Jorge Godinho • O Cristo Consolador

Mansão do Caminho 10/03/2024 (há 2 anos) 1:03:01 2,144 visualizações

26ª Conferência Estadual Espírita do Paraná O Evangelho Segundo o Espiritismo Iluminando caminhos, despertando consciências

Transcrição

Estimadas irmãs, estimados irmãos, senhoras, senhores, muito bom dia. Sejamos neste início de atividade, que permaneça conosco a paz, a suave paz do amigo divino com a qual todos nós estamos envolvidos desde o início destas atividades. A sua presença se faz e cada um de nós a sentimos. Há proporção que o amor vai se desenvolvendo, vai nos tocando, porque o benfeitor Dr. bezerra. Já nos alertou que todo aquele que ama, mesmo que não conheça o Cristo Jesus, se encontra sobre a sua psicosfera, mas aquele que ama já o conhece, já foi tocado por ele, está em sintonia. com Cristo. A casa do Pai tem inúmeras moradas. E em cada morada, o Pai colocou as suas criaturas, formando as humanidades neste cosmo infinito, abrigando todas as criaturas neste processo evolutivo, a qual todos nós estamos submetidos inexoravelmente à lei do progresso. O nosso habitate passa na classificação dos mundos, como todos os outros habitantes. sai de mundo primitivo, provas e expiações, transita entre essas duas fases e, ao mesmo tempo, transita para uma outra fase, saindo de provas e expiações para a regeneração. Pai bondoso, misericordioso para com todas as criaturas, identifica aquela humanidade as suas necessidades e um momento apropriado para que elas sejam atendidas. E é assim que nós vamos verificar na nossa história da nossa humanidade os momentos em que o criador veio chegar até nós as informações necessárias para que o nosso progresso pudesse atingir a velocidade ensejada pelo alto e naturalmente também por cada um de nós. Conhecemos que a primeira revelação se fez num povo que deixou um legado para a humanidade do Deus único, aonde Moisés foi o protagonista. Mas tivemos em um determinado instante a bondade divina verificando a necessidade de todos nós. observou que deveria estar presente o guia, o modelo, o responsável pela humanidade da terra, para que a partir dele não mais houvesse profetas, mas que a partir dele houvesse sim uma revolução, uma boa nova, um evangelho. que iria abrir uma nova era para a

esponsável pela humanidade da terra, para que a partir dele não mais houvesse profetas, mas que a partir dele houvesse sim uma revolução, uma boa nova, um evangelho. que iria abrir uma nova era para a humanidade. até ele. Tudo foi preparado por ele mesmo, que fez com que chegassem aqueles que o antecederam, anunciando a sua chegada como Messias, que viria, através do amor trazer o consolo a todos nós aflitos, que ainda não sabíamos como lidar. com as aflições, porque a nossa visão era uma visão ainda restrita ao nascer, viver, morrer e viver da melhor forma possível, de acordo com os conceitos vigentes até então. Sua presença entre nós foi uma presença de esclarecimento, nos trazendo consolo ao dizer-nos de que há um reino que não se encontra neste mundo, porque o reino do mundo nós conhecemos e sabemos até como conquistá-lo. Mas este outro reino é um reino desconhecido. E para que nós pudéssemos adquiri-lo, ele nos trouxe informações, esclarecimentos, mas um determinado momento ele nos convida. Ele nos convida, conforme os evangelistas vieram exarar nos seus evangelhos as informações que ele nos trouxe. como o consolador, veio fazer-nos um convite, um convite para que nós fôssemos não a um lugar, mas que fôssemos a ele. E Mateus vem ezar no capítulo 11, os versículos 28 a 30, o convite de Jesus. Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados. É a primeira informação que ele vem nos revelar. Mas em seguida ele vem dizer: "Tomai sobre vós o meu julgo". E ainda vem dizer: "Aprendei comigo que sou brando, sou humilde de coração e achareis o alívio para as vossas almas. Pois o meu jogo ele é suave, o meu fardo ele é leve. E diante das aflições, das dores, de todos os sofrimentos, misérias, entes queridos que voltam à pátria espiritual, sem a compreensão do fenômeno da morte, que foi condicionada a todos nós ao longo dos milênios como sendo algo negro. algo desconhecido, mas que ele veio falar dela e provar-nos após o Golgota, quando surge em diversas ocasiões

