Jorge Godinho • A verdadeira propriedade

Mansão do Caminho 09/03/2024 (há 2 anos) 57:31 796 visualizações

26ª Conferência Estadual Espírita do Paraná O Evangelho Segundo o Espiritismo Iluminando caminhos, despertando consciências

Transcrição

Estimadas irmãs, estimados irmãos, senhoras, senhores, ensejamos que a paz que nos envolve desde o início desta conferência permaneça conosco. Neste momento, nós estamos diante do desafio. Os meus amigos da área de saúde dizem que após o alimento físico, em especial o almoço, há um fenômeno natural em que todas as nossas energias do corpo convergem para o plexo gástrico e naturalmente traz um efeito porque as energias dos demais plexos ao convergirem para o plexo gástrico nos dá uma sensação de lacidão, de descanso, aquela sonolência natural que acontece em virtude deste processo. O nosso desafio é justamente porque estamos diante de um tema que nos fala do evangelho. O evangelho é sentimento, é paz, é amor e naturalmente nos convida a convergir as nossas energias para o plexo cardíaco, para o plexo frontal, já que estamos com o ensejo de realizar reflexões sobre o tema. Então esse é o grande desafio que temos todos nós, eu que vos falo, vocês que nos ouvem, para que nós possamos passar esses primeiros momentos da tarde na psicosfera do amigo divino Jesus. Um dia, a misericórdia do Pai fez chegar à terra a luz. para iluminar as trevas da nossa ignorância, mas também o amor inigualável, ainda não conhecido pela humanidade. uma oportunidade que aconteceu com o advento do Cristo, o filho de Deus, o ungido, que hoje o chamamos de amigo divino. Ele chegou de uma forma muito singela, como sabemos, numa manjedoura, mas 2000 anos após, sabemos que ele é o governador espiritual da terra e como tal, a época deve ter autorizado aqueles pastores a ouvirem uma voz que trazia para ele uma frase. que 2000 anos após todos nós repetimos no mês que convencionamos ser o seu nascimento. Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade entre os homens. Esta é uma frase milenar, mas no nosso entendimento ainda não compreendemos a profundidade desta informação. Dada aqueles pastores anunciando a chegada do Messias tão esperado para que eles pudessem ser conduzidos até aquela manjedoura.

so entendimento ainda não compreendemos a profundidade desta informação. Dada aqueles pastores anunciando a chegada do Messias tão esperado para que eles pudessem ser conduzidos até aquela manjedoura. Ali observamos o louvor a Deus. glorificando-o, mas ao mesmo tempo dizendo que o habitate que o Pai deu às criaturas para poder desenvolver o seu intelecto moral, a Terra ela é de paz. A terra é de paz. Entretanto, para que esta condição aconteça, é necessário que haja boa vontade. Boa vontade é sinônimo de bondade, de benevolência. E já começamos a verificar desde aquele primeiro anúncio aquilo que o amor, a luz do mundo, viria nos trazer posteriormente quando, na oportunidade da sua vida pública expressar de forma tão clara o exemplo sobretudo da lei de amor. Vamos encontrá-lo mais tarde, que é do conhecimento de todos nós naquele momento famoso em que em terra idade se encontrava no templo de Jerusalém. O momento em que os doutores da lei questionava-o e ele respondia a todos de forma inigualável. Aqueles que ouviam verificavam que as suas respostas eram sábias, superiores até aos doutores da lei, porque ele falava de Deus, falava do amor, da caridade, como nunca as pessoas tinham ouvido falar. E é naquele instante que ele desperta a atenção não só dos doutores, como também daqueles que estavam em volta. Mais tarde, após este evento, conta-nos Humberto de Campos de que em determinado dia, Maria, sua mãe, recebe a visita de sua prima Isabel. que vinha com seu filho João. E naquele momento, Maria expressa as suas ocupações com Jesus, após ter ouvido da sua prima Isabel as mesmas preocupações com João Batista. Porque Isabel, após as conversações iniciais, procurando saber as informações sobre os familiares, as duas primas focam o assunto na direção de seus filhos. E a Isabel diz para Maria de que João Batista tem deixada ela em si mesmada com seus comportamentos, porque dificilmente encontrava ele em casa. Quando observava, João estava nas estradas adustas, quentes do deserto.

