PROGRAMA ESPIRITISMO E ATUALIDADE COM MARTA ANTUNES - EVANGELHO SEGUNDO JOÃO

FEBtv Brasil 13/10/2025 (há 6 meses) 43:41 116 visualizações

PROGRAMA ESPIRITISMO E ATUALIDADE COM MARTA ANTUNES - EVANGELHO SEGUNDO JOÃO No programa deste domingo Marta Antunes nos traz uma análise do Evangelho Segundo João.

Transcrição

Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em Ondas de Luz. Amigos ouvintes e internautas, dentro de instantes iniciaremos a nossa transmissão. เฮ O sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita apresenta Programa Espiritismo e Atualidade. Programa que acompanha o progresso da ciência, da tecnologia, da filosofia e das leis morais da vida. Produção e apresentação, Marta Antunes. Sejam todos bem-vindos. Olá, queridos irmãos, queridas irmãs. É uma alegria estarmos aqui novamente neste programa que nós temos uma visão, procuramos ter uma visão mais abrangente da doutrina espírita no seu aspecto trípse, filosofia, ciência e religião ou moral. Hoje nós temos a grata satisfação de falar um pouquinho, uma visão panorâmica a respeito do Evangelho segundo João, que é o quarto evangelho. É um evangelho bem diferente dos demais. O João, eh, ele nasceu na cidade de Betzaida, era judeu da cidade de Betisaida. Betizado é uma palavra que significa eh casa da pesca. Ele era filho de Salomé e de Zebedeu, né? E sua, o seu pai era um comerciante aí na em Cafarnaum, né? profetizaria ligada à carta Farnaum, ao tempo eh em que Jesus morava, em que Jesus esteve conosco. E ele foi assim que João teve um contacto mais próximo com Jesus. Eh, ele era pescador, ele era considerado o discípulo mais jovem, um dos apóstolos mais jovem, era membro do colégio apostolar. E ele era o mais novo. Alguns estudiosos fala que ele devia ter 19, outros fala 20, outros no máximo 21 anos. Ele era o mais novo dele, dos discípulos e era muito ligado a Jesus, muito ligado mesmo. Eh, tudo indica que em todas as ações de Jesus, o João estava presente. E o nome, nós vamos ver também que João, além do desse evangelho que chamado quarto evangelho, ele escreveu também três epístolas e o apocalipse que nós estamos, vamos, se Deus quiser, estudar tudo isso. Ele ele foi um dos discípulos, um dos apóstolos que, como nós falamos, que mais esteve presente na vida de Jesus. Então, todo aqueles feitos de Jesus

estamos, vamos, se Deus quiser, estudar tudo isso. Ele ele foi um dos discípulos, um dos apóstolos que, como nós falamos, que mais esteve presente na vida de Jesus. Então, todo aqueles feitos de Jesus com chamados milagres, João esteve presente. Outro ponto que merece eh ser destacado, que é que o seu evangelho é considerado o mais espiritualizado de todos. Considerado mais espiritualizado de todos. E ele é um é um evangelho que tem muitas influências, digamos assim, porque o apóstolo depois de Mateus era possivelmente o mais esclarecido. Nós vamos falar um pouquinho mais a esse respeito. Então, vamos começar agora que já demos essa visão mais rápida, falar um pouquinho sobre o Evangelho, cuja autoria, ninguém tem dúvida é atribuída a João. Eh, ele foi repetindo, um dos membros do colégio apostolar. Ele tinha como irmão Tiago chamado Tiago Maior. E Jesus apelidou João e Tiago, seu irmão, de Boanéges, os irmãos Boanéges. Boanejes significa filhos do trovão. Então a gente imagina com essa com esse apelido Boa Négio, filho do trovão, que quando os dois chegavam e em algum lugar, numa conversa, numa reunião, eles deviam fazer muito barulho, igual o truvão. Devia conversar, devia falar alto. É o que a gente imagina para o Cristo ter dado esse apelido a ele. É o seu irmão Thaago maior é assim chamado maior não, porque ele era maior do que o Thaago menor, nem na estatura física, nem em missão, nada disso. Era porque ele possivelmente era mais velho do que Thago. Aliás, o irmão de João, Thago Maior, ele desencarnou muito cedo. Logo nas primeiras prisões que ocorreram na Casa do Caminho, quando foi constituída a casa do caminho, a primeira igreja cristã do mundo, ele foi preso e por ordem de Herodes, da família Herodes descendente, não de Herodes Grant, Herodes, filho, ele foi assassinado, foi cortar ali o pescoço degolado. Então ele nem chegou a exercer a o apostolar com a o a missão apostolar com os demais exercícios. Eh, o apóstolo João, ele também é conhecido nos textos

