APRENDAMOS COM O CRISTO A FAZER O BEM - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. Senhor, [música] estou aqui. Aprendamos como. >> Boa noite a todos. Sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa comunhão espírita de Brasília em mais este encontro onde cada um de nós procura a inspiração divina para nos conduzir nossas existências no dia a dia. ao nos aproximarmos agora do final do ano, Natal, Ano Novo, certamente essas inspirações tomam outro vulto, porque são momentos de grandes reflexões ou que deveriam servir para isso. Hoje então teremos um encontro com o nosso irmão Wagner com o título Aprendando a Aprendamos a fazer o bem com Jesus, que eu decorei só a parte da Aprendamos a fazer o bem com Jesus. Convido a todos então a elevarmos em conjunto nossos pensamentos a Deus e a Jesus e buscarmos a pacificação de nossas mentes e corações para nos tornarmos mais suscetíveis às reflexões que nos serão passadas. Deus, meu amado Pai, Jesus, meu amado mestre, amado pastor de todos nós, que vosso amor, vossa bondade caia sobre cada um de nós aqui presentes, pacificando-nos mentes e corações, a fim de que nós, neste templo de amor, possamos encontrar aqui o fortalecimento de nossa fé, de nossa esperança, de nossas resignações, perseverança na prática do bem. que possamos, ao sairmos daqui na data de hoje, estarmos um pouco mais conscientes e despertos para nossas responsabilidades com esta oportunidade que o Senhor nos concede com o dom da vida, essa vida neste país na família que nos encontramos, diante de um planejamento que teus emissários em teu nome fizeram exaustivamente para o nosso sucesso. Sejamos gratos pelo nossa resposta a esse planejamento, que consigamos atingir as metas que nos foram estabelecidas para atingirmos, mas só conseguiremos fazer isso carregando a nossa inconstância de tantas existências, fortalecendo nossa vontade e nosso amor em vós. Pedimos ainda a inspiração para o nosso
elecidas para atingirmos, mas só conseguiremos fazer isso carregando a nossa inconstância de tantas existências, fortalecendo nossa vontade e nosso amor em vós. Pedimos ainda a inspiração para o nosso irmão Wagner, palestrante de hoje, para que ele possa ser o teu melhor instrumento para nos transmitir os teus ensinos. Que todos nós aqui encarnados e desencarnados possamos então receber o vosso amor enquanto aqui permanecermos te ouvindo por intermédio de nosso irmão Wagner. Assim seja. Com a palavra, então, nosso irmão Wagner para a palestra de hoje. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília aqui presencialmente e aqueles que nos ouvem através dos nossos canais, não esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página, compartilhar para que possamos continuar levando o evangelho à luz da doutrina espírita a todos os cantos nesse através desses canais. Agradeço ao Roberto pela prece e a comunhão que nos oportuniza mais um momento de aprendizado nesse tema de hoje, aprendamos com o Cristo a fazer o bem. É um tema tão sugestivo, né? Muitas vezes a gente olha e fala: "Aprender". Mas eu acho que todo mundo já sabe disso, né? Todo mundo já sabe que tem que seguir o Cristo, que temos que fazer. Mas quando eu tava buscando a intuição para esse tema, eh, eu tava por acaso lendo o capítulo 15, que é fora da caridade não há salvação. E me veio a sugestão e o meu espírito amigo que sempre me orienta, me ajuda, falou: "O que que você acha desse tema? Vamos levar?" Eu falei: "Vamos". Aí passei pra Flabiana. Esse daqui foi. E também vamos falar um pouco desse livro que tá comemorando 160 anos, que é da codificação, o céu e o inferno, que é uma coisa que mexe muito com a gente, né? o céu e o inferno. Mas o espírito tá falar do céu e o inferno. Mas aqui nós estamos falando de um céu diferente e de um inferno diferente. Estamos falando do nosso céu e do nosso inferno que a gente vive no dia a dia. E esse livro ele é muito bom porque ele é dividido em duas partes.
