ÓRFÃOS DE PAIS VIVOS - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 18/07/2025 (há 8 meses) 1:14:10 722 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. >> Boa noite, meus queridos. Vamos iniciar com uma leitura rápida de um livro que se chama Imensidão dos sentidos. foi ditada pelo espírito hamsografada por Francisco do Espírito Santo Neto. E um trecho bem curtinho que diz o seguinte: "A força do pensamento influencia o próprio destino humano. O ato de pensar é um dos mais poderosos recursos do indivíduo. é a própria capacidade da mente de transformar ondas energéticas, dando-lhes solidez, forma, sentido. A matéria mental é um instrumento sutil da vontade, atuando na manutenção e na estrutura do corpo físico. Então, apenas esse trechinho para que a gente pense nesse momento, a gente consiga durante os eh minutos em que estaremos juntos aqui essa quase 1 hora, em que o nosso irmão Mauro Mário Augusto vai falar sobre o título da palestra de hoje, que é órfã de pais vivos. Vamos tentar colocar a nossa mente, a nossa vontade, o nosso pensamento, estando muito atentos a tudo que nos chegará certamente de intuição do mais alto enquanto estivermos estudando essa temática com o nosso irmão Mário Augusto hoje. Então, convido a todos a fecharem seus olhos materiais, a sentarem-se confortavelmente, acalmarem seus corações, seus pensamentos, suas mentes e vamos juntos nesse momento imaginar a figura do nosso meigo Rabi da Galileia aqui entre nós, imaginando o seu olhar que é tão caridoso, tão amoroso, tão sensível, que nos acolhe sempre nas nossas imperfeições, nas nossas dificuldades e sempre nos olha como irmãos mais novos, estendendo sempre as mãos caridosas, disposto sempre a nos ensinar com amor como seguirmos adiante. também amando, também auxiliando os que mais necessitam, com uma corrente do bem, na qual o que sabe mais auxilia e ao e estende a mão ao que sabe menos. E assim, Mestre Jesus, nós estamos aqui dispostos a seguirmos os teus passos, a seguirmos os teus exemplos, a seguirmos o teu caminho

al o que sabe mais auxilia e ao e estende a mão ao que sabe menos. E assim, Mestre Jesus, nós estamos aqui dispostos a seguirmos os teus passos, a seguirmos os teus exemplos, a seguirmos o teu caminho de amor por cada um de nós. Nós te pedimos que nesta noite de hoje o nosso palestrante Mário Augusto seja iluminado, seja intuído a nos dizer aquilo que os nossos corações estão sedentos e desejos de aprender. que nós possamos, mestre Jesus, receber as intuições necessárias a cada um dos nossos espíritos aqui presentes hoje, tanto nós encarnados como os irmãos desencarnados que são trazidos também para esse estudo da noite de hoje. E assim, Mestre Jesus, que todos aqueles que tiverem acesso a essa palestra hoje ou em qualquer outro momento pelos canais da comunhão espírita possam aprender, possam e iluminar-se, possam levar uma mensagem também para aqueles que lhe cercam, para que nós possamos divulgar e propagar essa doutrina de amor, de luz, essa doutrina que está sempre nos consolando os cora orações e sempre nos estimulando a crescer. E assim, Mestre Jesus, nós somos gratos por mais essa noite. Abençoa a cada um de nós. Que assim seja, meu querido irmão. É contigo, então. Boa palestra para todos nós. Olá, pessoal. Boa noite aos que estão presentes, aos que nos assistem no canal do YouTube, Andreia Ieda lá de Canoas, Azira que está conosco também nos episódios diários e Augusto. Foi lido aqui no texto preparatório a respeito do poder do pensamento. E o poder do pensamento, ele vai além, muito além do que a nossa consciência pensa. O pensamento definitivamente é uma força criadora que nos move, que nos impulsiona e que nos faz tomar decisões. O espiritismo, ele tem um flanco muito diretivo em relação ao poder do pensamento, que é um poder gravitacional, que é um poder criador. O espírito de Emanuel, pela psicografia de Chico Xavier tem um livro incrível chamado Pensamento e Vida, desculpa, que no capítulo dois ele vem falar sobre um dos desdobramentos do pensamento, a vontade.

spírito de Emanuel, pela psicografia de Chico Xavier tem um livro incrível chamado Pensamento e Vida, desculpa, que no capítulo dois ele vem falar sobre um dos desdobramentos do pensamento, a vontade. E quando Emmanuel vem escrever sobre a vontade, ele associa a nossa mente como se fosse uma casa. E ele vem descrevendo os cômodos. E a vontade está como se fosse em uma cozinha. A vontade está como se fosse em uma chave que vai abrindo portas. E essas portas podem nos conduzir a um labirinto em que nós eventualmente entramos em um looping mental de ideias repetidas. Ou essas portas podem nos abrir novos horizontes para nós mudarmos as nossas estruturas de pensamento, porque o pensamento ele acaba pautando a nossa previsibilidade da conduta. Muito embora pensemos da gente e do outro que nós somos imprevisíveis, a força do pensamento, a vontade, ela demonstra que não. Todos nós temos bastidores cognitivos. E o espiritismo quando vem escrever sobre isso, sobre o nosso exercício, sobre a nossa faculdade de pensar, lá na lei de liberdade, ele vem descrever em camadas um, para mim é o maior, um dos grandes potenciais da alma, que é a capacidade de raciocinar. liberdade de pensamento, liberdade de escolha, que é a liberdade de consciência, e o livre arbítrio. vezes falando ou lendo, isso aparenta ser uma conversa de carochinha ou como a gente costuma falar lá no Nordeste, conversa para boi dormir ou conversa para botar um bode embaixo d'água. vai muito aí do regionalismo, porque a doutrina espírita ela é tão pontual e nos apresentar as informações do além. É tudo tão lógico que fica difícil de acreditar. É tudo tão lógico que a gente pensa que é papo furado. Mas o pensamento, por exemplo, ele condiciona o espírito a sua rotina, a sua habitualidade. E o pensamento ele nos ajuda a construirmos campos mentais, nos quais criamos forças gravitacionais que nos atraem pessoas e espíritos e também faz com que repilamos. a respeito da vontade, por exemplo, o livro dos espíritos, quando vem escrever

