🎙️ Podcast CONECTA ESPIRITISMO – CONECTA.ON com Noah Lara

Conecta Espiritismo TV 22/02/2026 (há 1 mês) 29:48 188 visualizações 26 curtidas

O espaço onde as grandes ideias ganham voz. Um bate-papo leve, inteligente e inspirador com as principais personalidades presentes no Congresso Espírita de Campinas 2026. Conversas que conectam experiências, ampliam visões e aproximam corações. Aqui, o conteúdo vai além do palco — ele pulsa, dialoga e transforma. Realização: Conecta Espiritismo Produção e Gestão: TV IDEAK 🌐 www.conectaespiritismo.com.br

Transcrição

Olá, amigos queridos. Estamos aqui no Conecta Espiritismo Campinas 2026. muito felizes com a energia gostosa desse evento, com os amigos queridos, com os entrevistados que estão nos dando o prazer de estarem aqui conosco. E agora nós vamos receber um entrevistado, um menino lindo chamado Noa Lara. Ele é de Curitiba, tem 13 anos, é um garoto encantador. Boa tarde, Noa. >> Boa tarde. Tudo bem? >> Tudo bem. muito bem-vindo aqui à nossa sala de entrevistas do Conecta e Noa é um jovem engajado nos trabalhos da doutrina espírita, com diversas participações em eventos do nosso movimento, também tem programas na internet, né? Eh, no já fez até palestra, não é isso, >> já fiz. Nasci em Curitiba e Bai em Curitiba também. >> Muito bem. Depois que você aparece nas telinhas do Conecta, todo mundo vai chamar você para fazer a palestra. Se prepara. Mas pra gente começar o nosso bate-papo, no eu queria que você falasse para nós o que representa para você ser hoje um jovem espírita. Bom, um jovem espírita, a gente já começa com aquela visão e aquele pensamento que o jovem é o futuro do espiritismo e de várias questões aí no planeta. Então, por isso que eu acho que a gente tem que motivar os jovens a continuar e tocar esses serviços, esses trabalhos em frente. E eu sendo jovem hoje em dia, é muito bom que você conhece pessoas, você interage, você conhece, você tem amplia o seu conhecimento a mais e é uma das fases mais legais que a gente tem nossa vida no meio ali. >> Mas ser o jovem espírita, isso atrapalha você na sua vida cotidiana? Porque o jovem gosta de esporte, jovem gosta de estar com os amigos e você como jovem espírita, sendo um jovem adepto de uma doutrina religiosa, né, como o espiritismo, você se sente assim, isso atrapalha você na sua rotina de de jovem, acha? Olha, para pessoas, algumas pessoas atrapalham, mas para mim eu tenho que ter o equilíbrio de todas as partes. Se é o esporte, um esporte, eu tenho que saber diferenciar cada momento separado para cada coisinha que eu vou

lgumas pessoas atrapalham, mas para mim eu tenho que ter o equilíbrio de todas as partes. Se é o esporte, um esporte, eu tenho que saber diferenciar cada momento separado para cada coisinha que eu vou fazer no dia, na semana, no mês, no ano. Então, a gente tem que saber separar isso e não juntar tudo que daí realmente fica uma bagunça. >> Aí embola tudo, né? No >> então você consegue dividir o tempo com a doutrina, o tempo com o programa que você faz no YouTube, né? que eu já vou te perguntar sobre ele e também com as suas atividades normais de jovem, né? Isso é muito importante. E eu queria saber de você também se ser um jovem espírita, adepto dessa doutrina maravilhosa que abre tanto a mente da gente, se isso ajuda você, por exemplo, no convívio com seus colegas? Olha, na verdade, no mundo que a gente vive hoje em dia, principalmente nos dias atuais, a gente vê muitos jovens discriminando os próprios amigos por serem de tais religiões e não daquelas que é a maioria, que eu não estou com a maioria. Mas a gente daí descobre a partir disso se a pessoa realmente gosta de você, se a pessoa não vai te abandonar por qualquer coisa. Então são duas questões. >> É, é muito interessante o que você falou, né? Porque a doutrina espírita, ela vai nos abrindo os horizontes e faz com que nós percebamos que ser espírita não atrapalhe nada, né? E quem não compreende isso é, infelizmente fique sem compreender, né? É importante que você continue com o seu desejo de ser um jovem ativo, engajado, né? Uma pessoa comprometida com o que faz. E na sua família, Noa, isso isso ajuda, esse seu seus conhecimentos, seus estudos espíritas, ajuda no seu relacionamento familiar com seus pais? Meus pais sempre me incentivaram desde cedo a estar no espiritismo, a participar, a ser uma pessoa ativa no meio. Mas assim, por grande parte da minha família, eles não nunca aceitaram que eu e meus pais fôssemos da doutrina espírita, porque uns é católicos, evangélicos, então tem essa discriminação. Mas se fosse uma família correta, vamos

