Momentos Evangélicos com Jorge Godinho
Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo
Ah. เฮ Muito boa noite a todos. Vamos dar início à nossa reunião doutrinária dos sábados à noite, uma reunião assim presencial e também transmitida aí pelos canais virtuais. Então, para o início da nossa reunião, eu convido o nosso irmão Marcelo para poder fazer a prece de abertura. Senhor Jesus, abençoado amigo de nossas vidas, mais uma vez nos encontramos em teu nome com a necessidade tão primordial de tê-lo em nossos corações, como nos tempos recuados, onde aquelas pequenas assembleias se reuniam para comungar a beleza do teu evangelho. Hoje, guardadas as devidas proporções, somos nós, os répropos do passado, que tantas vezes, te escutando falar, negligenciamos em seguir a verdade da verdade, aquela que verte do santo coração, do amor sublime e supremo. Tu, Senhor, junto ao Pai Celestial, tem programado os reencontros e os reinícios para que mais uma vez, mergulhados na carne, pudéssemos escutar-te através das luzes do Consolador e percebermos a necessidade imperiosa da mudança verdadeira, para que a paz real e o domínio sobre todas as paixões pudesse e possa ser alcançado. Trai, Senhor, nesta noite, como nas outras noites, a serenidade necessária para que os corações desejosos de paz e bem possamos nós dizer-te em alto e bom som, mesmo com os lábios cerrados, a saudade que temos de ti. Vem estar conosco, Senhor, e nos abençoa hoje e sempre na tua infinita glória. Que assim seja. Mais uma vez, boa noite a todos. Estamos nos preparando aí para o evento de amanhã. Eu agradeço muito a presença das diversas caravanas, dos diversos estados do Brasil que vieram nos visitar, também pessoas do exterior que estão aqui conosco. Agradeço a generosidade e a presença estar para o nosso evento do workshop. Falando do nosso workshop, ele terá início amanhã às 8:30 até às 12:30. os palestrantes, Dr. Leonardo Machado, nosso irmão Paulo de Tarso, Jamile Lima, estarão aqui conosco. Aqueles que já pegaram o kit, ótimo, né? Já adiantaram uma parte. Não se esqueça de trazer o crachá amanhã, né, para
r. Leonardo Machado, nosso irmão Paulo de Tarso, Jamile Lima, estarão aqui conosco. Aqueles que já pegaram o kit, ótimo, né? Já adiantaram uma parte. Não se esqueça de trazer o crachá amanhã, né, para facilitar a entrada. Aqueles que tiverem interesse em comprar o cupom da cantina, da lanchonete, já diminui uma fila, né? a fila da do caixa já vai direto na mercadoria. Então são uns lembretes assim iniciais, né? E também relativamente ao Divaldo, o Divaldo não estará presente, eu tenho avisado isto, né? ainda está com a saúde dele muito frágil, muito débil, mas ele está bem, eu digo, ele está bem nesses últimos dias, tem estado bastante consciente, conversando, se comunicando normalmente, mas com a necessidade de um de um corpo já idoso, né, e com necessidades paliativas de acompanhamento de enfermagem, acompanhamento médico, fisioterapia, a parte de nutrição também. Ah, ele tem, digamos, durante toda a vida, auxiliado a humanidade. Então, agora nós podemos orar por ele também, ter bons pensamentos, né, para que ele permaneça mais um tempo aí entre todos nós. Hoje nós temos a grata satisfação de estar aqui conosco, o presidente da Federação Espírita Brasileira, o Dr. Jorge Godinho, a quem eu vou passar a palavra agora para fazer a nossa palestra dessa noite. Pronto. Estimadas irmãs, estimados irmãos, senhoras e senhores que nos dão o privilégio da assistência pelos canais da internet. Ensejo a todos votos de muita paz. Era o início dos anos 30, quando Jesus, antes de iniciar sua vida pública, ele fez uma visita a João Batista, passou com ele alguns dias se alimentando da dieta ríspida de João em plena natureza daquele deserto também ríspido da Judeia. Após esses dias, Jesus dirigiu-se a Jericó. Jericó é um oases, é um local verdejante, abundante em águas cristalinas e que sempre no pô do sol, a pintura celeste faz com que as suas palmeiras, as folhas, sejam movidas pelos ventos brandos do final da tarde contrastando com as laranjeiras sempre em flor. Essa é a Jericó que os