assassinado, foi cortar ali o pescoço degolado. Então ele nem chegou a exercer a o apostolar com a o a missão apostolar com os demais exercícios. Eh, o apóstolo João, ele também é conhecido nos textos evangélicos neotestamentários, como João, o evangelista ou João de Pátimos. Por que João de Pátimos, porque ele, em uma determinada ocasião da vida dele, ele já não era mais tão jovem, ele foi exilado e na na ilha de Pátimos, hoje pertence à Turquia. essa ilha de Pátimos, ele foi para lá porque ele não aceitava fazer adoração, fazer culto ao imperador romano. Eh, era uma novidade que já havia surgido os alguns imperadores romanos, sobretudo Nero, achava que eles eles eram um deus reencarnado. Então, por isso o povo tinha que adorá-los. igual fazia com aqueles deuses do politeísmo. Então, João se recusou e por isso ele foi preso, foi mandado prisioneiro para a ilha de Pátimos. E na verdade e lá em Pátimos, isolado de todos, foi quando ele lá ele recebeu o apocalipse. Então, uma coisa que é importante também destacar, que muito que a gente vê é usual na internet, é que João refere a si mesmo como discípulo amado, né? e fala o discípulo ou o discípulo a quem Jesus amava. Desculpa, isso está em João, no capítulo 13, no versículo 23 e em João, no capítulo 21, versículo 20. Quer dizer, em dois momentos, João afirma que é o discípulo que Jesus amava. Agora, isso tem que ser entendido no contexto muito amplo. João foi o que teve mais ligado a Jesus, mais próximo, inclusive fisicamente. E porque Jesus amava todos e ama a todos indistintamente. Talvez por ele ser o mais novo, né? Eh, era era um aprendiz mais dedicado, atribuiu a a si próprio com o discípulo que Jesus amava, mas Jesus amava a todo mundo. O evangelho de João é o quarto do cânone da Bíblia, do do desculpa, do Novo Testamento, da Bíblia, né? O quarto evangelho do cânone da do Novo Testamento. O que que significa essa palavra cânone? São livros que a Igreja Católica no passado eh definiu eh como sendo aqueles de inspiração

, da Bíblia, né? O quarto evangelho do cânone da do Novo Testamento. O que que significa essa palavra cânone? São livros que a Igreja Católica no passado eh definiu eh como sendo aqueles de inspiração divina. Então, todos os livros que compõem a Bíblia hoje, tanto do Antigo Testamento quanto do Novo Testamento, eh são considerados livros do cânone da igreja, ou seja, sobretudo o Novo Testamento, aqueles que eles analisaram lá, segundo o entendimento deles, sobretudo em Jerônimo, e acharam que aqueles eram de inspiração divina. os demais, havia muitos escritos, os demais escritos que existiram, a igreja denominou de apócrifos, quer dizer, não fazem parte da inspiração divina. Isso é uma coisa muito discutida hoje, já não tem mais sentido hoje. A própria igreja hoje já não mantém essa tradição do cân da dos livros que nós conhecemos no Novo Testamento, tal como a gente abre uma Bíblia, tá lá aqueles livros que começa no Novo Testamento em Mateus e termina no Apocalipse de João. Mas hoje a igreja reconhece que tem muitos livros que foram classificados como apócrifa, que são livros excelentes. São livros excelentes. Inclusive em na semana que vem, na próxima semana, eu estarei presente no lançamento dos livros apócrifos ou aqueles livros que ficaram fora da igreja por um frade. dentro do programa da que nó que o espiritismo tem da união das das diferentes religiões, nós temos um frade, um estudioso muito dedicado, que vai lançar o o livro os chamado apócrifo. E quem vi esse lançamento vai ser na Federação Espírita do Distrito Federal. Então lá vai ter uma mesa redonda e ele vai falar desses livros apócrifos que hoje são livros maravilhosos, tem livros excelentes, mas considerando a tradição do passado, a o Novo Testamento ficou da maneira como nós conhecemos, de Mateus ao Apocalipse de João. Bom, essas explicações são importantes porque tem muitos livros que são extra testamentários e que são livros de muita qualidade. É, e que revela também o trabalho dos apóstolos,

