OS ERROS QUE COMETEMOS AO TENTAR OUVIR ALGUÉM - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]
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agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. aqui presencialmente nesta manhã de sexta-feira e que nos escutam através dos nossos canais, seja online, seja gravada depois. Sejam todos bem-vindos. Não esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página, se inscrever para até conseguir deixar os seus comentários, pedidos de vibrações lá no chat, eh, e continuarmos levando o Evangelho à luz da doutrina espírita para todos os cantos. Estamos aqui hoje, mais uma sexta-feira com o nosso irmão Anderson Portugal, trazendo as reflexões de hoje à luz da doutrina espíritas. Vamos fazer uma breve leitura do o Evangelho e desse livro Conselhos úteis e o Alonso pelo espírito de Hilda Pereira Magalhães. Fazer uma leitura de harmonização e passar a palavra, fazer a prece e passar a palavra para o nosso irmão. E aqui a dona Hilda, ela nos traz a mensagem titulada: "Em busca da evolução." Muitos têm feito para a melhora do teu espírito. Muito tens feito para a melhora do teu espírito. A doutrina dos espíritos tem sido tua grande auxiliar, mas muito ainda tens que realizar. Há muito defeito para reparar, muitas mazelas para consertar. És um espírito em busca de reforma, executando ainda as tarefas do aprendizado do bem. Com este objetivo não podes perder oportunidades. Não deixes que escoe um dia sem que tenhas acrescentado alguma coisa ao teu aproveitamento e ao teu espírito. Ao fim de cada dia, pergunta a ti mesmo: "O que pudestes fazer nesse sentido? O tempo é rápido e cumpre usá-lo com utilidade. Não adis mais tua renovação. Ser a cada dia uma nova pessoa pelo trabalho que tenhas realizado na modificação dos maus hábitos. Nossa irmã Joana de Angeles, ela sempre nos traz para trabalharmos as nossas más inclinações. Emanuel sempre nos alerta sobre os meus sobre os nossos pensamentos. E Santo Agostinho nos fala da dessa
. Nossa irmã Joana de Angeles, ela sempre nos traz para trabalharmos as nossas más inclinações. Emanuel sempre nos alerta sobre os meus sobre os nossos pensamentos. E Santo Agostinho nos fala da dessa reforma de conhecer a ti mesmo. Nós estamos aqui no mundo para praticar o bem, ser útil e ter a autoanálise e o autoconhecimento, como diz irmã Seufô, é uma das reformas íntimas que podemos fazer dentro de nós. conhecer a nós mesmos, saber quem somos. E como diz nossa irmã Joana de Angeles, o maior problema da criatura humana é a própria criatura humana. É conhece-te a ti mesmo dentro dessa reforma íntima. que possamos neste pensamento que a nossa irmã aqui Hilda Alonso trouxe da importância do trabalho, da importância das oportunidades que nos aparecem, da importância de estarmos conectados com nós mesmos, possamos fechar os nossos olhos, nos colocar diante aqui dos espíritos amigos, trabalhadores desta hora, do nosso mestre Rab Galileia, Jesus de Nazaré, agradecendo a Deus, Pai de infinita bondade, a Dr. Bezerra, diretora espiritual desta casa, que conduz com muito amor e com muito carinho como ele foi aqui na sua caminhada com nós, se dedicando, nos ensinando, alertando e hoje trazendo as suas mensagens de amor, de consolo, de reparação e do despertar. que possamos ficar atentos às palavras do nosso irmão Anderson Portugal, que que trará a luz do evangelho com clareza de sempre nas suas palavras, dando graças a Deus, graças a Jesus, pedindo permissão para dar início a mais uma palestra pública da comunhão às 8 da manhã. Boas palavras, meu irmão. Espírito >> muito bom dia a todos. Que a paz de Jesus, né, esteja conosco nesta manhã de sexta-feira. tempo que em Brasília tá tentando decidir, né, se faz sol, chuva, frio, calor. A gente hora tá com casaco, hora tá sem. Mas aí, eh, falando isso, para agradecer a todos que estão aqui presentes, né, porque hoje amanheceu um pouco mais frio, né? E também agradecer a todos que estão aqui eh pela internet. Eu vejo bastante saudações assim de de
