LEIS DIVINAS - LEI DE LIBERDADE - Alaciel Francklin [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 15/03/2026 (há 3 semanas) 1:06:46 236 visualizações

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Transcrição

mesmo [música] tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. >> Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Caríssimas irmãs e caríssimos irmãos, muito boa tarde. Sejam bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Convido vocês para que oremos pela paz e pela harmonia em todo o mundo. Nessa oração, nós convidamos para estar conosco o nosso querido amigo Jesus e o nosso querido amigo Francisco de Assis. Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve à união. Onde houver dúvida, que eu leve a fé. Onde houver erro, que eu leve a verdade. Onde houver desespero, que eu leve à esperança. Onde houver tristeza, que eu leve alegria. Onde houver trevas, que eu leve à luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. que ser compreendido amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado. E é morrendo que se vive. para vida eterna. Agradecidos pela vibração do Cristo, pela vibração do nosso irmão Francisco de Assis, que nos deram a graça de vibrar conosco nesta prece. Vamos iniciar a nossa meditação sobre as leis divinas. com um enfoque principal sobre a lei de liberdade. As leis divinas são estudadas pelo Kardec no livro dos espíritos, parte terceira. E a lei de liberdade, em especial é estudada no capítulo 10 dessa parte terceira. Na tarde de hoje, os nossos objetivos serão refletir sobre a necessidade do espírito humano de evoluir sempre. A meta dessa evolução é um estado espiritual que Jesus chamou de reino de Deus ou reino dos céus. A evolução do espírito se faz em duas dimensões: inteligência e moralidade. A evolução do espírito é orientada pelas leis divinas. A concessão divina ao ser humano da liberdade de agir, também chamada de livre arbítrio, e a responsabilidade decorrente dessa liberdade serão o nosso

lução do espírito é orientada pelas leis divinas. A concessão divina ao ser humano da liberdade de agir, também chamada de livre arbítrio, e a responsabilidade decorrente dessa liberdade serão o nosso ponto principal. Então, vamos conversar um pouquinho, começando sobre a necessidade do espírito humano de progredir, de evoluir sempre. Nós aprendemos na questão 115 do livro dos espíritos, que Deus criou todos, criou e cria todos os espíritos simples e ignorantes, como uma continuação da existência dos animais. A cada um, a cada espírito, Deus dá tarefas e provas para que eles vão chegando progressivamente à perfeição, que é aquilo que Jesus chamava de reino de Deus. Alguns espíritos aceitam, topam essas tarefas e provas e chegam rapidamente ao seu destino final. Outros recusam, ficam ficam assim como se fosse na preguiça, permanecendo afastados do aperfeiçoamento e com isso ficam afastados da felicidade. Então, na nossa origem, logo que nós somos criados, a gente é mais ou menos como criança, ignorante, inexperiente, atuando muito assim, sem refletir, sem raciocinar, mas aos poucos nós vamos adquirindo conhecimento, vamos aumentando a nossa maturidade e vamos melhorando Então, como espíritos, vamos nos elevando. Todos os espíritos progrem, mas cada um progride no seu tempo. Cada um tem um tempo para evolução. E a meta é sempre aquela, um estado de perfeição, um estado muito elevado do espírito, que Jesus chamava de reino de Deus ou reino dos céus. Nós aprendemos no livro dos espíritos que que o espírito humano progride em duas dimensões, em inteligência, capacidade intelectual e a imoralidade, que é como Kardec chama, a nossa capacidade de amar o próximo como a nós mesmos. Então, a gente para amar o próximo como nós mesmos, entra a nossa dimensão do coração, do sentimento. Então, a gente progredem inteligência, a cabeça, capacidade de raciocinar, e a imoralidade, coração, capacidade de amar. O progresso da inteligência gera o progresso moral. Porque torna a gente capaz de escolher,