no da morte, que foi condicionada a todos nós ao longo dos milênios como sendo algo negro. algo desconhecido, mas que ele veio falar dela e provar-nos após o Golgota, quando surge em diversas ocasiões para matar a morte e dizer-nos de que a vida é instuante, de que ela é bela e que nós podemos fazê-la da melhor maneira possível. Se soubermos tomar o seu jogo para que a felicidade bata nossas portas. É desta forma que pela primeira vez a humanidade ouviu a fórmula para dirimir as aflições, os acometimentos que naturalmente batem as nossas portas e a nossa ignorância. não compreende as razões, o porquê e os para quê, das aflições, das sobrecargas que naturalmente nós imaginamos que caem sobre os nossos ombros, porque nós aprendemos com ele que o pai não coloca estes fardos pesados em ombros que são leves. Por isto que o seu convite vem nos falar que o seu fardo ele é leve, ele não é tão pesado, conforme nós imaginamos pela nossa ignorância. Mas quando prestamos atenção ao convite que Jesus nos faz e meditamos sobre ele, nós iremos verificar que ele nos faz três propostas. Primeiro é tomar o seu julgo. Segundo é aprender com ele. Quando tomamos o julgo do divino amigo e aprendemos com seus ensinos, nós encontramos, achamos o alívio para as nossas dores. Mas ele põe uma condição para que o seu alívio atinja os nossos corações. A condição é que nós, ao tomar o julgo, possamos conhecê-lo, mas não ficarmos restrito só ao conhecimento, porque o seu julgo é a lei que ele nos trouxe, é a boa nova, é a boa notícia, é a revolução que veio trazer a humanidade para abrir uma nova era. Porque agora as dores, as aflições, as dificuldades, elas podem ser dirimidas. Nós já podemos passar por elas sem sofrermos. Porque a dor não significa sofrimento. O sofrimento é quando não há compreensão da dor. E ele vem nos explicar, vem nos dizer que quando tomamos o seu julgo, faz-se necessário conhecê-lo primeiramente, mas não é o suficiente. É preciso, além de conhecer o evangelho, que não deve ser lido como uma obra

explicar, vem nos dizer que quando tomamos o seu julgo, faz-se necessário conhecê-lo primeiramente, mas não é o suficiente. É preciso, além de conhecer o evangelho, que não deve ser lido como uma obra qualquer vulgar, porque já aprendemos durante este fim de semana que o Evangelho não é um livro qualquer. O evangelho ele é um código, um código de ética divinal que verteu do alto para que nós pudéssemos diante daquele que foi responsável por esta revelação, o exemplo mais puro da aplicação da lei do Senhor, o guia, o modelo que veio através do testemunho mostrar-nos de que é possível ter o desafio e venccê-lo. Nos diz Toimbi, um geopolítico, de que desafio é poder. E todas as vezes que nós vencemos o desafio, nos tornamos poderosos. Mas como a vida ela é um contínuo progresso feito de mudanças, porque se não houver mudança não há progresso. Só que durante as mudanças elas são acompanhadas por crises. Não existe uma mudança que não tenha crise em maior ou menor dose, mesmo uma mudança de lugar, uma mudança de habitate, de local, de uma casa onde nós residimos, de um apartamento, de uma casa singela, um bangalô ou uma mansão, que nós façamos uma mudança para um outro local. Se for semelhante a uma crise que é rapidamente ultrapassada. Mas se mudamos de um lugar maior para o menor ou de o menor para o maior, certos momentos estas crises podem se tornar perturbações. Porque às vezes temos objetos que nos são caros. que nos são colocados à mão porque pertencia aos nossos antecessores e cuidamos deles com tanto carinho que desejamos tê-lo o próximo pelas lembranças que e os cuidados dos nossos antecessores. E se a mudança para um outro local, aquele imóvel ou aquele objeto não é compatível ou não cabe e nós temos que nos desfazer. pode causar uma crise que talvez até preferimos não realizar a mudança e permanecer apegado à aquela coisa que nos é tão cara e permanecer onde estamos sem realizar mudanças. É assim que acontece conosco, porque muitas das vezes somos convidados a