re no pô do sol, a pintura celeste faz com que as suas palmeiras, as folhas, sejam movidas pelos ventos brandos do final da tarde contrastando com as laranjeiras sempre em flor. Essa é a Jericó que os Evangelhos nos mostra com dois eventos importantes que durante a vida pública de Jesus os evangelistas registraram. Uma é que nós conhecemos o homem rico Zaqueu, que já tinha na sua mente o desejo de conhecer aquele Galileu que tanto se falava e preparou-se para vê-lo no dia em que ele adentrasse a Jericó. E todos nós já sabemos o registro que os Evangelhos nos traz a respeito daquele momento. Um homem baixo não era muito aceito pela sociedade porque era cobrador de impostos. E naturalmente ele procurou um local mais adequado para observar aquele Galileu. Sobe a uma árvore frondosa numa posição apropriada. e observa o mestre se aproximando quando é surpreendido por Jesus no momento que pede para ele preparar sua casa, porque Jesus estaria com ele naquele dia. Alvorso em volta, porque ninguém gostava daquelas pessoas que cobravam impostos para Herodes. Zaqueu era um destes homens, rico, mas não bem aceito pela sociedade. O outro fato é que em Jericó havia um homem, era um medigo, era filho de Timeu, daí o seu nome, Bartimeu, era cego, vivia da medicância, mas nos conta pela mediunidade abençoada do Divaldo, Amélia Rodrigues e outros espíritos, de que entre Zaqueu e aquele homem cego, Bartimeu, havia uma relação de ajuda, naturalmente, daquele que tinha mais recursos para o que não tinha menos recursos. E nós vamos encontrar Jesus atendendo a uma solicitação de Bartimeu também num instante em que ele se aproxima com a multidão e Bartimeu pede para que ele o cure. Após essa passagem em Jericó, que é uma das cidades mais antigas da face da Terra, a época de Jesus 7.000 anos, nos dias de hoje, 9.000 anos. Assim vamos vê-lo chegando a Jerusalém pernoita. No dia seguinte, Jesus se encontra como um peregrino à frente do templo de Jerusalém. Os tranzees passam, mas alguns sacerdotes chamou
oje, 9.000 anos. Assim vamos vê-lo chegando a Jerusalém pernoita. No dia seguinte, Jesus se encontra como um peregrino à frente do templo de Jerusalém. Os tranzees passam, mas alguns sacerdotes chamou atenção aquele galileu, aquele homem, um semblante diferente, um olhar diferente, uma beleza ainda não vista igual, chama a atenção dos sacerdotes. A maioria deles observa atento e prossegue. Mas um deles chamado Anã, Anã dirige-se à aquele homem e procura fazer uma conversação com ele. E a primeira pergunta que ele faz, Galileu, que fazes pela cidade? E Jesus, de forma tão natural, singela, responde aquele doutor da lei: "Passo por Jerusalém para a fundação do reino de Deus". A resposta de Jesus faz com que aquele doutor da lei fique perplexo, porque ele não imaginava uma resposta de um galileu, de um nazareno, porque a época que nascia em Nazaré, nada podia trazer que fosse de um efeito para a sociedade. Era considerado nazareno, dali nada sai. Mas a resposta de Jesus foi instigante, porque logo em seguida, diante da resposta de Jesus, ele pergunta: "Reino de Deus, que achas sobre isto? Que é que tu pensas sobre o reino de Deus?" E Jesus responde para ele: "O reino de Deus é a obra divina no coração dos homens." Aí o sacerdote fica cada vez mais perplexo e às vezes até irritado, porque não esperava as respostas desta maneira. Faz outra pergunta. Reino de Deus. Reino de Deus em tuas mãos. Quem são teus seguidores? Por acaso tens um príncipe anônimo que está te dando suporte para que tu construas essa obra divina? Aí Jesus responde para ele de uma forma muito singela: "Os meus seguidores virão de todas as partes". Ele então de forma jocosa, diz: "Ah, de todas parte vem os tolos, vem os pobres, os doentes. E daí interroga Jesus: Tu conheces alguma estátua perfeita construída com fragmentos de lama? Desta vez, Jesus responde para ele com autoridade e diz assim: "Sacerdote, não conheço mármore mais puro e perfeito do que o sentimento e nem cizel superior à boa vontade sincera."