da minha família, eles não nunca aceitaram que eu e meus pais fôssemos da doutrina espírita, porque uns é católicos, evangélicos, então tem essa discriminação. Mas se fosse uma família correta, vamos assim dizer o perfeito na nossa visão, eu tenho certeza que eles iriam apoiar a gente de coração em alma. >> Muito bem. Mas assim, no seu relacionamento com seu pai, com sua mãe, vocês são tão de uma família espírita? Você você, sua mãe, seu pai são espíritas todos três, né? Isso ajuda muito, né? Termos pais espíritas também, né? >> Porque é uma alicerce, né? Porque a gente tem uma duas pessoas do nosso lado para contar. com a gente para sempre tá ali auxiliando, sempre contando histórias, sempre está motivando a gente a continuar, porque a gente vê que é muito raro hoje em dia. >> É verdade. É muito raro. As famílias estão deslaceradas, né, no jovens perdidos, sem saber o que querem. A internet muitas vezes tomando conta na vida das pessoas, jovens que passam muitas horas nas redes sociais. Você é um jovem assim que gosta muito de rede social. Eu gosto bastante, vou assumir, mas eu não vejo as porcarias na internet. Eu sempre busco o melhor conteúdo possível para alimentar mente, conhecimento, ampliar ele, >> sabe? Fazer as escolhas certas, né, Noa? Porque não é o que boa parte dos jovens estão fazendo atualmente. E você naturalmente sabe também dos perigos que a internet nos oferece, né? Eh, a gente não pode navegar por qualquer qualquer site, abrir qualquer página. Então esse cuidado é muito importante, né? Você que deixaria uma mensagem para esses jovens que estão envolvidos nessa rotina tão tão complicada, né, de passar o dia olhando pra tela do celular com dedinho assim assistindo esses pequenos vídeos, notícias que não trazem nenhum benefício. Que que você poderia dizer para os seus colegas que t mais ou menos a sua faixa etária? Eu falarei assim: "Olhe pro seu í, Jesus tá te convidando. Se você foi apresentado, por exemplo, me espírita, esse é o seu dever, esse é o

para os seus colegas que t mais ou menos a sua faixa etária? Eu falarei assim: "Olhe pro seu í, Jesus tá te convidando. Se você foi apresentado, por exemplo, me espírita, esse é o seu dever, esse é o seu trabalho, né? Sua família, se te apoiar, vai estar lá esperando que você faça sua parte. As pessoas estão esperando o consolo, eh, a palavra. Então a gente tem que parar um pouco de deixar as telas de lado, porque além de fazer mal pra gente, nos prejudica no nosso futuro, porque a gente podia ter algum futuro mais promissor e não acaba tendo e e reduz aquilo ali de bondade, de fé, de amor e envolver nessa energia boa. >> Muito bem. Isso mesmo. Eh, com relação aos adultos, né? Parece que a gente viem dois mundos diferentes, né? O mundo dos adultos, o mundo das crianças. Você na sua observação, como é que você imagina assim que os adultos deveriam agir para serem mais compreensivos, entenderem melhor esse universo da juventude? Olha, a gente tem aquela fala de a gente calçar o o sapatinho do outro para entender, mas eu acho que assim, os adultos não deixaram de ser crianças só pela idade, porque a idade é só um número. Isso a gente eh acaba aprendendo na evangelização, que é só um número e só o corpo que envelhece, mas sempre tem aquela criança interior da gente. Então assim, o que que eu com 40 anos hoje em dia iria fazer com que com antes tinha 15, 20 anos, que eu iria fazer e sim apoiar os filhos? Porque se eu não tinha, se eu não tive oport e a oportunidade antes, eu tenho que fazer agora, porque senão vai ser tarde demais. >> Hum. Muito bem. Não, eu tenho uma uma questão bem complexa que eu vou entrar agora, que é a visão de um jovem da sua idade com relação ao movimento espírita. Eu como professor e já atuando com jovens há muito tempo, às vezes eu ouço alguns jovens reclamarem, sabe, de não terem sido acolhidos na casa espírita, de não terem espaço para desenvolverem as suas atividades. Eu queria agora a sua opinião sobre isso. Queria que você nos dissesse como

