SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA! - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando [canto] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [canto] estou aqui [música] para agradecer de coração a paz [canto][música] dentro de mim que encontrei [canto][música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [canto] toda a beleza de viver doando [canto] amor. >> Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília aqui presencialmente e que nos escutam pelos nossos canais. Não esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página. Deixem lá os seus comentários para que possamos cada vez mais melhorar o nosso trabalho. Estamos aqui com esse título de hoje da palestra pública das 13 horas da comunhão espírita, extraído do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, o item 29 a 31, sacrifício da própria vida. fazer uma breve leitura de harmonização desse livrinho ditado por Emanuel, escografado por Chico Xavier, Palavras de Luz, uma mensagem para cada dia. Esse livrinho ele traz hoje dias que possamos ler as mensagens e é extraído de várias literaturas. A mensagem de hoje do dia 23 de abril é do livro Pensamento e Vida, capítulo 11, berço, em que Emanuel diz assim: "O caminho que iniciamos em determinada existência é o prolongamento dos caminhos que percorremos naquelas que precederam. São as multiplicidades da vida. as vidas que nós tivemos e das experiências boas e más que trazemos. Vamos fazer uma nossa prece, convido a todos e dar início ao nosso estudo de hoje, colocando diante de Deus, pai de infinita bondade, causa primária de todas as coisas, inteligência suprema. Agradecemos, Pai, por esta oportunidade, por este momento único de estarmos aqui, pelo bom ânimo que nos trouxe, pela tua palavra que vamos estudar o evangelho. Pedimos discernimento, clareza no nossos pensamentos, para que possamos nessa nossa caminhada estar sempre buscando o entendimento e o conhecer a nós mesmos. Assim, mestre, te agradecemos por todos esses momentos, dizendo assim seja e pedimos permissão para dar início ao
nessa nossa caminhada estar sempre buscando o entendimento e o conhecer a nós mesmos. Assim, mestre, te agradecemos por todos esses momentos, dizendo assim seja e pedimos permissão para dar início ao nosso. Nesse capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, do item 29 ao item 31, nós vamos ver as instruções dos espíritos ditadas pelo espírito São Luís em Paris, 1860. Mas no início do capítulo, Allan Kardec nos traz as passagens de Mateus e de Lucas. No item um, ele coloca: "Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados. Bem-aventurados os famintos e os seguidores sequiosos de justiça, pois que serão saciados. Bem-aventurados os que sofrem perseguição pela justiça, pois é deles o reino dos céus. Isso está em Mateus, capítulo 5, versículo de 6 a 10. Logo em seguida, nós temos a passagem de Lucas, registrada da bem-aventurança, em que ele diz: "Bem-aventurados vós que sois pobres em espírito, porque vosso re vosso, porque vosso é o reino dos céus. Bem-aventurados agora tendes aqueles que tendes fomes, porque sereis saciados. De tooso sois vós que agora chorais, porque rireis. Mas ai de vós que tendes no mundo a vossa consolação aí. De vós que estais saciados, porque tereis fomes. Ai de vós agora que rires, porque sereis constrangidos a gemer e a chorar. Ele tá falando aqui quando ai de vós que estereis saciados. é aqueles é a vida material, quando nos apegamos somente à matéria. Nós estamos numa numa vida transitória, mas essa transitoriedade ela é importante porque é nessa transitoriedade que passamos pelas provas e expiações. É nessa transitoriedade da matéria em que possamos colocar em ação o que nós aprendemos. dar o testemunho pelo amor, pelo servir. E e depois eh no sacrifício da própria vida, que são os itens 29, 30 e 31, São Luís, ele vai nos dizer a importância da vida. Nós sabemos que a vida espiritual ela é de muita importância. Ela é a nossa vida principal e sairemos aqui e iremos paraa vida espiritual. Mas nós não podemos deixar de agradecer a Deus a importância de estarmos aqui.