não realizar a mudança e permanecer apegado à aquela coisa que nos é tão cara e permanecer onde estamos sem realizar mudanças. É assim que acontece conosco, porque muitas das vezes somos convidados a realizar mudanças e o apego às coisas que nos circundam. faz-nos permanecer naquela zona de conforto, porque não desejamos realizar as mudanças que se fazem necessárias, porque elas traz uma certa crise e dependendo de como nós encaramos a crise, nós não evoluímos e permanecemos naquele estátu e muitas das vezes perdemos oportunidades porque o progresso se faz necessário a cada dia. É uma oportunidade nova para que nós nos renovemos. Por isto que Jesus, ao nos convidar, ele nos convida a realizarmos as mudanças que o seu julgo nos proporciona, as mudanças que o seu evangelho nos convida a fazer. E ele veio ao longo de explicitá-lo, nos dizer que nós devemos olhar para que nós possamos assim vigiar e também orar. E quando as aflições bate as nossas portas, se nós apenas conhecemos o evangelho como uma leitura comum e não meditarmos sobre os seus ensinos profundos, nós permanecemos sem realizar mudanças, porque o evangelho é um convite perene. Há mudanças, não as mudanças exteriores, mas a verdadeira mudança que exige de nós um esforço, muitas das vezes ergúrio, uma luta, não uma luta externa, mas uma luta interior. E quando lemos o Evangelho sem a meditação, nós sabemos dizer que devemos vigiar e devemos orar. Mas como nós não meditamos, nós vigiamos o exterior, vigiamos o outro, o parente, o amigo, até uma leitura que chega às nossas mãos pelas mediunidades abençoadas, algumas mensagens e que nós, ao lermos, o primeiro pensamento que vem é direcionado alguém que nós conhecemos, que convive conosco. E na realidade aquela leitura está direcionada a nós, porque os benfeitores são sábios. Aqueles que trabalham em nome de Jesus segue a sua metodologia e escrevem na segunda pessoa do singular. O primeiro beneficiado é aquele que recebe, é o médium. O terceiro beneficiado somos nós mesmos que estamos lendo,

am em nome de Jesus segue a sua metodologia e escrevem na segunda pessoa do singular. O primeiro beneficiado é aquele que recebe, é o médium. O terceiro beneficiado somos nós mesmos que estamos lendo, porque a leitura é para nós. E o ensino de Jesus, ele não é apenas vigiai, orai. Ele nos diz, Marcos, é olha, vigiai e orai. Quando nós não olhamos, significa que nós não fazemos uma análise das circunstâncias para podermos identificar o que nós temos que vigiar. Porque sem olhar nós podemos vigiar alguma coisa que não é para vigiar. E foi isso que veio acontecendo ao longo do tempo, porque não olhamos e vigiamos o exterior até o dia em que a mensagem do Mestre veio nos alertar da necessidade de nós vigiarmos a nós mesmos, porque temos uma trave e vemos o cisco no olho do outro. E o ensino do mestre é para realizarmos esta alteração de comportamento, olhar para dentro de nós para verificarmos o que é que nós precisamos vigiar. E quando o evangelho é meditado, nós começamos a observar que não é um livro qualquer, é um livro que nos convida, como Jesus fez, vinde a mim, tomai o meu jo. E quando nós tomamos o julgo de Jesus, significa conhecer, meditar sobre ele, para que nós possamos desta maneira, de forma segura, verificarmos que estamos diante de um código, um código que não se equivoca, porque ele nos traz as palavras não de Jesus. Ele é o porta-voz. Ele assim fala e João registra de que as palavras são de Deus e que ele é o maior testemunho das palavras que reverberaram na atmosfera da Terra a época em que ele esteve conosco e que permanece ainda sonorizando os nossos ouvidos. Para que nós, nos dias de hoje, em que as aflições, as dores, os tormentos, os conflitos, as misérias se acentuam cada vez mais, levando-nos a interrogações imensas quando nós não conhecemos o evangelho. Mas mesmo se nós apenas conhecemos as interrogações, elas continuam, pode ser de tamanho um pouco menor, mas continuam. Mas quando nós meditamos sobre o evangelho, as interrogações vão ficando menores

Mas mesmo se nós apenas conhecemos as interrogações, elas continuam, pode ser de tamanho um pouco menor, mas continuam. Mas quando nós meditamos sobre o evangelho, as interrogações vão ficando menores e nós vamos compreendendo este julgo. Nós vamos compreendendo de que realmente seguir este guia é o caminho. Porque ele quando diz para que nós possamos segui-lo, quando ele nos fala que após tomar o julgo, nós devemos aprender com ele. E o que ele nos diz, aprende comigo, porque eu sou manso, eu sou humilde de coração. E se nós desejamos aprender com ele, nós devemos aprender primeiro a mansidão, a afabilidade, a doçura, para sermos brandos, porque ele mesmo afirmou que este habitate do Pai, ele é e será herdado pelos brandos, porque os pacíficos serão chamados filhos de Deus. E se nós desejamos nesta fase transitória herdarmos este habitate do Pai nas condições deste futuro tão inusitado, como jamais a humanidade vivenciou, que nos aguarda, devemos lembrar do seu vinde a mim. Nós que somos sofredores, aflitos, sobrecarregados, porque ele nos indicou este caminho. Tomemos então o seu julgo, tomemos o seu evangelho como sendo este roteiro de vida, para que nós não apenas o conheçamos, mas quando meditamos, nós começamos a entrar naquela sintonia, conforme o Dr. Dizer nos diz, porque passamos não apenas a conhecê-lo, mas a ser tocado, até a vivenciar aquele momento quando lendo, estudando os evangelhos, nós nos identificamos com a multidão. Se não tiveram a experiência, procurem ter, porque muda muito quando ler o Evangelho e ler numa leitura histórica de que Jesus falava no monte às multidões. Mas se nós lermos meditando, vamos entrar naquela psicosfera. E quando lermos as bem-aventuranças, nós não vamos nos ver fora dela. Nós vamos nos sentir naquela multidão, entre os trôpegos, os sofredores, os doentes. E vamos vê-lo naquele entardecer em que o céu com seus matizes dourados, múltiplos, aquele vento brando, banhando as nossas faces numa expectativa de uma notícia nova,

