AMOR QUE ACOLHE, AMOR QUE TRANSFORMA - Cláudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]
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feição. Aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. buscandoa. >> Bom dia a todos. Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos à Comunhão Espírita de Brasília. Não apenas aqueles que estão aqui no salão nesse momento, como os que chegarem, como aqueles que nos assistem pelas mídias sociais, pela TV Comunhão ou que nos assistirão em outros momentos, uma vez que as palestras ficam sempre gravadas. Também acolhemos com muita alegria e com muito carinho os desencarnados que aqui são trazidos por seus mentores, de modo a também partilhar conosco das ideias, das boas ideias que serão trazidas na palestra. Para começar, eu vou ler uma pequena página de Joana de Ângeles, por Divaldo Franco, nesse livrinho pequenino chamado Vida Feliz. É o número 19 para quem depois quiser e tiver o livro em casa, quiser rever. Tolera as falhas alheias e não as apresentes no festival de fofocas. Todos erramos. Sábio é aquele que, no erro aprende a agir com correção. Quando vejas alguém caído, dá-lhe a mão. Ao invés de te compraes em censurá-lo. Ninguém tomba por querer. E se tal ocorrer, nele predomina a ignorância, que é um cruel inimigo do homem. Ainda assim, o equivocado merece mais socorro do que reprimenda. Então, sempre recebendo com carinho em nosso coração a mensagem de Joana de Ângeles, mentora de nosso grupo de trabalho. Procuramos recolher a ideia em nosso coração e também elevar uma prece a Deus, nosso pai para iniciar os nossos trabalhos. Agradecendo todas as bênçãos que nos são ofertadas, que são trazidas pro nosso melhor aproveitamento, nosso crescimento pessoal, moral e também social. Pai eterno, obrigada por tudo que nos foi colocado à disposição. Obrigada pelas bondades que recebemos e nos aquecem o coração, mas também muito obrigada pelos desafios que nos são colocados diante, que nos exigem perspicácia, nos exigem entendimento e sobretudo amor. Amor a nós mesmos, aos demais e amor a ti, meu Pai,
oração, mas também muito obrigada pelos desafios que nos são colocados diante, que nos exigem perspicácia, nos exigem entendimento e sobretudo amor. Amor a nós mesmos, aos demais e amor a ti, meu Pai, sábio e gentil, amoroso. Assim seja. Bom, agora passar a palavra pra Claudinha, que vai fazer a nossa palestra de hoje. >> Obrigada, Norma. Bom dia a todos que nos acompanham, que se encontram aqui no nosso salão Bezerra de Menezes, que nos acompanham pelas redes sociais, pela rádio TV Comunhão. Com muita alegria que a gente tá aqui hoje e mais uma quarta-feira eh quente, né? Calor, a gente sabe que tá um calorzinho bom aí. E vamos falar sobre o tema amor que acolhe, amor que transforma. Tiramos esse tema do capítulo 107 do livro Pão Nosso. É um capítulo chamado Piedade e vem bem a calhar com a leitura que nós tivemos aqui inicial, completamente dentro do tema. E também tiramos aqui do livro consolador duas perguntas. O livro consolador é um livro de perguntas e respostas, psicografia de Chico Xavier por Emanuel. A equipe eh de Chico Xavier fazia as perguntas e a Manuel respondia. Mas esse amor que transforma e esse amor que acolhe, que amor é esse, né? Muitas vezes quando nós conversamos com as pessoas, as pessoas nos dizem: "Amor é algo mais levado pro caminho dos relacionamentos amorosos". Mas quando Jesus trouxe a palavra amor, até hoje nós não fomos capazes ainda de de entender a transcendência dessa palavra. E para isso vieram diversos, né, livros posteriores, eh, principalmente dentro da doutrina espírita, tentar nos ensinar a amar na prática. E essa lição deste livro, Piedade, ela nos esclarece muito sobre a nossa forma ainda equivocada de entender a palavra amor e de colocá-la em prática. Então, Emuel nos diz que nós falamos muito de caridade, de amor, né? né? Nós falamos bastante dessa necessidade, mas dificilmente ele diz, nós conseguimos diferenciar compaixão de humilhação. Aí a gente já começa assim, né? Mas como assim? Ele nos dá alguns exemplos aqui. Ele diz