vida espiritual ela é de muita importância. Ela é a nossa vida principal e sairemos aqui e iremos paraa vida espiritual. Mas nós não podemos deixar de agradecer a Deus a importância de estarmos aqui. Não podemos viver encarnados pensando só no plano espiritual. O nosso momento é agora e é o que vamos colher lá. É o que vamos fazer aqui. Vamos colher lá as nossas ações daqui. Se buscamos aqui boas ações, se buscamos fazer o bem, se buscamos fazer o sacrifício não da vida, mas o sacrifício das coisas mundanas. E é isso que a São Luís vai nos trazer, que ele diz aqui, podem esses sofrimentos ser de proveito para outro material e moralmente? Aí ele vai falar da parte material e da parte moral. E e São Luís vai nos trazer bem detalhado materialmente pelo trabalho, pelas privações, pelo sacrifício que tais criaturas se imponham a contribuir para o bem-estar material de seus semelhantes. Nós viemos para servir, para amar. Ainda temos muito a dificuldade de amar, muita dificuldade. Ainda temos o amor como prova para mostrar o tamanho da nossa imperfeição. Enquanto nos colocamos o amor como a prova em chegar a dizer: "Eu tenho que amar. Nossa, eu preciso aprender a amar." Mas tá tudo certo. É para isso que estamos aqui, para aprender. E aqui ele vai dizer da parte moralmente contribui para um bem-estar material de seus semelhantes, moralmente pelo exemplo que elas oferecem de sua submissão à vontade de Deus. Esse exemplo do poder da fé espírita pode induzir os desgraçados a resignação e salvá-los do desespero e de suas conceções funestas. Aí mais em cima ele vai falar: "Se o homem se expõe a um pequeno iminente, se [roncando] expõe a um perigo iminente para salvar a vida a um de seus semelhantes, sabendo de antemão que sucubrirá, pode o seu ato ser considerado suicídio". as pessoas que se colocam em risco. A gente tem que ter na cabeça que a nossa vida é um valor, é um, é um dos maiores patrimônios que Deus nos dá. E nós escolhemos, nós fizemos um acordo de chegar aqui e fazer a nossa caminhada
m risco. A gente tem que ter na cabeça que a nossa vida é um valor, é um, é um dos maiores patrimônios que Deus nos dá. E nós escolhemos, nós fizemos um acordo de chegar aqui e fazer a nossa caminhada com a minha companheira, com o meu companheiro, com meus filhos, com os meus pais, com os meus irmãos, colegas de trabalhos, amigos, toda essa sociedade que vai se juntando para num bem comum. Um, praticarem o amor, praticarem a lei de sociedade. No ESD, no ensino sistematizado da doutrina espírita, nós aprendemos na fase dois as leis morais. E essas leis morais são as leis divinas. Aonde estão as leis naturais? Aonde está a lei maior que é a lei de amor? Aonde nós sabemos que o que vai nos colocar na vida futura é a nossa consciência. Porque a nossa consciência, ela guarda o que eu faço de melhor e, infelizmente, o que eu faço de pior. Só [roncando] que muitas vezes eu me cobro só pelo que eu faço de pior. Eu não vejo que eu faço muita coisa boa, que eu pratico muitas vezes o bem. E aí nós imaginamos muitas vezes que a caridade é só o estado de dar alguma coisa material para alguém. É quando eu levo uma cesta básica. É quando eu pego aquelas roupas que eu não utilizo mais e dou numa campanha. Eu só vejo essa caridade. Eu não vejo aquele momento em que eu muitas vezes escuto um amigo, escuto uma pessoa numa parada de ônibus. Quantas vezes você tá ali esperando o seu metrô, o ônibus ou você tá indo em direção da sua condução própria e você topa alguém e alguém te puxa ali algum assunto? Assuntos corriqueiros que nós achamos supérflos, como ah, tá calor hoje, né? Ó, tá querendo chover. Nossa, hoje tá aqui, tá muito fechado o tempo. Aquela pessoa, seja aquelas simples palavras, ela tinha necessidade de ser vista e observada por alguém. Se você ignora a sua, mexe com a cabeça e fala: "Meu Deus do céu, nunca vi esse cara tá aqui falando comigo". Ou se muitas vezes você, pois é, né? Tá quente mesmo, Brasília tá mudando o clima, mas vai melhorar. Mais tarde deve chover, refrescar um