falando de um céu diferente e de um inferno diferente. Estamos falando do nosso céu e do nosso inferno que a gente vive no dia a dia. E esse livro ele é muito bom porque ele é dividido em duas partes. E na segunda parte ele tem os depoimentos dos espíritos felizes. E eu trouxe um depoimento aqui de um espírito que viveu na nobreza, teve tudo do bom e do melhor e que praticou bem a condessa de Paula. E a narrativa dela tem tudo a ver com conosco, nessa de buscar o evangelho do Cristo para praticar o bem. E é com muita alegria que hoje nos reunimos em torno do evangelho do Cristo, porque a doutrina espírita nos auxilia com esse evangelho, nos esclarece. Allan Kardec, ele trouxe a parte moral de Jesus, a parte aonde Jesus vem e nos diz: "Perdoes, sejam misericordiosos, sejos brandos e pacíficos. E quantas vezes nós somos os pacificadores de alguma confusão? Quantas vezes nós colocamos lenha mais ainda na fogueira? Ó, você vai deixar ele fazer isso com você? Você tá muito bonzinho. Não pode ser assim não. E Jesus ele vem e nos diz ao contrário, para que possamos dar a outra face. e dar a outra face. Ele não tá dizendo: "Ah, vire a cara". Não, ele não é isso que ele quis dizer. Dar a outra face é ser o pacífico. É muitas vezes naquele momento de confusão romper. Hamed fala muito isso em renovando atitudes, imensidão dos sentidos e outros livros dele mais. Ele fala, ele chega a dizer que naquele momento, para que não seja prejudicado mais aquela encarnação entre você e aquela pessoa que está não tem mais solução, temos que romper. Mas não é romper levando o ódio, nem mágoa e nem sofrimento. É entender que o meu irmão está no caminho dele e que o meu irmão, ele como se esforça para ser melhor. Só que ele tá na evolução dele, eu tô na minha e tá todo mundo na sua e tá tudo certo. Só que nós quando chegamos aqui, muitas vezes, Ramed fala isso, que além da gente trazer o nosso planejamento reencarnatório, aquele que sentamos com os mensageiros, planejamos, ó Wagner, você vai viver tantos anos, vai ser
mos aqui, muitas vezes, Ramed fala isso, que além da gente trazer o nosso planejamento reencarnatório, aquele que sentamos com os mensageiros, planejamos, ó Wagner, você vai viver tantos anos, vai ser assim. Vamos ver como é que vai ser sua evolução lá. Nós chegamos aqui, queremos planejar a encarnação do outro. É, nós chegamos pro nosso irmão e queremos que ele siga como a gente segue. Ó, melhor para você é assim, tá vendo? Do jeito que você tá fazendo, tá errado. Não vai não. Você tem que seguir fazer isso, isso, isso, isso. Eu tô planejando a encarnação dele. Eu tô fazendo um planejamento da encarnação dele que cabe a ele. Existe a diferença entre o orientar e o impor. Nem Jesus impôs pra gente. Jesus nos trouxe uma proposta no seu evangelho. Quando ele diz: "A minha paz eu vos deixo, a minha paz eu vos dou". Ele tá dizendo: "Eu vou te dar a minha paz, porque para onde eu vou, o planeta que eu vou agora e no mundo espiritual, eu não preciso mais disso." Então, fique aí com ela vocês. Vou colocar um pouquinho de paz no coração de cada um. Não, ele tá dizendo: "O meu evangelho eu vos dou. O meu evangelho eu vos deixo. E nesse decorrer, fazer o bem, antes de tudo, é viver a caridade em todas as formas, nas palavras, no no pensamento e na atitude. que possamos não só vivenciar o evangelho do Cristo, mas presenciar, que possamos não só presenciar, mas vivenciar, viver. O verdadeiro espírito é aquele que se esforça nas suas más inclinações. Olha que nome lindo, esforço. Na sua transformação moral e nas suas más inclinações. os próprios espíritos, sabendo da nossa imperfeição, da nossa fragilidade humana, que é a fragilidade da carne, ele pede que nos esforcemos. E nos esforçar é buscar o conhecimento, é estudar a parte intelectual, as duas asas. E a parte moral é começar a se esforçar a praticar. Sim, a praticar. E como que eu vou praticar o bem? Eu vou praticar o bem fazendo a caridade. Fora da caridade não há salvação. Tão importante essa palavra que Allan Kardec deu importância em um capítulo, no
