LEI DA ADORAÇÃO - Alaciel Francklin [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 11/05/2025 (há 11 meses) 1:05:51 279 visualizações

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Transcrição

Nessa casa que aprendi, toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Muito boa tarde, sejam bem-vindas. e bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Convido todos para assumirmos uma atitude respeitosa perante nosso Pai Celestial e a elevarmos até ele a nossa prece. Adoro-te, recôndito eu do universo, alma do todo, meu pai e pai de todas as coisas, minha respiração e respiração de todas as coisas. Adoro-te, ó indestrutível essência. sempre presente no espaço, no tempo e além no infinito. Pai, amo-te mesmo quando o teu respirar é dor, porque tua dor é amor. Ainda quando tua lei é sofrer, pois o sofrer que tua lei impõe é o caminho das ascensões humanas. Pai, entrego-me ao teu poder. Nele repouso e me abandono, implorando à fonte o alimento que me sustente. Procuro-te nas profundezas onde estás e de onde me atrai. Sinto-te no infinito onde não chego, mas de onde tu me chamas. Não te vejo e, no entanto, tua luz me enseguece. Não te ouço e, no entanto, sinto o tom da tua voz. Não sei onde tu te encontras e mesmo assim te encontro a cada passo. Esqueço-te e te ignoro, e, todavia, ausculto-te em todo o meu palpitar. Não sei individualizar-te e não obstante gravito em direção a ti, centro do universo, como gravitam todas as coisas. Potência invisível que reges os mundos e as vidas. Tu estás na tua essência, acima de toda a minha concepção. Que serás tu que não sei descrever nem definir, se só o reflexo de tuas obras me ofusca? Que serás tu se já estou aturdido pela incommensurável complexidade desta emanação tua? Pequena centelha espiritual que todo me anima. O homem te segue na ciência, te invoca na dor, te bem diz na alegria, mas na grandeza do teu poder, como na bondade do teu amor, estás além, sempre além de todo o pensamento humano, acima das formas e da transformação, como clarão no infinito, no rugir da tempestade está Deus. Na carência do humilde está Deus na evolução do turbilhão atômico, no impulso das formas dinâmicas, no triunfo da vida e do espírito, está Deus, um

larão no infinito, no rugir da tempestade está Deus. Na carência do humilde está Deus na evolução do turbilhão atômico, no impulso das formas dinâmicas, no triunfo da vida e do espírito, está Deus, um Deus sem limites, que tudo compreende, estreita e domina, até mesmo as aparências dos contrários, as quais encaminha para suas finalidades supremas. E o ser sobe de forma em forma, ansioso de conhecer-te, desejoso de uma sempre mais completa realização do teu pensamento. Tradução em ato da tua essência. Adoro-te, ó supremo princípio do todo, na tua vestidura de matéria, na tua manifestação de energia, no inexaurível renovar-se de formas sempre novas e sempre belas. Adoro-te. Conceito sempre novo, bom e belo, inextinguível lei animadora do universo. Adoro-te, ó grande todo, que ultrapassas todos os limites do meu ser. Nesta adoração, aniquilo-me e me alimento, humilho-me e me elevo. Undo-me na grande unidade e com a grande lei me coordeno, a fim de que minha ação seja sempre harmonia, ascensão, prece e amor. Que assim seja. Nós iniciamos a nossa meditação desta tarde sobre a lei da adoração com base no livro dos espíritos, quarta e terceira capítulo segundo. A parte mais importante do mandamento maior colocado pelo evangelista Mateus no capítulo 22 do seu evangelho, consiste na obrigação de amar a Deus sobre todas as coisas. Jesus chamou esse mandamento de mandamento maior e complementou, dizendo que além de amar a Deus, tem mais uma coisinha importantíssima dentro do mandamento maior, que é amar o próximo como a nós mesmos. Em nosso estudo sobre o que é amar a Deus, a gente concluiu que para amar a Deus, nós precisamos, em primeiro lugar acreditar que Deus existe, pois não se pode amar o que não existe. Depois nós precisamos acreditar que Deus é o criador, a causa primária de todas as coisas, causa dos seres materiais, como os átomos e os corpos celestes, causas dos seres vivos, como as plantas, os animais e os seres humanos. causa dos seres espirituais, como seres angélicos e as