"Meu Deus do céu, nunca vi esse cara tá aqui falando comigo". Ou se muitas vezes você, pois é, né? Tá quente mesmo, Brasília tá mudando o clima, mas vai melhorar. Mais tarde deve chover, refrescar um pouco. Quer dizer, você já mostrou para aquela pessoa que ela é vista, que ela não é invisível. Muitas vezes, na solidão dela, no momento dela, ela quer se instalar. Tem uma passagem que eu acho muito interessante na literatura espírita. Eu não me lembro aqui o livro, mas isso me marcou bastante. Uma senhorinha perdeu a sua única filha e só morava ela, a filha e a neta. E ela perdeu a sua única filha por um momento de doença. E aquela moça desencarnou o jovem e deixou a neta ali sobre a responsabilidade da mãe. E moravam ali naquela casa uma senhora já com idade bem avançada e uma menina. Elas não tinham diálogos, era tomar banho, comer, dormir. E a espiritualidade vai falando e aquilo vai se tornando monótono tanto para criança como paraa idosa. Elas não têm como interagir, a não ser pelas suas obrigações do dia a dia. Tô com fome, quero água, vai tomar banho, vai dormir, minha neta, amanhã vou te levar pra escola. E a aquilo foi adoecendo a avó que tinha uma idade mais avançada. E chega um momento em que a espiritualidade que ali toma conta daquele ambiente começa a notar algo de estranho na naquela senhora pela sua solidão, pelo seu momento, pela sua tristeza, por tudo. aquilo vai afadigando ela e ela pega e fala: "Um dia ela amanhece totalmente estranha de como ela era, faz o seu café, escreve um bilhete, coloca na no na mochila da menina, prepara o lanche, prepara a menina mais bonitinha, pega um copo, coloca na, põe um remédio lá, um negócio e coloca na pia e vai levar a menina na escola. A espiritualidade, já sabendo que aquilo tinha alguma coisa estranha, um senhor que todos os dias passava por ela, mas naquele dia ele eles operam no Senhor. O Senhor se coloca como instrumento, fez as suas preces, está ali aberto e passa por ela e fala: "Nossa Senhora, hoje, hein, que belo vestido! Bom dia.
ela, mas naquele dia ele eles operam no Senhor. O Senhor se coloca como instrumento, fez as suas preces, está ali aberto e passa por ela e fala: "Nossa Senhora, hoje, hein, que belo vestido! Bom dia. Olha que dia belo. Olha, eu sou fulano, trabalho ali na prefeitura. A senhora precisava lá conversar e tomar um café comigo. Linda neta, quero vê-la aqui amanhã também passando. E caminha. Ela olha, se sente vista, se sente notada, chega lá, tira o bilhetezinho da mochila da menina, entrega a menina. volta, a espiritualidade diz que ela chega em casa e joga fora um veneno que ela ia tomar. E no bilhete tinha dizendo que ela não aguentava mais aquela solidão, que ela estava fazendo mal à neta e que ela queria que cuidassem da neta dela. No outro dia, ela arruma a menina, leva, vai, deixa na escola, vai no trabalho do rapaz e diz a ele que ele salvou a vida dela. e ele sem entender nada e agradece a ele. É esse tipo de sacrifício que a espiritualidade espera da gente. Muitas vezes nós podemos ser instrumentos na vida de alguém num simples bom dia, boa tarde, quando cumprimentamos aquele porteiro do nosso prédio, seja do ambiente de trabalho, seja do ambiente de moradia, aquela pessoa que varre a rua para a nossa rua estar limpa. Tem uma outra história que é muito interessante. Um Isso quem contou foi um palestrante aqui nesse púlpito. Ele falou que estava numa casa espírita e saindo sua filha pediu para ele comprar um lanche. Ele foi, viu um um lugar de fazer sanduíche, comprou um lanche e quando tava saindo com aquela sacolinha na mão, com aquela embalagem do lanche para viagem, correndo, ele viu um rapaz catando o lixo para procurar alguma coisa para comer e passou pelo rapaz, olhou assim e falou assim: "Tudo bem, boa noite". Aí o rapaz disse: "Boa noite". Aí ele ficou sem graça, chegou no carro, voltou, falou: "Ah, eu vou comprar outro e vou dar esse daqui". Chegou pro rapaz, falou: "Você quer comer isso daqui?" Aí, rapaz, sim, eu quero. Abriu, olhou, bonito, né? Senhor, pode
chegou no carro, voltou, falou: "Ah, eu vou comprar outro e vou dar esse daqui". Chegou pro rapaz, falou: "Você quer comer isso daqui?" Aí, rapaz, sim, eu quero. Abriu, olhou, bonito, né? Senhor, pode sentar aqui, conversar comigo? Aí ele disse: "Sim, posso". Sentou ali enquanto o rapaz comia, conversava, perguntou o nome, coisas cotidianas. e levou, enquanto o rapaz comia o sanduíche ali, fazia o lanche dele, ele conversava ali com ele, sentado na calçada. Aí quando terminou, ele falou: "Bom, eu vou embora porque minha filha tá me esperando, eu tenho que levar outro lanche para ela". Ele: "Ô, desculpa". Ele falou: "Não, você não tem culpa aquele