecer, nós podemos exercitar esses três, esses três objetivos em cada uma das situações. E Amélia Rodrigues fala que essa epopeia da oração, ela ainda é ela é pouco vivenciada pelos seres humanos. nós não colocamos ela ainda eh dentro do
ês, esses três objetivos em cada uma das situações. E Amélia Rodrigues fala que essa epopeia da oração, ela ainda é ela é pouco vivenciada pelos seres humanos. nós não colocamos ela ainda eh dentro do da nossa rotina diária. E para isso Jesus nos apresentou um exemplo de oração que foi a oração dominical e que nós denominamos o Pai Nosso, que é a oração mais perfeita que se conhece, como diz no Evangelho Segundo o Espiritismo, é o mais perfeito modelo de concisão, uma obra prima, sublime e ao mesmo tempo simples. Então, sobre essa forma singela, Alan Kardec diz que ela resume todos os deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo. Então, vemos que nas duas primeiras palavras, Pai Nosso, já se pode colocar os três objetivos da oração. Quando colocamos ou quando falamos ou pronunciamos o nome do Pai, estamos reverenciando o nosso criador de bondade e misericórdia, louvando-o dentro da nossa estrutura mental. Quando nós falamos que este pai é nosso, estamos incluindo todos os todo o nosso próximo, todos os nossos irmãos em humanidade ou todos os nossos irmãos em espiritualidade, na grande família que somos nós espiritualmente falando. E a conjugação desses dessas duas palavras, eh, Pai Nosso, já significa dirigir-nos a essa entidade superior da vida, que é Deus, o nosso criador, para pedir-lhe algo daquilo que estamos necessitados para a nossa caminhada aqui na Terra, sejam os elementos próprios da coragem que nós precisamos, do vigor da nossa vitalidade em saúde física, em saúde espiritual, o discernimento Ento diante das verdades que vamos aprendendo para compreendê-las melhor, interpretá-las e colocá-las em prática em nossa vida, no dia a dia, são elementos que a oração nos permite de alguma forma criar uma sintonia de inspiração que vem do mundo espiritual em nosso favor. Além do que quando nós oramos ou mantemos a mente em estado de oração, nós também atraímos pessoas encarnadas que estão ao nosso lado. Pelas energias boas que são emitidas em torno de nós. De alguma
. Além do que quando nós oramos ou mantemos a mente em estado de oração, nós também atraímos pessoas encarnadas que estão ao nosso lado. Pelas energias boas que são emitidas em torno de nós. De alguma maneira, tornamos-nos vibratoriamente simpáticos aqueles que estão à nossa volta. Nós temos pessoas que são assim em relação a nós, aqueles indivíduos que nos dá uma alegria muito grande de estar próximos deles, de abraçá-los, de sentir-mos na sua companhia. Então, todos nós podemos de alguma maneira criar este ambiente mental dentro de nós e ambiental em torno de nós, beneficiando os nossos corações que caminham ao nosso lado. Aguardemos, portanto, amigos, essas duas principais lições que aqui deixamos a nossa vigilância mental com relação aquilo que passa pela nossa mente e as influências que eventualmente possamos sentir do mundo espiritual, entendendo que somos nós que escolhemos a companhia dos espíritos que estarão conosco quando estamos nas vibrações mais elevadas ou quando estamos nas vibrações mais inferiores do primitivismo ou das paixões. Então, não tenhamos dúvida, somos nós que chamamos a a companhia espiritual que estará vinculada ao nosso pensamento. E e o segundo elemento, este da oração, que deve merecer de nossa parte também uma atenção bastante acentuada. Deixamos essas duas, esses dois temas para as reflexões, desejando a todos que Jesus nos abençoe e prossiga inspirando a todos nós em nosso esforço de aprendizagem, de renovação íntima e transformação moral. Muita paz. Obrigada, Lincoln. Sempre muito oportunas as suas colocações, os seus aprofundamentos e na sua fala aqui me veio a frase, né? A gente conhece muito a frase: "Diz-me com quem andas que direi quem tu és". Aqui nós poderíamos dizer assim: "Diz-me o que pensas que direi quem te acompanha". Realmente algo para que a gente possa estar antenado. Então agora nós vamos passar paraa nossa querida Tânia. Querida, seja bem-vinda. A palavra está com você. Boa noite, querida Gisele, querido Lincol e a todos
