SOB A LEI DE IGUALDADE - Juliana Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Queridos que se encontram aqui no nosso salão Tabezerra de Menezes, encarnados e desencarnados. Estamos dando início a mais uma palestra da tarde de sábado com a nossa querida Patrícia Mendes. >> Hoje com o tema sobre a lei de igualdade. Mas antes vamos para preparar o nossos corações, o nosso psiquismo para receber essas bênçãos que aqui já foram preparadas desde cedo para cada um de nós. Vamos ler uma liçãozinha desse livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes, a lição 137, que fala o seguinte: "Ouça a voz de Deus. Às vezes você busca falar com ele, mas a sua voz se cala, sem coragem de se elevar até a sua presença. Não se aflija, porém, ao invés de falar para fora, busque falar para dentro de você. Surpreendentemente, ali você ouvirá a voz divina que tanto anseia escutar. Ela lhe ama infinitamente. Procure segui-la. Você sentirá paz e alegria é diferente de uma voz que vem de fora. A voz de Deus está presente até na intimidade do átomo. Então vamos elevar o nosso pensamento a esse Deus, a esse pai criador, a esse pai que Jesus nos ensinou a chamar de pai, criador de todos nós, do universo, de tudo que vemos. Muito obrigada, pai criador, por mais uma oportunidade de vida física, de vida espiritual, de estarmos aqui para compreender um pouco mais as tuas leis, compreender o evangelho de Jesus, que foi o mestre querido que veio até nós trazer as tuas leis, ensiná-las pela prática e pelo amor a todos nós. E assim, profundamente agradecidos, pedimos a tua permissão, pai criador, a permissão do nosso mestre Jesus e do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília, para iniciarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. >> Pat, boa palestra. Boa tarde, comunhão. >> Agradeço a presença de todos que estão aqui no salão, daqueles que nos acompanham também pela rede mundial de computadores.
raças a Deus e graças a Jesus. >> Pat, boa palestra. Boa tarde, comunhão. >> Agradeço a presença de todos que estão aqui no salão, daqueles que nos acompanham também pela rede mundial de computadores. Eu ouvi a mensagem do Loival Lopes pela Cláudia e lembrei-me também de Maria Teresa de Calcutá, que nos convida a orar sempre, orar sempre para ouvir a voz de Deus. E um dia perguntaram para ela: "Você ora sempre, madre? o que você diz para Deus? E ela falou: "Eu não digo nada". Aí disseram para ela: "E ele fala o quê para você?" Ele: "Deus, não diz nada". E aí eu e aí ela explicou que ela sentia Deus na alma dela, que ela sentia a vontade de Deus, que ela se buscava se levar para sentir no coração dela qual era a vontade de Deus. Sem palavras que a vontade vinha pela por meio do ímpeto de fazer, pelo ímpeto de não fazer, pela vontade de falar, pela vontade de se calar. E ela tava tentava então sentir Deus nela, né? Sintamos sempre Deus em nós. O tema que nos traz a casa hoje, pessoal, tá aqui no nosso livro dos espíritos, tá bom? parte 3, capítulo 9, sobre a lei de igualdade. Vamos sempre retornar para Kardec, tá pessoal? Não dá pra gente fazer querer falar, querer ensinar espiritismo, querer dizer esse espírita sem ter voltado pra base, sem estar sustentando as nossas falas, nossas escolhas, os nossos os nossos as nossas formas de pensar, os nossos pensamentos, se não for uma estrutura, um arcaboo cardequiano que se abre depois com obras complementares e com as nossas próprias reflexões, né? que o Espiritismo nos convida a refletirmos sobre aquilo que vem de fora para nós como ensinamento, pra gente traçar o nosso caminho lastreando-nos na nossa consciência, tá bom? Não busque no outro, não. Não busque em quem tá fora a resposta, o caminho, ai fulano me diz o que eu faço. Ídalos de barro. Tá bom? Aí a lição Vera da lei de igualdade que Kardec consubstancia aqui no livro dos espíritos, na parte três. A parte três, pessoal, trata das leis morais, tá? E que bonito, a gente
dalos de barro. Tá bom? Aí a lição Vera da lei de igualdade que Kardec consubstancia aqui no livro dos espíritos, na parte três. A parte três, pessoal, trata das leis morais, tá? E que bonito, a gente aprende então com os espíritos que as leis morais também são leis de Deus, tá? E, portanto, inderrogáveis, porque às vezes a gente é muito claro pra gente, né, que é atrasado entender a lei de Deus na natureza, né? E a gente fala: "Deus não derrogaria suas leis". Lógico, o dia, a ordem do dia da noite não ia subverter. A gente entende isso, mas nas leis morais também. E as leis estão em nossa consciência, então elas não mudam ao sabor dos ventos, das épocas. As leis de Deus são sempre as mesmas, estão em nós, sustentam-se como leis divinas. Tá bom? Aqui na parte três, então aprendemos dentro das leis morais a lei de igualdade, que nos faz lembrar quem somos na terra, tá bom? A Terra é um pequenino ponto perdido na imensidão do universo sem fim, né? Onde habitamos nós criaturas em estágio provacional ou expiatório, que a Terra é um orbe expiatório, onde estão pessoas em expiação ou provação. É isso que somos. Tá bom? Quando a gente vai lá no Velho Testamento, eh, observamos a escada de Jacó, que a gente não entendeu, a gente leva muito tempo para entender as coisas, né? na escada de Jacó. Jacó, que era um profeta na antiguidade, ele sonhou que para levar-se e para chegar ao céu tinha uma escada. Todo mundo ficou pensando muitas vidas refletindo na escada de Jacó, achando que poderia ter uma escada. Até hoje não tem gente que acha que pode ter uma escada para subir. E na verdade o que Jacó percebeu na intuição dele, na conexão dele com Deus, na momento de oração dele, é que a nossa sese é individual e que a gente sobe mesmo. E aqui na Terra nós estamos em degraus diferentes, mas vejam, estamos todos habitando um órb encarnados e desencarnados, um orb expiatório. Por isso há pequenas diferenças entre nós. Daí a lei de igualdade. Somos todos iguais em todos os universos, como diz
jam, estamos todos habitando um órb encarnados e desencarnados, um orb expiatório. Por isso há pequenas diferenças entre nós. Daí a lei de igualdade. Somos todos iguais em todos os universos, como diz André Luiz, todos universos no plural da criação divina, porque todos somos filhos de Deus. Emanuel nos fala, e não há nenhum título superior a esse, o da filiação divina, tá bom? Então, em todos os universos somos irmãos. Aqui na nossa casa planetária, na nossa casinha, olhemo-nos como irmãos, ainda mais, porque compartilhamos o mesmo locus de provação, de dor, de aprendizado e de experiências, tá? Isso, essa percepção é muito importante, porque quando entendemos que estamos em níveis diferentes de evolução, tendemos, se somos espíritas incipientes, estamos ainda na superfície da lição, achar que de repente um é superior ao outro. É superior em aprendizado, já encaminhada, sabe um pouco mais, mas é pouco, viu? Desculpa derrubar as ilusões, mas é pouca diferença. Um evoluir um pouco mais significa que na escada de Jacó subiu um degrau e o outro ficou no degrau de baixo. É isso. Na verdade é isso, tá? Pra gente compreender, pra gente não ficar se iludindo acerca do nosso próprio respeito e das pessoas que compartilham da jornada conosco. Porque às vezes a gente olha para pro mundo externo, né? Esse mundo tecnológico permite isso e a gente começa a querer colocar pessoas em monumentos. Não, não, não. Somos todos habitantes de um orb atrasado, especialmente olhemos para nós, tá? Como dizem os budistas, quem olha para fora dorme, quem olha para dentro desperta. Então, comecemos a olhar para nós, enxergando-nos como pacientes de manal terreno, eh eh pacientes mesmo, né? Porque estamos internados aqui e os espíritos falam que aqui é um hospital ou uma escola. Então, internar eh internos, melhor palavra, de uma terrena, onde nos diferenciamos poucos um pouco um dos outros. Um já andou mais um pouquinho. A escada de Jacó pra gente limitando nesse momento o nosso ângulo de visão apenas a Terra é