fragmentos de lama? Desta vez, Jesus responde para ele com autoridade e diz assim: "Sacerdote, não conheço mármore mais puro e perfeito do que o sentimento e nem cizel superior à boa vontade sincera." O sacerdote, então, ainda cada vez mais com a sua intimidade em revolução, pergunta para ele: "Conheces então Roma, a Grécia?" E Jesus responde: "Conheço o amor e a verdade ele então ainda não satisfeito. Tu conheces os códigos da corte provincial, as leis do templo?" E Jesus responde e ele com a resposta de Jesus não tinha mais nada a perguntar, porque Jesus disse para ele: "Eu sei a vontade do meu Pai que está nos céus". Diante dessa resposta, Anã, ele então abandona de forma desdenhosa aquele Galileu e dirige-se ao seu destino, provavelmente à Torre Antônia. Esta é uma passagem que nós vamos encontrar na linguagem sábia, bela, poética de Humberto de Campos no livro Boa Nova, no seu terceiro capítulo. Mas nós gostaríamos de fazer algumas reflexões sobre esta fala de Jesus com este sacerdote. O reino de Deus é obra divina. nos corações dos homens. Como obra é uma construção, é uma conquista que tem a sua gênese na nossa intimidade, no nosso coração, porque o reino de Deus tem como base, alicerce o amor, a lei do amor. como o espiritismo é o outro consolador, conforme Jesus prometeu. E ele não traz nada de novo daquilo que o evangelho, a boa nova, a doutrina divinal que Jesus nos trouxe, ele vem apenas esclarecer, elucidar de uma forma clara, direta. E nós vamos encontrar no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 11, o item oito, o espírito Lázaro, falando-nos da lei de amor, já que a construção do reino de Deus é uma obra divina no coração dos homens. É este amor que precisa ser desenvolvido em cada um de nós nesta conquista da perfecilidade. Sede perfeitos como é o meu pai. Jesus assim nos ilustrou, nos esclareceu e Lázaro vem dizer que o amor ele sintetiza toda a doutrina divinal de Jesus e que o amor é o sentimento em excelência e que o sentimento são os instintos
pai. Jesus assim nos ilustrou, nos esclareceu e Lázaro vem dizer que o amor ele sintetiza toda a doutrina divinal de Jesus e que o amor é o sentimento em excelência e que o sentimento são os instintos elevados ao progresso feito. que no início nós temos instintos avançados, corrompidos, temos sensações instruídos e depurados, aí sim temos sentimento. E que o amor é o ponto mais delicado desse sentimento, mas não é o amor vulgar. Como nós ainda conhecemos na fase evolutiva em que nós nos encontramos, o amor egoísta, o amor póso, o amor sensual, porque o amor também já foi paixão e é um processo de conquista que nós vamos colocando em nossos corações na construção do reino de Deus, conforme Jesus falou para aquele sacerdote. Mas vejamos o que nos fala Lázaro. Avançados e corrompidos. Isto significa que nós avançamos, porque a lei do progresso é divina, é uma determinação do Pai toda a criatura. Ela inexoravelmente será levada à aperfeição. Pode demorar mais, menos. dependendo da vontade, do ensejo, do esforço que se empreenda na construção desse reino divino nos nossos próprios corações, mas avançamos de forma corrompida. Isso quer dizer o quê? Avançamos afastados da lei de amor, da lei divina. E toda vez que nós nos afastamos das leis naturais, nós causamos para nós dores e sofrimentos. Porque a lei de amor é a única verdadeira que nos baliza o que devemos fazer e o que não devemos fazer. É ela que nos conduz à felicidade. Afastados dela, só causamos dores e sofrimentos. E como o sofrimento é proporcional à imperfeição, quanto mais imperfeitos somos, mais sofremos. Porque a dor não significa sofrimento, mas evoluído, quando assim chegarmos, nós vamos entendendo que a dor é uma bênção que o Pai coloca aos eleitos para que nós, diante dos equívocos cometidos durante este avanço corrompido, nós possamos ressassir perante a lei divina. Então, a construção deste reino nos nossos corações é uma obra que exige esforço, exige sacrifício, vontade ferrenha, propósito, para que nós possamos
