Divaldo Franco e Jorge Godinho - Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 01/10/2020 (há 5 anos) 1:01:18 32,522 visualizações 3,299 curtidas

Convidado: Jorge Godinho Apresentação: Mário Sérgio Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine o www.espiritismoplay.com Para conhecer mais sobre as Obras Sociais Mansão do Caminho que atendem cerca de 5 mil pessoas gratuitamente por dia, acesse: www.mansaodocaminho.com.br Para adquirir livros mediúnicos de Divaldo Franco acesse www.livrarialeal.com.br Instagram: www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: www.facebook.com.br/mansaodocaminho Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/colabore/doacoes/

Transcrição

Muito boa noite a todos. Estamos conversando, começando agora o nosso Conversando sobre Espiritismo na nossa programação das quintas-feiras à noite, com a presença do nosso irmão Divaldo Franco e Jorge Godinho, presidente da Federação Espírita Brasileira. Para o início dos nossos trabalhos da noite, iremos convidar a nossa irmã Solange Seixas para proferir a prece de abertura dos nossos trabalhos. Colocarmos a serviço do bem, do amor e da verdade. S conosco, Jesus hoje e sempre. Que assim seja. Então, dando prosseguimento às às nossas atividades do Conversando sobre Espiritismo, as perguntas já podem ser enviadas para a nossa apreciação, onde faremos as respostas junto com Jorge Godinho e Divaldo na segunda parte da nossa programação. Agora vamos fazer a apresentação pessoal do nosso irmão Jorge Godinho, que nos dará as palavras iniciais da nossa reunião. Querido Mário Sérgio, querido Divaldo, queridas irmãs e queridos irmãos que nos ouvem através do canal dos canais Web. É com grande alegria e satisfação que nos encontramos nesta oportunidade, neste programa idealizado pelo nosso querido Edivaldo, para que possamos juntos realizar nesta oportunidade a divulgação do Evangelho de Jesus hoje esclarecido pela doutrina espírita. É com muita alegria que aqui nos colocamos neste momento, neste programa, para que possamos juntos realizar essa tarefa. Então eu passo a palavra agora a Adivaldo Franco. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espiritistas, caras amigas e caros amigos. que nos acompanham através da Web TV Moção do Caminho, Web TV da Federação Espírita Brasileira e outros órgãos de comunicação virtual. Os nossos votos de muita paz. Merece considerar que há pouco mais de 200 anos o notável filósofo alemão Schopenhauer estabeleceu que a vida deveria cingir-se a três postulados especiais. O primeiro deles era a personalidade, o segundo a propriedade e o terceiro era exatamente o poder. apresentava o notável materialista, pessimista alemão, que a personalidade

três postulados especiais. O primeiro deles era a personalidade, o segundo a propriedade e o terceiro era exatamente o poder. apresentava o notável materialista, pessimista alemão, que a personalidade não é o conceito que temos hoje moderno de Jung, de Freud e de outros, é o resultado de todas aquelas edificações que vamos produzindo ao largo da nossa vida. é aquilo que nos identifica, que nos caracteriza e que demonstra o meio social, afinal o que somos e tudo aquilo que vai gerar a segunda condição, que é possuir propriedade. O indivíduo deve, segundo Schopenhauer, possuir, porque à medida em que ele adquire valores desta ou de outra natureza, ele se destaca no meio social e passa a merecer o respeito à consideração que se devem aos indivíduos poderosos. Mas o terceiro item é aquele que se deriva dos dois primeiros, a posição, a posição social, a posição religiosa, a posição econômica ou qualquer aquela manifestação cultural, intelectual, humana, que distingue o indivíduo de outro. O conceito era eminentemente imediatista, porquanto se nós observarmos a questão das posições humanas, são de uma relatividade surpreendente. O indivíduo encontra-se hoje no ápice do poder. por uma questão de natureza política, sociológica, até humana, pode descer a um estágio de miséria, de perseguição, de reproche. Não são poucos aqueles indivíduos quais Hitler Mussolini, para citar dois próximos, que atingido o poder quase soberano sobre a Europa e consequentemente o mundo aturdido pela Segunda Guerra Mundial. No entanto, a batalha do dia D na Normandia derrubou-os e nós vimos a tragédia de Mussolini e de Clara Petate em uma situação deplorável, sendo enforcados depois de atravessarem em uma modesta aldeia da Itália a situação terrível de haverem perdido o poder que aparentemente tinham sobre o povo. à frente do seu partido, fascismo e também daqueles que o adornavam. Mas nós podemos ver a tragédia de Hitler nessa mesma oportunidade, quando as tropas dos aliados estão a um passo de Berlim, já dentro de Paris e