o, para agradecer a todos que estão aqui presentes, né, porque hoje amanheceu um pouco mais frio, né? E também agradecer a todos que estão aqui eh pela internet. Eu vejo bastante saudações assim de de boa palestra. algumas pessoas assim, a gente começa nem conhecendo pessoalmente, né, eh, com intimidade, mas alguns aqui na no salão a gente já tá sempre vendo com rostos, né, eh, amigos e na internet são os nomes, né, que vão vão colocando aqui e isso e aquece o coração, né, e também aumenta a responsabilidade, porque como o Wagner leu no começo, né, da mensagem, a gente tá em busca de evolução. Há muitos erros que a gente precisa corrigir. E aí, como nada é por acaso, o tema de hoje são os erros que cometemos ao tentar ouvir alguém. E já tem uns três meses, né, eu tenho trazido reflexões deste livro, né, Sendas Luminosas, de autoria de Joana de Angângeles, que foi recebido pelo médium Divaldo Franco. Eh, eu tenho, costumando dar palestra quarta, uma quarta da mês e uma sexta-feira do mês e aí eu tenho intercalado os capítulos, né? E aí, pro dia de hoje tá separado o capítulo sete desse livro chamado Saber ouvir. E aí, pensando em saber ouvir, no tema da palestra, os erros que cometemos, a gente pode até pensar, né, fal assim: "Ah, mas eu já sei quais são os erros, né? É interromper enquanto a pessoa tá falando. É não prestar muita atenção. De repente a pessoa tá falando, eu tô aqui mexendo no celular. Quem nunca se deparou para uma situação assim? A questão é que nada disso tá equivocado. Realmente isso são erros. interromper quem tá falando, não dar muita atenção ou então começar a fazer alguma coisa diferente do ouvir. A questão é que Joana ela se aprofunda no assunto, ela vai além desses comportamentos que são corriqueiros que a gente vê no dia a dia. E ela vai pouco a pouco trazer uma percepção mais profunda, dizendo que esses equívocos que a gente comete ao tentar ouvir alguém são muito mais desequilíbrios da alma do que a gente consegue ver com os olhos da carne. E aí falando de Joana,
ção mais profunda, dizendo que esses equívocos que a gente comete ao tentar ouvir alguém são muito mais desequilíbrios da alma do que a gente consegue ver com os olhos da carne. E aí falando de Joana, vamos ao texto, né? Lá a gente já tá quase na metade do livro, né? Engraçado que se a gente for seguir fielmente, né? Então, se por acaso alguém tá lendo o capítulo junto, conforme as palestras forem avançando, a gente termina consegue terminar de ler um livro, né? Algo que é um desafio pra sociedade, em especial sociedade brasileira, né? Lemos muito poucos livros, então, eh, fica também o convite, né, de lermos o livro. Tem um num outro canal da comunhão, né, que é o o TV Comunhão, eu conduzo também uma leitura de um outro livro chamado Boa Nova. Também é uma ótima leitura, ótimas reflexões, sempre baseado nos ensinamentos de de Jesus. Mas falando aqui de Joana, ela começa o capítulo 7 falando o seguinte: "Na área da comunicação oral entre as pessoas, a arte de bem ouvir é a das mais difíceis de ser vivenciada". Então ela de pronto já fala que assim, saber ouvir é algo muito difícil, é algo que precisa ser trabalhado. Aí ela continua, há uma sofreguidão. É assim, vixe, que palavrão é esse, né? Sofreguidão é aquela, é aquele burburinho, aquela irritabilidade que a gente sente dentro da gente de querer falar. A pessoa nem terminou a frase dela, a gente já quer completar a frase. Às vezes a gente até completa errado, né? Ah, você quer falar isso? Não, não é isso. Você quer falar aquilo, não, não é aquilo. E aí você tem aquela ânsia de falar antes que ela possa terminar. Então essa sofreguidão é essa ânsia de querer falar enquanto o outro ainda está falando. Então há uma sofriidão generalizada para falar mesmo quando os assuntos se apresentam distituídos de conteúdo aproveitável e de forma escorreita. Ou seja, ainda que o assunto não faça menor sentido, eh, escorrei aqui, coloca o glossário que não tem defeito, não tem falha, assim, aquela coisa assim que não vai paraa
itável e de forma escorreita. Ou seja, ainda que o assunto não faça menor sentido, eh, escorrei aqui, coloca o glossário que não tem defeito, não tem falha, assim, aquela coisa assim que não vai paraa frente, aquela ainda aquela conversa que a gente sabe que não vai paraa frente, a gente tem aquela ansiedade de querer falar alguma coisa. Parece que o ato de falar, embora desordenadamente, caracteriza-se como afirmação da personalidade, exteriorização de cultura, conquista de espaço social, catarse de problema. Catarse é um tema de você colocar para fora, né? Sabe aquela situação, aquela vontade que a gente tem e é genuína de reclamar, de se queixar, né? De colocar para fora. Então, a gente precisa dessa catarse e a gente precisa e o próximo também. E engraçado que quando a gente vai fazer essa catarse, se a gente começar a refletir nós mesmos fazendo a catarse, a gente pode fazer a catarse numa oração, pensando no nosso anjo da guarda, no nosso mentor, pensando em Jesus, pensando nos bons espíritos, deixa de dialogar assim: "Por que que tá acontecendo isso comigo? Por que que o que que eu devo fazer?" E aí, conforme eu tô pensando nas minhas situações e colocando para fora o que eu tô sentindo, às