Momentos Evangélicos com Leonardo Machado • Ao seu Alcance
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Boa noite. >> Boa noite, >> queridos irmãos, queridas irmãs espíritas, que nós possamos continuar, já que passamos a tarde inteira juntos, à noite, possamos continuar em paz. Eh, eu vou fazer uma coisinha, uma fala que me recorreu. Uma vida tão gloriosa, né, não cabe em uma única existência. Uma vida tão produtiva como a do nosso tio Divaldo, é tão gloriosa que mesmo póstumamente tem coisas que ainda estão por vir. Isso me chamou muita atenção agora quando a Luziana estava anunciando a potência desse espírito que trabalhou até o final literalmente da sua existência nessa existência. Um espírito que se programou também para essa existência porque ninguém consegue fazer uma existência tão gloriosa de improviso, né? Então, é uma vida gloriosa, nos convidando a essa vida gloriosa. Mas antes mesmo de ler o livro, eu já fiquei pensando assim que a vida gloriosa é o próprio médium que conseguiu se transformar em uma mensagem viva. E fiquei vendo ali a revista Presença Espírita e vendo assim a beleza, né? Então, temos um conteúdo, queridos irmãos, queridos amigos, um conteúdo que veio através dessa alma, através desse ser e veio também desse ser. Porque quando a pessoa ela consegue viver bem uma vida, ela acaba também se tornando por ser mesma a sua própria luminosidade, alguma fonte de luz. Não é só o intermediário dos benfeitores, mas de alguma forma ela própria se torna uma benfeitora. Então, esse livro Vida Gloriosa, eu já tô com curiosidade de ler, mas já sei que trata-se da própria vida do médium, né, no final das contas, porque foi uma vida gloriosa. E já que nós somos espíritas, nós acreditamos que a vida ela é única no sentido de ao sermos criados pelo Pai, ao nos desgarrarmos do Pai, nós temos uma vida única que tem momentos de existência e momentos de transcendência. O nosso tio Edivaldo está agora na transcendência, mas nós estamos na existência. Então, como nós estamos na existência, o nosso compromisso é de continuar a levar a boa nova da forma que nós conseguimos, da
tio Edivaldo está agora na transcendência, mas nós estamos na existência. Então, como nós estamos na existência, o nosso compromisso é de continuar a levar a boa nova da forma que nós conseguimos, da maneira que nós entendemos sermos capazes. E é sobre isso que a mensagem que os amigos me pediram para poder discorrer fala. A mensagem é do livro Legado Kardequiano do autor Marco Marco Prisco, autor espiritual, por a melodindade do nosso Divaldo Franco. E a mensagem é intitulada ao seu alcance. Eu realmente não conhecia, Luziane, não só o livro, como também não conhecia muito o espírito, mas eu achei assim uma uma mensagem tão potente porque é muito direta ao ponto, sabe? é bastante certeira nas suas colocações e além de ser certeira, ela não faz uma coisa simplória. São mensagens certeiras, mas muito profundas. Então, o que é que eu que é que eu combinei com o Júnior para que ele pudesse projetar a mensagem aí por inteiro, para que a gente possa ler essa mensagem ao seu alcance? Questão 600 653. Precisa de manifestações exteriores à adoração? E os benfeitores respondem: "A adoração verdadeira é do coração". Em todas as vossas ações, lembrai-vos sempre de que o Senhor tem sobre vós o seu olhar. Então, comenta o espírito Marco Prisco. Você tem um compromisso com a vida, não somente na rotina diária, nem tampouco com os trabalhos através dos quais ofere lucros. Cumprir o dever de qualquer jeito, todos o fazem. A você compete fazer algo mais. Utilize a hora extra num serviço extra. A necessidade de muito repouso às vezes é apenas preguiça. Eu particularmente vou frisar essas duas partes aí. Cumprir o dever de qualquer jeito. Todos o fazem. Agora, você tem o convite de fazer algo a mais. Então, utilize a hora extra que você faz já com alguma coisa mais extra ainda, fazendo algo a mais, porque esse é o cerne da mensagem ao relembrar a passagem evangélica de nós darmos não só 1000 passos, mas darmos 2000 passos, fazermos algo a mais, quando pedirem uma parte do nosso da
o algo a mais, porque esse é o cerne da mensagem ao relembrar a passagem evangélica de nós darmos não só 1000 passos, mas darmos 2000 passos, fazermos algo a mais, quando pedirem uma parte do nosso da nossa vestimenta, nós darmos um pouco mais. Adicione, portanto, bom humor à disposição jovial e disposição jovial às tarefas do cotidiano. Quem serve com alegria produz mais e melhor. Dilate a simpatia em seu redor. A cordialidade é a irmã do êxito. Quanto seja possível, observe como os outros se conduzem no trabalho nobre e evite fazer tudo quanto você reprova ou acha errado neles. O homem sábio não censura, ensina pelo exemplo. Reivindique para a própria experiência o salário. Bonito isso, né? Reivindique. A invés de reivindicar só o salário, reivindique o salário da serenidade nos labores habituais, permanecendo confiante em qualquer situação. Agir com acerto é título que dignifica o homem. Evite o contágio do pessimismo a se desenvolver no campo das reivindicações injustificáveis. Quem adora ao Senhor no trabalho não dispõe de tempo para a autopiedade. E esse autopiedade aí sempre tá colocado na perspectiva assim, um excesso de autocompaixão. Eu vou tentar fazer uma até diferença entre piedade e compaixão. Faça da pontualidade uma regra de conduta. Respeito ao tempo alheio é conquista do próprio tempo. colabore desinteressadamente quando solicitado, sem a preocupação de recompensa. Os exploradores do esforço alheio são escravos da ambição pessoal a caminho da loucura da posse. Defenda com desassombro a sua convicção em Deus através da conduta reta do dever dignamente cumprido e do respeito às convicções alheias. A adoração verdadeira é a do coração que ressalta nas qualidades. Ex. Isso aí também é um resumo da mensagem. A adoração verdadeira é a do coração. Ele relembra os benfeitores, que ressalta nas qualidades excelentes do homem de fé real. Demora nos bons propósitos. O homem verdadeiro não é aquele que tem ideias punjantes e belas constantemente, mas os que sabem porfiar, realizar e