ara Maria de que João Batista tem deixada ela em si mesmada com seus comportamentos, porque dificilmente encontrava ele em casa. Quando observava, João estava nas estradas adustas, quentes do deserto. Muitas das vezes encontrava-o nas figueiras selvagens, mas ao observá-lo, verificava que o seu semblante traduzia uma meditação profunda, apesar da terra idade. E Maria fala para Isabel, Isabel, eu tenho a certeza que estas duas crianças vieram trazer a luz ao mundo. E ela começa a expressar, dizendo: "Eu também tenho ocupação com Jesus. Quando eu procuro em casa, não o vejo. Quando observo, às vezes ele está contemplando as águas. Em outras oportunidades, ele está conversando com os tranzeuntes que vêm, que descem da Samaria e as suas conversas é justamente falando sobre a sua comunhão com Deus, sobre o amor, sobre a caridade. Em outras oportunidades, eu o encontro conversando com as lavadeiras, com os trôpegos, os alejados, aquelas pessoas que se encontram em estado de miséria, mas falando de Deus, de amor, de caridade, como eu nunca vi os doutores da lei falarem. E assim nós vamos observando pelos relatos que as mediunidades abençoadas faz chegar até nós este percurso da luz do mundo, do amor inigualável, que vem nos trazer o testemunho mais tarde, quando inicia a sua vida pública já com 30 anos, e somos sabedores de que a sua pública. Ela se restringiu a 3 anos da sua existência. Passou uns dias com o Primo João após o batismo. Depois se dirige ao Jericó e vamos encontrá-lo após Jericó, pernoitando em Jerusalém. No dia seguinte estava a praça como um como um peregrino muito próximo do templo de Jerusalém. Mas alguns sacerdotes que passavam por ali foram atraídos pela sua beleza inigualável. um homem de uma estatura diferente e que trazia no semblante algo diferente até pela sua própria estatura. A sua beleza ímpar chamou a atenção dos sacerdotes. A maioria deles continuou o seu percurso na direção proposta. Mas um deles, Anã, dirigiu-se a Jesus. E naquele momento faz uma pergunta:

a estatura. A sua beleza ímpar chamou a atenção dos sacerdotes. A maioria deles continuou o seu percurso na direção proposta. Mas um deles, Anã, dirigiu-se a Jesus. E naquele momento faz uma pergunta: "Nazareno, que fazes em Jerusalém?" Jesus o observa e responde a ele: "Passo por Jerusalém para a fundação do reino de Deus." E ele perplexo diante daquele homem simples, apesar do magnetismo que o atraiu, ele de uma forma desdenhosa pergunta: "Sabes o que é isto? Um programa divino em tuas mãos. Uma obra divina em tuas mãos. Quem são? os teus seguidores. Por acaso tens um príncipe desconhecido que te apoia? E Jesus olhando responde: "Os meus seguidores virão de todas as partes". E ele, após a resposta de Jesus, de forma ainda desdenhosa, diz assim: "Sim, os doentes, os sofredores, os cegos, os trôpegos, os famintos se encontram em todas partes e naturalmente deverão ser estes os teus seguidores. E continua numa outra pergunta. Tu conheces uma estátua formosa, pura, construída com fragmentos de lama? Desta feita, a resposta de Jesus é mais severa. E diz assim: sacerdote, não conheço nenhum mármore puro e formoso, mais puro do que o sentimento. E não conheço nenhum cisel superior à boa vontade. o sacerdote perplexo, cada vez mais com as respostas sábias daquele homem nazareno. Porque a ideia, a época, quem era de Nazaré era considerado que dali não saía nada que prestasse. Como ele era nazareno, a expectativa era de que aquele homem não poderia trazer respostas tão sábias e isto o irritava. E ele continua perguntando: "Conheces os códigos da corte provincial? Conheces a lei do templo?" E Jesus responde para ele: "Conheço o amor e a verdade". E aí ele cada vez mais se sentindo que aquela conversa lhe trazia condições de inferioridade diante aquele homem que aparentava inferior ao conhecimento que detinha. E é assim que ele vem perguntar por último: "Conheces Roma? Conheces Atenas?" E Jesus o responde: "Eu sei qual é a vontade do meu Pai que estás nos céus". Diante dessa resposta, o sacerdote

