SALVAÇÃO E VIDA MODERNA - DESAFIOS DA ATUALIDADE - Claudia Piva (PALESTRA ESPÍRITA)
Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. Se você gostou desta Palestra, deixe seu like e seu comentário. Compartilhe o vídeo e se inscreva no Canal. #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ O que é uma Palestra Pública Espírita? Uma palestra pública espírita é uma atividade que faz parte da programação de muitos centros espíritas ao redor do mundo. É um momento em que um expositor espírita, geralmente um voluntário, apresenta um tema relacionado à doutrina espírita para um público interessado em conhecer mais sobre essa filosofia. Essas palestras podem abordar uma ampla variedade de tópicos, desde temas mais gerais, como amor, caridade e espiritualidade, até temas mais específicos, como a reencarnação, mediunidade e o processo de evolução espiritual. O objetivo das palestras públicas é compartilhar conhecimentos e esclarecimentos sobre a doutrina espírita e suas práticas, além de proporcionar um espaço para reflexão e debate sobre questões importantes da vida e do mundo espiritual. As palestras públicas espíritas são abertas ao público em geral e geralmente não têm custo. É comum que os centros espíritas promovam essas atividades regularmente, em diferentes dias e horários, para que um número maior de pessoas possa participar e aprender sobre a doutrina espírita. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Programação de Palestras Públicas na Comunhão Espírita de Brasília (Horários de Brasília): Segunda a Sexta, às 08h00, 16h00, 18h00 e 20h00. Aos Sábados, às 17h00 e 19h00 e aos Domingos, às 18h00. Transmissões ao vivo pelos Canais da TV Comunhão: @TV Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília @TV Comunhão 2 - Comunhão Espírita de Brasília ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. TV Comunhão: https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 TV Comunhão 2: https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 TV Comunhão Kids: https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: Site: http://www.comunhaoespirita.org.br Telegram: https://www.t.me/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br
Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa. que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui. Sejam todos muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. É uma grande alegria receber cada um de vocês aqui. Saudamos igual igualmente a todos que nos acompanham pelo YouTube, pelo canal da comunhão. Hoje nós temos a grande alegria de termos conosco, que está sempre aqui a dirigir esse horário, a a minha amiga querida Cláudia Piva, grande trabalhadora aqui da nossa casa, que vai nos falar sobre a salvação e vida, desafios da vida moderna. Mas antes de passarmos a palavra a Cláudia, nós vamos ler uma mensagem e fazer a prece e pedimos para que vocês deixem os celulares no modo silencioso, a fim de que lembremos que aqui é uma casa de tratamento. Então, desde já o tratamento se inicia, desde que nós adentramos a casa. Muito obrigada. Vamos lá. A mensagem que nós vamos trazer hoje é a 137, Atendamos ao Bem, do livro Fonte Viva, Chico Xavier, pelo Espírito Emanuel, e nos diz assim: "Em verdade, em verdade vos digo que quantas vezes o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes." Jesus em Mateus capítulo 25 versículo 40. Não só pelas palavras que podem simbolizar folhas brilhantes sobre um tronco estéril, não só pelo ato de crer que por vezes não passa de êxtase inoperante, não só pelos títulos que em muitas ocasiões constituem possibilidades de acesso aos abusos, não só pelas afirmações de fé, porque Em muitos casos, as frases sonora são gritos da alma vazia. Não nos esqueçamos do fazer. A ligação com Cristo, a comunhão com a Divina Luz não dependem do modo de interpretar as revelações dos céus.
e Em muitos casos, as frases sonora são gritos da alma vazia. Não nos esqueçamos do fazer. A ligação com Cristo, a comunhão com a Divina Luz não dependem do modo de interpretar as revelações dos céus. Em todas as circunstâncias do seu apostolado de amor, Jesus procurou buscar a atenção das criaturas, não para a forma do pensamento religioso, mas para a bondade humana. A boa nova não prometia a paz da vida superior aos que calejassem os joelhos nas penitências incompreensíveis, aos que especulassem sobre a natureza de Deus, que discutissem as coisas do céu por antecipação, ou que simplesmente pregassem as verdades eternas, mas exaltou a posição sublime de todos os que disseminassem o amor. Em nome do todo misericordioso, Jesus não se comprometeu com os que combatessem em seu nome, com os que humilhassem os outros a pretexto de glorificá-lo, ou com os que oferecessem culto espetacular em templos de ouro e pedra. mas sim afirmou que o menor gesto de bondade dispensado em nome em seu nome será sempre considerado no alto como oferenda de amor endereçada a ele próprio. Então, irmãos queridos, envolvidos por essa linda mensagem que nos convida ao bem, ao amor, nesta casa que nos acolhe, elevemos nosso pensamento ao mais alto, trazendo a doce figura do mestre, Jesus, que nos convida. Vem e segue-me. Querido Jesus, nesta nossa jornada evolutiva, precisamos da compreensão da lucidez. Auxilia-nos, Senhor, para que saibamos seguir sempre no caminho do bem, através do exercício do amor. Nós agradecemos, Senhor, pela tua bondade infinita de nos acolher, de nos consolar, de estar de braços abertos a sempre nos receber. E pedimos neste momento que nos auxilie a estar com o coração e a mente abertas a receber o evangelho, a boa nova. do reino, através dos recursos desta doutrina acolhedora e consoladora. Inspira, Senhor, nossa palestrante de hoje para que ela possa falar do teu evangelho e exercitando-nos, ajudando-nos a compreender e seguir adiante. E assim nós pedimos a permissão