vezes a gente já tem a solução falando dos problemas. Então essa cata tem algo positivo, né? Eh, que às vezes ao falar, ao colocar para fora, a gente já acheução. A questão é quando alguém tá fazendo a catarse dela e a gente também quer fazer a nossa. E aí a pessoa fica, né? Ah, eu tô com esse problema. Ah, não, mas meu problema é muito maior. Ah, mas eu tô acontecendo isso. Ih, já passei por isso. Você tem que fazer assim. Então, a gente tá sempre ali naquela ânsia de completar, de colocar o que Joana coloca aqui, né, de afirmação de personalidade, de se sobrepor perante o outro. Ela ela continua com com os palavrões aqui, ó, a loquacidade. E aí a locacidade, né, é aquela o faladeiro exagerado, né? Então assim, você falar de forma exagerada, mas vamos ao termo da Joana, a locaidade sem
ontinua com com os palavrões aqui, ó, a loquacidade. E aí a locacidade, né, é aquela o faladeiro exagerado, né? Então assim, você falar de forma exagerada, mas vamos ao termo da Joana, a locaidade sem propósito e inundos salões de festas, os lugares de trabalho, os veículos de condução, os encontros, as recreações, apesar de quase sempre não dizer nada. Então aquela pessoa às vezes que fala, fala, fala e no final não falou nada. E aí ela diz que essa esse exagero de falar, ele está em todos os lugares. Em razão disso, a grande maioria deixou de ouvir com atenção ou interesse aqueles que falam. Então, como eu tô muito ansioso para falar o que eu acho, como eu estou muito ansioso de ter o centro das atenções e começar a falar, e quando eu tenho esse poder de fala, eu não quero largar ele, então eu uso aqui que ela chama de loucoidade. Então, de falar exagerariamente. Quando eu consigo isso, eu tenho a rédia. Só que como eu quero tanto isso, eu nem às vezes dou atenção pro que o outro tá falando. Eu tô ali naquela ansiedade de conquistar. conquistei, eu quero manter e o que o outro quer falar na essência não importa. como predomina a volupia para falar, escassezia a sinceridade quanto ao ouvir. Então, ela faz o primeiro alerta de que, como tem na sociedade como um todo esse desespero pra gente falar, pra gente centralizar a arte de ouvir, a se colocar a de fato ouvir o próximo, ela perde totalmente a sua força. E aí o primeiro ponto, né, trazendo isso aqui, é esse prazer quase vicioso que nós temos de nos expressar. Isso inclui até os que são considerados mais íntimos. Porque se a gente for na essência, aquela pessoa que tende a ter um pouco maior de timidez, de introspecção, quando ela tá num ambiente que ela se sente seguro, ela quer falar, ela quer colocar a opinião dela, ela quer trocar figurinha. Isso é uma necessidade da sociedade. O problema é quando a gente dá a independente se a gente é introspectivo e mais atenção para quem é extrovertido, é quando a gente tem
, ela quer trocar figurinha. Isso é uma necessidade da sociedade. O problema é quando a gente dá a independente se a gente é introspectivo e mais atenção para quem é extrovertido, é quando a gente tem prazer exagerado na questão de só falar e não ouvir. Ela coloca também essa necessidade do ego de validação. Então, é quando a pessoa tá falando e o nosso ego tá vindo assim: "Não, mas eu quero também falar, eu tenho uma opinião melhor, eu tenho uma ideia melhor, aquela pessoa tá fazendo uma coisa errada, eu eu sei o que é o certo." Então, esse ego que tá querendo sobreporando do outro lado. E aí uma reflexão é que se a gente tá querendo dialogar com alguém, se a gente tá querendo realmente ouvir o que o outro tem para falar, se a gente conseguir colocar isso em prática, a gente vai est conseguindo colocar em prática o que um espiritismo chama-se de caridade, o amor em ação. Porque lá na questão 886, Kardec questiona os espíritos sobre qual é a essência da caridade, como entendia Jesus. Por quê? Jesus é o modelo e guia. Então, se ele é a nossa referência, nós precisamos entender como ele entendia, entende? E aí a resposta da espiritualidade é uma sigla que a gente ouve muito estudando o espiritismo, que é o bip com o i, que é a benevolência para com todos, a indulgência para com os erros alheios e o perdão de todas as ofensas. Então, quando eu me esforço para de fato ouvir alguém, eu estou sendo benevolente. Eu estou sendo indulgente para tentar entender a situação do outro, amenizar os equívocos que o outro pode estar cometendo, seja em pensamento ou em ação, e por que não também exercitar esse perdão das ofensas. Então, quando a gente começa a ter mais calma e mais tranquilidade no diálogo, nessa arte de ouvir, a gente tá executando sim a arte da caridade. É algo muito semelhante, se a gente for fazer uma uma metáfora, como um jardineiro que é mais impaciente. Ele é convidado para entender porque que num jardim uma planta não tá tendo frutos, não tá crescendo. O que que o