eu partido, fascismo e também daqueles que o adornavam. Mas nós podemos ver a tragédia de Hitler nessa mesma oportunidade, quando as tropas dos aliados estão a um passo de Berlim, já dentro de Paris e etc. O fer não vê outra alternativa senão o suicídio covarde depois de haver assassinado a própria esposa, companheira que estava no bunker na porta de Brandemburgo em Berlim. Mas se nós olharmos a história dos poderes, vamos olhar entre os bárbaros que atemorizaram a Europa e que foram vítimas de circunstâncias muito lamentáveis. Recordamos-nos, por exemplo, de Atila, o terror de Deus. Levamo-nos de Gengiscão. E se formos relacionar, por que não recordarmos dos homens mais poderosos do mundo? como aquele que na Lidia possuía o maior tesouro jamais alcançado por alguém. Ele foi vítima de uma batalha perdida. Ele era da atual Turquia, onde estava o seu país. E ele perdeu a batalha contra Crio, o rei dos persas. Mas nós vamos encontrar também na beleza a posição de beleza de destaque. Murcham como as próprias flores fanadas nos cantos de Budler. Vamos observar as distinções de natureza econômica na posse. Quantas vezes um decreto popular de uma entidade governamental através de uma manobra de natureza econômica para salvar o país reduz a moeda ao nada. Temamos aqui muito próximo a Venezuela, que é dos nossos dias, mas também de outros países que antes praticamente dominava o mundo e as circunstâncias cambiais reduziram a verdadeiros vassalos de outras nações mais poderosas. Bem, ficou a personalidade do ponto de vista psicológico, a partir das investigações da psicologia profunda ou analítica de Carl Gustavo Jung, da moderna psiquiatria de Ericson e de outros tantos pensadores notáveis como Víctor Franquel, nós vamos ver que essa personalidade é uma máscara que nós afelamos à face. é o moderno conceito da psicologia, não para aquilo que somos, mas para aquilo que gostamos que os outros vejam em nós. Não somos o que apresentamos, porque escondemos exatamente o ser que somos para estar vibrando no

ito da psicologia, não para aquilo que somos, mas para aquilo que gostamos que os outros vejam em nós. Não somos o que apresentamos, porque escondemos exatamente o ser que somos para estar vibrando no indivíduo que parecemos. Daí já é comum dizermos hoje, eu não sou governador, não sou presidente, não sou, eu estou governador, eu estou religioso, eu estou porque estamos diante de uma posição transitória. Mas a humanidade, por outro lado, na sua essencialidade, desde os dias gloriosos do pensamento psicológico, principalmente apresentado em uma das obras muito belas do século passado, que são os gigantes da alma, o indivíduo ter personalidade, ter individualidade, ter ao mesmo tempo identificação, ter consciência e ser essa eternidade que é o espírito mortal. A psicologia de tal forma avançou que nos trouxe um estágio de natureza bem profunda, natureza metafísica. Desde quando, por volta de 1975, em Bidus, na Califórnia, os eminentes mestres de psicologia, de sociologia, de psiquiatria e de outras doutrinas reuniram-se nos famosos encontros de fim de semana, aqueles de estudos profundos para criarem a quarta força e psicologia. E essa psicologia é tudo revolucionária, porque ela foi buscar o ser que somos, a individualidade. Lá no profundo do inconsciente coletivo, nós vamos encontrar a memória dos nossos atos pregressos, da nossa história ancestral, a confundir-se com a nossa consciência individual, a nossa identidade presente. essa reflexão para notar algo muito curioso. A humanidade sempre esteve à busca de bem, não sabe exatamente o quê. Porque para cada corrente de natureza psicológica, sociológica, religiosa, há determinados padrões. Por exemplo, no dia 3 de outubro do ano 1266, naúmbria nasce Francisco Bernardone e um homem modesto, pequeno, de uma família rica, de uma família que trabalhava com tecidos. Seu pai era um excelente vendedor de tecidos raros que ia buscar no sul da França. Tem a felicidade de colocar no mundo mais um filho, Francesco. Ele chama o filho à italiana Francesco.

a com tecidos. Seu pai era um excelente vendedor de tecidos raros que ia buscar no sul da França. Tem a felicidade de colocar no mundo mais um filho, Francesco. Ele chama o filho à italiana Francesco. Mas sua mulher, a senora Picá, chama o filho de uma maneira muito gentil, que é Juan, o João. esse indivíduo tão carinhosamente que faz evocar a personalidade de João evangelista. E se nós vamos encontrar algo de uma fatalidade reencarnacionista, fascinante, porque mais tarde, quando ele rompe a indumentária de Francesco Bernardone, passa a surgir o mais perfeito imitador de Jesus Cristo, a ponto de ser Cristo quem vivia nele. E ele muda a história da humanidade dos séculos X e X para a humanidade do amor. Essa humanidade que está definida por Jesus Cristo como sendo aquela que um dia amará a Deus. Acima de quaisquer conjunturas amará o seu próximo na dimensão do amor que a si próprio se oferece. Mas é curioso notasse que no dia 3 de outubro de 1804, portanto, o mesmo dia com uma variação de aproximadamente 600 anos, nasce na cidade de Lyon, na França, Hipolite Lon Denizar Rivaio, outro de Jesus Cristo que passará posteridade com a alcunha Allan Kardec Na história, nós vimos essa dimensão grandiosa, o santo de Assis e o grande pensador de Leon. Aquele primeiro é o homem do canto aos animais, da ternura às flores e às criaturas. O segundo é o homem da introspecção, da psicologia do ser profundo, penetrar na intimidade da alma. para descobrir o que é essencial, o que são somos o de que necessitamos. O primeiro deslumbra-se com amor e faz do amor a sua estrada rutilante, estrelada, embora os espinhos que estão ao solo para poder tentar dificultar a marcha gloriosa. Segundo, arrebenta todas as amarras exteriores e vai pela estrada da meditação, da solidão, do raciocínio, encontrar a fé raciocinada. O outro primeiro é a fé emocional, a fé da entrega. Ó Senhor, faz de mim. E começa a elaborar o que ele gostaria. a paz, a luz, o irmão da natureza, aquele que está ao lado da miséria, todo aquele