s coisas, causa dos seres materiais, como os átomos e os corpos celestes, causas dos seres vivos, como as plantas, os animais e os seres humanos. causa dos seres espirituais, como seres angélicos e as almas dos seres humanos, causa das leis que regulam todo o conjunto da criação, as leis do mundo físico e as leis do mundo espiritual. Importantíssimo acreditar que para a gente amar a Deus, precisamos cumprir as leis divinas. A harmonia que rege o universo material e o universo moral se baseia em leis que foram estabelecidas por Deus desde todo tempo. Tá explicado por Kardec na Livro dos Espíritos, questão 616. As leis físicas são estudadas pela ciência. As leis morais são objeto de estudo da filosofia e das religiões. Na parte terceira do livro dos espíritos, nós aprendemos que as leis morais são leis de Deus que nos indicam o que devemos fazer ou que não devemos fazer no nosso relacionamento com as outras pessoas, que a gente chama de relacionamento com o próximo. Ponto mais importante desse relacionamento é descrito por Kardec nas questões 647 e 648 do livro dos espíritos. Hoje a gente aprende que a lei de amor ao próximo como a si mesmo, encerra todos os deveres dos homens uns para com os outros. Nessa lei aprendemos que só devemos fazer aos outros o que nós queremos que os outros nos façam. E não podemos fazer a ninguém nada do que não queremos que os outros façam para nós. Por exemplo, eu não gosto de sofrer. Não quero que ninguém me faça sofrer. Então, para amar o próximo como a mim mesmo, eu não posso fazer ninguém sofrer. Outro exemplo, quando eu tô com alguma dificuldade, eu gosto que alguém chegue para mim e diz assim: "Ô, Lacel, tô achando que você tá precisando de alguma coisa, você tá meio derrubado, posso te ajudar?" Ah, isso é muito gostoso, todo mundo gosta. As coisas que a gente gosta, só essas a gente deve fazer para os outros. Então, a gente deve tentar ajudar todos os que a gente puder. Essa é a lei fundamental, a lei do amor ou chamada também mandamento

coisas que a gente gosta, só essas a gente deve fazer para os outros. Então, a gente deve tentar ajudar todos os que a gente puder. Essa é a lei fundamental, a lei do amor ou chamada também mandamento maior. Outra lei divina fundamental para o ser humano é a lei do progresso. O ser humano, Kardec nos diz que o ser humano é criado simples e ignorante, criado por Deus. Tá no livro dos espíritos, questão 115. E ali também a gente aprende que nessa nossa criação, o espírito deve se esforçar para progredir. Progredir de que jeito? progredir em duas dimensões, progredir em raciocínio e progredir em sentimento ou moralidade. Outra lei fundamental para o progresso humano é a lei do trabalho, que diz que todos devemos realizar alguma forma de trabalho, alguma tarefa, mesmo que a gente tenha recurso pra gente se sustentar sem trabalhar. Tem dois grandes tipos de trabalho. trabalhar pra gente gerar recursos materiais, quer dizer, ganhar dinheiro para poder comprar comida, gasalho, computador, etc. Ou então a outro tipo é o trabalho de ajuda ao próximo, que a gente faz como voluntário de um serviço de ajuda ao próximo, que a gente faz individualmente, prática de caridade, tudo isso é trabalho de ajuda ao próximo. O trabalho a gente deve fazer sempre, diz a lei do trabalho que é estudada no livro dos espíritos, na parte terceira. Vamos nos lembrar do que a gente falou logo no início. A parte mais importante do mandamento maior, aquela que tá no Evangelho de Mateus, capítulo 22, consiste em amar a Deus sobre todas as coisas. Nosso irmão Kardec trata dessa obrigação no capítulo segundo da parte terceira do livro dos espíritos. Nesse nesse capítulo que tem o título de lei da adoração, o Kardec nos diz que a adoração a Deus é algo que é fundamental na vida humana. É natural os seres nascerem, os seres humanos nascerem com o sentimento, com o impulso de adorar a Deus. E o Kardec, nesse capítulo nos diz o que é adorar a Deus. Então, segundo Kardec, a adoração consiste na elevação do nosso

