🎙️ Podcast CONECTA ESPIRITISMO – CONECTA.ON com Maurício Keller e Merissa Tamioso
O espaço onde as grandes ideias ganham voz. Um bate-papo leve, inteligente e inspirador com as principais personalidades presentes no Congresso Espírita de Campinas 2026. Conversas que conectam experiências, ampliam visões e aproximam corações. Aqui, o conteúdo vai além do palco — ele pulsa, dialoga e transforma. Realização: Conecta Espiritismo Produção e Gestão: TV IDEAK 🌐 www.conectaespiritismo.com.br
Há, olá, minhas queridas amigas, meus queridos amigos. Diretamente aqui do Conecta em Campinas, eu e Gutemberg Pascoal, conhecido como Guto, querido amigo, estamos aqui para entrevistar dois grandes amigos, dois grandes tarefeiros espíritas e dois artistas. Refiro-me a Maurício Keller e Mera, muito bom tê-los conosco. Guto, passo a palavra para você. Bom, amigos, uma alegria estarmos aqui com com esse querido do coração Maurício Keller, grande compositor. Eu tenho certeza que você que está nos ouvindo já cantou, já cantarolou alguma música desse rapaz, viu? Eh, ele tem sucessos aí na na nas mídias, em todo o movimento espírita, no movimento juvenil principalmente, com eh as suas composições feitas especialmente para uma banda que também você já ouviu falar dela, que é o famoso Gan, >> que significa grande rapaz de Goiânia, não é? É o grupo Arte Nascente. Por favor, Maurício, fala um pouquinho do surgimento desse grupo que o Brasil inteiro ama. Olha, falar um pouquinho do surgimento não é fácil falar um pouquinho. Primeiramente agradecer a oportunidade de estar aqui também com um amigão lindo e maravilhoso que já tem um tempo, né, que a gente se conheceu. O Guto também considero mais do que um amigo, um irmão querido do coração também estar com vocês que estão aí nos assistindo, nos ouvindo. Falar do Gan, em poucas palavras é difícil porque é um grupo que ele surgiu de uma história muito bonita de adolescentes de várias casas espíritas de Goiânia que foram convidados por um amigo em comum em Jundiaí, Wilson, tá? Ele fretou um ônibus para levar amigos dele para visitar Jundiaí. E esses jovens acabaram se conhecendo, nem todos se conheciam. E na volta a ligação deles eram tanta que eles falam: "Gente, precisa fazer alguma coisa para continuar essa amizade." E aí, então é que eles pensaram em fazer uma alegria cristã itinerante, né? Que pudesse fazer nas casas espíritas, eles pudessem se reunir em algum ponto e irem nas casas espíritas fazer alegria cristã. E eu até então não
s pensaram em fazer uma alegria cristã itinerante, né? Que pudesse fazer nas casas espíritas, eles pudessem se reunir em algum ponto e irem nas casas espíritas fazer alegria cristã. E eu até então não era espírita, eu era católico, mas é isso, é uma outra história. Eu acabei entrando bem no início, não tinha nome ainda, eles estavam começando as primeiras reuniões. Eu me considero um fundador, né? E a partir daí, então, eu comecei a fazer algumas canções para esse grupo e o grupo foi mudando um pouco a cara, né? Aí teve um grupo que começou a fazer também sketes teatrais e aí começou essa questão de teatro, de dança, enfim, começou a surgir e sempre com a ideia de fazer tudo isso junto. Então a partir daí surgiram os musicais do Gan, né, onde a gente consegue integrar várias linguagens artísticas também. Um pedacinho só dessa história, né? Se quiser falar mais, vem, fica à vontade. Aqui a Merissa, do meu lado, a minha esposa. >> Fala um pouquinho do Gan, sua participação lá. Então, hoje tá ligado, >> tá tá tá tá ligadinho. >> É uma alegria estar aqui também, né, junto com todos vocês. >> Você é o espírito de luz que cuida de Maurício Kento. >> Então, é, é tentando. Eh, e hoje, atualmente, estou como presidente do grupo Arte Nascente, né, que nós temos que ter também toda uma parte burocrática. Hoje é uma ONG já há alguns anos e é um grupo, como o Maurício colocou, hoje estamos aí em torno de umas 30 pessoas, né? Não só com a música, com o teatro, com a dança. Já tivemos também eh a parte de evangelização, né, tanto das crianças como dos jovens, mas a pandemia nos tirou esse momento que foi bem complicado, né, isso, a evangelização através da arte. E temos ainda a obra do berço, que hoje é o nosso chodozinho. Já há 5 anos que a gente trabalha com mãezinhas que não t condições de ter nem mesmo enxoval e são encaminhadas e nós montamos esses kits, né, através de doações, enfim, e também fornecemos cesta básica, né, todo um trabalho de formiguinha para aquelas que nos
