LEI DE DESTRUIÇÃO - Alaciel Francklin [PALESTRA ESPÍRITA]
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A paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda beleza. >> Muito boa tarde, caríssimas irmãs e irmãos. Nós estamos iniciando uma conversa, uma meditação sobre a lei de destruição, que é o capítulo 6 do livro do livro dos espíritos, parte terceira. Convido que vocês todos para uma pequena leitura da mensagem 200 do livro Minutos de Sabedoria, escrito pelo professor Carlos Torres Pastorino. A mensagem da página 200 diz o seguinte: "A morte não existe. Se você perdeu um ente querido, não se desespere. Tenha certeza que ele não morreu, apenas mudou de estado. E mais cedo ou mais tarde você irá encontrá-lo novamente. Não pretenda ser superior a Deus. Aceite o que Deus determinou em sua sabedoria. E você será imensamente feliz. Elevemos o nosso pensamento agradecido a Deus. Vamos nesta tarde suplicar ao Pai Celestial pelas pessoas que nós amamos, pelos nossos familiares, pelos nossos amigos, em especial por aqueles que já passaram para o plano espiritual. Que a bondade do Pai Celestial possa autorizar aos espíritos trabalhadores para levarem o apoio, a proteção e a consolação a todos os nossos amigos que passaram para o plano espiritual, que desencarnaram e que junto com esse apoio e proteção possam levar também o nosso recado de amizade e de ternura. Vamos estender a nossa súplica, pedindo ao Pai Celestial que ilumine cada coração deste planeta Terra, inspirando a cada um para a prática da paz, para a vivência da paz. Muito agradecemos, Senhor, por tantos auxílios. Que assim seja. O nosso trabalho hoje tem por objetivo estudar a destruição no contexto das leis morais. O fenômeno de destruição é um fenômeno necessário em todos os ambientes que evoluem e a evolução é a maior a maior constante deste nosso universo. E nós vamos estudar como que a destruição se encaixa no contexto das leis morais estudadas por Kardec no livro dos espíritos, parte terceira. Vamos estudar as transformações que precisam ocorrer a todo momento, em todo lugar, para
destruição se encaixa no contexto das leis morais estudadas por Kardec no livro dos espíritos, parte terceira. Vamos estudar as transformações que precisam ocorrer a todo momento, em todo lugar, para colaborar com o progresso. Vamos falar um pouquinho sobre destruição necessária e destruição abusiva. E vamos tentar compreender que a morte é o principal fenômeno de destruição que nos afeta. Ela é uma mudança no estado de manifestação do espírito, como falou a mensagem do pastorino que foi lida logo no começo desta nossa desta nossa meditação. Pra gente poder falar um pouco sobre isso, sobre lei da destruição, nós vamos ver que a lei da destruição tá inserida no contexto da evolução do espírito. E para evoluir, a gente tem que começar estudando o mandamento maior, o amor a Deus e o amor ao próximo. A resposta mais antiga sobre o que quer dizer amar a Deus está no Velho Testamento, no Deuteronômio, capítulo 6, versículo 5. Lá tá escrito assim: "Amarás o Senhor teu Deus, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força". Amar a Deus de todo coração quer dizer amar a Deus com os sentimentos, com os desejos, com todos os sentimentos e os desejos focalizados no Pai Celest no Pai Celestial. E ao mesmo tempo a gente afastado de tudo que não é bom. Amar a Deus de toda a alma. significa manter os pensamentos focalizados em Deus, usar nossa inteligência para nos aproximarmos de Deus. O amor de a Deus não é uma expressão apenas do nosso lado emocional, é também um ato consciente que exige disciplina, inclui pensar sobre a criação e sobre as leis divinas. Amar a Deus com todas as nossas forças significa que a gente podemos amar a Deus em todos os nossos atos. Por exemplo, cantando com alegria, fazendo só o bem, trabalhando com amor e dedicação, estudando com carinho. Isso significa amar a Deus em todas as nossas ações. Amar a Deus quando a gente tempera um feijão bem temperado. am Deus quando a gente faz uma cirurgia de cérebro com todo carinho. Há pessoas que amam a Deus focando só o