praticar. E como que eu vou praticar o bem? Eu vou praticar o bem fazendo a caridade. Fora da caridade não há salvação. Tão importante essa palavra que Allan Kardec deu importância em um capítulo, no capítulo 15. E por que nós temos tanta dificuldade em fazer a caridade primeiro dentro de casa? Chico Xavier já nos falava isso. A caridade começa dentro de casa. Estamos num planeta escola com as provas e expiações e a sala de aula é a nossa casa. Temos tanta dificuldade dificuldade em lidar com os nossos. Por quê? É porque ainda dentro dessa imperfeição ainda precisamos de muitas encarnações. o espírito conda, ela nos fala, olha aqui que interessante, no capítulo 12, nos espíritos felizes que trazem pra gente a narração, a condessa de Paula, ela era uma bela jovem, rica de família ilustre e a e essa depoimento dela foi passado por um parente dela que era espírita. E Allan Kardec vem e nos fala aqui. E ela fala, e tem uma parte aqui, duas partes que eu achei muito interessante. sua beneficiência, quer dizer, o seu, a sua personalidade era inesgotável, mas não essa beneficiência convencional que se ostenta à luz do dia, exercia a caridade do coração e não a que busca aplausos do mundo. Hoje em dia é muito fácil a gente buscar aplausos do mundo, né? Eu tô lá numa casa fazendo caridade com um grupo da comunhão espírita trabalhando e não me falta o celular para postar na rede social. Por que que queremos esse aplauso do mundo? Tô aqui domingão, ainda escrevo lá. Domingão fazendo caridade. Para quê? autoafirmação em vez do autoconhecimento, autodamor em vez do autoamor. E as pessoas que eu estou ajudando as crianças, muitas vezes estou lá num lar infantil expondo crianças em situação de vulnerável, mas eu tô preocupado comigo. Eu quero mostrar pra sociedade em que eu faço caridade. deixou de ser caridade. E essa e o depoimento dessa, leiam lá depois, condeça, Paula é muito bom. E ela diz: "Sabia como ninguém descobrir os infortúnios ocultos, que são os mais dolorosos, socorrendo
deixou de ser caridade. E essa e o depoimento dessa, leiam lá depois, condeça, Paula é muito bom. E ela diz: "Sabia como ninguém descobrir os infortúnios ocultos, que são os mais dolorosos, socorrendo com aquela delicadeza que eleva o moral em vez de o rebaixar". Quer dizer, quando ela tava ajudando, ela não ela não se elevava e falava: "Ó, eu tô te ajudando, tá? Porque eu tenho posso te ajudar". Não, ela ajudava espontaneamente. Ela chega a narrar aqui que como condessa, o marido dela tinha muitas obrigações, como conde. Eles tinham obrigações de fazer três festas por um determinado tempo. E ela chega a narrar que ela gastava menos nas festas com abundância. As festas dela eram lindas, mas enquanto, tipo assim, um outro lá gastava 2 milhões, igual a gente vê os influencers aí gastando em festa mansões, bilhões e ainda apostam, né, igrejas criando gabinetes, ala nobres. Olhemos para Jesus. E ela diz que festas que ela podia, tipo assim, gastar 500.000, ela gastava 250, fazia uma mesma festa, porque o restante ela usava na caridade. Nós vamos chegar lá, ó, sem avareza e com método, quer dizer, com o mesmo método dos