ampos mentais, nos quais criamos forças gravitacionais que nos atraem pessoas e espíritos e também faz com que repilamos. a respeito da vontade, por exemplo, o livro dos espíritos, quando vem escrever a respeito das virtudes e dos vícios, na questão 908, quando vem escrever especificamente sobre as paixões, Allan Kardec com a equipe do espírito de verdade fazem a seguinte analogia: é natural nós que estamos passando e aprendendo No estado de imperfeição, tenhamos paixões. Não as paixões platônicas das histórias da Disney, por exemplo, mas as paixões que caracterizam as nossas imperfeições. E a equipe do Cristo vem dizer mais ou menos assim lá na questão 908 o livro dos espíritos. Olhe, as nossas paixões, elas funcionam como se fosse um Corcel, não aquele carro da década de 80, mas um cavalo desinvestado, descontrolado, correndo. Cabe a gente pela nossa faculdade de pensar ir domesticando, ir acalmando, ir se educando. E Kardec, investigador, conforme ele é característico, aprofunda essa pergunta em relação ao nosso processo de desenvolvimento cognitivo na questão 90, quando ele vem perguntar mais ou menos assim: quando a gente passa, quando a gente passa por um perrengue, qual é o SOS espiritual que devemos buscar? A resposta é bem curtinha, bem curtinha. E os espíritos registram a importância da vontade. E eles vêm falar que há se nós soubéssemos a força da vontade, porque a vontade faz com que nós mudemos o nosso dia. A vontade faz com que nós mudemos o curso de um momento. Tem uma palestrante espírita chamada Anete Guimarães. Ela tem um vídeo no YouTube, salvo me engano, se a vontade é treinável. E ela vem fazer uma dissociação entre força de vontade e a vontade propriamente dita. E segundo ela, é um vídeo de 14 minutos que eu demorei muito para entender. Da última vez que eu contei, acho que eu assisti umas 12 vezes. Sou difícil de entender as coisas e teimoso. Ela vem dizer: "Olhe, a força da vontade é um hábito que a gente vai mudando." Por exemplo, quem está em um processo de

acho que eu assisti umas 12 vezes. Sou difícil de entender as coisas e teimoso. Ela vem dizer: "Olhe, a força da vontade é um hábito que a gente vai mudando." Por exemplo, quem está em um processo de reeducação alimentar, no começo, no começo, no jargão popular, segundo eu começo a dieta, tá ali na força de vontade, ainda não houve a girada de chave em relação à mudança de hábito. que nós vamos nos descobrindo, nós vamos mergulhando dentro de si e observando o quanto efetivamente o pensamento é criador. E ela vai falando essa questão da força da vontade que é no começo da mudança de hábito. Porque se tem algo que é difícil é mudar hábito. O que a neurociência vem falar, por exemplo, de pensamento medular são os nossos pensamentos fixos. E a partir de uma força de vontade ercúlia, nós vamos nos aproximando da vontade propriamente dita. E aí é quando a gente gira a matrix, quando a gente muda a vibração do pensamento. E para quem ainda não percebeu a dimensão, a dimensão do poder do pensamento e do poder da vontade, nesses 12 minutos que eu tô aqui falando, nada do que eu falei foi preparado. põe em cima de dois parágrafos de um texto. Então, por um pensamento de falar sobre o espiritismo, me veio uma vontade instantânea de fazer esse registro que não estava no script, que não estava no momento video show da palestra. E a palestra de hoje fala muito sobre vontade, fala muito, pelo menos se propõe a falar sobre pensamento e sobre a nossa capacidade de resiliência de entender o outro. Ófã de pais vivos. Em outras palavras, abandono fraterno, abandono afetivo, abandono amoroso. O que é que se justifica isso? A depender da concepção, podemos verticalizar só um pensamento. Mas se tem algo que o Espiritismo nos ensina, é a riqueza. A riqueza dos bastidores da alma. Porque ninguém sabe a realidade do outro. A gente vê, por exemplo, Patrícia com essa fisionomia na atual reencarnação, mas nós não sabemos o pensamento que habita, as vontades que habitam e sobretudo a trajetória do espírito