Deus em todas as nossas ações. Amar a Deus quando a gente tempera um feijão bem temperado. am Deus quando a gente faz uma cirurgia de cérebro com todo carinho. Há pessoas que amam a Deus focando só o lado emocional, os sentimentos. Outras pessoas focam o seu amor a Deus no lado intelectual, os pensamentos. E outros só amam a Deus nas ações. Mas a gente viu que precisamos pensar, amar a Deus. com os pensamentos, com os sentimentos e com as ações. na doutrina espírita, a gente aprende que que a gente aprende na doutrina espírita para amar a Deus com pensamentos, sentimentos e ações, nós precisamos atuar conforme mandam as leis divinas. E essa é a razão dessa nossa conversa, falarmos um pouquinho sobre as leis divinas, um pouquinho sobre o que o Kardec chamou de leis morais e em especial focar na lei da destruição. Na parte terceira dos livros dos espíritos, logo no comecinho, a gente aprende que as leis divinas orientam toda a criação, orientam o mundo físico, como por exemplo a lei da gravidade, orientam o mundo biológico, como por exemplo, as leis da genética orientam o mundo moral, as leis morais que indicam que nós devemos devemos fazer ou não fazer nas nossas relações com as demais pessoas. Quer dizer, as leis morais indicam como a gente deve tratar os outros. No capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, nós aprendemos com Kardec e com Jesus que a lei de amor ao próximo como a si mesmo é uma espécie de coroamento das leis morais. Amar ao próximo como a si mesmo quer dizer que eu devo tratar os outros da forma como eu quero que me tratem. Só fazer aos outros o que eu quero que os outros me façam e não fazer a ninguém o que eu não quero que os outros me façam. O que eu quero para mim é a medida daquilo que eu devo fazer pros outros. Por exemplo, eu quando tô com uma necessidade muito grande, quando eu tô passando um apuro, eu adoro que alguém chegue para mim e diz assim: "Ô, Alacel, eu tô achando que você tá precisando de uma forcinha. Posso te ajudar? Olha que maravilha.
de muito grande, quando eu tô passando um apuro, eu adoro que alguém chegue para mim e diz assim: "Ô, Alacel, eu tô achando que você tá precisando de uma forcinha. Posso te ajudar? Olha que maravilha. Para eu amar o próximo como a mim mesmo, eu devo ajudar os outros, porque eu gosto de ser ajudado. Para eu amar o próximo como a mim mesmo, eu não posso fazer ninguém sofrer. Sabe por quê? Porque eu não gosto que alguém me faça sofrer. Como eu não quero que alguém me faça sofrer, eu não devo fazer ninguém sofrer. Assim que a gente o próximo, como a nós mesmos. Essa lei importantíssima do amor ao próximo como a si mesmo deve orientar a nossa vida em relação a todas as outras pessoas. Mas logo no começo da parte terceira do livro dos espíritos, o Kardec nos diz que há outros princípios divinos que regem a nossa existência, que a gente precisa cumprir. Então, esses princípios estão todos lá na parte terceira do livro dos espíritos. Eles são a lei da adoração, a lei do trabalho, a lei de reprodução, a lei de conservação, a lei de destruição, a lei de sociedade, a lei do progresso, lei de igualdade, lei de liberdade e, finalmente, lei de justiça, amor e caridade, que é uma formulação detalhada da lei de amor. Nos meses anteriores e palestras anteriores, nós estudamos a lei da adoração, a lei do trabalho, a lei de reprodução e a lei de conservação. Vamos recordar um pouquinho sobre essas leis e em seguida vamos falar um pouco mais de detalhe sobre a lei de destruição, que é o objetivo maior da nossa palestra de hoje. Lei de adoração. Tá no livro dos espíritos, parte terceira, capítulo 2. Que que é a adoração? é a elevação do pensamento e do sentimento para Deus com reverência, respeito, admiração e devoção. A gente pensa em Deus, mas com essa atitude de reverência, de respeito. A adoração é inata no ser humano. Há dois tipos básicos de adoração. Adoração concreta que é feita pelos povos primitivos. Adora ao Sol, a Lua, as imagens. e adoração abstrata que é praticada pelo ser humano mais
inata no ser humano. Há dois tipos básicos de adoração. Adoração concreta que é feita pelos povos primitivos. Adora ao Sol, a Lua, as imagens. e adoração abstrata que é praticada pelo ser humano mais evoluído, que é a prece raciocinada, que é o reflexão sobre as coisas de Deus, que é o esforço para praticar as leis divinas. Além da prece, muitas pessoas usam os sacrifícios para adorar. Para nós espíritas, os sacrifícios que mais agradam a Deus são dois: o esforço que nós fazemos para ajudar os sofredores e o esforço que nós fazemos para domar nossas más inclinações. Domar, domar é segurar, não deixar tomar conta da gente. No evangelho de João, capítulo 4, a gente aprende o que nós precisamos adorar a Deus em verdadeiro espírita. Desculpe, aprendemos que nós precisamos adorar a Deus em verdadeiro espírito. Que que quer dizer adorar a Deus e verdadeiro espírita? quer dizer dispensar a materialização do culto, dispensar as imagens, os templos, as cerimônias, os