dora e consoladora. Inspira, Senhor, nossa palestrante de hoje para que ela possa falar do teu evangelho e exercitando-nos, ajudando-nos a compreender e seguir adiante. E assim nós pedimos a permissão para darmos início à nossa reflexão da tarde de hoje, dando graças a Deus e graças a Jesus. Assim seja, meus queridos irmãos, com a palavra nossa querida irmã Cláudia Piva. Boa tarde, queridos. Boa tarde a todos que nos acompanham pela Rádio TV Comunhão, pelas redes sociais. É com muito prazer que hoje eu tô aqui saindo um pouquinho ali da direção, da sustentação dos palestrantes que vê aqui todo sábado, cumprindo uma tarefa que foi dada pela chefe, querida amiga Flaviana, né? Então, estamos aqui para conversarmos um pouquinho na tarde de hoje. Patrícia Mendes, a querida amiga também, que a gente possa mandar vibrações de luz e de paz para ela e no próximo mês de junho estará aqui conosco. Então, a palestra de hoje, o tema é salvação e vida moderna, desafios da atualidade. Tem por base o nosso evangelho segundo espiritismo, lá no capítulo 15, itens 1 a 13, itens 10. Eu normalmente quando faço as palestras eu gosto de mostrar alguns livros que eu tenho por base. Então também tiramos um pouco da palestra de hoje desse livro aqui, Jesus Evangelho, À luz da psicologia profunda. É um livro de psicografia de Divaldo pelo espírito Jana de Angeles. O capítulo é o 21, Luz da Caridade. e também do livro Despertar do Aroldo Dutra, é o capítulo 13, o homem de bem. Também lá no livro dos espíritos, a questão 886, ao longo aqui da nossa da nossa conversa, a gente vai falando e trazendo os trechos deste livro. Bem, meus amigos, salvação e vida moderna, a gente vai começar lembrando um caso que talvez vocês tenham ouvido falar do Varlei Rocha Alves, um guardador de carro, um flanelinha lá do Rio de Janeiro, que em 2019 ele ajudou uma senhora lá no Rio de Janeiro a atravessar uma rua. Mas assim, não foi só atravessar a rua, não foi um ato simples de atravessar a rua. um guardador de carro, um flanelinha
, que em 2019 ele ajudou uma senhora lá no Rio de Janeiro a atravessar uma rua. Mas assim, não foi só atravessar a rua, não foi um ato simples de atravessar a rua. um guardador de carro, um flanelinha muito bondoso, de 50 anos à época, um pouquinho antes da pandemia, naqueles temporais que também acontece aqui em Brasília. Imaginemos então uma senhora de 86 anos saindo de um supermercado, né? Muitas vezes a gente vê isso e a nossa indiferença é tão grande que a gente não vê que uma senhora uma criança tem uma dificuldade de atravessar uma rua alagada. gente mesmo mais novo teria dificuldade de atravessar a rua alagada até o joelho, né? Imaginemos uma senhora de 86 anos. Pois esse flanelinha ele pegou caixotes, né, aqueles engradados, né, de de plástico. E ele foi fazendo uma ponte para essa senhora passar a atravessar a rua e chegar no carro dela. Então ele botava o caixote, a senhora ia dando espaço, ele pegava aquele cachote, ia botando e ela foi literalmente atravessando a rua em uma ponte. Ele, o apelido dele é capoeira. E ele então eh essa foi filmado, alguém filmou, jogou nas redes sociais, que que aconteceu? Viralizou, viralizou eh o site Razões para Acreditar, colocou, né? Tenho razões para acreditar, tenho só notícia boa. São sites que trazem essas notícias simples do dia a dia e coisas boas pra gente ouvir e acreditar na na que ainda tem uma solução, que a raça humana tem solução. E e esse vídeo viralizou. Eles fizeram uma vaquinha pra pro nosso amigo capoeira, que ele é morava, né? Ele ele morava num barraco junto com o filho e tinha a a vaquinha tinha o objetivo de arrecadar R$ 40.000 para ele comprar uma casinha. A vaquinha arrecadou R$ 170.000. Então ele comprou uma casa para ele e pro filho de 11 anos e pra irmã com o marido e mais quatro filhos à época. E por que que a gente tá citando o caso do nosso amigo Capoeira? Infelizmente Capoeira veio a falecer em 2020. Ele teve um infarto, uma parada cardiorrespiratória e faleceu. Mas nos deixou esse exemplo e a todos
ue a gente tá citando o caso do nosso amigo Capoeira? Infelizmente Capoeira veio a falecer em 2020. Ele teve um infarto, uma parada cardiorrespiratória e faleceu. Mas nos deixou esse exemplo e a todos nós um exemplo simples do dia a dia de ajuda, de caridade. E por que que a gente traz o caso do capoeira? No caso do capoeira, quando a gente vai fazer essa análise e reflexionar e trazer um pouco de filosofia e trazer um pouco de entendimento, filosofia, né, Flávia, que é a nossa Flávia professora de filosofia, a gente vê que é uma atualização da parábola do bom samaritano. O bom samaritano, aquela eh parábola que Jesus nos traz, está lá no Evangelho de Lucas, no capítulo 10, nos versículos de 25 a 37. É uma parábola que Jesus traz quando um doutor da lei querendo acusá-lo, querendo perdê-lo, querendo, né, fazer aquelas tramóias e tretas que eles faziam naquela época com Jesus, pergunta o que era preciso para salvar-se. Pergunta a Jesus: "Mestre, o que é preciso para salvar-se?" E aí Jesus responde dentro da lei de Moisés: "Amarás a Deus acima de todas as coisas e o próximo como a si mesmo". Mas como ele era um doutor da lei, queria enrolar Jesus ali, fazer, né, Jesus cair numa cilada, ele continua e pergunta: "Mas, Senhor, quem é o meu próximo?" Lembremos que os judeus tinham todo um preconceito à época diversas leis civis e que essas perguntas, dependendo do que Jesus respondesse, Jesus seria preso naquele exato momento. Então, por isso que eles faziam essas essas ciladas. E aí Jesus conta a parábola do bom samaritano. Quem era o bom samaritano, né? samaritano eram aqueles eh desprezados pelos judeus, porque lá na cisma dos hebreus, quando separaram os judeus, que os hebreus eram um povo só e eles então teve uma cisão. E os samaritanos, então, eles eram considerados uma raça impura, eles eram considerados heréticos e eles eram desprezados pelos judeus. Então eles viviam num local isolado e eram desprezados pelos judeus. Jesus conta só lembrando rapidamente da parábola, que havia um homem caído no
rados heréticos e eles eram desprezados pelos judeus. Então eles viviam num local isolado e eram desprezados pelos judeus. Jesus conta só lembrando rapidamente da parábola, que havia um homem caído no meio do nada e ferido. E ali, né, ele iria ficar, ia ser comido pelos abutres, enfim, ia morrer ali. Passa um sacerdote, um representante da lei, não eh o socorre. passa um levita também, um outro, um outro representante da alta sociedade judia da época também não socorre. E quem o socorre? o samaritano, o desprezado pelas leis, desprezado pelos homens, desprezado pela sociedade da época, não só socorre, como o leva para, né, uma hospedagem e ali diz, dá, fala pro dono da hospedagem, dá tudo de beber e de comer a esse homem e dá uma quantia para ele, né, pro dono da hospedagem. E se for tiver gastos além, eu voltarei e complementarei o que for gasto por ele. Então, vejamos o desinteresse dessa pessoa relegada pela sociedade, o desprendimento. Mas quem foi o próximo? Aí Jesus pergunta para o doutor da lei, quem foi o próximo desse, dessa pessoa que estava ali jogada, necessitando de um cuidado? foi o doutor da lei, o sacerdote, representante de Deus na terra, foi o levita, também um representante da alta sociedade, do poder econômico da época, ou foi o samaritano desprezado e que seria um eh que que seria um uma escória ali da sociedade? Então, Jesus faz essa pergunta a esse doutor da lei, que ele pergunta: "Quem é o meu próximo?" E o próprio doutor da lei então responde: "O próximo foi o samaritano." E esse samaritano lembra tanto o nosso irmão capoeira, uma pessoa viciada em droga, uma pessoa com problemas de saúde física, como tantos outros irmãos nossos que Joana deângeles chama de invisíveis, que estão largados nas ruas das grandes cidades principalmente e que nós muitas vezes não nos dignamos a dar um olhar de caridade. Sabemos dos desafios significativos que temos, meus amigos, para na vida moderna, para fazermos a caridade, para sermos os bons samaritanos. Violência, a