egos, os sofredores, os doentes. E vamos vê-lo naquele entardecer em que o céu com seus matizes dourados, múltiplos, aquele vento brando, banhando as nossas faces numa expectativa de uma notícia nova, boa, envolto numa psicosfera divinal, Porque ali está o ungido de Deus, aquele que está falando a multidão. E eu estou na multidão, mesmo sem ter vivido há 2000 anos com ele. Mas na meditação eu me sinto daquela multidão. E quando nós assim fazemos, deixamos de lado a razão, o cognitivo e aflora na nossa intimidade o sentimento. O evangelho de Jesus, ele é sentimento. E se nós meditamos sem explorar o nosso sentimento, ainda estamos na fase cognitiva do conhecimento, de utilizar a razão que é necessário, mas só adentramos na psicosfera divinal do mestre quando o nosso coração é tocado. E ele é tocado quando nós estamos inserindo no contexto, naquela multidão, naqueles momentos em que os evangelistas vêm nos contar os fatos comuns da sua vida, vemnos contar as suas curas. Imaginemos nós em um momento na casa de Pedro e ali naquele instante um dia encalorado, muito mais do que os dias encalorados das regiões brasileiras mais quentes que nós possamos imaginar. apinhado de pessoas que não tinham o hábito de tomar o banho, como nós fazemos todos os dias, exalando os seus odores naturais, a casa de Pedro lotada e Jesus naquele meio atendendo um a outro. E nós vamos verificar chegando uma marca, uma marca conduzindo o homem. que era o paralítico de Cafarnaum, Natanael, bem Elias. E naquele momento, os que o conduziam desejavam adentrar à casa de Simão Pedro, mas a dificuldade era tão grande que tiveram a ideia. Vamos então pelo telhado. É a única forma. sobem ao telhado de estelha ou naturalmente abre o espaço e aquela multidão apinhada em volta de Jesus com aquela movimentação no teto, é natural que todos procuram observar. E assim abre o espaço e desce aquela maca. Quando chega ao solo Jesus com a sua boa vontade, como sempre, porque não há registros de que Jesus não fosse benevolente em

ral que todos procuram observar. E assim abre o espaço e desce aquela maca. Quando chega ao solo Jesus com a sua boa vontade, como sempre, porque não há registros de que Jesus não fosse benevolente em qualquer atitude, não fosse bondoso. E naquele instante, ao olhar, diz assim: "Natanael, que desejas tu de mim?" E Natiael estupefato, diz assim: "Mestre, me conheces?" Porque ele nunca tinha visto Jesus, nunca tinha com ele estado próximo. E naquele momento Jesus traz-nos mais uma revelação da sua estatura moral, do ungido do Pai, do responsável pela humanidade da terra que cuida de cada um de nós. E diz assim: "Natanael, conheço todas as minhas ovelhas". Foi uma resposta a Natanael. Será que ele me conhece? Já fizemos esta questão e podemos responder. Ele já deu a resposta. Sabemos hoje pelo Evangelho Segundo o Espiritismo, pela doutrina espírita que esta obra divinal compõe, que ele é o governador espiritual que já era Cristo. Antes deste orbe nos abrigar, o Pai concedeu-o para que ele cuidasse dessa humanidade, de todas as criaturas, que não são apenas as criaturas que estão no rei nominal, porque a Terra abriga criaturas em todos os estados evolutivos, desde o mineral, o reino que transita para o vegetal, os que habitam o vegetal, os que transitam do vegetal para o animal e no reino rominal, todos, todos sobre a égede do pai, a autorização para que o seu filho cuide dessa humanidade. E ele conhece a cada um de nós. E ao meditarmos sobre as suas lições naquele dia ensolarado, calorento, na casa de Pedro, em que naquele momento ele diz assim: "Natanael, que queres que eu faça? Que eu levante, mestre?" Ele diz: "Pega a tua maca, levanta e vai para casa". É a informação que ele dá. na sua preciência diante de alguém que ele atendeu à vontade do Pai, porque aquele não precisava mais passar por aquela expiação. E Natanael levanta, deixando todos estupefato. Agora, para sair com a maca, o espaço foi aberto, o corredor e ele sai. Dia muito trabalhoso. E nós vamos encontrar Pedro quase no