alidade do outro. A gente vê, por exemplo, Patrícia com essa fisionomia na atual reencarnação, mas nós não sabemos o pensamento que habita, as vontades que habitam e sobretudo a trajetória do espírito imortal. Em uma perspectiva de família tradicional, nós podemos ter exemplos de paz o que Jesus nos apresenta no Evangelho de Lucas a respeito da parábola do filho pródigo, lá dos dois filhos, que um quando completou 18 anos, adaptando o exemplo, pensando que o mundo habitava a ponta do seu nariz, pediam adiantado da herança e saiu. E o pai, como a gente chama em Natal, sem pestanejar, adiantou o seu patrimônio. Ele foi, gastou tudo. Quando se viu dormindo com os porcos, lembrou: "Epa, meu pai é fazendeiro, vou voltar." Não para pedir emprego, porque eu sou uma pessoa digna, porque aprendi com meu pai a ser digno. Não para pedir dinheiro, mas para pedir um emprego. O filho volta e o pai atônito e surpreso, recebe aquele filho como se fosse um outro nascimento. E o filho mais velho, com uma característica de incompreensivo, com uma característica de impaciente, interpela o pai. Mas pai, como é que pode? Meu irmão aí torrou tudo, né? deu um estouro. A senhora fazer uma festa aqui para ele. E eu, Pai, tô aqui com o senhor há 30 anos, que acordo mais cedo que a que as galinhas para dar bom dia pros passarinhos. O Senhor nunca fez nada por mim. E o pai maduro, paciente, com uma perspectiva panorâmica sobre a vida, diz: "Meu filho, não se preocupe com isso. Não se preocupe com isso, porque tudo que tem aqui é seu. Tudo que eu quero na minha vida é educar você e seu irmão. Vamos comemorar a volta do seu irmão que a gente nem sabia de notícia. A gente nem sabia se tava vivo ou se estava morto. E ali o Cristo nos apresenta três analogias, três analogias do nosso comportamento. A avareza, a inveja e o amor, que é o que mais nos caracteriz caracteriza. Mas a parábola do filho pródigo é o mundo ideal da paternidade barra maternidade. E no nosso dia a dia, em relação à convivência familiar,

inveja e o amor, que é o que mais nos caracteriz caracteriza. Mas a parábola do filho pródigo é o mundo ideal da paternidade barra maternidade. E no nosso dia a dia, em relação à convivência familiar, nós temos outras perspectivas, porque nós temos o viés do egoísmo. Nós temos o viés da restrição, da compreensão da vida a perspectiva material. E a realidade que nós vemos por aí em algumas estruturas familiares é de abandono, é de dar as costas, como se nós, enquanto espíritos, enquanto, enquanto filhos de Deus, fôssemos seres desprezíveis. Mas conforme já dito aqui, a gente não sabe a realidade do outro. E não julguemos ou não tentemos julgar uma realidade que a gente não conhece. O Espiritismo nos apresenta lá nas questões 920 e 921 que a felicidade, a felicidade plena, a gente não atinge nessa atual reencarnação. E aqui esse pensamento tem uma bifurcação. A primeira, quando nós estivermos num completo estado de felicidade, a título de exemplificação, num estágio de enamoramento que falta fôlego. Pensa que é uma felicidade plena, ainda não é. E por outro lado, em sentido oposto, quando nós estamos tristes, contestando os porquês da vida. E são nesses momentos de tristeza, são nesses momentos em que nós contestamos os porquês da vida, que nós podemos acender uma lanterna interna sobre um pensamento que nos é de fábrica, cujo nome é bem pequenininho, bem pequenininho, mas a dimensão é indescritível. A fé. Em relação ao componente familiar, o Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 14, item 8, vem registrar que nós temos duas estruturas de família, a família corporal e a família espiritual. e pela lei do progresso. Como o amor ao longo dos séculos ele vem se reverberando, hoje em dia nós temos as famílias adotivas, que são as substitutivas. E lá no Evangelho Segundo Espiritismo, existe um registro no sentido de que o nosso ambiente familiar é um reencontro. E aqui a gente amplia um pouco, a gente tenta abrir a concha dessa pérola de raciocínio, porque a família corporal,

smo, existe um registro no sentido de que o nosso ambiente familiar é um reencontro. E aqui a gente amplia um pouco, a gente tenta abrir a concha dessa pérola de raciocínio, porque a família corporal, ela vem a ser efetivamente um reencontro de espíritos simpáticos ou de espíritos antagônicos. No livro Missionários da Luz, André Luiz faz um registro sobre o reencarne de uma pessoa chamada Segismundo. Quase que não voltava no seu processo lá com o seu pai Adelino e com sua mãe André Luiz traz Raquel. Obrigado, Patrícia. André Luiz traz o seguinte registro, ele tá lá com os mentores, aí tá vendo ali aquele processo de planejamento reencarnatório. Planejamento reencarnatório significa que a cegonha espírita não erra. Quanto mais a gente contesta uma família, quanto mais a gente diz: "Não pedir para nascer, não pedir para ser seu pai, que filho ingrato." Mas a gente tem razão, porque muitas vezes a gente implorou por uma chance. Meu Deus, me de mais uma chance, só mais uma. Aí Deus diz assim: "Não, meu filho, não é só mais uma não. Não, só mais uma. Me ajeite, meu filho. Não é só mais uma. É, eu já aprendi. Aí Deus deve rir assim, com pensamento bem amoroso. Aí deve dizer assim, lá íntimo dos seus fluidos: "Meu filho sabe de nada, inocente. Vou lhe dar mais uma". E lá André Luiz vem comentar, se ele fosse lá do do sertão do Nordeste, André Luiz fala dessa maneira, desse jeito. Tem alguém aqui do Nordeste? Talvez vocês se identifiquem com o que eu vou falar agora, com sutaques. Fala assim, certamente que adaptando, tá, pessoal? Rapaz, vocês não sabem o que eu tô vendo aqui. Eu tô assistindo um processo de planejamento reencarnatório. E eu acho que isso não vai dar muito certo não, porque esse povo aí duelou em outra reencarnação. São intrigados literalmente de ponta de faca. Mas Deus é tão bom. tão bom que vai dar não uma nova oportunidade. E sabe como é que vai ser? Vai ser assim. Adeline e Segismundo, que se mataram em um duelo pelo amor de Raquel na última reencarnação,