essalta nas qualidades excelentes do homem de fé real. Demora nos bons propósitos. O homem verdadeiro não é aquele que tem ideias punjantes e belas constantemente, mas os que sabem porfiar, realizar e produzir. Por isso que ele coloca: "Demore nos bons propósitos. Não seja apressado na atividade e na quantidade de ideias, porque da ideia é muito fácil. A dificuldade é colocar em prática". Dispense o elogio nas suas atividades. O salário mais digno para o servidor é a satisfação, sempre nova, de haver feito o melhor que pôde. Faça adoração à irmã de todas as horas. Os problemas difíceis exigem paciência, meditação, capacidade e comunhão com as inteligências santificadas da espiritualidade. Você pode tornar melhores os dias da sua vida. missionário silencioso, você tem ao seu alcance os recursos valiosos para o êxito da missão. Se a gente pensa que muitas mensagens que nós recebemos enquanto médio, elas são direcionadas para nós em primeiro lugar, a gente pode pensar que esse senhor Divaldo Pereira Franco conseguiu de fato executar essa mensagem, né? Se tornou um missionário silencioso no sentido de tanto orador, né? mas como também não só um orador, não só um expositor, mas um executor da mensagem, porque é muito fácil ser expositor de alguma coisa. A difícil a dificuldade está em ser um executor. Então, nesse sentido, foi também um mencionário silencioso. Apaga-se no dever para que a felicidade de todas felicite suas horas. As grandes organizações do mundo, embora a técnica complicada e os recursos modernos não dispensam o faxineiro honesto, nem o servente humilde, e a engenharia mecanizada não precide dos operários laboriosos. Transforme-se em base ignorada, mais valiosa, do labor a que se entregou e reunindo as doações de tempo e oportunidade, prepara-se resoluto para o futuro, recordando que ele, o mestre excelso da humanidade, exercitando a paciência e o amor, não dispensou a profissão apagada de modesto carpinteiro em Nazaré. E tem em mente, por fim, que o Senhor
futuro, recordando que ele, o mestre excelso da humanidade, exercitando a paciência e o amor, não dispensou a profissão apagada de modesto carpinteiro em Nazaré. E tem em mente, por fim, que o Senhor tem um olhar sobre você. Eu achei uma mensagem tão boa que eu achei que não não valeria a pena eu não ler. fundo do que nós vamos desdobrar é como nós podemos porfiar nessa seara do bem, fazendo da nossa atividade espírita voluntária ou da nossa atividade profissional, portanto laboral, que tem uma recompensa financeira, algo que seja também uma pequena missão, uma pequena tarefa, porque muitas vezes nós acreditamos que temos a possibilidade de fazer uma caridade apenas em um serviço voluntário oficialmente espírita. Mas o que nós temos visto na prática é que nós precisamos utilizar bem o nosso tempo, fazendo com que a nossa atividade diária, não só com a nossa família, mas também onde nós estamos trabalhando, seja também uma extensão do templo, que é isso que a mensagem coloca, uma extensão do templo divino. Quando a samaritana, desgostosa da vida, angustiada, procurava mais amor, mas estava, na verdade, procurando esse amor de uma maneira equivocada, ela encontra Jesus no poço do pai Jacó e aquele diálogo se torna emblemático, se torna pintura de tão bonito que é. E no final das contas, o que ela pergunta junto com os samaritanos que ela reúne, é onde seria melhor adorar a Deus? Seria melhor no templo de Jerusalém ou seria ao pé dos do monte Garizim? porque eles já não tinham mais possibilidade de entrar no templo judeu, porque embora fossem judeus de origem, agora já estavam como que misturados, mestiços, mesclados depois da invasão do império assírio. E, portanto, não podiam mais adorar ao templo em Jerusalém. Quando um judeu que não era um samaritano precisava cruzar o território da antiga Palestina, muitas vezes ia pela Pereia e ao redor, não passava pela Samaria, mas Jesus vai algumas vezes e coloca ali não só como um símbolo, por exemplo, de amor ao próximo, aquele samaritano que vai
Palestina, muitas vezes ia pela Pereia e ao redor, não passava pela Samaria, mas Jesus vai algumas vezes e coloca ali não só como um símbolo, por exemplo, de amor ao próximo, aquele samaritano que vai ajudar o que estava caído e acaba fazendo algo mais profundo do que os doutores da lei. Mas também quando ele vai ao encontro na terra, ele pisa no solo. E aí já tem um simbolismo de que não é não são as coisas externas, mas sobretudo a coisa interna do nosso coração é a que nos mostra quão impuros ou puros nós estamos tentando levar uma existência. Nesse nessa perspectiva é muito natural, até porque somos herdeiros, né, de uma cultura eh americana, latino-americana, em que nós temos muita natureza, muita abundância natural. É uma consequência, talvez óbvia a gente pensar que o melhor local para adorar a Deus seria na natureza, já que a natureza é uma extensão da criação divina. Mas a fala de Jesus é muito mais profunda. Ele vai dizer assim: "Por enquanto vocês adoram a Deus no templo de pedra, na natureza, mas chegará um dia em que vocês adorarão a Deus no templo do próprio coração. E é isso então que os benfeitores vão resgatar. essa ideia crística da adoração não externa. E já que não é uma adoração externa, ela pode, ela não precisa ser feita necessariamente em algum local externamente, mas ela precisa ser feita dentro da nossa interioridade. E essa interioridade, ela tem a ver com a perspectiva de transformarmos a nossa vida em uma verdadeira adoração a Deus. Então, quando nós estamos transformando a nossa vida em uma verdadeira adoração a Deus, de algum modo não temos mais fronteiras. Não é apenas o centro espírita, não é apenas a obra social, mas é a vida como um todo, onde eu onde eu me encontro que eu posso fazer esse algo a mais. Nessa perspectiva, eu recordo-me do legado cardequiano, que é o nome do livro. E o legado cardequiano, ou seja, o legado de Allan Kardec para a nossa nossa nosso futuro, não deixa de ser também esse legado de fazer algo mais. Por quê? Porque ele percebendo a
e é o nome do livro. E o legado cardequiano, ou seja, o legado de Allan Kardec para a nossa nossa nosso futuro, não deixa de ser também esse legado de fazer algo mais. Por quê? Porque ele percebendo a dimensão, ele se entrega, né? A última etapa da sua existência é uma etapa de entrega, quando ele poderia ter uma etapa de aposentadoria e, portanto, de espera, de tranquilidade, ele tem uma uma etapa de entregar mais ainda. Mas por que ele conseguiu entregar mais ainda naquele momento ao mundo, né? entregar ao mundo, porque também não era uma pessoa que estava na preguiça, como desse Parco Prisco, enquanto um educador, enquanto alguém, digamos, das letras, né, um intelectual, ele já estava entregando dentro da perspectiva que ele conhecia naquele momento, entregando uma boa gramática para essa língua tão bonita, tão cantante como francês, entregando, portanto, algo a mais. Então, quando ele chega nesse momento, fica mais fácil fazer a transição, porque não era algo tão novo assim. Às vezes nós planejamos tanto e adiamos tanto para depois que quando chega o depois a gente não sabe o que fazer porque nunca fez. Então, começar a planejar a reencarnação futura é começar a porfiar e trabalhar desde já. Quando estamos trabalhando no agora, estamos de alguma forma planejando o amanhã também, porque estamos construindo dentro de nós uma perspectiva diferenciada. Então, quando o Kardec percebe tudo que ele tinha que fazer, ele se entrega, se entrega na publicação de livros, se entrega não só no seu gabinete publicando livros, se entrega respondendo mensagens missivas. a quantidade de pessoas que buscavam Allan Kardec era muito grande. Por isso que você vai perceber que, apesar de não ser médico e não ser médico psiquiatra, ele traz conceitos que antecipam alguns conceitos que a psicologia veio trazer depois. já tive a oportunidade de falar algumas vezes. O conceito de obsessor de si mesmo, que a gente pode chamar de autoobsessão como algo que fica circulando dentro de nós, é uma antecipação do conceito difundido