o Apocalipse de João. Bom, essas explicações são importantes porque tem muitos livros que são extra testamentários e que são livros de muita qualidade. É, e que revela também o trabalho dos apóstolos, dos discípulos sinceros de Jesus, as lutas, a os desafios que eles enfrentaram, as provações e que ficaram registradas. Eh, o Evangelho segundo João, ele tem características próprias, é o mais espiritualizado. Ele procura eh mostrar uma visão além da letra. E é por isso que é um evangelho ainda pouco estudado, porque nas tradições religiosa voltada para o culto externo, para os dogman, eh não é tão fácil analisar a na no aspecto espiritual. E João apresenta esse aspecto espiritual. Então, os três primeiros Evangelho, o de Mateus, o de Marcos e o de Lucas, são chamados sinóticos. Essa palavra sinótic significa que são muito parecidos entre sis. Um, um evangelho veio do outro, tirou muita coisa do outro. Marcos e e Lucas tiraram muita coisa de Mateus. São muitos parecidos. de João não é bem diferente. E tem assuntos que são tratados no Evangelho de João que não foram e tem, melhor dizendo, ao invés, tem assuntos que foram tratados nos evangelhos sinóticos que não foram tratados no evangelho de João. Mas de uma coisa que é, vamos dizer assim, o foco, a ideia central do Evangelho segundo João é que ele faz questão de declarar da primeira página até a última página que Jesus é o Messias de Deus que foi profetizado, anunciado pelos profetas judeus. Isso João não tinha a menor dúvida a esse respeito que Jesus é o nosso guia e modelo da humanidade terrestre. Então nós temos para a gente facilitar assim uma visão geral do Evangelho segundo João, nós ele está dividido em, digamos, em quatro partes. Quatro partes fica mais fácil da gente estudar. A primeira parte chamada prólogo. O prólogo que vai do capítulo um, eh, aliás, é só o capítulo um, do capítulo 1, versículo 1 ao 18. Então, João já começa aí no capítulo um, no versículo um, ele já começa afirmando que Jesus é o Messias,

rólogo que vai do capítulo um, eh, aliás, é só o capítulo um, do capítulo 1, versículo 1 ao 18. Então, João já começa aí no capítulo um, no versículo um, ele já começa afirmando que Jesus é o Messias, é o Messias da terra. Depois temos uma segunda parte. Nessa segunda parte é chamado o livro dos sinais ou também alguns autores chamam de o ministério de Jesus. O que que é isso? Livro dos sinais ou ministério de Jesus? Eh, de Jesus. Começa no no capítulo 1, versículo 19 e vai até o capítulo 12. Então são 12 capítulos praticamente em que João fala dos sinais, daqueles chamados milagres, os efeitos, né, da passagem as de Jesus entre nós, não só os seus os seus feitos miraculosos, né, mas também as suas lições, os seus exemplos. Então, nesses 12 capítulos e meio, João fala sobre isso. Depois, a terceira parte do Evangelho de João é denominado o livro da glória. Ou também alguns autores, alguns tradutores chamam o livro da paixão e ressurreição do Cristo. Aí vai do capítulo 13 ao 20º, do 13 ao 20. É claro que aí pelo nome já tá dizendo, é aquele momento que Jesus, a chegada triunfal de Jesus em Jerusalém, montado num burril, depois a perseguição, a a condenação. foi preso, foi condenado tanto por Pilatos como comos sacerdotes, sinédrios, sacerdotes judeus e depois aquela sua peregrinação chamada paixão, todo aquele sofrimento carregando uma cruz e depois a sua crucificação. Então, João mostra isso do capítulo do 13º ao São capítulos. E por fim, a última parte do livro chamado epílogo, é o fechamento. Eh, vai, é o capítulo 21 no versículo 1 a 25. Nesse aí, Jesus, eh, João mostra, revela as apadições de Jesus após a sua crucificação, que passou paraa história com o nome da ressurreição do Cristo. Então, a ressurreição João relata com muita propriedade. Então são essas quatro partes: prólogo, o livro dos sinais, o ministério de Jesus, o livro da glória ou paixão e ressurreição e o epílico. O vamos falar um pouquinho a respeito de uma de cada uma dessas partes, Maia. Então, como nós falamos anteriormente,

