T5:E17 • Nas Fronteiras da Loucura • Considerações sobre sessões mediúnicas

Mansão do Caminho 28/07/2024 (há 1 ano) 1:09:11 2,357 visualizações

» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 05: Nas Fronteiras da Loucura (Philomeno de Miranda) • Episódio 17: Considerações sobre sessões mediúnicas (Capítulo 16) » Host/Resumo: Gisele Risso » Aprofundamentos: Jussara Korngold e Marcelo Netto

Transcrição

Boa noite, queridos amigos, queridos irmãos que nos acompanham semanalmente nesse estudo online. Nós do grupo de estudo Sueli Calda Schuber damos boas-vindas a todos. Hoje estamos entre os corações queridos de Jusar e Marcelo para estudarmos o capítulo 16. Antes então de entrarmos no estudo do capítulo, convidamos a todos para a oração. Amado mestre Jesus, divino pastor de todos nós, te rogamos que possa nos conduzir nos pensamentos desta noite e que estejamos receíveis às bênçãos que nos chegam do mais alto para nos auxiliarem, a nos mantermos itimorados. na luta interna, também nas batalhas do dia a dia, nunca nos esquecendo da sua presença amiga e generosa entre nós. Agradecemos a equipe espiritual que coordena este estudo e que nos permite semanalmente nos reunimos em nome de Jesus para aprendermos, para relembrarmos os ensinos do mestre e assim para que a nossa vida seja mais leve. Que essa luz, Senhor Jesus, possa se estender a todos aqueles que conosco aqui estão conectados, aos nossos familiares, aos nossos lares, e que cada um possa receber aquilo que mais está precisando nesta noite. Fica conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Então nós vamos passar para o resumo e na sequência então daremos a palavra paraa Jusara e depois pro Marcelo para para os aprofundamentos. Esse capítulo intitulado Considerações sobre sessões mediúnicas. interessante que Filomeno de Miranda vai nos trazer o que Dr. Bezerra de Menezes vai apontar a respeito das sessões mediúnicas. Mas antes disso, ele também vai nos trazer a respeito da condição de recém desencarnados de Fábio e seu amigo. começa dizendo então que Fábio e seu e seu amigo se encontravam numa enfermaria em recuperação através da terapia do sono, mas que esse sono muito agitado e eles estavam experimentando dores muito intensas que faziam com que eles despertassem com a a face alucinada. Dois auxiliares atendiam a eles, pacientes tentando infundir-lhes paz através de palavras amigas que transpiravam com confiança. Quando então

e faziam com que eles despertassem com a a face alucinada. Dois auxiliares atendiam a eles, pacientes tentando infundir-lhes paz através de palavras amigas que transpiravam com confiança. Quando então Filomeno de Miranda, acompanhado de Dr. Bezerra de Menezes, se eh aproximam de ambos, Dr. Bezerra vai identificar a razão pela qual eles estão tão atormentados. Ele diz, então, Dr. Bezerra, que está chegada a hora da inumação cadavérica, do enterro e que as famílias estavam passando por um momento muito difícil, uma dor superlativa e que lamentavam o acontecimento e que aquilo estava dilaceros as suas almas. E eles chamavam nominalmente pelos desencarnados com exclamações de inconformismo, que acabava então transformando se transformando em agentes mentais dilaceradores que os alcançavam. Eles ouviam e não entendiam o que estava se passando. Eles não tinham ideia do que havia acontecido, nem sequer possuíam qualquer preparo para o retorno nessa circunstância. aplicou em Fábio, primeiramente, grande dose de energia anestesiante, que acabou o acalmando e fazendo depois o mesmo com o seu amigo que chorava em agonia, numa perturbação profunda. De imediato, então, Dr. Bezerra de Menezes vai nos elucidar. Este é um dos instantes mais difíceis para o recém- desencarnado que perdeu o corpo, sem dele libertar-se. Há, como é natural em casos desta e de ordem semelhante, um apego aos despojos físicos muito acentuado. Demais, os vínculos familiares são fortes cadeias que amarram as criaturas umas às outras. Nestas horas mais poderosos, quando se percebe a nulidade de qualquer recurso que atenue a angústia de uma separação que muitos ainda supõem ser eterna. A morte em tais situações se transforma em fator preponderante de neuroses, de psicoses mais profundas que conduzem à loucura e aos suicídios. E aí ele vai salientar que ao espiritismo com a sua estrutura ético-religosa firmada no Evangelho de Jesus, cabe a grandiosa tarefa de diluir das mentes o pavor da morte, educando os homens sobre

ios. E aí ele vai salientar que ao espiritismo com a sua estrutura ético-religosa firmada no Evangelho de Jesus, cabe a grandiosa tarefa de diluir das mentes o pavor da morte, educando os homens sobre a maneira de encará-la, ao mesmo tempo ensinando a valorização da vida. ressalvas outras finalidades expressivas. Aí ele inicia falando a respeito das práticas mediúnicas do espiritismo, que assumem igualmente a função consoladora pelo lenir de saudades e diminuir de dores que propiciam através do abençoado intercâmbio espiritual, não somente das entidades veneráveis, como daquelas que sofrem, ensinando pela dor a correta vivência. do amor, mas também pelo facultar o retorno dos seres amados ao convívio afetuoso pela palavra oral ou escrita, nas materializações ou nas fortes induções mentais de caráter intuitivo. Escola de bênçãos superiores. Acessão de intercâmbio é medicação para os espíritos de ambos os lados da vida. estímulo e prova da sobrevivência, por cujo valioso concurso assumem-se responsabilidades morais e coragem para vencer as vicissitudes do caminho de ascensão. De tempos em tempos, amiadas vezes, surgem movimentos antimediunistas entre respeitáveis estudiosos e obreiros da doutrina espírita, que então sofrem inspiração negativa. As entidades perversas que se vem desmascaradas, desmanchadas suas tramas e com luios nefastos através da mediunidade digna, combatem sistematicamente essa porta de serviços, tentando cerrá-la, ora pela suspeita com Tomás, ora pela desmoralização e vezes outras pela indiferença geral, desfrutando então esses inditosos de área é livre para o comércio infeliz que estabelecem e o prosseguimento das ardilosas quão inclementes perseguições que promovem. No Tabor, o mestre acompanhado dos discípulos amados procedeu à memorável sessão mediúnica quando se transfigurou e parlamentou com Moisés e Elias, totalmente materializados, examinando questões de alta relevância. ao esplendor do dia. Logo desceu do monte e prosseguiu no mesmo clima quando atendeu ao obsessor