rituais, a pompa, tudo isso é secundário. O que é interessa para nós é a posição do nosso pensamento, a posição do nosso coração. Então, a o Kardec nos diz na lei da adoração que a verdadeira adoração é interior, é abstrata, é sincera. Em todas as nossas ações, a gente vai honrar o Pai Celestial, vai admirar a beleza e a complexidade da sua criação. Aí vai seguir as suas leis. Um ponto fundamental da adoração é atender ao chamado que tem dentro de nós para uma evolução constante. Aí a gente vai praticar as leis divinas e nós vamos estar atendendo a esse chamado. Todos nós temos dentro de nós um apelo. É a força divina que vem e diz assim: "Cara, tu tem que dar uma melhoradinha. Que que você vai fazer para melhorar?" Essa é a ideia. Vou falar um pouquinho sobre a lei do trabalho. A lei do trabalho é estudada no livro dos espíritos, parte terceira, questão eh capítulo 3. O trabalho é uma lei da natureza, então ele é uma necessidade para todos. Todos, todos nós podemos fazer, ter uma ocupação braçal, podemos ter uma ocupação intelectual,
erceira, questão eh capítulo 3. O trabalho é uma lei da natureza, então ele é uma necessidade para todos. Todos, todos nós podemos fazer, ter uma ocupação braçal, podemos ter uma ocupação intelectual, mas tudo isso se encaixa dentro do conceito de trabalho. Então, como é uma lei divina, tudo na natureza deve trabalhar. Mesmo aquela pessoa que possa se manter sem trabalhar, tem recursos suficientes para viver sem trabalhar, mesmo essa pessoa tem que trabalhar. Ela não está isenta da obrigação de tornar, tornar-se útil aos seus semelhantes, fazer alguma coisa que ajude todo mundo, nem ela tá isenta da obrigação de se aperfeiçoar em inteligência, na capacidade de raciocinar e no sentimento, que é a capacidade de querer, de vontade. de sentimento. Todo trabalho tem que ser feito com amor. Isso significa trabalhar da melhor maneira que a gente puder, ainda mesmo que o pagamento não seja aquele que a gente ache justo, mesmo que a gente esteja achando que tá ganhando pouco por aquele trabalho. remuneração é importante porque nós vivemos, trabalhamos para poder ter remuneração, mas na hora de irmos cuidar das nossas relações com Deus, por exemplo, tô trabalhando, então vou fazer o melhor que eu posso, independentemente do pagamento. E você ainda não conseguiu o trabalho que você quer, por favor, adapte-se à aquele trabalho que você já conseguiu. E aí prossiga até terminar esse trabalho da melhor forma possível. Depois você pega outro que foi descoberto agora a pouco. Com isso, trabalhando bem, trabalhando com amor, você ganhará mérito perante as leis divinas. Um dia você será convocado pelas leis divinas para fazer um trabalho que você gosta. Então, se você ainda não conseguiu o trabalho que você quer, não desista. continue, persista, porque você vai conseguir. Uma outra observação sobre o trabalho é que além do trabalho oferecer recursos à nossa sobrevivência, o trabalho também nos dá oportunidade da gente se aperfeiçoar tanto do ponto de vista intelectual como do ponto de vista moral, porque ele
que além do trabalho oferecer recursos à nossa sobrevivência, o trabalho também nos dá oportunidade da gente se aperfeiçoar tanto do ponto de vista intelectual como do ponto de vista moral, porque ele gera a necessidade de adquirir conhecimento, então aperfeiçoamento intelectual e a necessidade de manter boas relações com as pessoas, aperfeiçoamento moral. Importante você lembrar que se você não tá na área que você gosta, você tá incomodado com o trabalho, observa a veja, procura a data da observa. Deixa eu repetir o o o meu o meu o meu raciocínio. Se você tem oportunidades de trabalhar e nessa nesse trabalho você lida com muita gente, então você tem que aprender a manter boas relações. Esse esforço que a gente faz no trabalho para manter boas relações com as outras pessoas, ele nos aperfeiçoa do ponto de vista moral. Então, contribui paraa nossa evolução com o espírito humano. Vamos falar um pouquinho sobre a lei de reprodução. A reprodução dos seres vivos em geral é uma lei da natureza. O Kardec explica que se não houvesse reprodução, o mundo físico pereceria, morreria. Na questão 695 do livro dos espíritos, o Kardec começa a falar sobre o casamento, quer dizer a união permanente dos dois seres. E aí ele vai tratar da lei de reprodução. No Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 22, o Kardec também fala sobre o casamento. E aí ele diz que na união sexual dos seres humanos há uma lei divina, a lei de amor. Porque Deus quer que os seres que se unem não se unam só pelos laços da carne, mas também se unam pelos laços da alma, para que a a afeição dos esposos seja transmitida aos filhos e que aí serão dois a amar os filhos, a cuidar deles, fazê-los progredir. Um, o cônjuge vai cuidar do outro, o outro vai cuidar do um e os dois vão cuidar dos filhos. Eu gosto muito de uma expressão, eh, a expressão fome de ternura. Que que é fome de ternura? É um sentimento que é inerente ao ser humano, não existe nos animais. É um sentimento que nos impele para buscar afinidade com outro semelhante.