a oportunidade de falar algumas vezes. O conceito de obsessor de si mesmo, que a gente pode chamar de autoobsessão como algo que fica circulando dentro de nós, é uma antecipação do conceito difundido de neurose. E neurose é um conceito que está dentro da psicanálise e que, de certa forma, fala de uma questão psicológica por detrás de conteúdos de ruminações, de ansiedade, de toque, depressão e de vários transtornos que seriam chamados na época transtornos neuróticos. A neurose, como essa perspectiva, quando ele vai, por exemplo, falar de fascinação, um tipo de obsessão, ele vai descrever. É impressionante como você lendo a descrição de fascinação, lembra também a descrição dos livros de psicopatologia em relação a delírio, ideias que não correspondem à realidade, mas que a pessoa tenha convicção de que é real, porque ela tem uma convicção, né, firme, mesmo que esteja, digamos assim, absurdamente bizarra, mas ela tem a convicção. Então, certamente alguém que foi muito buscado para encontrar a dor humana. E quando nós somos buscados para encontrar a dor humana, nós somos levados a entender muitos detalhes que nós ignorávamos até então. Detalhes da existência, detalhes, por exemplo, como uma benfeitora falou assim, né, em relação à piedade e compaixão. E é interessante que concordo inteiramente com a proposta, porque é isso que eu vejo, né? De certa forma parecem muitas parece eh pode parecer igual compaixão e piedade, mas tem alguma diferenciação. Porque quando eu digo assim, eu estou com piedade de você, de alguma forma remete a um sentimento de pena, né? Eu tenho pena de você. Então, quando eu tenho pena de você, é porque de certa forma eu tô percebendo que aquele equívoco em que a pessoa se encontra, eu já não encontro mais a possibilidade de estar lá, porque eu já estive, mas não estou mais. Então, faz sentido um sentimento de pena. Então, nesse sentimento de pena, alguma forma, eu sinto-me um pouco superior. Eu me sinto um pouco mais eh acima do que o outro. Diferentemente da
estou mais. Então, faz sentido um sentimento de pena. Então, nesse sentimento de pena, alguma forma, eu sinto-me um pouco superior. Eu me sinto um pouco mais eh acima do que o outro. Diferentemente da compaixão. Compaixão é estar com paixão vem de emoção. Nós temos algumas palavras gregas, né, que dão origem. E essa palavra grega patos, ela pode ser traduzida diversas formas, né? paixão, emoção, prazer, alguma coisa que tá além da razão. E o grego tinha a ideia eh de que a felicidade era uma felicidade a pateia ou apática ou a patos, sem o patos, sem a paixão, sem a emoção. era uma felicidade mais racional, porque para o grego a razão, né, a inteligência era, digamos assim, o principal eh o a principal característica do ser humano, porque era a principal característica de Deus. Então, percebamos que Sócrates vai dar a denominação de que Deus seria a inteligência ordenadora, né? Inteligência ordenadora. Quando você vê o livro dos espíritos, a inteligência suprema parece muito. Por quê? Porque na nossa perspectiva espírita, esses benfeitores, incluindo Sócrates, estava na base. E Kardec percebe isso e coloca em o Evangelho Segundo o Espiritismo um resumo ali da teoria de Platão e de Sócrates como sendo o precursor da ideia de Cristo, um precursor da ideia espírita. Nesse sentido, quando somos levados a lidar com a dor humana, nós vamos conseguindo diferenciar essas coisas. E diferenciar, por exemplo, que sim, a gente pode precisar de uma autocompaixão, mas que essa autocompaixão não seja o que Jona deângeles coloca nos seus livros, uma autocompaixão neurótica, uma autocompaixão que na verdade é uma vitimização, é uma autocomiseração, portanto, se a gente quiser usar algum outro termo. Então, por isso que ele coloca autopiedade, porque de certa forma essa coisa da pena é como se eu tivesse pena de mim mesmo. Então, eu tendo pena de mim mesmo, eu estou me colocando no lugar inferior. Por quê? Porque a pena é alguma coisa de que eu estou aqui em cima, né? e estou com pena
mo se eu tivesse pena de mim mesmo. Então, eu tendo pena de mim mesmo, eu estou me colocando no lugar inferior. Por quê? Porque a pena é alguma coisa de que eu estou aqui em cima, né? e estou com pena de alguém que está embaixo. Então, se eu sinto pena de mim mesmo, eu tô me colocando automaticamente de uma forma meio meio, digamos assim, patológica, ou seja, de uma forma meio obsediada consigo mesmo num caminho inferior, num canto inferior. E se eu me coloco de uma forma muito inferior, como é que eu vou sair desse local? Como é que eu vou sair dessa autocompaixão que se transforma numa vitimização? A perspectiva, portanto, é o trabalho que vai ampliando o nosso conceito conosco, porque vai lidando com a dor do outro. E Kardec fazia isso nas respostas, mas ele fez isso além de das respostas das cartas, que era muita, né? Não era pouquinha a carta, eram muitas cartas. Mas além disso ele funda um centro espírita, ele percebe que era necessário alguma associação espírita, então ele faz algo a mais, né? E nessa associação espírita e assim muita gente que era intelectual para poder entender, estudar, mas é muita dor, como sempre vai a dor humana ao a ao encontro do centro espírita. Mas ele faz mais, ele faz viagens espíritas e livros que li assim sobre Kardec, dos que eu mais achei interessante foi a viagem espírita, né? ele narrando e a a forma minuciosa que ele narra, sabendo ali do legado que ele tem, tem que ser humilde para saber disso. Não, não vou. Que que é isso? Essa essa viagem não vai ser que nada. Foi um exemplo grande pro nosso movimento espírita, para nós. Ser humilde é saber o que se é. ele soube o papel dele, aceitou o papel dele e é muito bonito eh o contato que ele tem com outros espíritas de outros países, especialmente da Bélgica, que até hoje guarda ainda, eh, digamos assim, reminiscências desse movimento espírita desde aquele tempo, desde aquele tempo. Então, a Allan Kardec faz algo a mais e o legado de Kardec para nós já começa nessa perspectiva que o
eh, digamos assim, reminiscências desse movimento espírita desde aquele tempo, desde aquele tempo. Então, a Allan Kardec faz algo a mais e o legado de Kardec para nós já começa nessa perspectiva que o Marco Prisco nos relembra, fazer algo a mais, fazer algo extra, algo que é já extra. Porque veja, a codificação espírita foi algo extra, digamos assim, no sentido de fazer algo que não trazia um retorno financeiro para ele, ao contrário, tirava o financeiro também dele, já que ele tinha que também dar um subsídio naquela causa que se iniciava. Mas além do extra, ele fez algo extra, que foi fundar Cente Espírita, que foi responder carta, ir ao encontro de outros centros espíritas. E é interessante que um outro legado de Kardec para a nossa doutrina espírita, que eu acho que sempre tem que ficar sendo levantado, é o próprio legado da ideia de reencarnação. O nosso eh Celestino falou sobre a reencarnação na perspectiva da Bíblia. E é interessante porque Kardec foi desses do movimento pioneiro do moderno espiritualismo quem percebeu, porque ele usa um método científico, ou melhor, um método inspirado na ciência, que é o método da universalidade dos ensinos dos espíritos. Não vamos pegar só um que o um espírito diz, vamos pegar o que vários espíritos dizem. O que tiver mais ou menos homogêneo ou que tiver mais ou menos ali de acordo deve ser uma verdade. Mas preexistiam alguns pontos e a reencarnação era um desses pontos que nem todos os espíritos traziam, quer seja por uma questão étnica, racial, de preconceito, porque eu sempre digo que a principal a principal consequência ético mororal da reencarnação não é manter as castas das pessoas, né? Eu sou superior, eu sou inferior. Mas na verdade mostrar que todos somos potencialmente divinos e todos estamos juntos no universo, no barco do universo. Então a principal consequência ético moral, na minha perspectiva da reencarnação, é justamente a quebra do preconceito e a união dos seres dos seres humanos em uma grande nação. E nem todos os espíritos,