ido, nós possamos ressassir perante a lei divina. Então, a construção deste reino nos nossos corações é uma obra que exige esforço, exige sacrifício, vontade ferrenha, propósito, para que nós possamos perseverar na construção desta obra. Porque qualquer obra, se não houver perseverança, ela pode ficar inacabada. Não é o nosso caso, porque como espíritos imortais criados pelo Pai, submetidos à lei do progresso, nós um dia chegaremos à perfeição. Pode demorar muito e quem mais demora, mais vai passar por dores e por sofrimentos. Então, a construção desse reino divino nos nossos corações, desde aquele primeiro momento, Jesus já anunciava de forma sintética aquele sacerdote que nada entendeu da sua mensagem. Mas nós vamos verificar que ele depois vem dizer quando ele compara a uma estátua ser feita de fragmentos de lama, Jesus vem dizer-lhe que não há nenhum mármore, nenhuma estátua, nada mais puro e perfeito do que o sentimento. Por isso que o sentimento é uma conquista quando instruídos e depurados, nós estejamos construindo este reino divino em nossos corações. Estamos saindo, graças a Deus, pelos conhecimentos que hoje está à disposição da humanidade, do evangelho de Jesus, à luz da doutrina espírita. que vem nos explicar, vem nos dar uma convicção que somos espíritos imortais e ao mesmo tempo trazendo-nos uma palavra que ainda não é bem entendida pela humanidade. Apesar da humanidade, se formos fazer uma análise, ela é reencarnacionista. Mas a reencarnação não é uma invenção do Espiritismo, mas o espiritismo vem trazer a lucidez de forma clara para que nós possamos entender esse processo de vir e de ir. Porque espíritos imortais como somos criados uma vida única. Por força de expressão, dizemos que uma existência é uma vida, mas na realidade a vida do espírito imortal é uma. As existências são múltiplas, tantas quantas necessárias, para que nós possamos evoluir, avançar, mas não de forma corrompida, instruindo-nos. depurando-nos para que nós possamos construir este sentimento que ainda não
múltiplas, tantas quantas necessárias, para que nós possamos evoluir, avançar, mas não de forma corrompida, instruindo-nos. depurando-nos para que nós possamos construir este sentimento que ainda não possuímos, apesar de dizermos que temos sentimento como a força de expressão, mas na realidade nós temos são sensações, porque ainda não estamos depurados, instruídos. Estamos neste caminho. E as perguntas do sacerdote, Jesus vai cada vez mais esclarecendo, porque ele com a visão limitada pergunta a Jesus se ele conhecia a Grécia, se ele conhecia Roma, como se isso fosse algo que desse às pessoas uma condição não só de conhecimento, mas talvez de autoridade pelo conhecimento. E Jesus responde de forma sábia: "Eu conheço o amor e a verdade." Diz-nos, Dr. Bezerra, que aquele que ama e não conhece Jesus encontra-se sobre a sua psicosfera. Mas aquele que ama e conhece está em sua sintonia. Se nós já temos o ensejo de amar, de guardar os seus mandamentos, os seus ensinos, conforme ele orientou, e agora já conhecendo-o, porque sabemos que ele é o exemplo mais perfeito, inigualável, ímpar desta lei de amor, que é o exemplo perfeito da aplicação. da lei de amor entre nós. Os seus evangelhos defeitos são inigualáveis. serve para nós como modelo. Já sabemos que ele é guia e como guia nos orienta um porto seguro. Na linguajar comum ou no linguajar comum é o melhor GPS que nós temos na existência para podermos prosseguir em martos, em momentos difíceis. um rumo seguro, com a certeza de que chegaremos a um porto que nos vai trazer o conforto, a alegria, a esperança. Porque o amor já está inscrito como germen em todos nós desde a criação. guarda apenas de nós o desenvolvimento na nossa intimidade desta virtude. Ele conhece o amor e a verdade. E a verdade são as leis naturais, permanentes, não mutáveis em todas as épocas. da humanidade em todos os universos. A lei divina é a mesma. A percepção desta lei depende da zona de compreensão nossa a proporção que esse reino vai sendo construído dentro de
is em todas as épocas. da humanidade em todos os universos. A lei divina é a mesma. A percepção desta lei depende da zona de compreensão nossa a proporção que esse reino vai sendo construído dentro de nós no momento em que nós vamos avançando e o desejo é de que avancemos de forma correta. não afastado da lei divina, mas obedientes à lei divina, porque Jesus é modelo e o seu modelo de humildade inigualável não é pela sua simplicidade. Porque humildade não significa isto. Humildade significa obediência. Quem é obediente é humilde, está diante de algo que ele aceita e de forma obediente segue aquela aceitação. As leis dos homens regem a vida social. Se nós aceitamos as leis dos homens e somos fiéis a ela, nós somos humildes porque somos obedientes. A lei divina é a mesma coisa. Por isto que estas duas virtudes devem fazer parte da construção desse reino dentro de nós. Uma delas é a aceitação pela razão, pelo conhecimento que nos traz a obediência. Porque entendemos que as leis divinas são sábias, são perfeitas, que o Pai é amoroso e bom. Ele não castiga, dá-nos oportunidades, tantas quantas necessárias, por mais que estejamos desviados da lei de amor, porque o Pai não deseja a extinção das criaturas, mas dos desvios que as criaturas cometem. Então, a