Justiça divina e reencarnação: Esperança para o futuro da humanidade

FEEGO 22/01/2026 39:17

Live 42º Congresso Espírita de Goiás

Transcrição

Olá, pessoal. Boa noite, sejam todas e todos bem-vindos a esta nossa live da noite de hoje. Para nós, uma alegria receber a todos neste momento tão importante e significativo em que nós iremos refletir sobre um tema de bastante relevância. Nós vamos falar hoje sobre justiça divina e reencarnação, esperança para o futuro da humanidade. Esta nossa live é uma iniciativa da Federação Espírita do Estado de Goiás, a coordenação do nosso 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. E nós temos feito lives com os temas e com os palestrantes que participarão conosco do nosso congresso. E na noite de hoje nós temos a grata satisfação da participação do nosso companheiro Simão Pedro, que trará para nós as reflexões sobre o nosso tema de reflexão da noite. E para tanto, eu já convido então o Simão Pedro para estar conosco e entrar aqui na nossa live. Boa noite, Simão Pedro. Tudo bem? >> Boa noite, Eduardo. Boa noite a todas as pessoas que estão conosco. Tudo bem, graças a Deus. >> Coisa boa. Uma alegria recebê-lo aqui conosco, viu, Simão? E a nossa gratidão por atender ao nosso convite. >> Alegria é minha. Eu que fico agradecido a vocês. >> Muito bem. Nós teremos conosco também, Simão, participando aqui a nossa amiga e companheira Angélica de Pádua. Eu também já peço licença aqui para convidá-la. para participar conosco. >> Boa noite, como estão? >> Tudo bem? >> Meu nome é Angélica de Pado. Eu faço parte da programação da juventude do Congresso Espírita do nosso estado de Goiás, 42º do ano de 2026. E eu estou aqui para poder auxiliar aqui a nossa amiga Eduardo, está na companhia do Simão e vou iniciar a nossa prece instante. Fechar os nossos olhos, elevando nossos pensamentos a Deus, pensando na figura do nosso mestre Jesus. Nesse instante harmonizando os nossos corações e agradecendo pela oportunidade de servir na seara do mestre. agradecer por esse evento que se aproxima, pedir, Senhor, bênçãos e forças para que sigamos ao melhor caminho, inspirando os corações daqueles que estarão conosco no

dade de servir na seara do mestre. agradecer por esse evento que se aproxima, pedir, Senhor, bênçãos e forças para que sigamos ao melhor caminho, inspirando os corações daqueles que estarão conosco no nosso evento tão amado. Abençoe todos os trabalhadores, todos aqueles que nos ouvem nesse instante e agradecemos, Senhor, pela oportunidade da noite. Esteja conosco hoje sempre e que assim seja. >> Assim seja. Muito bem, Angélica, obrigado pela contribuição. E a Angélica vai permanecer conosco aqui, tá, Simão? vai ser nosso anjo anjo de guarda. Simão, ah, pra gente iniciar essa nossa live, como eu disse já no início, ela é uma atividade vinculada ao nosso 42º Congresso Espírita, né, do estado de Goiás, cujo tema central do nosso congresso é Jesus e Kardec para os tempos atuais. Hoje nós vamos falar sobre um tema de muita relevância, né, que é falar sobre a justiça divina e o processo reencarnatório, enfim, eh, o que que isso representa representa para a família humana na Terra, né, essa compreensão desses ah ensinamentos tão profundos, né, e necessários até paraa compreensão da própria dinâmica da vida, né, e nós teremos um tempo aqui de cerca de 30 minutos para esse nosso bate-papo, né, Ah, e aí já te pergunto, eh, e nós teremos aqui algumas perguntas também, né, Simão? Eh, nós espíritas temos aquela compreensão de que Deus é soberanamente justo e bom, né? E aí fica algumas incompreensões em alguns momentos, né? Por que então tantos sofrimentos, né, coletivos e também individuais que atingem, né, pessoas aparentemente inocentes, né? Onde estaria essa justiça de Deus, né? >> Uhum. OK. Boa, boa, boa observação, né? e e de fato, né, numa visão superficial, vem essa ideia de que há injustiças na Terra e há injustiças que que de certa forma confrontariam a ideia de justiça divina. A ideia de Deus soberanamente justo e bom não é só uma uma pur e simples designação, é um elemento fundamental naquilo que nós chamamos de teodiceia. O que que é teodiceia? É um é um segmento filosófico, um segmento da