s reclamarem, sabe, de não terem sido acolhidos na casa espírita, de não terem espaço para desenvolverem as suas atividades. Eu queria agora a sua opinião sobre isso. Queria que você nos dissesse como eh você vê essa relação da juventude com a casa espírita. Bom, o que eu vejo muitas pessoas percebem meu espírito é muitas falhas, muitas brechas. Por exemplo, eu vejo vários e vários jovens e até crianças que não são motivadas pela casa espírita a continuar nela. E então por isso muitas pessoas abandonam e não lembro se já teve um dado que a, vamos assim dizer, a população espírita está reduzindo por causa disso que as pessoas não, a casa espírita não tá segurando mais o jovem, sendo que poderia ser o futuro da casa, um futuro trabalhador, um ajudante ali, eh alguém que ensina o próximo para também ir avançando as fases, então acaba abandonando porque por falta de incentivo. É verdade. Eh, é óbvio que isso não é uma realidade de todas as casas espíritas, né? A gente que anda por aí fazendo palestras, às vezes a gente chega num centro e vê de imediato a participação de jovens de todas as idades, em vários setores ali da casa espírita. Mas é verdade o que você falou, tem muitas outras instituições que ainda não despertaram para essa oportunidade que é ter um jovem ali na atividade. Eu noto muito, no assim, eu já tenho 58 anos. Às vezes algumas algumas particularidades ali até para mexer no celular, né? algumas funções do computador que a gente nessa idade, a gente ainda não tá tão velhinho, mas também não tá tão novo. E aí chega um celular, uma novidade lá no celular, a gente não sabe operar e vem algum jovem e mexe ali, já tem um, parece que já fez um treinamento prévio na espiritualidade para ir lá e mexer na tecla certinha e arrumar aquilo, né, no? Então, a presença juvenil nas atividades do centro podem trazer uma uma vida nova, uma expectativa nova pra própria casa, porque aí nós vamos unir a experiência dos mais velhos com a fortaleza, a alegria daqueles mais jovem, né? Você

vidades do centro podem trazer uma uma vida nova, uma expectativa nova pra própria casa, porque aí nós vamos unir a experiência dos mais velhos com a fortaleza, a alegria daqueles mais jovem, né? Você concorda com isso? concorda, porque assim, a nossa de uns anos para cá, a juventude está realmente focada na tecnologia, no meio tecnológico. Então, a gente poderia usar desses meios para também ajudar as casas espíritas, porque a nosso movimento espírita, assim, você vê em vários centros, em várias casas espíritas que a maioria já tem 50, 60 anos a maioria. Então, a par, por isso que eu digo, a participação do jovem na casa espírita é significativa. Muitas pessoas pensam: "Ah, o jovem só tá lá na evangelização e fica no cantinho e acabou". Não, a gente pode tomar alguma posição, alguma colocação, assim dizer, e fazer evoluir, não deixar velho e sim dar uma repaginada. Você sabe, no quando eu tinha meus 14, 15 anos, eu conheci o movimento espírita e logo conheci também um encontro de carnaval chamado Comeerg e nesse encontro de carnaval era um encontro que reunia mais de 1000 jovens, sabe? E lá nós passávamos uns quatro dias de carnaval com atividades artísticas, músicas, teatro, era uma maravilha e muito tudo também. Era um momento muito especial que a gente tinha, né? Eh, eu aprendi a gostar muito da doutrina justamente por ter ganhado espaço na casa espírita. Eu tinha um dirigente que ele passava assim quando a gente estava lá assistindo uma palestra pública e falava assim: "Vem comigo". Aí a gente olhava um pro outro: "Você também vem cá". Aí levava sempre três ou quatro e dizia assim: "Vocês hoje vão ajudar aqui no passe. Você vai ficar aqui distribuindo a água. Você vai ficar em pé ali fazendo uma oração e você vai aplicar o passe hoje. Eu vou aplicar o passe, mas eu nunca fiz curso de passe. Você vai levar o seu pensamento a Jesus, vai pôr as suas mãos. Era o jeito dele, né, que até foi muito criticado por alguns, mas era o jeito dele trazer o jovem para se sentir parte daquilo. Não