a expressão fome de ternura. Que que é fome de ternura? É um sentimento que é inerente ao ser humano, não existe nos animais. É um sentimento que nos impele para buscar afinidade com outro semelhante. É uma ânsia de completamento pessoal que só pode ser satisfeito pelo outro e que depende de estarem presentes dois tipos de afinidade: afinidade física, afinidade espiritual. Isso é uma coisa muito bonita, é que a gente nasce com essa essa ânsia pra gente conseguir amizades. Não é só para conseguir namorada ou namorado, mas a gente nasce também para conseguir amizade. Isso é fome de ternura. É uma ânsia de completamento. Eu sozinho tô incompleto. Preciso do outro. Eu preciso de outra pessoa para me ajudar para que eu me sinta completo. E para isso eu preciso estabelecer afinidade. No livro Pequeno Príncipe do Anto Santegiperri, a raposa falava assim: "Cativa-me". Mas toma cuidado, porque nós somos eternamente responsáveis por aqueles a quem cativamos. Essa frase do Santos Hiperry introduz a ideia de que quando a gente consegue o completamento, quando a gente consegue estabelecer uma afinidade com alguém, aparece a responsabilidade de não magoar. aparece a responsabilidade de alimentar aquele afeto. Para que se cumpra a lei de amor, é preciso que se o casal cultive esse amor à afinidade, que é uma ligação intensa baseada na simpatia. A afinidade entre duas pessoas resulta da simpatia e da troca de vibrações compensadas. O que são vibrações compensadas? São a troca de vibrações elevadas de um para outro. Ele alimenta o coração dela com ternura, afeto, alegria, proteção, companheirismo, fidelidade, estímulo ao progresso como ser humano e outras coisas. E ela faz a mesma coisa na direção dele, alimenta o coração dele com energias de ternura, afeto, alegria, proteção, companheirismo, fidelidade, estímulo ao progresso, etc. Isso é que é vibração compensada. Segundo Emanuel, essas vibrações são assim, ó, uma para cada lado, e elas se caracterizam como cargas magnéticas de manutenção
fidelidade, estímulo ao progresso, etc. Isso é que é vibração compensada. Segundo Emanuel, essas vibrações são assim, ó, uma para cada lado, e elas se caracterizam como cargas magnéticas de manutenção dos sentimentos de afinidade daquele casal. Uma coisa importantíssima que tá escrita no livro do do Emânuel chamado Vida e Sexo, tá? Na página 30, o Emano fala assim: "Para que não sejamos mutilados psíquicos, urge não mutilar o próximo". Quer dizer, se você não fere o outro, você não será ferido, não vai ser, vai ser protegido. Agora vou falar um pouquinho da lei de conservação. A doutrina espírita considera que a vida no corpo é essencial para o aperfeiçoamento do espírito. O corpo é um instrumento de aperfeiçoamento do espírito. Então, o espírito foi criado no plano espiritual, mas logo foi atribuído a ele um corpinho de criança para ele se associar a esse corpinho e aí nascer aqui na terra. Então o espírito fica se manifestando através daquele corpo. Essa vida no corpo físico é essencial para o espírito evoluir. O espírito evolui encarnado e o espírito também evolui desencarnado. Cada plano, o plano encarnado e o plano desencarnado, eles têm características diferentes. E a lei de Deus aproveita cada característica do plano encarnado e aproveita cada característica do plano espiritual para evoluir. para o espírito evoluir. Também a doutrina espírita considera que a saúde do corpo é um patrimônio que precisa ser valorizado e conservado. A gente lê isso no capítulo 17 do Evangelho Segundo o Espiritismo. A conservação do equilíbrio do corpo é super importante. O equilíbrio entre o corpo e o espírito é super importante. O progresso moral que combate o egoísmo e o o orgulho são super importantes para a gente ter uma evolução harmônica. O instinto de conservação foi concedido por Deus a todos, todos os seres vivos, para que eles possam cumprir os desígnios divinos e aí atuar conforme manda o Pai Celestial. Então isso quer dizer que o instinto de conservação é uma lei da natureza.