as Deus é tão bom. tão bom que vai dar não uma nova oportunidade. E sabe como é que vai ser? Vai ser assim. Adeline e Segismundo, que se mataram em um duelo pelo amor de Raquel na última reencarnação, vão se reencontrar e aquele ódio visceral vai se transformar em uma relação de pai e filho. Aí é como se os mentores apertassem André. André, mas como assim? De onde vem esse raciocínio? E André Luiz, com o seu pensamento ainda limitado lá da colônia espiritual de nosso lar, diz assim: "Não sei, só sei que foi assim, porque os mentores me dizem que a gente não consegue acessar ainda ainda os bastidores de Deus". Aí vem a gente do movimento espírita com a missão desafiadora de falar o que é Deus. Deus é uma percepção neurossensorial. Chega a essa conclusão momentâneo. Aí no processo de planejamento reencarnatório, Sérgio Mundo se assusta porque pensa que não vai dar conta. e Adelino Titubeia. Aí tem uma reunião, uma reunião no plano espiritual. Se fosse em uma perspectiva reencarnatória lá no Nordeste, seria uma conversa para tomar café com bolachaçada. E lá André Luiz trata mais um bastidor de um processo de planejamento reencarnatório. Porque quando a gente volta pro planeta Terra para passar por mais uma oportunidade reencarnatória, não é como se fosse uma topada por tô no ventre. Passa longe de ser assim. O a nossa volta é cartesianamente planejado. Algumas vezes, a depender do nosso merecimento, a gente participa do planejamento. Outras vezes, a depender do nosso processo de desajuste, é a misericórdia divina que cuida. Mas a certeza, a certeza que nós temos é que ninguém, ninguém está à deriva. Porque numa perspectiva de imortalidade da alma, todos nós estamos um pouco ainda devedores do amor de Deus. E a misericórdia de Deus é tão pontual que ela nos coloca em situações pedagógicas pra gente aprender. E no nosso processo de planejamento reencarnatório, quando a gente tá lá na erraticidade, sem ainda a limitação do corpo, a gente pensa que vai aguentar o tranco.

ações pedagógicas pra gente aprender. E no nosso processo de planejamento reencarnatório, quando a gente tá lá na erraticidade, sem ainda a limitação do corpo, a gente pensa que vai aguentar o tranco. E às vezes a gente diz até assim, ó, eu tenho uma chance aí de participar, pera aí que a gente vai fazer uma reunião. Aí faz a reunião, aí vai estudar o nosso histórico, como chama aqui em Brasília, vai puxar a capivara, aí puxa a capivara, aí tá aqui Mário. Só na última Mário matou três e mandou matar dois e ainda fez fofoca de um em 100. E esse povo tá tudo credor. Aí vem, Mário, é o seguinte, a gente pesquisou aqui teu histórico e pelo que a gente te conhece aqui, a gente te acompanha há uns 500 anos, só aguenta conviver com um e olhe lá. Aí Mauro, disse: "Não, eu mudei, claro que eu consigo mais. Faz o seguinte, bota aí na minha família um que eu matei, um que eu mandei matar e o outro que eu fui omisso. E se eu tiver um creditozinho para sair no Pix espiritual, uma pessoa que eu fiz uma fofoca >> e bota o resto no trabalho. e bota o resto no trabalho e no movimento espírito. Mas a misericórdia divina, ela é tão pontual que ela disse: "Não, Mário, você não segura esse tão espiritual, não. Vai só um, aí volta". E às vezes o que vem é um espírito antipático. Aí vem os conflitos. os conflitos familiares. O que é que justifica, por exemplo, dois irmãos da mesma ascendência, com a mesma criação, terem comportamentos antagônicos e conflituosos? a depender do caso, as que a gente pense as inferências psíquicas, mas dentro do espiritismo, a gente tá aqui falando sobre espiritismo, é uma ascendência espiritual, é um reencontro. E às vezes a gente se compromete do lado de lá a cuidar de alguém. a gente se compromete a cuidar a do lado de lá, a ser pai, a ser mãe, vem assim em uma perspectiva completamente platônica, mas todos nós estamos sujeitos aos equívocos. Todos nós estamos sujeitos à questão 895 do livro dos espíritos e que é um registro que um dos maiores obstáculos