outros, evitando desperdícios e superfulidades a tal ponto que lhe bastava a metade do que outro seria preciso para descobrir na mesma tarefa. E desse modo, ela podia reservar uma parte maior da fortuna para assistir os necessitados, já que as economias que fazia na administração da casa lhe permitiam destinar parte dessa fortuna exclusivamente para tal fim. Aconteça Paula. Aí a gente vai. Uai, mas era rica. Deus disse que o rico não, ele tá falando ali de rico de espírito e pobre de espírito. Nós colocamos as palavras de Jesus a nossa conveniência. Tanto é que tem uma passagem no evangelho que ele não fala rico, é mau rico. O Roberto como estejoso deve lembrar dessa passagem. Eu não me lembro em qual capítulo, nem o item, mas é o mau rico que esnobava um mendingo que se chamava Lázaro. E esse mau rico desencarna depois que Lázaro desencarna. Mas não é
mbrar dessa passagem. Eu não me lembro em qual capítulo, nem o item, mas é o mau rico que esnobava um mendingo que se chamava Lázaro. E esse mau rico desencarna depois que Lázaro desencarna. Mas não é porque Lázaro era pobre, miserável que ele foi para onde ele foi. Não é porque tudo que ele tinha, ele compartilhava com os amigos dele de rua, criava animais, era um homem bom, em que sabia que aquela situação era passageira, porque meu reino não é daqui. A felicidade não está aqui. Isso não quer dizer que não devemos viver bem. ser felizes, amorosos, mas nós estamos falando de uma felicidade plena em que a condena Paula fala aqui. E quando o ma rico vê aquela luz, um homem que muitas vezes ele esnobava, chutava, mandava tirar da frente, não sabia quem era, aí ele sabe quem é. Ohó, o Lázaro, porque o Lázaro pode me ajudar. E o Lázaro se aproxima dele e diz: "Agora você sabe quem eu sou, mas não esnova e começa a ajudá-lo". Aí eu vi uma palestra em que o palestrante diz uma coisa que eu acho muito interessante. Todo nós, todos nós queremos ter a vida do mau rico, mas queremos desencarnar como mendingo Lázaro. Nós não quer não queremos transformações, nós não queremos mudanças, nós queremos facilitações, porque acreditamos no Deus da troca. E Deus não faz troca. Deus não tem escolhidos. Deus não tem os privilegiados. Ele nos dá o livre arbítrio e a opção de escolher para onde vamos, o que queremos na próxima vida, qual estágio que eu quero estar. Isso está na minha escolha. E eu a partir dos 40 anos de idade, que foi quando eu cheguei na doutrina, eu resolvi ser diferente. E é uma luta incansável, é uma luta tremenda. Não é fácil lutar contra amarras dessas vida, dessa vida que eu estou, do passado que eu tive e do passado de outras vidas. Nós não estamos dizendo que é fácil, mas nós precisamos aprender com Jesus, porque Jesus, ele nos ensinou da forma mais clara, amorosa, calorosa o caminho a trilhar. Mas ele disse: "No mundo tereis muitas aflições, porém tenha bom ânimo. Eu
nós precisamos aprender com Jesus, porque Jesus, ele nos ensinou da forma mais clara, amorosa, calorosa o caminho a trilhar. Mas ele disse: "No mundo tereis muitas aflições, porém tenha bom ânimo. Eu venci o mundo." em ser o maior momento de martírio, em que nós cuspimos na cara dele, batemos nele, chamamos ele de tudo quanto foi nome, menos de de Messias, o crucificamos e deixamos sangrar até a morte. E ele olha para o céu e diz: "Perdoa, Pai, que eles não sabem o que fazem. São crianças. É isso que ele tá dizendo para nós. Eles vão melhorar." Humberto de Campos narra no livro Contos Anjo da Morte. Diz que nesse momento o anjo se aproximou de Jesus. Um anjo desceu que naquele momento o céu se abria e várias falanges