Palestra: Parábola dos talentos, com José Leopoldo (Juquinha)
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Jesus. Queremos agradecer a presença de todos. Vamos dar início à nossa reunião e como sempre vamos fazer a nossa prece, vamos fechar os nossos olhos, nos acomodarmos. Vamos agora neste momento, através da nossa reflexão íntima. Vamos elevar o nosso pensamento até o até Deus, nosso mestre, para que juntos aqui possamos em uma única vibração encontrarmos com a espiritualidade maior através dos nossos mentores, para que possamos juntos, através da nossa reunião, recebermos as instruções, que possamos amos aqui sair daqui melhores do que chegamos, que possamos assimilar cada vez mais a sua palavra e que possamos, ao sair daqui, colocar em prática todos os ensinamentos vividos e que Deus, na sua misericórdia divina possa também abençoar a cada um de nós para que possamos renovar as nossas energias e que possamos estar mais como se diz, aptos, né, a trabalhar, a continuar as nossas tarefas diárias, para que através do nosso ensinamento possamos nos melhorar a cada dia. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia. Dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas livra-nos de todo o mal. Porque vós sois o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que assim seja. Bom, gente, estamos mais uma vez aqui com nosso grande eh companheiro de de trajetória, eh, o João Leopoldo, que é a gente costuma chamar de Juquinha, e ele é ele é o presidente lá da radiação espírita, está sempre aí atuante no movimento espírita, também faz parte lá da federação. E a gente fica muito feliz que ele esteja aqui para trazer um pouquinho de ensinamento para nós, para falar um pouco sobre a parábola dos talentos. E ele vem trazer uma grande reflexão para nós, que nós possamos aprender cada dia mais. Queridos, boa tarde a todos. Muita luz e muita paz. Luzes para os nossos espíritos e
re a parábola dos talentos. E ele vem trazer uma grande reflexão para nós, que nós possamos aprender cada dia mais. Queridos, boa tarde a todos. Muita luz e muita paz. Luzes para os nossos espíritos e paz para as nossas consciências. Esta parábola dos talentos é uma das mais conhecidas. E uma das mais significativas, por que parábolas? Jesus à sua época não pôde trazer os seus ensinos todo ele numa linguagem coloquial porque realmente não seria compreendido, não é compreendido até hoje. Mas então Jesus utiliza de três formas de linguagem para se dirigir a essa humanidade. Ele falou em alguns momentos de forma coloquial, quando, por exemplo, levaram a sua presença a mulher que havia sido pega em flagrante adultério, que segundo a lei mosaica, deveria ser lapedada em praça pública, ou seja, apedrejada em praça pública. Era uma artimanha para complicar Jesus. Se ele dissesse que não apedrejasse, ele estaria contrariando a lei mosaica. Se ele tiver dissesse que não que não apedrejasse, ele estaria contrariando a lei mosaica. E se a tô confundindo, se ele dissesse que apedrejasse, ele estaria contrariando a sua lei de amor, que era o grande mote seus ensinos. Se não apedrejasse, estaria contrariando o interesse de todos que ali estavam. Então ele diz, aquele que estiver sem pecado, atire a primeira pedra. Foi tão coloquial a a expressão de Jesus que todos entenderam e todos foram embora começar pelos mais velhos. De outra parte, ele estava a pregar para os seus discípulos de uma multidão. Não havia como chegar próximo a ele. E alguém chega e diz: "Jesus, sua mãe e seus irmãos estão aí." E ele diz algo que ninguém entende, que eles achariam que Jesus pediria que se abrisse uma ala para que os a mãe, os irmãos chegassem até ele. Ele disse: "Quem é a minha mãe? Quem são meus irmãos?" Diante da estupefação geral, ele coloca: "Todo aquele que faz a vontade do meu pai que está nos céus, este é a minha mãe, estes são meus irmãos". Jesus não estava diminuindo a mãe e os irmãos, ele estava levando