ante, se a gente for fazer uma uma metáfora, como um jardineiro que é mais impaciente. Ele é convidado para entender porque que num jardim uma planta não tá tendo frutos, não tá crescendo. O que que o jardineiro de paciente faz? Ele já chega, vê algumas ervas dainha, já sai arrancando erva dainha sem perceber se ele tá arrancando um broto ou não, se aquela erva daninha faz parte da planta que ele tá foi convidado a auxiliar, ele não pergunta nada, ele vai lá e executa. Mas o que que deveria ser o papel do jardineiro que tá realmente preocupado com o convite que foi feito? Ele vai entrar no jardim, ele vai tomar cuidado aonde que ele pisa, ele vai analisar o solo, ele vai analisar onde que o sol está se colocando, nascendo, se pondo, como que está sendo feito o cuidado com aquela planta, o que que o dono daquele jardim tem feito, o que que ele acha que poderia ser feito de diferente, ou seja, ele tem a calma e tranquilidade se colocando no naquele ambiente para tentar entender porque que chegou naquela situação. E é assim que a gente precisa se comportar ao sermos convidado por alguém para conversar, para ouvir. A gente dá uma freada nessa ânsia de querer falar e tentar ouvir genuinamente o que a pessoa tem para dizer, tentar se colocar no lugar do outro. E será que eu também não estaria pensando daquele jeito se eu tivesse naquela situação? Será que eu não estaria agindo daquele jeito se eu tivesse com aquelas aflições, aqueles problemas? E a gente vai refletindo. E aí, nessa ideia de ter tranquilidade e o risco de entrar no jardim e sair bagunçando tudo, como eu tenho trazido nas palestras sempre um filme da Disney e da Pixar, né? E aí é porque o ambiente da família é mais infantil. Me veio, né, o filme eh da Disney chamada eh Valente. Para quem ainda não viu o filme, é uma família, né? Tem o rei, a rainha, tem a princesa. é um reino que tá com um pouco de instabilidade e aí a rainha tem a ideia de fazer um casamento arranjado com um clã diferente para promover a paz do local, como
? Tem o rei, a rainha, tem a princesa. é um reino que tá com um pouco de instabilidade e aí a rainha tem a ideia de fazer um casamento arranjado com um clã diferente para promover a paz do local, como tinham outros três clãs clãs, faz uma competição, né, e para pegar o nome, né, para pegar a mão de casamento da Merida, que é o personagem principal, ela revoltada, a princesa Merida, não quer que isso seja feito. E a mãe preocupada em manter a harmonia do reino quer que isso seja feito. E nitidamente no filme, mãe e filha querendo semear o que ela achava que é o correto na outra, sem se esforçar em ouvir a opinião da mãe e da filha. Há uma cena muito forte, não vou dar muita ênfase porque aí acaba sendo um spoiler para quem ainda não viu o filme, mas a Merida corta uma tapeçaria que a mãe fez, onde tá registrada a família. E esse corte na tapeçaria, ele vai ser crucial para o filme. E a pergunta é: nessa ânsia de querermos falar, nessa ânsia de não nos esforçarmos de ouvir o próximo, quantas tapeçarias de relacionamentos nós rasgamos? Quantas tapeçarias nós rasgamos de relacionamentos porque a gente não teve a paciência de ouvir, de refletir um pouco mais. Então, voltando a falar do filme e ancorando nessa imagem visual da tapeçaria, fica o convite pro fim de semana. Quem ainda não conhece o filme, procurar o filme. É um filme muito bom, apesar de seu desenho. Eu sempre falo isso, né? Há muita lição importante, principalmente na importância da união da família. E para quem já viu, fica o convite de rever, né? E aí, nessa situação de tá bom, eu já entendi, né, que é necessário ouvir. Como tá bem registrado na carta de Tiago no Novo Testamento, o homem precisa ser tardio para falar, tardio para irar. Ele tem que estar pronto para ouvir. Mas como é que eu consigo isso na prática? Como é que eu coloco isso, né, em execução? E aí Joana dá esse caminho. Ela fala o seguinte: "Quando honrado com a necessidade de alguém que tenha de algo a dizer, então assim, e aí Joana coloca como uma honra, né? Então quando