r por aquela expiação. E Natanael levanta, deixando todos estupefato. Agora, para sair com a maca, o espaço foi aberto, o corredor e ele sai. Dia muito trabalhoso. E nós vamos encontrar Pedro quase no final da tarde na porta de sua casa, olhando a multidão, uma alegria íntima, porque era na sua casa que estava o amigo divino, que estava Jesus, que estavam todos aqueles ali para que ele pudesse aliviar as dores, ensinando que deveríamos tomar o seu julgo. E Pedro, diante da admiração do mestre em sua casa e da multidão, observa que o mestre estava um pouco empalidecido, o suó escorrendo por sua face e o mestre olha para ele, um olhar que ele compreende que estava naqueles momentos de finalizar as atividades. E Pedro, então ao observar, fala para a multidão: "Por hoje o mestre já está exausto? Vamos todos para os nossos lares". E assim procura esvaziar a sua casa, deixando Jesus. E nós vamos observar Humberto de Campos na obra Boa Nova, nos contando que naquele final de tarde Jesus, ele se encontrava sentado no fundo da casa de Pedro, uma árvore frondosa, sentado à raiz diante daquele vento suave do Tiberíades. sonorização das ondas suaves que o mar da Galileia, um mar de água doce que trazia à praia aquela sonoridade das ondas quando lentamente vai banhando as areias, mas um vento brando, um vento que agora amenizava, imagino eu, muito melhor do que o ar condicion AD nos ambientes fechados. Era um ambiente aberto, o fundo da casa de Pedro para o mar da Galileia, aquele ambiente bucólico. E Pedro, ao observar Jesus sentado, chega próximo a ele, senta e observa Jesus a sua silhueta e diz assim: "Dele para com ele mesmo, como o mestre é lindo, apreciando a beleza inigualável de um corpo. que certamente o teremos um dia, porque ele é modelo. Se ele é modelo, nós num dia teremos o modelo do seu corpo para ser tão belo, sem nenhuma mancha, sem nenhuma ruga, de um olhar difícil de penetrarmos os nossos olhos nos olhos dele. olhos brilhantes, azuis como a pérola celeste, que penetrava a intimidade das criaturas

o belo, sem nenhuma mancha, sem nenhuma ruga, de um olhar difícil de penetrarmos os nossos olhos nos olhos dele. olhos brilhantes, azuis como a pérola celeste, que penetrava a intimidade das criaturas e via nela as nossas mazelas, as nossas dores, as nossas aflições, conforme aconteceu com Saulo, porque ele penetrou na intimidade de Saulo, conforme penetrou na intimidade da samaritana no lago de Jacó, ela duvidando. E ele então foi dizendo-lhe o que tinha acontecido com ela em sua vida, com seus casamentos. A partir daí, desta prova, ela saiu divulgando que o Nazareno era realmente o Messias, porque não poderia saber das coisas de sua intimidade se não fosse o Messias prometido. E é assim que Pedro, contemplando Jesus, observa que o mestre estava em meditação. Ele também entra em meditação e de repente ele acorda. Quando ele acorda, ele continua a olhar o mestre, só que desta feita observa que algumas lágrimas saíam dos seus olhos. E ele diz assim: "Mestre, choras?" E o mestre diz: "Sim, Pedro". Ele então alegre diz: "Imagino depois de um dia de trabalho levando o consolo aos aflitos, deves estar muito alegre." E ele diz: "Não, Pedro." E Pedro diz: "Então, não te entendo, mestre, porque choras?" E ele vem dizer neste instante, Natanael, bem Elias está entre as bilhas de vinho, comemorando com as mulheres sensuais, com os amigos ébrios, a sua cura. E aí voltamos a refletir. Natanael, pega a tua maca e vai para tua casa. Jesus já sabia as tendências de Natanael. E ele diante da alegria, diante das coisas que para ele parece ser a felicidade, mas como já comentamos anteriormente, devemos tomar muito cuidado com os fatos, porque a desgraça real está nas consequências dos fatos. E ao invés de obedecer a recomendação do divino amigo, ele voltou à sua vida comum de viver com aqueles com os quais ele se afinizava na vida comum, sem meditar, sem agradecer, obedecendo a recomendação daquele que o tirou da maca, dizendo: "Vá para casa". e ele não obedeceu. Então, meditar sobre o evangelho de Jesus não é somente