s não nos dignamos a dar um olhar de caridade. Sabemos dos desafios significativos que temos, meus amigos, para na vida moderna, para fazermos a caridade, para sermos os bons samaritanos. Violência, a violência tá muito grande. A miséria econômica que gera essa violência, a uma miséria de costumes, de ética, de moralidade, uma política insana, uma ausência de integridade nas ações e nos pensamentos humanos, injustiças de toda ordem. E aí nós mesmos nos deparamos muitas vezes com sentimentos antagônicos dentro de nós, porque ainda estamos em aprendizado. Às vezes nos estamos com descrença, com desespero, eh infelizes, tristes, discrentes, enfim. E por isso mesmo nós trouxemos aqui para reflexionar, eh, dado que são muitos os motivos que nos levam a ter uma falta de fé, até a reflexionarmos nessa pergunta que eh o doutor da lei fez e que Jesus tira dali um aprendizado para nós até hoje, que está lá no no Novo Testamento. E aí nós temos que reflexionar muito nisso, nessa pergunta. Temos que reflexionar com profundidade o que temos que fazer para salvar-nos e no porqu essa pergunta foi feita. E por ela, será que ela cabe ainda hoje? Será que ainda essa essa expressão ela ela é cabível nos dias atuais? Essa expressão, ela pode ser traduzida como por que que nós estamos aqui? Que que nós estamos fazendo nessa encarnação? Por que que eu estou aqui nessa minha família, com esse meu emprego, com esses essa esses meus amigos? Qual é o meu papel nessa sociedade? Esse é o significado. A gente pode traduzir para as palavras atuais do porque o que é salvar-se. Então, é sobre isso que nós vamos falar, né? É sobre isso que nós vamos e que a resposta ela tá dentro de cada um de nós, mas a gente pode, com os conhecimentos, esses e os livros trazidos pela doutrina espírita responder cada um dentro de nós e tentar nos encaixar nessa grande missão que cada um de nós tem, porque não estamos aqui por acaso. E lá, então, no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 15, tem um item que não é só um item, são vários itens
aixar nessa grande missão que cada um de nós tem, porque não estamos aqui por acaso. E lá, então, no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 15, tem um item que não é só um item, são vários itens dentro desse subtítulo do capítulo 15, que é de que precisa o Espírito para se salvar. Lá, Kardec inclui a parábola do bom samaritano e por isso que nós trouxemos ela aqui. E não só a parábola do Bom Samaritano, ele traz uma passagem de Mateus, que está lá no capítulo 25, versículos 31 a 46, que eu vou me permitir ler e que é bem conhecida. E essa aqui é tão direta e tão esclarecedora. E é Jesus falando conosco de novo. Ele nos diz nesse trecho dessa passagem, é como se um rei tivesse vindo à terra e fosse selecionar quem ia pro céu e quem não ia. E o, e aí as falas de Jesus são as seguintes: "Então dirá o rei ao aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu pai, possui por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome e destes-me de comer. Tive sede e destes-me de beber. Era estrangeira e hospedastes-me. Estava nu e vestistes-me. Adoeci e visitastes-me. Estive na prisão e fostesme ver. Então os justos lhe responderão, dizendo: "Senhor, quando te vimos com fome, te demos de comer? Ou com sede te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro e te hospedamos, ou nu e te vestimos? E quando te vimos enfermo na prisão e fomos ver-te?" E respondendo, o rei lhes dirá: "Em verdade vos digo que quando fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes". É uma resposta clara, direta, objetiva, de caridade para com todos, independentemente de quem seja. E Jesus nos mostra esse caminho paraa evolução na forma mais clara possível, somente por ações práticas que podemos evoluir, que o espírito pode salvar-se. E muitas vezes a gente vê, né, Flávio, as pessoas falando, mas o o evangelho não é claro, as palavras são difíceis. Está muito claro aqui o que nós precisamos fazer para evoluir, para nos salvar, para sermos felizes, usufruindo
né, Flávio, as pessoas falando, mas o o evangelho não é claro, as palavras são difíceis. Está muito claro aqui o que nós precisamos fazer para evoluir, para nos salvar, para sermos felizes, usufruindo a felicidade relativa que a Terra pode nos proporcionar encarnados. A gente muitas vezes eh interpreta de uma forma um pouco equivocada. A felicidade não é deste mundo. A felicidade completa não é deste mundo, mas a felicidade relativa é sim. E Deus nos dá oportunidades, condições, exemplos práticos para que a gente consiga a felicidade relativa dentro da nossa imperfeição e da imperfeição do planeta que em que ainda vivemos. A vida, né, é um exemplo disso de todas as formas. a natureza, transpiração, trabalho, produção pro bem, pro progresso. Não há trabalho negativo na natureza. Essa expressão é de Joana deângeles. Não há trabalho negativo da natureza. Tudo vira progresso, tudo caminha. A natureza, por si só, ela progride. E a manutenção da vida e da ordem. Imaginemos, meus amigos, o universo, o equilíbrio do universo inteiro. A Terra está aí há bilhões de anos inteira, com essa evolução progressiva, tanto da natureza, eh, tanto dos seres vivos quanto dos seres inanimados. E esse perfeito estado de equilíbrio dinâmico espanta os cientistas. Tanto é que nós temos a a alta classe de cientistas americanos, coreanos, japoneses, estudando o equilíbrio do universo. Como pode esse equilíbrio tão grande? O equilíbrio das marés, o dia, a noite, o calor, a a as camadas protetoras da Terra? Como pode todo esse equilíbrio? Tudo isso visa ao equilíbrio na natureza. Para quê? Para que nós espíritos em evolução progridamos e consigamos a evolução e a felicidade que está destinada a todos nós. O homem tem uma caminhada lenta, mas progressiva à perfeição. E disso nós não podemos duvidar jamais. Só que nós precisamos entender a direção, para onde que a gente tem que ir, para onde que é o caminho da salvação, a meta que a gente tem que perseguir para se permitir ser feliz ainda nessa reencarnação.