lgo para que a gente possa estar antenado. Então agora nós vamos passar paraa nossa querida Tânia. Querida, seja bem-vinda. A palavra está com você. Boa noite, querida Gisele, querido Lincol e a todos os amigos e amigas que estão nos acompanhando no estudo desta maravilhosa obra. Nós buscamos mais dois capítulos para subsidiar os nossos aprofundamentos que Manuel Filomeno de Miranda traz em dois livros. Qual é o tema deste capítulo? Morrer e libertar-se. E aí nós vamos encontrar no livro Temas da Vida e da Morte o capítulo que é intitulado Morte e desencarnação, que nós recomendamos também a leitura. E nós temos no livro Reencontro com a vida o capítulo que é intitulado Despertar da Consciência no além túmulo. Para iniciar as nossas reflexões, eu queria trazer uma questão de O livro dos Espíritos, que é a de número 68. Essa questão está na parte primeira, no capítulo 4 do princípio vital e no tópico que é intitulado A vida e a morte. E Allan Kardec vai estar indagando aos benfeitores qual a causa da morte dos seres orgânicos. E a resposta é bem curta, esgotamento dos órgãos. Quando nós vamos para o que Filomeno apresenta na narrativa deste capítulo, a morte desses cinco jovens, ela não ocorreu pelo esgotamento dos órgãos, e sim mediante um acidente que foi exatamente em função do modo que eles se comportaram e que depois veio veio a culminância nesta fatalidade. E aí Filomeno vai estar trazendo para nós, em temas da vida e da morte que de acordo com os valores individuais que nós estamos cultivando ao longo da nossa caminhada, a morte ela pode ser antecipada ou postergada. Lembrando que neste capítulo houve a interferência da avó tentando fazer com que o seu neto pudesse apresentar alguma indisposição, fazer com que o amigo que estava na direção diminuísse a velocidade, mas a forma como eles se conduziam, a maneira do que foi o que cedeu à aquele momento, não permitia esta percepção da influência que estava sendo direcionada naquele momento. Ele encontrou-se com muita pertinência a
o eles se conduziam, a maneira do que foi o que cedeu à aquele momento, não permitia esta percepção da influência que estava sendo direcionada naquele momento. Ele encontrou-se com muita pertinência a questão 459 de O Livro dos Espíritos para reforçar que de fato essa influência ela vai acontecer, mas nós precisamos estar sintonizando com a esfera que está ao nosso redor. E aí vem uma pergunta que todos nós sabemos a resposta. De onde procedemos? Qual é a nossa origem? Nós viemos do mundo espiritual. Então a morte ela vai ser o caminho para o retorno à nossa verdadeira vida, à nossa origem. E aí quando nós vamos ao dicionário e buscamos a definição de morrer, lá nós encontramos que é deixar de viver e desencarnar é deixar a carne. E aí a gente pergunta: Morrer e desencarnar acontecem a da mes no mesmo instante? E de fato eu posso estar trabalhando para que ao morrer, ou seja, ao esgotar as nossas funções biológicas, eu possa automaticamente estar neste processo de libertação. Aí eu vou ler um trechinho que está neste livro Temas da Vida e da Morte, no capítulo morte e desencarnação, onde Miranda vai dizer assim: "Em outros casos, a desencarnação se inicia mesmo durante a vida física". Aquele que pensa que a desencarnação, essa libertação, é somente após a morte do corpo, se engana. se inicia mesmo durante a vida física, através das atitudes idealistas, missionárias, em que a abnegação, a renúncia, o sacrifício e o amor em dimensões mais amplas sutilizam o peso específico da organização. material, transformando as correntes de energia que transitam do ser espiritual para o corpo. Miranda está dizendo aqui para nós através desta informação que nós podemos levar a nossa vida de tal forma quando estamos no corpo físico que no momento do findar as funções orgânicas, nós possamos estar nos libertando destas impressões. da matéria e o nosso espírito ele seguir livre. Então, quantos não desejam com a morte a desencarnação? Ou seja, você seguir a sua caminhada sem estar revivendo essas impressões físicas.