m, os seres humanos nascerem com o sentimento, com o impulso de adorar a Deus. E o Kardec, nesse capítulo nos diz o que é adorar a Deus. Então, segundo Kardec, a adoração consiste na elevação do nosso pensamento e do nosso sentimento para Deus, com respeito, reverência, admiração ou devoção, respeito, reverência, admiração. Devoção. Isso que a gente deve ter quando a gente se aproxima de Deus pelo pensamento e pelo sentimento. Pela adoração, o ser humano aproxima a sua alma de Deus. A necessidade da adoração, a gente viu, ela resulta de um sentimento que é inato ao ser humano, embora sobimento sempre esteve e sempre está presente em todos os povos. Há diversas formas de adoração a Deus. Essas formas variam conforme a evolução das pessoas. A adoração concreta, foi e às vezes ainda é praticada pelos povos primitivos. Essa adoração concreta consiste em cultivar, adorar seres da natureza, o sol, a lua, algum animal ou então alguns objetos da da natureza, da geografia, como os vulcões, por exemplo. A adoração concreta também é realizada pelos seres humanos da atualidade, que ainda utilizam objetos como imagens ou outros objetos como forma de adoração. Outro tipo de adoração, que não é adoração concreta, é a adoração imaterial ou abstrata que foi praticada por Jesus, por exemplo. Ele visou na sua adoração a harmonia e a elevação do espírito. E essa adoração imaterial é realizada pelos seres humanos que têm mais progresso na sua vida dedicada ao bem, ou seja, mais progresso na área do amor. Nós vimos que a gente progride pela lei do progresso nas dimensões da razão e do amor. e sentimento. Duas práticas de adoração se destacam, entre muitas outras, ao longo da história. Os sacrifícios e a prece. Os sacrifícios são uma forma concreta de adoração que consiste em a gente oferecer presentes à divindade, frutos da terra, animais, até seres humanos. Durante os rituais de sacrifício, as ofertas são trazidas para o Deus. E, por exemplo, os animais são mortos e queimados. Seres humanos eram mortos.

ndade, frutos da terra, animais, até seres humanos. Durante os rituais de sacrifício, as ofertas são trazidas para o Deus. E, por exemplo, os animais são mortos e queimados. Seres humanos eram mortos. Graças a Deus, não há mais na Terra, que a gente saiba, sacrifício de seres humanos, mas já houve e muitos. Com a evolução dos seres humanos, os sacrifícios tendem a ser abolidos, mas ainda tem problemas. A doutrina espírita afirma sim. O sacrifício que mais agrada a Deus é aquele que a gente faz para diminuir o sofrimento dos pobres, dos aflitos. ou então o esforço que fazemos para domar as nossas más as nossas más inclinações. Então, o sacrifício que mais agrada a Deus é aquele que diminui o sofrimento das pessoas ou então o esforço que a gente faz para domar as próprias más inclinações na sua obra Sabedoria do Evangelho, no volume dois. O o pastorino Carlos Torres Pastorino, ex-professor da Universidade de Brasília, comenta o ensino de Jesus no trecho capítulo 4 do Evangelho de João, em que o evangelista fala assim: Deus é espírito e aqueles que o adoram precisam adorá-lo em verdadeiro Espírito que que é adorar a Deus e verdadeiro espírito. E o pastorino nos ensina dizendo que adorar a Deus em verdadeiro espírito é adorar a Deus dispensando a materialização do culto, prestar a Deus com culto imaterial. E o pastorino diz: "A verdadeira adoração é interior, abstrata, sincera. Em todas as nossas ações, devemos honrar o Pai Celestial, admirando a beleza e a complexidade da sua criação e seguindo as leis divinas. A verdadeira adoração então consiste em atender a um chamado dentro de nós para a evolução constante, para a prática das leis divinas e para a prática do verdadeiro bem. A prece ou a oração é uma forma de adoração imaterial que a gente utiliza para pedir, para agradecer e para louvar. Podemos pedir por nós ou por outras pessoas. Podemos pedir por encarnados e por e por pelos desencarnados. Há na prece algumas limitações. Nós não devemos pedir a Deus para violar o livre arbítrio das pessoas