ue nós precisamos entender a direção, para onde que a gente tem que ir, para onde que é o caminho da salvação, a meta que a gente tem que perseguir para se permitir ser feliz ainda nessa reencarnação. Ao praticar as boas obras, a caridade, ao sermos como bom samaritano, como nosso amigo capoeira, que são as ações da caridade, o amor em prática, nós sempre fazemos o bem primeiramente a nós. Todos nós aqui que estamos aqui, encarnados e desencarnados, certamente já fizemos alguma ação de caridade ou várias ações e sabemos o quanto que isso faz bem, primeiramente para nós mesmos, o quanto que a gente se sente bem quando a gente faz uma ação boa. E isso, meus amigos, assim, mexe inclusive com hormônios, mexe na nossa bioquímica e por isso que a gente se sente bem, por isso que se a gente se sente quando vai fazer algum ato, quando a gente faz um ato bom, nós nos sentimos alegres, nós nos sentimos com energia para progredir. que é uma das das dos grandes meios e das grandes terapias para quem sofre de depressão, de ansiedade, é fazer eh a caridade prática, visitas, enfim, quando a pessoa já consegue, né, sair daquele fundo do poço, ela consegue eh fazer essas ações. Então, hum, Joana de Angeles nos fala que a autodoação por meio da caridade de fato, é quando a gente se salva. É quando a gente começa a entender o motivo que nós estamos aqui. Nós somos seres gregários. Que que que é um ser gregário? Que vive em sociedade. Nós não fomos feitos para viver. Nós não fomos feitos para vivermos isolados. E por isso hoje em dia a sociedade atual que é isolacionista, e aí eh um parênteses aqui, na semana passada eu participei de uma palestra com Denise Fraga, que é uma atriz da Globo e que ela faz palestras, né, para para empresas e ela falava desse isolacionismo da sociedade atual, ela falava do nosso meio de comunicação pelo celular, pelos pelos meios aí digitais e que nós esquecemos a convivência em sociedade, a necessidade que nós temos da troca energética com os seres humanos. Essa esse esse
so meio de comunicação pelo celular, pelos pelos meios aí digitais e que nós esquecemos a convivência em sociedade, a necessidade que nós temos da troca energética com os seres humanos. Essa esse esse relacionamento entre nós é necessário em virtude de uma troca energética necessária para que nós nos sintamos felizes, emocionalmente equilibrados. Quando nós rompemos esses laços sociais dessa relação olho no olho, tete a tete, eh pele com pele, a gente começa a quebrar os vínculos sociais e aí nós começamos a quebrar o que Joana deângeles nos fala, a necessidade que nós temos de viver em sociedade, seres humanos gregários que somos. E começam os problemas psicológicos, sociais, o nosso egoísmo, de não conseguirmos enxergar o outro, de não conseguirmos enxergar o irmão que tá do nosso lado, às vezes dentro da nossa casa, quanto mais aquele que está fora do nosso lar. Então, meus amigos, eh eh os espíritos eh que trouxeram a codificação e depois que vieram nos trazer as obras auxiliares, reforçam sempre. Ajudar o próximo é a melhor, se não a única forma de nós nos auxiliarmos, de nós nos libertarmos do egoísmo e fluirmos essa felicidade relativa aqui na Terra. O Aroldo Dutra, né, nesse livro, ele nos fala exatamente a mesma coisa, mas assim com com palavras assim mais leves. Ele fala que quando a gente ajuda os outros, nós desopilamos a mente e nos sentimos vitalizados, energizados. E de fato, por essa troca de energia e que hoje tanto a neurociência quanto os estudos psicológicos, psíquicos, vem mostrar que há uma reação de eh hormônios produzidos por essa eh toda essa bioquímica cerebral. É por esse motivo que a gente se sente bem. É físico, não é só espiritual, não é só moral, é físico também. E a sabedoria do nosso amigo capoeira, né, que é eh se vocês conseguirem procurar lá no Google essa história do capoeira, é é é muito gostoso de ouvir ele falando que quando a senhora ela tava com medo, né, imagina 86 anos, subir em cima de um cachote e andar, até eu sentiria medo, né? E e ela
essa história do capoeira, é é é muito gostoso de ouvir ele falando que quando a senhora ela tava com medo, né, imagina 86 anos, subir em cima de um cachote e andar, até eu sentiria medo, né? E e ela sai e não não não agradece. E aí, né, nós sabemos que as a internet é difícil demais, né? E aí tem os haters lá e começaram a dar eh falar mal, dizer que a senhora não agradeceu. E aí ele fala na reportagem que o repórter pergunta: "E aí? E e e ela nem agradeceu ao senhor?" E ela e ele respondeu: "Mas não me importa saber, né, o que que a pessoa que eu tô ajudando sente. Me importa ajudar, porque quando eu ajudo, eu me sinto bem." E e ele fala também que ele ajuda de qualquer jeito, né? Várias e e e os vizinhos ali falar, eram testemunhas de que ele ajudava de todas as formas, não só ajudando os motoristas a estacionar o carro, mas também a carregar pequenas coisas. Ele, o que ele conseguia de doação, ele levava não só paraa sua casa, mas também distribuía para as pessoas carentes, eh, próximas ali da da comunidade em que ele vivia. E é a prática da caridade no dia a dia. Nós não precisamos ter muito, a gente só precisa ter boa vontade. E voltando lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, trazendo um exemplo do dia a dia, uma um irmão nosso, analfabeto, morador, quase morador de rua, ele ficava na rua, né? Ele tinha uma casa, ficava ali e final de semana, só que ele ia para casa exemplificando o evangelho, exemplificando partes da filosofia, exemplificando conceitos da neurociência para sair de uma depressão, exemplificando tudo isso sem conhecimento nenhum. E Kardec nos diz por lá que a lá no Evangelho Segundo Espiritismo que a caridade é a terapia preventiva e curativa para as doenças da alma. Ou seja, previne todas as doenças que nós vemos hoje, né? Quais são as doenças da alma, depressão, ansiedade, síndrome do pânico, burnout e tantas outras. previne todas essas doenças e cura quando por acaso a gente cai nesse poço escuro da nossa mente doente. Também nos esclarece o lema do