a na vida comum, sem meditar, sem agradecer, obedecendo a recomendação daquele que o tirou da maca, dizendo: "Vá para casa". e ele não obedeceu. Então, meditar sobre o evangelho de Jesus não é somente conhecê-lo, é trazê-lo ao sentimento. Trazer ao sentimento é nos colocar no contexto que o evangelho nos traz. Tudo muda. Porque quando assim fazemos, a psicosfera ambiente, se estejamos estudando sozinho ou juntos, eu não digo sozinho porque não estamos nunca sozinhos, isolados ou agregados com outros, a psicosfera do estudo é diferente, diferente daqueles estudos que nos conduz à razão para que nós possamos amos ter uma fé raciocinada, mas somente o sentimento é que nos toca profundamente. E ele veio exalar no Evangelho segundo o Espiritismo, os ensinos que nós aprendemos. Quando eu digo ele, é ele de volta, o espírito de verdade, porque ele prometeu naquele momento que mandaria o outro consolador, dizendo que o advento deste consolador seria o espírito de verdade. E nós vamos verificar no Evangelho Segundo o Espiritismo o Espírito de verdade, assinando algumas mensagens nas instruções dos espíritos, no capítulo 6, o Cristo Consolador, rememorando os ensinos de Jesus. E ele vem nos dizer em uma destas mensagens que está o parágrafo logo anterior ao que todos nós estamos habituados. Por que estamos habituados? Aos dois ensinos. Amai e instruí. Amai-vos e instruí-vos. São os dois. ensinamentos e ele coloca o amor antes, porque o amor é o sentimento, a instrução é a razão. E quando o sentimento antecede a razão, tudo se torna mais fácil. E logo no parágrafo seguinte, ele vem dizer que tem compaixão de nós pelas nossas iniquidades. E depois vai dizer assim: "Creai, amai, meditai sobre as coisas que vos são reveladas para separar a mentira da verdade, o joio do trigo". São palavras dele de volta no Evangelho segundo o Espiritismo, pedindo para que nós meditemos sobre as coisas que nos são reveladas. Meditemos sobre o que ele nos revelou. Meditemos nos dias atuais sobre as

lavras dele de volta no Evangelho segundo o Espiritismo, pedindo para que nós meditemos sobre as coisas que nos são reveladas. Meditemos sobre o que ele nos revelou. Meditemos nos dias atuais sobre as revelações que estão chegando a mãcheias a todos nós. E nós vamos lembrar de que o governador espiritual no nosso país, Ismael, que chamamos de anjo, pela sua estatura moral, por ter sido escolhido por Jesus para ajudá-lo na cristianização da humanidade. Ele na sua primeira mensagem aos espiritistas do Rio de Janeiro, no ano de 1873, vem trazer-nos uma revelação a respeito do país, que ele é responsável como governador espiritual. E nós precisamos meditar sobre as suas palavras, porque são revelações trazidas pelo alto que merece ser do nosso conhecimento. Porque todos nós que nascemos em um determinado país, nascemos com a chancela do governador espiritual e a autorização do governador espiritual da terra. Nós que nascemos no Brasil, como os nossos irmãos em humanidade e que nasceram em outros países, temos todos a chancela espiritual do governo do espiritual. E temos a autorização do governador da terra que sabe exatamente qual é o local melhor para as nossas necessidades. Ismael, no ano de 1873, no grupo Confúcio, ele vem nos dizer que a missão dos espíritas no Brasil é divulgar o evangelho de Jesus em espírito e verdade. Aquele que se compromissou com este dever antes de nascer e desejar cumpri-lo, esteja debaixo deste pálio trinitário, Deus Cristo e caridade. Onde estiver esta bandeira, aí eu estarei. E assina Ismael. O julgo de Jesus é o seu evangelho que não nos exige nada, apenas coloca como dever a prática do amor e da caridade. A caridade é o amor em sinergia e o governador espiritual do nosso país sintonizado com o pensamento de Jesus que o escolheu numa determinada assembleia para que ele o ajudasse na cristianização da humanidade. E naquele instante, no momento em que os portugueses chegavam às terras brasileiras, ele, Jesus, diante de uma assembleia de tóz alegre,