beranamente justo e bom não é só uma uma pur e simples designação, é um elemento fundamental naquilo que nós chamamos de teodiceia. O que que é teodiceia? É um é um segmento filosófico, um segmento da filosofia que estuda a natureza de Deus. é diferente de teologia, que é o estudo da manifestação divina. A teodisseia é uma é um estudo sobre a natureza de Deus. E Kardec traz a ideia da te Odisseia da nas principalmente na questão número 13 do livro dos espíritos, quando ele vai falar dos atributos da divindade. Aqueles atributos ali apresentados eles advém da teodiceia. Se você for ao ramo filosófico, você verá essa preocupação em tentar trabalhar no mundo da metafísica, mostrar o aspecto de Deus para ser Deus não pode deixar de ter aquelas características, porque se ele não tiver aquelas características, ele não poderia ser Deus. E ali nós temos eterno, ou seja, eternidade. Se Deus não fosse eterno, ele não seria Deus. O que é eterno? Não tem começo, não tem fim. Se ele tivesse tido o começo, o aquele que o começou que seria Deus. Então Deus não pode ter começo. Por isso é eterno. Sem começo, sem fim. Imortal tem começo e não tem fim. Então, outro aspecto, imutalidade. Deus não pode ser mutável. Então, ele é imutável. Porque se Deus se modifica, quer dizer que ele não está completo. E se ele não está completo, ele não é Deus. Então até Odisséia vem trazendo alguns elementos. Ele precisa ser único, porque se tiver mais de um, não será Deus, porque um deles terá que ser. Aquele que tiver diferença a mais será o Deus. Então não pode ser mais de um, ele tem que ser único. E assim, várias outras características vão surgindo e vem a característica da soberania. Ele tem que ser soberano, porque se ele não for soberano, existe algo acima. E se se existe algo acima, este algo acima seria Deus. Então, por isso a teodiceia, ela não pode determinar o que é Deus, mas ela pode determinar o que Deus tem que ter para ele ser Deus, senão ele não seria Deus. E nesse conjunto então da

ima seria Deus. Então, por isso a teodiceia, ela não pode determinar o que é Deus, mas ela pode determinar o que Deus tem que ter para ele ser Deus, senão ele não seria Deus. E nesse conjunto então da teodisseia vem o elemento bondade. Deus precisa ser bondade, mas para ele ser bondade ele tem que ter equidade. As suas leis precisam ser equânimes. E para ter a equidade tem que ter a justiça. Então Deus tem que ser bom e justo, soberano, porque senão não seria Deus. Então, a justiça soberana é a de Deus. Então, ele é soberano, justo. E a justiça de Deus é precisa ser boa, porque Deus é bom. Então, soberanamente justo e bom. O que nos leva a dizer: "A justiça de Deus é boa e a bondade de Deus é justa". E nesse aspecto da bondade de Deus ser justa, é que vem a explicação para as aparentes injustiças. E onde vem a bondade justa? Num numa demonstração de eh de abdicação de uma dessas qualidades divinas, sem as quais ele não seria Deus, que é a onipotência e a onisciência. O que é onisciência? Sabe tudo. Se Deus não souber tudo, ele não será Deus. Então ele tem que ter onisciência. Mas como ele é bom, ele abdica-se da onisciência e cria o livre arbítrio. O livre arbítrio é a maior demonstração da justiça divina que faz com que ele, Deus onipotente e onisciente abra a mão da onisciência e da onipotência para deixar a liberdade de escolha. Mas quando ele abre, irmão, da onisciência para o livre arbítrio, porque vejamos como livre arbítrio para um ser que é onisciente, ele sabe o que que eu vou escolher. Ele sabe que o que eu escolhei, escolherei dará isso ou aquilo. E ele então tira isso e deixa com que o livre arbítrio impere. Mas como ele é onipotente, ele também abre mão da sua onipotência. E ao abrir mão da sua onipotência, ele deixa que a liberdade gere consequência. E como a liberdade gera a consequência, a consequência passa a ser a própria reguladora da liberdade. Então, eu tenho liberdade para agir, eu tenho a consequência da ação. E essa consequência não é uma punição de Deus.