ndições de ter nem mesmo enxoval e são encaminhadas e nós montamos esses kits, né, através de doações, enfim, e também fornecemos cesta básica, né, todo um trabalho de formiguinha para aquelas que nos procuram. Então é o nosso chodozinho do momento e o grupo, como o Maurício colocou, nós temos trabalhado muito essa questão dos musicais, né, dos espetáculos teatro musical e dança. E recentemente fizemos o espelho de você no congresso em Goiânia do ano passado e assim temos vivido aí os os nossos 38 anos que vamos fazer agora no mês de agosto. Mas é um trabalho, é um trabalho assim, é suor e lágrima, sabe, Guto? Muito legal. >> Lidar com o ser humano já é algo, né, Rafa? Bem desafiador. Maurício, você lembra da primeira música que você fez programa? Eu te peguei de prevenir com essa [risadas] pergunta. >> Olha só, primeira canção foi uma canção porque assim, quando o grupo nasceu, ele nasceu pensando em fazer campanha sobre algum tema todos os anos. E a primeira campanha que veio foi de prevenção ao aborto. >> E aí então a primeira canção que veio chama-se Dê uma chance à vida. Foi a primeira canção assim bem específica mesmo para o grupo. Depois dela vieram outras, né? Mas um algo muito interessante com relação a essa campanha é que quando nós finalizamos o ano que nós iríamos mudar a campanha. Ah, meu filho, a gente falou: "Cara, não tem jeito de mudar". Porque é tanta necessidade sobre o assunto a gente ir em escolas, certo? A gente era convidado para ir em várias escolas. Era só um trabalho do movimento de pita da cidade, era um trabalho. >> Exatamente. A gente exatamente a gente ia nas escolas privadas e públicas fazer, né, a prevenção e a gente usava a arte, tanto a canção como teatro, fazia sketes sobre o assunto. E também na Igreja Católica, o pessoal nos chamava por quê? Porque ser ecumênico é dor de todo mundo, né? Então, e e eu me lembro como se fosse hoje, a gente foi convidado por duas freiras para fazer eh uma palestra, né, com jovens do movimento católico dentro de uma igreja.
ênico é dor de todo mundo, né? Então, e e eu me lembro como se fosse hoje, a gente foi convidado por duas freiras para fazer eh uma palestra, né, com jovens do movimento católico dentro de uma igreja. E a gente lá dentro, cara, cara, que emoção que foi, né? E assim, e essa irmandade, né, em torno dessa situação, né? E chama-se dê uma chance a vida essa canção. >> Então, por favor, dá uma palinha pra gente mesmo sem violão, né? >> Uma palinha, tá? Pois [risadas] é. Ó, vamos imaginar que tem um violão aqui, né? O perespírito. >> Perespírito do violão. Tá isso aí. Vamos lá. >> O perespírito de violão. E a canção é assim: Um peito tenta mudo, um querer respirar >> lá no seu quentinho. A luz também enxergar. Um coração que quer crescer, um sentimento puro expandir de quem vem nascer pra mamãe chorar e sorrir, que sorrir o que sorrir ah vem criança, vem surgindo com a divina beleza. de viver. Vem criança, vem chorando e no colo junto ao se descer. Vem criança, vem sorrindo, alegre por de novo renascer, renascer e viver, renascer e crescer. >> Nunca cantou essa >> que maravilha. Consolados, quantos abositados, né? >> Que bção. A arte é uma bção, né? Rafa. Agora é a sua pergunta. >> Diz uma coisa só um pouquinho antes de passar pro Rafa. O Rafa, você mora onde? >> Eu moro em Niterói. >> Niterói, Rio de Janeiro. E você mora onde? >> Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. >> Rio de Ué, por que os dois do Rio de Janeiro aqui? Qual que é a Tem dois de Goian? [risadas] >> A boa resposta, né? É, mas por que que eu quero falar isso? É porque o segundo maior público do Gan é o público do Rio de Janeiro. E eu ouvindo vocês dois cantarem, exatamente por quê? Porque teve uma época, né, que a KPM tinha o clube do livro, né, de arte. >> Clube de artes. Clube de arte continua, né? >> Lar Fabiano de Cristo. Exatamente. >> Do lar Fabiano, não é isso? E aí, exatamente, uma história muito bonita, porque até então a gente era desconhecido e nós lançamos o primeiro CD, que foi CD Vida, que está no CD