uma perspectiva completamente platônica, mas todos nós estamos sujeitos aos equívocos. Todos nós estamos sujeitos à questão 895 do livro dos espíritos e que é um registro que um dos maiores obstáculos que nós temos ao progresso é o interesse pessoal. A gente se compromete e nem sempre a gente executa com o que se compromete. E aí o que fazer? Cada um sabe de si. Por exemplo, essa perspectiva de orfandade de pai e mãe viva pode começar, por exemplo, na gestação. Pode começar, por exemplo, na perspectiva de recém-nascido na primeira infância. Pode ser um abandono completo, pode ser uma negligência, pode ser um pai ou uma mãe que se preocupe com a perspectiva material. Pode ser uma um pai e uma mãe que pense que só dar bens materiais é suprir o filho. Mas é muito difícil falar sobre esse tema. Porque a gente vai tratar a respeito da realidade subjetiva do outro. E aí quando a gente vem falar sobre a realidade subjetiva do outro, é um universo, porque nós somos o universo em si. As nossas relações sociais, quando a gente valida alguém no começo, é ótimo. É ótimo. E os nossos processos de desvinculação, os nossos processos de mágoa, por exemplo, eles começam de uma relação de amizade. Eles começam de uma relação afetiva. Isso não é espiritismo, isso é lógica. Um exemplo, a não ser um choque fluídico, é muito difícil a gente se encontrar com a pessoa que nunca viu, que nunca conviveu e repulsá-la. Aí a gente vem falar um pouco de espiritismo, que é o que importa. A partir da questão 939, o livro dos espíritos traz um assunto incrível, uniões antipáticas, que é a primeira vez que eu li esse tema, uniões antipáticas. Que coisa mais sem sentido. Como é que pode ser uma união antipática, né? A própria estrutura da expressão, ela é antagônica, ela não se sustenta. A gente vai ler o texto, a gente vai estudar a provocação de Kardec da 939, salvo me engano, até a 941a, que ele vem falar mais ou menos assim: "Olhe, vamos prestar atenção, porque Jesus nos ensina que nós somos seres de amor

a gente vai estudar a provocação de Kardec da 939, salvo me engano, até a 941a, que ele vem falar mais ou menos assim: "Olhe, vamos prestar atenção, porque Jesus nos ensina que nós somos seres de amor e as nossas relações antagônicas, elas possuem um viés independente Dente das relações antagônicas que nós temos, elas possuem um toque de intercessão, que é um convívio pacífico em outra hora, que por um motivo ou outro se implodu, que por um motivo ou outro se esvau. Os espíritos nos falam: "Tentemos ponderar, porque o outro, assim como a gente, tem a própria realidade e o próprio caminho." Por que que a gente tá falando isso no tema órfã de pais vivos, de pais e mães vivos? Porque às vezes um processo de maternidade, um processo de paternidade, um processo de construção familiar, ele começa no mundo dos sonhos, lá na parábola do filho pródigo, que se planeja uma família. Aí quando se tem a dinâmica da família, aí vem a perspectiva de dissipar, a perspectiva de se frustrar. Pode ser, por exemplo, em uma perspectiva hipotética, não que vá acontecer, um casal que se dava bem, que decide ter um filho. E depois de certo tempo de convivência familiar, o casal passa a se desentender e o casal decide divorciar. E um ou outro, por um motivo que lhe for pertinente, não supera o término da relação. E pelo nosso estado de imperfeição moral, nós temos a infeliz tendência de escutar numa criança. A gente tá falando de um assunto tratado pela lei do homem de alienação parental. que quem passa por alienação parental sabe a dor que é, sabe que tenta fazer o ter o controle de tudo para proporcionar uma vida amorosa para aquela criança. E deve doer muito. Deve doer muito saber que não tem o controle da situação. Se questionar por aquela pessoa tão amorosa em outros tempos se abre aspas transformou fecha aspas. E aqui eu não vou fazer um julgamento porque não me cabe julgar ninguém. Se tem uma coisa que o Espiritismo me ensina em termos de convivência, é que só me cabe me julgar. O outro, por exemplo, em um cacoete

eu não vou fazer um julgamento porque não me cabe julgar ninguém. Se tem uma coisa que o Espiritismo me ensina em termos de convivência, é que só me cabe me julgar. O outro, por exemplo, em um cacoete social, eu não julgo, eu falo mais ou menos assim: "Fulaninho é assim, assim, assim, assim". não é querendo julgar não, mas eu acho isso. Então, nesses nossos processos de alienação parental, existem dois danos. O dano emocional e o dano espiritual. E o dano emocional, muito embora a justiça do homem reconheça por uma ação de dano moral, por uma indenização, por um arbitramento de pensão, ele não vai suprir a lacuna da criança, porque amor não se compra, afetividade não se compra, presença carinhosa, Não tem dinheiro no mundo que pague. O que a gente tem que entender em relação aos nossos processos é que o Espiritismo vem apresentar a perspectiva do pensamento imortal. Se a gente passa ou se a gente conhece alguém e uma orfandade de pai vivo, de mãe viva, tentemos, não que vá conseguirmos compreender, mas façamos uma prece, porque aquela estrutura familiar é um reencontro. É muito forte que eu vou dizer agora. Aprendi com Arold Dias num vídeo de uma palestra. Ele fala mais ou menos assim: "No espiritismo não existe vítima e nem algós. No espiritismo, nós colhemos o que nós plantamos. O que é que se quer dizer com isso? que por trás dessa atual estrutura familiar aparentemente desequilibrada, existe todo um combo centenário, às vezes até milenar, de socialização. E graças a Deus que nós temos o evangelho do Cristo para raciocinar. Graças a Deus. Para quem por para quem porventura também seja espírita, nós temos o espiritismo para ampliar a nossa forma de ver o mundo. Todos nós, todos nós somos seres de amor, feitos por amor e para o amor. que todos nós temos uma força gravitacional indescritível, indescritível de sermos amados. E a depender das nossas inferências, a gente vai reagir de uma forma ou outra. Um processo de frustração pode se transformar em uma mágoa, mas um processo de frustração