e detinha. E é assim que ele vem perguntar por último: "Conheces Roma? Conheces Atenas?" E Jesus o responde: "Eu sei qual é a vontade do meu Pai que estás nos céus". Diante dessa resposta, o sacerdote olha-o com desdém, dar as costas e prossegue o seu caminho. Vem dizer-nos, Humberto de Campos, que este sacerdote Anã seria um daqueles que estaria julgando Jesus naqueles momentos que antecederam ao Golgota. Desta forma, verificamos que após esta passagem por Jerusalém, com este fato, ele se dirige às cercanias do Tiberíades e vamos encontrá-lo em Cafarnaum, naquele instante, nas praias, aonde se encontrava alguns pescadores com seus cantos naturais, Homens alegres diante de um dia ensolarado, consertando as suas redes, outros limpando os seus barcos. Mas Jesus aguardava um barco especial que estava por chegar. E assim que chega com dois irmãos, Simão e Tiago, ele faz um convite. Imaginemos nós pescadores laborando pela sobrevivência e chega um estranho e nos convida a abandonar aquela profissão para pescar homens. Foi uma questão impactante, uma resposta um tanto quanto duvidosa. Mas naquele momento, diante da expectativa de Simão, o seu irmão André fala-o de que aquele era o homem que estava com João, o Messias prometido, porque ele lembrou-se do fato de que durante aquele batismo diferente dos demais, a que Jesus se submeteu uma voz direta naquele instante apontou a Jesus dizendo que ele era o Messias, era o enviado do Pai, o Filho amado, e aquilo impactou-o. E quando Jesus faz o convite no diálogo entre os dois irmãos, ele esclarece a Simão Pedro e a resposta de ambos quase uníssonar. é de que sim seguiriam Jesus. E assim ele começa a regimentar o seu colégio apostolar dentre aqueles 12 amigos, porque em seguida ele vai à cidade e encontra aquele homem que era cobrador de imposto e que não era muito aceito pela sociedade, porque o povo hebreu não gostava de pagar impostos para Roma. e convida a Levi, aquele que seria Mateus, um dos evangelistas, e convida-o para seguir. E ele, sem

e não era muito aceito pela sociedade, porque o povo hebreu não gostava de pagar impostos para Roma. e convida a Levi, aquele que seria Mateus, um dos evangelistas, e convida-o para seguir. E ele, sem titubear, levanta e segue Jesus. Depois nós vamos encontrar Jesus convidando mais dois irmãos, aonde João, o evangelista e Tiago são convidados para fazer parte do seu colégio apostolar. E os relatos do evangelho vem me dizendo com vem nos dizendo como ele foi arregimentando o seu colégio apostolar. Mas naquele mesmo dia ele foi abrigado na casa de Simão Pedro. E à tarde, no caí da tarde, em plena praça pública, ele faz a sua primeira pregação, uma multidão. uma multidão, conforme havia de forma desdenhosa, anunciado Anã naquele instante que disse que os seus seguidores seriam pessoas que sofriam, doentes, trôpegos, cegos, alejados. E era aquela multidão que se encontrava quando Jesus, naquela oportunidade vem trazer a sua pregação aos corações aflitos. E desta forma ele vai realizando durante os 3 anos da sua vida pública falando de amor, mas testemunha do amor, trazendo a luz o mundo, mas convidando ao mundo a brilhar a sua luz. E durante as suas pregações, sabedor de que não seríamos capazes de compreender de forma tão clara e direta o amor, o desdobramento do amor, quando ele entra em sinergia, que é a caridade, ele naquele momento usa-se da metodologia para crianças, espíritos infantis, para poder trazer aquele amor e a verdade que havia falado a Anã, de tal forma que através de alegorias e de parábolas pudéssemos depreender as verdades que ele nos trouxe. E é assim que nós vamos encontrar, dentre tantas outras parábolas, e ressalto aqui, dentre todas elas, poucas, ele a interpretou. E a parábola do semeador, ele a interpretou, dizendo-os que ele mesmo é o semeador. E semeando, as sementes caíram em terrenos diversificados. Primeiro à beira da estrada, os pássaros se alimentaram das sementes, depois em terras aonde não tinha condições das raízes se aprofundarem.