né, em execução? E aí Joana dá esse caminho. Ela fala o seguinte: "Quando honrado com a necessidade de alguém que tenha de algo a dizer, então assim, e aí Joana coloca como uma honra, né? Então quando a gente for convidado a ouvir alguém, cuida de ouvir com seatia". E esse verbo cuidar aqui, ele tem a âncora do pensamento da Joana. Por quê? Inclusive no glossário fala que cuidar é reparar, atentar para prestar atenção. Ela vai se aprofundar. Evita interromper aquele que te fala, completando-lhe o pensamento, antecipando-lhe a palavra, nem sempre com acerto. A sua indecisão pode decorrer de vários fatores, como a timidez, os conflitos íntimos, a dificuldade de dispor o pensamento. Então, a pessoa ela pode estar num conflito íntimo ali querendo colocar para fora, ela pode estar tímida, então evita a gente interromper essa linha de raciocínio da pessoa. tem paciência, reservando-lhe o tempo necessário para apresentar a ideia, o pedido de orientação e de ajuda para libertar-se da opressão do drama que o aflige. Então, ela tá querendo colocar para fora. Temos paciência. Vai dar tempo à pessoa de externalizar aquilo que ela quer externalizar. Demonstra simpatia na face. Então, não fazer aquela cara assim, né? Ah, que saco. Ou a pessoa tá falando, você tá olhando lá pro céu, olhando pro relógio. Esse essa mania que olhar pro relógio já é complicado. A pessoa interrompe toda a linha de raciocínio dela. Fal assim: "Poxa, a pessoa tá com pressa, eu tô interrompendo, acabou a linha de raciocínio." Ou então, né? Mexer no celular. Aí a pessoa tá falando e a outra tá aqui mexendo no celular. No trabalho eu sou até um pouquinho chato, né? Não, eu vou esperar você terminar de mandar mensagem. Aí eu continuo. Aí a pessoa assim, não, não, pode falar que eu tô ouvindo. Falei assim: "Não, eu espero". Joana coloca essa importância de no rosto a gente demonstrar interesse genuíno por quem está falando. O aí ela coloca assim, eh, demonstra simpatia na face, exteriorizando interesse. Então, assim, não é dentro do
essa importância de no rosto a gente demonstrar interesse genuíno por quem está falando. O aí ela coloca assim, eh, demonstra simpatia na face, exteriorizando interesse. Então, assim, não é dentro do rosto tem que estar ali olho no olho, balançar a cabeça. E aí, que que foi? O que que aconteceu? Palavras que reforcem a continuação da fala em razão do tema parecer cansativo ou sem maior significado para ti, né? Então, ao invés de ficar assim meio brocochô, né, a gente se esforçar e perceber que esse momento é um convite para colocarmos a caridade em ação. E aí no o um outro ponto que eu que eu destaquei aqui, né, ela vai ela vai se aprofundar mais, mas aí não dá para ler todos os pontos, né? Ela mais à frente, ela vai falar na ideia de termos coragem de sustentar o vazio. Ficou em silêncio, sustentemos o silêncio. Esperemos que a pessoa termine a linha de raciocínio e até questione pra gente: "O que que você acha?" "Ah, é a nossa vez de falar." A gente ter coragem de falar que não sabe. O que que você acha desse assunto? Não sei, nunca passei por isso. Ou até ser bem sincero, porque é muito delicado a gente dar conselhos para alguém se a gente não tá vivendo exatamente o que a pessoa tá ali vivendo, porque o nosso conselho pode bagunçar toda a vida dela se ela seguir fielmente o conselho. Às vezes você tá querendo, a gente tá querendo ajudar, mas o nosso conselho às vezes não ajuda. E não é raro às vezes quando a pessoa volta e fala assim: "Poxa, eu fiz tudo que você falou para fazer e deu tudo errado". E aí joga a culpa para nas nossas costas, entendeu? Embora a gente também não deva fazer isso porque nós temos o livre arbítrio. Nós temos o livre arbítrio de decidir o que for, mas temos muito cuidado, inclusive com os conselhos que nós damos. E aí, nesse verbo que eu falei que é a âncora do cuidar, me veio muito à mente quando uma criança tá aprendendo a andar, que a gente se esforça, ela pega no nosso dedinho, carrega para lá, carrega para cá, porque ela tá precisando de ajuda. Chega uma hora que
veio muito à mente quando uma criança tá aprendendo a andar, que a gente se esforça, ela pega no nosso dedinho, carrega para lá, carrega para cá, porque ela tá precisando de ajuda. Chega uma hora que ela tá ficando independente e aí ela levanta e cai. Levanta e cai. Para ela não se machucar, que que a gente faz? A gente dá um, faz um movimento assim com o braço e ela vai andando, a gente vai acompanhando ela. A gente não ajuda ela a andar, porque ela precisa ter força na perna. para dar os primeiros passos e e aquela festa, aquela empolgação e tá andando que não sei o quê, mas a gente tá ali, entendeu? Então, Joana, nessa ideia do cuidar, a proposta é algo muito similar de tá ali amparando a criança, amparando o que a gente tá ouvindo sem intervenção. Então, cuidar não é impor nada, não é impor nossos pensamentos, nossas ideias, é amparar. amparar nesse sentido da criança andando. Uma outra ideia que eu tive também para trazer algo mais visual é semelhante a um