te progredem inteligência, a cabeça, capacidade de raciocinar, e a imoralidade, coração, capacidade de amar. O progresso da inteligência gera o progresso moral. Porque torna a gente capaz de escolher, de compreender onde está o bem e onde está o mal. Aí a gente pode escolher ativando a nossa vontade, o nosso livre arbítrio. A medida que a inteligência desenvolve, o livre arbítrio também se desenvolve e vai aumentando a nossa capacidade de escolher o bem. Como que a gente progride intelectualmente? Como a gente progride a capacidade de raciocinar pelo estudo, pela solução de problemas, pela aplicação do raciocínio em todas as atividades da vida. A gente deve aplicar o nosso raciocínio em tudo, analisar, em tudo procurar onde está o lado do bem e aí usar a nossa força de vontade e dizendo assim: "Eu vou usar meu livre arbítrio para aderir ao caminho do bem". Como que a gente progride então intelectualmente? Cada vez que a gente estuda, raciocina como que isso funciona. Por exemplo, como que a por que a chuva cai? Por que que o céu é azul? Por que que a serente germina? Como funciona um rádio, um celular? Cada vez que a gente raciocina sobre isso, nós melhoramos. Mas também quando a gente pergunta assim, como se tempera um feijão para ele ficar bem gostoso? Ou então como se faz uma cirurgia para eliminar um tumor do cérebro? tudo que a gente estuda, porque como a gente progride. A gente progride também sempre que a gente usa o raciocínio numa tarefaça, por exemplo, quando a gente resolve um problema no trabalho, ou então quando a gente pensa sobre uma posição religiosa. Ah, meu professor de doutrina espírita falou isso, isso, isso. Eu tô tentando entender o que ele falou. Ou então eu li no livro, no Evangelho Segundo o Espiritismo, que fora da caridade não há salvação. Como que isso funciona? Por que que é assim? Então, a gente tenta explicar para nós mesmo as coisas do mundo, raciocinando. É assim que a gente progride nossa capacidade de pensar. E como que a gente progride na área

nciona? Por que que é assim? Então, a gente tenta explicar para nós mesmo as coisas do mundo, raciocinando. É assim que a gente progride nossa capacidade de pensar. E como que a gente progride na área moral? Nós aprendemos com Kardec que o maior mandamento tem duas partes. Primeiro, amar a Deus em todos os nossos pensamentos. amar a Deus em todos os nossos sentimentos, amar a Deus em todas as nossas ações. Então, em tudo que a gente realiza, a gente pensa assim: "Qual é o objetivo de Deus comigo? Por que que tá acontecendo isso? O que que eu tenho que fazer para ficar atendendo ao que o Pai celestial quer de mim? Às vezes em oração é bom a gente perguntar assim: "Ô, meu Deus, eu tô numa situação complicada, não sei direito para que lado que eu vou." Eu então queria fazer uma perguntinha. Senhor Deus, meu amigo, qual o melhor caminho? Para que lado você quer que eu vá? Imediatamente a nossa, o nosso entendimento vai melhorar. E para amar a Deus com todos os nossos pensamentos, sentimentos e ações, também nós temos que cumprir as leis divinas que nós estudamos no livro dos espíritos, na parte terceira. Essa é a primeira parte do mandamento maior, mas tem uma segunda parte que é amar o próximo como a nós mesmos. Isso significa duas coisas. Fazer aos outros só o que nós desejamos que os outros nos façam. Por exemplo, quando eu tô com uma dificuldade, eu gosto muito que alguém chegue para mim e diz assim: "Ó, Laciel, você tá você tá passando, eu sei que você tá passando por um problema. Posso te dar uma mãozinha? Posso te dar uma colher de chá? Eu eu tô pronto para te ajudar. Eu acho isso muito bom. Então, para eu amar o próximo como eu me amo, quer dizer que para eu fazer pro, então eu preciso fazer pros outros o que eu quero que os outros façam para mim. Então, quando eu perceber alguém em dificuldade, eu devo ajudar, devo tentar pelo menos ajudar. Uma outra e um outro aspecto do amor ao próximo como a nós mesmos é não fazer a ninguém o que eu não quero que os outros