E semeando, as sementes caíram em terrenos diversificados. Primeiro à beira da estrada, os pássaros se alimentaram das sementes, depois em terras aonde não tinha condições das raízes se aprofundarem. E quando as sementes começaram a brotar, naturalmente minguaram pelo calor do sol e porque as raízes não tinham profundidade suficiente para assimilar o alimento necessário que é a água. Mas ele também falou que caiu sementes nos espinheiros que foram abafadas pelos espinheiros. E vem por último dizer que sementes caíram em terreno fértil. Aí sim elas produziram de um para 10, de um para 100, de um para 1000, praticamente dizendo-nos por esta parábola de que a sua mensagem, o amor, ao ser semeado ao longo do tempo dos séculos, do milênio ou dos milênios, estariam caindo diversos terrenos, mas que haveria terrenos férteis. e que esses terrenos certamente fariam produzir o amor na proporção que ele citou. Mas gostaríamos de trazer-lhes o registro de Lucas no capítulo 16, os versículos 19 a 31, quando Lucas registra que Jesus traz um ensinamento. Havia um homem rico que ele se vestia de púrpura, se vestia de linho, se tratava diariamente de forma magnífica, mas também havia à sua porta um homem, um mendigo, deitado com o corpo todo ulcerado, com úlceras, e que tinha um desejo, um desejo enorme. de mitigar a sua fome com os restos que caía da mesa daquele homem rico, mas ninguém os oferecia. Mas os cães vinham lamber as suas feridas. Era Lázaro o nome do mendico. Lázaro morreu e foi levado pelos anjos. O rico morreu e o seu sepulco foi o inferno. E quando ele estava nos tormentos infernais, cabeça baixa, no momento em que ele levanta a cabeça, observa ao longe o pai Abraão e Lázaro ao seu lado. Ele então solicita narrogativa ao pai Abraão, dizendo: "Pai Abraão, traz, faz com que Lázaro molhe os dedos na água e passe nos meus lábios para poder mitigar esta sede abrasiva que essas chamas me corroem." E Abraão olha para ele e diz assim: "Meu filho, lembras-te dos bens que estiveste que tiveste na

dos na água e passe nos meus lábios para poder mitigar esta sede abrasiva que essas chamas me corroem." E Abraão olha para ele e diz assim: "Meu filho, lembras-te dos bens que estiveste que tiveste na vida? Lembras-te dos males que Lázaro passou? É por esta razão que Lázaro se encontra aqui e que estais nesta condição. Diante desta resposta, nesta parábola de Jesus, que traz alguns ensinamentos e que ele deixou de maneira muito subliminar, subjacente, para que no futuro pudéssemos entendê-la, naquele instante, aquele homem que foi rico diz para Abraão: "Pai Abraão, então manda Lázaro visitar os meus familiares. Eu tenho cinco irmãos para que digam a ele o que devem fazer para que não caiam no mesmo tormento em que estou vivendo? E o pai Abraão olha para ele e diz assim: "Entre nós existe um grande abismo. Quem está aí não passa para aqui. Quem está aqui não passa para aí. E ninguém que está aí passa para aqui. Eles tem Moisés, tem os profetas e não o escutam. Aí aquele homem que foi rico diz: "Não, pai, não, pai Abraão, não é isso. Mandai os mortos para que ressuscitem, porque eles terão penitência. E diante desta rogativa mais sincera e sentida, Abraão diz para ele de que se eles têm Moisés, t os profetas e não escutam, também não escutarão os mortos que ressuscitarão. E assim Jesus traz essa parábola. que é chamada do mau rico, aonde ensinos ali se encontram e que naturalmente nós só podemos entender com o passar do tempo, passar dos séculos, de uma forma mais direta, mais clara, porque havia necessidade de termos alguns elementos que pudessem nos dar fundamentos melhores para o entendimento da mensagem de Jesus, que fala de amor e que fala de caridade. Por isto que nas instruções dos espíritos, Lázaro, o espírito, vem dizer que a doutrina de Jesus está resumida na lei do amor, na caridade e na humildade. E é assim que foi necessário passar quase dois milênios, porque foi no ano de 1864, no mês de abril, que a humanidade tomou conhecimento de O Evangelho Segundo o Espiritismo,