amos bastante dessa necessidade, mas dificilmente ele diz, nós conseguimos diferenciar compaixão de humilhação. Aí a gente já começa assim, né? Mas como assim? Ele nos dá alguns exemplos aqui. Ele diz assim que nós via muitas vezes pensamos: "Ajudo, mas esse homem é um viciado. Atenderei, entretanto, essa mulher é ignorante má. Penalizo-me. Contudo, esse irmão é ingrato e cruel. Compadeço-me, todavia, trata-se de pessoa imprestável". Ele vem nos fala o seguinte: "Tais afirmativas são reiteradas a cada passo por lábios que se afirmam cristãos". Realmente, muitos de nós, o que que ele tá falando aqui? Ele tá falando do julgamento. Muitos de nós até já temos o ímpeto, a vontade ou eh dizemos, falamos que vamos ajudar, que vamos auxiliar, mas as nossas palavras e as nossas atitudes muitas vezes vem carregadas aí de julgamento. Aí ele continua dizendo que de maneira geral só encontramos na terra, de maneira geral, só encontramos na terra a compaixão de voz macia e mãos espinhosas. Olha que forte o que ele tá dizendo, né? Ele tá dizendo que muitas vezes nós ajudamos, mas deixamos ali aquele julgamento e transparecemos isso pra pessoa. Ele nos exemplifica na sua linguagem, né, Emanuel, quem quem lê Emanuel sabe que Emanuel traz assim eh palavras eh cheias de comparativos, né? Então ele fala que deita mel e veneno, balsamiza feridas e dilaceras, estende os braços e cobra dívidas de reconhecimento, socorre e espanca, ampara e desestimula. Oferece boas palavras e lança hostilidade. Sacia a fome dos viajores, da experiência com pães recheados de fé. E nós lembramos aqui para exemplificar o que ele está dizendo, Raul Teixeira, aquele palestrante tão querido, né? Foi companheiro de Divaldo nas palestras aí, principalmente nos anos 80, 90, 2000. Depois ele teve um AVC e hoje ele até faz algumas palestras, mas bem mais limitadas, porque ele ficou com sequelas na fala bem graves, né? Mas ele trouxe um exemplo de uma vez que ele fez numa dessas palestras que ele deu, ele fez uma uma visita, ele fazia, né, várias
mais limitadas, porque ele ficou com sequelas na fala bem graves, né? Mas ele trouxe um exemplo de uma vez que ele fez numa dessas palestras que ele deu, ele fez uma uma visita, ele fazia, né, várias palestras em casas espíritas e ele foi numa casa espírita, eh, que tava tendo a distribuição de sopa, né, sopa ou algum alimento ali, né, na numa região bastante carente, de bastante carência material, tava distribuindo alimentação ali para aquelas pessoas. E nesse nessa forma, né, de de transmitir ali a comida, dar a comida pras pessoas, aquilo que a gente vê, as pessoas ficam em fila e fica alguém servindo, né? Serve o arroz, serve ou serve a sopa, enfim, vai servindo a a o prato da pessoa. E uma das das voluntárias que estava ali, ela estava com uma expressão muito malumorada. e as palavras que ela falava, mal falava com as pessoas, mas quando falava era com muita hostilidade. E aí Raul Teixeira entrou na fila, né, para fazer ali as vezes de quem ia receber a alimentação. Quando ele chegou na frente dessa mulher, ele conversou com ela e perguntou: "Minha irmã, por que tanto mau humor assim?" Aí a pessoa, né, tava ali na no