stupefação geral, ele coloca: "Todo aquele que faz a vontade do meu pai que está nos céus, este é a minha mãe, estes são meus irmãos". Jesus não estava diminuindo a mãe e os irmãos, ele estava levando todos a condição de mãe e de irmãos. Ele nos dava lição do amor universal, linguagem figurada. E mais de 1/3 de seu evangelho é feito em parábolas, pequenas histórias em que ele utilizava usos e costumes daquela época para trazer verdades profundas através de uma linguagem simbólica, para que a medida que a humanidade fosse crescendo em entendimento pudesse subtrair desse símbolo o simbolizado. E um deles é a parábola dos talentos. Então, o que que constitui a parábola? Um senhor iria empreender uma grande viagem. Então, ele chama três servos e confia a cada um deles um número X de talentos. Talentos era uma importância apreciável. Ela, um talento correspondia a 6.000 denários. que era correspondente a um dia de trabalho do trabalhador. Então era 6.000 1000 dias de trabalho era o valor de um talento. Então esse senhor entrega a um servo cinco talentos, a outro dois e a outro um talento e os recomenda que os cuidasse daquele dinheiro. Passado algum tempo, muito tempo, o Senhor retorna e vai tomar conta a aqueles servos. Aquele que houvera sido beneficiado com cinco talentos, devolve 10. A expressão do Senhor é servo bom e fiel. Se foste fiel em pouco, confiaria em muito mais. Participe na glória do seu Senhor. Aquele que houvera recebido dois, presta conta de quatro. Tem a mesma atitude do Senhor, servo bom e fiel. Se foste bom no povo, confiar-te em mais. Participa no na graça do Senhor. E aquele que houverá recebido apenas um, chega e diz ao ao Senhor: "Senhor, sei que o Senhor é muito severo, que colhe onde não plantas." Então, fiquei muito temeroso e enterrei. E aqui está um talento. E a expressão do Senhor é servo mau e preguiçoso. Tirai-lhe pouco que tem e de que tenha 10 talentos. Então, nós vamos compreender que Jesus utilizava o talento, a moeda monetária da
está um talento. E a expressão do Senhor é servo mau e preguiçoso. Tirai-lhe pouco que tem e de que tenha 10 talentos. Então, nós vamos compreender que Jesus utilizava o talento, a moeda monetária da época, mas que no fundo ele se referia a valores com que cada um de nós adotado, os dons que trazemos conosco. Livro dos espíritos. Somos criados simples e ignorantes, porém com toda a potencialidade para chegarmos à angelitude. Então, somos seres de possibilidades. E por que que ele dá cinco talentos a um, quatro e um, dois e um? Porque ele fez a distribuição dos talentos de acordo com as possibilidades que traziam aqueles servos. Então, a nós também é dado de acordo com a nossa capacidade. Então, todos nós somos capazes ou temos como destinação histórica alcançarmos a angelitude. É o propósito de Deus para com cada um de nós. Só que Deus já no deu, nos deu o máximo de si, a sua própria essência. Todos nós trazemos em nós a essência divina. Agora, a partir do instante que adquirimos a condição ominal, fomos agraciados com a bênção do raciocínio lógico, que nos permite inteligência, conhecimento, discernimento. E de quebra nos foi dado o livre arbítrio. A partir desse momento, nós somos os construtores do nosso destino. Partíamos todo de uma estaca zero, mas cada um de acordo com seu próprio esforço, fazendo uso do seu livre arbítrio, vai ampliando as suas capacidades. Então, qual é o objetivo da nossa reencarnação? e aprimorarmos o nosso espírito. Nós hoje somos o melhor que nós já conseguimos ser ao longo de várias migrações da alma. Então, cada um se conhece muito bem. Nós não fomos muito coisa boa lá para trás, não, porque nós nos conhecemos ainda com as nossas deficiências, com as nossas pequenezes, né? Então, analisando a parábola dos talentos, nós vamos ver que em cada processo reencarnatório, em cada reencarnação, nós trazemos compromissos que nós devemos cumpri-los para o nosso aprimoramento espiritual, mas cada um vai trazer, todos nós temos uma missão, a cumprir. A missão pode ser pequena,