lei de amor faz com que, no momento que as nossas consciências, a nossa inteligência entende a lei divina, nós nos tornamos obedientes. Mas toda vez que chega a obediência, nós partimos para o sentimento e o coração começa também a consentir, a entender. E aí vem a resignação. Por isto que obediência e resignação são duas virtudes que constróem junto a outras este reino nos nossos corações, conforme Jesus havia anunciado. Os meus seguidores virão de toda parte. Han não entendeu porque o seu raciocínio era de quê? de toda parte aparecia os leprosos, os doentes, os tolos. E Jesus já na preciência, no conhecimento que tinha da sua missão de fidelidade ao Pai, de trazer à humanidade uma doutrina divinal, cujas palavras não eram dele,
ia os leprosos, os doentes, os tolos. E Jesus já na preciência, no conhecimento que tinha da sua missão de fidelidade ao Pai, de trazer à humanidade uma doutrina divinal, cujas palavras não eram dele, porque assim João registrou, as palavras são de Deus, mas o testemunho é dele. veio trazer-nos estes exemplos que até os dias de hoje, 2000 anos depois, as nossas consciências elas vão se abrindo e nós vamos compreendendo graças ao espiritismo que vem desvelar as alegorias, as parábolas, fazendo-nos entender de forma clara e direta nos dias de hoje é esta mensagem divinal de Jesus que nos proporciona as condições para que nós possamos nesta luta íntima, porque toda obra, como falamos, existe esforço, trabalho, suó nesta construção, para que saiamos das sensações ao sentimento. E é isto que fez-nos nesta presente encarnação, no propósito existencial de cada um de nós, sermos atendidos, porque rogamos ao alto que teríamos fidelidade às leis divinas, ao guia e modelo que é Jesus, para que nós pudéssemos cumprir na existência presente, diante das escolhas que fizemos, os compromissos que nós assumimos. E nós estamos vivendo momentos em que se diz graves e realmente são graves, mas são momentos que nos conduz a um futuro que jamais devemos perder de vista. O codificador nos ensina que quando nós entramos no estado de transição, nós ficamos numa situação que este momento anterior, aonde nós estarmos no conforto, já não estamos mais nele. Estamos caminhando para um futuro que ainda sabemos que ele existirá, mas ainda não o conhecemos. E neste percurso é como se estivéssemos num limbo sem os pés no momento anterior e num futuro que pode trazer dúvidas para aqueles que não tm confiança. E confiança é sinônimo de fé. Quem tem fé tem confiança. Um profissional, seja ele qual for, podemos dar um exemplo da área da saúde, um cirurgião. Ele tem fé, tem confiança, porque passou longo período estudando e passou também um período praticando. E no momento dele exercitar a sua profissão, faz com tanta
emplo da área da saúde, um cirurgião. Ele tem fé, tem confiança, porque passou longo período estudando e passou também um período praticando. E no momento dele exercitar a sua profissão, faz com tanta segurança, com tanta fé, que ele sabe perfeitamente aonde ele vai fazer colocar o bsturi correto, o que ele vai encontrar, como vai manipular, os recursos que ele vai utilizar e depois de fazer tudo que é necessário, podemos dizer a engenharia reversa, deixar tudo um do lugar, fazer as suturas corretas, depois o processo do pós. Tudo isso faz com confiança, com fé, porque temos um conceito de que fé não é raciocinada. Mas a doutrina espírita vem nos trazer esse conceito. Nós acreditamos porque sabemos por acreditamos. Nós acreditamos que Jesus, o amigo divino, é guia e modelo? Porque temos condições de compreender pela literatura que está à disposição da humanidade, não só dos espíritas, mas da humanidade, compreendermos, questionarmos, encontrarmos respostas que satisfazem a nossa zona de compreensão. talvez não encontrem a mesma convicção que nós encontramos. Não que sejamos melhores do que os outros, mas é porque muitas das vezes certas palavras traz uma certa rejeição que as existências talvez possam explicar. Uma delas é reencarnação, que para alguns é tão lúcido, é tão fácil, que chave para eu entender as coisas que outros não aceitam, mesmo sem entender. Porque não existe explicações para as diversidades de uma existência que nós conhecemos se tiver uma outra palavra que não seja a reencarnação que venha explicar. Se tiver os que nos ouvem, peço e rogo a Deus que me expliquem, porque até hoje eu não encontrei. Esta palavra é uma palavra revolucionária que vem nos trazer as elucidações dos porquês. E quando nós compreendemos, nós não fazemos mais porquês. Nós passamos a perguntar para quê? E aí nós vamos encontrar as respostas, o consolo, a orientação neste porto seguro que é o evangelho de Jesus, que a doutrina espírita vem trazer esse esclarecimento, nos dando esta convicção