navio que tá numa tempestade e ele tá procurando um porto seguro. Numa tempestade ninguém procura o estalheiro para consertar o navio. Ninguém quer ficar ouvindo que tá errado, que a vela tá quebrada, que o motor tá queimando. Ninguém quer ouvir apontamento de equívocos. A pessoa quer ser amparada. Ela quer parar num canto e se sentir acolhida. Sim, os erros, os equívos, eles precisam ser ajustados, mas na hora da tempestade não tem esse momento. Se a gente for pensar em momentos difíceis da nossa vida, momentos como o luto, por exemplo, às vezes a gente só quer um abraço. Às vezes a gente só quer saber que tem alguém que a gente possa contar. Palavras bonitas podem ser ditas, mas naquele momento de sofridão, de saudade, nada do que a gente vai falar vai curar aquela dor. Ela só quer o porto seguro. E aí, nessa proposta de Joana, de sermos o o de cuidar do outro nesse ato de ouvir, que a gente também se esforce em ser o porto seguro, que a gente possa ter alegria dentro da gente em percebermos que alguém nos procura como
oana, de sermos o o de cuidar do outro nesse ato de ouvir, que a gente também se esforce em ser o porto seguro, que a gente possa ter alegria dentro da gente em percebermos que alguém nos procura como se fosse um porto seguro. Alguém que nos procure para ouvir, para saber que conversando com a gente, elas sabem que a gente de fato vai estar ouvindo. Mas vocês acham que Joana de Anjos parou por aí? Não. Joana ela se aprofunda, ela vai lá no cerne da questão e ela eleva o patamar máximo ao nosso modelo e guia. Ela vai usar Jesus como referência nesse ato de ouvir. Ela coloca o seguinte: Jesus, como psicoterapeuta excelente, ouviu com respeito para responder com segurança. No episódio da mulher surpreendida em adultério, ele ouviu a acusação do delito que lhe imputavam para responder com sobriedade e energia à frase que celebou: "Todo aquele que estiver sem culpa, atire-lhe a primeira pedra". E ela faz um um ajuste aqui na no texto bíblico, né, que é muito importante, porque no texto tá colocando o pecado, né? Aquele que não tiver pecado que atire. E ela coloca a culpa. Porque o pecado é um desvio de rota, é um erro que a gente comete e a gente acaba podendo entrar em culpa. E aí ela coloca Jesus como referência para no exercício da audição, da escuta, pensarmos em Jesus. Porque vamos ancorar no exemplo que ela se utiliza da mulher que foi pega em adultério. Ela é levada à praça pública e as pessoas são se preparam para apedrejá-la conforme era o costume da época. Jesus é convidado, é confrontado para que ele tome a decisão de executar a sentença. Jesus não responde nada no primeiro momento. O registro é que ele escreve algumas coisas na na terra. Ele olha pra multidão, ele olha pra mulher que tá ali no chão. Ele percebe algo que vai além da das palavras. Ele percebe a ira, a raiva das pessoas que estão querendo apedrejar, mas também a hipocrisia. Porque aqueles que queriam apedrejar aquela mulher que foi pega em adultério, também cometiam erros consigo mesmo. Jesus também, ao olhar pra mulher
estão querendo apedrejar, mas também a hipocrisia. Porque aqueles que queriam apedrejar aquela mulher que foi pega em adultério, também cometiam erros consigo mesmo. Jesus também, ao olhar pra mulher conseguiu perceber o nível de arrependimento, porque ela sim, ela se equivocou. Jesus na passagem ela, ele não passa a mão na cabeça da mulher, ele não exenta o erro dela, ele apenas diz para er ela perguntando dos acusadores que se ninguém mais a acusava, ele também não acusaria, mas que ela seguisse em frente e não voltasse a se equivocar. Então, ancorando de novo aqui na Joana, ela traz Jesus aqui na percepção que de Jesus ele ouvia além das palavras, ele conseguia perceber o estado emocional das pessoas. E ele ajustou a frequência de todo mundo com essa frase: "Aquele que não tiver culpa, aquele que não tiver erro, que atire a primeira pedra". é semelhante a um um instrumento que existe na música chamado diapasão, onde ele vai definir ali a frequência da nota musical e aqueles aqueles instrumentos que tiverem fora da da frequência fica desto o som e aí você usa o de apasão para harmonizar o instrumento, harmonizar as notas. Então, tinham aquele público querendo apedrejar na frequência da raiva, do rancor. Tinha aquela mulher naquela frequência de sofrimento, de arrependimento. Ele vem com diapazão do amor, trazendo a reflexão para todo mundo naquele ambiente de que aquele que tivesse sem erro, ele teria condições de também acusar. O registro evangélico é que todos foram deixando suas pedras no caminho, os mais velhos primeiros. E aí ele fica sozinho com a mulher. E aí a frase que eu falei anteriormente, ele convida a mulher que ela seguisse em frente e não voltasse a equivocar. Essa passagem ela é tão rica que aí eu comentei do programa Páginas Espíritas, né? A gente já trouxe a reflexão dessa página, é o capítulo 14, se eu não me engano, e lá no e e tá gravado no canal da comunhão. E lá eu trouxe diversos temas extras, porque existe o o boa nova, ele traz os bastidores da