Cristo. Exatamente. >> Do lar Fabiano, não é isso? E aí, exatamente, uma história muito bonita, porque até então a gente era desconhecido e nós lançamos o primeiro CD, que foi CD Vida, que está no CD Vida, inclusive essa canção >> em 1996. É, exatamente. E aí e eh o clube acabou pegando, acho que umas 700 ou 1000 cópias, mais ou menos, e disseminou isso aí no Rio de Janeiro, né? E o e aí depois me contaram que as pessoas não não ficavam com CD só para elas, elas compartilhavam os CDs, né, com os amigos, enfim. E uma vez o grupo o Gan foi fazer um um show no Rio de Janeiro num evento sobre a paz que o Divaldo, não sei se vocês lembram desse evento, um enorme evento. >> Você a paz, se não me engano, é isso, >> eu acho que era aí você a paz, né? >> Na concha acústica da >> Isso >> é, tá vendo? Não. E olha só que interessante, a gente lá ensaiando, né, as músicas, pegando assim, vamos mudar um pouco a canção para para pegar forte no refrão, já que ninguém conhece mesmo, a gente pega o refrão e faz o público cantar na hora, porque o pessoal não conhece as músicas do Gan. Rapaz, que surpresa. >> Todo mundo cantando. >> Todo mundo cantando. A gente chegou na primeira música, um olhava pro outro assim, ó, cantando e olhava pro outro. Que que tá acontecendo aqui? Porque a plateia toda tá cantando com a gente. É o o segundo público, o maior público do do Gan, é o pessoal do Rio de Janeiro. É incrível isso. >> Recorte importantíssimo. Você falou do clube de arte do Lafaibiano de Cristo. >> A gente precisa resgatar aqui dois nomes. Coronel César Reis. >> Sim. >> Que era o grande gestor desse trabalho todo. E o nosso querido Fábio Peluso. >> Aham. O Fábio Peluso fazia kits, né, com CDs do Coromerge, que era que eu coordenava na época do Gan, colocavam ali, fazia umas uns saquinhos, n uns lacinhos e aqueles kits distribuía pro movimento espírita para que as pessoas pudessem se conectar ao clube de arte. E ele ia de centro em centro, de evento em evento. Eu tive a oportunidade de
n uns lacinhos e aqueles kits distribuía pro movimento espírita para que as pessoas pudessem se conectar ao clube de arte. E ele ia de centro em centro, de evento em evento. Eu tive a oportunidade de acompanhá-lo muitas vezes nessa nessa saga de divulgação, nessa proporção tão mínima. e que fez uma diferença estrondosa, né, a ponto de você perceber lá o quanto o Rio de Janeiro amava o Gan. E o Gan se tornou uma referência, Melissa, porque na época a gente a gente tocava violão e gravava música no >> no gravador de fita cassete >> e multiplicava aquilo depois no gravador de duplo duplo cassete para poder mandar pros colegas. Quando chegou o CD do Gan produzido com guitarra, contra baixo, foi uma referência para todo mundo e todo mundo passou a desejar >> qualificar a música que compunha, né? >> Fala, Mir. >> Sim. E claro, essas pessoas de vanguarda, né, como esses dois senhores que você coloca do Lar Fabiano de Cristo, nos ajudaram muito, são parceiros mesmo, né, assim como outros, tantos no Brasil na divulgação do nosso trabalho. Mas o interessante, Guta, que hoje já não se tem mais a história do CDzinho, né? E vocês podem acessar aí as músicas do grupo Arte Nascente no Spotify, no Dieser, né, e em outras plataformas, nos streams, enfim. eh, colocando lá Grupo Arte Nascente, Gan, e vai estar lá toda a nossa discografia, né, as nossas músicas MP3, enfim, né? Hoje já não temos mais aquelas bolachinhas, >> tinha que reproduzir a >> Sim, nem as fitas cassetes. >> Maravilha. Fala >> bom, o espírito Leon Denis, naquele livro O Espiritismo na Arte, fala desse poder evangelizador da arte. E nós que somos fãs do Gan há mais de 30 anos, né, Guto, a gente sabe que as músicas do Gan, além de falar de sentimento, de falar de espiritismo, falam de propostas em favor da vida. Eu me lembro de uma, Maurício, que eu cantava muito Seja diferente. >> Ah, é? Seja diferente. Seja diferente. Seja diferente. Drogas não. Be different. Be drugs. >> Nossa, eu era jovem >> há mais tempo, né? Got. Eu [risadas]