para quê? E aí nós vamos encontrar as respostas, o consolo, a orientação neste porto seguro que é o evangelho de Jesus, que a doutrina espírita vem trazer esse esclarecimento, nos dando esta convicção para navegarmos nestes dias que são dias de transição, aonde a boa parte, lembrando de Maria, e de Marta. Neste período de transição, a boa parte é o momento de nós exercitarmos a confiança, a esperança, a fé neste futuro que nos conduz ao mundo melhor. futuro que vai nos trazer até lá momentos de que a própria lei do progresso, que faz com que todas as criaturas evoluam, tanto o habitate quanto o habitante, passem pelas alterações necessárias, porque o habitate ele progride. com os elementos que o compõe evoluindo. Se nós analisarmos a Terra de hoje com alguns anos atrás, milhares de anos, nós vamos verificar que ela evoluiu. O próprio ar que respiramos, as condições climáticas, a própria geografia do nosso globo já não era como é nos dias de hoje, que o próprio Emanuel nos diz que o Mediterrâneo ele surgiu há 10 milhões de anos, ele não existia. e vem surgir naturalmente por evoluções naturais. Então, este processo evolutivo vai acontecer. A Terra passa por transformações como habitade. Agora, os habitantes, que somos nós, também evoluímos com o nosso conhecimento, com a nossa inteligência. Mas principalmente com o abrandamento dos costumes. Bem-aventurados os mansos, os brandos de coração, porque esses é que vão erdar a terra. Então, nós precisamos abrandar os costumes. este momento de transição está nos convocando ao exercício da fé, da confiança, da esperança no futuro que ainda não usufruímos dele, mas temos a convicção de que ele é belo, não por conjecturas, mas porque a bondade divina pelas mediunidades abençoadas faz chegar até nós informações a respeito. Estamos nos albores de uma mãe ser de uma nova era. Apesar da nova era, ela tem acontecido há 2000 anos atrás. Com ele, o amigo divino, é quem veio trazer uma boa nova, uma mudança na história nossa da humanidade, uma mudança tão
e ser de uma nova era. Apesar da nova era, ela tem acontecido há 2000 anos atrás. Com ele, o amigo divino, é quem veio trazer uma boa nova, uma mudança na história nossa da humanidade, uma mudança tão significativa que os historiadores diz que é antes, depois e ele é referência. E ele mesmo disse quando se referia a João, que dentre os nascidos de mulher, ele era o maior, mas que depois dele não haveria mais profetas, porque ele havia trazido uma doutrina divinal que necessiteria apenas que nós a conhecêssemos, meditássemos sobre ela, retirássemos do cognitivo trouxéssemos ao nosso coração e aí estávamos prontos para colocar em prática. Foi assim que os primeiros cristãos fizeram, corajosos, confiantes no futuro. Porque Jesus falou para eles de forma tão bela, com seu magnetismo que os impregnou sobre o futuro que os aguardava, que eles hoje, no ano que nós completamos 160 anos do livro dos espíritos, nós vamos, perdão, do céu e inferno, nós vamos encontrar nesta obra uma parte dizendo o temor da morte e ali vai dizendo que os espíritas não temem a morte. Será que isso é verdade? Eu tenho certeza que nós realmente não tememos a morte. Eles desde aquela época não temiam a morte porque sabiam que depois da existência um portal os conduzia à verdadeira vida, à vida espiritual. e foram testados de uma forma muito direta, brusca, cristãos em fragrante ou ditos cristãos, destino certo. Depois do destino, o reino que se apresentava no plano espiritual, conforme as obras mediúnicas, vem nos mostrar que nenhum deles sofreu qualquer dor com aqueles corpos de lacerados, queimados, peles tiradas, crucificados de cabeça para baixo ou outra posição. Mas ao contrário eram emanas recebidos no plano espiritual. deram a vida em holocausto porque tiveram confiança em um futuro que o magnetismo celeste de Jesus os impregnou. O nosso holocausto nos dias de hoje diz-nos os benfeitores que é diferente, é muito mais sutil porque pinca gotas. A vida é feita de escolhas. A todo momento nós estamos