perceber alguém em dificuldade, eu devo ajudar, devo tentar pelo menos ajudar. Uma outra e um outro aspecto do amor ao próximo como a nós mesmos é não fazer a ninguém o que eu não quero que os outros me façam. Por exemplo, eu não quero que ninguém me faça sofrer. Então, para eu amar o próximo como a mim mesmo, não posso fazer ninguém sofrer. Fazer ao outro só o que eu quero receber. Não fazer a ninguém o que eu não quero receber. Isso é o que Jesus explicou para nós. É o que é o amor ao próximo como a a nós mesmos. Quer dizer, assim, aqui tudo que eu quero para mim devo fazer pro outro. Nada que eu não quero para mim não posso fazer pro outro. e as leis divinas. Lá na terceira parte do livro dos espíritos, a gente aprende 10 leis do mundo moral, tão importantes como as leis da físicobiologia, mas elas se aplicam à nossa evolução como seres humanos. Elas são a lei de adoração, a lei do trabalho, a lei de reprodução, a lei de conservação, a lei de destruição, a lei de sociedade, a lei do progresso, a lei da igualdade, a lei de liberdade e a lei de justiça, amor e caridade. Em palestras anteriores, a gente vem estudando uma dessas leis morais, de cada vez até a lei da igualdade. Hoje nós vamos recordar um pouquinho dessas leis e em seguida falaremos em mais detalhes sobre a lei de liberdade. Lei de adoração consiste em a gente elevar o pensamento, o sentimento e as ações em todas as situações, pensando em Deus com respeito, reverência, admiração. Jesus diz que a gente deve adorar a Deus em verdadeiro espírito e explica que isso quer dizer pensar em Deus, dispensando imagens, dispensando templos, dispensando rituais. A verdadeira adoração é pessoal, interior em toda a nossa vida. Em todos os acontecimentos da nossa vida, nós precisamos adorar o Pai Celestial, admirando sua criação, seguindo suas leis, atendendo seu chamado dentro de nós para essa evolução constante em inteligência e em moralidade. A lei do trabalho nos diz que o trabalho é uma lei da natureza. Por isso é uma necessidade para todos.

atendendo seu chamado dentro de nós para essa evolução constante em inteligência e em moralidade. A lei do trabalho nos diz que o trabalho é uma lei da natureza. Por isso é uma necessidade para todos. Toda ocupação útil, seja braçal ou intelectual, é trabalho. Toda dedicação de auxílio ao próximo é trabalho. Mesmo que uma pessoa possa se manter sem trabalhar, ela não está isenta de da obrigação de trabalhar para se tornar útil aos semelhantes. Aqui está a razão da lei do trabalho. É que pelo trabalho nós nos tornamos úteis aos semelhantes. Nós ajudamos os semelhantes a evoluírem como os espíritos humanos. E é isso que quer Deus, nosso pai. A lei de reprodução diz que a reprodução dos seres vivos também é uma lei da natureza, porque sem a reprodução a vida desapareceria. Kardec ensina que os seres humanos devem se unir para reprodução, não só pelos laços da carne, mas também pelos laços da afinidade, da simpatia, que são laços da alma, laços do coração. Então, antes de a ocorrer a união pela carne, é importante que o casal se una pelos laços da alma, da afinidade, da simpatia. Em todos os relacionamentos há uma palavra comum que é o compromisso ou a responsabilidade mútua. Quando um casal se entrega à união física, ele, esse casal, ele adquire uma responsabilidade. Um é responsável por alimentar o coração de vibrações, de ternura, de compreensão, de ajuda, de proteção. E o outro é responsável para fazer a mesma coisa na outra direção. O Emanuel chama essa troca de vibrações, de ternura, de carinho, de respeito, de auxílio, de vibrações compensadas. E o Anto Santegiperri, um autor francês, vocês devem conhecer o livro, O Pequeno Príncipe que ele escreveu lá naquele livro, ele diz assim: "Cativa-me, mas tome cuidado, porque nós somos eternamente responsáveis por aqueles a quem nós cativamos. Cativar um coração, despertar laços de afinidade, gera responsabilidade de prosseguir alimentando aquele coração com essas vibrações de ternura. A lei de conservação nos diz que o instinto de conservação

ivar um coração, despertar laços de afinidade, gera responsabilidade de prosseguir alimentando aquele coração com essas vibrações de ternura. A lei de conservação nos diz que o instinto de conservação foi concedido por Deus que nos criou a todos os seres vivos, para que cada um possa cumprir a vontade divina de viver e evoluir. Por isso, o instinto de conservação é uma lei da natureza. A doutrina espírita considera que a vida no corpo físico é essencial para a evolução do espírito. A doutrina espírita também considera que a saúde do corpo é um patrimônio que deve ser valorizado e conservado. Essa conservação não é só da própria vida. Ninguém tem o direito de acabar com a própria vida, mas inclui o cuidado com o próprio corpo, um equilíbrio entre o corpo e o espírito. E também é importante o progresso moral que nos leva à evolução como seres humanos. A lei de destruição é complementar as leis de reprodução e conservação. O corpo do ser humano morre para renascer, para prosseguir na evolução, tanto da inteligência como do amor. Há dois tipos diferentes de destruição. A destruição natural do corpo ou a morte natural e a destruição abusiva que é provocada por seres humanos por orgulho, por ambição ou egoísmo. Exemplos de destruição abusiva. guerra, o assassinato, a agressão. Kardec considera a morte como destruição que transforma. O corpo se desfaz para uma transformação do espírito, para uma renovação do espírito. Sim, a morte traz a oportunidade para o espírito melhorar, tanto no plano espiritual como de volta ao plano físico pelo fenômeno da reencarnação. A lei de sociedade nos diz que Deus criou o ser humano para viver em sociedade. A isso é uma lei divina. O isolamento total do ser humano é contrário à lei da natureza. É muito interessante. Nós fomos criados para viverem juntos. Por quê? Porque a gente é difícil progredir sozinho. Então, uns devem ajudar o progresso dos outros. Essa é uma coisa muito importante. Então, tem pessoas que dizem assim: "Ah, eu não gosto de viver cheio". me me