ais, o ministério de Jesus, o livro da glória ou paixão e ressurreição e o epílico. O vamos falar um pouquinho a respeito de uma de cada uma dessas partes, Maia. Então, como nós falamos anteriormente, já no início, no capítulo um, no prólogo, eh João fala que Jesus é o Messias e ele começa, no princípio era o verbo ou logos, a Bíblia de Jerusalém fala logos. Logos do grego traduzindo para o português é verbo, escrevendo, no princípio era o verbo e o verbo estava com Deus e o verbo era Deus. Então ele já começa a falar que ele, Jesus era a voz de Deus, é o verbo, a voz, a manifestação de Deus. E seus exemplos mostravam que ele falava tudo aquilo que o pai queria. Ele mostra também que Jesus é o filho de Deus, é o Messias divino. E ele fala ali na altura do versículo 34, 32 ao 34, do capítulo 1, que é no prólogo, que Jesus é o cordeiro de Deus. Cordeiro com letra maiúscula. Cordeiro com C maiúsculo. O que que quer dizer isso? Isso quer dizer o seguinte, que os judeus na tradição do judaísmo, eles faziam sacrifícios de animais, um cordeiro, por exemplo, de uma pomba, ah, antes deles fazer as suas orações, assistir a a os cultos no templo, na sinagoga ou no templo de Jerusalém, quando esse assistia, eles faziam sacrifício de animais, eles sacrificavam aqueles animais e depois que eles iam fazer suas orações, participar lá dos cultos, né, que existiam e que ainda existem. Mas isso é uma tradição de sacrificar animais que veio da época de Moisés, né? Então, e mostrar que era o sacrifício dos seres a ao Pai Celestial. Práticas exteriores, são cultos externos, que é um simbolismo que não tem mais significado nos dias atuais. Atualmente isso não tem menor significado. E é o próprio CR, até porque o próprio Jesus, o próprio Cristo, ele renovou completamente isso. Ele não aceitava nenhum tipo de sacrifício de animais. Mas João chama Jesus de o cordeiro de Deus. Quer dizer, aquele que foi sacrificado para a salvação da humanidade. Então, a por isso que ele chama o cordeiro de

va nenhum tipo de sacrifício de animais. Mas João chama Jesus de o cordeiro de Deus. Quer dizer, aquele que foi sacrificado para a salvação da humanidade. Então, a por isso que ele chama o cordeiro de Deus. Ele faz uma correlação com as práticas antigas do judaísmo. Então ele diz assim, só para que a gente possa ter uma uma ideia, ele fala assim: "No princípio era o verbo e o verbo estava com Deus. No princípio, ele estava com Deus. Tudo foi feito por meio dele e sem ele nada foi feito. O que foi feito nele era a vida. E a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, mas as trevas não a aprenderam. Então aqui é uma declaração. Esses cinco primeiros versículos do prólogo mostra uma declaração da formação do nosso planeta que Emanuel em Acaminho da Luz vai explicar como é que foi feita essa formação do nosso planeta e que Jesus estava presente na formação do sistema solar, não só da Terra, do sistema solar. Então ele era a luz que vem as deves, que trouxe vida em nome do pai e que promoveu toda a formação não só da do sistema solar, mas do nosso planeta. Em seguida, é importante falar que, como eu falei antes, que verbo ou logos são palavras. Logos é uma palavra que era muito defendida, muito difundida inclusive pelos filósofos gregos. João teve uma formação grega, até porque quando ele saiu de Jerusalém, naqueles momentos finais da crucificação de Jesus, quem é era o único apóstolo que estava com Jesus durante a crucificação aos pés da cruz era ele. E ele estava com a sua mãe Salomé e também com Maria. que era prima da sua mãe. Uns fala prima, outros fala tia da sua mãe. Então, naquele momento final da crucificação, Jesus entrega a João Maria para ele cuidar de Maria e fala: "É filho, homem ou algumas tradições, eis a tua mãe". E vira para ela e fala: "Mulher, mãe, eis o teu filho". Então, a partir daquele momento da crucificação, iniciou-se uma grande perseguição aos membro dos colégios apostolar. Então, João não pôde continuar em Jerusalém. Ele fugiu, né, foi para Éfeso, que na