alavra, de uma terrena, onde nos diferenciamos poucos um pouco um dos outros. Um já andou mais um pouquinho. A escada de Jacó pra gente limitando nesse momento o nosso ângulo de visão apenas a Terra é bem pequena, tá pessoal? Um andou um pouquinho, subiu alguns degraus, o outro ainda nem começou a subir a escada, tá sendo nesse momento chamado sacudido, pelo menos sobe um degrau aí, filho, porque senão não vai dar para ficar. Esse é o momento de transição planetária, mas aquilo que nos iguala e que nos une na Terra é muito maior do que o que nos diferencia. Tá bom? Então, olhemos para nós, para nós mesmos, pra gente não se iludir a nosso próprio respeito, a nosso próprio favor. Não nos iludamos, tá? A lei de igualdade, os espíritos nos fala aqui no capítulo 9, iguala-nos. E uma prova material disso eles falam é o túmulo. Somos todos iguais diante do túmulo. Eriipe Bassanuf, mentor do trabalho das 19 horas, nos fala que tudo vira pó à nossa volta, inclusive o escafandro físico, onde estamos mergulhados. E os espíritos nos fala e isso nos iguala, nos iguala. Não há não há diferença diante do túmulo, tá? Significando que todos na terra encarnados mergulhamos na carne para mais uma experiência. Tá? E estamos vivendo experiências diferentes uns dos outros, cada um com a sua própria experiência. Não dá experiências iguais, mas somente similares, tá bom? Porque Deus também não cria em sério seus filhos. Somos todos diferentes, né? Quando a gente sai das mãos de Deus, a gente sai como espíritos, com e maiúscula, como aprendemos aqui no livro dos espíritos, né? para uma caminhada que é individual, é a sua caminhada, que lhe pertence, é a sua escola de aprendizado que se abre para você. Saímos simples e, portanto, lindos, né, e ignorantes, com todo o conhecimento que nos é ignorar pro aprendizado, pra apreensão o tempo todo. E a caminhada é sua, é individual, por isso não igual a do outro. Então, também não se compare com o outro, tá? Não se compare com ninguém, compare-se com
pro aprendizado, pra apreensão o tempo todo. E a caminhada é sua, é individual, por isso não igual a do outro. Então, também não se compare com o outro, tá? Não se compare com ninguém, compare-se com você. Traga para você sua régua de aprendizado, de renovação, de crescimento e comece a olhar para você e veja o quão diferente você já está, se Deus quiser, de como estava quando iniciou mais uma jornada terrena, falando só para os encarnados, tá bom? Estamos numa num orbe que nos iguala em termos de de caminhada. Estamos todos aqui, somos iguais, uns com algum avanço em moralidade, outros com um pouco mais de avanço em termos de intelectualidade, porque são duas asas que nos fazem evoluir, né? A asa da intelectualidade que se transmuta em ação, virando sabedoria, e a asa linda do amor, porque sem amor também a gente não vai para lugar nenhum, né? E avançamos muito em intelectualidade, mas não em sabedoria. Vejam que curioso. O mundo presente nos mostra, né, como intelectualmente avançamos, mas não somos pessoas sábias ainda, porque nós temos não temos trazido as melhores escolhas paraa nossa vida como humanidade, né? Então, avançamos assim, fazendo nossas asas se desenvolverem. Olhe para você e veja o quão aplicado aplicada a sua vida já tem sido no âmbito da moralidade e da sabedoria. moralidade, porque a gente fala muito na casa espírita, né? Eh, pa sua vida pela moralidade. A moralidade na casa espírita, pra gente conseguir eh ter um termo unísono para todos e pacificar o termo é a moral do Cristo, tá? Sempre que você tiver numa casa espírita, alguém fala assim: "Tem que ver o nível de moralidade". Estamos falando assim: "O quão verdadeiro é o aprendizado do Cristo na sua vida, tá? Moral nossa, moral espírita, é a moral do Cristo." Então, estamos na terra em condições diferenciadas de aprendizado já. de assimilação, mas somos todos eh regidos pela mesma lei que rege todos os universos, porque as leis de Deus são inderrogáveis, né? Somos todos criados para perfeição que nos cabe com todos
izado já. de assimilação, mas somos todos eh regidos pela mesma lei que rege todos os universos, porque as leis de Deus são inderrogáveis, né? Somos todos criados para perfeição que nos cabe com todos com o mesmo direito de vivenciar as experiências que nos competem. Por isso, olhando para nós mesmos, não se sinta mais com ninguém, tá bom? Não importa o lugar que você ocupa, o carro que você está na terra ou o conhecimento que você conseguiu adquirir nesta vida, sempre por misericórdia de Deus, porque é porque Deus permitiu. Não importa o posto que você ocupa, presta bem atenção. Não importa do lugar que você fala, porque às vezes, dependendo do lugar onde a gente fala, tendemos nós a nos sentirmos numa condição de superioridade com relação ao outro. Não se deixe cair, tá, nesse tipo de falácia que nos conduz sempre a enganos e a erros que são podem ser muito deletérios na nossa caminhada. Não estamos, não estamos em condições de julgar o outro, nem de condenar o outro, nem muito menos de nos sentirmos superiores na relação com quem quer que seja, tá? Somos iguais na Terra, um em um degrau, outro em outro, vivenciando experiências diferentes. Um grau que dá, dá para nos uma avaliação que dá para fazer a nós mesmos, né? Olhando para nós, para dentro, desperta, olhando para você, do se eu já compreendi que eu não sou superior a ninguém, é a resposta a uma só pergunta, tá bom? Jângeles nos ensina lá no livro chamado gratidão, porque às vezes a gente também tende a olhar para nós sem conseguir, sem conseguir ir na na nossa no imo da nossa própria alma, né? E aí fala assim: "Não, não me considero superior a ninguém não". Joana de nos fala que bonito, hein, no livro Gratidão, do Divaldo, que quanto mais a alma é grata, mais ela se sente igual a seu semelhante. Quanto menos gratidão há no seu coração, mais estamos sentindo superior aos outros. Quanto mais eu reconheço que eu só consegui chegar até aqui, porque mãos me trouxeram até aqui, porque mãos me sustentam aqui, porque