gera a consequência, a consequência passa a ser a própria reguladora da liberdade. Então, eu tenho liberdade para agir, eu tenho a consequência da ação. E essa consequência não é uma punição de Deus. E aquela consequência, ela não é um descuido divino, é da natureza. da liberdade, ou seja, do livre arbítrio. Então, quando se traz o livre arbítrio, para que não houvesse também todo um processo de descaso divino, cria-se um outro elemento que está lá na questão 171 do livro dos espíritos. Qual o elemento? o elemento de uma justiça divina atrelada ao livre arbítrio e uma justiça divina atrelada à responsabilidade, que nós chamamos reencarnação. E aí sim nós vamos lá na questão 166 e veremos uma pergunta que Kardec faz aos espíritos. Como pode a alma que ainda não alcançou a perfeição na vida corpórea acabar, né, por de depurar-se? E aí eles dizem, suportando a prova de uma nova existência. E quando pegamos isso e vamos à questão 171, nós temos lá Kardec perguntando: "Onde se fundamenta a verdade da reencarnação?" O dogma da reencarnação é a palavra usada por Kardec. Por que dogma? Porque dogma não é só religioso. Dogma é uma verdade inconteste. Ela pode ser discutida, mas ela é incontestável. Por quê? Porque ela é verdadeira. Então eu posso discuti-la, mas não consigo demovê-la porque ela é verdadeira. Então ele pergunta: "Qual é a onde se fundamenta a verdade da reencarnação?" E eles respondem: "Na justiça divina". Olha que interessante, ela se baseia toda na justiça divina. E como que eles continuam a resposta? Na justiça divina e na revelação, ou seja, naquele naquilo que nós vamos vai nos revelando sobre a justiça divina. E eles dão um exemplo, pois um bom pai sempre deixa aberta as portas para o arrependimento dos seus filhos. Então, o que é a reencarnação? é o elemento é o elemento que une a onipotência, à responsabilidade da pessoa e une a unisciência ao livreabíto, mostrando-nos que não há vitimização em nada que acontece na Terra, que o que acontece é pursequência

o elemento que une a onipotência, à responsabilidade da pessoa e une a unisciência ao livreabíto, mostrando-nos que não há vitimização em nada que acontece na Terra, que o que acontece é pursequência de ações e escolhas precedentes. E Deus é tão soberano e tão justo que ele não interfere. porque as suas leis já assim determinaram que uma ação gerará uma reação. E então as desditas, que nós muitas vezes assim as chamamos, que Kardec trabalha muito bem a partir da questão 728 do livro dos espíritos, que fala da lei de destruição, e lá na questão 737 ele vai falar do aspecto dos flagelos destruidores. Ele vem nos mostrando que nada disso é um descuido divino ou uma punição divina, mas simplesmente resultado do livre arbítrio que Deus nos concedeu, apesar da sua onisciência e da sua onipotência. Então, há uma justiça boa e há uma bondade justa nas estruturas da lei de Deus. O que acontece comigo me eh consequência do que eu fiz. E se eu não consigo saber quando fiz, eu sei que eu fiz. E esse quando pode ser nesta encarnação ou em outras anteriores, como vemos no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, causas atuais e causas anteriores das aflições. Então, mostra-nos claramente que não há uma injustiça. E se não há injustiça, não há vítima. Então, nós nunca somos vitimados, porque se eu for vítima, Deus se torna o algóz. E sendo ele bom e e justo, ele nunca será o goso. Então, se eu me faço de vítima, eu sou vítima de mim mesmo. Ou seja, eu estou colhendo a semeadura que eu mesmo fiz. Não ipses verbes, ipsesis modos, mas da mesma natureza, não da mesma forma. Então, se eu pratico algo que afeta a estrutura dessas leis divinas, aquele aquela afetação gera uma uma consequência que é diretamente voltada a mim, porque eu fui aquele que causou, então eu sou aquele que irá ajustar. Agora, esse ajustamento não é punitivo, é consequencial por processo de arrependimento, por processo de reparação e residuariamente por processo de expiação, que é o que está no artigo 16,