Então, a partir daquele momento da crucificação, iniciou-se uma grande perseguição aos membro dos colégios apostolar. Então, João não pôde continuar em Jerusalém. Ele fugiu, né, foi para Éfeso, que na era uma cidade grega, onde ele foi com Maria. Maria agora na categoria da sua mãe adotiva e ele como filho adotivo dela. E ela ficou com ele até o final da sua existência entre nós como mãe e filho. Então ele, mas João em Éfeso e em outro, ele teve uma grande influência da filosofia grega que ele estudou, ele era estudioso, inclusive ele teve não só a influência daqueles filósofos gregos, sobretudo socráticos, mas também dos pré-socráticos, como Heracto de Éfeso. Je foi um filósofo que teve muita influência na vida dele. Além de Platão, né, que trazia os ensinamentos de Sócrates, ele teve um filósofo judeu de Alexandria, né, eh, Filon de Alexandria, Alexandria no Egito, Filon, que esse Filon de Alexandria, ele interpretou todo o Antigo Testamento à luz da filosofia grega, à luz da filosofia de Sócrates. Então, teve uma influência muito grande. Isso foi bom porque João começou a compreender valores como a reencarnação, a desencarnação, a diferença entre ressurreição e reencarnação, que os judeus fazziam a maior confusão e e outros tantos esclarecimentos. Então, ele começa o evangelho dele falando, no início era o logos. Logos é uma palavra, é um verbo, verbo divino, em que ele anuncia a existência de um emissário de Deus, o emissário celestial, que ele atuava na que atuou na criação divina e formando o nosso planeta inclusive e que é o nosso orientador maior aqui. Então é, ele é por isso que é importante que ele frisa, ele destaca tanto isso que diferencia dos demais evangelistas, ainda que os demais falem, mas não tão de uma maneira tão aprofundada quanto João. Então, a a logos é Deus, é a causa primordial de tudo, é o criador supremo. Bom, agora é uma outra coisa que é importante, que eu gostaria até de ler aqui, é uma citação de Emanuel, que tá no livro Emanuel, no capítulo dois.

é a causa primordial de tudo, é o criador supremo. Bom, agora é uma outra coisa que é importante, que eu gostaria até de ler aqui, é uma citação de Emanuel, que tá no livro Emanuel, no capítulo dois. Jesus, desde que Jesus, desde que o homem conquistou a racionalidade, vem lhe fornecendo a ideia da sua divina origem, o tesouro das concepções de Deus e da imortalidade do espírito, revelando em cada época aquilo que a sua compreensão pode abranger. Então, com João, essa noção de imortalidade, das concepções de Deus são apresentadas e de uma forma muito clara, sem teologia, sem conta externa. E por isso que não é sempre fácil entender o evangelho dele. Outra coisa que Emmanuel fala, mas aí já no livro O Consolador, no na lá na questão 261, 261, é que Deus é amor e vida. A mais a mais perfeita expressão do verbo para o orbit terrestre é Jesus. A mais perfeita expressão do verbo para a para o órbit terrestre é Jesus. Então Jesus é o verbo de Deus identificando a sua misericórdia e sabedoria. Isso João traz no seu evangelho. Então, às vezes a gente vê as pessoas que ficam muito de culto externo, não vou entender isso. Isso parece uma coisa assim que eles nem conseguem entender. Então, por isso Jesus está conosco desde o início, como afirma João, da organização do planeta. A segunda, isso é o prólogo, nós fazemos uma um resumo assim para você ter uma ideia. A segunda parte, o ministério de Jesus, nós temos, como falamos antes, são 12 capítulos. As bodas de quais são os sinais, os o ministério de Jesus, os sinais de Jesus. Então, João relata as bodas de Caná. Nós sabemos aquelas bodas de Caná, transformação de água em vinho, a cura do filho de um oficial do rei, quer dizer, o rei Herodides, ele curou o filho de um a a um filho dele, a cura de um paralítico que tava no tanque, todo mundo lembra do tanque de Betida, um paralítico que ficou anos, anos, mais um torno de quase 40 anos se arrastando para chegar num tanque onde havia águas que eles acreditavam que aquelas águas eram águas curativas,