pedir por nós ou por outras pessoas. Podemos pedir por encarnados e por e por pelos desencarnados. Há na prece algumas limitações. Nós não devemos pedir a Deus para violar o livre arbítrio das pessoas com quem ou por quem a gente ora. Tô rezando por um filho, por uma filha. Nós não podemos dizer assim: "Senhor Deus, fazei com que essa minha filha obedeça tudo que eu falei para ela que ela precisa fazer. Não podemos fazer isso, porque se ela quiser usar o seu livre arbítrio e contrariar uma das determinações do seu pai, a vontade dela de fazer isso será respeitada pelas leis divinas. Por quê? Porque foram as leis divinas que atribuíram para nós o livre arbítrio. Então Deus não vai violar alguma coisa que ele mesmo nos deu. Outra coisa importante que a gente não pode pedir pela oração é a gente ser dispensado de trabalhar. Quando nós falamos um pouquinho sobre a lei do trabalho, agora a pouco, nós dissemos que todos precisamos trabalhar, não há exceção. Então, a gente não pode pedir a Deus pra gente deixar de trabalhar. Uma outra coisa é que a gente precisa pedir a Deus sempre pela nossa conservação, mas nós não podemos pedir a Deus para não morrer, porque a morte é prevista pela lei de destruição, uma lei divina. Então, a gente pode pedir para a o nosso corpo ser conservado enquanto nós tivermos o tempo de vida previsto pelas leis divinas. Nós não podemos violar a lei divina e dizer assim: "Não, eu vou viver para sempre". Não vai não. A a oração é sempre uma fonte especial para a prece. E a oração que vocês ouviram no começo é chamada prece de Pietro Balde. Foi escrita por pelo pelo estudioso italiano Pietro Balde, que mudou-se para o Brasil numa certa época da sua vida. Ele faleceu aqui, morou em São Vicente, São Paulo. Ele escreveu um livro chamado A Grande Síntese. O capítulo 50 desse livro, A Grande Síntese, eh ele contém um esse pedaço de de síntese que é a oração que a gente pronunciou no começo da nossa palestra. A lei da adoração é algo que nos guia de uma maneira intuitiva. Nós não

A Grande Síntese, eh ele contém um esse pedaço de de síntese que é a oração que a gente pronunciou no começo da nossa palestra. A lei da adoração é algo que nos guia de uma maneira intuitiva. Nós não precisamos pensar muito sobre a oração sobre Deus, porque a gente automaticamente é levado para Deus pelos nossos impulsos, pelas nossas ideias básicas. Vamos ver agora alguma coisinha sobre a imanência divina, sobre a transcendência divina e o conceito de luminoso. O pai celestial é imanente à suas criaturas. O que que isso quer dizer? Quer dizer que Deus está presente ativamente e constantemente em toda a sua criação. Por isso, ele tá presente em nós. Quando eu faço o Pai Nosso, eu gosto de fazer o Pai Nosso assim. Pai nosso que estáais no céu, na terra e em toda parte, inclusive em mim mesmo. Aí eu continuo a oração. Pai nosso que estais nos céus, na terra e em toda parte, Deus é imanente à suas criaturas. Deus também é transcendente à criaturas. E já vamos falar sobre isso. A transcendência aponta para a grandeza do Deus, uma grandeza que tá acima de todas as outras coisas. A imanência é diferente. A imanência divina aponta para um Deus íntimo com suas criaturas. está presente em tudo, não como a própria matéria, porque Deus não é material, mas como princípio vital, como sustentador, como luz interior que anima o ser e o orienta para o progresso. Então, essa presença divina em nós nos impulsiona para o progresso para melhorar. Nós vamos falar mais um pouquinho sobre isso já. Uma pergunta vocês já devem ter percebido, porque eu vou falar de uma força que tá presente em todo mundo. Todos nós sentimos dentro de nós uma força que é suave e que nos conduz para progredir, para praticar o bem, para resistir ao mal. E a pergunta é: força em nós a gente pode interpretar como manifestação da imanência divina? E a resposta é um sonoro sim. Damos essa resposta com toda coerência doutrinária da doutrina espírita. Nós podemos entender essa força suave. persistente, mas silenciosa em