pressão, ansiedade, síndrome do pânico, burnout e tantas outras. previne todas essas doenças e cura quando por acaso a gente cai nesse poço escuro da nossa mente doente. Também nos esclarece o lema do espiritismo. Fora da caridade não há salvação. É por isso eu eu lembro pequena, meu pai fazia uns carimbos para identificar quem ia receber as cestas básicas lá no centro espírita. E eu lia essa frase, eu tinha, sei lá, uns 10 anos e eu lia Fora da caridade, não há salvação. Não consegui entender até a bem pouco tempo atrás eu não consegui entender fora da caridade não há salvação. É porque, de fato, é o único meio. A caridade é a única ou uma das únicas condições para que nós consigamos evoluir. evoluir espiritualmente, evoluir moralmente, evoluir, evoluirmos enquanto espíritos imortais que somos. Lá no Evangelho Segundo Espiritismo, Kardec nos diz que se não, que é uma das condições, se não a única, já que ela abrange implicitamente todas as outras eh qualidades morais de um espírito superior. Humildade, brandura, benevolência, indulgência, justiça. Lá no no Evangelho Segundo Espiritismo, no item 10 do capítulo 15, tem uma mensagem de Paulo, Paulo de Tarso, apóstolo já, e ele nos fala que nada exprime com mais exatidão o pensamento de Jesus. Nada resume tão bem os nossos deveres enquanto homens encarnados e desencarnados, enquanto espíritos mortais que somos. como essa máxima de ordem divina, fora da caridade não há salvação. E no livro dos espíritos, na questão 886, os espíritos nos dizem que a caridade, no sentido que Jesus a entendia, exemplificado, a exemplificava, ela se traduz em três em três, eh, acho que aqui é substantivos, o bip, né? Benevolência para com todos, indulgência para as faltas alheias e perdão das ofensas. Isso também é caridade. Aqui a gente deu esses exemplos de caridade material, mas a caridade moral, de sermos benevolentes, indulgentes, perdoarmos, compreendermos, também são formas de caridade. Joana deângeles nos fala, complementando aí o
esses exemplos de caridade material, mas a caridade moral, de sermos benevolentes, indulgentes, perdoarmos, compreendermos, também são formas de caridade. Joana deângeles nos fala, complementando aí o Evangelho Segundo Espiritismo, que a benevolência tá tão distante de nós hoje, de forma geral, por conta do egoísmo e do materialismo, do consumismo que se traduz no consumismo da nossa sociedade. E nós então não conseguimos muitas vezes estender a nossa mão ao próximo por conta desse excesso de consumo, esse excesso de materialidade, esse excesso de fantasias que trazemos pra nossa mente, achando que isso vai nos fazer felizes, achando que termos o celular mais moderno, o carro mais moderno, a roupa da moda, ou termos tantas visualizações nas redes sociais vai nos fazer felizes. pode nos fazer felizes momentaneamente, mas passou aquele minuto, 15 minutos, não nos completou, não nos trouxe o que precisávamos, que é justamente esse recheio interior de amor, esse recheio interior de energias que precisamos e que é tão explícito que precisamos e por isso a sociedade atual tá tão doente. porque não coloca em prática isso de forma mais assertiva e sim procura esse individualismo, esse isolacionismo que nos deixa doentes cada dia mais. O Brasil, infelizmente, é o país mais ansioso do mundo, com pessoas mais com a síndrome de ansiedade, com maior quantidade de pessoas com a síndrome de ansiedade e o quinto país com pessoas eh com depressão. Vejamos que índice ruim, péssimo, é os nossas nossas empresas, o índice de absenteísmo, por conta de depressão, ansiedade, doenças da mente, elas estão, é o maior índice disparado. Então, vejamos, meus amigos, que temos que repensar, temos que reflexionar profundamente sobre o que precisamos fazer para nos salvar. Quando o Chico estava esgotado, quando o Chico estava à beira de desistir pelo cansaço físico, emocional e todos os enfrentamentos que ele tinha, o que que Emanuel dizia para ele? Emanuel dizia: "Vamos, Chico, vai descansar aqui
do, quando o Chico estava à beira de desistir pelo cansaço físico, emocional e todos os enfrentamentos que ele tinha, o que que Emanuel dizia para ele? Emanuel dizia: "Vamos, Chico, vai descansar aqui na cama, né, Flávia? Vai descansar um pouquinho aqui, não é?" Manuel dizia para ele, você precisa recarregar as baterias de fato e dizia para Chico ir lá naquela casinha mais humilde, num bairro distante, 20 km, não sei quantos quilômetros para recarregar essas baterias. Lembrando que Chico ia normalmente a pé, não é mesmo? Porque ele tinha poucos recursos materiais. Então, meus amigos, é assim que a gente precisa entender como procurar a felicidade aqui na terra, como nos salvar, numa pergunta tão atual. E às vezes nós não entendemos isso. E aí a gente se pergunta, né, mas eu não sou Jesus, tô tão distante, não vou, como Flávio diz, sair de Cláudia paraa Madre Teresa de Calcutá de hoje para amanhã. Não sou nem Chico Xavier. É, a gente conversa muito sobre isso, como que a gente faz, né, para colocar na prática eh essas essas essa forma da caridade, dessa salvação, desse caminho para sermos felizes e essa para de fato a gente evoluir como espíritos imortais que somos. Como colocar na prática essas questões? E aí eu não sei se vocês conhecem eh Vittor Hugo, um menino que faz palestra e ele tem 20 e pouquinhos anos, mas é um menino, menino, menino maravilhoso. E ele eh também tá lá nesse site Razões para Acreditar. Não é uma palestra espírita. Ele faz palestra espírita assim, mas tá lá um trecho de um de um 5 minutos de um vídeo dele. Ele contando que ele adotou um filho, um filho de 53 anos, um morador de rua que bebia com bastante problema de vício e que quando Vittor Hugu encontrou, certamente, né, meus amigos, ali é um vídeo que não é espírita, mas certamente se ele contar isso numa palestra espírita que ele der, possivelmente ele vai referenciar esse encontro um encontro de almas, porque ele chama esse senhor de filho e esse senhor o chama de pai. Então, certamente