caridade e na humildade. E é assim que foi necessário passar quase dois milênios, porque foi no ano de 1864, no mês de abril, que a humanidade tomou conhecimento de O Evangelho Segundo o Espiritismo, esta obra que estamos aqui refletindo sobre os seus ensinos luminares, que completa 160 anos nos dias neste ano e que exatamente no mês de abril completa esta marca. É ela que vem trazer a nós aquela lembrança que Jesus, no momento que preparava os seus apóstolos, seus discípulos para aquele futuro que eles teriam que demonstrar através do testemunho. Porque quando Jesus retorna ao Pai, aqueles homens ficaram com a missão de transformar a humanidade. 11 deles, porque Judas tomou uma decisão equivocada, mas depois completou-se 12. E também nós vamos encontrar Saulo, o Paulo de Tasso, realizando junto com estes apóstolos o trabalho que nós conhecemos pela literatura escrita nos Evangelhos, mais em especial pela literatura que verte do alto pelas mãos abençoadas da mediunidade. É assim que naquele momento Jesus, entendendo da necessidade do amadurecimento, da maturidade espiritual, para entender com mais clareza as suas alegorias e parábolas, promete a eles que iria pedir ao Pai. Mas antes diz assim: "Se me amais, guardai os meus mandamentos". Se me amais, guardai os meus mandamentos. Jesus não está pedindo para nós guardarmos na gaveta ou termos o cuidado com os seus mandamentos, conforme aquele que na parábola dos talentos recebeu um e o guardou. Jesus pede a eles para guardar os seus ensinamentos no coração, na vivência, na prática. e diz a eles que iria pedir ao Pai para que um outro consolador viesse explicar todas as coisas e ainda outras, muito mais do que aquelas que ele havia explicitado. E no ano de 1864 que nós vamos encontrar retirado da terceira parte desta obra magistral, o livro dos espíritos que ressalto é o livro da humanidade porque não é o livro dos espíritas. Espíritos, somos todos filhos do Pai, pertencente à humanidade encarnada e desencarnada, a encarnada hoje com 8

o dos espíritos que ressalto é o livro da humanidade porque não é o livro dos espíritas. Espíritos, somos todos filhos do Pai, pertencente à humanidade encarnada e desencarnada, a encarnada hoje com 8 bilhões, diz-nos que aproximadamente somos em torno de 30, 30 e poucos bilhões à humanidade da Terra, mas foi necessário que ao longo dos milênios houvesse o desenvolvimento das ciências, as ciências que trata do princípio material, trazendo conhecimentos que vieram secundar, subsidiar o entendimento da mensagem de Jesus. Quando o codificador retira do livro dos espíritos da sua terceira parte, as leis morais e vem, como fez, com as demais partes, trazer esse pentateuco. Nós vamos encontrar na terceira obra, na sequência das suas edições, o Evangelho Segundo o Espiritismo, trazendo uma face nova, uma face nova para a humanidade, tocando os sentimentos, tocando os corações. Porque com o livro dos espíritos nós aprendemos a transformar o que chamamos de fé com sentido de crença. Mas fé não é crença. Fé fidelidade. Fé confiança. E o codificador veio mostrar à humanidade que nós podemos sim ter uma confiança raciocinada, uma fé raciocinada, sabendo os porquês, os paraquis, porque a doutrina espírita é uma ciência nova, uma ciência nova que, ao mesmo tempo é uma ciência de experimentação, uma doutrina filosófica que ao mesmo mesmo tempo, vem nos ensinar a vida de relação entre nós, os espíritos imortais, entre os encarnados e os desencarnados, mas também nos ensinando a vida de relação entre os encarnados e entre os desencarnados. Mas como doutrina filosófica traz-nos a informação de que essa vida de relação entre os espíritos tem consequências morais. Em síntese, o codificador, ao responder o que é o espiritismo, vem dizer que é uma doutrina que fala sobre a nossa natureza, quem somos, o que estamos fazendo aqui, qual a nossa destinação respondendo a questões milenares, até hoje sendo buscadas pela humanidade, mas que esta doutrina vem nos elucidar e especificamente com o Evangelho