indescritível de sermos amados. E a depender das nossas inferências, a gente vai reagir de uma forma ou outra. Um processo de frustração pode se transformar em uma mágoa, mas um processo de frustração pode se transformar numa oportunidade de se reequilibrar-se. Durante muito tempo na minha vida, eu pensei que eu me frustrava com as pessoas. Aí nada melhor do que a filosofia espírita que vem ensinar que no nosso processo de socialização, a nossa frustração é apenas uma carência, uma carência que nós temos de sermos amados. Esse vínculo familiar que nós temos hoje vai cessar, porque o corpo padece, como já padeceu em outras reencarnações. O Espiritismo vem nos apresentar uma reflexão incrível que o nosso processo de socialização familiar é uma oportunidade de aprendizado. E aí, se nós estamos como filhos na condição de abandonados, na condição de órfãos, na condição de estarmos mergulhados nos porquês da vida, porque aparentemente nada justifica um pai e uma mãe tem uma rejeição pelo um filho. Quando nós estivermos imersos nesses pensamentos, lembremos que a vida, ó, vai muito além disso, vai muito além da atual estrutura corpórea. Por outro lado, se nós formos pais, se nós formos mães e tivermos um processo de repulsa do filho, que por um motivo ou outro demos as costas, tentemos fazer um juízo de ponderação, porque sempre é tempo. sempre é tempo, conforme a leitura inicial aqui, de mudarmos os nossos pensamentos. Podemos ter vergonha, podemos ter falta de interesse, podemos ter o que seja, mas procuremos a fagulha divina que habita os nossos corações. Porque os reencontros dependem da gente, não depende do outro. Porque quando a gente tá em um processo de reencontro, às vezes o outro não pode entender. Mas quando a gente se reencontra consigo e entra na rota do Cristo, a própria divindade, a própria divindade nos coloca em situações semelhantes, não idênticas. Porque conforme Jesus ensina, qual é um pai bondoso que um filho pedindo um pão dá uma pedra? Qual é o pai bondoso

ia divindade, a própria divindade nos coloca em situações semelhantes, não idênticas. Porque conforme Jesus ensina, qual é um pai bondoso que um filho pedindo um pão dá uma pedra? Qual é o pai bondoso que o filho pedindo um peixe da serpente? nem um a orfandade de pai e de mãe vivo é difícil, principalmente para quem é filho, porque não entende. E a depender do caso, se for um abandono lá na primeira infância, aí é que não entende mesmo. Que a pessoa se conteste. Meu Deus, que foi que eu fiz? Meu pai nunca quis saber de mim. Ou às vezes quando é numa fase da adolescência, pelos próprios erros da imperfeição inerente ao espírito, o filho pode se contestar: "Meu Deus, queria mais uma oportunidade pro meu pai acreditar em mim. Queria mais uma oportunidade para ter um abraço da minha mãe. Queria tanto que eles esquecessem o que eu fiz. Mas aí, minha gente, a gente não tem um controle da mágoa do outro. Se tem uma coisa que o Espiritismo ensina é vibrarmos amor, é vibrarmos esperança, é procurarmos preenchermos os buracos afetivos que nós temos. na lei de sociedade, que ela nos apresenta a lei de amor. Em uma perspectiva analógica e metafórica, a vida reencarnatória funciona como se fosse um jogo de tétris, que é aquele joguinho que tinha antigamente. Eu sou da época antes do celular. Antes do celular tinha um joguinho que a gente comprava, era igual um celular e ficava assim para encaixar as peças. Aí, a depender da imperfeição do espírito, quando dava tudo errado, o espírito jogava peça assim no chão, indignado. Porque nós ainda não estamos acostumados a viver na adversidade. Se o nosso pai nos abandonou, paciência. Se a nossa mãe não quer saber da gente, ponderação. Porque a paternidade e a maternidade, conforme registra a questão 562 do livro dos espíritos, é uma missão. E todos nós, segundo registra o espírito de Emanuel no livro Pão Nosso, nos encontraremos com as nossas atitudes. Se a gente passa por um processo de abandono afetivo, tentemos reformular, tentemos continuar

nós, segundo registra o espírito de Emanuel no livro Pão Nosso, nos encontraremos com as nossas atitudes. Se a gente passa por um processo de abandono afetivo, tentemos reformular, tentemos continuar e saibamos que esse tipo de orfandade não deixa de ser uma oportunidade de nós respeitarmos o outro, de nós acolhermos o outro. de nós aprendermos a amar o outro. Porque se tem uma coisa que o evangelho ensina é que a dor da alma, a dor da alma, ela é curada com o tempo, com a fé e com o amor. Quando eu tava vindo para cá, que eu sou desastrado, eu cortei o dedo mais uma vez. Aí começou a sangrar eu em cima da hora para vir pra palestra. Aí lá vai lavar com água e sabão sangrando. Parece uma cachoeira. Aí não tinha um bandeiro para colocar. Vamos embora assim mesmo. E quando tava vindo olhei pro dedo, tava doendo. E acho que foi um espírito que falou isso para mim. Mário, olhe pro seu dedo. Essa dor vai passar. Se for o caso, se for o caso, vai ficar uma cicatriz. Mas pensa, Mário, na dor da alma. que é invisível, que é silenciosa, que às vezes nem sequer sara, quanto mais cicatriza. Aí eu parei, aí olhei o dedo uma anestesia espiritual. Porque o evangelho na sua prática, porque o evangelho passa longe de ser só leitura. O evangelho passa longe de ser uma palestra. O evangelho é a prática. social. Tem um pensamento que eu aprendi com Jesus. Quem vê assim pensa até que eu conheço Jesus, né? Tem um pensamento que eu aprendi com Jesus que é alteridade. Alteridade é uma relação de troca. E quando Jesus conversa comigo, Jesus conversa comigo do mesmo jeito que conversa com a gente. Jesus procura o nosso psiquismo. Jesus nos sonda. Aí quando Jesus conversa comigo, ele vem falar em alteridade, ele vem falar em troca e, principalmente ele vem falar em esperança, nos encaminhando pro final. Deixa eu ver se tem uma pergunta aqui no YouTube. Deus queira que não tenha difícil, né? Senão não dá tempo. Boa noite, Larissa lá de Belém. Larissa nos assistindo. Miriam, Andreia, vamos