s impressões. da matéria e o nosso espírito ele seguir livre. Então, quantos não desejam com a morte a desencarnação? Ou seja, você seguir a sua caminhada sem estar revivendo essas impressões físicas. Quantas vezes já ouvimos comunicações nas reuniões mediúnicas dos espíritos dizerem que sentem os vermes corroerem, que sentem todas aquelas perturbações que se dão no momento de deixar o corpo físico. E aí Miranda vai dizer que para que nós possamos a com a morte ter logo a nossa libertação, é necessário o merecimento. Mas de onde vem este merecimento? Ele vai estar justamente através daquilo que foi a nossa conduta, as nossas ações, o nosso modo de enfrentar as dificuldades e de também estar eh nos alimentando perante aquilo que é a verdadeira vida ou a vida do corpo físico. E aí, voltando a esses jovens que estavam tomados pelas bebidas, que vinham em alta velocidade, inclusive o que a avó tentava de alguma forma libertar da ação daqueles espíritos que desejam apenas esse fluido vital para poder satisfazer as suas necessidades. E aí a gente pensa que somente 17 anos. Ah, mas alguns quando retornam t no seu planejamento reencarnatório, naquela etapa de estar eh pensando em quanto tempo nós precisamos viver para poder atender ao programa que foi estabelecido. Pode ser menos de 17 anos, mais de 17 anos, mas nós sabemos que um acidente deste porte que foi desencadeado por atitudes impensadas, elas estão antecipando o retorno para o mundo espiritual. Então, este fluido vital, ele fica sendo desejado por estes espíritos. exatamente para poder lhes dar a vitalidade. E a voz estava ali exatamente para poder auxiliar no resgate dos espíritos para que os vampirizadores não se utilizassem daquele fluido. E aí nós vamos pensar no quanto em nossa caminhada nós de fato estamos trabalhando no naquilo que surge como os desafios, as propostas que foram estabelecidas para nós de maneira a não antecipar este retorno. e ficar com este fluido vital que não vai ser retirado de maneira brusca e talvez tenhamos que
como os desafios, as propostas que foram estabelecidas para nós de maneira a não antecipar este retorno. e ficar com este fluido vital que não vai ser retirado de maneira brusca e talvez tenhamos que passar um longo período em estado de perturbação. Aí nós temos lá em o livro dos espíritos, agora já na parte segunda, no capítulo terceiro, que tem como tema perturbação espiritual, Allan Kardec vai indagar na questão 163 se a alma ela tem consciência de si mesma imediatamente após deixar o corpo físico Ou seja, aqueles jovens que estavam no acidente, ocorrendo o acidente que foi fatal, eles imediatamente se conscientizam de que deixaram o corpo físico e o que os benfeitores vão estar respondendo imediatamente, não é bem o termo. alma passa algum tempo em estado de perturbação. E aí nós vamos fazer uma outra leitura agora no capítulo que é do livro Reencontro com a vida que é intitulado Despertar da Consciência no além túmulo, onde Miranda vai dizer assim: "O processo de liberação dos fluidos que fixam o espírito aos despojos materiais, é muito lento, especialmente quando a existência não transcorreu dentro dos padrões de comportamento ético, caracterizando-se pelos apegos às paixões e pela vivência dos sentidos sensoriais em detrimento das emoções transcendentes. Mais uma vez encontramos informações que podem nos nortear a partir de agora, se até então não pensávamos a respeito disso. E todos os dias nós ensaiamos este morrer quando nós dormimos, porque somos conduzidos ao mundo espiritual em processo de parcial liberação do nosso corpo e temos as vivências, trazemos estas impressões e às vezes soa para nós que foi um pesadelo. e que nós não sabemos exatamente definir se aquilo foi um encontro, se foi uma perturbação, se foi a zona para onde nós nos dirigimos. Mas todos esses dias, quando nós dormimos, nós já experimentamos o que é este processo. E nós sabemos da importância de estarmos nos preparando para este momento do sono. E por que não pensar no preparo que se faz necessário
ando nós dormimos, nós já experimentamos o que é este processo. E nós sabemos da importância de estarmos nos preparando para este momento do sono. E por que não pensar no preparo que se faz necessário para a nossa viagem de retorno? a verdadeira vida. Então, o que é que nós estamos fazendo em nosso cotidiano? Que tipo de preparo diariamente ou se ainda não penso em relação a isso? O momento é agora. E aí nós pensamos, né, se desejamos estar tendo um processo de libertação que seja mais rápido, é preciso fazer um investimento agora. E na nossa marcha evolutiva, nós temos a oportunidade de estarmos fazendo esta viagem interior diária, conforme a proposta de Santo Agostinho, para identificar aqueles pontos que ainda nos aproximam muito da matéria e que precisam ser debelados de nós. E aí, vamos refletir como foi esse dia hoje. Esse dia foi muito voltado à questões de ordem material. De que