tar isso numa palestra espírita que ele der, possivelmente ele vai referenciar esse encontro um encontro de almas, porque ele chama esse senhor de filho e esse senhor o chama de pai. Então, certamente foi um reencontro de almas de outras reencarnações. E ele então acolheu esse senhor eh para viver primeiramente com numa casinha, numa extensão de uma casinha aos fundos do centro espírita, na cidade onde ele morava. Aí ele teve que ir pra faculdade dele em outra cidade, ficou uma outra moça cuidando desse senhor. E esse senhor ele tem várias limitações em função do vício, né, meus amigos? Esses esses nossos irmãos que moram nas ruas t diversos problemas em função de tudo que eles passam, de todas as dificuldades. E esse senhor é um exemplo e inclusive problemas de fígado, de rins, de estômago e neurológicos. E então ele precisava desse acolhimento. Foi para uma clínica para limpar o organismo dos vícios. Depois ele foi para essa casinha no fundo do centro espírita, como eu tava falando. E Víor Hugo, depois de um determinado período, teve que levá-lo então pra cidade aonde ele faz a faculdade. E moram então os dois juntos. Vitor Hugo cuidando do seu filho, né? Esse senhor de 51 anos, 53 anos. E a gente percebe o amor que os une. E Víor Hugo fala que não é a questão da gente fazer o bem. Porque estamos sendo heróis ou est estamos sendo eh Madre Teresa de Calcutá, Jesus, não. É pelo bem que isso faz para nós, porque nós nos sentimos bem quando a gente faz o bem. Então é a maneira que a gente pode ser feliz e podemos fazer feliz o outro também. O evangelho é um convite diário para nós, para quando também nós estivermos em situação de que alguém precise nos estender a mão, também termos essa mão estendida para que nos traga o alento. Nós não sabemos as situações pelas quais iremos eh passar. Lá no Evangelho Segundo o Espiritismo tem uma frase muito interessante que diz assim: "Se o homem entendesse o real valor do bem, ele faria o bem por egoísmo, porque ele entenderia que se eu fizer o bem, eu
Evangelho Segundo o Espiritismo tem uma frase muito interessante que diz assim: "Se o homem entendesse o real valor do bem, ele faria o bem por egoísmo, porque ele entenderia que se eu fizer o bem, eu tô fazendo bem para mim mesmo, então vou fazer o bem". Mas nem isso nós entendemos, porque continuamos nos desviando da caridade, que é o bem em ação, que é a caridade em ação. E aí nós precisamos cuidar um dos outros. Nós precisamos nos entender, voltar a ser aquela sociedade que um cuida do outro. Porque a violência, meus amigos, e aí os os nós temos os vários estudos, ela cresce a cada dia porque nós deixamos de olhar o nosso próximo, porque nós deixamos de enxergar o nosso próximo como o nosso próximo. E aí nós não suprimos com os recursos materiais, os mais carentes, e nós vemos o círculo da violência aumentando a cada dia. E aí nós só conseguiremos vencer esse momento complexo que nós passamos no mundo, não sermos tragados por essa onda de infelicidade, de violência, de injustiça, somente com a caridade, para que a gente não caia nessas fantasias que o egoísmo, que o materialismo, que o consumismo nos coloca na cabeça muitas vezes. Claro, é óbvio que a gente vai querer de vez em quando postar aquela foto e ter as visualizações lá, né? A gente vai querer isso. Não estamos falando para passarmos a sermos eremitas, ermitões, muito antes, pelo contrário. Estamos falando aqui do bom senso de de vez em quando, Pedro Paulo, né? Quem quem vem aqui com frequência, a gente conhece alguns rostinhos aqui que vem nas palestras do sábado, fala pra gente dos 10 minutos, dos 10 minutos, dos 10% que a gente pode dar de caridade no dia a dia, do nosso tempo, da nossa saúde, do nosso dinheiro para alguma obra material. Sim. E aí a gente não precisa fazer nada fantástico, nem fenomenal, nem ir pra mídia. Algumas vezes a gente vai ir, vai postar um vídeo lá de uma caridade que a gente faça e vai viralizar. Não, mas não é esse necessariamente o objetivo. Mas como a gente persistir nessa vontade de
ídia. Algumas vezes a gente vai ir, vai postar um vídeo lá de uma caridade que a gente faça e vai viralizar. Não, mas não é esse necessariamente o objetivo. Mas como a gente persistir nessa vontade de fazer a caridade? Como a gente persistir em estar sempre ligado para que se de repente a minha secretária do lar ficou com dor de garganta e de repente eu digo: "Não, então uma dor de garganta forte, uma gripe forte". E eu digo para ela, não, fica em casa, fica em casa hoje, cuida do teu filho, não vou descontar. Pra gente se ligar nisso, porque a gente anda tão desligado das coisas que a gente nem se atentou que ela vai pegar um ônibus de 2 horas, que ela vai deixar o filho na escola, que ela vai pegar chuva, que ela vai pegar frio. Mas não foi nem porque a gente é ruim intrinsecamente, é porque a gente não tá conseguindo olhar pro outro. É porque a gente não tá conseguindo ver que aquela pessoa precisa também de um olhar nosso. E é isso que Jesus nos pede. Não é nada diferente disso. É a carona para aquela, para aquele nosso amigo que precisa andar de ônibus e que de repente eu posso levá-lo até a rodoviária. Se eu não vou levar ele lá no Guará, que é tão longe. Não, Guará é perto, né, Flávio? sei lá, em algum lugar mais longe vai ficar tão distante da minha da minha rota. Como fazer pra gente estar sempre ligado na caridade, ligado no próximo e nas necessidades que eu posso estar suprindo? Coisa simples, gente, é coisa do dia a dia. E aí lá no livro Conduto Espírita e também no livro Educação e Vivências nos fala: Evangelho no Lar e prece. Evangelho no lar para que cada semana, Joana deângeles nos fala, né, que o evangelho no lar é trazer Jesus uma vez por semana no nosso lar, é convidá-lo para vir no nosso lar uma vez por semana. E eles vêm, vem representado por espíritos amigos. Quem já perdeu ou, né, seu pai, sua mãe, algum familiar já faleceu, muitas vezes é o momento que eles vêm nos visitar, muitas vezes é o momento que eles estão ali conosco. Então, evangelho no lar, uma vez por