que a gente é difícil progredir sozinho. Então, uns devem ajudar o progresso dos outros. Essa é uma coisa muito importante. Então, tem pessoas que dizem assim: "Ah, eu não gosto de viver cheio". me me relacionando com um amigo parente, não sei o quê, não sei o quê. Não, a gente tem que conviver com as diferenças. Não tem dois seres humanos iguais. Querer ficar só perto de gente que é igual a nós é uma espécie de egoísmo e também é um sonho, porque não tem dois iguais. Então, a boa ordem na sociedade significa que a gente tem que cumprir deveres. Para viver em sociedade. A gente tem que tratar de alguns deveres que são apontados na lei de sociedade. Por exemplo, o trabalho que nós já falamos, que ajuda outras pessoas, o controle emocional pra gente não perturbar os outros nos ambientes em que a gente vive e também a cortesia, o desprendimento, quer dizer, não pode ter muito egoísmo, a generosidade, a lealdade e Caridade. Há dois tipos de caridade. A caridade material em que a gente dá algum bem material para quem tá precisando. E a caridade moral e que nós damos compreensão. Compreensão de que ninguém é perfeito, todos estamos em progresso. compreensão de que de vez em quando alguém falha em cumprir a lei de Deus. E aí a gente aí a gente pode às vezes sofrer com a falha do outro. Aí entra em cena mais uma obrigação, que é da gente perdoar quando alguém nos fizer sofrer. Aquela recomendação de Jesus, dai a César o que é de César, significa pra gente dar a cada um que é do seu direito. Isso é uma expressão de justiça. Justiça significa fazer a cada um, dar a cada um o que é do seu direito. Então essa recomendação de Jesus da César, o que é de César, orienta a gente para a gente cumprir os deveres para com a sociedade, quer dizer, respeitar o direito dos outros. Kardec nos ensina ainda que a na no estudo da lei de sociedade, o Kardec nos ensina ainda que a boa ordem social depende do cumprimento de um dever recíproco. cidadãos respeitando a autoridade e a autoridade servindo a todos de forma racional

da lei de sociedade, o Kardec nos ensina ainda que a boa ordem social depende do cumprimento de um dever recíproco. cidadãos respeitando a autoridade e a autoridade servindo a todos de forma racional e equilibrada. A doutrina espírita reforça o ensinamento de Jesus de que para viver em sociedade precisamos viver de acordo com a lei de amor ao próximo como a nós mesmos. Quer dizer, fazendo ao outro só o que eu quero que o outro faça para mim e nunca fazendo para ninguém o que eu não quero receber de ninguém. A lei do progresso diz pra gente que o ser humano não foi criado para viver sempre num estado primitivo, estado em que é criado por Deus. Mas nós fomos criados para evoluir sempre. Já vimos que a lei do progresso leva o ser humano a progredir em razão e em moralidade, em raciocínio e em sentimento. O ser humano evolui por si mesmo, mas nem todos progridem ao mesmo tempo. Nem todos progridem do mesmo modo. É, então, diz Kardec, que os mais adiantados ajudam o progresso dos outros lá por meio do contato social. Lembram-se da lei de sociedade? A gente tem que viver uns na companhia dos outros, uns ajudando os outros a evoluir. O progresso moral, já falamos isso, mas estamos recordando, é uma consequência do progresso intelectual, mas nem sempre seguem imediatamente. O progresso intelectual faz com que se compreenda o bem e o mal. E o ser humano então pode escolher. O progresso da humanidade é lento. Nós vamos devagarinho paraa frente, mas os povos também progridem. E quando um povo não progride como deveria, ocorre abalos. abalo físico, por exemplo, um um terremoto, abala, ocorre uma doença, coisas que vão transformando mais rapidamente. As coisas que mais retardam o progresso moral são o egoísmo e o orgulho. Vamos falar um pouquinho agora sobre a lei de igualdade. Todos os seres humanos são iguais perante Deus. Todos tendem para o mesmo a mesma meta, para o mesmo mesmo destino, que é o reino de Deus, a elevação muito alta. Todos os seres humanos estão submetidos às mesmas leis,