negócio, trocaram os nomes. Como é seu nome? Eu sou fulano, eu tô sempre aqui." Aí o rapaz olhou para ele, falou assim: "Eu posso te falar uma coisa?" Ele falou assim: "Pode, seu sanduíche que o senhor comprou é delicioso, mas o melhor da noite não foi saciar minha fome, foi a atenção que o senhor me deu. Eu sou invisível para todos. Muitas vezes eu faço pelas pessoas, eu até ele brincou, eu me toco para ver se tô vivo, porque ninguém, na maioria das vezes, me enxerga. Deve ser pelo meu mau cheiro, pela minha aparência, mas o senhor não. Além de alimentar o meu corpo, o senhor em momento algum ficou aqui esfregando o nariz. O senhor conversou comigo atenciosamente. Muito obrigado por esse momento que o senhor me proporcionou. Quantas vezes nós que pertencemos à sociedade de supremacia nos sentimos invisíveis dentro das nossas casas. Convivemos você, sua mãe, sua filha e cada um no seu ambiente. Eu tava olhando lá em casa, é eu, minha esposa que tá sentada aqui e minha filha. Nós temos três televisões, uma na sala, uma no meu quarto, no quarto da minha filha. Um dia desse eu levantei e falei brincando, vamos parar com isso. Eu tava vendo um programa no quarto, minha esposa outro na sala e minha filha lá no quarto vendo outro. Aí eu falei, pelo menos um dia da semana nós temos que traçar, nos juntarmos e assistir a um programa ou nos divertir
rama no quarto, minha esposa outro na sala e minha filha lá no quarto vendo outro. Aí eu falei, pelo menos um dia da semana nós temos que traçar, nos juntarmos e assistir a um programa ou nos divertir fora do evangelho do lar, porque o evangelho do lar já é uma obrigação, é uma rotina da família. E temos conseguido, né, André, com muita luta, mas temos conseguido, temos conseguido nos unir. E um dia desse a gente riu de nós mesmos que nós parece que estávamos nos conhecendo. Olhamos um para o outro, nos abraçamos e choramos e rimos e parece que estávamos nos conhecendo. Cidadãos que moram dentro de uma mesma casa, comungam as mesmas tarefas, o mesmo amor, mãe, pai e filha, que o nosso lar ele tem que ser o nosso maior exemplo de amor. Como é que eu posso pedir benevolência, tolerância, indulgência, perdão na rua se eu não pratico isso dentro da minha casa, se eu sou intolerante com a pessoa que cuida da minha filha, que dá carinho, que quando estamos ausente faz a comida dela, leva ela pra escola, como eu sou intolerante com essa pessoa. pessoa. Como eu sou intolerante com aquela pessoa que limpa o meu bairro, que eu chego lá, está tudo limpo, que são os funcionários públicos da limpeza urbana. E eu trato eles muitas vezes como malandros. A nossa sociedade, o maior sacrifício que Deus nos pede é nos amarmos, porque pra gente é um sacrifício a gente se amar. E aqui Deus não pede sacrifícios inútil. A vida é um dom sagrado e deve ser preservada. O verdadeiro mérito está no sacrifício moral do bem ao próximo. A doutrina espírita nos convida a uma reflexão profunda. Não se trata de morrer pelo outro de forma impulsiva, mas viver pelo outro com amor, consciência e responsabilidade. Deus não aprecia o sofrimento inútil. Jogar-se em perigo sem necessidade não é virtude. Expor-se sem propósito elevado não é sacrifício. O maior sacrifício não está no corpo, está no coração. É perdoar quando se foi ferido. É renunciar ao orgulho e ao egoísmo. É silenciar diante da ofensa. silenciado é diante da ofensa é quando
ifício. O maior sacrifício não está no corpo, está no coração. É perdoar quando se foi ferido. É renunciar ao orgulho e ao egoísmo. É silenciar diante da ofensa. silenciado é diante da ofensa é quando Jesus disse: "Der outra a outra face". Quando ele disse dê a outra face, não é bateu aqui, eu dou a minha cara para bater de novo. Não é silenciar, é não revidar, é não tratar o outro como menor. É não criar expectativa no outro. é não querer controlar a reencarnação do outro se eu não tenho domínio sobre a minha reencarnação, se eu não busco fazer o melhor, mas o outro tem que fazer o melhor, porque além de eu julgar, eu já condeno e sentencio muitas vezes a morte, como se eu tivesse o controle de todas as situações. e o domínio da vida. Porque eu vejo o outro como um problema. Joana de Angeles fala para Edivaldo Franco que as pessoas, os problemas e a vida nunca foi como ela o ele ouvia. eram colocados diante dele para que pudesse evoluir como