o que estamos fazendo aqui, qual a nossa destinação respondendo a questões milenares, até hoje sendo buscadas pela humanidade, mas que esta doutrina vem nos elucidar e especificamente com o Evangelho Segundo o Espiritismo, vem nos trazer a oportunidade de aprendermos pelo sentimento, porque o evangelho de Jesus é sentimento. E ele mesmo vem zará nos dois grandes ensinos, dizendo-nos inicialmente: "Amai-vos". Para depois instruirmos. E é no Evangelho Segundo o Espiritismo, neste livro que Kardec sabiamente diante dos conteúdos que compõe os evangelhos, os quatro evangelhos, dois escritos por aqueles que conviveram com ele, como seus apóstolos, Mateus, João e outros dois. que não conviveram diretamente com ele, mas conviveram com aqueles que com ele diretamente estiveram e puderam, por orientação, tanto de Pedro quanto de Paulo, realizarem os escritos, captando as informações, em especial de sua mãe Maria e daqueles que conviveram. É como se Jesus tivesse, diante do compromisso assumido, aqueles quatro amigos se compromissado com ele antes do nascimento para ser aqueles jornalistas que escreveriam os atos da sua vida comum, que escreveriam as predições, os milagres e Kardec diante do conteúdo dos evangelhos que ele distingue como sendo cinco, os atos comuns da vida do Cristo, as predições, os milagres, as palavras escolhidas pela igreja para fundamentar os seus dogmas e o ensino moral. E ele chega à conclusão que das cinco, somente uma é inalterável. Porque as outras quatro elas são objetos de discussões, pontos de vistas que são vistas de um ponto e às vezes até de separações, de disensões. E assim ele escolhe o ensino moral para ser o conteúdo do Evangelho Segundo o Espiritismo, que vem nos seus 28 capítulos, colocado nesta obra de forma magistral, contemplando-os na sua maioria com as instruções dos espíritos, para que nós pudéssemos 2000 anos depois, praticamente ente entender as parábolas de Jesus. E assim que nós vamos encontrar no Evangelho Segundo o Espiritismo

maioria com as instruções dos espíritos, para que nós pudéssemos 2000 anos depois, praticamente ente entender as parábolas de Jesus. E assim que nós vamos encontrar no Evangelho Segundo o Espiritismo uma mensagem de um espírito Delfin Girardá, uma mulher francesa, poetisa, escritora, muito amiga daqueles que a época faziam parte das artes. e aqueles que traziam as informações luminosas para a sociedade francesa e para o mundo. Era muito amiga de Víor Rigot, ou seja, de Víor Hugo. Mas no ano de 1851, nós tivemos um um evento histórico na França, a tomada do poder. E com isto os seus amigos foram exilados para a ilha de Jési. E ela, estando em Paris, resolveu no ano de 1853 sair em busca do encontro de seus amigos. E assim o fez e chega na ilha de Jessi, encontra Vittor Hugo, encontra os seus amigos, fala dos efeitos físicos em Paris, das mesas girantes, convida-os para que eles pudessem também realizar reuniões para que as mesas trouxessem informações, conforme acontecia lá em Paris. Várias tentativas foram feitas. E na realidade todas elas sem êxito. Até que um dia as mesas trouxeram a mensagem e Víor Hugo era muito cético. Frequentava as reuniões apenas para atender a amizade, o respeito à amiga que ali estava e que tinha se deslocado de tão longe para poder abraçá-los e demonstrar a sua amizade. Mas naquele dia teve uma comunicação, nem mais nem menos do que Leopoldina, a filha de Vittor Hugo, que tinha durante a lua de mel um passeio no lago com seu esposo, sido afogada, morreu afogada. Aquela mensagem mudou a vida de Vittor Hugo, porque a partir daquele momento ele passou a ser aquele adeso a esta nova doutrina, aos conhecimentos que transcendem a vida material, nascer, viver e moer, como espíritos imortais que somos. e Delfine Gerardan que nasceu no ano de Kardec, faleceu no ano de 1855, no capítulo, em um dos capítulos do Evangelho, vem nos trazer uma forma diferente a respeito daquilo que nós chamamos de desgraça. Ela vem nos falar da desgraça real. E quando nós nos reportamos à