a reflexão dessa página, é o capítulo 14, se eu não me engano, e lá no e e tá gravado no canal da comunhão. E lá eu trouxe diversos temas extras, porque existe o o boa nova, ele traz os bastidores da situação. Então são os bastidores dessa situação da mulher apedrejada. Aí eu cito situações que aconteceram antes daquela situação, antes do adultério, inclusive situações que aconteceram depois do adultério, o que que a mulher seguiu? Será que ela ela realmente seguiu a orientação de Jesus de não se equivocar novamente? E aí vem Humberto de Campos e e Amélia Rodrigues trazendo esses bastidores expandidos. Então, quem tiver interesse entender um pouco mais dos bastidores dessa situação, fica convite de procurar, né, o esse episódio lá, o capítulo 14 do Pinas Espíritas. O, mas nessa percepção, voltando a Jesus, no ouvir, ele vai além, ele vai perceber esse sentimento. Então, Joana, nesse capítulo, ela vai trazer pra gente que ouvir o outro não é algo passivo, é algo muito ativo. Colocarmos na posição de ouvir o próximo é ter calma e tranquilidade para perceber o que que de fato a pessoa tem para falar. E aí, para a gente sair dessa palestra com algo prático, com algo para colocar em em colocar em prática, né? Ficou repetido, mas tudo bem, colocarmos em prática o nosso dia a dia, eu deixei quatro pontos, né? Me chamou atenção a palavra sofreguidão que ela utiliza no texto, que é essa desespero de falar. Então, estamos conversando com alguém, se tínhamos aquela vontade de falar, vamos respirar fundo, vamos contar até três e não vamos falar. Vamos segurar o o nosso ego querendo se impor enquanto o outro ainda está falando. O outro termo que eu achei engraçado, né? Engraçado, assim, chamou atenção é a locacidade, né? Então, é aquela necessidade de falar e e não parar de falar. Então, a gente precisa se vigiar para perceber qual é o momento em que a gente tá concentrando a atenção da fala de forma exagerada. Não é que a gente não precisa falar, a gente pode falar, mas será que eu tô falando
recisa se vigiar para perceber qual é o momento em que a gente tá concentrando a atenção da fala de forma exagerada. Não é que a gente não precisa falar, a gente pode falar, mas será que eu tô falando mais do que o outro? Então tá na hora de eu me silenciar, na hora de eu respirar. Pô, eu reparei que o outro ia falar e eu interrompi ele. Vamos. Opa, eu não, desculpa, você tem uma coisa para falar primeiro. Pode falar. A gente freiar esse prazer e acalmar o nosso ego nessa necessidade de falar. a gente pensar nessa proposta, né, de ao invés de tentar resolver o problema do outro, de cuidar, que é um dos verbos que Joana dá importância. Então, eu não vou querer resolver o problema do outro, eu vou querer cuidar, amparar, acalmar, que nem acalmando ali a criança para fazer a caminhada. E por último, né, eh, pensar que a conversa, o diálogo, ela tem o objetivo de construir. Se o que eu vou falar não vai construir, vai dividir, vai separar, a pessoa vai se magoar, então é melhor a gente silenciar. A gente precisa internalizar no nosso dia a dia o esforço de Jesus até os dias atuais de nos ensinar que a gente precisa unir uns aos aos outros, a gente precisa tá auxiliando. Se eu acho que eu não posso auxiliar, então a gente vai se acalmar. E por fim, né, fazer a cereja do bolo. Às vezes a gente tem a necessidade de falar e não tem ninguém para ouvir a gente. E aí, como é que faz nessa situação? recorremos à oração. Vamos conversar com a espiritualidade, como conversamos com um amigo, reclama, desabafa e esperemos a resposta. E se a gente precisar de algo mais material, tá bom? Eu entendo que tem espiritualidade, mas eu preciso de ver alguém. Eu preciso olhar no olho e externalizar o que eu tô sentindo, olho no olho. Procuremos o atendimento fraterno. E aqui a comunhão oferece o atendimento fraterno todos os dias. Quem tiver interesse nos horários, entre no site da comunhão, respectivo horário vai tá tá lá. Não posso ser presencialmente na comunhão. Existe a opção do atendimento fraterno virtual. Aí tem que