cada reencarnação, nós trazemos compromissos que nós devemos cumpri-los para o nosso aprimoramento espiritual, mas cada um vai trazer, todos nós temos uma missão, a cumprir. A missão pode ser pequena, média, uma missão maior, mas todos temos uma missão e temos que cumpri-la bem. Se essa missão é pequena, eu devo fazê-la da melhor condição possível. Às vezes fala fazer coisa com amor. Fala-nos um filósofo que quando você coloca amor naquilo que você faz, seu trabalho em qualquer lugar, em qualquer circunstância, será sempre um rio de bênçãos. Aí você pergunta para para Hungari, por exemplo, tem como Hungari varrer a rua com amor? Tem. faz aquele trabalho com amor, com dedicação. O trabalho dignifica o homem qualquer nível de trabalho quando feito honestamente. Então eu venho com aquela missão que eu preciso cumprir. Houve um processo reencarnatório, uma programação reencarnatória em que foi analisado esse aqui pode levar só dois talentos porque ele vai conseguir multiplicá-lo por dois. Então esta é a minha missão e muitas vezes nós não a cumprimos bem. Agora, nessa missão, esse capítulo 16, não se pode servir a Deus e a Mamon. Nós vamos ver que ele está interrelacionado com vários outros capítulos do próprio evangelho e tudo encaminhando para um só caminho. Ele analisa, por exemplo, que que era mamã? é um Deusíaco, o Deus da riqueza, da opulência. Então, não posso servir a Deus e a mamã ou vou amar a um e odiar a outro. De outra feita, Jesus nos diz: "Será mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus. Olha lá, servir a Deus e a mamã. Mais fácil um rico passar pelo um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus. Será que Jesus estava condenando a riqueza? Não. E quando se fala no passar um camelo no buraco de uma agulha, a gente imagina o camelo, né? O animal. Mas aquela época as cidades tinham uma porta principal de entrada que era fechada às 17 horas e duas portículas laterais chamadas de
lo no buraco de uma agulha, a gente imagina o camelo, né? O animal. Mas aquela época as cidades tinham uma porta principal de entrada que era fechada às 17 horas e duas portículas laterais chamadas de agulha, que era para a entrada daqueles viajantes que chegavam mais tarde. E o camelo não passava por ela. Era uma porta estreita, o camelo não conseguia passar por ela. Também havia uma corda muito grossa que se amarrava as embarcações, chamava também camelo. Qualquer das três que nós utilizarmos tem a mesma finalidade. Então, quer nos dizer que a riqueza é uma prova difícil. Difícil porque nos abre a as portas do mundo, né? as portas largas das sensações, das aquisições, de todas as facilidades que o mundo oferece e com isso, muitas vezes nos afastando nosso verdadeiro objetivo. Nós não viemos aqui para adquirir coisas, não. Diz Paulo, nada trouxemos para este mundo e manifesto é que dele nada levaremos, a não ser as duas aquisições definitivas, que é o saber e o amor. as duas grandes asas que nos conduzirão à sabedoria. Esses sim são verdadeiros valores. Demais são valorações que é do mundo e fica no mundo mesmo. Agora, esse nós, o amor e o saber nós incorporamos nosso patrimônio espiritual. Patrimônio esse. Se os ladrões não roubem e a traça e a ferrugem não corroem. Então, nós podemos trazer, por exemplo, a riqueza como missão e também como prova. Por quê? Como missão. O que é que uma pessoa abastada financeiramente pode fazer? Ele pode ser um elemento de progresso na comunidade em que ele vive, ter um grande número de de trabalhadores, né? Agora, ele pode também vir e agir como aquele da parábola que teve uma grande colheita. E o que que ele fez? Pensou em ampliar os seus celeiros para E naquela noite ele foi chamado à pátria espiritual. Então, o que nós vamos fazer da riqueza é o que importa, é utilidade que dermos a ela, mas também a pobreza, por outra parte, é missão. Eu talvez tenha malbaratado uma riqueza numa encarnação anterior e venha agora em dificuldades financeiras para