ou e parlamentou com Moisés e Elias, totalmente materializados, examinando questões de alta relevância. ao esplendor do dia. Logo desceu do monte e prosseguiu no mesmo clima quando atendeu ao obsessor que atormentava um jovem que convulsionava sob sua truculência, babando e gemendo com crises epileptiformes, ficando desmaiado e com filetes de sangue nos lábios. O Senhor repreendeu-o com a sua autoridade e o expulsou, liberando o paciente, cuja prova terminava sob as bênçãos do amor. Ali se realizava uma perfeita fluidoterapia com o obsesso, socorro ao obsessor e intercâmbio superior com os líderes israelitas desencarnados, qual ocorre nos trabalhos espíritas práticos sobre os rígidos códigos da moral evangélica, inspirados, portanto, por mentes perturbadoras e ociosas, vingativas de diversas Essas gamas surgem companheiros ciosos da preservação do patrimônio doutrinário, investindo contra as reuniões mediúnicas. Alguns alegam excesso de animismo, outros exageram no mediunismo, mas outros afirmam que esse período está superado e não falta quem diga serem tais serviços prejudiciais ao equilíbrio mental e emocional de pessoas nervosas, de personalidade e psicopatas. Os chamados excessos mediúnicos não são da responsabilidade das exceções, senão da desinformação dos experimentadores e pessoas que se aventuram nas suas realizações, desarmadas do conhecimento doutrinário e da vivência das suas execuções. Por outro lado, todo o monumento doutrinário do espiritismo foi construído mediante as incomparáveis demonstrações e pesquisas mediúnicas a que Allan Kardec procedeu, oferecendo-nos uma obra insuperável, que depois de um século ainda é muito desconhecida, muito mais agora, né, que um século, mesmo dos que a estudam com carinho e afinco, nunca estarão nunca estarão ultrapassadas as realizações mediúnicas de proveito incontestável, além do poder que exercem para fazer novos adeptos que então passam a se interessar pelo estudo da doutrina e o seu aprofundamento. E aí ele vai dar chamar atenção a

iúnicas de proveito incontestável, além do poder que exercem para fazer novos adeptos que então passam a se interessar pelo estudo da doutrina e o seu aprofundamento. E aí ele vai dar chamar atenção a respeito do dialogador das reuniões mediúnicas, dizendo que é o despreparo de quem se arroga as condições de dirigente de sessões, que responde pela incompetência destas. Não obstante reconheçamos a necessidade do conhecimento e preparo doutrinário, valorizamos muito as condições morais, que são fatores predominantementes para os resultados das sessões, conforme as coordenadas mentais que defluem da vivência moral dos seus membros, como ocorre em qualquer atividade, estarão presentes entidades equivalentes oferecendo o que se merece e não o que se deseja. Indispensável, portanto, que o conhecimento, a cultura doutrinária tenham como suporte o esforço moral do aprendiz, a fim de situar-se em clima de paz e privar de convivência superiores. Diz ainda o mentor que respeitamos todas as criaturas nos degraus em que estagiam no seu processo de evolução espiritual. Entretanto, valorizamos os trabalhadores anônimos da mediunidade, os que formam os círculos espirituais de assistência aos desencarnados e de intercâmbio conosco pelo sacrifício, abnegação e fidelidade com que se dedicam ao fanal da consolação e da caridade que flui e reflui nas sessões mediúnicas de todas as expressões sérias de curas. ou fluidoterapia de desobsessão, de desenvolvimento ou de educação da da mediunidade, de materialização com objetivos sérios e superiores, favorecendo o exercício das várias faculdades mediúnicas para edificação e a vivência do bem. Concluindo, então, o instrutor sábio disse-nos: "A irmã Rute está de serviço ao lado dos familiares, tentando acalmá-los nas horas porvindouras, quando do repouso físico deles, ela conseguirá sustentá-los durante o encontro que lhe será propiciado do nosso lado para este fim. Tudo volverá à normalidade, enquanto amanhã é dia novo de realizações que surgirá para todos nós. Então, agora

uirá sustentá-los durante o encontro que lhe será propiciado do nosso lado para este fim. Tudo volverá à normalidade, enquanto amanhã é dia novo de realizações que surgirá para todos nós. Então, agora passamos a palavra pra querida Jusara. Boa noite, Jusara, seja bem-vinda. A palavra está com você. Olá, Gi. Olá, Marcelo. Olá a todos vocês, amigos e amigos estudiosos do Espiritismo, que estão sempre aqui conosco, sempre procurando conhecer mais, estudar cada vez mais, porque é isso que nos leva a nos fortalecer como espíritos imortais. São tantas e tantas as exemplos que nós temos ou a, vamos dizer assim, né, os testemunhos que nós temos, este caso mesmo tão lindo que cita Manuel Filomeno de Milanda neste capítulo do Monte Tabor, aonde fica comprovada, né, a sobrevivência do espírito, né, aonde os espíritos se manifestam Moisés, Elia ao lado de Jesus e mesmo Jesus transfigurados. Mas toda vez que nós vamos pensar a respeito da morte, a respeito do processo, especialmente do processo de desencarnação, porque sabe gente, a verdade é assim, né? A gente espírita às vezes sabe, né? Tem já conhece bem, né? que não existe a morte, que somos espíritos imortais, mas a gente ainda tem um medinho, né, desse processo de desencarnação. E é isso que Manoel de Filomena de Miranda nos traz na primeira parte desse capítulo, quando ele trata, né, da desencarnação de Fábio, né, durante o acidente que ocorreu e a avó a vozinha, né, de Fábio, que vai até ele solicitando ajuda, sabendo condição, né, da morte súbita de um acidente de carro que aconteceu com Fábio. E como está no no na no no resumo que a que a Gisele fez para nós, né, dizendo que neste momento eles se encontravam, né, eh, em estado de terapia de sono, mas ainda num sono muito agitado. Isso já nos leva a refletir um pouco, né, a respeito de alguns tabus que nós podemos ter do que acontece após a morte. Muitos imaginam que assim que a gente tem o desencarno, nós vamos ter uma lembrança absolutamente completa, né, do que do

, a respeito de alguns tabus que nós podemos ter do que acontece após a morte. Muitos imaginam que assim que a gente tem o desencarno, nós vamos ter uma lembrança absolutamente completa, né, do que do que do que somos, do que ocorreu conosco, não só nessa existência, mas em outras. Mas não é sempre que isso acontece. ou melhor, na maioria das vezes, quando nós estamos falando de um de um planeta que agora está em transição para mundo de regeneração, nós ainda falamos de espíritos muito apegados à matéria e que essa transição se dade de uma maneira muito lenta, inclusive em alguns casos, como no nos apresenta aqui o caso de Fábio, aonde a os espíritos se encontram num num sono muitas vezes até induzido, para que eles possam, de uma certa maneira também serem melhor preparados, né, passar por aquela todo aquele processo natural de separação do corpo físico para depois eles poderem seguir e serem orientados a respeito dessa nova condição. Então, ah, Bezer de Menezes fala que agora é chegado o momento dessa inumação cadavérica, né? Essa palavra é inumação cadavérica, né? Eu fui lá procurar direitinho para falar para todos vocês. Inumação cadavérica nada mais é do que o ato de enterrar, né, o corpo humano, que inclusive é um dos métodos ainda mais tradicionais. Então, chegando esse momento aonde já é um momento em que a família tem realment realmente vai se despedir, não vai ter mais esse esse contato físico com aquele que partiu, né? É isso que eh nos fala aqui Dr. Bezerra. é um momento bastante eh que nós temos que ter muita responsabilidade, porque a nossa conduta pode interferir muito inclusive nessa questão que nem diz, ele já se encontrava lá auxiliado num posto de socorro, mas ainda com essa agitação que não só estava relacionada ao próprio desligamento, né, dos os laços físicos. que prendiam a matéria, mas também até a essas questões, vamos dizer, de ordem, de energia espiritual, que faz com que nós, os que ficamos, né, deste lado da vida, não nos conformemos com a situação