s a todos, todos os seres vivos, para que eles possam cumprir os desígnios divinos e aí atuar conforme manda o Pai Celestial. Então isso quer dizer que o instinto de conservação é uma lei da natureza. Todos os seres vivos possuem esse instinto de conservação. Como Deus deu ao ser humano a necessidade de viver, Deus também nos faculta os meios necessários para viver. quer dizer água, ar, alimento, energia, diversas coisas que são oferecidas para nós e a gente nem percebe. Você já percebeu quantas respirações você deu hoje? Eu não contei as minhas representações. Então, como Deus nos deu a necessidade de existir, ele tem que providenciar um jeito da gente adquirir os meios necessários. Aí para obter os meios de sobrevivência a gente precisa trabalhar. E Jesus ensina isso num livro chamado Buscai e achareis do espírito áureo. O meu livro sobre esse, meu exemplar está desaparecido. O uso dos bens da terra é direito de todos os seres humanos. Esse direito é consequência que a gente tem que viver. A razão nos deve ajudar a controlar os excessos. Quem procura requinte no excesso, no excesso de gozo, por exemplo, dos bens terrenos, sofrerá as consequências desse excesso de gozo, que pode até levar a doenças. Uma coisa que é muito importante lembrar é que se a gente está com muita dificuldade de concentração, então a gente vai rapidamente ter que focar o nosso pensamento. E, portanto, é super importante que a gente tenha que o o realizar a questão do trabalho para a subsistência. Jesus ensina isso no capítulo no capítulo 25 do livro do Evangelho Segundo o Espiritismo chamado Buscai e achareis. Também é importante a gente meditar sobre o direito que todos os seres humanos possuem para o uso dos bens da terra. Esse direito é consequência da necessidade de viver. A razão deve controlar os excessos. Quem procura requinte no excesso de gozo dos bens terrenos, vai sofrer consequências do abuso. Os bens terrenos são para usar, mas a gente não pode abusar. Porque quando a gente abusa, por
s excessos. Quem procura requinte no excesso de gozo dos bens terrenos, vai sofrer consequências do abuso. Os bens terrenos são para usar, mas a gente não pode abusar. Porque quando a gente abusa, por exemplo, querendo acumular demais bem terreno, nós vamos prejudicar alguém que não vai ter bens para o necessário, enquanto a gente tá buscando para o suérflo. E também existem bens terrenos, existem coisas da Terra que a gente não pode nem usar, quanto mais abusar, como as drogas. do tipo do álcool, da cocaína, do tabaco e o costume de uso do sexo desorientado, desequilibrado. Os excessos, o desrespeito ao corpo pelos excessos levam a doenças físicas e levam a doenças mentais. Então, muito importante a gente conservar o equilíbrio no nosso trabalho, conseguir eh manter o equilíbrio nas nossas ações quando estamos encarnados, porque daí nós vamos ter equilíbrio na nossa vida, vamos ter alegria na nossa vida. A lei de conservação não se limita à manutenção da vida, mas se estende a conservação de tudo que é útil e tem valor verdadeiro pro ser humano. uma planta, um animal, um objeto, uma casa, por exemplo, ou então uma obra de arte, um trabalho de pesquisa, uma receita de um alimento, ou então um relacionamento entre pessoas, tanto por amizade como por matrimônio. Qualquer forma de harmonia faz parte desse conceito de manutenção do que é útil, bom, verdadeiro. Temos que conservar o que a gente conquistou. Nesse aspecto, é importante lembrar o valor da conservação da cultura, os valores da nossa civilização, conservar as grandes obras da ciência, os museus e as e as revistas científicas. Os museus mantém uma forma de preservar, conservar grandes obras da arte e as revistas científicas. preservam as grandes obras da ciência. Agora vamos falar um pouco sobre a lei de destruição. É mais fácil compreender a lei de conservação. É mais fácil compreender a lei de reprodução, mas é importante que a gente compreenda que a destruição também é uma lei da natureza. Sabemos que a vida é indispensável para