da. O outro primeiro é a fé emocional, a fé da entrega. Ó Senhor, faz de mim. E começa a elaborar o que ele gostaria. a paz, a luz, o irmão da natureza, aquele que está ao lado da miséria, todo aquele que tem as forças para modificar a terra. O segundo f de mim a mão da caridade. Então nós vemos o amor cantando nos lábios de Francisco, a caridade escrita pela mão rigorosa de Allan Kardec, mas entre o amor e a caridade, a fé. A fé que somente é legítima quando pode enfrentar face a face a razão em todas as épocas da humanidade. É curioso porque a fé é um estado de uma crença. É emocional, mas é também racional. Ao acreditar, nós temos que elaborar parâmetros, medidas, conceitos nos quais colocaremos a nossa convicção, a nossa certeza, a nossa dúvida, a nossa vida. Então aí vamos necessitar nesta razão do sentimento profundo do amor para que essa fé nos torne melhores, mais belos sobre o ponto de vista ético, para que venhamos a culminar tudo isto nas mãos que se florecem em luz de caridade. Então, hoje, ante véspera do dia 3 de outubro celebramos o nascimento de Francisco de Assis, o nascimento de Allan Kardec, o primeiro que restaura nas almas o cristianismo, e o segundo que ressuscita dos escombros das fés destituídas das bases fundamentais da lógica. O pensamento purcro de Jesus Cristo. Eu mandarei alguém para ficar convosco e este alguém superará todos os tempos porque ele será indestrutível. Nós vamos encontrar isso no poema de João Evangelista. João 14:16. Curioso que por volta de 100 e poucos anos ou 15 e poucos anos, ele vai renascer e colocar exatamente essa proposta na ação do bem, do amor e da caridade, na sua mensagem pela umbria que se expande como sol generoso por toda a terra. Terra, Francisco, traz Jesus de volta pelo amor, pelo sentimento dúido da ternura, do perdão, do anular da personalidade, aquela personalidade apresentada pelo filósofo alemão da propriedade, porque nós não temos nada, nem o corpo de que nós utilizamos. Nós somos mordomos porque tudo passa, tudo

anular da personalidade, aquela personalidade apresentada pelo filósofo alemão da propriedade, porque nós não temos nada, nem o corpo de que nós utilizamos. Nós somos mordomos porque tudo passa, tudo se transforma, tudo muda de aspecto de constituição molecular. Então, a nossa personalidade é uma máscara, uma necessidade momentânea, porque durante a trajetória nós passamos a ter vários várias expressões de personagem e também o poder temporário de ter as coisas e de dominar. O pai de Francisco vê o filho oferecer tudo porque ele não tinha nada. desnuda-o e ele se torna milionário do amor. O pai reage e ele então vem agora para o pai permanente que é senhor de todas as coisas. Toma. Isto é teu. Agora o meu pai que está nos céus, ele me vestirá e tomará conta de mim por todo sempre. Portanto, ele saiu a cantar na sua nudez, até que um trapo velho de um sobretudo de cobriu o corpo cansado, jovem e casto. Allan Kardec, mais tarde dentro da sua dignidade, trabalha dia e noite para evitar que um tio desonesto levasse à firma na qual ambos trabalhavam, a situação caótica de uma situação também desagradável. A falência vende tudo que tem. Chega a pobreza digna, trabalha de noite e de dia, é professor, é contabilista de um teatro para pagar as dívidas, que o seu parente biológico, mas não era parente da alma, por pouco não atirou lama na honorabilidade da sua família. Quantas coincidências brilhantes, ambos do dia 3 de outubro. ambos de um período em que a humanidade estava atormentada no século 16, ou melhor, no século X, no século XI. E ele avança pelo século XI, no qual desencarna jovem, mostrando a verdadeira igreja de Cristo. E Allan Kardec, no século XIX, no ardor das vitórias napoleônicas. na presença das ameaças de uma transformação cultural em toda a Europa, instalando o colégio Pistalose do Coração de Paris para que houvesse a dignidade da fé lógica raciocinada, a certeza da imortalidade. Francisco vê Jesus. Allan Kardec define Jesus e apresenta que cada um de nós