rício, que eu cantava muito Seja diferente. >> Ah, é? Seja diferente. Seja diferente. Seja diferente. Drogas não. Be different. Be drugs. >> Nossa, eu era jovem >> há mais tempo, né? Got. Eu [risadas] também me lembro disso na no primeiro ciclo da evangelização. >> Exatamente. E essa foi nossa segunda campanha, sabe, Rafael? É, como o Maurício colocou, nós não conseguimos deixar a porto de lado, né? Mas nós agregamos a campanha de valorização à vida outros temas e as drogas foi então o próximo a partir daí, né? E esse CD que é o Nova Viagem também é um queridinho. Ele fala muito sobre as drogas. Inclusive nós temos um musical com o mesmo título, né? É o Nova Viagem que nós vamos estar relançando esse ano, se Deus quiser, em setembro, em Goiânia, todos convidados no dia 26 de setembro no Teatro Goiânia, na cidade de Goiânia, Goiás, eh vamos fazer o relançamento desse espetáculo, né, que ele estreou em 2000 para um congresso, primeiro congresso internacional lá com Divaldo em Miami. Então assim, é um queridinho mesmo. E nós estamos na batalha, como você disse, não jovens há mais tempo, mas angareando outros trabalhadores pra gente poder colocar de novo esse espetáculo aí na lida. >> 26 de setembro, já tô preparando a mochila. Prepara lá o colxonete que eu tô chegando com Patrícia para acampar lá no >> E um tema super atual, viu, Guto? >> Ah, sem dúv. >> Acho que a gente pode levar até o pessoal do IDA. Que que você acha, Guto? Eu acho que a gente pode fazer uma transmissão ao vivo desse grande evento. >> Exatamente. >> Olha só, Goi fechou abobrinha chegando. >> Sinal positivo ali da equipe. Abobrinha. >> pessoal não de casa não está vendo, mas nós temos uma equipe aqui super participativa, um povo trabalhador, um povo que propicia que tudo isso aconteça. Então, saudações ao nosso abobrinha, como a gente chama carinhosamente. Saudações ao Maruel, ao João Medina, a Patrícia que tá, a esposa do Gulto, que está aqui nos bastidores, porque pra gente aparecer no podcast para vocês, existe uma leva de
gente chama carinhosamente. Saudações ao Maruel, ao João Medina, a Patrícia que tá, a esposa do Gulto, que está aqui nos bastidores, porque pra gente aparecer no podcast para vocês, existe uma leva de trabalhadores que são invisíveis, mas nunca menos importantes. >> E nós somos nesse congresso e em alguns outros, né, duas equipes trabalhando. Tem uma outra equipe lá dentro fazendo toda a cobertura do que acontece no auditório principal. Nós temos lá o nosso Jorge Pontes e o Lucas, né? Tem mais alguém lá? Não, só essa turma aí. >> Então o ideal que fazendo história no trabalho da da construção da história do movimento espírita, porque deixar esse material riquíssimo gravado é algo muito importante. Você tem uma história para contar pra gente de músicas do Gan, das suas composições que transformaram vidas? Maurício >> tem uma história muito bonita, é uma história muito forte. Eh, e sempre que eu lembro dela me emociona muito, não de uma música só, né? nós eh iríamos fazer um show no Rio de Janeiro e não foi todo, foi uma uma parte do grupo convidado, a gente já fazia parte só sonora mesmo. E aí eh o pessoal foi nos nos buscar no aeroporto, tinha duas meninas, né, fazendo esse papel aí de anjo, de acolhimento. E quando a gente saiu com a van, eh, uma delas direcionou ao grupo. Eu gostaria de contar uma história para vocês. Eh, hoje vocês estão me vendo aqui saudável, mas eh há pouco tempo atrás eu me libertei e me recuperei de um câncer. E essa história aconteceu da seguinte forma. Eu quando eu soube do câncer, o médico me falou que era um câncer muito severo, né? E enfim contou uma história para ela que ia ser muito difícil para ela. E que que ela fez? Ela começou toda a noite a escutar as canções do Gan e toda vez que ela voltava no médico, os exames dela estavam melhores. E aí ela fazia a mesma coisa. Ela ouvia à noite as canções do Gan e voltava pro médico e também melhorava, né, um um monte de, né, de indicadores. Então, eh, uma coisa que é interessante, Guto e Rafael, é que nós não temos ideia