. que prendiam a matéria, mas também até a essas questões, vamos dizer, de ordem, de energia espiritual, que faz com que nós, os que ficamos, né, deste lado da vida, não nos conformemos com a situação e acabamos exageradamente demonstrando isso e e prejudicando todo este processo. É lógico que na maioria dos casos, né, em muitos casos, por causa da nossa condição evolutiva, a gente ainda não tem nem noção do que aconteceu, né? Eh, eu lembro que às vezes eu queria falar pro meu pai, né, tipo assim, já preparar um pouco mais meu pai, minha mãe já sabia um pouco mais, né, dessas coisas, mas meu pai não não era muito chegado. Eu falava para ele: "Pois é, né, pai, se você tiver num lugar que de repente você tenta falar com as pessoas ou você não tá se reconhecendo muito, é porque você morreu, né? pra gente saber exatamente essa ter um pouquinho dessa noção de de saber onde está, mas a maioria de nós não tem. E é isso que Dr. Bezerra apresenta neste momento, né? ele fala que é um dos instantes mais difíceis para aquele que acaba de perder seu corpo, né, o recém desencarnado e e ainda não transicionou. Porque existe uma coisa, né, existe uma diferença entre morte e desencarne. A morte é quando nós eh somos, vamos dizer, quando cessa o nosso processo fisiológico. existe a parada cardíaca, existe eh a questão também do da própria cerebral ou que seja que nos leva essa morte física aos ao nosso corpo entrar num estado em que já não pode mais funcionar. Mas não significa que neste momento da morte nós estamos desencarnando. Desencarnar na linguagem espírita significa o completo desligar dos lastos fluídicos que nos unem aos nossos centros de força, especialmente o coronário, para que aí a gente tenha realmente um desligamento. Nós vamos mostrar daqui a pouco algumas imagens. São imagens belíssimas, muito bem trabalhadas pelo projeto Imagem Ação, que liderados por Américos Sucena que realmente ajuda muito a gente ilustrar esse esse esse momento. Então, no momento a a a é muito difícil, né?

simas, muito bem trabalhadas pelo projeto Imagem Ação, que liderados por Américos Sucena que realmente ajuda muito a gente ilustrar esse esse esse momento. Então, no momento a a a é muito difícil, né? Porque quando nós falamos sobre isso, né, que a esses vínculos familiares, como diz Dr. dizer aqui, né? Eles eles acabam se tornando em cadeias que amarram as criaturas e nestas horas elas ficam muito poderosas, né? eh fica muito difícil de reduzir este esta angústia dessa separação que a maioria pensa que é eterna, porque é o que que a maioria de de nós, né, nesse planeta ainda acredita que a partir da morte do corpo físico já não existe mais nada, já não existe o espírito, já não existe mais possibilidades de conexão. Então existe assim uma em regras gerais, porque obviamente quando nós falamos a respeito de espírito, de espírito imortal, cada um de nós é um indivíduo, cada um de nós tem uma história, cada um de nós tem processos diferentes de acordo com o nosso com o nosso caminhar espiritual. Mas existe algumas coisas que nós podemos falar que acaba sendo meio incomum. Existe assim nessa etapa do desligamento aquela uma preparação quando existe, mesmo nos casos de morte súbita, às vezes você tem uma uma intuição eh e e essa intuição pode levá-lo já com esse pressentimento. você já sabe que algo vai ocorrer, mas não eh não necessariamente tem sabe exatamente o que é, quando é e tem a possibilidade de de ultrapassar isso. Isso aconteceu comigo, gente. Eu não morri. Tô aqui falando com vocês. Vivinha ainda com espírito, com corpo e tudo. Mas eu quando tinha 14 anos, eu tive um acidente muito sério e era um acidente de disquia aquático. E aí eu eu tava a semana inteira com um negócio que eu falava que era um sobe e desce, um sobe e um desce, um sobe e desce. E eu falava pra minha mãe, minha mãe, eu tô me sentindo esquisita, alguma coisa vai acontecer. Eu sei que alguma coisa grave vai acontecer, mas eu não sei o que que é. E fiquei assim alguns dias. E quando chegou nesse dia que eu ia sair com as

me sentindo esquisita, alguma coisa vai acontecer. Eu sei que alguma coisa grave vai acontecer, mas eu não sei o que que é. E fiquei assim alguns dias. E quando chegou nesse dia que eu ia sair com as minhas amigas pra gente lá, né, na távamos na praia e tudo mais, aí eu virei para ela e falei: "Adeus". E quando eu falei a Deus, ela pediu pro meu pai me seguir e eu tive um acidente muito feio e na verdade só continuei viva porque tive essa eh, vamos dizer, essa essa preparação, essa intuição, não era hora, né? Que bom que senão eu não ia estar aqui com vocês hoje, né? Ia ter que ser noutra encarnação. Mas enfim, ah, a gente vê que existia um preparo até, né? é uma sensação, alguma coisa. Nesse caso, principalmente quando é um uma doença, um processo mesmo do próprio envelhecimento, existe sempre, que nem eles dizem, diariamente visitas que vão vão estar auxiliando, né? E as sensações que acontecem antes do desenlace, né? Eh, são sensações que que vão ajudando cada vez mais o espírito a a se desprender. Então vai acontecendo e esse desligamento desses laços fluídicos que nos prendem, né, que são os que alimentam o nosso corpo físico com a energia do fluído vital, né, que que nós recebemos do fluído do fluído cósmico, que vai aos poucos esses laços vão sendo afrouxdos e cada vez mais por causa disso, inclusive é comum a gente ver pessoas que passam por esses estágios terem assim a a a algumas visões, elas falam: "Ah, mas eu estou vendo um familiar que nem nós vemos uma imagem aqui, o paciente já bem desprendido e vendo uma senhora que vem, que está lá visitando na na figura de cima, nós temos o Dr. Bezerra e a equipe que está visitando essa senhora que está em preparo de desencarnação. E como nós falamos anteriormente, mesmoos que estão em acidentes trágicos podem sentir antecipadamente porque eles têm essa angústia no coração que não consegue explicar, mas já estão sendo preparados até para um acidente ou um desencarne súbito, né? A proteção é essencial porque nós sabemos que existem