idão há no seu coração, mais estamos sentindo superior aos outros. Quanto mais eu reconheço que eu só consegui chegar até aqui, porque mãos me trouxeram até aqui, porque mãos me sustentam aqui, porque mãos me colocaram ali, tanto menos eu eu estou me sentindo superior aos outros e, portanto, estou conseguindo lapidar o ser que sou eu mesmo, tirando de mim a soberba, a vaidade, a prepotência, o sentido de ser maior que o outro, quão grato é o seu coração. Gratidão Joan de nos ensina que também é medida do quanto estamos percebendo que eu só consigo estar onde eu estou graças ao outro, que eu só consigo ser quem eu sou hoje graças ao outro, que sozinho eu teria ido mais rápido, mas junto a gente vai muito mais longe e que é na autoridade, na na autoridade amorosa, no olhar do outro, na construção do outro, é que eu me faço, refaço, me construo, reconstruo e consigo ser quem eu sou, que somos grandes devedores de outras mãos, de outros corações. de outras vidas, de muitas vidas e que muitas vozes falam dentro de nós o tempo todo. Quando reduzimos o diapazão da nossa gratidão, Joana e Cina, estamos nos sentindo prepotentes demais, né? Estamos caindo na falácia de acharmos grandes demais na terra. Não façamos mais assim, não ajamos mais assim, porque esse já foi um erro onde nos onde encorremos por muitas vidas e nos perdemos. E a chance da alma encarnada se perder na Terra é muito grande, muito grande, porque o órb é atrasado, as energias que nos circunam são sempre densas, né? O órbito, nesse momento, então, de transição, eh, está circundado por energias densas. Inclusive, nesse momento, pensando, pensando em nós mesmos, avaliemos o quão gratos temos conseguido ser, que tipo de resposta estamos conseguindo dar ao mundo e ao outro que está à nossa volta, do qual somos sempre devedores, tá? Mário Cortelo nos convida a pensarmos, ele não fala em transição planetária, mas a gente entende esse filósofo, ele fala assim: "Nesse momento difícil da terra, pensemos assim, quando a gente
res, tá? Mário Cortelo nos convida a pensarmos, ele não fala em transição planetária, mas a gente entende esse filósofo, ele fala assim: "Nesse momento difícil da terra, pensemos assim, quando a gente sacode uma xícara de café, o que é que cai?" E a gente pensa lá, "Café, sacudi uma xícara de café, cai café". Parece óbvio, né? E ele fala assim: "Cai café, se tiver café dentro, tiver chá cai chá. Tiver leite, cai leite." Parece óbvio da gente pensar que que tá saindo da gente nesse momento que estamos tendo sendo sacudidos, né? A sempre a hora da tormenta. A Joana fala a sempre a hora da tempestade. E para todas as almas esse instante chega um instante difícil. E nessa hora a gente responde com quem realmente somos, tá bom? Porque na nossa vida de relação, no dia a dia, eh usamos muitas personas, né, que são máscaras. Mas quem somos? O eu verdadeiro, o eu profundo emerge na hora de crise. Pensamos quem temos sido. Olhemos para essa resposta que estamos dando, sem eh sem rechaçá-la, mas acolhendo e falando assim: "Eu já posso ser diferente, eu já posso me transformar". E acima de tudo, para que possamos eh habilitar o sentido da igualdade em nós e vivermos como seres que entenderam que somos iguais em experiências diferentes na Terra, sejamos gratos. Sejamos grato ao outro, à aquele que nos ajuda, aquele que nos que que nos sustenta, aquele que nos auxilia a sermos quem somos, a mão que nos levanta na hora de dor, ao abraço na hora que precisamos, aquele que nos auxilia nas nossas ignorâncias, tá bom? Que são sempre muitas e várias na terra. Vejam que almas sábias tinham a ombridade de refletir, né, exemplificando Sócrates. Eu só sei que nada sei e é verdade mesmo, tá? Por muito que saibamos, é muito pouco que sabemos, não temos todas as respostas. Façamos o nosso coração crescer em gratidão pra gente conseguir aplicar todos os dias, todos os dias a lei de igualdade, que é uma das leis morais e que nos faz perceber todos os dias que o outro é meu igual, que o outro é meu
escer em gratidão pra gente conseguir aplicar todos os dias, todos os dias a lei de igualdade, que é uma das leis morais e que nos faz perceber todos os dias que o outro é meu igual, que o outro é meu irmão, não é meu inimigo, não, eu não estou competindo com ele, eu não tenho que ser mais que ele, a última resposta não tem que ser a minha, aliás, eu posso nem ter respostas. Pensemos assim para que a lei de igualdade possa viver em nós de verdade. Há uma história bonita que nos que eu gosto de rememorar para pensar na aplicação da lei de igualdade em nós, que nos faz lembrar que somos iguais porque irmãos, né? Nenhuma outro título eh tão grandioso na terra em nos fala quanto o título de filho de Deus e o outro também é. E, portanto, somos irmãos. É uma história que gosto de lembrar que tá nas revistas seleções que diz respeito de um história verdadeira, tá? De um piloto de caça. Ele houvera sido piloto de caça aéreo durante toda a vida. Uma vez o avião que ele estava, né, pegou fogo e ele teve que pular de para-quedas para não ir em declínio junto com a nave, né? Pulou de para-quedas, conseguiu se salvar, ficou bem. Foi uma experiência que o marcou profundamente. E ele viveu como piloto de caça. Charles Plumbio, o nome dele. Viveu como piloto de caça por toda a vida. Até que deixou de ser porque se aposentou. Um dia ele estava num lugar público com a esposa e um outro homem entra um pouco mais novo que ele, dirige-se a ele, cumprimenta-o e fala: "Charles plumb?" Ele: "Sim. A Eli, eu nunca me esqueci da história de quando você pulou, avião em chamas e você conseguiu seu carro sem chamas, você conseguiu pular do com paraquedas, né, e conseguiu se salvar. Foi uma história que me marcou para sempre. Aí ele não tinha ainda tornado essa história pública, só conheciam na força onde ele trabalhava, né, onde ele elaborara por toda a vida e algumas pessoas, o ciclo de intimidade dele saia dessa história, né? Uma época tecnológica como essa em que tudo fica mundial no mesmo segundo,
ele trabalhava, né, onde ele elaborara por toda a vida e algumas pessoas, o ciclo de intimidade dele saia dessa história, né? Uma época tecnológica como essa em que tudo fica mundial no mesmo segundo, né? Então ele perguntou para esse outro homem que era um pouco mais novo que ele, falou assim: "Mas como que você ficou sabendo o que aconteceu?" E ele falou: "Ah, eu era a pessoa que dobrava o seu para-quedas todas as vezes que você entrava no caça." Ele parou e falou: "Meu Deus, o rapaz estava ali todos os dias dobrando meu para-quedas, zelando para que tudo desse certo. Um dia ele foi responsável, anônimo, silencioso pela minha sobrevida. Quantas vezes eu reconheci? Passou em revista toda uma vida, quantas vezes eu falei para ele o tanto que eu era grato a ele? Nenhuma vez. E daí ele passou, ele agradeceu ao rapaz e ele passou a fazer numas explanações, né, até o fim da vida dele falando: "Quem dobrou seu para-quedas hoje?" É uma pergunta que a gente deve trazer para nós mesmos, pra gente refletir acerca do valor do outro na nossa vida. Quem dobrou o seu paraquedas hoje? Quem te manteve de pé hoje? De onde veio a força que você conseguiu tirar no dia a dia? Sim, minha força vem de Deus, mas Deus labora na terra pelo outro que é meu irmão, que é seu irmão, viu? E Deus age na terra pela mão do outro que é seu irmão. Peçamos para Deus e virá a resposta por aquele que tá próximo a nós. Perguntemos a nós mesmos: Quem é que dobrou meu paraquedas ontem? Quem dobrou hoje? Quem dobrou por toda a minha vida o meu paraquedas? Quem são as pessoas? que me sustentaram até aqui. Isso vai me fazer olhar para o outro, para aquele que tá do meu lado e perceber que nós somos irmãos. Aquilo que nos une é muito maior, muito maior do que os pequenos forços, forços e e cisões que nos separam no âmbito do egoísmo e do orgulho. As grandes chagas da humanidade, mesmo como os espíritos nos falam. na raiz, né, na semente de toda cisão na terra, podemos perscrutar, vai estar sempre a chaga da humanidade