o colégio Pistalose do Coração de Paris para que houvesse a dignidade da fé lógica raciocinada, a certeza da imortalidade. Francisco vê Jesus. Allan Kardec define Jesus e apresenta que cada um de nós pode tê-lo como seu anjo guardião, porque ele é o modelo e é o guia da humanidade. Ele é para nós aquilo que de mais elevado o pensamento humano pode conceber sobre o ponto de vista ético, sobre o ponto de vista racional. E o pensamento de Schopenhaer, que não teve a felicidade de ler, de conhecer a obra grandiosa de Allan Kardec, embora tenha deixado uma obra fantástica, pensamento e vontade, que chega à borda da imortalidade, da razão, para mostrar a grandeza que é a criatura humana, a superação de todas as paixões, de todas as dores e poder então cantar a beleza do seu pensamento materialista. Então, pelas circunstâncias das religiões que talvez não tenham sabido honrar o patrimônio divino que lhe chegou às mãos. É dessa forma que nós vimos nessa data tão peculiar, hoje, primeiro dia de outubro, aquele mesmo outubro que no dia 3, bem, alguns escritores dizem que foi no dia 4, mas que a diferença faz a documentação é muito rara, porque nós temos os seus coetanos, aqueles que viveram a sua época, seu primeiro biógrafo, a narrativa grandiosa deste Este um homem que um dia diz aos seus amigos, ele que era tão jovial, que era trovatori, que era cantor, ele diz aos amigos de agora por diante, eu me vou casar. Escolhi a mulher mais bela, mais rica, mais pulcra de Assis. E os amigos ironizaram: "Se é bela, se é púrcra, se é rica. Não, não pode ser. Quem é ela, Francisco? a senhora pobreza e ele se conscia com a pobreza com a entrega total de bens, participação não de 50%, de 100% dos bens, de tal forma que até o alimento que se lhe oferece, se sobra, ele não guarda para outro dia, ele distribui para outros mais necessitados. E quando por acaso a doação é respeitável, ele vai pagá-la trabalhando no campo, trabalhando no lar, trabalhando em qualquer serviço do seu benfeitor para não ficar devendo nada a

s mais necessitados. E quando por acaso a doação é respeitável, ele vai pagá-la trabalhando no campo, trabalhando no lar, trabalhando em qualquer serviço do seu benfeitor para não ficar devendo nada a ninguém. Porque a verdadeira luz do amor é dar gratuitamente o que gratuitamente nós recebemos. Vem Allan Kardec e quando vê o sofrimento de seus padres, pessoas que de repente caíram na miséria, perderam o poder como em Lyon ou perderam a postura social como em Paris a viúva Furlon. Que faz Kardecultamente? Chama Alexandre Delane e manda moedas de ouro para socorrer aquelas pessoas que atravessavam situação difícil, embora ele também estivesse numa situação não muito cômoda, tendo dificuldades porque inclusive morava em um apartamento de aluguel. Aí nós vemos as determinações do alto para o homem contemporâneo. O que é que o homem contemporâneo está buscando? Estamos aturdidos, sem nenhuma sombra de dúvida. Estamos ansiosos. Estamos buscando algo que exatamente não sabemos. Mas se nós mergulharmos no amor e começarmos a entender que a nossa vida tem um sentido, esse sentido é amar o outro, é ser o outro, é evitar que o outro seja o outro. Vamos aqui à psicologia. Eu sou você. Você sou eu. Porque nós fazemos parte de um conjunto que é a humanidade. Como o fígado, essa glândula mista é maravilhosamente irmã dos rins, que é uma glândula interna. Enquanto o fígado tem a preocupação de realizar um trabalho como glândula endócrina, os rins tem uma outra tarefa especial no mesmo conjunto de harmonia. Assim somos nós, aquilo que chamamos humanidade. Essa humanidade que alcançou as estrelas está caminhando para perder a persona e adquirir a individualidade. Eu não estou, eu sou cristão. Eu sou filho do amor como o grande poema dedicado à Europa. Ó Europa, eu te sorvo numa taça de champanhe e vejo borbulhar na minha boca sedenta da tua grandeza. Então, nós estamos no momento de escolha, o sentimento dúcido. Nós não reagimos, nós agimos. Portanto, é amor e o sentimento da razão, da

mpanhe e vejo borbulhar na minha boca sedenta da tua grandeza. Então, nós estamos no momento de escolha, o sentimento dúcido. Nós não reagimos, nós agimos. Portanto, é amor e o sentimento da razão, da lógica. Por que eu devo fazer isto? Porque somente isto me faz bem. Um comentário de um materialista cínico, fazer bem é um ato de astúcia. Porque se por acaso fazer bem for bom, estou fazendo bem e estou ganhando uma coisa que eu não acreditava. E outro materialista disse: "Mas esse por acaso não tiveram depois?" Ué, mas foi muito bom durante o tempo que eu pensei que existia. é que vale dizer o lado positivo na matemática sempre pesa muito mais do que o lado negativo. É por isso que as operações são muito curiosas. Certo dia, alguém me disse, se você tem caráter, você tem um ponto. Se você é leal, coloque um zero ao lado do e você vale 10. Mas se você é cumpridor dos seus deveres, mais um zero e você vale 100. e assim por diante, até chegar um bilhão, 1 trilhão. Mas se por qualquer coisa retirar o número um, você não é nada, porque o zero não vale nada. Então, o essencial é ser o indivíduo que Allan Kardec define muito bem numa página lírica do Evangelho Segundo Espiritismo, o homem de bem. E é o homem e a mulher de bem. que na atualidade nós necessitamos de ser para deixarmos pegadas luminosas a benefício daqueles que viram depois. Somos esses, homem e mulher de bem que iremos enfrentar os desafios que, como foi dito na oração inicial, nos fazem progredir. Então, o Espiritismo é a nova ciência que veio à semelhança dos telescópios mostrar-nos o mundo desconhecido, disse Kardec. O espiritismo, através da mediunidade veio nos mostrar o mundo invisível, entre aspas, que é o mundo imortal. Nesta noite em que estamos conversando sobre o espiritismo e apresentamos dois apóstolos do Espiritismo. Mas São Francisco era católico, sim, mas era um católico que acreditava na imortalidade, que acreditava na caridade, na luz, que teve a audácia do holocausto da própria vida. como Allan Kardec.