rá ajustar. Agora, esse ajustamento não é punitivo, é consequencial por processo de arrependimento, por processo de reparação e residuariamente por processo de expiação, que é o que está no artigo 16, Código Penal da Vida Futura, capítulo 7 do livro Céu e Inferno. Então, veja que harmonia é a estrutura divina. Não há vítima, não há descuido da lei de Deus. Há pure simplesmente essa condição de dar a liberdade de escolha e dar a responsabilidade da da consequência. Porque pensemos, Deus, sendo onisciente sabe que eu vou errar, é onipotente, não impede que eu erre e depois me pune, ou seja, ele sabe que eu vou errar, não impede que eu erre e depois me pune. Isso não é logicidade divina. Então ele ele me deixa a liberdade de escolha, me dá a condição da responsabilidade, da consequência e assim vamos crescendo. Então aí nós entendemos essa questão 171, quando justamente está lá que a verdade, a lógica da reencarnação se fundamenta na justiça de Deus. Pois um bom pai sempre deixa aberta as portas para o arrependimento do seu filho. Nenhuma seus filhos, nenhuma punição há de infinito, nenhuma beatitude sem causa. Então essa é a ideia que muitas vezes gera uma confusão porque entende que Deus é um operador de um tabuleiro de xadez que fica movimentando peças. Não, as peças se movimentam pela liberdade que elas têm de ação. Muito bem, Simão. Eh, acabou que você fez quase com compilado inteiro do tema, né? O que foi muito bom. Eh, é mais ou menos como diz Emanuel, né? Ah, infelizmente ainda há muita injustiça no mundo, né? Senão, mas a luz das leis de Deus não existe nenhum injustiçado, né? É mais ou menos por aí, né? >> É, é exatamente. Perfeito, perfeito. A injustiça, mas não injustiçado. >> É a luz de Deus jamais, né? Aí, Simão, pegando um pouco, você falou muito bem da dos atributos de Deus, trouxe-nos também a ideia da justiça, né, divina. eh margeou também aqui trazendo algumas questões sobre a reencarnação, mas aí fica uma pergunta, né? Ah, por a reencarnação é apresentada

tos de Deus, trouxe-nos também a ideia da justiça, né, divina. eh margeou também aqui trazendo algumas questões sobre a reencarnação, mas aí fica uma pergunta, né? Ah, por a reencarnação é apresentada pelo Espiritismo como um elemento indispensável para a compreensão, né, da justiça de Deus? Vamos para exemplos práticos que fica mais fácil. Deus é justo e bom. Ponto. OK. Deus é justo e bom. E por que que há pessoas que nascem eh em perfeitas condições de saúde ou saúde pleno? E a pessoas que nascem com debilidade de saúde, se Deus é justo e ele é. Há pessoas que nascem em locais de aconchego material, pessoas que nascem em locais de miséria material. Deus é justo e bom. Se nós não trabalharmos com a consequencialidade, Deus não é justo e bom. E as pessoas dizem: "Não, mas isso é uma provação". Muitos tentam explicar: "Não, isso é uma provação. Deus está provando aquela pessoa." Mas por que que ele não prova todos? Só prova um. Então, a aprovação escolhida a dedo não é justiça, não. Mas ele tá testando as pessoas, mas ele é onisciente, ele não pode testar porque ele já sabe o resultado. Então, para que que ele vai testar? Ele é onisciente. Então, vejam, sem a ideia de eu semeio, eu colho, não há justiça. Então, por que que há pessoas que nascem então em condições de plena saúde e outros não? Porque o nascer não é o criar. O nascer é o retornar à terra. O nascer é a forma que eu tenho de chegar aqui. Como morrer é a forma que eu tenho de sair daqui. A única forma que eu tenho de voltar para onde de onde eu vim é pela morte. Ou seja, morre-se o corpo, volto eu pro mundo espiritual. E o nascimento é o único meio de eu voltar. E onde temos essa explicação clara no meio espírita? lá no artigo no artigo 9 desse mesmo Código Penal da Vida Futura do capítulo 7 do do do livro Céu e Inferno, quando Kardec diz que uma falta será terá sua consequência, como qualquer ato benévo, terá sua consequência, mas que os as consequências das faltas serão ajustadas na encarnação, na próxima encarnação ou