mbleia para que ele o ajudasse na cristianização da humanidade. E naquele instante, no momento em que os portugueses chegavam às terras brasileiras, ele, Jesus, diante de uma assembleia de tóz alegre, satisfeita, que se reunia na pátria espiritual, na projeção daquela região aonde os portugueses chegaram pela primeira vez eles estavam de tosos porque Jesus, o Cristo de Deus, havia no último quartel do século X ensejado quando sobre estas terras, levantando seus braços ao alto, rogando ao Pai para transplantar a árvore do seu evangelho para estas as terras e designa naquele momento a reencarnação do espírito que ali estava de nome Eliu ou Il, dependendo da língua que desejarmos. E nós vamos verificar em 1394, nascendo Dom Henrique de Sagres, com a missão de fazer com que os mares bravos e ainda não navegados pudessem ser singrados pelos navegadores, a fim de descobrir terras novas, mas em especial chegar a estas terras hoje Brasil, antes terra de Veracruz, terra de Santa Cruz, E é naquele momento que Jesus adentra a assembleia com uma bandeira Nívia. A sua voz suave distingue na multidão. Ismael, diz o meu coração que a partir de agora deverás serador destes patrimônios divinos que o Pai me concedeu e que eu o cuidei até então. Imprime nesta bandeira a tua coragem. a tua fidelidade ao Pai. E ele emocionado naquele instante poderia sim escrever amor, porque a lei divina é a lei do Pai e ele a pratica. Mas sabiamente ele colocou Deus, Cristo e caridade. A expressão da primeira revelação, Deus. a expressão da segunda Cristo e a expressão da terceira revelação, o Espiritismo, porque fora da caridade não há salvação. Desta maneira, quando Jesus nos convida à meditação para que nós tomemos o seu julgo, nós temos que conhecê-lo, meditá-lo. E quando meditamos, nós temos condições de transpor, sair do cognitivo para o sentimento. E quando assim fazemos, estamos nos preparando adequadamente para a prática, a vivência, a vivência daquele que deseja cumprir o compromisso que assumiu antes do

, sair do cognitivo para o sentimento. E quando assim fazemos, estamos nos preparando adequadamente para a prática, a vivência, a vivência daquele que deseja cumprir o compromisso que assumiu antes do nascer. Há de divulgar o evangelho de Jesus em espírito e verdade. divulgar pelo seu exemplo, pelo seu testemunho, porque já entendeu que o julgo ele é suave e as cargas que naturalmente carregamos cada um de nós de si, elas se tornam leves, porque vamos compreender que o julgo nos ensina que nós somos o construtor do nosso próprio destino, nos ensina que nós somos capazes de passar uma existência e de carregar o fardo que chega aos nossos ombros. Mas para isto é preciso conhecer, meditar, sentir e viver. O evangelho de Jesus. Quando assim fazemos, a vida, ela passa a ter um outro significado. Compreendemos de que a vida é única. Espíritos imortais que somos criados, só temos uma vida e aprendemos com o julgo do mestre o seu evangelho rediv vivo, dizendo-nos que as existências são necessárias, são múltiplas e que chamamos de vida. é uma vida temporária dentro da própria vida que nós temos de imortais e que uma existência ela começa no portal do nascimento e que ela encerra no portal do veículo que nos conduz à verdadeira vida, que denominamos de morte, uma transição e que com o passar do tempo, quando o julgo de Jesus for assimilado, meditado pela humanidade, a morte já não terá mais o mesmo significado. Lembraremos dele sempre e vamos reconhecê-lo que ela já foi morta há 2000 anos quando ele surge para não deixar dúvidas em diversos locais a pessoas diferentes. E o Evangelho Segundo o Espiritismo vem nos trazer ele de volta, dizendo que ele voltou conforme, porque é o Espírito de verdade que assina estas instruções, dizendo que volta conforme ele havia ensinado ao povo de Israel para consolar-nos, lembrando-nos do convite do vinde a mim. que ele tinha feito há 2000 anos, mas ao mesmo tempo, como ele disse, para que nós pudéssemos segui-lo. E ao seguir aprendemos com ele que ele é

