Momentos Evangélicos com Marcel Mariano • Mansuetude

Mansão do Caminho 18/05/2025 (há 10 meses) 1:14:50 20,343 visualizações 3,298 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #evangelho #mansuetude

Transcrição

Boa noite. Vamos na nossa reunião doutrinária no sábado à noite. Vamos nos preparar para a prece de abertura. Senhor e Mestre amado Jesus, reunimo-nos, ó Senhor, como de outras feitas, para estar alguns instantes contigo. Tu que nos conheces na profundidade das nossas almas, nós vos rogamos as vossas bênçãos para os próximos minutos no desenvolvimento das nossas ações, na palestra do nosso irmão Conduze também os nossos pensamentos em louvor à vida, em louvor a Deus, nosso pai criador. os nossos agradecimentos a vós que sempre estais conosco em todos os instantes, momentos felizes e outros não menos felizes. A nossa gratidão, portanto, a vós, ó Senhor, te pedimos que possas conduzir o nosso irmão na sua longa jornada em direção ao plano celestial, a nova morada, a verdadeira vida, a vida causal. abençoa-o e recebe-o como teu irmão que foi fiel a ti no desenvolvimento das ações, sempre divulgando o cristianismo e o espiritismo por toda essa face da terra. Abençoa-nos. permaneça instantes mais conosco e que assim seja. Antes da nossa palestra com o nosso irmão Marcel Mariano, eu gostaria muito de tecer alguns comentários a respeito dos últimos acontecimentos com a desencarnação de Valdo Franco, né? Os últimos seis meses foram seis meses bastante difíceis. Difíceis para nós que convivimos com ele, mas difíceis também para ele. Não foi um período fácil. Eu diria que realmente foi o caminho da redenção, né? Uma redenção que é conquistada com muito ardor, com muita dedicação, no caso dele, com muita convicção, resignação. O Divaldo conseguiu desenvolver isto e compreendeu bem esses minutos de provas finais da existência. Nós temos assim uma grande gratidão por inúmeras pessoas que nos ampararam e nos socorreram, que nos deram apoio em diversos momentos. Obviamente eu colhi aqui alguns nomes, mas não vou conseguir citar todos porque foram muitos, muitos, muitos. E possivelmente eu tenha me esquecido de colocar algum nome aqui, né? E antecipadamente eu peço perdão por não

aqui alguns nomes, mas não vou conseguir citar todos porque foram muitos, muitos, muitos. E possivelmente eu tenha me esquecido de colocar algum nome aqui, né? E antecipadamente eu peço perdão por não atender a todos aqueles que com dignidade nos ajudaram, nos auxiliaram nos minutos finais da existência do Divaldo. Eu queria, em primeiro lugar agradecer ao corpo médico que a situação com Divald começou em novembro do ano passado, né, onde teve um aquela situação do câncer, que o câncer foi curado, não restou resquício nenhum. Ah, a morte dele não foi fruto do câncer, né? foi realmente um organismo já bem debilitado, com algumas sequelas, obviamente, do câncer, do tratamento, mas também problemas de respiração, problemas renais. Então isso foi complicando ao longo do tempo, né? Teve uma, digamos assim, no começo de toda a situação, quem tomou à frente do assunto foi a Dra. Clarissa Matias. A Dra. Clarissa Matias é uma médica oncologista. Ela é muito conhecida internacionalmente, ela é espírita, então ela tomou à frente todo o corpo médico e o desenvolvimento de todas as ações foram sempre através dela. Ela comandava toda a operação que foi que foi desenvolvida e idealizada para o tratamento do Divaldo. Então, ela realmente faz juos conhecimentos e a nobreza do caráter dessa senhora médica e de reconhecimento internacional, Dra. Clarissa Matias. Junto a ela tem uma equipe que trabalha muito com ela, que é a doutora a Rafaela Cândido e o seu esposo, Dr. Marcos. Esses três, nos minutos finais da existência do Divaldo, próximo da desencarnação, eles passaram o dia inteiro, né? Passaram o dia inteiro, deram assistência de minuto a minuto, sem jamais se afastar, né? A Dra. Rafaela realmente foi espetacular. E Dr. Marcos também. Às vezes tinha um problema, o Divaldo, a gente chamava ele, ele vinha de madrugada, ele mesmo saía, comprava remédio, trazia, aplicava. Espetacular, né? Então não tem palavras que eu que eu digo aqui que vai agradecer o reconhecimento da Dra. Rafaela, Dr.

ele, ele vinha de madrugada, ele mesmo saía, comprava remédio, trazia, aplicava. Espetacular, né? Então não tem palavras que eu que eu digo aqui que vai agradecer o reconhecimento da Dra. Rafaela, Dr. Marcos e da Dra. Clarissa. O Dr. Márcio Café era da parte de nutrição. Dr. Márcio Café tem uma um laboratório em Salvador especializado em alimentação enteral e parenteral. Então toda todos os recursos médicos na parte de nutrição especializada ele fez Dr. Márcio Café. E até o último instante, quando o Divaldo começou a ter alimentação pela através da graçostomia, é uma alimentação interal, então essa alimentação vinha todo fornecida pelo Dr. Márcio Café, né? Junto com ele trabalha a Dra. Mônica, Dra. Mônica Leal também é da equipe do Dr. Márcio Café. O Dr. Fábio, Dr. Fábio foi o fisioterapeuta que teve uma participação muito grande no início também na parte fisioterapia com Divaldo. O nós tínhamos tínhamos não temos um grande médico psiquiatra muito amigo nosso, o Dr. Caribé. Eu direi que o Dr. Caribé o é o médico psiquiatra mais conhecido aqui em Salvador, tá? sempre deu um apoio também na parte de tratamento da saúde do Divaldo, os remédios, né, que às vezes são necessários nesta fase, junto com o Dr. Caribel, outro médico psiquiatra que vocês conhecem, que é o Dr. Leonardo Machado. Dr. Leonardo Machado, que é palestrante, espírita, eh professor na faculdade lá em Recife, sempre está aqui presente conosco, né? também deu um apoio muito grande a Dra. Mariama, a Dra. Mariama, ela que fez a implantação da gastrostomia, a cirurgia que foi feita no hospital e depois quando se colocou o bottom, ela também veio pessoalmente e fez o serviço. Então teve uma participação muito grande a Dra. Mariama, o Dr. Delson Machado é um médico urologista e fez o tratamento das vias urinárias do câncer, também ajudou no câncer da bexiga, né? O nosso médico aqui presente, sempre Dr. Edilton Costa, que é morador aqui da mansão do caminho e sempre que necessário estava presente. O esposo da Dra. Clarissa, Dr.