asse. Você vai levar o seu pensamento a Jesus, vai pôr as suas mãos. Era o jeito dele, né, que até foi muito criticado por alguns, mas era o jeito dele trazer o jovem para se sentir parte daquilo. Não era nada de você fazer ali um passe, né, entendo 14, 15, 16 anos, distribuir a água no final, a água fluidificada no final da sessão, né? E isso fez com que aqueles jovens que eram sempre puxados ali para participar do passe, para participar da palestra, ele ele tinha já idade avançada, mas ele tinha esse esse esse feeling de perceber que ali tinha um potencial. Ele falava assim: "Olha, hoje você vai ler a página inicial que a gente lia gaguejando, com medo de errar, né? com frio na barriga, nem olhava paraa plateia direito, mas a gente se sentia prestigiado, a gente se sentia parte daquele conjunto. E eu entendo que as suas colocações elas têm um pouco a ver com isso, né, No? >> Sim. que nem você disse, uma coisa básica, como distribuir uma água, fazer um passe, levar uma palavra amiga, vai fazendo, vai construindo para que o jovem pense: "Poxa, poxa, hoje eu vou trabalhar nisso, eu quero ser um ser humano de bem, eu quero me aprofundar naquilo que eu quero". Então, isso vai ser muito bacana. E realmente os jovens têm que começar a participar mais, tem que às vezes ser mais firme, porque eles acabam sendo meio resistentes, vamos assim dizer, e tem que puxar ali pra roda de conversa, puxar ali pro meio da da de algum trabalho, nem que seja pequenininho e vai desse pequenininho para um trabalho maior e ajudar o próximo. >> Muito bem. Quando eu era pequeno, eh, eu pensava assim: "Poxa, esses dirigentes dessa casa espírita aqui, eles parecem ser assim meio retrógrados, né? Meio antigos esse jeito de tratar a gente como se a gente não entendesse nada da vida. Não é uma coisa bacana, né? Eu ficava pensando isso. Às vezes a gente conversava ali no nosso bolinho entre nós, os jovens, né? Poxa, o seu fulano é estranho, né? Não deixa a gente fazer as coisas, vive fazendo chico pra gente,

Eu ficava pensando isso. Às vezes a gente conversava ali no nosso bolinho entre nós, os jovens, né? Poxa, o seu fulano é estranho, né? Não deixa a gente fazer as coisas, vive fazendo chico pra gente, como se tivesse barulho demais, né? Aí, na verdade, quando a gente vai envelhecendo, o nosso igual o pavio da vela, né? Vai ficando mais curtinho, vai queimando. E os adultos, eles têm um pouco de intolerância a barulho, a certas agitações que são muito próprias do jovem. O jovem é mais dinâmico, ele se movimenta mais, ele quer fazer esporte sempre, ele quer sair, andar, aí ele fica um pouquinho quietinho, daqui a pouco tá se agitando. Isso incomoda, sabe, no pouco a quem é mais velho. Nós também precisamos compreender o mundo juvenil. E eu te pergunto, se você tivesse um recadinho para dar agora para esses dirigentes que já passaram dos 40, dos 50, que não gostam de barulho, que não gostam da agitação juvenil, que querem que o jovem fique para lá, que recadinho [risadas] você deixaria para eles no que infelizmente barulho, porque assim, tem que realmente pôr o jovem na ativa, chamar ali na xincha para vem trabalhar, vem somar. Tá? Você tem que vir aqui para dar o auxílio. Então assim, fazer com que esse movimento espírita comece a a realmente fazer sentido na cabeça de cada jovem, de cada criança que passa nessas fases. E eu já vi casas que os adultos falavam assim: "Nossa, nós vamos ficar aqui só na sala fechado porque não quer que fique fazendo barulho, bagunça." Então assim, tem que aguentar. >> Coloca lá naquela salinha bem lá longe e fecha a porta. >> Sim. Então assim, tem que participar, tem que colorir a vida espírita. E colorir a vida às vezes faz amizades por uma vida inteira, cria laços, cria afinidades. Isso é muito bom. >> Eu sou de uma época no vou falar de novo do meu passado, né, que a gente tinha que trocar cartas um com o outro, né? Cartas. A, para quem não sabe, aí os jovens internautas, a gente escrevia no papel, colocava dentro de um envelope escrevia o endereço da pessoa do lado de