ão a principal consequência ético moral, na minha perspectiva da reencarnação, é justamente a quebra do preconceito e a união dos seres dos seres humanos em uma grande nação. E nem todos os espíritos, especialmente ali em Europa naquela época, tinham essa noção, né, de que eles eram irmãos mesmo, né? Então o Artur Conandoy, o autor de Sherlock Holmes, ele anota muito bem isso. Fala assim: "Olha, o espiritualismo francês ou o espiritismo, eles falam de reencarnação. Agora, o espiritualismo aqui da Inglaterra, os espíritos não falam de reencarnação. E aí, onde é que tá a verdade? Então ele toma o ele toma partido, né? Ou seja, tomar o partido, tomar o partido é tomar parte de algo, ou seja, eu vou tomar parte em algo, alguma coisa. Então, Arthur Conandoy, autor de Sherlock Holmes, médico, mas famoso muito mais por ser escritor, ele tomou um partido ali, ele fala: "Olha, do ponto de vista ético moral, do ponto de vista de consequências, me parece que a reencarnação que os espíritas franceses falam eh faz muito sentido. Eu concordo com essa visão." Então, não é porque o espírito desencarnou que o espírito consegue, digamos assim, ter toda a visão da realidade. Além disso, existem às vezes essas questões de como médicos, né? Tem um, hoje é dia do médico e tem um uma brincadeira que dizia hoje em dia mais não, mas no passado, no passado o estudante de medicina entrava na faculdade de achando que era Deus e quando se formava tinha certeza. Mas hoje, graças a Deus, tá todo mundo evoluído. Porém, existe algumas especialidades médicas que não são Deus, são Zeus. tão no top, né? Mais ainda. Então existe isso entre países, né? Na o a pessoa que é da Europa, mas não sou europeu não. Eu sou na verdade uma outra coisa, né? E é interessante que nem só porque a pessoa é média, é terceiro ponto, um bom médium vai ter essa percepção do que Kardec teve. Os dois grandes exemplos, digamos assim, é o próprio Daniel Douglas H e a Celine Jafé, para citar dois grandes exemplos que reencarnam depois e aí adotam esse
ai ter essa percepção do que Kardec teve. Os dois grandes exemplos, digamos assim, é o próprio Daniel Douglas H e a Celine Jafé, para citar dois grandes exemplos que reencarnam depois e aí adotam esse legado kardequiano como sendo a pauta de suas vidas. Porém, quando você vê o Daniel Douglas Home, que Allan Kardec respeitava muito, citou mais de uma vez nas suas obras, o Dan Douglas Home, como você vê na sua autobiografia, ele não acreditava em reencarnação, apesar de ser um médium extraordinário, um dos médiuns que poucas vezes foi catalogado como sendo a não só médio, mas paranormal também, né? você tem ali o fenômeno de levitação. E eu perguntei isso para o o tio Divaldo, perguntei: "Tio, aquele aquela levitação do Daniel Douglas Home era um fenômeno de bicorporeidade?" ou seja, foi o corpo etéreo dele numa fala de de Ernest Bzano, né? Que a gente viu ali que as pessoas viram, ou foi o que? Não, aquilo foi um fenômeno mesmo de levitação. Ele me explicou. É como se o a matéria, o corpo somático tivesse ficado mais, digamos assim, menos denso e como se o corpo espiritual tivesse puxado a matéria. Então, um fenômeno raro, né, raríssimo, que não é um fenômeno mediúnico, é um fenômeno paranormal dentro dessa paranormalidade bem difícil de acontecer. Você tem ali livros da época narrando, né, o fenômeno de levitação, mas era coisa rara. Então esse médium e esse paranormal, ele apesar de tudo, tudo que fez, ele não acreditou naquela naquele naquela existência dele em reencarnação. Se pensarmos assim, Celine Jafé, uma médium que ajudou a codificação espírita, em determinado momento, ela também não concorda ali com algumas coisas de Kardec, que era o quê? Dai de graça o que de graça recebeste. Kardec traz uma nova, né, ao lado da reencarnação, o legado de Kardec é um legado também de superação. Ele transforma a visão espiritualista a partir do espiritismo em uma visão transcendente mesmo. O objetivo da mediunidade espírita não é enriquecer o bolso do médium e nem tornar o centro
e superação. Ele transforma a visão espiritualista a partir do espiritismo em uma visão transcendente mesmo. O objetivo da mediunidade espírita não é enriquecer o bolso do médium e nem tornar o centro espírita enriquecido. O objetivo da doutrina espírita é fazer transcender o ser. E a transcendência nos fala de objetivos não materiais exclusivamente, mas sim de objetivos que vão para além do nosso ser, ou seja, além de nós mesmos. Nesse nessa, nessa perspectiva, em algum momento, a Celene Jafé queria os direitos autorais do livro dos espíritos, sobretudo. E então ela, o Allan Kardec já tinha inclusive desencarnado e ela vai atrás de um russo, né, Alexandre Exakov, que era conde tinha uma posição bastante respeitável no movimento espiritualista. Mas naquele momento o próprio Alexandre Xakov também não era espírita na sua totalidade. Porque, por exemplo, reencarnação, ele também naquele momento não acreditava. Por quê? Por outro ponto, os fenômenos espiritistas, os fenômenos mediúnicos que ele participava não eram os mesmos fenômenos que Kardec e Leon Deni faziam. Em grande maioria os fenômenos de Kardec e de Leon que eles participavam mais eram fenômenos o quê? Intelectuais. Ou seja, fenômenos que traziam algum conteúdo mais moral. enquanto Axakov e outros, eles participavam mais de fenômenos físicos, porque eles queriam provar a existência de alguma coisa para além da matéria. E o efeito de fenômeno físico não traz tanto conteúdo, digamos assim, de de conteúdo moral, evangélico, filosófico. É mais ali a comprovação. Então, como ele não escutava, ele toma um partido, escreve inclusive contra Allan Kardec nesse aspecto, influenciado, tudo bem pela Celene Jafé, mas não acredita. Então, queridos, veja que a a bagunça não, a confusão era grande desde o início, né? A confusão de conceitos não era, digamos assim, de uma coisa nova. A gente acha que é uma coisa nova, é nada desde o início, porque os cientistas não se não concordavam entre si, os médiuns também não concordava entre si, apesar