celeste de Jesus os impregnou. O nosso holocausto nos dias de hoje diz-nos os benfeitores que é diferente, é muito mais sutil porque pinca gotas. A vida é feita de escolhas. A todo momento nós estamos fazendo escolhas. E a pergunta é: ao fazer a escolha, a que senhor eu estou servindo? Porque Jesus tudo que falou ele fez. Nós nem sempre que falamos fazemos. Mas é este esforço que nós temos que empreender, porque alguém tem que falar, a responsabilidade é maior. É, mas tem que dar o exemplo. Diz-nos Manuel Filomeno pela mediunidade do querido Di, de que nós devemos nos dar o direito do equívoco, porque não somos perfeitos, somos perfectíveis. E quando nós nos equivocamos, nós nos cobramos como se perfeitos fôssemos. E a partir daí vem sentimentos que não coadunam com a doutrina divinal de Jesus. Culpa, um retrocesso, fixação num passado, no momento de equívoco. Mas ele nos diz o seguinte: "Erar faz parte da caminhada. Não podemos ser recorrentes, cometer um erro. não aprender com o equívoco e cometer o erro novamente. Aí fica mais grave. Mas caminhar a gente pode tropeçar, mas se a gente levanta e verificou que era uma pedra, digo, vou prestar mais atenção do tiver pedra para que eu não caia e vou prosseguindo. Se na frente tiver um buraco e eu caí, é uma outra experiência. Vou prestar atenção a pedra e a buraco. Se eu continuar caindo, se eu tiver pedra e buraco, eu não caio mais. Pode ter uma cerca para pular, pode ter qualquer outra coisa, mas eu aprendi e quando aprendi eu prico. Por isto que Jesus nada, nada que Jesus fez e diz foi em vão. Tudo tem um ensino. Por isso que João falou, se fosse escrever tudo que Jesus realizou, não haveria livro na face da terra que caberia os seus evangelhos defeitos. Recordo-me de um benfeitor espiritual que nos trouxe uma passagem do Evangelho e que ele nos relata um ensinamento. Jesus com a cruz dirigindo-se ao Ggota, era o morro da caveira. Ele tinha um objetivo. Ele tinha que chegar lá porque as escrituras assim já diziam por
o Evangelho e que ele nos relata um ensinamento. Jesus com a cruz dirigindo-se ao Ggota, era o morro da caveira. Ele tinha um objetivo. Ele tinha que chegar lá porque as escrituras assim já diziam por autorização dele como governador espiritual. Sabemos disto. Enquanto ele foi, ele poderia até levitar. Alguém tem dúvida que ele poderia fazer isso? Ele poderia, ele tinha o poder. É o governador da terra h bilhões e meio de anos já era um espírito puro, instruído, depurado, que o pai deu a ele, este habitate e os seus habitantes, para que ele ajudasse-nos a evoluirmos. Então, naquele momento, ele se comportou como simples mortal, levou a cruz, caiu, mas a gente não vê, ele caiu, parou e ficou ali uma hora, levantou, caminhou e tem algumas quedas, não sei quantas, mas quem visita os locais diz: "Olha, aqui foi o dia da paixão, onde Jesus caiu aqui, ali, etc. Se foi o local próprio, tudo bem. Se não fori também não interessa. Mas o que interessa é o ensino. Ele prossegue. Em um determinado instante, aquele soldado chicoteia-o e observa que aquele homem, diante de tanta atrocidade, mantinha um semblante de paz. A minha paz vos deixo, a minha paz vos dou. Não dou como o mundo. E naquele instante, aquele soldado, ao observar o olhar de Jesus para ele, um olhar de piedade que devia ser o contrário, era ele que devia ter piedade, mas o olhar de Jesus tocou tão fundo que ele teve misericórdia. E a lei previa que alguém poderia ajudar aquele que levava a cruz para ser crucificado. É quando aparece aquele homem que vinha da Sirineéia, daí dizesse Sirineu. O nome dele era Simão. E aí naquele instante ele convida este homem e diz assim: "Ajuda ele, levai a cruz". Ele vai ajudar Jesus por ele dizer: "Olha, Cirineu, essa cruz é minha. Deixe que eu vou carregá-la. Mas não, Jesus aceitou, ajudou, chegou ao seu objetivo. Qual é o ensino que esse benfeitor nos traz? O objetivo de Jesus era o GTA. O nosso é a perfeição. Durante o caminho para a perfeição, há quedas. Estas quedas não podem ser eh
chegou ao seu objetivo. Qual é o ensino que esse benfeitor nos traz? O objetivo de Jesus era o GTA. O nosso é a perfeição. Durante o caminho para a perfeição, há quedas. Estas quedas não podem ser eh recorrentes, porque se eu caio aqui, avancei, caí ali, é uma pedra, é um buraco, coisa diferente. Não vale ter outra pedra e eu cair, porque eu pisei na pedra. E assim ele vai nos ensinar que o equívoco faz parte da caminhada para quem vai progredir, mas também que haverá sempre um sirineu. Haverá sempre alguém encarnado ou desencarnado que nesta caminhada vai nos estender a mão, nos ajudar de forma direta ou indireta, porque quando nós nascemos, os benfeitores nos ajudam, nos fortalecem. Vá, prossiga, porque o nosso desejo é que você volte completista. Não me volte aqui dessa outra forma, mas nós vamos te ajudar. e nos acompanha. Deixa a livre determinação nossa, as escolhas que nós fazemos, a que, Senhor, nós estamos servindo a este que deixou esta doutrina divinal como um porto seguro, como um esclarecimento, como a bússola para que nós possamos prosseguir ou a outro senhor qualquer, porque ele mesmo disse que não dá para servir a dois senhores. ou você abandona