ndo Kardec diz que uma falta será terá sua consequência, como qualquer ato benévo, terá sua consequência, mas que os as consequências das faltas serão ajustadas na encarnação, na próxima encarnação ou em outras encarnações. E ele diz uma frase perfeita: "Pois as reencarnações são solidárias entre si, porque pertencem ao mesmo espírito." Ou seja, sou eu aqui o mesmo que antes estive, porque continuo sendo eu, porque afinal de contas nós todos nós somos imortais. Então, o que é a a a existência? A existência é uma consequencialidade. Eu vou continuando. E isso nos mostra, Eduardo, que nós só temos uma vida. Ninguém tem mais de uma vida. Porque se tivermos mais de uma vida, nós não seremos imortais. Por que isso? Porque reencarnação não é sinônimo de vida. Encarnação não é sinônimo de vida. Encarnação é uma etapa da vida. Eu sou um ser vivo desde que fui criado e há de infinito ficarei vivo. Ora estarei encarnado, ora estarei desencarnado. Ora estarei encarnado, ora estarei desencarnado. Ou seja, as reencarnações são etapas materiais, corporais da vida imortal do espírito. Então eu não sou outro espírito quando estou em outra encarnação, porque senão seria injustiça eu assumir uma responsabilidade de algo que eu não fiz. Mas como sou eu mesmo em outra vestimenta corpórea, eu estou resgatando, eu estou ajustando aquilo que eu deixei aberto em encarnações anteriores, não necessariamente na imediata anterior, em quaisquer uma delas, porque as palavras de Kardec, as reencarnações são solidárias entre si, porque pertencem ao mesmo espírito. Então, aí explica essa justiça de Deus. Porque então que numa encarnação eu aparentemente não teria explicações paraa justiça de Deus, porque desde que nasci já nasci em dificuldades, seja materiais ou não, mas considerando que o nascer não é o criar, ou seja, eu retornei à Terra trazendo toda a minha bagagem de responsabilidades para o reajustamento das minhas ações passadas. E isso explica claramente a justiça de Deus. >> Muito bom. Eh,

o criar, ou seja, eu retornei à Terra trazendo toda a minha bagagem de responsabilidades para o reajustamento das minhas ações passadas. E isso explica claramente a justiça de Deus. >> Muito bom. Eh, gostaria nesse de convidar, eh, pedir um minuto aqui da atenção e licença pro Simão para convidar a Angélica, eh, por alguns instantes, que vai trazer um recadinho aí para nós. Pode ser, Angélica, por favor. >> Isso mesmo. >> Simão, enquanto o Simão toma uma água, né? >> É, respira um pouquinho, né? Eu tô aqui especialmente, meus irmãos que nos assistem para convidar vocês a estarem conosco no 42º Congresso Espírita de Ascrições vocês podem fazer pelo site da FEGO e a e também sigam a gente no Instagram, porque no Instagram a gente posta todas as informações, as novidades, o que a gente vai trazer palestrantes aqui hoje a gente tem só um pedacinho do Simão, né? Agora lá no Congresso a gente vai ter um muitos momentos com Simão Pedro e vai ser com certeza momentos de muito aprendizado. Então vem com a gente nesse evento. E eu trago também uma questão muito legal. O Simão estará na programação eh adulta, né? E ele também vai fazer uma participação na sala da família, né, Simão? Vamos, >> vai, ele vai falar com a gente sobre o tema o evangelho de Jesus, a luz do Espiritismo e a família na atualidade. E eu queria saber de você, Simão, qual que é a importância da gente trabalhar com a família espírita? Veja, eu disse que o nascimento é o meio de chegar à Terra. E o nascimento não é algo autóctonico. Ninguém simplesmente brota. Há um processo para se chegar até aqui. Há uma comporta que abre uma uma condição de sair do mundo espiritual pro mundo material. E essa comporta só se dá se houver três pessoas. os que os pais e o filho que virá. Ou seja, a única forma de se chegar a terra é por meio da cooperação de duas pessoas. É por meio de um processo gametogênico em que óvulos e espermatozóides são necessários para se formar um ovo, né, para se formar esses esse essa condição