orque eles têm essa angústia no coração que não consegue explicar, mas já estão sendo preparados até para um acidente ou um desencarne súbito, né? A proteção é essencial porque nós sabemos que existem espíritos que até se chamam de vampiros, né? obsessores, equipes de trevas que vê eh se alimentar. Então, realmente, principalmente, talvez daí até surgiram todas essas eh essas essas lendas, essas, né, sobre sobre os vampiros, né, porque e eles precisam do sangue, porque o sangue é onde nós temos realmente, né, a nossa vitalidade. E no momento em que existe esse desligamento, algum desses desses espíritos, porque eles querem pelo menos momentaneamente se sentirem mais materializados, eles vêm procurar se alimentar dessas energias. Então, existe todo um trabalho espiritual para proteger aquele que está em processo, em etapa de desligamento, para que isso não ocorra, né? Veja, por exemplo, né, eh, no livroiros da vida eterna, no capítulo 15, tem uma parte que fale assim, né, que o padre Hipólito, né, estava explicando André Luiz que o fato de estarem acompanhando os despojos não se verificava apenas no sentido de exercitar o desencarnado para os movimentos iniciais da libertação. Então veja, os espíritos não estavam lá simplesmente para ajudar ele nesse momento de libertação, mas também para a defesa deles, para que esses malfeitores desencarnados eh não atacassem, né, vamos dizer assim, esses resíduos para que se transformariam para eles em resíduos vitais. Depois segue a etapa do encaminhamento, né? Os espíritos eles são encaminhados, como nós vemos nesse caso de Fábio, seguramente todo esse processo ele não acompanhou porque ele estava em processo ainda de choque. Vemos que ele está lá recolhido num posto de socorro mais em estado ainda de eh de inconsciência, né, nesse sono também que ele se encontra. Mas de uma certa forma aqueles que já têm uma maior condição, eles vão seguir conscientes, sim, naquele estado de confusão ainda, como nos fala, né, como nós vemos eh na

no também que ele se encontra. Mas de uma certa forma aqueles que já têm uma maior condição, eles vão seguir conscientes, sim, naquele estado de confusão ainda, como nos fala, né, como nós vemos eh na obra de Kardec, mas já eh melhores eh do que os outros que ainda não têm essa condição, né, que não podem ser levado para esses planos superiores, né, tem o momento então que agora sim vai ser o correiro desencarne, que é o momento em que esse cordão fluídico, né, esse que se chama às vezes de cordão de prata, né, vai ser desligado do corpo e aí então o desencarne. Muita em muitas ocasiões, nós somos acompanhados por familiares, aqueles amigos que têm grande, opa, perdão, que tem eh grande carinho por nós, né? E e assim segue o processo. É importante lembrar que em todos os os desencarnes existe uma equipe atendendo para que isso ocorra. Eh, eh, se diz que o desencarne ocorre até 72 horas. Então, o tempo máximo em que nós estaríamos ainda conectados fisicamente, né, de uma com essa energia, vamos dizer ainda, ainda unidos ao corpo físico, o que não significa que haveria uma possibilidade de uma ressurreição. São de 72 horas. Por isso, em muitos dos eh dos processos da de acordo com as religiões, se espera até três dias para cremação, etc. Eh, finalmente chega esse momento do rompimento, né? E aqui nessa figura nós podemos ver claramente o amigo espiritual ajudando nesse processo aonde, vamos dizer se desliga realmente que ocorre essa parte que nós chamamos do desencarne, aonde já não se está mais ligado a essa matéria física, né? Eh, então gradualmente ele vai ocorrendo, como nós falamos, e esse processo, na maioria dos casos, ainda necessita de algum tempo, não necessariamente eh instantâneo, né? Nós vemos aqui também nessa nessa imagem o amigo espiritual ao lado, né, do do corpo físico no caixão, né, eh fazendo já durante esse processo também fazendo a desconexão. São exemplos que nós podemos encontrar no livro Obreiros da Vida Eterna, né, publicado pela FEB Publisher, né? E mas

ico no caixão, né, eh fazendo já durante esse processo também fazendo a desconexão. São exemplos que nós podemos encontrar no livro Obreiros da Vida Eterna, né, publicado pela FEB Publisher, né? E mas existem aqueles, como nós falamos, que ainda mesmo depois do enterro podem estar se conectados dentro desse período que normalmente se diz é de 72 horas. É lógico que quando nós estamos falando, principalmente entre nós espíritas, de um preparo para a morte, esse preparo ele deve ser diário. Por quê? Porque diariamente a gente tem que ficar pensando na morte, tem que ficar pensando na separação dos herentes querios, mesmo que seja provisória, não. Porque quando a gente lembra que o corpo físico é finito, mas o espírito é imortal, né? o espírito é infinito, nós vamos fazer melhores escolhas. Nós vamos estar cada vez mais nos eh tentando nos conectar verdadeiramente àquela que é a nossa verdadeira moradia, que é o plano espiritual. Nós vamos procurar estar em contato com os amigos espirituais através da oração, mas mais ainda através da ação, das ações no bem, né, do desprendimento, do altruísmo. E a família quando se vê perante esse processo, ela também deve ajudar, né? Veja que muitas vezes às vezes a presença da família ela eh eh ela é tão desgastante, né, para aquele que está nesse processo de de de morte, né, que muitas vezes a morte ocorre depois que há uma melhora, que aí a família sossega, ou então até durante o período da noite, a madrugada, logo cedinho, aonde pelo menos alguns dos familiares foram para casa, fazer um descanso necessário e aí fica mais fácil pra equipe espiritual fazer realmente os desligamentos. Não estamos falando aqui absolutamente de insensibilidade. Não estamos falando aqui que quando os nossos entes queridos chegarem o momento de partir que ou mesmo nós que nós não vamos sentir, que nós não vamos chorar a ausência, né, dessas dessa presença que é tão querida para nós. Mas existe uma diferença entre chorar entre sentir saudade e o desespero que não só

que nós não vamos sentir, que nós não vamos chorar a ausência, né, dessas dessa presença que é tão querida para nós. Mas existe uma diferença entre chorar entre sentir saudade e o desespero que não só prejudica a nós mesmos, mas ainda mais esse ente amado que está partindo. Então nós temos que ser comedidos e pensar também no que é melhor para eles neste momento. E o melhor para eles neste momento é não ter ainda que ter a preocupação de que nós estamos aqui em estado de desespero. Então, a a atitude, né, como nós vemos aqui, existe esse esse momento do do desencarno, do desligamento, atitude da família, a esposa chora, o marido que partiu, mas não entra nesse processo de desespero. Dr. Bezerra nos fala que as religiões tradicionais, infelizmente, elas não eh acabam não, até agora não conseguiram desmistificar a morte e tranquilizar, né, aqueles que ficam aqui preparando-nos todos para essa para esse momento que vai chegar, né? Por isso que ao espiritismo, né, com essa estrutura ético-religosa afirmada no Evangelho de Jesus, coube essa grandiosa tarefa de diluir da mente, das mentes, o pavor da morte, educando os seres humanas a encará-la, ao mesmo tempo, que também ensina a valorizar a vida. Kardec, na revista espírita 1865 traz um artigo a respeito do temor da morte e diz que à medida que a gente vai compreendendo melhor a vida fortura esse temor da morte diminuiu, diminui, né? Então a gente compreende a nossa missão na Terra, ficamos mais calmos, mais resignados, sem medo. E a certeza da vida futura, né, vai nos dar um objetivo, né? Nós não vamos nos prender ao presente, mas também não vamos desprezar o presente, porque a gente sabe que o nosso futuro depende do nosso presente, da nossa boa ou má direção. E o temor da morte nesse nesse caso é mais mesmo por causa dessa insuficiente desse insuficiente entendimento a respeito da vida que continua, da sobrevivência da alma. Opa. E para terminarmos, nós trouxemos esta mensagem do espírito emano no livro Na era do espírito, que chama essa