importa, é utilidade que dermos a ela, mas também a pobreza, por outra parte, é missão. Eu talvez tenha malbaratado uma riqueza numa encarnação anterior e venha agora em dificuldades financeiras para valorizar aquilo que eu tive. e não soube aplicá-la corretamente. A riqueza pode fazer com que nós sejamos um grande vranguardeiro do progresso. Agora, a pobreza vai nos fazer trabalhar a paciência, a humildade, né? passividade não. Se eu estou em dificuldade financeira, mais do que nunca eu vou querer terer ter que querer melhorar, buscar um estudo, buscar uma classificação e assim por diante. Não é entregar a jogar a toalha, como se diz, não. Todos nós devemos querer progredir materialmente também. O conforto material que angarearmos em razão do nosso trabalho digno e honesto, nós temos direito a ele. Nos fala o livro dos espíritos. Agora não o superérfluo, aquele que eu vou armazenar enquanto eu tenho outros passando fome. Então, a utilidade que nós vamos dar aquilo que nós temos, nós temos aqui em Goiânia um exemplo característico de uma pessoa que foi abastada financeiramente e que se conduziu muito bem. Alguns devem lembrar do seu Manuel Madruga, tecidos Tita, um senhor que aos 29 anos perdeu as duas visões, mas tinha um grande tino comercial e estabeleceu um pequeno império de tecidos, só que ele dava um tratamento diferenciado a todos os seus trabalhadores, todo empregado da empresa tinha casa própria, atendimento médico, odontológico, psicológico. Os filhos estudavam nas melhores escolas, ele dava total assistência para todos os seus funcionários. Quando ele faleceu, um repórter entrevistando um dos funcionários da empresa, ele não tinha filhos. E o repórter disse: "Que pena em seu Manuel tão rico, não tinha filhos." Você falou: "Não, você tá enganado. Todos nós trabalhadores somos filhos do Seu Madruga". Então é algo alguém que veio, soube administrar aquilo que foi confiado a ele. Ele teve uma uma missão maior, mas soube realmente aplicá-la convenientemente. Por outro lado, tem
ilhos do Seu Madruga". Então é algo alguém que veio, soube administrar aquilo que foi confiado a ele. Ele teve uma uma missão maior, mas soube realmente aplicá-la convenientemente. Por outro lado, tem aqueles que vêm, tem uma lenda, diz que um um senhor, ele queria se despojar de tudo. Aí despojou-se de tudo, deu tudo que ele tinha e ficou com duas tangas. A si mesmo porque precisava de uma ficar como quando tivesse lavando a outra. E ele ficou curioso para saber se haveria alguém tão despojado como ele. Pesquisou e ficou sabendo que havia um grande, um rei que era mais, mais despojado do que ele e falou: "Mas não pode um rei ser mais despojado do que eu? Só tem duas tangas". E ele ficou curioso e foi lá conhecer esse rei. Chegando lá, um grande palácio, ele foi tudo vendo aquilo tudo, falou despojado com isso tudo aqui e tal. E perguntou pelo rei, não, ele está dando aulas de desapego debaixo de uma árvore daqui a certa distância. Ah, então eu vou lá. Não, mas o senhor fez uma grande viagem. Vamos entrar. O senhor toma um banho, depois o senhor vai. Vamos conduzi-lo até ele. E assim fizeram. Ele tomou o banho, trocou a a tanga e foi lá conhecer o rei. E tava lá o rei numa simplicidade, explanando nada trouxemos para este mundo, nada dele levaremos. De repente, chegou um servo lá do palácio gritando para o rei que o palácio estava em chamas. Rei, o palácio tá em chamas. que tá, falou assim: "Ah, está tudo bem, continua normalmente com a aula dele". E aí aquele senhor lembrou que ele tinha deixado a tanga dele lá no palácio, saiu em disparada para pegar, salvar a tanga. Então, tudo é muito relativo, né? Então, nós podemos ter um propósito aparente e um propósito verdadeiro. O verdadeiro desapego é aquele que nós desapegamos, mas não contamos com ele. Tem um companheiro de doutrina que ele diz assim: "Olha, se você tiver o desapego de dar 10 centavos, você dá os 10 centavos. Se você tiver R$ 10, você dá R$ 10. Porque muitas vezes você dá um tem um momento assim de de abertura, dá