ajudou no câncer da bexiga, né? O nosso médico aqui presente, sempre Dr. Edilton Costa, que é morador aqui da mansão do caminho e sempre que necessário estava presente. O esposo da Dra. Clarissa, Dr. César Matias também se fez presente. Então, vejam que foi uma equipe, eu citei alguns, eu tem mais médicos, principalmente do Hospital Santa Isabel, que quando ele iniciou o tratamento do câncer foi no hospital Santa Isabel. Os médicos Santa Isabel e as enfermeiras espetaculares, né? Sempre que ele foi também ao Hospital São Rafael, também a equipe médica do Dr. Hospital São Rafael deram tratamento espetacular para ele, né? Nós tínhamos sempre um corpo de enfermagem presente. Nós temos uma senhora que mora conosco aqui, que é a enfermeira Gerolina Sampaio, também esteve presente depois ela sofreu um acidente e não pôde mais dar assistência que vinha dando, mas foi uma pessoa muito importante no tratamento do Divaldo e e de outros moradores da ela. Ela assistiu muito o tio Nilson também na época do tio Nilson que desencarnou, né, há 13 anos. Depois tem a enfermeira, que trabalha aqui no nosso posto médico, importantíssima. Nós tivemos um apoio também do home Care, que é da empresa chamada Home Doctor, e lá nós tínhamos a Jace, a Regina, o Gonçalo e o Gian. Esses eram os enfermeiros que tinham, nós tínhamos romer 24 horas por dia, né? Era sempre uma pessoa do Romer e uma pessoa nossa, que seriam os filhos da casa que nos ajudaram muito, né? Que foi Otaviano, que Otaviano foi uma figura muito importante e constante, né? Ah, o Neizinho que tá aqui também teve uma participação, o Lucas que trabalha na livraria também às vezes dormia de noite para ajudando. A Carminha que também é filha do Divaldo, nos ajudou bastante, né? Obviamente outras pessoas mais filhos, né? Que eu não vou citar que é seria impossível citar todos, né? as tias da casa que nos ajudaram também diversas, né? Então, em termos de hospitais, o Hospital São Rafael, hospital Santa Isabel, essa empresa chamada Romo Doctor e a Vital, a Vital

citar todos, né? as tias da casa que nos ajudaram também diversas, né? Então, em termos de hospitais, o Hospital São Rafael, hospital Santa Isabel, essa empresa chamada Romo Doctor e a Vital, a Vital Med também eh nos deu um apoio também constante, inclusive no velório e no sepultamento, né? Vocês viram que no velório tinha duas ambulâncias e no sepultamento tinha uma uma. Isso tudo o serviço da da vital média, né? Nós tínhamos o apoio também do governo do estado, tava aí a Polícia Militar, do governo municipal, tava aí a polícia municipal, né? O prefeito Bruno Rei esteve pessoalmente no sepultamento. A nossa vice-prefeita Ana Paula, ela é espírita, muito amiga nossa, tá sempre presente, né? Qualquer coisa que a gente precisa, a gente fala com a Ana Paula. Ela é um é o nosso canal dentro do município, né? Teve também a deputada Olívia Santana, teve ela se fez presente também. O senhor Nivaldo Vieira, ele foi o representante do prefeito lá de Feira de Santana, que é o prefeito José Ronaldo, a quem agradecemos. O Bosque da Paz também foi espetacular, né? Quando nós dissemos que o sepultamento era para Divaldo Franco, o proprietário lá do Bosco da Paz, que tinha uma dívida da família dele para Condivaldo Franco, então todas as operações de sepultamento eh não teve custo nenhum, não pagamos absolutamente nada e ainda deram um jazigo perpétuo em nome do Santo Espírito Caminho da Redenção, né? todo o coffee break, aquela movimentação, buscar o corpo, levar o corpo, levar as flores, trazer flores, tudoam tudo, né? a Polícia Militar do Estado da Bahia também, que nós temos um bom relacionamento com eles, a Polícia Municipal, a imprensa, diversos canais, não só os canais assim de televisão, de rádio, de jornais, mas hoje em dia tem muitos blogs, muitos canais internacionais tiveram aqui, CNN e outros, né? Nós vemos diversas entrevistas a todos eles sempre de forma positiva, né? Muito, foram muitos, muito amigos, corteses e eu tenho uma imensa gratidão a à imprensa que tiveram sempre ao nosso

utros, né? Nós vemos diversas entrevistas a todos eles sempre de forma positiva, né? Muito, foram muitos, muito amigos, corteses e eu tenho uma imensa gratidão a à imprensa que tiveram sempre ao nosso lado, nos auxiliando aí em todos os momentos, né? Eh, agradeço aí a diretoria da mansão do Caminha, a minha diretora tesoureira, a Tânia Menezes, a minha diretora secretária, que é a Rose Musci, né, ao vice-presidente que é Jorge Beira, ao Conselho para Assuntos Econômicos e Fiscais também na pessoa de Valdir Beira, da Luziane Bahia, de Marcelo Neto, que mora em Miami, né? Nós tivemos a uma participação muito grande também dos dos colaboradores da mansão. Essa preparação do velório fiz uma reunião com ele segunda-feira à 7 horas. Acho que já tava mais ou menos prevendo a situação da desencarnação do Divaldo. Eu dei roteiro. Então eles tiveram essa ação. Em dois dias prepararam tudo, né? Dois dias. Viraram a noite de terça e deixaram tudo pronto, né? Então eu agradeço muito ao Júnior que é nosso gerente para é o gerente administrativo financeiro, a Lilit que é do gestão de pessoas, a Sabrina que é captação de recursos e a nossa Lívia que é da parte comunicação. Agradeço a eles pelo pelo trabalho que fizeram, aos voluntários também da mansão do caminho. Nós temos mais de 400 voluntários, né? Então isso aí foi tudo muito importante. Todo aquele aquele velório, o momento velório, aquela, não digo decoração, aquela ambientação que foi feito, um rapaz chamado Pedro Caldas, a gente chama ele de peu, ele tá aqui, é amigo nosso, né? Ele montou tudo com a equipe dele, ele é especialista nesse tipo de trabalho. Ele virou a noite e deixou tudo pronto, né? Nós tivemos aqui a presença de muitas pessoas que vieram do estrangeiro, de outros estados. Eu queria reconhecer isto porque eu acho importante, né? O Milciades lescano, é do Paraguai, ele veio com os dois filhos, né? Ele tinha deixado aqui porque ele veio pro workshop, foi e voltou, pegou o avião lá e veio para cá. O Jonas Pinheiro, que é de São Paulo, um