insuficiente entendimento a respeito da vida que continua, da sobrevivência da alma. Opa. E para terminarmos, nós trouxemos esta mensagem do espírito emano no livro Na era do espírito, que chama essa mensagem mortos amados. E ele fala: "Chora quando não podes evitar o pranto que se te derrama da alma." No entanto, converte quanto possível as próprias lágrimas em bênçãos de trabalho e preces de esperança, porquanto eles, todos te ouvem ao coração na vida superior, sequiosos de se reunirem contigo para o reencontro no trabalho do próprio aperfeiçoamento, à procura do amor sem a Deus. Gratidão, Jusara, pelas suas colocações tão oportunas. E apesar de nós sermos espíritas e sabermos da imortalidade, é sempre muito doloroso, né, quando vemos um ser amado ir mais cedo do que nós e e aí perdemos esse contato físico que sentimos saudades, mas já não nos revoltamos e sim nos esperançamos de um novo encontro, de um futuro abraço. Gosto muito da frase que Divaldo usa nas suas palestras de que o Espiritismo matou a morte. Então, muito obrigada mais uma vez, Marcelo querido, boa noite, seja bem-vindo. A palavra agora está com você. Muito obrigado, Gi. Muito obrigado, Jusara, que nos trouxe com estas imagens, com estas, com estes esclarecimentos, muita informação importantíssima. E a Gi, a nossa Gisele, eh, nos trouxe um resumo fantástico, que praticamente nós é como se fosse como se estivéssemos lendo aquele capítulo, capítulo 16. Muito bom. E mais uma vez, olá amigas, olá amigos. Que bom que estamos juntos mais uma vez para este momento de estudos da doutrina dos espíritos. as minhas considerações serão feitas em torno das sessões mediúnicas ou das reuniões mediúnicas. Tem muita informação que nós poderíamos aqui trazer. De fato, isso é um assunto, é um tema extenso que demanda anos, tempo, eh, muito tempo com estudos aprofundados a respeito destas questões. Mas nós poderíamos aqui trazer uma tentativa muito reduzida de abordar estas questões, o que o nosso Dr. Bezerra nos traz neste capítulo, lembrando do livro

os aprofundados a respeito destas questões. Mas nós poderíamos aqui trazer uma tentativa muito reduzida de abordar estas questões, o que o nosso Dr. Bezerra nos traz neste capítulo, lembrando do livro dos médiuns. Esta aqui é a segunda obra da codificação espírita. Lá no capítulo 29, nós vamos perceber logo no comecinho reuniões e sociedades espíritas. A gente vai ver nos itens 325, 326, 327, quando Kardec, né? Ele vai trazer reuniões frívolas, reuniões experimentais e reuniões instrutivas. E vão ser nestas reuniões instrutivas que nós vamos nos ater, como o próprio tema, como o próprio eh título indica, né? Elas vão naturalmente nos ensejar orientações para um intuito de um crescimento intelecto, moral da criatura. Então, essas reuniões que estão aí estabelecidas nas casas espíritas como reuniões mediúnicas, serão então objeto de algumas das nossas reflexões. eh num determinado trecho da leitura que a nossa AGI trouxe, ela falou ali que as sessões práticas ou mediúnicas do espiritismo assumem esta função consoladora de trazer assim eh um consolo para as almas, estabelecer que nos trazer que a morte não existe e estabelecer este esta ligação entre os dois planos da vida. num determinado momento, acho que foi na década de 80, o nosso Divaldo, acho que foi num seminário promovido pela, eu não sei se foi pela FEB ou pela União das Sociedades Espíritas de São Paulo, eu sei que foi na década de 80, ele nos traz uma declaração interessante. Ele fala: "Muitas pessoas afirmam que vão para as reuniões mediúnicas, porque nestas reuniões eles vão fazer a caridade." É certo, mas é um pensamento limitado, porque na verdade ali é o lugar onde vamos aprender e receber a a caridade neste processo de intercâmbio. E o nosso Divaldo vai elucidar que o espírito em sofrimento a quem nós pressupomos estar socorrendo, é, na verdade aquele que está fazendo de uma certa forma a caridade, porque ele está nos dizendo nas suas palavras, nos seus dramas, do que que a gente não deve fazer, dos

ressupomos estar socorrendo, é, na verdade aquele que está fazendo de uma certa forma a caridade, porque ele está nos dizendo nas suas palavras, nos seus dramas, do que que a gente não deve fazer, dos nossos comportamentos, porque vamos muitas vezes nos espelhar em situações que ali estão sendo expostas. Então, estes objetivos das reuniões mediúnicas, das sessões mediúnicas, eles vão muito além desta desta observação simplória de que nós estamos fazendo a caridade. Sim, é verdade, mas nós aprendemos com estas situações todas. Então, que seja o nosso propósito o de aproveitar cada lição que ali nos é chegada, cada depoimento, cada oportunidade, pois elas são as instruções práticas que os bons espíritos coordenando esta reunião estão nos ensejando. Então, jamais nos coloquemos diante dos dramas que nos são apresentados, como se o mesmo não tivesse nada a ver conosco, porque pode ser, pode, podemos ser nós num futuro. Então, jamais de uma forma pretenciosa, supondo assim: "Ah, não, isto não é comigo". Nós vemos aí uma oportunidade muito especial, oportunidade de sermos úteis aos nossos semelhantes, enquanto concomitantemente nós também nos instruímos. E foi Kardec que escreveu também, voltando ao livro dos médiuns, no capítulo 25, lá no item 281, falando da evocação dos espíritos vulgares, dos espíritos imperfeitos. E esta esta este intercâmbio tem a vantagem de nos pôr em contato com estes espíritos sofredores, que naturalmente nós podemos aliviar, facilitar o seu processo de aprimoramento, de elevação e por meio dos bons conselhos e também aprendermos com isso tudo. Nada está dissonante do que a nossa GI trouxe nas questões relacionadas às à questões do evangelho. E há uma passagem belíssima no Evangelho de Mateus, no capítulo 10, no versículo 4, quando Jesus fala, chama os discípulos e ele nos fala: "Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expeli os demônios". Lógico que ali tem uma linguagem forte, característica para aquele povo ainda com as questões da