automatismo de de servir, ela parou assim. Você está agressiva, você está servindo aqui a comida, achando que está fazendo uma caridade, mas que energia você está colocando aqui na na hora de transferir aqui o alimento material pro prato da pessoa? que alimento espiritual você está transferindo aqui. Então, é um pouco disso ou muito disso que Emanuel está nos falando aqui. Nós, isso aqui é um exemplo de caridade dentro de uma casa espírita, mas muitas vezes nós nos comportamos assim nos nossos relacionamentos, a partir do momento em que alguém comete um erro dentro das nossas relações e nós ali às vezes em função das máscaras sociais ou das comodidades de não querer enfrentar com uma conversa sincera e uma conversa madura. Nós às vezes aceitamos o erro da pessoa, mas estamos sempre no linguajar popular, lançando na cara da pessoa o erro. Nós aceitamos, entre aspas, entre
r com uma conversa sincera e uma conversa madura. Nós às vezes aceitamos o erro da pessoa, mas estamos sempre no linguajar popular, lançando na cara da pessoa o erro. Nós aceitamos, entre aspas, entre grandes aspas, aquele erro, mas vivemos cobrando aquele erro da pessoa, fazendo ou julgamentos ou não permitindo um perdão, uma compreensão daquele erro que a pessoa cometeu. E Emanuel nos fala aqui que não é isso, né, que é a piedade, não é isso que é a compreensão. Nós nos arvoramos em julgadores do próximo, como ele nos traz aqui nesses exemplos. E não permitimos, então, a real e aquele aquela real transformação da pessoa ou a pessoa de fato querer se desculpar ou não voltar a errar. Lembremos Jesus, né? Jesus dizia o quê? Vai, não peques mais. É, é assim que funciona o evangelho de Jesus, o perdão contido no evangelho de Jesus. E nós temos diversos exemplos. O exemplo máximo que nós temos é da pecadora, né? Daquela famosa mulher que foi pega em adultério. E Jesus então fala que aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra e fala para ela, né? Mulher, ninguém te julgou, nem tampouco eu. Vai e não peques mais. E todos os casos de cura que Jesus fazia, Jesus falava: "Vá e não peques mais". Mas sempre acreditando na pessoa, não julgando a pessoa. Nesse no livro Boa Nova, lá no capítulo, a gente até já comentou aqui, é um livro de, deixa eu ver aqui, o o Boa Nova, ele é de Humberto Campos, né? Psicografia de Chico Xavier. É isso, né? O espírito Humberto Campos, psicografia de Chico Xavier. Ele conta a história, o o desenrolar depois dessa cena que está lá descrita no Evangelho em que a mulher adúltera não é apedrejada, né? Nós não sabemos pela história oficial o que que aconteceu depois. Mas depois, imaginemos, ele tava com alguns discípulos ali. Os discípulos ficaram estarrecidos, porque lembremos, meus amigos, os discípulos, eles seguiam a lei de Moisés, todos eles, né? tinha um judeu, somente um judeu, que era um judeu, um judeu que nasceu ali, né, na seguia eh
estarrecidos, porque lembremos, meus amigos, os discípulos, eles seguiam a lei de Moisés, todos eles, né? tinha um judeu, somente um judeu, que era um judeu, um judeu que nasceu ali, né, na seguia eh era da não é raça, mas assim, era judeu mesmo, que era Judas Iscariotes. Os outros todos vinham ali dos arredores da Palestina de toda aquela região. E eles seguiam Moisés e eles ficaram estarrecidos, mestre, né? como que você não usa a lei de Moisés para pedrejar essa mulher? Só que nesse livro, então, que é um livro que narra histórias verídicas, né, acontecidas ali na época de Jesus, olha o que Jesus comenta, né? Um dos dos discípulos que fica estarrecido é João. João, que era aquele discípulo, ele era muito jovem, né, em torno de 16, 17, 