do bem deciam para aliviar as dores de Jesus. E desceu um sozinho, aonde chamou muita atenção daqueles espíritos que presenciavam. Isso era uma visão espírita só por os espíritos. estranhou aquele que desceu sozinho, se aproximou de Jesus, se ajoelhou, reverenciou e Jesus o chamou. E ele foi até próximo do ouvido, colocou o ouvido próximo da boca de Jesus. E Jesus disse: "Socorra, meu irmão Judas. Isso é amor. Aquele que ele no momento em que o entregou e ele sabendo da fragilidade, ele não considerou como inimigo, mas ainda o mandou resgatá-lo. E Jesus faz isso conosco todos os dias. todos os dias através de um amigo, de uma literatura, de uma palestra, de um tratamento, de um passe do nosso momento íntimo de uma oração. Ele nos busca no íntimo porque ele acredita em nós como mensageiro em nosso lar dois, que fica ali naquele púlpito esperando o último que eles vieram resgatar, que desceu revoltado para uma zona umbralina onde ele não poderia ir. Quem assistiu o filme se lembra dessa cena. E ele fica ali com os ouvidos dias e dias, talvez até anos. No filme não narra o tempo e quando ele escuta, socorro, me perdoe bem baixinho. A alegria dele e a felicidade como trabalhador do bem, porque aprendeu com Jesus. Ele olha para o alto, pede permissão, se
filme não narra o tempo e quando ele escuta, socorro, me perdoe bem baixinho. A alegria dele e a felicidade como trabalhador do bem, porque aprendeu com Jesus. Ele olha para o alto, pede permissão, se expõe, sim como espírito e desce. e o coloca no colo. Foi isso que Jesus fez com todos nós através dos mensageiros. E é assim que eu me senti aos 40 anos, quando eu cheguei nessa casa só os farrapos e pedi socorro naquele atendimento fraterno. Depois de sofrer dois acidentes automobilístico. E um amigo meu desencarnou num último acidente, porque eu levava a vida, vocês sabem como nos prazeres. Me divirto hoje. Meu lazer é diferente. É com minha família. É assistindo um filme com a minha filha de 13 anos. E não é fácil essa luta, mas nós temos que ter bom ânimo, conhecer a nós mesmos. Eu tenho uma amiga que ela tá aqui e ela disse: "Nossa, você tá sempre nas palestras, sempre trabalhando". E eu brinquei com ela e falei: "Necessito". E eu peço todos os dias nas minhas orações que Deus possa me dar mais tempo para que eu consiga esse resgate de mim mesmo. E eu não tô fazendo isso para ter aplausos, como diz a nossa irmã. Por isso que ela chegou aonde chegou. É eu me resgatando. É como diz Santo Agostinho, conhece a ti mesmo. Como diz a irmã se for, autoconhecimento, autoamor, autocuidado. A minha filha de 30 anos chegou para mim e disse: "Pai, obrigado por nunca desistir de nós e de você. E nos abraçamos, nos beijamos e nos amamos. E é essa vida. Viemos para a nossa multiplicidade de vida, mas para a nossa unicidade. André Luiz em obreiros da vida eterna terna. No capítulo 3, o visitante sublimo, ele diz: "Somos um mundo por si. Cada um é um mundo por si. Com suas características, suas vibrações, suas necessidades, seus sofrimentos, suas conquistas. Somos um mundo por si." Só o Wagner. Por mais que eu tenho minhas filhas, minha esposa maravilhosa, em que eu digo que existe o Wagner após a Andreia, só o Wagner sabe das aflições. Só cada um que está aí sabe da conquista que é