. Ela ouvia à noite as canções do Gan e voltava pro médico e também melhorava, né, um um monte de, né, de indicadores. Então, eh, uma coisa que é interessante, Guto e Rafael, é que nós não temos ideia do que acontece. a gente lança um filho pro mundo, né, uma canção, um álbum, enfim, nós não temos ideia do que acontecem depois, né, e assim como outras. E isso que aparece pra gente, né? Porque tem muitas que a gente não sabe. Então, teve uma outra uma outra questão, não foi nem com música, tá, do grupo de uma jovem que em uma desses momentos que nós somos numa escola, a gente levava camisetas também para vender e uma jovem comprou uma camiseta. Depois de um tempo, ela entrou em contato com um dos integrantes, que é o Marcelo Buquerque, conversar com ele. E ela foi contar a história dela, que ela naquele momento ela estava grávida, uma jovem grávida, e que ninguém apoiava ela, ninguém, ninguém, amigo, familiares, ninguém. E que ela não abortou por conta dessa conversa que tivemos lá e porque ela se agarrava a camiseta toda a noite. Precisa falar mais alguma coisa, né? >> emocionado com isso. >> Incrível, né, né? Então ela se agarrava. É a única, a única ponto que ela tinha de acolhimento era lembrar do Gan e da e aconchegar na camiseta >> nas noites dela, né, de dor. E depois a criança nasceu, aí todo mundo ficou feliz, família feliz, né, com a criança. Então, eh, é isso. O Gan tem muitas histórias relacionadas a esse trabalho e às vezes essas pessoas perguntam para mim assim: "Maurício, como que o Gan conseguiu perseverar depois de tanto tempo? Como que um grupo de arte conseguiu perseverar, né? Depois de tanto tempo? São, é muito tempo, porque a gente vê muitos grupos surgindo e acabando, surgindo e se desfazendo. E aí a resposta nossa é sempre a mesma. É porque o ideal do espiritismo está acima da arte. Se o ideal do espiritismo estivesse acima da arte, o Gan já teria se dissolvido há muito tempo. E as pessoas têm um ideal do Gan, tipo assim, ah, eu quero andar pro Gan como se fosse
tá acima da arte. Se o ideal do espiritismo estivesse acima da arte, o Gan já teria se dissolvido há muito tempo. E as pessoas têm um ideal do Gan, tipo assim, ah, eu quero andar pro Gan como se fosse flores, >> vamos pro palco, né? [risadas] Eu quero levar minha vaidade também para aquele palco ali. >> Pois é, >> muito bacana você contar esses bastidores do trabalho, né? Um suor dos ensaios, né, Rafa? o tempo que você leva para botar uma música redondinha, os instrumentos, cada ensaio. >> Uhum. >> Pé na estrada. >> E é interessante que as pessoas também não se ligam nisso, mas é muito legal de colocar é que antes que o trabalho seja entregue para qualquer pessoa num num congresso, enfim, ele é feito aqui dentro, sabe, Rafael? a gente tem que se dobrar as nossas dificuldades para desenvolver o trabalho, seja cantando, seja representando, seja dançando, seja falando, né? Então, a gente faz o dever de casa primeiro e é isso que às vezes é o mais difícil. Então, quando chega a mensagem a ser entregue, isso já foi muito trabalhado, mastigado, né, aqui dentro. E isso é muito legal, porque tem que começar dentro de casa, né? E é uma alegria quando a gente consegue atingir esse momento. >> Alegria pra gente, né? >> Com certeza. Olha, o repertório de vocês é sinceramente fantástico. Me comove muito uma canção que vocês tocam, que é uma letra do espírito meimei falando da fé. Não percas a tua fé. Em momentos muito complicados da minha vida, eu sempre me socorro daquela página e principalmente daquela página musicada por vocês. Eu sei que é difícil perguntar para um artista, dentre várias as canções deles, qual aquele que ele prefere, qual aquele que lhe toca mais profundamente? Mas eu vou ousar. Maurício e Merório do Gan, qual a música que vocês mais gostam de tocar? A que mais toca a sensibilidade de vocês? Eu vou deixar, ele vai falar com certeza dessa daí também, mas atualmente uma música que me toca muito porque mexe muito com os jovens, é plena alegria. Ela está no CD Amor, né,