es lescano, é do Paraguai, ele veio com os dois filhos, né? Ele tinha deixado aqui porque ele veio pro workshop, foi e voltou, pegou o avião lá e veio para cá. O Jonas Pinheiro, que é de São Paulo, um amigo nosso também, tem uma instituição espírita, pegou o avião e veio. O nosso amigo Laudelino Risco, que é lá de Cascavel, no Paraná, veio o presidente da Federação Espírita da Brasileira, o Jorge Godinho, veio junto com o Rabelo, que é amigo nosso, e também com Carlos Campete. Eles vieram para se fazerem presente. Um um grande voluntário também, o Assis de Omar, que veio lá de Mato Grosso, também veio a dona Eraci Campos e seu esposo, o Cloves. Nós tivemos assim a representação artística, foi o Carlinhos Brau que gostava muito do Divaldo, tinha uma admiração grande pro Divaldo. É um rapaz muito culto, né? Ele realmente se expressa muito bem, além de ser uma uma um grande cantor, uma grande alma no Carlinhos Brown. E sempre que tem um evento, qualquer coisa que a gente precise, ele sempre se faz presente. Então, reconheço e a minha gratidão a ele, né? Também nós tivemos lá a presença do do médium Florense Antô, né, que tem uma casa espírita aqui em Salvador, que é nosso amigo. Ah, a presidente do Conselho Espírita Internacional não poôde comparecer, mas veio o esposo dela, que é o seu João Corgold. A Já tá com uma problemática de coluna e não poôde comparecer. Eu agradeço aí ao Júnior e o Sérgio que nos deram todo o apoio na TV Web Mação do Caminho, o seu Antônio Barreto. Antônio Barreto é que promove lá sempre o congressos espíritos lá em Vitória da Conquista. Esse ano acho que vai ser o 62º. Ele é presidente da União Espírita de Vitória da Conquista. Esteve presente também o presidente da FEB, seu Luciano Crispim e o vice-presidente Marcos Machado. Nosso amigo, nosso irmão palestrante Paulo de Tarso, a dona Ednólia Peixinho tava presente também, meu amigo Adilto Buglies e a Jucinara Buglies, amigos mesmo de muito de longa data, né? A palestrante Jelma Coelho, o Wellerson

alestrante Paulo de Tarso, a dona Ednólia Peixinho tava presente também, meu amigo Adilto Buglies e a Jucinara Buglies, amigos mesmo de muito de longa data, né? A palestrante Jelma Coelho, o Wellerson Santos também e diversos outros amigos em geral. que eu eu peço perdão, senão vou ficar aqui a a noite inteira dizendo o nome de todo mundo, né? Mas eu eu peço que todos então a minha gratidão, profunda gratidão mesmo, né? Que eu vi quanta quanto o Divaldo era amado e era querido no mundo inteiro. No mundo inteiro. O WhatsApp assim não parava, o telefone não parava de chegar a mensagem. mensagem, mensagem do mundo inteiro, não dava tempo de responder, né? E, aliás, eu nem respondi algumas porque não deu tempo, né? Eu tenho que agora condensar, passando para nosso secretária os agradecimentos para ser para ser feito a todos, né? Então, eu queria deixar aí esses minutos iniciais de reconhecimento profundo a todos aqueles que nos ajudaram, auxiliaram pelas preces, pelas orações, pelos bons pensamentos, né? E o Divaldo merecia isto aí mesmo, porque ele era um homem especial. Eu convivi com ele 35 anos e não era não era um homem normal, né? Eu sempre diversas pal diversas entrevistas eu disse que era um anjo que desceu à terra e realmente era, né? era de uma bondade, de um coração extremado e e fez juz, né, a esse caminho luminoso que ele deixou na sua na sua desencarnação. Essas pegadas que a gente fala sempre das pegadas luminosas que ele deixou para todos nós, para que nós, os seus seguidores, pudéssemos seguir o caminho que ele trilhou, né? Ele deixou o exemplo, deixou o modelo, né? que nós naturalmente à medida que formos evoluindo, através das múltiplas reencarnações, iremos aprendendo e seguiremos também no caminho do bem, né? diversos eh diversas pessoas da da instituição, as tias, o diversos colaboradores também tiveram presentes alunos das escolas, muitos alunos, né, tiveram tanto aqui no velório quanto no sepultamento. Então, meus irmãos, muito obrigado aí pela atenção de vocês e mais uma vez eu

ores também tiveram presentes alunos das escolas, muitos alunos, né, tiveram tanto aqui no velório quanto no sepultamento. Então, meus irmãos, muito obrigado aí pela atenção de vocês e mais uma vez eu a minha gratidão profunda e meu reconhecimento a todos por esse grande amor que vocês expressaram nesses dias, Adivaldo Franco. Eu passo agora a palavra ao nosso irmão Marcel Mariano para o desenvolvimento da palestra da noite de hoje. M obrigado. Meus amigos, minhas amigas, caros internautas que nos acompanham pela TV Web Mansão do Caminho. Este é nosso primeiro reencontro pós regresso do inesquecível missionário ao plano espiritual. Inegável reconhecer que desde que ele fez 80 anos, 18 anos atrás, ele já vinha costumeiramente neste cenáculo e em lugares do Brasil, se referindo à partida breve. breve para nós tem uma acepção, pro mundo espiritual tem outra. Isso ocorreria 18 anos depois. Mas ele vinha preparando essa separação física, de modo a que tivéssemos tempos de nos acostumar em algum momento, como agora com a ausência física dele, como a de tio Nilson, de saudosa memória, nos deixou há 13 anos. Mas a obra continua. Cooperadores, servidores, voluntários continuarão fazendo da casa o caminho da redenção e a redenção de muitos caminhos. Na noite de hoje foi nos designado extrair de compromissos de amor de uma capa belíssima, obra de 11 anos atrás, uma página delicada da benfeitora Anália Franco. Essa mulher notável nasceu em Rezende, no Rio. Depois foi radicar-se em São Paulo, onde casou em 1906. e se tornou uma emérita escritora, oradora, professora, educadora e fundou mais de 70 escolas no interior de São Paulo. Portanto, se vê que a linha dela de trabalho era a linha da educação. 1919, portanto, há pouco mais de 105 anos, 106 anos atrás, ela também foi vítima da gripe espanhola. Ela também, porque a gripe espanhola levou em 18, um ano antes, Eurípedes Bassarnulfo, o apóstolo da mediunidade de sacramento. Mais de 100.000 1 brasileiros a ocasião pereceram com essa

pe espanhola. Ela também, porque a gripe espanhola levou em 18, um ano antes, Eurípedes Bassarnulfo, o apóstolo da mediunidade de sacramento. Mais de 100.000 1 brasileiros a ocasião pereceram com essa enfermidade que chegou ao país e nós não tínhamos as prevenções médicas sanitárias que estamos temos hoje, até porque estamos saindo há pouco da grande pandemia de Covid19, o coronavírus, como era chamado, ou uma expressão do SARS, a gripe asiática. E enquanto aquela matou 53 milhões de pessoas na Terra, a gripe espanhola, esta, a COVID, seifou a vida em torno de 30 milhões de pessoas no mundo. Não há estatísticas nem da China, nem da Rússia. Portanto, o que estamos falando aqui é absolutamente estimativo, de acordo com a Universidade Americana John Hopkins, que fez uma estimativa sem esses dois países que não forneceram quantos pereceram lá de COVID. O nosso Divaldo teve COVID, anunciou aqui várias vezes, ficou com aquelas sequelas daquela tosseca, incomodativa, que ele procurava superar com bom humor, característica própria dele, que sempre teve um humor extraordinário. Ele ria das próprias dificuldades, fazia piada das próprias limitações quando elas apareciam, o que demonstra o profundo amor dele pela vida, pelo encantamento da existência fecunda, profíqua e riquíssima de valores iluminativos para milhões de pessoas na terra por onde esteve. Essa obra de 11 anos atrás, de 14, é de diversos espíritos que aditaram, entre os quais está Náia Franco. E nessa página suave, ela aborda sobre a mansuetude, a faculdade de ser manso, o que nos levou desde a temática fornecida e do convite para esta noite, a fazer uma pesquisa nos utilizando de uma outra obra do Chico, fomos entender como é que o evangelho chega à terra e 2000 anos depois permanece incompreendido na obra A Caminho da Luz de 1938, psicografada num período de 28 dias o livro. Entre agosto de 38 até meados de setembro, Chico recebe uma obra potentosa, onde Emanuel faz uma espécie de narrativa desde o Big Bunk até o