stação da imanência divina? E a resposta é um sonoro sim. Damos essa resposta com toda coerência doutrinária da doutrina espírita. Nós podemos entender essa força suave. persistente, mas silenciosa em nós, como uma expressão da imanência divina. No livro dos espíritos, na questão 115, Kardec fala assim: Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes, mas com aptidão de prosseguir, com capacidade de prosseguir. E Ecc lei do progresso, capítulo oitavo do da parte terceira do livro dos espíritos, o Kardec mostra que esse impulso em nós, ele é inerente ao ser humano desde que o espírito foi criado. É algo que tá inserido no próprio ser humano. Esse impulso é considerado como uma centelha divina, uma presença divina que causa inclinação natural ao aperfeiçoamento. É uma força não violenta, mas que atrai amorosamente o espírito para o bem, para a luz. Essa força que está presente na vida de todos nós é uma forma da gente compreender a manifestação imanente de Deus nos seres humanos. E agora eu pergunto, a gente pode chamar essa força de presença divina? E a resposta é certamente, muitas tradições espirituais e religiosas utilizam a expressão presença divina com um significado profundo. E essa esse significado é plenamente compatível com o pensamento espírita. No espiritismo, o conceito de presença divina, ele não é tratado de uma maneira, a expressão não aparece diretamente, mas aparece como uma forma simbólica para descrever a ação da providência divina em nós. O Kardec fala bastante na providência divina no livro dos espíritos, ação providencial de de Deus por meio da consciência, da intuição, das inspiração, da inspiração dos bons espíritos e do contato com as leis morais. Então, nós temos em nós todo um equipamento que foi feito para ser tratado junto com essas ideias. que ideias voltadas para a presença divina, voltada para a evolução. Aí ele diz assim: "Até onde é de nosso conhecimento, Kardec não usou a expressão presença divina, mas a ideia da presença de Deus

. que ideias voltadas para a presença divina, voltada para a evolução. Aí ele diz assim: "Até onde é de nosso conhecimento, Kardec não usou a expressão presença divina, mas a ideia da presença de Deus nas leis naturais, a presença de Deus na voz da nossa consciência, a presença de Deus no instinto do progresso, na ordem do universo, ela aparece por toda parte e é muito tratada pelo Kardec. Essa presença de Deus é percebida, por exemplo, no estudo bastante extenso feito sobre a providência divina. O livro dos espíritos, na questão 621, fala assim: "Onde está escrita a lei de Deus?" E a resposta é: "Na consciência". Quer dizer, a consciência é como se fosse um altar na imanência divina em cada ser. Ali onde nós temos a nossa, aquela coisa que nos torna conscientes da existência de Deus, da lei de Deus, é algo que é muito íntimo para cada ser humano, que é a sua consciência. Kardec afirma isso na questão 621, no livro de Kardec a Gênesis capítulo 2, ele diz assim: Deus revela sua presença por sinais que não enganam, pela ordem sublime que preside às leis do universo. E mais adiante, Kardec fala assim: "Vê-se a ação divina no momento no movimento incessante da vida e da evolução". Esses são modos de dizer daquilo que na linguagem mística a gente chama de presença divina. Esse conceito de presença divina também aparece noutras religiões. Algumas tradições ou religiões falam sempre da presença divina, do sopro divino ou na luz interior. Todos com o mesmo significado. o reino de Deus que tá dentro de vós, que fala, por exemplo, Lucas, no capítulo 17, Paulo, apóstolo, na epístola aos Colossenses, fala: "Cristo em vós, esperança de glória". E no capítulo 17 dos Atos dos Apóstolos, Pedro fala o seguinte: "Em Deus vivemos, nos movemos e nós e e nós existimos." Então, esgotadas essas frases que descrevem a imanência do sagrado dentro da gente, no interior da gente, então nós temos uma ideia bem clara daquilo que pode ser compreendido como como imanência, como transcendência de Deus.