perdeu ou, né, seu pai, sua mãe, algum familiar já faleceu, muitas vezes é o momento que eles vêm nos visitar, muitas vezes é o momento que eles estão ali conosco. Então, evangelho no lar, uma vez por semana, abre um trechinho de um livro, não precisa ser necessariamente a Bíblia, não precisa ser necessariamente o Evangelho Segundo o Espiritismo. Reflexiona com a família, pede forças, pede coragem. para enfrentar as dificuldades diárias e a prece, a prece diária antes de dormir, como está lá no Evangelho Segundo Espiritismo, pedindo para que a gente vá visitar os bons lugares, nos reenergizarmos, encontrarmos os espíritos amigos e a prece de manhã, agradecendo pela noite que tivemos, pela cama em que dormimos. Quantos dormem na laje pura? Quantos dormem até em barraquinhas ou barraquinhos, mas a mercê da violência, agradecermos a noite que tivemos pedindo um bom dia. Então é assim, por meio da prece, por meio do evangelho no lar, que a gente vai lembrar de ajudar o nosso colega, de est fazendo essa caridade diária, de est fazendo esses gestos que nem o nosso amigo capoeira fez, de oferecermos, nos oferecermos a para levar um peso maior que algum ou idoso ou doente possa estar com dificuldades lá também nesse Esse site razões para acreditar tem um vídeo de um eh é um restaurante super famoso em São Paulo, de um chefe que foi aí do MasterChef, que ganhou um dos MasterChefes da vida, um dos melhores cozinheiros, foi filmado pelo dono do restaurante, que é esse, né? dono do do do que ganhou MasterChef, é dono do restaurante. Ele te eh sempre depois que termina ali o almoço, pega a as as os restos de, mas não são restos, né, gente, assim, são refeições e leva para aqueles moradores de rua ali que São Paulo a gente sabe que tá bem difícil a situação. Isso foi agora no início de maio, 3 de maio, acho que foi essa semana. E e como tinha um morador de rua que ele tinha uma deficiência maior, ele deu não só deu a comida, como ele deu na boca, sentou do lado, sentou na calçada e deu na boca desse morador
foi essa semana. E e como tinha um morador de rua que ele tinha uma deficiência maior, ele deu não só deu a comida, como ele deu na boca, sentou do lado, sentou na calçada e deu na boca desse morador de rua. Um dos melhores cozinheiros da equipe desse chefe. Ele filmou, postou, viralizou. Ele faz, ele fez aquilo para viralizar, não. Ele fez aquilo por dinheiro, não. Ele fez aquilo porque ele se importa com seu próximo. Ele fez aquilo porque ele é espírita. Ele fez aquilo porque ele quer se salvar. nem sabe, mas está se salvando. Veralizou, viralizou porque o o chefe é muito famoso e ele fez uma coisa linda, não só porque deu comida, mas porque foi além, viu a necessidade do seu próximo e deu a comida na boca. Então é assim, é desse jeito simples que a gente pode se salvar, falar com mais doçura, com mais educação com o nosso marido, com a nossa esposa, com o nosso filho. Tem um pouquinho mais de mansidão na fala. também são maneiras da gente acalmar os corações. Às vezes a pessoa vem com violência no trânsito. Eu falo muito de trânsito porque o trânsito é uma bção, né, meus amigos? assim é uma forma mesmo da gente eh praticar a caridade de fato. É eh é realmente o dia que a gente conseguir eh superar o trânsito, pode ter certeza que a gente vai, que nem dizia meu pai, a gente vai daqui pro céu que é um vai ser um um uma estrela cadente ao contrário, porque de fato é desafiador. Mas lembremos que aquela pessoa de fato, ela pode estar passando por uma situação bastante difícil. Ela pode estar eh indo para um hospital, ela pode ter brigado com a esposa, ter brigado com o filho e tá altamente nervoso. Ela pode estar brigando como eu já vi. Eu tava parada eh esperando o esperando, né, os carros assim. E eu vi a, não sei se era mãe e filha, mas era uma senhora com uma adolescente e as duas discutindo e a mulher largava, ficava só com uma mão no volante, gesticulava. E acredito que era uma briga muito grande ali que tava tendo. E gente, assim, eu comecei, tava com a minha filha, tava levando ela pr pra