a Luz de 1938, psicografada num período de 28 dias o livro. Entre agosto de 38 até meados de setembro, Chico recebe uma obra potentosa, onde Emanuel faz uma espécie de narrativa desde o Big Bunk até o século XX. E Emanu tinha uma característica da síntese. Ele escrevia pouco, dizia muito. Temos hoje muita gente na Terra que escreve muito e não diz quase nada. Mas Emanu era o espírito de síntese. E ele vem dizer de que rezam as tradições, palavras textuais dele, rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os orbes, os planetas, as estrelas, existe sempre uma comunidade de espíritos puros. E o nosso sistema solar, Sol, oito planetas mais Plutão, que foi desmerecido, perdeu status de planeta. Os nove planetas do sistema solar, há uma comunidade de espíritos puros. Portanto, primeira ordem, classificação de Kardec no livro dos espíritos, no item 100, onde Jesus é um dos membros divinos dessa comunidade. Mas se gerou dois pensamentos no nosso movimento para Leon Deni, o emérito escritor contemporâneo de Allan Kardec. Jesus é governador espiritual da terra. Para Emanuel, Jesus é um dos governadores estilo colegiado do sistema solar. Não vamos abrir conflito Emanuel ou Leonê. Apenas um colocou situando em torno da Terra e o outro o sistema solar do Sol até o nono planeta conhecido. O que ocorre é que a Emana diz que fazendo parte dessa comunidade de espíritos puros eleitos pelo próprio Senhor do universo, Deus, esse espírito Jesus Cristo que nós conhecemos na história, só se só essa comunidade só se reuniu com ele por duas vezes ao longo destes bilhões de anos. duas vezes a reunião. Eles fazem pouca reunião e decidem muito. Aqui na terra tem gente que se encontra muito e não decide nada. Então, a primeira reunião, a construção do planeta Terra. O sol teve uma grande explosão, espalhou massa no espaço e um desses fragmentos gigantesco foi situado na terceira órbita depois de Mercúrio e de Vênus. Estamos a 149.600.000 km do Sol, portanto, na chamada órbita habitável, na zona

espalhou massa no espaço e um desses fragmentos gigantesco foi situado na terceira órbita depois de Mercúrio e de Vênus. Estamos a 149.600.000 km do Sol, portanto, na chamada órbita habitável, na zona habitável, nem quente, nem frio. A comunidade se reuniu e decidiu criar este planeta. E isso, segundo a ciência, há 4 bilhões 500 milhões de anos atrás. Tudo isso é estimativo. A Terra passando por todos os períodos até ter condições de abrigar vida, passando por todas as eras glaciais, a da era dos dinossauros, o pleceno, a a era carbonífera e outras, até ter estrutura de acolher a vida humana. Isso tem 10 milhões de anos atrás. Aí a comunidade destes espíritos nobres se reúne pela segunda vez para planejar a descida à terra de um dos seus membros. E a escolha, a indicação cai sobre o espírito que teria o nome de Jesus Cristo. Isso porque a Terra estava recebendo espíritos atormentados de um outro orbe, um planeta que circula a estrela capela na constelação do cocheiro. E essa turma que tocava o terror lá foi mandado para cá. Jesus recebeu, orientou essa turma e prometeu a eles: "Oportunamente descerei ao orbe para levar a mensagem do meu evangelho." Deixou uma mensagem gravada nas almas. Por isso que Emanuel se refere que nesse passado, antes do cristianismo, todas as culturas dão conta de que um missionário, Messias, um grande expoente viria à terra trazendo uma mensagem renovadora. seja de maneira explícita ou implícita, todos os povos tinham essa noção, porque era estava no psiquismo de cada um. Oportunamente, vários povos começaram a se formar, como as castas de Israel, os grupos da Índia, os egípcios e os árias, os quatro grandes ramas de onde vem a maioria dos outros povos. E esses povos foram se orientando conforme sua cultura, seu conhecimento, as tradições daquele mundo que vinha de Capela, um mundo sem nome. Capela é a estrela, não é o planeta que circula em torno da estrela, deve ter um nome próprio para lá. E eles, portanto, foram desenvolvendo sua cultura já bastante conhecida da

la, um mundo sem nome. Capela é a estrela, não é o planeta que circula em torno da estrela, deve ter um nome próprio para lá. E eles, portanto, foram desenvolvendo sua cultura já bastante conhecida da história. Chegou o momento apropriado, 20 séculos atrás, 2000 anos, que este ser baixou sua vibração ao máximo e encarnou. Eu não disse ré, eu disse encarnou na Judeia, especialmente em Nazaré. Mas o nascimento dele é situado em Belém de Judá, conforme a tradição, para coincidir com as profecias acerca da tradição da família de Davi, o rei lendário. Seja em Nazaré ou em Judá, como diria Amélia Rodrigues, não é importante onde ele nasceu, quando ele nasceu. O importante é que ele nasceu. que é fundamental. Ele vem e convive conosco historicamente 33 anos e passa-nos a mensagem do evangelho de duas maneiras. Primeiro, um evangelho falado, reuniões com o seu grupo de 12, onde ele passou as instruções para os 12 que iriam sucedê-lo, compreenderem exatamente a dificuldade de semear numa cultura fechada, misógena, patriarcal, materialista. Tinha Deus, mas não abria a mão dos tesouros da terra. Hipócrita. e uma série de outros defeitos morais para plantar ali. do que naquela cultura dos hebreus, dos judeus, dos israelitas, alguém deveria sair daquelas comunidades para levar o evangelho para os gentios, os estrangeiros, romanos, partos, egípcios, gregos, mesopotâmicos. E Paulo de Tarso, na sua tarefa missionária, após o drama de de Damasco, ele chegou a ir até a região que seria hoje da Iugoslávia. Ele esteve na Macedônia e ele teve também na Península Ibérica, levando a Espanha a mensagem. Então aquele homem caminhou mais de 25.000 km a pé. Raramente usava barco e não consta que ele se valesse de animais. montaria cavalo ou dromedário ou camelo. Paulo preferia mesmo a caminhada. E muitas vezes à noite era surpreendido pela madrugada densa, quando ele não sabia quando a estava próximo à vila, nem ia retornar de onde partiu. Ele dormia ali mesmo no meio do mato, deitado no chão entre escorpiões e