ender a lei de conservação. É mais fácil compreender a lei de reprodução, mas é importante que a gente compreenda que a destruição também é uma lei da natureza. Sabemos que a vida é indispensável para a evolução dos seres. Então, Deus estabeleceu para manutenção da vida as leis de reprodução e conservação. Ah, então a gente, a com isso, o princípio inteligente que anima os corpos vivos vai vai se desenvolvendo. A lei de destruição é o complemento desse processo evolutivo. Pela lei de reprodução, o ser nasce pela lei de conservação. ser mantenha a vida e vai passando por experiências que ele vai refletindo e vai aprendendo. A lei de destruição é um é um complemento desse processo evolutivo. Por quê? Porque a é a é a aprendizagem no corpo, a gente chama de aprendizagem na forma humana. Essa aprendizagem, ela tem um período limitado, não tem nem um corpo que tem a duração eterna. Então, passa um certo tempo encarnado e aí o corpo começa a se desgastar. Chega um certo momento, ele tem que o espírito tem que voltar pro plano espiritual. A lei de destruição, então então complementa o processo evolutivo. Por quê? Porque depois de voltar para um plano espiritual, o espírito renasce e aí revive e vai aprendendo cada vez que renasce. Então, dessa forma, renascendo e evoluindo, os seres humanos vão ficando cada vez mais lúcido, mais lúcidos, vão evoluindo tanto em inteligência como em amor. Mas tem uma coisa interessante, para poder renascer, antes, o espírito morre. é a lei de destruição em funcionamento. No nosso mundo tem dois tipos de destruição. Primeiro, a destruição natural da forma do corpo em que o espírito se manifesta. Então, essa é uma lei natural. O espírito se manifesta na forma, quer dizer, reencarna e ali ele vai ser regulado por três leis. Para renascer, lei de reprodução, para viver experiências na carne, lei de conservação. Para voltar ao plano espiritual e abandonar aquela carne, morte ou desencarne. A literatura espírita prefere chamar de desencarne ao fenômeno que a maior parte das
ências na carne, lei de conservação. Para voltar ao plano espiritual e abandonar aquela carne, morte ou desencarne. A literatura espírita prefere chamar de desencarne ao fenômeno que a maior parte das pessoas chama de fenômeno da morte. A morte é o destruição do corpo físico, porque o espírito não morre e a morte se manifesta sempre. Para evoluir é preciso que o nosso espírito se transforme. Evoluir é um caminho traçado por Deus para a melhoria dos nossos espíritos. Esse caminho de melhoria, ele vem sendo descrito nas comunicações de espírito há muito tempo, desde 700 anos antes de Cristo, onde o profeta Isaías, lá no capítulo dois diz assim: "Eu prevejo um futuro de paz, justiça e harmonia. Há 700 anos antes de Cristo, eh, havia muita confusão e o Isaías previu paz, previu justiça e harmonia. No capítulo 2, versículo 2 do seu livro, Isaías prevê a transformação das espadas em arados e das lanças em foes, significando que os recursos que antes eram usados para a guerra vão passar a ser utilizados na agricultura, no bem-estar das pessoas. Em outras palavras, as nações e as pessoas vão aprender a não mais lutar entre si. Nas Nações Unidas, em Nova York tem uma escultura muito bonita que tem o seguinte título: Vamos transformar espadas em arados. inspirado lá no versículo de do Velho Testamento de Isaías. Quem fez essa, o artista que fez essa escultura chama Eugênio Vit. Vic, Eugênio Vetic. No mesmo livro de Isaías, porém no capítulo 8 11. Ele fala ainda mais detalhadamente sobre esse mundo de paz. Ele diz assim, a passagem bíblica de Isaías 11, capítulo 11, versículos 16 a de 6 a 9, descreve um futuro mundo de paz, onde predadores e presas conviverão harmoniosamente. Aí ele fala: "O lobo viverá com o cordeiro." O leopardo se deitará com o cabrito, até o leão e o bezerro pastarão juntos e serão guiados por uma criança. A cena completa um cenário de ausência total de violência, onde até mesmo cobras e bebês brincarão juntos sem perigo, sem que um ameace a vida do outro.