as. Quem tiver interesse nos horários, entre no site da comunhão, respectivo horário vai tá tá lá. Não posso ser presencialmente na comunhão. Existe a opção do atendimento fraterno virtual. Aí tem que mandar um e-mail. As informações também estão no site da comunhão. Ah, eu quero, eu quero um outro centro espírita, não tem problema. Procure o centro espírita do seu coração e procure o atendimento fraterno. Existem pessoas que se preparam, como a gente se prepara aqui para dar palestra, pessoas se preparam para o atendimento fraterno. Então a gente tem vários mecanismos de colocar, mas pensando principalmente na na leitura inicial, nessa busca pela evolução, a gente é convidado o tempo todo a auxiliar. E ouvir o próximo é uma grande caridade que a gente pode fazer com o próximo e principalmente ajudando Jesus na sua missão. Muito obrigado. Indo para o nosso alô. Indo para o nosso fechamento, eh, tem uma passagem de Isaías que eu gosto muito e tenho salvo aqui, tá? Em Isaías 41:10. Ele diz: "Não se inquieteis com a vida para que a vida não se inquiete com você". Ele trabalha muito a nossa ansiedade, esse momento da falta de paciência, né? Então, é uma passagem que tá no Velho Testamento e eu gosto muito desse profeta Isaías. E aqui pra gente finalizar nesse livro Respostas da Vida, psicografado por Chico Xavier, ditado pelo espírito André Luiz, em que foi reditado esse livro agora, tá com essa nova capinha, ele fala aqui da do capítulo 2, ganhando resistência. Ele só diz: "Demonstre um pouco mais de paciência nos momentos de inquietação e evitará desgostos incalculáveis." Possamos ter essas duas mensagens de Isaías quando nos diz das nossas inquietações, das nossas ansiedades, dos momentos em que não podemos parar nem para ouvir nós mesmos. A conexão com nós mesmos é muito importante. Nós viemos para nos conectar com nós mesmos nesse mundo de matéria em que o nosso espírito se inquieta pelo conhecimento e pelo aprendizado. nosso irmão trouxe as mensagens aqui de Joana de Angeles do Evangelho de Jesus
conectar com nós mesmos nesse mundo de matéria em que o nosso espírito se inquieta pelo conhecimento e pelo aprendizado. nosso irmão trouxe as mensagens aqui de Joana de Angeles do Evangelho de Jesus Cristo com muita clareza nesse momento de nos inquietarmos. A a Jesus disse a Pedro: "Apacenta as minhas ovelhas. Sejamos brandos e pacíficos com nós mesmos. Tenhamos o julgo leve com nós mesmos. Quanto ao atendimento fraterno, nós temos de segunda a quinta-feira, sexta, sábado e agora também aos domingos em novo horário das 17:30 às 19:30. Temos também os o grupo de apoio fraterno, que é o grupo acolher na quinta e sexta, grupo viver, grupo dependência química. No nosso painel de entrada que está em reforma, nós teremos lá todos os horários do grupo de acolher de atendimento fraterno para a nossa dentro da nossa necessidade, dentro do nosso horário. E como disse o irmão lá também no site temos todos os horários. possamos fechar nossos olhos, participar da prece final para ir para o nosso encerramento. Que possamos aquiietar os nossos corações, os nossos pensamentos nesse momento, eu sei que é difícil buscar nos colocarmos aqui dentro, nesse ambiente preparado para nós, para cada um de nós. possamos buscar nesse ambiente a conexão com o alto, com a espiritualidade maior, com a equipe de Dr. Bezerra de Menezes, que nesse momento tá sentindo o pensamento de cada um, a suas aflições, as suas dores, mas também o seu bom ânimo, a sua conquista, a sua centelha divina brilhando. Ó mestre amado, estamos aqui diante de ti para ouvir o teu evangelho. Somos gratos pelo nosso irmão Anderson. que trouxe as reflexões do teu evangelho nas palavras de Joana deângeles, essa trabalhadora que nos nos esclarece sobre nós, nos traz o despertar para que possamos acender a nossa centelha divina e os nossos pensamentos. Assim, mestre, te agradecemos por mais esta oportunidade. Que seja uma sexta-feira de muito aprendizado, um final de semana de muito estudo com a nossa família nessa vida, nessa caminhada de
samentos. Assim, mestre, te agradecemos por mais esta oportunidade. Que seja uma sexta-feira de muito aprendizado, um final de semana de muito estudo com a nossa família nessa vida, nessa caminhada de aprendizado e de evolução. Damos graças a Deus e graças a Jesus. Assim seja. Nosso irmão Antônio vai chamar para o passe. Peço que permaneçam todos com celulares desligado, que possamos entrar na cabine de passe e nos colocar à disposição da espiritualidade maior para que possamos buscar os benefícios e ajuda que necessitamos. Palavra é sua, nosso irmão Antônio. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a
s se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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