manos são iguais perante Deus. Todos tendem para o mesmo a mesma meta, para o mesmo mesmo destino, que é o reino de Deus, a elevação muito alta. Todos os seres humanos estão submetidos às mesmas leis, nascem fracos, acha o sujeito às mesmas dores, doenças. O pouco corpo do rico se destrói igualzinho ao do pobre. Deus não concedeu superioridade natural a nenhum ser humano, nem pelo nascimento, nem pela morte. Antigamente, os reis, os nobres se julgavam superiores aos ao resto dos cidadãos. até por herança divina, por ação divina, mas isso é papo furado. A doutrina espírita afirma categoricamente que perante Deus todos os seres humanos são iguais. Não tem nada desse negócio de sangue azul. A desigualdade das condições sociais não é uma lei da natureza e sim é resultado da ação humana. Quem que contribui para essa desigualdade? o egoísmo, a ambição, o orgulho, essa desigualdade já foi pior. A, na época de Jesus, há 2000 anos atrás, era bem pior e tá melhorando. Kardec diz: "No futuro, a desigualdade, a o sofrimento por falta de bens materiais vai desaparecer." Também o Kardec afirma que a riqueza, o poder e a pobreza muito extrema são provas que são concedidas a certos seres humanos, porque eles precisam dessas coisas para eles conseguirem evoluir. A prática, a lei da igualdade nos convida à fraternidade e a compreensão mútua. Muito importante a gente pensar nisso, que é uma lei que diz que nós somos todos iguais perante Deus. Se nós somos iguais perante Deus, então nós temos que tratar as outras pessoas com fraternidade, com compreensão, porque nós não somos superiores aos outros e os outros não são superiores a nós. A igualdade natural é a base da fraternidade universal. Lembrem-se disso. Quando vocês forem, nós todos temos que nos lembrar disso. Eu também. Quando nós formos tratar com alguém e às vezes a gente se julga, a gente se acha, não, isso não é uma boa coisa. A gente se julgar, a gente se achar, quer dizer a gente se achar superior. E lembrem-se da lei de igualdade,

tar com alguém e às vezes a gente se julga, a gente se acha, não, isso não é uma boa coisa. A gente se julgar, a gente se achar, quer dizer a gente se achar superior. E lembrem-se da lei de igualdade, ninguém é superior. Então, é importantíssimo a gente tratar o outro como irmão. A igualdade natural diante de Deus nos inspira a agir com humildade, reconhecendo que cada um tá no seu nível de aprendizagem, mas todos buscam o mesmo objetivo, a evolução espiritual, o reino dos céus, o reino de Deus. As desigualdades sociais são uma realidade marcante na humanidade. Segundo a lei, a doutrina espírita, a origem da desigualdade social não está nas leis divinas e sim escolhas humanas. As diferenças de status, de dinheiro, de poder, de oportunidades surge do egoísmo, do orgulho, da busca desenfreada por interesses pessoais. A lei de igualdade nos ensina que todos têm direito ao mesmo respeito, todos têm direito à mesma dignidade, independentemente da sua posição social, é o direito de ser respeitado por ser um ser humano. Durante um certo tempo, eu ensinei numa escola que tinha um princípio, trabalhava com um princípio chamado de vida e de trabalho. Era o princípio do respeito à pessoa humana. Esse princípio orientava todas as ações na escola. E é uma coisa linda quando se aplica isso, princípio de respeito à pessoa humana. O outro princípio que também havia era o princípio de respeito ao trabalho do outro. Porque uma escola que é uma casa de aprendizagem é uma casa de trabalho e todos devem respeitar também o trabalho do outro. Então, ainda existem muitas diferenças sociais. Nem todos respeitam a pessoa humana pelo fato de ser um ser humano criado por Deus. Essa a humanidade caminha para superar essa dificuldade. Sabemos que o progresso é lento, mas está ocorrendo. Para superar as desigualdades, o espiritismo e também outras religiões propõe a vivência por todos da caridade cristã, da fraternidade, do amor ao próximo. Sim. Embora a igualdade entre os seres humanos ainda não tenha sido conseguido,