Wagner. Por mais que eu tenho minhas filhas, minha esposa maravilhosa, em que eu digo que existe o Wagner após a Andreia, só o Wagner sabe das aflições. Só cada um que está aí sabe da conquista que é nas suas 24 horas nessa encarnação. Porque quando ele disse, "No mundo tereis muitas aflições", ele disse: "Vinde a mim todos que estão aflitos e sobrecarregados, porque eu vos aliviarei, porque o meu julgo é leve. Julgo é observância da lei." Se o julgo de Jesus é tão leve para conosco, porque o nosso julgo é tão pesado para conosco? Porque nos cobramos tanto? Porque queremos dar grandes passos, grandes conquistas, porque olhamos o ter e esquecemos que estamos aqui para ser. E pra gente ir pro nosso fechamento, ó o que ela diz, porque o tão fazendo perguntas para ela, esse parente dela que recebeu ela numa casa espírita tá fazendo pergunta. Aí ele diz, ela diz: "Tendes razão, meu amigo, em pensar que sou feliz. Olha só, porque ele tá falando que ele sente uma felicidade nela. Essa narrativa dela aqui é fantástica. Tendes razão, meu amigo, em pensar que sou feliz. Realmente sou feliz. muito mais do que a linguagem pode exprimir, embora ainda esteja longe de atingir o último degrau. Estive na terra entre os felizes, pois não me lembro de Air haver experimentado um só desgosto real, juventude, saúde, fortuna, consideração. Eu tinha tudo o que entre vós constitui a felicidade. Tudo que entre vós constitui felicidade. Todos os bens materiais ela tinha nobreza, reconhecimento. Aí ela afirma: "O que é, no entanto, essa felicidade comparada ao que desfruto aqui? O que são essas festas esplêndidas em que na Terra se exibem as mais belas joias comparadas a estas assembleias de espíritos resplendentes de brilho que vossas vistas não suportariam? Brilho que é atribuído da sua pureza. Aí ela vai narrar. Eu convido vocês a lerem isso daqui. É o segundo capítulo na segunda parte do céu e o inferno da codificação. Aí ela vai fazer uma analogia, uma narrativa das comparações dos prazeres da vida e
arrar. Eu convido vocês a lerem isso daqui. É o segundo capítulo na segunda parte do céu e o inferno da codificação. Aí ela vai fazer uma analogia, uma narrativa das comparações dos prazeres da vida e dos prazeres que ela vive hoje, da plenitude em que ela viha. E ela fala dos brilhos da festa, igual nós lemos, em que ela convive com espíritos que brilham muito mais que a nossa nossos olhos não suportariam ver. E ela finaliza agradecendo a Deus. E ele chega a perguntar se a evolução dela como espírito foi só nessa encarnação. Ela fala não. Ela reafirma a importância da multiplicidade das vidas, que foi toda uma trajetória de vida que ela foi construindo. E nós temos tanta pressa de realizar tudo em uma encarnação. Queremos fazer tudo a nosso tempo. Não aprendemos com Jesus que em 3 anos deixou um evangelho de construção para a humanidade em que até hoje estamos aqui sentado, falando, estudando, planejando. Quem é este homem? Porque tamanha bondade? E ainda tem gente que o questiona, Allan Kardec, que até lançar a codificação foram vários 4 anos ou mais estudando para lançar essa codificação. Epa por etapa, livro dos espíritos, livro dos médiuns e depois o evangelho segundo espiritismo. Aí vem as obras complementares que chamamos trazidas por André Luiz. pelo médium Chico Xavier. Pão nosso. Coleção Fonte Viva. 900 mensagens em cinco livros em que podemos ler uma por dia 900 dias de conhecimento, de alívio, de benéces, em que parece que fugimos, não temos tempo para nada, vivemos na correria do dia a dia, somos convidados para um trabalho. Não posso. Aí vem a frasezinha. Eu não tô pronto ainda. Você não quer estar pronto. Jesus não tá atrás de prontos. Se ele fosse buscar os prontos, não existiria trabalhador na casa espírita, não é? Não, rap. Somos esforçados. E eu trouxe uma mensagem final aqui para a gente ler e meditar. fazer o bem. Eu pedi orientação ao meu amigo. Fazer o bem é mais é a mais bela lição que o Cristo nos deixou. Não se trata apenas de agir, mas de