ite era surpreendido pela madrugada densa, quando ele não sabia quando a estava próximo à vila, nem ia retornar de onde partiu. Ele dormia ali mesmo no meio do mato, deitado no chão entre escorpiões e cobras venenosas, para na manhã seguinte colocar-se a caminho da tarefa missionária. Então, o que aquele homem Paulo de Tarso fez é impressionante para os dias atuais. considerando as dificuldades da época que ele atravessou. Então, o primeiro passo é trazer a mensagem falada. O evangelho tem que ser falado, tem que ser pregado, comentado. E o melhor discurso e o maior discurso já proferido por o homem na terra, sem sombra de dúvida, é o sermão da montanha. Ali está a síntese e Mateus anotou com maestria as bemaventuranças. onde em certo trecho ele vai dizer: "Bem-aventurados os mansos, porqueão a terra". Aí nós temos que vamos ver mansuetude, a faculdade de ser manso. Mas o evangelho também tinha um outro lado pedagógico, a vivência. Então, Jesus uniu a intensa vivência, a postura, o que ele fazia, demonstrava claramente o que ele pregava. O que ele pregava é o que ele fazia. Aí desmontava os críticos. Não se tinha como atacá-lo porque a conduta dele era irrepreensível, não dando margem a enganos, a equívocos, com quanto ele desafiasse o que estava posto na lei de então. alguns pensadores que Jesus não só destituiu todo o acervo de Moisés, Jesus destituiu o material deixado por Moisés, menos o decálogo, porque não era de Moisés, com exceção do decálogo, que foi ditado por vozes espirituais no monte Sinai, no Sinai, eis que todo material de Moisés, que eram leis humanas, especialmente no Deuteronômio, em Número e em outros, aquele material, Jesus com a frase e disse: "Aprendeste o que foi dito. Eu, porém, vos digo coisas novas. Tradução na linguagem de hoje. Eu sei que vocês estão apegados àquilo que Moisés deixou. Pega esse material, descartem. serviu para uma época e para uma circunstância. Agora, a mensagem não pode ser só justiça implacável, draconiana. Agora, a lei é de amor.

gados àquilo que Moisés deixou. Pega esse material, descartem. serviu para uma época e para uma circunstância. Agora, a mensagem não pode ser só justiça implacável, draconiana. Agora, a lei é de amor. Temos que aceitar as diferenças e os diferentes, convivendo com eles, o que não significa anuência a todo tipo de loucura. O manso não é a pessoa abobalhada, não é a pessoa desmemoriada, a pessoa que sofre de lacidão moral e aceita tudo que tá aí. O manso não é isso. Geralmente associamos a mansidão à ovelha. A ovelha é o animal muito dócil. Às vezes quando ela ataca, bota para quebrar. Ela não vai paraa tosquia de bom grado. Se se faz a tosquia nela, de onde retira a lã, mas ela vai berrando, balindo, criticando aquela violência com que é levada. E ela pode ocasionar com os seus chifres, os seus cornos, ela pode prejudicar a pessoa, sobretudo se tiver desprevenida a pessoa, porque ela pega a pessoa e aquilo pode quebrar ossos na pessoa tamanha a força que o animal tem, mas via de regra ele é cordato. Então, a mansuetude na criatura humana sendo uma qualidade, um valor espiritual, ele é a mansidão de atravessar as dificuldades do caminho, mas se chamado a opinar, falará, mesmo que contrarie o posto, o estabelecido. Senhor, não é permitido operar aos sábados porque Deus teria descansado no sábado, depois de fazer o mundo em seis dias, no sétimo descansou. Ainda hoje temos igrejas que seguem rigorosamente essa tradição. Às 18 horas da sexta-feira param tudo que estão fazendo e só retomam a atividade às 18 horas do sábado. Até lá não funciona. É a observação do sábado. Jesus propôs: "O homem foi feito para o sábado ou sábado para o homem? Quem quiser que responda, fiquem à vontade. Aqui não vou trazer cada um que faça sua reflexão. Então Jesus coloca isso aí. Se o teu animal e deu o exemplo pedagogicamente ele fechava as suas questões. Se o teu animal, a tua limária, o teu burro, o teu jumento, cai no buraco no sábado, tu só vai buscá-lo no domingo e deixa o animal morrer, mas ele é tua

pedagogicamente ele fechava as suas questões. Se o teu animal, a tua limária, o teu burro, o teu jumento, cai no buraco no sábado, tu só vai buscá-lo no domingo e deixa o animal morrer, mas ele é tua sobrevivência. É dele que vem o auxílio para entrar o pão em casa. Então, comecem a observar o sábado por outro aspecto. E ele passou a curar, quebrando esse padrão que existia. Temos aqui uma moeda. De quem é essa esfige? É de César. Ah, é? Então, dê a César o que é dele e a Deus o que é dele. Quem quiser que entenda qual é a moeda de César, é a moeda do mundo. Qual é a moeda de Deus? É a renúncia, são os valores, a abnegação. Ele separava ali o espiritual do material, mas ele deixava o indivíduo pensar por ele. Ele não pensava pelos indivíduos. Ministrava a lição e fazia com que cada um começasse a cogitar. O terreno semeado, o terreno escolhido na época foi o mais difícil, mas o alto fez, preparou a missão de maneira impecável. Segundo, ele tinha que descer numa comunidade que já tinha um aspecto positivo, era monoteista. Os judeus tinham um deus só. Todos os outros povos estavam tomados por deuses. Se formos para o Egito, Ises, Orusos, Anubes, Amon, vários deus. Se formos para Roma, a mitologia herdada dos gregos, entre os babilônicos, entre os caudeus, a figura de Baal Moloque, hoje chamada de o bezerro de ouro, era a sua representação. Se formos para o Oriente, Índia, Paquistão, China e outros países, encontraremos uma variedade imensa de deuses. Somente na Índia há 300 milhões de deuses adorados. do rato ao elefante, conforme a localidade da Índia. Naquele período, só os judeus acreditavam em um Deus único. Então, temos uma ilha de monoteísmo cercada por oceanos vastos de politeísmo. Ele tinha que ver ali porque ele tinha que ter uma base, uma estrutura. Então, descalando de um Deus único, mas ele enfrentava os desafios de uma raça que tinha profundo orgulho da própria raça. Então, Deus veio pra gente. É, e para os outros, a concorrência. Deus é conosco, a concorrência fica para os outros.