piritismo e também outras religiões propõe a vivência por todos da caridade cristã, da fraternidade, do amor ao próximo. Sim. Embora a igualdade entre os seres humanos ainda não tenha sido conseguido, a gente não deve concluir que as falhas na atual estrutura socioeconômica não devam ser sanadas, não possam ser sanadas. O melhor meio de atingir o objetivo, esse objetivo é a cristianização do ser humano, levando-o ao cumprimento dos seus deveres para consigo mesmo, para com o próximo e para com Deus. Amar a Deus acima de tudo, amar ao próximo como a si mesmo. Na época atual, a humanidade está em transição para uma era de regeneração, uma sociedade mais avançada e que levaremos muito em conta o que determina a lei de igualdade. As consequências serão magníficas. Vamos finalmente conversar um pouco sobre a lei de liberdade, que é o nosso maior objetivo de hoje. Na parte, no capítulo 10, da parte terceira do livro dos espíritos, Kardec estuda três tipos de liberdade. a liberdade de pensar, a liberdade de consciência e a liberdade de agir ou livre arbítrio. Todo ser humano normal que não seja, não tenha deficiências graves de sistema nervoso, todo ser humano normal tem liberdade de pensar. Ninguém pode impedir isso. Ninguém deve tentar impedir a liberdade de pensar. Você que tá me ouvindo tem o direito de pensar o que quiser. Esse direito não é absoluto. Quer dizer, você não deve pensar o fazer o mal paraas outras pessoas, porque a gente deve sempre ter como meta a lei de amar o próximo. E a o a pela lei do amor ao próximo, eu não posso fazer ninguém sofrer. Então, a gente não tem o direito de pensar em fazer alguém sofrer, mas nós temos essa liberdade. E se a gente abusar do direito da liberdade de pensar e acabava urdindo um plano para fazer uma alguém sofrer, nós vamos conseguir fazer, porque Deus nos deu liberdade para isso. Agora a gente vai sofrer depois consequências da prática do mal. Um ser humano normal também tem liberdade de consciência. Liberdade de consciência

guir fazer, porque Deus nos deu liberdade para isso. Agora a gente vai sofrer depois consequências da prática do mal. Um ser humano normal também tem liberdade de consciência. Liberdade de consciência é o direito de ter suas próprias convicções. É o direito de manter ou de mudar suas próprias convicções. De vez em quando, uma pessoa muda suas convicções. Por quê? porque teve mais experiência, acreditava numa determinada coisa e depois foi alterando porque a vida trouxe lições. Por exemplo, eu conheci uma pessoa que achava uma senhora que achava que ela tinha o direito de praticar aborto. Era uma convicção. E ela defendia essa convicção, dizendo assim: "Esse é meu corpo, eu tenho direito". Mas a gente sempre argumentava: "Filha, você já pensou que você não tem o direito? Você tem o direito de ter a sua convicção, mas esse direito não leva você a ter direito de matar, matar um outro ser humano que é seu filho. Então, devagarinho essa pessoa pensou, pensou, pensou, levou tempo, um dia chegou e disse assim: "Olha, sabe, eu achei que a doutrina espírita tem razão quando fala isso. Eu parei de pensar nesse negócio de aborto. Eu acho que isso aí não tá com nada. Ela mudou a sua convicção. Isso é direito da pessoa, não só de ter a sua convicção, como também de mudar. A pessoa tem o direito de ter a sua crença religiosa, de ter a sua opinião política sem a interferência dos outros. Isso é que é liberdade de consciência. Nós temos direito de ter a nossa própria visão do mundo de convicção moral, o que que é o o bem e o que que é o mal. Mas o direito da liberdade consciente de de a a liberdade de consciência não é um direito absoluto, porque as nossas crenças pessoais, as nossas convicções pessoais não podem ser usadas para violar os direitos das outras pessoas. Por exemplo, eu não tenho direito de matar quem pensa diferente de mim em termos de política. No Brasil, a liberdade de consciência é garantida pela Constituição Federal. Há um artigo na Constituição Federal que garante a liberdade de consciência.