erra é por meio da cooperação de duas pessoas. É por meio de um processo gametogênico em que óvulos e espermatozóides são necessários para se formar um ovo, né, para se formar esses esse essa condição corpórea e o espírito poder atuar. Então, Jair mostra que e essa estrutura, esses dois são família, esses dois são os elementos. Então a família, fica aí entendido claro que a família então é o elemento central de qualquer sociedade. Porque sem a con a conjunção de dois gametas, não haverá o corpo. E sem o corpo não haverá a encarnação do espírito. Então mostra a importância da família, o quão importante que esses laços ocorram. Mas há um aspecto que não é só procriório, porque o espírito encarna com uma finalidade só. É a questão 132 do livro dos espíritos, evoluir. A veja qual a finalidade da encarnação dos espíritos. Não é re encarnação, é 132. Deus vos impõe a encarnação com a finalidade de vos fazer progredir. Então, todo mundo aqui só encarna para isso. Ninguém se encarnou para sofrer, ninguém se encarnou para ser punido, só se encarnou para progredir. Não tem outro verbo colocado lá, é só para progredir. Então, tudo que nos acontece é pro progresso. Então, essas duas pessoas não são só responsáveis para conduzir a formação de um corpo e são também responsáveis para conduzir a educação de um espírito que chega. E aí vem a importância da família, que é o seio da educação natural. O que é educação natural? É aquela que não é cognitiva, não é escolar, é aquela do comportamento, da afetividade, da exemplificação. Então, veja o quão importante é uma estrutura familiar. Se nós olharmos a questão 110 do livro O Consolador da obra de Emânel, nós veremos uma pergunta interessante. Pergunta a Emânel: "Qual é a melhor escola para prepar da terra para a preparação das almas recém-chegadas?" Olha que interessante. Qual é a melhor escola para a preparação das almas recém-chegadas à Terra? E E responde assim: "A melhor escola para a preparação das almas recém-chegadas à Terra ainda é o lar". Olha o advérbio,

nte. Qual é a melhor escola para a preparação das almas recém-chegadas à Terra? E E responde assim: "A melhor escola para a preparação das almas recém-chegadas à Terra ainda é o lar". Olha o advérbio, ainda é o lar. E ele diz: "Os estabelecimentos de ensino propriamente ditos do mundo podem instruir, mas somente o Instituto do Lar pode educar." Então, tá aí a grande importância da família. E quando Emânio vem com a ideia do evangelho, bemelinamente, ele diz assim: "A instrução informa, a educação forma, a evangelização transforma". Então, é necessário entender que o lar, a base da da educação é a natural. E a natural é o lado do evangelho, é o lado da relação com o próximo, a relação com Deus. Pois a base do evangelho é o amor. A base, a o amor é a base da lei. E a lei diz: "Amar a Deus e ao próximo." Então, sem família não há um processo educacional pro espírito aqui na terra. A gente agradece muito pelo seu esclarecimento e a gente conta com você lá na nossa sala da família pro pessoal discutir um pouco mais sobre esse tema. O nosso companheiro César que tá aí nos bastidores, ele colocou um QR code aqui pra gente. No QR code vocês podem pro congresso. E agora eu passo a palavra de novo pro nosso irmão Eduardo. >> Obrigada, Angélica. Excelente aí a intervenção e complementou muito bem, né, Simão? Infelizmente o nosso tempo é curto e aqui é só uma pequena pílula, né? é um aperitivo vamos dizer assim, ah, para os que estarão conosco participando do nosso congresso. São reflexões mais rápidas, o tempo é um pouco mais curto, mas é justamente para aguçar aí o interesse, né, para que o nosso congresso cumpra essa missão que já vem cumprindo há muitos anos, que é uma festa espiritual da família espírita de Goiás, né, atingindo outros cincões também, obviamente. E aí a gente falou dentro do nosso tema, né, justiça divina e reencarnação, eh, esperança para o futuro da humanidade, né? Eh, foi bem tratado aqui sobre a questão da justiça divina, também se falou bastante da reencarnação. E aí, pra gente finalizar