do egoísmo e do orgulho. As grandes chagas da humanidade, mesmo como os espíritos nos falam. na raiz, né, na semente de toda cisão na terra, podemos perscrutar, vai estar sempre a chaga da humanidade que a gente precisa conseguir tirar de nós, não é do outro, tá? Vigiai e orai. Jesus ensina vigiar você, o seu coração. Estará sempre na base de qualquer discensão na terra, o egoísmo ou orgulho. Uma das duas chagas, olhando para nós, né, pra gente conseguir tirar de nós e o outro. O outro não sei. O outro caminhará na caminhada dele, mas eu permanecerei com o meu coração grato. Grato pelos momentos felizes, pelo tanto que ele me sustentou, pelo tanto que ele me trouxe até aqui, pelo tanto que ele me ajudou. É assim que a gente conquista o nosso céu particular, viu? Aqui na terra a gente fala às vezes brincando, ah, fulano tem o tal posse material particular, sei lá, uma ilha particular. Construa aí o seu céu particular, tá bom? Seu pequeno céu, mentor desta casa que dá nome a esse auditório maravilhoso, é que nos ensina como é que a gente constrói, né, o nosso céu particular ou não. Ou não. E diz assim, ó, pra gente laborar no bem, trabalhar no bem, perseverar no bem, mesmo que ninguém faça, tá? Uma pausa em bezerra. Quando aprendemos a caminhar com Jesus, faremos o bem, tá? Trilharemos o bem, mesmo que ninguém esteja fazendo. E o contrário também. Não faremos aquilo que todos fazem, tá bom? Seguiremos a nossa consciência. Na nossa consciência, lembra onde estão as leis de Deus que são inderrogáveis, tá bom? Leis morais também são inderrogáveis. Bezerra fala: "Persevere no bem, labore no bem, conquiste para você o bem". É somente assim que isso vai conquistar para você em qualquer plano da vida onde você esteja, porque a vida é uma só. que sepraia lend lindamente, né? Hora estamos encarnados, horas desencarnados, mas a vida é uma só. E ele fala: "Labore no bem, persevere no bem". É somente assim que você vai conquistar para você um céu que lhe pertence, um céu chamado
a estamos encarnados, horas desencarnados, mas a vida é uma só. E ele fala: "Labore no bem, persevere no bem". É somente assim que você vai conquistar para você um céu que lhe pertence, um céu chamado consciência tranquila. Não tem outro, tá bom? O céu não é um lugar para onde nos mandam. Ah, me mandou para lá, me mandou pro nosso lar. O céu e o inferno são estados vibratórios da alma, onde nos conectamos, já quando encarnados nos conectamos, tá bom? Pensemos assim: caminhemos na direção da consciência tranquila, sendo grata ao outro, mesmo aquele que desertou, mesmo aquele que te abandonou, mesmo aquele que te traiu, mesmo aquele que te atraiou, porque a terra é um local de provação, né? Eu não sei o que move o outro, eu não sei o que tá no coração do outro, mas meu coração permanece grato, em paz, conquistando para mim o meu pequeno céu. Mantenha gratidão e saiba que a vida gira. Não é possível a gente estar semeando paz e estar colhendo tempestades, tá bom? Então, tenhamos calma. Mesmo no meio da tormenta, como diz Joana, mantenha a serenidade e a sua semente de paz deixa semeada nesse locus mesmo, tá? Deixa entregando ao outro a seu óbvulo de gratidão, o seu óbvulo de paz também, tá? Faça isso por você e a vida gira. Não tenham dúvidas disso, tá bom? A vida gira. Somos todos iguais em aprendizado. A lição chegará para todos no momento aprasado, num tempo que não nos pertence, tá bom? Essa é da lei de justiça, que também é uma lei moral, que também é divina e é inderrogável, tá bom? A vida gira, a vida muda e o outro tá apenas numa condição diferente, numa experiência diferente, num lugar diferente. Não me torno superior por eu estar numa situação aparentemente melhor ou beneficiada. Tá bom? Olhemos para nós e pensemos assim, uma forma da gente diminuir em nós a arrogância é fazermos crescer em nós o que é bonito. A forma de diminuir a sombra é jogar luz, porque a sombra não existe, né? O que existe é ausência de luz. Joguemos luz. uma forma diminuir em nós a arrogância, fazer crescer em nós a
s o que é bonito. A forma de diminuir a sombra é jogar luz, porque a sombra não existe, né? O que existe é ausência de luz. Joguemos luz. uma forma diminuir em nós a arrogância, fazer crescer em nós a gratidão, que é um sentimento maravilhoso, né? E o Lúcio nos conta lá no livro eh Alvorada, Alvorada Cristã, a lição inesquecível da menininha, da doceira, pra gente pensar como a vida gira, né? Mantenhamos o nosso coração grato. A menininha, a mãe vivia com a mãe e a mãe adoecida, eram só as duas, sai a vender docinhos nas portas, uma situação muito difícil. E ela ia sempre numa casa que ela que parecia ela mais eh apessoada, né? Tinha a melhor condição as pessoas que moravam ali. E ela ia sempre ali. E quando ela chegava ali, a filha da da dona da casa quando olhava para ela falava: "Sai, bruxa, sai bruxa, cabelo feio, descalça, sai bruxa". E ela tremia com cestinho de doce. A mãe vinha e falava com a filha: "Não, filha, não faça isso. Não faça isso." E perguntava para ela: "Quem fez o docinho, ela dizia: "Foi a mamãe". E aí ela abraçava a mãe, né, e comprava os docinhos e a menina embora. E a filha em pleno processo educativo ali olhava e falava: "Sai, bruxa". E a mãe falava: "Não, filha, não. A gente simplesmente não sabe o dia de amanhã". E a menina da criança em aprendizado, não entendia, mas a mãe seguia educando. Não abra a mão de educar, tá? As almas que vieram do espaço paraos seus braços, que não nos pertencem, são outros espíritos com outras histórias. Quando chegam os nossos braços, chegam porque Deus confiou que daríamos a estes espíritos o nosso melhor e que deixaríamos também que eles trilhassem o caminho deles, que pertencem a eles, tá? Os caminhos dos nossos filhos. E eles responderão pelas escolhas dele. Nós responderemos pelo tempo que nos coube de educar como educadores, o que semeamos naqueles corações. Tá bom? E a mãe não deixava de evangelizar, né? Evangelizar, como aprendemos processo de Assis, é viver, tá? às vezes falar muito raramente. Lembra disso? Já a gente bota na menina