um ou abandona o outro, mas ao dois não dá para ficar em cima do burro. Então, que nós possamos neste período que esta existência nos proporciona esse período de transição, construirmos nos nossos corações esse reino de Deus que Jesus anunciou naquelas primeiras falas ao sacerdote Anã, que nós precisamos, como Jesus, conhecer o amor e a verdade e também saber a vontade do Pai Celestial. Precisamos beber na fonte do seu evangelho. Precisamos beber na fonte desta doutrina divinal que ressuscita a pcritude do evangelho de Jesus. para que nós possamos fortalecidos, seguros, prosseguir a nossa caminhada, mesmo que caiamos, mas aprendemos, tiremos a melhor parte, prossigamos confiantes, trabalhando de forma solidária como o codificador nos convoca. E é assim que o nosso tempo já chega, que nós gostaríamos de finalizar,
, mas aprendemos, tiremos a melhor parte, prossigamos confiantes, trabalhando de forma solidária como o codificador nos convoca. E é assim que o nosso tempo já chega, que nós gostaríamos de finalizar, lembrando de que o evangelho de Jesus é este guia seguro. A única forma de nós estarmos com as consciências tranquilas para que este fato aconteça, é necessário que o nosso comportamento não conte. com a ausência do bem. A estratégia nossa tem que ser a ausência do mal, mas ainda precisamos de ser fortalecidos. E a única forma de nos fortalecermos é buscarmos na fortaleza da prece. Esse elo divino ao qual nós criaturas estamos presos ao pai, conforme Emanuel nos diz. Só precisa a nossa vontade, pensamento e sentimento, abrir esse canal para que o fluxo divino invada todos nós. E quando invade circula uma quantidade maior de sangue no nosso cérebro que hoje os estudiosos, a ciência, os neurologistas já descobrem, já sabem, porque observam que aquele que ora no momento da oração, certa parte do seu cérebro é irrigado muito mais do que qualquer outra atividade que nós possamos desempenhar. que irga o cérebro. É porque abrimos no momento da oração este canal que já é direto com o Pai e aí o fluxo divino nos invade. Quando invade as nossas células vibram nesse diapazão e naturalmente a circulação sanguínea faz-se de forma melhor. Para encerrar, evangelho como roteiro, consciência tranquila como consolo, ausência do mal como estratégia e a prece como fortaleza. Muita paz. Que Jesus nos abençoe. Agradeço Dr. Jorge Godinho. Agradeço também a presença do Dr. Leonardo Machado, nosso palestrante no dia de amanhã, a Regane Planner da Suíça, Marcelo Neto, nosso irmão lá de Miami, o Milton da Colômbia e Milciades, é do Paraguai. Muito obrigado a todos pela presença. Então, vamos nos preparar para encerramento da nossa reunião nesse momento. E eu convido aos médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passos coletivos. Senhor e Mestre Jesus,
eparar para encerramento da nossa reunião nesse momento. E eu convido aos médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passos coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nós, os teus irmãos, nos reunimos desta feita para ouvir ouvir falar dos vossos feitos, o que nos traz muita alegria ao coração. os teus ensinos, os teus ditos, as vossas realizações repercutem até os dias de hoje, trazendo-nos consolo e uma grande esperança dos dias melhores. Somos côncios, Senhor, que caminhamos aindra nas sombras. Mas quando olhamos para o alto, percebemos a vossa luz e os nossos olhos sentem agora a presença dos vossos benfeitores aqui entre nós, irradiando as boas energias. dias de que tanto necessitamos. Sabemos que os dias estão difíceis, as dificuldades são muitas, mas a esperança, Senhor, a esperança resida em ti. E procuramos para essa longa jornada das múltiplas existências, aperfeiçoando o nosso espírito em cada uma delas e cada dia mais sentindo a profunda saudade de ti. Te apresentamos, pois, na entrada desse cenáculo o nome dos encarnados, dos desencarnados, nossos irmãos, estenda a vossa misericórdia sobre eles, amparando-os na medida do mérito de cada um. também fluidifica a água que ali colocamos para que ela seja um remédio para as nossas mazelas físicas, espirituais, emocionais. Todos nós retornaremos aos lares, grandes caravanas, aos hotéis. Transporta-nos, ó Senhor, em paz. Sentimos-nos enriquecidos porque o teu nome diversas vezes foi pronunciado nesta casa. E esta casa, ela foi erguida exclusivamente para te servir, te servir e te amar. Assim posto, Senhor, conduz-nos pensando em ti, levando as boas energias do nosso coração aqueles que nos são caros. abençoa-nos. Se conosco hoje e por todo sempre e que assim seja. Muita paz. Encerrada está a nossa reunião.
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