55, no capítulo, em um dos capítulos do Evangelho, vem nos trazer uma forma diferente a respeito daquilo que nós chamamos de desgraça. Ela vem nos falar da desgraça real. E quando nós nos reportamos à parábola do mal rico, verificamos agora uma explicação para entendermos aquilo que nós consideramos como sendo feliz, felicidade entre nós na dimensão que nós estamos e aquilo que consideramos mal, miséria. E ela vem dizer que a sua mensagem é para nos ensinar uma forma diferente de vermos a desgraça real. E ela diz assim: "O que que é mais importante? é ter uma vida feliz com tudo que se deseja e depois desta vida ou ter consequências que sejam desastrosas ou você ter uma vida que não lhe proporciona estas felicidades tão ensejadas e após você estar em uma condição muito melhor. O que é que mais vale? E aí ela vem nos dizer que a desgraça real não está no fato, está sim nas consequências decorrentes do fato. Importando a Jesus a mensagem que ele nos traz na parábola do mau rico, nós vamos encontrar aquele rico que se vestia de púpro e de linho que tinha porta, o medigo, com a oportunidade de praticar a lei de amor, que não fez. Mas na nossa visão, todos desejavam vestir-se de púrpura, se alimentar bem, ter a riqueza material. Este é o fato. Mas quando nós não sabemos realizar o fato de forma coerente com a lei de amor, as consequências do fato é a desgraça real. Porque Lázaro era o miserável na visão daqueles que conviveram com ele. Se tivesse que fazer a escolha para quem tem a visão do mortal. Todos desejariam seu homem rico. Mas Lázaro chega ao plano espiritual em condições muito melhores, porque da mesma forma que a desgraça real é a consequência do fato. A felicidade real também é a consequência do fato. Dependendo de como nós realizamos o fato, porque na riqueza não é má. Se fosse má, o pai não concedia as criaturas. Má é como nós a utilizamos. E naturalmente o rico, se ele também praticasse a lei do amor, estaria no seio de Abraão, juntamente com Lázaro. E é assim que 2000 anos depois nós vamos

edia as criaturas. Má é como nós a utilizamos. E naturalmente o rico, se ele também praticasse a lei do amor, estaria no seio de Abraão, juntamente com Lázaro. E é assim que 2000 anos depois nós vamos encontrar o Evangelho Segundo o Espiritismo de forma direta, clara, explicando-nos as parábolas, explicando-nos as alegorias que Jesus nos deixou como roteiro de vida para que nós possamos assim crescer intelecto moralmente. E neste capítulo que trata o capítulo 16, não servir a mamã, mas servir a Deus. O espírito pascal e o espírito protetor vem nos esclarecer, dizendo-nos de que a verdadeira propriedade do espírito imortal é aquela que ele leva consigo após a existência. Quando nós temos a oportunidade de uma existência, abre o portal do nascimento, trazemos conosco as nossas propriedades. Quando o portal do nascimento se abre, os empréstimos começam a aparecer pela bondade e misericórdia divina. Primeiro é o instrumento que vamos navegar na existência, que é o corpo, o melhor que nós necessitamos, seja ele qual for, sadiio fisicamente, não sadio, mas tem um propósito existencial. E a partir daí, tudo que acontece conosco ou tudo que nos é oferecido é empréstimo do Pai. Porque quando nós voltamos pelo portal da morte, para onde nós viemos, nós poderemos chegar com maior ou menor riqueza daquelas que nós possuímos. Porque as riquezas que não são nossas pertencem ao Pai e elas permanecem dando oportunidades a outros que vão se utilizar dela pelo mesmo portal do nascimento e o retorno pelo portal da morte à verdadeira vida. e poderemos voltar mais pobres ou mais ricos das nossas propriedades. E o Evangelho Segundo o Espiritismo faz uma comparação para melhor entendermos. Quando nós vamos realizar uma viagem, nós preparamos todos os apretechos, apetrechos necessários para que aquela viagem seja melhor possível, não nos falte nada. E quando lá chegamos, naturalmente chegamos com os nossos haveres. Se possuímos mais recursos materiais nos dias de hoje, nós já escolhemos em casa

ela viagem seja melhor possível, não nos falte nada. E quando lá chegamos, naturalmente chegamos com os nossos haveres. Se possuímos mais recursos materiais nos dias de hoje, nós já escolhemos em casa através da internet aqueles hotéis, os melhores que nós desejamos e que dizemos que são de cinco, seis estrelas. Vai nos dar o melhor conforto? Escolhemos fazer as melhores coisas porque temos averes para isto. Mas se nós não possuímos, nós vamos procurar os hotéis de quatro, de três, de um. E às vezes nós vamos procurar as pensões, aquela que nos oferece as condições para estadia em função dos haveres que nós temos, dos recursos materiais e financeiros. E quando lá chegamos, podemos ir para os melhores hotéis ou para outros locais que nos seja o mais condizente com as nossas possibilidades. É assim que nós fazemos. E os espíritos que nos dão as instruções neste capítulo vem dizer-nos que nós, como espíritos imortais que somos, devemos também nos preparar para a vida futura que Jesus nos prometeu, realizando os haveres para que quando lá chegarmos, ou estarmos no seio de Abraão, ou estarmos na condição do mal rico. E para isto, quando nós chegarmos lá, eles nos informam de que os nossos haveres serão apenas as nossas propriedades. E as propriedades nossas como espíritos imortais, elas não são materiais, são espirituais. E eles nos dizem que nós possuímos três propriedades. As verdadeiras propriedades, a inteligência, que é o atributo de todos nós espíritos, o conhecimento e os valores morais. Se nós estamos numa existência, nós possuímos apenas estas três propriedades que trazemos no portal do nascimento e que poderemos voltar à verdadeira vida com valores morais maiores, com a inteligência mais desenvolvida, com o conhecimento mais ampliado. Porque onde estivermos, em qualquer morada da casa do Pai, estaremos com as nossas propriedades. Por isto que Emanuel, este benfeitor espiritual, vem nos esclarecer que somos mordomos, mordomos da vida, porque tudo que nos é colocado à disposição são propriedades