naqueles corações. Tá bom? E a mãe não deixava de evangelizar, né? Evangelizar, como aprendemos processo de Assis, é viver, tá? às vezes falar muito raramente. Lembra disso? Já a gente bota na menina do doce. Francisco diz assim, ó, pra gente: "Evangelize sempre, você que já conhece o evangelho de nosso Senhor, sempre. Se precisar, quando precisar, use as palavras. Significa que evangelizar é viver, tá? Os verdadeiros evangelizadores são aqueles que vivem. Falar é de todos, daqueles que treinaram oratória, seizaram nisso. Viver daquele que assumiu o lugar de trabalhador do Cristo. Tá bom? Viver, viver, viver, evangelizar. A mãe evangelizava às vezes falando. Tempo passou, a vida gira. Neilúcio nos conta que o pai da menina veio a desencarnar, tá? Uma encarnação muito breve. André Luiz nos alerta para isso. Esteja atento. Não seja, não, não, não, não adormeça diante do seu projeto encarnatório que lhe pertence. Esteja desperto todos os dias em suas escolhas. Não subverta valores, tá bom? Uma encarnação é curta demais, tá? Não deixa que que os fins façam que você perlustre qualquer meio. Não cometa essa falha ética, tá? Ande pautando-se pela moral, que a moral que a gente deve obedecer agora, quando dizemos espíritas cristãos é a moral do Cristo. É perguntar o que Jesus faria, tá bom? O que um amigo de Jesus faria? se Jesus aprovaria essa minha conduta. Bem, o pai da menina desencarnou, a mãe da menina então adoeceu e a menina, aquela mesmo que chamava Ildinha, Iludinha era doceira. Sai bruxa, sai descalça. Se viu numa situação muito difícil alguns anos depois, a vida gira, nós somos iguais, vivendo experiências diferentes, tá? Hoje eu estou aqui, amanhã eu estou aí, você vem cá e amanhã eu tô lá e o que tá lá vai para outro lugar. Esse o valor da reencarnação. E nesse momento de transição tem girado pessoal com muita velocidade, às vezes na mesma encarnação. Tá bom? Presta atenção. Não só condições materiais, também situações da nossa alma. Temos chamado a testemunhos deuturnos. Lembra da Marcel
pessoal com muita velocidade, às vezes na mesma encarnação. Tá bom? Presta atenção. Não só condições materiais, também situações da nossa alma. Temos chamado a testemunhos deuturnos. Lembra da Marcel de Cortela, sacode, que que vai sair de você é a sua verdade. Presta atenção no como você tá respondendo para você se evangelizar, viver de verdade, tá bom? e depois falar da sua experiência. Se Deus quiser, teremos a oportunidade de falar. E vai a menina, então, com a ajuda da mãe enferma fazer docinhos. Já era, agora é adolescente, né? E vai caminhando por uma rua e chega numa casa que ela vê florida, tem flores na janela e ela se sente então atraída por um magnetismo irresistível para tentar vender o docinho naquela casa. Quando ela abre a bate na porta e a moça abre, é a mesma moça que um dia lá atrás ia vender na casa dela porque sabia que a mãe era amorosa e ouvia dela: "Sai, bruxa, sai descabelada, sai descalça". A menina olha para ela, ela baixa a cabeça e a menina pergunta: "Quem fez?" E ela responde: "Foi a mamãe." A mãe dela tava enferma e a menina vai, a história verdadeira, né? O Lucio nos conta. A menina abraça e fala assim: "Nós somos iguais. Eu te entendo. Vem, eu vou ficar com todos os seus doces. Agora ela tinha condições de comprar e ela aprendeu ali que o lugar onde nós estamos, onde a providência divina nos coloca, é apenas um lugar para vivenciarmos aquela experiência, tá? E que a experiência vai passar. Estaremos em outros locos e os outros também. Aproveitemos a lição de cada lugar, sabendo que a vida vai gerar e ocuparemos outros lugares de acordo sempre com a misericórdia de Deus para o nosso melhor aprendizado. Honremos por hora. o posto de serviço, quando a providência divina nos colocar nele, tá? Todo serviço que nos chega bênção divina. Aprendamos a honrar os locos onde estamos, o posto de trabalho, qualquer posto de trabalho, inclusive a nossa casa é um posto maravilhoso de trabalho. Tá bom? Honremos os postos de trabalho. Uma eh história verdadeira
ar os locos onde estamos, o posto de trabalho, qualquer posto de trabalho, inclusive a nossa casa é um posto maravilhoso de trabalho. Tá bom? Honremos os postos de trabalho. Uma eh história verdadeira também que quero contar para vocês e que essa muito me emociona, está no livro 52 Lições Inesquecíveis, publicação da Federação Espírita do Estado do Paraná. a história de uma de uma enfermeira. A dona da casa recebeu a moça para trabalhar em casa como empregada doméstica. No tempo que as empregadas residiam na casa das pessoas, tá ficando mais raro isso, né? Mas nessa época ela recebeu uma mostra bem jovenzinha. Logo história verdadeira. Logo depois, logo depois que a moça chegou, a dona da casa começou a perceber perceber que ela era muito esperta, muito inteligente, mas não tinha galgados degraus das escolas terrenas, não tinha estudos. E aí olhando para aquela menina e pensando, ela podia ser minha filha, qual que é a diferença? Pausa, abraça também, tá com o filho de ninguém, aquele que morre lá na rodoviária de frio, de fome, se Deus quisesse também estaria debaixo do seu teto, também estaria seu filho. Não tem diferença nenhuma. Um dia a gente vai conseguir compreender quando Jesus nos fala quem são meus irmãos, quem é minha mãe sem nenhum demerto a Maria que ele amava profundamente. Tanto que ele entrega Maria para João no final para que João cuidasse dela. João que era discípulo mais jovem. Mas ele nos leciona que a nossa família um dia a gente vai entender, somos todos iguais, irmanados, vivemos em plena igualdade. A nossa família é a humanidade inteira, tá? Abraça também o outro, o filho de ninguém. Olha pro outro como seu filho. Deixa o amor do seu coração dilatar. cuida. Joana nos ensina, Joana de Angângeles, que debaixo do nosso teto estão aqueles que a providência divina matriculou para que a gente tenha um olhar mais cuidadoso, amoroso e atento e aprendamos com eles também. Lembra? Temos subido ali um degrau, às vezes a mais que o outro, o outro subiu um mais
divina matriculou para que a gente tenha um olhar mais cuidadoso, amoroso e atento e aprendamos com eles também. Lembra? Temos subido ali um degrau, às vezes a mais que o outro, o outro subiu um mais que a gente, um aprende com o outro. É na autoridade amorosa que a gente aprende, sim. Mas aprendamos a amar a todos. A menina dentro de casa com empregada, a patroa começou a olhar e falar: "Podia ser minha filha, sem dúvida". E a patroa gostava muito de estudar e começou a incentivar que ela estudasse. A menina começou então dar um jeito, começou a estudar de noite e foi galgando degraus nas escolas terrenas. Um dia ela resu fazer um curso maravilhoso na Seara da Saúde e com a ajuda da sua patroa, ela começou então a conseguir encaixar o horário de trabalho com a faculdade que demandava dela cada vez mais. Chegou a fase do estágio, ela conseguiu com a ajuda da patroa que já era mais que a patroa era uma amiga, né? amigas, amiga da alma dela, a encaixar um estágio ali junto com o horário de trabalho. A patr fingiu que não tava vendo as dificuldades dentro de casa. Pessoal, essa história eu sei até o nome dos protagonistas, tá bom? Tá no livro, mas eu sei até o nome das pessoas. E aí um dia a menina se formou maravilhosa, enfermeira e foi embora. A vida é assim, vivemos experiências uns com os outros, tá bom? Experiências não nos tornam maiores nem menores. Nó vamos acrescendo, acrescendo o que o outro traz e o que a gente faz com que a gente absorve. Isso sim nos torna cada vez maiores na vida. Vira, vira a roda da vida, vai girar, presta atenção, muda. A única coisa que a gente sabe num órbito expiatório como nosso, pessoal, que vai mudar. A gente não sabe o que que muda, onde muda, quem muda, de onde vem a mudança, mas vai mudar. Por quê? Porque a impermanência é uma marca dos órbes expiatórios, tá bom? Por isso também nos alerta, não se apegue o que tá à sua volta, não inverta valores, não coloque valores materiais acima dos valores espirituais, porque tudo vai virar pó à