astarão juntos e serão guiados por uma criança. A cena completa um cenário de ausência total de violência, onde até mesmo cobras e bebês brincarão juntos sem perigo, sem que um ameace a vida do outro. Então, essa destruição natural, ela é objeto de uma lei divina, a lei de destruição. Mas no capítulo 6 do livro dos espíritos, da parte terceira, o Kardec nos alerta para outro tipo de destruição, que ele chama de destruição abusiva, que é provocado por seres humanos por orgulho, por ambição, por egoísmo, por tendências à violência. alguns exemplos de destruição abusiva, a guerra, o assassinato de uma maneira geral, a caça ou a pesca predatória e a agressão ao meio ambiente. O que a gente costuma chamar de destruição se trata, na verdade, de uma transformação que tem como finalidade a renovação e a melhoria. A parte essencial dos seres vivos não é o corpo físico, é o espírito. Mas o espírito que impulsiona o ser o o os seres espirituais, ele retorna à vida corporal para continuação de sua jornada progressiva. Como que ele retorna? por um corpinho de criança, retorna pelo fenômeno da reencarnação, quer dizer, vai nascer de novo. Kardec afirma que muitas espécies de seres vivos se alimentam uns dos outros. afirma também que o ser humano tem o direito de se alimentar dos animais dentro dos limites da necessidade do seu sustento. A gente não deve abusar do do direito que uma pessoa tem de se alimentar dos animais fora dos limites da necessidade. Não podemos abusar, como a gente também não pode abusar praticando a caça meramente esportiva. Matar os animais só pelo prazer de matar, isso é crueldade e não se deve fazer. na pesca que dizima as espécies. Na época da reprodução, os governos costumam proibir a pesca de certas espécies. E isso é um é muito bom, porque a reprodução vai gerar novos elementos daquela família. Então essa esse fenômeno tem que ocorrer, porque não vai dizer se vai desaparecer a espécie. Então, é muito importante a gente conhecer o que é a destruição abusiva,
r novos elementos daquela família. Então essa esse fenômeno tem que ocorrer, porque não vai dizer se vai desaparecer a espécie. Então, é muito importante a gente conhecer o que é a destruição abusiva, a caça meramente esportiva, a pesca de sem qualquer controle, eh, tá na hora da reprodução e mas eu pego os filhotes de peixe todos para fritar e aí não vai ter peixe grande depois. O Kardec afirma que a destruição abusiva ainda perdura perdurará por um tempo na Terra, porque a humanidade tá muito atrasada em suas colocações, mas tá no bom caminho. No caso do ser humano, a morte se limita ao envoltório exterior. O corpo, que é o involtório exterior, não é a parte essencial. A parte essencial do ser humano é a alma, o princípio inteligente, princípio do sentimento. E esse princípio não pode ser destruído. A natureza nos oferece meios de preservação e conservação do corpo para que a morte não ocorra antes do tempo. Toda destruição antecipada entrava o desenvolvimento daquele espírito. O instinto de conservação provoca o medo natural da morte, porque o ser humano sente que deve prolongar a vida e cumprir a sua tarefa. A mesma voz interna que faz o espírito eh eh escolher impele o espírito a trabalhar, repelir a morte, impele o espírito para trabalhar pelo seu progresso. O perigo que ameaça um espírito é uma advertência para que ele aproveite o tempo que Deus lhe deu e trate de evoluir. A doutrina espírita não é nem fria, nem insensível diante do fenômeno da morte. Quando no espiritismo a gente fala da morte como fenômeno natural e mesmo como fenômeno necessário para a evolução do espírito, não quer dizer que a gente vai desprezar ou vai negligenciar nossa compaixão para com o sofrimento. Sofrimento que afeta todos espíritas ou não. Quando desencarna um dos nossos queridos. Quando desencarna um dos nossos queridos. Nós vamos tomar conhecimento e aqui a gente vai ficar triste porque nós vamos ficar separados. Apesar da o espiritismo explicar claramente o fenômeno da morte, o objetivo da morte,