espírito. Essa passagem está no filme Divaldo Franco, o mensageiro da paz. É uma mensagem lindíssima em que eu quero fechar ela dizendo isso para ele. Não te preocupes mais e segue amando. Que ao final dessa jornada, ao olhares para trás, perceberá que as pessoas, os problemas e mesmo esse mundo nunca existiram como tu os via. Eles só foram colocados em torno de ti para te dar oportunidades de evoluir como espírito, enquanto espírito. Se viveres assim, na consciência da imortalidade, da sua essência divina, quando chegar o último dia desse corpo aqui na terra, verás que a luta nunca foi contra o outro. O tempo todo foi entre você e você mesmo. que possamos sair daqui, meus irmãos, como diz Santo Agostinho, para que possamos na questão 919, quando Allan Kardec questiona sobre o meio prático mais eficaz de se melhorar nesta vida e resistir ao mal. A resposta dos espíritos assinada por Santo Agostinho é a famosa, é a formosa máxima conhece a ti mesmo. O espelho da consciência perguntar se outra pessoa tivesse feito o que eu fiz eu aprovaria.
al. A resposta dos espíritos assinada por Santo Agostinho é a famosa, é a formosa máxima conhece a ti mesmo. O espelho da consciência perguntar se outra pessoa tivesse feito o que eu fiz eu aprovaria. não despreza as críticas dos dos outros, pois eles costumam ver os defeitos com mais fraqueza do que os amigos. Assim como muitas vezes é o homem o causador de seus sofrimentos na questão 93 materiais também o será de seus sofrimentos morais. Os espíritos respondem: "Mais ainda porque os sofrimentos materiais, algumas vezes independem da vontade, mas o orgulho ferido, a ambição frustrada, a ansiedade da avareza, a inveja, o ciúme, todas as paixões numas palavras, numa palavra são torturas para a alma, as ofensas, a inveja, o ciúme. Felizes os que desconhecem esses dois vermes roedores. Que possamos tratar as pessoas com dignidade, com respeito, que é para isso que estamos aqui. E isso eu convido todos para o nosso encerramento com essa mensagem em que diz: "Não será perguntado quando chegar do outro lado por quem você morreu, mas como você viveu." Essa é a única coisa que vamos levar, que vão perguntar pra gente, vão olhar no meu olho e dizer: "Como você viveu, Wagner?" E quem vai responder é a minha consciência. Não tem como burlar isso. Não tem como esconder. A minha consciência, ela será o meu advogado do outro lado. Que possamos sair daqui hoje com essa pergunta: como você viveu? Como você vive? que possamos chegar no final do dia e perguntar como foi o meu dia hoje? Qual o bem que eu fiz e qual o mal que eu fiz? Que o mal eu possa repará-lo amanhã e o bem eu possa fazer melhor ainda amanhã. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Que possamos fazer a nossa prece final. Agradeço aqui a Eliana, a Ana Dias, a Isabela, a Valéria e a todos que estão aqui nos ouvindo. Não esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página, se inscrever, compartilhar essa palestra, mandar para alguém. seguir o canal da comunhão espírita para que possamos continuar levando o
esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página, se inscrever, compartilhar essa palestra, mandar para alguém. seguir o canal da comunhão espírita para que possamos continuar levando o evangelho a todos os cantos que chegamos. Vamos fazer a nossa prece final e seguir para o nosso passe virtual que o nosso amigo Flávio vai colocar para todos nós ouvirmos. Deus, pai amado, mestre Jesus, agradecemos por mais essa oportunidade, por mais esse momento de estarmos aqui buscando o teu evangelho, os teus ensinamentos, que possamos teros tê-lo como nosso guia e modelo, mas não só como exemplo, mas também com que possamos vivenciar o teu, as tuas mensagens, os teus ensinamentos. na ação e na prática. Ó mestre, assim seja. Damos por encerrado mais uma palestra pública na comunhão espírita de Brasília nessa quinta-feira às 13 horas. Muito obrigado a todos. Tenham um bom resto de semana e que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Possamos nos colocar à disposição para o nosso passe que o nosso amigo Flávio vai colocar ali agora. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas [música] e com os
e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações
ndem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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