pensa diferente de mim em termos de política. No Brasil, a liberdade de consciência é garantida pela Constituição Federal. Há um artigo na Constituição Federal que garante a liberdade de consciência. Então, nós já vimos duas liberdades de pensamento e de consciência. Além da liberdade de pensamento e da liberdade de consciência, todos nós temos também o direito da a liberdade de agir ou chamado livre arbítrio, que é o direito de fazer o que a gente acha conveniente ou necessário à conservação e ao desenvolvimento da nossa vida. é o direito de fazer o que a gente quiser. Também essa liberdade não é absoluta, porque quando, como a gente tem que conviver em sociedade com os outros, um ser humano tem que respeitar o mesmo direito em cada um dos seus semelhantes. Então, o meu direito à liberdade de agir não me permite que eu atue prejudicando ao algum semelhante. O livre arbítrio ou liberdade de agir é decorrente da liberdade de pensar, da liberdade de querer. Quando a gente é criancinha, nas primeiras fases da vida, essa liberdade é quase nula, mas depois vai se desenvolvendo. As tendências instintivas são aquelas tendências que a gente traz ao reencarnar. Por exemplo, se numa vida anterior a gente aprendeu o valor da caridade, nós vamos renascer com tendência para ajudar necessitados. Se a gente passou a existência anterior furtando, a gente vai renascer com tendência a furtar. Se o espírito for muito muito pouco adiantado, quer dizer, se o espírito for atrasado, essas tendências podem nos trazer muitas tentações de praticar atos contra a lei divina, praticar pecados. Portanto, essas tendências podem se constituir numa forma de condicionamento à nossa liberdade de agir, mas não há arrastamento irresistível, desde que a gente tenha vontade para resistir. Por isso é muito importante a gente lembrar do que querer é poder. Se eu quero avançar, se eu quero evitar de praticar pecados, eu tenho que usar a força de vontade e aí eu vou domar as minhas más inclinações. O verdadeiro espírita, diz Kardec e

o que querer é poder. Se eu quero avançar, se eu quero evitar de praticar pecados, eu tenho que usar a força de vontade e aí eu vou domar as minhas más inclinações. O verdadeiro espírita, diz Kardec e aquele que emprega esforços para domar suas más inclinações. A escravidão é a dominação absoluta de um ser humano por outro ser humano. A escravidão diz Kardec é contrária à lei de Deus. A dominação relativa, por exemplo, um ser exercitar a chefia do outro, um ser comandar as ações do outro, são atitudes naturais da organização dos da da humanidade. Mas a escravidão é contrária à lei de Deus. É um abuso da força, diz Kardec, e vai desaparecer com o progresso, como desaparecerão pouco a pouco todos os abusos contra a lei divina. Em princípio, o futuro é oculto aos seres humanos. Deus só permite que seja revelado em casos excepcionais. Deus só permite o conhecimento prévio do futuro quando esse conhecimento pode ajudar na execução de alguma coisa que é importante para o progresso do ser humano. Por exemplo, Deus permite, e nós temos recebido muitas informações do plano espiritual de que a nova era para acontecer. A lei do progresso vai atuar de uma forma tão forte que nós vamos passar de o nosso mundo vai ter características melhores em pouco tempo. Então, em resumo, a lei de liberdade nos afirma que as leis divinas estabelecem que o ser humano tem liberdade de pensamento, tem liberdade de consciência, quer dizer, pode ter as crenças que quiser, pode aderir a uma religião ou a outra, pode participar do partido político que mais com quem mais simpatiza. tem liberdade de tomar posições as mais variadas. Cada um toma a que quiser. E também o ser humano, todo ser humano tem liberdade de agir. Todo ser humano tem livre arbítrio. E é muito interessante porque isso tudo nos foi dado pelo nosso criador. A liberdade de pensar, a liberdade de consciência e a liberdade de agir nos foi dada por Deus. E Deus respeita o nosso livre arbítrio. Por exemplo, a gente já falou um pouquinho sobre