o pro final. Deixa eu ver se tem uma pergunta aqui no YouTube. Deus queira que não tenha difícil, né? Senão não dá tempo. Boa noite, Larissa lá de Belém. Larissa nos assistindo. Miriam, Andreia, vamos parcelar, André. Vamos ter fé. Miriam. Miriam tá com a pergunta. Nós a luz vermelha. Vou tentar responder. Miram, me ajuda aí. E quando o pai já na gestação meio que rejeitou o filho, será também um plano reencarnatório que fizeram? Miriam, olha só. Não sei, porque o espiritismo ele não nos apresenta respostas prontas. Pode ser que sim, pode ser que não. Mas essas situações de bastidores, Miriam, a gente não sabe, porque cada um sabe de si. Miriam, se o pai abandona ainda na gestação, ele não é pai adjetivo, Miriam. Ele é pai substantivo. Se o pai abandona ainda na gestação, ele não sabe o que é ser pai. pode até saber um dia, mas não vai saber a completude da paternidade. E não julguemos, porque cada um de nós se reencontra consigo e com a justiça divina. Quando a gente fala em amor, e aqui a gente já se encaminha pro final. Quando a gente fala em amor, é muito difícil pensar que um pai e uma mãe abandone um filho. Por outro lado, quando a gente fala em amor, mire, nós não podemos, mas nós temos a certeza que esse tipo de pai e esse tipo de mãe ainda não conhecem o que é o amor de Deus e vão conhecê-lo nos seus processos. de arrependimento, porque o tempo passa, pode até passar por algumas décadas, alguns anos, mas o arrependimento chega e a consciência cobra. Quem fala isso é Jesus na parábola dos talentos sobre choro e ranger de dentes. Haverá um dia, Miriam, Patrícia, pessoal aqui presencialmente, virtualmente, que esses processos de abandonos paternais e maternais nos causarão vergonha. Vai chegar um dia que esses processos, mas é lá na frente, lá na frente, nos causarão lembranças de uma época remota. E vai chegar um dia também lá na frente que a gente não vai conviver mais com isso. Até lá, até lá. Vamos aprendendo, nos auxiliando e falando em um lenitivo para os órfã de pais vivos e de mães

mota. E vai chegar um dia também lá na frente que a gente não vai conviver mais com isso. Até lá, até lá. Vamos aprendendo, nos auxiliando e falando em um lenitivo para os órfã de pais vivos e de mães vivas chamado evangelho. Para finalizar, no evangelho de Marcos, Jesus chama lá sua trupe e diz: "Olhe, idegai o evangelho". Aí passa o tempo, passa o tempo, passa o tempo. Aí vem Francisco de Assis atualizar o pensamento. Olhe, idegai o evangelho. Se preciso, se preciso, utilizai as palavras. Porque o evangelho não tá no discurso, o evangelho tá no comportamento. Aos pais que já abandonaram seus filhos e vivem um eventual processo de remorço. Pensemos no amor de Deus e pensemos na possibilidade de reencontro. aos filhos abandonados, que tanto tem uma lacuna dentro de si, que consigamos preenchê-la com amor de Jesus. Porque o Cristo nos ensina no capítulo 10 do Evangelho de João que amor em abundância. Muito obrigado e fiquemos em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. >> Mário, como filha de nordestino, o que eu mais gostei nessa palestra de hoje e eu não esperava ouvir numa palestra espírita foi a versão cordel do planejamento reencarnatório de Sejismundo. E Ariano Suaçuna também de onde estiver deve ter amado escutar o jargão lá do Chicó. Não sei, só sei que foi assim no planejamento reencarnatório de Sejis Mundo. Foi incrível, adorei. Tô brincando. Mas eh esse assunto, essa temática é extremamente atual, né? A gente vê, infelizmente, hoje muitos, muitos, muitas crianças, muitos adolescentes, órfãos de pais vivos, que são educados pelas telas dos computadores, dos celulares, dos tablets, onde os pais muitas vezes trocam a responsabilidade de dizer um não, de impor limites pela facilidade desses instrumentos, né, desses mecanismos, dessas ferramentas, eh, que tanto agradam as crianças e que muitas vezes não substituem de forma alguma a presença de um pai que assumiu perante a responsabilidade divina, a responsabilidade de colocar esse espírito muitas vezes num lugar de