ça divina e reencarnação, eh, esperança para o futuro da humanidade, né? Eh, foi bem tratado aqui sobre a questão da justiça divina, também se falou bastante da reencarnação. E aí, pra gente finalizar a pra gente finalizar a reflexão, Simão, eu trago aqui uma última questão, né? eh especialmente ligada essa questão de esperança, né, paraa humanidade. Eh, em um mundo, né, vamos dizer, marcado por diversas crises, eh, sobretudo morais, espirituais, como o espiritismo aponta um futuro, né, uma esperança, né, de um futuro melhor, ou seja, um futuro de regeneração paraa humanidade. Neste contexto, >> veja, se nós olharmos a questão 799 do livro dos espíritos, nós veremos que Kardec pergunta qual será a qual a contribuição do espiritismo para pra humanidade. E ele responde, ele destruir o materialismo, diz destruindo o materialismo. Quando trazemos a realidade da vida espiritual e essa relação entre corpo e espírito, ou seja, mundo material, espiritual, questão 85 do livro dos espíritos, nós mostramos uma outra dimensão. Mostramos que a vida não começa no berço e nem termina no túmulo, que a vida antecede ao berço e sucede ao túmulo. Que a imortalidade passa a ser um grande elemento moralizador. Por quê? Porque nada, que a pessoa não acabará com a morte e reverberará todas as suas consequências, que a vida material é uma etapa. Então isso destrói a ideia do tudo tem que acontecer do berço ao túmulo. Isso destrói a ideia da ansiedade pela vida. Isso reforça a ideia da fala do Cristo, né? Não vos preocupeis com o que vez de comer, vestir, beber, etc. Pois o pai bem sabe que necessitais dessas coisas. Porque a visão amplia-se. A visão não vai terminar na morte. Ela vai, ela vai suceder e vai mostrar que continuaremos vivos. vai nos mostrar que os problemas pelos quais com os problemas que temos hoje, por eles talvez já passamos outras vezes e continuamos aqui firmes seguindo o rumo. E há uma questão do livro dos espíritos que nos indica com forma muito muito segura o processo evolutivo, que é

oje, por eles talvez já passamos outras vezes e continuamos aqui firmes seguindo o rumo. E há uma questão do livro dos espíritos que nos indica com forma muito muito segura o processo evolutivo, que é a questão 116, quando ali se pergunta: "Haverá espíritos que permanecerão para sempre nas camadas inferiores da evolução?" E eles respondem: "Não, todos evoluirão." O único determinismo da lei de Deus é que todos nós evoluiremos. O quando e o como depende das nossas ações. Então, mostra-nos que nós somos os artífices da nossa própria existência. Nós somos os únicos que podem construir, que podemos construir a nossa própria vida. Então, veja como o Espiritismo nos abre um outro cenário, nos dá outra perspectiva e mostra que o nada é nada, ou seja, não tem existência e mostra-nos que o futuro será sempre a continuidade do nosso presente, a consequência do nosso presente. Mostra-nos que o futuro não tem existência, porque o dia que o futuro tiver existência, ele se transforma no presente. Então, o futuro sempre será o presente e as ações de agora determinarão o nosso futuro. Então, em outras palavras, o Espiritismo está nos dizendo: "Não nos importa olhar o passado, porque o passado já nos trouxe ao presente. Importa-nos observar muito bem o nosso presente, porque ele construirá nosso futuro." Então, se quisermos nos imaginar no futuro, vivamos bem com dignamente o presente, porque o futuro será sempre a materialização das ações consequenciais ou consequências das ações do presente. Então, veja que cenário o espiritismo nos abre. Por isso, ele ocupará o seu lugar entre o conhecimento humano, que é o que nós encontramos na questão 798 e 799. Quando se pergunta na 798, o espiritismo se tornará crença comum entre os homens? Eles respondem, sim, porque são chegados o tempo que ele deve ocupar o seu lugar entre o conhecimento humano. Crença comum não quer dizer crença única, crença comum, ou seja, comunalidade permeará todos os níveis dos conhecimentos humanos, sem tirar nenhum dos conhecimentos humanos.