tanque de Betida, um paralítico que ficou anos, anos, mais um torno de quase 40 anos se arrastando para chegar num tanque onde havia águas que eles acreditavam que aquelas águas eram águas curativas, como hoje nós temos fontes curativas, porque eram águas que nasciam de minas, eram minas de água. E mas esse pobre desse paralítico, ele quando ele chegava na beira da quando ele conseguia chegar na beira do tanque, porque era cercado aquele lugar ali, fechava, ele não podia entrar. Agora vocês vejam, a gente imagina tinha uma alma, uma pessoa que pudesse colocar aquela criatura lá dentro porque ele acreditava. precisou vir Jesus vendo aquele pobre homem se arrastando, Jesus o curou sem precisar nem trazer na água e mais o falou para ele embora e ele ficou curado. E vocês notam que é uma coisa assim que tão absurda no ser humano que naquele momento que o que o paralítico foi curado, que saiu andando, a gente quando machuca uma perna, uma coisa, um braço, a gente tem que fazer fisioterapia. Ele tava paralítico há muitos anjos saiu andando só mesmo Jesus. O povo, o povo que eu digo assim, não os beneficiários, mas os sacerdotes, os guardas queriam saber como é que a pessoa foi curada aqui. Isso era proibido, não era assim. Então veja que são as coisas da do ser humano que devia estar feliz com aquele pobre coitado ter conseguido curar. Então, João relata nessa segunda parte vara a multiplicação dos pães e peixe, o caminhar sobre as águas, né? é caminhar sobre a a cura do cego de nascença lá na estrada, a ressurreição de Lázaro. E acredita-se, alguns estudiosos acreditam que essa ressurreição do Lázaro, Lázaro não tava morto, ele devia estar num estado de catalepsia, alguma coisa semelhante. E Jesus fala, ele ele apenas dorme, ele não está morto. E chega na, na porta, na beira da caverninha, porque os judeus não sepavam. Se sepultasse Lázaro teria morrido. E chama Lázaro, ele estava nesse estado cataléptico, né? E volta à vida. Então o alguns estudiosos, grande parte dos estudiosos

ninha, porque os judeus não sepavam. Se sepultasse Lázaro teria morrido. E chama Lázaro, ele estava nesse estado cataléptico, né? E volta à vida. Então o alguns estudiosos, grande parte dos estudiosos modernos acreditam que esse fato, né, do da ressurrei chamada ressurreição de Lázaro, irmão de Maria e de Marta, foi que desencadeou, que teria desencadeado foi a gota d'água que transbordou o corpo e da intolerância dos sacerdotes judeus contra Jesus. Então, a partir daí eles teriam aberto um processo e pedido a condenação e morte do mestre Nazareno. Então nós, isso aí é a terceira parte. A terceira parte agora para nós falarmos um pouquinho também é a paixão e ressurreição. Refere todo o processo de julgamento, condenação e morte por crucificação. É uma coisa assim vergonhosa na história, na história dos romanos, porque Pilatos foi um fraco. Você sabia? Ele mesmo fala, não falou, eu não encontro nele nada para o condenar. Não seria melhor dar uns açoite neles e liberá-los, deixar alguns dias na prisão? Não, mas os sacerdotes, sobretudo aqueles os sacerdotes do Sinede, aqueles que, vamos dizer, os chefes da religião judaica, queria a morte de Jesus. Mártio, Matto. Então, Pilatos fez aquele gesto de lavar as mãos, uma covardia, porque ele tinha todo o poder. Ele representava o imperador romano naquele momento. Ele podia fazer qualquer coisa em nome do imperador romano, ainda mais quando se tratava da condenação de um judeu. Ele lavou as mãos. E aí nós sabemos a história, toda aquela via cruces, todo aquele sofrimento, aquela chamada paixão e depois a sua morte condenação. Mas João também nós temos no final o epílogo. Antes de nós falarmos no epílogo, quero lembrar que tem passagens do momento ali do do julgamento, da condenação, Jesus carregando aquela cruz pesada e da crucificação que João não fala. Eu fico pensando, muitas vezes eu meditei sobre isso. João era tão ligado a Jesus, os demais eram também, mas talvez por ele praticamente viveu desde a em juventude, jovenzinho até uma certa idade, madureza