tismo. Mas São Francisco era católico, sim, mas era um católico que acreditava na imortalidade, que acreditava na caridade, na luz, que teve a audácia do holocausto da própria vida. como Allan Kardec. Ele havia passado pelas várias filosofias da época e era positivista. Naquele momento, ele então se entrega a Jesus Cristo e nos traz o evangelho decodificado na beleza da imortalidade da alma. nossas vidas, digamos agora, não com Schopenhauer, mas com Fredrick Nietzsche, que foi discípulo de Chopenhauer. Louco é todo aquele que perdeu tudo, menos a razão de viver. Se dizemos isso, dirão: "É um louco". Talvez, porque nós não perdemos a razão de viver. Vivemo-la intensamente, gloriosamente. Há desafio, há dificuldade. Há o momento trágico que nós tiramos a parte destruidora e mostramos que é do caos que nasce a vida e que é da aparente tragédia da semente que se desagrega arrebentada, que nasce a plântula. E é do espermatozoide que perde a cauda, que nós temos no óvulo, ovo para a vida e a construção da humanidade. Então, e nosso conversando sobre o espiritismo, vamos fazer uma pequena pausa e ao retornar responder as suas perguntas. เฮ A você que nos ouve com muito carinho, nós estamos acessando ao seu coração para que você possa acessar também o Espiritismo Play, que é essa plataforma que tem por finalidade levar ao movimento espírita em geral, todo o histórico da grande atividade dessa caminhada, deste Paulo de Tarso dos nossos dias, que é Edivaldo Pereira Franco e ao mesmo tempo enriquecer a sua alma com este alimento tão importante e fundamental que são as abordagens trazidas por este companheiro e mensageiro do amor, nosso Divaldo, para aquecer o seu coração e trazendo uma diretriz mais feliz, mais assertiva para o nosso dia a dia. Acesse Espiritismo Play. a plataforma que estará auxiliando a manutenção da nossa querida mansão do caminho. Muita paz. Jesus nos abençoe e guarde sempre no seu amor. Retornamos agora então para a segunda parte do nosso Conversando sobre

que estará auxiliando a manutenção da nossa querida mansão do caminho. Muita paz. Jesus nos abençoe e guarde sempre no seu amor. Retornamos agora então para a segunda parte do nosso Conversando sobre Espiritismo, a parte das respostas às perguntas que foram formuladas e que chegaram até nós. Então, nosso irmão Pedro Jorge Godinho, a primeira pergunta de Gelson. Como encontrar coragem e paciência para os problemas diários? É na confiança, hein? nosso pai como criatura, ele nos concedeu oportunidade e nos concede as oportunidades para que nós possamos crescer intelecto, moralmente. Então, diante desses desafios, o exercício da paciência, da confiança, é algo que nós devemos trabalhar individualmente para que possamos, fortalecidos, vencer aquilo que sobre os nossos ombros se encontram e que não são mais pesados do que nós podemos carregar. Então, a confiança, a certeza da imortalidade, o amparo do amor divino é que nos conduz a vencer esses obstáculos com paciência, com compreensão e com entendimento. Bem, Divaldo, então a nossa primeira pergunta a você de Andreia. É possível conversar mentalmente com nossos amigos espirituais e eles nos darem conselhos? Sem a menor dúvida. É através do pensamento que nós construímos e desconstruímos as ideias da vida. E o pensamento é o fio miraculoso que nos mantém perfeito e pleno contacto com Deus. Allan Kardec perguntou aos espíritos se eles influenciavam a nossa vida. E eles responderam com toda segurança: "Muito mais do que imaginais, a ponto de que são eles que vos conduzem. Esta conduta deles em relação a nós é pelo pensamento. E se nós soubermos fazer silêncio, nós escutaremos as respostas. É ainda Allan Kardec quem nos responde: "Muitas vezes estamos com um grave problema. Deveremos silenciar, orar, entrar em sintonia com o mundo maior e o primeiro pensamento que venha aceitá-lo como sendo uma intuição, uma resposta dos nossos guias espirituais. Eu próprio, a cada momento que me encontro com uma necessidade, eu dirijo o pensamento ao