ue ele diz assim: "Olha, se você tiver o desapego de dar 10 centavos, você dá os 10 centavos. Se você tiver R$ 10, você dá R$ 10. Porque muitas vezes você dá um tem um momento assim de de abertura, dá um uma ajuda de R$ 10, de repente na frente falta R$ 10 para comprar. Ih, mas se eu não tivesse dado aqueles R$ 10, você arrependeu de ter dado aquele R$ 10. Então, faça de acordo com a sua, com o seu desprendimento. Isso é gradativo. A natureza não dá saltos. Ninguém vira santo da do da noite pro dia. Começa com pequenas coisas. Assim, nós temos que vencer as nossas tibiezas, as nossas inquietudes pouco a pouco, não vamos querer dar um grande salto porque podemos ter um retorno. Então, eh, Bezerra de Minez tem uma colocação interessante. Ele diz: "A, a riqueza não é calor, mas ajuda a comprar o agasalho. A riqueza não é condição de cura, mas ajuda a comprar o remédio. A riqueza não é cultura, mas ajuda a comprar o livro. Então nós vemos aí que tudo há uma relatividade. Então não podemos pensar jamais que ser rico seja pecado. E jamais pensar que pobreza seja virtude. A riqueza ou a pobreza será o que dela nós fizermos, nos conduzirmos muito bem diante de um ou outro. E Em Emanu tem uma colocação interessante. Ele diz: "Ninguém é tão pobre que não possa expressar um pensamento de bondade, porque muitas vezes nós nos colocamos na condição de que, ah, eu vou, tem alguém até que faz, faz programa de ganhar na loteria e eu vou ganhar na loteria sozinho. Aí eu vou fazer uma doação, vou fazer uma caridade. Não precisam, precisamos esperar condição. É o aqui o agora. É aqueles que estão à nossa volta. Muitas vezes é um familiar. Então, quando Jesus ensina amar ao próximo como a si mesmo, ele nos nós temos que aprender a nos amar e aí amar ao próximo. Mas o nosso próximo é quem tem mais, tá mais próximo de nós. Às vezes nós somos bonzinhos com as pessoas lá de fora e somos verdadeiros verdugos dentro da nossa própria casa. Jesus sempre é modelo e guia para todos nós. Zaquel, por exemplo, era cobrador
de nós. Às vezes nós somos bonzinhos com as pessoas lá de fora e somos verdadeiros verdugos dentro da nossa própria casa. Jesus sempre é modelo e guia para todos nós. Zaquel, por exemplo, era cobrador de impostos, odiado pelos judeus. Porque aquela época, cobrador de impostos, ele ele cobrava impostos para Roma, tirava do povo judeu para passar pro governo de Roma. E eram pessoas mais abastadas que compravam essa função e via de regra eram desonestos porque além do imposto de Roma, eles ainda tiravam pouco para eles. Então era considerados pessoas de má vida pelos seus concidadãos. Então Jesus chama Zaquel que ele ia jantar na casa dele. Os discípulos ficaram: "Mas como para jantar no na casa de um homem de uma vida?" Mas Jesus conhecia o íntimo das pessoas. Aquele já aquele cobrador de impostos, ele já fazia uma reforma interior. Ele já pagava as pessoas que ele prejudicara, ele já vinha ressarcindo, ele dava parte do que ele tinha em favor da pobreza. E muitos que se consideravam na época, como os fariseus, que eram os doutores da lei, Jesus os combatia tenasmente porque eram hipócritas, falavam uma coisa e faziam outra. A certa altura, Jesus os comparava a sepulcros abertos, caiados por foras e podre por dentro. Então, qual seria então a nossa maior pobreza? Qual seria a nossa maior pobreza? Não vai ser material. A nossa maior pobreza é não ter a consciência da imanência de Deus em nós. E quando a pessoa toma essa consciência é outra coisa. E qual seria a nossa maior riqueza? Essa tomada de consciência. É o que aconteceu com o filho da com o filho pródigo da parábola. o grande ensinamento dentro de uma história simples de um filho mais novo, que pede ao pai que queria sair pelo mundo. E esta parábola, eu sempre comento ela porque ela é muito mal interpretada. Então, execam aquele filho que saiu para ter a experiência própria, mas ele tiveram uma infância obediente junto ao pai. chegou à conclusão que ele precisava crescer e ninguém cresce a não ser através da própria