mulher largava, ficava só com uma mão no volante, gesticulava. E acredito que era uma briga muito grande ali que tava tendo. E gente, assim, eu comecei, tava com a minha filha, tava levando ela pr pra escola ou pro cursinho, não lembro, e eu comecei: "Meu Deus do céu, Deus proteja, porque é muito difícil, pode causar um acidente para ela e pros outros." Então, ter essa esse raciocínio lógico que a pessoa pode estar passando por um problema muito grave ali no trânsito, que é na verdade praticar empatia, se colocar no lugar do outro, é tentar entender o que que pode estar levando aquela pessoa a cometer as bizdares que ela tá cometendo no trânsito. não compartilhar coisas negativas, notícias negativas, fake news, muitas vezes não sabemos, não colocarmos mais mal aonde o mal já existe. Sei que muitas vezes a gente vê esses casos violentos e e de fato dá vontade da gente comentar políticos, dá vontade a gente xingar, mas lembremos, meus amigos, que não nos cabe mais esse papel. Como diria a Patrícia Mendes, nunca mais comunhão, nunca mais comunhão. Passamos esse ato de compartilhar notícias negativas. Não nos cabe mais. Não esperemos um convite dos céus nos conclamando. Jesus não vai aparecer para nós como apareceu na estrada de Damasco para Paulo de Tarso. Não daquela forma. Ele já fez isso. Esse convite já foi feito há 2000 anos para cada um de nós. Agora é a hora de agirmos. Agora é a hora de aceitarmos o convite e começarmos hoje, começarmos agora. Estamos aqui a serviço de Jesus e se ele confia em nós, sempre, sempre eu falo isso. Quem somos nós para duvidarmos? Acreditemos no nosso potencial. Se estamos aqui encarnados nesse momento desafiador com objetivos que nós já sabemos, nós queremos de fato um mundo melhor. Todos nós que estamos aqui e que viemos a uma casa de oração, queremos uma sociedade melhor, queremos um mundo melhor. Então, vamos nós fazermos esse mundo melhor. Cada um do seu jeito, cada um da sua forma, com esse pouquinho no dia a dia, como capoeira,
ração, queremos uma sociedade melhor, queremos um mundo melhor. Então, vamos nós fazermos esse mundo melhor. Cada um do seu jeito, cada um da sua forma, com esse pouquinho no dia a dia, como capoeira, como Vitor Hugo, como esse rapaz que sentou do lado do morador de rua e deu comida, o que estiver ao nosso alcance, até aonde a nossa mão alcançar, aí é o nosso limite. E não interessa, como capoeira disse, não interessa o que os outros estão dizendo. Como Madre Teresa dizia, é entre mim e Deus, não é entre mim e os outros. É fazer a nossa parte, é construir essa sociedade que a gente tanto quer. Então, meus amigos, em tempos tão desafiadores quanto os atuais, o que precisamos fazer para nos salvar? que precisamos fazer para evoluir, para sermos felizes ainda nessa reencarnação, é a caridade. É mãos na a obra, na caridade constante do dia a dia, de forma simples, de forma direta, de forma objetiva, ao alcance das nossas mãos. ter coragem, colocarmos mãos à obra e construirmos de fato essa sociedade que a gente tanto quer, tanto almeja, mas muitas vezes só ficamos sentado falando. Tá na hora de nós colocarmos as nossas mãos em ação, o nosso coração, o nosso cérebro em ação, a em favor de nós e do nosso próximo, através da caridade moral, da caridade material, dentro de casa, fora de casa, aonde quer que a gente esteja. Uma boa tarde a todos. Foi um prazer muito grande estar aqui com vocês. Até a próxima. Nós que agradecemos, né, Claudinha, ele companheiro de trabalho dos trabalhos aqui da casa. Uma grande alegria tê-la aqui conosco. A energia dela muito boa. Então vamos agora à nossa prece. Convido todos nesse momento que já envolvidos pelo por essa casa de amor e luz. que sintamos as vibrações dos nossos mentores que aqui estão da espiritualidade que nos acolhe. Sentamos nesse momento este abraço, envolvidos por esse abraço, já com esse sentimento de amor, de paz, que nós possamos exercitar a caridade irradiando, irradiando esse sentimento de amor e de paz, trazendo ao pensamento todos aqueles es
volvidos por esse abraço, já com esse sentimento de amor, de paz, que nós possamos exercitar a caridade irradiando, irradiando esse sentimento de amor e de paz, trazendo ao pensamento todos aqueles es irmãos que nós amamos, que nós temos ligação para que eles também sintam neste momento essa irradiação. Isso. Vamos abraçando esses irmãos queridos, esses filhos, pais, amigos. E vamos expandindo um pouquinho mais e vamos abraçar também aqueles que são os nossos desafos. Se nós não conseguirmos abraçar, pelo menos vamos enviar vibrações. Uma flor. Isso. E vamos irradiando mais e mais, ampliando essa emoção, esse sentimento, envolvendo nosso trabalho, nossa escola, nosso, nossa ambiente de estudo, nosso bairro e vamos expandindo, expandindo Envolvendo agora os hospitais, os abrigos, as pessoas em vulnerabilidade, que elas comecem a sentir essa vibração amorosa que estamos enviando agora. Aqueles que estão em desespero, que nesse momento percebam que não estão desamparados. E vamos ampliando, ampliando, vamos dar um abraço no nosso planeta que tanto precisa. Que cada canto deste planeta receba um pouquinho dessa vibração de amor e paz. Eu gostaria de envolver também nossa querida Patrícia Mendes, que não pôde estar conosco, aqueles que estão com ideação, querendo deixar a vida antes do tempo e assim envolvidos nesta vibração de luz e paz, nós damos graças a Deus. Graças a Jesus. Assim seja. Antes do passe, eu tenho alguns avisos aqui da casa. Aliás, um é um convite, um convite, porque nossa casa desde abril está com uma programação diferente. Todas as sextas-feiras, às 20 horas, nós temos arte na casa. Então, sexta-feira ontem nós tivemos música e dança. Na próxima nós teremos uma peça teatral, depois teremos eh poesia, cinema e, claro, a música, o cantando a doutrina. Então, todos são convidados a participarem dessa programação, porque a arte cura, né? A arte também ela nos envolve, nos aciona, ela ela trabalha com a nossa sensibilidade. Então, todos são convidados e logo depois nós ainda
dos a participarem dessa programação, porque a arte cura, né? A arte também ela nos envolve, nos aciona, ela ela trabalha com a nossa sensibilidade. Então, todos são convidados e logo depois nós ainda teremos o passe. E olha que coisa maravilhosa. Então, seria um happy hour daqueles, né? Então, tá, gente, muito obrigada a todos. Foi muito bom estar com vocês e até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações.
espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus. M.
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