o primeiro pensamento que venha aceitá-lo como sendo uma intuição, uma resposta dos nossos guias espirituais. Eu próprio, a cada momento que me encontro com uma necessidade, eu dirijo o pensamento ao Senhor da vida ou em particular a determinada entidade quando lhe desrespeito e nunca deixei de receber a resposta. Odinho, a segunda pergunta vem do da senhora Marta. Já usei várias medicações, passei por vários psiquiatras. Porque a ansiedade não ser de lugar à paz. Quero conseguir. Quero conseguir paz. Como encontrá-la? É uma pergunta interessante, porque normalmente a paz nós buscamos no exterior e a doutrina espírita e Jesus nos ensinou que ele nos daria uma paz diferente da que o mundo nos oferece. A paz do mundo, ela foi sempre buscada através dos conflitos, das guerras, das lutas, do poder, desta manutenção do poder. A paz que Jesus nos convidou a conquistar, ela está dentro de nós. No momento que nós desenvolvemos a confiança em Deus, a certeza da imortalidade como espíritos imortais que somos, vai nos tranquilizando e dando-nos uma paz para que nós possamos vencer os obstáculos da vida, que são provas escolhidas por nós mesmos para o nosso crescimento, intelecto, moral. Então, se nós pudermos dizer algo à amiga que nos pergunta, é que busque esta paz dentro de si mesma, através de leituras edificantes, através do conhecimento, doutrina espírita, porque é a única doutrina que na face da Terra nos explica a verdadeira vida como realmente ela é, sem nenhum véu, de forma transparente, dando-nos esta esperança de estarmos aqui vivendo momentos difíceis, mas numa construção para retornarmos à verdadeira vida de onde viemos melhores do que quando chegamos. Então, que possamos ter confiança, confiança em Deus, nosso pai, porque os seus desígnios são sábios e todos nós estamos submetidos à sua determinação divina, que é a lei inexorável do progresso. Mas é preciso que cada um de nós façamos a nossa parte nesta busca interior da paz que só encontramos quando encontramos as lições

tidos à sua determinação divina, que é a lei inexorável do progresso. Mas é preciso que cada um de nós façamos a nossa parte nesta busca interior da paz que só encontramos quando encontramos as lições luminíferas do Evangelho de Jesus. Divaldo, uma pergunta de Cleiton. O dia do nosso do nosso nascimento tem algum significado para o espírito encarnado? Não, em absoluto. Existem doutrinas e filosofias que estabelecem algumas definições e propósitos. Nós as respeitamos, mas para nós espíritas, o nascimento é numa data que tenha características propiciatórias ao bom êxito ou situações difíceis para poder sermos casos teratológicos e apresentarmos marcas profundas de sofrimento. Mas a data realmente do ponto de vista da doutrina espírita, não influencia o nosso caráter. a nossa existência, nem estabelece a trajetória para vivermos felizes ou desventurados. Godinho, uma pergunta do nosso irmão Samuel. Como se dá a alimentação no plano espiritual? Uma pergunta interessante, porque naturalmente cada um de nós, ao retornarmos ao plano espiritual vamos às regiões de afinidade. E somos aqueles que ainda levamos conosco no nosso pensamento, nas nossas ideias, ainda muito materializada pelo desconhecimento desta vida, esta adaptação fará com que nós tenhamos sensações daquelas mesmas antes de chegarmos ao plano espiritual. Entretanto, os espíritos mais evoluídos e que quando desencarnam por afinidade retornam à regiões mais evoluídas, é natural que a alimentação nesses patamares mais evoluídos, ela não se dá em idêntica forma na dimensão nossa, ou aqueles espíritos que vivem nas regiões bem próximos a nós próximas a nós e que muitas das vezes se alimentam dos próprios pelos fluidos que nós emanamos pelos hábitos, até pelos vícios e pelo próprio alimento. Na realidade, esta adaptação, ela se dá em função da própria evolução do espírito, que dependendo do patamar espiritual que ele se encontre, o retorno à pátria espiritual este alimento se fará coerente com a sua estatura evolutiva.

la se dá em função da própria evolução do espírito, que dependendo do patamar espiritual que ele se encontre, o retorno à pátria espiritual este alimento se fará coerente com a sua estatura evolutiva. Vimos exemplos quando lemos nosso lar, a questão do alimento naquela colônia e da transformação que houve e da reação daqueles que lá se encontravam quando houve necessidade de mudar-se a alimentação, vamos dizer assim, mais condensada para menos condensada. Uma alimentação aonde a matéria seria mais fluídica do que aquela que anteriormente estavam acostumados. são patamares evolutivos e que naturalmente o próprio perespírito na sua organização, ele se adapta a estas regiões e as necessidades alimentares se fazem em função da própria evolução. Devemos lembrar que nós nos alimentamos mais pelos poros, pela respiração do que pelo próprio alimento que digerimos pela boca. E no plano espiritual, este alimento, ele se faz de uma maneira muito mais generalizada, dependendo das atitudes que o espírito tenha no trabalho de caridade, trabalho ao próximo, aonde ele se alimenta também destes fluidos que não necessariamente são alimentos semelhantes ao que nós estamos tendo aqui na terra. Divaldo, uma pergunta de Flávia. Uma mãe consegue, com efeito da força do pensamento, no momento da oração por um filho doente, lutar contra o suicídio? Sem dúvida que essa oração partida de um coração afetuoso é portadora de um poder inimaginável. E se tratando de uma mãe, esse poder é muito maior. Certa feita, fazendo esta abordagem, o venerando médium Chico Xavier disse o seguinte: "As preces das mães arrombam as portas dos céus". é uma expressão que ele encontrou para traduzir esse poder do sentimento de maternidade ante um risco, o problema, a dor de um filho amado. talvez pelo estado em que se encontre o paciente não venha a resultar que ele evite totalmente o suicídio, mas pode postergá-lo, pode mudar a forma pela qual ele lhe suicidasse, pode afastar as entidades perturbadoras que eu estejam