am aquele filho que saiu para ter a experiência própria, mas ele tiveram uma infância obediente junto ao pai. chegou à conclusão que ele precisava crescer e ninguém cresce a não ser através da própria experiência. E ele pediu ao pai que queria sair em busca de aventura que seja. O pai em momento algum falou para ele não ir. Ele foi, passou por todas as experiências, foi chegar uma cidade distante que estava em crise. Não conseguiu emprego, deixaram que ele ficasse na zona rural cuidando de porcos, que era uma função humilhante aquela época, sem direito a salário nem alimentação. Ele comia as bolotas, que era uma vagem muito indigesta, que só a miséria da Palestina comia depois de ferventá-la muito. Então ele vai ao fundo do poço, no nadir, mas um dia ele senta numa pedra, faz uma reflexão profunda e chega à seguinte conclusão: "Eu não sou pastor de porcos, eu sou filho daquele senhor." é o reconhecimento da filiação divina. Na parábola, simbolicamente, ele volta à casa do pai. O pai, informado que o filho retorna, corre ao seu encontro, abraça-o e prepara-lhe um grande banquete. Tudo simbólico. Ele não voltou paraa casa do pai. Ele faz a grande viagem para dentro de si mesmo. Ele faz autoconhecimento, toma consciência do ser divino que ele é. Roberto Rodo tem uma expressão interessante. Ele diz assim: "A coisa mais extraordinária que pode acontecer com a criatura neste universo é ele ter uma grande, uma vasta, uma profunda compreensão de si mesmo, do Deus nele, do Cristo interno. Não é pouca coisa. Volto a dizer, nós somos seres de possibilidades. Tudo posso naquele que me fortalece. Muitas vezes nós estamos vibracionalmente distantes do Pai, mas o Pai está imanente em nós o tempo todo. Nós nos encontramos subjetivamente distantes do Pai, mas objetivamente ele está imanente em cada um de nós. Então, os filósofos históricos da antiguidade estabeleciam: abusar é proibido, não usar é permitido, usar é recomendado relativamente aos bens materiais. Então, abusar, eu preciso do
m cada um de nós. Então, os filósofos históricos da antiguidade estabeleciam: abusar é proibido, não usar é permitido, usar é recomendado relativamente aos bens materiais. Então, abusar, eu preciso do necessário, não do superérfluo. Então, eu devo, não devo abusar, não usar. Tem pessoas que se sentem inseguras, então fal para para eu não escorregar aqui, eu vou evitar, não quero ter nada. Pode se exentar. Mas aquele que usa e usa convenientemente está correto. Nós precisamos da vida, materialmente falando, para o nosso próprio crescimento espiritual. Se não houvesse necessidade da riqueza e da pobreza, Deus não as teria criado. São oportunidades diversas de aprendizado. Se eu venho numa experiência encarnatória, passando por dificuldade, depois venho na opulência, eu tenho comigo a experiência e devo me comportar de forma diferente. Agora eu tenho livre arbítrio. Deus nos dá essa condição e respeita profundamente. Nós seremos o que nós quisermos ser. Nós somos o que pensamos. Tem um brocado árabe que diz o seguinte: "Cuide pensamentos, porque eles se tornam palavras. Cuide de suas palavras porque eles se tornam atos. Cuide de seus atos, porque eles se tornam hábitos. Cuide de seus hábitos, porque eles irão definir o seu caráter. Então, nós somos o que nós quisermos ser. Agora veja que função extraordinária nos traz a doutrina espírita que nos abre um leque de informações tais que nós podemos continuar errando. Mas também diz lá o evangelho, muito será pedido, muito será pedido a quem muito foi dado. Tem pessoas que nunca se dizem espíritas. estão há anos no movimento, não. Eles são simpatizantes para não se comprometer, que o espírita ele tem de melhorar, ele tem de ser trabalhador da última hora. Qual que é a função do trabalhador da última hora? É a formosear a obra. Você vai numa obra segil, tem aqueles que fazem a infraestrutura, aqueles que levantam a parede, aqueles que põe o telhado, mas depois no final é aquele que vem dar a pintura, vem dar a beleza a obra. Essa é a convocação dos