órbes expiatórios, tá bom? Por isso também nos alerta, não se apegue o que tá à sua volta, não inverta valores, não coloque valores materiais acima dos valores espirituais, porque tudo vai virar pó à nossa volta. Presta atenção, espírita, espírita, presta atenção. Espírito é o que você é. Valorize suas escolhas, sua vida, imprimindo sempre um valor espiritual, tudo que você faz. A gente já aprendeu isso, né? Temosgalgado esse degrau de compreensão. Graças a Deus. Vida, vida gira, vira a roda da vida. Um dia, aquela que era houverá sido um dia patroa cai com uma grave enfermidade e sozinha deitada num leito internada em isolamento no hospital. Ela vê um dia chegar pertinho dela alguém com uma máscara. Ela olha para aquela moça de jaleco branco de máscara, o sorriso, o olhar sorrindo para ela e no meio da enfermidade que a confundia, ela olhou para aquele olhar e falou: "De onde eu conheço esse olhar?" E a enfermeira baixou a máscara e falou: "Sou eu vou cuidar de você". E aí ela recebeu ali como enfermeira que cuidar dela naquele momento de profunda dor aquela moça que décadas atrás ela havia recebido em casa e que ela havia ajudado a trilhar os caminhos terrenos. Eram, acima de tudo duas amigas que tinham se encontrado na terra. Foi assim com essas duas? Pode ser assim com todos nós, tá? Aquele que vem na sua direção é seu amigo, deve ser seu amigo. Construa com ele vínculos de amizade, vínculos que estarão para além da encarnação física, quando tudo que tá à nossa volta, que for material, não existir mais. Tá bom? A lei de igualdade nos convida a olharmos acima de tudo como irmãos. É isso que os espíritos falam aqui na lição. Porque é assim que Deus nos vê, tá bom? Como filhos. Somos filhos de Deus. Todos nós vivendo experiências diferenciadas. Às vezes, pessoal, a situação na Terra, os preconceitos da matéria de etnia, de casta, de loco social, né, os prejuízos oriundos do orgulho, do egoísmo, fazçam que a gente afaste de nós corações amorosos, né? Pensemos, amigos que
na Terra, os preconceitos da matéria de etnia, de casta, de loco social, né, os prejuízos oriundos do orgulho, do egoísmo, fazçam que a gente afaste de nós corações amorosos, né? Pensemos, amigos que amamos, pensemos na dor, né, do pai de Saulo, que se transmuta em Paulo. O pai de Saulo chamava-se Isaque, viu? E Saulo quando se torna cristão, retorna à casa. O pai não consegue, não consegue acolhê-lo porque os preconceitos que estavam no coração dele eram maiores do que ele do que ele mesmo. E ele não consegue consegue superar todo o preconceito que o separava do filho como um muro. Pensemos, tá? Se os nossos preconceitos, se o materialismo não tem nos separado daqueles que amamos, precisamos vencer a nós mesmos, tá bom? O maior inimigo do ser não reside fora, reside dentro dele. Sabemos derrubar os muros que estão dentro do nosso coração, implantados no nosso coração, para que a gente consiga construir pontes. Quem nos exemplifica isso, olhando-nos com igualdade, é o primeiro Marte do cristianismo, né, Estevão, vejam vocês, esse mesmo Saulo aí que ao se converter ao cristianismo, tenta retornar à casa paterna e recebe e o Pai o recebe com frieza. E a partir daí se torna então Paulo, ele percebe que tem que deixar tudo para trás e seguir em frente como nova criatura. Hvera sido o protagonista, né, no primeiro martírio no cristianismo, que foi o assassinato de Esteva chamado Jesiel, que era o nome dele de batismo, né? Mas Jesiel, uma alma superior, primeiro marcho do cristianismo, não enxergava Paulo como diferente. Tanto que a pedido do Cristo, ele volta, ele volta para ajudar Saulo de Tarso, porque ele entende que Saulo também estava em aprendizado na terra que ia ficar gigante como ele era. Falamos muito de Paulo, né, de Paulo de Tasso, apóstolo da primeira hora do cristianismo, gigante na primeira hora do cristianismo. Mas precisamos lembrar que Paulo era secundado o tempo todo por Estevão. Estevão trazia para Paulo a lição de Cristo, o que Jesus queria para ele poder seguir. Duas almas que
ira hora do cristianismo. Mas precisamos lembrar que Paulo era secundado o tempo todo por Estevão. Estevão trazia para Paulo a lição de Cristo, o que Jesus queria para ele poder seguir. Duas almas que houveram sido inicialmente separadas, né, por preconceito da época, por desentendimentos, pela pela ignorância de um deles, né? Mas no entanto, o outro que compreendia isso o perdoa e segue. Vemos isso de maneira linda no episódio que fica para nós como lição, tá? de uma alma que compreendeu que outra era igual na dor dele. Estevão compreendeu que Paulo era um igual, um um trabalhador do Cristo igual a ele. Só tava era confuso. Só era confuso, tinha se bagunçado todo e fica ao lado dele, possa ser ao lado dele como grande mentor, né? No momento de dor, vamos trazer pra gente a lição de Estevão que vai nos ajudar, tá bom? Sempre na nossa vida. Um momento de dor, profunda dor de Saulo. Saulo recolhido numa caverna, né? O momento é simbólico, quando ele se, após ter sido reprovado, rechaçado, rejeitado na terra, né, eh, ignorado, eh, injustiçado, tudo que a terra pode nos trazer, né, uma marca dos trabalhadores do Cristo na terra são as marcas da dor, né, porque não encontramos trabalhadores do Cristo que tenham passado pela vida numa instância de férias. Não tem esses, não encontramos na história da humanidade, né? E aí Paulo dentro da gruta recolhida ali na sua dor, eis que entra na gruta, Estevão e Abigail. Abigail era sua noiva espiritual já desencarnada, também entendeu nele uma alma em luta para ser como ela já era cristã, né? A fala bonita de Jesiel, de Estevão, antes de morrer, é que ele fala para apedrejado, ensanguentado, ele fala para Abigail: "Seu noivo será um grande trabalhador de Jesus". Veja que coisa bonita, ele enxergou naquela alma perturbada uma um trabalhador de Jesus ali que tava em crise, no momento de crise. Era seu igual, apesar de estar em erro, né? Era seu igual. Paulo dentro da gruta sozinho, chora, né? Chora a solidão, o abandono, o desentendimento, as