maneira eu estou investindo para minha vida espiritual e na condução daqueles com os quais eu assumi responsabilidades para que eles também desde cedo, crianças, adolescentes, possam valorizar a verdadeira vida e seguir o curso da sua existência no caminho para a verdadeira felicidade. E aí, caminhando para o final das nossas dos nossos aprofundamentos, nós trazemos ainda Manuel Filomeno de Miranda, temas da vida e da morte, quando ele traz a respeito do homem de bem que opta por uma conduta de libertação. E Allan Kardec vai apresentar este homem de bem lá em Evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo 17º, Sede perfeitos, quando nos caracteres da perfeição, o homem de bem é aquele que pratica a lei da justiça, do amor e da caridade na sua maior inteereza. E vemos que é a última lei que Allan Kardec vai destinar na apresentação das leis morais, parte terceira de O livro dos espíritos. Mas tem um detalhe que muitas vezes pode passar despercebido de nós quando Kardec fala deste homem de bem, que é justamente aquele que faz ao outro aquilo que gostaria que o outro fizesse na sua direção. Então, estar pensando se
s vezes pode passar despercebido de nós quando Kardec fala deste homem de bem, que é justamente aquele que faz ao outro aquilo que gostaria que o outro fizesse na sua direção. Então, estar pensando se de fato o amor ele perpassa a nas nossas ações, se temos sido pessoas justas, que estamos pensando também em relação às necessidades do nosso próximo e quais têm sido as nossas movimentações perante a justiça, o amor e a caridade e buscar se ainda ainda não tem um investimento de nossa parte, uma maior ação nesta direção. E de fato diz Miranda, este homem de bem, ele retorna feliz ao lar porque ele de fato soube cumprir os propósitos que foram estabelecidos, trabalhando na direção da das leis, que a lei divina é o que nós deveremos cultivar ao longo da nossa existência. conforme respondem os benfeitores na resposta à questão 614, a única e verdadeira para a felicidade do homem. Então, trabalhar no nosso cotidiano, investindo nesta jornada evolutiva, neste tempo que o Pai nos oferece a todo instante, com a oportunidade de retornar, porque lá em cima a fila é grande e nem sempre nós sabemos aproveitar. Vamos trazer os jovens estão em uma festa ou não em uma festa e aí fazem uso de bebidas alcoólicas, de drogas. E a sua consciência, ela fica afastada da realidade e depois cometem ações das quais vão se arrepender e que podem interromper essa jornada que poderia ter sido bem produtiva, bem na direção daqueles propósitos que foram elencados. Então, que possamos seguir pensando nesta preparação diária que precisamos ter, investindo em nossas ações para que sejamos felizes em nossas escolhas e puxando um pouco do que Lincol trouxe no final da sua abordagem, o quanto a oração é esse nosso grande recurso. para que diante de uma incerteza no caminho que devo escolher para poder trilhar, que busquemos na oração a clareza, a iluminação, o discernimento e possamos fazer as melhores escolhas, aquelas que darão bons frutos para todos nós, frutos que poderemos colher ainda. ainda na
ilhar, que busquemos na oração a clareza, a iluminação, o discernimento e possamos fazer as melhores escolhas, aquelas que darão bons frutos para todos nós, frutos que poderemos colher ainda. ainda na presente existência, mas se não for agora a nossa colheta, com certeza ela virá no futuro. Então, essas são as nossas considerações, agradecendo mais uma vez a Deus a oportunidade de estar aqui com vocês, partilhando um pouco dos nossos estudos e aprofundamentos. Obrigada, Tânia. Sempre muito prazeroso ouvi-la. As suas considerações também nos chamam a atenção para pontos muito importantes da nossa vida, né? E durante a sua fala sobre eh nós estamos morrendo um pouco a cada dia. Eu lembro uma vez Raul Teixeira dizendo que nós começamos a morrer no momento que nascemos. Eu falei: "Nossa, parece um tanto quanto trágico e pessimista, mas é a realidade". E aí nós temos aquela frase: "Morre-se como se vive". E como você disse, já que nós temos uma experiência, né, dessa morte quando dormimos, só a única diferença é que nós voltamos no dia seguinte e com a morte biológica nós não voltamos mais. Aí nós vamos poder observar como nós estamos. onde nós vamos, com quem nos encontramos, o que vamos fazer quando a nossa alma está parcialmente liberta do corpo para que a gente possa eh tomar conta de tudo isso antes de chegar a hora de voltar para casa, né? E podemos voltar com a consciência tranquila. Mais uma vez, obrigada, Lincol e Tânia. Obrigada a todos os amigos e amigas que nos acompanham, os comentários carinhosos. e que possamos servir firmes, juntos nesse propósito de conhecer mais a respeito das leis da vida e que possamos levar na prática esses ensinamentos tão valiosos. Um grande abraço a todos e até o próximo encontro.
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