, tem aqueles que fazem a infraestrutura, aqueles que levantam a parede, aqueles que põe o telhado, mas depois no final é aquele que vem dar a pintura, vem dar a beleza a obra. Essa é a convocação dos trabalhadores da última hora. A formosearmos a obra do pai. De que maneira? Não há outra. a não ser através do exemplo. Albert Schweitzer nos diz que o exemplo não é a melhor maneira de convencer, é a única. E quando eu tomo consciência dessa imanência divina em mim, eu não preciso sair aí procurando Deus aqui, ali ou alures. Eu faço aquela viagem para dentro de mim mesmo e vou ouvir dessa, desse Cristo interno me dizer, quando nas horas de íntimo desgosto, o desalento de invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos, busca-me. Eu sou aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lágrimas. Quando te julgares incompreendido pelos que te circundam e vires que em torno a indiferença recrudce, acerca de mim, eu sou a luz que te ilumina e te prepara para vencer na vida. Quando em Clemente se açoitaros, ainda vai dar sorte. Chegares a eminência de desfalecer, corra para junto de mim. Eu sou o refúgio em cujo seio encontrarás guarida para o teu corpo e tranquilidade para o teu espírito. Quando o mundo te iludir com promessas falazes e perceberes que já ninguém pode esperar-te confiança, vem a mim. Eu sou a sinceridade que sabe corresponder às fraquezas de tuas atitudes e a excelitude de teus ideais. Quando te debateres os paroxismos da dor e tiveres a alma alcerada pelos abrolhos dos caminhos, grita por mim. Eu sou o bálsamo que te cicatriza as chagas e te minora os padecimentos. Quando a tristeza e a melancolia te povoarem o coração e tudo te causar aborrecimento, vem a mim. Eu sou a alegria que te ensufla o alento novo e te faz conhecer a beleza de teu mundo interior. Quando um dia uma onte fenecer os ideais mais belos e chegares no auge do desespero, apela para mim. Eu sou a esperança que te robustece a fé e te acalentam os sonhos. Quando duvidar de tudo, até de tuas
ndo um dia uma onte fenecer os ideais mais belos e chegares no auge do desespero, apela para mim. Eu sou a esperança que te robustece a fé e te acalentam os sonhos. Quando duvidar de tudo, até de tuas próprias convicções. E o ceticismo te abassa a alma, nem a mim. Eu sou a crença que te inunda de luz o entendimento e te reabilita para a conquista do mundo. Quando já não dispuseres de uma afeição sincera e te duvidares dos sentimentos de teus semelhantes, chama por mim. Eu sou a renúncia que te faz ouvidar a ingratidão dos homens e esquecer a incompreensão do mundo. Quando enfim quiserem saber o que sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta. A flor que desabrocha, a estrela que sentila. O moço que espera, o velho que recorda. Eu sou a dinâmica da vida e harmonia da natureza. Chama-me amor, o remédio para todos os mares que te atormentam o espírito. Estende-me, pois, tuas mãos, ó alma, filha de minha alma, que eu te conduzirei numa sequência de êxtases deslumbramentos, as sublimes mansões do infinito, sob a luz brilhante da eternidade. Deus, muita paz. Queremos agradecer aqui o Juquinha pela maravilhosa palestra que nos trouxe e lembrarmos sempre, né, que nós temos realmente que lembrar desse divino mestre e do nosso pai para que possamos realmente que ele viva dentro de nós. e possa rece que temos dentro de nós. Nós temos o poder de realmente nos transformar e nos melhorar cada dia mais. Que possamos amar os nossos próximos como a nós mesmas. Esse é o grande dever nosso, gente. Hoje, como todos chegaram aqui no lar e viram a nossa porta, aí nós estamos com um bazarzinho. Vamos olhar lá as coisas, adquirir e também as pessoas que hoje chegaram aí e vão para casa, nós estamos vendendo pamonha e suco natural. Então, vamos levar para casa pamonha, pamonha de sal, pamonha de doce, suco natural. Vamos lanchar aí, levar para casa, vamos comer, vai ser muito bom, tá? Conto com vocês aí para estarem conosco nessa jornada, porque tudo que vocês fazem aí e ajuda é revertido aqui para contribuir