esus ali que tava em crise, no momento de crise. Era seu igual, apesar de estar em erro, né? Era seu igual. Paulo dentro da gruta sozinho, chora, né? Chora a solidão, o abandono, o desentendimento, as injustiças, chora, a desilusão, as dores de uma vida inteira, né? Sozinho ali, tá na na obra Paulo Estevan. E esse que entra Abigaísson noiva amada. Mas Estevão também entra. Estevão entra olhando para ele como um igual, um trabalhador do Cristo em luta, né? E aí, secundada por Estevão, Abigail dá para Paulo a lição que vai ficar pra gente, tá, pessoal, no nosso dia a dia, para nossa vida. Porque Paulo chorava, ela diz a ele: "Chora Paulo, quando a tarefa somente principia?" Porque ela sabe que para ser quem ele poderia ser, muito viria ainda em termos de desafio, né? Isso para Paulo, pessoal, isso pra gente também, tá? Jesus olha pra gente na potência, na olha pra pessoa que ainda não somos, mas que temos condições já de nos levantar nos nos desafios para sermos você e o seu irmão também, o seu igual, mesmo aquele que te fere, mesmo aquele que te ofende, mesmo aquele que te abandonou, tá? Jesus olha para ele na potência, sabe que talvez não hoje, mas amanhã ele vai se levantar diferente. Miguel pergunta para ele, choras quando a tarefa apenas principia. E aí Paulo, né, Solo transmutar Paulo quer contar para ela como tava difícil a vida, pois ele tava sozinho, né? Não encontrava ninguém que o apoiasse. Era um um eh arando solo infértil. E ela dá para para ele a lição que valerá para nós também, tá? No nosso dia a dia, mesmo que o cenário esteja difícil, de incompreensão, de solidão, de dor, Abigail disse para ele: "Trabalha, Saulo, trabalha". Ela ouve, ele ouve a lição daquele coração que ele amava e quer falar para ela que ele tem trabalhado. Ele tinha começado a falar, mas tava parecendo que não tava frutificando, que não tava crescendo. E ela fala: "Espera, espera, Saula, espera. Será assim também?" Tá, pessoal, a gente vai disputar aqui na terra a honra de cementar, viu? Mas a colheita não nos
a frutificando, que não tava crescendo. E ela fala: "Espera, espera, Saula, espera. Será assim também?" Tá, pessoal, a gente vai disputar aqui na terra a honra de cementar, viu? Mas a colheita não nos pertence. Jardineiro divinal é o Cristo. Honremos o posto de trabalho, onde a providência divina nos matricular. Todo trabalho que nos chega é honra divina para nós. Somos imerecedores. Qualquer trabalho que nos chegue a nós espíritas, pensemos nisso também, tá? A tribuna que nos chega, a classe que nos chega, a evangeração que nos chega, o lugar que nos chega de trabalho é honra divina para nós. Não merecemos. Somos almas muito devedoras. Honremos os postos de trabalho. Ela diz a ele: "Espera". Espera, Saulo. E ele quer contar para ela desfiar o Rosário de Dores o tanto que ele tava sendo incompreendido, vilipendiado, o tanto que tinha sofrido, né, nas mãos daqueles inclusive que ele considerava como irmãos. E ela fala: "Saulo, perdoa, perdoa. Não é possível, pessoal, realizarmos uma caminhada de renovação, de luz, de novos propósitos, se não perdoarmos, tá? Se não fizermos o exercício de turno, cotidiano do perdão, compreendendo que o outro é meu igual, tem o direito, né, de tentar ser feliz e vai errar muitas vezes nós também. Faça o exercício do perdão pelo outro, não por você. Para você se libertar da dor da mágoa que nos junos ao solo da terra, você se libertar disso e poder trilhar estradas novas para você, vivenciar novas experiências, entregando o outro a misericórdia divina, como nós também estamos entregues porque somos iguais sobre o céu. Tá bom? Então, faça o exercício cotidiano do perdão, entendendo que perdoar não é apagar a falta de ninguém, não temos essa capacidade, tá? O outro errou, ele vai responder pelo erro dele. Nós também. A lei de igualdade é para todos, viu? A lei de igualdade é inderrogável. Colheremos sempre daquilo que semearmos, você e o outro. Busque semear o melhor, mesmo que o cenário esteja difícil de tormenta, de luta e de dor. Semeie o seu
viu? A lei de igualdade é inderrogável. Colheremos sempre daquilo que semearmos, você e o outro. Busque semear o melhor, mesmo que o cenário esteja difícil de tormenta, de luta e de dor. Semeie o seu melhor mesmo para esse, mesmo para esse. Perdoa Saulo e a lição dela para ele. E aí ele vê então Abigail se desfazendo e Estevão. Estevão que tinha tudo para punir, estava ali estic estendendo a mão para ele e mostrando para ele que eles eram irmãos, que diante de Cristo Jesus eles eram iguais e que eles queriam as mesmas coisas, construir um mundo melhor. É assim mesmo, tá? O que nos une na Terra, pessoal, é sempre muito maior do que aquilo que nos separa. Sempre que a providência vi nos convidar, construamos e reconstruamos quantas vezes forem necessárias, quantas vezes for preciso, pontos entre corações. Construamos, reconstruamos. Bigaí se desfazendo que ele via Bigail em espírito. Foi uma visita espiritual que ele recebera, né, naquela gruta. E aí ele quer contar para ela o que que eu vou fazer, o que virá. Paulo era jovem ainda e desencarna já bastante idoso, décadas depois. E aí nessa visão ele quer perguntar para ela o que fazer, que lição ela deixava para ele. E ela Estevão, então dizem para ele: "Ama Saulo, ama". Essa é a lição final de Valdo Franco que nos fala que o amor é a seiva da vida. Tá bom? só vamos conseguir nos enxergar como irmãos, tratarmos-nos como irmãos, respeitarmos-nos como irmãos em nossas diferenças, quando a base dos nossos relacionamentos foi o amor, quando fizemos o exercício do amor. E para nós que habitamos um homem atrasado, foi assim que começamos nossas explicações, né? O amor para nós é um exercício, tá? Ele não vem natural, não. É um exercício mesmo, exercício de turno, cotidiano, de enxergar o outro na sua melhor porção, na sua melhor parte, na sua melhor face e perdoar, deixar o tempo, deixar no concurso do tempo e seguir trabalhando com amor todos os dias. Queria encerrar nossas reflexões de hoje sobre a lei de igualdade, lembrando a lição de Jesus
r face e perdoar, deixar o tempo, deixar no concurso do tempo e seguir trabalhando com amor todos os dias. Queria encerrar nossas reflexões de hoje sobre a lei de igualdade, lembrando a lição de Jesus para nós, de que somos iguais e viendo experiências diferentes, tá bom? pra gente nunca deixar que as ilusões materiais, que são muitas, que que nos cegam na Terra, nos iludir, nos iludirem acerca de nós mesmos, tá? Pra gente não se achar mais do que somos ou superior a quem quer que seja, porque não somos. Temos às vezes conquistado virtude que o outro não conquistou, mas certamente ele conquistou algo na esfera intelectual dele ou virtuosa que nós não conquistamos, tá? Não se deixe enganar, não se luda, porque já nos perdemos muitas vezes. Eu queria dizer do encontro inolvidável de Madalena com Jesus. Madalena era uma prostituta, mal vista, mal falada. Ninguém queria companhia daquela mulher, nem de mulheres que se assemilhassem a ela naquele momento. Madalena, que estava tão equivocada, porque na verdade ela queria mesmo era amor. Ouve ouve falar de um amor diferente na Galileia. E vai, Maria, Maria vem de Magdala e vai ouvir Jesus pregar. para ouvir que amor era aquele, seria verdade? E aí chega e ouve a pregação do fim da tarde, né? Como diz Valdo Franco, cabelinho sacudido da cor do mel, no vento do mar da Galileia, que é um lago, na verdade, o sorriso amoroso, acolhedor, que não nos julga, que nos considera amigos e iguais da ele, porque somos filhos de Deus, né? Jesus se considera, considera-nos como irmãos dele. E é nesse sentido que podemos dizer que ele nos considera iguais a ele, embora o infinito nos separe moralmente do mestre, né? Mas ele nos chama apenas de amigos. Só que é isso, né? Eh, compreendendo que nós também somos filhos de Deus em caminhada. Madalena vai ouvir Jesus pregar, fica encantada com aquele amor e busca Jesus então à noite na casinha de Pedro, né? Quando Jesus houvera feito o evangelho no lar, Jesus instala na terra o evangelho no lar. Quando ele abre as escrituras e lê,