tinha que trocar cartas um com o outro, né? Cartas. A, para quem não sabe, aí os jovens internautas, a gente escrevia no papel, colocava dentro de um envelope escrevia o endereço da pessoa do lado de fora, comprava um selo, colava do lado de fora e colocava na caixinha lá dos correios. Aí o carteiro pegava um dia ou outro depois levava para selecionar na na agência e depois aquela carta seguia para outra localidade para então uma semana depois chegar nas mãos da pessoa com quem a gente queria falar. Então era muito difícil isso que você falou de de ter entrosamento, de criar laços que duram por muito tempo, né? Eu tenho amigos dessa época, né? E hoje a gente tem grupos de WhatsApp com esses amigos mais velhos. E hoje a velocidade da comunicação é muito mais rápida. Você tem assim grupos de jovens que se comunicam com você, que falam essa mesma linguagem, que você compreende que é de estar na casa espírita, que é querer eh colaborar com a casa espírita nesse dinamismo. Você tem outros jovens assim que conversam com você. essa mesma linguagem no >> Sim, conheço e tô conhecendo pessoas que têm mais ou menos esse mesmo pensamento. Então a gente pensa assim, nós jovens, infelizmente não temos muito poder de fala porque somos barrados às vezes. Às vezes, tipo, ah, fica aqui no nosso cantinho isolado de todo mundo, vai ser aqueles estudos sério, parece de adulto assim e parado. Então eu acho que tem que dar voz, tem que seguir em frente. Quando eu tinha uns 15, 16 anos, eu fui a uma reunião que era só de adultos no centro, que isso aí é na moidade, né? E aí me levaram para uma reunião que era a reunião de estudo do livro dos espíritos. Eu fui com um grande amigo meu e quando nós chegamos na porta da sala de reuniões, um presidente do centro chamava seu Paulo. Ele tinha cara de bravo, um bigode enorme e só andava de terno. Então, só de olhar pro seu Paulo, a gente já ficava com medo, né? Era aquela figura assim do pai bravo, né? Ele nos olhou de cima embaixo. E aí eu olhei pro meu amigo João e a gente

ó andava de terno. Então, só de olhar pro seu Paulo, a gente já ficava com medo, né? Era aquela figura assim do pai bravo, né? Ele nos olhou de cima embaixo. E aí eu olhei pro meu amigo João e a gente falou assim com um olhar, né? Acho que a gente vai levar uma bronca. A gente não devia ter vindo. Ele olhou para nós, colocou a mão no bolso assim e disse: "Vocês vieram fazer bagunça aqui?" E a gente olhou e falou assim: "Não, seu Paulo, a gente queria estudar um pouquinho mais, mais do que na mocidade". E ele deu um sorriso e falou assim: "Então, entrem. Olha no aquele acolhimento daquele homem que a gente achava que era bravo e mal. Quando ele colocou a gente para dentro e fez a gente sentar na sala, tinha uma mesa comprida, né? E nós sentamos ali para estudar o livro dos espíritos. Ele deu um exemplar para nós, para mim, pro meu amigo João. Mandou abrindo a página, foram lendo. Falar muito não, mas a gente se sentiu ali junto deles, sabe? Isso foi uma coisa muito importante. Você já viveu alguma experiência assim bacana nesse sentido de se sentir acolhido em algum lugar, em algum movimento? Bom, infelizmente até agora sim, se sentia colhe 100% ainda não, mas se tivesse, tenho certeza que criaria, seria uma das fases mais gostosas, mais divertidas, mais legais da vida e infelizmente tá se tornando eh cansativo, uma coisa triste, sabe, pesada. Mas ainda, infelizmente, ainda não tive contato com alguma evangelização, com algum centro que fosse 100% a coalção, te acolhesse mais, né, que deixasse você colocar para fora todos esses valores que você traz aí, que você guarda, porque eu tenho notícias que você gosta de ler, né? Você gosta de ler? >> Gosto de ler. Já conheci o Paquinho, que é livro, e muitos outros da Sandra Borba. Nossa, matri >> Sandra Borba maravilhosa. >> Sim, sim. maravilhosa, nossa madrinha do projeto Moral da História, que ela é maravilhosa e ela incentiva também os jovens a estar participando ali do meio espírita. >> Fala um pouquinho do projeto que você