ensibilidade de vocês? Eu vou deixar, ele vai falar com certeza dessa daí também, mas atualmente uma música que me toca muito porque mexe muito com os jovens, é plena alegria. Ela está no CD Amor, né, no último trabalho que nós fizemos e ela toca e ela envolve os jovens, né, eh, numa energia com dança, com para cantar mesmo, para suar, né? No último final de semana nós estávamos no congresso em Goiânia e fizemos uma apresentação e a vibração é muito gostosa. Então, ela fala desse momento da alegria, né? eh, enfim, canta e dança e toca os jovens. Então, mais uma vez, não é só para nós, mas quando a gente já fez esse dever de casa e lança pro universo, é muito gostoso. >> Será que sai uma palhinha dessa? ia pedir. >> E ela diz assim: "Está em você a plena alegria, a força sutil, a luz harmonia floresce de si o que contagia. Aquilo que é essência divina. Nesta festa sem igual brilham flocos de cristal. É a vida, é o amor, só o que nunca vai se pôr. >> É isso. >> Uau. Eu gostava da voz do Maurício. Vou gostar sua. E >> eu fico pensando o presente que as pessoas que estão assistindo esse podcast estão tendo. Que que você acha, abobrinha? >> Tá legal. >> Isso aí. Gostei. Gostei, Bobrinha. Tem a sua predileta ou você tem mais? >> Não, não, eu tenho. É, é difícil, né, para um compositor falar qual que é. Eu pensei em várias aqui. [risadas] >> É, ah, eu vou falar dessa bem, a gente canta essas sete que você pensou. >> Mas tem uma que inclusive eh hoje eu a cantei que é o seguinte, né, que eu costumo falar que às vezes a pessoa vê a gente no palco cantando bonito ou porque é espírita, né? Nossa, esses caras nunca entram em depressão, [risadas] não é assim? >> E aí? Aí eu falo, gente, eh teve um momento na minha vida que eu tava muito desconectado da espiritualidade, muito envolvido pelo redemoinho, né? Das questões da vida, né? Eh, que o capitalismo ele nos engolfa, né? Ele nos puxa. É como um íã. E aí você acaba preocupando demais com aquilo, com o profissional e tal, e aí
vido pelo redemoinho, né? Das questões da vida, né? Eh, que o capitalismo ele nos engolfa, né? Ele nos puxa. É como um íã. E aí você acaba preocupando demais com aquilo, com o profissional e tal, e aí você acaba deixando um pouco de lado espiritual. E eu tava num momento de baixa. Então, há momentos na vida que a gente tá em baixo. E aí, neste momento de baixa, eu fui conversar com Jesus. Conversar com ele, eu falei assim: "Sim, eu vou lembrar dessa manhã sem ti você chegar. Dou todo o meu ser, belo jardim. para você brotar. Sei que você nunca negou. Eu só vou te encontrar aqui dentro de mim. Sei. Só quero te dizer que o tempo não acabou. Voltei a te buscar. Me faça mais leve. Quero flutuar. No voo da vida. Venha me levar. Ah, me faça mais leve. Quero flutuar no voo da vida. Venha me levar. E aí continua. Ah, não. Tem que ter o finalzinho. >> Ah, é. Uh. Uh. Uh. Agora sim. >> Eu fiquei tão emocionado, mas tão emocionado, que eu queria mostrar uma coisa para vocês dois. Essa é a minha esposa. >> Ai, >> olha a frase que tá no WhatsApp dela. >> Passa mais leve, >> passa mais leve. >> Gabriele. >> Gabriele. Ai, que sintonia, né? Ela sempre achou que a vida é muito boa para nós tornarmos ela difícil. >> Então ela, ao escutar a música de vocês, ela falou: "É essa a minha frase". >> Então uma frase de vocês, uma frase do Gan, >> tem guiado a vida da minha esposa. >> Olha que >> então eu percebo que no dia que ela tá mais agitada, me faça mais leve. E ela ora pedindo isso. Senhor, que eu cumpra a sua vontade, >> mas que eu aprenda a ser leve. Olha, >> porque o julgo é suave e o fardo é leve. >> Então assim, é uma bção. Mais uma história, né, Maurício, transformadora. >> É emocionante. E a gente se emociona tanto, né, porque é indescritível a sensação de você poder colaborar de alguma forma com a vida de alguém, né, independente de quem seja. Ontem mesmo foi ontem, né, amor? Que hoje foi hoje uma senhora e e a filha chegaram até nós e ela veio muito emocionada. Olha, eu quero agradecer por ontem, né?