os nossos queridos. Nós vamos tomar conhecimento e aqui a gente vai ficar triste porque nós vamos ficar separados. Apesar da o espiritismo explicar claramente o fenômeno da morte, o objetivo da morte, ele não despreza que a gente chore quando venha a morrer um familiar nosso, alguém que a gente ame muito. Diante da morte, a doutrina espírita esclarece três pontos que são importantes como algo de natureza consoladora. Primeiro, só o corpo morre. O espírito não morre, como nós já falamos. Quando o corpo morre, a vida cessa e os elementos do corpo são devolvidos à mãe natureza. Tudo que consistia as moléculas do corpo, devagarinho vai ser vai retornando à natureza. e o cálcio, o carbono, o nitrogênio, todos os elementos químicos que compõe o nosso corpo vivo vão se espalhando de novo pela mãe natureza. Segundo ponto, o espírito não morre, só o corpo morre. Prossegue vivo, se manifestando no plano espiritual por um certo tempo. Ali ele colhe frutos da encarnação, estuda, trabalhado bem e se prepara para quê? por uma nova encarnação. E às vezes, ao longo do tempo, o corpo passa por tantos desgastes que já não é mais possível a cura, por melhores que sejam os recursos da medicina. Nesses casos, é preciso morrer para depois renascer. Na parábola sobre a pesca milagrosa, Jesus perguntou a Pedro: "Por que você não joga a rede pro outro lado?" E Jesus percebeu que eles estavam jogando a rede só para um lado e não estavam pegando peixe nenhum. Aí o o os teve alguns que não jogaram rede, mas o Pedro jogou. Aí ele ficou impressionado porque veio a rede cheia de peixe. Quando a gente não tá tendo sucesso de um lado, lembra Jesus? Por que você não muda pro outro? Quando você tá tendo alguma situação em que as coisas não estão dando certo, por que você não muda de visão? Por que você não muda de atividade? Se uma pessoa está sofrendo muito, é mais fácil a gente aceitar a morte daquele ente querido, porque a gente vê que tá tá sofrendo muito. E costuma dizer assim, a pessoa descansou
o muda de atividade? Se uma pessoa está sofrendo muito, é mais fácil a gente aceitar a morte daquele ente querido, porque a gente vê que tá tá sofrendo muito. E costuma dizer assim, a pessoa descansou quando sobrevém o fenômeno da morte. Quer dizer que a pessoa jogou a rede pro outro lado. Ainda há várias coisas que a gente poderia falar sobre esse assunto, como os flagelos destruidores que trazem progresso rápido, como foi a questão da pandemia. Então a gente conclui aqui erguendo o nosso pensamento a Deus, suplicando ao Pai de infinita bondade pela dádiva da vida, pelo instinto de destruição que renova nossas formas para que o nosso espírito possa evoluir. concede-nos, Pai Celestial, a força e a sabedoria para cuidar do nosso corpo, que é o instrumento do nosso progresso aqui na Terra. Ajuda-nos a manter o equilíbrio, a man a evitar os excessos e a cultivar a saúde. Um bem tão precioso durante a nossa jornada. ampara-nos nos momentos de perigo e de dificuldade para que a gente supere as provas com fé e resignação. Que nossos anjos guardiões nos inspirem a resistir ao mal e seguir no caminho do bem. e que saibamos aceitar as necessidades de transformação que nos farão evoluir e que é o final da nossa missão. Quando a gente devolver o nosso corpo à mãe natureza, que possamos prestar boas contas do patrimônio da vida que nos foi confiado, que o nosso mentor, quando nos receber do outro lado, diga assim: "Seja bem-vindo, seja bem-vinda. Que bom que você aproveitou bem a sua experiência no corpo. Agora, venha aproveitar a sua experiência no plano espiritual e que a gente possa ter sempre consciência de que a gente esteja no plano encarnado ou a gente esteja no plano desencarnado. A gente tem condições de melhorar como espírito humano. A gente progrede aqui, a gente progrede lá. Então, Pai celestial, dá-nos essa clareza de necessidade de evolução para que a gente aproveite bem a oportunidade de viver aqui na Terra. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe
de lá. Então, Pai celestial, dá-nos essa clareza de necessidade de evolução para que a gente aproveite bem a oportunidade de viver aqui na Terra. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos
ncontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o [música] Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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