im. maravilhosa, nossa madrinha do projeto Moral da História, que ela é maravilhosa e ela incentiva também os jovens a estar participando ali do meio espírita. >> Fala um pouquinho do projeto que você tem lá com a Borra, o programa que vocês fazem juntos. >> Então assim, são a gente, >> como é mesmo o nome? >> Moral da história. >> Moral da História. Gravem esse nome, internautas. Moral da história é um trabalho que ação da Bóva faz junto com o Noa. Conta para nós aí. Então, a morada da história, ela a gente pega histórias, contos, lendas e muito mais e traz ali um conhecimento pro lado espírita, outras visões e isso acaba ajudando de uma forma mais lúdica. E eu já vi várias várias mães e pais falando assim: "Nossa, eu vi vocês lá, meu filho, eu contei a historinha lá da da como que é lá? Da árvore baá". Ah, eu vi lá baá do Pequeno Príncipe, né? Não >> é do livro Pequeno Príncipe. Tem o Baobá também, não tem? Não, >> tem o Baobá também. Daí fizemos o cont lá da de Ai, é que eu não tô lembrando os nomes que teve lá, história do espelho, pessoal. Nossa, fui lá ver, meu filho acabou dormindo porque a história foi maravilhosa. Então, é um meio de incentivar, poxa, eu quero participar disso, quero. Às vezes se encontra nesse meio de fazer algum programa, alguma história, então a gente tá intermediando ali conversas vai voltar em março desse ano esse esse projeto. Deu uma pausinha, um descanso e a gente vai voltar com tudo de novo para cima. É um programa semanal. >> É um programa mensal uma vez por mês. >> Mensal. E o horário? >> O horário, se eu não me engano, é às 20 horas, não, 21 horas. >> 21 horas no Sandra Borba, um programa chamado >> A Moral da História. >> A Moral da História. Não percam jovens e adultos, porque nós adultos precisamos ouvir o que que esses jovens têm para dizer, pra gente aprender muito com eles também, aprender também a lidar com eles. Mas tem um outro programa que você faz, não tem? Ah, pera aí, só esqueci de falar. A gente vai ter agora a participação em

, pra gente aprender muito com eles também, aprender também a lidar com eles. Mas tem um outro programa que você faz, não tem? Ah, pera aí, só esqueci de falar. A gente vai ter agora a participação em março da Juliana Bower também ali com a gente. Eu eu tinha a outro programa que era da parte das historinhas que eu contava, daí pausou por problemas técnicos, mas eu também tenho, eu fazia essas historinhas, mas atualmente >> muito bem. E a casa de vocês tem evangelho no lar? >> Tem. Todo dia a gente faz. Que o que que você acha que significa ter esse momento em família para realizar um estudo rápido do evangelho, para falar de Jesus? Isso tem um significado especial para você, irmão? Sim, porque a união da família é um momento só nosso ali, nós três, ampliando conhecimento, ampliando nossos campos, outras visões. Eu sempre falo visões porque a gente pensava uma coisa, agora a gente tá pensando diferente a cada dia. E é uma forma da gente se conectar com outros meios mais bonitos, mais belos, mais proveitosos. E esse estudo acaba ajudando a gente a pensar de outra forma, de agir de outra forma. >> Muito bem. Eu estou muito feliz de tá tendo a oportunidade aqui no Conecta de entrevistar alguém da sua idade. Isso é uma coisa rara de acontecer nos eventos. Geralmente é como você colocou, os jovens acaba acabam recebendo funções eh nem sempre de destaque como que você está tendo, de poder falar paraa câmera, falar para os internautas, conversar com o movimento espírita para que haja uma compreensão desse universo infanto juvenil, né, que você traduziu muito bem aí com as suas palavras. E nós estamos chegando no finalzinho do nosso bate-papo. Eu disse a você que não ia ser tão longo. Queria que você no deixasse uma mensagem para os jovens espíritas, né? Que você pudesse falar para aquela câmera com os jovens espíritas que estão aí querendo desanimar, que estão assim, vai na na mocidade uma semana, aí na outra já não vai. Jovens que os pais não são espíritas como os seus, que às vezes não recebem o apoio