ases que descrevem a imanência do sagrado dentro da gente, no interior da gente, então nós temos uma ideia bem clara daquilo que pode ser compreendido como como imanência, como transcendência de Deus. Para entender mais sobre transcendência, vamos falar só mais um pouquinho. A transcendência de Deus se refere a natureza superior de Deus, a independência de Deus em relação à criação. Deus não depende da criação para nada. Nessa perspectiva, a perspectiva da transcendência, Deus está acima, está além, está fora do nosso universo, tanto o universo material como o universo espiritual. Deus não se confunde com a criação, mas a sustenta, governa e dirige com plena soberania. Nessa ideia de que Deus é superior e independente da criação, a gente reconhece que Deus é o ser necessário. Porque como o universo foi criado, alguém tem que criar. Mas esse alguém tem que ser infinitamente poderoso. E a gente chama esse princípio infinitamente poderoso de Deus ou de Pai Celestial. Deus é o ser necessário, infinito, eterno, causa primária de todas as coisas. causa primária quer dizer que ou Deus construiu, criou uma coisa diretamente que vem a nossa alma, ou ele criou alguém que criou o nosso corpo, como os nossos pais, os pais do nosso corpo físico. Nos nossos estudos de filosofia e de religião, a gente também entende que Deus e transcende o tempo e o espaço. Ele é anterior e é superior a tudo que existe. É eterno. Portanto, ele tem tanto uma eternidade futura, aquilo que vai acontecer, como em relação ao passado, uma transcendência em relação ao tempo, tanto ao tempo passado como ao tempo futuro. Jesus frequentemente se refere ao Pai Celestial. como estando nos céus. Essa palavra, essa expressão nos céus não representa uma posição geográfica, mas representa uma realidade. Significa então uma realidade que é superior, que é moral e que é espiritual. É uma transcendência. O Pai celestial está nos céus. significa, ele pertence a uma realidade transcendente ao nosso espaço. No livro dos

o uma realidade que é superior, que é moral e que é espiritual. É uma transcendência. O Pai celestial está nos céus. significa, ele pertence a uma realidade transcendente ao nosso espaço. No livro dos espíritos, por exemplo, a questão um diz que é Deus e vem a própria resposta. Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Vem outra resposta. Deus é eterno, imutável e material, único, onipotente, soberanamente justo e bom. Queria dizer para vocês que é importantíssimo a gente compreender que Deus é soberanamente justo e bom. A justiça de Deus consiste em nos dar o prêmio ou o desconforto conforme a gente atua. Se a gente atua de acordo com a lei divina, nós ganhamos um presente da divindade na forma de bem-estar, de felicidade. Se a gente viola a lei divina, a gente recebe um desconforto às vezes num sofrimento conforme a gravidade do que a gente faz. Mas Deus não está sujeito às leis que regem a criação. Ele criou essas leis. Ele é o supremo legislador, mas ele não tá sujeito a essas leis. Quando a gente fala em lei da adoração, diz o Kardec no capítulo 2 da parte terceira do livro dos espíritos, adorar é elevar o pensamento e o sentimento a Deus com respeito, reverência e com sentimentos até mais elevados, como um êxtase contemplativo. Essa elevação é uma consciência natural da gente reconhecer a soberania divina. E o sentimento de adoração brota da compreensão da que a gente tem da grandeza e da majestade de Deus. Reconhecer a grandeza e a majestade de Deus significa reconhecer que Deus é superior à criação, portanto, que Deus é transcendente à criação. E essa transcendência desperta em nós reverência, humildade. reconhecimento de humildade de que há um ser infinitamente superior ao nosso, mas ao mesmo tempo um pai amoroso que tem solicitude para com as suas criaturas. O reconhecimento da transcendência, Deus em tudo e da, perdão, o reconhecimento da imanência, Deus em tudo, o reconhecimento da transcendência, Deus superior a tudo, levou um filósofo e teólogo