era, digamos assim, de uma coisa nova. A gente acha que é uma coisa nova, é nada desde o início, porque os cientistas não se não concordavam entre si, os médiuns também não concordava entre si, apesar de estar todo mundo falando da mesma coisa, que é o fenômeno espiritualista. Então, Kardec traz um legado fundamental a doutrina espírita, como nós a entendemos e que tem essas duas coisas aí centrais, reencarnação e uma transcendência de objetivos que não seja só objetivo monetário, nós encontramos a partir de Kardec. É interessante que Axakov foi chamado de Kardec russo, mas o Dr. Bezerra de Menezes é o Kardec brasileiro. Então veja a diferença da situação. Enquanto o Conxakov ele muito, muito mais publicou livros, tudo bem, ele dedicou a o seu dinheiro, a su o seu próprio financiamento para as obras que publicou, para as sessões mediúnicas que levava, porque levava os médiuns à russa. A Rússia levou Daniel Douglas Home, né? A família dele se uma uma jovem da família dele se casou com o Daniel Dougl Home, a primeira esposa do Daniel Dougl Home. O Aacakov foi testemunha do casamento, inclusive. Então, uma pessoa dedicada. Mas em 1886, mais ou menos, nós temos uma notícia muito boa em reformador de Bezerra de Menezes aqui no Brasil, oficializando, fazendo uma conferência para cerca de 2.000 pessoas falando do espiritismo e se dedicando nessa fase final da sua existência a esse algo a mais, fazendo o que era possível o seu alcance, fazendo esse extra que é do que o universo nos convida. Então ele se dedica totalmente ali no final ao espiritismo e ao serviço que já fazia caritativa, sempre fez. E é interessante que no mesmo ano um médium que não recordo agora o nome era levado pela primeira vez para a Rússia paraa primeira sessão com mediúnic com esse médio sobre os estudos do Axakov, né? Então existe essa notícia. Que que acontece na Rússia? Nenhum dos livros, né, publicados, que foi assim, inclusive a codificação traduzida, se mantiveram. Hoje não temos nem a codificação em
akov, né? Então existe essa notícia. Que que acontece na Rússia? Nenhum dos livros, né, publicados, que foi assim, inclusive a codificação traduzida, se mantiveram. Hoje não temos nem a codificação em russo originalmente traduzida pelo Akizakov, mas aqui no Brasil nós temos o legado kardequiano a partir de Dr. Bezerra de Menezes, porque ele não se dedicou, digamos assim, a uma um estudo apenas intelectual da obra cardequiana. ele se dedicou a uma vivência moral da do espiritismo. Então, dizem algumas pessoas que o espiritismo reencarnou, né? Encarnou ali ou nasceu lá na França, aí deu a desencarnada e reencarnou aqui no Brasil. Mas eu acho que é uma verdade, já falei isso uma vez, mas acho que é uma verdade meio parcial. Por quê? Porque tínhamos Bezerra de Menezes, tínhamos Bitencul Sampaio, tínhamos ali Eurito Bassanuf, tínhamos uma série de espíritas até da Bahia, né, Luís Olímpio, Teles de Menezes, se correspondendo com Kardec simultaneamente. Mas coloco aqui enalteça a figura do Dr. Bezerra, porque ele sendo já um espírito de primeira grandeza, ele não se tornou um espírito de primeira grandeza depois da sua reencarnação eficaz, ele já veio muito evoluído. Mas sendo um espírito de primeira grandeza, qual o trabalho que ele fez? Sobretudo, sobretudo atender gente pobre, sobretudo ser o médico dos pobres. O título principal que ele teve e que nos lega é atender a necessidade humana na sua dor. Quando ele desencarna de Divaldo, Chico, Ivone e os médiuns que na época tinham contato e era o receituário mediúnico, porque a saúde era muito mais precária do que hoje. Se hoje já é, naquela época era muito mais no nosso Brasil. Então, Dr. Bezerra de Menezes, um espírito já de primeira grandeza, o que que ele faz? manda livros, manda, mas sobretudo atende o pessoal necessitado. Então, esse espiritismo não desencarnou para reencarnar aqui, já fez um fenômeno de bireencarnação, ou seja, bicorporeidade reencarnatória, digamos assim, reencarnou lá e cá para poder dar as bases de sustentação para termos o
o desencarnou para reencarnar aqui, já fez um fenômeno de bireencarnação, ou seja, bicorporeidade reencarnatória, digamos assim, reencarnou lá e cá para poder dar as bases de sustentação para termos o que nós temos hoje aqui no Brasil. Nessa perspectiva, acho que nunca fiz um comentário assim gravado, mas queria fazer um comentário sobre o nosso senso, nossa preocupação, a minha, a minha pelo menos não é a preocupação de aumentarmos os números, porque senão caeremos na preocupação eh de fazer tudo que é possível e impossível para poder chegar no objetivo. Nossa preocupação é dignificar o ser humano, trazendo-lhe uma perspectiva espiritual. Desde que Kardec estava entre nós, ele não fazia a necessidade de a pessoa se converter. Então você tem ali vários exemplos de pessoas que continuavam na sua fé, mas iam também para o centro espírita com Kardec. as pessoas então eram apresentadas a uma nova visão. Então é interessante, eu estava na Colômbia e veio nesse final, último final de semana fazendo palestras espíritas. Então veio uma pessoa do Panamá, ela falou: "Poxa, eu tô tão empolgada, nunca ouvi falar de espiritismo, nunca tinha ouvido falar, mas eu tô tão empolgada com esse congresso." Mas ela tava assim meio preocupada, né? Porque ela, o que que eu faço? como se tivesse que ter uma conversão, ela era de outra religião. E aí eu expliquei isso. Olha, mas Kardec não talvez foi uma uma face para ela poder vir, né? Mas é uma um argumento real. É um argumento real. Você não precisa deixar de ser a sua religião de logo, de pronto. Você pode ir ampliando a visão, vai conhecendo a doutrina espírita, até que o momento você vai decidindo, né? Às vezes tem gente que não se decide e vai ficando catopirita, né? Católico espírita. Tem gente que vai ficando espiritélico, espírita evangélico. Eu conheço no Eu conheço no Centro Espírita que eu nasci, investigadores da Luz lá em Recife, né? Trabalhei muitos anos lá, muitos anos, a fundadora dona Niná. Então eu me lembro de uma senhora quando terminava a
o Eu conheço no Centro Espírita que eu nasci, investigadores da Luz lá em Recife, né? Trabalhei muitos anos lá, muitos anos, a fundadora dona Niná. Então eu me lembro de uma senhora quando terminava a palestra, ela sempre falava comigo. Aí uma vez ela falou: "Mas meu filho, olhe, eu também sou evangélica, viu? Aí eu vou assist e assisto o pastor ao mesmo tempo. Eu falei: "Ah, depois a senhora vai se decidindo. Eu não sei se eu consigo porque já faz 30 anos". Eu achei interessante assim, 30 anos que ela assistia ali as palestras. Mas eu na minha família, eu tenho um caso muito interessante, assim, o primeiro espírita da família foi o meu tio, irmão de minha mãe, que mora em Manaus. Emanaus, ele dirige há muitos anos uma um centro espírita que eh tem uma obra social bem grande, o Tomás de Aquino. Então, ele eh filho, né, de uma mulher que era muito católica, muito católica, minha avó, e ela dava aula de catecismo, inclusive. E quando ela se referia a, por exemplo, Martinho Lutero, ela se referia assim com a tristeza a Martinho Lutero, do tipo, mas era um padre que se revoltou, que coisa. Então você vê como ela era católica. Então o meu tio, quando ele conhece o espiritismo, né, conhece inclusive a dona Niná, que foi amiga do do tio Divaldo, das primeiras vezes que o tio Divaldo foi para Recife falar, foi lá no Neil, né? Então, a pedra fundamental, etc. ele foi lançando. Pois bem, aí ele ficou com medo assim de falar para a minha avó que tava assim adoecida e terminar de matar, terminar de matar de desgosto, né? o filho dela tão querido. Então ele não falou, mas não é porque ele não tivesse medo, não é assim, no sentido não de medo do julgamento, medo de matar mesmo, de de desgosto. Então ele não falou, mas não era uma pessoa em cima do muro, era uma pessoa diferente. Esse ti é uma pessoa diferente, positivamente falando. E aí ele se apaixonou, né, e casou com a judia. Tão interessante, né, minha a esposa dele até hoje, né, judia e ele espírita. Nunca nenhum deixou a própria religião,