alguém, né, independente de quem seja. Ontem mesmo foi ontem, né, amor? Que hoje foi hoje uma senhora e e a filha chegaram até nós e ela veio muito emocionada. Olha, eu quero agradecer por ontem, né? Porque mexeu muito comigo, fez todo sentido para mim. Eu estou tendo o maior prazer de estar aqui. E aí ela foi falar o porquê. Porque ela não queria vir. a filha que tava insistindo. E aí a filha fez uma estratégia, comprou o ingresso dela e aí chegou pra mãe e falou: "Mãe, vamos?" "Não, eu não vou, eu já comprei o ingresso, [risadas] né?" >> E aí ela chegou aqui porque ela tava em fase de depressão muito forte. E aí ela falou que no momento que ela começou a ver as canções, que aquilo foi fic fazendo sentido, foi mudando o ambiente, o estado emocional dela, né? E e é isso, é o que nos chega, como chegou aqui, né? Tão é tão precioso isso que fica realmente difícil da gente descrever a emoção. >> E é legal que o Conecta tem nos possibilitado isso, né? Além das palestras que são uma delícia de ouvir, né? Os participantes todos, né, Rafael? Eh, e esse essa colocar a música, a letra da música, né? aquilo que emociona e que não pede licença entra arrebentando mesmo, né? Então, as pessoas às vezes ficam tocadas com a palestra, mas às vezes ouvem a música e se derretem, né? Então assim, rompe todas as amarras mesmo. >> Mer eu fui conhecer uma instituição, eu tava fazendo umas pesquisas sobre mediunidade e conhecendo os trabalhos mediúnicos e cheguei numa instituição na cidade de Barra do Piraí, no interior do estado do Rio, para conhecer aquela reunião mediúnica. Eles tinham um método que eu nunca tinha visto. Aqueles espíritos mais rebeldes, mais acalorados ali no no debate, eles não conversavam com os espíritos, eles apenas diziam assim: "Meu irmão, vamos cantar para você?" >> E ali vinham as músicas, né? Muitas músicas, inclusive as do Gan. E a gente via feições daquele espírito mudando, aqueles perseguidores de milênios, de séculos, se quedando ali diante do poder da música.
li vinham as músicas, né? Muitas músicas, inclusive as do Gan. E a gente via feições daquele espírito mudando, aqueles perseguidores de milênios, de séculos, se quedando ali diante do poder da música. >> Fala aí, Maurício, o poder da música, o quanto isso mexe lá nas figuras mais íntimas da alma, como a Melissa começou a colocar. É verdade. E similar a esse trabalho, o Gan também até um tempo atrás tinha reunião mediúnica que acontecia de 15 em 15 dias pós pandemia isso né tentou retomar, mas enfim, não conseguimos ainda. Mas a reunião mediúnica do Gan é uma reunião mediúnica diferente. Por quê? Porque o que rola ali é música. Então, quando a gente começava assim, quando trabalhava com alguma desobsessão, era exatamente como exatamente, né? E às vezes >> eh acontecia de ter uma música própria pro espírito ali naquele momento para ele, sabe? de surgir uma canção, uma mensagem própria. E e aí médiuns da casa que às vezes nos visitavam e que eh participavam de reuniões mediúnicas tradicionais ficavam impressionados com a velocidade com que os espíritos eram evangelizados, com que eles eram tranquilizados inclusive, né? Exatamente. Pelo poder fala música, fala da arte de uma forma geral, né? que todos, mas a questão da música, ela ela tem algo que realmente é diferenciado. Eu recentemente eh tive contato um artigo que você sabe qual é, inclusive, né? Um artigo que ele comprova que realmente depende de enfim, né? A a música ela atua no ser de forma tal e mexe com o ser de forma tal que independente da cultura dele vai acionar as emoções específicas, né, daquela melodia, daquela tonalidade, né? E isso é uma coisa que só vem comprovar aquilo que na prática a gente percebe. Por exemplo, quando o Ganf faz um show, por exemplo, para jovem, a gente começa com músicas que são maisitadas, digamos assim, né? E aí a galera vai no auge e tal, pula, né? Aquela coisa assim de pular e tal. E de repente o Gan começa a fazer um movimento mais de harmonização. Aí, pronto, a galera entra