tre o conhecimento humano. Crença comum não quer dizer crença única, crença comum, ou seja, comunalidade permeará todos os níveis dos conhecimentos humanos, sem tirar nenhum dos conhecimentos humanos. E assim fazendo, vem a consequência da questão 799, destruir o destruir o materialismo. E na última questão do livro dos espíritos, a 1019, eles nos dão um indicativo onde deve ser o foco para essa destruição do materialismo, egoísmo e orgulho, que é o que eles dizem lá na questão 1019, as duas chagas da humanidade. Então, a questão 119, ela é belíssima. Pergunta assim: "Jamais o bem terá lugar sobre a terra. O reino do bem será terá lugar sobre a terra?" E ele diz: "O reino do bem terá lugar sobre a terra". Nãoé, resumindo, que é uma página e meia a resposta. Quando da Terra forem banidos o orgulho, o egoísmo. Qual é a nossa missão? Então, desenvolver a humildade e desenvolver o altruísmo, que é o que a doutrina espírita nos ensina e é o que espera que todos um dia façam. E se assim fizermos, a terra se transforma. Não é a terra que se transforma e as pessoas se transformam. Não, são as pessoas que se transformam e a terra se transforma por consequência. >> Muito bom. É, fica para nós, né, Simão, aquela reflexão de que o Espiritismo não nos traz verdades novas, né? Ele vem exemplificar verdades antigas, né? E tudo que a gente tá refletindo aqui, se a gente for tentar resumir, eh, nessa questão da esperança paraa humanidade é esse verdadeiro consolo, né? é o consolador. E e no dicionário, se a gente for buscar a o conceito de consolar, significa aliviar, né? Então, quer dizer os nossos dramas, os nossos sofrimentos, as nossas dificuldades íntimas, enfim, gerar alívio, né, para as almas, né, no mundo. Que coisa maravilhosa. Muito bem. A gente agradece imensamente, né, a participação do Simão conosco na noite de hoje. Já estamos ansiosos. viu, Silmão, por tê-lo aqui conosco no congresso. Já está chegando, né, gente, que a turma tá trabalhando muito, né? O carnaval tá quase aí, vai ser durante um

o na noite de hoje. Já estamos ansiosos. viu, Silmão, por tê-lo aqui conosco no congresso. Já está chegando, né, gente, que a turma tá trabalhando muito, né? O carnaval tá quase aí, vai ser durante um período carnaval aqui no nosso centro de convenções, como tradicionalmente tem sido. E vou passar então a palavra, Angélica, para você, paraas suas considerações finais, depois pro Simão encaminhar pro nosso encerramento. Tudo bem? >> Eu quero agradecer pela participação de hoje, agradecer também a todos os nossos irmãos que nos acompanham. fazer novamente o convite para que vocês estejam conosco no 42º Congresso Espírita de Goiás. É só vocês acessarem o site da federação, lá tem todas as informações para fazer a inscrição. E uma coisa bem bacana é que quem faz a inscrição agora pode adquirir um livro da editora da FEGO. Então você faz a inscrição agora e retira seu livro lá na editora da FEGO. E a gente conta com a participação de todos vocês. Agradeço pela oportunidade de estar aqui com os nossos irmãos queridos e eu desejo uma boa noite a todos. >> Obrigada, Angélica. Boa noite, Simão. Então, suas considerações finais, por favor. >> Eu falo que as melhores considerações finais é você dizer assim: "Tchau, acabou", [risadas] né? Então é o que eu falo, né? Muito obrigado a vocês pela oportunidade que me deram, pela receptividade tão carinhosa, as pessoas que estão nos acompanhando e, né, aos que forem ao congresso, vamos nos encontrar lá. >> Muito bem. Bom, então a gente agradece também em nome da Federação Espírita do Estado de Goiás a presença, a participação de todos. Estamos também aguardando vocês conosco no nosso 42º Congresso Espírito Estado de Goiás com o tema Jesus, né, e Kardec, ah, para os tempos atuais. Vai ser um congresso de muito conhecimento, de muita troca de experiências, de rever amigos, enfim, um momento muito agradável de toda a família espírita do nosso estado, né? Fica aí o convite, fica registrado também o nosso agradecimento mais uma vez ao Aroldo, nosso agradecimento a

amigos, enfim, um momento muito agradável de toda a família espírita do nosso estado, né? Fica aí o convite, fica registrado também o nosso agradecimento mais uma vez ao Aroldo, nosso agradecimento a Angélica, a toda a equipe nossa que está na coordenação do congresso. Então, uma boa noite a todos e o nosso muito obrigado

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