e ele nos fala: "Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expeli os demônios". Lógico que ali tem uma linguagem forte, característica para aquele povo ainda com as questões da rudeza, mas nós vamos vendo nas questões da reunião mediúnica, neste intercâmbio, talvez a orientação do mestre com os aconselhamentos, com as, melhor dizendo, com as instruções determinadas que o espiritismo nos traz. Há uma mensagem bonita, eh, intitulada Enfermagem Espiritual Libertadora, tá no livro Temas da Vida e da Morte. É uma psicografia do nosso Divaldo e também ditada pelo espírito Manuel Flomen de Miranda. E Manuel Flom de Mireno nos traz que as terapias de socorro aos espíritos sofredores já eram praticadas no plano espiritual muito antes do espiritismo. Muito antes. Mas foi com o espiritismo que nós aprendemos através dessas orientações seguras para este exercício e este intercâmbio mediúnico. Ou seja, isso significa essa transferência de qualidade, essa proposta de trabalho para que nós sejamos capazes de implantar no nosso plano o que já existia nas esferas do mundo maior. Lógico, a gente fica imaginando, nós somos os salvadores da pátria, não. Nós estamos aprendendo o que já existia. Porque imagina se não fosse antes do Espiritismo, não. Jesus deixou a o planeta a uma troca. Veja como esta terceira revelação, que é o Consolador Prometido, nos oferece este cabedão, essas este ferramental tão importante para que a gente possa se elevar nas nossas propostas de união com o mestre. Então, com respeito então a uma organização de uma reunião mediúnica, eu vi ali nos nas páginas, nas linhas que a nossa Gisele trouxe a questão daqueles que colocam estudiosos até da doutrina espírita, mas que rechaçam completamente estas reuniões, as questões relacionadas ao intercâmbio mediúnico. Uma reunião mediúnica é um trabalho que se desenvolve entre os dois planos da vida. o espiritual e o físico. E havendo logicamente estas duas equipes interagindo para que os melhores

câmbio mediúnico. Uma reunião mediúnica é um trabalho que se desenvolve entre os dois planos da vida. o espiritual e o físico. E havendo logicamente estas duas equipes interagindo para que os melhores resultados possam ocorrer e nos apresentar a proposta que sempre houve. Os espíritos que irão nos assessorar, que participarão das nossas reuniões, naturalmente serão aqueles que nós faremos juo natural de sintonia. para que eles possam nos auxiliar e naturalmente vão ordenar os espíritos que ali serão trazidos para que o diálogo e o intercâmbio ocorre. Vai ocorrer. Se nós quisermos a presença dos bons espíritos, nós teremos que atraí-los naturalmente pela nossas pela elevação dos nossos pensamentos, pelos nossos bons propósitos. Kardec fala isso e no livro dos médiuns, eu tô com ele aqui na minha frente, no capítulo 29, ele vai falar do item 327. Eu mencionei anteriormente das questões das reuniões instrutivas e num trechozinho lá ele fala: "Não basta que a gente evoque simplesmente os bons espíritos. É preciso que nós possamos apresentar condições para que eles possam neste processo de sintonia e estejam e nós estejamos, melhor dizendo, em condições próprias para que eles possam estar e vir estar conosco nos auxiliando. Tem uma uma passagem bonita também. Kardec traz também livro dos médiuns, também capítulo 29, lá no item 331, que uma reunião, uma sessão mediúnica, uma reunião mediúnica, é um ser coletivo cujas qualidades, cujas propriedades vão ser a resultante de todos os seus membros e vão formar um feixe, um feixe. Ora, esse feixe vai trazer Kardec nesse mesmo livro, no livro dos médiuns, do capítulo 29, tanto mais força terá quanto mais homogêneo ele for. Então, a gente vai percebendo que como é, o que que vai determinar isso. Eu tô visitando muito o livro dos méduns, ele tá aqui na minha frente. Eu passo o olho, dou uma olhada aí, falo para vocês, minha memória não é tão boa assim, não. Ele tá aqui na minha frente. Aí eu dou uma folhadinha. Vamos visitar aí o livro dos

á aqui na minha frente. Eu passo o olho, dou uma olhada aí, falo para vocês, minha memória não é tão boa assim, não. Ele tá aqui na minha frente. Aí eu dou uma folhadinha. Vamos visitar aí o livro dos médiuns, capítulo 29, item 329, 332, vai até o 338. ele vai colocar as questões relacionadas aos problemas de homogeneidade. Veja que eu tô trazendo muitos pontos aqui, eh, criando este contraponto com estes que rechaçam as questões da mediunidade, porque naturalmente não estudaram este capítulo e não perceberam quão importante é a organização deste deste corpo que vai formar, vão formar os trabalhadores que vão trabalhar nas questões da deste intercâmbio mediúnico. Então, Kardec traz no capítulo 29 do livro dos médiuns, mais uma vez, a questão da homogeneidade e ele trouxe algumas questões muito práticas. Por exemplo, o número de participantes não deveria ser excessivo, a regularidade das reuniões, a inconveniência da presença de médiuns passando por processos perturbent, obsidiados. Ou seja, ele traz a questão da circunspecção que devemos ter na admissão de elementos novos desta reunião. Ele chega até a dizer uma coisa interessante, que nas assembleias muito grandes a gente não tem intimidade, exatamente pela variedade, pela heterogeneidade deste grupo que a compõe. Então, Kardec traz que nos menores grupos, onde todos se conhecem, há sem dúvida, uma melhor comunhão de vistas, uma melhor comunhão de sentimentos. a cordialidade vai ser mais rapidamente alcançada, logicamente que isso é um trabalho contínuo. A ausência, ele fala ausência de sentimentos contrários à verdadeira caridade. Lógico que isso tudo é um processo porque nós estamos mais paraa treva do que paraa luz, mas isso é uma constância. Então, neste recolhimento, nesse silêncio respeitoso, nós vamos, médiuns, dirigentes, assistentes, dialogadores, compor toda esta equipe para que o que o nosso Dr. Bezerra traz possa ser melhor alcançado. Então, a gente pode até acrescentar algumas coisinhas. Consciência clara dos