18 anos. pergunta muito assombrado. Por que que Jesus não permitiu o apedrejamento? Afinal era uma meretriz. Afinal era uma foi pega, né? Não era meretriz, não era prostituta, mas foi pega em adultério, que era um crime gravíssimo para aquelas leis. E olha a resposta de de Jesus. Só que, gente, vamos imaginar, vamos imaginar nos tempos atuais, né? Só que naquela época era muito mais grave. Hoje nós sabemos que eh não é crime, mais eh inclusive nós temos aí um mundo que com muitas liberalidades, mas imaginemos que saibamos de uma situação em que um casamento que nós de um amigo de um casal amigo e que nós descobrimos que a mulher traiu o marido. Não temos leis aqui de apedrejamento, mas temos o apedrejamento moral, o julgamento moral. Olha a resposta de Jesus para todos nós que fazemos julgamentos nas diversas histórias que conhecemos. Jesus disse para João: "Sabes o motivo porque essa mulher se prostituiu?" Na verdade aqui não é se prostituiu, né? Prostituição no sentido de que ali, né? traiu ali o marido e a gente sabe que ela tinha o hábito de trair o marido. Essa a a mulher adúltera aqui, né? Terás sofrido? Ele pergunta, né, para João, terás sofrido alguma vez a dureza das vicissitudes que ela atravessou em sua vida? Ignoras o vulto das necessidades e das
Essa a a mulher adúltera aqui, né? Terás sofrido? Ele pergunta, né, para João, terás sofrido alguma vez a dureza das vicissitudes que ela atravessou em sua vida? Ignoras o vulto das necessidades e das tentações que a fizeram sucumbir a meio do caminho. Não sabe quantas vezes tem sido ela objeto do escárnio dos pais, dos filhos e dos irmãos das mulheres mais felizes. E aí João continua defendendo seu ponto de vista, né? Entretanto, ela pecou e faz ju a punição. Não está escrito que os homens pagarão seitil por Seitus próprios erros? Ninguém pode contestar que ela tenha pecado, mas quem estará irrepreensível na face da terra? A hipocrisia costuma campear impune enquanto se atiram pedras ao sofrimento. João, o mundo está cheio de túmulos caiados. Então, é disso que nós estamos falando, do julgamento que nós fazemos com aquele que erra. E é esse julgamento que nós não devemos fazer. E é por isso que o título da lição é o amor que acolhe, o amor que transforma. Porque o amor que julga primeiro não é amor. E ele vai fazer mal para essa pessoa. Ele não permite que essa pessoa se refaça do erro, que ela entenda o seu erro, que ela entenda que sim, que ela se autoacolha. Ela teve motivos para errar, mas que ela se permita ir e não pecar mais, entender por que ela errou, entender por que ela cometeu aquele erro. e quais os novos caminhos que ela pode seguir. Normalmente, quando nós eh vemos uma situação, fazemos esse julgamento e empurramos mais às vezes a pessoa pro erro, a pessoa pro vício, a pessoa para aquela para aquela, para aquele tipo de atitude infeliz que ela vem praticando. E a proposta que Jesus nos trouxe e que o Espiritismo revive é o acolhimento real. Muitas vezes nós nem queremos ouvir a pessoa. E olha só, a gente como diz, como Jesus diz aqui, né, a falando da hipocrisia. Quantas vezes alguém vem desabafar conosco e nós dizemos assim: "Não, não, isso aí é passado, não, deixa, vai." E por incrível que pareça, nós ouvimos inclusive isso de pessoas na mesa mediúnica que está esclarecendo um