ele enfrentava os desafios de uma raça que tinha profundo orgulho da própria raça. Então, Deus veio pra gente. É, e para os outros, a concorrência. Deus é conosco, a concorrência fica para os outros. Ele vem impactar e implodir essa tese, demonstrando de que Deus não distingue filhos, nem dá prêmio, nem dá castigo. Deus tem leis imutáveis, perfeitas, que nem ele pode alterar. Deus não pode alterar suas próprias leis, porque não se alteram o que são perfeitos. E ele deixa que o indivíduo faça o que lhe der na telha, bem ou mal, porque para o bem ou pro mal, pro desatino ou pro acerto, haverá consequências, haverá resultados. E a divindade não educa nem reeduca seus filhos pela violência. O Deus daqueles dias era o Deus de ira. Olha, a ira de Deus cairá sobre vós. Então, Deus se irava. Deus tinha paixões, defendia o povo e massacrava os outros. tentar fazer o amor entrar nessa nesse nesse amálgama teológico onde Deus é uma justiça implacável, é um guerreiro, é um cabo de guerra, é um general, é um comandante de milícia que leva um povo a destruir outro povo, não é tarefa fácil, tinha que ser confiada a um espírito puro. E ele vem e articula isso com 12, 10 pescadores, o 101eiro, coletor de impostos e o 12º comerciantes em Queriote. Judas 10 não sabiam nem ler e nem escrever. A turma só sabia pescar, desbastar o peixe, levar ao mercado e vender, pegar o dinheiro, comprar víveres paraa família e voltar para casa. Nada disso. Mais Mateus sabia ler, escrever e dominava outros idiomas, como o latim e o grego, porque era coletor de impostos, lidava com muita gente. E Judas Iscariotes era comerciante, excelente matemático. A ele coube a tesouraria do grupo. O resto analfabeto. Fica imaginando se Jesus dissesse a Deus depois de olhar os 12 assim: "Meu pai, é esse o material com que eu vou trabalhar na terra? É o que eu pude arranjar, mas se você quiser, eu lhe arranjo os doutores do Sinédrio. Quer? Não, não, não, não. Obrigado, obrigado. Deixa esse material aqui mesmo. Porque trabalhar com os

ar na terra? É o que eu pude arranjar, mas se você quiser, eu lhe arranjo os doutores do Sinédrio. Quer? Não, não, não, não. Obrigado, obrigado. Deixa esse material aqui mesmo. Porque trabalhar com os doutores do CINE seria muito mais difícil. Só ali só tinha raposa criada. Raposas Anã e outros que passaram por ali, eram pessoas vinculadas à casuística, vinculadas ao oportunismo, tinham corrupção e desfavores de suas vidas morais ocultadas em roupas e imaculadas. Mas ele se referiu a estas criaturas. Jesus era manso em alguns momentos, em outros era enérgico. Vós sois sepulcros caiados. Por fora a brancura, por dentro podridão, decomposição. Ele sabia porque ele olhando cada ser, a sua visão de raio X penetrava as almas. Ele sabia quem era quem do passado. Ele era o bom pastor e o bom pastor conhecia todas as suas ovelhas pelo nome. Então ele sabia quem estava preso a cruzes invisíveis. A dele era de madeira, era visível. A dos outros, de modo geral, é invisível. Cada um tá carregando a sua. Então, com aquele material, ele teve tempo de preparar durante três anos, dialogando em momentos particulares, longe do público. Então, ele tinha dois ensinamentos. para o povão, para a massa, um ensinamento como o sermão da montanha, para o grupo, um ensinamento mais fechado, mais hermético, de modo que era mais com grupo processual, como lidar com as anfractuosidades, com as dificuldades dos lugares onde ele ia. Para a massa é a consolação, porque a massa está desesperada, a massa tá aflita, tá faminta, está desguarnecida, está vulnerável, desamparada. Seus países invadidos pela cultura romana, qualquer reação era sufocada em banhos de sangue pelo romano. O romano gostava de governar para dividir. Na divisão ele administrava. Roma adorava ensuflar as divisões internas e deixar os próprios grupos internos se matarem. Roma ficava de camarote assistindo. Agora, se se o grupo se sublevasse contra Roma, aí Roma esmagava. Mas enquanto fosse tricas internas, o romano jogava gasolina na

óprios grupos internos se matarem. Roma ficava de camarote assistindo. Agora, se se o grupo se sublevasse contra Roma, aí Roma esmagava. Mas enquanto fosse tricas internas, o romano jogava gasolina na fogueira e dizia: "Morram queimados vocês. Vocês querem brigar com suas questiúnclas religiosas? Matem-se agora. Ninguém toque em César. Não deixem de pagar o imposto porque aí senão é a gente que vai agir." Era assim que Roma fazia. Ele tinha que preparar isso. Há o episódio de que Nicodemos, um doutor da lei, tocado pela magia e pelo fascínio de Jesus, solicitou uma entrevista de madrugada. Jesus aquiu e ali ministrou o ensinamento sobre a reencarnação. Vos é necessário nascer de novo. Mas senhor, como é que pode ser isso? Eu já sendo velho, voltar ao ventre de minha mãe? O homem entendeu na literalidade. Jesus equacionou. Tu és mestre em Israel e desconhece isso, Nicodemo? Foi Jesus que se impressionou. Tava diante de um doutor da lei que não sabia isso. Eu te falo de coisas materiais, você não entende. Imagine se eu te falar de coisas espirituais, o espírito sopra onde quer. Falou, falou. O doutor ficou confundido, mas já saiu pensando. Jesus tinha esse condão. Ele confundia para levar o indivíduo a pensar. O doutor da saiu dali para pensar. Tiago e João estavam presentes na entrevista. Tiago entusiasmado, mas senhor, essa lei dos renascimentos é fantástica. Eu resgatar numa vida futura aquilo que fracassei na vida presente é a misericórdia de Deus. Leva amanhã esse ensinamento ao povo. Jesus se volta para Tiago e Tiago, acaba de sair daqui um doutor da lei que não me entendeu. E você quer que eu amanhã leve isso para o povo que entende menos do que ele? Não, Tiago, eu vou rogar ao Pai que vai vos enviar o consolador prometido, o Espírito de verdade. Ele vai resgatar tudo que eu disse, acrescentar coisas novas que vocês presentemente não podem suportar. E nós tivemos que aguardar 18 séculos, como é tardio o nosso aprendizado. Tivemos que aguardar 1800 anos até chegar o Espiritismo na Terra

ntar coisas novas que vocês presentemente não podem suportar. E nós tivemos que aguardar 18 séculos, como é tardio o nosso aprendizado. Tivemos que aguardar 1800 anos até chegar o Espiritismo na Terra para resgatar o pensamento de Jesus. E se valendo da filosofia socrática e da ciência materialista, comprovar os seus próprios postulados lentamente. A cada dia, a cada período, os postulados espíritas vão sendo confirmados pela ciência. O que o Espiritismo disser, a ciência tem que confirmar, senão ficaremos com a ciência abandonando o espiritismo. Se a ciência se adiantar além da doutrina espírita e esta não puder lhe acompanhar, nós temos um dever moral, deixar o espiritismo e seguir a ciência. É que o espiritismo está lá à frente dizendo: "A ciência está vindo atrás confirmando". Brasil de tempo, laboratório, desenvolvimento de tecnologia, avanços, conceituações, teses, discussões científicas, até firmaram postulado. Mas nossa área é a mansuetude. E, portanto, Jesus convidava que o indivíduo não resistisse ao mal. Mas, senhor, e se o ladrão me atingir num momento de fortúnio, de roubo, me atacar, eu vou reagir? A nossa resignação, a resignação cristã espírita, ela não é estática. Mactub expressão, está escrito, deixa como tá. Se Alá disse que eu vim para ser pobre, Mactub, eu vou ser pobre, não vou fazer nada para reverter a minha condição de miséria, de pobreza. Não é essa a nossa concepção, nem a predestinação. A nossa resignação é dinâmica. Eu sofro, sei porque sofro e busco sair das matrizes que causa sofrimento sem me valer das armas do mal. Portanto, a resignação do indivíduo tem que ser dinâmica, sempre trabalhando para superar as dificuldades e os óbitos, porque entende que são ferramentas de natureza evolutiva que melhoram, aperfeiçoam, lapidam o indivíduo para outros estágios mais à frente. Portanto, a mansuetude passa a ser uma doutrina de comportamento num ambiente que hoje estamos enfrentando, no dizer aqui de nossa anália Franco. Ela vem dizer que estamos enfrentando dias