turas. O reconhecimento da transcendência, Deus em tudo e da, perdão, o reconhecimento da imanência, Deus em tudo, o reconhecimento da transcendência, Deus superior a tudo, levou um filósofo e teólogo chamado Rudolf Otto, a triar um conceito de uma palavra chamada numoso com n no começo, num luminoso. Esse conceito, esse termo foi proposto pelo Rudolf Oto quando ele começou a fazer uma experiência sobre o sagrado. oso para oto Rudolf Oto designa aquilo que é percebido por nós como algo que tá além da razão, além da moral, além da estética, além da lógica e que provoca na gente uma única reação espiritual, uma reação de encantamento, de fascínio. a gente pensa em Deus e fica com a vibração elevada. Esse conceito então representa para o Rudolf Oto, que era um teólogo, estudante da divindade, ele diz assim: "Eu, a essa esse conceito da gente reconhecer a Deus como algo profundamente poderoso e belo é a alma da religião verdadeira. Isso é anterior aos dogmas. Isso é mais importante do que rituais. Isso é mais importante que uma hierarquia de sacerdotes. Então, a alma da religião é o luminoso. Essa presença é uma experiência pessoal direta da presença divina. Experiência pessoal direta da presença divina. É uma experiência imensa, o insondável toca a gente no íntimo. Na lei de adoração, quando os espíritos dizem que a prece aproxima o homem de Deus, ele diz: "Isso é a essência da experiência luminosa". Qual é a relação entre a transcendência, a imanência de Deus e o luminoso? O luminoso é uma ligação espiritual viva entre a transcendência e a imanência divinas. O luminoso surge quando a gente reconhece a transcendência que é maior do que nós, que é maior do que a nossa criação. O luminoso aparece quando a gente percebe a nosso reconhecimento do sagrado perante o qual a gente se curva também. é o reconhecimento da imanência que a Deus habita em nós. E quando Deus se manifesta, ele faz nos sentir a presença de Deus, a presença, a experiência luminosa. Então, é um momento em que

urva também. é o reconhecimento da imanência que a Deus habita em nós. E quando Deus se manifesta, ele faz nos sentir a presença de Deus, a presença, a experiência luminosa. Então, é um momento em que Deus está acima transcendente, se revela ao nosso interior. E aí a gente entende que está falando um Deus imanente de uma forma sublime, não por um raciocínio, mas pela intuição, pela emoção, pela reverência, pelo silêncio. E aí a experiência maior ainda, o êxtase, quando a pessoa fica transportada por perceber o belo que deriva da divindade. O estudo doinoso é um convite pra gente perceber o sagrado nos pequenos atos da vida. Quando a gente levanta, vê um nascer do sol colorido, um orvalho na na relva, na grama, às vezes uma gotinha de orvalho numa pétala de rosa e a gente vê um sorriso de criança, ganha um bom dia de alguém que gosta de nós, coisas pequenas, mas tão importantes. Quando a gente pensa no luminoso também, a gente é convidado a reconhecer que esse sentimento de humildade profunda, de encantamento diante do cosmos ou diante da bondade, são manifestações reais da nossa ligação com o divino. Falando de uma experiência pessoal, quero lhes contar um dia que eu estava fazendo uma pequena observação astronômica num local bem escuro em Caldas Novas, Goiás. Noite linda, completamente aberta, o friozinho e o céu estrelado, o lugar completamente escuro. Passei 2 horas contemplando aquilo, orando, com um mapazinho do céu, reconhecendo constelações e pensando na grandiosidade do criador, que criou tantas coisas grandes e poderosas. E o estudo do luminoso também pode ser um convite pra gente, pra gente cultivar a nossa sensibilidade espiritual, tentando praticar a lei de amor a Deus e amor ao próximo. Aquela amor ao próximo que diz assim: "Só faça ao outro aquilo que você gostaria de receber. Não faça para ninguém o que você não quer receber. Eu convido a todos para silenciarmos por um minuto e nos lembrarmos de uma ocasião em que a gente sentiu a presença, a reverência, o