xe uma mensagem final aqui para a gente ler e meditar. fazer o bem. Eu pedi orientação ao meu amigo. Fazer o bem é mais é a mais bela lição que o Cristo nos deixou. Não se trata apenas de agir, mas de sentir. Fazer o bem é sentir. Compreender e servir. Quando fazemos o bem, é o Cristo que se move em nós, transformando o coração sem instrumento, em instrumento do amor divino. Que em cada novo dia possamos ouvir a voz do Mestre, dizendo: "Segue-me e faz o bem". E que essa voz não se perca nas nossas rotinas, mas floresça em gestos simples, em palavras de paz, em atitudes que reflitem o amor de Deus no mundo. E o chamado de Jesus e de Deus não se percam na nossa rotina do dia a dia, nas nossas atribulações, nas nossas aflições e na nossa fragilidade humana, que buscamos sempre, através do esforço contínuo, o conhecer a ti mesmo e a busca por Jesus, a busca pela nossa reforma íntima, pela nossa nossa melhora pessoal para que possamos, como ele disse, valei-vos da luz e levar a nossa luz aonde estivermos, da nossa forma e com o nosso esforço. Muito obrigado a todos. Uma boa semana. Aqueles que nos ouvem, aqueles que estão aqui, que a paz do Cristo estejam em vossos corações. Com muita gratidão que eu dou por encerrado essa minha fala de hoje. Obrigado. Boa noite. Agradecemos as reflexões que nos passou o nosso irmão Wagner e que elas se façam euar em nossas mentes nos próximos dias, pelo menos alguma frase que nos marcou para que possamos trabalhar em nós esses conceitos ditos há mais de 2000 anos e detalhados. pela falange de espíritos que Jesus nos enviou para a codificação. Sim, queridas irmãs, queridos irmãos, gratificados por esta oportunidade, uma vez mais, enderecemos nossos pensamentos e corações a Jesus, o nosso médico maior, o nosso amado bom pastor. Amado Cristo, que vosso amor, vossa compaixão estejam sempre conosco, pois delas somos muito necessitados, porque erramos muito. Ora aprendemos, ora erramos, porque ainda não consolidamos os vossos ensinos. Ainda seramos como o trigo,
a compaixão estejam sempre conosco, pois delas somos muito necessitados, porque erramos muito. Ora aprendemos, ora erramos, porque ainda não consolidamos os vossos ensinos. Ainda seramos como o trigo, conforme falaste sobre Pedro em determinado momento. certos da vossa compreensão e misericórdia para conosco. Desejamos muito sermos firmes na prática do bem, na prática de nosso autoaperfeiçoamento. O conhecer a nós mesmos é uma tarefa que requer de cada um de nós a cada dia um pouco mais de maturidade espiritual. reconhecer o que nos falta trabalhar, desenvolver as ferramentas para isso e continuarmos a nos amarmos conscientes das imperfeições que carregamos. É uma tarefa que estamos aprendendo a ter para nos fortalecer. Não desenvolvendo a culpa nem remorços, além do estágio de tempo necessário que devem permanecer conosco para nos alavancar a melhoria de nós mesmos. Olhai por nós. Olhai por todos os nossos irmãos encarnados e desencarnados que precisam muito do vosso amor, da vossa iluminação, para que a fé, a esperança, a coragem triunfem sobre todos nós vossas ovelhas, pois és o nosso divino pastor. que vosso amor nos acompanhe até nossos lares e lá possamos distribuí-los aqueles com quem compartilhamos aquele tempo sagrado do nosso dia a dia. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,
quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as
enha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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