o pensando, muitas vezes eu meditei sobre isso. João era tão ligado a Jesus, os demais eram também, mas talvez por ele praticamente viveu desde a em juventude, jovenzinho até uma certa idade, madureza com Jesus ligado a ele, que ele não queria relembrar, a impressão que eu tenho que ele não quis relembrar aquelas cenas do sofrimento de Jesus. muitas coisas, ele que os outros evangelistas fala, ele não fala. Então nós chegamos então agora ao epílogo. O epílogo é o momento das aparições de Jesus, né? Eh, que está que também esse epílogo vai aparecer no capítulo um de Atos dos Apóstolos, que é o próximo livro que nós vamos ter uma visão, um estudo geral. Então, entre os evangelistas, João realça mais do que os demais os mistérios, tudo que envolvia a pessoa Jesus e antes da sua chegada entre nós, o logar e da sua existência. Então, por isso que ele fala que Jesus, ele só fala assim de uma maneira muito resumida, que Jesus é o cordeiro que foi imolado e por causa disso iniciou a sua glorificação. Essa glorificação é manifestada na aparições de Jesus e não só aparições simples, eh, materializações, porque todo quem tivesse por perto via multidões viam as manifestações de Jesus, como eh afirma também Lucas em Atos dos Apóstolos. Então, o livro de O Evangelho segundo João, meus irmãos e minhas irmãs, é um livro que reflete interpretações de natureza espiritual, repetindo, que extrapola a simbologia do do judaísmo e do secretismo helenístico daquela do das teologias e das do politeísmo mesmo. De certa forma, o apóstolo revela certo grau de misticismo. Há um certo misticio por quando ele cita os salmos de Davi e os ensinos dos profetas relativos, ensinamentos exrelativos à vinda do Messias. Então, mas ele também ele fala, ele não deixa de falar que pelo fato dos hebreus, sobretudo o sacerdote, o fato do Romano na figura de Pilato, não terem reconhecido o ele como Messias, muito sofrimento adviriam para eles. Eles iriam sofrer muito. Então, eh, no último versículo do Evangelho segundo João, que é João,

omano na figura de Pilato, não terem reconhecido o ele como Messias, muito sofrimento adviriam para eles. Eles iriam sofrer muito. Então, eh, no último versículo do Evangelho segundo João, que é João, capítulo 21, versículo 25, está escrito assim que Jesus fez tantas coisas que se cada maravilha fosse relatada, não haveria espaço suficiente no mundo para tantos livros que seriam inscritos. Olha que beleza. Então ele ele demonstra ali que ele escreveu o mínimo necessário. Enfim, meus amigos, para a nossa reflexão e fechando aqui o nosso estudo, vamos falar, lembrar de três citações de João para nossa para servir de alimento para nós. Tenho vos dito isso para que em mim tenhais paz. No mundo tereis aflições, mas tend bom ânimo, eu venci o mundo. São palavras de Jesus que João repete para nós. Tereis aflições, mas tende bom ânimo. Eu venci o mundo. Outra fase de Jesus. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. E outra paraa nossa reflexão guardar dentro do nosso coração para nos inspirar, sobretudo nos momentos difícil. Disse-lhe de Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morto, viverá. E quem vive e crê em mim não morrerá eternamente. Muito obrigado. Que Deus nos abençoe. Em breve nós teremos uma visão geral do livro Atos dos Apóstolos, escrito pelo evangelista Lucas. Um grande abraço no coração para todos vocês. Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em ondas de luz. >> O sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita apresentou Programa Espiritismo e Atualidade. Próximo segundo domingo estaremos de volta. Você gostou do conteúdo que produzimos? A maior caridade que podemos fazer a doutrina espírita é a sua própria divulgação. Gostaria de participar? Então venha e se junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação espírita. Ajude a manter esse trabalho de amor. Seja um colaborador. Você pode contribuir com qualquer valor. Basta escanear o QR code da tela. A sua colaboração é muito

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