m vem desabafar conosco e nós dizemos assim: "Não, não, isso aí é passado, não, deixa, vai." E por incrível que pareça, nós ouvimos inclusive isso de pessoas na mesa mediúnica que está esclarecendo um espírito. Não deixa o espírito falar. E nós sabemos que é preciso que a pessoa fale, que a pessoa coloque para fora. Quando a pessoa se decide a falar, porque é duro, né, gente? Quem não errou aí, atire a primeira pedra. E quem não tentou falar do seu erro e a pessoa não quer ouvir. E quando a pessoa se se despe, né, ela tira a sua as toda a sua vergonha, admite seu erro e ela se propõe a falar e às vezes aquele de nós que está ouvindo não quer ouvir, não deixa a pessoa falar, começa a falar dos seus próprios problemas sem fazer aquele primeiro passo da caridade, do amor, da piedade, que é o acolhimento real. que é deixar a pessoa falar sem julgamento. Quando vier na nossa mente, nossa, mas ela fez aquilo. Tiremos, porque temos o hábito de julgar hábitos milenares, de reencarnações desde muitos milênios. Não vamos mudar da noite pro dia também, mas vamos fazer o que Joana deângeles nos propõe. A hora que entrar o pensamento julgador, tiremos. Nós não vivemos a situação daquela pessoa. Nós não estivemos naquela, naquelas mesmas condições para poder dizer que não agiríamos daquela forma ou até pior. É isso que a doutrina de Jesus nos propõe. Não é ser conivente com o erro, mas é acolher, ouvir e colocarmos dentro desse acolhimento os esclarecimentos reais pra pessoa. Um dia seremos como Chico Xavier, né, e tantos outros que sabem acolher de forma parecida com Jesus, né? Nós temos uma história de Chico que se narrada no livro Chico Xavier Coração do Brasil, se chama Rosa da Vizinha, o título da lição. E e conta, né, que Chico Xavier tava naquele naquele momento, né, depois lá que ele ficava recebendo as pessoas, autografava para uns, acolhia para acolhia outros, né? Ficava ali até 2 3 horas da manhã. E Jerônimo Mendonça estava aguardando. Se nós, eh, muitos de nós, eh, mais velhos no espiritismo
o as pessoas, autografava para uns, acolhia para acolhia outros, né? Ficava ali até 2 3 horas da manhã. E Jerônimo Mendonça estava aguardando. Se nós, eh, muitos de nós, eh, mais velhos no espiritismo conhecemos Jerônimo Mendonça, que era aquele que ele foi um grande palestrante espírita, mas que ele era paralisado do pescoço para baixo, mas ele era um orador maravilhoso. E ele ia, ele vivia assim cheio de multidão ao redor dele, de tão bom orador que ele era. Mas ele ia, né, carregado por por pessoas porque ele era paralisado do pescoço para baixo. E chegou uma mulher, sentou do lado dele, né, e falou: "Olha, Jerônimo, eu eu estou eu tô super apaixonada pelo meu vizinho, mas eu tô assim, não aguento mais, não sonho com ele, vejo ele toda hora nos meus sonhos, sinto o perfume quando eu tô longe, ouço a voz dele. Só tem uma coisa, ele é casado. Então eu eu vim aqui pedir um conselho porque eu já dei várias indiretas para ele e ele não me dá corda, mas eu tô sofrendo muito. Isso é um e é um sofrimento real, né, gente? É um sofrimento real assim para quem se deixa cair nessa perturbação da paixão exacerbada, né? E ela pergunta então para ger que você acha que eu faço? Eu me declaro diretamente para ele, falo lá com ele, ó, vamos, né, assumir o nosso relacionamento e sendo que ela que estava apaixonada, né? Só que Jerônimo, gente, imagina, né? Jerônimo nunca tinha tido um relacionamento amoroso nessa vida. E ele fica meio sem graça e responde para ela, né, que ele trazia um corpo ali carregado de deficiências do passado e que não era a pessoa melhor para dar esse conselho, que esperasse Chico e se pôs em oração para saber qual o conselho dar naquele momento. Lembremos, não era a mulher adulta, era pega lá em adultério, mas era uma pergunta difícil de responder sem julgamento. É fácil responder julgando, mas como responder sem julgar e com acolhimento? se colocou em oração, passou ali, né, uma hora, um tanto de tempo e quando o Chico chegou, Jerônimo já tinha, né, se sintonizado