diferente, positivamente falando. E aí ele se apaixonou, né, e casou com a judia. Tão interessante, né, minha a esposa dele até hoje, né, judia e ele espírita. Nunca nenhum deixou a própria religião, né? Nunca ninguém precisou converter-se a nada. E eu achei interessante porque uma vez ela tava lá na minha casa, na casa de minha mãe, na verdade, eh, digamos, copiando uns CDs para vender, para manter a obra social espírita. Aí eu perguntei pra minha mãe, e ela se tornou espírita? Foi? Eu não sabia que ela era espírita, não. É porque ela, o teu tio é tão assim, eh, com congraçador, né, assim, de conseguir se abraçar e ela vai pro centro espírita, ajuda a obra social espírita, embora não seja espírita, mas ajuda a obra social espírita. E ele vai pra sinagoga e os rabinos lá respeitam tanto ele que de vez em quando pedem para ele comentar a Torá. Veja que coisa bonita. Eu acho isso fantástico, assim. Aí os filhos dele, meus primos, cresceram com a cultura judaica e com a visão espírita. Então eles se falam assim: "Eu sou judeu espírita". São três que se denominam judeus espíritas. Um judeu espírita casou com a católica católica praticante. O outro judeu espírita casou com uma evangélica e praticante também. E a outra judia espírita, a gente pensava que ia se casar com testemunho de Jeová. Kardec, Jesus, todo mundo jantando, né, de forma fraterna. Legado cardeciano, tolerância no sentido de amar. A tolerância, eu penso, né, é um conceito que eu penso, a tolerância é a presença do amor onde o entendimento ainda não conseguiu chegar. Eu não preciso entender você para amar você. Eu preciso amar. Se eu precisar entender para amar, aí demora um pouco mais. Às vezes nunca chega o amor, porque tem coisas que são entendíveis, né? Sãointeligíveis, porque há mistérios peregrinos. Então, se há mistérios dos destinos, como é que a gente vai conseguir entender tudo para poder amar? O amor ele precisa chegar antes do entendimento. E o amor que chega antes do entendimento é tolerância. Não significando que eu
estinos, como é que a gente vai conseguir entender tudo para poder amar? O amor ele precisa chegar antes do entendimento. E o amor que chega antes do entendimento é tolerância. Não significando que eu tenho tolerância porque eu sou mais evoluído e tolera a sua perturbação. Porque aí não é tolerância, é vaidade. E vaidade das vaidades, como citou muito bem nosso Celestino, é o principal problema humano, né, já levantado pelo Eclesiastes, né, que um que significa assembleia. Talvez seja um discurso de Salomão para a assembleia. Nessa perspectiva, nós precisamos fazer um legado de um pouco mais. O amor nos fala isso, fazer o extra no que já é extra. Ah, tô fazendo muito. Fazer um pouco mais, ou seja, amar mesmo sem entendimento das coisas, eu sou convidado a amar. É isso que a gente vai vendo, esses araltos dessa primeira tempo, fazendo, gerando dentro de nós. Eu me recordo e queria ir finalizando o nosso encontro de uma história real que me tocou muita alma recentemente. Uma aluna, eu estudei na Universidade de Pernambuco e fui professor há 11 anos da Universidade Federal de Pernambuco. Então é a estadual e a Federal. Então, na estadual de Pernambuco, nós temos lá uma um centro de excelência em oncologia que cuida de pessoas com câncer, especialmente crianças. Então, tem ali um uma obra social também junto do SUS, que a gente chamava de castelinho, porque foi o pessoal voluntário que construiu um castelinho mesmo, de fato, um castelinho. Por quê? Porque as crianças vinham do interior e muitas vezes com câncer tinham que morar no hospital durante um tempo. E para poderem morar no hospital de maneira menos dolorosa, usaram então essa ludicidade para poder deixar um ambiente mais amoroso e acolhedor. Nesse castelinho tinha uma frase que provavelmente foi de Paracelso, um médico, talvez, talvez místico também, que dizia assim: "Curar às vezes, aliviar quase sempre, mas consolar sempre, curar, às vezes, aliviar quase sempre e consolar sempre. O consolo é aquilo que está ao meu alcance. O alívio
stico também, que dizia assim: "Curar às vezes, aliviar quase sempre, mas consolar sempre, curar, às vezes, aliviar quase sempre e consolar sempre. O consolo é aquilo que está ao meu alcance. O alívio já depende de alguma coisa a mais, da lei divina, da lei de causa efeito. E a cura aí depende de algo que não depende de mim, mas o conforto, o consolo depende de mim. Eu posso fazer isso, é o que está ao meu alcance. É esse extra que o amor nos convida a fazer. Então tinha lá uma jovem, uma criança, eu não conhecia naquela etapa, embora eu tenha sido voluntário por um pouco tempo, toquei música lá para violão para os internos, fazer o que era possível, né? Não tinha muito tempo, já era espírita de trabalhar, de fazer palestras, mas um pouquinho às vezes eu ia lá, tudo bem. Então, essa criança tinha tido um câncer, na verdade, um tumor na perna e esse tumor na perna fez com que ela tivesse que ser amputada. Então, sofreu uma amputação com mais ou menos seus 8, 9 anos. Morou lá no hospital muito tempo, pelo menos ali um ano, que eu acho muito tempo de ficar em um hospital criança, né? marca a vida dela, foi também pra Universidade Federal e era muito pobre, né, do interior de Pernambuco, uma cidade chamada Garanhuns. E no interior de Pernambuco, ela dizia assim: "Eu morava, doutor, num local que o barranco eh às vezes nos dava medo da gente perder a casa". Essa jovem eu reencontro, na verdade eu encontro porque eu não a conheci, não lembro dela, mas certamente cruzei com ela porque estávamos no mesmo período. Eu como estudante de medicina da UPE, ela como paciente da UPE, paciente do Osvaldo Cruz, o nome do hospital. Eu cruzo novamente a vida e agora sim tendo contato com aluna minha de medicina na Universidade Federal de Pernambuco. E ela foi apresentando, contando a história dela numa atividade que fizemos. E então eu pensei nas dores, não só pensei nas dores dessa jovem, né, agora possibilitada de ser estudante de medicina, ela já sofrendo algo por causa das doenças e etc. Mas vi também, não só