s à frente. Portanto, a mansuetude passa a ser uma doutrina de comportamento num ambiente que hoje estamos enfrentando, no dizer aqui de nossa anália Franco. Ela vem dizer que estamos enfrentando dias desafiadores, porque o normal tem sido a resistência e não seja de estranhar uma sociedade mundial altamente polarizada. Ou você é da direita ou você é da esquerda. Ficar no meio não serve. Você tem que ir pros extremos na política, por exemplo, ou super rico ou então você vai ficar pobre. A super beleza, a busca da beleza, o corpo perfeito. E os indivíduos fazem de tudo para ter os corpos apolíneos que recordam, recordam Apolo, Deus da beleza entre os gregos. Na verdade era o Deus mensageiro, o Deus da beleza era um outro. Aí o indivíduo consegue um corpo extraordinário, amanhã ou depois sucumbe. Há um ateroma, há um ataque cardíaco fulminante, há uma problemática suave, uma bactéria e vai embora. E o indivíduo assinalado por inúmeras enfermidades permanece aí resistindo contra o tempo a e no tempo, contra o tempo e no tempo prosseguindo até uma idade longeva. Portanto, o importante não é viver muito, é viver intensamente. Mesmo que se viva pouco, tem uma vida intensa voltada para o bem, para as ações de nobreza, de dignidade, de iluminação interior de si e iluminação do outro. A mansuetude é não criar a resistência, fazendo até mesmo com que o mal passe. Allan Kardec, com muita justiça em obras póstumas, deixou um escrito dizendo que em 1856, um ano antes da publicação do livro dos espíritos, estamos falando aqui do professor Rivail, ele fazia as anotações no seu gabinete examinando aquelas sessões parisienses de mesas girantes, mas já examinava os cadernos que iam resultar em o livro dos espíritos. Quando em uma certa residência, o espírito de verdade, o guia mais alto da cotificação, ditou uma mensagem por uma médium, Rivail, se refere ao nome dele como pedagogo, nada de Kardec. Rivail, contra ti se assularão ódios, serás objeto de crítica, de punhaladas pelas costas. Teus melhores

itou uma mensagem por uma médium, Rivail, se refere ao nome dele como pedagogo, nada de Kardec. Rivail, contra ti se assularão ódios, serás objeto de crítica, de punhaladas pelas costas. Teus melhores amigos vão te trair. E disse o Calvário que ele ia atravessar. por estares trabalhando nisso, mas se perseverares, nós do lado de cá vamos te sustentar. Já era uma advertência. O professor Riva poderia naquele período ele dizer: "Opa, vou nada. Se só tem miséria aqui, até punhalada vou receber". Olha, muito obrigada. Agradeço a indicação minha, não quero isso aí. eu vou cuidar de minha família e tocar pedagogia pra frente. Ele aceitou e foi. 10 anos depois, 10 anos e meio depois, no ano de 1866, já tinha publicado a Gênese no ah, o céu e o Inferno no ano anterior e eles se preparar para lançar a Gênesis 68, o último livro. Ele então escreve uma nota. Escrevo essa nota 10 anos e meio depois que li o recado do Espírito de Verdade. E digo aqui claramente: tudo que ele me disse me aconteceu. Fui alvo de crítica, de pedradas. Meus melhores amigos me traíram. Fui apunhalado pelas costas. Quem falava bem na minha frente me escomungava pelas costas. Fui traído por amigos. Aí ele conta tudo que ele passou. Mas nunca tombei. Os espíritos nunca me negaram a sua ajuda. E hoje, acima da inferioridade humana, quando eu observo o espiritismo consolando as vidas, secando as lágrimas, levando os indivíduos à esperança, ao otimismo e alegria, eu vejo que todas aquelas pedradas não me atingiram, rasparam-me a pele e foram embora, mas não me feriram. Estou cansado. Ele várias vezes no fim da vida foi advertido pelo Dr. Deberry, que era o médico dele em vida e depois desencarnado, que disse: "Mestre, descanse, não precisa, não se afadigue tanto, a obra tá indo bem, não, mas eu tenho muita coisa para fazer". Ele contrariava o médico dele trabalhando até que o gigante, o corpo não aguentou e com 65 ele saiu da terra, né? codificador 31 de março de 1869, às 11:30 da manhã, ele via romper com a neurisma cerebral. Então ele

o médico dele trabalhando até que o gigante, o corpo não aguentou e com 65 ele saiu da terra, né? codificador 31 de março de 1869, às 11:30 da manhã, ele via romper com a neurisma cerebral. Então ele anotou que tudo aquilo aconteceu, mas ele nunca foi desamparado. Então, Kardec era o protótipo da Mansuetude porque lidou com pessoas que criticavam a sociedade de Paris, o método dele, mas ele prosseguiu para nos legar a revivescência do cristianismo, especialmente no Evangelho Segundo Espiritismo, que resgata a mensagem de Jesus para esclarecer as passagens e aqueles momentos que ficaram duvidosos acerca das falas metafóricas. parabólicas que se utilizou para dizer grandes verdades hoje perfeitamente reveláveis à luz da ciência, da teologia espírita e também da filosofia do pensamento socrático. Então, ela se refere a essa mansuetude. E aqui eu recordo que Edivaldo várias vezes contava nos nos monumentos os momentos do movimento Você e a Paz. E quando ele fez 70 anos, ele fez uma reflexão, a vida dele até os 70 anos, mansão do caminho, caminho da redenção, mas ele achava pouco. Aquela vida dinâmica, ele não achava pouco. Ele então chamou Pimenta, companheiro que militava aqui conosco, disse: "Pimenta, vamos elaborar um, eu tô com a ideia de fazer um movimento que divulgue a paz fora das casas espíritas, na rua. Como seria o modelo? Caminhada não. Caminhada não é bom, porque quando a gente vai pela via pública, os carros não passam. A gente tá em paz, mas o povo tá em guerra. Quem tá dentro do carro, seja uma coisa num logradouro, numa praça, a gente vai para lá e faz um discurso não espírita conclamando as pessoas a se desarmarem, a não violência. nasce o movimento em 98 até a edição do ano passado que foi no Pelourinho. Então ele contou isso. Isso levou a pregar no mundo, em vários lugares do mundo, Europa, América do Sul, várias cidades do Brasil, fazer o movimento durante o período da pandemia até online. movimento você a paz quando era presencial nós chegamos a visitar