as crianças e que muitas vezes não substituem de forma alguma a presença de um pai que assumiu perante a responsabilidade divina, a responsabilidade de colocar esse espírito muitas vezes num lugar de aprendizado, mas também de ensino. Nós educamos os nossos filhos com o que nós temos de melhor, mas nós aprendemos demais com eles também, porque é uma troca desse espírito que vem sobre a nossa tutela, mas que, como o Mário muito bem colocou aqui, nós não sabemos as nossas histórias de vidas anteriores. Então, o filho de hoje foi o irmão, o pai, o tio, o primo de outras vidas. E nós não sabemos, não nos recordamos. por da misericórdia divina ter unido e nos dado essa oportunidade de estarmos novamente com esse espírito. Então, nós que somos pais, nós que somos filhos, façamos valer a oportunidade de estarmos com quem quer que esteja nesse papel hoje de filho, de pai, de mãe junto conosco, abençoando as atitudes que tenham, mesmo que sejam atitudes indevidas aos nossos olhos, mesmo que sejam atitudes que nós não tivéssemos ou que não teríamos nunca, mas são nossos pais, nos geraram a vida. Só estamos aqui porque um dia aceitaram esse compromisso. E nós que somos pais estamos aqui com uma responsabilidade incrível, uma oportunidade incrível nas mãos de auxiliarmos esse espírito numa conduta diferenciada de pensamento e de vida. Então, eh, um tema muito interessante. Eu quando tinha visto em casa a temática, eu falei: "Nossa, que que legal que poderei estar lá ao vivo escutando o Mário e eu adoro seu sotaque, viu? Aliás, eu adoro sotaques, né? A toa que eu namoro um paraense." Queridos, então vamos pra prece final, né? Já sorrimos, já choramos, né, Mário? E vamos, então, já nos emocionamos hoje e palestra boa é assim, né, gente? A gente ri, a gente se emociona e a gente sente a presença da espiritualidade amiga a cada um de nós, intuindo no ponto em que nós precisamos. Se nós estamos aqui hoje, se aos nossos ouvidos chegou essa mensagem, é porque nós necessitávamos delas. Então, vamos

a espiritualidade amiga a cada um de nós, intuindo no ponto em que nós precisamos. Se nós estamos aqui hoje, se aos nossos ouvidos chegou essa mensagem, é porque nós necessitávamos delas. Então, vamos fechar os nossos olhos mais uma vez. Aqueles que desejarem apenas prazerar o contato visual com o que nos cerca. E vamos agradecer, agradecer, mestre Jesus pela oportunidade de aprender a amar a cada instante, pela oportunidade de conhecer essa doutrina que é puro amor, que nos educa, que nos ensina a termos com o próximo uma relação completamente diferente daquela que tivemos outrora. Nós, mestre Jesus, que ainda somos crianças espirituais, tentando aprender uns com os outros a arte do amor incondicional, arte essa que tu exemplificaste também para cada um de nós. permita que nós consigamos lançar um olhar, um sentimento, um pensamento, já que iniciamos não aleatoriamente, não à toa a leitura eh que abriu a palestra foi sobre o pensamento, que nós possamos lançar nesse momento um pensamento de gratidão ao nosso pai, onde quer que ele esteja, encarnado ou desencarnado, por nos ter dado a vida. a nossa mãe encarnada ou desencarnada em qualquer parte deste país ou deste mundo, que nós possamos também emanar um pensamento de gratidão, seja ele ou ela, quem for, tenham eles os comportamentos que tenham, que nós possamos sentir gratidão em nosso coração. Porque eu acredito, Mestre Jesus, que a gratidão é um sentimento que anda de braços dados com o amor e que o nosso amor possa alcançá-los. E também, Mestre Jesus, aqueles que são pais, que tendo uma conduta de muito amor, de responsabilidade, ou até mesmo quem nos assiste, talvez tendo uma conduta que se aproxima o abandono, que possam, como Mário colocou, ter no fundo de sua alma a sensação de que sempre é tempo de mudança, de que sempre é tempo de se melhorar, de procurar esse filho onde quer que esteja, de mudar o seu comportamento. de ensiná-lo e educá-lo a amar e junto com esse ensinamento aprender sobre o amor. Mestre Jesus, gratidão pela

e se melhorar, de procurar esse filho onde quer que esteja, de mudar o seu comportamento. de ensiná-lo e educá-lo a amar e junto com esse ensinamento aprender sobre o amor. Mestre Jesus, gratidão pela oportunidade que nos destes nessa noite de hoje de ouvir o nosso irmão Mário, de refletirmos sobre nossas posturas com nossos pais, com nossos filhos, mas não só com esses que são das nossas famílias corpóreas, mas com todas as crianças, com todos os jovens, com todos os adolescentes que nos cercam na sociedade atual. que nós também nos sintamos responsáveis por esse futuro, futuro do nosso planeta, que são as crianças e os jovens sobrinhos, afiliados, netos que nós temos e que temos a oportunidade de ensinar-lhes também, por meio das nossas atitudes, o teu evangelho de amor. sejamos melhores a cada dia e que possamos fazer um mundo um pouco melhor a cada dia com o teu amor espalhado, esparramado por toda parte. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos irmãos, quem for ficar para o passe, permaneça em silêncio, eh, refletindo sobre tudo que ouvimos aqui hoje e eh aguardem serem chamados pelos seus números correspondentes. Uma boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia.

lo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta

E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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