fizemos. E então eu pensei nas dores, não só pensei nas dores dessa jovem, né, agora possibilitada de ser estudante de medicina, ela já sofrendo algo por causa das doenças e etc. Mas vi também, não só pensei, vi a dor, a via dor que ela estava quando estava relatando aquele caso e percebi que ela estava com depressão, mas obviamente eu tava como professor, mas como professor a gente pode fazer algo a mais. pode fazer algo a mais. Então, quando acabou as aulas, eu mandei uma mensagem, pedi o contato dela e falei assim: "Vitória, e vou falar o nome porque ela me permitiu, Vitória, se você desejar, nós temos um ambulatório que eu fundei para cuidar dos estudantes de medicina, para ajudar quem cuida, porque não dá para cuidar bem da sua população se você não cuidar das pessoas que estão cuidando da população." Então, minha visão foi sempre essa enquanto professor e tudo o que faço é cuidar de quem cuida para poder cuidarmos melhor das pessoas que nos procuram. É a mesma proposta para o Centro Espírita. Não só cuidar das pessoas que chegam, mas as pessoas que já estão. Portanto, não ficar preocupado porque, por exemplo, um parênteses, uma jovem me procura uma vez e eu pergunto sempre, né, a parte espiritual, a parte da espiritualidade e eu perguntei: "Qual a sua religião?" Ela falou: "Eu sou espírita". Ela não sabia que eu era espírita. Depois de um ano mais ou menos sendo paciente minha e ela falou: "Doutor, olha, eu vim fazer uma confissão pro senhor hoje também. Na verdade, eu não sou espírita não, mas eu descobri que eu sou espírita, né? Então agora eu tô mais tranquila com o senhor, mas porque eu, na verdade, sou da Umbanda. Só que eu fiquei com medo de falar pro senhor e o senhor rotular-me de doida logo de cara assim. Então, veja o nível de preconceito, né, que nós vivemos. E quando esses números de Umbanda, de candomblé aumentam, eu acho que isso é fantástico, porque mostra que as pessoas podem agora com mais tranquilidade falar o que são, são sem necessariamente utilizar o termo mais
números de Umbanda, de candomblé aumentam, eu acho que isso é fantástico, porque mostra que as pessoas podem agora com mais tranquilidade falar o que são, são sem necessariamente utilizar o termo mais convencional espírita para poder se esconder nas suas dores. É uma dor, né? A pessoa ter que esconder o que é para colocar outro nome social mais aceitável. Todas essas coisas não estão na estatística dos números, estão nas qualidades da conversa que a gente vai tendo e conhecendo as dores humanas. Voltando para Vitória, eu pedi para que ela procurasse uma ajuda psicológica conosco. Ela aceitou e falei: "Olha, vou supervisionar o teu caso, né? A supervisão acontece sem a presença de outros estudantes, então você vai ficar com privacidade e depois que o aluno acabar a residência eu lhe ajudo. Foi isso que fiz, ajudando, ajudando-a e me emocionei, então quando ela se formou médica, mas me emocionei não pela formatura, só me emocionei porque ela então foi entendendo a importância da gratidão. E ela me falou assim, engraçado, né, professor, o senhor fala tanto de gratidão e eu fiquei pensando em agora fazer uma carta que o senhor já me falou para fazer e nunca não, nunca eu consigo a carta de gratidão. Mas eu fiquei pensando também, professor, em ir lá no Hospital Osvaldo Cruz, faz anos que eu não vou lá, reencontrar as pessoas e entregarem loco, falar pras pessoas, falar pras médicas, enfim. Que que o senhor acha? Eu falou: "Ah, eu acho fantástico você ir. Acho fantástico porque você agora tem condições de revisitar a sua dor com mais maturidade, porque faz 4 anos que você tá em ajuda terapêutica tratando dessa criança literalmente ferida, literalmente ferida para poder cuidar das outras dores humanas. Ela ficou preocupada porque ela nunca quis usar, nunca quis e nunca pôde usar prótese. Então, ela usava a bengala. Eu acho muito interessante também, e aí faço uma psicoeducação sem julgamentos, o o cuidado com o termo uma bengala que nós usamos, porque a bengala é muito bom, só
rótese. Então, ela usava a bengala. Eu acho muito interessante também, e aí faço uma psicoeducação sem julgamentos, o o cuidado com o termo uma bengala que nós usamos, porque a bengala é muito bom, só sabe quem precisa. A bengala é muito bom, só sabe quem precisa. Não é uma coisa diminutiva da capacidade de ninguém, é alguma coisa que nos ajuda, inclusive essas questões psicológicas, porque ninguém é autossuficiente para aguentar tudo de cara. Nós temos a capacidade limitada, como nos diz Joana de Angângeles no livro Sendas Luminosas, o nosso psicológico tem limitações de aguentar algumas coisas e precisamos ir aos poucos para podermos, digamos assim, nos fortalecendo. Então, ela nunca quis ter uma prótese e também nunca pôde, porque quando ela foi atrás custava mais ou menos R$ 100.000 R$ 1.000 uma prótese, mas agora ela vontade de ter uma prótese para deixar a bengala de lado e ter então uma maior autonomia e aquela bengala que ele ajudou tanto, agora uma outro tipo de investimento. Então veja que dificuldade uma pessoa pobre se formando em medicina, tendo a o desejo de ter uma prótese para poder ser uma médica com mais autonomia, já com uma dívida aí de R$ 100.000 sendo pobre. difícil para conseguir, mas volta ao hospital. E é interessante porque a médica que cuidou dela na infância, eu acabei tendo um contato por acaso como pediatra que é e ela foi então ela viu meu nome e falou: "Ah, você é Léo, que é psiquiatra, que é que você faz palestra". Isso mesmo. Ela foi perguntando as quatro coisas para saber se era eu mesmo, né? Aí eu falei: "É isso só, né? É só isso." Ela: "Que bom". E aí eu falei: "Ah, então você é do Ojaldo Cruz?" Aí falamos o nome, enfim, ela foi a médica dessa paciente, os caminhos da vida, né, que se reencontram. Fazia 10 anos que Vitória não voltava ao hospital, porque não é fácil, não é fácil voltar ao local da dor. Não é fácil. 10 anos que ela não voltava e agora voltava com gratidão, voltava doutora, no sentido bonito do termo, no sentido não narcisista, mas
rque não é fácil, não é fácil voltar ao local da dor. Não é fácil. 10 anos que ela não voltava e agora voltava com gratidão, voltava doutora, no sentido bonito do termo, no sentido não narcisista, mas bonito, doutora com o diploma na mão, uma criança que teve câncer e amputação. E ela me falou assim: "Doutor, o que é que o senhor acha? Eu fiquei com vontade de fazer um trabalho voluntário lá no Joel do Cruz. O que é que o senhor acha?" Eu fiquei assim pensando, eu fui professor de muitos alunos de medicina. e conheço os muitos, muitos médicos. É natural que quando a gente se forme, a gente queira a autonomia, o salário, sair de casa, a liberdade. Então, dificilmente alguém que se forma já pensa logo no trabalho voluntário. teria tinha sido ela e uma outra jovem que conheço que fizeram isso assim que se formaram. Além do trabalho remunerado dos plantões, o trabalho voluntário, porque de fato a dor que nós conhecemos na nossa pele, como ela conheceu, poôde torná-la mais sensível à causa da dor alheia. E ela me perguntou: "O que que o senhor acha?" Eu acho fantástico. Eu não falei que tenha sido poucas pessoas que eu conheci para não desestimulá-la, ela poder ir, mas ela então preocupada, mas em minha família, doutor, eu fico preocupado com minhas irmãs para que elas não tenham o mesmo destino que muitas pessoas têm, né? E eu falei para ela assim: "Vitória, a melhor forma que a gente tem de salvar os outros é salvando a si mesmo. Não na perspectiva egoísta, mas se você fizer uma boa vida, a sua irmãzinha vai ver que é possível mudar a realidade e você vai ser uma esperança viva no coração da sua irmã". E ela então me falou alegre: "Doutor, se eu tinha razão, na minha formatura, na colação de grau, minha irmãzinha falou assim: "Vitória, eu quero ser que nem você e quero ter uma vitória como você teve". Então nós, eu segurei a lágrima um pouco, mas ela me percebeu emocionado e ela então falou: "Doutor, eu vou ajudar." Essa vitória da nossa vitória nos relembra que é sempre possível fazer