consolar-nos, lembrando-nos do convite do vinde a mim. que ele tinha feito há 2000 anos, mas ao mesmo tempo, como ele disse, para que nós pudéssemos segui-lo. E ao seguir aprendemos com ele que ele é brando, ele é manso, ele é humilde. E quando observamos a sua brandura, ele vem nos dizer: "Eu sou o médico das almas. Mais uma vez dando-nos o lenitivo, dizendo que ele é capaz de curar as nossas mazelas, não sentido da cura, como nós muitas das vezes imaginamos, mas da cura, do entendimento de que nós somos capazes de nos autocurarmos e de que a autoevangelização ela é necessária para que seja o remédio, o leditivo para esta cura. Por falar e evangelização, vem minha mente fazer uma distinção. Porque muitas das vezes falamos em evangelização sem meditarmos sobre o termo, porque os espíritos também já nos instruíram a respeito. Existe dois vocábulos, evangelismo e evangelização, distintos. E é bom sabermos, e peço desculpa aqueles que já t o conhecimento, e sempre bom relembrar, porque o aprendizado ele é repetitivo. E por ser repetitivo, se fazemos de forma disciplinada, em especial o aprendizado no caminho do bem, uma hora ele se transforma em espontaneidade. E relembrando de que evangelismo agora, por exemplo, todos nós que tivemos a oportunidade de aqui chegar, dizer alguma coisa sobre o Evangelho segundo o Espiritismo de nós que estamos junto numa sibiose de falar, de ouvir, numa interação aonde os reflúvios de quem ouve alimenta quem fala os reflúgios de quem fala alimenta os que ouvem. Nós estamos fazendo evangelismo. Estamos conhecendo e conhecer o evangelho de Jesus simplesmente é evangelismo. E os benfeitores vêm fazer a distinção. evangelização é aquele que conhece, é aquele que medita, é aquele que sente, é aquele que vive, é quem detém o conhecimento e pratica, é o verdadeiro espírita ou espírita cristão, conforme o codificador nos classifica, aqueles que realmente desejam fazer a transformação interior, tomar o julgo de Jesus e fazer deste julgo roteiro em sua vida para que

pírita ou espírita cristão, conforme o codificador nos classifica, aqueles que realmente desejam fazer a transformação interior, tomar o julgo de Jesus e fazer deste julgo roteiro em sua vida para que possa, diante deste código de ética divino, percorrer um caminho que tem aflições, tem dores, mais que o julgo, ele é suave. e os cargos. E quando digo cargos, não estou me referindo aos cargos que cada um de nós assumimos na vida, mas os cargos que os encargos e ao mesmo tempo o peso que cai aos nossos ombros, eles podem ser transformados e carregados de forma leve. Porque este julgo possibilita-nos dá-nos força, coragem para que nós possamos desta forma avançar com o evangelho do Cristo. Por isto, ele é roteiro em nossas vidas. é o consolador, o Cristo consolador, que o Evangelho Segundo o Espiritismo traz no capítulo 6 a explicação para que nós possamos entendê-lo e ao mesmo tempo nas instruções dos espíritos, as mensagens que o espírito de verdade veio trazer, porque ele prometeu que o outro consolador teria o advento do espírito de verdade. E quando meditamos sobre as mensagens do Espírito de verdade, nós identificamos que é Jesus. É ele que naqueles momentos em que certamente Kardecorava a obra de forma magistral, a sua presença, como vimos aqui, daquela médium que naquele momento possibilita o alto ela perceber aqueles que acompanhavam o codificador do trabalho, ela distingue Um que todos respeitavam é o espírito de verdade coerente com a informação de 2000 anos, que ele voltaria, que pediria ao Pai e que o Espírito de verdade seria o advento desta nova revelação da sua volta, como o outro consolador. Porque o evangelho é consolador e o Cristo é consolo em nossas vidas. Desta forma, queridas irmãs e queridos irmãos, os nossos ensejos, já que estamos chegando ao final deste período tão bom, tão belo, aonde juntos estamos interagindo numa sembiógia energética que nos distancia do estado comum, porque estamos imersos numa vibração que não nos pertence, mas com certeza

este período tão bom, tão belo, aonde juntos estamos interagindo numa sembiógia energética que nos distancia do estado comum, porque estamos imersos numa vibração que não nos pertence, mas com certeza estamos dandoos condições para que o alto aproveite as nossas migalhas e faça deste ambiente algo que cure em nós, porque depois nós vamos lembrar que podemos nos autocurar no momento em que o evangelho de Jesus fizer parte de nossas vidas, sendo tocados pelo sentimento e dando os esforços na vida prática diária para que nós possamos viver, praticar, fazer diferente com os testemunhos de amor que a humanidade tanto precisa nos dias de hoje e que nós podemos ser os porta-vozes. do amor, pelos nossos exemplos, pelos nossos testemunhos. Evangelho como roteiro, consciência tranquila como consolo, ausência do mal como estratégia e a prece como fortaleza. Muito obrigado pela atenção e muita paz.

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