il responder julgando, mas como responder sem julgar e com acolhimento? se colocou em oração, passou ali, né, uma hora, um tanto de tempo e quando o Chico chegou, Jerônimo já tinha, né, se sintonizado com a equipe espiritual e ele mesmo diante da sua experiência. Quando o Chico chegou, ele faz a pergunta para Chico no seguinte sentido. Olha só o acolhimento, gente. Chico, nossa irmã muito bondosa, gostaria de saber o que fazer ante a vontade irresistível de colher a rosa do jardim da vizinha. Olha como, olha só a delicadeza, olha só a evolução desse espírito sem julgamento, com acolhimento, mas já deu a deixa para Chico da complexidade da resposta que vinha ali. E Chico, né, já captando, obviamente, a gente sabe aí dos processos mediúnicos, do entendimento que Chico teve da situação. Chico respondeu: "Veja se a Rosa, e eu vou me permitir ler porque tem que ler mesmo a resposta, a pergunta, as respostas aqui pra gente entender, né? Veja, se a rosa é bonita, naturalmente que todos nós podemos admirá-la, mas colhê-la não. Poderíamos nos ferir nos espinhos. E, além do mais, a dona da rosa não iria gostar que colhêsemos sua flor tão estimada e com isso sofreríamos duplamente. Ou seja, iríamos nos ferir e iríamos ferir o próximo. Olha a resposta. Claro que são espíritos de uma evolução muito maior do que a média de nós aqui, né? Mas é esse tipo de acolhimento que nós falamos que o evangelho nos convida. Não é o julgamento, não é a conivência, é não deixarmos de falar. E inclusive aqui nesse exemplo de uma mulher adúltera, porque ela já tinha adulterado em pensamento, né? Aqui Chico no e Jerônimo Mendonça nos dão exemplo e a fala concreta de que todo erro, todo erro, meus queridos amigos, todo erro nós podemos ferir o outro, mas primeiramente ferimos a nós mesmos. Se não é um ferimento real físico, é um ferimento psicológico, é um ferimento emocional, é um ferimento mental, é um ferimento espiritual. Nós nos ferimos com o erro. Nós, muitos de nós, muitas vezes, quando estamos em
nto real físico, é um ferimento psicológico, é um ferimento emocional, é um ferimento mental, é um ferimento espiritual. Nós nos ferimos com o erro. Nós, muitos de nós, muitas vezes, quando estamos em erro, nós temos uma sensação, nós entramos nesse redemoinho do erro até por autopunição. Então, nós erramos, nos punimos, continuamos errando para nos punir mais. Isso é psicologia que nos fala. E muitas vezes nós temos que nos perguntar: por que eu não me permito ser feliz? Por que eu não me autoacolho? Por eu não me permito me entender, me compreender? se eu preciso de ajuda psicológica, se eu preciso de um atendimento fraterno, se eu preciso conversar com alguém nos deixando eh nos despindo do nosso orgulho, nos despindo da culpa para que nós possamos dar este passo pra frente, este passo de ir e não pecar mais, ir e não errar mais daquele tamanho. Porque o que Jesus fala, obviamente quem esteve em contato com Jesus, nós sabemos da transformação que teve, como Maria Madalena, foi uma transformação radical, como Paulo de Tarso, foi uma transformação radical e inclusive mudou de nome, saiu de Saulo para Paulo. Por quê? Por causa da de quem era Jesus. Obviamente, um contato com o espírito dessa magnitude transformaria qualquer um de nós. Mas muitos tiveram esse contato e muitos não se transformaram. Maria Madalena, um dos exemplos máximos do por de transformação, se permitiu se permitiu entender os seus erros, foi acolhida por Jesus, foi e não pecou mais, mas nós não sabemos a o seu interior, o quanto ela lutava interiormente, o quanto ela lutava com seus pensamentos, o quanto ela lutava com as suas tentações. Desta forma, é esse o exemplo que nós temos que seguir. Vamos conseguir agora saindo daqui? Não, né? Mas nós vamos tentar. Nós vamos tentar não cair no julgamento, entender melhor o próximo, compreender mais o nosso próximo, ter mais empatia para com o nosso próximo, coisa que a gente às vezes, via de regra, quase toda vez não faz. Por quê? Por causa do nosso egoísmo. É eu e eu, eu para comigo que