ntada com aquele amor e busca Jesus então à noite na casinha de Pedro, né? Quando Jesus houvera feito o evangelho no lar, Jesus instala na terra o evangelho no lar. Quando ele abre as escrituras e lê, evangelho no lar, não é invenção espírita, tá, pessoal? E Madalena vai falar com Jesus. Ela queria contar o tanto que ela tinha sofrido, discriminação, preconceito, intolerância, mas o que ela queria somente era amor. Madalena se joga, Humberto Campos nos contextos em boa nova aos pés do mestre e põe-se a chorar. Ela queria falar de tudo que tinha vivido, dos equívocos cometidos. Jesus apenas não de primeiro não deixa que ninguém fale nada com ela, né? Lei de igualdade. Ela tinha o mesmo direito de ser feliz, de levantarse, ele apenas disse para ela: "Maria, ama, ama". E ela fala: "Desgraçada sou eu, Senhor, porque olha o que fiz da minha vida". E ele fala: "Maria, a casa do nosso Pai Celestial não deixa construir flores sobre uma casa em ruínas, mostrando para ela que sempre podemos recomeçar, sempre é tempo de recomeçar, sempre é hora de fazermos florir os nossos caminhos a partir da renovação que nos pertence, porque somos protagonistas de nossa história, somos donos do nosso destino ouves da nossa própria vida. Maria ama e Maria sai dali para amar, né? amar, um amor que ela não, até então ela desconhecia, era desconhecido para ela. E aprende a amar e ama de maneira latitudinal, ama de maneira amplificada, ama a todos, ama os filhos de ninguém, ama os adoecidos, ama os chamados leprosos. Após o episódio do Gogata, Maria imerge na comunidade dos leprosos, que era onde o evangelho não tinha chegado ainda, porque ninguém chegava perto, né? Existia inclusive uma lei hebraica proibindo aqueles que tivessem ranceniz de se aproximar dos que eram santos. Então esses não tinham os filhos de ninguém lata senso. E ela entra então nessas comunidades e começa a falar do amor de Jesus, de um mundo que não é esse, onde a matéria não através onde os interesses da matéria não separam as pessoas, onde não vivemos com
ela entra então nessas comunidades e começa a falar do amor de Jesus, de um mundo que não é esse, onde a matéria não através onde os interesses da matéria não separam as pessoas, onde não vivemos com intolerância nem preconceito, onde não sentimos diferentes dos outros porque não somos absolutamente não somos. Somos todos filhos de Deus vivendo experiências diferentes na terra, angareando conhecimentos e moralidades diferenciadas, mas todos encaminhada. No meio de todos, Maria adquire lepra. E ela, que era uma mulher tão bonita, tão bonita fisicamente, né? Vê a beleza decaíse, não importava. Cai o corpo, levanta-se o espírito diamantino na direção daquilo que é a destinação dela e que é a de todos nós. Quando Deus nos cria, simples e ignorantes, nos cria para a perfeição que nos compete, para a luz. Jesus nos fala: "Sois luz, brilhe a vossa luz. Sois o sal da terra. É preciso nesse momento que salguemos a terra, né? Temperemos a terra de amor, de temperança, de mansidão, de benevolência, das virtudes que nosso coração já tiver conseguido angarear. Maria brilha e um dia ela desencarna, né, da doença que já a consumiu toda. Maria desencarna e Jesus vem buscá-la. Aí na na caminha onde ela estava lá adorcida, tomada pela rancenise, pela lepra, ela vê um sol invadir a janela. O sol entra. O sol, como diz bezerra mentor dessa casa, é Jesus. Bezerra menez diz: "Senhor, tu és mestre, o sol de nossas vidas, o sol de nossas almas que alumina nossas almas, nossos caminhos és tu, Jesus. A luz, o farol és tu, Jesus." Maria vê a luz e não dá o quartinho onde ela se coloca. Jesus entra e diz a ela: "Maria, porque amaste muito, vem, eu vim te buscar. e busca Maria de Madalena. Não importava o passado. Jesus sabia que aquela era uma alma encaminhada. Nós também somos. Que dia bonito vai ser esse comhão? Quando alguém nos buscar também no outro dia, nesse dia, num dia em que desencarnarmos, alguém nos buscar dizendo: "Amaste muito, filho ou filha do meu coração, eu vim te buscar. Esse
ser esse comhão? Quando alguém nos buscar também no outro dia, nesse dia, num dia em que desencarnarmos, alguém nos buscar dizendo: "Amaste muito, filho ou filha do meu coração, eu vim te buscar. Esse dia vai ser um dia feliz. Saberemos que de todos os caminhos que a terra nos ofereceu, trilhamos o melhor, que é o caminho do amor. Jesus nos abençoe. Obrigada, pessoal. Obrigada, Pat por mais uma palestra tão maravilhosa que nos traz tantos conhecimentos, tantos ensinamentos, tanta esperança. Então vamos elevar o nosso pensamento a Jesus para agradecer, agradecer esse momento de paz, de reflexão, de entendimento, de bênçãos que recebemos. Recebemos bênçãos infinitas de acordo com aquilo que necessitamos. que possamos colocar em prática esse esses ensinamentos, lembrarmos da humildade, lembrarmos de que somos todos iguais em oportunidades diferentes, em experiências diferentes, que possamos sair daqui mais conscientes do nosso papel, da nossa responsabilidade diante deste mundo tão maravilhoso, mas ainda tão cheio de desafios, que levemos esperando consolo, paz, aonde quer que formos. E assim, Senhor Jesus, profundamente agradecidos, te pedimos permissão para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo: "Graças a Deus e graças a Jesus". Queridos amigos, dois pequenos avisos. A campanha do agasalho continua. Sabemos que temos diversos irmãos que passam dificuldades. A comunhão atende 150 famílias e a cada sexta-feira 40 moradores em situação de rua. Então, quem tiver cobertura, agasalho, roupas femininas, masculinas, eh, masculinas sempre é mais procurado, né? Porque tem menos trazer aqui do ladinho, quem não sabe, aqui do lado na numa porta aqui do meio. Eh, sábado e quarta das 7 da manhã 17:30 e demais dias das 7 da manhã 19:30. E outro aviso é sobre atendimento fraterno. Às vezes nós mesmos precisamos, mas às vezes sabemos de alguém que precisa desse atendimento fraterno tão importante, conversar com alguém. Então os horários, né, nós temos aqui toda segunda, de segunda
vezes nós mesmos precisamos, mas às vezes sabemos de alguém que precisa desse atendimento fraterno tão importante, conversar com alguém. Então os horários, né, nós temos aqui toda segunda, de segunda a sexta, das 8:30 às 10:30, eh a na parte da manhã, segunda 30 às 10:30, na parte da tarde, segunda a quinta, das 15:30 às 21, na sexta das 13:30 às 21. Temos no sábado também das 10 às 11:30 e das 15:30 às 19:30. Então agora está tendo também aqui em cima e domingo das 17:30 às 19:30. E quem for de outro estado, cidade ou mesmo que não puder vir à comunhão, tem um atendimento online que é toda segunda eh de segunda a sexta, mas pode agendar pelo e-mail. O e-mail é dao@comunhãoespirita.org.br. BR. Quem não souber, eh, quem não precisar, mas souber de alguém que precisa, por favor, divulgue, nos ajude a divulgar esse atendimento fraterno que salva vidas, literalmente. Então, estamos aí, né, com a nossa companheira para chamar a todos aí pro passe. Uma boa, bom final de semana, bom final de tarde. Que Deus nos abençoe. Um bom final de semana a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que
samos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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