o nosso criador. A liberdade de pensar, a liberdade de consciência e a liberdade de agir nos foi dada por Deus. E Deus respeita o nosso livre arbítrio. Por exemplo, a gente já falou um pouquinho sobre isso, mas vale a pena dar ênfase. Às vezes uma pessoa fica cega pelo egoísmo, cega por pelas paixões e tal. Por exemplo, eu já vi um caso de uma pessoa que dizia assim, era uma senhora. Ela dizia assim: "Eu tô dando em cima daquele senhor, eu quero me casar com ele." E a minha amiga falou para mim: "Mas você não tá vendo que ele é casado? Tem 12 filhos?" Aí ela disse assim: "Eu sei, mas eu quero". Então, quando uma pessoa fala isso, tá convencido aqui no raciocínio que aquilo é uma coisa errada. Ela vai destruir uma família, vai causar infelicidade para uma família, mas tá dando em cima. E ainda diz assim: "A mulher dele que tome cuidado, porque se ela vacilar eu tomo ele tela". Eu já vi uma pessoa falar isso. Essa pessoa não tem esse direito, mas como Deus deu a nós a liberdade de agir, o Pai Celestial, que sabe muito bem que essa atitude daquela mulher é uma atitude errada, é um pecado, o Pai Celestial permite que isso aconteça. Ele criou leis de causa e efeito que se ela realmente realizar aquilo, ela vai sofrer para entender que aquilo não se faz. Mas ninguém, nenhum bom espírito vai nos impedir de realizar uma coisa. Quando a gente fala assim: "Eu quero, eu sei que é errado, mas eu quero, eu vou fazer". Eles vão respeitar o nosso livre arbítrio, mas claro, as leis de causa e efeito vão atuar. A gente vai sofrer para entender que nem tudo que a gente quer a gente pode fazer. E também uma outra coisa então muito importante, nem a liberdade de consciência, nem a liberdade de agir são absolutas, porque nós não podemos prejudicar o direito dos outros. O ser humano não é fatalmente levado ao bal. Os atos que ele pratica não foram determinados. Os crimes que o ser humano cometem não resultam de uma determinação do destino, resultam de uma determinação do próprio livre arbítrio.

e levado ao bal. Os atos que ele pratica não foram determinados. Os crimes que o ser humano cometem não resultam de uma determinação do destino, resultam de uma determinação do próprio livre arbítrio. Então, nunca há fatalidade nos atos da nossa vida moral e não há arrastamento irresistível. Nós sempre podemos resistir pela ação da nossa vontade e pela oração, pedindo a Deus a força necessária, suplicando a assistência dos bons espíritos. Me ajude para eu só praticar o bem. Foi o que Jesus nos ensinou no Pai Nosso, quando ele falou assim: "Não nos deixe cair em tentação, mas livrai-nos do mal". Isso quer dizer, me ajuda a exercer bem o meu livre arbítrio, a aproveitar bem a minha liberdade de agir. consequência, a doutrina espírita nos afirma que as faltas que a gente comete são originadas pelas imperfeições do nosso espírito, que tem o livre arbítrio, mas ainda não conquistou a superioridade moral que está conquistando a cada dia e que um dia chegará a plenitude do reino de Deus Convido todos à prece. Vamos reunir as nossas vibrações mais elevadas e falar ao Pai Celestial. Senhor Deus, Pai de infinita bondade, agradecemos pela dádiva da vida, pela liberdade para agir e pelas continuadas oportunidades para que nosso espírito possa evoluir. Concede-nos força e sabedoria para só fazermos aos outros o que queremos que nos façam, que nunca façamos a ninguém o que não queremos receber dos outros. ajuda-nos a manter o equilíbrio, a tratar todos os seres humanos como irmãos, sem rejeitar a ninguém por questões de raça, gênero ou condição econômica. Ajuda-nos a utilizar o nosso livre arbítrio, a nossa capacidade, a nossa liberdade de agir para praticar o bem, a caridade e para gerar à nossa volta uma atmosfera de paz. Por favor, ajuda cada ser humano deste planeta a esparar a sua volta uma atmosfera de paz. Dá-nos forças para evitar os excessos e cultivar a saúde. Ampara-nos nos momentos de perigo e dificuldade para que superemos as nossas provas com muita fé, com muita resignação.

uma atmosfera de paz. Dá-nos forças para evitar os excessos e cultivar a saúde. Ampara-nos nos momentos de perigo e dificuldade para que superemos as nossas provas com muita fé, com muita resignação. que nossos anjos guardiães nos inspirem para resistir ao mal, para seguir sempre o caminho do bem, o caminho da caridade, o caminho da paz. que saibamos aceitar as diferenças das outras pessoas, aceitar as necessidades de transformação que nos fazem evoluir e que no final da nossa missão possamos dar contas ao Pai Celestial, à sua justiça infinita, prestar contas do patrimônio de vida que nos foi confiado. Que assim seja. Na próxima palestra, prosseguiremos o estudo das leis morais com a lei de justiça, amor e caridade que tá no livro dos espíritos, parte terceira, capítulo 11. Muito obrigado pela atenção. Graças a Deus. Finalidade, auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária

brio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os [música] males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons [música] fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos [música] mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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