s espíritas que estão aí querendo desanimar, que estão assim, vai na na mocidade uma semana, aí na outra já não vai. Jovens que os pais não são espíritas como os seus, que às vezes não recebem o apoio em casa. É algo maravilhoso. entender melhor o mundo, entender melhor as relações. Então, nós estamos falando agora naquela câmera para esses jovens que não compreendo, estão um pouco em dúvida. Fala para deixa um recado para essa turma aí. Então gente, o recado de hoje é que eu, por exemplo, vou me usar de exemplo. Eu tenho saade. Eu fico nervoso na câmera, isso é normal, praticamente todo mundo fica nervoso. Então a gente tem que também ter essa iniciativa. Conheci várias pessoas que desistiram por medo das câmeras, por medo desse reconhecimento, queriam ter reconhecimento, mas tinham medo. Eu já eh passo às vezes para mim, ah, vou desistir de tal situação porque não consigo. E às vezes você vai lá, faz consigo. Então, pros jovens de hoje em dia, eu mando um recado que não desista dos seus sonhos, não desista da sua doutrina, não precisa ser espírita, mas de qualquer religião que você seja, que continue nesse caminho, brilhando a vossa luz. Que Deus abençoe vocês. Ele sempre vai estar com vocês. Isso a gente sabe. E que corra atrás disso, porque isso é muito raro hoje em dia, esse destaque do jovem. Então, a gente pensa assim que nós vamos sempre ter um apoio da espiritualidade amiga e caso, ah, mas eu não tenho, meus pais não são espíritas e não me apoiam. Mais um motivo para vocês seguirem em frente, pensar se eles não estão fazendo comigo, eu vou fazer por mim. >> Isso mesmo. Um jovem protagonista que sabe o que quer, que vai chegar certamente muito longe. O nosso Noa Lara. Noa, que Deus te abençoe também. Não desista. O que que esse conselho que você deu para essa turma jovem? Eu dou a você. Continue nessa saga de luz, de estudo, continue lendo. Você tem uma madrinha que todo mundo queria ter, né? Eu já tô com ciúme de você, que é a Sandra Borba, né? Sua madrinha, essa

vem? Eu dou a você. Continue nessa saga de luz, de estudo, continue lendo. Você tem uma madrinha que todo mundo queria ter, né? Eu já tô com ciúme de você, que é a Sandra Borba, né? Sua madrinha, essa mulher incrível, essa educadora eh de excelência. Então, siga nessa estrada, aproveite esses pais que receberam você nessa encarnação, eles escolheram receber o Noa e Noa também escolheu renascer lá, né? Sim. >> Então é conexão maravilhosa de santa bóba, família, doutrina espírita. Não desista, siga em frente. Não deixe que o mundo tome de você essa oportunidade incrível que é ser um jovem espírita e um exemplo para quem está assim em dúvida, com o que quer, com seus sonhos, as suas expectativas diante da vida. Que Jesus te abençoe. Siga em frente. Prossigamos, né, Noa? E a você internauta que acompanha conosco essa entrevista tão gostosa com esse jovem lindo, esse jovem dinâmico, participativo. O nosso muito obrigado. Que Jesus também te abençoe. Conecta espita Campinas 2026.

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