vários lugares do mundo, Europa, América do Sul, várias cidades do Brasil, fazer o movimento durante o período da pandemia até online. movimento você a paz quando era presencial nós chegamos a visitar com ele, grande equipe daqui, a estalagem ou galpão onde a beijaflor de Nilópolis, a escola de de samba campeoníssima do Rio, a última campeã desse ano, ali naquele telheiro onde eles fazem os seus ensaios, nós tínhamos 3.000 1 pessoas para o movimento você e a paz. Ali fizemos e o prefeito estava presente disse: "Seor Divaldo, tô tão entusiasmado com esse movimento que apresentarei semana que vem projeto de lei para tornar esta data municipal de você e a paz". E São João do Meriti aprovou a lei e foi colocado para onde ele foi. Então ele falava que a a não violência é um gesto de mansuetude. O violento tá aí quer quer me desestabilizar. E hoje tem muitos métodos de violência, né? Hoje a principal ferramenta de violência hoje é virtual, tá nas redes sociais, é ali o caldeirão e quem quiser uma biografia nobre demora 30 anos para fazer um fake news de 2 minutos joga sua reputação no lixo porque o outro acredita sem antes parar para fazer uma. Será que isso aqui é verdade? Eu conheço fulano há 30 anos. Sua biografia social é respeitável, mas aqui tá dizendo horrores. Aí a pessoa coloca ali essas mentes perturbadas, os assalariados das sombras. Hoje a ferramenta é ali. Ou seja, não há uma violência explícita, faca 38, canivete, machado, peixeira. Não, isso é o modelo mais antigo. Modelo é destruir a reputação do outro e o manso não vai fazer nada. Porque se a sua obra não falar por ele, o que não vai falar por ele são as palavras. Porque as palavras o vento leva, a obra, a ação fica. Porque enquanto a palavra comoove, a palavra emociona, o exemplo convence, o exemplo arrasta. E um exemplo vale mais do que um dicionário de palavras. Por isso mesmo Jesus conv eh enaltecia os mansos porque enquanto a terra estiver sob o domínio, tô falando das nações, enquanto as nações da terra estiverem

vale mais do que um dicionário de palavras. Por isso mesmo Jesus conv eh enaltecia os mansos porque enquanto a terra estiver sob o domínio, tô falando das nações, enquanto as nações da terra estiverem sob domínio de generais, sem qualquer demérito para essa categoria do exército general, tá aqui a pessoa tiver tiver uma índole de guerra, nós teremos guerras na terra, que não se pode esperar outro pensamento. de alguém que vem da caserna. Quando a Terra começar a ser governada por filósofos, artistas, pensadores, humanistas, escritores, a tendência é que calem-se os canhões e o material dos canhões seja convertido em arados para ir ao solo, plantar o trigo e do trigo a gente fazer a farinha que no forno quente se transformará em pão. saciando a fome de milhões. Essa é a proposta para que a mansuetude seja o atestado vivo, o selo de referência dos discípulos de Jesus. Não resistir ao mal, nem devolver o mal recebido com outro mal. O outro tá doente, o outro tá cego, o outro atravessa de obsessão, um conflito pessoal e tá agredindo todo mundo para chamar a atenção. E o indivíduo vai passando, vai passando, auxiliando, mas não se deixando tocar. O bom é atingir um patamar um dia onde a gente não precisa mais perdoar, porque não se sentirá mais ofendido. Mas você não tá ofendido, não? Eu me recordo de uma experiência tão fugaz noite na minha cidade, jovem, fui para uma festinha, aquelesses embalos de domingo à noite, aquelas músicas tocando, jovens ali dançando e eu também ali rodopeando no meio do salão, até que uma moça perdeu o equilíbrio com seu parceiro e me pisou o pé. E eu tava de que chute. Eu sei que muita gente não sabe que sapato é esse, né? Fantástico. Tava de que chute. Ela me pisou, eu vi estrelas, né? Aí quando ela me pisou ali, ela se aprumou, o companheiro dela aprumou, ela olhou para mim, mas eu respondi de imediato e digo: "Queira desculpar". Ela olhou para mim, disse: "Mas foi eu que pisei o senhor". Digo: "Eu sei é que você merecia pisar em coisa melhor". Aí eu fui, di, ó, Jesus

im, mas eu respondi de imediato e digo: "Queira desculpar". Ela olhou para mim, disse: "Mas foi eu que pisei o senhor". Digo: "Eu sei é que você merecia pisar em coisa melhor". Aí eu fui, di, ó, Jesus tá começando a entrar em mim. Mas depois ele saiu, né? Mas naquele dia tava com ele dali, fui embora, nunca mais voltei aquele salão, né? Não por aquele episódio. A doutrina começou a me chamar para outras atividades e eu deixei de essas esses embalos de domingo à noite, onde o jovem se divertia naquele clube de festas, sociedade Apolo, como se chamava. Portanto, a mansuetude vai nos eh nos desarmando essa expressão. Lentamente vamos ficando desarmados para começar a em vez de armar-se, amar dentro da proposta de Jesus, que vos ameis uns aos outros. Ele não disse que vos armeis uns contra os outros. A proposta foi a primeira. E no amor este vai cobrir a multidão de pecados. Até onde vai atravessar fronteiras? Isso é material da próxima palestra. Muito obrigado, Marcel, pela pelas palavras da noite. Agora eu convido aos méduns passistas da casa para a aplicação dos passes coletivos se colocando ao longo dos corredores. Senhor e Mestre Jesus, fiel amigo das nossas resistências. Este é um momento muito importante da nossa reunião. É o momento onde iremos exercitar a ciência da doutrina espírita na transmissão das boas energias oriundas dos nossos corações, do nosso corpo físico, as energias anímicas que residem nós e que nós temos a grande possibilidade de transmiti-las, dividir o bom do nosso coração para todos nós que aqui estamos. Aqueles que recebem se predispõe através do pensamento, da vontade, da recepção. On as energias dos médiuns, mescladas com fluido originado no mundo espiritual pelos benfeitores podem chegar até nós, dando-nos as energias boas. para as nossas problemáticas físicas, mentais, espirituais, emocionais. Naturalmente, Senhor, nós sabemos que é pela vontade dos médiuns que o vosso corpo de benfeitores espirituais criam as condições necessárias para que a nossa

físicas, mentais, espirituais, emocionais. Naturalmente, Senhor, nós sabemos que é pela vontade dos médiuns que o vosso corpo de benfeitores espirituais criam as condições necessárias para que a nossa ambiência se transforme num local seguro. a residências dos benfeitores espirituais para nos auxiliar. Também vos rogamos neste instante por Divaldo Franco, a nossa gratidão a Nilson de Souza Pereira, os nomes que colocamos na entrada do cenáculo dos encarnados, desencarnados. Olha por ele, Senhor. Estenda a vossa misericórdia sobre todos. A eles a vossa extensão de amor e de paz. abençoa a nossa água para que ao levarmos para casa, distribuir entre os nossos familiares, possamos sentir os benefícios das boas energias que foram ali colocadas. Despede-nos na vossa paz, conduz-nos em segurança aos nossos lares, junto àqueles que nos esperam. nossos amigos, companheiros, parentes, familiares. Abençoa-nos, ó Senhor. S conosco hoje, por todo sempre e que assim seja. Muito obrigado a todos. Uma boa noite,

Mais do canal