tes, assistentes, dialogadores, compor toda esta equipe para que o que o nosso Dr. Bezerra traz possa ser melhor alcançado. Então, a gente pode até acrescentar algumas coisinhas. Consciência clara dos objetivos que a prática mediúnica nos traz. compreensão do papel a desempenhar de cada um de nós, de acordo com a função de cada participante, nesses esforços continuados de todos nós neste processo de capacitação para que os maiores, o melhor objetivo possa ser alcançado. Isso é muito importante. Então, em outras palavras, o trabalho mediúnico é para pessoas também, isso é um ponto muito importante, para pessoas que estejam integradas à vida do centro espírita. Isso quem diz é Sueli Calda Schuber, a nossa querida mentora do nosso grupinho. Ou seja, ela não é uma entidade, o grupo mediúnico não, um movimento à parte. Nós vamos entender esta integração de grupo mediúnico, das reuniões mediúnicas como parte da casa espírita. Eh, a nossa Sueli traz essas situações. André Luiz na sua obra, através da psicografia do nosso Chico, ele coloca a necessidade, ele fala assim, a necessidade coloca a sua necessidade, tendo em vista atender os espíritos que habitualmente muitas vezes estacionam nos nossos lares e que nos observam, aqueles que somos trabalhadores das reuniões mediúnicas. Eles nos observam as atitudes, como é que nós nos comportamos, será que a gente é só de lábia ou será que nós eh tem uma expressão em inglês que eu tô tentando ver como é que é em português. Se a gente pratica o que a gente pensa, depois eu lembro, Jusara me lembra depois, mas é assim, será que eu sou um fone? Como é que é isso, Jusarec? Será que eu sou um falso? Entendeu? Tudo isso faz parte desta preparação para que a gente possa melhor se adequar e se encaixar neste processo, nesse projeto de regeneração, primeiro de nós mesmos, para que aos poucos nós possamos impactar as outras pessoas. E tem outras situações muito importantes falando agora do dirigente. Eu vi que tem uma parte ali que a nossa

ração, primeiro de nós mesmos, para que aos poucos nós possamos impactar as outras pessoas. E tem outras situações muito importantes falando agora do dirigente. Eu vi que tem uma parte ali que a nossa GI trouxe a respeito do dirigente. muitas vezes as situações que ocorrem, eh, parece que é desinformação do dirigente, algumas brechas que ocorrem, eh, não me lembro, mas o a direção é um papel muito importante, porque uma reunião mediúnica séria para atingir os seus objetivos com resultados satisfatórios não pode prescindir de uma direção eh estruturada no vamos ver como é que dá, não é bem essa palavra que eu queria utilizar, mas ela precisa ser uma direção estruturada com um perfil moral, minimamente com perfil moral, com método, numa autoridade fundamentada no exemplo, no hábito de estudo, na oração, afeição pelos membros, sem privilégios, com firmeza às vezes, mas com brandura, com entendimento. Então são requisitos muito importantes que a direção, nesse caso, então ela será detentora de possibilidades para maximizar os trabalhos, para conduzir aquele grupo. Então, a responsabilidade da direção de uma reunião mediúnica de integrar o grupo, estimulando aa constantemente ao estudo, escolhendo os textos para as leituras preparatórias, promovendo as reflexões, a harmonização dos pensamentos, coibindo os comentários muitas vezes inconsequentes, as questões relacionadas à prolixidade, as polêmicas que podem ocorrer, muitas vezes totalmente inoportunas. Então, quando a gente procede desta forma, um dirigente eh de uma reunião mediúnica, pelo menos do plano físico, ele vai estar de uma forma satisfatória, sintonizando com a direção espiritual para exercer de uma forma mais adequada o comando da palavra e naturalmente vai ser inspirado de uma forma muito mais eficiente. Aí a gente percebe que desta forma, e é lógico que eu tô falando aqui, gente, de uma forma muito rápida, porque isso demanda muito estudo, porque é uma coisa muito séria. Podemos aqui trazer, de repente, a questão dos

e que desta forma, e é lógico que eu tô falando aqui, gente, de uma forma muito rápida, porque isso demanda muito estudo, porque é uma coisa muito séria. Podemos aqui trazer, de repente, a questão dos médiuns. Eu vi que a nossa Gisele comentou a respeito no capítulo Dr. Bezerra falando dos médiuns, a questão do animismo. Existe também um médium que é o intérprete dos espíritos, é esse instrumento de que se utilizam os bons espíritos para trazendo os espíritos sofredores proporcionarem as manifestações ostensivas. E o médium, sem dúvida, assumiu um compromisso na espiritualidade significativo com a sua própria consciência, com um plano espiritual maior, para crescer nesse sentido moral, espiritual, um esforço incessante, né? E o médium, eh, por ser portador destas, destas questões, destas possibilidades muito peculiares, vai, sem dúvida, merecer a atenção do grupo e até do dirigente, como é compreensível. Existem também as fases do afloramento do do desenvolvimento e do aperfeiçoamento da faculdade mediúnica. E estas fases vão requerer naturalmente apoio, estímulo, compreensão, orientação por parte dos dirigentes. É natural que as questões do animismo surjam numa certa num certo volume, né, sem dúvida. Mas isso vai aos poucos com a educação diminuindo. Sempre vai haver um conteúdo de animismo, mas que ele aos poucos diminua para que as questões relacionadas à mediunidade possam dar vazão às às ass comunicações. Então, naturalmente, nós vamos ver aí que características da própria personalidade do médium. É natural que as reações psicológicas, as dúvidas no começo com relação à autidade das comunicações que chegam pelo seu intermédio, as inibições iniciais, logicamente muitas vezes ocasionadas por muitos conflitos íntimos que muitas vezes impedem o o desdobramento das nossas faculdades. E muitas vezes as questões das sensibilidades nervosas vão provocando estas situações ainda complexas. Então isso tudo faz parte de um ajuste, de um aprimoramento. E isso consegue-se

ossas faculdades. E muitas vezes as questões das sensibilidades nervosas vão provocando estas situações ainda complexas. Então isso tudo faz parte de um ajuste, de um aprimoramento. E isso consegue-se com o tempo, sem os milindres, acatando muitas vezes as sugestões, as críticas construtivas para que nós possamos nos aprimorar na função que ali estamos destinados. neste grupo mediúnico. E naturalmente a dúvida do próprio médium, ela vai ser vencida quando a gente passa conquistar esta autoconfiança, este autoconhecimento. Olha aí a pergunta 919, a resposta, melhor dizendo, do de Santo Agostinho. Conhece-te a ti mesmo, né? esse processo de autoconhecimento para que a gente possa eh ter numa compreensão melhor, sabendo o que é meu, o que não é meu, conseguindo de uma certa forma distinguir as questões da inibição, vão aos pouquinhos sumindo e aí o animismo, se por acaso ele se demorar em face muitas vezes da presença de conteúdos muitas vezes emocionais, conteúdos traumáticos do passado. Isso pode acontecer, a gente sabe disso, promovendo até num determinado momento o o aparecimento de determinados impecílios, a evolução, a educação da mediunidade. Isso, sem dúvida, vai ser orientado pela direção, até para que a gente possa perceber quem é melhor em tal posição. Tudo isso é um trabalho em conjunto. Por isso que a direção, uma direção equilibrada, sensata, experiente, segura nesses aspectos teóricos e práticos com relação à mediunidade, ao espiritismo, vai saber distinguir com clareza, orientando o médium nas situações mais complexas, as situações esdrúchulas acontecem e ele vai acatar isto, o médium e todos os outros de uma forma mais tranquila, porque o objetivo não é botar alguém para baixo, é nos aprimorarmos numa função, neste corpo, neste feixe que vai trabalhar de uma forma quanto mais homogênea, quanto mais unísona, para que a gente possa alcançar os melhores objetivos. Tem também o dialogador ou doutrinador. Agora tem essas duas formas, um cham de dialogador, outro chamam de doutrinador.