itadas, digamos assim, né? E aí a galera vai no auge e tal, pula, né? Aquela coisa assim de pular e tal. E de repente o Gan começa a fazer um movimento mais de harmonização. Aí, pronto, a galera entra na harmonização até chegar na finalização, onde todo mundo tá escondada, emocionado, chorando, certo? E o que nos vem do jovem às vezes é exatamente isso. Por exemplo, agora lá no céu, nós tivemos uma oportunidade de estar com jovens, cantar para eles. Foi só 20 minutos, mas foi um 20 minutos precioso e por vários motivos, mas um deles foi que um jovem se direcionou até nós, muito tímido, chegou até nós e ele me deu um abraço e não conseguia desabraçar, entendeu? O que ele falou para mim ali foi mais do que 1000 palavras. né? Esse é o poder, é o poder de eh realmente acionar as codas mais vibráis, né? Deixa eu dar um crédito aqui, porque você antes que os nossos internautas acreditem que você realmente estava no céu, céu é o congresso espírita de Uberlândia. E a gente precisa dar um crédito pro nosso querido Rubens, né, que faz um trabalho magnífico em janeiro todo ano. Você tava trabalhando, né? >> Tava, >> tava. >> Guto, Maurício e Mirsa. Tudo que é bom e que a gente gostaria que ficasse por mais tempo, a gente precisa encerrar com pesar, mas eu já fui avisado que nós tínhamos 3 minutos e agora a gente precisa passar para as considerações finais. Não sem antes agradecer a gentileza de vocês de estarem conosco em Campinas, de fazerem parte desse podcast. Então, terminem da forma que vocês quiserem. Eh, eu quero falar, pedir primeiro licença a vocês e vou me direcionar os jovens. É aqui, aqui. Então, a você, jovem, jovem espírita da casa espírita da mocidade ou mesmo jovem há mais tempo, mas em especial para o jovem. Levem a arte para o seio da sua mocidade, seja o violão, seja o teatro, seja a dança, seja a tecnologia, através das mídias tecnológicas, né? É uma forma que nós temos, OK? É uma forma que nós temos de também divulgar a doutrina espírita. Uma forma alegre, divertida,
tro, seja a dança, seja a tecnologia, através das mídias tecnológicas, né? É uma forma que nós temos, OK? É uma forma que nós temos de também divulgar a doutrina espírita. Uma forma alegre, divertida, juvenil, que é eh principal, né? A gente que é jovem há mais tempo tá aqui e às vezes as pessoas falam: "Não, você não tem essa idade". Mas por quê? Porque a arte nos conserva, ela nos deixa jovens para mais tempo. Então, trabalhem a arte nas suas mocidades, se envolvam, cantem, danscem, vibrem, vibrem, porque o nosso planeta Terra precisa dessa energia jovem. Esse é o meu recado para vocês. >> Bom, o meu recado eh é será para os jovens, para os adultos, para todos, né? Uma abobrinha pediu ali nova luz, né? Abobrinha, [risadas] >> eu já ia pedir. Não percas a sua fé. >> Então eu vou cantar uma parte de Nova Luz porque ela é longa, certo? e o refrão paraa gente se despedir. Eh, foi inclusive o Rafael que comentou, quero falar, quero falar rapidamente sobre essa canção. Estávamos visitando amigos em Franca e em Franca, eh, sempre visitávamos também um médium, né, que muito simples, mas com uma mediunidade fantástica. foi inclusive conterrâneo e parceiro do Chico. E toda vez que a gente ia em Franca pro Fef, que era o que é o festival da arte espírita, lá a gente acabava indo pra casa dele, que ficava eh num setor mais afastado, uma casa humilde, bem simples, o seu Zé Paulo. E aí a gente conversava, né, vários jovens conversando com ele, aquela sabedoria imensa, muitas histórias. E certa vez ele falou assim para mim: "Maurício, vem cá". Aí ele me chamou, me levou até a cozinha e falou assim: "Olha, tinha uma mesa de madeira e tinha uma caixinha de sapato, tinha muitas mensagens espíritas, muitas." E aí ele foi lá, mexou para cá, para lá, naquela caixinha, tirou uma mensagem, falou assim: "Ó, coloca uma canção nessa mensagem de Meimei, pois que irá consolar milhões de espíritos". E aí, como eu já tinha uma melodia que eu tinha muita dificuldade de colocar qualquer letra que fosse nela, porque é
a uma canção nessa mensagem de Meimei, pois que irá consolar milhões de espíritos". E aí, como eu já tinha uma melodia que eu tinha muita dificuldade de colocar qualquer letra que fosse nela, porque é uma melodia muito bonita, eu acabei colocando essa mensagem de memei nessa melodia. E aí eu adaptei, é claro, a mensagem para a melodia. E uma parte da canção é assim: Não percas a tua fé entre as sombras do mundo, o teu lar, o teu lar, mesmo que sangrem os teus pés. Segue sempre em frente, erguendo-te feito sol. Crê e trabalha sempre no bem, confiante em ti mesmo e em Deus. E em Deus tudo passa, tudo se renova, mas o que vem dos céus permanecerá, durará. É nova luz, vem de Jesus Cristo. >> Todo amor é nova luz. Vem de Jesus Cristo. Todo amor é nova luz. Vem de Jesus Cristo. >> Todo amor é nova luz. Vem de Jesus Cristo todo amor. E é isso, queridos. Muito obrigado pela oportunidade. >> Gratidão, meu amigo. Que Deus abençoe esse talento, essa missão que vocês e os amigos do Gantém. Até a próxima. Conecta Espiritismo, Campinas 2026. Beijo.
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