aria de receber. Não faça para ninguém o que você não quer receber. Eu convido a todos para silenciarmos por um minuto e nos lembrarmos de uma ocasião em que a gente sentiu a presença, a reverência, o êxtase ou uma experiência que a gente ficou maravilhado por alguma coisa que nos tocou. E a gente ficou assim quietinho por um instante transportado. Busquem no fundo do seu ser uma experiência desse tipo durante alguns segundos. Se alguém quiser depois pode usar o chat para relatar de uma forma sintética essa experiência. O conceito do luminoso recorda para nós que antes de qualquer definição de Deus, o que não é possível, existe a nossa vivência do sagrado. Tudo que Deus criou é sagrado. Por isso a gente não pode agredir nada na criação. Essa experiência nos reconduz ao cerne, ao núcleo do sentimento religioso, que é experimentado, vivenciado por nós. É nesse sentido que as nossas vidas que a gente fazem assim voltadas para o amor, o amor ao próximo como a nós mesmos, amor ao próximo, amor à verdade, serviço fraterno, busca da luz, todas essas experiências são campos férteis para essa vivência, experiência viva do sagrado. que o Rudolf Oto deu um nome e que Jesus viveu de maneira tão bela. O caminho que leva o amor a Deus passa necessariamente por essas experiências e pelo amor ao próximo. Pra gente experimentar o luminoso, pra gente viver a experiência do sagrado, nós precisamos levar a nossa vida de forma continuada, de uma forma intensa e caridosa, trabalhando o amor ao próximo. Foi isso que fizeram, por exemplo, Jesus e a Madre Teresa de Calcutá durante toda a sua vida se dedicaram intensamente aos necessitados. Viveram a vida inteira trabalhando o amor ao próximo e alguns momentos experimentaram aquela presença sublime e confortadora do sagrado. Foi isso que fez também Maria, a mãe de Jesus. Nós vamos concluir a nossa meditação sobre a lei da adoração, lembrando-nos de Maria, que falou assim para Deus: "Faça-se em mim, conforme o vossa palavra, o vosso desejo." Maria é a doce mãe de Jesus, a

vamos concluir a nossa meditação sobre a lei da adoração, lembrando-nos de Maria, que falou assim para Deus: "Faça-se em mim, conforme o vossa palavra, o vosso desejo." Maria é a doce mãe de Jesus, a protetora da humanidade. E vamos concluir esta meditação lembrando também de nossas mães. Busquemos esse sentimento luminoso enquanto mentalizamos a Deus, a Jesus, a Maria mãe de Jesus e a nossa mãezinha. Enquanto a gente vive, vibra uma melodia. Pensem em Maria, mãe de Jesus. Pensem na mãezinha de cada uma, de cada um de vocês. Virgem Imaculada, mãe de Jesus. Vemo-vos curvada sub a inflamante cruz, as lágrimas caindo do vosso sublime coração, o mundo vos traindo e dando-nos perdão. abraçada ao fiel apóstolo. Acreditas em Deus, depois dastes um ósculo em Jesus, dando a Deus a casa do caminho, tornastes rocha firmes Para cada pobrezinho, uma mãe sublime. Maria, Maria, flor de Nazaré, ficastes com todos os espinhos. para nos deixar a fé, chamandoos filos. Maria, Maria Flor de Nazaré, Maria, Maria Flor de Nazaré, Maria, Maria, Flor de Nazaré, Maria, Maria Flor de Nazaré. Agradecemos a Deus, nosso pai. por havermos nos dado a vida, por havermos dado a orientação de Jesus, a proteção de Maria, a orientação da doutrina espírita. Muito obrigado, Senhor Deus, nosso Pai. Muito obrigado, Jesus. Muito obrigado, senhora Maria de Nazaré. Desejamos o feliz dia das mães a todas as mãezinhas do planeta. Estejam elas aqui encarnadas. Estejam elas desencarnadas, mas à distância orando pelos seus filhos. Que todas recebam a homenagem do nosso coração. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim

de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos

que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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