ontre o paciente não venha a resultar que ele evite totalmente o suicídio, mas pode postergá-lo, pode mudar a forma pela qual ele lhe suicidasse, pode afastar as entidades perturbadoras que eu estejam induzindo por telepatia para a fuga da realidade e pode mesmo evitar o suicídio. pode orar com este sentimento, porém dizendo a Deus que faça o que seja de melhor para o filho e para você própria. Godinho, uma pergunta de Vera Lúcia. Na minha família, somente eu sou espírita. O que fazer para trazer meus dois filhos a estudar a doutrina espírita? O exemplo, o exemplo é que arrasta. Se o comportamento nosso é coerente com a doutrina que abraçamos, que é libertadora, naturalmente o esforço e a vontade que empreendemos para sermos melhores no momento seguinte, isto faz com que aquela constelação que convive conosco, seja no lar com a família, seja no trabalho, na casa espírita, na via pública, o nosso testemunho e o nosso exemplo fará a diferença. Porque como espíritas fazemos sempre uma pergunta: o que estou fazendo de diferente? Porque como espíritas somos detentores de um conhecimento que grande parcela da humanidade ainda não detém. Mas deter conhecimento é diferente de possuí-lo. Porque o espírito Emanuel faz essa distinção muito clara. Porque a detenção é aquele momento que nós amealhamos pela inteligência, o estudo, os ensinos e o conhecimento que nos chega. Entretanto, a posse, ele só acontece no instante em que nós exemplificamos o conhecimento detido. Aí nós somos possuidores desse desse conhecimento. E com esta posse é que nós possamos temos condições de doar ao próximo aquilo que nós já temos. Desta maneira, a melhor forma de nós colocarmos para os nossos familiares é o nosso exemplo com base nas lições do Evangelho, que hoje esclarecidos pela doutrina espírita arrasta aqueles que estão em nossa volta. O conselho que eu posso dar é que se esforce cada vez mais para que a prática corresponda coerentemente ao conhecimento já detido da doutrina. Divaldo, uma pergunta de Neli.

que estão em nossa volta. O conselho que eu posso dar é que se esforce cada vez mais para que a prática corresponda coerentemente ao conhecimento já detido da doutrina. Divaldo, uma pergunta de Neli. Como ter estabilidade emocional? vários recursos, especialmente o da oração. Temos que verificar se o nosso comportamento emocional não está sob a determinadas influências orgânicas. Nós não estamos dominado por vícios mentais, por ambições que não se justificam, pelos ressentimentos que são verdadeiras toxinas. E isso muitas vezes nos torna irritadiços, sem ânimo, marcados pelo desencanto, revoltados. Então, se este é o fator orgânico, procuremos um atendimento médico para nos ajudar, mas lembrando que a oração sempre nos colocará vinculados ao amor da divindade e esse amor se irradiará até nós e nos fará muito bem. Vivemos um momento de instabilidade emocional, uma imprensa às vezes perturbadora, informações assustadoras, difamações, agressões, esse desespero que está tomando conta de nós. Então, vamos viajar para dentro, vamos fazer um esforço para que as coisas de fora não perturbe a nossa tranquilidade interior. Muitas vezes estamos alegres com pequenas ilusões e um acontecimento insignificante apaga aquela alegria. Não era então uma alegria verdadeira. Não deixe que a sombra logre apagar a sua luz. Primeiro, porque é ilógico, não é a sombra que apaga a luz, é a luz que dilui a sombra. Acenda a lâmpada da fé e a confiança em Deus lhe dará resistência para que as sombras do caminho diminuam a claridade, mas não apaguem a luz da alegria de viver. Uma pergunta de Humberto. Como trazer paz a um coração aflito perante as provações? Primeiro, compreender que as provações são escolhas nossas. O livro dos espíritos nos esclarece a respeito, dizendo que as provas são escolhas dos próprios espíritos que no processo reencarnatório o Pai dá esta oportunidade. Muitas das vezes escolhemos fardos muito pesados com o anseio de resolver logo um problema que uma escolha errada no