er mais o nosso próximo, ter mais empatia para com o nosso próximo, coisa que a gente às vezes, via de regra, quase toda vez não faz. Por quê? Por causa do nosso egoísmo. É eu e eu, eu para comigo que estiver bem para mim é o que importa. Eu não olho o próximo, eu não olho o meu próximo, principalmente o mais próximo. Então, meus amigos, nesta, neste mundo conturbado que estamos, além de agradecer pela vida que temos e condições intelectuais, físicas, morais, emocionais e espirituais, que nós possamos neste momento que reencar Amos do planeta Terra tão difícil neste momento em que o planeta Terra pede por mais amor que nós possamos acolher mais dentro dos nossos lares, no nosso ambiente de trabalho, com esse verdadeiro sentido da palavra acolhimento, sem julgamentos, deixar a pessoa falar, de entender, tentar entender aquela pessoa. A hora que vira o julgamento, a gente tira o julgamento da cabeça, porque obviamente, como já comentamos aqui, não vamos sair daqui já sermos Jerônimo Mendonça e Chico Xavier, mas permitir que a nossa psicosfera, a nossa atmosfera fluídica da Terra melhore pelo menos em torno de nós. Esse é o convite que Jesus faz para cada um de nós, para cada um daqueles que se diz cristão e para cada um daqueles que reencarnou nessa época ou que está no planeta Terra nessa época, faz parte do dever de cada um de nós trazer o evangelho de Jesus para a prática diária naquilo que puder e naquilo que lhe couber. É o convite de Jesus para todos nós. Que Deus e Jesus nos abençoe. Bom dia a todos. Obrigada, Cláudia. Realmente, a gente precisa trazer o evangelho para dentro da nossa vida. A gente precisa descer Jesus da cruz e não ficar somente ajoelhado na frente dele, sentindo, ó meu Deus, coitado, quanto sofreu, não. o quanto ele ensinou, o quanto ele se desgastou e se dispôs a vir aqui para ensinar, não para que a gente ficasse ajoelhado diante de uma imagem criada para nos sensibilizar, que nos sensibilizemos com as suas palavras, com as suas ações, com as suas lições,
s a vir aqui para ensinar, não para que a gente ficasse ajoelhado diante de uma imagem criada para nos sensibilizar, que nos sensibilizemos com as suas palavras, com as suas ações, com as suas lições, não é isso? Então, gente, muito obrigada a todos pela presença, todos que aqui estiveram. Vamos fazer uma pequena prece final e vamos também avisar o passe, para aqueles que não conhecem, o passe não é mais aqui em cima, é ali atrás no outro prédio, depois da passagem de carros. Delur que está aí vai nos ajudar a compor o atendimento. E agradecemos então a Deus, nosso pai. a oportunidade que tivemos aqui de podermos ouvir e fazer calar fundo em nosso coração palavras tão sensatas, palavras tão eh atuais e necessárias para que todos nós tenhamos a nossa tranquilidade pessoal e possamos também expandir essa tranquilidade aqueles ao nosso redor. Obrigada, meu pai por essa oportunidade. Obrigada. Que seja um bom dia, que seja uma boa semana. Assim seja. Isso é interessante. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos
sericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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