l. Vamos lanchar aí, levar para casa, vamos comer, vai ser muito bom, tá? Conto com vocês aí para estarem conosco nessa jornada, porque tudo que vocês fazem aí e ajuda é revertido aqui para contribuir paraa nossa casa, nossas despesas, nossas tarefas, que são muitas. Nós temos aí uma escola profissionalizante, temos um trabalho com os idosos, temos uma obra do berço, temos várias atividades aí no lar muito do apoio de vocês e se vocês contribuírem vai nos ajudar muito. Conto com vocês aí na saída aí. E não esqueça de comprar a pamonha, que a pamonha tá muito gostosa. Me falaram aí, né? Não comi ainda não, mas quem comeu já tá achando bom. Tá? E para agora encerrar a nossa palestra e passarmos para o nosso passe, queria que a Lucivânia Luciane fizesse a prece de encerramento e agradecimento para nós. Queridos irmãos e irmãs, Recebemos do Senhor Juquinha o alimento paraas nossas almas com tanta propriedade, que possamos iniciar a nossa semana colocando em ação tudo que nós tivemos, a oportunidade de aprender aqui no lar de Jesus. E é com esse sentimento de gratidão. Gratidão a Deus, gratidão ao Mestre Jesus, que é o nosso modelo e guia. Nós vamos agradecer. Senhor de misericórdia, no silêncio dessa tarde e noite, venho pedir-te a paz, a sabedoria e a força. Quero hoje olhar o mundo Jesus com os olhos cheios de amor. Ser paciente, manso, compreensivo e prudente. ver além das aparências os teus filhos como tu mesmo os vês e assim não ver sen não bem cada um cerra meus ouvidos de toda calúnia guarda minha boca de toda maldade que só de bênçãos se enche a nossa alma e todas as pessoas que chegarem a nós sinta a tua presença. Veste-nos, Jesus com a tua pureza, para que no decorrer do início dessa semana, onde quer que nós estejamos, nós possamos revelar a tua presença, Jesus, com as nossas atitudes, com o exemplo tão sublime que o Senhor nos oferece. Ser conosco, Jesus hoje e sempre. Que assim seja. Queria informar a todos que possam permanecer sentados, que serão encaminhados à sala de passe e as
om o exemplo tão sublime que o Senhor nos oferece. Ser conosco, Jesus hoje e sempre. Que assim seja. Queria informar a todos que possam permanecer sentados, que serão encaminhados à sala de passe e as pessoas que estão em tratamento se posicionem do lado esquerdo que serão chamados por ordem de senha. e queria que todos ficassem em vibração, eh, em silêncio, para que todos recebam o passe de forma mais tranquila e serena. Vamos elevar ainda mais o nosso pensamento até o mestre de Jesus, rogando ao bondoso, amigo espiritual que nos envolva com a sua fé, com o seu amor, com a sua luz, com a sua paz, com a sua força, que possa nos trazer equilíbrio, harmonia e muita paz. que os fluídos manipulados pela espiritualidade maior possa envolver a todos, trazendo harmonia e equilíbrio também aos enfermos em geral, aos desencarnados, a todos os necessitados deste mundo. Pedimos também, Senhor Jesus, que esses fluídos manipulados pela espiritualidade maior possa fluidificar as águas que estão na casa de cada um, trazendo o remédio necessário às pessoas necessitadas. E assim, Senhor Jesus, finalizando esse passe coletivo. Pedimos que seja alcançada a todos os os necessitados, a todos os irmãos que estão neste momento nos ouvindo, a todos os irmãos que não estão ouvindo também, que eles possam receber toda a harmonia, todo o amor, toda a luz necessária e assim pedindo ao Pai sempre que nos ajude, sempre nos ampare, que possamos estar sempre ao seu lado, trilhando o caminho e que possamos com fé, amor envolver-nos com essa luz, com esse amor, com essa fé. Mestre Jesus, que possamos estar sempre no caminho do bem e do amor. E assim pedimos a sua permissão, Senhor, a permissão de todos os espíritos aqui presentes para encerrarmos este culto de hoje. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores.
enha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos de todo mal. Que assim seja. Graças a Deus.
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INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Juquinha
Não furtar
TV Goiás Espírita · Juquinha