ea, quanto mais unísona, para que a gente possa alcançar os melhores objetivos. Tem também o dialogador ou doutrinador. Agora tem essas duas formas, um cham de dialogador, outro chamam de doutrinador. Algo muito importante, esse terapeuta do do do esclarecimento, esse esse que vai ser o provedor das consolações, se for bem inspirado, logicamente vai atender os espíritos, né? E o primeiro passo da direção deve ser esclarecer esta função que vai requerer a conquista destes atributos relacionados à doçura, ao bom senso, a paciência, a sensibilidade amorosa, uma espécie de tato psicológico, uma energia moral que aos poucos a gente vai conseguindo, principalmente humildade e muita prudência. muita prudência. Um um bom dirigente de uma boa uma boa direção, ela vai instruir, vai orientar, vai ajudar ao dialogador a praticar esta doutrinação dentro de uma forma coloquial, sem esses excessos de informação. A gente não vai dar cardecada na cabeça do espírito que tá chegando ali sem nenhum conhecimento. Às vezes ele quer um consolo, não quer lição de moral. muitas e então as situações vão variar ao infinito. Então essas situações todas vão ser aprimoradas com o conhecimento. Eu vou trazer uma questão aqui muito bacana. A gente tem que gostar de gente dos dois lados da vida. Pode ser com corpo ou sem corpo. Eu sei que a gente ainda tá no jardim de infância para gostar de gente, mas a gente tá nessa escola. E quando a gente gosta de gente, a gente consegue ouvir melhor, estabelecer processos de empatia sem nenhum tipo de proseritismo que às vezes não cabe. Então tudo isso vai concorrer para que o trabalho aconteça da melhor forma possível. Tem também os assistentes, aqueles que estão ali no processo de vibração, trazendo a sua sustentação. Vamos auxiliá-los também neste trabalho. Eles vão naturalmente fornecer as energias elevadas com seus pensamentos, com as suas preces. Vão naturalmente às vezes terem as suas percepções, né? Muitas vezes entre os assistentes vão se revelar muitas vezes joias,

nte fornecer as energias elevadas com seus pensamentos, com as suas preces. Vão naturalmente às vezes terem as suas percepções, né? Muitas vezes entre os assistentes vão se revelar muitas vezes joias, preciosidades nas questões da mediunidade até para futuramente um exercício da psicofonia, da psicografia, da evidência e para as tarefas muitas vezes de doutrinação. Então a direção vai ficar ali de olho nessas situações. Por isso que esta família que compõe este departamento do Centro Espírita deve ser tratada com muito carinho, com muita dedicação e como nós, vou repetir, ela não é um corpo à parte do centro espírita. os trabalhadores de uma casa mediúnica, de uma reunião mediúnica, elas estão totalmente integradas nos trabalhos da casa, nos outros cursos, nas palestras, na distribuição do passe, elas estão integradas. Eles não são assim um grupo de elite de maneira alguma. Vai dizer a nosso emano que às vezes somos os mais comprometidos. Tem uma ficha cabeluda, raríssimos os missionários. Então é melhor a gente, como a gente disse, eu sou carioca, né? Vamos botar o galho dentro, abaixar a crista e nos preocuparmos com nos prepararmos melhor para que este trabalho possa ter uma excelência, ter uma beleza, uma doçura. E aí eu termino aqui com a nossa viagem espírita de 1862, quando Kardec fala: "Coloco em primeira instância o consolo que é preciso oferecer a todos os que sofrem, erguer a coragem dos caídos, arrancar um homem das suas paixões, das questões relacionadas ao desespero, do suicídio e detê-lo, talvez do linear do do crime." Aí Kardec vai e fecha. Não vale mais isso do que todos os lambris dourados que a gente possa receber por aí no mundo. Estas eram as minhas considerações. Que Jesus possa nos abençoar. E não fica aqui, estudem bastante, porque isto é um assunto muito sério. Tem muitas obras muito boas. E eu falei aqui uma pitada e e perdoem-me, perdoem-nos se não alcancei todos os detalhes e com certeza não alcancei. Muita paz, Marcelo. Foi excelente a sua a sua fala,

o. Tem muitas obras muito boas. E eu falei aqui uma pitada e e perdoem-me, perdoem-nos se não alcancei todos os detalhes e com certeza não alcancei. Muita paz, Marcelo. Foi excelente a sua a sua fala, a sua contribuição. Ah, é tão importante, né, esse departamento doutrinário da da doutrinário da mediunidade que você coloca muito bem, que é parte integrante da casa, que deve ser eh afeto até a todos nós que estamos ali na condição de trabalhadores, de voluntários, né, e que há essa necessidade dessa união, dessa homogeneidade de ideias, né, esse carinho entre os membros, porque senão Como que nós vamos fazer a avaliação de uma reunião mediúnica de coração aberto, eh, a a assim abertos a recebermos críticas construtivas, apontamentos paraa nossa melhoria se temos inimizade com o outro. Como é que vamos receber um espírito, falar para ele de perdão e de amor se estamos odiando o companheiro ali conosco, né? Então, eh, pra gente se pensar mesmo. E aqui gostaria de destacar o que, eh, o benfeitor fala a respeito do conhecimento, que é preciso que a gente tenha conhecimento, que é o livro dos médiuns, eh, jamais será ultrapassado, ele coloca, né? Ele não fala livro dos médiuns, mas a gente entende, né? O livro dos médiuns. E quantas pessoas ainda que não estudaram o livro dos médiuns e participam de reuniões mediúnicas, né? Então, ou que leram uma vez e acham que é o suficiente e não retomam o estudo. E aí nós nos lembramos quantos e quantos seminários a respeito da mediunidade, Raul Teixeira, Divaldo Franco, Seical Calda Schuber fizeram, Alberto Almeida também, entre outros. Então, nós temos um material riquíssimo para que nós possamos nos aprofundar e está disponibilizado para todos, né, gratuitamente. O espiritismo não cobra nada de ninguém, é aberto para que todos possamos ter acesso. E quando você fala que é preciso gostar de gente, eu lembrei da frase de Jung, né? Ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana. Não vai ser o doutrinador, aquele que tem a razão, não. É uma alma

do você fala que é preciso gostar de gente, eu lembrei da frase de Jung, né? Ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana. Não vai ser o doutrinador, aquele que tem a razão, não. É uma alma tocando a outra que agora nós estamos na condição de encarnados, mas amanhã de desencarnados, talvez precisamos também da ajuda. Realmente é um tema vastíssimo e que nós adoramos de montão, né? Poderíamos dizer assim. Então, queridos amigos, mais uma vez obrigada pela companhia, pela participação. Um grande abraço a todos aqueles que estão conosco. Obrigada, Jara. Obrigada, Marcelo. Fiquem com Deus e até o nosso próximo encontro.

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