remos com as nossas propriedades. Por isto que Emanuel, este benfeitor espiritual, vem nos esclarecer que somos mordomos, mordomos da vida, porque tudo que nos é colocado à disposição são propriedades do Pai, exceto estas três que são nossas. E como propriedade do Pai, ele nos empresta para que nós possamos assim fazer crescer a inteligência, ampliar os conhecimentos e os valores morais serem cada vez mais germinado na nossa intimidade para que ele floresça nas massas e nós possamos através do testemunho do amor podermos voltar conforme Lázaro, que teve na vida aflições. Mas quando lá chegarmos, vão nos perguntar: "Os averes aqui são diferentes? Quais os teus? Tens obediência? Tens resignação?" E estes são valores que aqui te darão condições de poder estar no seio de Abraão. Porque a obediência representa que a razão consente, que nós compreendemos os desígnios do Pai que são sábios e que nos coloca na melhor condição para nós podermos crescer, seja na posição de Lázaro, seja na posição do homem rico. Mas para isto é preciso obediência às leis, é preciso resignação diante dos chamamentos, seja do rico que é chamado à sensualidade, aos gozos materiais, seja do pobre, que é chamado à inveja, a inveja do outro. Mas se ambos tiverem obediência e resignação, chegarão com haveres no plano espiritual. estarão ao lado de Abraão. É assim, queridas amigas e queridos amigos, que nós vamos encontrar o evangelho de Jesus nos dias de hoje, nos explicando de forma clara, direta os ensinos que as parábolas de Jesus nos trouxeram, as verdades que nos libertam, o roteiro para que nós possamos seguir com segurança, com a certeza de que estamos diante de um caminho que é um caminho difícil, mas ao mesmo tempo é um caminho que nos conduz a um reino que não é deste mundo. Porque enquanto no mundo teremos atribulações, desafios. Mas se estivermos com a lei de amor, se estivermos com este guia e modelo da humanidade que é Jesus, aquele que veio trazer a luz ao mundo, trazer o exemplo inigualável

teremos atribulações, desafios. Mas se estivermos com a lei de amor, se estivermos com este guia e modelo da humanidade que é Jesus, aquele que veio trazer a luz ao mundo, trazer o exemplo inigualável da lei do Senhor, de uma forma pura, para que jamais esquecêssemos a lei de amor que rege. toda a humanidade, todas as humanidades, todos os universos, porque a lei de amor é divina, ela provém do Pai. E Jesus em João vem dizer que as suas palavras são do Pai e aquele que o segue devido aos seus testemunhos, também ama ao Pai. Por isto que ele repetia: "Se me amas, guardai os meus mandamentos. Porque se guardares os meus mandamentos, eu solicitarei o Pai para enviar um outro consolador que irá lhe explicar tudo que eu disse e muito mais. Por isto, nestes instantes finais da nossa peroração, gostaria de deixar apenas quatro recomendações para mim mesmo que as faço. Porque no Evangelho segundo o Espiritismo está escrito que Jesus já nos disse e Kardec vem ratificar de que só existe uma única forma de nós crescermos intelecto moralmente. E esta forma ela é absoluta, não tem outra. é a caridade. E a caridade é o amor e ação. E o amor e ação é o sentimento. E o sentimento é o evangelho. Aonde nós aprendemos a praticar a caridade. Por isto que tenhamos todos o evangelho como roteiro em nossas vidas. A única forma de termos as consciências tranquilas, para tanto, faz-se necessário a ausência do mal. Que a ausência do mal seja a nossa estratégia e que a prece seja a nossa fortaleza. Muita paz e que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Muito obrigado.

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