você teve". Então nós, eu segurei a lágrima um pouco, mas ela me percebeu emocionado e ela então falou: "Doutor, eu vou ajudar." Essa vitória da nossa vitória nos relembra que é sempre possível fazer um pouco mais, mesmo necessitando de uma prótese, a primeira coisa que ela pensou e perguntou para mim: "O senhor acha que eu devo?" É claro que deve, porque ser médico e ser humano são coisas que não podem se dissociar, são coisas que não podem se descasar. Nós não podemos transformar essa tarefa tão bonita e uma tarefa apenas mercantil que também temos o dever, sim, a nossa profissão, mas na medida do possível e do impossível, façamos um pouco mais, um extra dentro do extra que a vida nos pede, para que possamos então aumentar a nossa perspectiva e entendermos esse legado que chega às nossas vidas, não mais com um pensamento, Não mais com a razão, mas sim com o coração entendendo, o sentimento entendendo no ritmo da tolerância do amor, dessa perspectiva que muda, como diria o nosso Castro Alves, perguntando: Deus, ó Deus, onde estás que não me respondes? desencarnado, responde a si mesmo que há coisas que nós não entendemos com a razão. Há coisas que nós sentimos e fazemos com as mãos e com o nosso coração, porque há mistérios que são peregrinos. Nos mistérios dos destinos que nos mandam renascer. Da luz do criador nós nascemos, múltiplas vidas vivemos para a mesma luz volver. E buscamos aqui na humanidade as verdades da verdade e sedentos de paz e de amor, somos misseros cativos em meio aos mortos vivos na iniquidade e da dor. E a luta eterna, é a luta bendita, em que o espírito se agita nas tramas da evolução. É a oficina onde a alma presa forja, a luz forja a grandeza da sublima imperfeição. É a gota d'água que vai caindo no arbusto, que vai subindo pleno de seiva e verd o fragmento do estrume. Na corola de uma flor. A própria flor que terna espirando, cai no solo e vai fecundando o chão duro que produz. Mas nesse cair ela deixa uma aroma leve nas aragens que passam breves nas madrugadas
me. Na corola de uma flor. A própria flor que terna espirando, cai no solo e vai fecundando o chão duro que produz. Mas nesse cair ela deixa uma aroma leve nas aragens que passam breves nas madrugadas de luz. É a reja bigorna, o malho, pelas fainas do trabalho, a enchada fazendo pão. Ou o escopro dos escultores que transforma as pedras em flores, em carraras de eleição. É a dor que através dos anos, dos algozes e dos tiranos, anjos purísimos faz, transformando até os neros rudes em araltos e virtudes em mensageiros de paz. Porque tudo evolui, tudo sonha, na imortal ânsia risonha de mais subir, mais galgar. Porque a vida é luz, a vida é esplendor. Já que Deus é o seu autor, nós somos, portanto, um pouco do seu altar. É por isso que aqui na terra às vezes se acendem radiosos faróis que esplendem dentro dessas trevas mortais e suas rútilas passagens deixam fugores, deixam imagens em reflexos que são perenais. É o sacrifício do Cristo portentoso jamais visto no sofrimento da cruz, sintetizando toda piedade e cujo amor a verdade nenhuma pena traduz. É Sócrates bebendo a secuta. É César ainda trazendo a luta. Tirânico conquistador. É Anchieta que ensinando naquele momentos os povos que estavam aqui e precisavam de uma luz maior no porvir. Mas sobretudo o exemplo de humildade, de extremos caridade do pobrezinho de Assis. Por isso, benditos sejam aqueles que semeiam bem, aqueles que glorificam as próprias vidas nas sendas das iluminações que fazem, porque eles encontraram e nós encontraremos um dia também a alegria, a paz, a evolução que tanto desejamos nas sendas do caminho da nossa vida. É por isso que nesses dias de guerra, nesses dias de tantos embates e combates, nós nos dizemos para nossa interioridade: "Caminhai, porque o amor é a luz a que se alcança." Tenhamos, portanto, queridos irmãos espíritas, tenhamos fé, tenhamos esperança, que para o infinito seja a nossa marcha. Marchemos juntos em nome do amor. Que assim seja e muita paz. Agradecido ao Dr. Leonardo Machado pela
eridos irmãos espíritas, tenhamos fé, tenhamos esperança, que para o infinito seja a nossa marcha. Marchemos juntos em nome do amor. Que assim seja e muita paz. Agradecido ao Dr. Leonardo Machado pela palestra do dia de hoje. E agora, a partir desse momento, vamos nos preparar para o encerramento das nossas atividades. Eu vou convidar aos médiuns passcistas da casa para que se coloque ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e mestre Jesus, amigo incondicional das nossas vidas, hoje, Senhor, tivemos momentos agradabelíssimos. no transcurso da tarde e agora à noite. Quantos exemplos, quantas formas de enxergarmos a vida de uma forma diferente? nos legastes diversas oportunidades. Muitas rejeitamos, desdenhamos, não valorizamos, mas hoje, impulsionados pelo vosso amor, todos nós nos quedamos diante de vós, compreendendo queis um ser majestoso na regência desta humanidade tão sofrida. Por isso, nós rogamos a partir desse instante a vossa especial misericórdia para com todos nós. O passado, este senhor já foi. O presente é um relâmpago na noite escura, mas o futuro é aquilo que acreditamos a partir dos vossos ensinos e da doutrina espírita. Faculta-nos, pois, Senhor, que possamos vivenciar a partir desse instante e através dos médiuns passistas aqui presentes, a irradiação benéfica das energias do mundo espiritual e a bondade da energia anímica de cada médium, recaindo sobre todos nós como gotículas de luz provindas do mundo espiritual através do vosso amor. Abençoa-nos, abençoa Divaldo Franco, Nilson de Souza Pereira, aos benfeitores espirituais desta casa, regidos pela benfeitura Joana de Angeles, e os nomes que colocamos na entrada do cenáculo dos encarnados, dos desencarnados. Por ele pedimos, Senhor, a vossa misericórdia. fluidifica a água, transformando-a num medicamento, num remédio para todos nós. Conduze-nos de retorno ao lar, felizes como agora estamos, levando a vossa mensagem de amor aqueles que lá nos aguardam. S conosco, Mestre, hoje e por todo
num medicamento, num remédio para todos nós. Conduze-nos de retorno ao lar, felizes como agora estamos, levando a vossa mensagem de amor aqueles que lá nos aguardam. S conosco, Mestre, hoje e por todo sempre. E que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Muita paz a todos.
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