s dos próprios espíritos que no processo reencarnatório o Pai dá esta oportunidade. Muitas das vezes escolhemos fardos muito pesados com o anseio de resolver logo um problema que uma escolha errada no passado equivocada nos fez, fizemos e que naturalmente desejamos quitá-la. Mas a misericórdia do Pai possibilita-nos apenas aquilo que é necessário nós passarmos, por mais difícil que seja uma aprovação. Esta compreensão faz-nos já de imediato dirimir as dificuldades que inicialmente nós temos. Em sendo assim, nós mesmos, os arquitetos do nosso próprio destino, somos nós, os nossos próprios algozes. É diante do momento em que sabemos que as provas são escolhas nossas, devemos buscar no esclarecimento a melhor compreensão para podermos passar por ela. E o esclarecimento nos diz que devemos ter o evangelho de Jesus como roteiro para podermos enfrentar estas dificuldades. Porque é só desta forma que as nossas consciências se tranquilizam e nesta tranquilidade nos dá paz. Mas para isso é necessário usarmos a estratégia da ausência do mal. O que quer dizer a prática sempre do bem, coerente com as leis divinas inscritas na nossa consciência. E desta forma, quando a dificuldade nos chega, buscarmos a fortaleza da prece, que esta ligação que fazemos direto com o Pai, por esse laço divino que nos prende a ele todas as criaturas, religa-nos nesta religiosidade do Criador com a criatura. Então, tenhamos o evangelho como roteiro em nossas vidas, as nossas consciências tranquilas para que a paz se instale, a ausência do mal como estratégia e a prece como fortaleza. Ivaldo, uma pergunta de Antônio Lourenço Júnior. Pode-se ter hoje uma vida franciscana? Como seria essa vida? Nós estamos acostumados ao excesso. Vivemos uma sociedade consumista. é tão consumista que tudo quanto faz tem um prazo para acabar-se. Eu ainda me lembro de quando nós tínhamos qualquer produto, a garantia era de longos anos, mas agora essa relatividade de tempo e o desespero da construção fazem-se objetos mesmo de utilidade,

bar-se. Eu ainda me lembro de quando nós tínhamos qualquer produto, a garantia era de longos anos, mas agora essa relatividade de tempo e o desespero da construção fazem-se objetos mesmo de utilidade, com um prazo muito reduzido, como mostrando que nós precisamos de muita coisa para preencher o vazio existencial. Quando nós estamos em paz, tudo nos basta. A vida franciscana é uma vida de louvor, é uma vida de ação caridosa, de amanho da terra, de ternura à natureza e de solidariedade às criaturas humanas. Podemos viver de maneira franciscana elevada através de todas as exigências da sociedade. Podemos estar na moda, mas não devemos viver para a moda. Poderemos estar bem vestidos, limpos, aceados, porque faz parte da saúde, da higiene e da nossa existência. Podemos usar os equipamentos ultramodernos. Eles foram criados por inspiração divina para nos tornar a vida menos pesada e as dores bem diminuídas, mas sobretudo, sobretudo mudar interiormente. De nada nos adiantariam as aparências, porque o que vale, segundo Allan Kardec e a verdade é a intenção. Se nós melhorarmos interiormente, poderemos estar coberto de ouros, visitado pelas fanfarras, aplaudido pelas ilusões. Absolutamente simples. Ainda me lembro de Chico Xavier, uma pessoa deseducada ou pouco gentil o elogiou tanto vis, que ele ficou profundamente constrangido. E quando a pessoa exagerou, ele disse assim: "Mas meu filho, eu não sou nada. Note bem, meu nome é Francisco. Tire o Fran e fico eu, Cisco. E desarmou o outro. Então, nós precisamos de aprender a ser naturais, a ser simples, não simplórios, simples, desarmados, gentis. Essa é a atitude franciscana. E foi essa a atitude que Francisco nos ensinou. Muito bem, chegamos ao final da nossa reunião de hoje do Conversando sobre o Espiritismo. Agradecemos imensamente ao nosso presidente da Federação Espírita Brasileira, Jorge Godinho, e passamos a ele agora a palavra para os momentos finais. A nossa gratidão ao querido Divaldo, que nos propiciou esta oportunidade,

ao nosso presidente da Federação Espírita Brasileira, Jorge Godinho, e passamos a ele agora a palavra para os momentos finais. A nossa gratidão ao querido Divaldo, que nos propiciou esta oportunidade, ao querido amigo, o Mário Sérgio e a todos que nos ouviram atentamente. Aqui estivemos aprendendo com o nosso querido Edivaldo, sempre com a sua fala, que sempre nos traz ao coração a alegria, o consolo, a paz, mas sobretudo a esperança, o for à vida nestes dias em que a humanidade passa por esta situação de oportunidades para que nós possamos refletir melhor sobre o valor da vida. o que estamos fazendo, para onde vamos e o que estamos construindo em nosso próprio benefício quando falamos a respeito da autoiluminação. A nossa gratidão pela oportunidade e obrigado a todos que nos ouviram pela sua atenção. Godinho, muito obrigado pela sua presença e vamos dar agora o encerramento da nossa reunião com a prece de encerramento. Amado Mestre Jesus, como é bom, como é bom, Senhor, pensar em ti, estar contigo. Os pensamentos ficam suaves, as nossas dores desaparecem, os desencantos, as amarguras não existem. Somente a vossa presença nos encanta e enternece os nossos corações. A mansuetude que tu possuis se irradia sobre todos nós e dulcificamos as nossas almas. Internecemos os nossos sentimentos e aprofundamos a misericórdia do teu amor dentro de nós. Faculta-nos, Senhor Jesus, outras oportunidades como esta e permita-nos levar a todos aqueles que nos ouvem a vossa palavra de amor e de paz. Sempre conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. Que assim seja.

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